Cidades e lugares Fortaleza ENEP

  • Published on
    06-Jul-2015

  • View
    732

  • Download
    4

DESCRIPTION

Trabalho lugares de fortaleza

Transcript

1. CIDADES E LUGARES ENTRE O ANTIGO, O MODERNO E O CONTEMPORNEO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEAR CENTRO DE HUMANIDADES CURSO DE PSICOLOGIA DISCIPLINA: TEORIAS PSICOGENTICAS PROFESSORA: RUTH DE PAULA GONALVES ACADMICOS: ALINE BRAGA ERICA LOPES FBIO PINHEIRO GABRIEL GOMES JAMILLE CAVALCANTE LVIA OLIVEIRA NARA GOMES 2. Ser que realmente conhecemos a cidade onde moramos? 3. Que lugar esse? Praa do Ferreira 4. Que lugar esse? Passeio Pblico 5. Que lugar esse? Praa da Bandeira 6. Que lugar esse? Praia do futuro 7. HISTRIA Por que nossa cidade se chama Fortaleza? 8. HISTRIA Junto sombra dos muros do forte A pequena semente nasceu. Em redor, para a glria do Norte, A cidade sorrindo cresceu. No esplendor da manh cristalina, Tens as bnes dos cus que so teus E das ondas que o sol ilumina As jangadas te dizem adeus. Fortaleza! Fortaleza! Irm do Sol e do mar, Fortaleza! Fortaleza! Sempre havemos de te amar 9. HISTRIA VILA DE NOSSA SENHORA DA ASSUNO (1726) 10. HISTRIA ATUALMENTE 11. HISTRIA BRASO DO MUNICPIO DE FORTALEZA 12. HISTRIA BANDEIRA DE FORTALEZA 13. O emplumado e virente coqueiro Da alva luz do luar colhe a flor A Iracema lembrando o guerreiro, De sua alma de virgem senhor. Canta o mar nas areias ardentes Dos teus bravos eternas canes: Jangadeiros, caboclos valentes, Dos escravos partindo os grilhes. Fortaleza! Fortaleza! Irm do Sol e do mar, Fortaleza! Fortaleza! Sempre havemos de te amar 14. Histria e fico... natureza mito civilizao IRACEMA cultura romance selvagem Indgenas Colonizador lenda metfora poesia Cear Fortaleza Jos de Alencar 15. A histria de quatro caboclos valentes Histrias... 16. Ao calor do teu sol ofuscante, Os meninos se tornam viris, A velhice se mostra pujante, As mulheres formosas, gentis. 17. Nossas Praias O que mudou? Praia de Iracema Dcada de 30/40 Praia de Iracema Atualmente 18. Das transformaes na paisagem s mudanas no vesturio: A inveno do biquni e a emancipao feminina. Micheline Bernardini, 1946. Ursula Andress, 1962. a inveno mais importante deste sculo (20), depois da bomba atmica. Diana Vreeland (1903-1989). 19. Praia de Iracema - 1931 20. Praia de Iracema - Anos 50 21. Praia do Futuro - Anos 70 22. Praia do Futuro - 2014 23. O traje de banho enquanto fruto de uma cultura. A cultura, entretanto, no pensado por Vygotsky como algo pronto, um sistema esttico ao qual o indivduo se submete, mas como uma espcie de palco de negociaes, em que seus membros esto num constante movimento de recriao e reinterpretao de informaes, conceitos e significados. (OLIVEIRA, 1993 apud REGO, 2001). 24. Nesta terra de luz e de vida De estiagem por vezes hostil, Pela Me de Jesus protegida, Fortaleza s a Flor do Brasil. Fortaleza! Fortaleza! Irm do Sol e do mar, Fortaleza! Fortaleza! Sempre havemos de te amar 25. Religio Nmero de adeptos (%) Catlicos 1 691 487 79 Protestantes 369 469 13,58 Sem religio 128 190 5,99 Espritas 17 780 0,83 Testemunhas de Jeov 13 758 0,64 Outras religies 15 923 0,7 Populao residente por religio (Censo 2000) 26. No feriado municipal de 15 de agosto comemora-se a festa da padroeira de Fortaleza, Nossa Senhora da Assuno. Para celebrar a data, desde 2002 a Arquidiocese de Fortaleza realiza a Caminhada com Maria, que rene milhares de catlicos. A histria de evangelizao da padroeira no Cear est presente desde o primeiro povoado na Barra do Rio Cear, passando pela Fortaleza de Nossa Senhora da Assuno e finalmente marcando sua presena como padroeira da cidade de Fortaleza, celebrada na Catedral Metropolitana. O objetivo do evento reviver a histria de f de milhares de fortalezenses, j tendo reunido mais de dois milhes de fiis. Nossa Senhora da Assuno 27. Onde quer que teus filhos estejam, Na pobreza ou riqueza sem par, Com amor e saudade desejam Ao teu seio o mais breve voltar. Porque o verde do mar que retrata O teu clima de eterno vero E o luar nas areias de prata No se apagam no seu corao 28. AS PAISAGENS E O SOCIAL 29. Fortaleza: a bela e a fera 30. Fortaleza: a bela e a fera 31. Fortaleza: a bela e a fera 32. Entre a beleza e a excluso Pirambu Serviluz Poo da Draga 33. "A esperteza a coragem do pobre" A subjetividade determina a desigualdade ou, ao contrrio, a desigualdade determina a subjetividade? Por trs da desigualdade social h vida, h sofrimento, medo, humilhao, mas tambm h o mais extraordinrio milagre humano: a vontade de ser feliz e de recomear ali onde qualquer esperana parece morta (SAWAIA, 2009). 34. Identidade do povo cearense Otto de Alencar Farias Brito Pinto Martins Delmiro Golveia Expedito Parente Rachel de Queiroz 35. Identidade do povo cearense Nascido em Iguatu, Humberto Teixeira, ao lado de Luiz Gonzaga, viria a criar a msica "Asa Branca" que um hino do Nordeste. Humberto Teixeira, "o homem que engarrafava sonhos", conseguiu a proeza de transformar a simplicidade em arte. Fazer de uma rvore como o juazeiro, um smbolo de teimosia e perseverana do nordestino. Quando ainda no se falava em proteo do meio ambiente ele j defendia esse ideal em suas letras. Fez do lamento do assum preto uma linda melodia que emociona todos que escutam a letra. 36. Identidade do povo cearense O Cear Moleque: O termo moleque apareceu pela primeira vez no romance A normalista, de Adolfo Caminha; Fortaleza da Belle poque; Referncias da molecagem cearense na literatura; Com a modernidade vem a fragmentao da identidade. 37. REFERNCIAS DA SILVA NETO, Francisco Secundo; ACSELRAD, Marcio. A identidade cultural em tempos liquefeitos: o Cear molequeea contemporaneidade?.Logos, v. 16, n. 1, p. 72-83, 2010. FARIAS, Airton de. Histria do cear: colonial. Fortaleza: Tropical, 1997. PREFEITURA DE FORTALEZA. Cidade. Disponvel em: . Acesso em: 16 fev. 2014. Fotos antigas de Fortaleza. Disponvel em: . Acesso em: 17 fev. 2014. REGO, T. C. A cultura torna-se parte da natureza humana. In: REGO, T. C. Uma perspectiva histrico-cultural da educao. Petrpolis, RJ: Vozes, 1995. SAWAIA, B. B. Psicologia e desigualdade social: uma reflexo sobre liberdade e transformao social. Psicologia & Sociedade; 21 (3): 364-372, 2009. http://bocadogolfinho.com.br/remocoes-serviluz-projeto-alternativo/