Roda de leitura era uma vez uma bruxa

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    15-Feb-2017

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Aes Integradas PactoPnaic, 2016 Formao de Orientadores de Estudo Crculo 4 Roda de leitura: Era uma vez uma bruxa, de Lia Zatz Pblico alvo: Alunos do 3 ano do Ensino Fundamental Tempo estimado: 12 aulas Denise Claudete Bezerra de Oliveira* Sobre o livro: "Era uma vez uma bruxa, Hildegarda Espinhenta das Cruzes Tortas Chulezenta da Silva, conhecida como Meleca. Morava em uma linda e calma floresta, mas, desejosa de viver novas e horrendas aventuras, parte para a cidade grande. Seus olhos se encantam com tanta confuso, lixo e fumaa! Mas, coitada, seus poderes e feitiarias no assustam nem criancinhas! Muito pelo contrrio, elas riem at fazer xixi na cala de suas histrias de vampiros e esqueletos chocantes. Por pouco, Meleca no transformada em perua por obra dos pequenos aprendizes de feiticeira. Ela some rpido numa nuvem negra e acaba internada num hospital para bruxas. Mas suas experincias lhe permitem abrir uma escola para os colegas de profisso, interessados nos horrores da cidade grande. Fonte: http://liazatz.com.br/site/apresentacao/ Adaptado. O texto de Lia Zatz apresentado sob a forma de cartas enigmticas, jogos elaborados por meio da substituio de palavras ou slabas por imagens, o que o torna ainda mais atraente e engraado. As ilustraes, os "bales" de fala, o uso da palavra escrita como elemento da imagem e a substituio da palavra pela imagem do graa e agilidade narrativa. 1. Motivao: Dinmica Palavras relacionadas Ao denominar motivao a esse primeiro passo da sequncia bsica do letramento literrio, indicamos que seu ncleo consiste exatamente em preparar o aluno para entrar no texto. O sucesso inicial do encontro do eleitor com a obra depende de boa motivao (COSSON, 2006, p. 54). Objetivos: criar um clima favorvel para a leitura despertando o interesse para o texto, alm de fazer relao com a obra que ser lida e discutida. Trabalho elaborado a partir da noo de campo semntico (COSSON, 2006). O professor apresenta um painel com a palavra bruxa, ao centro de uma teia construda no papel metro com cordo, linha de croch ou barbante, e solicita que os alunos digam palavras que podem ser relacionadas a ela (O professor pode fazer referncia s estrias de bruxas j contadas em sala de aula ou que os alunos j conheam). Cada aluno escrever sua palavra em pedao de papel (previamente recortados pelo professor) e o colar na teia, justificando a relao de sua palavra com a palavra-chave. Variao: Para o 1 e 2 anos, o professor pode assumir o papel de escriba e registrar as palavras no quadro tendo a palavra bruxa escrita ao centro e em destaque (Este destaque importante j que a bruxa a personagem central da histria que ser lida). Obs.: Os escritos podero ser retomados posteriormente em momento de anlise lingustica. http://liazatz.com.br/site/apresentacao/2. Antes da leitura: Apresentao da obra, autora e ilustrador. Objetivos: Possibilitar a elaborao de hipteses, criar expectativas sobre a histria; Ativar os conhecimentos prvios dos alunos. Depois de todos colarem suas palavras, faz-se uma leitura coletiva das mesmas e o professor questiona os alunos: Hoje vou ler um livro para vocs (mostrando a capa do livro). Ser que estas palavras faro parte da histria que contarei? Mostrar a capa do livro para os alunos possibilitando que elaborem hipteses sobre a histria a ser lida. Apresentao da obra Perguntas de ativao de conhecimentos prvios (BRANDO; ROSA, 2010). Perguntas possveis: Qual o ttulo do livro? Que