Tendncias Sculo XXI - ? nova nr- 4 sesmt externo e coletivo ... endereo completo: ... - para

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    20-Nov-2018

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  • Tendncias Sculo XXI

    M.T.E = Trabalho

    M.S = Sade

    M.P.A.S / I.N.S.S = Previdncia

  • Estimativa dos Acidentes do

    Trabalho Fatais no Mundo

    REGIO GEOGRFICA

    TAXA DE

    MORTALIDADE

    LABORAL

    N. DE

    EMPREGADOS

    (milhes)

    TOTAL DE

    ACIDENTES

    ECONOMIAS

    CONSOLIDADAS5,3 366.437 19.525

    NDIA 11 334.000 36.740

    CHINA 11,1 614.690 68.231

    PASES SOCIALISTAS DA

    EUROPA DO LESTE11,1 140.282 15.563

    AMRICA LATINA E

    CARIBE13,5 195.000 26.374

    FRICA SUBSAARIANA 21 218.400 45.864

    ORIENTE MDIO 22,5 186.000 41.850

    SIA E TERRITRIOS

    INSULARES23,7 339.840 80.586

    Observaes: 1.Taxa de Mortalidade Laboral = Nmero de acidentes fatais para cada 100.000 trabalhadores.

    2. No inclui as mortes por acidente em trnsito e por doenas profissionais.

    3. Classificao por regio geogrfica conforme critrios do Banco Mundial.

    4. No total dos acidentes fatais do Brasil esto includos os acidentes de trnsito e doenas profissionais

    Fonte:Dr. Jukka Takala OIT-CIS 1999

  • OBS: Empregados, esto includos os domsticos.

    Fonte: PNAD/98

    OCUPAO

    AT UM

    SALRIO

    MNIMO

    MAIS DE UM

    SALRIO MNIMOTOTAL PERCENTAGEM

    Empregados com carteira 1.930.545 19.163.016 21.093.561 -30,15%

    Funcionrio pblico

    (estatutrio e militar)371.484 4.184.007 4.555.491 -6,51%

    Empregados sem carteira 7.628.666 8.442.553 16.071.219 -22,97%

    Conta prpria 4.901.157 11.165.314 16.066.471 -22,96%

    Empregador 98.545 2.752.635 2.851.180 -4,08%

    Outros 5.718 9.319.473 9.325.191 -13,33%

    Total 14.936.115 55.026.998 69.963.113-100,00%

    Quantidade de Pessoas Ocupadas

  • Realidade Trabalhista do Brasil 2001

    60% das empresas brasileiras empregam at quatro pessoas.

    0,08% das empresas empregam mais de mil pessoas.

    2,3 milhes a quantidade de processos trabalhistas em andamento no Brasil.

    1,5 milho o nmero de sentenas trabalhistas em execuo

    50% das aes ajuizadas na Justia do trabalho, em mdia, so solucionadas na primeira audincia.

  • Tendncias Sculo XXI

    NOVA NR- 4 SESMT

    EXTERNO E COLETIVO

    PRIVATIZAO S.A.T

    SISTEMAS DE GESTO

  • Diretrizes sobre sistemas de gesto

    de segurana e a sade no trabalho.

    Programa de Segurana e Sade no Trabalho

    e Meio Ambiente

    Organizao Internacional do Trabalho

    GENEBRA

  • ndice

    Introduo

    Objetivos

    Estrutura nacional do sistema de gesto da segurana e sade no

    trabalho

    Diretrizes Nacionais

    Diretrizes especficas

    O sistema de gesto da segurana e sade no trabalho na

    organizao

    Poltica

    Poltica em matria de egurana e sade no trabalho

    Participao do Trabalhador

    Organizao

    Responsabilidade e obrigao de prestao de contas

    Competncia e capacitao

    Documentao do sistema de gesto da segurana e sade no

    trabalho

    Comunicao

    Planejamento e implementao

    Anlise Inicial

  • Objetivos em matria de segurana e sade

    Preveno de riscos

    Medidas de preveno e controle

    Gesto de alteraes

    Preveno, preparao e respotas com respeito a situaes de

    emergncias

    Aquisies

    Contratao

    Avaliao

    Superviso e medio do desempenho

    Investigao das leses, enfermidades, doenas e incidentes

    relacionados

    com o trabalho e seus efeitos na segurana e sade

    Auditoria

    Anlise realizada pela gesto

    Ao em prol de melhoras

    Ao preventiva e corretiva

  • SG-SST nas

    organizae

    s

    Diretrizes da

    OIT sobre os

    SG-SST

    Diretrizes

    nacionais

    sobre SG-

    SST

    Diretrizes

    especficas

    sobre os SG-

    SST

    Elementos da estrutura nacional para a segurana e a sade no trabalho

  • Poltica

    Ao em prol

    de melhoras OrganizaoMelhora

    Contnua

    AvaliaoPlanejamento e

    Implementao

  • Tendncias Sculo XXI

    O.I.T ANOS 50 70

    O.M.S ANOS 80 90

    O.M.C ANOS 90

    ISO 9.000 90, ISO 14.000 96

    BS 8800 98 / DIRETRIZ OIT - 2001

  • Tendncias Sculo XXI

    MAPAS DE RISCOS

    PPRA + PCMSO

    SGSST OIT

    PRIVATIZAO DO SAT

  • Tendncias Sculo XXI

    LAUDO TCNICO

    PERFIL PROFISSIOGRFICO PREVIDENCIRIO

    DIRBEN - 8030

  • 36

    70

    0 20 40 60 80

    100

    20

    Pro

    fissio

    nais

    Cobertura de Empregados

    Profissionais x

    Cobertura de Empregados

  • Profissionais x

    Cobertura de Empresas

    1,83

    5

    0 1 2 3 4 5 6

    100

    20

    Pro

    fissio

    na

    is

    Cobertura de Empresas

  • Nmero de Profissionais

    Ocupados

    Tcnicos de Segurana do

    Trabalho27.000

    Engenheiros de Segurana 3.000

    Mdicos do Trabalho 3.000

    Total de Profissionais 33.000

  • - PADRO PARA ELABORAO DO PROGRAMA

    DE PREVENO DE RISCOS AMBIENTAIS

    - DOCUMENTO FOI DESENVOLVIDO PARA SER

    UTILIZADO COMO BASE POR PROFISSIONAIS

    ESPECIALIZADOS PARA A REALIZAO DOS

    SERVIOS DE PPRA.

    PPRA

  • ORIENTAES BSICAS PARA QUE AS EMPRESAS

    UTILIZEM COMO UMA DIRETRIZ QUANDO

    ESTIVEREM FAZENDO O PPRA PELA PRIMEIRA VEZ

    OU COMO INSTRUMENTO DE AVALIAO OU

    ADQUAO DO PPRA EXISTNTE.

    O CONTEDO DO PPRA DEVER ATENDER NA

    NTEGRA O QUE PRECONIZA A NR-9 DO

    MINISTRIO DO TRABALHO E EMPREGO.

    ORIENTAES BSICAS

  • ORIENTAES BSICAS

    O PPRA DEVER SE ESTENDER A TODAS AS REAS

    DE TRABALHO OCUPADAS PELA EMPRESA,

    ESTANDO ARTICULADO COM O PCMSO, QUANDO

    DISPONVEL NA INSTALAO.

