Senge 20 Edio, Agosto 2012

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    24-Mar-2016

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Informativo do Sindicato dos Engenheiros do Estado de Gois

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  • Informativo do Sindicato dos Engenheiros no estado de Gois | Agosto 2012Visite nosso site acessando: www.senge-go.org.br

    Parceria Senge-GO e Unimed apresenta aumento significativo em nmero de filiados

    No deixe de anotar o nome do SENGE-GO na Anotao de Responsabilidade Tcnica (ART), no campo Entidade de Classe. uma contribuio indispensvel para o combate do exerccio ilegal da profisso e uma importante receita para a nossa entidade manter todos os servios prestados aos associados. Portanto no esquea de preench-la, lembrando que os profissionais no sindicalizados tambm devem fazer a anotao.

    ART

    TITULARMS DEPENDENTE TOTALA operAdorA tAmbm oferece servios opcionAis que o beneficirio poder contrAtAr Ao fAzer A Adeso A um dos plAnos, como por exemplo, plAnos odontolgicos

    SenGe ParticiPOU da reUniO da cntU Onde OcOrreU O lanamentO da camPanha da reviSta BraSil inteliGenteA Revista Brasil Inteligente reeditou as decises dos encontros regionais debatidos ao longo do ano, entre eles o encontro de goinia. - Pg. 03

    SenGe-GO realiza aSSemBleia Para deBater aSSUntOS a Serem diScUtidOS nO viii cOnSeengenheiros do estado de gois se renem para definir temas relevantes da engenharia para serem debatidos no congresso que acontecer no ms de setembro em so paulo - Pg. 05

    Presidente da FNE, presidente do Senge-GO e o Eng Agrnomo Francisco Antnio Silva de Almeida

    Foto: Robert Moreira

    ADESES NOS LTIMOS 6 MESES

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    editorial

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    A Constituio da Re-pblica Federativa do Brasil de 1988 estabelece no captulo II que entre outros direito do trabalhador, o salrio mnimo fixado em lei, que deve ser proporcional complexidade e extenso do trabalho e para tal, a Lei 4950 A de 1966 regulamen-tou o salrio mnimo profissional dos profissionais diplomados pelas escolas de Engenharia, de Qumica, de Arquitetura, de Agronomia e de Veterinria.

    A Lei 5.194/66 reforou que as remuneraes ini-ciais dos engenheiros, arquitetos, engenheiros agr-nomos e qumicos no devem ser inferiores a valores que variam entre 6 a 8,5 vezes o salrio mnimo. A jurisprudncia predominante no poder judicirio tem entendido que ambas as leis foram recepcionadas na Constituio Federal e so aplicveis a todos os trabalhadores vinculados ao sistema Confea/Creas, independente do regime trabalhista. Portanto a todo trabalhador contratado nas funes descritas nas leis, aplica-se o salrio mnimo profissional no podendo o empregador se furtar observncia desse preceito legal, assegurado na constituio Federal.

    A Lei 5194/66 que regula o exerccio das profis-ses de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro agrno-mo, estabelece: Art. 12. Na Unio, nos Estados e nos Municpios, nas entidades autrquicas, paraestatais e de economia mista, os cargos e funes que exijam conhecimentos de engenharia, arquitetura e agrono-mia, relacionados conforme o disposto na alnea g do Ed. extra 27, somente poder ser exercido por pro-fissionais habilitados de acordo com esta lei.

    Estas duas leis quer no mbito pblico ou priva-

    leis que insistem a serem descumpridas

    Gerson Tertuliano: Engenheiro Eletricista e de Segurana do Trabalho e Presidente do Senge-GO

    PRESIDENTEgerson TertulianoEng Eletricista

    DIRETORIAJoo Batista TibiriEng CivilAntnio Augusto Soares FrascaGelogoAnnibal Lacerda MargonEng AgrnomoCludio Henrique B. AzevedoEng EletricistaJos Augusto L. dos SantosEng Eletricista

    TRINIO 2010/2013

    RgO DE DIvULgAO DO SINDICATO DOS ENgENHEIROS DE gOISexpediente

    Circulao gratuita entre os associadosEndereo: Av. Portugal n 482Setor Oeste, Goinia-GOTelefones: 3251-8181 / 3251-8967Email: senge-go@uol.com.brSite: www.senge-go.org.br

    Todos os artigos e citaes aqui divulgadas so de responsabilidade da Diretoria. As matrias assinadas so de responsabilidades dos

    autores e no correspondem necessariamente opinio do Jornal.

