Contabilidade - Receitas Despesas Ganhos

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    23-Jul-2015

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  • Pontifcia Universidade Catlica Mestrado em Cincias Contbeis Prof. Dr. Jos Carlos Marion

    Apresentao: 28/04/2005 Grupo: Carlos Isao Momose Claudio Rafael Bifi Paulo da Silva Melo

  • Contedo da ApresentaoReceitas;Despesas;Ganhos; ePerdas.Debates

  • RECEITAS

    Apresentao:Carlos Isao Momose

  • Definio de ReceitasReceita o ingresso bruto de dinheiro, contas a receber ou outros valores que surgem no curso das atividades normais de uma empresa pela venda de mercadorias, prestao de servios e pelo uso por terceiros de recursos da empresas, geradores de juros, royalties e dividendos

    IASB International Accounting Standards Board

  • Definio de ReceitasReceitas so entradas ou outros aumentos de ativos de uma entidade, ou liquidao de seus passivos (ou a combinao de ambos), durante um perodo, proveniente da entrega ou produo de mercadorias, prestao de servios, ou outras atividades que constituem as principais operaes em andamento da entidade.

    FASB - Financial Accounting Standards Board,1980

  • Definio de Receitas

    Receita corresponde a acrscimos nos ativos ou decrscimos nos passivos, reconhecidos e medidos em conformidade com princpios de contabilidade geralmente aceitos, resultantes dos diversos tipos de atividades e que possam alterar o Patrimnio Lquido.IBRACON 1998

  • Definio de Receitas

    Entende-se por receita a entrada de elementos para o ativo, sob forma de dinheiro ou direitos a receber, correspondentes, normalmente, venda de mercadorias, de produtos ou prestao de servios. Uma receita tambm pode derivar de juros sobre depsitos bancrios ou ttulos e de outros ganhos eventuais.

    Equipe de Professores FEA/USP - 1973

  • Definio de Receitas Receita - Valor monetrio, em determinado perodo, da produo de bens e servios da entidade, em sentido lato, para o mercado, no mesmo perodo, validada, mediata ou imediatamente pelo mercado, provocando acrscimo de Patrimnio Lquido e simultneo acrscimo de ativo, sem necessariamente provocar, ao mesmo tempo, um decrscimo do ativo ou do patrimnio lquido, caracterizado pela despesa.Jos Carlos Marion e Srgio de Iudcibus

  • Conceito de Valor A receita, independente de como seja definida, deve ser medida, termos ideais, pela valor de troca do produto ou servio da empresa. O valor de troca representa o valor de caixa, ou o valor presente de direitos monetrios a serem recebidos, em conseqncia da transao que gera a receita.Hendriksen

  • Receita Operacional Receita operacional somente deveria englobar a parcela proveniente do produto principal e dos co-produtos da empresa (ou servios). Ou seja, apenas os produtos e servios que constituem finalidade fundamental da empresa deveriam ser includos na categoria de receita operacional.

  • Dedues de Receita Operacional Receita operacional somente deveria englobar a parcela proveniente do produto principal e dos co-produtos da empresa (ou servios). Ou seja, apenas os produtos e servios que constituem finalidade fundamental da empresa deveriam ser includos na categoria de receita operacional.

  • Dedues de Receita Operacional Deveria ser reduzida da Receita Operacional todas aquelas diminuies do patrimnio lquido que na verdade so ajustes da receita operacional bruta.

    Impostos proporcionais a receitaDescontos comerciais (desde de contabilizado separadamente)Devolues e abatimentos de vendasDespesas de transporte de vendas (do vendedor)Comisses sobre venda (% fixo sobre o volume de faturamento) Proviso para devedores duvidosos 2 considerado por alguns autores

  • Reconhecimento da Receita Em geral, de acordo com o IASB (IAS11, IAS 18): Satisfeitas as trs seguintes exigncias: - pode ser medida com segurana; - provvel que os benefcios econmicos da transao fluam para a empresa;- os custos (incorridos e futuros) podem ser medidos de modo confivel.

    Comparaes entre prticas contbeisKPMG - 2001

  • Reconhecimento da Receita Em relao aos bens, de acordo com o IASB:

    - os riscos relevantes e benefcios foram transferidos para o comprador;- no h ingerncia contnua pelo vendedor sobre os bens vendidos;- no h controle efetivo sobre os ativos vendidos.

