Jornal A Voz Esprita - Edio Nmero 17

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    20-Jul-2015

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  • Informativo do 6 Conselho Esprita de Unificao Ano III N 17 Setembro/Outubro de 2012 Circulao Interna

    R E F L E T I N D ODestaques

    [ Como era Kardec?

    [ O Esprito e o Tempo - Leitura indispensvel

    [ Prximos eventos do movimento esprita

    [ Herculano Pires e a Educao Esprita

    [ A intolerncia religiosa ter fim?

    [ A mais importante cura espiritual

    Leia na pg. 1

    Leia na pg. 2

    Leia na pg. 3

    Leia na pg. 3

    Leia na pg. 4

    Grave, lento no falar, modesto nas maneiras, embora no lhe faltasse uma certa calma e dignidade, resultante da

    seriedade e da segurana mental, que eram traos distintos de seu carter.

    Nem procurava nem evitava a discusso mas nunca fazia voluntariamente observaes sobre o assunto que havia

    devotado toda a sua vida, recebia com afabilidade os inmeros visitantes de toda a parte do mundo que vinham conversar

    com ele a respeito dos pontos de vista nos quais o reconheciam um expoente, respondendo a perguntas e objees,

    explanando as dificuldades, e dando informaes a todos os investigadores srios, com os quais falava com liberdade e

    animao, de rosto ocasionalmente iluminado por um sorriso genial e agradvel, conquanto tal fosse a sua habitual

    seriedade de conduta que nunca se lhe ouvia uma gargalhada.

    Entre as milhares de pessoas por quem era visitado, estavam inmeras pessoas de alta posio social, literria,

    artstica e cientfica. O imperador Napoleo III, cujo interesse pelos fenmenos espritas no era mistrio para ningum,

    procurou-o vrias vezes e teve longas palestras com ele nas Tuileries, sobre a doutrina de O Livro dos Espritos.

    Os atributos citados nos 2 e 3 pargrafos desse retrato determinaram o mtodo adotado, por ele, na

    codificao da Doutrina Esprita que ia desde a seleo rigorosa dos mdiuns quanto s qualidades

    medinicas, moralidade e assistncia espiritual; anlise criteriosa das comunicaes quanto lgica,

    coerncia e ao nvel da linguagem do esprito comunicante e culminava na concordncia universal dos

    ensinos dos espritos: um ensino, para ser aceito como verdade e se constituir em princpio doutrinrio,

    precisa ser dado espontnea e concomitantemente por diversos espritos, em diversos lugares, atravs de

    diversos mdiuns desconhecidos entre si.

    Como afirmou, em Obras Pstumas, deveria agir com o mximo de cautela, no poderia ser leviano nem

    idealista para no se deixar iludir, pois, tratava-se de toda uma revoluo nas ideias e nas crenas.

    1

    Dobra de capa de O Livro dos Espritos, Ed. EME.

    Leia na pg. 4

    Oua a programao da

    PARTICIPE! COLABORE!

    (2 1 ) 3386- 1400

    Nasceu em 25/09/1914 (Avar - SP)

    Desencarnou em 09/03/1979 (So Paulo - SP)

    O PERFIL DE KARDEC E SUA INFLUNCIA NA CODIFICAO

    Allan Kardec

    Em outubro, os espritas comemoram o Ms de Kardec, pois, ele

    nasceu em 03 de outubro de 1804. Ele no precisa das nossas

    homenagens, mas ns sentimos necessidade de homenage-lo,

    como gratido pelo que nos legou.

    Para os que no o conhecem oferecemos o RETRATO FSICO

    1

    E PSICOLGICO DE KARDEC feito pela Sr. Anna Blackwell

    que o conheceu de perto.

    Pessoalmente Allan Kardec era de estatura mdia. Compleio

    forte, com uma cabea grande, redonda, macia, feies bem marcadas,

    olhos pardos, claros, mais se assemelhando a um alemo do que um

    francs.

