1 encontro apresentao 28-11-17

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    24-Jan-2018

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1 Encontro de Formadores Locais do PNAIC 2017Noberto Freitas GomesFormador Regional PNAIC 2017/2018BEM VINDOS (AS)!PERCURSO FORMATIVO Orientaes gerais da formao ; PNAIC: Uma sntese. Reflexes iniciais: Vdeo - Cotidiano Escolar Apresentao dos formadores locais Apresentao do 1 Mdulo da formao (28/11 a 30/11/17):Lngua portuguesa: reflexes tericas metodolgicas, interdisciplinaridade eintegrao de saberes, organizao do trabalho pedaggico na alfabetizao.Matemtica: processos de ensino aprendizagem na alfabetizao matemtica. Atividade em grupo: debate e socializao das atividades Encaminhamento para o prximo encontro Atividades pedaggicas EAD. Incio do Portflio do Curso. Avaliao do encontro.GOVERNO DO ESPRITO SANTOSECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAAOData: 28/11/17 (tera-feira) Horrio: 08h s 17hPACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAO NA IDADE CERTA - PNAICFormao de Formadores Locais Retomar o histrico do Pacto Nacional pela Alfabetizao na IdadeCerta; Apresentar o documento orientador do PNAIC 2017; Socializar o Plano de Ao da Formao do PNAIC 2017 comtemticas ressignificadas em Lngua Portuguesa e Matemtica paraprofessores do Ciclo de Alfabetizao, dando continuidade integrao entre as aes estaduais e federais visando atender Meta5 do Plano Nacional de Educao. Fundamentar terico e metodologicamente os formadores locais para arealizao dos encontros formativos. (vivncia das aprendizagens noCiclo de Alfabetizao).OBJETIVOS DO PRIMEIRO ENCONTRO DA FORMAO DE FORMADORES REGIONAIS8 de Novembro de 2012 - Lanamento do Pacto Nacional pela Alfabetizao na Idade Certa PNAICTrajetria de implementao de umapoltica pblica de formaocontinuada de professoresalfabetizadores: o PNAICPNAIC 2013, 2014, 2015 E 2016GOVERNO DO ESPRITO SANTOSECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAOTEMTICAS NOS DIFERENTES ANOS2013 Implantao do PNAIC maior programa deformao continuada de professores j desenvolvidopelo MEC.- nfase na linguagem concepo de alfabetizao naperspectiva do letramento, o currculo nos anos iniciaisdo ensino fundamental, a definio dos direitos deaprendizagem, o desenvolvimento da leitura e daescrita, a avaliao no ciclo de alfabetizao e o registroda aprendizagem.GOVERNO DO ESPRITO SANTOSECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAO2014 Aprofundamento na linguagem e nfase namatemtica modelo de formao inovador formadores de linguagem e matemtica trabalhando emconjunto grande aprendizado a todos os envolvidos.- O ensino da matemtica no Ciclo de Alfabetizao.Direitos e objetivos de aprendizagem de matemtica. Ojogo como atividade de gerao, proposio, resoluo evalidao de problemas. O professor como elaborador epropositor de jogos para favorecer aprendizagensmatemticas.GOVERNO DO ESPRITO SANTOSECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAO2015 Tnica da interdisciplinaridade (j presente nos anos anteriores).- A interdisciplinaridade no Ciclo de Alfabetizao. Aorganizao do trabalho escolar e os recursos didticosna alfabetizao. A organizao da ao docente: aoralidade, a leitura e a escrita e os demaiscomponentes curriculares no Ciclo de Alfabetizao. Aintegrao de saberes.GOVERNO DO ESPRITO SANTOSECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAO2016 - Implementao de estratgias didticas e pedaggicasque permitam s crianas a consolidao das competncias edas habilidades de leitura, escrita e matemtica previstas paraserem alcanadas em cada ano do ciclo de alfabetizao.