SRIE SADE E QUALIDADE DE VIDA Ergonomia Anexo II - NR 17 ERGONOMIA Anexo II NR 17 (Teleatendimento)

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    18-Apr-2015

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  • SRIE SADE E QUALIDADE DE VIDA Ergonomia Anexo II - NR 17 ERGONOMIA Anexo II NR 17 (Teleatendimento)
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  • 17.1 Esta Norma Regulamentadora visa estabelecer parmetros que permitam a adaptao das condies de trabalho s caractersticas psicofisiolgicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um mximo de CONFORTO, SEGURANA e DESEMPENHO EFICIENTE. Norma Regulamentadora 17 Ergonomia
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  • Conforme NR17: 17.3 Mobilirio dos postos de trabalho 17.4 Equipamentos dos postos de trabalho 17.5 Condies ambientais de trabalho. Melhoria do posto de trabalho condizente tarefa executada e caractersticas fsicas do usurio. Espao adequado para livre movimentao do operador e colocao da cadeira, a fim de permitir a alternncia da postura. Realizar atividade fsica (alongamentos, caminhadas...). Para as atividades em que devam ser realizadas de p, devem ser colocados assentos para descanso em locais em que possam ser utilizados por todos os trabalhadores durante as pausas (17.3.5). Norma Regulamentadora 17 Norma Regulamentadora 17
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  • 17.6 - Melhorias na Organizao do trabalho como: -Previso de pessoas para apoio ou substituio, quando necessrio -Respeito jornada de trabalho e perodos de descanso - Previso de pausas durante a jornada de trabalho - Redimensionamento da equipe de trabalho -Organizao do trabalho que favorea: respeito s pausas, s jornada de trabalho da categoria, adequao de metas, etc. Norma Regulamentadora 17 Norma Regulamentadora 17
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  • Teleatendimento/telemarketing Entende-se como trabalho de teleatendimento/telemarketing aquele cuja comunicao com interlocutores clientes e usurios realizada distncia por intermdio da voz e/ou mensagens eletrnicas, com a utilizao simultnea de equipamentos de audio/escuta e fala telefnica e sistemas informatizados ou manuais de processamento de dados.
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  • O que diz o Anexo II da NR-17? Capacitao: obrigatrio o treinamento sobre os riscos da atividade e medidas de preveno. Deve ter: No mnimo, quatro horas (4) na admisso. Reciclagem a cada 6 meses. Palestras sobre: Ergonomia Geral (Ergonomista) Sade vocal e auditiva (Fonoaudilogo (a) DORT, sade da Viso e Sade mental (Mdico(a) /Enfermeiro (a))
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  • Destaques do Anexo II Produtividade: Os sistemas de monitoramento no podem ser usados para acelerao do trabalho e, quando existirem, devem apenas estar disponveis para consulta dos operadores. Banheiro: Os operadores podem sair de postos a qualquer momento para satisfazer suas necessidades fisiolgicas, sem repercusso sobre avaliaes e remuneraes. Pausas: Para jornadas de 6h, alm do intervalo de 20 minutos para alimentao e repouso, devem ser concedidas duas pausas de 10 minutos contnuos. Para jornada de 4h, deve ser concedida uma pausa de 10 minutos.
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  • Destaques do Anexo II Ambiente: deve existir local para lanche, ambiente adequado para descanso durante as pausas e armrios individuais com chave. Head sets: os conjuntos de microfone e fone de ouvido devem ser individuais e permitir o controle de volume e a alternncia entre orelhas. Cada posio de atendimento pode ter um nico head set, desde que as partes que permitem qualquer espcie de contgio ou risco sade sejam de uso individual.
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  • Destaques do Anexo II Ar condicionado: como preveno "Sndrome do Edifcio Doente" obrigatrio o controle dos sistemas de climatizao, conforme normas do Ministrio da Sade e da ANVISA. A temperatura no ambiente pode variar entre 20C e 23C. PPDs: os mobilirios devem ser adaptados para atender as necessidades de portadores de necessidades especiais, assim como o acesso s instalaes, aos sanitrios e a outros equipamentos. A portaria, que aprova o Anexo II da NR-17, a de n 09/2007, tendo a mesma sido publicada no Dirio Oficial da Unio em 02 de abril de 2007.
