Relatrio Anual da Diretoria ABEMI 2011 #Lavajato Ricardo Pessoa

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    19-Jul-2015

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  • Relatrio da Diretoria

    2011

  • ndice

    CDigo De tiCa Da aBeMi

    DiRetoRia e Conselhos DeaDMinistRao e VitalCio

    Destaques Da gesto

    ViCe-PResiDnCia

    7 Princpios

    7 Misso

    7 Viso

    12 Modernizao da TI da ABEMI

    12 Atividades da Assessoria de Comunicao em 2011

    12 II Encontro ABEMIde Competitividade

    13 Lanamento do Livro Melhoria de Produtividade em Tubulao Problemas, Causas & Solues

    13 Jantar de Confraternizao

    13 Nova Comunicao Visual da ABEMI

    13 Nova Sede da ABEMI

    15 Propostas da Diretoriapara a Gesto 2012-2014

    18 Lanamento do Livro Melhoria de Produtividade em Tubulao Problemas, Causas & Solues

    18 Jantar de Confraternizao

    6

    8

    1012

    14 ii enContRo aBeMiDe CoMPetitiViDaDe

    21 Petrleo e Gs

    25 Sistema de Gesto

    25 Montagem

    27 Comisso de Assuntos Jurdicos

    28 Comisso de Recursos Humanos

    30 Comisso de Engenharia de

    Segurana, Sade e Meio Ambiente

    20

    26

    24

    DiRetoRias De segMentos eConMiCos

    CoMisses PeRManentes

    DiRetoRias De seRVios

    38 Universidade ABEMI

    38 MME Contedo local no pr-sal

    39 42a edio da OTC OffshoreTechnology Conference

    40 Petrobras workshop sobre

    modularizao

    40 Heavy Latam 2011

    40 REPENEC

    41 Reunio estratgica com a Petrobrs para o desenvolvimento da cadeia defornecedores

    41 Solda Brasil 2011

    41 500 Grandes da Construo 2011

    42 Palestras Petrobras

    43 PROGEFE e BAD

    44 Vale apresenta o IDF

    45 SINDESAM / ABIMAQ

    45 Paulo Matos

    46 Lies do Titanic

    47 Siemens-Petrobras

    35 Prominp

    36 ONIP Organizao Nacional

    da Indstria do Petrleo

    38

    42

    aBeMi e outRas entiDaDes

    outRas aes

    PalestRas

    34

    52 Novas Associadas em 2011

    52 Lista das empresas Associadas

    52

    48

    54

    60

    quaDRo soCial

    assuntos inteRnos

    DaDos estatstiCos

    aDMinistRao

    54 Receita Bruta

    56 Faturamento

    56 Nvel de Emprego

    58 Principais atividades das Associadas

    60 Pessoal e Terceiros

    60 Assessorias

    RePResentaes Da aBeMi47

    48 Espao das empresas Associadas

    49 Assembleia Geral Ordinria

    50 Direito Securitrio

    50 Projeto editorial do livroA Histria do Petrleo no Pas

    51 Jos Antnio Batistela

    47 Seminrio Internacional sobreJustia Fiscal

  • Comisses Permanentes 5

    o limiar de uma nova era Prezados amigos

    Estamos chegando ao final de mais um mandato da diretoria da ABEMI e, no meu caso, ao fim de um

    trabalho inesquecvel. Comecei na engenharia por ser a melhor opo de emprego, sem nenhuma

    convico e, muito menos, vocao. Na minha carreira de engenheiro de campo, gerente e depois

    executivo, pude vivenciar realizaes na engenharia, que poca, no me dava conta da devida

    dimenso e do elevado grau de importncia. Pelo ineditismo de muitos trabalhos e, consequente grau

    de desconhecimento poca, hoje, quando olho para trs, muitas vezes me pergunto como foram

    possveis realizaes de usina nuclear, siderrgicas, hidreltricas, petroqumicas, plataformas e tantos

    outros feitos de grande relevncia para o pas, quando a nossa construo industrial conhecia e possua

    to pouco. Procedimentos formais de execuo, sistemas de controle da qualidade, segurana, sade,

    meio ambiente e responsabilidade social eram conceitos tnues, aplicados na prtica pelas empresas

    de forma individual e no uniforme. Equipamentos de construo, ferramental e materiais eram parcos

    e muitas vezes inadequados. O pessoal de comando tinha formao emprica, sem qualquer base formal

    para a construo industrial. A mo de obra de execuo com alto grau de analfabetos possua

    pouqussima qualificao, salvo soldadores e eletricistas.

    No entanto, a despeito de tudo, as obras foram realizadas. Lembro-me de engenheiros, tcnicos e

    encarregados, que por sua capacidade de comando e por seus repetidos feitos memorveis possuam

    reputao nacional, transformando-se em marca registrada e motivo de orgulho das suas empresas.

    A determinao pessoal, dedicao ao trabalho, aliadas vontade inabalvel de realizar a empreitada

    que lhes fora confiada, estavam acima das dificuldades. Vestir a camisa da empresa era regra geral!

    O fim da dcada de 80 e a totalidade da seguinte de 90 desfiguraram a engenharia nacional. A falta de

    investimentos no permitiu a transferncia de conhecimentos, conceitos e valores; e lderes admirveis

    no puderam formar sucessores. A partir do incio da dcada passada, a engenharia industrial teve

    que comear tudo de novo. Equipes compostas por lideranas de faixa etria demasiadamente elevada

    e por subordinados demasiadamente jovens dificultaram a realizao dos empreendimentos.

    Hoje, graas determinao do governo em privilegiar a indstria nacional e ao consistente crescimento

    planejado dos investimentos industriais notadamente nos segmentos de leo e gs , pudemos

    novamente conseguir realizaes importantes e reconquistar a nossa autoestima. A reconstruo das

    nossas equipes nos ltimos dez anos e, consequentemente, de nossas empresas, permite-nos acreditar

    num futuro brilhante. Estamos melhores do que no passado: novas lideranas despontaram e agora

    dispomos de equipamentos e sistemas atualizados, que antes no possuamos.

    Em um cenrio nacional positivo e de grandes esperanas no futuro, neste momento em que passo o

    basto da presidncia da Associao, tenho a obrigao de agradecer!

    Mensagem do Presidente

    Agradeo inicialmente s Associadas e aos meus

    colegas e agora amigos de diretoria, que comigo

    trilharam estes quatro anos de mandato, de tantas

    realizaes importantes.

    Agradeo aos clientes, notadamente Petrobras,

    que sempre confiou e nos apoiou mesmo nos

    momentos difceis destes anos, que no foram poucos.

    Agradeo ao governo brasileiro, que ao privilegiar

    a indstria nacional nos deu a oportunidade

    de reconstruir nossas empresas e nossa autoestima.

    Agradeo minha famlia pelo incondicional

    apoio e sorte de ter convivido com profissionais

    admirveis: alguns, entidades mitolgicas do

    passado; outros, jovens brilhantes do presente,

    que me empurraram ao longo dos anos a galgar

    tantas posies importantes em minha vida

    profissional.

    E agradeo a Deus por ter me permitido presenciar

    tantos feitos importantes e conduzido impensvel

    situao de presidente da ABEMI, em anos to

    profcuos para a engenharia industrial.

    Por fim, desejo ter a ventura de vivenciar a conquista

    do sonhado padro de competitividade internacional

    que certamente vir , passo derradeiro para a

    superao de fronteiras geogrficas e tecnolgicas,

    dando incio a uma nova era de conquistas

    e realizaes de nossa engenharia industrial.

    Competncia e vontade, ns temos.

    Muito obrigado!

    Carlos Maurcio lima de Paula Barros

    Diretor Presidente

  • Cdigo de tica da ABEMI 7

    Cdigo detica da aBeMi

    Princpios

    Viso

    Misso

    Conduzir as atividades da ABEMI com transparncia e integridade, cultivando credibilidade com as Associadas,

    clientes e sociedade brasileira.

    Esforar-se no sentido da elevao social da ABEMI, realizando dignamente sua propaganda.

    No criticar ou injuriar, de maneira desleal ou desabonadora, a atuao de uma Associada,

    bem como de outras entidades de classe.

    Eximir-se de praticar atos que possam, direta ou indiretamente, prejudicar os interesses da Associadas,

    como aproveitar-se, sem citao ou autorizao, de ideias, planos ou projetos de terceiros.

    No agir em nome da ABEMI para obter vantagens individuais ou para a empresa que representa.

    Considerar como confidencial toda e qualquer informao que obtenha da ABEMI, quando esta assim o solicitar.

    Informar imediatamente s Associadas qualquer impedimento que julgue relacionado com seus projetos

    ou servios.

    Cumprir e fazer cumprir o disposto no Estatuto da ABEMI.

    Incentivar as Associadas a disseminarem os princpios ticos e compromissos de conduta aqui expressos.

    Congregar e representar empresas cujas atividades se relacionam

    com a implantao de empreendimentos pblicos ou privados nos setores

    industrial e de infraestrutura, exercendo a defesa dos interesses das associadas,

    protegendo a livre concorrncia, reunindo conhecimentos na busca da competitividade

    coletiva e contribuindo para o desenvolvimento econmico e social do Pas.

    ser reconhecida como instituio com prestgio

    e representatividade nacional na defesa dos interesses

    de suas associadas e da engenharia brasileira.

    O presente Cdigo de tica reitera aos membros do Conselho

    de Administrao, da Diretoria, aos colaboradores e aos

    representantes das Associadas o compromisso de respeitar

    os princpios da ABEMI, em todas as atividades exercidas na

    Associao e em suas empresas.

  • Diretoria e Conselhosde administrao e Vitalcio

    legendas:

    gesto 2010-2011

    DiRetoRias De segMentos eConMiCos

    DiRetoRias De seRViosConselheiRos e suPlentesDas DiRetoRias De seRVios

    Conselho VitalCio

    Guilherme Pires de MelloTechint Engenhariae Construo S.A.

    Petrleo e Gs

    Gerson RicardiConstrutora Norberto Odebrecht S.A. CNO

    Qumica e Petroqumica

    Jos Octvio L. de AlvarengaPromon Engenharia Ltda.

    Roberto KochenGeocompanyTecnologia, Engenhariae Meio Ambiente Ltda.

    Minerao e Siderurgia

    GabrielAidar AboucharEnconsult Engenharia e Consultoria Ltda.

    Cristian Jaty SilvaJaragu Equipamentos Industriais Ltda.

    Energia

    Tadeu Rodrigues MaiaMPE Montagens & Projetos Especiais S.A.

    Othon Zanoide de Moraes FilhoConstrutora Queirz Galvo S.A.

    Papel e Celulose

    Oscar SimonsenMontcalm Montagens Industriais S.A.

    Francisco Assisde Oliveira RochaUTC Engenharia S.A.

    Indstria em Geral

    Dalton AvanciniConstrues e Com. Camargo Corra S.A.

    Valdir Lima CarreiroIESA leo e Gs S.A.