elementos aparecem na imagem? Como podemos descrev-los? O que a bruxa est fazendo? (Espera-se que tenham identificado se tratar de uma bruxa e que ela est em movimento, voando em sua vassoura, indo para algum lugar.) Que outras informaes temos na capa do livro? Ser que vamos ler um cordel? Uma fbula? Um conto? Uma notcia? Etc. Apresentao da autora e do ilustrador Falar sobre a autora e o ilustrador da obra. A AUTORA: Meus livros refletem bastante a minha experincia de vida. Muitos deles tratam de questes que sempre me mobilizaram como as desigualdades sociais, o racismo, a discriminao da mulher etc. Sempre me pergunto, por exemplo, como que as crianas negras vo desenvolver sua autoestima e as crianas brancas vo v-las como parceiras iguais, se quase no h personagens negros na literatura? Outra coisa que acho que me caracteriza como escritora o fato de gostar de estudar e pesquisar, o que transparece em alguns livros como, por exemplo: Jogo Duro, Aventura da Escrita, Lasar Segal, o Pintor de Almas, Dad, bordando o Cangao e outros. Percebi tambm, logo que comecei a escrever, que de nada adiantava ter bons livros, se, de um lado, uma boa parte da populao no tinha acesso a eles e, de outro, as escolas muitas vezes no estavam preparadas para trabalhar com os livros. Vi casos incrveis de livros guardados h tempos na diretoria de escolas por causa do medo de que as crianas os estragassem! Ento, durante um bom tempo, me dediquei, alm de escrever, a bolar e desenvolver projetos de incentivo leitura, voltados principalmente para crianas pobres, que pudessem ajudar a reverter essa situao. Felizmente, hoje so muitos os projetos de incentivo leitura que existem Brasil afora! Quero terminar essa apresentao dizendo que uma das coisas que mais me diverte e fascina atualmente ver meus netos crescerem e curtirem cada vez mais livros e histrias. Outros livros da autora: Jogo duro, T com fome, Tique-tique nervoso, Bruxapu, O cachecol, A festa da Bruxapu, O que voc vai ser quando morrer?, Galileu leu, Era uma vez uma bota, Pagu. Fonte: http://liazatz.com.br/site/apresentacao/ http://liazatz.com.br/site/apresentacao/O ILUSTRADOR: Rogrio Borges comeou a trabalhar com ilustrao na dcada de 1970, quando foi para So Paulo cursar a faculdade de Comunicao Visual. Atuou em agncias de publicidade e, depois, em vrias editoras. Ilustrou obras de muitos autores conhecidos e ganhou alguns prmios, como o Jabuti, o da Associao Paulista de Crticos de Artes (APCA) e o Adolfo Aizen, dentre outros. Alm disso, teve obras selecionadas para o acervo internacional da Biblioteca de Munique, na Alemanha. Atualmente, vive em Curitiba, no Paran. FONTE: http://www.editorasaraiva.com.br/autor/rogerio-borges/ 3. Leitura compartilhada [...] preciso compartilhar a interpretao e ampliar os sentidos construdos individualmente. A razo disso que, por meio do compartilhamento de suas interpretaes, os leitores ganham conscincia de que so membros de uma coletividade e de que essa coletividade fortalece e amplia seus horizontes de leitura (COSSON, 2006, p. 66) Objetivos: Relacionar as modalidades verbal e imagtica na construo de sentidos dos textos; Localizar informaes explcitas em textos de diferentes gneros e temticas; Estabelecer relaes lgicas entre partes de textos de diferentes gneros e temticas. importante que o professor possibilite a construo de sentido a partir da interveno do leitor (COLOMER, 2007). O professor informar aos alunos que eles o ajudaro a realizar a leitura do livro dizendo as palavras correspondentes s imagens na medida em que estas forem aparecendo. Em alguns momentos da