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  • Curiosidade Dia 10 de maro de 1876, foi considerada a data histrica do nascimento do telefone. Primeiro telefone: Criado por Alexander Graham Bell.
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  • Curiosidade Primeiro telefone do Brasil (1877)
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  • Curiosidade Era das telefonistas (inicio do sec. XX) - As telefonistas atendiam os assinantes com a seguinte frase: nmero por favor...
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  • ERGONOMIA Em sua atividade de trabalho o ser humano interage com os diversos componentes do sistema de trabalho: com os equipamentos, instrumentos e mobilirios, formando interfaces sensoriais, energticas e posturais, com a organizao e o ambiente formando interfaces ambientais, cognitivas e organizacionais.
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  • -Para jornadas de 6h, alm do intervalo de 20 minutos para alimentao e repouso, devem ser concedidas duas pausas de 10 minutos contnuos. -Para jornada de 4h, deve ser concedida uma pausa de 10 minutos. Pausas
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  • Pausas Pausas para recuperao da fadiga fsica e mental.
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  • Posturas corporais incmodas Uso de Fora excessiva Repetio de movimentos Fatrores de Riscos Biomecnicos
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  • Mesas de trabalho: deve ter espao suficiente para acomodar as ferramentas de trabalho, necessrias tarefa e permitir posturas confortveis ao usurio. Cadeiras: estofadas, ter bordas arredondadas, cinco ps de apoio com rodzios, regulagens para a posio do contorno e altura do assento permitindo o correto apoio dos ps no cho.
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  • Idade Gnero (Masculino, feminino) Estado Civil Escolaridade Atividade Fsica Estilo de Vida (tabagismo, sedentarismo, etc) Antropometria (medidas do corpo humano) Aspectos psicossociais: percepo de sobrecarga, trabalhos montonos, etc. Fatores de Riscos Pessoais
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  • Define-se LER (Leso por Esforo Repetitivo) ou DORT (Distrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho) como sndrome relacionada ao trabalho, que resulta da sobrecarga e falta de tempo de recuperao do sistema osteomuscular. O desenvolvimento das LER/DORT multicausal e os fatores de risco so diversos: - gestos, posturas e movimentos usados durante o trabalho -repetio de movimentos do mesmo grupo muscular -ritmo do trabalho -fora usada nos movimentos -vibrao e -temperatura. LER/DORT LER/DORT
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  • Alguns sinais: Fadiga muscular Dores Formigamentos Fisgadas Sensao de peso e cansao no membro afetado Choques Perda da fora e do reflexo Inchao, avermelhamento da pele e dormncia. LER/DORT LER/DORT
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  • Fatores ligados ao ambiente fsico da tarefa - Sobrecarga muscular esttica e dinmica (posturas foradas) - Mobilirio e equipamentos inadequados - Rudo, Conforto trmico, iluminao, vibrao, etc. Fatores ligados organizao do trabalho - Ritmo e presso de trabalho excessivo - Excesso de jornada - Ausncia de pausas. LER/DORT LER/DORT
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  • Trabalho Esttico O trabalho esttico causa reduo de sangue nos msculos que: no recebem energia e oxignio utilizam suas prprias reservas h dificuldade de eliminao do cido ltico Resultado: fadiga muscular.
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  • Trabalho Dinmico Os msculos recebem de 10 a 20 vezes mais sangue do que quando estticos. Resultado: mais sangue para o msculo acar para gerar energia oxignio eliminao de resduos.
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  • Postura das Mos Manter o pulso na posio neutra, ou seja, mo no prolongamento do brao. Postura Neutra
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  • Braos/Cotovelos Esta postura causa cansao e tenso nos ombros.
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  • Cabea/Pescoo Cabea/Pescoo A cabea em flexo ou extenso mais de 20, sobrecarrega o pescoo e propicia desconfortos.
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  • Coluna Vertebral Coluna Vertebral O tronco em flexo ou extenso mais de 20 sobrecarrega a coluna.