    Comparaes entre prticas contbeisKPMG - 2001

  • Reconhecimento da Receita Normas e Prticas EUA, em geral:

    - existir evidncia persuasiva de um acordo;- houver entrega ou prestao de servios;- o preo do vendedor para o comprador fixo ou determinvel;o recebimento est razoalvelmente assegurado.

    Comparaes entre prticas contbeisKPMG - 2001

  • Reconhecimento da Receita Em relao aos bens, as Normas e Prticas EUA:

    - No h regra especifica, o quadro tcnico da SEC estabelece que o despacho ocorre quando a propriedade legal, os riscos e os benefcios da posse do bem so transferidos para o comprador.

    Comparaes entre prticas contbeisKPMG - 2001

  • Reconhecimento da Receita No Brasil, (Pronunciamento XIV do Ibracon)Em geral, a receita obtida quando os seguintes critrios so atingidos:- o processo de realizao de receita est virtualmente completo;a transao ocorreu.

    Comparaes entre prticas contbeisKPMG - 2001

  • Reconhecimento da Receita No Brasil, (Pronunciamento XIV do Ibracon)

    Em relao aos bens, a receita reconhecida na data da venda que corresponde normalmente, data na qual a propriedade do bem foi transferida ao comprador.A venda de produtos e servios normalmente reconhecida quando a nota fiscal emitida.

    Comparaes entre prticas contbeisKPMG - 2001

  • Realizao da Receita entrega do bem/servio

    antes entrega do bem/servio ( exceo )

    depois entrega do bem/servio ( exceo )

  • Realizao da ReceitaEntrega do bem/servio - O ato da entrega, em geral, tem representado o registro da receita.

    - No momento da entrega, a certeza, os custos e as despesas so quase que totalmente conhecidos.

    - At mesmo com base em dados histricos possvel estimar despesas extraordinrias de cobranas e despesas com garantias.

  • Realizao da ReceitaAntes do bem/servio ( exceo ) Normalmente envolvem servios

    O montante da receita determinado por contrato ou acordo.

    Embora o montante no seja faturado, cria-se um direito vlido contra o cliente/inquilino.

  • Realizao da ReceitaAntes do bem/servio ( exceo ) Exemplos:

    - alugueis de longo prazo;

    comisses de vendas;

    contratos de longo prazo ( construo civil );

    - crescimento ( reservas, florestais, gado, etc );

  • Realizao da ReceitaAntes do bem/servio ( exceo ) Metodos utilizado para Construo Civil:

    porcentagem de acabamento; ( IASB, FASB )

    - contrato acabado;

    -metodo do parcelamento ( recebimentos );

  • Realizao da ReceitaDepois do bem/servio ( exceo ) Ocorre basicamente em dois casos:

    a) quando impossvel medir com preciso razovel os ativos recebidos em troca da transao;

    b) provvel que haja despesas adicionais significativas associadas a transao, e estas no podem ser estimadas com preo razovel.

  • DESPESAS

    Apresentao:Claudio Rafael Bifi

  • Esquema - despesasCustos DESPESASProdutos ouServiosElaboradosConsumo associado elaborao do produto ou servioConsumo associadoao perodoInvestimentosGastosDemonstrativo de Resultado do Exerccio

  • DefiniesGASTO: Sacrifcio financeiro que a entidade arca para a obteno de um produto ou servio qualquer, sacrifcio esse representado por entrega ou promessa de entrega de ativos (normalmente dinheiro).

    INVESTIMENTO: Gasto ativado em funo de sua vida til ou de benefcios atribuveis a futuro (s) perodo (s).(E.Martins, ed. Atlas, Contab. de custos)

  • Definio de Despesas

    utilizao ou consumo de bens e servios no processo de produzir receitas

    Iudcibus

  • DefiniesGASTO: Sacrifcio financeiro que a entidade arca para a obteno de um produto ou servio qualquer, sacrifcio esse representado por entrega ou promessa de entrega de ativos (normalmente dinheiro).