obra os alunos tero que, sob a mediao do professor, negociar o significado das imagens. Exemplo: na pgina 13, reproduzida a seguir, os alunos podem propor A passaram uns meninos, guris ou moleques correndo, arrancaram seu chapu e fugiram dando risadas ou gargalhadas. Cabe ao professor, a partir das sugestes apresentadas, acordar com os alunos os significados mais adequados ao texto. http://www.editorasaraiva.com.br/autor/rogerio-borges/Os sentidos propostos na obra so elaborados a partir da complementariedade entre as modalidades verbal e imagtica. Em Era uma vez uma bruxa encontramos: Imagens como substitutas diretas das palavras, representando-as na ntegra; Texto iconizado por meio da escolha do formato de letras; Onomatopeias como prunct ploft!, crick plunct clang trec. Obs.: Estes aspectos devem ser explorados no momento da leitura compartilhada por contriburem para a construo de sentidos propostos no texto. Perguntas de previso sobre o texto (BRANDO; ROSA, 2010). Durante a leitura, o professor poder fazer perguntas de previso indagando o que os alunos acham que ir acontecer a partir de algum trecho lido. Perguntas possveis: p. 9 Para onde ser que a Bruxa foi? p. 11 O que ser que aconteceu com a Bruxa assim que colocou os ps no cho? p. 13 Ser que a Bruxa se zangou com os meninos? O que ser que ela fez com eles? p. 16 Ser que a Bruxa atendeu ao pedido da menina? p. 26 o que ser que as crianas jogaram no caldeiro? p. 30 Para onde ser que a Bruxa foi agora? 4. Depois da leitura Aps a leitura compartilhada ou silenciosa, essencial que ao propiciar o espao/condio de reflexo conjunta, o educador possa problematizar questes apontadas no texto literrio, conduzindo os educandos ao questionamento, indagao formativa (BEZERRA, 2013, p.8). Objetivos: Realizar inferncias em textos de diferentes gneros e temticas, lidos pelo professor ou por outro leitor experiente. Estabelecer relaes de intertextualidade na compreenso de textos diversos. Obs.: a leitura compartilhada favorecer a construo destes objetivos. Perguntas literais ou objetivas (BRANDO; ROSA, 2010). p. 6-7 Onde a Bruxa morava? Como era esse local? p. 8 O que ela costumava fazer antes de ir para a cidade? p. 9 Por que a Bruxa foi para a cidade? p. 28 Em que os meninos tentaram transformar a Bruxa? p. 33 o que a Bruxa fez depois que se recuperou? p. 35 que tipo de assunto a Bruxa ensina em sua escola? Perguntas inferenciais (BRANDO; ROSA, 2010). p. 6-7 Por que a Bruxa resolveu sair da floresta? (Espera-se que o aluno identifique que, para a Bruxa, o lugar bonito, cheio de verde, pssaros cantando... no agradava Bruxa. O lugar no combinava com sua casa cheia de ratos, baratas, aranhas e morcegos.) p. 10 O que significa dizer que a Bruxa ficou maravilhada? p. 29 Por que a Bruxa voltou para a floresta? Que outro ttulo poderamos dar para a histria? Perguntas subjetivas (BRANDO; ROSA, 2010). De qual parte do texto voc mais gostou? Por qu? O texto diz que a cabana da bruxa era linda. Voc concorda? Por qu? Voc concorda com o que os meninos fizeram com a bruxa? Se voc fosse a bruxa, o que faria? IMPORTANTE: Professor, ao final da histria, retomar as previses feitas antes da leitura do texto: Quais das palavras escritas pelos alunos e colocadas na teia, fizeram parte da histria? Avaliao da Roda de leitura O objetivo maior da avaliao engajar o estudante na leitura literria e dividir esse engajamento com o professor e os colegas a comunidade de leitores. (...) a leitura do aluno deve ser discutida, questionada e analisada, devendo apresentar coerncia com o texto e a experincia de leitura da turma (COSSON, 2006, p. 113). 