Sistematizao roda de leitura Era uma vez uma bruxa

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    15-Feb-2017

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Apresentao do PowerPointEra uma vez uma bruxaSistematizaoRoda de leituraPor: Ms Denise OliveiraUma contnua construo do sentido (...) a literatura permite ser outro sem deixar de ser o mesmo, uma experincia que, como a do jogo, oferece o mistrio de permitir ser e no ser ou ser mais de uma coisa ao mesmo tempo. atravs dessa experincia to particular de sonhar-se a si mesmo que se d ao leitor um instrumento poderoso de construo pessoal e uma completa dimenso educativa sobre os sentimentos e aes humanas (COLOMER, 2007, p. 61).Ao ler, estou abrindo uma porta entre meu mundo e o mundo do outro. O sentido do texto s se completa quando esse trnsito se efetiva, quando se faz a passagem de sentidos entre um e outro. Se acredito que o mundo est absolutamente completo e nada mais pode ser dito, a leitura no faz sentido (...) Abrir-se ao outro para compreend-lo, ainda que isso no implique aceit-lo, o gesto essencialmente solidrio exigido pela leitura de qualquer texto. O bom leitor, portanto, aquele que agencia com os textos os sentidos do mundo, compreendendo que a leitura um concerto de vozes e nunca um monlogo (...) o ato fsico de ler pode at ser solitrio, mas nunca deixa de ser solidrio (COSSON, 2006, p. 27). durante a interao que o leitor mais inexperiente compreende o texto: no durante a leitura silenciosa, nem durante a leitura em voz alta, mas durante a conversa sobre aspectos relevantes do texto. Muitos aspectos que o aluno sequer percebeu ficam salientes nessa conversa, muitos pontos que ficaram obscuros so iluminados na construo conjunta da compreenso (KLEIMAN, 1993, p. 24).Por que precisamos conversar com as crianas sobre os textos literrios lidos por elas ou para elas?no qualquer conversa que serve de suporte temporrio para compreender o texto (KLEIMAN, 1993, p. 24).Todavia... A leitura do texto literrio em sala de aula envolve PLANEJAMENTO:1. A escolha do texto que ser lido:Repertrio leitor do professor;Ouvir as prprias crianas;Conhecimento mais amplo por parte do professor dos acervos disponveis na escola.Frente a leitura na escola, parece necessrio que o professor se pergunte com que bagagem as crianas podero abord-la, prevendo que esta bagagem no ser homognea. Esta bagagem condiciona enormemente a interpretao que se constri e no se refere apenas aos conceitos e sistemas conceituais dos alunos; tambm est constituda pelos seus interesses, expectativas, vivncias... por todos os aspectos mais relacionados ao mbito afetivo e que intervm na atribuio do sentido ao que se l (SOL, 1998, p. 104).no estamos recomendando que o professor faa um interrogatrio, com uma enorme lista de perguntas de todos os tipos. Defendemos, porm, uma conversa planejada, que alm de avaliar a compreenso dos pequenos leitores/ouvintes, contribua para que eles aprendam a abordar o texto literrio de uma forma reflexiva. Para tanto, alm de planejar a conversa, preciso haver abertura para se ouvir, de fato, as falas das crianas, ateno para se perceber o que pode estar dificultando sua compreenso e, principalmente, favorecer um dilogo criativo e agradvel (BRANDO; ROSA, 2010, p. 85).Ateno!!!2. Planejar o que perguntar aos alunos sobre a leituraTipos de perguntas de compreenso que podem ser feitas antes, durante e aps a leitura de textos literrios.Perguntas de ativao de conhecimentos prvios: Perguntas formuladas, em geral, antes da leitura do texto. Objetivo: convidar os leitores ou ouvintes a entrar no texto que ser lido, trazendo para a situao de leitura conhecimentos que possam ser relevantes para sua compreenso. Este tipo de pergunta pode envolver conhecimentos sobre: o nome do autor, ilustraes da capa; sobre o gnero discursivo (se ser lida uma fbula, um conto de fada, um cordel, por exemplo), ou sobre o prprio tema central a ser tratado no