Clnica Cirrgica e Centro Cirrgico

  • Published on
    21-Apr-2017

  • View
    197

  • Download
    3

Transcript

  • Assistncia de Enfermagem:Clnica Cirrgica e Centro Cirrgico Clnica Cirrgica e Centro Cirrgico

    Enfa. Esp. Renata Romualdo

    Setembro/2011

  • ENFERMAGEM PERIOPERATRIO

    Fase Pr-Operatria

    Fase Intra-OperatrioFase Intra-Operatrio

    Fase Ps-Operatrio

  • O CUIDADO DE ENFERMAGEM NO PR-OPERATRIO

    Abrange desde o momento da deciso Abrange desde o momento da deciso cirrgica at a transferncia do cliente

    para a mesa cirrgica.

  • PERODO PR-OPERATRIO DIVIDE-SE EM MEDIATO E IMEDIATO:

    *Pr-operatrio mediato: o cliente submetido a exames queauxiliam na confirmao do diagnstico e que auxiliaro oplanejamento cirrgico, o tratamento clnico para diminuir ossintomas e as precaues necessrias para evitar complicaes ps-operatrias, ou seja, abrange o perodo desde a indicao para acirurgia at o dia anterior mesma;

    * Pr-operatrio imediato: corresponde s 24 horas anteriores cirurgia e tem por objetivo preparar o cliente para o ato cirrgicomediante os seguintes procedimentos: jejum, limpeza intestinal,esvaziamento vesical, preparo da pele e aplicao de medicaopr-anestsica.

  • PR-OPERATRIO MEDIATO

    Preparo emocional

    Orientar quanto a dor e nusea

    Orientar quanto a deambulao precoce,ensinar movimentos ativos dos MMII

    Mensurar dados Antropomtricos(peso e altura), sinais vitais para posteriores comparaes.

    Encaminhar para realizar exames de sangue, raio-X, ECG, TC e outros.

    Preparo do intestino quando indicado dias antes ou na noite anterior a cirurgia.

  • PR-OPERATRIO IMEDIATO

    Prevenindo complicaes anestsicas

    1. Jejum de 6 a 12 horas antes da cirurgiaobjetiva evitar vmitos e prevenir aaspirao de resduos alimentares poraspirao de resduos alimentares porocasio da anestesia.

  • PREPARO DA PELE

  • Preveno de complicaes com relao a infeco

    Pele

    2.Higiene pessoal ( banho com germicida clorexidina)

    3. Tricotomia : mximo 2 horas antes ou no prprio centro cirrgico, em menor rea possvel e com mtodo o menos agressivo

  • LAVAGEM INTESTINAL

  • 4.Esvaziamento Intestinal (8 a 12 horas antes do ato cirrgico)

    Laxativos (medicamentos)

    Lavagem intestinal ou Enteroclisma a introduo de lquido (volume mximo de 2000ml) no intestino, atravs do nus ou da boca da colostomia, com o objetivo de promover o esvaziamento intestinal)

    Enema ( a aplicao de no mximo 500ml de substncia (contraste radiolgico, medicamento, etc.) pelo reto.

    5. Remoo de jias, anis , prteses dentrias, lente de contato

    6. Esvaziamento da bexiga

    Esvaziamento espontneo: antes do pr-anestsico.Sonda vesical de demora: cirurgias em que a mesma necessite ser mantida vazia, ou naquelas de longa durao , o que feito, geralmente e realizado no centro cirrgico.

  • ESVAZIAMENTO DA BEXIGA

  • 7. Verificar Sinais Vitais antes de encaminhar para CC

    8.Verificar o pronturio, exames, consentimento livre informado, prescrio e registro de enfermagem e encaminhamento junto ao paciente

    9.Administrar medicamento Pr-anestsico (45 a 60 minutos antes do incio da anestesia)

    10.Manter ambiente silenciosos para promover relaxamento10.Manter ambiente silenciosos para promover relaxamento

    11.Vestir o paciente (camisola, gorro, prope)

    12. Promover limpeza e arrumao da unidade

    OS MPA MAIS COMUNS SO : Opiceos -Benzodiazepnicos - Hipnticos - Neurolpticos -

  • Paciente encaminhado para o Centro CirrgicoCentro Cirrgico

  • CENTRO CIRRGICODEFINIO

    uma unidade hospitalar assistencial, onde so realizadas intervenes cirrgicasintervenes cirrgicas, visando a

    atender intercorrncias clnicas,

    com suporte da ao de uma equipe de profissionais integrada.

    Devido realizao de procedimentos invasivos, considerado uma unidade de

    alerta mximo.

  • CENTRO CIRRGICOEQUIPE PROFISSIONAL INTEGRADA

    Equipe CirrgicaEquipe Cirrgica

    Conjunto de profissionais e ocupacionais que,

    num processo dinmico e interativo, num processo dinmico e interativo,

    prestam assistncia sistematizada e global ao paciente

    durante sua permanncia

    na unidade de centro cirrgico.

  • CENTRO CIRRGICOFINALIDADES

    Realizar intervenes cirrgicas e encaminhar o paciente unidade de origem na melhor condio

    possvel de integridade;

    Servir campo de estgio para a formao e aprimoramento de recursos humanos;

    Desenvolver programas e projetos de pesquisa, voltados especialmente para o desenvolvimento

    cientfico e tecnolgico de ponta.

  • CENTRO CIRRGICOLOCALIZAO

    O centro cirrgico deve ter localizao especiallocalizao especial

    no hospital atendendo os seguintes requisitos:

    rea independente da circulao geral;rea independente da circulao geral;

    Local de pouco rudo para reduzir os estmulos sonoros que possam interferir na concentrao da equipe

    cirrgica e desencadear estresse do paciente;

    Prxima das unidades de internao cirrgica,

    pronto socorro e UTI.

  • ESTRUTURA DO CENTRO CIRRGICO (CC)

    Devido ao seu risco:

    * No-restrita : as reas de circulao livre ( vestirios, corredor de entrada e sala de espera de acompanhantes).

    *Semi-restritas : pode haver circulao tanto do pessoal como de *Semi-restritas : pode haver circulao tanto do pessoal como de equipamentos, sem contudo provocarem interferncia nas rotinas de controle e manuteno da assepsia( salas de guarda de material, administrativa, , copa e expurgo)

    *Restrita - o corredor interno, as reas de escovao das mos e a sala de operao (SO) ; para evitar infeco operatria, limita-se a circulao de pessoal, equipamentos e materiais.

  • CENTRO CIRRGICOORGANIZAO

    Estrutura FsicaEstrutura Fsica

    O centro cirrgico se divide em trs setores:

    Centro cirrgico propriamente dito;

    Sala de recuperao ps-anestsica (SRPA);

    Central de material de esterilizao (CME).