    Ricardo Ribeiro Pessa

    RobertoMendona

    DavidFischel

    Fernando CoutoMarques Lisba

    Aylton Antoniazzi

    Jos Luizdo Lago

    Manuel AntonioLopes

    DiRetoRia noMeaDa

    Diretor

    JoaquimPassos MaiaJMA Ass. Comercial Marketing e Representaes Ltda.

    Diretor

    AntonioE. F. MllerAEM Servios de Engenharia S/C Ltda.

    Diretor

    MarceloF. C. A. CorraREMAC Engenheirose Consultores Ltda.

    DiRetoR eXeCutiVo

    AurlioEscudero

    DiRetoR ViCe-PResiDente

    Mrcio Alberto CancellaraProjectus Consultoria Ltda.

    DiRetoR PResiDente

    Carlos Maurcio Lima de Paula BarrosEmpresa Brasileira deEngenharia S.A. EBE

    EBSE Engenharia de Solues

    CristianoKok

    Diretoria fundo verde fundo roxoConselho de Administrao

    Conselheiro

    Lus Antonio BiagiEnfil S.A. Controle Ambiental Conselheiro Suplente

    Renato Teixeira de FreitasPontec Engenharia e Comrcio Ltda.

    Conselheiro

    Gerson de Mello AlmadaEngevix Engenharia S.A. Conselheiro Suplente

    Joo Antnio Del NeroFigueiredo Ferraz Consultoria e Engenharia de Projeto Ltda.

    Conselheiro

    Andr Glogowsky Hochtief do Brasil S.A. Conselheiro Suplente

    Roberto Ribeiro CapobiancoConstrucap CCPS Engenharia

    e Comrcio S.A.

    Conselheiro

    Jos Lima Oliver Jnior Potencial Engenharia S.A.

    Conselheiro Suplente

    Alberto Elsio Vilaa GomesMendes Jnior Trading e Engenharia S.A.

    Conselheiro

    Afonso Henrique Hargreaves Ribeiro Multitek Engenharia Ltda. Conselheiro Suplente

    Samuel F. S. MirandaTKK Engenharia Ltda.

    Conselheiro

    Elton Negro de AzevedoConstrutora Andrade Gutierrez S.A.

    Conselheiro Suplente

    Maurcio Mendona GodoySOG Sistemas em leo e Gs S.A. S

    IST

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  • Destaques da Gesto 2008-2011 1120

    08

    2010

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    2009

    2011

    2012

    100

    Ass

    oci

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    Festa de comemorao aos 45 anos da

    ABEMI

    Realizao doII Encontro ABEMI de

    Competitividade,em So Paulo

    Lanamento do livro Melhoria de Produtividade em

    Tubulao Problemas, Causas & Solues

    Criado o GT Produtividade em Tubulao Industrial

    Criao do GT Sustentabilidade

    O GT ABEMI-Vale foi reativado

    114

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    126

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    A ABEMI participou da criao do Centro

    de Excelncia em EPC (CE-EPC)

    Entregue um livro, em dois volumes, que a ABEMI elaborou, contendo todos

    os 34 comunicados dos 6 anos do GT Petrobras/

    Engenharia-ABEMI-ABCE

    As 10 empresasque receberamo prmio QSMS

    da Petrobras eram da ABEMI

    Participao e patrocnio na confeco da Agenda da Cadeia Produtiva de leo e Gs Offshore da ONIP

    ABEMI na OTC, em Houston,

    com estande no Pavilho Brasil

    ABEMI, Petrobrase ABIMAQ promoveram a Cartilha de Esclarecimentos Hold Points de Equipamentos

    Realizao do Encontro ABEMI de

    CompetitividadeMario Aurlio da Cunha Pinto, em Buenos Aires,

    com 90 participantes

    Mais de 300 destaques da

    ABEMI na mdia

    ABEMI na Rio Oil & Gas.Homenagem s Associadas

    Andrade Gutierrez, Azevedo & Travassos, Camargo Corra,

    Construcap, EBE e Odebrecht todas com mais de 60 anos

    ABEMI naRio Oil & Gas. Homenagem

    Associada Techint pelos

    60 anos

    Criado o GT Sondas Martimas de Perfurao

    Novo site

    80.434 alunos formados pelo Plano Nacional de Qualificao Profissional (PNQP),gerenciado pela ABEMI desde sua criao,em 2005

    86% dos formados pelo PNQP esto empregados, segundo dados do MTE

    Destaques da gesto2008-2011

    nova sede da aBeMi, em so Paulo Curso MBa para gerentes de empreendimentos

    Workshop sobre Modularizao the national Center for Construction education and Research

    universidade aBeMi impactos do Plano de negcios da Petrobras

    Destaques de 2011

    A ABEMI assumiu todo o 15 andar do prdio onde j estava instalada a Associao. Retomada dos cursos de MBA para Gerentes de Empreendimentos.

    A ABEMI apresentou a experincia das empresas em execuo de obra modularizada,

    em um evento interno da Engenharia da Petrobras.

    A ABEMI assinou memorando de inteno com a NCCER para capacitao

    e certificao de mo de obra direta de construo e montagem.

    Lanada a ideia de criar a Universidade Corporativa ABEMI, com o objetivo

    de ministrar cursos em parceria com entidades de ensino.

    A ABEMI estuda os impactos da reduo dos investimentos no refino no Plano de Negcios

    da Petrobras 2011-2015.

    Criao do GT Competitividadena Engenharia

  • Vice-Presidncia 13

    Vice-Presidncia

    Modernizao da ti da aBeMiForam atualizados computadores, impressoras e adquiridos equipamentos de videoconferncia

    para So Paulo e Rio de Janeiro.

    atividades da assessoria deComunicao em 2011

    atribuies Organizar eventos e participao em feiras, congressos etc

    Desenvolvimento de material promocional

    Divulgao das realizaes e parcerias da ABEMI

    Elaborao de apresentaes institucionais

    Produo de materiais em portugus e ingls para feiras, como folhetos e vdeos

    Contedo nacional Preparou apresentao sobre o que a ABEMI: plataformas em execuo, empresas investidoras,

    preocupao com o REPENEC e destaque para o trabalho desenvolvido com a Petrobras na formao de

    mo de obra e qualificao da engenharia.

    Organizou o evento realizado em So Paulo, no dia 1 de dezembro.

    lanamento do livro Melhoria de Produtividade em tubulao Problemas, Causas & soluesOrganizou o lanamento do livro sobre produtividade em tubulao, que aconteceu

    no fim do II Encontro ABEMI de Competitividade.

    Jantar de ConfraternizaoOrganizou o jantar de confraternizao das Associadas da ABEMI.

    nova Comunicao Visual da aBeMi Apresentou o material produzido com a nova identidade visual da ABEMI:

    papelaria e modelos de template para apresentaes institucionais e promocionais.

    A ABEMI acertou o aluguel para assumir, integralmente, o 15 andar do prdio

    onde j estava instalada a Associao (Av. Paulista, 2006 So Paulo).

    O projeto bsico est em elaborao.

    nova sede da aBeMiii encontro aBeMi de Competitividade

  • II Encontro ABEMI de Competitividade 15

    i i encontro aBeMide Competitividade

    os coordenadores dos grupos de trabalho apresentaram o desenvolvimento dos trabalhos:

    o encontro de 2011 foi positivo por sua abrangncia e alcanou seus objetivos.

    Contou com a participao de 89 pessoas, de empresas associadas,

    do Centro de excelncia em ePC, da universidade Federal Fluminense e da

    Petrobras; com apresentaes e debates sobre produtividade/competitividade.

    GT Procedimentos de Execuo de Projetos elaborou o procedimento

    Diretrizes para Elaborao do Plano de Execuo de Engenharia, as LVs

    (Listas de Verificao de Projeto) e est desenvolvendo a Rede de Precedncia.

    GT Qualificao de Pessoal de Projeto elaborou os perfis profissionais

    para os cursos de job leader e coordenador de projeto e selecionou

    a entidade de ensino para inici-los no 1 semestre de 2012.

    GT Gesto e Liderana negociou com entidades de ensino

    o desenvolvimento do curso Master em Gerncia de Empreendimentos,

    para iniciar o curso no 1 semestre de 2012.

    GT Mtricas/ndices de Produtividade trabalho em desenvolvimento

    em conjunto com o CE-EPC (Centro de Excelncia em EPC), definiu

    27 mtricas a serem levantadas com as empresas Associadas de construo

    e montagem, visando estabelecer ndices de produtividade.

    GT Capacitao, Certificao e Competitividade negociaes da ABEMI com a

    NCCER (The National Center for Construction Education and Research), dos USA,

    resultaram na assinatura de carta de inteno para implementao de parceria

    com a ABEMI. O objetivo capacitar a mo de obra direta, visando o aumento

    da produtividade e da competitividade das empresas Associadas de construo

    e montagem, atendendo a parmetros internacionais, com cursos compostos

    por mdulos de 100 a 150 horas-aula, para ascenso gradativa dos profissionais

    de 5 carreiras da atividade de montagem industrial montador, caldeireiro,

    encanador industrial, soldador e eletricista. Sua implementao deve ocorrer

    no 2 semestre de 2012.

    Essa parceria contar com a participao do SENAI.

    O vice-presidente Mrcio Alberto Cancellara apresentou propostas para serem submetidas

    prxima Diretoria. Entre elas esto:

    Substituio da Diretoria de Segmento Econmico de Indstrias em Geral por

    Infraestrutura em Geral.

    Incorporao da Diretoria de Servios de Manuteno de Montagem, criando assim a

    Diretoria de Servios de Montagem e Manuteno.

    Criar a Diretoria de Servios Complementares.

    Contratar um profissional para o cargo de vice-presidente executivo com dedicao

    exclusiva e remunerado para interceder na administrao pblica (executivo, legislativo

    e judicirio), em defesa dos interesses da ABEMI e suas Associadas.

    O balano das atividades e investimentos nos setores de atividades econmicas de atuao das empresas Associadas,

    at 2015, foi apresentado pelo presidente Carlos Maurcio Lima de Paula Barros. Os participantes tambm assistiram

    apresentao Desafios e Aes para Aumento da Produtividade, realizada por Paulo Fernando Gomes de Barros Cavalcanti,

    gerente geral da Gerncia de Servios e Logstica da Engenharia da Petrobras.