    AS PARTES DO PPRA RELATIVAS FASE DE

    RECONHECIMENTO E AVALIAO AMBIENTAL

    DEVERO SER OBRIGATORIAMENTE REALIZADAS

    E ASSINADAS POR ENGENHEIRO DE SEGURANA

    DO TRABALHO OU TCNICO DE SEGURANA DO

    TRABALHO.

  • ORIENTAES BSICAS

    NOS DOIS CASOS, O PROFISSIONAL DEVER

    RECOLHER ART JUNTO AO RGO REGIONAL DO

    CREA, A CPIA DA ART DEVER SER ANEXADA AO

    PPRA.

    QUANDO O TRABALHO FOR REALIZADO POR

    EMPRESA ESPECIALIZADA EM ENGENHARIA DE

    SEGURANA DO TRABALHO, TAMBM A EMPRESA

    CONTRATADA DEVER SER REGISTRADA NO

    RESPECTIVO CREA.

  • ORIENTAES BSICAS

    PODEM OCORRER PELO MENOS TRS

    SITUAES DIVERSAS DURANTE A REALIZAO

    DE UM PPRA:

    A - EMPRESAS QUE ELABORAM O PPRA PELA

    PRIMEIRA VEZ.

    B - EMPRESAS QUE J POSSUEM O PPRA,

    PORM NO FORAM REALIZADAS MEDIES

    DOS AGENTES AGRESSIVOS.

    C - INSTALAES QUE POSSUEM PPRA COM

    MEDIES EFETUADAS.

  • DEVER SER UTILIZADA FOLHA DE PAPEL

    TIMBRADO DA EMPRESA QUE ESTIVER

    REALIZANDO O TRABALHO, CONTENDO:

    TTULO: PROGRAMA DE PREVENO DE

    RISCOS AMBIENTAIS.

    NOME DA EMPRESA ONDE FOI REALIZADO O

    TRABALHO.

    DATA DA SUA CONCLUSO, QUE PASSARA A SER

    A DATA DO DOCUMENTO BASE.

    1 CAPA

  • - O NDICE DEVE FIGURAR EM UMA FOLHA PRPRIA, CONTENDO

    O DETALHAMENTO DO PPRA E AS RESPECTIVAS PGINAS ONDE

    SE ENCONTRAM OS ASSUNTOS.

    Exemplo:

    Documento Base 03

    1 - Introduo 04

    2 - Objetivo 04

    3 - identificao da Empresa 04

    4 - Atividades da Empresa 04

    5 - Caractersticas do Ambiente de trabalho 05

    6 - Descrio das Atividades Realizadas 05

    7 - Qualificao dos Responsveis 05

    8 - Definio das Responsabilidades 05

    9 Integrao com a CIPA 06

    2 - NDICE

  • 10 - Definies 06

    11 - Estratgias e metodologia de Avaliao 06

    12 - Estrutura do PPRA 06

    13 - Desenvolvimento do PPRA 07

    14 - Antecipao, Reconhec. e Avaliao dos Riscos Amb. 07

    15 Tcnicas de Avaliao Dos Agentes 08

    16 Controle dos Riscos Ambientais 09

    17 - Nvel de Ao 10

    18 - Periodicidade, Forma e Avaliao e Reviso do PPRA 11

    19 - Estabelecimento do Plano de Ao, Metas,

    Prioridades e Cronograma 12

    20 - Registro de revises do desenvolvimento do PPRA 13

    21 - Recomendaes Gerais 14

    22 - Registro, Manuteno e Divulgao de Dados 15

    23 Planejamento Anual, Metas e Prioridades 15

    24 - Exame, Discusso do Plano e Concluses Finais 16

    25 Bibliografia 17

    26 -Data do Documento e Assinatura do Profissional 17

  • - O PPRA PROPRIAMENTE DITO;

    - UM FOLHA DE ROSTO DEVE CAPEAR O

    CONTEDO DO TRABALHO;

    - COM O TTULO DOCUMENTO BASE.

    3 - DOCUMENTO BASE

  • - EM 29 DE DEZEMBRO DE 1994, A PORTARIA N.

    25, APROVOU O TEXTO DA NR-9;

    - ESTABELECENDO A OBRIGATORIEDADE DA

    ELABORAO E IMPLANTAO, POR PARTE DE

    TODOS OS EMPREGADORES E INSTITUIES QUE

    ADMITAM TRABALHADORES COMO EMPREGADOS;

    - O PROGRAMA DE PREVENO DOS RISCOS

    AMBIENTAIS PPRA.

    4 INTRODUO

  • - OS ASPECTOS ESTRUTURAIS DO PROGRAMA;

    - A ESTRATGIA E METODOLOGIA DE AO;

    - FORMA DE REGISTRO;

    - MANUTENO E DIVULGAO DOS DADOS;

    - A PERIODICIDADE E FORMA DE AVALIAO DO

    DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA;

    - ETAPAS DE RECONHECIMENTO DOS RISCOS;

    - PLANEJAMENTO ANUAL COM O ESTABELECIMENTO DAS

    METAS A SEREM CUMPRIDAS COM OS PRAZOS PARA A SUA

    IMPLANTAO;

    - CONFORME CRONOGRAMA ANUAL.

    O PPRA DA EMPRESA DESCRITO NO

    DOCUMENTO BASE QUE DEVE CONTER:

  • PPRA TEM COMO OBJETIVO A PREVENO DA

    SADE E A INTEGRIDADE FSICA DOS

    TRABALHADORES, ATRAVS DO

    DESENVOLVIMENTO DAS SEGUINTES ETAPAS:

    - ANTECIPAO;

    - RECONHECIMENTO;

    - AVALIAO E CONTROLE DOS RISCOS

    AMBIENTAIS EXISTENTES NOS LOCAIS DE

    TRABALHO.

    5 OBJETIVO

  • O PPRA PARTE INTEGRANTE DO CONJUNTO

    MAIS AMPLO DE INICIATIVAS DA EMPRESA, NO

    CAMPO DA PRESERVAO DA SADE E DA

    INTEGRIDADE FSICA DOS TRABALHADORES.

    ESTANDO ARTICULADO COM O DISPOSTO NAS

    DEMAIS NORMAS REGULAMENTADORAS.

    TEM AINDA O OBJETIVO DE ATENDER AS

    OBRIGATORIEDADES LEGAIS, PREVISTA NAS

    NORMAS ESPECFICAS.

  • DEVER SE INFORMADO:

    RAZO SOCIAL:

    CNPJ N.:

    CNAE:

    ATIVIDADE PRINCIPAL:

    GRUPO, SUBGRUPO E GRAU DE RISCO:

    ENDEREO COMPLETO:

    NMERO DE EMPREGADOS:

    HORRIO DE TRABALHO:

    JORNADA DIRIA:

    DATA DO LEVANTAMENTO DE CAMPO:

    RESPONSVEL PELA INSPEO:

    6 - APRESENTAO DA EMPRESA

  • DESCREVER DE FORMA SUCINTA AS ATIVIDADES DA

    EMPRESA E COMO ELAS OCORREM NO ESTABELECIMENTO.