  • CENTRO CIRRGICOORGANIZAO

    Centro Cirrgico Propriamente DitoCentro Cirrgico Propriamente Dito

    Salas operatrias - SO, lavabos, vesturios, sala para Salas operatrias - SO, lavabos, vesturios, sala para acondicionamento de rgos e sangue, sala de

    depsito, secretaria, sala de estar, copa, expurgo, repousos, sala de equipamentos e materiais.

  • CENTRO CIRRGICOORGANIZAO

    Sala de Recuperao Ps Sala de Recuperao Ps -- Anestsica (SRPA)Anestsica (SRPA)

    Destina-se a receber e prestar assistncia paciente

    sob ao anestsica.

    Localiza-se prximo s SOs, permitindo fcil acesso ao atendimento dos cirurgies, anestesiologistas e da

    enfermagem.

  • CENTRO CIRRGICOORGANIZAO

    Central de Material e Esterilizao (CME)Central de Material e Esterilizao (CME)

    Destina-se ao preparo e esterilizao do material e equipamentos usados no CC e nas unidades do equipamentos usados no CC e nas unidades do

    hospital.

    Pode ser centralizada quando presta servio a todo hospital ou descentralizada, apenas vinculada ao CC.

  • CENTRO CIRRGICO

    ORGANIZAO FSICA

    SOSO(Contaminada)(Contaminada)

    SOSO(Contaminada)(Contaminada)

    SOSO(Potencial)(Potencial)

    ChefiaChefiaEnfermagem Enfermagem eeSecretariaSecretaria CopaCopa

    ChefiaChefiaMdica eMdica eSecretariaSecretaria

    L

    L

    DepsitoDepsito

    ExpurgoExpurgo

    RepousoRepouso

    L

    SRPASRPA

    SO SO (Limpa)(Limpa)

    VesturioVesturioFemininoFeminino

    SOSO(Limpa)(Limpa)

    Sala de Sala de EquipamentosEquipamentos

    Sala de Sala de MateriaisMateriais

    SOSO(Limpa)(Limpa)

    SO SO (Limpa)(Limpa)

    L

    L ExpurgoExpurgo

    CMECME

    Material Material EstrilEstril

    VesturioVesturioMasculinoMasculino

    Entrada

    L

  • SALA OPERATRIADEFINIO

    o local destinado realizao de intervenes cirrgicasintervenes cirrgicas.

  • SALA OPERATRIADIMENSIONAMENTO

    Segundo legislao brasileira, a capacidade do centro cirrgico estabelecida por:

    - proporo de leitos cirrgicos e- proporo de leitos cirrgicos e

    - salas operatrias.

    A ANVISA (MS) determina:

    01 sala operatria para cada:

    - 50 leitos no especializados ou

    - 15 leitos cirrgicos.

  • SALA OPERATRIADIMENSIONAMENTO

    A atual proporo merece uma anlise devido:

    - ao advento das cirurgias ambulatoriais e

    - aos avanos tecnolgicos.

  • CENTRO CIRRGICOSALA OPERATRIA SO

    ESTRUTURA FSICA

    Tamanho

    - SO pequena: 20 m, com dimenses mnimas de

    3,45m, destinada cirurgias oftalmolgicas e

    otorrinolaringolgicas.

  • CENTRO CIRRGICOSALA OPERATRIA SO

    ESTRUTURA FSICA

    Tamanho

    - SO mdia: 25 m, com dimenses mnimas de

    4,65m, destinada cirurgias gerais, ginecolgicas

    e urolgicas, entre outras.

  • CENTRO CIRRGICOSALA OPERATRIA SO

    ESTRUTURA FSICA

    Tamanho

    - SO grande: 36 m, com dimenses mnimas de 5m,

    destinada cirurgias neurolgicas, torcicas,

    cardacas e ortopdicas.

  • CENTRO CIRRGICOSALA OPERATRIA SO

    ESTRUTURA FSICA

    FormaRetangulares, quadradas ou circulares;Retangulares, quadradas ou circulares;

    ParedesRevestimento resistente, de fcil limpeza, de cor neutra

    e com cantos arredondados;

    PisoEscuro para evitar reflexos, no poroso, no condutor,

    resistente e de fcil limpeza;

  • Portas

    Largas, de fcil manuseio, com visores, do tipo vai-vm e com cantos protegidos com ao inoxidvel;

    CENTRO CIRRGICOSALA OPERATRIA SO

    ESTRUTURA FSICA

    e com cantos protegidos com ao inoxidvel;

    Janelas

    Atualmente so substitudas por sistema de ar condicionado ou por tijolos de vidros;

    Tomadas e interruptores

    Com pinos de reteno, em nmero de seis, distribudas por toda a sala.

  • Rede de gases

    Entradas individuais para: oxignio, xido nitroso e nitrognio.

    CENTRO CIRRGICOSALA OPERATRIA SO

    ESTRUTURA FSICA

    nitrognio.

    Sistema de vcuo

    Canalizado e porttil.

    Iluminao

    Feita por luz fria, focos cirrgicos e podendo aproveitar a iluminao natural.

  • Cirurgia Cardiovascular

  • Centro Cirrgicosala para parto cesria

    (maternidade)

  • CENTRO CIRRGICOCENTRO CIRRGICO

    SALA OPERATRIA SALA OPERATRIA SOSO

    EQUIPAMENTOSEQUIPAMENTOS

    FIXOSFIXOS MVEIS MVEIS

  • CENTRO CIRRGICOCENTRO CIRRGICO

    SALA OPERATRIA SALA OPERATRIA SOSO

    EQUIPAMENTOSEQUIPAMENTOS

    FIXOSFIXOS

    Negatoscpio;

    Canalizao de gases;

    Foco cirrgico central.

  • CENTRO CIRRGICOCENTRO CIRRGICO

    SALA OPERATRIA SALA OPERATRIA SOSO

    EQUIPAMENTOSEQUIPAMENTOS

    FOCO CIRRGICO

  • CENTRO CIRRGICOCENTRO CIRRGICO

    SALA OPERATRIA SALA OPERATRIA SOSO

    EQUIPAMENTOSEQUIPAMENTOS

    NEGATOSCPIO

  • CENTRO CIRRGICOCENTRO CIRRGICO

    SALA OPERATRIA SALA OPERATRIA SOSO

    EQUIPAMENTOSEQUIPAMENTOS

    MVEIS

    - Hamper;

    - Carro ou mesa de solues e materiais

    - Mesa cirrgica;

    - Aparelho de anestesia; - Carro ou mesa de solues e materiais esterilizados;

    -Mesa para medicamentos e material de

    consumo;

    - Balde de inox;

    - Escada;

    - Bisturi eltrico ou eletrocautrio;

    - Materiais para posicionar o paciente.

