Revista abril, maio e junho 2014

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    01-Apr-2016

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  • Ano 11 | no 46 | Abril, Maio, Junho de 2014Revista trimestral do

    ProfissesErgonomia e ginstica laboral: cuidados

    com a sade do trabalhador

    EntrevistaTerapeuta Ocupacional recebe

    reconhecimento por sua trajetria

    InstitucionalFisioterapia e Terapia Ocupacional

    includas no Simples Nacional

    Conhea a Gesto Aproximar (2014-2018)

  • DiretoriaPresidenteDr. Fernando Antnio de Mello PratiVice-PresidenteDra. Sonia Aparecida ManaceroDiretora-SecretriaDra. Lenise Hetzel Diretora-TesoureiraDr. Cesar Abs de Agosto

    Conselheiros EfetivosDr. Cesar Abs de AgostoDr. Fernando Antnio de Mello Prati Dra. Janaina Cardoso CostaDra. Lenise Hetzel Dr. Marcelo de Mello Rieder Dra. Marcia Helena Rosa RochaDra. Mnica Paula Thom Dra. Rosemeri Suzin Dra. Sonia Aparecida Manacero

    Conselheiros SuplentesDr. Airton Luis Kleinowski Dra. Cheila Maria Schrer Dra. Denise Vares Seixas Dr. Diego de Farias DiehlDr. Eduardo Freitas Rosa Dra. Ester Milman Chrempach Dr. Joo Alfredo Mulattieri Baro Dra. Leticia Alves MendesDra. Saionara da Rosa Wadi

    Assessoria de Comunicao Jornalista ResponsvelGabriela Carpes - MTB 15804Relaes Pblicas Natlia Saavedra - ConreRP 3410Projeto grfico: Crefito5/Mundi PropagandaImpresso: Grfica Lder

    A revista do Crefito5 o rgo oficial de divulgao do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional 5a Regio. Endereo: Av. Palmeira, 27 cj. 403, bairro Petrpolis, Porto Alegre/RS | CEP 90470-300 Fone/Fax: (51) 3334 6586 Porto Alegre, RSE-mail: crefito5@crefito5.org.brSite: www.crefito5.org.brPeriodicidade: TrimestralTextos: Gabriela CarpesFotos: Arquivo Crefito5, arquivo pessoal e ban-cos de imagens. Proibida a reproduo parcial ou total sem prvia autorizao.

    ColegiadoGesto 2014-2018

  • Nesta edio

    6 ............. 8 .............

    12 .............14 .............20 .............21 .............22 .............24 .............25 .............27 .............34 .............

    Entrevista PolticaProfissesInstitucionalFiscalizaoDefis AlertaAssociaesSocialCoffito Notcias Agenda

    146 18 2412

  • ABRIL/MAIO/JUNHO/2014

    EDITORIAL

    Chegamos ao final de quatro anos de muita dedicao e trabalho no Crefito5. com muito orgulho que podemos afirmar que nossas metas foram devidamente atingidas e que finalizamos esta gesto com passos significativos para o crescimento e inovao na Fisioterapia e na Terapia Ocupacional.

    O foco principal destes quatro anos foi a fiscalizao. Para tanto, foram contratados oito novos fiscais, sendo dois para Caxias do Sul, dois para Santa Maria e quatro para Porto Alegre. Com isso, foi possvel ampliar e oferecer mais agilidade s demandas de fiscalizao. Ainda nesse processo de mudanas no Departamento de Fiscalizao, foi criado o cargo de Coordenador Fiscal, com o objetivo de liderar a equipe, verificar as necessidades dos fiscais, estabelecer as rotinas de trabalho, planejar as viagens e realizar a integrao do departamento com os demais setores do Conselho.

    O processo em si tambm foi modernizado: agora existe tambm a fiscalizao virtual. feito o mapeamento, atravs da internet, em sites de compras coletivas, redes sociais e outros portais, a fim de investigar possveis irregularidades em relao legislao profissional. Com isso, reforamos o compromisso do Crefito5 de fiscalizar as profisses de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, visando garantir servios de qualidade para a sociedade tambm nos meios digitais.

    Em nossa gesto, atuamos fortemente junto ao poder pblico, buscando a manuteno do veto presidencial ao Ato Mdico. O Crefito5, atravs de seus representantes, participou de audincias pblicas, manifestaes e discusses nas diversas esferas, atuando ativamente no processo para assegurar a autonomia das profisses da rea da sade. Tambm obtivemos uma conquista importantssima, que foi a aprovao do Supersimples pela Cmara dos Deputados. O projeto de lei complementar foi aprovado e deve passar pelo Senado para sano final. Com isso, a profisso de Fisioterapia passa a ser enquadrada no regime de tributao de micro e pequenas empresas.

    Encerramos esta gesto com a certeza de um legado de muito crescimento para o Conselho e seus profissionais. A vocs todos que nos confiaram esta tarefa l em 2010, o nosso muito obrigado e esperamos ter retribudo a confiana depositada altura.

    Um abrao.Alexandre Doval

    Presidente Crefito5Gesto 2010-2014

    Uma coisa certa, no deixaremos e no admitiremos imposies corporativas que venham a violentar os direitos legtimos dos fisioterapeutas e dos terapeutas ocupacionais. Estamos atentos a todas as demandas pois qualquer imposio nesta ordem uma violncia aos direitos de cidadania e a no falamos apenas sobre os fisioterapeutas e os terapeutas ocupacionais mas tambm sobre todas as pessoas que necessitam dos servios destes profissionais.

    Fernando PratiPresidente Crefito5

    Gesto 2014-2018

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    OPINIO

    Erramos...

    Na edio nmero 45 da Revista Crefito5 na pgina 29 publicamos uma notcia sobre os departamentos de Fisioterapia e Reabilitao da Universidade Federal de Santa Maria que so referncia em pesquisas desenvolvidas no Centro Integrado de Ateno s Vtimas de Acidente (CIAVA).

    Gostaramos de retificar os nomes dos integrantes da equipe: professores Ana Ftima Badar, Maria Elaine Trevisan, Jeferson Potiguara, Marisa Gonalves e Isabella Albuquerque; fisioterapeutas Ana Ourique, Daciano Bastos Lamberti, Danielle Arantes, Giovani Garcia e Silvia Dubou Serafim; terapeuta ocupacional Juliana Maia Borges e psicloga Caroline Scheider Xavier.

    Conselho Editorial

    Que tal participar da construo da Revista Crefito5?

    A Assessoria de Comunicao est montando o Conselho Editorial da revista que vai participar de uma reunio trimestral onde sero discutidas as pautas a serem abordadas na edio seguinte.

    Estamos convidando profissionais que tenham interesse em nos ajudar a fazer da revista um meio de comunicao cada vez melhor e com contedo de relevncia dos profissionais de Fisioterapia e Terapia Ocupacional.

    Se voc tem interesse em fazer parte desse conselho, envie um e-mail para jornalista@crefito5.org.br. Voc poder ser convidado para participar dando a sua contribuio!

    Bom dia,

    Gostaria de agradecer o acolhimento, a ateno e os esforos proporcionados por toda a equipe do CREFITO5, especialmente o Joo.

    Muito obrigado por encaminhar a minha demanda de forma eficiente e solidria. Estou muito satisfeito com o trabalho de vocs.

    Abrao,Guilherme Barbosa Shimocom

    Bom dia!

    Gostaria de elogiar o atendimento e ateno prestados a mim pelo funcionrio Gustavo Fvero!!!

    muito importante o bom atendimento.

    Muito obrigada!!!Juliane Meira de Andrade

    Do LeitorCrticas, sugestes, elogios,

    perguntas e outras manifestaes so publicadas

    sempre nesta edio da revista. Envie a sua participao!

    Acompanhe as ltimas informaes atravs do site do Crefito5 (www.crefito5.org.br).

    Siga tambm as redes sociais.

    www.facebook.com.br/crefito5 www.twitter.com/crefito5

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    Porque voc escolheu seguir a carreira de terapeuta ocupacional? O que te motivou?LArIssA Sempre fui muito curiosa, criativa, gosto de povo, cultura, multiplicidade, sempre fui diferente e por ser diferente sempre acabei sofrendo influncia familiar meu pai Ademir sindicalista, muito correto, honesto, me ensinou a sonhar pela construo de mundo melhor, justo, igualitrio, tico etc... O que me motivava a fazer terapia ocupacional, sair de casa, traar meu prprio percurso, com minhas foras, sonhos...

    ENTREVISTA

    Terapeuta Ocupacional recebe reconhecimento por sua trajetria

    de trabalhoLArIssA DALLAGNOL sILVA define seu perfil profissional como defensora do sistema nico de sade, dos movimentos sociais, da luta pelos direitos humanos, reforma psiquitrica no campo das polticas pblicas, gesto, sade mental e contextos sociais.

    Terapeuta Ocupacional formada h 5 anos, vem construindo sua trajetria na formao de acadmicos do curso de Terapia Ocupacional na Universidade Federal de Pelotas, onde tambm est vinculada ao Programa de Ps Graduao, como Coordenadora de rea Profissional de Terapia Ocupacional no Programa de Residncia Multiprofissional e em rea da Sade no Hospital Escola.

    Alm disso, ocupa o cargo de Diretora Administrativa do CPiP (Centro de Preveno e Interveno nas Psicoses Vivendo e Reaprendendo), ONG que contribui para incluso social de pessoas que apresentam transtornos mentais graves e persistentes, prestou consultoria Cooperativa Social Laborsul de Egressos do Instituto Penal Miguel Dario e atua como colaboradora do Coletivo ATO, grupo de Terapeutas Ocupacionais de Porto Alegre, uma proposta nova de acompanhamento teraputico ocupacional, no qual somos preocupadas com a singularidade dos processos teraputicos e coletivos.

    Esse ano, Larissa foi agraciada com o Prmio Profissional de Sucesso 2014. A premiao foi criada h quase duas dcadas pelo jornalista Saul Junior, que durante 39 anos contribui com o Jornal Zero Hora.

    Qual a sua viso como professora para o futuro da profisso? O que voc espera? preciso formar bons sucessores para a profisso que, a cada dia, cresce. Acredito que o futuro da profisso est na construo da base coletiva, provocando fuso junto s outras reas de atuao profissional. Comear pequeno, para depois crescer, fundamental. Atualmente, acompanho em torno de dez graduandos do curso nos diferentes programas, em conjunto Enfermagem, Veterinria, Odontologia, Medicina, Educao Fsica e Nutrio. muito importante incluir precocemente os estudantes na prtica, garantindo a qualidade no

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    ENTREVISTA

    ensino pela modificao dos projetos polticos pedaggicos dos cursos, incentivar a atuao em equipe multi e interdisciplinar e sustentar as polticas pblicas de governo, democratizando os processos de ensino entre os servios e a comunidade.

    Como voc v o trabalho com a sade mental na terapia ocupacional?Meu xod o grupo de estudos de Terapia Ocupacional em Sade Mental. Digo isto porque, anteriormente, os graduandos no se interessavam pela rea de Sade Mental. Provocada a formar este grupo, senti-me implicada a refletir e construir com eles, o que muito rico e pouco valorizado na graduao, de forma geral. O grupo de estudos enriquece o percurso, sendo sua existncia, visceral para mim, hoje. A CAPES nos cobra a produo de pesquisas mas, diante disso, questiono o quanto so vlidas tais produes, quantitativamente falando, sendo muitas pobres de sentido e devoluo para a sociedade. Ento, continuo me reconhecendo como marginal neste processo, compartilhando apenas o que realmente considero relevante e digno de ser publicado.