    Caio Antnio de gusmoEng CivilEdson Melo FilizzolaEng CivilMarcelo Pontes PereiraEng CivilLuiz Carlos Carneiro de OliveiraEng EletricistaJoo Dib FilhoEng EletricistaEduardo James de MoraesEng CivilMarcelo Emilio MonteiroEng AgrnomoWanderlino Teixeira de CarvalhoGelogo

    CONSELHO FISCALEduardo Joaquim de SousaEng CivilAntonio Carlos das C. AlvesEng CivilAdelita Afonso Boa SorteEng EletricistaLeonardo Martins de C. TeixeiraEng CivilJos Luiz Barbosa ArajoEng Agrnomo

    REPRESENTANTESJUNTO F.N.EAnnibal Lacerda MargonEng Agrnomo

    Marcos Rogrio NunesEng AgrnomoWanderlino Teixeira de CarvalhoGelogo

    PRODUOAline FernandesJornalista responsvelvincius AlvesProjeto Grfico e DiagramaoStylo grficaImpresso

    do, atualmente so as mais descumpridas e se torna-

    ram assunto de toda hora e de forte desconforto nas relaes do traba-lho, sendo frequentes as

    reclamaes de profissio-nais sobre o assunto.Em nvel da administrao

    estadual, grandes empresas como Celg, Saneago, Agehab, Agetop etc., entre outras, descumprem as citadas leis seja no quesito de salrios, seja no preen-chimento de cargos de comando. Na administrao municipal e federal a coisa no menos grave.

    O dilogo social constitui um dos princpios fun-damentais da Organizao Internacional do Trabalho. Ele deve ser visto como um elemento inseparvel da regulao das relaes de trabalho tanto no setor privado quanto no setor pblico. O dilogo e a ne-gociao podem e devem ser fatores essenciais na promoo da eficcia, desempenho e equidade na administrao pblica e privada. Entretanto, a tole-rncia dos profissionais e dos sindicatos est chegan-do ao limite e caso esta situao continue devemos, profissionais e sindicatos, partir para aes mais con-tundentes para mudar este estado de coisas.

    Como h interesses divergentes envolvidos, a paz sindical que tem um peso muito grande na opinio pblica, essencial que gesto destes conflitos se-jam priorizados. Isso mais relevante do que nunca em tempos de forte demanda por profissionais, por-tanto necessria a unio e a mobilizao junto ao Sindicato no sentido de abrirmos um dilogo social significativo que permita aos profissionais, sindicatos e empregadores acertarem estas arestas, que por si-nal so Leis e com tal devem ser cumpridas.

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    infraestrutura

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    Fotos: Robert Moreira (arquivo 2011)

    Senge participou da reunio da cntU onde ocorreu o lanamento da campanha da revista Brasil inteligenteA revistA brAsil inteligente reeditou As decises dos encontros regionAis debAtidos Ao longo do Ano, entre eles o encontro de goiniA

    No dia 18 de maio o presidente do Sindicato dos Engenheiros de Goi-s, o engenheiro eletricista Gerson Tertuliano juntamente com o Represen-tante do Sindicato junto a FNE (Federao Nacional dos Engenheiros), o engenheiro agrnomo Annibal Lacerda Margon e o Diretor do Senge- Go, o gelogo Wander-lino Teixeira de Carvalho estiveram em So Paulo para apresentar as ideias para a CNTU (Confederao Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitrios Regulamentados).