5. Anlise lingustica 5.1 Discursividade, textualidade e normatividade Objetivos (A/C): Reconhecer gneros textuais e seus contextos de produo. Saber procurar no dicionrio a grafia correta de palavras. Saber usar o dicionrio, compreendendo sua funo e organizao. Variao dos objetivos: 2 Ano Introduzir Saber procurar no dicionrio a grafia correta de palavras Introduzir /Ampliar Saber usar o dicionrio, compreendendo sua funo e organizao. 5.2 Apropriao do sistema de escrita alfabtica Objetivo: Dominar correspondncia entre letras e grupos de letras e seu valor sonoro, de modo a ler e escrever palavras e textos. (C) Atividades: 1. Escrita convencional de palavras: apresentao de imagens, relacionadas histria, impressas em fichas de papel ofcio e solicitao para que os alunos escrevam ao lado da imagem recebida o nome utilizado para design-la; Com o auxlio de dicionrios, os alunos verificaro se grafaram corretamente as palavras. Outra possibilidade de trabalho com a escrita convencional pode ser realizado com a utilizao do jogo Quem escreve sou eu. Elaborei um considerando palavras como caldeiro, vampiro, esqueleto etc. 2. Ordem alfabtica: Os alunos sero solicitados a colarem suas escritas em papel metro previamente fixado na parede em ordem alfabtica. Neste ponto, importante que o professor auxilie os alunos com os critrios de ordenao: primeira, segunda, terceira letras etc. 3. Gramtica normativa Substantivos (to amada pelos professores! Rsrsrs): Ao final da construo do painel com as imagens e seus respectivos nomes, o professor poder explorar o conceito de substantivo (j que todas as palavras trabalhadas pertencem a esta classe gramatical). Variao: Para o 1 e 2 Anos, o professor pode utilizar jogos para o trabalho com a anlise lingustica utilizando as palavras registradas por ele, no incio da atividade. Exemplos: 1 ano Quebra-cabea com imagens e palavras (Obs.: elaborei um a partir de imagens do texto.) 2 ano Jogo de formao de palavras; Quem escreve sou eu (Obs.: Neste caso atentar para o uso de palavras e imagens relacionadas ao texto, observando o grau de complexidade das slabas. Utilizar imagens cuja representao na modalidade verbal utilize slabas cannicas.) 6. Produo textual 3 Ano: Para a produo textual, podemos retomar as palavras da teia e solicitar que os alunos escrevam um pequeno texto narrativo a partir da seleo de algumas delas. importante que o professor destaque a importncia do planejamento do texto e da reescrita antes da socializao das produes. Para os 1 e 2 anos, o professor dever assumir o papel de escriba orientando-os no planejamento do texto e na sua reviso considerando tanto os aspectos lingusticos quanto discursivos. Variao dos objetivos: Para o 1 e 2 Anos: Diferenciar letras de nmeros e outros smbolos. (1 ano I/A/C) Conhecer a ordem alfabtica e seus usos em diferentes gneros (no caso, gnero lista) (1 ano I/A/C) Reconhecer diferentes tipos de letras em textos de diferentes gneros e suportes. Santos e Moraes (2013) sugerem a produo de texto com tema livre utilizando imagens recortadas de revistas para que os alunos construam uma narrativa com formato similar do livro lido. Os alunos podem selecionar de 8 a 12 figuras de jornais e revistas e, em duplas, produzirem o texto. importante pensar no suporte das produes dos textos dos alunos. Ser feito um livreto, um painel? Sugiro que esta produo tenha lugar aps a discusso feita a partir da expanso do texto. O dilogo com Cincias da Natureza pode oportunizar a produo significativa sobre o eixo vida nos ambientes. 