    Qual a importncia de trabalhar de forma multidisciplinar para o paciente? Essa uma boa abordagem para ajudar as pessoas? Prefiro sempre trabalhar de forma interdisciplinar e as pessoas pela realidade que vivencio atualmente tem dificuldade em trabalhar desse modo. Me reconheo Terapeuta Ocupacional pela facilidade de tecer redes de afeto, por ter conhecido muitas pessoas de outras reas, muitas vezes deixo de ser ncleo e olho

    para o horizonte, assim sou terapeuta. Os usurios sempre so favorecidos quando os profissionais no tem medo de compartilhar seus saberes, acompanhar com diversos olhares viabiliza um tratamento de qualidade, em especial para as reas de desempenho ocupacional no prprio processo teraputico.

    Durante seu trabalho como voluntria do CPiP, quais foram as lies mais importantes que voc aprendeu?So duas coisas... Primeiro que para estar em gesto preciso ter perfil, estar prximo e provocar a inovao. Foi um tempo curto, participei de algumas assembleias, auxiliei na reconstruo do projeto, com uns protocolos e logo que assumi o concurso como efetiva aqui em Pelotas e a minha vida j virou do avesso, os compromissos foram aumentando. de fundamental importncia na minha vida profis-sional vincular o trabalho que voc faz pelo sustento e estar ligado a projetos sociais. Aqui em Pelotas es-tou me vinculando um lugar bem especial, mas no gosto muito de falar sobre os projetos sociais que fazem parte da minha vida, se tem uma lio que aprendi nestes ltimos anos, as pessoas no precisam saber, quem faz voluntariado simplesmente faz e no fala.

    Como foi ver o seu trabalho reconhecido com o prmio? Voc algum dia imaginou que teria esse reconhecimento? Confesso que este prmio foi uma surpresa e que me fez pensar o quanto j trilhei em to pouco tempo. Sempre fui guerreira e esta fora que trago comigo a da luta pelo que acredito para uma sociedade mais justa e igualitria, e vou morrer fazendo isso... uma vez na luta, nunca mais fora dela. Penso que preciso poetizar a vida, sonhar longe, sendo honesto e justo. Venho de uma famlia tradicional na poltica, meu pai sindicalista e com ele aprendi que tudo vem com o tempo...

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    POLTICA

    O Sistema Coffito/Crefitos acompanha a tramitao de mais de 100 proposies no Congresso Nacional e enumera algumas que merecem destaque por relacionarem-se, direta ou indiretamente, com o exerccio profissional de fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais.

    Abaixo seguem os resumos dos principais projetos que podem ser acessados no site da Cmara de Deputados (www.camara.leg.br) e do Senado Federal (www.senado.gov.br/atividade). A consulta tambm pode ser feita atravs do site do Coffito (www.coffito.org.br) no link Projetos de Lei que rene todas as proposies relacionadas Fisioterapia e Terapia Ocupacional.

    De olho no Congresso Nacional

    PL 6126/2013 Autor: Poder ExecutivoSituao: NA Comisso de Seguridade Social e Famlia (CSSF), aguardando designao do relator.

    Altera a Lei 12.842/2013 que dispe sobre o exerccio da Medicina (Lei do Ato Mdico).

    Projetos de Lei tramitando na Cmara dos Deputados

    Acrescenta dispositivo Lei n 8.856, de 1 de maro de 1.994, a fim de dispor sobre o piso salarial dos profissionais fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais.

    PL 5979/2009 Autor: Deputado Mauro Nazif (PSB/RO) Situao: Na Comisso de Finanas e Tributao, aguardando parecer do relator pela compatibilidade e adequao financeira e oramentria do Projeto, com emenda, e pela no implicao da matria com aumento ou diminuio da receita ou da despesa pblicas, no cabendo pronunciamento quanto adequao financeira e oramentria da Emenda n 1/11 da Comisso de Trabalho, de Administrao e Servio Pblico.

    PL 6083/2009Autor: Deputado Luiz Couto (PT/PB)Situao: Na Comisso de Seguridade Social e Famlia (CSSF), aguardando parecer da relatora.

    Institui a obrigatoriedade de realizao de ginstica laboral no mbito dos rgos e entidades da administrao pblica federal direta e indireta.

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    POLTICA

    PL 1436/2011Autor: Deputado Ronaldo Zulke (PT/RS)Situao: Na Comisso de Educao, aguardando parecer do relator.

    Regulamenta o exerccio da profisso de Quiropraxista.

    PLS 473/2011 Autor: Senador Eduardo Suplicy (PT/SP)Situao: Na Comisso de Constituio, Justia e Cidadania (CCJ) aguardando parecer do relator.

    Regulamenta o exerccio da acupuntura.

    PL 7200/2010Autor: Deputado Ricardo Berzoini (PT/SP) e outrosSituao: Na Comisso de Seguridade Social e Famlia (CSSF), aguardando deliberao do parecer do relator, pela aprovao com substitutivo.

    Altera o 1 do art. 42 da Lei 8.213/1991, para dispor sobre a ampliao da participao dos profissionais de sade na percia da Previdncia Social.

    PL 599/2011 Autor: Comisso de Direitos Humanos e Legislao Participativa (CDH)Situao: Na Comisso de Assuntos Sociais (CAS) aguardando a realizao de Audincia Pblica.

    Regulamenta o exerccio da profisso de Quiropraxista.

    Projetos de Lei tramitando no Senado Federal

    Disciplina o exerccio profissional de Acupuntura e determina outras providncias.

    PL 1549/2003Autor: Deputado Celso Russomanno (PP/SP)Situao: Na Comisso de Constituio e Justia e de Cidadania (CCJC), aguardando reviso do parecer da relatora pela constitucionalidade, juridicidade e tcnica legislativa, deste.

    PL 6206/2009Autor: Deputado Maurcio Trindade (PR/BA)Situao: Na Comisso de Seguridade Social e Famlia (CSSF), aguardando deliberao do parecer apresentado pelo relator, pela aprovao do projeto.

    Dispes sobre a obrigatoriedade de insero do fisioterapeuta nas equipes da Estratgia Sade da Famlia (antigo Programa Sade da Famlia).

    Dispe sobre a prtica de drenagem linftica manual nos hospitais pblicos, contratados, conveniados e cadastrados no SUS (inclui como beneficirio da drenagem linftica, realizada por fisioterapeutas, pacientes com quadro de linfoedemas oriundos de mastectomia).

    PL 544/2003Autor: Deputado Nelson Marquezelli (PTB/SP)Situao: Na Comisso de Constituio e Justia e de Cidadania (CCJC), aguardando deliberao do parecer do relator pela constitucionalidade, juridicidade e tcnica legislativa, com emenda saneadora.

    PLC 72/2012Autora: Deputada Gorete Pereira (PL/CE)Situao: Na Comisso de Assuntos Sociais (CAS), aguardando realizao de Audincia Pblica e parecer do relator.

    Inclui os profissionais fisioterapeuta e terapeuta ocupacional no Programa Sade da Famlia (PSF).

    ACOMPANHE E PArTICIPE!

    Cmara dos Deputados - www.camara.leg.br

    Senado Federal - www.senado.gov.br

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    POLTICA

    Dando continuidade a srie iniciada na edio nmero 43 da revista, vamos conhecer duas profissionais, uma fisioterapeuta e uma terapeuta ocupacional, e saber como a formao nessas reas influencia e colabora para a atuao nos cargos estratgicos que ocupam nos governos de suas cidades.

    Fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais como agentes polticos

    Maria de Ftima Castro Mulazzani, tambm conhecida como Preta Mulazzani, fisioterapeuta, graduada pela Universidade Federal de Santa Maria. Foi docente do curso de Fisioterapia e coordenou o Curso de Administrao em Polticas Sociais e

    Municipalizao na Urcamp, Campus de Bag. Eleita vice prefeita de Alegrete em 2008, juntamente com Prefeito Erasmo, Preta Mulazzani atua no seu fazer poltico, acreditando na mobilizao da sociedade, norteando seu trabalho na retomada do desenvolvimento do municpio desde as aes de

    infraestrutura s polticas pblicas de incluso social.

    Como a sua atuao e formao na fisioterapia tem auxiliado no seu cargo de viceprefeita?Minha formao e atuao em Fisioterapia, em especial, na Sade Pblica, pois sou servidora pblica municipal desde 1991, me auxiliou na percepo das necessidades das pessoas com deficincia, no s no que se refere a reabilitao e cuidado, bem como, nas polticas de incluso social e portanto, articulao intersetorial com as secretarias (educao, sade, infraestrutura, desenvolvimento econmico e assistncia social) na construo de autonomia e cidadania. Tambm considero que, a partir da formao em Sade Mental Coletiva, foi possvel constituir o fazer tcnico articulado poltica como agente de transformao e o necessrio dilogo com a sociedade.

    Quais so as principais necessidades do municpio de Alegrete na rea da sade, mais precisamente na Fisioterapia e na Terapia Ocupacional?Buscamos a ampliao da estratgia de sade da famlia nas unidades bsicas de sade, de duas equipes quando assumimos passamos para 10 neste ano. Enfrentamos as mesmas dificuldades que outros municpios para garantir acesso s especialidades. Na rea de fisioterapia as principais necessidades so a reforma do Servio Municipal, a necessidade de ampliar a equipe de profissionais para atender a demanda crescente de usurios do SUS e capacitaes permanentes para os profissionais.

    Como voc avalia o acesso da populao aos servios de Fisioterapia e Terapia Ocupacional em Alegrete durante a sua gesto?Ampliamos consideravelmente o acesso e a qualidade da ateno, atravs do aumento de profissionais concursados, contamos atualmente com nove fisioterapeutas no Servio Municipal, dois no NASF, criado na nossa gesto, integrando e descentralizando a ateno em Fisioterapia para as UBS, dois Fisioterapeutas no Centro Regional de Sade do Trabalhador, tambm inaugurado na nossa gesto, constituindo a Poltica de Ateno a Sade do Trabalhador. Contamos tambm com um Terapeuta Ocupacional no CAPS II.

    Quais foram as principais aes desenvolvidas durante a sua gesto para promover os servios de fisioterapia e terapia ocupacional?As principais aes foram de qualificao do Servio Municipal j existente, com ampliao da equipe, aquisio de equipamentos, garantia de acesso com transporte gratuito para os usurios atravs de servio contratado. Criao e implementao do NASF, articulando as redes bsicas e abertura do CEREST. Com relao participao e controle social, temos a criao do Comit Gestor de Polticas

    ALEGrETE

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    POLTICA

    sANTA MArIA

    Fisioterapeuta e mestre em Educao, Margarida Mayer desenvolvia suas atividades na rea da docncia na UNISC e na Superintendncia de Monitoramento das Obras do Programa de Acelerao do Crescimento (PAC), na prefeitura. J desde agosto de 2013 assumiu a Secretaria de Desenvolvimento Social de Santa Maria at ento.

    Como a sua atuao e formao na fisioterapia tem auxiliado na administrao da secretaria de desenvolvimento social?H muitos anos atuo como professora nas reas de sade mental e sade coletiva. Com isso, tenho uma experincia muito grande na relao com comunidades e com situaes de vulnerabilidade social, sejam elas por problemas de adoecimento ou pelas questes relacionadas com sofrimento mental. Isso me deu uma experincia muito importante para que eu possa hoje conseguir visualizar a assistncia social, o desenvolvimento social com uma capacidade maior de identificao das necessidades das pessoas e sobretudo sobre a importncia das relaes e do trabalho intersetorial.

