Ctrl aula 2 gabarito avaliao de nivelamento e reviso de anatomia vegetal e botnica

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    05-Jul-2015

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Controle de Plantas Daninhas gabarito avaliao de nivelamento e reviso de anatomia vegetal e botnica

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  • 1. Controle de Plantas Daninhas Correo Avaliao de Nivelamento 12/02/2014

2. Questo 1 3. Questo 1 1. EPIDERME: A epiderme das plantas vasculares um tecido formado, de modo geral, por uma nica camada de clulas de formato irregular, achatadas, vivas e aclorofiladas. um tecido de revestimento tpico de rgos jovens (raiz, caule e folhas). A epiderme de uma raiz mostra uma camada cilndrica de revestimento, com uma zona pilfera, cujos pelos nada mais so do que extenses de uma clula epidrmica. 4. Questo 1 XILEMA ou lenho e o FLOEMA ou lber, so tecidos vasculares das plantas traquefitas, ou seja, plantas portadoras de vasos que realizam o transporte de seiva nos organismos vegetais: pteridfitas, gimnospermas e angiospermas, comunicando o sistema radicular s estruturas foliares, intermediada pelo caule. 5. Questo 1 O transporte de seiva bruta, constituda por gua e sais minerais, conduzida pelo xilema, realizado a partir da capacidade de absoro pelas razes e distribuio para todo o restante da planta com destino essencial s folhas. J o transporte de seiva elaborada, constituda por substncias orgnicas sintetizadas na fotossntese, tem sua conduo pelo floema, partindo das folhas em direo aos demais rgos, principalmente os de reserva energtica (razes e caule). 6. Questo 1 7. Questo 1 8. Questo 1 9. Questo 1 MERISTEMA e COIFA: Coifa o rgo em forma de cone encontrado no fim da raiz e que tem como funo proteger o o meristema apical da raiz. As clulas mais externas vo morrendo e caindo por descamao, sendo substituda por outras que lhe so subjacentes. A principal funo da coifa proteger a extremidade da raiz, - clulas meristmaticas - contra o atrito com as partculas do solo, durante o crescimento. Nas plantas aquticas a coifa no se destri, sendo especialmente desenvolvida e podendo ser formada por diversas camadas superpostas. Sua funo proteger os delicados tecidos meristemticos da ponta da raiz contra o ataque de microrganismos, como bactrias, fungos e animalculos comuns na gua. Nas plantas epfitas, a coifa tambm permanece e acompanha o crescimento da raiz evitando a dessecao do pice. A coifa, falta nas razes sugadoras como a do cip-chumbo. A coifa das plantas aquticas bem como a das epfitas, carecem de funo absorvente 10. Questo 2 11. Questo 2 Cutcula Vegetal uma cobertura de cera produzida unicamente pelas clulas epidrmicas das folhas, brotos jovens e outros tipos de rgos de plantas aerbicas. A cutcula tende a ser uma densa camada lipdica localizada sobre a folha, com a funo de proteger a planta contra a desidratao. No entanto essa estrutura no encontrada apenas em pantas de ambientes secos, mas tambm encontrada em clulas de locais midos. A cutcula vegetal pode vir impregnada de cera, cristais de slica ou resina. Sua principal funo de proteo contra a perda excessiva de gua. Porm h tambm outras funes como: Impermeabilidade a absoro excessiva de gua; Alguns herbicidas utilizados na agricultura possuem seletividade a diferentes tipos de planta, ou seja, produzem seus efeitos em uma planta e no produzem em outra, mesmo estas tendo recebido mesmas doses de aplicao. Uma das causas desta seletividade deve-se a espessura da cutcula da planta; O desenvolvimento da cutcula est diretamente ligado exposio a luz. Quanto mais luminosidade, maior ser a produo de cutcula pela folha. 