- Diagnstico de cada sala de aula para oferecer ao professorrepertrio de prticas pedaggicas no campo da alfabetizao edo letramento, permitindo-lhe intervir para ajudar o aluno asuperar obstculos e progredir na compreenso dofuncionamento do Sistema de Escrita Alfabtica SEA; nodomnio da leitura, da escrita e da produo de textos e defundamentos da Matemtica.GOVERNO DO ESPRITO SANTOSECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAOO Pacto Nacional pela Alfabetizao na Idade Certa umcompromisso formal assumido pelos governos federal, do DistritoFederal, dos estados e municpios de assegurar que todas as crianasestejam alfabetizadas at os oito anos de idade, ao final do 3.o anodo ensino fundamental, nesse sentido, o professor alfabetizador um dos grandes agentes para atingirmos a meta.Reconhecemos a formao continuada de professores como umadas vias principais de acesso melhoria da qualidade do ensino.Estamos falando de uma mudana processual, por isso, os impactostambm sero processuaisGOVERNO DO ESPRITO SANTOSECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAO1.Formao continuada presencial e emservio para professores alfabetizadores eseus orientadores de estudo e coordenadores2.Materiais didticos, obras literrias, obrasde apoio pedaggico, jogos e tecnologiaseducacionais3.Avaliaes sistemticas4.Gesto, controle social e mobilizao.GOVERNO DO ESPRITO SANTOSECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAOA partir de 2017, analisando a experincia adquirida, algumas inovaes foramimplementadas. O PNAIC passa a compor uma poltica educacional sistmica queparte de uma perspectiva ampliada de alfabetizao, trabalhando a Alfabetizaona Idade Certa, a melhoria da aprendizagem em Lngua Portuguesa e Matemticano Ensino Fundamental, bem como a incluso da Educao Infantil e o ProgramaNovo Mais Educao. Optou-se por adotar uma estratgia descentralizada paraatender diversidade de arranjos federativos, alm de valorizar experinciasexitosas e inspiradoras.A principal inovao no programa em 2017 refere-se a um direcionamento maiorna intencionalidade pedaggica das formaes e da atuao dos formadores,articulada a um modelo de fortalecimento da capacidade institucional local,reforando a importncia de ter, na estrutura de formao e gesto, atores locaisaltamente comprometidos com os processos formativos e de monitoramento,avaliao e interveno pedaggica.CARGA HORRIA2013 - 160H Orientadores de Estudos 120H - Alfabetizadores2014 200H Orientadores de Estudos 40H Coordenadores Locais 160H Alfabetizadores2015 100H Orientadores de Estudos 32H Coordenadores Locais 80H - Alfabetizadores2016 100H Orientadores de Estudos/Alfabetizadores/Coordenadores pedaggicos 100H (Coordenadores Estadual, Regionais, UNDIME eLocais nfase nos processos de gesto. Coordenadores pedaggicos tambm includos)DOCUMENTO ORIENTADOR - PNAIC 2017O PNAIC - Pacto Nacional pela Alfabetizao na Idade Certa um compromissoformal e solidrio assumido pelos governos Federal, do Distrito Federal, dos Estadose dos Municpios, desde 2012, para atender Meta 5 do Plano Nacional daEducao (PNE), que estabelece a obrigatoriedade de Alfabetizar todas ascrianas, no mximo, at o final do 3 (terceiro) ano do ensino fundamental.O Ciclo de Alfabetizao deve ser marcado por uma ao pedaggicaintencional e progressiva que prepara uma estrutura slida para novosaprendizados ao longo da vida.Com isto, prope-se que a formao continuada do PNAIC em 2017 seja realizadaem servio, orientada para o diagnstico de cada sala de aula e para garantirao professor segurana e autonomia na utilizao de amplo repertrio deprticas didtico-pedaggicas no campo da alfabetizao e do letramento,permitindo-lhe intervir claramente para ajudar a criana a superar obstculos ea progredir no seu desenvolvimento.PNAIC 2017 - Comit Gestor Estadual para a Alfabetizao e oLetramento - grupo responsvel