    EXEMPLOS:

    - ESCRITRIOS DE SERVIOS ADMINISTRATIVOS VISANDO

    ATENDER AS NECESSIDADES BUROCRTICAS DA EMPRESA.

    - ESCRITRIO ADMINISTRATIVO DE TRANSPORTES AREOS,

    DISPONDO DE SETORES DE CONTABILIDADE,

    DEPARTAMENTO PESSOAL, APOIO AO MERCADO,

    MARKETING, ATENDIMENTO AO CLIENTE ENTRE OUTROS.

    - A EMPRESA PRESTA SERVIO DE PROCESSAMENTO DE

    DADOS PARA CLIENTES EXTERNOS.

    7 - ATIVIDADES DA EMPRESA

  • FAZER A CARACTERIZAO FSICA DO AMBIENTE DE TRABALHO,

    CONFORME O QUADRO ABAIXO:

    8 - CARACTERSTICAS DO AMBIENTE

    DE TRABALHO

    CARACTERSTICAS DO AMBIENTE DA EMPRESA

    P DIREITO: PISO: PAREDES: COBERTURA: ILUMINAO NATURAL:

    VENTILAO NATURAL:

    ILUMINAO ARTIFICIAL

    VENTILAO ARTIFICIAL:

  • - DESENVOLVER PLANILHA CONTENDO:

    - A RELAO DE SETORES;

    - AS FUNES DOS TRABALHADORES;

    - O QUANTITATIVO DE EMPREGADOS E

    DESCRIO DAS ATIVIDADESREALIZADAS.

    - DESCRIO DO LOCAL DE TRABALHO

    9 - DESCRIO DAS ATIVIDADES

    REALIZADAS NOS SETORES DE TRABALHO

  • SETOR

    FUNES EXISTENTES

    N DE FUNCIONRIOS

    DESCRIO

    DAS ATIVIDADES

    DESCRIO DO

    LOCAL DE TRABALHO

    ESCRITRIO

    ASSISTENTE TCNICO DE PRODUO

    01

    RESPONSVEL PELO SERVIO ADMINISTRATI

    VO DA EMPRESA

    SALA EM ALVENARIA,

    EXISTNCIA DE ILUMINAO NATURAL, E ARTIFICIAL E VENTILAO

    FORADA

    PLATAFORMA

    AUXILIAR DE PRODUO

    02

    EXECUO DOS SERVIOS OPERACIONAIS

    PLATAFORMA SUSPENSA,

    COBERTURA EM TELHAS DE AMIANTO

    EXISTNCIA DE ILUMINAO E VENTILAO

    NATURAL

  • INFORMAR O NOME E O CARGO DOS RESPONSVEIS PELO

    ACOMPANHAMENTO DOS SERVIOS NOS DIVERSOS SETORES DA

    EMPRESA.

    NOME E FORMAO DO PROFISSIONAL RESPONSVEL PELA

    VISITA DE CAMPO E LEVANTAMENTO DAS INFORMAES.

    NOME E FORMAO DO PROFISSIONAL RESPONSVEL PELO

    SESMT, QUANDO HOUVER.

    EXEMPLO: RESPONSVEL PELA IMPLEMENTAO DO PPRA:

    NOME: LUIZ CARLOS CNDIDO

    CARGO: ASS. DE DIRETORIA

    RESPONSVEL PELA ELABORAO DO PPRA:

    NOME: MARCELO J. C. VASQUES

    CARGO: ENGENHEIRO DE SEGURANA DO TRABALHO

    10 - QUALIFICAO DOS RESPONSVEIS

  • DO EMPREGADOR:

    O EMPREGADOR O RESPONSVEL POR

    ESTABELECER, IMPLEMENTAR E

    ASSEGURAR O CUMPRIMENTO DO PPRA,

    COMO ATIVIDADE PERMANENTE DA

    EMPRESA.

    INFORMAR AOS TRABALHADORES SOBRE

    OS RISCOS AMBIENTAIS E MEIOS

    DISPONVEIS DE PROTEO..

    11 - DEFINIO DAS RESPONSABILIDADES

  • DOS TRABALHADORES:

    - OS TRABALHADORES TEM COMO

    RESPONSABILIDADE COLABORAR E PARTICIPAR

    NA IMPLANTAO E EXECUO DO PPRA.

    - SEGUIR AS ORIENTAES RECEBIDAS NOS

    TREINAMENTOS OFERECIDOS DENTRO DO PPRA; E

    INFORMAR AO SEU SUPERIOR HIERRQUICO

    DIRETO AS OCORRNCIAS QUE, A SEU

    JULGAMENTO, POSSAM IMPLICAR EM RISCOS

    SADE DOS TRABALHADORES.

    11 - DEFINIO DAS RESPONSABILIDADES

  • DO SERVIO ESPECIALIZADO EM SEGURANA E

    MEDICINA DO TRABALHO SESMT:

    - ASSESSORAR AS UNIDADES DO

    ESTABELECIMENTO NA EFETIVA IMPLANTAO DO

    PPRA E EM TODOS OS DEMAIS ASSUNTOS

    RELACIONADOS COM A ENGENHARIA DE

    SEGURANA DO TRABALHO E MEDICINA DO

    TRABALHO, COM A FINALIDADE DE PROMOVER A

    SADE E PROTEGER A INTEGRIDADE FSICA DOS

    FUNCIONRIOS.

    - REALIZAR ANUALMENTE JUNTO COM A

    ADMINISTRAO DO ESTABELECIMENTO E COM A

    CIPA A REAVALIAO DO PPRA.

    11 - DEFINIO DAS RESPONSABILIDADES

  • - OS EMPREGADOS TERO PARTICIPAO

    EFETIVA NO PROGRAMA, ATRAVS DOS SEUS

    REPRESENTANTES DA CIPA QUE ESTIVER EM

    GESTO, DANDO SUGESTES E INFORMANDO A

    ADMINISTRAO SOBRE CONDIES QUE

    JULGAREM DE RISCO.

    - O DOCUMENTO BASE, SUAS ALTERAES E

    COMPLEMENTAES DEVERO SER

    APRESENTADOS E DISCUTIDOS NA CIPA,

    QUANDO EXISTENTE NA EMPRESA, DE ACORDO

    COM A NR-5, SENDO UMA CPIA ANEXADA AO

    LIVRO DE ATA DESSA COMISSO.

    12 INTEGRAO COM A CIPA

  • HIGIENE OCUPACIONAL

    - A CINCIA E ARTE DEDICADA

    PREVENO, RECONHECIMENTO, AVALIAO E

    CONTROLE DOS RISCOS EXISTENTES OU

    ORIGINADOS NOS LOCAIS DE TRABALHO, OS

    QUAIS PODEM PREJUDICAR A SADE E O BEM

    ESTAR DAS PESSOAS NO TRABALHO,

    ENQUANTO CONSIDERA OS POSSVEIS

    IMPACTOS SOBRE O MEIO AMBIENTE EM GERAL.

    13 DEFINIES

  • RISCOS AMBIENTAIS

    - PARA EFEITO DA NR 9, ITEM 9.1.5, QUE

    TRATA DO PPRA, SO CONSIDERADOS RISCOS

    AMBIENTAIS OS AGENTES FSICOS, QUMICOS

    E BIOLGICOS QUE, EM FUNO DE SUA

    NATUREZA, CONCENTRAO OU INTENSIDADE

    E TEMPO DE EXPOSIO, FOREM CAPAZES DE

    CAUSAR DANO A SADE DO TRABALHADOR.

