Traos Concreto Conforme Resistncia (FCK)

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Traos Concreto Conforme Resistncia (FCK)

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  • Obras Civis 1 Estruturas 1.03 Concreto Simples 1.03.02

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    0011.. DDEEFFIINNIIOO Esta especificao trata do preparo, transporte, lanamento, aplicao e cura dos concretos.

    0022.. MMTTOODDOO EEXXEECCUU TTIIVVOO A execuo dos concretos dever obedecer rigorosamente s especificaes e s Normas Tcnicas da ABNT, sendo de exclusiva responsabilidade da CONTRATADA a resistncia e a estabilidade de qualquer parte da estrutura executada com esses concretos. Dosagem A dosagem do concreto ser experimental e ter por fim estabelecer o trao para que este tenha a resistncia e a trabalhabilidade previstas, expressa esta ltima pela consistncia. A dosagem experimental poder ser feita por qualquer mtodo baseado na correlao entre as caractersticas de resistncia e durabilidade do concreto, levando-se em conta a trabalhabilidade desejada e atendendo : " A Relao gua/Cimento, que decorrer da

    Resistncia de Dosagem, fc28 , e das peculiaridades da obra como impermeabilidade, resistncia ao desgaste etc.;

    " A Resistncia de Dosagem, que ser calculada

    em funo da Resistncia Caracterstica do concreto fcj e do desvio padro de dosagem sd,

    fc28 = fck + 1,65 sd

    " sd ser determinado pela expresso sd = kn . sn.

    , onde Kn varia de acordo com o nmero n de ensaios :

    n 20 25 30 50 200

    Kn 1,35 1,30 1,25 1,20 1,10

    Quando no for conhecido o valor do desvio padro sn determinado em corpos de prova de obra executada em condies idnticas, o valor de sd ser fixado em funo do rigor com que o construtor pretenda conduzir a obra:

    Quando houver assistncia de profissional legalmente habilitado, especializado em tecnologia do concreto; todos os materiais forem medidos em peso; houver medidor de gua, corrigindo-se as quantidades de agregado mido e de gua em juno de determinaes freqentes e precisas do teor de umidade dos agregados e, houver garantia de manuteno, no decorrer da obra, da homogeneidade dos materias a serem empregados:

    sd = 4,0 MPa

    Quando houver assistncia de profissional legalmente habilitado, especializado em tecnologia do concreto; o cimento for medido em peso e os agregados em volume e houver medidor de gua, com correo do volume do agregado mido e da quantidade de gua em funo de determinaes freqentes e precisas do teor de umidade dos agregados:

    sd = 5,5 MPa

    Quando o cimento for medido em peso e os agregados em volume e houver medidor de gua, corrigido-se a quantidade de gua em funo da umidade dos agregados simplesmente estimada:

    sd = 7,0 MPa

    No podero ser adotados valores de sd inferiores a 2,0MPa. Em qualquer caso ser feito o controle da resistncia do concreto. A dosagem no experimental, feita no canteiro de obras por processo rudimentar somente ser permitida para obras de pequeno vulto, a critrio da Fiscalizao, respeitadas as seguintes condies : " A proporo de agregado mido no volume total

    do agregado ser fixada de maneira a se obter um concreto de trabalhabilidade adequada a seu emprego devendo estar entre 30% a 50%;

    " A quantidade de gua ser a mnima compatvel

    com a trabalhabilidade necessria.

    Teles

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    Tipo de

    Concreto

    % de gua em

    Relao ao Peso

    do Material

    Seco

    Fator gua /

    Cimento (A/C)

    Litros de gua / m3 de

    Concreto

    Slump Consistncia Resis- tncia Utilizao

    Terra mida

    5,6% a

    6,5 %

    0,42 a

    0,45

    130 a

    150L

    0 a 3 cm

    Mistura incoerente; difcil de fazer uma bola

    Mxima Lastros

    Levemente Plstico

    6,2% a

    7,2 %

    0,48 a

    0,53

    150 a

    180L

    3 a 5 cm

    Mistura levemente pegajosa que no se amassa ou deprime por si mesma

    Boa

    Obras com concreto compactado por vibrao ou apisoamento

    Plstico 6,8%

    a 8,0%

    0,56 a

    0,59

    180 a

    210L

    5 a 10 cm

    Pasta amoldvel de aspecto molhado de massa aderente; um orifcio executado no monte da massa no torna a fechar-se por si

    Boa . Neste grupo encon-tram-se os concre- tos mais usuais. Defini- dos na Norma Brasileira

    Obras com concretos vibrados em estruturas com armao densa

    Muito Plstico (concreto

    mole)

    8,0% a

    8,5%

    0,59 a

    0,63

    210 a

    250L

    10 a 15 cm

    Massa coerente que no corre mas que se esparrama quando trabalhada. Se nivela e iguala aps algumas sacudidas ou vibraes com as produzidas no transporte.

