Evoluo Urbana do Bairro Imperial de So Cristvo - RJ

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    22-Jan-2018

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1. EVOLUO URBANA DO BAIRRO IMPERIAL DE SO CRISTVO 2. A OCUPAO DA TERRA 1568 a 1759A OCUPAO DA TERRA 1568 a 1759 Era habitada por ndios tamoios Teve sua origem na solicitao de uma sesmaria feita por um jesuta a Estcio de S, em 1565. Trs anos mais tarde a sesmaria foi concedida aos Padres da Companhia de Jesus. Era localizada fora do permetro urbano, cheia de alagados, morros, rios e uma costa bem recortada. Os padres estabeleceram ali uma fazenda cuja sede foi construda num elevado junto antiga Praia de So Diogo. Padre Jesuta. Fonte: http://jesuitasbrasil.blogspot.com.br/2010_07_01_ar chive.html ndios Tamoios. Fonte: http://www.sppert.com.br/Artigos/Brasil/Rio_de_Ja neiro/Hist %C3%B3ria/_Primeiros_moradores_do_Rio_de_J aneiro_/ 3. Parte da rea foi arrendada a terceiros. O estabelecimento caracterizou-se pela criao de gado, cultivo da cana- de-acar e produo de alimentos. Em 1627, os jesutas construram, num trecho junto ao litoral, uma capela dedicada a So Cristvo (Primeira Igreja) que deu nome Praia e regio toda. Foi nesse perodo que se formaram os caminhos de So Cristvo (hoje Rua So Cristvo) e o do Pedregulho (Primeiras Ruas). O primeiro ligando a fazenda ao Colgio dos Jesutas, no Centro, e o outro indo em direo Fazenda de Santa Cruz. Igreja de So Cristvo com o mar e um atracadouro Fonte: http://www.rioquepassou.com.br/2003/11/27/1314/ 1568 a 17591568 a 1759 4. Expulso dos Jesutas - 1759 a 1808Expulso dos Jesutas - 1759 a 1808 Expulsos os Jesutas, em 1759, pelo Marqus de Pombal, seus bens foram confiscados e incorporados Coroa Portuguesa. A Sede da Fazenda passou a abrigar o Hospital dos Lzaros, sob administrao da Irmandade da Candelria, em 1765. As terras da Fazenda foram ento divididas em chcaras e stios que foram vendidos ou doados. Numa dessas chcaras, adquiridas por Antnio Elias Lopes, em 1792, foi construdo um Palacete, que se tornou mais tarde residncia da Famlia Real. Sede da antiga Fazenda dos Jesutas conhecida como Fazenda de So Cristvo. Fonte: http://www.riodejaneiroaqui.com/pt/morro-do-castelo-5tj.html 5. O Palacete foi edificado numa rea elevada com uma vegetao abundante, que se sobressaa quela rea cheia de alagados e pntanos, ficou conhecido como Quinta da Boa Vista. O local do atual Campo de So Cristvo era usado pelos moradores (antigos locatrios das terras dos Jesutas) para comercializar seus produtos e levar seus animais para pastar. Quinta da Boa Vista. Fonte: http://www.riodejaneiroaqui.com/portugues/q_pimperial.html 6. Pintura do Pintor Austraco Thomas Ender que esteve no Brasil entre 1817-1818. Fonte: http://www.riodejaneiroaqui.com/portugues/q_pimperial.html 7. Vista do Pao de So Cristvo, por Jean-Baptiste Debret Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_Nacional_da_Universidade_Federal_do_Rio_de_Janeiro 8. Porto da Quinta da Boa Vista. Fonte: http://oriodeantigamente.blogspot.com.br/2011/01/quinta-da-boa-vista.html 9. Quinta da Boa Vista. Fonte: http://www.riodejaneiroaqui.com/portugues/q_pimperial.html 10. Vista atual da Quinta da Boa Vista. Fonte: http://colunas.cbn.globoradio.globo.com/platb/blogdalucia/category/historias-da-historia-do-rio/ 11. Com a chegada da Famlia Real portuguesa e sua corte ao Rio de Janeiro, Antnio Elias Lopes ofereceu sua manso para residncia do Prncipe Regente. Para atender s 15 mil pessoas que vieram junto com D. Joo, diversas edificaes foram desocupadas e cedidas Corte. INCIO DO SCULO XIX chegada da Famlia RealINCIO DO SCULO XIX chegada da Famlia Real Fonte: http://www.historiadi gital.org/questoes/qu estao-vinda-da- familia-real/ Fonte: http://eunahistoria20 12.blogspot.com.br/2 