texto.BRANDO; ROSA, 2010, p. 79. b) Perguntas de previso sobre o texto: Ao longo da leitura tambm possvel formular perguntas de previso. Assim, ao se ler um conto, pode-se perguntar o que as crianas imaginam que acontecer em seguida, com base no que foi lido at um determinado momento.BRANDO; ROSA, 2010, p. 79. c) Perguntas literais ou objetivas: So aquelas cujas respostas esto explicitamente colocadas, sendo, portanto, encontradas diretamente no texto. Embora retomar ou localizar este tipo de informao possa contribuir para a compreenso do texto, preciso ter cuidado para no desconsiderar as capacidades do leitor. d) Perguntas inferenciais: So aquelas que vo alm das informaes explicitamente colocadas no texto, pois implicam o estabelecimento de relaes por parte do leitor, ora de natureza mais simples, ora de natureza mais complexa. Em alguns casos, a pergunta pode exigir apenas que se estabeleam relaes coesivas entre informaes dadas no texto, em que o leitor/ouvinte comumente se utiliza de seus conhecimentos sintticos para estabelecer correferncias. Outras podero exigir que ele preencha vazios e estabelea relaes entre conhecimentos extratextuais e o texto, respostas que no podem ser extradas diretamente do que est escrito no texto. Vale destacar que as perguntas de previso, discutidas anteriormente, podem ser tomadas como inferenciais, na medida em que exigem a construo de relaes entre conhecimentos prvios do leitor e as pistas textuais (ou dadas pelas ilustraes) que apontam para uma determinada previso.BRANDO; ROSA, 2010, p. 80. e) Perguntas subjetivas: So as que solicitam a opinio e/ou conhecimento do leitor e, embora tomem o texto como referncia, a resposta dada no pode ser deduzida dele. Envolvem questes: de preferncia: questes que convidam o leitor/ouvinte a apontar sua preferncia (De qual parte do texto voc mais gostou? Por qu?); de avaliao: questes que convidam o leitor/ouvinte a expressar uma opinio sobre algum fato ou ao de personagem no texto (Voc concorda com o que fez o personagem X? ou, Se voc fosse o personagem X, o que faria?).BRANDO; ROSA, 2010, p. 80. importante discutir a justificativa para as preferncias elencadas, j que, em geral, se observa que as respostas para esse tipo de pergunta so dadas em coro, no havendo, de fato, um estmulo por parte do professor para uma conversa, de modo a desenvolver nas crianas as habilidades de expor e justificar oralmente suas escolhas (BRANDO; ROSA, 2010, p.81).d) Perguntas de extrapolao do texto:Perguntas que extrapolam o texto, solicitando que o leitor/ouvinte associe o texto a experincias suas.Obs.: no constituem perguntas de compreenso de texto, j que nem mesmo requerem sua leitura.BRANDO; ROSA, 2010, p. 80. Sobre as perguntas subjetivas, vale destacar:Dialogando com a teoriaAqui no se pode esquecer que todo o incio de leitura , necessariamente, subjetivo e impressionista. Se o professor conduz o aluno nesses primeiros passos, sem censur-lo e reconhecendo sua leitura como prpria, buscando aprofundar essas primeiras impresses, ento ter melhores resultados (COSSON, 2006, p. 113).Motivao: Ao denominar motivao a esse primeiro passo da sequncia bsica do letramento literrio, indicamos que seu ncleo consiste exatamente em preparar o aluno para entrar no texto. O sucesso inicial do encontro do eleitor com a obra depende de boa motivao (COSSON, 2006, p. 54).1. Motivao: Dinmica Palavras relacionadasObjetivos explorados: criar um clima favorvel para a leitura despertando o interesse para o texto, alm de fazer relao com a obra que ser lida e discutida.2. Antes da leitura: Apresentao da obra, autora e ilustrador.Perguntas de ativao de conhecimentos prvios (BRANDO; ROSA, 2010). Objetivos explorados: Possibilitar a elaborao de hipteses, criar expectativas sobre a histria; Ativar os conhecimentos prvios dos alunos.Leitura compartilhada [...] preciso compartilhar a interpretao e ampliar os sentidos construdos individualmente. A razo disso