    - Aparelho de anestesia;

    - Aspirador de secrees;

    - Foco auxiliar;

    - Suporte de soro;

    - Suporte de brao;

    - Balana para pesar compressas e gazes;

    - Mesas auxiliares: de Mayo,

    de instrumentao e de roupas;

  • CENTRO CIRRGICOCENTRO CIRRGICO

    SALA OPERATRIA SALA OPERATRIA SOSO

    EQUIPAMENTOSEQUIPAMENTOS

    MESA CIRRGICA

  • CENTRO CIRRGICOCENTRO CIRRGICO

    SALA OPERATRIA SALA OPERATRIA SOSO

    EQUIPAMENTOSEQUIPAMENTOS

    MESA CIRRGICA

  • CENTRO CIRRGICOCENTRO CIRRGICO

    SALA OPERATRIA SALA OPERATRIA SOSO

    EQUIPAMENTOS MVEISEQUIPAMENTOS MVEIS

  • CENTRO CIRRGICOCENTRO CIRRGICO

    SALA OPERATRIA SALA OPERATRIA SOSO

    EQUIPAMENTOS MVEISEQUIPAMENTOS MVEIS

  • Sala OperatriaDisposio dos Materiais e

    Equipamentos

  • A Sala de Operaes

    Vesturio Pessoal como principal fonte exgena

    de bactrias

    Entrada sempre pelo vestirio Entrada sempre pelo vestirio Indumentria prpria

    Gorro, mscara, camisa, cala e props

    No estril, lavado especial com gua quente

    Circulao restrita ao centro cirrgico

  • A Sala de Operaes

    Vesturio Gorro

    Cobrir os cabelos

    Mscaras Mscaras Cobrir boca e nariz Funo de filtro:

    prevenir escape de gotculas expiradas

  • A Sala de Operaes

    Vesturio Camisas

    Tecido de malha densa Manga curta: facilitar anti-sepsia Manga curta: facilitar anti-sepsia

    dos braos

    Por dentro das calas

    Calas Fechada nos tornozelos por tubo

    de malha

  • A Sala de Operaes

    Vesturio Props

    Diminuir contaminao vinda dos sapatos

    Tecido, papel ou plstico Tecido, papel ou plstico Uso restrito ao centro cirrgico Abolido em alguns lugares

    Troca de gorro, mscara e props a cada operao Cirurgias infectadas

  • CirurgiaCirurgia

  • Cirurgia ou operao o tratamento de doena, leso ou

    deformidade externa e/ou interna com o objetivo deinterna com o objetivo de

    reparar, corrigir ou aliviar um problema fsico

  • CLASSIFICAO QUANTO AO POTENCIAL DE CONTAMINAO

    Portaria MS 2.616 / 98 classifica as cirurgias por potencial de contaminao da inciso cirrgica;

    A classificao das cirurgias dever ser feita no final do ato cirrgico, pelo cirurgio, de acordo com as seguintes indicaes;

  • CLASSIFICAO QUANTO AO POTENCIAL DE CONTAMINAO

    Cirurgias Limpas:

    - So aquelas realizadas em tecidos estreis ou passveis de descontaminao, na ausncia de processo infeccioso e inflamatrio local ou falhas tcnicas grosseiras, cirurgias eletivas com tcnicas grosseiras, cirurgias eletivas com cicatrizao de primeira inteno e sem drenagem aberta. Cirurgias em que no ocorrem penetrao nos tratos digestivos, respiratrio ou urinrio;

  • CLASSIFICAO QUANTO AO POTENCIAL DE CONTAMINAO

    Cirurgias Potencialmente Contaminadas:

    - So aquelas realizadas em tecidos colonizados por flora microbiana pouco numerosa ou em tecidos de difcil descontaminao, na ausncia de processo infeccioso e inflamatrio e com falhas tcnicas discretas no trans-inflamatrio e com falhas tcnicas discretas no trans-operatrio. Cirurgias com drenagem aberta enquadram-se nesta categoria. Ocorre penetrao nos tratos digestivos, respiratrio ou urinrio sem contaminao significativa.

  • CLASSIFICAO QUANTO AO POTENCIAL DE CONTAMINAO

    Cirurgias Contaminadas:- So aquelas realizadas em tecidos recentemente traumatizados e abertos, colonizados por flora bacteriana abundante, cuja descontaminao seja difcil ou impossvel, bem como todas aquelas em que tenham ocorrido falhas tcnicas grosseiras, na tenham ocorrido falhas tcnicas grosseiras, na ausncia de supurao local. Na presena de inflamao aguda na inciso e cicatrizao de segunda inteno, ou grande contaminao a partir do tubo digestivo. Obstruo biliar ou urinria tambm se incluem nesta categoria.

  • CLASSIFICAO QUANTO AO POTENCIAL DE CONTAMINAO

    Cirurgias Infectadas:

    - So todas as intervenes cirrgicas realizadas em qualquer tecido ou rgo, em presena de processo infeccioso (supurao local) e/ou tecido processo infeccioso (supurao local) e/ou tecido necrtico;

  • Quanto a Finalidade Diagnstica

    a explorao cirrgica que permitir ao mdico a confirmao do diagnstico; pode envolver remoo de tecido para posterior exame diagnostico(Laparotomia exploratria, biopsia de diagnostico(Laparotomia exploratria, biopsia de ndulo de mama)

    Ablativa a exciso ou remoo de uma parte doente do

    corpo (Amputao, remoo de apndice, colecistectomia)

  • Quanto a finalidade Paliativa

    Alivia ou reduz a intensidade dos sintomas da doena; no produzir cura (Colostomia, debridamento de tecido necrosado, resseco de razes nervosas)razes nervosas)

    Reparao/Restaurao Restaura o funcionamento ou aparncia de

    tecidos traumatizados ou defeituosos (Fixao interna de fraturas, reviso de cicatrizes)

  • Quanto a finalidade

    Obteno para Transplante

    Remoo de rgos e/ou tecidos de uma pessoa com morte cerebral declarada para serem transplantados em outra pessoa serem transplantados em outra pessoa Construtora

    Restaura uma funo perdida ou reduzida como resultado de anomalias congnitas (Reparo de fenda palatina, fechamento de septo atrial defeituoso)

  • Quanto a finalidade

    Cosmtica Realizada para melhorar a aparncia pessoal

    (Blefaroplastia para corrigir deformaes na plpebra; rinoplastia para remodelar o nariz)plpebra; rinoplastia para remodelar o nariz)