    Na oportunidade tambm foi lanada a Revista Brasil Inteligente. Com o objetivo de elaborar a poltica da CNTU e articular a atuao em defesa dos profissionais libe-rais universitrios brasileiros com as lutas globais por um mundo melhor, a entidade realizou o seminrio A CNTU na Rio+ 20 e na Cpula dos Povos.

    Segundo o engenheiro Gerson Tertua-liano o Brasil possui grandes e complexos sistemas de infraestrutura social e urbana, instalados no territrio nacional ao longo do sculo XX, frutos de investimento e traba-lho de sucessivas geraes que permitem economia brasileira se posicionar em stimo lugar no ranking mundial. Durante mais de duas dcadas, no entanto, a infraestrutura brasileira esteve sob forte ameaa de sucate-amento, em funo da crise fiscal do Estado, da restrio aos financiamentos externos, da instabilidade regulatria, das opes polti-cas neoliberais e de outras dificuldades.

    Ele refora que a retomada do plane-jamento estatal e do investimento teve momento importante com o advento do

    Programa de Acelerao do Crescimento, apontando nova fase de perspectivas po-sitivas.Mesmo atropelado por forte crise internacional, o Pas vem realizando avan-os na gerao de oportunidades, renda e empregos e na recuperao e ampliao de sua infraestrutura, especialmente de ener-gia e logstica, com alguns avanos tambm em infraestrutura urbana.

    Segue afirmando que necessrio le-var a cabo essas aes e outras de modo a vencer os enormes gargalos e demandas no atendidas. Para ele no setor energti-co, fundamental afirmar o papel positivo do Brasil no panorama mundial, fazendo avanar os projetos de explorao de pe-trleo e gs, bioenergia, hidroeletricidade e outras fontes, notadamente as reno-vveis e limpas, em favor do desenvolvi-

    mento agrcola, industrial e tecnolgico do Pas. Necessrio ainda possibilitar a entrada em operao de sistemas de for-necimento de energia para atender a de-manda imediata. Tambm fundamental e urgente levar energia totalidade da po-pulao brasileira, esforo em andamento, mas ainda no concludo.

    Defende que para garantir maior inte-grao e mobilidade de pessoas e merca-dorias, em bases energticas sustentveis, decisivo dar prioridade aos projetos ferrovi-rios e hidrovirios que devero resultar em maior racionalidade da matriz de transpor-tes. O desenvolvimento e a infraestruturado setor areo tambm decisiva para atender o vigoroso crescimento da demanda, tendo em vista as dimenses continentais do Pas e a elevao da renda.

    Presidente do Senge-GO, Gerson Tertuliano

    Murilo Celso de Campos Pinheiro, presidente da FNE (Federao Nacional dos Engenheiros) e ao lado Gerson Tertuliano

    Presidente da FNE, presidente do Senge-GO e o Eng Agrnomo Francisco Antnio Silva de Almeida

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    salrio MniMo

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    crea-GO e SenGe-GOassumem luta pelo pagamento do SmP

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    como direito dos profissionAis, sindicAto e conselho se unem em buscA do sAlrio mnimo profissionAl

    Atendimento Odontolgico na sede do Sindicato Adultos

    Atendimento s quintas-feiras, mediante agendamento prvio com Idlia pelo telefone: (62) 3251-8181 Crianas e adolescentes de 0 a 17 (Preveno odontolgica)

    Atendimento todos os dias, mediante agendamento prvio com Idlia pelo telefone: (62) 3251-8181

    Assistncia Jurdica Trabalhista e Previdenciria na sede do Sindicato

    Marcar horrio antecipadamente pelo telefone: (62) 3251-8181 Convnios com desconto

    Especialidades Odontolgicas, Mdicos, Clnicas e Laboratrios Plano de Sade Unimed

    Oferecemos plano de sade da Unimed com condies exclusivas para os sindicalizados e seus dependentes. Informe-se: (62) 3251-8181