que, por meio do compartilhamento de suas interpretaes, os leitores ganham conscincia de que so membros de uma coletividade e de que essa coletividade fortalece e amplia seus horizontes de leitura (COSSON, 2006, p. 66)Compartilhar as obras com outras pessoas importante porque torna possvel beneficiar-se da competncia dos outros para construir o sentido e obter o prazer de entender mais e melhor os livros. Tambm porque permite experimentar a literatura em sua dimenso socializadora, fazendo com que a pessoa se sinta parte de uma comunidade de leitores com referncias e cumplicidades mtuas (COLOMER, 2007 p. 143).Para a escola, as atividades de compartilhar so as que melhor respondem a esse objetivo de formar o gosto a que aludimos; porque comparar a leitura individual com a realizada por outros o instrumento por excelncia para construir o itinerrio entre a recepo individual das obras e sua valorizao social (COLOMER, 2007, p. 144).3. Leitura compartilhada Objetivos explorados: Relacionar as modalidades verbal e imagtica na construo de sentidos dos textos; Localizar informaes explcitas em textos de diferentes gneros e temticas; Estabelecer relaes lgicas entre partes de textos de diferentes gneros e temticas.Perguntas de previso sobre o texto (BRANDO; ROSA, 2010).(BRASIL, 2012, p. 49)Imagens como substitutas diretas das palavras.Texto iconizado por meio da escolha do formato de letrasNegociao dos sentidos atribudos s imagens.Ex.: meninos, guris ou crianas.Durante a leitura, o professor poder fazer perguntas de previso indagando o que os alunos acham que ir acontecer a partir de algum trecho lido.Ex.: Ser que a bruxa se zangou com os meninos?O que ser que ela fez com eles?Repetio da letra u para marcar intensidade na durao das horas do voo.Uso de asteriscos (ou florezinhas) para realar a palavra.Uso da palavra cabea: representao verticalizada com traados indicando o movimento de mergulho.Iconizao da letra o, substituda pela representao de um relgio.Obs.: a obra foi publicada antes das alteraes do Acordo ortogrfico (voo).Destaque grfico para a letra O para marcar a oralizao acentuada da palavra enorme.Substituio da palavra pela imagem.Analisar o texto procurar compreender sua elaborao escrita e imagtica para com ela sustentar um sentido. Esse modo de ler precisa ser aprendido tal como se aprende outras prticas e contedos (COSSON, 2010, p. 61).Ao exercer o papel de mediao, chamando a ateno para a relao entre o verbal e o imagtico, o professor em nada prejudica a fruio do texto; antes pode tornar ainda mais claro os sentidos propostos na obra (COSSON, 2010).Depois da leitura Aps a leitura compartilhada ou silenciosa, essencial que ao propiciar o espao/condio de reflexo conjunta, o educador possa problematizar questes apontadas no texto literrio, conduzindo os educandos ao questionamento, indagao formativa (BEZERRA, 2013, p.8).As questes subjetivas de natureza avaliativa tambm precisam ser mais frequentes na conversa sobre textos literrios (...) envolvem julgamentos pessoais de aes de personagens ou eventos narrados no texto. Tais questes permitem, assim, a expresso de diferentes pontos de vista, possibilitando o confronto de opinies (BRANDO; ROSA, 2010, p. 85).Todo texto literrio tem uma mensagem mais ou menos explcita, tem um desenho de mundo a ser depreendido no momento da leitura, um saber sobre essa ou aquela rea que no pode e nem deve ser desprezado trata-se do contexto da obra, entendendo que contexto (...), no o que est em volta da obra, mas, sim, as referncias de mundo que ela traz consigo, o que vem com o texto (COSSON, 2010, p. 62).4. Depois da leitura Objetivos: Realizar inferncias em textos de diferentes gneros e temticas, lidos pelo professor ou por outro leitor experiente. Estabelecer relaes de intertextualidade na compreenso de textos diversos.Perguntas literais ou objetivas;Perguntas inferenciais;Perguntas subjetivas (BRANDO; ROSA, 2010). IMPORTANTE:Retomar as hipteses inicias dos alunos. Elas se confirmaram aps a leitura do texto?