  • NOMECLATURA CIRUGICA

    O nome composto de raiz (identifica a parte do corpo a ser submetida cirurgia), somada ao prefixo ou ao sufixo

    Orqui (testculo), Atro (articulao), Gastro (estmago),

    Angio (vasos sangneos)Flebo (veia)Traqueo (traquia) Gastro (estmago),

    Entero (intestino), Salpinge ( trompas de falpio),Mamo ( mamas) Espleno ( bao), Nefro ( rin)

    Traqueo (traquia)Rino (nariz)Oto (ouvido) Oftalmo (olhos) Hister(o) (tero)Laparo (parede abdominal),

  • PrefixoEX (externo, fora)CIRCUN( ao redor)CISO( separao)

    Ex: Exoftalmia (Projeo acentuada do globo Ocular)

    Circunciso ou postectomia (Exciso do prepcio)

  • SUFIXOS

    Tomia: Inciso, corteStomia: Comunicar um orgo tubular oco, com exterior atravs de uma bocaEctomia: retitada parcial ou total de um orgoPlastia: reparao plstica

    Ex:Laparotomia

    ColostomiaPlastia: reparao plsticaPexia: fixaoCentese: puno de um orgo ou tecido para drenagem ou coleta de um lquidoScopia : visualizao de uma cavidade atravz de um aparelho especial

    Colostomia

    Esplenectoma

    Rinoplastia

    Nefropexia

    Laparoscopia

  • CATEGORIAS DE CIRURGIAS BASEADASNA URGNCIA

    CLASSIFICAO INDICAO P/ CIRURGIA EXEMPLOS

    Emergncia Sem demora Obstruo intestinalSangramento intenso

    Urgncia Dentro 24 48hs Infeco aguda dabexigabexigaCncer

    Necessria A condio exige a cirurgiadentro de algumas semanas

    Catarata

    Eletiva O tempo aproximado p/cirurgia coincide com aconvenincia do paciente

    Hrnia simplesCisto superficial

    Opcional Preferncia pessoal, adeciso parte do paciente

    Cirurgia plstica

  • Posio DORSAL ou SUPINA

    POSIPOSIES OPERATRIASES OPERATRIAS

  • Posio de TRENDELEMBURG

    POSIPOSIES OPERATRIASES OPERATRIAS

  • Posio de decbito VENTRAL ou PRONA

    POSIPOSIES OPERATRIASES OPERATRIAS

  • Posio de TRENDELEMBURG REVERSA ouPRCLIVE

    POSIPOSIES OPERATRIASES OPERATRIAS

  • Posio de decbito LATERAL

    POSIPOSIES OPERATRIASES OPERATRIAS

  • Posio de FOWLER ou SENTADA

    POSIPOSIES OPERATRIASES OPERATRIAS

  • Posio de LITOTOMIA ou GINECOLGICA

    POSIPOSIES OPERATRIASES OPERATRIAS

  • Posio de DEPAGE, CANIVETE ou

    V INVERTIDO

    POSIPOSIES OPERATRIASES OPERATRIAS

  • PERODO TRANSOPERATRIO

    Compreende desde o momento em que o paciente recebido no CC at o momento de

    seu encaminhamento para a sala de ps-recuperao anestsica (SRA) recuperao anestsica (SRA)

    PERODO INTRA-OPERATRIO

    Compreende desde o incio at o final da anestesia

  • As aes assistenciais desenvolvidas nessa fase devem atender no s as atividades tcnicas mas tambm as

    expectativas do paciente. Toda equipe deve estar atenta no sentido Toda equipe deve estar atenta no sentido de oferecer ao paciente apoio, ateno, respeitando sua crenas, seus valores,

    seus medos, suas necessidades, atendendo-o com segurana, presteza e

    eficcia.

  • TRANSOPERATRIO

    Receber o paciente no CC, apresentar-se ao paciente, verificar a pulseira de identificao e o pronturio.

    Confirmar informaes sobre o horrio de jejum, alergias, doenas anteriores como condutas de segurana;segurana;

    Encaminhar o paciente sala de operaes

    Colocar o paciente na mesa cirrgica de modo confortvel e seguro.

  • Monitorizar o paciente e mant-lo aquecido

    Auxiliar a equipe cirrgica a posicionar o paciente para a cirurgia

    Realizar o cateterismo vesical do paciente, quando necessrio

    Proteger a pele do paciente durante a anti-sepsia com produtos qumicos, aquec-lo, promover o massageamento ou realizar enfaixamento dos

    INTRA-OPERATRIO

    Auxiliar o anestesiologista durante a induo anestsica

    realizar enfaixamento dos membros, evitando a formao de trombos vasculares

    Registrar todos os cuidados prestados

  • FUNO DE ENFERMAGEM NO INTRA-OPERATRIO

    1.As funes de enfermagem na sala de operao so freqentemente descritas nos termos das atividades de circulao e instrumentao.

    2.A circulante gerencia a sala de operao e protege o paciente quanto suas necessidades de sade e segurana , monitoriza as atividades dos componentes da equipe cirrgica monitoriza as atividades dos componentes da equipe cirrgica e checa as condies da SO.

    3.Montagem da sala de operaes (SO)

    4.Circulao em SO

    5.Desmontagem da SO

  • Funes da circulante

    Garantir a higiene

    Adequar a temperatura, a umidade e luminosidade

    Garantir o funcionamento dos equipamentos com

    Segurana Disponibilizar os suprimentos e materiais Segurana Disponibilizar os suprimentos e materiais

    Monitorizar as praticas asspticas para evitar falhas tcnicas Coordena a equipe: RX, laboratrio

    Monitoriza o paciente durante o procedimento garantindo segurana e comodidade.

  • OUTRAS CONSIDERAES

    Bisturi:

    Faz-se necessrio aplicar gel condutor na placa neutra,para neutralizar a carga eltrica quando do contato damesma com o corpo do cliente, conforme orientao dofabricante.fabricante.

    A seguir, colocar a placa neutra sob a panturrilha ououtra regio de grande massa muscular, evitando reasque dificultem o seu contato com o corpo do cliente,como salincias sseas, pele escarificada, reas degrande pilosidade, pele mida.

  • TEMPO CIRRGICO

    PRIMEIRO:direse, que significa dividir, separar ou cortar os tecidos atravs do bisturi, bisturi eltrico, tesoura, serra ou laser. (Bisturi, tesouras, trpano)

    SEGUNDO: hemostasia, atravs de compresso direta com os dedos, uso de pinas, bisturi eltrico (termocautrio) ou sutura para prevenir, deter ou impedir o sangramento. (Kelly, Kocher, Rochester)

    TERCEIRO: Ao se atingir a rea comprometida, faz-se a exrese, que a cirurgia propriamente dita.