    Enrgico e perseverante, mas de temperamento calmo, cauteloso e

    no imaginoso at a frieza, incrdulo por natureza e por educao,

    pensador seguro e lgico, e eminentemente prtico no pensamento e na

    ao. Era igualmente emancipado do misticismo e do entusiasmo.

    J. Herculano Pires

    "O homem assim o rbitro constante de sua prpria sorte. Ele pode

    aliviar o seu suplcio ou prolong-lo indefinidamente. Sua felicidade

    ou sua desgraa dependem da sua vontade de fazer o bem.

    Allan Kardec

  • EX PED I EN TE

    rgo de divulgao do Movimento Esprita do municpio de Mag e

    regio. Editado pelo Departamento de Divulgao do 6 Conselho

    Esprita de Unificao, filiado ao Conselho Esprita do Estado do

    Rio de Janeiro (CEERJ).

    Endereo para correspondncia: Av. Simo da Motta, 315 - Centro -

    Mag - RJ - CEP 25900-000.

    Endereo eletrnico: vozespirita6@hotmail.com

    Tiragem: 1.000 exemplares

    Redao e diagramao: Equipe de Divulgao do 6 CEU

    Pg. 2 - A Voz Esprita Setembro/Outubro de 2012

    Coluna do Leitor

    Ol, leitor amigo!

    Lembre-se: Voc tambm tem espao aqui no A

    Voz Esprita. Mande suas crticas, sugestes, d-

    vidas, artigos e poesias. Esse espao todo seu.

    Participe! Fale conosco atravs do nosso e-mail:

    vozespirita6@hotmail.com

    O ESPRITO E O TEMPO:

    INTRODUO ANTROPOLGICA AO ESPIRITISMO

    Voc j leu?

    O tema exposto em quatro partes:

    Nas duas primeiras, com apoio em cincias humanas, apresenta a evoluo das manifestaes

    medinicas desde os homens primitivos, examinando as fases dos animismo, do culto dos ancestrais, o

    mediunismo oracular e o bblico, em que a potencialidade espiritual do homem vai se desenvolvendo,

    at chegar na mediunidade positiva, da fase atual que se inicia com Jesus e se torna a fonte de

    esclarecimento e orientao dos problemas do esprito. Esclarece a emancipao espiritual do homem

    pelo desenvolvimento da razo e avana pela sequncia de fatos que desembocaram na Codificao da

    Doutrina Esprita, que surge como a sntese definitiva de um grande processo histrico.

    A terceira trata da Doutrina Esprita. Justifica seu trplice aspecto e passa ao estudo particular de cada

    um. Ressalta que o religioso, com base em Jesus, conduz f raciocinada em substituio f cega,

    caracterstica das fases anteriores da evoluo espiritual, libertando o homem dos ritos, dos mitos e

    dogmas. Comenta o mundo de regenerao e afirma. precisamente a revoluo tica do Espiritismo

    que estabelecer a ordem moral do mundo de regenerao (...) Mas necessrio que os espritas se

    eduquem no conhecimento e na prtica da doutrina, para que possam educar o mundo nos princpios de

    renovao que receberam do Consolador.

    A quarta - Prtica medinica - comea com a pesquisa cientfica da mediunidade iniciada e

    desenvolvida por Allan Kardec, ao pesquisar a parte psicolgica que envolvia os fenmenos e,

    prossegue at hoje. Apresenta os diversos tipos de reunies espritas, seus objetivos e condies para

    que tenham eficcia e proveito. Comenta as leis da mediunidade j descritas em O livro dos mdiuns e

    confirmadas pela cincia. Finaliza com a Antropologia esprita (estudo do homem dentro da viso

    esprita) analisando a condio humana como esprito que purga na Terra os resduos naturais da

    evoluo Apresenta a educao e a cultura espritas como exigncia para a implantao da Civilizao

    do Esprito alertando para a necessidade do estudo aprofundado de Kardec pelos educadores e pelos que

    se encontram a frente do movimento esprita.

