Clnica Cirrgica e Centro Cirrgico

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    19-Jan-2017

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Assistncia de Enfermagem:Clnica Cirrgica e Centro Cirrgico Clnica Cirrgica e Centro Cirrgico Enfa. Esp. Renata RomualdoSetembro/2011ENFERMAGEM PERIOPERATRIOFase Pr-OperatriaFase Intra-OperatrioFase Intra-OperatrioFase Ps-OperatrioO CUIDADO DE ENFERMAGEM NO PR-OPERATRIOAbrange desde o momento da deciso Abrange desde o momento da deciso cirrgica at a transferncia do cliente para a mesa cirrgica. PERODO PR-OPERATRIO DIVIDE-SE EM MEDIATO E IMEDIATO:*Pr-operatrio mediato: o cliente submetido a exames queauxiliam na confirmao do diagnstico e que auxiliaro oplanejamento cirrgico, o tratamento clnico para diminuir ossintomas e as precaues necessrias para evitar complicaes ps-operatrias, ou seja, abrange o perodo desde a indicao para acirurgia at o dia anterior mesma;* Pr-operatrio imediato: corresponde s 24 horas anteriores cirurgia e tem por objetivo preparar o cliente para o ato cirrgicomediante os seguintes procedimentos: jejum, limpeza intestinal,esvaziamento vesical, preparo da pele e aplicao de medicaopr-anestsica.PR-OPERATRIO MEDIATOPreparo emocionalOrientar quanto a dor e nuseaOrientar quanto a deambulao precoce,ensinar movimentos ativos dos MMIIMensurar dados Antropomtricos(peso e altura), sinais vitais para posteriores comparaes.Encaminhar para realizar exames de sangue, raio-X, ECG, TC e outros.Preparo do intestino quando indicado dias antes ou na noite anterior a cirurgia.PR-OPERATRIO IMEDIATOPrevenindo complicaes anestsicas1. Jejum de 6 a 12 horas antes da cirurgiaobjetiva evitar vmitos e prevenir aaspirao de resduos alimentares poraspirao de resduos alimentares porocasio da anestesia.PREPARO DA PELEPreveno de complicaes com relao a infecoPele2.Higiene pessoal ( banho com germicida clorexidina)3. Tricotomia : mximo 2 horas antes ou no prprio centro cirrgico, em menor rea possvel e com mtodo o menos agressivoLAVAGEM INTESTINAL4.Esvaziamento Intestinal (8 a 12 horas antes do ato cirrgico)Laxativos (medicamentos)Lavagem intestinal ou Enteroclisma a introduo de lquido (volume mximo de 2000ml) no intestino, atravs do nus ou da boca da colostomia, com o objetivo de promover o esvaziamento intestinal)Enema ( a aplicao de no mximo 500ml de substncia (contraste radiolgico, medicamento, etc.) pelo reto.5. Remoo de jias, anis , prteses dentrias, lente de contato6. Esvaziamento da bexigaEsvaziamento espontneo: antes do pr-anestsico.Sonda vesical de demora: cirurgias em que a mesma necessite ser mantida vazia, ou naquelas de longa durao , o que feito, geralmente e realizado no centro cirrgico. ESVAZIAMENTO DA BEXIGA7. Verificar Sinais Vitais antes de encaminhar para CC8.Verificar o pronturio, exames, consentimento livre informado, prescrio e registro de enfermagem e encaminhamento junto ao paciente9.Administrar medicamento Pr-anestsico (45 a 60 minutos antes do incio da anestesia)10.Manter ambiente silenciosos para promover relaxamento10.Manter ambiente silenciosos para promover relaxamento11.Vestir o paciente (camisola, gorro, prope)12. Promover limpeza e arrumao da unidadeOS MPA MAIS COMUNS SO : Opiceos -Benzodiazepnicos - Hipnticos - Neurolpticos -Paciente encaminhado para o Centro CirrgicoCentro CirrgicoCENTRO CIRRGICODEFINIO uma unidade hospitalar assistencial, onde so realizadas intervenes cirrgicasintervenes cirrgicas, visando a atender intercorrncias clnicas, com suporte da ao de uma equipe de profissionais integrada.Devido realizao de procedimentos invasivos, considerado uma unidade de alerta mximo.CENTRO CIRRGICOEQUIPE PROFISSIONAL INTEGRADAEquipe CirrgicaEquipe CirrgicaConjunto de profissionais e ocupacionais que, num processo dinmico e interativo, num processo dinmico e interativo, prestam assistncia sistematizada e global ao paciente durante sua permanncia na unidade de centro cirrgico.CENTRO CIRRGICOFINALIDADESRealizar intervenes cirrgicas e encaminhar o paciente unidade de origem na melhor condio possvel de integridade;Servir campo de estgio para a formao e aprimoramento de recursos humanos;Desenvolver programas e projetos de pesquisa, voltados especialmente para o desenvolvimento cientfico e tecnolgico de ponta.CENTRO CIRRGICOLOCALIZAOO centro cirrgico deve ter localizao especiallocalizao especialno hospital atendendo os seguintes requisitos:rea independente da circulao geral;rea independente da circulao geral;Local de pouco rudo para reduzir os estmulos sonoros que possam interferir na concentrao da equipe cirrgica e desencadear estresse do paciente;Prxima das unidades de internao cirrgica, pronto socorro e UTI.ESTRUTURA DO CENTRO CIRRGICO (CC)Devido ao seu risco:* No-restrita : as reas de circulao livre ( vestirios, corredor de entrada e sala de espera de acompanhantes).