    Quais os principais problemas sociais enfrentados em sua gesto?Sem dvida nenhuma a criana e o adolescente em situao de violncia e abuso sexual. Isso tem me preocupado bastante, uma realidade que no apenas de Santa Maria, uma realidade nacional

    e penso que se um gestor no consegue construir estratgias no sentido de cuidar dessa questo, ele no ser um gestor capaz de dar impacto no futuro da sua cidade. Depois disso a vulnerabilidade e a negligncia com relao ao idoso, a violncia domstica e a relao das pessoas com deficincia tambm so problemas preocupantes.

    Em relao incluso social, voc acredita ser possvel uma sociedade totalmente inclusiva? O que seria preciso na sua cidade para isso acontecer?Acredito em uma sociedade totalmente inclusiva. Eu sei que como secretria de desenvolvimento social vou dar uma parcela para os processos futuros. Para uma sociedade inclusiva preciso principalmente gesto, uma gesto que trabalhe nesse sentido e que tenha habilidade de negociar esses processos, porque no basta tu ter uma lei que determine isso, preciso discutir com a cidade e com as pessoas que esto relacionadas com a questo da incluso.

    Quais so os projetos da sua gesto a serem implementados at 2016 em santa Maria?Ns temos a Lei de Diretrizes Oramentrias (LDO) que elaborada todo ano. Estamos produzindo a possibilidade para um centro de referencia especial de assistncia social (CREAS) para trabalhar com a populao de rua, j temos o aceite para implantao desse tipo de trabalho. Estamos fazendo o reordenamento do recolhimento institucional de crianas e adolescentes, algo bastante difcil de ser feito, ainda se tem a ideia do recolhimento da criana e do adolescente em uma grande instituio, o municpio lana nos prximos dias um chamamento pblico onde trabalharesmos com residenciais de acolhimento e casas lares onde elas podero estar vivendo em um local semelhante a uma residncia com vnculos mais importantes com as pessoas que as acompanham, desconstituindo aquela ideia de um acolhimento com base em uma instituio total. Outro projeto a questo do fortalecimento de vnculos, ampliando o nmero de famlias atendidas atravs dos Centros de Referncia de Assistncia Social (CRAS), onde vamos trabalhar com crianas e jovens com algum tipo de risco ou sob algum tipo de vulnerabilidade social, idosos e pessoas com deficincia.

    Pblicas para Pessoas com deficincia e Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficncia. Nossa ltima conquista foi a aprovao do Centro de Especialidades em Reabilitao Fsica e Auditiva junto ao Ministrio da Sade, j em fase de execuo, o que possibilitar no nosso municpio a ateno especializada para prteses e rteses (atualmente ocorrendo em Santa Maria para deficientes auditivos e em Bag para deficientes fsicos).

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    PROFISSES

    Segundo dados do INSS, as Leses por Esforo Re-petitivo (LER) e os Distrbios Osteomusculares Rela-cionados ao Trabalho (DORT) so as principais cau-sas de afastamento do trabalho no Brasil. Portanto, pode-se considerar um dos problemas mais graves de sade no trabalho.

    O afastamento do trabalhador acometido por uma doena ocupacional de sua funo traz perdas para a empresa e para o trabalhador. Mesmo com o afasta-mento do funcionrio, a empresa tem que recolher as contribuies sociais, alm de providenciar outra pessoa para ocupar o cargo do afastado.

    Trabalho excessivo, postura inadequada, repeties constantes do mesmo movimento e condies crti-cas de materiais, equipamentos e instalaes da em-presa, desencadeiam grandes tenses no corpo, que originam grandes males que so responsveis pelo afastamento ou at invalidez permanente do profis-sional.

    Para evitar problemas desse tipo cada vez mais la-tente a preocupao em melhorar as condies do ambiente de trabalho e reduzir os riscos de leses. No que diz respeito sade do trabalhador, o fi-sioterapeuta pode atuar em diversas reas, desde a sua admisso, sua colocao, seu remanejamento quando necessrio, adaptaes nos postos de traba-lho, na compilao da AET Anlise Ergonmica

    Ergonomia e ginstica laboral: cuidando da sade do trabalhador

    do Trabalho, nos treinamentos, nos programas de sade ocupacional, dentre outros. Sendo assim, o profissional habilitado para trabalhar tanto com er-gonomia quanto com a prtica da ginstica laboral nas empresas.

    Segundo a Fisioterapeuta especialista em Fisiotera-pia do Trabalho e Ergonomia, Carine Benedet, os fisioterapeutas tm um olhar diferenciado sobre o trabalhador, observando o todo, a biomecnica do corpo humano e no apenas fatos isolados. A fi-sioterapia do trabalho nos traz o olhar qualificado e diferenciado em cima de cada atividade, de cada particularidade de funo, temos condies de fazer uma avaliao minuciosa mesmo em grandes parques produtivos, pois as funes so divididas em setores e cada setor tem caractersticas diferenciadas o que nos respalda tecnicamente, afirma Carine.

    FIQUE POr DENTrO!

    LEr (Leso por Esforo repetitivo) Criada para identificar um conjunto de doenas que atingem msculos, tendes e articulaes dos membros superiores e inferiores, e que tm relao direta com as tarefas, ambientes e organizao do trabalho. De acordo com a Organizao Mundial de Sade as L.E.R.s so a segunda causa de afastamento do trabalho no Brasil. A cada 100 trabalhadores na regio Sudeste, por exemplo, um portador de L.E.R. A maior incidncia da doena acontece na faixa etria de 30 a 40 anos.

    DOrT (Distrbio Osteomolecular relacionado ao Trabalho) a mais nova terminologia adotada pelo INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) e tenta am-pliar o conceito da doena para distrbios inflamatrios e ou oriundos da compresso de nervos, pro-vocados por atividades que exigem do trabalhador uma sobrecarga fsica ou atividades que demandam uma sobrecarga psquica.

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    PROFISSES

    Preveno a palavra chave quando falamos em sade do trabalhador. Ginstica, pausas no trabalho e mobilirios ergonmicos so programas que, se adotados, reduzem em 100% as chances de uma doena ocupacional.

    Ginstica Laboral

    Analisa a importncia da reeducao postural, alvio do estresse e mtodos de ginstica laboral no local de trabalho com a finalidade de valorizar a prtica das atividades fsica como instrumento de promoo de sade e preveno de leses.

    Trata-se de um conjunto de prticas elaboradas a partir da atividade profissional exercida. A tcnica procura compensar as estruturas do corpo mais utilizadas du-rante o trabalho e ativar as que no so requeridas, promovendo o relaxamento e a tonificao.

    So sesses de exerccios fsicos educativos de alongamento, respirao, reeducao postural, controle corporal, percepo corporal, fortalecimento das estruturas no

    trabalhadas e compensao dos grupos musculares envolvidos nas tarefas operacionais, respeitando o limite fisiolgico e vestimenta de cada colaborador.

    Ergonomia

    Busca a adaptao entre o ser humano e seu ambiente de trabalho. O objetivo bsico da Ergonomia adaptar as condies de trabalho (mquinas, locais, ferramentas) s caractersticas do ser humano, visando maior conforto no desempenho das atividades e, consequentemente, aumento da produtividade. Quando a sintonia entre trabalho e trabalhador alcanada, os benefcios so rapidamente percebidos.

    A ergonomia se preocupa com as condies gerais de trabalho, tais como, a iluminao, os rudos e a temperatura, que geralmente so conhecidas como agentes causadores de males na rea de sade fsica e mental, mas que o es-tudo procura traar os caminhos para a correo. O seu objetivo aumentar a eficincia humana, atravs de dados que permitam que se tomem decises lgicas.

    Utilizar solues ergonmicas no local de trabalho uma iniciativa que pode aumentar significativamente os nveis de satisfao, eficcia e eficincia do trabalhador.

    Defis Alerta

    O fisioterapeuta est devidamente amparado pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocu-pacional para o uso da ginstica laboral em seus tratamentos. Trata-se da Resoluo COFFITO n 385, de 8 de junho de 2011.

    Antes disso, desde 2003, o COFFITO j dispunha sobre a fisioterapia do trabalho, por meio da Resoluo n 259, de 18 de dezembro de 2003. Sendo assim, o fisioterapeuta est devidamente

    autorizado por seu Conselho Federal a exercer tal atividade.

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    INSTITuCIONAL

    No dia 24 de maio, das 8h s 16h, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais de Porto Alegre, Santa Ma-ria e Caxias do Sul foram s urnas para escolher seus representantes na gesto dos prximos quatro anos. Os profissionais residentes nos demais municpios vo-taram por correspondncia.

    De um total de 7.211 votos vlidos, a chapa 01 Fortalecer recebeu 3.258 votos e a chapa 02 Aproximar, 3.389. Os outros 564 foram regis-trados como brancos e nulos. A diferena de 131 votos garantiu chapa 02 a gesto 2014-2018 do Crefito5.

    Gesto 2014-2018 toma posse

    No dia 23 de junho aconteceu na sede do Conselho a cerimnia oficial de posse da Gesto 2014-2018. Na ocasio, conselheiros efetivos e suplentes assina-ram o termo que oficializa o incio do mandato. Logo aps, foi realizada a primeira Reunio Plenria, onde foi definida a composio da diretoria que estar frente do Conselho nos prximos quatro anos.

    O presidente eleito, Fernando Prati, ressaltou um dos principais objetivos do colegiado: Queremos aproximar o Conselho da populao e dos profissio-nais de Fisioterapia e Terapia Ocupacional. Vamos trabalhar em equipe para proteger a sociedade e os bons profissionais, declarou.

    Confira a composio da nova diretoria e os membros do Conselho Gestor:

    DiretoriaPresidente: Fernando Antnio de Mello PratiVice-presidente: Sonia Aparecida ManaceroDiretora-secretria: Lenise HetzelDiretor-Tesoureiro: Cesar Abs de Agosto

    Conselheiros efetivosCesar Abs de Agosto Fernando Antnio de Mello Prati Janaina Cardoso CostaLenise Hetzel Marcelo de Melo Rieder Marcia Helena Rosa RochaMnica Paula ThomRosemeri Suzin Sonia Aparecida Manacero

    Conselheiros suplentesAirton Luis Kleinowski Cheila Maria SchrerDenise Vares Seixas Diego de Farias Diehl Eduardo Freitas Rosa Ester MilmanChrempachJoo Alfredo Mulattieri Baro Leticia Alves Mendes Saionara da Rosa Wadi

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    INSTITuCIONAL

    Fernando Prati fisioterapeuta formado em 1980 pela Universidade Metodista de Piracicaba- UNIMEP, atua na rea de fisioterapia geral com especialidade em Acupuntura, como docente do curso de Fisioterapia do Centro Universitrio Metodista IPA e diretor do Centro de Estudos e Qualidade de Vida. Foi presidente do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 5 Regio na gesto de 1990-2002 e assume novamente a presidncia do Crefito5 na gesto 2014-2018.

    Conversamos com ele para saber quais so as expectativas, metas e objetivos para os prximos quatro anos frente do Crefito5. Confira:

    Conhecendo o presidente

    Quais so os principais compromissos da gesto para os prximos quatro anos?Nossa plataforma est centrada em uma maior aproximao do Crefito5 com os profissionais e com a populao em geral. Queremos que o profissional seja acolhido pelo conselho, que seja um parceiro pois o conselho representa as duas categorias e tem como papel zelar pela melhor qualidade assistencial.

