Presso atmosfrica e Precipitao - Geografia 7 ano

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    07-Jul-2015

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PPT da presso atmosfrica e precipitao - Geografia 7 ano.

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1. Presso atmosfrica a fora que o ar atmosfrico exerce por unidade de superfcie. Varia comTemperatura Quanto maior a temperatura, menor a pressoAltitude Quanto maior a altitude, menor a pressoDensidade Quanto maior a densidade, maior a presso 2. A presso atmosfrica varia no tempo e no espao, devido a: -Variaes da temperatura (influncia trmica); - Densidade do ar; - Movimentos da atmosfera (influncia dinmica).Movimentos do ar na atmosferaVerticaisAscendentesHorizontaisSubsidentesConvergentesDivergentes 3. A presso atmosfrica , normalmente, reduzida ao nvel do mar, traduzindose num valor, designado de presso normal: 1013 mb (milibares) ou hPa (hectopascais) os mb so mais utilizados em meteorologia.Assim Valores superiores a 1013 mb Altas presses Valores inferiores a 1013 mb Baixas pressesAs linhas isbaras ou isobricas, so linhas que unem pontos com igual valor de presso atmosfrica. Estas formam determinadas configuraes, designadas de sistemas de presso ou centros baromtricos. 4. Os centros baromtricos resultantes so:Centros de Alta Presso ou Anticiclones Quando a presso atmosfrica superior a 1013 mb (hPa) A presso aumenta periferia para o centro.Centros de Baixas Presso ou Ciclones ou Depresses Baromtricas Quando a presso atmosfrica inferior a 1013 mb (hPa)daOs anticiclone representamse com a letra A (como na figura acima), ou com o sinal + (por ser maior que o normal), ou apenas pelo valor da presso, por exemplo 1020.A presso diminui da periferia para o centro Representam-se com a letra B, D, com o sinal - , ou apenas com o valor (por exemplo 990). 5. CIRCULAO DO AR NOS CENTROS BAROMTRICOSAo longo da superfcie da Terra, distribuem-se em faixas mais ou menos alternadas, dois tipos ncleos de presso ou centros baromtricos: as altas e baixas presses. Dando origem aos movimentos do ar, ou seja, aos ventos. Esta circulao ocorre sempre das altas para as baixas presses!No hemisfrio Norte os ventos sofrem um desvio para a direita 6. Quanto mais prximas esto as linhas isobricas, mais forte a velocidade do ventoMais FracoMais Forte 7. A origem e os estados do tempo associados aos centros baromtricos 8. Distribuio dos centros baromtricos Existe uma variao em latitude dos centros baromtricos de origem dinmica, que se distribuem em faixas paralelas ao Equador; Os centros baromtricos encontram-se intercalados, entre baixas e altas presses, em latitude; De acordo com a estao do ano, os centros baromtricos sofrem pequenas oscilaes, para Norte, no Vero, e para Sul no Inverno no Hemisfrio Norte. 9. Variao da presso atmosfrica com a Latitude e a Circulao Geral da AtmosferaPN PN Crculo Polar rctico - -Trpico de CancerCrculo Polar Antrctico++++- -- -++++- -Baixas presses subpolares (N)- -- -- -++Ventos de Leste++++EquadorTrpico de CapricrnioAltas presses polares (N)++- Ventos de Leste++PS PN++Altas presses subtropicais (N)Baixas presses equatoriaisAltas presses subtropicais (S) Baixas presses subpolares (S)Altas presses polares (S) 10. Deslocao das cinturas ciclnicas e anticiclnicas com as estaes do ano 11. Distribuio da precipitaoDada a influncia meteorolgica dos centros de presso, as reas do globo que registam fracos nveis de precipitao encontram-se, geralmente, sob a influncia dos centros de altas presses, como acontece, por exemplo, com o deserto quente do Sara, localizado entre os 30 e 35 de latitude a Norte. Pelo contrrio, as regies que registam elevados totais de precipitao encontram-se, normalmente, sob a influncia dos centros de baixas presses, como se verifica na regio equatorial.