    GRUPOS DE TRABALHO

    1 A COMPETITIVIDADE DA ENGENHARIA DE PROJETOS

    GT Procedimentos de Execuo de Projeto

    GT Qualificao de Pessoal de Projeto

    2 A PRODUTIVIDADE EM CONSTRUO E MONTAGEM

    GT Gesto e Liderana

    3 GT CAPACITAO, CERTIFICAO E COMPETITIVIDADE

    4 GT MTRICAS / NDICES DE PRODUTIVIDADE

    em conjunto com o CE-EPC

    Mrcio Alberto Cancellara

    Liliam Maria Torresan Valentin

    Elon Guimares

    Francisco Rocha

    Francisco Codina

    Joaquim Passos Maia

    Walter Dias

    Laerte Galhardo

    COORDENAO

    Propostas da Diretoriapara a gesto 2012-2014

  • II Encontro ABEMI de Competitividade 17

    Apresentao de Paulo Fernando Gomes de Barros Cavalcanti, gerente geral de Servios e Logstica da Engenharia da Petrobras

    Francisco Codina, Liliam Valentin, Walter Dias, Laerte Galhardo

    e Joaquim Passos Maia

    Apresentao de Liliam Maria Torresan Valentin, coordenadora do GT Procedimentos

    de Execuo de Projetos

    Apresentao de Francisco Codina, coordenador do GT Gesto e Liderana

    Apresentao do diretor Joaquim Passos Maia, coordenador do GT Capacitao, Certificao e Competitividade

    Apresentao do vice-presidente da ABEMI, Mrcio Alberto Cancellara

    Plateia na abertura do evento, pelo presidente Carlos Maurcio Lima de Paula Barros

    Flvio Bretanha, Francisco Rocha, Alberto Vilaa, Paulo Fernando Cavalcanti

    e Joaquim Passos Maia

    Paulo Massa, Carlos Maurcio, Carmen Helosa C. Telles, Marcelo Bonilha

    e Carlos Eduardo de Paula Barros Flvia Silva, assessora de comunicao da ABEMI

    ii encontro aBeMi de Competitividade

  • II Encontro ABEMI de Competitividade 19

    Jantar danante realizado no dia 1 de dezembro, no Buffet Casa Petra,

    em So Paulo, com a participao expressiva de diretores e executivos

    das Associadas, acompanhados pelas esposas.

    Jantar de Confraternizao

    Foi um sucesso o lanamento da publicao sobre produtividade em tubulao,

    marcado por ser o 1 livro de atividades tcnicas lanado pela ABEMI.

    lanamento do livro Melhoria de Produtividade em tubulao Problemas, Causas & solues

    Lanamento do livro Melhorias de Produtividade em Tubulao Problemas, Causas & Solues, no II Encontro ABEMI de Competitividade

    Jantar de confraternizao das empresas Associadas da ABEMI, na Casa Petra, em So Paulo,

    no dia 1 de dezembro

    Iomar Tavares, Joo Bosco Varela Canado, Carlos Arasanz Loeches (e esposa),

    Nazareno das Neves e Fernando Biato

    Jantar de confraternizao das Associadas da ABEMI, na Casa Petra,

    em So Paulo, no dia 1 de dezembro

    Funcionrios ABEMI: Francis, Flvia, Reinaldo e Andrezza

    Jantar de confraternizao das Associadas da ABEMI, na Casa Petra,

    em So Paulo, no dia 1 de dezembro

    Sala do coquetel

    Paulo Roberto Ribeiro da Silva, Aurlio Escudero, Carlos Maurcio

    e Salomo Doumit Bou Haya

    Gabriel Abouchar e esposa

    Francisco Pennino, Corey Chaplin (e esposa) e Marcelo Corra

  • Diretorias de Segmentos Econmicos 21

    | p g i n a | 1

    Diretorias desegmentoseconmicos

    Petrleo e gsPlano estratgico da Petrobras 2020Plano de negcios Petrobras 2011-2015

    gt Petrobras/engenharia-aBeMi-aBCeaDequao Das ConDies ContRatuais

    COMUNICADOS

    SGT REVISO DOS COMUNICADOS

    Responsveis pela coordenao entre Associadas, clientes e

    terceiros, na busca da melhoria das relaes comerciais, dos

    instrumentos contratuais e da disseminao das oportunidades.

    Cada diretor responde pelo relacionamento institucional com as

    empresas e entidades do seu respectivo segmento Petrleo e Gs;

    Qumica e Petroqumica; Minerao e Siderurgia; Energia; Papel e Celulose;

    Indstrias em Geral para assuntos de interesse coletivo, de natureza

    institucional, contratual ou tcnica, coordenando as Associadas e interagindo

    com as demais Diretorias.

    O presidente da Petrobras, Jos Srgio Gabrielli, apresentou o Plano Estratgico da Petrobras 2020 e o Plano de Negcios

    2011-2015. Apontou a liderana brasileira nas recentes descobertas, especialmente em guas profundas (pr-sal) e a

    perspectiva de dobrar as reservas provadas do Pas. Os investimentos 2011-2015 esto no patamar dos US$ 224 bilhes,

    distribudos da seguinte forma:

    E&P (maior foco): US$ 127,5 bilhes, sendo US$ 22,8 bilhes em explorao

    RTC: US$ 70,6 bilhes

    Gs, Energia e Gs Qumica: US$ 13,2 bilhes

    Petroqumica e Biocombustveis: US$ 7,9 bilhes

    Distribuio e Corporativo: US$ 5,5 bilhes

    A reduo de investimentos no refino trar repercusses para as empresas da ABEMI, a mdio prazo, principalmente

    quelas que atuam onshore, pois uma parte do refino j est contratada. Essa reduo do mercado downstream

    afetar a maioria dos associados da ABEMI. O upstream est limitado a poucas empresas.

    Em 2011, foram publicados 24 comunicados aprovados pelo Grupo de Trabalho.

    O GT, criado em 2002, tinha comunicados publicados desde abril de 2003 e,

    neste perodo de nove anos, ocorreram alteraes na legislao e na evoluo

    dos contratos. Assim, o GT iniciou a reviso dos comunicados, no final de

    novembro, pelos Grupos de Oramento; Edital/Convite/Contrato;

    Remunerao dos Custos Fixos; Projetos; QSMS e Jurdico com previso

    de concluso dos trabalhos at o fim do 1 trimestre de 2012.

    1

    ConfernciacomaImprensa

    Jos SergioGabrielliPresidente

    25deJulhode2011

  • Diretorias de Segmentos Econmicos 23

    ENGENHARIA VALORIZA GT

    GERENTE GERAL DE SERVIOS E LOGSTICA

    O novo gerente executivo da Engenharia, Roberto Gonalves, participou de reunio e considerou

    o GT de grande importncia; sugerindo realizar um trabalho a quatro mos, visando o aumento

    da competitividade nos empreendimentos da Petrobras.

    Roberto Gonalves tambm apresentou para o GT, o novo gerente geral de Servios e Logstica,

    Paulo Fernando Gomes de Barros Cavalcanti, que passar a coordenar o Grupo pela Engenharia da Petrobras.

    Com a inteno de inserir as empresas no processo de medio

    (GEPOP Gesto de Produtividade em Obras Petrobras), a Petrobras apresentou

    o sistema de controle de produtividade nos canteiros, j funcionando em

    tubulao e, agora, treinam os fiscais para a eltrica. A pedido da Petrobras,

    a ABEMI indicou a Odebrecht e a Camargo Corra que esto no RNEST para

    participarem do processo de medio da produtividade nos tempos trabalhados.

    O SGT Padronizao de Procedimentos de Execuo emitiu 23 procedimentos

    de execuo em 2011, totalizando, desde o incio do SGT, a publicao de

    66 procedimentos disponveis para as empresas Associadas utilizarem na

    construo dos empreendimentos gerenciados pela Engenharia da Petrobras.

    Os procedimentos esto disponveis no site do SIGEM da Engenharia da

    Petrobras, mas necessrio que os associados obtenham com a ABEMI

    uma senha de acesso.

    PRODUTIVIDADE NOS CANTEIROS

    SGT PADRONIZAO DE PROCEDIMENTOS

    Diretorias de Segmentos Econmicos 23

    SGT HOLD POINTS DE EQUIPAMENTOS

    ALMOO DE CONFRATERNIZAO

    Com a publicao do comunicado n 38 com a Cartilha de Esclarecimentos Hold Points, foram realizados

    dois eventos de divulgao, no Rio de Janeiro e em So Paulo, promovidos por ABEMI, Petrobras e ABIMAQ.

    O GT publicou os comunicados nos 40 e 41, que se referem a atividades tratadas pelo SGT.

    No dia 7 de dezembro, aconteceu o almoo de confraternizao do GT Petrobras/Engenharia-ABEMI-ABCE.

    COMOS

    O Prominp deve implementar cursos para treinamento de pessoal de projeto

    no sistema COMOS, que utilizado nas refinarias em construo.

    PDMO PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE MO DE OBRA

    A Petrobras oferece o Curso para Encarregados para empresas interessadas em

    canteiros de obras.

    Ivan Magalhes, Mrcio Alberto Cancellara, Jos Octvio L. de Alvarenga, Gabriel Abouchar, Edgar Megale Barrios, Aurlio Escudero, Sergio Arantes,

    Francisco Rocha, Salomo Doumit Bou Haya e Paulo Roberto Ribeiro da Silva

    Laerte Galhardo, Paulo Fernando Cavalcanti, Fabio Froes e Sergio Arantes Mrcio Alberto Cancellara, Rodrigo Sigaud, Carmen Helosa C. Telles,

    Paulo Fernando Cavalcanti, Carlos Maurcio, Francisco Rocha e Guilherme Pires

  • Diretorias de Servios 25

    A Diretoria promoveu palestra, da AGE Technology, sobre SOC Software Integrado de Gesto Ocupacional,

    no auditrio da ABEMI. A abertura foi feita pelo conselheiro Maurcio Godoy.

    Lanado o 1 livro tcnico da ABEMI (Melhoria de Produtividade em Tubulao Problemas, Causas & Solues),

    resultado do trabalho de dois anos do GT dedicado a identificar problemas, causas e sugerir solues para melhorar

    a produtividade das empresas brasileiras de engenharia e montagem industrial, nas reas de pr-fabricao

    e montagem de tubulao industrial. O lanamento oficial aconteceu no II Encontro ABEMI de Competitividade,

    realizado no dia 1 de dezembro de 2011, em So Paulo. O GT teve a participao de 37 profissionais de linha de frente

    de 18 empresas Associadas. O projeto editorial teve o patrocnio de 33 Associadas.

    Diretoriasde servios sistema de gesto

    Montagemgt de Produtividade em tubulao

    Responsveis pela coordenao entre Associadas, clientes

    e terceiros, buscando a evoluo das atividades de seu

    respectivo setor Sistema de Gesto; Engenharia; Fabricao;

    Construo Civil; Montagem; Manuteno , o que inclui

    a melhoria dos sistemas de execuo e controle, dos mtodos e

    processos construtivos, da formao de pessoal tcnico e gerencial,

    com o objetivo de manter um nvel internacional de competitividade.

    Lanamento do livro: discurso do diretor de montagem, Francisco Assis de Oliveira Rocha

    Salomo Doumit Bou Haya, Francisco Rocha, Walter Dias e Fernando Milanese

  • Comisses Permanentes 27

    ComissesPermanentes

    Comisso de assuntos Jurdicos Coordenador: Daniel Santa Brbara Esteves Skanska

    Vice-coordenador: Rodrigo Martini Techint

    A Medida Provisria n 510, dos consrcios, foi aprovada com as emendas pela Cmara dos Deputados e pelo Senado e sancionada

    pela Presidente da Repblica, sendo convertida na Lei n 12.402 (em 3/5/2011).

    A comisso jurdica apresentou propostas e acompanhou a regulamentao da nova Lei.