    Baixa

    Concretos de pouca responsabili-dade

    Fluido (concreto colado)

    8,5% a

    9,5%

    0,63 a

    0,71

    250

    a 270L

    Acima de

    15cm

    Pasta fluida mas espessa que enche o revestimento com facilidade, sem necessidade de vibrao

    Baixa

    Enchimentos onde no haja necessidade de altas resistncias

    Tabela 01. Caractersticas dos concretos

    Teles

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    No quadro a seguir so apresentados alguns traos para os concretos mais usuais, que podem servir como referncia para as dosagens definitivas a serem utilizadas:

    Resistncia Composio por m3 de concreto Padiolas por saco de cimento Caracterstica

    (Fck) Cimento

    CP320 Areia

    Grossa Brita 1

    Brita 2 Cimento

    CP320 Areia

    Grossa Brita 1 Brita 2

    (MPa)

    (Kg)

    (m3)

    (m3)

    (m3)

    (saco 50 Kg)

    (m3) no h

    (m3) no h

    (m3) no h

    8,0 236,0 0,608 0,269 0,562 1 2 0,41 1 0,37 2 0,37 10,0 248,0 0,604 0,268 0,559 1 2 0,39 1 0,35 2 0,35 13,5 328,0 0,583 0,258 0,539 1 2 0,28 1 0,35 2 0,25 15,0 338,0 0,580 0,257 0,536 1 2 0,27 1 0,24 2 0,24 18,0 358,0 0,575 0,255 0,531 1 2 0,25 1 0,23 2 0,23 21,0 378,0 0,570 0,252 0,526 1 2 0,24 1 0,21 2 0,21 25,0 404,0 0,563 0,249 0,520 1 2 0,22 1 0,20 2 0,20 30,0 438,0 0,533 0,245 0,511 1 2 0,20 1 0,18 2 0,18 35,0 470,0 0,545 0,241 0,504 1 2 0,18 1 0,16 2 0,16

    Tabela 02 . Concretos usuais Os valores apresentados foram obtidos com base em algumas consideraes e, portanto, devero ser testados com os agregados e o cimento disponveis em cada obra, pois os mesmos podero apresentar caractersticas diferentes das consideradas na elaborao dos traos. Foram adotados os seguintes parmetros : ` O volume ocupado pelo ar em um concreto

    muito pequeno, da ordem de 2% a 3%, podendo ser desprezado para efeitos prticos. Portanto, considerou-se que os materiais ocupam todo seu volume, sendo igual soma dos volumes individuais dos volumes dos componentes.

    ` O volume de gua por metro cbico de um

    concreto plstico convencional, se situa entre 180L e 210L (0,18 a 0,21 m3 de gua / m3 de concreto).

    ` Do volume total de agregados, 40% composto

    de agregado mido (areia) e 60%, de agregado grado (britas).

    ` No volume de brita, 1/3 composto de brita 1

    (dimetro entre 9,5mm e 19,0mm) e 2/3 de brita 2 (dimetro entre 19,0mm e 25,0mm).

    ` Considerada a utilizao de areia grossa nos traos;

    ` Adotada padiola para areia e britas com base de 35 cm X 45 cm;

    ` Obra com baixo controle tecnolgico, ou seja,

    cimento medido em peso e agregados em volume, corrigido-se a quantidade de gua em funo da umidade dos agregados simplesmente estimada. Portanto, adotou-se sd = 7,0 Mpa

    ` Para os concretos de baixa resistncia, 8,0 MPa

    e 10,0 MPa, por serem utilizados em servios de baixa responsabilidade, como enchimentos e lastros, adotou-se, para o clculo do trao, o valor mnimo de sd , ou seja, 2,0 MPa.

    ` Perdas na fabricao do concreto:

    ` Cimento - consideradas igual a zero. ` Areia - 5% ` Brita - 3%

    ` As densidades adotadas para materiais

    componentes dos concretos so as relacionadas na tabela a seguir:

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    Material Densidade Absoluta (Kg/m3)

    Densidade Aparente (Kg/m3)

    Cimento CP 320 3100 1400 Areia Grossa naturalmente mida (5%)

    2650

    1325

    Brita 1 ( 9,5 a 19,0 mm) 2600 1440 Brita 2 ( 19,0 a 25,0 mm) 2600 1380

    Tabela 03. Densidades dos componentes dos concretos Nota : . Densidade Absoluta (ou Real ou, ainda, Peso Especfico) Trata-se do volume de um material com

    compacidade mxima, ou seja, sem vazios entre os gros ou partculas. . Densidade Aparente Trata-se do peso de uma unidade de volume do material bruto, com seus vazios.

    o material da maneira como ele se apresenta naturalmente e na forma como, geralmente, ele adquirido.