pela articulao, pelo dilogo e pelosresultados da alfabetizao em cada Estado, fomentando o regime decolaborao previsto no Plano Nacional de Educao (PNE).Comit Gestor Estadual para a Alfabetizao e o Letramento/ESCoordenador Estadual Eduardo MaliniCoordenadora da Undime Elaina ValriaCoordenadora de Gesto Maria Muler CustdioCoordenadora de Formao Lucineide Gomes MacedoPNAIC 2017 atender a trs grupos diferenciados:a) professores e coordenadores pedaggicos do 1 ao 3 ano do ensinofundamental - foco no processo de formao;b) professores da pr-escola e coordenadores pedaggicos daEducao Infantil;c) Articuladores e mediadores de aprendizagem das escolas que fazemparte do Programa Novo Mais Educao.Certificao - A instituio formadora escolhida pelo comit gestor certificaratendendo aos critrios de desempenho estabelecidos e ao critrio de no mnimo75% de frequncia nos encontros presenciais e nota igual ou superior a 7 deaproveitamento para fazer jus a certificao conforme previsto na legislao.PERFISAtribuies de cada perfil - definidas na Portaria no - 826, de 7 de julho de2017 e no Documento Orientador PNAIC 2017.A leitura da legislao, na ntegra, fundamental.I-Equipe de Gesto: a)Coordenador Estadual; b)Coordenador Undime;c)Coordenador de Gesto; d)Coordenador Regional; e)Coordenador Local;II - Equipe de Formao: a)Coordenador de Formao; b)Formador Estadual;c)Formador Regional; d)Formador Local;III - Equipe de Pesquisa: a)Coordenador de Pesquisa; e b ) P e s q u i s a d o r.Coordenador Estadual - em parceria com o coordenador Undime ser responsvelpela coordenao, monitoramento, avaliao do plano de Gesto do Estado e doplano de Formao.Coordenador Undime - em parceria com o coordenador estadual ser responsvelpela coordenao, monitoramento, avaliao do plano de Gesto e do plano deFormao do Estado.Coordenador de gesto atribuies principais: coordenar a ministrao daformao especfica aos coordenadores regionais; acompanhar as atividadesdidtico-pedaggicas dos coordenadores, visando monitorar a assiduidade dosparticipantes da formao nos encontros presenciais e realizar a superviso daformao em servio desenvolvida. Tambm dever coordenar as aes desuporte tecnolgico e logstico necessrias ao desenvolvimento da formao noEstado.SNTESE DOS PERFIS COM OS QUAIS TRABALHAMOS DIRETAMENTECoordenador Regional supervisionar e avaliar o desenvolvimento doprograma nas escolas da rede estadual e/ou municipais no limite daabrangncia de sua regio educacional. Ser responsvel pela formao doscoordenadores locais e pela realizao de reunies peridicas paraacompanhar a realizao das aes, alm de indicar aes especiais deapoio a municpios e escolas com maior fragilidade, a partir da anlise dosresultados das avaliaes realizadas pelos municpiosCoordenador Local supervisionar o desenvolvimento do programa nasescolas de seu municpio, por meio de visitas peridicas aos espaos deformao com o intuito de monitorar a formao em servio e a realizaodos encontros presenciais ministrados pelos formadores locais nas turmasde coordenadores pedaggicos, professores e articuladores da escola.Formador Estadual responsvel por planejar e ministrar a formao aosformadores regionais com base no material didtico selecionado pelas redes,sempre com foco na aprendizagem do aluno. Alm disso, deve acompanharas atividades desses formadores junto aos formadores locais nos municpiosou polos de formao e nas atividades realizadas em servio, a fim decolaborar para buscar solues para os desafios enfrentados. (Supervisornas edies anteriores do PNAIC).Coordenador de Formao, em parceria com o Comit Gestor,articular e monitorar as aes necessrias ao desenvolvimento daformao. So pontos importantes de atuao e monitoramento docoordenador desde a seleo do grupo de