*Semi-restritas : pode haver circulao tanto do pessoal como de *Semi-restritas : pode haver circulao tanto do pessoal como de equipamentos, sem contudo provocarem interferncia nas rotinas de controle e manuteno da assepsia( salas de guarda de material, administrativa, , copa e expurgo)*Restrita - o corredor interno, as reas de escovao das mos e a sala de operao (SO) ; para evitar infeco operatria, limita-se a circulao de pessoal, equipamentos e materiais.CENTRO CIRRGICOORGANIZAOEstrutura FsicaEstrutura FsicaO centro cirrgico se divide em trs setores:Centro cirrgico propriamente dito;Sala de recuperao ps-anestsica (SRPA);Central de material de esterilizao (CME).CENTRO CIRRGICOORGANIZAOCentro Cirrgico Propriamente DitoCentro Cirrgico Propriamente DitoSalas operatrias - SO, lavabos, vesturios, sala para Salas operatrias - SO, lavabos, vesturios, sala para acondicionamento de rgos e sangue, sala de depsito, secretaria, sala de estar, copa, expurgo, repousos, sala de equipamentos e materiais.CENTRO CIRRGICOORGANIZAOSala de Recuperao Ps Sala de Recuperao Ps -- Anestsica (SRPA)Anestsica (SRPA)Destina-se a receber e prestar assistncia paciente sob ao anestsica.Localiza-se prximo s SOs, permitindo fcil acesso ao atendimento dos cirurgies, anestesiologistas e da enfermagem.CENTRO CIRRGICOORGANIZAOCentral de Material e Esterilizao (CME)Central de Material e Esterilizao (CME)Destina-se ao preparo e esterilizao do material e equipamentos usados no CC e nas unidades do equipamentos usados no CC e nas unidades do hospital.Pode ser centralizada quando presta servio a todo hospital ou descentralizada, apenas vinculada ao CC.CENTRO CIRRGICOORGANIZAO FSICASOSO(Contaminada)(Contaminada)SOSO(Contaminada)(Contaminada)SOSO(Potencial)(Potencial)ChefiaChefiaEnfermagem Enfermagem eeSecretariaSecretaria CopaCopaChefiaChefiaMdica eMdica eSecretariaSecretariaLLDepsitoDepsitoExpurgoExpurgoRepousoRepousoLSRPASRPASO SO (Limpa)(Limpa)VesturioVesturioFemininoFemininoSOSO(Limpa)(Limpa)Sala de Sala de EquipamentosEquipamentosSala de Sala de MateriaisMateriaisSOSO(Limpa)(Limpa)SO SO (Limpa)(Limpa)LL ExpurgoExpurgoCMECMEMaterial Material EstrilEstrilVesturioVesturioMasculinoMasculinoEntradaLSALA OPERATRIADEFINIO o local destinado realizao de intervenes cirrgicasintervenes cirrgicas. SALA OPERATRIADIMENSIONAMENTOSegundo legislao brasileira, a capacidade do centro cirrgico estabelecida por:- proporo de leitos cirrgicos e- proporo de leitos cirrgicos e- salas operatrias.A ANVISA (MS) determina:01 sala operatria para cada:- 50 leitos no especializados ou - 15 leitos cirrgicos.SALA OPERATRIADIMENSIONAMENTOA atual proporo merece uma anlise devido:- ao advento das cirurgias ambulatoriais e- aos avanos tecnolgicos.CENTRO CIRRGICOSALA OPERATRIA SOESTRUTURA FSICATamanho- SO pequena: 20 m, com dimenses mnimas de 3,45m, destinada cirurgias oftalmolgicas e otorrinolaringolgicas.CENTRO CIRRGICOSALA OPERATRIA SOESTRUTURA FSICATamanho- SO mdia: 25 m, com dimenses mnimas de 4,65m, destinada cirurgias gerais, ginecolgicas e urolgicas, entre outras.CENTRO CIRRGICOSALA OPERATRIA SOESTRUTURA FSICATamanho- SO grande: 36 m, com dimenses mnimas de 5m, destinada cirurgias neurolgicas, torcicas, cardacas e ortopdicas.CENTRO CIRRGICOSALA OPERATRIA SOESTRUTURA FSICAFormaRetangulares, quadradas ou circulares;Retangulares, quadradas ou circulares;ParedesRevestimento resistente, de fcil limpeza, de cor neutra e com cantos arredondados;PisoEscuro para evitar reflexos, no poroso, no condutor, resistente e de fcil limpeza;PortasLargas, de fcil manuseio, com visores, do tipo vai-vm e com cantos protegidos com ao inoxidvel;CENTRO CIRRGICOSALA OPERATRIA SOESTRUTURA FSICAe com cantos protegidos com ao inoxidvel;JanelasAtualmente so substitudas por sistema de ar condicionado ou por tijolos de vidros;Tomadas e interruptoresCom pinos de reteno, em nmero de seis, distribudas por toda a sala.Rede de gasesEntradas individuais para: oxignio, xido nitroso e nitrognio.CENTRO CIRRGICOSALA OPERATRIA SOESTRUTURA FSICAnitrognio.Sistema de vcuoCanalizado e porttil.IluminaoFeita por luz fria, focos cirrgicos e podendo aproveitar a iluminao natural.Cirurgia CardiovascularCentro Cirrgicosala para parto cesria (maternidade)CENTRO CIRRGICOCENTRO CIRRGICOSALA OPERATRIA SALA OPERATRIA SOSOEQUIPAMENTOSEQUIPAMENTOSFIXOSFIXOS MVEIS MVEIS CENTRO CIRRGICOCENTRO CIRRGICOSALA OPERATRIA SALA OPERATRIA SOSOEQUIPAMENTOSEQUIPAMENTOSFIXOSFIXOSNegatoscpio;Canalizao de gases;Foco cirrgico central.CENTRO CIRRGICOCENTRO CIRRGICOSALA OPERATRIA SALA OPERATRIA SOSOEQUIPAMENTOSEQUIPAMENTOSFOCO CIRRGICOCENTRO CIRRGICOCENTRO CIRRGICOSALA OPERATRIA SALA OPERATRIA SOSOEQUIPAMENTOSEQUIPAMENTOSNEGATOSCPIOCENTRO CIRRGICOCENTRO CIRRGICOSALA OPERATRIA SALA OPERATRIA SOSOEQUIPAMENTOSEQUIPAMENTOSMVEIS- Hamper;- Carro ou mesa de solues e materiais - Mesa cirrgica; - Aparelho de anestesia; - Carro ou mesa de solues e materiais esterilizados;-Mesa para medicamentos e material deconsumo;- Balde de inox;- Escada;- Bisturi eltrico ou eletrocautrio;- Materiais para posicionar o paciente.