    INVESTIMENTO: Gasto ativado em funo de sua vida til ou de benefcios atribuveis a futuro (s) perodo (s).(E.Martins, ed. Atlas, Contab. de custos)

  • Definies

    Prof. Iudcibus (2003:155) conceitua:Despesa, em sentido restrito, representa a utilizao ou consumo de bens e servios no processo de produzir receitas. Note que a despesa pode referir-se a gastos efetuados no passado, presente ou que sero realizados no futuro. De forma geral, podemos dizer que o grande fato gerador de despesa o esforo continuado para produzir receita, j que tanto despesa conseqncia de receita, como receita pode derivar de despesa, ou melhor dizendo, a receita futura pode ser facilitada por gastos passados ou correntes (ou futuros). Ressalte-se, todavia, que quando bens ou servios so consumidos na produo de bens que ainda no deixaram a empresa, incorporam-se ao custo do produto, no se caracterizando, ainda, a despesa ou o custo de perodo

  • Definies

    HENDRIKSEN (1999:233) cita a definio do SFAC 6, onde:...sadas ou outros usos de ativos ou ocorrncias de passivos (ou ambos) para a entrega ou produo de bens, a prestao de servios, ou a execuo de outras atividades que representam as operaes principais em andamento da entidade.HENDRIKSEN (1999 : 232) conceitua:Definidas mais precisamente, as despesas constituem o uso ou consumo de bens e servios no processo de obteno de receitas.

  • Definies

    Profs. Iudcibus e Marion (175,176, Teoria) conceituam:Despesa, sendo um sacrifcio de ativos realizado em troca da obteno de receitas (cujo montante, espera-se, supere os das despesas)

    s vezes, esse sacrifcio so incorridos em funo de e diretamente atribuveis obteno de uma receita especfica; p.ex.: as despesas de materiais com a execuo de servios de reparos de televisores, numa empresa que se dedique a tal atividade

  • Definies

    Princpios contbeis IBRACON (2 edio atlas, 1992:112) Despesa Corresponde a decrscimo de ativo ou acrscimo nos passivos, reconhecidos e medidos em conformidades com os princpios de contabilidade geralmente aceitos, resultantes dos diversos tipos de atividades, e que possam alterar o patrimnio lquido. Decrscimo nos ativos e acrscimo nos passivos, designados como despesas, so relativos a eventos que alteram bens, direitos e obrigaes. O CPV uma despesa, porque o resultado lquido da venda uma mudana no PL. Por outro lado, a exigibilidade incorrida na compra de um ativo no despesa.

  • Definies

    Princpios contbeis IBRACON (2 edio atlas, 1992:112):Despesa no operacional Corresponde ao evento econmico diminutivo ao PL, no associado com a atividade principal da empresa, independentemente da sua freqncia. Ex.: Despesas de capital correspondentes a transaes com imobilizado ou com investimentos de natureza permanente, desde que no relacionadas com a atividade principal da empresa.

  • Comparao entre as Definies

    Prof. Eliseu MartinsBem ou servio consumidos direta ou indiretamente para o obteno de receita.Bem, Servio, Consumido, Obter Receita.Prof. Srgio de Iudcibus / Prof MarionDespesa, em sentido restrito, representa a utilizao ou consumo de bens e servios no processo de produzir receitas / Despesa, sendo um sacrifcio de ativos realizado em troca da obteno de receitas (cujo montante, espera-se, supere os das despesas)Bem, Servio, Consumido ou Utilizado, Obter Receita / Sacrifcio de ativos, troca de obteno de receitasFASBSFAC 6...sadas ou outros usos de ativos ou ocorrncias de passivos (ou ambos) para a entrega ou produo de bens, a prestao de servios, ou a execuo de outras atividades que representam as operaes principais em andamento da entidade.Sadas ou Outros Usos de Ativos ou Ocorrncias de Passivos (ou Ambos), Atividades PrincipaisHendriksenDefinidas mais precisamente, as despesas constituem o uso ou consumo de bens e servios no processo de obteno de receitas.Uso ou Consumo, Bens, Servios, Obter Receita.

    RefernciaDefinioPonto-Chave

  • PRINCPIOS X DESPESAS

    Princpios contbeis IBRACON (2 edio atlas, 1992:114):Despesas so determinadas pela aplicao dos princpios de apropriao e de associao entre custos e receitas.Quando for reconhecida a receita, deve, tambm, ser reconhecido o custo ou despesa que lhe corresponda.O instante no qual receitas e despesas so reconhecidas tambm o instante em que h mudanas nos valores do patrimnio lquido.