    QUARTO: A etapa final a sntese cirrgica, com a aproximao das bordas da ferida operatria atravs de sutura, adesivos e/ou ataduras. agulha de sutura presa no porta-agulha;

  • FIOS CIRRGICOS com ou sem agulhas, e sua numerao varia de 1 a 5 e de 0-0 a 12-0 (doze-zero).

    CLASSIFICADOS

    Fios absorvveis : absorvidos pelo organismo aps determinado perodo. O catgut de origem animal (do intestino delgado dos bovinos), podendo ser simples ( 2 a 3 semanas) ou cromado (6 meses.).

    Fios no-absorvveis permanecem encapsulados (envolvidos por tecido fibroso) nas estruturas internas e nas suturas de pele; devem ser removidos entre o 7 e o 10 dia de ps-operatrio.

    O sangramento de capilares pode ser estancado pela aplicao de substncia hemosttica no local.ex, a cera para osso - utilizada para estancar o sangramento sseo nas cirurgias ortopdicas e neurocirurgias. Outro recurso o bisturi eltrico, que pode ser utilizado com a funo de coagulao e seco (corte) dos tecidos, atravs da aplicao local de descargas eltricas.

  • Resposta ao traumatismo

    Inflamao proliferao de fibroblastos proliferao de vasos sanguneos

    (granulao)(angiognese).(granulao)(angiognese).

    sntese de tecido conjuntivo( colgeno). Epitelizao ( a partir das bordas ).

  • TIPOS DE ANESTESIA

    Objetivo: Estado de relaxamento, perda da sensibilidade e dos reflexos, de forma parcial ou total, provocada pela ao de drogas anestsicas, evitar a dor e facilitar o ato operatrio pela equipe cirrgica. Anestesia geral ( inconscincia.)

    Anestesia geral: administra-se o anestsico por via inalatria, endovenosa ou combinado (inalatria e endovenosa), com o objetivo de promover um estado reversvel de ausncia de sensibilidade, relaxamento muscular, perda de reflexos reversvel de ausncia de sensibilidade, relaxamento muscular, perda de reflexos e inconscincia devido ao de uma ou mais drogas no sistema nervoso.

    Raquianestesia indicada para as cirurgias na regio abdominal e de membros inferiores, porque o anestsico depositado no espao subaracnide da regio lombar, produzindo insensibilidade aos estmulos dolorosos por bloqueio da conduo nervosa.

  • Anestesia peridural o anestsico depositado no espao peridural, ou seja, o anestesista no perfura a duramater. O anestsico se difunde nesse espao, fixa-se no tecido nervoso e bloqueia as razes nervosas.

    Anestesia local infiltra-se o anestsico nos tecidos prximos ao local da inciso cirrgica. Utilizam-se anestsicos associados com a adrenalina, com o objetivo de aumentar a ao do bloqueio por vasoconstrio e prevenir sua rpida absoro bloqueio por vasoconstrio e prevenir sua rpida absoro para a corrente circulatria.

    Anestesia tpica est indicada para alvio da dor da pele lesada por feridas, lceras e traumatismos, ou de mucosas das vias areas e sistema geniturinrio

  • O CUIDADO DE ENFERMAGEM NO PS-OPERATRIO

    Ps-operatrio inicia-se a partir da sada do cliente da sala de operao e perdura at sua total recuperao. Subdivide-se :Ps-operatrio imediato (POI): at s 24 horas posteriores cirurgia;Ps-operatrio mediato: aps as 24 horas e at 7 dias depois; e tardio, aps 7 dias do recebimento da alta.tardio, aps 7 dias do recebimento da alta.

    Objetivos: identificar, prevenir e tratar os problemas comuns aos procedimentos anestsicos e cirrgicos, tais como dor, laringite ps- entubao traqueal, nuseas, vmitos, reteno urinria, flebite ps-venclise e outros, com a finalidade de restabelecer o seu equilbrio.

  • ASSISTNCIA DE ENFERMAGEM NA RECUPERAO PS-ANESTSICA

    O perodo de recuperao anestsica considerado crtico, pois os pacientes encontram-se muitas vezes inconscientes, entorpecidos e com diminuio dos reflexos protetores.reflexos protetores.

    A enfermagem deve estar voltada para a individualidade de cada paciente, desde a admisso, at a alta da unidade. (prestando tambm informaes aos familiares que aguarda notcias).

  • VIGILNCIA CONSTANTE AT SUA COMPLETA RECUPERAO

    Estabilidade hemodinmica

    Amplitude respiratria normalizadas

    Saturao de O nos limites normais Saturao de O nos limites normais

    Estabilidade da temperatura corporal

    Estado de consciente

  • AVALIAO BSICA PS-OPERATORIO IMEDIATA

    Avaliao da permeabilidade da via area e toma providncias necessrias. Avalia a presena de ronquido, estridor, sibilos ou diminuio do murmrio vesicular;

    Aplicar oxignio umidificado atravs de cnula nasal ou mscara facial;

    Registrar os SSVV (presso arterial, freqncia, fora e ritmo Registrar os SSVV (presso arterial, freqncia, fora e ritmo cardaco, freqncia e profundidade das respiraes, saturao de oxignio, colorao da pele e temperatura.)

    Avaliar condio do local da cirurgia

    Avaliar nvel de conscincia.

  • Escala de Aldrete e Kroulik

    Atividade Capaz de mover 4 membros voluntariamente ou sob comando

    Capaz de mover 2 membros voluntariamente ou sob comando

    Incapaz de mover os membros voluntariamente ou sob comando

    22

    11

    00

    Respirao Capaz de respirar profundamente ou tossir livremente

    Dispnia ou limitao da respirao

    Apnia

    22

    11

    00

    Circulao PA 20% do nvel pr-anestsico 22Circulao PA 20% do nvel pr-anestsico

    PA 20-49% do nvel pr-anestsico

    PA 50% do nvel pr-anestsico

    22

    11

    00

    Conscincia Lcido, orientado no tempo e espao

    Desperta, se solicitado

    No responde

    22

    11

    00

    Saturao Capaz de manter sat de O maior que 92% respirando em ar ambiente

    Necessita de O para manter sat de O maior que 90%

    Saturao de O menor que 90% com O suplementar

    22

    11

    00

  • O PS- OPERATRIO IMEDIATO

    Manuteno da hemostasia rganica

    Promoo dos parametros e funes rganicos vitais

    Monitorizao das funes vitais (repirao, circulao, metabolismo, sensorial e excretora)

    Manuteno da vias areas

    Aspirao traquealAmbu ou ventilador mecnico ou artificialHiperestenso do pescoo ( se no houver contra indicao)Posio no leito

  • Controle e equilbrio hemodinmico

    Monitorizao continua da atividade eltrica do coraoPAPVCInvestigar e observar criteriozamente sinais de sangramanto (cirurgia)

    Controle e balano hidrcoControle e balano hidrco

    Controle da dor e promoo de conforto

    Posicionamento adequado Administrao de analgsico

  • Alterao dos sinais vitais (TPR-PA)

    Hipertermia :retirar os cobertores, resfriar o ambiente, aplicar compressas frias nas regies da fronte, axilar e inginal e medicar antitrmico, de acordo com a

    A hipotenso arterial:Hidratao rigorosa pela via EV, Mantendo-se posio de Trendelemburg - para melhorar o retorno venoso Administrando-lheoxignio.