    Quais sero as principais estratgias utilizadas para alcan-los?Queremos promover as duas profisses. investimentos em marketing, nas aes de fiscalizao dando uma outra leitura educando e comprometendo cada vez mais os colegas na misso de oferecer qualidade de servios. Para isso o Crefito vai colocar em prtica vrios programas que devermos revir de inspirao para todos.

    O que os fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais podem esperar da nova gesto do Crefito5?Inicialmente estamos nos inteirando do panorama deixado pela gesto anterior. Creio que em pouco tempo estaremos mudando a cara do Crefito a fim de haver uma melhor finidade entre a

    Autarquia e cada profissional. Temos que entender que o Crefito um rgo que pode facilitar mas precisa que todos trabalhem como uma orquestra para que os resultados venham a contento. Uma coisa certa, no deixaremos e no admitiremos imposies corporativas que venham a violentar os direitos legtimos dos fisioterapeutas e dos terapeutas ocupacionais. Estamos atentos a todas as demandas pois qualquer imposio nesta ordem uma violncia aos direitos de cidadania e a no falamos apenas sobre os fisioterapeutas e os terapeutas ocupacionais mas tambm sobre todas as pessoas que necessitam dos servios destes profissionais. A legislao definiu os campos de atuao da cada profisso e para defender esta legislao que tambm estamos aqui.

    Quais as suas expectativas frente da nova gesto do Crefito5?Queremos um Conselho ao lado dos profissionais. Um Crefito ousado no seu modo de ser por que a ousadia com uma base slida leva s conquistas. Vamos trabalhar para que cada fisioterapeuta, cada terapeuta ocupacional do Rio Grande do Sul encontre dentro de s esta ousadia; e vamos conseguir. Gostaria de pedir aos meus colegas que aos poucos venham chegando pois as portas estaro sempre abertas s colaboraes e s crticas que levam ao crescimento.

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    INSTITuCIONAL

    Apresentamos tambm os conselheiros que compe o novo colegiado para que voc, profissional, saiba quem so as pessoas que esto frente do Conselho, representando as profisses de Fisioterapia e Terapia Ocupacional nos prximos quatro anos.

    Conhecendo o colegiado

    Cesar Abs de AgostoSempre tive a preocupao de participar de grupos que representam e agregam colegas e profissionais da rea. Entendo que quando unidos, com fora e representatividade, podemos ser mais

    fortes. Este o motivo porque aceitei participar da chapa Aproximar: oferecer meu trabalho Fisioterapia e Terapia Ocupacional e buscar uma aproximao com e dos colegas, buscando crescimento e valorizao do conselho, ajudar na recriao do sindicato e da Associao de Fisioterapia e buscar a insero do s profissionais na politica formal, pois entendo que sem estas representaes no conseguiremos o devido reconhecimento como classe e frente sociedade.

    rosemeri suzin No decorrer da minha vida acadmica e profissional, sempre estive envolvida com movimentos associativistas e sindicais. Participar do Crefito5 despertou minha vontade de compreender como funciona esta autarquia e a dinmica do sistema

    Coffito/Crefitos, alm de contribuir com as demandas atribudas aos conselheiros. Entendo, ser esta uma oportunidade de nos apropriarmos do Conselho e de suas obrigaes, primando por processos democrticos, transparentes e de valorizao profissional. Assim sendo intencionamos nos aproximar das categorias para garantir articulaes que contemplem os anseios de todos.

    Marcia Helena rosa rocha A deciso de participar do conselho surgiu especialmente do desejo de poder representar as profisses de Fisioterapia e Terapia Ocupacional de forma mais efetiva auxiliando na promoo destas

    de forma tica e transparente

    Lenise Hetzel Aceitei o convite de compor esta chapa, por confiar na seriedade e competncia deste grupo de profissionais e por acreditar nos objetivos traados para esta gesto

    Mnica Paula Thom Quando fui convidada para compor a Chapa Aproximar, primeiramente procurei conhecer os profissionais que a integravam e as propostas de trabalho. Reconhecendo a idoneidade

    e competncia dos profissionais ali presentes e por concordar e vislumbrar a possibilidade de contribuir com as propostas de trabalho apresentadas, aceitei o desafio de representar minha categoria profissional Terapia Ocupacional, bem como os colegas fisioterapeutas.

    Marcelo de Mello rieder H anos atuo na docncia. O ensino e a pesquisa em fisioterapia modificaram-se ao longo destes anos. Hoje existem vrias possibilidades tcnicas de atuao. No entanto, existe uma baixa auto-estima

    e valorizao dentro da prpria classe. Tenho uma preocupao com a formao, autonomia, atuao e tica do fisioterapeuta. Espero que os colegas me procurem com suas necessidades e convido os mesmos a estarem bem prximos da nossa gesto.

    sonia Aparecida Manacero Desde a faculdade perteno a orgos representativos da profisso e durante o exercicio da profisso estou atuando no Crefito e outras Associaes

    CONsELHEIrOs EFETIVOs

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    INSTITuCIONAL

    Airton Luis KleinowskiEscolhi participar do Conselho para atuar em prol da insero mais efeti-va do fisioterapeuta acupunturista no SUS

    Cheila Maria schrer Estou fazendo parte do Conselho a convite do presidente Fernando Prati e, por compreender que a minha atuao profissional (que se vincula a rea da educao, para alm da rea da sade)

    pode trazer contribuies as aes para a minha profisso e para a comunidade onde atuo

    Denise Vares seixas Resolvi participar do Conselho para ter uma atuao prxima aos profissionais de fisioterapia e terapia ocupacional, buscando melhores condies de atuao dentro da nossa profisso, divulgando e

    valorizando o trabalho de cada profissional inscrito no Crefito5

    Eduardo Freitas rosa Participar do Crefito sempre foi um sonho. uma oportunidade de direcionar a motivao e o desejo de construir uma profisso solida e reconhecida. O conselho tem condies de buscar aquilo

    que queremos ou se afastar daquilo que no queremos. Disso vem a motivao de aproximar o Crefito5 dos profissionais e nos direcionar para caminhos seguros, com qualidade e revigorando a importncia das nossas profisses.

    Ester Milman Chrempach Participar do Crefito um grande e novo desafio. Aceitei participar pois acredito que o conselho se faz com gente. Gente afim de aproximar e somar conhecimentos, foras, ideias e

    aes em prol do grupo. Esse desafio , antes de ser uma proposta de trabalho, minha forma de ver o mundo e os desafios da vida

    saionara da rosa Wadi Decidi participar desta gesto primeiramente por confiar e acreditar no Dr. Fernando Prati. Outro fator que me incentivou foi o desejo de, juntamente com a equipe, somar na luta

    em promover, aperfeioar, valorizar e aproximar os profissionais fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais do Conselho e da sociedade, mantendo nosso compromisso de metas com atitudes srias e responsveis

    Diego de Farias Diehl Meu objetivo buscar intensificar a promoo das especialidades que at o momento so desconhecidas ou pouco valorizadas pelos profissionais. A partir do momento em que a populao procurar

    por profissionais especialistas nas diversas reas da fisioterapia e da terapia ocupacional, os tratamentos sero mais efetivos e os profissionais sero mais valorizados e procurados pela populao

    CONsELHEIrOs sUPLENTEs

    Colabore com o trabalho do Crefito5!

    Para entrar em contato com o colegiado da gesto aproximar 2014-2018, envie um e-mail para crefito5@crefito5.org.br.

    Acompanhe todas as notcias atravs do site www.crefito5.org.br e da pgina do Conselho no Facebook (www.facebook.com/crefito5)

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    INSTITuCIONAL

    Simples Nacional trar reduo de impostos aos servios de Fisioterapia e Terapia Ocupacional. Cmara dos Deputados e Senado j aprovaram a emenda que enquadra fisioterapeutas no anexo III e reduz alquota de contribuio

    Nos ltimos trs anos, o Coffito, por meio da Comisso de Assuntos Parlamentares (CAP), e em parceria com a FENAFISIO, vem realizando articulaes polticas para inserir o fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional no Simples Nacional, regime de tributao das micro e pequenas empresas, unificando impostos federais, estaduais e municipais.

    No incio de maio foi obtida a primeira vitria incluindo os servios de Fisioterapia e de Terapia Ocupacional no anexo VI. Em junho, durante a votao do Projeto de Lei Complementar n 221/2012, a Cmara dos Deputados aprovou emendas que facilitam o pagamento e asseguram reduo de impostos aos fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais. No incio do ms de julho, o Senado tambm aprovou o projeto, faltando agora apenas a sano da presidncia.

    Apesar de ainda ser necessria a sano presidencial, o presidente do Coffito, Dr. Roberto Mattar Cepeda, est confiante e acredita que o primeiro passo j foi dado: Vencemos a primeira etapa, colocamos a Fisioterapia no anexo III e a Terapia Ocupacional no anexo VI. Agora, vamos para o Senado com absoluta certeza de que temos grandes chances de manter essa deciso e, ainda, tentar incluir tambm a Terapia Ocupacional no anexo III, comemorou.

    Atualmente, existem aproximadamente 20 mil CNPJs que ofertam servios de Fisioterapia, e, portanto, seriam beneficiados pelo Simples Nacional. A incluso do fisioterapeuta no anexo III causar um grande impacto financeiro s clnicas e aos demais servios de Fisioterapia do Brasil e, consequentemente, ao atendimento em sade da populao. Afinal, com a reduo de encargos tributrios, as empresas contaro com um maior capital de giro, que poder ser revertido para qualificao, gerao de empregos, melhoria de equipamentos, atualizao e insero de

    simples Nacional reduz impostos para Fisioterapia e Terapia Ocupacional

    novas tecnologias. Se aprovada, a lei deve entrar em vigor em 2017.

    preciso ressaltar que sem o esforo e o trabalho de toda a categoria, essa vitria no teria sido possvel. Em especial, dos Conselhos Regionais que trabalharam em sua base parlamentar; dos parlamentares que nos apoiaram no projeto; e da parceria com a FENAFISIO, na pessoa da sua presidente, Marlene

    Izidro, que esteve presente em audincias pblicas e em muitas das articulaes com os deputados, inclusive, com o deputado e relator do projeto, Cludio Puty, destacou o presidente do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional.

    Conhea as principais mudanas

    A sesso plenria da Cmara dos Deputados, no dia trs de maio, votou e aprovou emenda do deputado Guilherme Campos, que altera o enquadramento de algumas atividades de servio, a exemplo dos fisioterapeutas, que, no texto original, integravam o anexo VI, com tributao superior ao anexo III. A Fisioterapia passou da tabela de maior valor (VI), criada pelo projeto, para a tabela III, de menor valor dentre as do setor de servios.

    Os terapeutas ocupacionais ficaram inclusos no anexo VI, com previso de reviso em 90 dias, quando o Governo far um estudo para melhor adequao dos enquadramentos das atividades.