    Preparo do Concreto no Canteiro de obras Para fabricao no Canteiro, dever ser utilizada betoneira convencional de funcionamento automtico ou semi-automtico, que garanta a medio e a exata proporo dos ingredientes. As betoneiras de concreto funcionaro sob inspeo permanente e devero satisfazer s seguintes exigncias: " Sero equipadas com dispositivos de fcil

    ajustagem, para compensar as variaes do teor de umidade dos agregados e dos pesos dos ingredientes;

    " A impreciso total na alimentao e na mistura

    dos materiais no dever exceder a 1,5% para a gua e o cimento, e 2% para qualquer tipo de agregado;

    " As balanas sero equipadas com dispositivos

    que indiquem os pesos durante todo o ciclo de carregamento das mesmas, de zero at a carga completa, devendo ser inspecionadas, aferidas e ajustadas, pelo menos mensalmente;

    Os materiais devero ser colocados no tambor da betoneira de modo que uma parte da gua de amassamento seja introduzida antes dos materiais secos na seguinte ordem: primeiro parte do agregado grado; em seguida o cimento e a areia; o restante da gua; e, finalmente, a outra parte do agregado grado.

    As quantidades de areia e brita, em qualquer tipo de mistura, devero ser determinadas em volume. As quantidades de cimento e gua de amassamento sero medidas em peso. A mistura volumtrica do concreto dever ser sempre preparada para uma quantidade inteira de sacos de cimento. Os sacos de cimento que, por qualquer razo, tenham sido parcialmente usados, ou que contenham cimento petrificado, sero rejeitados. Os aditivos sero misturados gua em quantidades certas, antes do seu lanamento no tambor da betoneira, e sua quantidade dever seguir as recomendaes do fabricante. O tempo de mistura, contado a partir do instante em que todos os materiais tenham sido colocados na betoneira, no dever ser inferior a 1,5 minutos, variando de acordo com o tipo de equipamento utilizado. Preparo do Concreto em Centrais Quando a mistura for feita em central dosadora de concreto situada fora do local da obra, os equipamentos e mtodos usados devero estar de acordo com a NBR7212/84 - Execuo de Concreto Dosado em Central Concreto Aparente A execuo do concreto aparente dever obedecer s seguintes condies mnimas:

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    " Maior dimetro ou bitola do agregado grado deve ser menor do que 0.25 da menor dimenso da forma;

    " Consumo mnimo de cimento por metro cbico, independentemente do fator gua/cimento ou da resistncia necessria, dever ser de 380 Kg.

    " A trabalhabilidade mnima do concreto, medida no cone de Abrams (Slump Test), deve ser de 10 cm (+ 1).

    " A altura de lanamento do concreto no poder

    exceder a 2,0 m. " Os pilares em concreto aparente devero ter suas

    quinas chanfradas por meio da colocao de bits ou mata-juntas triangulares de madeira no interior dos moldes.

    " Nas peas de concreto aparente, o cimento

    empregado dever ser de uma s marca e tipo, a fim de se garantir a homogeneidade de textura e colorao.

    Transporte O concreto preparado fora do canteiro da obra, dever ser transportado, no menor espao de tempo possvel, em caminhes apropriados, para evitar a segregao dos elementos ou variao de sua trabalhabilidade, permitindo a entrega do material para lanamento completamente misturado e uniforme. O perodo de tempo entre a sada da betoneira e o lanamento do concreto, ser conforme a NBR-6118. O transporte horizontal, na obra, dever ser feito empregando-se carrinhos de mo de 1 roda, carros de 2 rodas, pequenos veculos motorizados (Dumpers), todos com pneus com cmara, ou vagonetas sobre trilhos, a fim de evitar-se que haja compactao do concreto devido vibrao. O transporte vertical dever ser feito por guinchos, por guindastes equipados com caambas de descarga pelo fundo ou mecanicamente comandada por sistema eltrico ou a ar comprimido. Lanamento Antes do lanamento, a Fiscalizao far a verificao da montagem exata das formas e sua limpeza e da montagem das armaduras. Quando as

    formas forem de madeira, observar seu correto umedecimento superficial, em conformidade com as especificaes das Normas Brasileiras. Em cavas de fundaes e estruturas enterradas, toda gua dever ser removida antes da concretagem. Devero ser desviadas correntes d'gua, por meio de drenos laterais, de forma que o concreto fresco depositado no seja lavado pelas mesmas. Sero verificadas, tambm, as condies de trabalhabilidade do concreto (Slum p Test) e sero moldados Corpos de Prova para a verificao de sua resistncia compresso depois de endurecido. O concreto dever ser lanado logo aps o seu preparo, no sendo permitido, entre o fim do preparo e o fim do lanamento, intervalo superior a uma hora. Quando for utilizada agitao mecnica adicional, esse prazo ser considerado a partir do fim da agitao. Quando utilizados aditivos retardadores, esse prazo poder ser dilatado de acordo com a especificao do fabricante e desde que o concreto no tenha iniciado o processo de pega, o que pode ser evidenciado pela elevao de sua temperatura. A temperatura do concreto, no momento do lanamento, no dever ser superior a 30C em condies atmosfricas normais. As correes de temperatura necessrias sero feitas por mtodos previamente apreciados e aprovados pela Fiscalizao dos servios. Em nenhuma hiptese se far o lanamento aps o incio do pega, nem ser permitida a redosagem. Quando o lanamento for auxiliado por calhas, tubos ou canaletas, a inclinao mnima exigida desses elementos condutores ser de (1) um na vertical para (3) trs na horizontal. Tais condutores sero dotados de um anteparo em suas extremidades para evitar a segregao, no sendo permitidas quedas livres maiores que 2,0 m. Acima dessa altura, ser exigido o emprego de um funil para o lanamento, consistindo de um tubo de mais de 25 cm de dimetro. O modo de apoi-lo dever permitir movimentos livres na extremidade de descarga e o seu abaixamento rpido, quando necessrio, para estrangular ou retardar o fluxo. O funil dever ser utilizado seguindo um mtodo que evite a lavagem do concreto, devendo o fluxo ser contnuo at o trmino do trabalho.