- Aparelho de anestesia;- Aspirador de secrees;- Foco auxiliar;- Suporte de soro;- Suporte de brao;- Balana para pesar compressas e gazes;- Mesas auxiliares: de Mayo, de instrumentao e de roupas;CENTRO CIRRGICOCENTRO CIRRGICOSALA OPERATRIA SALA OPERATRIA SOSOEQUIPAMENTOSEQUIPAMENTOSMESA CIRRGICACENTRO CIRRGICOCENTRO CIRRGICOSALA OPERATRIA SALA OPERATRIA SOSOEQUIPAMENTOSEQUIPAMENTOSMESA CIRRGICACENTRO CIRRGICOCENTRO CIRRGICOSALA OPERATRIA SALA OPERATRIA SOSOEQUIPAMENTOS MVEISEQUIPAMENTOS MVEISCENTRO CIRRGICOCENTRO CIRRGICOSALA OPERATRIA SALA OPERATRIA SOSOEQUIPAMENTOS MVEISEQUIPAMENTOS MVEISSala OperatriaDisposio dos Materiais e EquipamentosA Sala de Operaes Vesturio Pessoal como principal fonte exgena de bactrias Entrada sempre pelo vestirio Entrada sempre pelo vestirio Indumentria prpria Gorro, mscara, camisa, cala e props No estril, lavado especial com gua quente Circulao restrita ao centro cirrgicoA Sala de Operaes Vesturio Gorro Cobrir os cabelos Mscaras Mscaras Cobrir boca e nariz Funo de filtro: prevenir escape de gotculas expiradasA Sala de Operaes Vesturio Camisas Tecido de malha densa Manga curta: facilitar anti-sepsia Manga curta: facilitar anti-sepsia dos braos Por dentro das calas Calas Fechada nos tornozelos por tubo de malhaA Sala de Operaes Vesturio Props Diminuir contaminao vinda dos sapatos Tecido, papel ou plstico Tecido, papel ou plstico Uso restrito ao centro cirrgico Abolido em alguns lugares Troca de gorro, mscara e props a cada operao Cirurgias infectadasCirurgiaCirurgiaCirurgia ou operao o tratamento de doena, leso ou deformidade externa e/ou interna com o objetivo deinterna com o objetivo dereparar, corrigir ou aliviar um problema fsicoCLASSIFICAO QUANTO AO POTENCIAL DE CONTAMINAO Portaria MS 2.616 / 98 classifica as cirurgias por potencial de contaminao da inciso cirrgica; A classificao das cirurgias dever ser feita no final do ato cirrgico, pelo cirurgio, de acordo com as seguintes indicaes; CLASSIFICAO QUANTO AO POTENCIAL DE CONTAMINAOCirurgias Limpas:- So aquelas realizadas em tecidos estreis ou passveis de descontaminao, na ausncia de processo infeccioso e inflamatrio local ou falhas tcnicas grosseiras, cirurgias eletivas com tcnicas grosseiras, cirurgias eletivas com cicatrizao de primeira inteno e sem drenagem aberta. Cirurgias em que no ocorrem penetrao nos tratos digestivos, respiratrio ou urinrio;CLASSIFICAO QUANTO AO POTENCIAL DE CONTAMINAOCirurgias Potencialmente Contaminadas:- So aquelas realizadas em tecidos colonizados por flora microbiana pouco numerosa ou em tecidos de difcil descontaminao, na ausncia de processo infeccioso e inflamatrio e com falhas tcnicas discretas no trans-inflamatrio e com falhas tcnicas discretas no trans-operatrio. Cirurgias com drenagem aberta enquadram-se nesta categoria. Ocorre penetrao nos tratos digestivos, respiratrio ou urinrio sem contaminao significativa. CLASSIFICAO QUANTO AO POTENCIAL DE CONTAMINAO Cirurgias Contaminadas:- So aquelas realizadas em tecidos recentemente traumatizados e abertos, colonizados por flora bacteriana abundante, cuja descontaminao seja difcil ou impossvel, bem como todas aquelas em que tenham ocorrido falhas tcnicas grosseiras, na tenham ocorrido falhas tcnicas grosseiras, na ausncia de supurao local. Na presena de inflamao aguda na inciso e cicatrizao de segunda inteno, ou grande contaminao a partir do tubo digestivo. Obstruo biliar ou urinria tambm se incluem nesta categoria. CLASSIFICAO QUANTO AO POTENCIAL DE CONTAMINAO Cirurgias Infectadas:- So todas as intervenes cirrgicas realizadas em qualquer tecido ou rgo, em presena de processo infeccioso (supurao local) e/ou tecido processo infeccioso (supurao local) e/ou tecido necrtico;Quanto a Finalidade Diagnstica a explorao cirrgica que permitir ao mdico a confirmao do diagnstico; pode envolver remoo de tecido para posterior exame diagnostico(Laparotomia exploratria, biopsia de diagnostico(Laparotomia exploratria, biopsia de ndulo de mama) Ablativa a exciso ou remoo de uma parte doente do corpo (Amputao, remoo de apndice, colecistectomia)Quanto a finalidade Paliativa Alivia ou reduz a intensidade dos sintomas da doena; no produzir cura (Colostomia, debridamento de tecido necrosado, resseco de razes nervosas)razes nervosas) Reparao/Restaurao Restaura o funcionamento ou aparncia de tecidos traumatizados ou defeituosos (Fixao interna de fraturas, reviso de cicatrizes)Quanto a finalidade Obteno para Transplante Remoo de rgos e/ou tecidos de uma pessoa com morte cerebral declarada para serem transplantados em outra pessoa serem transplantados em outra pessoa Construtora Restaura uma funo perdida ou reduzida como resultado de anomalias congnitas (Reparo de fenda palatina, fechamento de septo atrial defeituoso)Quanto a finalidade Cosmtica Realizada para melhorar a aparncia pessoal (Blefaroplastia para corrigir deformaes na plpebra; rinoplastia para remodelar o nariz)plpebra; rinoplastia para remodelar o nariz)NOMECLATURA CIRUGICAO nome composto de raiz (identifica a parte do corpo a ser submetida cirurgia), somada ao prefixo ou ao sufixoOrqui (testculo), Atro (articulao), Gastro (estmago), Angio (vasos sangneos)Flebo (veia)Traqueo (traquia) Gastro (estmago), Entero (intestino), Salpinge ( trompas de falpio),Mamo ( mamas) Espleno ( bao), Nefro ( rin) Traqueo (traquia)Rino (nariz)Oto (ouvido) Oftalmo (olhos) Hister(o) (tero)Laparo (parede abdominal),PrefixoEX (externo, fora)CIRCUN( ao redor)CISO( separao)Ex: Exoftalmia (Projeo acentuada do globo Ocular)Circunciso ou postectomia (Exciso do prepcio)SUFIXOSTomia: Inciso, corteStomia: Comunicar um orgo tubular oco, com exterior atravs de uma bocaEctomia: retitada parcial ou total de um orgoPlastia: reparao plsticaEx:LaparotomiaColostomiaPlastia: reparao plsticaPexia: fixaoCentese: puno de um orgo ou tecido para drenagem ou coleta de um lquidoScopia : visualizao de uma cavidade atravz de um aparelho especial ColostomiaEsplenectomaRinoplastiaNefropexiaLaparoscopiaCATEGORIAS DE CIRURGIAS BASEADASNA URGNCIACLASSIFICAO INDICAO P/ CIRURGIA