7. Expandindo a leitura Apesar do tom humorado da narrativa, a histria pode levar os alunos a refletir sobre as cidades que estamos construindo, os problemas enfrentados pelas pessoas nos grandes centros urbanos como a poluio, falta de segurana, trnsito catico etc. Dilogo com Cincias da Natureza Eixo: Vida nos ambientes Objetivos: Identificar ambientes transformados pela ao humana e interferncias dos seres humanos no ambiente (1 ano Introduzir; 2 e 3 Ampliar). Identificar atitudes de cuidados com o ambiente como a limpeza da casa, da rua, da escola, do destino dos resduos e da conservao do solo (1 ano Introduzir; 2 e 3 Ampliar). Mobilizao: audincia do vdeo Um plano para salvar o planeta, Turma da Mnica. Disponvel em: https://www.youtube.com/watch?v=zjqcwkEX-ao. Acesso em: 11/06/2016. Roda de conversa: o professor far perguntas objetivas, inferenciais e subjetivas a respeito do vdeo, ouvindo atentamente as respostas dadas pelos alunos e estimulando a exposio compartilhada dos sentidos propostos pelo vdeo. 8. Produo textual Produo de texto a partir do tema explorado no dilogo com Cincias da Natureza, utilizando imagens recortadas de revistas para que os alunos construam uma narrativa com formato similar do livro lido. A atividade pode ser feita em pequenos grupos ou individualmente. Objetivos: Planejar a escrita de textos considerando o contexto de produo: organizar roteiros, planos gerais para atender a diferentes finalidades, com autonomia. (A/C) Produzir textos de diferentes gneros com autonomia, atendendo a diferentes finalidades. (A/C) Gerar o contedo textual, estruturando os perodos e utilizando recursos coesivos para articular ideias e fatos. (A/C) Organizar o texto, dividindo-o em tpicos e pargrafos. (A/C) Pontuar os textos, favorecendo a compreenso do leitor. (A/C) https://www.youtube.com/watch?v=zjqcwkEX-ao Utilizar vocabulrio diversificado e adequado ao gnero e s finalidades propostas. (A/C) Variao do objetivo: 1 Ano (I/A), 2 Ano (A/C) Planejar a escrita de textos considerando o contexto de produo: organizar roteiros, planos gerais para atender a diferentes finalidades, com ajuda de escriba. 9. Refaco textual Para a realizao desta etapa, necessrio que o professor leia os textos produzidos e selecione alguns representativos para anlise coletiva mediante autorizao prvia dos autores. Obs.: O professor pode oferecer aos alunos cdigos de correo para que os alunos revejam os aspectos lingusticos que podem (precisam) ser qualificados em sua escrita ou, a partir de um texto exposto na lousa (ou outro recurso), revisar coletivamente um texto. Chamo a ateno para a necessidade de rever no apenas aspectos de adequao gramatical ou de escrita alfabtica. Deve-se chamar a ateno para questes de adequao do gnero textual: para que, quem e como se escreve o gnero em questo. Objetivos: Revisar autonomamente os textos durante o processo de escrita, retomando as partes j escritas para planejar os trechos seguintes. Revisar os textos aps diferentes verses, reescrevendo-os de modo a aperfeioar as estratgias discursivas. Variao do objetivo: 1 Ano Revisar coletivamente os textos durante o processo de escrita em que o professor escriba, retomando as partes j escritas para planejar os trechos seguintes. 10. Publicao Fortalecer junto aos Professores a compreenso da importncia de cumprirmos a funo social dos gneros textuais produzidos em sala de aula. necessrio dar visibilidade para a produo dos nossos alunos. Todo escritor escreve para ser lido mesmo que seja para ser contestado ou ignorado. 