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  • Coluna -Toro de tronco Coluna - Toro de tronco As posturas torcidas sobrecarregam os discos intervertebrais.
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  • Alcances Pegar objetos que esto longe do corpo ou acima dos ombros, sobrecarregam a coluna.
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  • Espao para pernas Sob a mesa/bancada de trabalho deve haver espao para ps e pernas, que permita a mudana de postura.
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  • Quinas vivas Quinas vivas nas bordas frontais da mesa propiciam compresso dos tecidos moles dos antebraos, diminuindo a circulao sangunea.
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  • Ler e digitar Os textos para consulta e digitao frequente devem ficar na zona de conforto, para evitar desvios da cabea.
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  • Altura Posto de trabalho Altura Posto de trabalho Quando o posto de trabalho utilizado por mais de uma pessoa, deve haver condies de regulagens.
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  • Postura de trabalho sentada Postura de trabalho sentada - Ps no cho ou em suportes - Costas apoiada no encosto da cadeira, principalmente a regio lombar - ngulo perna e coxa = ou + de 90. - ngulo do brao e antebrao = ou + de 90. - Cabea e coluna alinhadas. No se adapta a pessoa ao posto e sim, o posto para a pessoa, respeitando suas caractersticas fsicas.
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  • Recomendaes Gerais Evitar posturas e movimentos crticos Alternar postura sempre Regular o posto de trabalho conforme sua estatura Adotar pausas para descanso e recuperao da fadiga muscular Evitar levantamento de cargas a partir do solo
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  • Conforto no Ambiente - Temperatura 20 a 23oC - Iluminao a partir de 500 Lux - Reflexos - Rudo de 65 dB(A)
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  • Mesa Tampo com bordas arredondadas para evitar compresses mecnicas nos antebraos (contato) Revestimento com material no reflexvel e de cor clara rea til que permita distribuio dos materiais mais utilizados na rea proximal, e os menos utilizados na rea distal Espao suficiente para acomodao do teclado, mouse e apoio dos antebraos Espao suficiente sob a mesa para acomodao das pernas.
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  • Cadeira Giratria com 05 ps e rodzios Com regulagens de altura no encosto e assento Assento estofado com borda anterior arredondada Boa sustentao para possibilitar condies ideais de movimentao Dimenses adequadas para o uso de pelo menos, 90% dos usurios. Se houver braos, devem ser com regulagem
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  • Monitor de vdeo Posicionar o monitor de frente para o operador Manter a linha de viso um pouco abaixo da margem superior do monitor A distncia entre o monitor e o operador deve ser equivalente extenso do brao Eliminar os reflexos da iluminao ou de outras fontes como: janelas, pisos e outros.
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  • Reviso: Conscientizao corporal atravs de exerccios fsicos Apoiar os ps no cho ou em suporte especfico Manter os pulsos na posio neutra Manter cabea e pescoo na posio neutra Manter ombros relaxados Manter braos junto ao corpo Manter a regio lombar apoiada Usar suporte para leitura de documentos Fazer pausas.
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  • Escutar o corpo Fazer exerccios de alongamento para recuperao da fadiga muscular
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  • Sade da Viso
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  • Como funciona o olho humano? A Viso Humana Como funciona o olho humano? A viso um processo biolgico que permite que se perceba o mundo ao seu redor atravs da percepo e interpretao de imagens. atravs da viso que o ser humano capaz de processar e interpretar, em fraes de segundos, inmeros estmulos e imensa quantidade de informaes de luz.
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  • Viso Humana A Viso Humana Viso A luz atravessa a crnea e penetra por dentro do globo ocular atravs do cristalino. A ris regula a entrada de luz que atravessa a pupila e o cristalino. A retina recebe estes estmulos de luz e os converte em estmulos nervosos que so transmitidos ao crebro atravs do nervo ptico. O movimento de piscar dos olhos responsvel pela distribuio de lgrima na superfcie ocular e contribui para manter a integridade da crnea e conjuntiva. O filme lacrimal protege a superfcie do olho de fatores ambientais e minimiza os danos causados pela exposio da crnea.