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    Planos de Concretagem A CONTRATADA dever apresentar um estudo que estabelea os Planos de Concretagem, os prazos, os planos de retirada das formas e de escoramentos, os locais de interrupo forada da concretagem (juntas), que devero ser aprovados pela Fiscalizao e pelo calculista da estrutura. Para grandes estruturas, o Plano de Concretagem dever ser elaborado para que sejam executadas apenas as juntas previstas no projeto, evitando-se, ao mximo, as juntas de construo que, quando necessrias, devero ser preparadas de modo a garantir uma estrutura monoltica. Juntas de Concretagem A possvel localizao das juntas de concretagem dever estar indicada nos desenhos de formas das estruturas, em desenho especfico, ou estabelecidas juntamente com a Fiscalizao. Para a retomada da concretagem aps o tempo de pega da camada anterior, devem ser adotados os seguintes procedimentos: " A calda ou nata de cimento, proveniente da

    pequena exsudao que ocorre na vibrao do concreto, deve ser retirada de 4 a 12 horas aps a concretagem, com jato de ar ou gua, at uma profundidade de 5 mm, ou at o aparecimento do agregado grado, o qual dever ficar limpo;

    " Durante as 24 horas que antecedem a retomada

    da concretagem, a superfcie deve ser saturada da gua, para que o novo concreto no tenha sua gua de mistura retirada pela absoro do concreto velho. Deve seguir-se uma secagem da superfcie para retirada de eventuais excessos dgua;

    " Essa limpeza dever ser repetida antes da

    retomada da concretagem, pois a superfcie dever estar isenta de poeira, nata de cimento, materiais graxos e apresentar-se firme para a aplicao de adesivo estrutural base de epxi (Sikadur 32 ou similar), sendo a aplicao desse produto feita conforme instrues do fabricante. O uso de outro tipo de adesivo deve ser aprovado pela Fiscalizao;

    " A colocao do concreto novo sobre o velho deve ser feita de forma cuidadosa, no sentido de evitar a formao de bolsas, devido a falta de homogeneidade ou a mistura deficiente.

    Juntas de Contrao e Dilatao As variaes da temperatura ambiente e do concreto, durante a pega do cimento, com conseqente desenvolvimento de calor de hidratao, de retrao, de variao de umidade e os esforos provenientes das deformaes diferenciais na estrutura, tendem a produzir tenses de trao na mesma. A finalidade principal das juntas de contrao e dilatao impedir que essas tenses de trao produzam fissuras na estrutura. As juntas em mastique sero conformadas com placas de cimento betuminado, ou placas de isopor, que lhes serviro de forma na concretagem. A superfcie da junta dever estar estruturalmente s e isenta de poeira, nata de cimento, graxa, etc, apresentando-se absolutamente seca, sendo sua limpeza efetuada mediante a aplicao de jato de areia ou com a utilizao de escova de ao. Aps o seu preparo, a junta ser preenchida com mastique elstico (tipo Sikaflex 1A ou similar), conforme determinaes do fabricante. Adensamento O concreto dever ser adensado mecanicamente dentro das formas, at que se obtenha a mxima densidade possvel, evitando-se a criao de vazios e de bolhas de ar na sua massa. Devero ser utilizados vibradores de imerso pneumticos, eltricos ou a exploso, ou vibradores externos de forma, conforme o caso, com dimenses apropriadas para o tamanho da pea que estiver sendo concretada. Os vibradores de imerso devero trabalhar com uma freqncia mnima de 7.000 impulsos por minuto (I.P.M.), enquanto que os externos de forma, com 8.000 I.P.M. O vibrador de imerso ser mantido at que aparea a nata na superfcie, momento em que dever ser retirado e mudado de posio, evitando-se seu contato demorado com as paredes das formas ou com as barras da armadura.