EXEMPLOSEmergncia Sem demora Obstruo intestinalSangramento intensoUrgncia Dentro 24 48hs Infeco aguda dabexigabexigaCncerNecessria A condio exige a cirurgiadentro de algumas semanasCatarataEletiva O tempo aproximado p/cirurgia coincide com aconvenincia do pacienteHrnia simplesCisto superficialOpcional Preferncia pessoal, adeciso parte do pacienteCirurgia plsticaPosio DORSAL ou SUPINAPOSIPOSIES OPERATRIASES OPERATRIASPosio de TRENDELEMBURGPOSIPOSIES OPERATRIASES OPERATRIASPosio de decbito VENTRAL ou PRONAPOSIPOSIES OPERATRIASES OPERATRIASPosio de TRENDELEMBURG REVERSA ouPRCLIVEPOSIPOSIES OPERATRIASES OPERATRIASPosio de decbito LATERALPOSIPOSIES OPERATRIASES OPERATRIASPosio de FOWLER ou SENTADAPOSIPOSIES OPERATRIASES OPERATRIASPosio de LITOTOMIA ou GINECOLGICAPOSIPOSIES OPERATRIASES OPERATRIASPosio de DEPAGE, CANIVETE ou V INVERTIDOPOSIPOSIES OPERATRIASES OPERATRIASPERODO TRANSOPERATRIOCompreende desde o momento em que o paciente recebido no CC at o momento de seu encaminhamento para a sala de ps-recuperao anestsica (SRA) recuperao anestsica (SRA) PERODO INTRA-OPERATRIOCompreende desde o incio at o final da anestesiaAs aes assistenciais desenvolvidas nessa fase devem atender no s as atividades tcnicas mas tambm as expectativas do paciente. Toda equipe deve estar atenta no sentido Toda equipe deve estar atenta no sentido de oferecer ao paciente apoio, ateno, respeitando sua crenas, seus valores, seus medos, suas necessidades, atendendo-o com segurana, presteza e eficcia. TRANSOPERATRIOReceber o paciente no CC, apresentar-se ao paciente, verificar a pulseira de identificao e o pronturio.Confirmar informaes sobre o horrio de jejum, alergias, doenas anteriores como condutas de segurana;segurana;Encaminhar o paciente sala de operaesColocar o paciente na mesa cirrgica de modo confortvel e seguro.Monitorizar o paciente e mant-lo aquecidoAuxiliar a equipe cirrgica a posicionar o paciente para a cirurgiaRealizar o cateterismo vesical do paciente, quando necessrioProteger a pele do paciente durante a anti-sepsia com produtos qumicos, aquec-lo, promover o massageamento ou realizar enfaixamento dos INTRA-OPERATRIOAuxiliar o anestesiologista durante a induo anestsicarealizar enfaixamento dos membros, evitando a formao de trombos vascularesRegistrar todos os cuidados prestadosFUNO DE ENFERMAGEM NO INTRA-OPERATRIO1.As funes de enfermagem na sala de operao so freqentemente descritas nos termos das atividades de circulao e instrumentao.2.A circulante gerencia a sala de operao e protege o paciente quanto suas necessidades de sade e segurana , monitoriza as atividades dos componentes da equipe cirrgica monitoriza as atividades dos componentes da equipe cirrgica e checa as condies da SO. 3.Montagem da sala de operaes (SO)4.Circulao em SO5.Desmontagem da SOFunes da circulanteGarantir a higiene Adequar a temperatura, a umidade e luminosidadeGarantir o funcionamento dos equipamentos comSegurana Disponibilizar os suprimentos e materiais Segurana Disponibilizar os suprimentos e materiais Monitorizar as praticas asspticas para evitar falhas tcnicas Coordena a equipe: RX, laboratrioMonitoriza o paciente durante o procedimento garantindo segurana e comodidade. OUTRAS CONSIDERAES Bisturi:Faz-se necessrio aplicar gel condutor na placa neutra,para neutralizar a carga eltrica quando do contato damesma com o corpo do cliente, conforme orientao dofabricante.fabricante.A seguir, colocar a placa neutra sob a panturrilha ououtra regio de grande massa muscular, evitando reasque dificultem o seu contato com o corpo do cliente,como salincias sseas, pele escarificada, reas degrande pilosidade, pele mida.TEMPO CIRRGICOPRIMEIRO:direse, que significa dividir, separar ou cortar os tecidos atravs do bisturi, bisturi eltrico, tesoura, serra ou laser. (Bisturi, tesouras, trpano)SEGUNDO: hemostasia, atravs de compresso direta com os dedos, uso de pinas, bisturi eltrico (termocautrio) ou sutura para prevenir, deter ou impedir o sangramento. (Kelly, Kocher, Rochester)TERCEIRO: Ao se atingir a rea comprometida, faz-se a exrese, que a cirurgia propriamente dita. QUARTO: A etapa final a sntese cirrgica, com a aproximao das bordas da ferida operatria atravs de sutura, adesivos e/ou ataduras. agulha de sutura presa no porta-agulha;FIOS CIRRGICOS com ou sem agulhas, e sua numerao varia de 1 a 5 e de 0-0 a 12-0 (doze-zero). CLASSIFICADOS Fios absorvveis : absorvidos pelo organismo aps determinado perodo. O catgut de origem animal (do intestino delgado dos bovinos), podendo ser simples ( 2 a 3 semanas) ou cromado (6 meses.).Fios no-absorvveis permanecem encapsulados (envolvidos por tecido fibroso) nas estruturas internas e nas suturas de pele; devem ser removidos entre o 7 e o 10 dia de ps-operatrio.O sangramento de capilares pode ser estancado pela aplicao de substncia hemosttica no local.ex, a cera para osso - utilizada para estancar o sangramento sseo nas cirurgias ortopdicas e neurocirurgias. Outro recurso o bisturi eltrico, que pode ser utilizado com a funo de coagulao e seco (corte) dos tecidos, atravs da aplicao local de descargas eltricas.Resposta ao traumatismo Inflamao proliferao de fibroblastos proliferao de vasos sanguneos(granulao)(angiognese).