    PRINCIPAIS COMPLICAES

    antitrmico, de acordo com a prescrio;

    Hipotermia: o cliente deve ser agasalhado e sua temperatura monitorada

  • a) Dor: Geralmente na regio da cirurgiaAes: afrouxar e/ou trocar os curativos, aliviar a reteno de urina e fezes, fazer a mudana de decbito, apoiar segmentos do corpo em coxins e aplicar compressas frias ou quentes, escurecer o ambiente e

    ALTERAES NEUROLGICAS

    Cefalia ps Raquianestesia:Decbito baixo em posio supina, Hidratao adequada por VO e/ou EVAdministrao de analgsicos prescritosfrias ou quentes, escurecer o ambiente e

    diminuir os barulhos, estimulando o cliente a repousar e/ou proporcionar-lhe algo que o distraia, por exemplo, televiso, msica, revistas, etc.Administrao de medicao

    prescritos

  • SonolnciaA sonolncia uma caracterstica muito freqente no cliente cirrgico.

    Aes:avaliao do nvel de conscincia deve ser sempre verificada mediante alguns estmulos (perguntas, estmulo ttil) alteraes podem indicar complicaes graves como, por exemplo, hemorragia interna.

    SoluoOs soluos so espasmos intermitentes do diafragma, provocados pela

    irritao do nervo frnico. No ps-operatrio, suas causas mais comuns so a irritao do nervo frnico. No ps-operatrio, suas causas mais comuns so a distenso abdominal e a hipotermia.Aes:aspirao ou lavagem gstrica (na distenso abdominal), deambulao, aquecimento do cliente hipotrmico e mudana de decbito. Outras, orientar o cliente para inspirar e expirar em um saco de papel, porque o dixido de carbono diminui a irritao nervosa; ou administrar lhe metoclopramida (Plasil) de acordo com a prescrio mdica

  • COMPLICAES RESPIRATRIAS: Limitao na expanso pulmonar acumulo de secreo traqueobronquica e dificuldade do cliente em elimina-la.

    Atelectasia: colabamento dos alvolos pulmonares pela obstruo dos brnquios por tampo mucoso

    Manifestaes: aumento na frequencia

    Aes:

    Manuteno da ventilao (artificial)Permeabilidade das vias Manifestaes: aumento na frequencia

    respiratria Dispnia, hipoventilao pulmonar, cianose, agitao, alterao de nvel de consincia.

    Permeabilidade das vias areas(Aspirao traqueal posicionamento adequado) Estimulao da tosse, Estimulao de exerccios respiratrios, Realizar neanbulizao, Mudana de decbito.

  • PNEUMONIA: Inflamao do parenquima pulmonar (alvolos) normalmente provocada por um processo infecciosos, geralmente de origem bacteriana (Estase pulmonar)

    Manifestaes:

    Dor torcica

    Febre

    Preveno:

    Mudana de decbito

    Promoo de expectoraoFebre

    Tosse produtiva

    Calafrios

    Prostao

    Eliminao de muco purulento

    Dispnia

    Aes;

    Administrao de medicao

    Higiene corporal

    Estimular ingesta hdrica

    Estimular deambulao

  • Embolia Pulmonar: embolo de gordura de ar ou de coagulo sanguneo se desloca atravs da corrente sangunea ate o ramo de um vaso pulmonar(artria e veias pulmonares) ocasionando obstruo parcial ou total

    Manifestaes:

    COMPLICAES PULMONARES

    Aes: Preveno do quadro de trombo embolismoExame fsico Realizar exerccios ativos ou passivos (simples contraes musculares podera ajudar no retorno venoso) Manifestaes:

    Dor aguda no peito( comum na fase aguda), Dispnia, Diaforese, Ansiedade Agitao Alteraes de nvel de conscincia podendo levar a morte.

    retorno venoso) Utilizar meias Controlar administrao de medicamento, Estimular a deambulao , mudana de decbito em intervalos regulares)

  • Complicaes urinriasComplicaes urinrias: infeco urinria e a reteno urinria (bexigoma), geralmente causada por falhas na tcnica de sondagem vesical e refluxo da urina. Manifestao: hipertermia, disria e alteraes nas caractersticas da urina.

    Aes:higiene ntima adequada do cliente, bem como tcnica assptica na passagem da sonda e sempre utilizar extenses, conectores e coletores esterilizados com sistema fechado de drenagem.Reteno urinria: medicando o cliente contra a dor, promovendo sua privacidade, mudando-lhe de posio (se no houver contra-indicao) e avaliando a presena de dobraduras e grumos nas extenses das sondas e avaliando a presena de dobraduras e grumos nas extenses das sondas e drenos nas proximidades da bexiga.

  • ! COMPLICAES GASTRINTESTINAIS

    a) Nuseas e vmitoOs efeitos colaterais dos anestsicos e a diminuio do peristaltismo

    ocasionam distenso abdominal, acmulo de lquidos e restos alimentares no trato digestrio; em conseqncia, o cliente pode apresentar nuseas e vmito.

    Aes: clientes sem sonda nasogstrica devem ser colocados em decbito lateral ou com a cabea lateralizada para facilitar a drenagem do vmito pela boca. boca.

    Aes: clientes com sonda nasogstrica, abrir a sonda e, mantendo-a aberta, proceder aspirao para esvaziar a cavidade gstrica.Administrar antiemticos, passar a sonda nasogstrica (mantendo- a aberta) e aspirar mais freqentemente o contedo gstrico, de acordo com as orientaes da enfermeira e/ou mdico

  • Constipao intestinal: Diminuio do peristaltismo provocada pelo efeito colateral do anestsico, imobilidade prolongada no leito, quadro inflamatrio, exposio e manipulao do intestino durante as cirurgias abdominais e o medo da dor. Como resultado, ocorre reteno de fezes acompanhada ou no de dor, desconforto abdominal e flatulncia.