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    Durante a vibrao de uma camada, o vibrador de imerso (mais utilizado em concretagem de elementos estruturais) dever ser mantido na posio vertical e a agulha dever atingir a parte superior da camada anterior. Nova camada no poder ser lanada antes que a anterior tenha sido convenientemente adensada, devendo-se manter um afastamento entre os pontos contnuos de vibrao de, no mnimo, 30 cm. Na concretagem de lajes e placas de piso ou de peas pouco espessas e altas, o emprego de rguas e placas vibratrias obrigatrio. A CONTRATADA dever manter de reserva, durante a concretagem, motores e mangotes de vibradores, sem nus para a CONTRATANTE, de acordo com a definio da Fiscalizao. Somente ser permitido o adensamento manual em caso de interrupo no fornecimento de fora motriz aos aparelhos e, por tempo mnimo indispensvel ao trmino da moldagem da pea em execuo, devendo-se, para esse fim, elevar o consumo de cimento de 10%, sem que seja acrescida a quantidade de gua de amassamento. O adensamento manual poder ser adotado em concretos plsticos, com abatimento (Slump) entre 5 a 12 cm. Nas concretagem de grande espessura a espessura mxima a ser adensada de 20 cm, devendo a operao cessar quando aparecer na superfcie do concreto uma camada lisa de cimento. Cura e Proteo O concreto, para atingir sua resistncia total, dever ser curado e ter sua superfcie protegida adequadamente contra a ao do sol, do vento, da chuva, de guas em movimento e de agentes mecnicos. A cura dever continuar durante um perodo mnimo de 7 dias aps o lanamento, conforme NB-1/NBR-6118 da ABNT. A gua para a cura dever ser doce e limpa, com a mesma qualidade da usada para o preparo do concreto.

    A critrio da Fiscalizao, podero ser empregados os seguintes tipos de curas: Cura mida As superfcies do concreto podero ser cobertas por sacos de aniagem, tecido de algodo ou outro tipo de cobertura aprovado, ou areia, que sero mantidos continuamente midos. A aniagem s dever ser usada em superfcies de concreto que devero ser revestidas e sempre em duas camadas. Poder ser utilizado, tambm, o sistema de as perso ou de irrigao contnua. As formas que permanecerem no local, devero ser mantidas continuamente midas at o final do processo, para evitar a abertura de fissuras e o conseqente secamento rpido do concreto. Se removidas antes do trmino do perodo de cura, o processo de umedecimento das superfcies desmoldadas dever prosseguir, usando-se materiais adequados.

    Cura com Papel Impermevel As superfcies de concreto devero ser cobertas por papel impermevel, sobreposto 10 cm nas bordas, sendo as mesmas perfeitamente vedadas. O papel dever ser fixado na sua posio por meio de pesos, a fim de prevenir seu deslocamento, rasgos ou orifcios que apaream durante o perodo da cura e que devero ser imediatamente reparados e remendados. Cura por Membrana

    As superfcies de concreto podero ser protegidas das perdas de umidade por meio de um composto qumico resinoso ou parafnico (tipo ANTISOL da SIKA ou similar), aplicado de maneira a formar uma pelcula aderente contnua que no apresente desfolhamentos, rachaduras na superfcie e que esteja livre de pequenos orifcios ou outras imperfeies. A substituio do produto s poder ser feita com a aprovao da Fiscalizao. Superfcies sujeitas a chuvas pesadas dentro do perodo de trs horas aps a aplicao do composto e superfcies avariadas por operaes subsequentes de construo durante o perodo de cura, devero ser novamente cobertas com o produto. O composto no dever ser usado em superfcies que recebero enchimento de concreto, e no dever deixar resduos ou cores inconvenientes sobre as superfcies onde for aplicado. As superfcies cobertas com o composto, durante o perodo de cura, devero

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    ficar livres de trfego e de outros fatores causadores de abraso.

    Armazenagem dos Materiais Cimento O armazenamento do cimento dever ser feito com proteo total contra intempries, umidade do solo e outros agentes nocivos a sua qualidade e de maneira tal que permita uma operao de uso em que se empregue, em primeiro lugar, o cimento mais antigo antes do recm-armazenado. O empilhamento mximo no dever ser maior do que dez sacos. O volume de cimento a ser armazenado na obra dever ser suficiente para permitir a concretagem completa das peas programadas, evitando-se interrupes no lanamento por falta de material. Agregados Os diferentes agregados devero ser armazenados em compartimentos separados, de modo a no haver possibilidade de se misturarem. Igualmente, devero ser tomadas precaues de modo a no se permitir sua mistura com materiais diferentes que venham a prejudicar sua qualidade. Os agregados que estiverem cobertos de p ou de outros materiais diferentes, e que no satisfaam s condies mnimas de limpeza, devero ser novamente lavados ou ento rejeitados. Pelas causas acima apontadas, a lavagem e rejeio no implicam nus para a CONTRATANTE, correndo o seu custo por conta da CONTRATADA. Aditivos Os aditivos devero ser armazenados em local abrigado das intempries, umidade e calor, por perodo no superior a seis meses. Cuidados complementares Vide especificaes: (Referentes execuo das Formas, e Escoramentos)

