11 trabalhando com cabos

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    30-Jul-2015

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1. 1SRIE AR LIVRE - 11 TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 Esta mais uma publicao TAFARA Srie Ar Livre Volume 11 TRABALHANDO COM CABOS 1a. Edio: 1500 exemplares Diagramao e Edio: Carlos Alberto F. de Moura Coordenao: Mario Henrique P. Farinon Traduo: Luiza Christ Volkmer OBRA INDEPENDENTE, NO OFICIAL OU AUTORIZADA PELA UEB. Direitos da 1a. Edio cedidos Unio dos Escoteiros do Brasil, Regio do Rio Grande do Sul Porto Alegre, RS, 2000 2. 2 SRIE AR LIVRE - 11TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 EDIO IMPRESSA PELA DIRETORIA REGIONAL 2001/2003 Diretoria Mario Henrique Peters Farinon Diretoria David Crusius Diretoria Mrcio Sequeira da Silva Diretoria Ronei Castilhos da Silva Diretoria Osvaldo Osmar Schorn Correa EDIO DIGITALDISPONIBILIZADAPELADIRETORIAREGIONAL2004/2006 Diretoria Ronei de Castilhos da Silva Diretoria Neivinha Rieth Diretoria Waldir Sthalscmidt Diretoria Paulo Roberto da Silva Santos Diretoria Leandro Balardin COMITGESTOR Carlos Alberto de Moura Marco Aurlio Romeu Fernandes Mario Henrique Peters Farinon Miguel Cabistani Paulo Lamego Paulo Ramos Paulo Vincius de Castilhos Palma Sigrio Felipe Pinheiro Tania Ayres Farinon 3. 3SRIE AR LIVRE - 11 TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 APRESENTAO Na Pscoa de 1998, de 10 a 12 de abril, um grupo de escotistas e dirigentes reuniram-se, em um stio denominado TAFARA CAMP, tomando para si a incumbncia de suprir a lacuna deixada pela falta de definio do tema das Especialidades, concebeu e criou o que hoje constitui-se no Guia de Especialidades da UEB. O mesmo grupo, na seqncia, participou decisivamente na elaborao dos Guias Escoteiro, Senior e Pioneiro. Visto que este trabalho informal e espontneo estava tendo resultados positivos, e, entendendo que a carncia de instrumentos, principalmente literatura, um grande obstculo ao crescimento do Escotismo, resolvemos assumir como misso disponibilizar instrumentos de apoio aos praticantes do Escotismo no Brasil. Este grupo, que tem sua composio aberta a todos quantos queiram colaborar com esta iniciativa, tambm resolveu adotar o pseudnimo TAFARA para identificar-se e identificar a autoria e origem de todo o material que continuar a produzir. Os instrumentos que TAFARA se prope a produzir, tanto sero originais como os Mapas de Especialidades, de Etapas Escoteiro, de Etapas Senior e de Planejamento, j editados pela Loja Escoteira Nacional, como tambm, tradues, adaptaes, atualizaes, consolidaes, etc., de matrias j produzidas em algum momento, e que, embora sejam teis, no mais esto disponveis nos dias de hoje. O material produzido por TAFARA feito de forma independente. No temos a pretenso de fazermos obras primas, mas instrumentos que possam auxiliar a todos quantos pratiquem Escotismo no Brasil. Envie-nos sugestes para criarmos e aperfeioarmos qualquer material que seja necessrio. Este mais um instrumento de apoio a suas atividades. Ele uma coletnea de idias de obras editadas em vrios pases. Boa Atividade. Mario Henrique Peters Farinon 4. 4 SRIE AR LIVRE - 11TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 Ancoragens As ancoragens simples ou sofisticadas dependem do terreno, das condies do solo, dos elementos ao redor, a tenso que desejamos aplicar, e a quantidade de corda de que dispomos. 5. 5SRIE AR LIVRE - 11 TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 Para cada situao possvel de aplicar uma ancoragem diferente, no caso de no contarmos com a possibilidade de material de apoio poderemos improvisar, como mostram as figuras a seguir. 6. 6 SRIE AR LIVRE - 11TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 A quantidade de corda fundamental para definirmos o tipo de ancoragem que faremos, sempre levando em conta a tenso a que se sujeitar esta corda. 7. 7SRIE AR LIVRE - 11 TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 As variantes so as maiores possveis, para cada situao, um tipo diferente. 8. 8 SRIE AR LIVRE - 11TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 Temos de nos preocupar pela segurana de nossa ancoragem, garantir que ela no v se desprender, que est perfeitamente fixa e que a corda possua a espessura conveniente para o fim desejado. A escolha de qual a melhor ancoragem s a prtica nos ensina, e esta se adquire fazendo. 9. 9SRIE AR LIVRE - 11 TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 10. 10 SRIE AR LIVRE - 11TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 freqente a necessidade de segurar fortemente um cabo, para suportar o esforo de uma tenso, isto se faz com uma ancoragem, dependendo de sua fixao para que no se desprenda. 11. 11SRIE AR LIVRE - 11 TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 12. 