(granulao)(angiognese). sntese de tecido conjuntivo( colgeno). Epitelizao ( a partir das bordas ).TIPOS DE ANESTESIAObjetivo: Estado de relaxamento, perda da sensibilidade e dos reflexos, de forma parcial ou total, provocada pela ao de drogas anestsicas, evitar a dor e facilitar o ato operatrio pela equipe cirrgica. Anestesia geral ( inconscincia.)Anestesia geral: administra-se o anestsico por via inalatria, endovenosa ou combinado (inalatria e endovenosa), com o objetivo de promover um estado reversvel de ausncia de sensibilidade, relaxamento muscular, perda de reflexos reversvel de ausncia de sensibilidade, relaxamento muscular, perda de reflexos e inconscincia devido ao de uma ou mais drogas no sistema nervoso.Raquianestesia indicada para as cirurgias na regio abdominal e de membros inferiores, porque o anestsico depositado no espao subaracnide da regio lombar, produzindo insensibilidade aos estmulos dolorosos por bloqueio da conduo nervosa.Anestesia peridural o anestsico depositado no espao peridural, ou seja, o anestesista no perfura a duramater. O anestsico se difunde nesse espao, fixa-se no tecido nervoso e bloqueia as razes nervosas.Anestesia local infiltra-se o anestsico nos tecidos prximos ao local da inciso cirrgica. Utilizam-se anestsicos associados com a adrenalina, com o objetivo de aumentar a ao do bloqueio por vasoconstrio e prevenir sua rpida absoro bloqueio por vasoconstrio e prevenir sua rpida absoro para a corrente circulatria.Anestesia tpica est indicada para alvio da dor da pele lesada por feridas, lceras e traumatismos, ou de mucosas das vias areas e sistema geniturinrioO CUIDADO DE ENFERMAGEM NO PS-OPERATRIOPs-operatrio inicia-se a partir da sada do cliente da sala de operao e perdura at sua total recuperao. Subdivide-se :Ps-operatrio imediato (POI): at s 24 horas posteriores cirurgia;Ps-operatrio mediato: aps as 24 horas e at 7 dias depois; e tardio, aps 7 dias do recebimento da alta.tardio, aps 7 dias do recebimento da alta.Objetivos: identificar, prevenir e tratar os problemas comuns aos procedimentos anestsicos e cirrgicos, tais como dor, laringite ps- entubao traqueal, nuseas, vmitos, reteno urinria, flebite ps-venclise e outros, com a finalidade de restabelecer o seu equilbrio.ASSISTNCIA DE ENFERMAGEM NA RECUPERAO PS-ANESTSICA O perodo de recuperao anestsica considerado crtico, pois os pacientes encontram-se muitas vezes inconscientes, entorpecidos e com diminuio dos reflexos protetores.reflexos protetores.A enfermagem deve estar voltada para a individualidade de cada paciente, desde a admisso, at a alta da unidade. (prestando tambm informaes aos familiares que aguarda notcias). VIGILNCIA CONSTANTE AT SUA COMPLETA RECUPERAOEstabilidade hemodinmicaAmplitude respiratria normalizadasSaturao de O nos limites normais Saturao de O nos limites normais Estabilidade da temperatura corporalEstado de consciente AVALIAO BSICA PS-OPERATORIO IMEDIATA Avaliao da permeabilidade da via area e toma providncias necessrias. Avalia a presena de ronquido, estridor, sibilos ou diminuio do murmrio vesicular;Aplicar oxignio umidificado atravs de cnula nasal ou mscara facial;Registrar os SSVV (presso arterial, freqncia, fora e ritmo Registrar os SSVV (presso arterial, freqncia, fora e ritmo cardaco, freqncia e profundidade das respiraes, saturao de oxignio, colorao da pele e temperatura.) Avaliar condio do local da cirurgiaAvaliar nvel de conscincia.Escala de Aldrete e KroulikAtividade Capaz de mover 4 membros voluntariamente ou sob comandoCapaz de mover 2 membros voluntariamente ou sob comandoIncapaz de mover os membros voluntariamente ou sob comando 221100Respirao Capaz de respirar profundamente ou tossir livremente Dispnia ou limitao da respiraoApnia221100Circulao PA 20% do nvel pr-anestsico 22Circulao PA 20% do nvel pr-anestsico PA 20-49% do nvel pr-anestsicoPA 50% do nvel pr-anestsico 221100Conscincia Lcido, orientado no tempo e espaoDesperta, se solicitadoNo responde 221100Saturao Capaz de manter sat de O maior que 92% respirando em ar ambienteNecessita de O para manter sat de O maior que 90%Saturao de O menor que 90% com O suplementar221100O PS- OPERATRIO IMEDIATOManuteno da hemostasia rganicaPromoo dos parametros e funes rganicos vitaisMonitorizao das funes vitais (repirao, circulao, metabolismo, sensorial e excretora)Manuteno da vias areas Aspirao traquealAmbu ou ventilador mecnico ou artificialHiperestenso do pescoo ( se no houver contra indicao)Posio no leito Controle e equilbrio hemodinmico Monitorizao continua da atividade eltrica do coraoPAPVCInvestigar e observar criteriozamente sinais de sangramanto (cirurgia)Controle e balano hidrcoControle e balano hidrcoControle da dor e promoo de confortoPosicionamento adequado Administrao de analgsicoAlterao dos sinais vitais (TPR-PA)Hipertermia :retirar os cobertores, resfriar o ambiente, aplicar compressas frias nas regies da fronte, axilar e inginal e medicar antitrmico, de acordo com a A hipotenso arterial:Hidratao rigorosa pela via EV, Mantendo-se posio de Trendelemburg - para melhorar o retorno venoso Administrando-lheoxignio. PRINCIPAIS COMPLICAESantitrmico, de acordo com a prescrio; Hipotermia: o cliente deve ser agasalhado e sua temperatura monitoradaa) Dor: Geralmente na regio da cirurgiaAes: afrouxar e/ou trocar os curativos, aliviar a reteno de urina e fezes, fazer a mudana de decbito, apoiar segmentos do corpo em coxins e aplicar compressas