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  • O que causa o uso demasiado do computador? A rotina pode levar ao desconforto visual, cansao nos olhos induzida por condies e sndrome do olho seco funcional, que interferem diretamente na sua qualidade de vida e produtividade. A ausncia do piscar ou uma diminuio da sua frequncia pode levar a ruptura do filme lacrimal e causar desconforto, cansao visual, sensao de ardor, lacrimejamento excessivo, vontade de manter os olhos fechados, a dor, fotofobia, queratite, alteraes visuais e diminuir na capacidade de viso. Obs. Piscamos normalmente 20 vezes por minuto. Em frente ao computador, somente 6 a 7 vezes.
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  • Viso turva, Viso dupla, Desconforto visual, Sensao de queimao, Sensao de areia, Filme lacrimal transtornos retrobulbar e dor periorbitria, Hiperemia conjuntival, Desconforto lente de contato. Alteraes mais frequentes relatadas: Obs. No h evidncias que o uso prolongado de computador cause danos permanentes a viso, porm a mudana de rotina associado ao desconforto muscular e ocular pode causar diversos prejuzos a sade como os j mencionados.
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  • O limite superior do monitor de vdeo deve estar posicionado bem em frente aos olhos do usurio, a uma distncia de pelo menos 40 centmetros, para se evitar problemas de vista. ( mais ou menos a distncia do comprimento do seu brao estendido, entre voc e a tela do computador). O tempo de consulta de documentos para digitao deve ser o menor possvel, de modo a evitar movimentos desnecessrios do pescoo. Evitar iluminaes inadequadas tais como: iluminao direta ao operador, baixa iluminao no ambiente de trabalho, monitor em condies que aumente o reflexo sobre a tela (de costas ou de frente para janelas). O que fazer para prevenir os sintomas?
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  • Mantenha a tela de seu computador sempre limpa, sem marcas de dedos e outras sujeiras. Regular a tela: -Com mais contraste do que intensidade luminosa. -Frequncia de 75 Hz ou mais. O que fazer para prevenir os sintomas?
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  • Sobre a sade mental e seus problemas
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  • O que sade mental? Sade mental significa encontrar um equilbrio em todos os aspectos da sua vida fisicamente, mentalmente, emocionalmente e espiritualmente. a capacidade de gozar a vida e lidar com os desafios que encaramos todos os dias mesmo que isso envolva fazer escolhas e tomar decises, adaptar-se e lutar em situaes difceis ou falar sobre seus desejos e necessidades.
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  • O que sade mental? importante encontrar equilbrio na sua vida de tempos em tempos e numa variedade de situaes. natural sentir-se desequilibrado de vez em quando como, por exemplo, triste, preocupado, assustado ou desconfiado
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  • O que contribui para os problemas de sade mental? Alguns fatores que podem influenciar: passando por um divrcio ou separao lidando com a morte de um ente querido teve um acidente de carro um problema de sade fsica com problemas de preconceito problemas financeiros ter pessoas na famlia com problemas de sade mental ou ser vtima de violncia, abuso ou trauma.
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  • Tipos de problemas de sade mental Problemas de sade mental aparecem muitas vezes de maneira e formatos diferentes em momentos diferentes. Algumas pessoas sentem-se deprimidas, outras se sentem ansiosas e assustadas. Algumas no comem muito, outras comem demais. Algumas dependem do lcool ou outras drogas para adormecer os sentimentos dolorosos. Outras perdem o contato com a realidade.
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  • Ansiedade Toda a gente experimenta medo e ansiedade. O medo uma resposta emocional, fisiolgica e do comportamento perante o reconhecimento de uma ameaa externa (por exemplo, um intruso ou um veculo sem controlo). A ansiedade um estado emocional desagradvel que tem uma causa pouco clara e frequentemente acompanhado por alteraes fisiolgicas e de comportamento semelhantes s causadas pelo medo. Por causa destas semelhanas, s vezes usam-se os termos ansiedade e medo de forma indistinta.