12 SRIE AR LIVRE - 11TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 Estas ancoragens so teis e recomendadas para pontes, porm deve-se garantir que as estacas no estejam rachadas, se as amarras esto bem feitas, se a espessura da corda apropriada. 13. 13SRIE AR LIVRE - 11 TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 14. 14 SRIE AR LIVRE - 11TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 Umas estacas cra- vadas no solo amar- radas umas s ou- tras, uns pedaos de madeira presos em cruz e enterra- dos, duas ripas grossas e fortes cravadas em diagonal ou um tronco bem preso, so ncoras coloca- das em sentido contrrio trao, como ponto fixo, para prender for- temente um cabo. A ncora de janela recomendada para emergncias. 15. 15SRIE AR LIVRE - 11 TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 16. 16 SRIE AR LIVRE - 11TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 Dar tenso torcendo e retorcendo uma corda, uma forma prtica para dar firmeza s amarras. Quando terminamos uma construo e a umidade do ambiente ou a chuva afrouxam as amarras, a alternativa pegar um galho resistente, introduz-lo entre a amarra, torcendo com o mesmo esse ponto e se fixa com um n, recupe- rando a tenso que lhe d firmeza. 17. 17SRIE AR LIVRE - 11 TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 18. 18 SRIE AR LIVRE - 11TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 19. 19SRIE AR LIVRE - 11 TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 20. 20 SRIE AR LIVRE - 11TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 O fascnio dos bosques se mostra com a dureza das provas. Se abandona a trilha para escalar escarpas e montes e, conquistando o cume, se busca o caminho de regresso. Em um bosque perdido e solitrio, uma boa comida coroa o dia de rduo esforo e, chegada a noite, o travesseiro um marco de tranqilidade, satisfao e repouso, para enfrentar uma nova e fresca manh de aventura, colhendo sade, felicidade, habilidade e diligncia. Existe um atrativo na vida ao ar livre, da qual um escoteiro no pode livrar-se, uma vez que tenha cado em sua influncia. Escalando..... 21. 21SRIE AR LIVRE - 11 TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 Cinto de segurana Este cinto muito til para escalar na rocha, fazer espeleologia e como elemento de uma tirolesa. H tres tipos de cintos: o simples, o de peito, e o de corpo inteiro, que consiste em unir os dois anteriores. Para fazer um cinto simples se sugere: cinta de nylon tubular de 25mm de espessura por 6m de comprimento. 22. 22 SRIE AR LIVRE - 11TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 Uma vez colocado, o cinto unido com um mosqueto que um elemento extremamente til; h em forma de D simples e h outros ovalados com rosca de segurana. A estes se prende com uma corda, usando para segurar o alpinista a pontos de suporte direto e prender de freios de frico. 23. 23SRIE AR LIVRE - 11 TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 24. 24 SRIE AR LIVRE - 11TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 Cinto de peito Passo de Soldado O passo de soldado deve ser praticado em pe- quenas alturas. Monta-se a corda e dobra-se uma perna. A outra perna fica cada, para man- ter o equilbrio; O corpo fica centrado na direo da corda para liberar o apoio das cos- tas sobre a mesma. Se puxa para a frente com as mos, e esta ao surpreendentemente fcil e simples. 25. 25SRIE AR LIVRE - 11 TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 Passo do Preguioso Tranadas as pernas na corda, se puxa com as mos para a frente; o esforo maior do que no Passo de Soldado, mais lento, cansativo e nunca devemos esquecer o cinto de segurana. 26. 26 SRIE AR LIVRE - 11TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 Passo das duas cordas O passo de duas cordas tambm se pratica a pouca altura, e quando se adquire habilidade, a experincia se baseia em no menos prezar a segurana. 27. 27SRIE AR LIVRE - 11 TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 As cordas As cordas bem cuidadas duram muito tempo, so armaze- nadas em lugares secos e pouco quentes; deix-las ao tempo perd-las. Devemos secar as cordas molhadas antes de guard-las. Os cabos devem estar sempre re- forados ou unidos. O modo mais sensato de conserv-las enroladas e penduradas. Importante Toda corda deve ser inspe- cionada com freqencia, porque uma mordida ou parte gasta, um fator mortal quando se usa em rapel ou em uma tirolesa. imprescindvel examinar as cordas, descart-las se necessrio e nunca menos- prezar um possvel risco de acidente. 28. 28 SRIE AR LIVRE - 11TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 Se usa para salvamento, a ala pode ser aberta por uma pessoa em perigo e colocada entre seus braos; tambm se usa para prender o pescoo de um cavalo ou fixar a corda a um mosqueto. 29. 