  • PRINCPIOS X DESPESAS

    Princpios contbeis IBRACON (2 edio Atlas, 1992:116) Reconhecimento de despesa Trs princpios gerais de reconhecimento de despesas especificam a base para reconhecimento destas que so deduzidas da receita na determinao do lucro lquido ou prejuzo de um perodo a saber:a) Associao de causa e efeito;b) Alocao sistemtica e racional e;c) Reconhecimento imediato.

  • PRINCPIOS X DESPESAS

    Princpios contbeis IBRACON (2 edio atlas, 1992:117) Reconhecimento de despesaAssociao de causa e efeito:Muitos custos parecem ser relativos a uma receita em particular e, desta maneira, as despesas acompanham o reconhecimento da receita. Assim, alguns custos so reconhecidos como despesas em base presumida de direta associao com uma receita especfica.Ex.: Comisses de vendas e os CPVs.

  • PRINCPIOS X DESPESAS

    Princpios contbeis IBRACON (2 edio Atlas, 1992:118) Reconhecimento de despesa Para aplicar os princpios de reconhecimento de despesa, os custos so analisados quanto associao com a receita numa base de causa e efeito; se no, o sistema de alocao sistemtica e racional deve ser tentado. Se nem um nem outro podem ser aplicados, os custos so reconhecidos como despesas no perodo incorrido ou no qual o prejuzo determinado. A prudncia recomenda, outrossim, que as despesas em potencial sejam reconhecidas imediatamente se houver razovel possibilidade de se concretizarem.

  • PRINCPIOS X DESPESAS

    Princpios contbeis IBRACON (2 edio Atlas, 1992:119) Reconhecimento de despesaRegistro Inicial e seus efeitos, realizao e reconhecimento de despesas:Dentro dos princpios de registro inicial, realizao e reconhecimento de despesas, os ativos so, geralmente, registrados nos livros e apresentados nas DCs ao custo de aquisio, corrigidos quando necessrios e aplicvel, ou pela parte a amortizar ou a depreciar. Na venda, a diferena entre o valor de realizao e a parcela a depreciar do custo de aquisio, corrigido (valor residual), reconhecida como um aumento (ou decrscimo) no PL da empresa.

  • PRINCPIOS X DESPESAS

    Reconhecimento de despesaDespesas Incorridas em um nico Exerccio Social HENDRIKSEN cita as regras usualmente utilizadas no reconhecimento de despesa/perda sintetizadas pelo FASB conforme abaixo :

    Despesas e perdas so geralmente reconhecidas quando benefcios econmicos de uma entidade so consumidos na entrega ou produo de bens, prestao de servios ou outras atividades que formam suas operaes principais, ou quando se espera que ativos previamente reconhecidos proporcionem benefcios menores.

  • PRINCPIOS X DESPESAS

    Despesas de vrios exerccios sociais - Gastos DiferidoSegundo os PRINCPIOS CONTBEIS - 2a. edio - So Paulo : Atlas, 1992IBRACON - Instituto Brasileiro de Contadores

    Quando a Entidade procede a um pagamento que ir beneficiar a mais de um exerccio social, o pagamento deve ser registrado em conta patrimonial de Ativo (Ativo Circulante - Despesas do Exerccio Seguinte) e ser reconhecido para despesa pro rata temporis considerando o princpio contbil.

    Exemplo: pagamento vista de um prmio de seguro vlido para 12 meses.

  • PRINCPIOS X DESPESAS

    A Lei Societria prev em seu art. 186, pargrafo primeiro, o seguinte em relao aos ajustes de perodos anteriores:

    Como ajustes de exerccios anteriores sero considerados apenas os decorrentes de efeitos da mudana de critrio contbil, ou da retificao de erro imputvel a determinado exerccio anterior, e que no possam ser atribudos a fatos subseqentes.

    O conceito atual da lei assemelha-se ao conceito de Current Operating Concept tambm denominado de filosofia LIMPA onde a Demonstrao de Resultado do perodo excluiria todas as perdas / despesas incorridas em exerccios anteriores e ainda no reconhecidas

  • PRINCPIOS X DESPESAS

    CONCEITO ALL INCLUSIVE

    Pelo novo anteprojeto da Lei Societria, a Demonstrao de Resultado estaria mais no conceito de globalizante (all inclusive) em que todas as perdas / despesas reconhecidas no perodo corrente sero atribudas ao perodo, registradas nas contas de resultado do perodo.