    Os atendimentos sero realizados com tabela prpria

    Servios oferecidos pelo Senge

    Engenheiro Gerson Taguatinga, presidente do Crea-GO

    O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Gois CREA-GO juntamente com o Sindicato dos Engenheiros do Estado de Gois atravs da Autarquia Federal, art. 80 da Lei 5.194/66 criado com a finalidade de regulamentar e fiscalizar as profisses a ele vinculadas, atravs de seus respectivos presidentes o Engenheiro Civil Gerson de Almeida Ta-guatinga e o Engenheiro eletricista Gerson Tertuliano em uma reunio solicitaram pro-vidncias conforme a Resoluo do CON-FEA Conselho Federal de Engenharia e Agronomia para que o pagamento do Sal-rio Mnimo Profissional seja pago conforme a lei a todos os engenheiros das seguintes empresas do Estado: Agehab, Celg e Sane-ago, entre outras.

    Os engenheiros ressaltam que a Lei 4.950-A/66 c/c artigo 82 que regulamenta o Salrio Mnimo Profissional dos Engenheiros e dos Mdicos Veterinrios, foi recepciona-da pela Constituio da Repblica de 1988.

    Portanto fica esclarecido atravs da prpria Constituio da Repblica que a remunera-o do trabalhador deve ser proporcional extenso e complexidade do trabalho, sendo o salrio a retribuio mnima exigida para atender s necessidade bsicas e vitais dos trabalhadores e de seus familiares. Os engenheiros explicam que entende-se que a indexao ao salrio mnimo, visa to so-mente permitir aos trabalhadores qualifica-dos ganhos reais em seus salrios.

    Deste modo entende-se que a Lei n 4.950-A/66 e o artigo da Lei n 5.194 que esto relacionadas ao Salrio Mnimo Pro-fissional, foram recepcionados pela Cons-tituio da Repblica de 1988, vez que no entendimento do Poder Judicirio, o salrio mnimo profissional deve ser aplicado a to-dos os profissionais que exeram atividades vinculadas ao Sistema CONFEA/CREAs, inde-pendentemente da denominao do cargo/funo regime trabalhista, desde que exer-am atividades privativas.

    Nesta linha de raciocnio de acordo com os engenheiros desde a edio e a entrada em vigor dos dispositivos legais citados, a unanimidade das decises do Po-der Judicirio tem entendimento de que a remunerao mnima exigida pelos dispo-sitivos legais citados constitui direito dos profissionais neles indicados, independen-temente da fonte pagadora ou do regime laboral, inclusive, o Egrgio Tribunal de Jus-tia do Estado de Gois ao decidir o duplo grau de jurisdio n 14126-9/195, proces-so 200603994274, afirma que o municpio de Goinia est obrigado a pagar o salrio mnimo legal aos seus servidores vincula-dos ao Sistema Confea/Creas.

    Atravs de trechos desta carta enviada a todos os envolvidos, o Sindicato dos Enge-nheiros do Estado de Gois e o Conselho de Engenharia e Agronomia de Gois deixam claro a obrigatoriedade do cumprimento da lei que justa a todos os profissionais da rea e acataram as solicitaes.

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    Foto: Wellington Alves

    A largada foi dada para o VIII CON-SE (Congresso Nacional dos Enge-nheiros) que ser realizado em So Paulo entre os dias 24 a 26 de setembro. O Congresso tem como principal objetivo colocar em debate temas relacionados a categoria. Seguindo esta linha de raciocnio o presidente do SENGE-GO (Sindicato dos Engenheiros do Estado de Gois) convocou todos os associados a uma reunio na pr-pria sede para definir os assuntos que sero levados pelos engenheiros goianos alm de nome disputar a diretoria da FNE ( Federa-o Nacional dos Engenheiros).