29SRIE AR LIVRE - 11 TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 Adestramentonaliberdade Oobjetivodainstruoouadestramentoescoteiromelhorara aqualidadedofuturocidado,particularmentenoqueserefere aocarteresade. OEscotismoumamensagemdecontedouniversal,quebuscaa soluodeproblemasmuitontimosdoserhumano,asegurana daindividualidade,aliberdade,acriatividade,acapacidadede amareapossibilidadedechegaraumadimensotranscendente, universalereligiosa. 30. 30 SRIE AR LIVRE - 11TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 Tirolesa de carga Uma forquilha substitui uma roldana. A corda guia pode ser amarrada a uma rvore, protegendo a casca desta com uma manta, papelo, papel grosso, etc.. tudo isso porque um corte em cr- culo feito em uma rvore, ainda que somente na casca, causa uma perda de energia tal, que pode sec-la. 31. 31SRIE AR LIVRE - 11 TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 Tirolesa com roldana A espessura de um cabo determina o suporte de uma carga. O cabo de uma corda de algodo de 2,5 a 6,3mm de espessura suporta mais de meia tonelada. Um n aplicado a uma corda a desgas- ta e um n inadequada a desgasta mais ainda. 32. 32 SRIE AR LIVRE - 11TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 Transporte de equipamento O mais importante para transportar o equipamento a comodidade ao faz-lo. Sempre devidamente embalado, o peso deve ser distribudo e balancea- da a carga. 33. 33SRIE AR LIVRE - 11 TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 Aqui esto exemplificadas dife- rentes maneiras de se transportar materiais. 34. 34 SRIE AR LIVRE - 11TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 Os Peles Vermelhasse utilizavam de uma armao para transportar seu equipamento que serve de carregador e tem sido usado pelos escoteiros por ser cmodo, resistente e rpido. 35. 35SRIE AR LIVRE - 11 TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 Na frica e na Amrica os campone- ses costumam usar a armao abaixo desenhada, por isso os escoteiros tambm os usam. 36. 36 SRIE AR LIVRE - 11TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 Com um pouco de criatividade se pode carre- gar volumes e pesos, tendo as mos liberadas para outro fim. 37. 37SRIE AR LIVRE - 11 TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 A trao sobre bastes rolios a forma em que os povos da antigidade moveram toneladas de materiais e ns os imitamos quando necessrio. 38. 38 SRIE AR LIVRE - 11TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 No sculo III A. C., Arquimdes, homem de cincia, matemtico e fsico, fez a observao: D-me um ponto de apoio e moverei a Terra. Sobre esta base o campista desenvolve comodamente esta teoria. 39. 39SRIE AR LIVRE - 11 TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 No h porque se fazer esforo demasiado, basta usar um pouco os recursos que a nature- za oferece e pronto, o servio foi feito com segurana e tranqilidade. 40. 40 SRIE AR LIVRE - 11TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 A educao pela ao um ensinamento magistral, porque insensvel mas indelvel e o rapaz sabe que qualquer de suas atividades e atitudes tm uma franca acolhida. um mtodo para que se conquiste a alma do rapaz e desenvolva suas diferentes potencialidades, tanto fsicas como espirituais, sem atingir sua liberdade. 41. 41SRIE AR LIVRE - 11 TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 Criatividade: um cabo, uma rvore, e pronto. Levantamos facilmente um tronco pesado ou outro objeto. 42. 42 SRIE AR LIVRE - 11TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 Limpando o campo Ao levantar acampamento deve-se ter em mente que a nica coisa que devemos deixar no local um muito obrigado, portanto, a limpeza fundamental, deve- se retirar qualquer vestgio de que algum ali acam- pou. No esquea nunca: devemos deixar o local melhor do que o encontramos. 43. 43SRIE AR LIVRE - 11 TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 44. 44 SRIE AR LIVRE - 11TRABALHANDO COM CABOS Produzido pela UEB/RS - Edio Impressa: Gesto 2001/2003 - Edio Digital: Gesto 2004/2006 A formao tcnica se desenvolve simultaneamente formao moral, fsica, sensorial e manual, podendo considerar-se como conduto da formao intelectual. Se determinadas tcnicas tm uma repercusso profunda em nossos rapazes, nenhuma puramente manual. Querer sustentar o contrrio seria desconhecer o esprito com o qual foram colocadas nos programas da e mtodos de nossa organizao. A finalidade do Escotismo ter seus afiliados integralmente preparados. Aprender fazendo desenvolve um elemento psicomotriz no adestramento das artes manuais e proporciona o fator de Auto estima decisivo ao xito como ser humano. Um aps o outro, os pases tm concludo que o Escotismo tem um atrativo para a juventude, que nenhum outro sistema educativo tem alcanado. 45. SRIE AR LIVRE 1 - NS E AMARRAS 2 - ABRIGOS E BARRACAS 3 - FERRAMENTAS NO CAMPO 4 - BALSAS E CANOAS 5 - PONTES 6 - TORRES E MASTROS 7 - INSTALAES DE CAMPO 8 - TRUQUES E HABILIDADES 9 - ATIVIDADES E JOGOS COM PIONEIRIAS 10 - INSTALAES DE COZINHA 11 - TRABALHANDO COM CABOS 12 - INSTALAES DE CAMPO 2 13 - INSTALAES DE COZINHA 2 14 - FOGOS E COZINHA MATEIRA COLEO