012/05/chegada-da- familia-real-ao- brasil.html 12. O crescimento populacional acarretou a expanso da cidade, sendo um dos vetores direcionado para So Cristvo. Para melhorar a acessibilidade ao bairro, foram necessrias obras de aterros de lagoas e mangues, canalizaes de rios, entre outras. Dom Joo VI (ao lado de sua esposa, Carlota Joaquina) trouxe diversas mudanas com a transferncia da Famlia Real para o Brasil. Aclamao de D. Pedro I (12/10/1822), por Debret. Esta foi, durante muito tempo, a imagem da independncia do Brasil. Fonte: http://eunahistoria2012.blogspot.com.br/2012/05/ch egada-da-familia-real-ao-brasil.html Fonte: http://educacao.uol.com.br/biografias/d-pedro-1.jhtm 13. Quando D. Joo voltou para Portugal, D. Pedro, seu filho, assumiu seu posto e, no ano seguinte, declarou a Independncia, tornando- se o primeiro Imperador do Brasil. Em 1831, D. Pedro I retornou Lisboa, deixando o trono para o seu primognito, tambm Pedro. Ao longo do reinado de dom Pedro II, a partir de So Cristvo, iniciou-se a instalao de indstrias e a modernizao da cidade. Dom Pedro II aos 61 anos de idade, 1887. Fonte: http://civilization.wikia.com/wiki/Pedro_II_ %28Civ5%29 Perodo Imperial Primeiro e Segundo ReinadoPerodo Imperial Primeiro e Segundo Reinado 14. Quinta da Boa Vista. Fonte: www.skyscrapercity.com http://www.historiadigital.org/questoes/questao-vinda-da-familia-real/ Jardins da Quinta da Boa VistaJardins da Quinta da Boa Vista 15. Durante o Imprio de D. Pedro II o paisagista Auguste Franois- Marie Glaziou projetou os jardins da Quinta da Boa Vista. Ele adequou o entorno residncia imperial, planejou e executou intervenes que ordenaram o aspecto geral do parque e tambm enobreceram o palcio, dentro de uma concepo paisagstica romntica, inspirado nos jardins paisagsticos franceses aliado aos conhecimentos das matas nacionais. Projeto para os jardins da Quinta da Boa Vista. Fonte: http://www.casaruibarbosa.gov.br/glaziou/projetos2.htm 16. Prximo ao Campo de So Cristvo foi instalado o Batalho da Guarda do Imperador. Em 1826, foi construdo um prdio conhecido posteriormente como Solar da Marquesa de Santos para a favorita de D. Pedro, na Rua Nova da Boa Vista (atual Av. D. Pedro II), que dava acesso Quinta. Sua localizao permitia ao Imperador vigiar as luzes dos aposentos da amada. Solar da Marquesa de Santos. Fonte:http://www.revistadehistoria.com.br/secao/reportage m/a-nova-moda-do-imperador 17. Durante o Perodo Imperial (em especial do de D. Pedro II), foram realizadas obras significativas de infraestrutura, como novos aterros, arruamentos, loteamentos, saneamento, canalizao de rios, alm de receber servios de transportes, telegrafia, esgotamento sanitrio, iluminao a gs, coleta de lixo, sistema de abastecimento de gua, entre outros. Nessa ocasio, foram oferecidos benefcios fiscais para quem quisesse ocupar a regio. O bairro tornou-se o mais aristocrtico da cidade, atraindo comerciantes e fazendeiros, vindos no s pelos incentivos e pelas melhorias, mas tambm pela vizinhana com a Famlia Real. Fonte: http://www.odebrecht.com/sala-imprensa/noticias? id=19967 18. A atual Av. D. Pedro II, foi prolongada at a praia, configurando o principal eixo do bairro. As residncias mais luxuosas concentraram-se ali e tambm nas ruas da Alegria, Bela, So Luiz Gonzaga e So Cristvo. O Saco de So Diogo foi aterrado, em 1850, assim como pequenos trechos do Campo de So Cristvo. Em 1860, a construo do Canal do Mangue contribuiu muito para a ocupao do bairro. Localizao. O arqutipo da avenida monumental no corao do bairro de So Cristvo. Fonte: http://vejario.abril.com.br/blog/as- ruas-do-rio/page/3 Algumas das residncias na Avenida Pedro II. Fonte: http://vejario.abril.com.br/blog/as-ruas-do-rio/tags/sao-cristovao 19. Saco de So Diogo antes do aterramento. Fonte: http://agenciaspostais.com.br/?page_id=1432 