frias ou quentes, escurecer o ambiente e ALTERAES NEUROLGICASCefalia ps Raquianestesia:Decbito baixo em posio supina, Hidratao adequada por VO e/ou EVAdministrao de analgsicos prescritosfrias ou quentes, escurecer o ambiente e diminuir os barulhos, estimulando o cliente a repousar e/ou proporcionar-lhe algo que o distraia, por exemplo, televiso, msica, revistas, etc.Administrao de medicaoprescritosSonolnciaA sonolncia uma caracterstica muito freqente no cliente cirrgico.Aes:avaliao do nvel de conscincia deve ser sempre verificada mediante alguns estmulos (perguntas, estmulo ttil) alteraes podem indicar complicaes graves como, por exemplo, hemorragia interna.SoluoOs soluos so espasmos intermitentes do diafragma, provocados pela irritao do nervo frnico. No ps-operatrio, suas causas mais comuns so a irritao do nervo frnico. No ps-operatrio, suas causas mais comuns so a distenso abdominal e a hipotermia.Aes:aspirao ou lavagem gstrica (na distenso abdominal), deambulao, aquecimento do cliente hipotrmico e mudana de decbito. Outras, orientar o cliente para inspirar e expirar em um saco de papel, porque o dixido de carbono diminui a irritao nervosa; ou administrar lhe metoclopramida (Plasil) de acordo com a prescrio mdicaCOMPLICAES RESPIRATRIAS: Limitao na expanso pulmonar acumulo de secreo traqueobronquica e dificuldade do cliente em elimina-la.Atelectasia: colabamento dos alvolos pulmonares pela obstruo dos brnquios por tampo mucosoManifestaes: aumento na frequencia Aes:Manuteno da ventilao (artificial)Permeabilidade das vias Manifestaes: aumento na frequencia respiratria Dispnia, hipoventilao pulmonar, cianose, agitao, alterao de nvel de consincia.Permeabilidade das vias areas(Aspirao traqueal posicionamento adequado) Estimulao da tosse, Estimulao de exerccios respiratrios, Realizar neanbulizao, Mudana de decbito. PNEUMONIA: Inflamao do parenquima pulmonar (alvolos) normalmente provocada por um processo infecciosos, geralmente de origem bacteriana (Estase pulmonar) Manifestaes:Dor torcicaFebrePreveno:Mudana de decbitoPromoo de expectoraoFebreTosse produtivaCalafriosProstaoEliminao de muco purulentoDispniaAes; Administrao de medicaoHigiene corporalEstimular ingesta hdricaEstimular deambulaoEmbolia Pulmonar: embolo de gordura de ar ou de coagulo sanguneo se desloca atravs da corrente sangunea ate o ramo de um vaso pulmonar(artria e veias pulmonares) ocasionando obstruo parcial ou totalManifestaes: COMPLICAES PULMONARESAes: Preveno do quadro de trombo embolismoExame fsico Realizar exerccios ativos ou passivos (simples contraes musculares podera ajudar no retorno venoso) Manifestaes: Dor aguda no peito( comum na fase aguda), Dispnia, Diaforese, Ansiedade Agitao Alteraes de nvel de conscincia podendo levar a morte.retorno venoso) Utilizar meias Controlar administrao de medicamento, Estimular a deambulao , mudana de decbito em intervalos regulares)Complicaes urinriasComplicaes urinrias: infeco urinria e a reteno urinria (bexigoma), geralmente causada por falhas na tcnica de sondagem vesical e refluxo da urina. Manifestao: hipertermia, disria e alteraes nas caractersticas da urina.Aes:higiene ntima adequada do cliente, bem como tcnica assptica na passagem da sonda e sempre utilizar extenses, conectores e coletores esterilizados com sistema fechado de drenagem.Reteno urinria: medicando o cliente contra a dor, promovendo sua privacidade, mudando-lhe de posio (se no houver contra-indicao) e avaliando a presena de dobraduras e grumos nas extenses das sondas e avaliando a presena de dobraduras e grumos nas extenses das sondas e drenos nas proximidades da bexiga.! COMPLICAES GASTRINTESTINAISa) Nuseas e vmitoOs efeitos colaterais dos anestsicos e a diminuio do peristaltismo ocasionam distenso abdominal, acmulo de lquidos e restos alimentares no trato digestrio; em conseqncia, o cliente pode apresentar nuseas e vmito.Aes: clientes sem sonda nasogstrica devem ser colocados em decbito lateral ou com a cabea lateralizada para facilitar a drenagem do vmito pela boca. boca. Aes: clientes com sonda nasogstrica, abrir a sonda e, mantendo-a aberta, proceder aspirao para esvaziar a cavidade gstrica.Administrar antiemticos, passar a sonda nasogstrica (mantendo- a aberta) e aspirar mais freqentemente o contedo gstrico, de acordo com as orientaes da enfermeira e/ou mdicoConstipao intestinal: Diminuio do peristaltismo provocada pelo efeito colateral do anestsico, imobilidade prolongada no leito, quadro inflamatrio, exposio e manipulao do intestino durante as cirurgias abdominais e o medo da dor. Como resultado, ocorre reteno de fezes acompanhada ou no de dor, desconforto abdominal e flatulncia.Ao: movimentao no leito, deambulao precoce, ingesto de lquidos e aceitao de alimentos ricos em celulose. A aplicao de calor na regio aceitao de alimentos ricos em celulose. A aplicao de calor na regio abdominal e a orientao, ao cliente, para que degluta menos ar ao beber ou ingerir alimentos pode ajudar no retorno do movimento peristltico e diminuir o acmulo de gases. promover sua privacidade para que possa eliminar os gase, o mdico pode prescrever laxante no perodo noturno e/ou lavagem intestinal.SedeProvocada pela ao inibidora da atropina, perdas sangneas e de lquidos pela cavidade exposta durante o ato operatrio, sudorese e hipertermia. Ao: A