    0033.. CCRR IITTRRIIOOSS DD EE CCOONNTTRROOLLEE

    O Controle Tecnolgico abranger pelo menos o previsto nos seguintes itens: Qualidade dos Materiais Cimento O cimento dever atender s exigncias das Normas Brasileiras, de acordo com sua aplicao. A aceitao do cimento na obra est subordinada execuo de ensaios prvios de amostras do material proveniente das fontes de produo. Sempre que houver dvida sobre a qualidade do cimento, novos ensaios devero ser realizados. Na entrega no Canteiro, em sendo observadas alteraes na qualidade do cimento, devido ao mau acondicionamento no transporte, por insuficincia de proteo contra intempries, ou qualquer outro motivo, a partida ser rejeitada, embora munida de certificado, no sendo permitida a sua utilizao na obra, da qual dever ser imediatamente retirada. Em face das caractersticas peculiares de comportamento dos cimentos, eventuais misturas de diferentes marcas podero implicar em alguns efeitos inconvenientes (trincas, fissuras, etc.). Assim, o emprego de misturas de cimento de diferentes qualidades ficar na dependncia de uma aprovao prvia pela Fiscalizao. Para a substituio do tipo, classe de resistncia e marca do cimento, devero ser tomadas as devidas precaues, para que no ocorram alteraes sensveis na trabalhabilidade, nas propriedades qumicas e mecnicas e na durabilidade do concreto. Nas peas de concreto aparente, o cimento empregado dever ser de uma s marca e tipo, a fim de se garantir a homogeneidade de textura e colorao do concreto. No dever ser utilizado cimento quente. Podero ser efetuadas adies de pozolana (NBR-5736) ou de escria de alto-forno (NBR-5735) nos Cimentos Portland comuns, desde que em porcentagens definidas nas Normas. Agregados

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    Os agregados devero atender s especificaes da ABNT. Caso o agregado no se enquadre nas exigncias da NBR-7211,a liberao ficar a cargo da Fiscalizao. A resistncia prpria de ruptura dos agregados dever ser superior resistncia do concreto. Periodicamente, ou quando se fizer necessrio, sero feitos ensaios de caracterizao. Variaes de granulometria e forma devero ser compensadas na dosagem do concreto. Agregado Mido A areia dever ser natural, de gros angulosos e spera ao trato; ou artificial, proveniente do britamento de rochas estveis, de dimetro mximo igual ou inferior a 4,8 mm. No dever, em ambos os casos, conter quantidades nocivas de impurezas orgnicas, terrosas ou de material pulverulento. A areia dever ser lavada sempre que necessrio. Dever ser sempre evitada a predominncia de uma ou duas dimenses (formas achatadas ou alongadas), bem como a ocorrncia de mais de 4% (quatro por cento) de mica. Agregado Grado Como agregado grado, poder ser utilizado o seixo rolado da vasa de rios ou a pedra britada de rocha estvel, com arestas vivas, com dimetro mnimo igual ou superior a 4,8 mm, isento de p-de-pedra, materiais orgnicos, materiais terrosos e no-reativos com os lcalis do cimento. O agregado grado dever ser completamente lavado antes de ser entregue na obra, seja qual for sua procedncia. Os gros dos agregados devem apresentar-se com forma normal, ou seja, as trs dimenses espaciais da mesma ordem de grandeza. O dimetro mximo do agregado grado dever ser o maior possvel, mas, em nenhum caso, exceto quando autorizado por escrito pela Fiscalizao, poder exceder menor das seguintes dimenses: " 1/5 da menor dimenso, correspondente ao

    elemento estrutural;

    " 3/4 do espaamento mnimo entre duas barras da armao.

    gua de Amassamento Dever ser tal que no apresente impurezas que possam vir a prejudicar as reaes com os compostos de cimento tais como sais, lcalis ou materiais orgnicos em suspenso. No poder conter cloretos em quantidade superior a 500 mg/l de Cloro, nem sulfato em quantidade superior a 300mg/l de SO4. A gua potvel da rede de abastecimento considerada satisfatria para ser utilizada como gua de amassamento do concreto. Caso seja necessria a utilizao de gua de outra procedncia, devero ser feitos, em laboratrio, ensaios com a gua em argamassa. As resistncias obtidas devero ser iguais ou superiores a 90% das obtidas com gua de reconhecida qualidade e sem impurezas, aos sete e vinte e oito dias. Aditivos Sempre que considerado conveniente e aprovado pela Fiscalizao, sero empregados aditivos na confeco do concreto. O uso de aditivo acelerador de pega fica condicionado a uma aprovao pela Fiscalizao, aps anlise de resultados de laboratrio quanto composio qumico-aditiva. Fica proibido o uso de aditivo acelerador de pega com composto ativo base de cloreto de clcio em estruturas de concreto armado e/ou pretendido. O desempenho do aditivo ser comprovado atravs de ensaios comparativos com um concreto "referncia", sem aditivo (CE-18:06.02-001 da ABNT). Verificao das caractersticas dos constituintes Alem dos ensaios iniciais de caracterizao de todos os materiais componentes, devero ser feitos ensaios peridicos ou sempre que houver alterao de materiais, mudanas de jazidas, de fornecedores, etc. A freqncia desses ensaios ser a fixada nas especificaes EB 1 e EB 4.