(BRASIL, 2012, p. 49)Avaliao da Roda de leitura O objetivo maior da avaliao engajar o estudante na leitura literria e dividir esse engajamento com o professor e os colegas a comunidade de leitores. (...) a leitura do aluno deve ser discutida, questionada e analisada, devendo apresentar coerncia com o texto e a experincia de leitura da turma (COSSON, 2006, p. 113).5. Anlise lingustica 5.1 Discursividade, textualidade e normatividadeObjetivos: Saber procurar no dicionrio a grafia correta de palavras.Saber usar o dicionrio, compreendendo sua funo e organizao.5.2 Apropriao do sistema de escrita alfabticaObjetivo: Dominar correspondncia entre letras e grupos de letras e seu valor sonoro, de modo a ler e escrever palavras e textos.A explorao do contexto da obra faz parte do espao da literatura em sala de aula, at porque, ao dizer o mundo, a literatura envolve os mais variados conhecimentos que tambm passam pela escola em outros textos e disciplinas (COSSON, 2010, p. 62).Expandindo a leitura Na sala de aula, a literatura precisa de espao para ser texto, que deve ser lido em si mesmo, por sua prpria constituio. Tambm precisa de espao para ser contexto, ou seja, para que seja lido o mundo que o texto traz consigo. E precisa de espao para ser intertexto, isto , a leitura feita pelo leitor com base em sua experincia, estabelecendo ligaes com outros textos e, por meio deles, com a rede da cultura (COSSON, 2010, p. 67).6. Expandindo a leitura Apesar do tom humorado da narrativa, a histria pode levar os alunos a refletir sobre as cidades que estamos construindo, os problemas enfrentados pelas pessoas nos grandes centros urbanos como a poluio, falta de segurana, trnsito catico etc. Dilogo com Cincias da NaturezaEixo: Vida nos ambientesObjetivos: Identificar ambientes transformados pela ao humana e interferncias dos seres humanos no ambiente (1 ano Introduzir; 2 e 3 Ampliar).Identificar atitudes de cuidados com o ambiente como a limpeza da casa, da rua, da escola, do destino dos resduos e da conservao do solo (1 ano Introduzir; 2 e 3 Ampliar).(BRASIL, 2012, p. 109)FONTE: https://www.youtube.com/watch?v=zjqcwkEX-ao Um plano para salvar o planetaProduo textuala) planeje situaes de escrita com finalidades claras e diversificadas e com explicitao dos interlocutores do texto;b) realize atividades prvias escrita do texto (discusses, leituras, vdeos, explanao etc.), garantindo conhecimentos sobre o tema e sobre o gnero textual a ser utilizado;c) crie situaes de planejamento geral dos textos (antecipadamente) e tambm de planejamento em processo;d) ajude a criana a realizar a releitura-reviso de seu texto durante o processo e, tambm, na verso final do texto. Princpios didticos gerais para o ensino da produo textual. fundamental que o professor:(BRASIL, 2015, p. 57)Objetivos: Planejar a escrita de textos considerando o contexto de produo: organizar roteiros, planos gerais para atender a diferentes finalidades, com autonomia. Produzir textos de diferentes gneros com autonomia, atendendo a diferentes finalidades. Gerar o contedo textual, estruturando os perodos e utilizando recursos coesivos para articular ideias e fatos. Organizar o texto, dividindo-o em tpicos e pargrafos. Pontuar os textos, favorecendo a compreenso do leitor. Utilizar vocabulrio diversificado e adequado ao gnero e s finalidades propostas. (BRASIL, 2012, p. 52)O escritor pode considerar seu texto como um objeto a ser retrabalhado, revisado, refeito, mesmo a ser descartado, at o momento em que o d a seu destinatrio. O texto permanece provisrio enquanto estiver submetido a esse trabalho de reescrita. Podemos at dizer que considerar seu prprio texto como objeto a ser trabalhado um objetivo essencial do ensino da escrita (DOLZ; NOVERRAZ; SCHNEUWLY, 2004, p. 94-95).Refaco textualObjetivos: Revisar autonomamente os textos durante o processo de escrita, retomando as partes j escritas para