    Ao: movimentao no leito, deambulao precoce, ingesto de lquidos e aceitao de alimentos ricos em celulose. A aplicao de calor na regio aceitao de alimentos ricos em celulose. A aplicao de calor na regio abdominal e a orientao, ao cliente, para que degluta menos ar ao beber ou ingerir alimentos pode ajudar no retorno do movimento peristltico e diminuir o acmulo de gases. promover sua privacidade para que possa eliminar os gase, o mdico pode prescrever laxante no perodo noturno e/ou lavagem intestinal.

  • SedeProvocada pela ao inibidora da atropina, perdas sangneas e de lquidos pela cavidade exposta durante o ato operatrio, sudorese e hipertermia.

    Ao: A equipe de enfermagem deve observar a presena de sinais de desidratao (alterao no turgor da pele e da PA e diminuio da diurese), manter a hidratao por via oral e, nos clientes impossibilitados de hidratar-se por via oral, umidificar os lbios e a boca, realizar higiene oral e manter hidratao endovenosa.

  • HemorragiaPrimaria: se relaciona com o processo cirurgicoIntermediaria: primeiras 12 horas de ps operatorioSecundaria: ate 24 horas aps a cirurgiaInterna: se faz para o interior de uma cavidadeExterna: a localizao do sangramento e visvel o sangue se exterioriza

    COMPLICAES VASCULARES

    Manifestaes: taquicardia, taquipnia, acrocianose, hipotenso ,choque.

  • Aes:

    Controlar SV,

    Posicionamento

    Adequado de acordo com possibilidade,

    Supresso do sangramento(compresso dos vasos ou tecidos quando possvel),ou tecidos quando possvel),Cateterismo vesical, sonda nasogstrica, Lavagem gastrica no caso de hemorragia digestiva, Controlar medicamentos e solues administradas incluindo hemoderivados, coleta e amostra deexames

  • INFECO DA FERIDA CIRRGICACaracteriza-se pela presena de secreo purulenta que varia de clara inodora

    a pus espesso com odor ftido, com a presena ou no de necrose nas bordas da ferida.

    Quando ocorre um processo inflamatrio, normalmente os sintomas se manifestam entre 36 e 48 horas aps a cirurgia, mas podem passar desapercebidos devido antibioticoterapia.Preveno: preparo pr-operatrio adequado, utilizao de tcnicas asspticas, observao dos princpios da tcnica de curativo e alerta aos sinais que caracterizam a infeco.caracterizam a infeco.

    Os clientes devem ser orientados quanto aos cuidados, durante o banho, com o curativo fechado. Nas instituies que tm por rotina trocar o curativo somente aps o 2o dia ps-operatrio (DPO), o mesmo deve ser coberto com plstico, como proteo gua do chuveiro - caso molhe-se acidentalmente, isto deve ser notificado.

    Nas instituies onde os curativos so trocados diariamente, o curativo pode ser retirado antes do banho, para que o cliente possa lavar o local com gua e sabo, e refeito logo aps.

  • Stio Cirrgico

  • DeiscnciaAbertura total ou parcial da inciso cirrgica provocada por

    infeco, rompimento da sutura, distenso abdominal, ascite e estado nutricional precrio do cliente.Ao: lavagem ou irrigao do local com soluo fisiolgica, podendo haver a necessidade de o cliente revisar os pontos cirrgicos.

    A troca do curativo pode ou no ser atribuio da equipe de A troca do curativo pode ou no ser atribuio da equipe de enfermagem e o tempo de permanncia dos curativos fechados depende da rotina da instituio ou da equipe mdica. Todos os curativos com sada de secrees (purulenta, sanginolenta) devem ser do tipo fechado; nos casos de sangramento, indica-se o curativo compressivo.

  • PS OPERATRIO MEDIATO

    As primeiras 24 horas aps o ato cirrgico (h dor mas com menos intesidade)

    Promoo de deambulao precoce

    Higiene aps a cirurgia

    Realizar curativo aps o banho

  • PS OPERATRIO TARDIO

    Dficil determinao

    Se relaciona com o desaparecimento dos achados clnicos(dor , mal estar, instabilidade dos sistemas rganicos)

    Evoluo da cicatrizao do processo cirrgico

    As aes de enfermagem se baseam nas manifestaes do cliente aps a cirurgia

    Orientao do auto cuidado

  • Principais dispositivos utilizados em Clnica Cirrgicaem Clnica Cirrgica

  • CATETERESCATETERESCATETERESCATETERES

  • Acessos VenososAcessos Venosos

    Principais indicaes: Retirada de amostra de sangue

    para exames Introduo de medicamentos

    para urgncia ou no Administrao de anestesia

    Podem ser divididos em dois grupos

    Acesso Venoso Perifrico

    Acesso Venosos Administrao de anestesia Monitorizao da PVC Transfuso sangnea e

    hemoderivados Hidratao de correo de

    distrbios eletrolticos Introduo de nutrientes Introduo de contrastes para

    imagens e diagnsticos Colocao de prteses

    Acesso Venosos Central

  • Acesso Venoso Perifrico

    So curtos, introduzidos nas veias das extremidades um procedimento rotineiro Veias das extremidades superiores so as mais utilizadas Veias extremidades inferiores casos extremos, risco de

    tromboembolismotromboembolismo

    As punes devem ser feitas na parte mais distal do segmento Cateteres de ao tipo borboleta Cateteres introduzidos atravs de agulha

  • Acesso Venoso Perifrico Devem ser evitadas:

    Veias localizadas abaixo de reas de infiltrao endovenosaanterior;

    Veias com sinais de flebite Veias endurecidas que sugerem a presena de esclerose ou Veias endurecidas que sugerem a presena de esclerose ou

    trombos

    Brao com fstula arteriovenosa Leses de continuidade da pele, edema e infeco Brao do lado homolgo a uma mastectomia Segmentos acometidos por distrbios de movimentao

    e/ou sensibilidade.