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    Verificao da Dosagem Utilizada A verificao da dosagem ter por finalidade comprovar se os constituintes esto sendo utilizados nas quantidades especificadas no trao do concreto. Dever ser feita pelo menos uma vez por dia e sempre que houver alterao do trao ou modificaes dos caractersticos dos constituintes. Verificao da trabalhabilidade

    Ser feita atravs de ensaios de consistncia e sua comparao com a especificada. A determinao da consistncia poder ser feita pelo ensaio de abatimento (Slump Test), para cada 25 m3 de concreto mas pelo menos uma vez por dia, quando amassado na obra e na recepo de cada caminho betoneira quando feito em usina fora da obra.

    Verificao da resistncia mecnica A verificao normal da resistncia mecnica ser de acordo com os mtodos MB 2 e MB 3. A idade de ruptura dos corpos de prova ser a prevista no plano da obra (j dias), normalmente 28 dias, permitindo-se a avaliao dessa resistncia com idade menor preferencialmente aos 7 dias, desde que se tenha determinado a relao entre as resistncias nessa idade e na prevista. O nmero de corpos de prova a serem moldados dever obedecer NBR 5738/94 nunca inferior a 04 por cada 30 m3 de concreto ou sempre que houver modificao no trao ou no tipo de agregado quando, neste caso sero feitas mais quatro moldagens.

    Controle Estatstico dos Resultados Procede-se determinao do coeficiente de variao do concreto fabricado no canteiro de obras, conforme os resultados de pelo menos 16 (dezesseis) ensaios realizados. O traado do grfico de controle dos resultados permitir uma viso conjunta dos valores obtidos e a observao das disperses que ocorrem na qualidade da execuo do concreto. Normalmente, as seguintes relaes devero ser observadas nos rompimentos dos corpos de prova aos 3, 7 e 28 dias : fc3 = 0,40 a 0,59 fc28

    Moldagem do Corpo de Prova do Slump Teste

    Retirada do Molde

    Verificao do Abatimento do Tronco

    a) b)

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    fc7 = 0,67 a 0,80 fc28 Em conjunto com o valor do fck definido no clculo estrutural determina-se a tenso da dosagem apropriada e procede-se ao ajustamento dos traos empregados, ficando a critrio da Fiscalizao a necessidade de serem feitos novos estudos de dosagem, bem como a freqncia do controle estatstico. Concreto Preparado Fora da Obra A CONTRATADA dever exigir da concreteira os ensaios prvios dos componentes e os ensaios caractersticos do concreto a ser utilizado, sendo de sua responsabilidade o envio destes, previamente Fiscalizao, para apreciao, aprovao e liberao da concretagem. NORMA TCNICA DE AQUISIO E RECEBIMENTO DE CONCRETO USINADO Esta norma visa fornecer subsdios e dados tcnicos aos profissionais da Construo Civil, na aquisio e recebimento de Concreto Usinado. FERRAMENTAS E EQUIPAMENTOS PARA CONTROLE DE RECEBIMENTO DO CONCRETO USINADO NA OBRA o Forma em tronco de cone padronizada o Haste metlica padronizada

    o Chapa metlica para apoio do tronco de

    cone o Rgua metlica de 30 cm

    o Trena com diviso em mm

    o Forma cilndrica

    EM LABORATRIO o Balana o Prensa

    o Peneiras o Todos os equipamentos necessrios a cada

    tipo de concreto DEFINIO DOS CRITRIOS PARA O CONTROLE DE RECEBIMENTO AMOSTRAGEM Retirar seis corpos de prova, no tero mdio de cada caminho de concreto, para rompimento em laboratrio, sendo: o 2 aos 3 dias, o 2 aos 7 dias e

    o 2 aos 28 dias.

    A moldagem dever seguir as seguintes etapas: o Colocar as formas em local plano e nivelado o Colocar a primeira camada de concreto

    o Adensar com 30 introdues da haste

    metlica na profundidade de cada camada o Colocar a 2, 3 e 4 camada da mesma

    maneira que a 1 o Acertar com rgua metlica a superfcie

    o Colar etiqueta com dados sobre a obra, local

    de lanamento, data, etc. o Aguardar cura de 24 horas

    o Transportar para laboratrio

    o Rompe-los conforme planejado

    o Enviar relatrio para obra

    o Retirar um carrinho de concreto (em torno de

    30I) aps o incio da do concreto, para execuo do teste de abatimento.