12. Questo 2 A epiderme o tecido de revestimento primrio originado da protoderme, geralmente de camada nica (unisseriado) e no possui espaos intercelulares. Em rgos areos, revestida pela cutcula, que reduz o ressecameto. Pode ser substituda por um tecido secundrio a periderme. Pode apresentar uma grande variedade de estruturas como papilas, escamas, estmatos, acleos, espinhos e tricomas (plos). Acleos so expanses pluricelulares pontiagudas da epiderme com funo de defesa, so fceis de remover e so diferentes dos espinhos que so folhas modificadas. Espinhos so modificaes do caule ou da folha. Papilas so clulas onduladas presentes em flores (ptalas principalmente) que lhe do um aspecto aveludado, podem produzir perfumes e nctar. s vezes so consideradas um tipo de tricoma. Tricomas so apndices da epiderme originados de clulas chamadas tricoblastos e podem ser uni ou pluricelulares e de estrutura variada. Evitam o aquecimento excessivo, evitam ou facilitam perda de gua, digerem presas, protegem contra predadores e ajudam na disperso de sementes (algodo). 13. Questo 2 Estmatos ou estomas so estruturas constitudas por um conjunto de clulas localizadas na epiderme dos traquefitos, especialmente na epiderme inferior das folhas, com a funo de estabelecer comunicao do meio interno com a atmosfera, constituindo-se em um canal para a troca de gases e a transpirao do vegetal. Os estmatos servem para trocas gasosas, porm ao fazerem isso tambm deixam uma via aberta para perda de gua pela planta; ou seja, so como vlvulas que regulam a entrada e sada de gases e a sada de gua. De maneira muito simples: Quando a planta est com gua em excesso ele abre, quando est com gua em pequena quantidade ele fecha para evitar a perda. 14. Questo 3 15. Questo 3 A semente o vulo modificado e desenvolvido. Toda a semente possui um envoltrio, mais ou menos rgido, um embrio inativo da futura planta e um material de reserva alimentar chamado endosperma ou albmen. Em condies ambientais favorveis, principalmente de umidade, ocorre a hidratao da semente e pode ser iniciada a germinao. Todo o embrio contido em uma semente de angiosperma um eixo formado por duas extremidades: A radcula, que a primeira estrutura a emergir, quando o embrio germina; e O caulculo, responsvel pela formao das primeiras folhas embrionrias. 16. Questo 3 Uma folha embrionria merece especial ateno. o cotildone. Algumas angiospermas possuem dois cotildones, outras possuem apenas um. Plantas que possuem dois cotildones, so chamadas de eudicotiledneas e plantas que possuem um cotildone s chamadas de monocotiledneas. Os cotildones inserem-se no caulculo, que dar origem ao caule. Hipoctilo (hipo = abaixo; cotiledon = cotildone) a parte do eixo (caule) do embrio ou plntula situada entre o ponto de insero dos cotildones e aquele em que tem incio a radcula. 17. Questo 3 18. Questo 3 Gema terminal ou gema apical uma regio meristemtica situada no pice de um ramo. responsvel pelo crescimento vertical da planta. A gemas axilares podem ser encontradas na juno dos ramos com o pecolo de uma planta. medida que o meristema apical cresce e vai formando folhas, uma regio de clulas deixada para trs entre o ramo e a folha. Esto normalmente dormentes, inibidas pelo hormnio auxina, produzida pelo meristema apical. Se o meristema for removido ou tiver crescido de maneira a que a distncia para a gema axilar seja grande, esta poder tornar-se ativa (no sofre mais de inibio pela auxina). Tal como o meristema apical, as gemas axilares podero dar ramos ou flores. O AIA (cido Indolilactico) produzido nas gemas apicais desloca-se polarizado para a base. As gemas laterais (axilares), recebendo esse hormnio, ficam inibidas no seu desenvolvimento. Dizemos que o AIA produzido na gema apical provoca a dormncia das gemas laterais, fenmeno conhecido por DOMINNCIA APICAL. 