    Exigncias do CONFEA (Res. 1.025/2009) para anotao de responsabilidade tcnica e acervo tcnico profissional. O relator do tema

    foi Rodrigo Martini, que anunciou a prorrogao do prazo para acervo dos atestados das obras iniciadas antes da Resoluo

    (conforme o artigo 79) por mais 1 ano prazo que se estendeu at 1 de janeiro de 2012. Houve uma apresentao do engenheiro

    Ademir Alves do Amaral, superintendente de fiscalizao do CREA/SP, para as Associadas.

    Apresentao do Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento de Infraestrutura da Indstria Petrolfera

    nas Regies Norte, Nordeste e Centro-Oeste para a Diretoria e o Conselho da ABEMI e na Comisso.

    tributao dos Consrcios in RFB n 1.110/10

    Resoluo 1.025 do ConFea

    apresentao do RePeneC

    Daniel Esteves, coordenador da Comisso de Assuntos Jurdicos, e o palestrante Ademir Alves do Amaral, do CREA-SP

  • Comisses Permanentes 29

    Relaes sindicais

    Banco de dados de Rh

    Convenes Coletivas

    aviso Prvio

    trabalhadores estrangeiros e expatriados

    Jurdico relacionado ao Rh

    Ana Cristina Carvalho (EBSE) fez uma apresentao sobre o tema, na qual props que a Comisso elabore

    um mapeamento dos sindicatos nas diversas regies brasileiras. O resultado poder ser disponibilizado s

    Associadas, proporcionando aos gestores um panorama para anlise das principais foras que devero ser

    consideradas no planejamento da implantao de novos empreendimentos.

    Apresentado o sistema de banco de dados de RH acessvel pela internet, com a proposta

    de introduo na ABEMI para compartilhamento de informaes entre as Associadas.

    A Comisso decidiu por uma nova anlise no incio de 2012.

    Proposta a anlise das diversas convenes coletivas, com consulta aos departamentos

    jurdicos das Associadas clusulas normativas, planos de sade e informaes sobre

    os principais tpicos de ateno.

    A Porto Advogados realizou apresentaes sobre a nova legislao do aviso prvio

    indenizado, ampliado para at 3 meses, de acordo com o tempo de casa do empregado.

    Proposta uma pesquisa aos RHs das Associadas para levantamento e mapeamento

    da situao geral dos trabalhadores expatriados, assim como conhecer as fontes mais

    comuns de contratao utilizadas pelas empresas.

    Discusso dos aspectos jurdicos em mdulos

    sequenciais, abrangendo temas como ponto

    eletrnico, NTEP, FAP, deficientes fsicos e

    CLT versus PJ, com destaque para os aspectos

    criminais envolvidos no tema. Advogados da

    assessoria jurdica da ABEMI (Porto Advogados)

    apresentaram a questo, abordando interpretaes

    jurdicas sobre formas de contratao e

    consequncias administrativas e judiciais.

    A Comisso criou um grupo para se responsabilizar pelos planos de ao e projetos,

    pelo bom andamento dos trabalhos e seus resultados.

    O grupo: Ana Cristina Carvalho (EBSE), Raphael Couto (CNO), Elmo P. de Carvalho (Teckma), Suzi Garcia (TOM),

    Roberto Paolini (Techint), Lucia Elizabeth P. Lucca (Alusa) e Antoniebi V. Torres (Heleno & Fonseca).

    TEMAS E PROJETOS ELENCADOS PELO GRUPO:

    Relaes Sindicais

    Recrutamento e Seleo

    Qualificao Profissional

    Trabalhadores Estrangeiros e Expatriados

    Remunerao

    Reteno de Talentos

    Jurdico relacionado ao RH

    Coordenao de temas

    Os responsveis por cada tema elaboraram seus Planos de Ao para 2011, aprovados pela Comisso.

    Pesquisa salarialA Subcomisso de Remunerao realizou a Pesquisa Salarial ABEMI 2011, com a empresa de

    consultoria Towers Watson. Aderiram 42 empresas Associadas.

    Comisso de Recursos humanosCoordenador: Antoniebi V. Torres Heleno & Fonseca

    Vice-coordenador: Ana Cristina Carvalho EBSE

    Apresentao de Thais Blanco, da Aon Hewitt Apresentao de Tatiane Tiemi Shirazawa, da Great Place to Work

    Jair de Souza, Audrey Helena C. P. Pinto, Anna Lee C. de Muzio Meira e Antoniebi V. Torres,

    coordenador da Comisso de Recursos Humanos

  • Comisses Permanentes 31

    Comisso de engenhariade segurana, sadee Meio ambienteCoordenador: Eduardo Campos Brito Contreras

    Vice-coordenador: Antonio Barelli IMC Saste

    O consenso da comisso de que o PRRA deve estar alinhado com o PCMSO

    e os dois documentos alinhados aos trabalhos especficos das subcontratadas

    e das contratantes.

    Houve palestra tcnica da CONSEG-RJ sobre a regulamentao dos Grupos

    Homogneos em PPRA, sua formatao e seu universo nos ensaios qualitativos.

    A NR-36 foi trabalhada por uma comisso tripartite em que a Petrobras fez parte. No futuro, ir se tornar

    uma Norma Regulamentadora, que abordar itens como memria de clculo, testes dinmicos e ARTs em todas as bases.

    Para estudar os impactos dessa nova NR nos contratos das Associadas, foi formado um GT no mbito da CESMT.

    A estatstica de 2010 contou com a participao de 37 empresas Associadas,

    dos setores de construo civil, montagem e de projeto.

    Esto disponveis as Normas Tcnicas de Trabalho para os que trabalham com a Petrobras, no link de acesso

    ao catlogo geral e s normas. Essa simplificao e divulgao so frutos do empenho da ABEMI e do engenheiro

    Flvio Bretanha, da Engenharia da Petrobras.

    O GT Petrobras/Engenharia-ABEMI-ABCE publicou os comunicados com os procedimentos aprovados

    pelo SGT Padronizao de Procedimentos de Execuo de Construo e Montagem, de Ferramentas Manuais

    e Ferramentas Eltricas elaborados por membros desta Comisso.

    A empresa Rambo Impermeveis apresentou como desenvolveu um produto brasileiro e o certificou com a NR-10.

    uniformizao dos PPRas

    nR-36

    estatstica de acidentes de 2010

    normas tcnicas de trabalho

    Procedimentos de execuo

    Certificao de Produtos

    ACIDENTES EM 2010

    Discriminao

    Homens-Hora Trabalhadas (HHT)

    Acidentes com afastamento

    Acidentes sem afastamento

    Acidentes fatais

    Dias perdidos + transportados + debitados

    Taxa de frequncia com afastamento

    Taxa de frequncia sem afastamento

    Taxa de gravidade

    Casos registrados de doenas ocupacionais

    Total Geral

    596.060.582

    1.563

    2.879

    21

    193.943

    2.62

    4.83

    325

    22

    Total Geral

    122.403.535

    77

    712

    1

    10.735

    0.63

    5.82

    88

    2

    TODAS AS OBRAS OBRAS PETROBRAS

    novos temasEntre os novos temas a serem abordados pela Comisso em 2012 esto:

    Capacitao de Profissionais e Estudo de Case CIEE Estagirios.

    Projeto inD P&g 49 ProminpMarco Macedo relatou o desenvolvimento dos trabalhos da ABEMI para o projeto

    no mbito do Prominp, de Reviso dos Cursos de Encarregados e Supervisores, em moldes

    semelhantes aos adotados pelo PDMO (Programa de Desenvolvimento da Mo de Obra) da

    Engenharia da Petrobras; que integrar a nova fase do PNQP, a ser conduzida pela ABIMAQ.

    O site da Previdncia Social mostrou, a partir de 30/9/11, como esto posicionadas as empresas no FAP

    (ndices de acidentes), que dever estabelecer os percentuais de recolhimento para 2011.

    FaP

    Projeto de Pesquisa de engajamento nas associadas aBeMi

    Fator acidentrio de Preveno FaP

    Executivos da AON Hewitt apresentaram proposta de projeto de pesquisa

    de engajamento nas Associadas da ABEMI.

    Tendo em vista a aproximao da divulgao do Fator Acidentrio de Preveno (FAP)

    do Nexo Tcnico Previdencirio NTEP, Anna Lee C. de Muzio Meira, da Porto Advogados,

    orientou sobre os cuidados a serem tomados pelas empresas ao receberem os ndices de 2011,

    a correta conduo dos questionamentos e os recursos administrativos disponveis.

  • Comisses Permanentes 33

    seminrio aBeMi de qsMsRs O 10 Seminrio ABEMI de QSMSRS 2011, promovido pela CESMT, foi realizado em

    18 de agosto, no Golden Tulip Plaza Hotel, e contou com 96 participantes nesta edio.

    Pesquisa feita com os participantes do evento indicou elevados nveis de satisfao

    a respeito do local, dos temas e dos palestrantes.

    1. Segurana do Trabalho NR 11 Rambo Impermeveis

    2. Sade

    3. Meio Ambiente energia alternativa

    4. Responsabilidade Social SIG x CRS

    5. Qualidade comissionamento

    6. Sustentabilidade

    HOUVE 6 PALESTRAS, SEGUIDAS DE DEBATE, SOBRE:

    A empresa Plo Ambiental fez a apresentao Tratamento Biolgico de Efluentes Lquidos.

    No fim da gesto 2010-2011, a Subcomisso de Qualidade, coordenada por Lucy Tavares

    Bahia (Fidens), passou a ser Comisso Permanente, aps aprovao da Diretoria da ABEMI.

    Palestra de Nancy Alemany, do Instituto Pr-Cidadania.

    tratamento Biolgico de efluentes

    subcomisso de qualidade

    instituto Pr-Cidadania

    Autocertificao pela NBR 26.000 Norma de Responsabilidade Social, que substitui a SA 8000.

    Responsabilidade social

    A OHSAS 18001 ser substituida quando a NBR 18.001 se tornar uma norma

    nacional certificvel, atendendo CLT e aos requisitos legais ordinrios.

    Descarte da ohsas 18001

    Apresentao de Sergio Pereira, da Rambo Roupas Impermeveis,

    no Seminrio ABEMI de QSMSRS

    Plateia no Seminrio ABEMI de QSMSRS, no Golden Tulip Plaza, em So Paulo, no dia 18 de agosto

    Participantes do Seminrio de QSMSRS

    Exibio dos produtos apresentados no Seminrio Eduardo Brito, coordenador CESMT, e o palestrante Airton Kwitko

    Demonstrao de resistncia do produto

  • ABEMI e outras entidades 35

    aBeMi eoutras entidades

    Prominp

    Programa de Mobilizao da indstria nacional de Petrleo e gs natural 8 ENCONTRO NACIONAL DO PROMINP

    A ABEMI participou do 8 Encontro Nacional do Prominp, de 23 a 25 novembro, em So Lus (MA). As deliberaes do

    Comit Executivo do Prominp foram apresentadas no evento, que contou com mais de 400 participantes.

    A ABEMI coordena dois projetos do Prominp: IND P&G 49 Reviso dos Cursos de Encarregados e Supervisores,

    coordenado por Marco Macedo, e IND P&G 54 Desonerao de Encargos Trabalhistas para a Indstria Nacional

    de Petrleo e Gs, coordenado pelo diretor Gabriel Abouchar.