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  • A ansiedade uma resposta ao estresse, como a interrupo de uma relao importante ou o ver-se exposto a uma situao de desastre com perigo de vida. A ansiedade pode aparecer subitamente, como o pnico, ou gradualmente ao longo de minutos, de horas ou de dias. A durao da ansiedade pode ser muito varivel, indo de poucos segundos a vrios anos. A sua intensidade pode ir de uma angstia pouco perceptvel a um pnico estabelecido. Ansiedade
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  • Ataques de pnico e pnico patolgico O pnico uma ansiedade aguda e extrema que acompanhada por sintomas fisiolgicos. Por exemplo, uma pessoa com fobia s serpentes pode entrar em pnico quando encontra uma delas. No entanto, estas situaes de pnico diferem das que so espontneas, no provocadas e que so as que definem o problema como um pnico patolgico. Os ataques de pnico so frequentes: mais de um tero dos adultos manifestam-nos todos os anos. As mulheres so entre duas a trs vezes mais propensas. A perturbao por pnico pouco corrente e diagnostica-se em um pouco menos de 1 % da populao.
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  • Sintomas de um ataque de pnico Dificuldade respiratria ou sensao de estar sufocado. Vertigens, instabilidade ou desmaio. Palpitaes ou ritmo cardaco acelerado. Tremores ligeiros ou acentuados. Sudorese. Falta de ar. Nuseas, dor de estmago ou diarria. Sensaes de adormecimento ou de formiguamento. Ruborizao ou calafrios. Dor ou incomodo no peito. Medo de morrer. Medo de tornar-se louco ou de perder o controle. Um ataque de pnico implica o aparecimento sbito de, pelo menos, quatro dos sintomas seguintes:
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  • Fobias As fobias implicam uma ansiedade persistente, irreal e intensa em resposta a situaes externas especficas, como olhar para baixo a partir das alturas ou aproximar-se de um co pequeno. As pessoas que tm uma fobia evitam as situaes que desencadeiam a sua ansiedade ou as suportam com grande sofrimento. No entanto, reconhecem que a sua ansiedade excessiva e por isso tm conscincia de ter um problema.
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  • Fobias especficas As fobias especficas so os episdios de ansiedade mais frequentes. Algumas fobias especficas, como o medo dos animais grandes, da escurido ou dos estranhos comeam cedo na infncia. Muitas fobias desaparecem com o tempo. Outras fobias, como a dos roedores, dos insetos, da gua, das alturas ou dos locais fechados, desenvolvem-se caracteristicamente mais tarde. Cerca de 5 % das pessoas, pelo menos, tm um certo grau de fobia ao sangue, s injees ou s feridas e podem inclusive desmaiar.
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  • Fobia social As pessoas com fobia social tm tanta ansiedade que procuram evit-las ou ento suportam-nas com grande sofrimento e muitas vezes, ficam to preocupadas, temendo que, se as suas atuaes no corresponderem s expectativas, se sentiro humilhadas e envergonhadas. Alguns indivduos so tmidos por natureza e mostram essa timidez muito cedo, o que mais tarde se transforma numa fobia social. Outros experimentam, pela primeira vez, durante a puberdade a sua ansiedade em situaes sociais. Se no for tratada, a fobia social frequentemente persiste, levando muita gente a evitar atividades nas quais gostaria de participar.
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  • Estresse Conjunto de reaes que um organismo desenvolve ao ser submetido a uma situao que exige esforo de adaptao. So influenciados por fatores pessoais e ambientais (FRANA, 1999).
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  • Estresse - Sintomas Alarme: ansiedade, aumento da frequncia cardaca e da presso, dilatao da pupila. Cansao espordico, agressividade/passividade nas relaes, esquecimentos. Alarme: ansiedade, aumento da frequncia cardaca e da presso, dilatao da pupila. Cansao espordico, agressividade/passividade nas relaes, esquecimentos. Resistncia: irritabilidade, insnia, problemas digestivos, mudanas de humor, reduo do desejo sexual, cansao crnico, problemas de memria. Resistncia: irritabilidade, insnia, problemas digestivos, mudanas de humor, reduo do desejo sexual, cansao crnico, problemas de memria. Exausto: falha nos mecanismos de adaptao, esgotamento por sobrecarga fisiolgica, falncia do organismo. Exausto: falha nos mecanismos de adaptao, esgotamento por sobrecarga fisiolgica, falncia do organismo.