19. Questo 3Quando PODAMOS uma planta, retiramos as gemas apicais. Dessa maneira, cessa-se a inibio e, rapidamente as gemas laterais se desenvolvem. Ex: Fito na soja por defensivo de contato 20. Questo 4 Raiz axial, raiz pivotante ou raiz primria apresentam raiz principal, com coifa maior do que as demais, seu comprimento maior que o das outras. E tambm possui ramificaes ou razes secundrias. So caractersticas de eudicotiledneas. A raiz principal tem funo de fixao no solo, e as razes secundrias a funo de absoro de nutrientes e gua. 21. Questo 4 Raiz fasciculada ou raiz em cabeleira gramneas e outras hipocotiledneas tm um sistema de raiz fibroso, caracterizado por uma massa de razes aproximadamente de igual dimetro. Esse sistema de razes denominado de raiz mltipla, ramificada ou fasciculada e no surge como os ramos da primeira raiz, como no caso das razes axiais; em vez disso, consiste de numerosas razes em feixes que emergem da base do caule e tem tamanho maior do que a folha. So caractersticas das monocotilednias. 22. Questo 4 Raiz tuberosa - contm grande reserva de substncia nutritiva e muito utilizada na nossa alimentao. Como exemplo dessas razes, podemos citar a mandioca, cenoura, o nabo, o car, a batatadoce. Obs.: No confundir raiz tuberosa com caule tuberoso: a planta com raiz tuberosa possui o caule e as folhas fora do solo, ex: mandioca. Os caules tuberosos so aqueles que possuem o caule e a raiz debaixo da superfcie do solo. 23. Questo 4 Utilidades para o homem: Algumas razes so comestveis, como a cenoura, o ginseng, o nabo o rabanete a mandioca e a beterraba. Estas razes no devem ser confundidas com tubrculos como a batata, nem bulbos como a cebola, pois estes so caules subterrneos, e no razes. Algumas razes so consideradas medicinais (como o prprio ginseng). Um grupo brasileiro chegou a pesquisar, em 1979, os efeitos anticancergenos das razes de Ternstroemia brasiliensis, uma Theaceae. 24. Questo 5 PLNTULA o embrio vegetal que comea a desenvolver-se pelo ato da germinao. Pode estar ainda dentro da semente ou tambm ser uma planta recm nascida. Geralmente formado por uma ou duas folhas que podem ser bem diferentes das outras folhas. a plantinha baby que acabou de nascer. 25. Questo 6 Cultura perene" ou cultura permanente" so espcies com ciclo de vida longo, que no precisa ser semeada ou plantada aps um ciclo para que se obtenha o prximo, por exemplo, frutferas em geral como citrus, goiabeira, caf, pimenta, pastagens, etc. Culturas anuais" so aquelas que tm uma nica produo, ou seja, aps a sua produo ela "morre, finaliza seu ciclo com sua produo. preciso semear novamente para ter uma nova produo, por exemplo soja, amendoim, arroz, cevada, trigo, milho etc.; 26. Questo 6 O termo cultura semi-perene designa uma cultura que quase perene. No entanto, no se pode usar esse termo para este tipo de cultura, pois a necessidade de plantio geralmente ocorre em um perodo de tempo menor do que o das culturas perenes propriamente ditas que podem durar muito e muitos anos, como algumas plantaes de caf que atingem at mais de 40 anos. O melhor exemplo de "cultura semi perene" a cana-deacar, que tem um nmero de cortes pr determinado, ou seja, uma "mesma" planta (na verdade depois de cortada, a cana rebrota) pode produzir economicamente bem por 4 a 5 anos. Alm da cana, a mandioca, e a banana so consideradas culturas semi-perenes. E, dependendo do manejo, eucalipto. 27. Questo 7 A. Eroso laminar: Aquela que ocorre quando o escoamento da gua lava a superfcie do terreno, de forma homognea, transportando as partculas em suspenso, sem formar canais preferenciais. um dos mais importantes desastres de evoluo gradual que ocorre no Pas. B. Lixiviao: processo pelo qual os elementos qumicos do solo migram, de forma passiva, das camadas mais superficiais de um solo para as camadas mais profundas, em decorrncia de um processo de lavagem devido ao da gua da chuva ou de irrigao, tornando-se indisponveis para as plantas. Nas regies de clima mido, os solos tornam-se estreis com poucos anos de uso, devido, em grande parte, aos efeitos da lixiviao. A lixiviao tambm ocorre em vazadouros e aterros de resduos, quando so dissolvidos e carreados certos poluentes ali presentes para os corpos d'gua superficiais e subterrneos. (Embrapa) Nota: Milheto conhecido como bomba de K, reciclando-o. 28. Questo 7 C. Desfragmentao do solo: quebra da estrutura natural do solo, por via mecnica ou natural, provocada pela ao da chuva em solos sem cobertura vegetal e pelo homem, atravs de implementos agrcolas como grade e arado. 