    Representaram a ABEMI, os diretores: Antonio E. F. Mller, Marcelo Corra e Aurlio Escudero.

    Programa de Desenvolvimento de Fornecedores

    da engenharia

    O Banco de Fornecedores de Engenharia da Petrobras tem 1.353 empresas

    inscritas, das quais 619 aprovadas e com Certificados de Registro e Classificao

    Cadastral CRCC. As outras 734 esto aguardando por avaliao documental,

    devido situao irregular ou por no terem prestado o servio antes.

    Est prevista a implantao do Programa de Desenvolvimento de Fornecedores

    em 4 fases:

    1. Estruturao do Programa de Desenvolvimento de Fornecedores

    2. Workshop de conscientizao e envolvimento das empresas

    3. Execuo dos cursos e avaliaes peridicas pela Petrobras

    4. Avaliao da iniciativa e premiao das empresas

    PRoMinP Comit setorial do abastecimento

    O conselheiro Maurcio Godoy participou da reunio do Comit Setorial do Abastecimento, onde foi comunicado

    que a Refinaria Premium II estar operando em 2014; e que a Petrobras defende o contedo nacional e o uso de normas

    internacionais visando baratear o custo dos empreendimentos. Foi apresentado o modelo do soldado-cidado,

    pela Fundao Tromkowsky, que tem o objetivo de qualificar militares aps darem baixa do servio militar.

    A Nuclep apresentou seu programa de formao de pessoal, sendo que 80% so formados pelo prprio sistema,

    com curso misto de formao bsica e profissionalizante.

    O Prominp apresentou propostas para os cursos de SMS, de capacitao

    profissional em sondas (Maca), de capacitao para estaleiros de Itaja (SC)

    e de construo civil.

    Foi apresentado tambm o programa Progredir, seus atores envolvidos,

    mobilizao e capacitao.

    o Prominp e a engenharia industrial Jos Renato Ferreira de Almeida, coordenador do Prominp, est realizando o livro

    O Prominp e a Engenharia Industrial, que conta com a participao da ABEMI.

  • ABEMI e outras entidades 37

    1. Gerar e disseminar conhecimento e inovao ao longo da cadeia

    2. Incrementar a produtividade e aprimorar processos de produo local

    3. Fortalecer atividades industriais em 3-5 polos produtivos

    4. Estimular a formao de centros de excelncia tecnolgica com os polos produtivos

    5. Simplificar e aumentar transparncia quanto s polticas de contedo local

    6. Fortalecer o sistema empresarial nacional e sua atuao internacional

    7. Atrair tecnologia e investimento de empresas internacionais

    8. Garantir isonomia tributria, tcnica e comercial entre competidores externos e locais

    9. Estabelecer condies de financiamento e garantias competitivas (internacionalmente)

    10. Acessar matria-prima, insumos e infraestrutura em condies competitivas

    oniP organizao nacionalda indstria do Petrleo

    Integrantes do Ncleo: ABEMI, ABESpetro, ABIMAQ, ABDIB, ABINEE, ABITAM,

    CNI, FIRJAN, IBP, Petrobras, IABr, FIESC, FIERGS, FIEB e Governo do ES

    A ONIP criou o Ncleo de Poltica Industrial com os 10 pontos do estudo da Agenda de Competitividade da

    Cadeia Produtiva de leo e Gs Offshore no Brasil, elaborado pela Booz & Company. O objetivo instituir

    uma fomentadora de poltica industrial na rea de petrleo e gs com entidades do Governo (MME e MDIC).

    OS 10 PONTOS DA AGENDA DE COMPETITIVIDADE

    ncleo de Poltica industrial

    O presidente do Centro de Excelncia CE em EPC, Antonio E. F. Mller, informou

    que o CE, a Universidade Federal Fluminense e a Petrobras avaliaram a possibilidade

    de tornar compatveis as metas de explorao e produo e do Centro de Excelncia.

    Centro de excelncia em ePC

    BENCHMARKING EM LEO E GS

    O trabalho a ser desenvolvido pelo Centro de Excelncia sobre o benchmarking

    em leo e gs ter custos divididos entre Petrobras e ABEMI.

    A ONIP contratou a Marcoplan para desenvolver o seu Planejamento Estratgico 2011-2015,

    dando continuidade agenda de competitividade.

    ABEMI e outras entidades 37

  • ABEMI e outras entidades 39Outras Aes 39

    outras aes

    universidade aBeMi

    42 edio da otC offshore technology Conference

    Os associados tm solicitado a retomada dos cursos j realizados (h outros cursos viveis),

    o que leva a pensar numa Universidade ABEMI, voltada formao especializada em engenharia

    industrial, em mbito particular, somando a experincia prtica das empresas para formar

    novos profissionais.

    H empresas dispostas a serem mantenedoras de uma universidade que destine uma parte

    dos formandos ao mercado e outra s empresas Associadas. Os cursos com matrias ministradas

    por especialistas das empresas sempre foram sucesso, j que a universidade tradicional depende

    destes profissionais. A figura de mantenedores permanentes j existe no exterior.

    O presidente gostaria de j dar incio a essa ideia e pediu a reflexo dos diretores e conselheiros.

    De 2 a 5 de maio, a ABEMI participou, em Houston (Texas, EUA), da 42 OTC; com estande no Pavilho Brasil, ao lado

    do espao da Petrobras. A participao foi positiva por servir de ponto de apoio s Associadas e a ABEMI pde receber

    o presidente da Petrobras Jos Srgio Gabrielli. Foi distribudo um folheto em ingls especialmente preparado para o

    evento. Tambm foi apresentado um vdeo, de um minuto, falando sobre o Brasil, os investimentos na rea, perspectivas

    da ABEMI e parcerias.

    O estande recebeu a visita de 52 associados, jornalistas e visitantes de vrios pases.

    MMe contedo local no pr-salO Ministrio de Minas e Energia promoveu uma srie de reunies com as entidades

    representativas dos prestadores de servios de engenharia e fabricantes de bens

    de capital. O objetivo foi definir a posio das associaes sobre o percentual de

    contedo nacional nos diversos empreendimentos a serem realizados

    no regime de partilha para o pr-sal. A Petrobras apresentou percentuais ao

    Governo (alguns prximos, outros muito distantes dos percentuais da ANP).

    Tratou-se de projetos, da construo e montagem de plataformas e jaquetas

    para unidade estacionria de explorao, alm do gerenciamento, construo,

    montagem e comissionamento. Houve ainda a consolidao das novas definies

    da Resoluo ANP 39/2007, revisada pela ANP.

    As recomendaes da ABEMI foram includas na lista de contedo do MME

    para o pr-sal.

    Eduardo Chamusca de Azevedo, Fernando Biato, Remi Bonnecaze, Jos Orlando Azevedo,

    Carlos Maurcio e Marcelo Bonilha

    Jos Srgio Gabrielli e Carlos Maurcio Lima de Paula Barros Estande da ABEMI na OTC, em Houston

  • ABEMI e outras entidades 41Outras Aes 41

    A ABEMI participou do evento internacional no Rio de Janeiro, nos dias 25 e 26/5/11, e realizou

    apresentao de 30 minutos sobre modularizao, baseada no estudo que a entidade fez

    comparando a construo convencional modularizada.

    Toda a divulgao e material do evento teve o logo da ABEMI.

    No dia 6 de abril, o presidente Carlos Maurcio Lima de Paula Barros participou, em So Paulo, de evento promovido pela

    Secretaria de Energia do Estado de So Paulo. Estavam presentes o Governador do Estado, Geraldo Alckmin, e o presidente

    da Petrobras, Jos Srgio Gabrielli, que fez uma apresentao resumida do Plano de Negcios 2011-2015 da empresa.

    Gabrielli falou sobre os investimentos de US$ 220 bilhes, no Brasil e no exterior, e os planos para cada Estado em que

    vai atuar. Destacou tambm a necessidade de mobilizao do empresariado para capacitar o seu pessoal, oferecer preos

    competitivos e investir no desenvolvimento das empresas.

    A edio 2011 do prmio 500 Grandes da Construo, da revista O Empreiteiro, colocou em destaque, mais uma vez,

    o trabalho de algumas Associadas da ABEMI.

    Categoria CONSTRUTORAS: Construtora Norberto Odebrecht, Construcap, Fidens Engenharia e Hochtief do Brasil

    Categoria CONSTRUO MECNICA & ELTRICA: UTC Engenharia, MPE Montagens, Tom Engenharia e TKK Engenharia

    Categoria PROJETOS & CONSULTORIA: Engevix Engenharia e Enger Engenharia

    A mesa que instalou os trabalhos Presidente Carlos Maurcio, da ABEMI, entregando placa comemorativa para o engenheiro

    Sigmundo Golombek, pioneiro no segmento da consultoria de projeto de fundao

    O presidente Carlos Maurcio Lima de Paula Barros proferiu palestra no Solda Brasil 2011 Seminrio Nacional de

    Tecnologia da Soldagem, com o tema Perspectivas da Engenharia Industrial no Brasil Mercado e Capacitao da

    Empresa Nacional, em 30 de agosto, no Rio de Janeiro. Na oportunidade, abordou as perspectivas, a capacitao industrial,

    as oportunidades e desafios, com a tnica das mudanas dos investimentos da Petrobras da terra para o mar; o que vai

    significar a concentrao de oportunidades para poucas empresas, com diferenas no contedo nacional nas plataformas.

    A maior parte dos investimentos ser no mar e grande parcela disto destinada ao pr-sal.

    A Gerncia Geral da Premium-Petrobras promoveu um workshop interno sobre modularizao

    e convidou a ABEMI para apresentar a experincia das empresas na execuo de obras pelo

    sistema modularizado, alm do estudo realizado pela Associao.

    Rodrigo Marinho, da assessoria jurdica da ABEMI (Porto Advogados), fez uma apresentao sobre os benefcios

    s empresas j instaladas e os malefcios ao contedo nacional, como impactos do REPENEC.

    Depois de conceituar o REPENEC como um conjunto de benefcios fiscais do Governo Federal a obras

    de infraestrutura e petrleo nas regies N/NE e Centro-Oeste, definiu quem so os beneficirios, as hipteses

    de excluso, o histrico legislativo e os benefcios (basicamente, isenes do PIS e COFINS, do IPI e do Imposto

    de Importao; sendo este ltimo para bens e materiais de construo sem similar nacional). O REPENEC abrange

    obras para petroqumica, refino, amnia e ureia.

    Os projetos protocolados at 31/12/2010 e aprovados at 30/6/2011 contam com usufruto de 5 anos portanto,

    at 30/6/2016.

    heavy latam 2011

    Reunio estratgica com a Petrobras para o desenvolvimento da cadeia de fornecedores

    500 grandes da Construo 2011

    solda Brasil 2011

    Petrobras workshop sobre modularizao

    RePeneCRegime especial de incentivos para o Desenvolvimento de infraestrutura da indstria Petrolfera nas regies norte, nordeste e Centro-oeste

    Daniel Esteves, coordenador da Comisso de Assuntos Jurdicos Apresentao de Rodrigo Marinho

  • ABEMI e outras entidades 43Palestras 43

    a Petrobras promoveu 3 palestras na aBeMi:

    GEPOP

    Grupo de Estudos sobre Produtividade nas Obras da Engenharia da Petrobras.