Imagem de So Cristvo hoje. Fonte: Google 20. Em 1858, foi inaugurado o primeiro trecho da Estrada de Ferro D. Pedro II, incluindo a Estao de So Cristvo e, em 1870, foi implantada a empresa Rio de Janeiro Street Railway (posteriormente Cia. So Cristvo), responsvel pelos bondes sobre trilhos. A Quinta da Boa Vista sofreu diversas reformas ao longo do tempo. Em 1888 foi fundado o internato D. Pedro II, que existe at hoje. Bonde sobre trilhos. Fonte: http://vejario.abril.com.br/edicao-da- semana/fotos-bondes-rj-arquivo-publico-749566.shtml Estao de So Cristvo. Fonte: http://oriodeanti gamente.blogsp ot.com.br/2011/ 02/estacoes- ferroviarias.html Internato D. Pedro II. Fonte: http://www.revistadehistoria.com.br/secao/educacao/uma- escola-para-poucos 21. A ERA REPUBLUCANAA ERA REPUBLUCANA Com a proclamao da Repblica em 1889, inicia-se uma fase de perda de prestigio do antigo Bairro Imperial. O Palcio da Quinta, foi desativado e torna-se a sede dos trabalhos da Assembleia Nacional responsvel pela Constituio Brasileira de 1891 Em 1909, os jardins da Quinta foram restaurados a mando do presidente Nilo Peanha, conservando-se as caractersticas do projeto original de Glaziou. Com o Novo Regime, o Rio de Janeiro elevado condio de Distrito Federal e sede do governo republicano. Surgem anseios de uma modernizao que permitisse superar o passado, tanto colonial como imperial, e engajar o desenvolvimento da cidade no bojo do processo de industrializao em marcha nos pases centrais. 22. A industrializao mudou o perfil do bairro; A partir do final do sculo XIX, iniciou-se a deteriorao das construes mais antigas. A queda do imprio ocasionou mais tarde, a transformao do pao em museu, com a instalao do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro no local. No final dos anos vinte, pode-se perceber alguns dos problemas que seriam enfrentados pelo bairro nas dcadas subsequentes, tais como o rebaixamento da qualidade de vida e a deteriorao do patrimnio histrico edificado. Fonte:http://rosarodriguesjornalistaeradialista.blogspot.co m.br/2009/01/relembrando-tempos-modernos-de- charles.html 23. Por volta de 1894, a antiga igrejinha de So Cristvo foi demolida, e reconstruda ao estilo arquitetnico vigente na poca (gtico-romano). O Campo de So Cristvo foi contemplado pelo programa de reformas urbanas empreendido pelo prefeito Pereira Passos entre 1903 e 1906. A proposta constituiu-se por remodelao urbanstica, calamento das vias, melhoria da iluminao pblica e da limpeza urbana, alm da construo de um coreto (atualmente tombado) e de arquibancadas. A reforma Passos marca o momento em que So Cristvo inicia sua decadncia como rea residencial, sendo cada vez mais procurado para a instalao de indstrias. Isso ocorria por conta da disponibilidade de casares servidos de infraestrutura para a instalao desse tipo de atividade, da proximidade com o centro da cidade e com o novo Porto da Cidade, inaugurado em 1909, juntamente com a canalizao da Avenida Francisco Bicalho. Em 1924, o aterro da Praia de So Cristvo e o prolongamento do cais do porto at o Caj tiraram o litoral do bairro. 24. MUDANA NA GEOGRAFIA DOMUDANA NA GEOGRAFIA DO BAIRROBAIRRO Ao longo do sculo XIX, o mar foi aterrado em vrios metros (o acesso Igreja de So Cristvo passou a ser a p) e os pntanos erradicados. Igreja de So Cristvo 1916 por Andre Decourt / Igreja de So Cristvo (hoje na Praa Padre Sve) Fonte: http://www.rioquepassou.com.br/2013/08/30/igreja-de-sao-cristovao-1916/ http://wikiurbs.info/index.php?title=Igreja_de_S%C3%A3o_Crist%C3%B3v%C3%A3o 25. Observem o Campo de So Cristvo onde ficava, bem prximo ao mar na figura 1 e a faixa de aterro encontrada hoje no local. Fonte: http://oriodeantigamente.blogspot.com.br/2011/01/campo- de-sao-cristovao.html Fonte: Google 26. REAS