  • Acesso Venoso Perifrico

    Trocar locais de puno a cada 72 horas (SCIH) flebite relacionada com permannciaprolongada do dispositivo em um mesmo local

    Infiltrao dor ou ligeiro desconforto nolocal de insero, edema e diminuio ou parado gotejamento da soluo que est sendoinfundida

    Flebites

  • Acesso Venoso Central Insero de um cateter na veia cava superior ou inferior

    atravs de uma veia calibrosa (veia subclvia, jugular interna efemoral) que se dirige a esses vasos

    Administrao de todo tipo de terapia endovenosa

    Cateteres divididos em 4 grupos de acordo com o local deinsero: PICC Cateter percutneo (no tunelado) Cateter de longa permanncia (semi-implantvel tunelado) Cateter totalmente implantvel

    Realizar radiografia para posicionamento

  • Acesso Venoso Central

    Complicaes:

    Erro de tcnica

    Obstruo por cogulos

    Trombose vascular

    Oferecimento de lquidos emquantidades superior capacidadevascular;

    Entrada de ar no sistema;

    Extravasamento de sangue da veia Trombose vascular

    Infeco

    Extravasamento de sangue da veia

    Irritao da veia

    Reao alrgica

    Infeco local

    Reao pirognica

  • Acesso Venoso Central

    Indicao de retirada dos cateteres:

    Deixam de cumprir a finalidade para a qual foram colocados

    Complicaes tcnicas: no se deve tentar desobstruir cateteres de longa permanncia

    Complicaes infecciosas: Infeco de stio, infeco de tnel ou bolsa

    subcutnea e infeco de corrente sangunea primria

  • Acesso arterial

    Puno de artria (radial, braquial ou femoral)para coleta de sangue arterial ou cateterizaocontnua para aferio de Presso ArterialInvasivaInvasiva

    Cuidados com anti-sepsia

    Formao de hematomas

  • DRENOSDRENOSDRENOSDRENOS

  • Drenagem torcica

    O dreno utilizado na drenagem torcica deve ser firme eflexvel, com orifcios ao longo da poro que permanecer nacavidade intrapleural e com marcas radiopacas que permitamvisualizao radiogrfica

    fixado a parede torcica por meio de sutura na peleutilizando um fio de maior resistncia

    Sua extremidade externa deve ser conectada a um sistemaem selo d`gua estril que deve permanecer abaixo no nveldo trax

  • Drenagem torcica A retirada brusca de grande

    quantidade de lquido pode causarsncope por reflexo vasovagal ou atedema pulmonar homolateral deveser clampeado por 15 minutos aps aretirada de cada 1000ml de lquido

    Observar sinais de vazamento nosistema

    Observar sinais de vazamento nosistema

    Fuga area Oscilao Ordenha pina rolete Troca do Selo Dgua 500 ml SF 0,9% Anotao rigorosa do volume

    drenado e aspecto da drenagem

  • Dreno de Suco

    Condies que prev acmulo de lquidos emgrande quantidade ou por perodosprolongados

    Feito de polietileno com mltiplasfenestraesfenestraes

    Em sua poro externa conectado umreservatrio contendo um orifcio para sadade ar

    Ao se retirar o ar desse reservatrio, cria-se ovcuo fazendo a aspirao ativa do contedodentro da ferida

  • Dreno de Suco

    Ao se esvaziar o lquido coletado dentro doreservatrio, realiza-se nova retirada do ar eh retorno da presso negativa

    Para xito. necessrio que a ferida estejaocluda permitindo a criao de pressonegativa em seu interior com conseqentesada de lquido

  • Dreno LaminarPenrose

    Dispositivo de ltex constitudo por duaslminas finas e flexveis unidas entre si,permitindo o escoamento de lquidos entresuas superfciessuas superfcies

  • Dreno LaminarPenrose

    Ponto de declive dois ou trs drenos justapostospara uma drenagem mais eficaz;

    Observar e mobilizar o dreno com intervalos de 12horas para evitar depsitos de fibrina que possamhoras para evitar depsitos de fibrina que possamocluir seu lmen

    O orifcio de sada do dreno deve ser ocludo comgaze estril e nos casos de drenagem de grandequantidade de lquido, deve-se preferir a bolsaplstica estril.

  • Dispositivos Ceflicos

    Drenos: Drenagem de hematomas, abcessos e empiema

    subdural atravs de sistema de suco

    Cateter: Monitorizaocontnua da presso

    intracraniana

    Derivaes: DVP, DVA, DVE

  • SONDAS

  • Sondagem vesical As sondas urinrias so de dois tipos:

    Sonda uretral (Nelaton) de alvio Em caso de reteno urinria aguda

    Sonda de Foley de demora Necessidade de observao continuada do fluxo

    urinrio ou quando h necessidade de permannciados msculos vesicais em repouso

  • Sondagem vesical

    Avaliar indicao Tcnica rigorosa de anti-

    sepsia

    Usar sistema de drenagem fechada com drenagem fechada com vlvula anti-refluxo

    Evitar irrigaes da bexiga

    Dbito e aspecto da eliminao

  • Cistostomia Passagem de tubo para a bexiga, por via suprapbica, por puno

    percutnea ou por meio de cirurgia

    Indicaes: Cateterismo vesical via uretral difcil (Estenose uretral ou do

    colo vesical) Reteno urinria aguda ou crnica Reteno urinria aguda ou crnica Traumatismos uretrais ou vesicais (ruptura do trato urinrio) Ps-operatrio de cirurgias vesicais e prostticas Cirurgias de ampliao ou substituio vesical Anomalias congnitas Sondagem vesical de demora prolongada pctes crnicos

    Sonda de Foley rotina de troca a cada 21 dias com stio bem delimitado.

  • Sondagem Retal

    Lavagem intestinal Eliminar ou evitar a

    distenso abdominal e flatulncia,

    Facilitar a eliminao de fezes,

    Atentar para tempo de permanncia da sonda

    Anotar dbito e caractristicas das

    fezes, Remover sangue nos

    casos de melena Preparar o paciente para

    cirurgia, exames e tratamento do trato intestinal.

    caractristicas das eliminaes

  • ANXIA EPISTAXE TETRAPLEGIA POLACIRIA HEMIPLEGIA

    HEMOPTISE OLIGRIA PARESTESIA PARALISIA ANRIA

    HIPXIA BEXIGOMA AFASIA ANALGESIA GLICOSRIA

    SNCOPE DISFAGIA GLICEMIA NOCTRIA ANOREXIA

    POLIDIPSIA FECALOMA ENTERORRAGIA INCONTINNCIA LETARGIA

    HEMATMESE MELENA DISLALIA DISRIA ATONIA

    ESTEATORRIA SIALORRIA MIDRASE HEMATRIA PIRIA

  • Centro Cirrgico Ambulatorial

  • CIRURGIA AMBULATORIAL (NO MESMO DIA)

    Vantagens

    Custo reduzido para o paciente, hospital,

    planos e seguros;

    Reduo do estresse psicolgico do

    paciente;paciente;

    Menor evidencia de infeco hospitalar;

    Menor tempo de trabalho perdido pelo

    paciente;

    Interrupo mnima das atividades e vida

    familiar do mesmo;

  • 4.2 Desvantagens

    Menor tempo para avaliar o paciente e

    realizar o ensino pr-operatrio;

    Menor oportunidade para avaliar as Menor oportunidade para avaliar as

    complicaes ps-operatrios tardias. Esta

    responsabilidade fica principalmente com o

    paciente;