    Por Laerte Galhardo ENGENHARIA/SL.

    PROGREDIR

    PDMO

    Implantado pela Petrobras/Finanas/Gefipe Gesto Financeira de Projetos Especiais, com o objetivo de facilitar a oferta

    de crdito, reduzir os riscos e possibilitar o crescimento sustentvel da cadeia de fornecedores da empresa. Trata-se de uma

    sistemtica para financiamento com base no contrato (50% financiados e 50% como garantia). O programa que vai ao

    encontro dos anseios do setor j firmou contratos-piloto da ordem de R$ 117 milhes.

    Por Adriana Fernandes de Brito Petrobras/Finanas/Gefipe.

    Programa de Desenvolvimento de Mo de Obra, aplicado s contratadas da Engenharia da Petrobras. A apresentadora

    abordou o programa de qualificao de mo de obra para encarregados que a Petrobras disponibiliza em canteiros de obra.

    Por Regina Junqueira Soares Brando ENGENHARIA/AG Apoio Gesto.

    Palestras

    PRogeFe e BaD apresentaes:

    Cadastramento de Empresas (PROGEFE), por Fabio Jos Coelho da Silva Froes, engenheiro de equipamentos

    da Engenharia/SL/QF (Qualificao de Fornecedores) da Petrobras.

    Boletim de Avaliao e Desempenho (BAD) e Sistemas de Consequncia, pelo engenheiro Salomo Doumit Bou Haya,

    consultor de negcios da Engenharia da Petrobras.

    Ambas foram muito importantes para as empresas, alm de concorridas, com a participao de cerca de 160 pessoas.

    Fabio Froes, da Engenharia da PetrobrasOlgarita Riviera, Marcelo Corra, Fabio Froes, Antonio Mller e Salomo Doumit Bou HayaFrancisco Codina, Francisco Rocha e Regina Junqueira

    Laerte Galhardo

    Francisco Rocha, Jos Eduardo Loureiro,

    Marcelo Corra, Laerte Galhardo,

    Moacyr Carvalho Filho, Carlos Maurcio

    e Guilherme Pires

    Plateia

    Adriana Fernandes de Brito

  • ABEMI e outras entidades 45Palestras 45

    sinDesaM / aBiMaqValdir Folgosi, presidente do SINDESAM/ABIMAQ, acompanhado pelo diretor executivo Primo Pereira, fez uma

    apresentao sobre a ABIMAQ, o SINDESAM e as mais de 120 empresas fabricantes com tecnologias especializadas

    em: equipamentos e sistemas destinados ao tratamento de gua e efluentes; reaproveitamento de efluentes;

    controle de poluio atmosfrica; tratamento, disposio de resduos slidos e lodo; desobstruo de tubulaes;

    distribuio, aduo e coleta; medio e controle. Tecnologias aplicveis em toda a cadeia produtiva de gua,

    esgotos e resduos slidos. Mostrou a situao atual da gua e a conjuntura do esgoto e resduos slidos no Pas.

    Folgosi defendeu tambm a reforma da Lei 8.666 para permitir ao administrador comprar solues em busca

    da eficincia e eficcia a partir de um projeto conceitual qualificado, alm de agilizar contrataes de obra a preo

    global fixo com garantias financeiras de eficincia, qualidade e prazo de entrega.

    Concluiu com pleito de que as companhias estaduais e municipais no saneamento tenham flexibilizao e agilidade

    nas contrataes para melhoria da gesto e reduzam os prazos de aquisio de 80 a 60 meses para 24 meses

    (mdia do setor privado).

    O SINDESAM luta para aumentar a participao da indstria nacional fabricante de equipamentos

    com tecnologia similar s melhores do mundo na implantao das obras de saneamento,

    ampliando a gerao de emprego e valorizando a mo de obra.

    Paulo Matos O consultor Paulo Matos, autor do livro Gesto de Contratos em Regime de Consrcios,

    apresentou a palestra Complexidade na Gesto de Contratos no Regime

    de Consrcios nos Empreendimentos Industriais.

    Mrcio Alberto Cancellara, Paulo Matos e Carlos Maurcio Lima de Paula Barros Plateia

    Vale apresenta o iDF Os engenheiros Fernando Senhora, gerente geral de Gesto de Contratos da VALE, e Francismara Araldi,

    gerente de Avaliao de Fornecedores da VALE, apresentaram o IDF ndice de Desempenho de Fornecedores da Vale S/A.

    Plateia na palestra

    Francismara AraldiFernando Senhora

  • ABEMI e outras entidades 47Palestras 47

    lies do titanic

    siemens-Petrobras

    Palestra do consultor Pedro C. Ribeiro, intitulada Lies do Titanic sobre Gesto

    de Riscos e Preveno de Crises em Projetos e lanamento do livro homnimo.

    Apresentao do software COMOS, sistema adotado pela Petrobras. Ele j est em uso

    no ABAST (Comperj e feeds da Premium) e as empresas tero que treinar o seu pessoal.

    Da mesma forma que o treinamento em 3D (PDS e PDMS) foi um sucesso,

    o COMOS tambm poder ser, com cursos via Prominp, a partir do 1 trimestre de 2012.

    Representaesda aBeMi

    seminrio internacional sobre Justia FiscalRodrigo Marinho (Porto Advogados) representou a ABEMI no evento

    do Conselho de Desenvolvimento Econmico e Social CDES e do Observatrio

    da Equidade, em Braslia. Houve apresentao dos principais problemas do

    sistema tributrio brasileiro, demonstrando a injustia tributria com os mais

    pobres pagando mais do que os mais ricos, o baixo retorno social em relao

    ao volume de tributao, a variedade de tributos, tributao em cascata,

    o excesso de burocracia, as dificuldades para desonerar exportaes,

    a distribuio desigual entre os federados etc.

    Pedro C. Ribeiro autografando o seu livro Apresentao de Pedro C. Ribeiro

  • ABEMI e outras entidades 49Assuntos Internos 49

    assuntos internos assembleia geral ordinria Na Assembleia Geral Ordinria, realizada em 29 de maro de 2011, foi apresentado pelo presidente

    Carlos Maurcio Lima de Paula Barros um resumo das atividades da Diretoria, no fim do seu 3 ano

    de mandato, numa gesto colegiada e descentralizada das aes. Em seguida, foram apresentados

    o Relatrio Anual da Diretoria, Balano e Contas do Exerccio de 2010 e o Oramento para 2011.

    Mrcio Alberto Cancellara, Carlos Maurcio Lima de Paula Barros e Aurlio Escudero

    Auditrio da ABEMI Assembleia Geral Ordinria

    espao das empresas associadas Espao aberto para apresentao institucional das empresas Associadas, nas reunies de Diretoria e Conselho de

    Administrao, com agendamento prvio.

    Em 2011, as apresentaes foram sobre:

    a Universidade Corporativa implantada pela Jaragu S.A. Equipamentos Industriais,

    com o gerente de Melhoria Contnua, Fbio Berger, e o presidente da empresa, Wagner Othero;

    e TV Rheiland do Brasil Holding LTDA., com Srgio Luiz Pompeu de S, superintendente de

    Novos Negcios, e Antonio Carlos Caio da Silva, presidente da regional na Amrica do Sul.

  • ABEMI e outras entidades 51Assuntos Internos 51

    Projeto editorial do livroa histria do Petrleo no PasO diretor editorial da revista O Empreiteiro, Joseph Young, apresentou o projeto para

    edio do livro A Histria do Petrleo no Pas, j aprovado pelo Ministrio da Cultura

    (via Lei Rouanet), dando sequncia srie de livros que resgata as questes, as obras

    e a memria da engenharia brasileira. Foi solicitada ABEMI a identificao das obras

    e personagens mais relevantes.

    O lanamento est previsto para setembro de 2012.

    Direito securitrio O advogado Gustavo Mello (Porto Advogados), especialista em direito securitrio,

    apresentou o ramo que trata dos contratos, seguro-garantia, obrigaes contratuais

    e riscos da engenharia. Colocou-se disposio para consultas e assessoria para

    formulao de contratos, regulao de sinistros, percias unilaterais da seguradora,

    assistncia judicial e justia em cmara arbitral.

    Jos antnio Batistela O presidente comentou com pesar o falecimento do advogado

    Jos Antnio Batistela, que foi o 1 coordenador da Comisso

    de Assuntos Jurdicos da ABEMI.

    Seu desaparecimento significou importantes perdas:

    do apoio, do amigo e do assessor.

    Durante muitos anos, Batistela participou do desenvolvimento

    de trabalhos e reunies em diversos rgos federais e estaduais

    do Executivo, representando a ABEMI; alm de advogado

    de vrias Associadas.

    Daniel Esteves, Gustavo Mello e Marcelo Corra

    Jos Antnio Batistela

  • Quadro Social 53

    quadro social

    novas associadas em 2011

    lista das empresas associadas

    36. EGESA ENGENHARIA S.A.

    37. ELETRODATA CONST. E MONTAGENS INDUSTRIAIS LTDA.

    38. ELFE SOLUES EM SERVIOS LTDA.

    39. EMPRESA BRASILEIRA DE ENGENHARIA S.A. EBE

    40. ENCONSULT ENGENHARIA E CONSULTORIA LTDA.

    41. ENESA ENGENHARIA S.A.

    42. ENFIL S.A. CONTROLE AMBIENTAL

    43. ENGECAMPO ENGENHARIA LTDA.

    44. ENGEFORM CONSTRUES E COMRCIO LTDA.

    45. ENGESIQUE ENG., CONSTRUES E MONTAGENS LTDA.

    46. ENGEVIX ENGENHARIA S.A.

    47. ESTALEIRO ATLNTICO SUL S.A.

    48. EUROBRAS CONSTR. METLICAS MODULADAS LTDA.

    49. FAST ENGENHARIA E MONTAGENS S.A.

    50. FIDENS ENGENHARIA S.A.

    51. FIGUEIREDO FERRAZ CONSULT. E ENG. DE PROJETO LTDA.

    52. FLUXO SOLUES INTEGRADAS LTDA.

    53. GALVO ENGENHARIA S.A.

    54. GDK S.A.

    55. GEMON GERAL DE ENGENHARIA E MONTAGENS S.A.

    56. GENPRO ENGENHARIA LTDA.

    57. GEOCOMPANY TECNOLOGIA, ENG. E MEIO AMBIENTE LTDA.

    58. GEOFIX ENG. FUNDAES E ESTAQUEAMENTO S/C LTDA.

    59. GLOBAL PARTICIPAES EM ENERGIA S.A.

    60. HATCH CONSULTORIA E GERENCIAMENTO DE

    EMPREENDIMENTOS LTDA.

    61. HEATING & COOLING TECNOLOGIA TRMICA LTDA.

    62. HELENO & FONSECA CONSTRUTCNICA S.A.

    63. HEMISUL.SCET SOLUES DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA

    DO HEMISFRIO SUL LTDA.