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  • Depresso A depresso um sentimento de tristeza intenso; pode ocorrer depois de uma perda recente ou de outro fato triste, mas desproporcionado relativamente magnitude do fato e persiste para alm de um perodo justificado. Estima-se que cerca de 10 % das pessoas que consultam um mdico pensando que tm um problema fsico sofrem na realidade de depresso. A depresso comea habitualmente entre os 20 e os 50 anos. Um episdio de depresso dura habitualmente de 6 a 9 meses, mas em 15 % a 20 % dos doentes dura 2 anos ou mais. Os episdios tendem geralmente a repetir-se vrias vezes ao longo da vida.
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  • Prognstico e tratamento Uma depresso sem tratamento pode durar 6 meses ou mais. Embora possam persistir leves sintomas em algumas pessoas, o funcionamento tende a voltar normalidade. Os depressivos sofrem geralmente episdios repetidos de depresso, numa mdia de quatro a cinco vezes ao longo da vida. Algumas vezes uma pessoa deve ser hospitalizada, especialmente se tem ideias de suicdio ou se j o tentou. Atualmente o tratamento farmacolgico um fator importante no tratamento da depresso. Outros tratamentos incluem a psicoterapia. Algumas vezes, usa-se uma combinao destas terapias.
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  • Tratamento e encaminhamento para quem precisa de ajuda! Tratamento na rede credenciada planos de sade; Encaminhamento para clnicas escolas das faculdades de Psicologia; Procurar os Centros de Atendimento Psicossociais; Acompanhamento antes, durante e depois dos afastamentos; Acolhimento familiar e dos colegas de trabalho para minimizao do sofrimento.
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  • Psicoterapia A psicoterapia o tratamento que o terapeuta aplica ao doente mediante tcnicas psicolgicas e fazendo uso sistemtico da relao doente-terapeuta. Os psiquiatras so os nicos profissionais da sade mental autorizados a receitar frmacos. A psicoterapia apropriada para uma variedade ampla de situaes. Inclusive as pessoas que sofrem de perturbaes psiquitricas podem encontrar nela ajuda para enfrentar problemas como dificuldades no trabalho, perda de um ente querido ou uma doena crnica na famlia. Tambm se utilizam amplamente a psicoterapia de grupo e a terapia familiar.
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  • Aes para preveno preciso reconhecer os sintomas de estresse e as situaes de trabalho que possam afetar a sade mental. As aes incluem: tentar ter controle sobre os fatores de estresse, usar os recursos disponveis, mudana de atitude sobre si mesmo. Ao tentar ter controle sobre os fatores o trabalhador pode optar por um novo planejamento do seu trabalho estabelecendo metas realistas para si e/ou aes de simplificao da vida e do trabalho, relativizao da importncia do trabalho na vida.
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  • Aes para preveno O uso dos recursos disponveis diz respeito conversa com amigos ou pessoas de confiana sobre os prprios problemas; busca de apoio social; busca de ajuda de profissionais (mdico, psiclogo, etc.); busca de informaes. A mudana de atitude sobre si mesmo implica em alterar crenas como a necessidade de ser estimado ou aprovado por todas as pessoas importantes em sua vida, de ser plenamente competente, adequado e realizado sob todos os aspectos para considerar-se digno de valor, de acreditar que deve ter controle de tudo, de que deve ser perfeito sempre.
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  • Aes para preveno As mudanas podem incluir ser afirmativo, aprender a expressar sentimentos, ter hobbies, realizar exerccios fsicos, dieta e aprender a relaxar e meditar. O comportamento afirmativo envolve a capacidade de comunicao interpessoal no agressiva, de exigir direitos, dizendo no quando necessrio, e impondo limites. Os exerccios fsicos trazem benefcios clnicos durante o seu desempenho, logo aps ou a longo prazo. importante considerar o local onde se realizaro os exerccios e seu carter no obrigatrio.