    Na assembleia ocorrida na sede do SEN-GE-GO no dia 5 de junho ficaram definidos 10 delegados representantes do SENGE-GO, os mesmos tero direito a voto no VIII CON-SE. As regras para a escolha dos representan-tes no congresso de acordo com o Ofcio Cir-cular 004/2012 da FNE so as seguintes: Dez delegados com direito a voto, sendo distri-budos da seguinte maneira: sete delegados eleitos na assembleia, um representante do Conselho Deliberativo da FNE e dois repre-sentantes da Diretoria Executiva do SNEGE--GO, indicados na prpria reunio.

    So eles: Engenheiros: Engenheiros Ger-son Tertuliano como representante do Con-selho Deliberativo, Annibal Lacerda Margon e Wanderlino Teixeira de Carvalho como representantes da Diretoria Executiva do SENGE-GO. E os Engenheiros Eduardo James

    SenGe-GO realiza assembleia para debater assuntos a serem discutidos no

    viii cOnSeengenheiros do estAdo de gois se renem pArA definir temAs relevAntes dA engenhAriA pArA serem debAtidos no congresso que Acontecer no ms de setembro em so pAulo

    Moraes, Joo Batista Tibiri, Luiz Carlos Car-neiro de Oliveira , Caio Antnio de Gusmo, Heliomar Palhares Pedrosa, Jos Luiz Barbosa de Arajo e Jos Augusto Lopes dos Santos.

    Depois de eleitos os delegados, o presi-dente do sindicato abriu inscries para aque-les que desejam participar do evento como congressistas, sendo que estes, no tm o direito de voto no CONSE. Inscreveram-se os profissionais Joo Soares Safatle, Jovanilson Faleiro de Freitas, Leonardo Martins e Castro Teixeira, Harlan Brockes Tayer e Joo Dib Filho.

    Parte da diretoria do SENGE-GO

    O presidente aproveitou e explicou que ficou definido que 10 congressistas participaro do evento, no entanto, todos os inscritos sero automaticamente selecionados at que se preencha a quantidade definida.

    Na oportunidade tambm ficou defini-do nomes para encabear a chapa para a eleio da FNE. E na disputa entrar o pre-sidente do SENGE-GO, Gerson Tertuliano como Diretor Regional do Centro Oeste e o Engenheiro Murilo Celso de Campos Pinhei-ro no pleito a presidncia.

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    Parceria Senge-GO e Unimed apresenta aumento significativo em nmero de filiadosA operAdorA tAmbm oferece servios opcionAis que o beneficirio poder contrAtAr Ao fAzer A Adeso A um dos plAnos, como por exemplo, plAnos odontolgicos

    O Sindicato dos Engenheiros do Es-tado de Gois, em parceria com a Unimed, oferece a melhor opo em plano de sade aos seus associados. Qualidade estrutura operacional, dispo-nibilidade, segurana e tranquilidade so benefcios que, somados s condies es-peciais de contratao, tornam o Plano de Sade SENGE/Unimed a melhor opo para os profissionais e seus familiares.

    uma tima oportunidade para os engenheiros que no possuem plano de sade Unimed, ou para aqueles que j pos-suem plano com outra operadora, mas que podem refazer os clculos e refletir sobre a possibilidade de migrao para o plano fir-mado entre o Senge-GO e a Unimed. Alm do engenheiro(a) associado(a), possvel incluir como dependentes os(as) filhos(as) solteiros(as), menor sob guarda ou tutela

    legal, cnjuge, companheiro(a), netos(as) com at 21 anos sob guarda ou filho(a) de dependente inscrito no plano.

    Alm da qualidade do sistema Unimed no atendimento, e da agilidade do Sindicato na intermediao, as mensalidades signifi-cativamente vantajosas representam o dife-rencial necessrio para sua tomada de deci-so. O plano oferecido pelo convnio e o da coparticipao. J nos planos com copar-ticipao, a mensalidade se torna menor e o beneficirio paga valores fixos apenas quan-do os procedimentos forem realizados .

    Outra opo que a Unimed-GO dispo-nibiliza aos interessados a acomodao em enfermaria ou apartamento. Por meio da Aliana Administradora, a operadora tambm oferece servios opcionais que o beneficirio poder contratar ao fazer a adeso a um dos planos. Os engenheiros vinculados ao Senge-GO podero aderir a planos odontolgicos tambm.