    13 DEFINIES

  • AGENTES FSICOS

    SO AS DIVERSAS FORMAS DE ENERGIA A

    QUE POSSAM ESTAR EXPOSTOS OS

    TRABALHADORES.

    DEVEM SER CONSIDERADOS DURANTE AS

    AVALIAES, OS AGENTES FSICOS QUE SE

    APRESENTAM NAS SEGUINTES FORMAS DE

    ENERGIA: RUDO; VIBRAO; PRESSES

    ANORMAIS; TEMPERATURAS EXTREMAS;

    RADIAES IONIZANTES; RADIAO NO

    IONIZANTES; INFRA-SOM E ULTRA-SOM.

    13 DEFINIES

  • AGENTES QUMICOS

    SO SUBSTNCIAS, COMPOSTAS OU

    PRODUTOS QUE POSSAM PENETRAR NO

    ORGANISMO PELA VIA RESPIRATRIA, OU

    PELA NATUREZA DA ATIVIDADE DE

    EXPOSIO POSSAM TER CONTATO ATRAVS

    DA PELE OU SEREM ABSORVIDOS PELO

    ORGANISMO POR INGESTO, CONFORME

    ABAIXO: POEIRAS; FUMOS; NVOAS;

    NEBLINA; GASES E VAPORES.

    13 DEFINIES

  • AGENTES BIOLGICOS

    SO OS SEGUINTES OS AGENTES BIOLGICOS,

    QUE SE APRESENTAM NAS FORMAS DE

    MICROORGANISMOS E PARASITAS

    INFECCIOSOS VIVOS E SUAS TOXINAS, TAIS

    COMO: BACTRIAS; FUNGOS; BACILOS;

    PARASITAS; PROTOZORIOS E VRUS, ENTRE

    OUTROS.

    13 DEFINIES

  • A ESTRATGIA E RESPECTIVA FORMA DE

    ATUAO DEVERO SER DESENVOLVIDAS

    POR MEIO DE REUNIES DE PLANEJAMENTO,

    CONFRONTAO DE RELATOS E DOS DADOS

    DE AVALIAES AMBIENTAIS.

    NA METODOLOGIA DE AVALIAO DOS

    AGENTES AMBIENTAIS, QUANDO

    NECESSRIAS, DEVERO SER UTILIZADAS AS

    NORMAS DA FUNDACENTRO E DA ABNT

    USADAS EM HIGIENE DO TRABALHO.

    14 - ESTRATGIA E METODOLOGIAS

    DE AVALIAO

  • A PRIORIZAO DE AVALIAES

    QUANTITATIVAS PARA OS CONTAMINANTES

    ATMOSFRICOS E AGENTES FSICOS DO

    PONTO DE VISTA DO PROGRAMA DE

    PREVENO DE RISCO AMBIENTAIS PODEM

    SER DEFINIDAS CONFORME A TABELA ANEXA,

    PARTINDO-SE SEMPRE DO NVEL DO GRAU DE

    RISCO IDENTIFICADO PARA A DEFINIO DA

    PRIORIDADE DAS AVALIAES QUANTITATIVAS

    A SEREM REALIZADAS.

    14 - ESTRATGIA E METODOLOGIAS

    DE AVALIAO

  • O PPRA DESCRITO NO DOCUMENTO BASE DEVE

    CONTER OS ASPECTOS ESTRUTURAIS DO

    PROGRAMA, TAIS COMO:

    - O PLANEJAMENTO ANUAL COM O

    ESTABELECIMENTO DAS METAS A SEREM

    CUMPRIDAS E COM OS PRAZOS PARA A SUA

    IMPLANTAO;

    - A ESTRATGIA E A METODOLOGIA DE AO;

    - A FORMA DE REGISTRO.

    - MANUTENO E DIVULGAO DOS DADOS

    - PERIODICIDADE E FORMA DE AVALIAO DO

    SEU DESENVOLVIMENTO

    15 - ESTRUTURA DO PPRA

  • O PPRA FOI ELABORADO COM BASE NO

    DESENVOLVIMENTO DAS ETAPAS DE UM PROGRAMA DE

    HIGIENE OCUPACIONAL, QUE CONSISTE EM:

    - ANTECIPAO;

    - RECONHECIMENTO;

    - AVALIAO;

    - MONITORAMENTO E CONTROLE DOS RISCO

    AMBIENTAIS.

    - A AMPLITUDE E COMPLEXIDADE DO PPRA, DEPENDER

    DA IDENTIFICAO DOS RISCOS AMBIENTAIS

    ENCONTRADOS NA FASE DA ANTECIPAO OU DO

    RECONHECIMENTO, CASO NO SEJAM IDENTIFICADOS

    RISCOS AMBIENTAIS, O PPRA SE RESUMIR A FASE DE

    ANTECIPAO DOS RISCOS, REGISTRO E DIVULGAO

    DOS DADOS ENCONTRADOS.

    16 DESENVOLVIMENTO DO PPRA

  • ESTA ETAPA ENVOLVE A ANLISE DE NOVOS

    PROJETOS;

    INSTALAES;

    PRODUTOS;

    MTODOS OU PROCESSOS DE TRABALHO OU

    DE MODIFICAO DAS J EXISTENTES;

    O OBJETIVO A IDENTIFICAO DOS RISCOS

    POTENCIAIS E A INTRODUO DAS MEDIDAS DE

    CONTROLE NECESSRIAS;

    ANTECIPANDO-SE A EXPOSIO AO RISCO

    AMBIENTAL.

    17 - ANTECIPAO, RECONHECIMENTO

    E AVALIAO DOS RISCOS AMBIENTAIS

    ANTECIPAO

  • ESTA ETAPA ENVOLVE A IDENTIFICAO E A EXPLICITAO,

    DOS RISCOS EXISTENTES NOS AMBIENTES DE TRABALHO.

    AS INFORMAES NECESSRIAS NESTA ETAPA SO:

    A DETERMINAO E LOCALIZAO DAS POSSVEIS FONTES

    GERADORAS;

    TRAJETRIAS E MEIOS DE PROPAGAO;

    CARACTERIZAO DAS ATIVIDADES E DO TIPO DE

    EXPOSIO;

    IDENTIFICAO DAS FUNES E DETERMINAO DO

    NMERO DE TRABALHADORES EXPOSTOS AO RISCO;

    OBTENO DE DADOS EXISTENTES NA EMPRESA;

    INDICATIVOS DE POSSVEL COMPROMETIMENTO DA SADE

    DECORRENTES DO TRABALHO;

    POSSVEIS DANOS SADE RELACIONADOS AOS RISCOS

    IDENTIFICADOS.

    RECONHECIMENTO

  • A DESCRIO DAS MEDIDAS DE CONTROLE

    J EXISTENTES NA EMPRESA E DAS

    POSSVEIS ALTERAES PARA AUMENTAR A

    SUA EFICINCIA NA REDUO OU ELIMINAO

    DOS RISCOS AMBIENTAIS E INFORMAES

    OBTIDAS NOS SEGUINTES DOCUMENTOS:

    - MAPAS DE RISCOS AMBIENTAIS.