ATERRADASREAS ATERRADAS Fonte:http://portalgeo.rio.rj.gov.br/estudoscariocas/download/2418_O%20Rio%20de %20Janeiro%20e%20sua%20orla.pdf 27. PLANOS E DECRETOS URBANSTICOSPLANOS E DECRETOS URBANSTICOS Por determinao do Plano Agache*, em 1920, o bairro passou a ser local de residncia da populao operria, resultando em um nmero expressivo de vilas e habitaes coletivas. Em 1937, com a promulgao do Decreto n 6.000, So Cristvo, junto com outros bairros do subrbio, foi includo na zona industrial da cidade. Por causa da forte seca do Nordeste, muitos nordestinos migraram e se instalaram no bairro. Por volta de 1940, deram incio a uma feira de comercializao de produtos de suas regies. A Av. Brasil, aberta em 1946, eixo de ligao com as rodovias para outros municpios, ajudou a consolidar o uso industrial do bairro, concentrando pequenas fbricas e comrcio atacadista. 28. PLANO AGACHEPLANO AGACHE 29. PLANO AGACHEPLANO AGACHE Donat Alfred Agache (1875 - 1959) Arquiteto francs diplomado pela cole des Beaux-Arts de Paris em 1905. fundador da Sociedade Francesa de Urbanistas, tendo sido secretrio-geral at o perodo entre guerras. Alguns lhe atribuem a criao do vocbulo urbanismo. Em 1927 convidado para uma srie de conferncias sobre urbanismo no Rio de Janeiro, que culminam com sua contratao no ano seguinte para elaborao de um plano urbanstico para a cidade. Concludo em 1930, introduziu no cenrio nacional algumas questes tpicas da cidade industrial, tais como o planejamento do transporte de massas e do abastecimento de guas, a habitao operria e o crescimento das favelas, assim como um zoneamento para a cidade. 30. O QUE RESTOU DO BAIRROO QUE RESTOU DO BAIRRO IMPERIALIMPERIAL Restaram, entre outros testemunhos importantes a Quinta da Boa Vista (atual Museu Nacional), a antiga Casa da Marquesa de Santos (hoje Museu do Primeiro Reinado), o antigo Observatrio Nacional (hoje abriga tambm o Museu de Astronomia) e a antiga Casa de Fazenda dos Jesutas, transformada no Hospital dos Lzaros. Fonte: http://colunas.cbn.globoradio .globo.com/platb/blogdalucia/ category/historias-da- historia-do-rio/ Fonte: http://visoesdacidade.blogspot.com. br/2009/04/o-museu-de- astronomia-e-ciencias-afins.html Fonte: http://www.panoramio.com/photo/4 1156374 Fonte: http://www.scielo.br/pdf/hcsm /v2n3/a09v2n3.pdf 31. Aps a fuso dos estados do Rio e da Guanabara, o Rio de Janeiro transformou-se em municpio e um novo regulamento de zoneamento criou a Zona de Indstria e Comrcio (ZIC) de So Cristvo e restringiu os usos residenciais do bairro. Decorrentes da infraestrutura de transportes, que implantou grandes eixos virios, viadutos, elevados, linhas ferrovirias e metrovirias, o patrimnio histrico e arquitetnico do bairro sofreu vrias perdas. Exemplo disso a implantao da Linha Vermelha, em 1992, que interferiu na antigas ruas Bela e Figueira de Melo, desconsiderando todo o patrimnio cultural existente. Fonte: Google 32. Em 1993, uma Lei Complementar modificou a legislao de uso e ocupao do solo e incentivou o uso residencial na regio, recuperando o equvoco da legislao anterior. Nessa lei, foi criada a rea de Proteo ao Ambiente Cultural (APAC) de So Cristvo. Na rea, podemos encontrar exemplares de diversos estilos arquitetnicos e tipologias representantes da arquitetura brasileira. RECUPERAO DE SORECUPERAO DE SO CRISTVOCRISTVO 33. TOMBAMENTOSTOMBAMENTOS Hoje So Cristvo possui 12 edificaes tombadas. 