    PROvA DO AUMENTO DE FILIADOS PODE SER CONFERIDO NO gRFICO A SEgUIR:

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    J est funcionando o novo sistema de registro de art Online do crea-GO

    Comeou a funcionar no dia 18 de junho, um novo sistema de registro de ART online, desenvolvido pelo Departamento de Tecnologia da Informao do Crea--GO, de acordo com os critrios estabelecidos pela Re-soluo 1025/2009, que foi aprovada pelos conselhei-ros federais na Plenria n 1364 do Confea. A referida resoluo prope a modernizao administrativo-tec-nolgica do Sistema Confea/Crea.

    O Crea-GO quer, com a implantao do novo sistema de registro de ART online, que acontea menos erros no preenchimento do formulrio e menos exorbitncia de atribuies. A nova ART tambm proporcionar mais se-gurana para os profissionais e sociedade.

    Entre as principais mudanas esto a padronizao do formulrio, o registro 100% eletrnico, a extino da possibilidade de registro de ART de obras/servios con-cludos, a criao automtica do acervo tcnico, entre outras. Os cdigos continuam os mesmos e sero filtra-dos de acordo com a modalidade do profissional.

    De acordo com o Departamento de Registro do Crea--GO, importante ressaltar que com a implantao, a im-presso do documento s ser permitida aps pagamento do boleto de ART e aps o Crea receber a informao de baixa do documento pelo banco. O profissional ser o nico responsvel pela guarda da ART assinada. Isso significa que no mais necessrio enviar o documento original para o Crea-GO. Portanto, o acervo do profissional ser composto, a partir de agora, somente por dados eletrnicos.

    Com o novo documento, est extinta a ART sem nus. E a partir de agora, profissionais e empresas devem ficar atentos, pois o Crea-GO no mais aplicar carimbo na nova ART. Acesse www.crea-go.org.br/art1025/

    A Conferncia das Naes Unidas sobre Desenvolvimen-to Sustentvel, a Rio+20, chegou ao fim e abalada pela crise econmica que atinge diversos pases e pela falta de consen-so entre as naes para adotar medidas mais ousadas.

    Organizaes no-governamentais e algumas delega-es, principalmente da Europa, criticaram a falta de ambio do texto, que foi fechado pela diplomacia brasileira e consi-derado pela presidente Dilma Rousseff uma vitria do Brasil.

    rio+20divide opinies entre

    consenso e fracasso

    PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF (foto):

    Um documento de conferncia sobre meio ambiente, sobre desenvolvimento sustentvel, biodiversidade, a erra-dicao da pobreza, necessariamente, um ponto de parti-da, porque at onde as naes chegaram em seu conjunto. O que ns temos que exigir que a partir desse momento as naes avancem. O que ns no podemos conceber que algum fique aqum dessa posio. Alm dessa posio to-dos podem ir, todos devem ir.

    KUMI NAIDOO, DIRETOR-EXECUTIVO DO GREENPEACE INTERNACIONAL:

    A Rio+20 foi um fracasso de propores picas. Ago-ra temos que trabalhar juntos para formar um movimento que consiga enfrentar as crises ecolgica, econmica e de igualdade que esto recaindo sobre nossos filhos. O nico resultado desta conferncia uma raiva justificvel, uma rai-va que temos de transformar em ao.

    IZABELLA TEIXEIRA, MINISTRA DO MEIO AMBIENTE:

    Muito se falou aqui sobre ambio, mas pouco se colo-cou sobre a mesa. No se pode exigir ao se no h ambi-o de financiamento. Quem exige e no pe dinheiro est sendo incoerente. fcil dizer que pouco ambicioso, mas ningum se sentou mesa para botar dinheiro adicional.