    O autor, como intrprete de Kardec e defensor dos princpios

    doutrinrios, dispensa comentrios. O livro, apesar de escrito em 1964,

    ainda de grande importncia;

    Sua justificativa inicia-se assim: Um sculo aps a codificao do

    Espiritismo, por Kardec, reina ainda grande incompreenso a respeito da

    doutrina, de sua prpria natureza e de sua finalidade. A codificao,

    entretanto, foi elaborada em linguagem clara, precisa, sensvel a todos.

    Das ponderaes finais destacamos: Sem o conhecimento das razes

    histricas do problema medinico, os estudantes arriscam-se a confundir

    o processo medinico de desenvolvimento espiritual do homem

    (mediunismo) com o Espiritismo, alm de no compreenderem o

    problema religioso e as ligaes do Espiritismo com o Cristianismo.

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    Ajude com a sua orao a todos os irmos:

    que jamais encontram tempo ou recursos para

    serem teis a algum;

    que se declaram afrontados pela ingratido, em

    toda a parte;

    que trajam os olhos de luto para enxergarem o

    mal, em todas as situaes;

    que contemplam mil castelos nas nuvens, mas

    que no acendem nem uma vela no cho;

    que somente cooperam na torre de marfim do

    personalismo, sem lhe descerem os degraus para

    colaborar com os outros;

    que se acreditam emissrios especiais e credores

    dos benefcios de exceo;

    que devoram precioso tempo dos ouvintes,

    falando exclusivamente de si;

    que desistem de continuar aprendendo na luta

    humana;

    que exibem o realejo da desculpa para todas as

    faltas;

    que sustentam a vocao de orqudeas no salo

    do mundo;

    que se julgam centros compulsrios das atenes

    gerais;

    que fazem o culto sistemtico enfermidade e ao

    obstculo.

    So doentes graves que necessitam do Amparo

    Silencioso.

    Andr Luiz

    (Texto extrado da obra Agenda Crist, psicografada

    por Francisco Cndido Xavier.)

  • Pg. 3 - A Voz EspritaSetembro/Outubro de 2012

    Informe-se

    A C O N T E C E R A C O N T E C E U

    Dia 15 de setembro acontecer a Tarde com

    Artes e Paladares, no Grupo Esprita Allan

    Kardec. Mais informaes em www.face

    book.com/6.ceu.mage em breve.

    Dia 16 de setembro, acontecer a 5 Cami-

    nhada em Defesa da Liberdade Religiosa. Ser

    na Orla de Copacabana, s 11 horas. O movimento

    esprita est convocado para participar! Mais

    informaes em www.eutenhofe.org.br

    Dia 18 de setembro, o Grupo Esprita Andr

    Luiz estar realizando um Ch Fraterno & Bazar

    de Artesanato. O evento acontecer aps a

    palestra pblica que inicia s 20h.

    Desperte e Seja Feliz o tema central do Ciclo

    de Palestras que acontecer durante o ms de

    setembro, no Grupo Esprita Andr Luiz, em

    comemorao ao seu 21 aniversrio. As palestras

    sero sempre s teras-feiras, s 20h.

    Vem a o 3 Congresso Esprita do Estado do

    Rio de Janeiro. As inscries se encerram no dia

    30 de setembro e podem ser feitas atravs do

    seguinte site: www.congressoespiritarj.com.br.

    Participe!

    Jos Herculano Pires foi o que podemos chamar de homem mltiplo. Em todas as reas do conhecimento

    em que desenvolveu atividades dentro e fora do movimento doutrinrio sua inteligncia superior, iluminada pela

    Doutrina Esprita e pela cultura humanstica, brilhava com grande magnitude fazendo o povo crescer

    1

    espiritualmente.

    Foi mestre de Filosofia da Educao na Faculdade de Filosofia de Araraquara (SP). Jornalista,

    romancista, poeta, participou ativamente de diversas instituies ligadas as letras.

    Esprita desde os vinte e dois anos, estudou profundamente as obras de Kardec e defendia com ardor

    e competncia a pureza dos princpios doutrinrios espritas e empenhava-se em propag-los atravs

    dos meios de comunicao da poca.