34. TOMBAMENTOSTOMBAMENTOS 35. TOMBAMENTOSTOMBAMENTOS 36. TOMBAMENTOSTOMBAMENTOS 37. TOMBAMENTOSTOMBAMENTOS 38. TOMBAMENTOSTOMBAMENTOS 39. TOMBAMENTOSTOMBAMENTOS 40. TOMBAMENTOSTOMBAMENTOS 41. ALGUNS PONTOS DE SO CRISTVO ALGUNS PONTOS DE SO CRISTVO ANTES E ATUALMENTEANTES E ATUALMENTE 42. O PAVILHO DE SO CRISTVOO PAVILHO DE SO CRISTVO Em 1959, foi construdo um pavilho no Campo de So Cristvo para abrigar a Exposio Internacional de Indstria e Comrcio. A edificao provisria se tornou definitiva e passou a ser utilizada para organizao de eventos. Atualmente abriga o Centro Luiz Gonzaga de Tradies Nordestinas, conhecido como Feira de So Cristvo, que promove a cultura e o comrcio de produtos nordestinos. O Pavilho era uma das maiores reas cobertas do mundo na poca, com 156.000m, para cobrir o pavilho sem o auxlio de colunas, foram lanados cabos de ao compondo uma superfcie parablica. a cobertura original era plstica, anos mais tarde, depois de um vendaval, a cobertura foi substituda por placas metlicas. Fonte: http://www.riodejaneiroaqui.com/portugues/pavilhao-sao- cristovao.html 43. Pavilho de So Cristvo (Salo do Automvel) - Anos 60 Fonte: http://oriodeantigamente.blogspot.com.br/2011/01/pavilhao- de-sao-cristovao-centro-de.html Pavilho de So Cristvo - Final dos Anos 60 Fonte: http://oriodeantigamente.blogspot.com.br/2011/01/pavilhao- de-sao-cristovao-centro-de.html 44. Pavilho de So Cristvo Atualmente Fonte:http://www.wikirio.com.br/Feira_de_S%C3%A3o_Crist %C3%B3v%C3%A3o_-_Centro_Luiz_Gonzaga_de_Tradi %C3%A7%C3%B5es_Nordestinas Por volta de 1988, um forte vendaval destruiu pela segunda vez a cobertura do pavilho. A partir desta data o pavilho ficou fechado e em desuso por longos anos, at que em 2003 passou a ser utilizado pela Feira de So Cristvo. Fonte: http://puc-riodigital.com.puc-rio.br/Jornal/Cidade/Feira- de-Sao-Cristovao-resiste-ao-tempo-e-a-globalizacao- 7739.html#.U4Qhyyhg98k 45. Av. Pedro II, 398 So Cristovo (Escola Municipal Nilo Peanha) Av. Pedro II Escola Municipal Nilo Peanha incio de sc. XX. Avenida Pedro IIAvenida Pedro II 46. Campo de So Cristvo Colgio Pedro IICampo de So Cristvo Colgio Pedro II Campo de So Cristvo (Colgio Pedro II 1906) Campo de So Cristvo (Colgio Pedro II atualmente) 47. Campo de So Cristvo - CoretoCampo de So Cristvo - Coreto Campo de So Cristvo (Coreto 1906) Campo de So Cristvo (Coreto - atualmente) 48. Rua do ExrcitoRua do Exrcito Observatrio Nacional - Rua do Exrcito - 1922 Rua do Exrcito - atualmente Rua do Exrcito - 1922 49. Avenida Francisco BicalhoAvenida Francisco Bicalho Canal do Mangue. Av. Francisco Bicalho iniccio do sc. XX Av. Francisco Bicalho - 1907 50. ALGUMAS RELAES HISTRICASALGUMAS RELAES HISTRICAS Campo de So Cristvo gora Grega(local utilizado para comercializar produtos). O Imperador ofereceu melhorias e isenes de impostos no bairro para atrair moradores situao similar de Luiz XIV quando construiu Versailles. Traado virio misto parte similar ao traado medieval e parte similar ao hipodmico. Assim como no Egito Antigo, a escala monumental para impor poder, foi usada na Quinta da Boa Vista e casas vizinhas, pertencentes classe aristocrtica. Assim como as cidades da Grcia, a Quinta da Boa Vista localizada no topo de uma colina. 51. ALGUMAS RELAES HISTRICASALGUMAS RELAES HISTRICAS Quando um local era fundado, era realizada uma consulta das condies do local, limitao e era celebrada uma missa, assim como os Etruscos realizavam o inauguratio, o limitatio e o consacratio. O sistema de esgoto e guas pluviais de So Cristvo foi e ainda similar ao dos Romanos. 52. FONTES E BIBLIOGRAFIA:FONTES E BIBLIOGRAFIA: Guia das APACs So Cristvo Rio Prefeitura Patrimnio Cultural Guia do Patrimnio Cultural Carioca Bens Tombados 2014 Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro http://www.rioquepassou.com.br/2013/08/30/igreja-de-sao-cristovao-1916/ http://www.adegaoportugues.com.br/historia.php http://www.museusdoestado.rj.gov.br/mir/texto/HISTORICO%20DO %20BAIRRO%20DE%20SAO%20CRISTOVAO.pdf 53. HISTRIA E TEORIA DA CIDADE PROF. FERNANDOHISTRIA E TEORIA DA CIDADE PROF. FERNANDO RABELLORABELLO ALUNa:ALUNa: MAIRA F. GIZOTTI 13104683MAIRA F. GIZOTTI 13104683 Data:Data: 11/06/201211/06/2012