formadores, infraestruturanecessria e materiais didticos utilizados at o processo de evoluodas metas traadas e os resultados das escolas nas avaliaes.Formador regional responsvel por planejar e ministrar a formao aosformadores locais com base no material didtico selecionado pela rede, semprecom foco na aprendizagem do aluno. Alm disso, deve acompanhar asatividades desses formadores junto a coordenadores pedaggicos, professorese articuladores da escola nos municpios ou polos de formao e nas atividadesrealizadas em servio, a fim de colaborar para buscar solues para osdesafios enfrentados.(Formador nas edies anos anteriores do PNAIC)Formador Local responsvel pela formao dos coordenadores pedaggicos,professores e articuladores da escola e tem como principais atribuies: identificaros dados da ANA de cada escola; conhecer o material didtico selecionado pelarede que servir de base para a formao e acompanhar a prtica pedaggica dosprofessores, coordenadores pedaggicos e articuladores da escola; identificarprofessores com maiores dificuldades para oferecer atendimento personalizado;orientar a busca de solues para as fragilidades e os desafios encontrados.(Orientador de Estudos nas edies anteriores do PNAIC)ORGANOGRAMA DA FORMAOCoordenador de Formao e Coordenador de GestoFormadores EstaduaisFormadores RegionaisFormadores Locais, Coordenadores Regionais,Coordenadores LocaisDemais perfis Objetivos da Formao Geral E Especficos (Plano Geral) Calendrio da Formao (Plano Geral) Material didtico. Avaliao e Resultados.PLANO DE FORMAO CICLO DE ALFABETIZAO 1- 2 E 3 ANOOBJETIVOS DA FORMAO CICLO DE ALFABETIZAO 1 - 2 e 3 anoOBJETIVO GERAL Realizar a qualificao dos professores por meiode formao continuada enfatizando osconhecimentos em Linguagem e Matemtica.OBJETIVOS ESPECFICOS Determinar metas de ensino e aprendizagem no ciclode alfabetizao. Acompanhar, monitorar e intervir no resultado deaprendizagem das aes didticas no processo dealfabetizao. Propor uma formao com temticas inovadoras etecnolgicas voltadas para o conhecimentos do ciclode alfabetizao. Planejar e realizar formao continuada em Lngua Portuguesa eMatemtica para professores do Ciclo de Alfabetizao, dandocontinuidade integrao entre as aes estaduais e federais com oobjetivo de atender Meta 5 do Plano Nacional de Educao; Fundamentar terico e metodologicamente os educadores noplanejamento das aulas, no uso articulado de materiais didticos(estruturados e digitais) e referncias curriculares e pedaggicas doMEC; Proporcionar oficinas pedaggicas que promovam a integrao entreteoria e prtica; Contribuir para a sustentabilidade do ensino e aprendizagem no Ciclode alfabetizao.OBJETIVOS ESPECIFICOSPLANO DE FORMAO CICLO DE ALFABETIZAO1- 2 E 3 ANOTEMTICAS: LNGUA PORTUGUESA E MATEMTICAPBLICO ALVO: FORMADOR LOCALMODALIDADE: 40 HORAS PRESENCIAIS 75 HORAS A DISTNCIA 35 HORAS EM SERVIO.DURAO DO CURSO: 150 HORASCinco encontros presenciais de 8h = 40 horas.Cinco atividades em servio de 7h = 35 horas. Setenta e cinco horas de atividades no presenciais.CALENDRIO DA FORMAO - 20171 MDULO: 28/11 30/11/17CARGA HORRIA: PRESENCIAL: 8HEM SERVIO: 7HEAD 15HLNGUA PORTUGUESA: REFLEXES TORICAS MTODOLGICAS,INTERDISCIPLINARIDDE E INTEGRAAO DE SABERES, ORGANIZAAO DOTRBALHO PEDAGGICO NA ALFABETIZAO.MATEMTICA: PROCESSOS DE ENSINO APRENDIZAGEM NA ALFABETIZAOMATEMATICA.CALENDRIO DA FORMAO - 20172 MDULO: 12/12 19/12/17CARGA HORRIA: PRESENCIAL: 8HEM SERVIO: 7HEAD 15HLNGUA PORTUGUESA: REFLEXES TERICAS METODOLGICAS NA PERSPECTIVADIALGICA E DISCURSIVA, INTERDISCIPLINARIDADE E INTEGRAAO DE SABERES(situaes didticas: projeto pedaggico). HETEROGENEIDADE E DIREITOS DEAPRENDIZAGEM NA ALFABETIZAO: os diferentes percursos dos estudantes.Alfabetizao e Educao Inclusiva.MATEMTICA: PROCESSOS DE ENSINO APRENDIZAGEM NA ALFABETIZAO MATEMATICA.DIREITOS E OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO: matemtica comoinstrumento de formao e promoo humana. INTERDISCIPLINARIDADE E INTEGRAAO DESABERES (situaes didticas: projeto pedaggico).CALENDRIO DA FORMAO - 20173 MDULO: 06/03 28/03/18CARGA HORRIA: PRESENCIAL: 8HEM SERVIO: 7HEAD 15HLNGUA PORTUGUESA: REFLEXES TERICAS METODOLGICAS NAPERSPECTIVA DIALGICA E DISCURSIVA, INTERDISCIPLINARIDADE E INTEGRAAODE SABERES (situaes didticas: projeto pedaggico: cincias da natureza nociclo de alfabetizao).DIREITOS E OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO. A CRIANANO CICLO DE ALFABETIZAO: quem so as crianas do ciclo de alfabetizao?Quem so os professores do ciclo de alfabetizao? TRANSIAO DA CRIANA NAESCOLA NOS DIFERENTES ESPAOS DE APRENDIZAGEM. Alfabetizao eEducao Inclusiva.CALENDRIO DA FORMAO - 20173 MDULO: 06/03 28/03/18CARGA HORRIA: PRESENCIAL: 8HEM SERVIO: 7HEAD 15HMATEMTICA: PROCESSOS DE ENSINO APRENDIZAGEM NAALFABETIZAO MATEMATICA. INTERDISCIPLINARIDADE E INTEGRAAODE SABERES (situaes didticas: projeto pedaggico). PROCESSOS DEENSINO E APRENDIZAGEM(raciocnio, representao, comunicao eargumentao). INTERDISCIPLINARIDADE E INTEGRAAO DE SABERES(situaes didticas: projeto pedaggico)CALENDRIO DA FORMAO - 20174 MDULO: 04/04 26/04/18CARGA HORRIA: PRESENCIAL: 8HEM SERVIO: 7HEAD 15HLNGUA PORTUGUESA: ALFABETIZAO: DIREITO DE TODA A CRIANA.DIDTICA PARA ALFABETIZAR LETRANDO - REFLEXES TERICASMETODOLGICAS NA PERSPECTIVA DIALGICA E DISCURSIVA.INTERDISCIPLINARIDADE E INTEGRAAO DE SABERES (situaes didticas:projeto pedaggico: cincias humanas no ciclo de alfabetizao). ORGANIZAODO TRABALHO PEDAGGICO (planejamento do espao e do tempo na sala deaula e gesto de ensino). Alfabetizao e Educao Inclusiva.CALENDRIO DA FORMAO - 20175 MDULO: 07/05 22/05/18CARGA HORRIA: PRESENCIAL: 8HEM SERVIO: 7HEAD 15HMATEMTICA: ALFABETIZAAO MATEMTICA: DIREITOS E OBJETIVOSDE APRENDIZAGEM E GESTO DE ENSINO.INTERDISCIPLINARIDADE E INTEGRAAO DE SABERES no ciclo dealfabetizao (situaes didticas: projeto pedaggico). Proposta Curricular de Lngua Portuguesa e Matemticado 1 ao 3 ano /SEDUC. Livros didticos do PNLD. Cadernos de formao do PNAIC Literatura Infantil. Software Luz do saber Infantil e Caderno de orientaesdidticas do professor. Jogos pedaggicos do PNAIC. Vdeos da TV Escola. Resoluo, interpretao e validao de problemas.Material didtico Escuta e observao estimulando a perspectivainterdisciplinar, dialgica, discursiva e a articulao entreos diferentes componentes curriculares. Acompanhamento da formao e da prtica pedaggica. Relatrios. Registro escrito no material estruturado. Boletins da ANA. Prova PAIC. Anlise dos resultados. Acompanhamento e monitoramento das atividadespropostas.AVALIAO- Qualificao de formadores regionais para formarem em servioos formadores locais juntamente com os professoresalfabetizadores participantes do PNAIC 2017.- Organizao do trabalho pedaggico: planejamento do espao edo tempo dirio na sala de aula; desenvolvimento de situaesdidticas.- Anlise e aplicao de materiais pedaggicos selecionados pelarede estadual.- Avaliao da alfabetizao, resultados e impactos no ES.