    64. HOCHTIEF DO BRASIL S.A.

    65. IESA LEO E GS S.A.

    66. IMC SASTE CONSTR., SERVIOS E COMRCIO LTDA.

    67. INTECH ENGENHARIA LTDA.

    68. IOAL ENGENHARIA LTDA.

    69. IRGA LUPERCIO TORRES S.A.

    70. ISOTEC ENGENHARIA LTDA.

    71. JARAGU EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS LTDA.

    72. JMA ASS. COML. MARKETING E REPRESENTAES LTDA.

    73. JPNOR ENGENHARIA LTDA.

    74. KTY ENGENHARIA LTDA.

    75. LIDERROLL INDSTRIA E COMRCIO DE SUPORTES

    ESTRUTURAIS LTDA.

    76. LIMA NETO ENGENHARIA E REPRESENTAO LTDA.

    77. LURGI DO BRASIL INSTALAES INDUSTRIAIS LTDA.

    78. MAGRAL EQUIPAMENTOS HIDRULICOS E PNEUMTICOS LTDA.

    79. MANA ENGENHARIA E CONSULTORIA S.A.

    80. MASCARENHAS BARBOSA ROSCOE S.A. CONSTRUES

    81. MAUBERTEC ENGENHARIA E PROJETOS LTDA.

    82. MCE ENGENHARIA LTDA.

    83. MENDES JNIOR TRADING E ENGENHARIA S.A.

    84. MERCOTUBOS IND. DE EQUIPAMENTOS E PEAS LTDA. MAXEN

    85. MILLS ESTRUTURAS E SERVIOS DE ENGENHARIA S.A.

    86. MIP ENGENHARIA S.A.

    87. MONTCALM MONTAGENS INDUSTRIAIS S.A.

    88. MPE MONTAGENS E PROJETOS ESPECIAIS S.A.

    89. MULTITEK ENGENHARIA LTDA.

    90. NETWORKER TELECOM INDSTRIA, COMRCIO E

    REPRESENTAO LTDA.

    91. NIPLAN ENGENHARIA LTDA.

    92. NM ENGENHARIA E CONSTRUES LTDA.

    93. OMC ENGENHEIROS ASSOCIADOS LTDA.

    94. ORTENG SPE PROJETOS E MONTAGENS LTDA.

    95. PAMPA MONTAGENS E MANUTENO LTDA.

    96. PARANASA ENGENHARIA E COMRCIO S.A.

    97. PAREX SERVICE LTDA.

    98. PCP ENGENHARIA E MONTAGENS INDUSTRIAIS LTDA.

    99. PETROBRAS PETRLEO BRASILEIRO S.A.

    100. PIPECONSULT ENGENHARIA E REPRESENTAES LTDA.

    101. PLANOVA PLANEJAMENTO E CONSTRUES S.A.

    102. PONTEC ENGENHARIA E COMRCIO LTDA.

    103. POTENCIAL ENGENHARIA S.A.

    104. POYRY TECNOLOGIA LTDA.

    105. PRODUMAN ENGENHARIA LTDA.

    106. PROGEN PROJETOS, GERENCIAMENTO E ENG. LTDA.

    107. PROJECTUS CONSULTORIA LTDA.

    108. PROMON ENGENHARIA LTDA.

    109. QUALIMAN MONTAGENS INDUSTRIAIS LTDA.

    110. REMAC ENGENHEIROS E CONSULTORES LTDA.

    111. ROHR S.A. ESTRUTURAS TUBULARES

    112. SANTA BRBARA ENGENHARIA S.A.

    113. SANTOS BARBOSA TCNICA COM. E SERVIOS LTDA.

    114. SCHAHIN ENGENHARIA S.A.

    115. SEEBLA SERVIOS DE ENG EMLIO BAUMGART LTDA.

    116. SERVTEC INSTALAES E MANUTENO LTDA.

    117. SETEC TECNOLOGIA S.A.

    118. SIMA ENGENHARIA LTDA.

    119. SKANSKA BRASIL LTDA.

    120. SODECOIN SOCIEDADE DE DESENVOLVIMENTO DE

    CONCRETO INDUSTRIALIZADO LTDA.

    121. SOG LEO E GS S.A. SETAL

    122. SPRTACUS COMRCIO E SERVIOS LTDA.

    123. TECHINT ENGENHARIA E CONSTRUO S.A.

    124. TECHNIP BRASIL ENG, INSTALAES E APOIO MARTIMO S.A.

    125. TECNA BRASIL LTDA.

    126. TECNIMONT DO BRASIL CONSTRUO E ADMINISTRAO DE

    PROJETOS LTDA.

    127. TELSAN ENGENHARIA E SERVIOS LTDA.

    128. TKK ENGENHARIA LTDA.

    129. TOM ENGENHARIA S.A.

    130. TOYO DO BRASIL CONSULTORIA E CONST. INDUSTRIAIS LTDA.

    131. TRIDIMENSIONAL ENGENHARIA S.A.

    132. TV RHEINLAND DO BRASIL HOLDING LTDA.

    133. UNICONTROL INTERNATIONAL LTDA.

    134. USIMINAS MECNICA S.A.

    135. UTC ENGENHARIA S.A.

    136. VWS BRASIL LTDA.

    137. WBS GERENCIAMENTO E EMPREENDIMENTOS LTDA.

    138. WTORRE ENGENHARIA E CONSTRUO S.A.

    139. WTORRE ZETER TERRAPLENAGEM LTDA.

    140. ZOPONE ENGENHARIA E COMRCIO LTDA.

    1. ABB LUMMUS GLOBAL LTDA.

    2. ADLER ANDAIMES LTDA.

    3. AGUILAR Y SALAS BRASIL IND. E COM. IMP. EXP. E

    REPRESENTAO LTDA.

    4. AIR CONDITIONING TOTAL SERVICE LTDA.

    5. ALUSA ENGENHARIA LTDA.

    6. AP CONSULTORIA E PROJETOS LTDA.

    7. AZEVEDO E TRAVASSOS S.A.

    8. BAREFAME INSTALAES INDUSTRIAIS LTDA.

    9. BELLELLI & ZUBARAN PLANEJ. E CONTROLE LTDA.

    10. BRASFOND FUNDAES ESPECIAIS S.A.

    11. BSM ENGENHARIA S.A.

    12. CALORISOL ENGENHARIA LTDA.

    13. CAMARGO CORRA LEO E GS S.A.

    14. CARIOCA CHRISTIANI NIELSEN ENGENHARIA S.A.

    15. CEGELEC LTDA.

    16. CENTROPROJEKT DO BRASIL S.A.

    17. CH2M HILL DO BRASIL ENGENHARIA LTDA.

    AGUILAR Y SALAS BRASIL IND. E COM. IMP. EXP. E REPRESENTAO LTDA.

    CHEMTECH SERVIOS DE ENGENHARIA E SOFTWARE LTDA.

    ELFE SOLUO EM SERVIOS LTDA.

    ENGESIQUE ENGENHARIA CONSTRUES E MONTAGENS LTDA.

    LIDERROLL INDSTRIA E COMRCIO DE SUPORTES ESTRUTURAIS LTDA.

    LURGI DO BRASIL INSTALAES INDUSTRIAIS LTDA.

    MAGRAL EQUIPAMENTOS HIDRULICOS E PNEUMTICOS LTDA.

    PAREX SERVICE LTDA.

    TV RHEINLAND DO BRASIL HOLDING LTDA.

    18. CHEMTECH SERVIOS DE ENGENHARIA E SOFTWARE LTDA.

    19. CMI CONSTRUES LTDA.

    20. CNEC WORLEYPARSONS ENGENHARIA LTDA.

    21. CONDUTO CIA. NACIONAL DE DUTOS

    22. CONSTRAN S.A. CONSTRUES E COMRCIO

    23. CONSTRUBASE ENGENHARIA LTDA.

    24. CONSTRUCAP CCPS ENG E COMRCIO S.A.

    25. CONSTRUTECKMA ENGENHARIA LTDA.

    26. CONSTRUTORA ANDRADE GUTIERREZ S.A.

    27. CONSTRUTORA NORBERTO ODEBRECHT S.A. CNO

    28. CONSTRUTORA OAS LTD.

    29. CONSTRUTORA QUEIROZ GALVO S.A.

    30. CONTEMAT ENGENHARIA E GEOTECNIA S.A.

    31. CONTRERAS ENGENHARIA E CONSTRUES LTDA.

    32. DEDINI SERVICE PROJETOS, CONSTR, E MONTAGENS LTDA.

    33. DELTA ENGENHARIA E MONTAGEM INDUSTRIAL LTDA.

    34. EBSE ENGENHARIA DE SOLUES

    35. ECMAN ENGENHARIA S.A.

  • Dados Estatsticos 55

    CONSTRUO CIVIL

    ENGENHARIA

    FABRICAO

    MONTAGEM

    1972

    1973

    1976

    1979

    1982

    1985

    1988

    1991

    1994

    1997

    1998

    1999

    2000

    2001

    2002

    2003

    2004

    2005

    2006

    2007

    2008

    2009

    2010

    Em U

    S$ b

    ilhe

    s

    CONSOLIDADO ABEMI

    2.93

    2.82

    5.30

    7.35

    11.5

    5

    10.7

    2

    14.6

    0

    15.9

    7

    12.0

    2

    6.38

    8.96

    8.89

    9.82

    13.3

    6 18.

    26

    13.4

    8

    13.8

    2

    16.3

    0

    19.0

    2

    22.1

    4 25.5

    1

    34.4

    1

    34.0

    3

    0.00

    5.00

    10.00

    15.00

    20.00

    25.00

    30.00

    35.00

    40.00

    Dados estatsticos

    Receita Bruta

    1972

    1973

    1976

    1979

    1982

    1985

    1988

    1991

    1994

    1997

    1998

    1999

    2000

    2001

    2002

    2003

    2004

    2005

    2006

    2007

    2008

    2009

    2010

    Em U

    S$ b

    ilhe

    s

    ENGENHARIA

    0.00

    0.50

    1.00

    1.50

    2.00

    3.00

    2.50

    3.50

    3.70

    0.50

    0.49

    1.12

    1.29

    1.34

    0.88

    1.15

    1.18

    0.86

    1.21

    2.03

    2.15

    1.63

    3.5

    3

    5.18

    3.18

    3.94

    4.73

    5.70

    7.85

    9.72

    9.52

    19

    72

    1973

    1976

    1979

    1982

    1985

    1988

    1991

    1994

    1997

    1998

    1999

    2000

    2001

    2002

    2003

    2004

    2005

    2006

    2007

    2008

    2009

    2010

    Em U

    S$ b

    ilhe

    s

    MONTAGEM

    0.00

    2.00

    4.00

    6.00

    8.00

    10.00

    12.00

    2.31

    2.08

    3.53

    5.34

    8.8

    4

    8.87

    12.

