ZIGOTO 2 CLULAS 4 CLULAS 8 CLULAS MRULA BLASTOCISTOCorte atravs do blastocisto Blastocele CLIVAGEM.

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    17-Apr-2015

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  • ZIGOTO 2 CLULAS 4 CLULAS 8 CLULAS MRULA BLASTOCISTOCorte atravs do blastocisto Blastocele CLIVAGEM
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  • Incio da clivagem Fertilizao do ovcito Trompa uterina Ovcito secundrio Ovulao Ovrio Blastocisto (implantado) Endomtrio tero FECUNDAO E CLIVAGEM
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  • ENDOMTRIO Enbrioblasto ou massa celular interna Blastocele Trofoblasto O BLASTOCISTO
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  • ENDOMTRIO Futuro embrio Futuro saco vitelino Sinciciotrofoblasto Citotrofoblasto CAVIDADE UTERINA Vaso sangneo (materno) EMBRIO DIDRMICO
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  • FORMAO DOS ANEXOS EMBRIONRIOS (Animao)
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  • SACO VITELINO Origem: cavidade blastocstica cavidade exocelmica saco vitelino primrio saco vitelino secundrio. Funes: Transferncia de nutrientes para o embrio durante a 2 e 3 semanas, perodo em que a circulao uteroplacentria ainda no est formada; hematopoese (da 3 a 6 semana); formao do intestino primitivo; contribui para a formao das clulas germinativas primordiais. Destino: atrofia-se com o avano da gravidez, ficando finalmente muito pequeno a partir da 10 semana de gestao.
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  • Mesoderma extra-embrionrio Cavidade amnitica mnio Crion Saco vitelino SACO VITELINO
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  • MNIO O mnio forma um saco membranoso cheio de lquido que envolve o embrio e posteriormente o feto. Ele tambm reveste o cordo umbilical.
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  • MNIO E LQUIDO AMNITICO Origem: Surge entre o embrioblasto e o trofoblasto no plo embrionrio. Funes do Lquido Amnitico: proteo contra choques mecnicos, desidratao e manuteno da temperatura; permite o crescimento externo simtrico do embrio; permite que o feto se mova livremente, contribuindo assim para o desenvolvimento muscular (p. ex., msculos dos membros); age como uma barreira contra infeces; permite o desenvolvimento normal dos pulmes fetais; impede a aderncia entre o embrio e o mnio.
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  • COMPOSIO DO LQUIDO AMNITICO Ele composto de: eletrlitos, protenas, aminocidos, substncias nitrogenadas, lipdios, carboidratos, vitaminas, hormnios e clulas esfoliadas. O lquido amnitico normalmente engolido pelo feto e absorvido pelo trato gastrointestinal
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  • CRESCIMENTO DO MNIO A B C D
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  • POLIIDRMNIO E OLGOIDRMNIO Poliidrmnio: Volume maior de 2.000ml; caudado pela incapacidade do feto em engolir ou absorver normalmente o lquido amnitico. Oligoidrmnio: Volume menor de 400ml; resulta, na maioria dos casos, de insuficincia placentria com fluxo sangneo placentrio diminudo. Excesso de lquido amnitico ao redor do feto
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  • AMNIOCENTESE Procedimento: colhe-se uma amostra do lquido amnitico inserindo uma agulha oca atravs da parede abdominal anterior da me e da parede uterina at a cavidade amnitica e furando o crion e o mnio. O que estudado? dosagem de alfafetoprotenas e material gentico das clulas fetais. Finalidade: deteco de distrbios genticos (p. ex, sndrome de Down, translocao cromossmica, etc).
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  • Crion mnio Alantide Saco vitelino Vilosidades corinicas EMBRIO: Ectoderma Mesoderma Endoderma ALANTIDE Divertculo da parede caudal do saco vitelino.
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  • ALANTIDE Origem: o alantide (do gr. allos, salsicha) surge por volta do 16 dia, como um pequeno divertculo (evaginao), a partir da parede caudal do saco vitelino. Funes: funo respiratria e/ou atua como reservatrio de urina durante a vida embrionria nos rpteis, aves e alguns mamferos; mantm-se muito pequeno em embries humanos, mas est envolvido com o incio da formao do sangue e se associa ao desenvolvimento da bexiga urinria (ligamento umbilical mdio). Destino: os vasos sangneos do alantide vo se tornar as veias e artrias umbilicais.
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  • DESENVOLVIMENTO E DESTINO DO ALANTIDE
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  • PLACENTA Origem: mista crio viloso (fetal) e decdua basal (materna). Funes: - troca de gases; - troca de nutrientes e de eletrlitos; - transmisso de anticorpos maternos; - produo de hormnios (p. ex, progesterona e estriol).
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  • PLACENTA Parte Fetal formada pelo crion. Consta de uma placa corial de onde partem vilosidades corinicos, que so os vilos secundrios. Essas vilosidades so constitudos por uma parte central conjuntiva, derivada do mesnquima extra- embrionrio, e pelas camadas de citotrofoblasto e de sinciotrofoblasto. O sinciotrofoblasto permanece at o fim da gestao, mas citotrofoblasto desaparece gradualmente durante a segunda metade da gravidez.
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  • PLACENTA Parte Materna a decdua basal. Fornece sangue arterial para as lacunas situadas entre as vilosidades corinicas secundrios e recebe de volta o sangue tornado venoso nessas lacunas. O sangue fetal e o materno no se misturam a no ser em proporo muito pequena e no fim da gravidez.