    Foi um batalhador pela Educao Esprita. Objetivando acelerar o processo de formao do homem

    da Era do Esprito e considerando que todo novo sistema educacional comea pela forma pessoal e

    direta mas termina pela institucional, planejou uma Escola Esprita de nvel universitrio, nos moldes

    das faculdades de Filosofia, onde seria obrigatrio o estudo dos livros da Codificao Esprita

    secundados por outros que se fizessem necessrios, em curso de quatro anos. Defendia que, com

    educadores bem formados, a abrangncia e profundidade da Doutrina, at ento pouco compreendidas,

    seriam mais fcil e rapidamente absorvidas pelos adeptos.

    Em 1970, iniciou a publicao da revista Educao Esprita objetivando servisse de elo entre os

    ncleos de educao esprita, fosse fonte de material para elaborao da Pedagogia Esprita e livre

    1 -

    tribuna para debate de toda a problemtica educacional . Com muito sacrifcio publicou seis nme ros

    da revista que se encontram atualmente reunidos no livro Pedagogia Esprita da editora J. Herculano

    Pires.

    Ele sonhou alto, alm do tempo dos educadores e dos espritas, em geral, que no corresponderam as

    suas expectativas.

    1

    RIZZINE, Jorge. J. Herculano Pires: O apstolo de Kardec. O homem a vida e a obra. 1. ed. So Paulo: Paideia, 2001.

    Plugue-se

    UM EDUCADOR ALM DO SEU TEMPO

    O CEERJ agora tambm est no YOUTUBE.

    Para assistir aos vdeos com contedo esprita

    s entrar em www.youtube.com/user/ceerj/

    videos. So entrevistas, palestras, apresentaes

    artsticas e muito mais. Confira!

    No dia 19 de agosto passado, no CIEP Man

    Garrincha, em Pau Grande, Mag, aconteceu mais um

    EMEERJ, encontro de Mocidades Espritas que

    rene jovens da Baixada Fluminense e Petrpolis.

    Jovem, como voc est conectado, foi o tema

    central do encontro este ano, estudado por centenas de

    jovens, num clima de muita harmonia e descontrao.

    CEERJ NO YOUTUBE

    Estreia dia 14 de setembro

    nos cinemas de todo o pas.Jovens participando do EMEERJ

  • Casa Esprita Caminho de Suru (CECS)

    Rua Tupiniquins, 247 - Suru - Mag

    Reunio Pblica: Sexta-feira - 20h

    C. E. Cultivadores do Evangelho (CECE)

    Rua Maria do Patrocnio, 40 - Raiz da Serra - Mag

    Reunio Pblica: Tera-feira - 20h

    C. E. Unio, Amor e Caridade (CEUAC)

    R. Malvino Ferreira de Andrade, 118

    Santo Aleixo - Mag

    Reunio Pblica: Quinta-feira - 19:30h

    Centro Esprita Luz e Caridade (CELC)

    Av. Simo da Motta, 315 - Centro - Mag

    Reunio Pblica: Segunda-feira - 20h

    Grupo Esprita Allan Kardec (GEAK)

    Rua Mirabel, 119 - Piabet - Mag

    Reunio Pblica: Domingo - 18h

    Centro Esprita Amor ao Prximo (CEAP)

    R.: Joaquim Machado Fagundes, 394

    Fragoso - Mag

    Reunies Pblicas: 2 feira - 20h / Sbado - 16h

    Grupo Esprita Andr Luiz (GEAL)

    Rua Maria Marques, 86 - Mundo Novo - Mag

    Reunio Pblica: Tera-feira - 20h

    Grupo Esprita Cristo Andr Luiz (GECAL)

    Rua Saquarema, n 23 - Fundos 5

    Vila Nova - Mag

    Reunio Pblica: Domingo - 18h

    Grupo Esprita Joana DArc (GEJD)