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  • Controlar peso. Controlar a presso arterial. Diminuir as taxas de acar e gordura no sangue. Elevar o bom colesterol. Diminuir a tenso emocional. Melhorar a autoestima. CNCER Sade Auditiva e Vocal para Teleatendimento
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  • O ouvido humano escuta freqncias de 20Hz at 20.000Hz AUDIO HUMANA
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  • Intensidade do som AUDIO HUMANA
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  • A AUDIO HUMANA O CAMINHO DO SOM
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  • PROBLEMAS AUDITIVOS ALTERAES AUDITIVAS OBSTRUO DO CONDUTO AUDITIVO EXTERNO POR CERMEN; CORPO ESTRANHO; FURUNCULOSE; OSTEOMA; OTITE EXTERNA; PROBLEMAS NA CONDUO DO SOM NA ORELHA EXTERNA
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  • PROBLEMAS AUDITIVOS ALTERAES AUDITIVAS OTITE MDIA PERFURAO TIMPNICA PROBLEMAS NA CONDUO DO SOM NA ORELHA MDIA DISFUNO DA TUBA AUDITIVA
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  • PROBLEMAS AUDITIVOS ALTERAES AUDITIVAS PROBLEMAS NA ORELHA INTERNA LESO DAS CLULAS CILIADAS (CCLEA) EXPOSIO AO RUDO OTOTOXICIDADE
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  • PROBLEMAS AUDITIVOS ALTERAES AUDITIVAS PROBLEMAS NO NERVO AUDITIVO TUMORES DESMIELINIZAO DO NERVO
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  • IMPORTNCIA DA AUDIO NA COMUNICAO
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  • PROBLEMAS AUDITIVOS? PROCURE UM MDICO Tonturas? Dificuldade para ouvir? zumbidos? vazamentos? dor?
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  • CUIDADOS GERAIS NO MOLHE OS OUVIDOS EVITE SONS ALTOS NO USE COTONETES NO USE MEDICAMENTOS CASEIROS NO OUVIDO NEM SE AUTOMEDIQUE
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  • POSTO DE TRABALHO
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  • CUIDADOS NO TRABALHO Ambiente de trabalho devem ser dotados de condies acsticas adequadas comunicao telefnica observando: arranjo fsico geral e dos postos de trabalho; pisos e paredes; isolamento acstico do rudo externo;
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  • CUIDADOS NO TRABALHO tamanho, forma, revestimento e distribuio das divisrias entre os postos; nvel de rudo aceitvel para efeito de conforto de at 65 dB(A) a curva de avaliao de rudo (NC) de valor no superior a 60 dB;
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  • EQUIPAMENTOS DE TRABALHO Head-sets
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  • CUIDADOS NO TRABALHO Conjuntos de microfone e fone de ouvido (head-sets) devem ser: Individuais; Fornecimento gratuito; Possibilite alternncia do uso das orelhas; Com ajuste individual da intensidade do som; Com sistema de proteo contra choques acsticos e rudos indesejveis de alta intensidade, garantindo o entendimento das mensagens. Se compartilhado no posto de atendimento, as partes que permitam contato devem ser de uso individual
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  • A VOZ HUMANA A LARINGE
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  • VOZ HUMANA
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  • A VOZ HUMANA TRAJETO DA VOZ
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  • PROBLEMAS VOCAIS DISFONIAS 1.FUNCIONAIS: distrbio vocal sem alteraes anatmicas, neurolgica ou outras causas orgnicas identificveis causada por fatores psicoemocionais ou secundria ao aumento da tenso muscular ou abuso vocal resultante de hbitos comportamentais como pigarrear, cantar, falar alto ou uso profissional da voz
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  • PROBLEMAS VOCAIS DISFONIAS 2.ORGNICAS Leses consideradas decorrentes de distrbios funcionais, como ndulos, plipos e edemas. So tambm chamadas de leses fonotraumticas da laringe. doenas inflamatrias, infecciosas, neoplasias, mal formaes congnitas, leses traumticas, doenas sistmicas e disfunes do sistema nervoso central e perifricas.
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  • PROBLEMAS VOCAIS
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  • PROBLEMAS VOCAIS? PROCURE UM MDICO rouquido? dor? tosse? ardncia? perda da voz?