- Intervenes que permitem a melhoria do ensino aprendizagemnas escolas pblicas do ES.Conhecimentos a serem produzidos eresultados esperados na aopedaggica:A formao partir das experincias e saberes dos profissionais queintegram a equipe de gesto para promover reflexes da prtica deavaliao, acompanhamento e monitoramento, elaborao de aese estratgias para melhoria do ensino da leitura e da escrita naalfabetizao. A formao da equipe gestora concebida comoespao-tempo privilegiado de interlocuo entre os diferentessujeitos que atuam como responsveis do processo de formao eenvolver a realizao de estudos analticos dos resultados deavaliaes em larga escala, oficinas de elaborao de metas e deplano de gesto para a sistemtica de acompanhamento emonitoramento de aes voltadas para a melhoria da alfabetizaoe, ainda, vivncias de planejamento de aes voltadas parasuperviso e desenvolvimento de aes nas escolas.MetodologiaA avaliao da Formao contemplar dois aspectos: Participao e aprendizagem de conhecimentos trabalhados naformao. Desenvolvimento de plano de gesto e de aes e estratgias paraacompanhamento e monitoramento de resultados daalfabetizao nos municpios. (Realizao de atividades nopresenciais previstas durante a formao.Todos os participantes da formao devero alcanar no mnimo 75%de frequncia nos encontros presenciais de sua turma e nota igualou superior a sete para fazer jus ao recebimento da bolsa e, ao finalda formao, obter a certificao. As atividades em servio deveroser realizadas na sua totalidade. (Formadores Regionais)AVALIAOApresentao dos Formadores Locais 1-O que ser professor(a) alfabetizador dos anosiniciais do EF?2- Qual o sentido dessa prtica para voc?3-O que a levou a ingressar nessa rea?4- Relate o seu percurso formativo no PNAIC?INTERVALO15MIN.Vdeo: Cotidiano escolarO garoto do vdeo afirma: Eu me preocupo muito com a Escola. Eu tambm me preocupoem est me preocupando tanto com a Escola. As minhas ansiedades tm ansiedades. Eu estou merc do tribunal.REFLEXES INICIAIS A PARTIR DO SEU COTIDIANO ESCOLARComente as falas do garoto e de outros garotos do vdeo e estabelea um paralelocom as salas de alfabetizao da sua Escola. Registre as principais ideias do debatee o dialogue posteriormente com seus pares na Escola em que atua.Nossa primeira Atividade presencialNossa proposta para a segunda atividade presencial ...Leitura, reflexo e debate das principais ideias do texto:Professor como Protagonista: a construo da autonomiadocente no processo de formao continuada de Isabel deVera Lucia Martiniak. Fonte: Pacto Nacional pela Alfabetizao na Idade Certa. Interdisciplinaridade nociclo de alfabetizao. Caderno de Apresentao / Ministrio da Educao, Secretariade Educao Bsica, Diretoria de Apoio Gesto Educacional. Braslia: MEC, SEB, 2015. Participar do debate proposto de maneira qualificada. Socializar as questes direcionadas a cada grupo.GOVERNO DO ESPRITO SANTOSECREATARIA DE ESTADO DA EDUCAOGRUPO 1... fato que o exerccio da docncia exige a mobilizao de conhecimentos paradarem conta das atividades complexas do cotidiano escolar. Para que possamosatender s exigncias desta complexidade, faz-se necessria a formaocontinuada. Libneo (2004) entende que a formao continuada condio paraa aprendizagem permanente dos professores. No decorrer dos seus estudos,voltou-se para a anlise e reflexo sobre a prtica pedaggica, numa perspectivaterica de emancipao crtica dos alunos, e a consequente melhoria daqualidade da aprendizagem na escola pblica.Ao considerar a formao continuada como atividade essencial ao trabalhodocente, busca-se oferecer suporte prtica pedaggica, principalmente aoprofessor alfabetizador, a partir de situaes que incentivem a problematizao, areflexo e a teorizao, e que promovam a construo do conhecimento, comoprocesso contnuo de formao profissional. Assim, neste movimento contnuo deaprendizagem e redimensionamento da prtica pedaggica, a formaocontinuada torna-se um instrumento de profissionalizao, pois ela dinmica.GOVERNO DO ESPRITO SANTOSECREATARIA DE ESTADO DA EDUCAODiante de tanta complexidade e dificuldades no cotidiano escolar,como pode o professor agir de modo a garantir a aprendizagem detodos os seus alunos e ser protagonista do seu processo deformao?O cotidiano escolar complexo e sofre influncias de fatores