  • PRINCPIOS X DESPESAS

    Princpio do confronto das despesas com as receitas e com os perodos contbeis: Toda despesa diretamente delinevel com as receitas reconhecidas em determinado perodo, com as mesmas dever ser confrontada; os consumos ou sacrifcios de ativos (atuais ou futuros), realizados em determinado perodo e que no puderam ser associados receita do perodo nem s dos perodos futuros, devero ser descarregados como despesa do perodo em que ocorrerem ... (FIPECAFI, 2003:64)

  • PRINCPIOS X DESPESAS

    A Lei das S/A ratifica este princpio conforme Art.187, no seu pargrafo primeiro, nas letras A e B:

    Pargrafo Primeiro. Na determinao do resultado do exerccio sero computados:

    a) as receitas e os rendimentos ganhos no perodo, independentemente da sua realizao em moeda; e

    b) os custos, despesas, encargos e perdas, pagos ou incorridos, correspondentes a essas receitas e rendimentos.

  • CFC Resoluo 750/93

    Art. 9 As receitas e as despesas devem ser includas na apurao do resultado do perodo em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento.

    4 Consideram-se incorridas as despesas:I - quando deixar de existir o correspondente valor ativo, por transferncia de sua propriedade para terceiro;II - pela diminuio ou extino do valor econmico do ativo;III - pelo surgimento de um passivo, sem o correspondente ativo.

  • O que deve ser includo numa despesa ?

    Despesas esto relacionadas s operaes principais da empresa (FASB);Associao Americana de Contabilidade em 1948 definia as despesas como envolvendo tanto custos operacionais quanto perdas;Deve ser encarada como custo incorrido para gerar receita;Distino entre despesas e redues de receita;Distino entre despesas e reduo do capital ou do patrimnio dos acionistas (por exemplo, os custos incorridos na venda de novas aes).

  • Como devem as despesas ser medidas ?

    Custo Histrico:

    Correspondem ao valor de troca dos bens e servios no momento em que foram adquiridos pela empresa;

    Medidas Correntes (Ex: Custo de Reposio);

    Custos de Oportunidade de Equivalentes a Caixa.(Hendriksen, pag 234, teoria)

  • Ganhos e Perdas

    Apresentao:Paulo da Silva Melo

  • Ganhos e Perdas ExtraordinriosA opinio APB (Accounting Principles Board)no. 9 estabelecia-os como: eventos e transaes de um carter significativamente diferente das atividades tpicas ou usuais da entidade...os quais no deveriam correr freqentemente e que no deveriam ser considerados como fatores recorrentes em qualquer avaliao do processo operacional da empresaAPB OPINION no. 9. New York:AICPA, 1967.p.114

  • Ganhos e Perdas ExtraordinriosA opinio APB no. 30 estreita a definio para:

    Presume-se uma transao normal, a no ser que a evidncia claramente suporte sua classificao como item extraordinrio

    Reporting the Results of Operations Reporting the Effects of Disposal of a Segment of a Business, and Extraordinary, Unusual and Infrequently Occurring Events and Transactions, June 1973.

  • Ganhos

    Especificamente, um ganho representa um resultado lquido favorvel resultante de transaes ou eventos no relacionados s operaes normais do empreendimento.Iudcibus (2004:175)

  • Ganhos

    Itens no recorrentes

    Podem ou no surgir da atividade principal

    Devem ser apresentados segregados das receitas normais (manuteno do valor preditivo da DRE)

  • Ganhos

    Os ganhos representam itens no recorrentes(repetitivos) que tm o mesmo efeito lquido no patrimnio, mas que podem ou no surgir na atividade normal de uma empresa, ao passo que a receita sempre surge de atividades normais.Entretanto, como o efeito no patrimnio o mesmo, no se excluem os ganhos no tratamento desse item, embora, s vezes, no estritamente operacionais(como no caso de uma aplicao financeira, que gera receita financeira).Marion (2002 : 174)

  • Ganhos

    Reconhecimento dos Ganhos

    No que se refere ao momento de seu reconhecimento, semelhante ao da receita; os contadores so mais rigorosos na aplicao do critrio da realizao no caso de ganhos do que no caso de receitasIudcibus (2004 : 175)