    Rua Joaquim Machado Fagundes, 415

    Fragoso - Mag

    Reunio Pblica: Segunda-feira - 19:30h

    Sociedade Esprita Amor e Luz (SEAL)

    Rua Conde de Itagua, 350 - Lagoa - Mag

    Reunio Pblica: Quarta-feira - 20h

    Sociedade Esprita de Assistncia e Estudo (SEAE)

    Rua das Hortnsias, 133 - Centro - Guapimirim

    Reunio Pblica: Sbado - 18h

    Casas Espritas do 6 CEU

    Pg. 4 - A Voz Esprita Setembro/Outubro de 2012

    DO MAL PODE SAIR O BEM?

    Temos observado, atualmente, muitos episdios

    tristes de intolerncia. Isso ocorre por conta do ex-

    cesso de orgulho e vaidade que ainda predomina em

    muitos de ns, levando-nos a querer demonstrar

    nossa supremacia sobre o diferente e a esquecer que

    todos somos filhos de Deus e dotados de livre arb-

    trio. Da os confrontos entre as torcidas de futebol,

    as violncias contra homossexuais, contra as mu-

    lheres, etc, que no se justificam de modo algum. A

    mais absurda, porm, das intolerncias a religiosa

    que ainda capaz de produzir no s separativis-

    mos e zombarias como tambm embates fraticidas.

    Mario Frigri, no excelente trabalho Carta a

    1

    Kardec relaciona coisas que aprendeu com a Dou-

    trina Esprita e dentre elas cita: Aprendi que o

    Espiritismo um campo neutro que chama a si os

    -

    ho mens de todas as crenas e at de crena nenhu-

    ma para un-los sob o estandarte da caridade e da

    fraternidade. Esse foi o sonho de Kardec desde a

    adolescncia.

    Ao presenciar, no colgio de Yverdum, a intole-

    rncia dos protestantes em relao aos catlicos,

    comeou a pensar que deveria haver alguma coisa

    capaz de un-los, de vez que adoravam o mesmo

    Deus.

    Ao tratar de sua iniciao nos estudos de Espi-

    ritismo, afirma: percebi, naqueles fenmenos a

    chave do problema to obscuro e to controvertido

    do passado e do futuro da Humanidade, a soluo

    que procurava em toda a minha vida. Era, em suma,

    2

    toda uma revoluo nas ideias e nas crenas.

    O Espiritismo doutrina do futuro. Aguar-

    demos!

    1

    Revista O Reformador, Julho 2012. FEB RJ

    2

    KARDEC, Allan. Obras Pstumas. 3. ed. Rio de Janeiro:

    FEB, 2005.

    Conexes

    Quando se fala de curas espirituais, o comum

    pensar-se em curas dos corpos, como as das doenas

    incurveis ou de difcil resoluo pela medicina

    convencional. H porem, outras curas que so mui-

    to mais importantes e difceis. So as curas das do-

    enas morais e das quais dependem a sade dos

    corpos.

    Como sabemos, somos espritos em processo de

    evoluo, ou seja, nossas potencialidades intelec-

    tuais e morais esto em desenvolvimento, mas esse

    processo est mais prximo do ponto de partida que

    da meta a ser atingida.

    A cura dos corpos nem sempre possvel pois,

    suas doenas costumam ser o remdio de que neces-

    sitamos, para a cura das doenas da alma, quando

    nos ajudam a desenvolver a humildade, a pacincia,

    a tolerncia, a nos desprendermos das coisas mate-

    riais, etc., qualidades essas necessrias evoluo

    espiritual e cuja aquisio nos muito difcil.

    No livro O Centro Esprita, da editora LAKE,

    Herculano Pires adverte: Entre os problemas da

    cura esprita, o que mais deve nos interessar, nos tra-

    balhos do Centro Esprita, a cura da vaidade no

    corao do homem. Essa cura obtida pelos estu-

    dos srios dos postulados espritas que nos ajudam a

    compreender e praticar os ensinos de Jesus.

    CURAS ESPIRITUAIS

    Fenmenos Espritas

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