    O Simples Nacional (ou Supersimples), um regime tributrio especial que rene o pagamento de seis tributos federais, o ICMS imposto estadual e o ISS municipal. Com ele, o micro e pequeno empresrio recolhe, em uma nica guia, um percentual sobre o faturamento que repassado para a Unio, os governos estaduais e as prefeituras. Atualmente, somente as empresas que faturam at R$ 3,6 milhes por ano podem optar por esse tipo de regime.

    preciso ressaltar que sem o apoio da categoria essa

    vitria no seria possvel(Roberto Mattar Cepeda)

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  • ABRIL/MAIO/JUNHO/2014

    INSTITuCIONAL

    O Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional instituiu, a partir da Resoluo 440/2014, a Poltica Nacional de Refinanciamento de dbito tributrio REFIS no mbito do Sistema Coffito-Crefitos. Os profissionais em dbito com o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 5 Regio podem aderir Poltica Nacional de Refinanciamento de Dvida Tributria (REFIS) at o dia 8 de setembro.

    O REFIS concede iseno de juros a profissionais e pessoas jurdicas devedores de anuidades, taxas, emolumentos e multas, inscritos ou no em dvida ativa, desde que os valores estejam em atraso h mais de dois anos e no ultrapassem R$ 5 mil.

    Na primeira fase do REFIS, at nove de maio, 63 profissionais solicitaram adeso. Estima-se que o Conselho recupere com as negociaes feitas nesse primeiro momento, aproximadamente R$ 70 mil.

    Confira os principais tpicos da resoluo

    Art. 2 O CREFITO divulgar, pelos meios que melhor alcance os profissionais e s pessoas jurdicas, devidamente inscritas, a abertura do prazo para que o devedor de taxas, emolumentos, anuidades e multas inscritas ou no na dvida ativa, possam requerer sua adeso ao Plano Nacional de Refinanciamento, nos termos da presente Resoluo.

    Art. 3 Os dbitos sujeitos a presente Poltica Nacional de REFIS limitam-se aos superiores a 2 (dois) anos de atraso, desde que no ultrapassem o valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais).

    1 O referido dbito poder ser parcelado, a critrio do CREFITO, em at 12 (doze) parcelas mensais e sucessivas, com iseno de juros e correo

    Coffito prorroga prazo para adeso ao rEFIs

    monetria, respeitado o valor mnimo de parcela de R$ 92,50 (noventa e dois reais e cinquenta centavos).

    4 No caso de REFIS realizado em dbitos j ajuizados, o CREFITO promover termo de acordo com confisso de dvida, dotado de fora executiva, com pedido expresso de suspenso do processo de execuo fiscal, pelo perodo do parcelamento requerido.5 No caso de atraso das parcelas, o CREFITO requerer o prosseguimento da execuo fiscal, nos termos do acordo realizado judicialmente, hiptese em que haver a antecipao de todo o dbito e a extino do benefcio de iseno de juros e correo monetria.

    6 No caso de parcelamento de dbito, ainda no ajuizado, mas j inscrito em Dvida Ativa, e havendo inadimplemento quanto ao parcelamento, o CREFITO dever promover a execuo fiscal de todo o dbito confessado e no adimplido, hiptese em que haver a antecipao de todo o dbito e a extino do benefcio de iseno de juros e correo monetria.

    Confira a Resoluo 440 na ntegra no site do Crefito5 (www.crefito5.org.br).

    Fique atento!

    A adeso ao REFIS deve ser solicitada at o dia oito de setembro atravs do formulrio disponvel no site do Crefito5 (www.crefito5.org.br) que deve ser enviado pelo correio ou protocolado pessoalmente na sede do Conselho.

    Caso o dbito esteja em cobrana judicial, a assessoria jurdica encaminhar tambm um termo de parcelamento que dever ser assinado pelo profissional e devolvido ao Crefito5.

    Profissionais e pessoas jurdicas com parcelamento em curso e em dia no se enquadram nos critrios do REFIS.

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  • ABRIL/MAIO/JUNHO/2014

    FISCALIZAO

    Segundo as resolues 424 e 425 do Coffito, proibido aos profissionais de Fisioterapia e Terapia Ocupacional permitir que seu nome conste no quadro de pessoal de qualquer instituio pblica ou privada, ou estabelecimento congnere, similar ou anlogo, sem nele exercer as atividades de fisioterapeuta ou terapeuta ocupacional.

    Fisioterapia: Resoluo Coffito 424/13: Artigo 25 - proibido ao fisioterapeuta:

    VI - permitir, mesmo a ttulo gratuito, que seu nome conste do quadro de pessoal de hospital, casa de sade, ambulatrio, consultrio, clnica, policlnica, escola, curso, entidade desportiva ou qualquer outra instituio, pblica ou privada, ou estabelecimento congnere, similar ou anlogo, sem nele exercer as atividades de fisioterapeuta;

    Terapia Ocupacional: Resoluo Coffito 425/13:Artigo 25 proibido ao terapeuta ocupacional:

    O Crefito5 fiscalizou todos os hospitais de Porto Alegre que fazem uso de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), a fim de identificar possveis irregularidades na oferta de servios

    populao. O Departamento de Fiscalizao do Conselho constatou que em nenhum dos estabelecimentos a resoluo est sendo cumprida. O Crefito5 est fazendo a sua parte encaminhando a denncia para o Ministrio Pblico, j que o descumprimento da RDC7 pode implicar risco sade dos pacientes atendidos nas UTIs.

    Publicada pela Anvisa em fevereiro de 2010, a RDC7 dispe sobre os padres mnimos para funcionamento das Unidades de Terapia Intensiva,

    LEMBrE-sEPara solicitar o reconhecimento de ttulo da sua especialidade veja a documentao necessria no site do Crefito5 e encaminhe para a sede do Conselho ou para uma das Seccionais em Caxias do Sul ou Santa Maria.

    Crefito5 denuncia hospitais de Porto Alegre para o Ministrio Pblico

    trazendo como principais alteraes Fisioterapia e Terapia Ocupacional as seguintes determinaes:

    - No mnimo um fisioterapeuta para cada dez leitos;- UTIs com profissionais para atendimento exclusivo de fisioterapia nos trs turnos, inclusive nos finais de semana, totalizando 18 horas dirias de atuao;- Fisioterapeuta coordenador com ttulo de especialidade em terapia intensiva ou rea afim, reconhecido pelo Coffito;- Assistncia de um terapeuta ocupacional na UTI adulta e peditrica.

    Profissionais precisam ficar atentos ao uso indevido de seus nomes pelas instituies

    VII - permitir, mesmo a ttulo gratuito, que seu nome conste do quadro de pessoal de unidades ou programas de sade, de assistncia social, dos de estabelecimentos de sade e de assistncia social, como hospital, ambulatrio, consultrio, clnica, policlnica, centros de referncia de assistncia social, escola, curso, sociedades civis de direito privado, entidade desportiva, ou qualquer outra instituio pblica ou privada ou estabelecimento congnere similar ou anlogo, sem nele exercer as atividades de terapeuta ocupacional.

    Os profissionais que no seguirem essa determinao esto sujeitos a encaminhamento de processo tico pelo Conselho.

    Para evitar esse tipo de transtorno, o profissional pode verificar a sua situao no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Sade (CNES) entrando no site www.cnes.datasus.gov.br e, caso seja necessrio, alterar os dados do cadastro.

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  • ABRIL/MAIO/JUNHO/2014

    FISCALIZAO

    DEFIs ALErTA cumprir os dispositivos legais que regem o exerccio da fisioterapia e da terapia ocupacional fazem bem tica e carreira profissional.

    Receba o fiscal do Crefito5 adequadamente, afinal ele uma autoridade no cumprimento da Lei. Lembre-se que a fiscalizao existe para garantir o bom exerccio das profisses, portanto, aproveite

    para tirar dvidas e descobrir se voc atua de acordo com a legislao.

    Em caso de dvidas entre em contato com o Departamento de Fiscalizaopelo telefone 51 33346586 ou pelo e-mail defis@crefito5.org.br

    Carga Horria

    Muitas dvidas tm surgido no Departamento de Fiscalizao questionando sobre a quantidade de horas que os profissionais de Fisioterapia e Terapia Ocupacional podem trabalhar e se existe alguma legislao sobre o assunto.

    Segundo o Art. 1 da Lei 8.856, de 1 de Maro de 1994, os profissionais Fisioterapeuta e Terapeuta Ocupacional ficaro sujeitos prestao mxima de 30 horas semanais de trabalho.

    Contudo, tratando-se de servidores j no exerccio da atividade pblica com mais de 30 horas

    Estgios

    O Crefito5 informa que em breve sero confeccionados os crachs de identificao para estgios no obrigatrio de fisioterapia. De acordo com a resoluo 432 do COFFITO que trata sobre este assunto, o estudante deve estar cursando estgio obrigatrio e matriculado a partir do penltimo ano do curso.

    Fique atento ao site e aos e-mails enviados pelo Conselho para ficar ciente do prazo para adequao resoluo.

    semanais, considera-se direito de carter individual a pretenso para adequao legislao, o que retira a competncia legal do Conselho para a defesa dos interesses dos profissionais.

    Neste caso, assim como no mbito privado, caber a cada um dos servidores pleitear que a entidade contratante faa os ajustes na carga horria administrativa e, se necessrio, judicialmente, mediante a utilizao da assistncia gratuita da Defensoria Pblica ou da contratao de advogado. O risco do xito ser inerente discusso judicial, ficando sob o plio do Poder Judicirio a definio do processo.

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  • ABRIL/MAIO/JUNHO/2014

    ASSOCIAES

    AFIsMAssociao dos Fisioterapeutas de santa Maria e regio

    A AFISM foi fundada em 24 de maro de 2000. Surgiu da iniciativa de um grupo de Fisioterapeutas da cidade que visavam fortalecer e unir a classe, proporcionando ao profissional mais credibilidade e segurana.

    uma entidade civil, sem fins lucrativos com sede em Santa Maria - RS atuando tambm em So Sep, So Pedro do Sul, So Joo do Polsine, Faxinal do Soturno, Dona Francisca, Restinga Seca, Agudo, Formigueiro, Silveira Martins, Nova Palma e Itaara.

    A Associao tem por objetivo incentivar a luta pela formao de uma conscincia profissional para o fortalecimento da classe, aproximao dos profissionais ao Conselho, promover a atualizao tcnico-cientfica ao profissional, alm de apoiar nas lutas pelo reconhecimento e pela dignidade do nosso trabalho.

    Visando sempre um trabalho ativo, so estabelecidas metas, as quais muitas j foram ou esto sendo colocadas em prtica como: atualizaes cientficas, divulgao e valorizao do trabalho do Fisioterapeuta, campanhas publicitrias, palestras gratuitas inter e

    multidisciplinar, convnios em estabelecimentos comerciais com descontos para os associados, um curso gratuito por ano para associados e descontos para associados nos eventos da AFISM, encontros de confraternizao buscando a integrao, amizade e dilogos entre colegas, reunies peridicas abertas aos fisioterapeutas associados e no associados.

    Estamos sempre buscando atuar o mais prximo dos Fisioterapeutas e acadmicos, para juntos alcanarmos nossos objetivos e lutar cada dia mais pela valorizao e tica profissional.

    Nestes 14 anos de histria da AFISM, por muitas ve-zes pensamos: Ser que vale a apena continuar? Pelo que estamos lutando? Por quem estamos lutando? Estes momentos de questionamentos houveram sim, porm encontramos a certeza de que vale a pena continuar, mesmo com poucos em alguns momen-tos.

    Acreditamos que o amor pela profisso e o orgulho de ser Fisioterapeuta vale os esforos e nos motivam a continuar esta caminhada.