    SLUMP

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    Este teste dever ser executado por tcnico especializado, de acordo com as Normas Brasileiras, seguindo as seguintes etapas: o Colocar a base metlica em local plano e

    nivelado o Firmar o cone contra a mesma

    o Colocar a primeira camada de concreto o Adensar com 25 introdues da haste

    metlica na profundidade de cada camada o Colocar a 2 e 3 camadas da mesma

    maneira que a 1 o Passar a rgua metlica

    o Retirar o cone

    o Inverter o cone e coloc-lo ao lado da

    amostra abatida o Com uso da haste e da trena, medir o

    abatimento o Verificar o abatimento

    RESISTNCIA COMPREENSO AXIAL A resistncia caracterstica compresso, dever ser medida aos 3, 7 e 28 dias (dois corpos de prova) por laboratrio especializado, segundo as Normas Brasileiras. TRADO O trado do concreto deve ser elaborado pela usina, aps anlise da especificao do concreto compatibilizado com o calculista e levado apreciao e aprovo da construtora. A usina fornecer memorial justificativo e metodologia empregada, assim como os dados de todos os agregados componentes do concreto. FATOR GUA/CIMENTO E ADIO DE GUA PERMITIDA NA OBRA

    Estas informaes acompanharo o memorial do item TRADO e constaro na Nota Fiscal de entrega do concreto. PARMETROS DE APROVAO DOS CAMINHES CONFORMIDADE DA NOTA FISCAL Devero constar na Nota Fiscal todos os tipos necessrios verificao na obra do concreto especificado, tais como : Resistncia aos 28 dias, abatimento no slump e sua tolerncia, descrio dos agregados, fator gua/cimento, adio de gua permitida na obra, aditivos, data, horrio de sada da usina, peso, trao e todos os dados fiscais necessrios. SLUMP Dever seguir rigorosamente o abatimento estabelecido e suas tolerncias. Em caso de no conformidade, devolver o caminho especificando o porque no verso da Nota Fiscal, ou renegociar o uso deste concreto e seu respectivo preo para uso em local de pouca solicitao mecnica ou estrutural. ADIO DE GUA NA OBRA A adio de gua na obra dever ser feita por funcionrio da concreteira e fiscalizada por pessoa da obra, no ultrapassando o especificado na Nota Fiscal.

    0044.. CCRRIITTRRIIOOSS DDEE MMEEDDII OO EE PPAAGGAAMMEENNTTOO

    O concreto ser medido em metros cbicos de volume efetivamente executados, de acordo com o Fck utilizado. O levantamento das quantidades ser efetuado com base nos projetos de formas da estrutura concretada. E quando no houver indicao no projeto, o volume ser medido no local de lanamento. No ser medido o concreto que, por qualquer motivo, seja recusado pela Fiscalizao, bem como

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    as perdas e excessos decorrentes de utilizao de forma inadequada. O pagamento ser efetuado ao preo unitrio contratual, considerando-se o tipo de concreto quanto sua resistncia compresso e conforme medio aprovada pela Fiscalizao.

    0055.. DDOOCC UUMMEENN TTOOSS DD EE RREEFFEERRNN CCIIAA FONTE CDIGO DESCRIO

    ABNT NB1/NBR6118/82 Projeto e execuo de obras de concreto armado.

    ABNT MB-833 NBR5672 Diretrizes para o controle tecnolgico de materiais destinados a estruturas de concreto.

    ABNT MB-1 NBR5750/92 Amostragem de concreto fresco. ABNT MB-1 NBR5732/91 Cimento Portland comum. ABNT MB-2 NBR5738/94 Moldagem e cura de corpos de prova cilndricos ou prismticos de concreto ABNT MB-3 NBR5739/94 Concreto - Ensaio de compresso de corpos de prova cilndricos ABNT MB-170 NBR6465/84 Agregados - Determinao de abraso Los Angeles ABNT MB-215NBR6467/87 Agregados - Determinao do inchamento de agregado mido ABNT EB-4NBR7211/86 Agregado para concreto ABNT EB-136NBR7212/84 Execuo de concreto dosado em central ABNT EB-1133NBR7214/82 Areia normal para ensaio de cimento ABNT MB-6NBR7216/87 Amostragem de agregados

    ABNT MB-212NBR7222/94 Argamassa e Concreto - determinao da resistncia trao por compres so diametral de corpos de prova cilndricos

    ABNT MB-256NBR7223/92 Concreto - Determinao da consistncia pelo abatimento do tronco do cone ABNT MB-2518NBR9605/92 Concreto - Reconstituio do trao de concreto fresco

    ABNT MB-2519NBR9606/92 Concreto - Determinao da consistncia pelo espalhamento do tronco do cone

    ABNT MB-2625NBR9832/92 Concreto e argamassa - Determinao dos tempos de pega por meio da resistncia a penetrao.

    ABNT TB-309NBR9935/92 Agregados ABNT MB2771NBR10342/92 Concreto - Perna de abatimento ABNT MB2948NBR10787/94 Concreto endurecido - Determinao da penetrao de gua sob presso. ABNT EB1763NBR11768/92 Aditivos para concreto ABNT NBR12654/92 Controle tecnolgico de materiais componentes do concreto ABNT NBR12655/96 Concreto - Preparo, controle e recebimento ABNT NBR12821/93 Preparao de concreto em laboratrio

    Teles

    DefinioMtodo ExecutivoCritrios de ControleCritrios de Medio e PagamentoDocumentos de Referncia

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