    49

    14.2

    8

    10.4

    4

    4.36

    6.21

    6.29

    7.65

    8.96

    11.8

    6

    9.23

    8.73

    10.7

    0

    12.3

    0

    13.8

    5

    13.6

    5

    20.3

    6

    19.9

    5

    19

    72

    1973

    1976

    1979

    1982

    1985

    1988

    1991

    1994

    1997

    1998

    1999

    2000

    2001

    2002

    2003

    2004

    2005

    2006

    2007

    2008

    2009

    2010

    Em U

    S$ b

    ilhe

    s

    CONSTRUO CIVIL

    0.00

    5.00

    10.00

    15.00

    20.00

    0.13

    0.25

    0.64

    0.72

    0.82

    0.47

    0.61

    0.37

    0.35

    0.33

    0.36

    0.34

    0.29

    0.47

    0.79

    0.67

    0.82

    0.95

    1.31

    1.8

    0

    2.55

    3.0

    2 3.12

    0.55

    0.50

    0.35

    0.15

    0.37

    0.47

    0.35

    0.12

    0.26

    0.40

    0.44

    0.40

    0.58

    0.71

    0.76

    0.80

    1.46

    1.31

    1.46

    0.00

    0.20

    0.40

    0.60

    0.80

    1.00

    1.20

    1.40

    1.60

    1972

    1973

    1976

    1979

    1982

    1985

    1988

    1991

    1994

    1997

    1998

    1999

    2000

    2001

    2002

    2003

    2004

    2005

    2006

    2007

    2008

    2009

    2010

    Em U

    S$ b

    ilhe

    s

    FABRICAO

    Proporo da receita bruta, por setor, em 2010

  • Dados Estatsticos 57

    Faturamento

    nvel de emprego

    evoluo do faturamento das 20 maiores empresas associadas

    Fontes: revista EXAME, revista O Empreiteiro e ABEMI.

    TOTALOUTROSTCNICOSUPERIOR

    EVOLUO DO NMERO DE EMPREGADOS CONSOLIDADO ABEMI

    12,2 12,1 11,9 16,1 9,1 8,5 7,7 12,8 12,9 11,4 14,1 17,2 15,0 17,4 19,9 29,1

    33,6 30,0 25,3 29,9 13,6 11,5 9,0 18,0 12,6 16,1 18,3 17,4 20,4 21,0 24,5 32,0

    241,0

    217,0

    179,0

    223,0

    111,0 92,0

    56,0

    112,5

    90,1 97,9 92,1 92,5

    145,2 151,6

    177,3

    290,2 286,8

    259,1

    216,2

    269,0

    133,7

    112,0

    72,7

    143,3

    115,6 125,4 124,5 127,1

    180,6 190,0

    221,7

    351,3

    33,4 22,8

    352,6

    418,7

    50,0

    100,0

    150,0

    200,0

    250,0

    300,0

    350,0

    400,0

    450,0

    1981 1982 1985 1988 1991 1994 1997 2001 2002 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011

    Em M

    il

    TOTALOUTROSTCNICOSUPERIOR

    EVOLUO DO NMERO DE EMPREGADOS CONSOLIDADO ABEMI

    12,2 12,1 11,9 16,1 9,1 8,5 7,7 12,8 12,9 11,4 14,1 17,2 15,0 17,4 19,9 29,1

    33,6 30,0 25,3 29,9 13,6 11,5 9,0 18,0 12,6 16,1 18,3 17,4 20,4 21,0 24,5 32,0

    241,0

    217,0

    179,0

    223,0

    111,0 92,0

    56,0

    112,5

    90,1 97,9 92,1 92,5

    145,2 151,6

    177,3

    290,2 286,8

    259,1

    216,2

    269,0

    133,7

    112,0

    72,7

    143,3

    115,6 125,4 124,5 127,1

    180,6 190,0

    221,7

    351,3

    33,4 22,8

    352,6

    418,7

    50,0

    100,0

    150,0

    200,0

    250,0

    300,0

    350,0

    400,0

    450,0

    1981 1982 1985 1988 1991 1994 1997 2001 2002 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011

    Em M

    il

    3,5 8,8 6,9 7,8 8,3 14,0 5,8 7,9 7,4 7,9 8,5 16,5

    47,4 42,4

    76,2 83,5 99,0

    189,9

    56,7 59,1

    90,5 99,2 115,8

    220,4

    17,3 14,9

    243,1

    275,3

    0,0

    50,0

    100,0

    150,0

    200,0

    250,0

    300,0

    2006 2005 2007 2008 2009 2010 2011

    Em M

    il NVEL DE EMPREGO CONSTRUO CIVIL

    2006 2005 2007 2008 2009 2010

    Em M

    il

    NVEL DE EMPREGO MONTAGEM

    3,1 2,9 4,5 5,3 6,0 8,8 8,4 6,3 9,6 9,8

    12,0 12,6

    32,7 42,8

    59,0 60,0 60,4

    81,0

    44,2 52,0

    73,1 75,1 78,4

    102,4

    9,2 13,5

    90,9

    113,6

    0,0

    20,0

    40,0

    60,0

    80,0

    100,0

    120,0

    2006 2005 2007 2008 2009 2010

    Em M

    il

    NVEL DE EMPREGO ENGENHARIA

    1,8 2,0 3,0

    3,9 4,8

    5,6

    1,9 1,6 2,3 2,9

    3,3 2,6

    1,3 0,9

    3,6 4,6 4,9

    6,8

    5,0 4,6

    8,9

    11,4

    13,1

    15,0

    6,2

    3,8

    5,5

    15,5

    0,0

    2,0

    4,0

    6,0

    8,0

    10,0

    12,0

    14,0

    16,0

    2006 2005 2007 2008 2009 2010 2011

    Em M

    il

    NVEL DE EMPREGO FABRICAO

    5,7

    3,5

    0,5 0,4 0,8 0,7

    2,2 1,6 1,1 0,4 0,7 0,3

    10,7

    6,4 6,4

    3,5

    13,0 12,5

    18,6

    11,5

    7,9

    4,3

    14,5 13,5

    0,7 0,5

    13,2 14,3

    0,0

    2,0

    4,0

    6,0

    8,0

    10,0

    12,0

    14,0

    16,0

    18,0

    20,0

    2011

    2011

    Em U

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    5.2 6.6

    10.9

    13.7

    21.8

    24.3

    0

    5.000.000

    10.000.000

    15.000.000

    20.000.000

    25.000.000

    2005 2006 2007 2008 2009 2010

    EVOLUO DO FATURAMENTO LTIMOS 6 ANOS

    26%

    109% 163%

    317% 114%

  • Principais atividades das associadas 1 ABB LUMMUS l l l l l l l l l l l l l l l l2 ADLER l3 AGUILAR Y SALAS l l4 AIR CONDITIONING l l l l l l5 ALUSA l l l l l l l l l l l6 AP CONSULTORIA l l l7 AZEVEDO & TRAVASSOS l l l l l l l l l8 BAREFAME l l l l l l l l l l l9 BELLELLI l l l10 BRASFOND l l l l11 BSM l l12 CALORISOL l l l l l13 CAMARGO CORRA l l l l l l l l l l l l l l l l l l l l l14 CARIOCA CHRISTIANI NIELSEN l l l l l l l l l l l l l l l15 CEGELEC l l l l l l l l l l l16 CENTROPROJEKT l l l l l l l l l l l l l l l17 CH2M HILL l l l l l l l l l l l l l l l l l l l l18 CHEMTECH l l l l l19 CMI l l l l l l l l20 CNEC WORLEYPARSONS l l l l l l l21 CONDUTO l l l l l l l l l l l l22 CONSTRAN l l l23 CONSTRUBASE l l l l l l l l24 CONSTRUCAP l l25 CONST. ANDRADE GUTIERREZ l l l l l l26 CONST. NORB. ODEBRECHT l l l l l l l l l l l l l l l l l27 CONSTRUTORA OAS l l l l l l l l l l28 CONST. QUEIROZ GALVO l l l l l l l l l l l l l l l l29 CONTEMAT l l30 CONTRERAS l l l l l l l l l l l l l l l l31 DEDINI SERVICE l l l l l l l l l l32 DELTA l l l l l l l l l l l l l l l l l33 EBE l l l l l l l l l34 EBSE l l l l l l l l

    Projeto Industrial Montagem Industrial Servios de Obras Especiais Fabricao Outros

    ATI

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    Projeto Industrial Montagem Industrial Servios de Obras Especiais Fabricao Outros

    35 ECMAN l l l l l l l l l36 EGESA l l l l37 ELETRODATA l l l38 ELFE l l l l l l l l39 ENCONSULT l40 ENESA l l l l l l l l l l l l l l l41 ENFIL l l l l l l l l l l l l l l l42 ENGECAMPO l l l l l l l l l l l l l l l l l l l l l l l l43 ENGEFORM l l l l l l l l l44 ENGESIQUE l l l l l l l l l l l45 ENGEVIX l l l l l l l 46 ESTALEIRO ATLNTICO SUL l l47 EUROBRAS l l l48 FAST l49 FIDENS l l l l l l50 FIGUEIREDO FERRAZ l l l l l l l51 FLUXO l l l l l52 GALVO ENGENHARIA l l l l l l53 GDK l l l l l54 GEMON l l l l l55 GENPRO l l l l l l56 GEOCOMPANY l l l l l l l l57 GEOFIX l l58 GLOBAL l l l l l l l l l l59 HATCH l l l l l l l l l l l l l60 HEATING & COOLING l l l l l l61 HELENO & FONSECA l l l l l l l l l62 HEMISUL.SCET l l l l l l l l l l l63 HOCHTIEF l l l l l l l64 IESA l l l l l l l l l l l l l l l l l l l l l65 IMC SASTE l l l66 INTECH l67 IOAL l l l l l l l l l l l l l l l l l68 IRGA l l

    69 ISOTEC l l l l l l l l l l l l l l l l70 JARAGU l l l l l l l l l l71 JMA l72 JPNOR l l l l l l73 KTY l l l l l l l l l l l74 LIDERROLL l l l l75 LIMA NETO l76 LURGI DO BRASIL l l l l l77 MAGRAL l l l l l l l l78 MANA l l l l l l79 MASCARENHAS BARBOSA l l80 MAUBERTEC l l l l l l81 MCE l l l l l l l l l82 MENDES JNIOR l l l l l l l l83 MERCOTUBOS l l l l84 MILLS l l l l85 MIP l l l l l l l l l l l l86 MONTCALM l l l l l l l l l l l87 MPE l l l l l l l l l l l l88 MULTITEK l l l l l l l l l l l l l l l l l l l l89 NETWORKER l l l l l l l l l l l l l90 NIPLAN l l l l l l91 NM ENGENHARIA l l l l l 92 OMC l93 ORTENG l l l l l l l l l l l l94 PAMPA l l l l95 PARANASA l l l l l l l l l96 PAREX l l l l l l l l l l97 PCP l l l l l l l l98 PETROBRAS l l l l l l l l l l99 PIPECONSULT l100 PLANOVA l l l l l l l l l l l l l l l l l l l l l l l101 PONTEC l l l l l l l l102 POTENCIAL l l l l l l l l l103 POYRY TECNOLOGIA l l l l l104 PRODUMAN l l l l l l l l l l l l l l l l l l l105 PROGEN l l l l l l l l l l l l106 PROJECTUS l l l l l l l l l l l107 PROMON l l l l l l l l

    Projeto Industrial Montagem Industrial Servios de Obras Especiais Fabricao Outros

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