    Chega um momento em que devemos comear pensar no coletivo e concluir que o resultado do trabalho em conjunto se torna maior, pois juntos seremos fortes e chegaremos mais longe.

    Todas as notcias sobre as associaes esto disponveis no site do Crefito5 (www.crefito5.org.br).Para mais informaes e contato com as associaes, acesse o link entidades representativas.

    Entre em contato com a AFIsM:Telefone: 55 3226.9085 55 9931.1175 / 55 9964.6683E-mail: afismrs@yahoo.com.brSite: www.afism.com.br

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  • ASSOCIAES

    ACTOrGsAssociao Cultural dos Terapeutas Ocupacionais

    do rio Grande do sul

    O contedo desta seo eviado pelas entidades, no sendo de responsabilidade do Crefito5. Associaes interessadas em colaborar podem enviar e-mail para jornalista@crefito5.org.br.

    A Associao Cultural dos Terapeutas do Rio Grande do Sul (ACTORGS) tem por finalidade promover, coletivamente, aes culturais e cientficas com o objetivo de gerar maior visibilidade do profissional Terapeuta Ocupacional, alm de conhecimento tcnico-cientfico e, com isto, propiciar um dilogo entre os profissionais e as universidades, atravs de eventos, jornadas, cursos e fruns.

    Em abril desse ano, a nova gesto 2014/2016 da ACTORGS assumiu, firmando o compromisso de dar continuidade com a proposta de uma gesto descentralizada e compartilhada. Esperamos que, durante nossa gesto possamos estabelecer aes efetivas e de sucesso com a participao e colaborao da categoria em prol de uma profisso e do reconhecimento e valorizao da Terapia Ocupacional, afirma a presidente Vera Lucy.

    Promover eventos e discusses pertinentes atual situao profissional, incentivando os profissionais e acadmicos a apropriarem-se e participarem de forma efetiva da Associao como uma oportunidade de fortalecimento da classe, atravs das trocas de experincias, cursos, encontros e debates, so premissas da nova gesto que iniciou os trabalhos em abril. Prova disso que em maio j realizaram um bate papo com a colega do Chile Erna Navarrete. Que contou com a presena de aproximadamente 20 pessoas, entre profissionais e acadmicos.

    Alm disso, a programao conta com a organizao de eventos como o II Frum Sul Brasileiro, o III Encontro de docentes do RS e a XIII Jornada Gacha de Terapia Ocupacional. Hoje a associao possui 127 scios e pretende ampliar esse nmero, lanando como metas principais:

    Manter a parceria com as Entidades de Classe (CREFITO/5; ABRATO e as IES); Promover eventos (XIII Jornada, Seminrios, cursos); Promover a visibilidade profissional; Ampliar o patrimnio da associao;

    Fazer convnios de desconto em eventos, farmcia, cinemas, lojas e clnicas; Reativar a biblioteca adquirindo novos exemplares; Manter e fortalecer as atividades dos GTs (estudantes e dos docentes); Retomar os encontros mensais dos Terapeutas Ocupacionais, em SM e Porto Alegre; Realizar o II Frum Sul Brasileiro de Terapia Ocupacional juntamente com as demais entidades de classe e das IES (RS, SC e PR), em 2014 na cidade de Santa Maria; Articular com hospital escola, clnicas e universidades visitas tcnicas dos profissionais e acadmicos do ltimo semestre do curso, com possibilidade de acompanhar os hounds (para associados).

    Entre em contato com a ACTOrGs:E-mail: actorgs@gmail.com

  • ABRIL/MAIO/JUNHO/2014

    SOCIAL

    sonafe capacita fisioterapeutas para voluntariado durante as Olimpadas

    Depois da Copa do Mundo de 2014, o Brasil ser novamente palco de uma competio internacional. O Rio de Janeiro recebe em 2016 os Jogos Olmpicos e Paralmpicos, eventos que renem milhares de atletas de quase todas as naes.

    O crescimento destes eventos esportivos tem criado inmeros desafios que constituem uma excelente oportunidade para promoo da cidade sede a um nvel mundial, j que demandam organizao, planejamento e desempenho de alto nvel das equipes.

    Os atletas olmpicos e paralmpicos contam com profissionais mdicos, fisioterapeutas, nutricionistas, psiclogos, enfermeiros e educadores fsicos altamente especializados nas reas de biomecnica, fisiologia, engenharia, treinamento esportivo, reabilitao, entre outros para superarem marcas jamais alcanadas, chegarem a vitrias e ultrapassarem recordes.

    Programa de capacitao profissional

    Fase I Organizao do contedo programtico mnimo16 experts em Terapia Manual, Eletrotermofototerapia, Bandagem funcional e Atendimento Emergencial no Esporte Suporte Bsico e Trauma definiram os contedos a serem ministrados aos voluntrios recrutados.

    Fase II Formao da equipe de refernciaQuatro experts que atuaram na primeira fase ministraram o curso de capacitao para 52 fisioterapeutas de todo o Brasil, com experincia comprovada no esporte e facilidade para ministrar cursos de treinamentos em fisioterapia esportiva.

    Visando a segurana e integridade fsica do atleta, a fisioterapia esportiva atua em todas as fases de treinamento olmpico e paralmpico para garantir resultados funcionais positivos.

    Na busca da melhor capacidade fsica do atleta o pas sede dos Jogos Olmpicos e Paralmpicos deve fornecer fisioterapeutas capacitados a lidar com as especificidades do esporte e dinmica da competio.

    Para isto, a Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva (SONAFE) desenvolveu o Projeto de Capacitao e Padronizao de Fisioterapeutas para atuao nos Jogos Olmpicos e Paralmpicos do Rio de Janeiro, que visa oferecer treinamento e atualizao aos graduados at maro de 2015. O objetivo oferecer servios de fisioterapia de alta qualidade, com resultados positivos para atletas e equipes. Esses profissionais estaro habilitados para atuarem como voluntrios durante o evento esportivo.

    Fase III Capacitao nvel bsico Os 52 profissionais capacitados na fase anterior ministraro cursos de formao a todos os fisioterapeutas do Brasil que se interessem em atuar como voluntrios. Esta fase ter incio em agosto de 2014 e finalizao prevista para julho de 2015.

    Fase IV Capacitao nvel avanado Dos 52 fisioterapeutas que compe a equipe de referncia, 30 participaro de um curso de formao avanado promovido pelo Comit Olmpico Internacional. Depois, iro treinar a equipe de voluntrios formada. Esta fase se inicia a partir de julho de 2015.

    Para conferir o calendrio e se inscrever para participar do projeto de capacitao de voluntrios para as olimpadas e paralimpadas do Rio em 2016 basta acessar o site da Sonafe Brasil (www.sonafe.org.br) ou a pgina no Facebook (www.facebook.com.br/sonafeBrasil).

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  • ABRIL/MAIO/JUNHO/2014

    COFFITO

    Coffito mostra importncia da Fisioterapia e daTerapia Ocupacional no CONAsEMs

    Mostrar a importncia do trabalho desenvolvido por fisioterapeutas e por terapeutas ocupacionais e auxiliar gestores pblicos na insero da Fisioterapia e da Terapia Ocupacional, por meio de polticas pblicas nos municpios, foram as estratgias adotadas pelo Coffito durante o XXX Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Sade (Conasems) e o XI Congresso Brasileiro de Sade, Cultura de Paz e No Violncia, realizados de 1 a 4 de junho, na cidade de Serra, Esprito Santo, que receberam cerca de 5 mil visitantes.

    O Coffito, apoiado pelos Conselhos Regionais, levou profissionais de todo o Brasil para contextualizar e exemplificar a amplitude das profisses de Fisioterapia e de Terapia Ocupacional. Ainda que muitos gestores pouco conhecessem o trabalho das duas profisses, pde-se constatar que o Plano Viver Sem Limites j era realidade em alguns municpios e destacou-se um deles em que havia uma gestora fisioterapeuta.

    Durante o evento, foi realizado cadastro com nome e contato dos gestores que visitaram o estande. A partir desse cadastro, foram enviados pelo Conselho Federal materiais que visam subsidiar a incluso do fisioterapeuta e do terapeuta ocupacional no Ncleo de Apoio Sade da Famlia (Nasf) do Governo Federal.

    Fisioterapia

    Para a coordenadora de Fisioterapia do Conasems e conselheira do Coffito, Elineth da Conceio da S. Braga, a ao serviu para ressaltar que o atendimento de Fisioterapia no est restrito ao setor tercirio, ou seja, recuperao. Segundo ela, em conversa com os gestores, parte do trabalho direcionado atuao do fisioterapeuta na preveno.

    De acordo com Elineth, cabe ressaltar que neste ano j foi possvel constatar resultados do trabalho de divulgao das profisses junto aos gestores, pois alguns secretrios de sade mencionaram que, aps orientaes do Coffito em edies anteriores do Conasems, conseguiram inserir fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais em seus municpios.

    Para demonstrar as especialidades da Fisioterapia, quem passou pelo estande recebeu atendimento em osteopatia, orientaes sobre postura no ambiente de trabalho e tratamentos da rea dermatofuncional.

    Terapia Ocupacional

    A Terapia Ocupacional aproveitou o espao para mostrar o trabalho com as tecnologias assistidas e adaptaes. De acordo com a coordenadora da Terapia Ocupacional e vice-presidente do Coffito, Luziana Maranho, durante o evento, os gestores puderam vivenciar novas experincias, por meio da simulao de uma incapacidade. Imobilizamos o brao dominante com uma tipoia e ensinamos, com adaptaes, o retorno s atividades cotidianas, tanto na parte de alimentao como na de higiene pessoal. Por meio das Atividades de Vida Diria, enfatizamos a importncia do trabalho da Terapia Ocupacional, destacou.

    Foi possvel perceber que existe grande trabalho referente Terapia Ocupacional, seja na divulgao da profisso, seja na pouca oferta de terapeutas ocupacionais em todo o pas.

    No estande, os terapeutas ocupacionais aplicaram testes cognitivos, de memria e voltados ao desempenho na rea de sade do trabalhador, tendo significativa adeso dos participantes do evento.

    Agradecimento

    O apoio do Sistema, que nos auxiliou no envio de profissionais e materiais de divulgao, e a unio das categorias contriburam imensamente para o sucesso de mais esta edio do Conasems. Nosso estande foi visitado por gestores e secretrios municipais de sade de todo o Brasil; as especialidades das nossas profisses esto sendo reconhecidas nacionalmente, enfatizou o presidente do Coffito, Roberto Cepeda.

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  • ABRIL/MAIO/JUNHO/2014

    COFFITO

    Grupo de Trabalho discutir reas de atuao profissional da Fisioterapia e da Educao Fsica

    No dia 16 de junho, o COFFITO e o Conselho Federal de Educao Fsica (CONFEF) se reuniram e criaram o Grupo de Trabalho (GT) que vai estudar e avaliar as divergncias e convergncias entre as profisses de Fisioterapia e Educao Fsica.

    As profisses regulamentadas, em sua atuao, encontram barreiras no que concerne competncia e atribuio de cada profissional. Para discutir o assunto, estiveram presentes os representantes do COFFITO, Dr. Roberto Mattar Cepeda, presidente do Conselho, Dr. Cssio Fernando da Silva, diretor-secretrio, Dr. Wilen Heil e Silva, diretor-tesoureiro; alm dos representantes do CONFEF, Dr. Jorge Steinhilber, presidente, e Dr. Odir de Souza Carmo, profissional de Educao Fsica.