    - LEVANTAMENTOS DE RISCOS NOS POSTOS

    DE TRABALHO.

    - ANLISE PRELIMINAR DE RISCOS APR.

    RECONHECIMENTO

  • NOTA: NR-9, ITEM 9.1.2.1 QUANDO NO

    FOREM IDENTIFICADOS RISCOS AMBIENTAIS

    NAS FASES DE ANTECIPAO OU

    RECONHECIMENTO, DESCRITAS NO ITEM 9.3.2

    E 9.3.3.

    O PPRA PODER RESUMIR-SE S ETAPAS

    PREVISTAS NAS ALNEAS A ( ANTECIPAO

    E RECONHECIMENTO DOS RISCOS) E F (

    REGISTRO E DIVULGAO DOS DADOS) DO

    SUB-ITEM 9.3.1.

    RECONHECIMENTO

  • Exemplo de planilha para Reconhecimento dos Riscos:

    Identificao

    do Risco

    Causa/Fonte

    Geradora

    Tipo de

    Exposio

    Trabalhadores

    Expostos

    Rudo

    Motores dos

    Caminhes,

    transito de

    veculos

    Contnua

    Auxiliar de

    Produo

    leos

    Bsicos

    Medio do

    nvel de

    temperatura

    dos tanques

    Intermitente

    Auxiliar de

    Produo

  • ENVOLVE O MONITORAMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS

    VISANDO:

    - DETERMINAO DA INTENSIDADE DOS AGENTES

    FSICOS;

    - A CONCENTRAO DOS AGENTES QUMICOS, VISANDO O

    DIMENSIONAMENTO DA EXPOSIO DOS TRABALHADORES;

    - A AVALIAO QUANTITATIVA DEVER SER REALIZADA

    SEMPRE QUE NECESSRIA PARA COMPROVAR O CONTROLE

    DA EXPOSIO OU A INEXISTNCIA DOS RISCOS

    IDENTIFICADOS NA ETAPA DE RECONHECIMENTO;

    - DIMENSIONAR A EXPOSIO DOS TRABALHADORES E

    SUBSIDIAR O EQUACIONAMENTO DAS MEDIDAS DE

    CONTROLE.

    AVALIAO DOS RISCOS

  • A AVALIAO DEVER CONSIDERAR AS SEGUINTES ATIVIDADES:

    A - DEFINIR E PLANEJAR A ESTRATGIA DE QUANTIFICAO DOS

    RISCOS, BASEANDO-SE NOS DADOS E INFORMAES COLETADOS

    NA ETAPA ANTERIOR;

    B - QUANTIFICAR A CONCENTRAO OU INTENSIDADE ATRAVS

    DE EQUIPAMENTOS E INSTRUMENTOS COMPATVEIS AOS RISCOS

    IDENTIFICADOS E UTILIZANDO-SE DE TCNICAS INDICADAS A

    SEGUIR;

    C - VERIFICAR SE OS VALORES ENCONTRADOS ESTO EM

    CONFORMIDADE COM OS LIMITES DE TOLERNCIA

    ESTABELECIDOS E O TEMPO DE EXPOSIO DOS

    TRABALHADORES;

    D - VERIFICAR SE AS MEDIDAS DE CONTROLE IMPLANTADAS SO

    EFICIENTES.

    AVALIAO DOS RISCOS

  • NESTA FASE DE AVALIAO, PRIMORDIAL

    CARACTERIZAR, ATRAVS DE METODOLOGIAS

    TCNICAS, EXPOSIO DE TRABALHADORES

    A AGENTES DE RISCO, CONSIDERANDO-SE OS

    LIMITES DE TOLERNCIA E O TEMPO DE

    EXPOSIO.

    DEVER SER TRANSCRITA A CONCLUSO

    QUANTO CARACTERIZAO DE DANO

    SADE DO TRABALHADOR.

    AVALIAO DOS RISCOS

  • EXEMPLO DE PLANILHA PARA AVALIAO DO AGENTE

    FSICO RUDO

    (REGISTRAR O TIPO DE INSTRUMENTAL UTILIZADO, MARCA, MODELO E CALIBRAGEM)

    NVEL DE RUDO TIPO DE RUDO LT (NR-15)

    SETOR

    LOCAL MDIO TEMPO DE

    EXPOSIO MXIMO

    DB(A)

    CONTNUO /

    INTERMITENTE

    IMPAC

    TO

    (8 H)

    DB(A) DB(A)

    MEDIDAS DE

    CONTROLE

    EXISTENTES

    ADMINIS

    TRATIVO

    TESOU

    RARIA 54,0

    8 HO

    RAS X 85,0

    115,0

    NO

    NECESSRIAS

  • EXEMPLO DE PLANILHA PARA O AGENTE FSICO

    CALOR:

    Obs: Registrar o tipo de instrumental utilizado, marca, modelo e calibragem.

    Caso no exista o agente registrar comentrio pertinente.

    CAUSA

    FONTE

    GERADORA

    TIPO DE

    EXPOSIO

    N. TRAB.

    EXPOSTOS

    AVALIAO

    QUANTITATIVA

    MEDIDAS DE

    CONTROLE

    EXISTENTES

    ESTUFA

    CONTINUA

    2

    C

    VENTILAO

    GERAL

    DILUIDORA

  • EXEMPLO DE PLANILHA PARA

    AGENTES QUMICOS:

    Causa

    Fonte

    Geradora

    Tipo De

    Exposio

    N.

    Trab.

    Expostos

    Avaliao

    Quantitativa

    Medidas De

    Controle Existente

    Cabine De

    Pintura

    Continua

    1

    Ppm

    Proteo

    Respiratria

    Peneiramento

    Intermitente

    2

    Mg/M

    Enclausuramento

    Obs: Registrar o tipo de instrumental utilizado, marca, modelo e calibragem.

    Caso no exista o agente registrar comentrio pertinente.

  • EXEMPLO DE PLANILHA PARA OS AGENTES

    BIOLGICOS:

    Lo ca l

    Ca u s a /Fo n t e

    Ge r a d o r a

    Tip o d e

    Ex p o s i o

    N . Tr a b .

    Ex p o s t o s

    A v a l ia o

    Qu a l i t a t iv a

    M e d id a s

    d e

    Co n t r o le

    Ambulatrio

    Pacientes

    portadores de doenas infecto-

    contagiosas

    Permanente

    2

    Grau Mximo

    Mascaras e Luvas

    Especiais

    Obs: Indicar mensurao de acordo com Quadro I, II e Anexo da NR-7

    e/ou Anexo 14 da NR-15.

    Caso no exista registrar comentrio pertinente.

  • TCNICA DA MEDIO

    1 - Medir a Intensidade/Concentrao da Fonte

    2 - Medies Ambientais

    3 - Medio da Exposio

    OBJETO DA MEDIO

    1 - Mquina

    2 - Ambientes

    3 - Pessoas

    APLICAO

    1 - Avaliao do efeito que tem uma mquina ou processo no ambiente

    2 - Avaliao do ambiente geral

    3 - Avaliao da exposio das pessoas em seu posto de trabalho individual

    18 TCNICAS DE AVALIAO DOS AGENTES

  • RUDO

    A DOSE E O NVEL DE PRESSO SONORA MDIO DEVERO SER

    OBTIDOS ATRAVS DE UTILIZAO DE AUDIODOSMETRO, OU DE

    DECIBELMETRO COM OS SEGUINTES AJUSTES:

    - CURVA DE COMPENSAO "A".