    ANDR CORRA DO LAGO, NEGOCIADOR DO BRASIL NA RIO+20:

    Chamamos ateno para coisas que foram deixadas em segundo lugar em anos recentes em funo da crise e acen-tuamos que temos que planejar o futuro da humanidade e no apenas reagir s crises... Mas, graas s crises, houve consenso de que o mundo precisar mudar.

    De acordo com o Engenheiro e presidente da Agea, Alexandre Moura a prefeitura ir comear a pagar o Adi-cional por Desempenho Profissional e o Adicional de Res-ponsabilidade Tcnica no salrio do ms de Junho que ser pago no incio do ms de Julho, aos engenheiros servidores da prefeitura. Segundo ele faltar o retroativo, pois a lei fala que dever ser pago a partir de abril de 2012.Outro ponto que, de acordo com ele est sendo aguardado um posicionamento da Secretaria Municipal de Administrao e Recursos Humanos com relao ao pagamento dos adicionais aos aposentados. At o mo-mento no temos um posicionamento formal negando ou concedendo, mas nas negociaes a simulao do im-pacto levou em considerao os aposentados, disse.

    Prefeitura de Goiniaadicional Salarial

    A SEgUIR, vEJA REAES AO DOCUMENTO:Foto: Divulgao

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    visite o site da federao

    www.fne.org.br

    A vocao nata da CNTU (Confede-rao Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitrios Regulamenta-dos) cumprir uma dupla misso: represen-tar e defender os profissionais a ela filiados por meio de suas federaes e sindicatos e contribuir para o debate que visa a melhoria das condies de vida de toda a populao brasileira e o desenvolvimento nacional. Essa segunda meta coaduna-se perfeita-mente com a primeira, tendo em vista o pa-pel essencial dos trabalhadores de formao universitria na construo de um pas me-lhor. , portanto, dessa disposio natural que nasce a iniciativa de propor a campanha Brasil Inteligente, lanada em 18 de maio, durante seminrio da CNTU sobre a Rio+20, no auditrio do Seesp, em So Paulo.

    Em sntese, trata-se de transformar o Pas, cujo potencial para o progresso j foi mais que comprovado, em uma nao de verdade, que oferea a todos condies dig-

    Brasil inteligente:uma campanha para mudar o Pas

    nas de vida, incluindo os direitos bsicos es-senciais, como alimentao saudvel, sade, moradia, segurana e ainda o acesso cul-tura e informao e a possibilidade de par-ticipao social plena, com valorizao do trabalho. Enfim, trata-se de um movimento cidado, a resgatar anseios que a sociedade brasileira j reafirmou e deixou escritos na Constituio Federal de 1988.

    Focada em reivindicaes j antigas dos movimentos populares e engajada em pau-tas que ganharam vigor mais recentemente, como a luta pela democratizao das comuni-caes e pela preservao ambiental, a cam-panha proposta pela CNTU busca contribuir para a discusso e a ao que permitam, no menor prazo possvel, eliminar a enorme d-vida social brasileira. tempo de dizer basta misria, s desigualdades e ao preconceito.

    Trata-se ainda de deixar para trs a frus-trao que j atingiu inmeras geraes que vislumbraram um futuro de desenvol-

    vimento, sem, no entanto, alcan-lo. Os investimentos em pesquisa, cincia, tecno-logia e inovao, sempre to propalados, devem tornar-se realidade e ser aplicados de forma a viabilizar definitivamente a in-sero do Brasil de forma soberana na eco-nomia global. Sem abandonar os impor-tantes avanos agropecurios, urgente recuperar a indstria nacional, criar empre-sas fortes, que possam atuar no mercado mundial, gerando divisas ao Pas.

    A dinmica positiva da atualidade, que combina democracia com distribuio de renda, precisa ser valorizada como a con-quista que de fato , mas tem de ser apro-fundada, posto que ainda insuficiente. De-ve-se construir, estrategicamente, um Brasil inteligente, que s se contentar quando todos tiverem o bastante.

    MURILO CELSO DE CAMPOS PINHEIROPRESIDENTE DA FNE