29. Questo 8 Alelopatia: processo que envolve metablitos secundrios produzidos por plantas, algas, bactrias e fungos que influenciam o crescimento e desenvolvimento de sistemas biolgicos. Alelopatia ocorre quando as plantas liberam substncias qumicas no meio ambiente que provocam efeitos no desenvolvimento ou inibio na germinao de outras espcies vegetais. As substncias liberadas so absorvidas pelas razes e penetram na planta. Elas podem reduzir o crescimento inicial e depois inib-lo. As substncias alelopticas so encontradas em diferentes concentraes, em qualquer parte da planta e durante o perodo de vida dela. Liberadas em quantidades suficientes, estas substncias causam inibio ou estimulao da germinao, crescimento e desenvolvimento da planta, e no desenvolvimento de microorganismos. 30. Questo 8 As substncias alelopticas so liberadas por volatilizao das folhas, lixiviao dos resduos das folhas, decomposio dos resduos e dos exsudatos das razes e pela exsudao das razes. Vrias culturas exibem forte alelopatia, principalmente das culturas subsquentes. Muitos desses efeitos, tais como em Triticum aestivum (trigo), Oryza sativa (arroz), Zea mays (milho), Brassica spp. (canola, couve) e Secale cereale (centeio), so atribudos decomposio do resduo das folhas no campo aps colheita. 31. Questo 8 Trigo, triticale, aveia, centeio, nabo, tremoo e colza apresentam efeito inibidor de germinao e desenvolvimento em capim marmelada (Brachiaria plantaginea), capim carrapicho (Cenchurs echinatus) e Amendoim Bravo ou Leiteiro (Euphorbia heterophiyla) (Almeida & Rodrigues, 1985). 32. Questo 8 Trigo, triticale, aveia, centeio, nabo, tremoo e colza apresentam efeito inibidor de germinao e desenvolvimento em capim marmelada (Brachiaria plantaginea), capim carrapicho (Cenchurs echinatus) e Amendoim Bravo ou Leiteiro (Euphorbia heterophiyla) (Almeida & Rodrigues, 1985). Entre as plantas daninhas as principais que exibem alelopatia so: Tiririca (Cyperus rotundus), Corda de Viola (Ipomoea sp.), Desmdio ou pega-pega (Desmodium tortuosum), Caruru (Amaranthus viridis), Pico preto (Bidens pilosa), entre outras. 33. Questo 9 Dormncia: Dormncia o estado de repouso fisiolgico em que a semente, em funo da sua estrutura ou composio qumica, possui um ou mais mecanismos bloqueadores da germinao. (Villiers, 1972). Quando a semente no germina embora colocadas sob condies favorveis a germinao Quiescncia: Quando uma Semente no germina devido a algum fator ambiental desfavorvel, mas a semente est pronta para germinar. To logo o fator seja retirado a semente quiescente abandona este estado e germina. 34. Questo 9 Uma vez dispersa da planta-me, a semente representa um organismo autnomo, sendo que a continuidade do desenvolvimento do embrio depender de uma srie de fatores, seja da prpria semente, seja do ambiente. Para que o crescimento do embrio possa ser retomado isto , para que ocorra a germinao, primeiramente preciso que as condies dos ambientes qumico e fsico sejam favorveis a esse processo. Assim, por exemplo, necessrio que a disponibilidade de gua, a temperatura e a concentrao de oxignio no meio no limitem o metabolismo germinativo. Uma semente quiescente aquela que inicia e completa o processo germinativo quando no existe insuficincia de fatores do ambiente