planejar os trechos seguintes. Revisar os textos aps diferentes verses, reescrevendo-os de modo a aperfeioar as estratgias discursivas. (BRASIL, 2012, p. 52)Ao planejarmos e desenvolvermos uma atividade ou sequncia didtica de produo de textos, precisamos nos perguntar se auxiliamos os aprendizes a ter clareza sobre: qual a finalidade do texto a ser escrito; o que se deseja comunicar e qual o gnero textual adequado para faz-lo; quem o leitor-destinatrio e quais so as caractersticas dele que precisamos levar em conta como escritores; que tom (registro mais ou menos formal) vai-se poder usar na hora de escrever; em que espao de circulao o texto produzido ser lido; qual suporte ser adequado para divulgarmos o texto naquele espao.(MORAIS; FERREIRA, p. 73-74)Avaliao da produo textualNo esquea:Avaliar para replanejar!!Ser que a proposta de interesse da criana? Ser que est relacionada sua idade? Ser que houve mediao qualitativa?Ser que o problema pode estar no planejamento ou na execuo da proposta? A circulao do texto pronto deveria constar como horizonte de possibilidades durante todas as etapas anteriores de sua preparao, orientando os investimentos a serem feitos sobre os aspectos materiais do suporte do texto em prol de sua transformao em objeto de leitura e sua mais ajustada inscrio em instncias de socializao ou em eventos de letramento (BRASIL, 2015, p. 79).PublicaoToda produo escrita, na perspectiva sociointeracionista do letramento, deve cumprir sua funo social e, portanto, deve ter um leitor real.Referncias:BEZERRA, A. R. R. Contribuies da pedagogia freireana roda de conversa sobre textos literrios. Colquio Internacional Paulo Freire (2013). Disponvel em: http://coloquio.paulofreire.org.br/participacao/index.php/coloquio/viii-coloquio/paper/viewFile/204/219. Acesso em 25.mai.2014.BRANDO, Ana C. Perrusi; ROSA, Ester C. de Souza. A leitura de textos literrios na sala de aula: conversando que a gente se entende. IN: PAIVA, Aparecida; MACIEL Francisca; COSSON, Rildo (Coord.) Literatura: ensino fundamental. Braslia: Ministrio da Educao, Secretaria de Educao Bsica, 2010. p. 55-68. (Coleo Explorando o Ensino; v. 20)BRASIL. Secretaria de Educao Bsica. Diretoria de Apoio Gesto Educacional. Pacto Nacional pela Alfabetizao na Idade Certa: A oralidade, a leitura e a escrita no ciclo de alfabetizao. Caderno 5. Braslia: MEC, SEB, 2015._______. Secretaria de Educao Bsica. Elementos Conceituais e Metodolgicos para definio dos Direitos de Aprendizagem e Desenvolvimento do Ciclo de Alfabetizao (1, 2 e 3 Anos) do Ensino Fundamental. Braslia: MEC/DICEI/COEF, 2012.COLOMER, Teresa. Andar entre livros: a leitura literria na escola. So Paulo: Global Editora, 2007.COSSON, Rildo. Letramento literrio: teoria e prtica. So Paulo: Contexto, 2006COSSON, Rildo. O espao da literatura na sala de aula. IN: PAIVA, Aparecida; MACIEL Francisca; COSSON, Rildo (Coord.) Literatura: ensino fundamental. Braslia: Ministrio da Educao, Secretaria de Educao Bsica, 2010. p. 55-68. (Coleo Explorando o Ensino; v. 20)KLEIMAN, ngela. Oficina de leitura: teoria & prtica. So Paulo: Pontes/Unicamp, 1993.MORAIS, Artur Gomes de; FERREIRA, Andra Tereza Brito. Avaliao do texto escrito: uma questo de concepo de ensino e aprendizagem. IN: LEAL, Telma Ferraz; BRANDO, Ana C. Perrusi (Org.). Produo de textos na escola: reflexes e prticas no Ensino Fundamental. Belo Horizonte: Autntica, 2007. p. 65-80. SANTOS, Fbio Cardoso dos; MORAES, Fabiano. Alfabetizar letrando com a literatura infantil. So Paulo: Editora Cortez, 2013.SCHNEUWLY, Bernard; DOLZ, Joaquim et al. Gneros orais e escritos na escola. Campinas: Mercado de Letras, 2004.SOL, Isabel. Estratgias de leitura. Traduo Cludia Schilling. Porto Alegre: ArtMed, 1998. 6. ed. ZATZ, Lia. Era uma vez uma bruxa. So Paulo: Moderna, 2002. Disponvel em: http://pt.slideshare.net/Adrinic/era-uma-vez-uma-bruxa-7383024?qid=b495219b-ecaf-45b9-91f9-a1ebf5a2998e&v=&b=&from_search=2. Acesso em: 02/06/2016.