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  • CUIDADOS GERAIS NO SE AUTOMEDIQUE E NEM USE MEDICAMENTOS CASEIROS EVITE PIGARREAR POUPE SUA VOZ BEBA MUITA GUA
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  • CUIDADOS NO TRABALHO No sentido de promover a sade vocal dos trabalhadores, os empregadores devem implementar, entre outras medidas: Modelos de dilogos que favoream micropausas e evitem carga vocal intensiva do operador;
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  • CUIDADOS NO TRABALHO Reduo do rudo de fundo: o nvel de rudo aceitvel para efeito de conforto de at 65 dB(A) e a curva de avaliao de rudo (NC) de valor no superior a 60 dB;
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  • CUIDADOS NO TRABALHO Assegurar condies do ambiente de trabalho: Temperatura 20 23C Umidade relativa do ar no inferior 40%
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  • CUIDADOS NO TRABALHO Instituio da pausas: Para prevenir sobrecarga psquica, muscular esttica de pescoo, ombros, dorso e membros superiores
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  • CUIDADOS NO TRABALHO Ingesto de gua potvel fornecida gratuitamente
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  • CUIDADOS NO TRABALHO Postura Enquanto estiver falando, mantenha a postura do corpo ereta, e o ngulo de 90 entre o queixo e o pescoo para que a voz projete-se livremente. Ter Conscincia Corporal
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  • CUIDADOS NO TRABALHO Use roupas confortveis evite o uso de roupas apertadas que atrapalham a respirao, pois uma alterao na respirao leva a uma alterao vocal
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  • CUIDADOS GERAIS Evite gritar, pigarrear, tossir e sussurrar uma vez que provoca um impacto forte nas pregas vocais ; Procure o auxlio mdico em casos de tosses, pigarros e alteraes na voz que perdurem mais de duas semanas; Lembre-se de que cigarro, lcool e drogas agridem as cordas vocais; Redobre os cuidados (ingesto de gua) em ambiente com ar condicionado;
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  • CUIDADOS DURANTE A FONAO No modifique sua voz ao falar Fale devagar Pronuncie com clareza as palavras - Dico Faa pausas para respirar ao falar
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  • RESPIRAO 1. INSPIRAO Msculos externos movem as costelas para cima e para fora 2. EXPIRAO Msculos internos puxam as costelas para baixo e para dentro.
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  • RELAXAMENTO Relaxar condio inicial para execuo de exerccios que ampliem a capacidade respiratria e melhorar a impostao vocal
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  • AQUECIMENTO E DESAQUECIMENTO VOCAL Exerccios de preparao para a impostao vocal /projeo da voz: Produzir o som trrrr... (vibrando a ponta da lngua) Idem o som brrrrr.....(vibrando os lbios.) Exerccios de desaquecimento ao final do expediente: Bocejar de forma bem relaxada, produzindo sons voclicos ao final.
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  • DICO A boa articulao permite a clareza da comunicao, poupando a voz. Exerccios Articulatrios BOCHECHAS Com a boca fechada, passar o ar de uma bochecha para a outra (cinco vezes). LBIOS Fazer a mmica exagerada de I-U (cinco vezes) e depois de U-I (cinco vezes). LNGUA Esticar e encolher a lngua para fora da boca sem tocar os lbios. MAXILAR Mastigar com a boca fechada pronunciando humm (cinco vezes)
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  • PROGRAMAS PREVENTIVOS Consiste basicamente na realizao de: Consultas clnico-ocupacionais
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  • PROGRAMAS PREVENTIVOS Exames fonoaudolgicos: audiometria tonal e vocal e avaliao vocal;
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  • PROGRAMAS PREVENTIVOS Consultas com otorrinolaringologista e realizao de videolaringoscopia
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  • PROGRAMAS PREVENTIVOS Participao em palestras e campanhas educativas; Participao de treinamentos, capacitaes e cursos de formao.
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  • CUIDE-SE POUPE SUA VOZ E CUIDE DA SUA AUDIO!
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  • OBRIGADO! EQUIPE de SST SESI-PR Inserir nome dos palestrantes e respectivos e-mails