equipe de enfermagem deve observar a presena de sinais de desidratao (alterao no turgor da pele e da PA e diminuio da diurese), manter a hidratao por via oral e, nos clientes impossibilitados de hidratar-se por via oral, umidificar os lbios e a boca, realizar higiene oral e manter hidratao endovenosa.HemorragiaPrimaria: se relaciona com o processo cirurgicoIntermediaria: primeiras 12 horas de ps operatorioSecundaria: ate 24 horas aps a cirurgiaInterna: se faz para o interior de uma cavidadeExterna: a localizao do sangramento e visvel o sangue se exteriorizaCOMPLICAES VASCULARESManifestaes: taquicardia, taquipnia, acrocianose, hipotenso ,choque.Aes: Controlar SV, PosicionamentoAdequado de acordo com possibilidade,Supresso do sangramento(compresso dos vasos ou tecidos quando possvel),ou tecidos quando possvel),Cateterismo vesical, sonda nasogstrica, Lavagem gastrica no caso de hemorragia digestiva, Controlar medicamentos e solues administradas incluindo hemoderivados, coleta e amostra deexamesINFECO DA FERIDA CIRRGICACaracteriza-se pela presena de secreo purulenta que varia de clara inodora a pus espesso com odor ftido, com a presena ou no de necrose nas bordas da ferida.Quando ocorre um processo inflamatrio, normalmente os sintomas se manifestam entre 36 e 48 horas aps a cirurgia, mas podem passar desapercebidos devido antibioticoterapia.Preveno: preparo pr-operatrio adequado, utilizao de tcnicas asspticas, observao dos princpios da tcnica de curativo e alerta aos sinais que caracterizam a infeco.caracterizam a infeco.Os clientes devem ser orientados quanto aos cuidados, durante o banho, com o curativo fechado. Nas instituies que tm por rotina trocar o curativo somente aps o 2o dia ps-operatrio (DPO), o mesmo deve ser coberto com plstico, como proteo gua do chuveiro - caso molhe-se acidentalmente, isto deve ser notificado.Nas instituies onde os curativos so trocados diariamente, o curativo pode ser retirado antes do banho, para que o cliente possa lavar o local com gua e sabo, e refeito logo aps.Stio CirrgicoDeiscnciaAbertura total ou parcial da inciso cirrgica provocada por infeco, rompimento da sutura, distenso abdominal, ascite e estado nutricional precrio do cliente.Ao: lavagem ou irrigao do local com soluo fisiolgica, podendo haver a necessidade de o cliente revisar os pontos cirrgicos.A troca do curativo pode ou no ser atribuio da equipe de A troca do curativo pode ou no ser atribuio da equipe de enfermagem e o tempo de permanncia dos curativos fechados depende da rotina da instituio ou da equipe mdica. Todos os curativos com sada de secrees (purulenta, sanginolenta) devem ser do tipo fechado; nos casos de sangramento, indica-se o curativo compressivo.PS OPERATRIO MEDIATOAs primeiras 24 horas aps o ato cirrgico (h dor mas com menos intesidade)Promoo de deambulao precoceHigiene aps a cirurgiaRealizar curativo aps o banhoPS OPERATRIO TARDIODficil determinao Se relaciona com o desaparecimento dos achados clnicos(dor , mal estar, instabilidade dos sistemas rganicos)Evoluo da cicatrizao do processo cirrgicoAs aes de enfermagem se baseam nas manifestaes do cliente aps a cirurgiaOrientao do auto cuidadoPrincipais dispositivos utilizados em Clnica Cirrgicaem Clnica CirrgicaCATETERESCATETERESCATETERESCATETERESAcessos VenososAcessos Venosos Principais indicaes: Retirada de amostra de sangue para exames Introduo de medicamentos para urgncia ou no Administrao de anestesia Podem ser divididos em dois grupos Acesso Venoso Perifrico Acesso Venosos Administrao de anestesia Monitorizao da PVC Transfuso sangnea e hemoderivados Hidratao de correo de distrbios eletrolticos Introduo de nutrientes Introduo de contrastes para imagens e diagnsticos Colocao de prteses Acesso Venosos CentralAcesso Venoso Perifrico So curtos, introduzidos nas veias das extremidades um procedimento rotineiro Veias das extremidades superiores so as mais utilizadas Veias extremidades inferiores casos extremos, risco detromboembolismotromboembolismo As punes devem ser feitas na parte mais distal do segmento Cateteres de ao tipo borboleta Cateteres introduzidos atravs de agulhaAcesso Venoso Perifrico Devem ser evitadas: Veias localizadas abaixo de reas de infiltrao endovenosaanterior; Veias com sinais de flebite Veias endurecidas que sugerem a presena de esclerose ou Veias endurecidas que sugerem a presena de esclerose outrombos Brao com fstula arteriovenosa Leses de continuidade da pele, edema e infeco Brao do lado homolgo a uma mastectomia Segmentos acometidos por distrbios de movimentaoe/ou sensibilidade.Acesso Venoso Perifrico Trocar locais de puno a cada 72 horas (SCIH) flebite relacionada com permannciaprolongada do dispositivo em um mesmo local Infiltrao dor ou ligeiro desconforto nolocal de insero, edema e diminuio ou parado gotejamento da soluo que est sendoinfundida FlebitesAcesso Venoso Central Insero de um cateter na veia cava superior ou inferioratravs de uma veia calibrosa (veia subclvia, jugular interna efemoral) que se dirige a esses vasos Administrao de todo tipo de terapia endovenosa Cateteres divididos em 4 grupos de acordo com o local deinsero: PICC Cateter percutneo (no tunelado) Cateter de longa permanncia (semi-implantvel tunelado) Cateter totalmente implantvel Realizar radiografia para posicionamentoAcesso Venoso Central