e no h a presena de elementos txicos (como indicadores qumicos capazes de impedir a germinao. Em suma desde que no haja restrio do meio, uma semente quiescente germinar em um perodo relativamente curto, produzindo uma plntula. Entretanto, h muito constatou-se que algumas sementes no germinam mesmo quando colocadas em condies ambientais aparentemente favorveis. Tais sementes denominadas dormentes apresentam alguma restrio interna ou sistmica germinao, restrio esta que deve ser superada a fim de que o processo germinativo ocorra. Assim, a dormncia em sementes causada por um bloqueio situado na prpria semente ou na unidade de disperso ao contrrio da quiescncia, que provocada pela ausncia ou insuficincia de um ou mais fatores externos necessrios germinao. CARDOSO, Victor Jos Cardoso. Dormncia estabelecimento do processo. In: FERREIRA, Gui & BORGHETTI, Fabian (Org.). Germinao: do bsico ao aplicado. Porto Alegre: ARTMED, 2004. 35. Questo 10 A. TUBRCULO: Em botnica, tubrculo se refere ao caule arredondado que algumas plantas verdes desenvolvem abaixo da superfcie do solo como rgos de reserva de energia. O exemplo mais conhecido a batatainglesa. Possui pequenas folhas escamosas e gemas minsculas conhecidas como "olhos". Esses "olhos" brotam, dando origem a novas plantas, que retiram seu alimento do tubrculo, at que as prprias razes e folhas se formem.3 No confundir com razes tuberosas, como a batata-doce e a mandioca, que tm a mesma localizao e funo, porm com estruturas bem diferentes. 36. Questo 10 B. ESTOLO: ou estolho um tipo de caule que cresce paralelamente ao cho, produzindo gemas de espao em espao. Essas gema podem formar razes e folhas e originar novas plantas. Ex: Morango, hortel, melancia, gramneas. 37. Questo 10 C. RIZOMAS: so caules subterrneos que acumulam substncias nutritivas. Em alguns rizomas ocorre acmulo de material nutritivo em certas regies, formando tubrculos. Rizomas podem ser distinguidos de razes pelo fato de apresentarem gemas laterais. O GENGIBRE, usado como tempero na cozinha oriental, um caule tipo rizoma. A batata-inglesa possui um caule subterrneo que forma tubrculos, as batatas, um dos alimentos mais consumidos no mundo 38. Questo 10 D. BULBO: so estruturas complexas formadas pelo caule e por folhas modificadas. Os bulbos costumam ser classificados em trs tipos: tunicado, escamoso e cheio. O exemplo clssico de bulbo tunicado a CEBOLA, cuja poro central, chamada prato, pouco desenvolvida. Da parte superior do prato partem folhas modificadas, muito ricas em substncias nutritivas: so os catafilos, que formam a cabea da cebola. Da poro inferior do prato partem as razes. O bulbo escamoso difere do tunicado pelo fato dos catafilos se disporem como escamas parcialmente sobrepostas. Esse tipo de bulbo encontrado no LRIO. No caso do bulbo cheio, as escamas so menos numerosas e revestem o bulbo como se fosse uma casca. Bulbos cheios esto presentes na PALMA. 39. Questo 10 E. GAVINHAS: so ramos modificados que servem para a fixao de plantas trepadeiras. Ao encontrar um substrato adequado as gavinhas crescem enrolando-se sobre ele. Exemplos: Maracuj, Chuchu, Corda de Viola. Espinhos so ramos curtos, resistentes e com ponta afiada, cuja funo proteger a planta, afastando dela animais que poderiam danific-la.Os espinhos tanto podem surgir por modificaes de folhas, como nas cactceas, como se originar do caule. Nesse caso forma-se nas axilas das folas, a partir de uma gema axilar, como ocorre nos limoeiros e laranjeiras. Nas roseiras no h espinhos verdadeiros e sim acleos, estruturas afiadas originadas da epiderme, o que explica serem facilmente destacveis da planta, ao contrrio dos espinhos. 40. No comemos os frutos 41. Lista de emails para receber essa apresentao+ um PDF de trabalho cientfico sobre Dormncia, Quiescncia e Germinao de sementes. UNESP, 2009.