    - EXPOSIO TIPO CONTNUA DE 5 DB(A) DE RELAO

    AMPLITUDE/DOBRO DE TEMPO (Q).

    - CONTAGEM DA DOSE A PARTIR DE 80 DB(A).

    - DOSE DE 100% PARA 8 H DE EXPOSIO A 85 DB(A).

    O EMPREGADO PORTADOR DO AUDIODOSMETRO DEVER SER

    ACOMPANHADO DURANTE TODO O TEMPO, NO PODENDO DESVIAR-

    SE DE SUA ROTINA DE TRABALHO.

    SELEO DO PONTO DE MEDIO E A LOCALIZAO DO OBJETO DE

    MEDIDA SO REGIDAS PELO OBJETIVO QUE TENHA A MEDIO.

    AS MEDIES DA EXPOSIO DEVERO SER FEITAS PRXIMA DA

    ORELHA DO TRABALHADOR A UMA DISTNCIA DE 5 A 10 CMS.

    18 TCNICAS DE AVALIAO DOS AGENTES

  • AGENTES QUMICOS

    PODE SER UTILIZADOS MONITORES DE DIFUSO PASSIVA

    OU MTODOS DE AMOSTRAGEM INSTANTNEA PARA

    AVALIAO DE CAMPO DOS EMPREGADOS.

    O EMPREGADO PORTADOR DO MONITOR DEVER SER

    ACOMPANHADO DURANTE TODO O TEMPO, NO

    PODENDO DESVIAR-SE DE SUA ROTINA DE TRABALHO.

    A METODOLOGIA E TEMPO DE AMOSTRAGEM DEVERO

    SEGUIR AS NORMAS DA FUNDACENTRO, E/OU ACGIH.

    APS AMOSTRAGEM, OS MONITORES DEVERO SER

    AVALIADOS POR LABORATRIOS RECONHECIDOS

    NACIONAL OU INTERNACIONALMENTE.

    NO RECOMENDADO A UTILIZAO DE TUBOS

    COLORIMTRICOS PARA AVALIAO DOS AGENTES.

    18 TCNICAS DE AVALIAO DOS AGENTES

  • -ENVOLVE A ADOO DE MEDIDAS NECESSRIAS E

    SUFICIENTES PARA A ELIMINAO OU REDUO DOS RISCOS

    AMBIENTAIS;

    -DEVEM SER ADOTADAS MEDIDAS DE CONTROLE QUANDO

    FOREM IDENTIFICADOS OS RISCOS POTENCIAIS NA FASE DE

    ANTECIPAO;

    -QUANDO FOREM CONSTATADOS RISCOS EVIDENTES A SADE

    NA FASE DE RECONHECIMENTO;

    -QUANDO OS RESULTADOS DAS AVALIAES QUANTITATIVAS

    FOREM SUPERIORES AOS VALORES LIMITES PREVISTOS NA NR-15

    OU NA ACGIH (AMERICAN CONFERENCE OF GOVERNMENTAL

    INDUSTRIAL HYGIENISTS) E,

    -QUANDO, ATRAVS DO CONTROLE MDICO DA SADE, FICAR

    CARACTERIZADO O NEXO CAUSAL ENTRE DANOS OBSERVADOS

    NA SADE E DOS TRABALHADORES E A SITUAO DE TRABALHO

    A QUE ELES FICAM EXPOSTOS.

    19 - CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

  • DEVERO AINDA SEREM PROPOSTAS MEDIDAS

    NECESSRIAS E SUFICIENTES PARA A ELIMINAO,

    MINIMIZAO OU CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

    SEMPRE QUE FOR VERIFICADA UMA OU MAIS DAS

    SEGUINTES SITUAES:

    - RISCOS POTENCIAIS NA FASE DE ANTECIPAO

    - QUANDO FOREM CONSTATADOS RISCOS EVIDENTES

    A SADE NA FASE DE RECONHECIMENTO,

    - QUANDO OS RESULTADOS DAS AVALIAES

    QUANTITATIVAS FOREM SUPERIORES AOS VALORES

    LIMITES PREVISTOS NA NR-15 OU NA ACGIH (AMERICAN

    CONFERENCE OF GOVERNMENTAL INDUSTRIAL

    HYGIENISTS).

    19 - CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

  • 19 - CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

    - QUANDO, APS A AVALIAO QUANTITATIVA DOS

    AGENTES, FOR CONSTATADA EXPOSIO ACIMA

    DOS NVEIS DE AO, QUAIS SEJAM: PARA

    AGENTES QUMICOS, METADE DOS LIMITES DE

    TOLERNCIA; PARA RUDO, A DOSE DE 0,5.

    - FINALMENTE QUANDO, ATRAVS DO CONTROLE

    MDICO DA SADE, FICAR CARACTERIZADO O

    NEXO CAUSAL ENTRE DANOS OBSERVADOS NA

    SADE DOS TRABALHADORES E A SITUAO DE

    TRABALHO A QUE ELES FICAM EXPOSTOS.

  • 19 - CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

    SEGUEM ALGUNS EXEMPLOS DE MEDIDAS DE

    CONTROLE A SEREM CONSIDERADAS:

    -SUBSTITUIO DO AGENTE AGRESSIVO;

    -MUDANA OU ALTERAO DO PROCESSO OU

    OPERAO;

    -ENCLAUSURAMENTO DA FONTE;

    -SEGREGAO DO PROCESSO OU OPERAO;

    -MODIFICAO DE PROJETOS;

    -LIMITAO DO TEMPO DE EXPOSIO;

    -UTILIZAO DE EQUIPAMENTO DE PROTEO

    INDIVIDUAL;

  • I MEDIDAS DE CONTROLE COLETIVO;

    II MEDIDAS DE CARTER ADMINISTRATIVO OU DE ORGANIZAO

    DO TRABALHO; E

    III - UTILIZAO DE EPI.

    AS MEDIDAS DE CONTROLE A SEREM IMPLANTADAS

    DEVEM OBEDECER A SEGUINTE ORDEM HIERQUICA:

  • O VALOR ACIMA DO QUAL DEVERO SER INICIADAS AS

    MEDIDAS PREVENTIVAS DE FORMA A MINIMIZAR A

    PROBABILIDADE DE QUE AS EXPOSIES A AGENTES

    AMBIENTAIS ULTRAPASSEM OS LIMITES DE EXPOSIO

    TAIS COMO:

    - MEDIES PERIDICAS DA EXPOSIO

    OCUPACIONAL;

    - TREINAMENTO DOS TRABALHADORES;

    - ACOMPANHAMENTO MDICO COM MONITORAMENTO

    BIOLGICOS APROPRIADOS.

    OS NVEIS ADOTADOS SO OS PREVISTOS NA NR 9.

    A) AGENTES QUMICOS: METADE DOS LIMITES DE

    EXPOSIO OCUPACIONAIS ADOTADOS.