    Apesar de, por vezes, utilizarem o mesmo mtodo, o objetivo das duas reas distinto. A fim de resolver esse impasse e proteger a sociedade, os Conselhos Federais optaram pela criao de GT que permitir amplitude em relao ao conhecimento das profisses

    e as diferenas na atuao de cada uma, fazendo com que, a partir disso, seja possvel definir a utilizao de mtodos e tcnicas comuns, a exemplo da ginstica laboral, do pilates, do atendimento em grupo e da hidroterapia.

    De acordo com presidente do COFFITO, entre os benefcios dessa ao esto a criao de minutas de resolues conjuntas, o resguardo atuao individual de cada profissional e a proteo sociedade, principal atribuio dos Conselhos. Esse grupo servir para que a

    Fisioterapia e a Educao Fsica possam se conhecer melhor, saber suas atribuies especficas e suas formas de atendimentos e procedimentos prprios. Por meio desse grupo, poderemos avaliar mtodo a mtodo e, a partir desse estudo, entender e legislar sobre as nossas diferenas. Queremos, com esse trabalho, garantir o exerccio pleno e legtimo das nossas prerrogativas profissionais, em benefcio da populao, completou o Dr. Roberto Cepeda.

    Portal gratuito de novidades cientficas

    O Sistema Coffito/Crefitos participou da construo do Portal sade Baseada em Evidncias do Governo Federal. O portal uma grande base de dados resultante da coleta e

    organizao de diversas fontes de pesquisa.

    Como o prprio nome anuncia se tratam de evidncias, dados seguros, publicaes e artigos constantemente atualizados que subsidiam a prtica com avanada produo terica compilada no portal.

    L voc encontra:- Estudos internacionais

    - Ferramentas estatsticas- 200 livros online em portugus- Dados e informaes atualizadas para auxlio tomada de decises, tratamentos e procedimentos de emergncia

    Participar e incentivar seu uso reiterar o compromisso de todos os profissionais de Fisioterapia e Terapia Ocupacional com a melhoria dos servios de sade por meio do aprimoramento cientfico.

    O Portal est disponvel no endereo eletrnicohttp://aplicacao.periodicos.saude.gov.br. Mais informaes sobre como acessar o portal voc encontra no site do Crefito5 (www.crefito5.org.br).

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  • ABRIL/MAIO/JUNHO/2014

    NOTCIAS

    01/04/2014

    Crefito5 fiscaliza estdio Beira rioNa manh de hoje (01/04), fiscais do Crefito5 fizeram uma visita s dependncias do Estdio Beira Rio para fiscalizar os servios de fisioterapia oferecidos aos jogadores do clube que receber cinco jogos da Copa do Mundo.

    A ao faz parte da Semana de Fiscalizao Conjunta dos Conselhos Regionais e Ordens das Profisses Regulamentadas do Rio Grande do Sul, promovida pelo Frum dos Conselhos

    Profissionais do Estado (Frum-RS), que rene mais de 20 entidades. O objetivo principal da ao orientar e fiscalizar os diversos estabelecimentos que estaro oferecendo servios durante o evento mundial.

    A ao conjunta tambm busca esclarecer a populao em geral sobre a importncia das entidades profissionais (Conselhos e Ordens),

    cujo objetivo primordial orientar, disciplinar e fiscalizar o exerccio legal das profisses, garantindo a qualidade dos servios oferecidos sociedade.

    04/04/2014

    Fiscais do Crefito5 visitam 22 estabelecimentos durante semana de ao conjunta

    O Departamento de Fiscalizao do Crefito5 juntou-se ao conjunta dos Conselhos Regionais e Ordens das Profisses Regulamentadas do Rio Grande do Sul que aconteceu durante toda a semana.

    A ao foi promovida pelo Frum dos Conselhos Profissionais do Rio Grande do Sul (Frum-RS), que rene

    mais de 20 entidades, visando no s a fiscalizao dos servios que sero prestados por diversos

    estabelecimentos durante a Copa do Mundo, mas a orientao da populao para a importncia das entidades profissionais (Conselhos e Ordens), cujo objetivo principal orientar, disciplinar e fiscalizar o exerccio legal das profisses, garantindo a qualidade dos servios oferecidos sociedade.

    Durante toda a semana, a equipe de fiscais do Crefito5 visitou estabelecimentos que prestam servios de fisioterapia populao. Dentre os locais fiscalizados esto postos de sade, estdios de futebol e ginsios, hospitais, unidades de pronto atendimento, empresas de nibus, entre outros. Das 22 fiscalizaes, apenas cinco locais receberam notificaes.

    Leia mais notcias no site do Crefito5!Acesse www.crefito5.org.br

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  • ABRIL/MAIO/JUNHO/2014

    NOTCIAS

    07/04/2014

    Mais de mil estabelecimentos de Porto Alegre recebem fiscalizaes visando a Copa

    A ao conjunta de fiscalizao e orientao dos Conselhos Profissionais a estabelecimentos que prestaro servios durante a Copa do Mundo superou a meta de mil visitas em uma semana (31/3 a 4/4). Foram 1.311 fiscalizaes

    simultneas dos Conselhos em restaurantes, hospitais, clnicas, drogarias, obras civis, estdios de futebol, hotis, entre outros empreendimentos localizados em Porto Alegre. O objetivo da iniciativa, indita na cidade, foi sensibilizar profissionais e empresas para oferecer ao turista e populao a segurana necessria nos servios prestados durante o campeonato mundial. A ao conjunta, promovida pelo Frum dos Conselhos Profissionais do Rio Grande do Sul (Frum-RS), reuniu as equipes de fiscalizao de 18 Conselhos.

    Estabelecimentos autuados

    Os locais que receberam o maior nmero de Conselhos na mesma visita foram hospitais, hotis, estdios de futebol, Unidade de Pronto Atendimento (UPA), em fiscalizaes durante o dia e tambm noite. Apesar de a ao ter como focos a orientao e a sensibilizao, locais que no estavam de acordo com as exigncias legais das profisses receberam notificaes e autuaes. Das 1.311 fiscalizaes, 244 (19%) apresentaram algum tipo de irregularidade, como exerccio ilegal, falta de registro, ausncia de responsvel tcnico, no atendimento s exigncias sanitrias ou defesa do consumidor.

    O coordenador do Grupo de Agentes Fiscais (GAF) do Frum-RS, verton Borges, destaca que a ao conjunta, indita no Brasil, superou as metas estabelecidas e demonstrou a capacidade de organizao e trabalho conjunto dos Conselhos de fiscalizao profissional. Ele tambm ressaltou que os estabelecimentos receberam orientaes para corrigir as irregularidades de forma total, no apenas para os turistas, mas para toda a populao. verton lembra ainda que esta iniciativa dever ser novamente realizada, de forma ampliada, com aes conjuntas incluindo rgos de defesa do consumidor.

    Defesa da sociedade

    A ao conjunta tambm visou esclarecer s empresas e profissionais sobre a importncia e os objetivos dos Conselhos de profisses regulamentadas, como rgo orientador, disciplinador e fiscalizador do exerccio legal das profisses. Com base nesses princpios, busca defender a sociedade e garantir o atendimento qualificado, por meio de profissionais habilitados.

    Promoo: Frum dos Conselhos Profissionais do Rio Grande do Sul (Frum/RS) formado pelos Conselhos Regionais de Administrao, Arquitetura e Urbanismo, Biblioteconomia, Biologia, Biomedicina, Contabilidade, Corretores de Imveis, Economia, Educao Fsica, Estatstica. Enfermagem, Engenharia e Agronomia, Farmcia, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia, Medicina Veterinria, Nutricionistas, Odontologia, Qumica, Relaes Pblicas, Representantes Comerciais, Servio Social, Ordem dos Advogados do Brasil e Ordem dos Msicos do Brasil.

    resultados da semana de Fiscalizao Conjunta do Frum dos Conselhos Profissionais do rio Grande do sul:

    - 18 Conselhos participantes- Diversos tipos de estabelecimentos fiscalizados (bares, hotis, restaurantes, hotis, estdios, hospitais, postos de sade...)- 1.311 fiscalizaes- 244 autuaes

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  • ABRIL/MAIO/JUNHO/2014

    NOTCIAS

    07/04/2014

    Parque Farroupilha recebe evento alusivo aoDia Mundial da sade

    Para comemorar o Dia Mundial da Sade, celebrado no dia 7 de abril, a Secretaria Estadual da Sade, em conjunto com a Secretaria Municipal de Sade de POA, Conselho Estadual de Sade-CES, Frum dos Conselhos Profissionais e Sistema Fecomrcio-RS/Sesc promoveram nesse domingo (06/04), atividades no Parque Farroupilha.

    O objetivo do evento foi promover a sade com aes de sensibilizao da comunidade ao difundir a prtica de atividades fsicas, contribuindo para a construo de hbitos de vida saudveis, ressaltando a importncia do cuidado integral no cotidiano, alm de fortalecer e divulgar os direitos dos cidados usurios do Sistema nico de

    Sade (SUS). Este ano, o evento buscou um conceito ampliado de que sade o estado de completo bem-estar fsico, mental e social e no apenas a ausncia

    de doena.

    O Crefito5 esteve presente juntamente com outros conselhos da rea da sade, levando informaes populao sobre a importncia da atuao dos Conselhos para garantir servios de qualidade para a sociedade.

    Das 10h s 16h, a populao teve a oportunidade de participar de rodas de conversas sobre diversos assuntos ligados sade, assistir esquetes e apresentaes nopalco principal, e fazer aulas prticas de ginstica, dana, alongamento e outras modalidades.

    10/04/2014

    Comisso de seguridade social e Famlia acata sugesto de rejeitar novo PL do Ato Mdico

    O Sistema COFFITO/CREFITOs esteve presente na sesso de ontem (09) da Comisso de Seguridade Social e Famlia (CSFF) na Cmara dos Deputado, quando foi sugerida pelo Deputado Eleuses Paiva (PSD-SP) a rejeio do PL 6126/13 , conhecido por Novo Ato Mdico.

    Em sua fala, o deputado solicitou CSFF que nomeie um relator para propor a rejeio do PL, alm de cancelar o seminrio previsto pela Comisso para debater o projeto. Entendemos que a rejeio do PL unanimidade entre as profisses de sade, j que o projeto, no momento atual, no interessa a nenhuma das partes, afirmou.

    O presidente da CSFF acatou as sugestes e prometeu designar o relator para propor sua rejeio e arquivamento, alm de cancelar o Seminrio.

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  • ABRIL/MAIO/JUNHO/2014

    NOTCIAS

    10/04/2014

    Aprovada Lei que exige registro profissional em concursos pblicos

    A Assemblia Legislativa aprovou o Projeto de Lei 245/2014, de autoria do deputado Carlos Gomes (PRB), exigindo, em concursos pblicos no Rio Grande do Sul, o registro nos respectivos Conselhos profissionais, quando a vaga for para cargo que exera prerrogativas de profisses regulamentadas. Excetuam-se da obrigatoriedade prevista os cargos que tm impedimento de vnculo com rgo de classe, estabelecido em lei ou estatuto que regulamente a atividade.

    De acordo com Gomes, a deciso beneficia no s os trabalhadores, mas toda a sociedade. Os Conselhos so rgos fiscalizadores e mantenedores da qualidade profissional. A exigncia do registro profissional dotar a sociedade de mecanismos de defesa contra a prtica leiga e irresponsvel, sustentou.