11. Avaliao Avaliar no para medir ou classificar. Avaliar para verificar o que o aluno j domina e o que, a partir deste conhecimento, pode ser ampliado e consolidado. Avaliar para retroalimentar nossa prtica pedaggica. Obs.: O professor, ao propor intervenes durante a refaco textual, j estar avaliando as competncias/habilidades desenvolvidas pelos alunos. Cabe-nos a escuta sensvel para diagnosticar sobretudo a pertinncia da relao entre contedos curriculares/Eixos/objetivos/estratgias metodolgicas que constitui nosso quefazer em sala de aula. Sugiro uma Matriz avaliativa para que o professor identifique os aspectos consolidados pelos alunos e os que necessitam de interveno especfica. Referncias: BEZERRA, A. R. R. Contribuies da pedagogia freireana roda de conversa sobre textos literrios. Colquio Internacional Paulo Freire (2013). Disponvel em: http://coloquio.paulofreire.org.br/participacao/index.php/coloquio/viii-coloquio/paper/viewFile/204/219. Acesso em 25.mai.2014. BRANDO, Ana C. Perrusi; ROSA, Ester C. de Souza. A leitura de textos literrios na sala de aula: conversando que a gente se entende. IN: PAIVA, Aparecida; MACIEL Francisca; COSSON, Rildo (Coord.) Literatura: ensino fundamental. Braslia: Ministrio da Educao, Secretaria de Educao Bsica, 2010. p. 55-68. (Coleo Explorando o Ensino; v. 20) BRASIL. Secretaria de Educao Bsica. Diretoria de Apoio Gesto Educacional. Pacto Nacional pela Alfabetizao na Idade Certa: A oralidade, a leitura e a escrita no ciclo de alfabetizao. Caderno 5. Braslia: MEC, SEB, 2015. _______. Secretaria de Educao Bsica. Elementos Conceituais e Metodolgicos para definio dos Direitos de Aprendizagem e Desenvolvimento do Ciclo de Alfabetizao (1, 2 e 3 Anos) do Ensino Fundamental. Braslia: MEC/DICEI/COEF, 2012. COLOMER, Teresa. Andar entre livros: a leitura literria na escola. So Paulo: Global Editora, 2007. COSSON, Rildo. Letramento literrio: teoria e prtica. So Paulo: Contexto, 2006. _______. O espao da literatura na sala de aula. IN: PAIVA, Aparecida; MACIEL Francisca; COSSON, Rildo (Coord.) Literatura: ensino fundamental. Braslia: Ministrio da Educao, Secretaria de Educao Bsica, 2010. p. 55-68. (Coleo Explorando o Ensino; v. 20) GUSMO, Maria Aparecida Pacheco. Escrita e reescrita de textos na alfabetizao. IN: Formao de Formadores do Programa Aes Integradas PactoPnaic, 2016. Salvador: Secretaria de Educao, jun. 2016. KLEIMAN, ngela. Oficina de leitura: teoria & prtica. So Paulo: Pontes/Unicamp, 1993. MORAIS, Artur Gomes de; FERREIRA, Andra Tereza Brito. Avaliao do texto escrito: uma questo de concepo de ensino e aprendizagem. IN: LEAL, Telma Ferraz; BRANDO, Ana C. Perrusi (Org.). Produo de textos na escola: reflexes e prticas no Ensino Fundamental. Belo Horizonte: Autntica, 2007. p. 65-80. SANTOS, Fbio Cardoso dos; MORAES, Fabiano. Alfabetizar letrando com a literatura infantil. So Paulo: Editora Cortez, 2013. SCHNEUWLY, Bernard; DOLZ, Joaquim et al. Gneros orais e escritos na escola. 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Acesso em: 02/06/2016. * Professora Formadora da Secretaria Estadual de Educao da Bahia, Especialista em Metodologia do Ensino, Pesquisa e Extenso em Educao pela Universidade do Estado da Bahia e Mestre em Letras pela Universidade Federal da Bahia. http://coloquio.paulofreire.org.br/participacao/index.php/coloquio/viii-coloquio/paper/viewFile/204/219http://coloquio.paulofreire.org.br/participacao/index.php/coloquio/viii-coloquio/paper/viewFile/204/219http://pt.slideshare.net/Adrinic/era-uma-vez-uma-bruxa-7383024?qid=b495219b-ecaf-45b9-91f9-a1ebf5a2998e&v=&b=&from_search=2http://pt.slideshare.net/Adrinic/era-uma-vez-uma-bruxa-7383024?qid=b495219b-ecaf-45b9-91f9-a1ebf5a2998e&v=&b=&from_search=2