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  • Placenta Alantide Saco vitelino Vasos sangneos maternos Cavidade amnitica mnio Embrio Crion Vilosidades corinicas PLACENTA composta por uma parte fetal e de uma parte materna.
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  • DESENVOLVIMENTO DA PLACENTA
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  • PLACENTA AO NASCIMENTO
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  • Placenta (do grego plakus, bolo achatado) tem forma discide. Tem dimetro entre 15 e 20 cm e espessura de 2 a 3 cm. Pesa entre 500 e 600 g, correspondendo usualmente 1/6 do peso do feto. As margens da placenta so contnua com os sacos amnitico e corinico rompidos.
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  • CIRCULAO PLACENTRIA MATERNA Placa corinica Decdua basal Septo placentrio
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  • MEMBRANA MATERNA
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  • FORMAO DE GMEOS Gmeos dizigticos Gmeos monozigticos mnios, crions e Placentas separados mnios separados, crion e placenta comum mnio, crion e placenta comum Diviso da massa celular interna em dois grupos em um estdio precoce Diviso da massa celular interna em dois grupos em um estdio tardio Diviso ocorre no estdio de 2 clulas
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  • ESTRGENOOXITOCINA dos ovrios Do feto e hipfise Induz receptores de oxitocina no tero Estimula as contraes uterinas Estimula a placenta a produzir PROSTAGLANDINAS Estimula mais contraes uterinas Feedback Positivo TRABALHO DE PARTO
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  • Dilatao da crvix 1 Placenta Cordo umbilical tero Crvix ESTGIOS DO TRABALHO DE PARTO (I) O primeiro estgio (estgio da dilatao) -Dura cerca de 7 hs (multpasas) a 12 hs (nulparas). -Compreende a dilatao completa do crvix. -Contraes regulares do tero (menos de 10 min. de intervalo entre uma e outra contrao dolorosa).
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  • Expulso: nascimento da criana 2 ESTGIOS DO TRABALHO DE PARTO (II) O segundo estgio (estgio da expulso) -Dura cerca de 20 minutos (multparas) a 50 minutos (nulparas). -Compreende a passagem do feto pela vagina e o nascimento deste. -As contraes uterinas recomeam pouco depois do beb ter nascido.
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  • Expulso da placenta 3 Cordo umbilical tero Placenta (parcialmente destacada) ESTGIOS DO TRABALHO DE PARTO (III) O terceiro estgio (estgio da placenta) -Durao em mdia de 15 minutos. -Inicia-se to logo o beb tenha nascido e termina com a expulso da placenta e membranas. -A retrao do tero reduz a rea de insero da placenta; assim, a placenta e as membranas fetais separam-se da parede uterina e so expelidas pela vagina.
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  • CORDO UMBILICAL Origem: parede do mnio, saco vitelino e alantide. Funo: ligar a placenta ao embrio. Estrutura: 2 artrias e 1 veia protegidas pela gelatina de Wharton (tecido mucoso).
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  • CORDO UMBILICAL Est inserido geralmente prximo ao centro da superfcie fetal da placenta. O cordo umbilical tem, quase sempre, um dimetro de 1 a 2 cm e um comprimento que varia entre 30 e 90 cm (55 cm em mdia). Cordes excessivamente longos ou curtos so raros. O s cordes longos tm a tendncia de sofrer prolapso e/ou a se enrolar em volta do feto.
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  • Um fotgrafo que fez a cobertura de uma interveno cirrgica para corrigir um problema de espinha bfida realizada no interior do tero materno num feto de apenas 21 semanas de gestao, numa autntica proeza mdica, nunca imaginou que a sua mquina fotogrfica registraria talvez o mais eloqente grito a favor da vida conhecido at hoje. O CASO DA ESPINHA BFIDA (I)
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  • Enquanto Paul Harris cobria, na Universidade de Vanderbilt, em Nashville, Tennessee, Estados Unidos, o que considerou uma das boas notcias no desenvolvimento deste tipo de cirurgias, captou o momento em que o beb tirou a sua mo pequenina do interior do tero da me, tentando segurar um dos dedos do mdico que o estava a operar. O CASO DA ESPINHA BFIDA (II)
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  • A foto espetacular foi publicada por vrios jornais dos Estados Unidos e a sua repercusso cruzou o mundo at chegar Irlanda, onde se tornou uma das mais fortes bandeiras contra a legalizao do aborto. A pequena mo que comoveu o mundo pertence a Samuel Alexander (no dia da foto ele tinha apenas 5 meses de gestao). O CASO DA ESPINHA BFIDA (III)
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  • Quando pensamos bem nisto, a fotografia ainda mais eloqente. A vida do beb estava literalmente presa por um fio. Os especialistas sabiam que no conseguiriam mant-lo vivo fora do tero materno e que deveriam trat-lo l dentro, corrigindo a anomalia fatal e voltar a fechar o tero para que o beb continuasse o seu crescimento normalmente. O CASO DA ESPINHA BFIDA (IV)
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  • Por tudo isso, a imagem foi considerada como uma das fotografias mdicas mais importantes dos ltimos tempos e uma recordao de uma das operaes mais extraordinrias registradas no mundo. Samuel tornou-se o paciente mais jovem que j foi submetido a este tipo de interveno e, bem possvel que, j fora do tero da me, Samuel Alexander Arms aperte novamente a mo do Dr. Bruner. O CASO DA ESPINHA BFIDA (V)
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  • impossvel no se comover com a imagem poderosa desta mo pequenina que segura o dedo de um cirurgio e nos faz pensar em como uma mo pode salvar vidas. Eis a foto para refletir.... O CASO DA ESPINHA BFIDA (VI)
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