Complicaes: Erro de tcnica Obstruo por cogulos Trombose vascular Oferecimento de lquidos emquantidades superior capacidadevascular; Entrada de ar no sistema; Extravasamento de sangue da veia Trombose vascular Infeco Extravasamento de sangue da veia Irritao da veia Reao alrgica Infeco local Reao pirognicaAcesso Venoso Central Indicao de retirada dos cateteres: Deixam de cumprir a finalidade para a qual foram colocados Complicaes tcnicas: no se deve tentar desobstruir cateteres de longa permanncia Complicaes infecciosas: Infeco de stio, infeco de tnel ou bolsa subcutnea e infeco de corrente sangunea primriaAcesso arterial Puno de artria (radial, braquial ou femoral)para coleta de sangue arterial ou cateterizaocontnua para aferio de Presso ArterialInvasivaInvasiva Cuidados com anti-sepsia Formao de hematomasDRENOSDRENOSDRENOSDRENOSDrenagem torcica O dreno utilizado na drenagem torcica deve ser firme eflexvel, com orifcios ao longo da poro que permanecer nacavidade intrapleural e com marcas radiopacas que permitamvisualizao radiogrfica fixado a parede torcica por meio de sutura na peleutilizando um fio de maior resistncia Sua extremidade externa deve ser conectada a um sistemaem selo d`gua estril que deve permanecer abaixo no nveldo traxDrenagem torcica A retirada brusca de grandequantidade de lquido pode causarsncope por reflexo vasovagal ou atedema pulmonar homolateral deveser clampeado por 15 minutos aps aretirada de cada 1000ml de lquido Observar sinais de vazamento nosistema Observar sinais de vazamento nosistema Fuga area Oscilao Ordenha pina rolete Troca do Selo Dgua 500 ml SF 0,9% Anotao rigorosa do volumedrenado e aspecto da drenagemDreno de Suco Condies que prev acmulo de lquidos emgrande quantidade ou por perodosprolongados Feito de polietileno com mltiplasfenestraesfenestraes Em sua poro externa conectado umreservatrio contendo um orifcio para sadade ar Ao se retirar o ar desse reservatrio, cria-se ovcuo fazendo a aspirao ativa do contedodentro da feridaDreno de Suco Ao se esvaziar o lquido coletado dentro doreservatrio, realiza-se nova retirada do ar eh retorno da presso negativa Para xito. necessrio que a ferida estejaocluda permitindo a criao de pressonegativa em seu interior com conseqentesada de lquidoDreno LaminarPenrose Dispositivo de ltex constitudo por duaslminas finas e flexveis unidas entre si,permitindo o escoamento de lquidos entresuas superfciessuas superfciesDreno LaminarPenrose Ponto de declive dois ou trs drenos justapostospara uma drenagem mais eficaz; Observar e mobilizar o dreno com intervalos de 12horas para evitar depsitos de fibrina que possamhoras para evitar depsitos de fibrina que possamocluir seu lmen O orifcio de sada do dreno deve ser ocludo comgaze estril e nos casos de drenagem de grandequantidade de lquido, deve-se preferir a bolsaplstica estril.Dispositivos Ceflicos Drenos: Drenagem de hematomas, abcessos e empiemasubdural atravs de sistema de suco Cateter: Monitorizaocontnua da pressointracraniana Derivaes: DVP, DVA, DVESONDASSondagem vesical As sondas urinrias so de dois tipos: Sonda uretral (Nelaton) de alvio Em caso de reteno urinria aguda Sonda de Foley de demora Necessidade de observao continuada do fluxourinrio ou quando h necessidade de permannciados msculos vesicais em repousoSondagem vesical Avaliar indicao Tcnica rigorosa de anti-sepsia Usar sistema de drenagem fechada com drenagem fechada com vlvula anti-refluxo Evitar irrigaes da bexiga Dbito e aspecto da eliminaoCistostomia Passagem de tubo para a bexiga, por via suprapbica, por puno percutnea ou por meio de cirurgia Indicaes: Cateterismo vesical via uretral difcil (Estenose uretral ou do colo vesical) Reteno urinria aguda ou crnica Reteno urinria aguda ou crnica Traumatismos uretrais ou vesicais (ruptura do trato urinrio) Ps-operatrio de cirurgias vesicais e prostticas Cirurgias de ampliao ou substituio vesical Anomalias congnitas Sondagem vesical de demora prolongada pctes crnicos Sonda de Foley rotina de troca a cada 21 dias com stio bem delimitado.Sondagem Retal Lavagem intestinal Eliminar ou evitar a distenso abdominal e flatulncia, Facilitar a eliminao de fezes, Atentar para tempo de permanncia da sonda Anotar dbito e caractristicas das fezes, Remover sangue nos casos de melena Preparar o paciente para cirurgia, exames e tratamento do trato intestinal.caractristicas das eliminaesANXIA EPISTAXE TETRAPLEGIA POLACIRIA HEMIPLEGIAHEMOPTISE OLIGRIA PARESTESIA PARALISIA ANRIAHIPXIA BEXIGOMA AFASIA ANALGESIA GLICOSRIASNCOPE DISFAGIA GLICEMIA NOCTRIA ANOREXIAPOLIDIPSIA FECALOMA ENTERORRAGIA INCONTINNCIA LETARGIAHEMATMESE MELENA DISLALIA DISRIA ATONIAESTEATORRIA SIALORRIA MIDRASE HEMATRIA PIRIACentro Cirrgico AmbulatorialCIRURGIA AMBULATORIAL (NO MESMO DIA) VantagensCusto reduzido para o paciente, hospital, planos e seguros;Reduo do estresse psicolgico do paciente;paciente;Menor evidencia de infeco hospitalar;Menor tempo de trabalho perdido pelo paciente;Interrupo mnima das atividades e vida familiar do mesmo;4.2 DesvantagensMenor tempo para avaliar o paciente e realizar o ensino pr-operatrio; Menor oportunidade para avaliar as Menor oportunidade para avaliar as complicaes ps-operatrios tardias. Esta responsabilidade fica principalmente com o paciente;

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