    B) RUDO: DOSE DE 0.5 (50% DE DOSE) DO LIMITE DE

    TOLERNCIA PREVISTO PARA A JORNADA DE

    TRABALHO.

    20 NIVEL DE AO

  • CATEGORIAS E INTERPRETAO DO GRAU DE RISCO

    GRA U

    DE

    RI SCO

    CA TEGORI A

    SI GN I FI CA DO

    0

    Insignificante

    Fatores do ambiente ou elementos materiais que no

    constituem nem um incmodo nem um risco para a sade ou integridade fsica

    1

    Baixo

    Fatores do ambiente ou elementos materiais que constituem um incmodo sem ser uma fonte de risco para a sade ou

    integridade fsica

    2

    Moderado

    Fatores do ambiente ou elementos materiais que constituem um incmodo podendo ser de baixo risco para a sade ou

    integridade fsica

    3

    Alto ou Srio

    Fatores do ambiente ou elementos materiais que constituem

    um risco para a sade e integridade fsica do trabalhador, cujos valores ou importncias esto notavelmente prximos

    dos limites regulamentares

    4

    Muito Alto ou Crtico

    Fatores do ambiente ou elementos materiais que constituem

    um risco para a sade e integridade fsica do trabalhador, com uma probabilidade de acidente ou doena elevada

  • PRIORIZAO DE AVALIAES QUANTITATIVAS PARA O PPRA

    GRA U

    DE

    RI SCO

    P RI ORI DA DE

    DESCRI O

    0 e 1

    Baixa

    No necessria a realizao de avaliaes quantitativas das exposies

    2

    Mdia

    A avaliao quantitativa pode ser necessria porm no prioritria. Ser prioritria somente se for necessrio para

    verificar a eficcia das medidas de controle e demonstrar que os riscos esto controlados

    3

    Alta

    Avaliao quantitativa prioritria para estimar as exposies e

    verificar a necessidade ou no de melhorar ou implantar medidas de controle

    4

    Baixa

    Alta

    Avaliao quantitativa no prioritria, no necessrio a realizao de avaliaes quantitativas para demonstrar a

    exposio excessiva e a necessidade de implantar ou melhorar as medidas de controle

    A avaliao quantitativa somente ser prioritria para o grau de risco 4 quando for relevante para planejamento das medidas de

    controle a serem adotadas ou para registro da exposio

  • DEFINIO DAS CATEGORIAS DE RISCO DE

    ACORDO COM A AVALIAO DA SITUAO

    CA TEGORI A

    SI TUA O N O A V A LI A DA

    SI TUA O

    A V A LI A DA

    I Irrelevante (Controle de

    rotina)

    - Quando o agente no representa risco potencial de dano sade, nas condies usuais, descritas em literatura, ou pode representar apenas um aspecto de desconforto e no de risco.

    - Quando o agente foi identificado mas quantitativamente desprezvel frente aos critrios tcnicos; - Quando o agente se encontra sob controle tcnico e abaixo do nvel de ao

    II De Ateno (Controle

    Preferencial /Monitoramento)

    - Quando o agente representa um risco moderado sade, nas condies usuais, descritas na literatura, no causando efeitos agudo; - Quando o agente no possui LT (valor teto) e o valor de LT (mdia ponderada) consideravelmente alto (centenas de ppm); -Quando no h queixas aparentemente relacionadas com o agente.

    - A exposio se encontra sob controle tcnico e acima do nvel de ao, porm abaixo do limite de tolerncia.

  • III Crtica (Controle Primrio)

    Quando o agente pode causar efeitos agudos/possui LT (valor teto), ou valores de LT muito baixos (alguns ppm);

    Quando as prticas operacionais/condies ambientais indicam aparentemente descontrole de exposio;

    - Quando no h queixas especficas/indicadores biolgicos de exposio excedidos.

    - A exposio no se

    encontra sob controle tcnico e est acima do LT

    (mdia ponderada), porm abaixo do valor mximo ou

    valor teto.

    IV Emergencial (Controle de Urgncia)

    Quando envolve exposio a carcinognicos;

    Nas situaes aparentes de risco grave e iminente;

    Quando h risco aparente de deficincia de oxignio;

    Quando o agente possui efeitos agudos, baixos LT e IDLH (concentrao imediatamente perigosa vida/sade) e as prticas operacionais ou situaes ambientais indicam aparente descontrole de exposio;

    - Quando as queixas so especficas e freqentes, com indicadores biolgicos de exposio excedidos.

    - A exposio no se encontra sob

    controle tcnico e est acima do valor

    teto/ valor mximo/IDLH.

  • PRIORIZAO DAS MEDIDAS DE CONTROLE

    GRA U

    DE

    RI SCO

    P RI ORI DA DE

    DESCRI O

    0 e 1

    Baixa

    A implantao da medida de controle no

    necessria ou manter as medidas j existentes

    2

    Mdia

    A implantao de medida de controle necessria porm a prioridade baixa.

    Manter as medidas j existentes

    3

    Alta

    A implantao de medida de controle necessria e a prioridade mdia,ou a

    melhoria das medidas j existe

    4

    Muito Alta

    Medida de controle necessria e a

    prioridade alta. Devem ser adotadas medidas provisrias imediatamente

  • 21 - PERIODICIDADE, FORMA DE

    AVALIAO E REVISO DO PPRA

    - O PPRA SER REVISADO SEMPRE QUE

    NECESSRIO E PELO MENOS UMA VEZ AO

    ANO COM O OBJETIVO DE AVALIAR O SEU

    DESENVOLVIMENTO E REALIZAR OS

    AJUSTES NECESSRIOS;

    - BEM COMO O MONITORAMENTO OU

    REAVALIAO PARA VERIFICAO DA

    EFICCIA DAS MEDIDAS DE CONTROLE

    IMPLEMENTADAS.

  • - DEVEM SER RELACIONADAS EM

    CRONOGRAMA CONFORME MODELO ABAIXO, AS

    METAS ESTABELECIDAS BEM COMO O

    PLANEJAMENTO PARA O CUMPRIMENTO DESTAS

    METAS.

    O OBJETIVO DESTAS RECOMENDAES A

    MINIMIZAO OU A ELIMINAO DA EXPOSIO

    DOS TRABALHADORES AOS RISCOS AMBIENTAIS.

    22 ESTABELECIMENTO DO PLANO DE AO,

    METAS, PRIORIDADE E CRONOGRAMA

  • - DEVEM SER RELACIONADAS EM

    CRONOGRAMA CONFORME MODELO ABAIXO, AS

    METAS ESTABELECIDAS BEM COMO O

    PLANEJAMENTO PARA O CUMPRIMENTO DESTAS

    METAS.

    O OBJETIVO DESTAS RECOMENDAES A

    MINIMIZAO OU A ELIMINAO DA EXPOSIO

    DOS TRABALHADORES AOS RISCOS AMBIENTAIS.