* Isoietas - linhas que unem lugares com igual valor de precipitaoMapa de isoietas* 12. Processo de formao 13. Chuvas Frontais 14. Poro da atmosfera horizontalmente homognea, no que respeita temperatura, humidade e densidade. De acordo com a temperatura, podem ser: Massa de ar quente vinda do equador/trpicos Massa de ar frio vinda dos plosDe acordo com a humidade as massas podem classificar-se como: Massa de ar martima formada no oceano Massa de ar continental formada no continenteNota: As caractersticas de uma massa de ar no so constantes, acabando por se modificarem ao afastarem-se das regies de origem adquirindo as caractersticas das reas envolventes. 15. No H.N.: a massa de ar frio desloca-se para sul a massa de ar quente para norte. Deste deslocamento surge o confronto entre duas massas de ar completamente diferentes, o que constitui como que uma frente de batalha, onde disputam o ar frio e ao quente.Ar frioAr QuenteAr frio 16. Quando se movimentam na direco das baixas presses, as massas de ar frio e quente colidem umas com as outras essa rea de confronto entre duas massas de ar chama-se superfcie frontal.Superfcie Frontal uma superfcie de descontinuidade entre duas massas de ar de natureza diferentes.Frente a linha de interseco da superfcie frontal com a superfcie da Terra. 17. Quando a massa de ar frio empurra a massa de ar quente surge a superfcie frontal/frente fria. Superfcie muito inclinada, o ar frio introduz-se sob o ar quente e obriga-o a subir de forma rpida e violenta, o que leva formao de nuvens de grande desenvolvimento vertical, dando origem a aguaceiros e trovoadas. 18. Quando a massa de ar quente empurra a massa de ar frio surge a superfcie frontal/ frente quente. Superfcie pouco inclinada e o ar quente desloca-se lentamente sobre o ar frio, onde se formam nuvens de desenvolvimento horizontal e precipitao sob a forma de chuvisco. 19. Embora se desloquem no mesmo sentido, as duas frentes avanam a velocidades diferentes, influenciando a evoluo da perturbao frontal: A superfcie frontal fria/frente fria deslocam-se mais rapidamente que a quente. O sector do ar quente vai sofrendo um progressivo estrangulamento, reduzindo cada vez mais a distncia que separa as duas frentes. A frente fria atinge a frente quente, havendo uma juno do ar frio posterior e anterior, levando ascenso forada de todo o ar quente. Ocorre a ocluso, dando origem superfcie frontal oclusa/frente oclusa frente resultante da juno da frente fria com a frente quente. No princpio da ocluso a chuva pode ser violenta, o mau tempo dissipa-se gradualmente. 20. Consulta o site (animaes das diferentes superfcies frontais): http://www.educaplus.org/climatic/03_fact_frentes.html 21. Cartas Sinpticas do tempo Mapa onde esto assinalados os fenmenos atmosfricos registados superfcie, por forma a dar uma imagem geral do estado da atmosfera num dado momento e regio. possvel verificar, entre outras coisas, a posio das superfcies frontais ao nvel do solo (as frentes). 22. Bom Tempo e Mau Tempo em Portugal Primavera/VeroSomos afectados pelas altas presses e a inclinao dos raios solares menor as temperaturas so elevadas e o cu apresenta-se limpo.Elevado aquecimento da P.Ibrica (interior) origina a formao de uma baixa presso temperaturas elevadas, chuvas fortes e possibilidade de trovoadas. 23. Bom Tempo e Mau Tempo em Portugal Outono/InvernoSomos afectados (perturbao da frente polar) pelas superfcies frontais chuva e alternncia de temperaturas amenas e baixas.Somos afectados ar frio continental cu geralmente limpo e temperaturas baixas. Pode formar-se geada e neve nas terras altas. 24. Chuvas Convectivas 25. Frequentes nas regies equatoriais e no interior dos continentes durante o vero (em Portugal, no Alentejo) Quando o ar entra em contacto com a superfcie terrestre muito aquecida, torna-se mais quente e leve, por isso sobe em altitude, ao subir arrefece perdendo a sua capacidade de conter vapor de gua, aumenta a humidade relativa, atinge o ponto de saturao e condensa Estado do tempo: ocorrncia de precipitao intensa com probabilidade de trovoada. 26. Chuvas Orogrficas/relevo 27. Ocorre nas regies de montanha. O ar hmido ao encontrar uma barreira vertente da montanha exposta aos ventos hmidos obrigado a ascender, ao subir a temperatura do ar diminui e facilmente atingido o ponto de saturao e a condensao, pelo que h grande probabilidade de ocorrncia de precipitao. Nas vertentes opostas, o ar desce, aquece e a precipitao diminui.