  • Ganhos

    Reconhecimento dos Ganhos Na prtica, como tais definies so muito trabalhosas

    considera-se ou tudo como ganhos (o que j confere o carter de no-usualidade, no-recorrncia ou no operacionalidade) ou denomina-se tudo de receita extraordinria ou no operacional (ou eventual)Iudcibus (2004 : 176)

  • Perdas

    Trata-se do efeito lquido desfavorvel que no surge das operaes normais do empreendimento.Iudcibus (2004 : 176)

  • Perdas

    As perdas incluem outros itens que tambm impactam ativo e Patrimnio Lquido da mesma forma que as despesas e que podem ou no surgir no curso da atividade normal da empresa. Normalmente, as perdas so imprevisveis Marion (2002 : 176)

  • Perdas

    Podem ou no surgir no curso da atividade principal da empresa (normalmente imprevisvel).

    Ao contrrio das despesas no tem valor compensante

    Devem ser apresentados segregados das despesas normais (manuteno do valor preditivo da DRE)

  • Perdas

    Reconhecimento das Perdas

    Desta forma, deveramos registr-las no perodo em que se torna claro que determinado ativo prover menor soma de benefcios futuros para a empresa do que sua avaliao possa indicar.Iudcibus (2004 : 176)

  • Itens extraordinrios

    Opinio de Hendriksen

    Hendriksen alega que o lucro lquido reportado em certo perodo o resultado de atividades e eventos de vrios perodos, de forma que no existe muito mrito em tentar segregar as correes de perodos passados do demonstrativo do perodo corrente.Iudcibus (2004:177)

  • Itens extraordinrios

    Opinio APB no. 30

    exige que os resultados de operaes continuadas sejam reportados separadamente daqueles de operaes descontinuadasIudcibus (2004:177)

  • Itens extraordinrios

    Demonstrativo de ResultadoLucro de operao continuada (AIR)$(-) Imposto de Renda$= Lucro de operaes continuadas$Lucro (ou prejuzo) de operaesdescontinuadas (menos proviso deImposto de Renda)$(-) Perda na baixa ou abandono deoperaes descontinuadas$$Lucro lquido$=

  • A Lei das Sociedades por aes e o contedo da DRE Art. 187 da Seo V da Lei No. 6404: 1. A receita bruta;2. As despesas com as vendas, as despesas financeiras, deduzidas das receitas, as despesas gerais e administrativas e outras despesas operacionais; 3. O lucro ou prejuzo operacional, as receitas e despesas no operacionais etc.

  • A Lei das Sociedades por aes e o contedo da DRE A lei no especifica o que considera receitas e despesas no operacionais;Utiliza terminologia no contbil e s vezes inadequada, tais como: rendimentos, encargos, custos;Qual a razo da subtrao das receitas financeiras das despesas financeiras ?

  • O AmbienteNecessidades

  • O AmbienteNecessidadesEntidades Ind. Com. Fin.EntidadesPolticasEntidadesReligiosasEntidadesFamiliares

  • Viso Sistmica da Empresa A Empresa e o seu Ambiente InternoObjetivos - Econmico

    Garantir sua continuidade;

    Garantir remunerao ao Capital Aplicado;

  • A Metodologia de Ensino utilizada nesta apresentao Aula expositiva.Seminrio

  • Bibliografia

    ANTEPROJETO DA NOVA LEI DAS SOCIEDADES ANNIMAS.HENDRIKSEN, Eldon S.; VAN BREDA, Michael F. Teoria da Contabilidade, 5ed.- So Paulo: Atlas,1999. IUDICIBUS, Srgio de; MARION, Jos Carlos Introduo Teoria da Contabilidade, 3 ed.- So Paulo:Atlas, 2002. _________, Srgio de Teoria da Contabilidade, 9 ed.- So Paulo:Atlas, 2002._________, Srgio de;MARTINS, Eliseu;GELBCKE,Ernesto Rubens Manual de Contabilidade das Sociedades por Aes, 6 ed.- So Paulo:Atlas, 2003 MARION, Jos Carlos Marion, revista de contabilidade do CRC, Ano III n 8 jun/1999.Sites:WWW.fasb.org e WWW.iasb.orgPRINCPIOS CONTBEIS - 2a. edio - So Paulo : Atlas, 1992IBRACON - Instituto Brasileiro de Contadores

  • Obrigado pela ateno!

    Fim.