econmicos,polticos, sociais e culturais, com interferncia no processo de ensino e deaprendizagem. A escola no uma instituio que fica margem da sociedade,ela um organismo vivo, e como diz o filsofo e educador brasileiro DermevalSaviani (1987), ela responsvel pela socializao do saber sistematizado.Para reflexo e apresentao:GRUPO 1A observao uma ferramenta neste aprendizado da construodo olhar sensvel e pensante sobre as necessidades e condies daaprendizagem de todos os alunos.GRUPO 2Primeiramente, necessrio ter-se clareza e conhecimento arespeito do contexto em que a escola est inserida e, maisespecificamente, da sala de aula, dos alunos, de onde e como vivem,como aprendem e o que aprendem. A afirmao do professorLibneo (2004, p. 40) nos leva a refletir que o trabalho de professorimplica compreender criticamente o funcionamento da realidade eassociar essa compreenso com seu papel de educador, de modo aaplicar sua viso crtica ao trabalho concreto nos contextosespecficos em que ele acontece.A prtica interdisciplinar pressupe a ruptura com a fragmentao ea cristalizao de prticas tradicionais de reproduo doconhecimento. Descreva uma situao didtica de integrao dossaberes por meio da interdisciplinaridade.GRUPO 2O olhar do professor sobre a realidade ultrapassa os esteretipos esuperficialidades e desconstri preconceitos, permite observar arealidade aparente e a que est invisvel ou oculta. MadalenaWeffort (1996, p.11) destaca o papel do olhar, pois ele um ato deestudar a si prprio, a realidade, o grupo luz da teoria que nosinspira [...]. Na ao de se perguntar sobre o que vemos querompemos com as insuficincias desse saber, e assim podemosvoltar teoria para ampliar nosso pensamento e nosso olhar.Para reflexo e apresentao:GOVERNO DO ESPRITO SANTOSECRETARIA DE ESTADO D EDUCAO...No processo de investigao, ns, professores, somos desafiados eindagados sobre a nossa prtica pedaggica e temos elementos paraconfrontar as concepes e teorias do ato educativo. Passamos a serum pesquisador da prpria prtica pedaggica.Para a educadora Ilma Veiga (2008), o processo de formao multifacetado, plural, tem incio e nunca tem fim. Para nsprofessores, a atividade docente requer uma constante formao econhecimentos adequados para o exerccio profissional que possamser utilizados na melhoria da ao docente.GRUPO 3Quais os desafios enfrentados no seu cotidiano escolar no exerccio da docncianos anos iniciais do Ensino Fundamental e as propostas de superao?GOVERNO DO ESPRITO SANTOSECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAOORIENTAO ATIVIDADE NO PRESENCIAL - EADMadalena Weffort (1996, p.11) no Caderno Apresentao (PNAIC ,SEB, 2015) destaca o papel do olhar, pois ele um ato de estudara si prprio, a realidade, o grupo luz da teoria que nos inspira [...].Na ao de se perguntar sobre o que vemos que rompemos comas insuficincias desse saber, e assim podemos voltar teoria paraampliar nosso pensamento e nosso olhar. O olhar no pode serdesinteressado, ele precisa ser direcionado para o que observamosdiante da nossa realidade e, para isso, fundamental para oprofessor o registro do seu pensamento.Convido, voc, para o ato de olhar acompanhado dareflexo, da avaliao e do planejamento intencional. Observao e problematizao do cotidiano escolar em uma sala dealfabetizao. (Professor 1, 2 e 3 ano) Sistematizar as principais dificuldades no ciclo de alfabetizao partir daproposio de questes que se apresentam como: o aluno que no aprende; acriana que est in(ex)cluda, mas no participa de situaes de aprendizagem;as faltas e reprovaes dos alunos, as classes multisseriadas, a organizao dotrabalho didtico na alfabetizao e na matemtica, integrao com astecnologias; e as intervenes possveis enfatizando os conhecimentos