    22 - CRONOGRAMA ANUAL DE

    EXECUO DAS AES

  • I TEM

    A TI V I DA DES/M EDI DA S

    DE CON TROLE

    SETOR

    RESP ON S V EL P ROGRA M A O

    P A RA OS M ESES

    (P RA ZO)

    1 Proteo da Impressora Adm. Srta. Mnica 3 meses

    2

    Treinamento de Preveno e Combate Incndios

    Seg. Sr. Jnior 6 meses

    3

    Palestras sobre Riscos de Acidentes

    Todos RH MED 3 em 3 meses

  • O PPRA DEVER POSSUIR, COMO PRIMEIRA PGINA,

    UM FORMULRIO DESTINADO AO REGISTRO DE

    ALTERAES DO SEU DESENVOLVIMENTO. ESTE

    FORMULRIO DEVER SER PREENCHIDO NA

    PERIODICIDADE MXIMA DE 1 (UM ) ANO.

    DEVERO SER TRANSCRITAS NO CAMPO

    "RESULTADO DA REVISO, INFORMAES SOBRE

    AS SEGUINTES ANLISES:

    - HOUVE ALTERAO DE LAY-OUT, PROCESSOS,

    ATIVIDADES, PRODUTOS MOVIMENTADOS

    /UTILIZADOS?

    - H NECESSIDADE DE NOVAS AVALIAES

    QUANTITATIVAS?

    - O PLANO DE AO FOI ATENDIDO?

    23 REGISTRO DE REVISES DO

    DESENVOLVIMENTO DO PPRA

  • EXEMPLOS DE TEXTOS:

    - RECOMENDAMOS OBSERVAR AS MEDIDAS DE AONO CORPO DO LAUDO, A FIM DE CONTROLE, NO INTUITO

    DE PRESERVARMOS A SADE DOS TRABALHADORES.

    - RESSALTAMOS AINDA QUE NO FORAM VERIFICADOS

    OUTROS AGENTES AMBIENTAIS, ALM DOS

    RELACIONADOS NO CORPO DESTE LAUDO.

    - VERIFICAMOS QUE OS POSTOS DE TRABALHO SO

    BEM AREJADOS E - ORGANIZADOS E DE FORMA GERAL

    ADEQUADO AO TRABALHO PRETENDIDO, SEM

    PROBLEMAS DE ILUMINAO.

    24 - RECOMENDAES GERAIS

  • O REGISTRO DOS DADOS CONTIDOS NO DOCUMENTOBASE DO

    PPRA DEVE SER MANTIDO ARQUIVADO PELO EMPREGADOR POR

    UM PERODO MNIMO DE 20 ANOS, BEM COMO AQUELES

    INERENTES AO TEMA, COMO OS LAUDOS TCNICOS DE

    AVALIAO DE RISCOS AMBIENTAIS, ETC.

    O DOCUMENTO-BASE DEVE SER APRESENTADO CIPA

    COMISSO INTERNA DE PREVENO DE ACIDENTES DURANTE

    UMA DE SUAS REUNIES, DEVENDO SUA CPIA SER ANEXADA AO

    LIVRO DE ATAS DESTA COMISSO OU AO EMPREGADO

    DESIGNADO PARA TAL FIM.

    O REGISTRO DE DADOS DEVER ESTAR SEMPRE DISPONVEL AOS

    TRABALHADORES INTERESSADOS OU SEUS REPRESENTANTES E

    PARA AS AUTORIDADES COMPETENTES.

    25. REGISTRO, MANUTENO E

    DIVULGAO DE DADOS

  • DIVULGAO:

    A DIVULGAO DOS DADOS PODE SER FEITA DE

    DIVERSAS MANEIRAS DEPENDENDO DO PORTE DO

    ESTABELECIMENTO, AS MAIS COMUNS SO:

    - TREINAMENTOS ESPECFICOS;

    - REUNIES SETORIAIS;

    - VIA TERMINAL DE VDEO PARA CONSULTA DOS

    USURIOS;

    - REUNIES DE CIPA E SIPAT;

    - BOLETINS E JORNAIS INTERNOS;

    - PROGRAMA DE INTEGRAO DE NOVOS

    EMPREGADOS;

    - PALESTRAS AVULSAS.

    25. REGISTRO, MANUTENO E

    DIVULGAO DE DADOS

  • - SO EM LINHAS GERAIS OS RESULTADOS QUE A

    EMPRESA DESEJA ATINGIR APS A IMPLANTAO

    DO PPRA, CONFORME O CRONOGRAMA ANUAL DE

    EXECUES DE AES.

    - AS RECOMENDAES EXISTENTES NO

    CRONOGRAMA DEVEM SER VERIFICADAS

    DURANTE A REALIZAO DO PPRA E INDICAM UM

    POSSVEL CAMINHO A SER TRAADO, NO

    EXCLUINDO A POSSIBILIDADE DA EXISTNCIA DE

    OUTRAS QUE NO FORAM MENCIONADAS.

    26 - PLANEJAMENTO ANUAL,

    METAS E PRIORIDADES

  • -O PRINCIPAL OBJETIVO DESTE TRABALHO FOI FORNECER

    DADOS SOBRE A EXPOSIO OCUPACIONAL A QUE ESTO

    SUJEITOS OS TRABALHADORES;

    -SERVINDO AINDA COMO FORMA DE AUDITORIA ANUAL AO

    PROGRAMA DE PREVENO DE RISCOS AMBIENTAIS;

    -A RESPONSABILIDADE TCNICA DO PRESENTE DOCUMENTO

    QUE FOI CONFECCIONADO PELO ENG. FULANO DE TAL, CREA/RJ

    N. 99.999, RESTRINGE-SE EXCLUSIVAMENTE AS AVALIAES E

    RECOMENDAES REALIZADAS PELO MESMO;

    -FICANDO SOB INTEIRA RESPONSABILIDADE DA EMPRESA A

    IMPLANTAO E ACOMPANHAMENTO DAS MEDIDAS DE

    CORREO.

    27 - EXAME, DISCUSSO DO PLANO

    CONCLUSES FINAIS

  • PELA ANLISE ACIMA, (NO) FORAM

    ENCONTRADOS AGENTES FSICOS, QUMICOS

    OU BIOLGICOS CAPAZES DE, EM VIRTUDE DE

    SUA NATUREZA, CONCENTRAO OU

    INTENSIDADE E DE TEMPO DE EXPOSIO,

    CAUSAR DANOS SADE DOS

    FUNCIONRIOS.

    27 - EXAME, DISCUSSO DO PLANO

    CONCLUSES FINAIS

  • DEVEM SER INFORMADOS TODOS OS

    DOCUMENTOS, LIVROS, APOSTILAS E

    OUTROS MATERIAIS CONSULTADOS,

    DURANTE A ELABORAO DO PPRA.

    DEVEM SER INFORMADO AS NORMAS DA

    FUNDACENTRO E DA ABNT MAIS USADAS

    EM HIGIENE OCUPACIONAL:

    28. BIBLIOGRAFIA

  • - DATAR E COLOCAR A DATA DE

    REALIZAO DO DOCUMENTO, QUE

    SER A DATA DO DOCUMENTO-BASE.

    29. DATA DO DOCUMENTO

  • - O PROFISSIONAL RESPONSVEL PELA

    ELABORAO DO PPRA, DEVER

    ASSINAR O PPRA NESTE CAMPO

    INCLUINDO O NMERO DE SEU REGISTRO

    NO RESPECTIVO CONSELHO DE CLASSE.

    30. ASSINATURA DO PROFISSIONAL