emLinguagem e Matemtica. (Professor 1, 2 e 3 ano). Sistematizar o planejamento da formao. (Formador Regional). Trazer no dia 12/12/17 relatrio qualificado, com fotos, do Encontro presenciala ser realizado no perodo de 28 a 30/11/2017. O relatrio do professor alfabetizador deve ser de responsabilidade do formadorlocal Data de entrega ao formador local: at o dia.....Ao pedaggica:IMPORTANTEREGISTRAR POR RELATRIO E FOTOS AS ATIVIDADES no Portiflio de cada cursista.Carga horria EAD: 15h e Em servio: 7hA rvore dos sapatos(Do livro Contador de Histria, Julio Goulart, Editora UFSC 2009, p.22)Histria de Mia Couto que transformei em roteiro para teatro "O contador dehistrias e a rvore dos sapatos, pea que foi encenada em trs temporadas,2009,2010 e 2011, nos teatros da UBRO, UFSC, UDESC e TAC, recontada abaixo:"Muito longe daqui, no Sul da frica, no muito tempo atrs, vivia uma triboque no usava sapatos. Pra qu sapatos? Se a areia era macia, a grama tambm.Mas s vezes as pessoas tinham que ir cidade. Para resolver um assunto,um negcio de cartrio, hospital, ou receber dinheiro ou at mesmo ir a uma festa. Aeles precisavam de sapatos, e era um tal de pedir emprestado, que nunca dava certo.Foi a que o velho mais velho da vila que, como tantas vezes acontece, eratambm o mais sbio resolveu o problema. Ele abriu uma tenda de aluguel desapatos bem na entrada da vila.Instalou-se sombra de uma grande rvore, e em seusgalhos pendurou todo tipo de sapatos: sandlias, chinelos,alpargatas, botas, botinas, sapatos de salto alto, fechado atrs,aberto atrs, sapato de casamento, para enterro, de todas ascores, tipos e tamanhos.As pessoas alugavam o sapato que queriam, iam pracidade resolver seus assuntos e, na volta, devolviam. Claro,tinham que pagar aluguel.Voc sabe qual era o aluguel?No fim da tarde, depois que todo mundo j tinhaterminado o servio, tomado banho no rio, jantado, todo o povoda vila se reunia para ouvir a pessoa que tinha alugado o sapatocontar, com todos os detalhes, por onde aquele sapato tinhaandado".E voc, saberia contar a histria por onde os seus sapatos andaram nas jornadas da vida?Quais caminhos seus sapatos querempercorrer?Por hoje nossa caminhada chega ao fim...Um bom retorno aos seus lares e um bom trabalho a todas.Abraos...Mente quieta, Coluna ereta e Corao Tranquilo. Inacelia Oliveira Calixto. CEFOPE/SEDUREFERNCIAS- BRASIL. Ministrio da Educao. Secretaria de Educao Bsica. Ensino Fundamental de Nove Anos: orientaes para incluso da criana de seis anos de idade. Braslia: Ministrio da Educao, Secretaria de Educao Bsica, 2007.- Documento Orientador PNAIC em Ao 2017.https://undime.org.br/uploads/documentos/phpjPn5Es_5976353f8a4f9.pdf- ESPRITO SANTO. Secretaria da Educao. Currculo Bsico Escola Estadual. Ensinofundamental: anos iniciais. Vitria: Sedu, 2009.- FERREIRO, Emilia. Reflexes sobre alfabetizao. 23. ed. So Paulo: Cortez, 1995.- GONTIJO, Cludia M. M. A apropriao da linguagem escrita. In: LEITE, Srgio A. S.Alfabetizao e letramento: contribuies para as prticas pedaggicas. Campinas: Komedi,2008- SOARES, Magda. Letramento: um tema em trs gneros. Belo Horizonte: Autntica, 2000.____________. Alfabetizao e letramento. So Paulo: Contexto, 2003. ____________.Reflexes sobre alfabetizao. So Paulo: Cortez Editora & Autores Associados, 1985.- SMOLKA, Ana Luiza Bustamante. A criana na fase inicial da escrita: a alfabetizao comoprocesso discursivo. 9. ed. So Paulo: Cortez, 2000- VYGOTSKY, Lev Semonovitch. A formao social da mente: o desenvolvimento dosprocessos psicolgicos superiores. So Paulo: Martins Fontes, 1994.- ZABALA, Antoni. A prtica educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998. https://undime.org.br/uploads/documentos/phpjPn5Es_5976353f8a4f9.pdf