    A proposio recebeu apoio dos Conselhos profissionais desde 2011, quando foi apresentada no Legislativo gacho.

    24/04/2014

    Encontro rene Conselhos e Ordens da regio sulAconteceu hoje (24) a primeira edio do Encontro dos Conselhos e Ordens Regulamentadas da Regio Sul. Mais de 100 integrantes de 23 entidades,

    entre funcionrios, fiscais, diretores, assessores e conselheiros, participaram do evento. A iniciativa foi promovida pela Cmara de Defesa da Sociedade do Frum-RS, formada por nove conselhos.

    O encontro teve como misso instrumentalizar, informar e debater sobre temas relevantes realidade dos conselhos das profisses regulamentadas, como o Regime Jurdico nico, a atuao do TCU junto aos conselhos e s aes de fiscalizao, controles e padronizao de fiscalizao dos conselhos federais.

    O Presidente do Frum RS, Flvio Koch, ressaltou a importncia da aproximao e a troca de informaes entre os conselhos com o intuito de proteger a sociedade. Segundo a coordenadora da Cmara de

    Defesa da Sociedade, Miriam da Silva, a proposta do encontro fortalecer as relaes institucionais e preparar os conselhos para oferecer transparncia, eficcia e justia.

    Na cerimnia de abertura estiveram presentes: Angelo Bozzetto, assessor jurdico do CRCRS; Cludio Thomas, secretrio de controle externo do Tribunal de Contas da Unio/RS; Jos Augusto Viana Neto, presidente do CRECI-SP e Coordenador o Frum Nacional dos Conselhos; Flvio Koch, presidente do Frum dos Conselhos e Ordens das Profisses Regulamentadas do RS; Professor Garcia, presidente da Cmara de Vereadores de Porto Alegre; Cludio Lamachia, vice presidente da OAB/Nacional; Miriam da Silva, coordenadora da CDS, e Everton Borges, coordenador do GAF.

    Promoo: Cmara de Defesa da Sociedade do Frum dos Conselhos e Ordens das Profisses Regulamentadas do RS, formada pelos Conselhos Regionais de Fonoaudiologia, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Nutrio, Engenharia e Agronomia, Biomedicina, Contabilidade, Administrao, Corretores de Imveis e Medicina Veterinria.

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  • ABRIL/MAIO/JUNHO/2014

    NOTCIAS

    11/04/2014

    Crefito5 recebe reunio nacional dos Procuradores Jurdicos do sistema Coffito/Crefitos

    Os Procuradores Jurdicos do Sistema COFFITO/CREFITOS reuniram-se na ltima quarta-feira (09) na sede do Crefito5 para discutir assuntos de interesse dos profissionais de Fisioterapia e Terapia Ocupacional.

    Na pauta contaram temas como a Resoluo COFFITO 440/2014 que trata do Refinanciamento; o arcabouo jurdico para aes do DEFIS; acupuntura; parmetros assistncias entre outros.

    22/04/2014

    Delegada do Crefito5 participa do 11 Congresso Internacional da rede Unida

    O 11 Congresso Internacional da Rede Unida, realizado em Fortaleza, de 10 a 13 de abril, teve como tema central: Girar Vida, Polticas e Existncias: a delicadeza da Educao e do Trabalho no cotidiano do SUS. O Crefito5 foi representado pela delegada Themis de Carvalho que apresentou em Rodas de Conversa 3 trabalhos e tambm fez parte da Comisso organizadora do evento como parecerista e organizadora das Oficinas de Programao.

    O congresso contribuiu com porpostas para os processos de mudana na formao e desenvolvimento de profissionais da rea da sade, bem como na transformao do modelo de ateno sade e na busca da consolidao do Sistema nico de Sade em seus princpios e diretrizes.

    Participaram gestores, profissionais, estudantes, representantes de movimentos sociais e populares que intensificaram o dilogo, reafirmando a defesa

    da sade como direito universal de cidadania e da democracia como princpio de uma sociedade justa e solidria. Foram debatidos assuntos como a gesto pblica, a gesto do trabalho e a gesto municipal em dilogo com os processos de formao, as relaes

    interfederativas, os processos de ruptura em curso e a estrutura de poder com seus dispositivos meritocrticos.

    Segundo Themis, participar deste evento foi muito proveitoso e enriquecedor. Permitiu muita troca de experincias e aquisio de novos conhecimentos, imprescindveis para atuar

    como docente, pesquisadora e extensionista, afirma.

    Foram quatro dias de programao diversificada envolvendo mais de 100 tvolas, 219 rodas de conversa, quatro fruns internacionais, 38 oficinas, entre outras atividades. O evento reuniu mais de seis mil congressistas, 60 convidados internacionais e mais de 400 conferencistas brasileiros.

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  • ABRIL/MAIO/JUNHO/2014

    NOTCIAS

    10/06/2014

    Justia determina que Estado construa rampa em ginsio

    A Juza Andreia Terre Amaral, da 3 Vara da Fazenda Pblica de Porto Alegre, proferiu sentena determinando que o Estado deve realizar as obras de acessibilidade ao segundo andar no Centro Estadual de Treinamento no prazo de 06 meses, sob pena de multa de R$1.000,00 por dia de descumprimento aps esse prazo.

    A sentena foi prolatada no processo n. 001/1.11.0014648-3, ajuizado pela RS PARADESPORTO contra a FUNDERGS, em dezembro de 2010, questionando a falta de acessibilidade do Ginsio do Complexo do CETE.

    Luiz Portinho, Presidente da RS Paradesporto, Associao sem fins lucrativos que tem como objetivo transformar a pessoa com deficincia em protagonista na sociedade e fomentar prticas de desporto paraolmpico, salientou a importncia da vitria. Desde 2008 tentvamos uma soluo

    para a falta de acessibilidade com o Poder Pblico, mas nossos reclamos no foram atendidos; por isso a opo pela via judicial, declarou Portinho. O Ginsio possua diversas atividades no segundo piso e as pessoas com deficincia sempre foram privadas de sua utilizao.

    A partir de 2010 foi realizada reforma em toda estrutura do Complexo do CETE, com milhes de reais investidos e, mesmo com todas as solicitaes da Associao, a questo da acessibilidade no foi respeitada.

    27/06/2014

    Brasileiro faz parte da comisso tcnica do Mxico

    O sotaque ainda conserva alguns traos de carioqus, mas j tem uma pitada de tacos e tequila. O fisioterapeuta da seleo mexicana, Carlos Henrique Peanha, nasceu no Rio de Janeiro, mas passou 21 de seus 49 anos morando e trabalhando no Mxico.

    Morador de Puebla distante cerca de 130 km da capital Cidade do Mxico e coordenador de uma clnica de fisioterapia, ele foi convidado para integrar a seleo principal em 2007, pelo ex-jogador e

    ento tcnico Hugo Snchez.

    Eu no o conhecia pessoalmente, nunca havamos nos falado. Ele uma lenda no Mxico e me ligou, disse que meu trabalho era bom e fez o convite para que eu me juntasse seleo Aceitei e j se passaram sete anos desde a conversa, disse Peanha.

    Hoje, ele o responsvel por colocar o fsico de Chicharito, Giovani dos Santos, Peralta e de todos os jogadores em dia. O trabalho dele reconhecido e at mudou alguns paradigmas sobre a profisso no Mxico.

    O fisioterapeuta era visto como um massagista com um pouco mais de status. Os mexicanos s colocavam gelo nos atletas e esperavam que o tratamento desse certo. Eu implantei algumas coisas no sistema e fui ganhando meu espao com o passar do tempo, conta.

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  • ABRIL/MAIO/JUNHO/2014

    NOTCIAS

    20/06/2014

    Atacante uruguaio dedica gol a fisioterapeuta em jogo da Copa do Mundo

    Autor dos gols que garantiram a vitria do Uruguai sobre a Inglaterra por 2 a 1 nesta quinta-feira (19), o atacante Luis Surez correu para abraar o fisioterapeuta da seleo, Walter Ferreira, assim que marcou seu primeiro gol na Copa do Mundo de 2014.

    Surez passou por uma cirurgia no joelho esquerdo 21 dias antes da abertura da competio, ficou um ms sem jogar e voltou nesta quinta-feira, no Itaquero. Aps a partida, o camisa nove agradeceu ao responsvel pelo trabalho

    de recuperao dedicando seu primeiro gol ao fisioterapeuta.

    Ao comentar o porqu da dedicatria, Surez destacou a importncia do tratamento para seu retorno aos gramados. Sofri muito nesse ltimo ms com a leso, mas tinha certeza de que tudo daria certo. Se no fosse por ele [Walter Ferreira], eu no estaria aqui. Isso 90% dele, declarou o atacante da seleo uruguaia, que atua no Liverpool, da Inglaterra.

    A participao de Surez na Copa de 2014 chegou a ser considerada improvvel. O fisioterapeuta Walter Ferreira, no entanto, afirmou desde o incio da recuperao que o craque estaria em forma j na primeira fase do mundial. Conhecido no Uruguai pelo apelido de Manosanta (Mo Santa), Ferreira ganhou fama internacional ao tratar os jogadores Diego Forln, Rubn Sosa e Paolo Montero.

    27/06/2014

    Msica faz idosa com Parkinson voltar a caminhar e danar

    A britnica Christine Reeve, de 73 anos, sofre de Parkinson h oito anos. S recentemente, no entanto, descobriu que capaz de andar e at danar com naturalidade ao ouvir certos tipos de msica algo que achava que nunca mais seria capaz de fazer. A principal Tiger Feet dos Mud, um clssico dos anos 70.

    A descoberta ocorreu quando comentou com o fisioterapeuta que queria ouvir um pouco de msica durante a atividade e ele arranjou-lhe um iPod com msicas danantes. Os especialistas ficaram surpresos com o progresso que a paciente apresentou com a msica.

    Ela comeou com Tiger Feet, mas descobriu que outras msicas em ritmo de marcha produziam o mesmo efeito. Segundo Christine, a batida faz com

    que ela tenha controle sobre o seu corpo.

    A fisioterapeuta Fiona Lindop, da equipe de Parkinson do Derbys London Road Community Hospital, ficou to impressionada com os efeitos da msica sobre a paciente que

    est tentando obter recursos para um estudo sobre o tema. Depois de presenciar o caso de Christine, ela passou a testar o uso de msica com outros pacientes e obteve diferentes resultados.

    J se sabia que o uso do metrnomo (aparelho que ajuda msicos a manter o ritmo durante o estudo) til para pacientes com Parkinson. Mas o estudo tentar comprovar que a msica pode ser ainda mais eficaz, no s para melhorar os movimentos dos pacientes, mas tambm sintomas como insnia, dificuldade em engolir e demncia.

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  • ABRIL/MAIO/JUNHO/2014

    Programe-se: Eventos em 2014

    AGENDA

    Congresso Brasileiro de reabilitao de Ombro e CotoveloData: 28 a 30 de agostoLocal: Fortaleza/CEInformaes: www.cbcoc2014.com.br/CongressoDeReabilitacao

    I Congresso Brasileiro Multidisciplinar de EletrotermofototerapiaData: 28 a 30 de agostoLocal: Centro de Convenes Circuito das guas, em Serra Negra/SPInformaes: www.congressoeletroterapia.com

    XVII simpsio Internacional de Fisioterapia respiratria e Fisioterapia em Terapia IntensivaData: 3 a 6 de setembroLocal: Salvador/BAInformaes: www.sifr.com.br

    2 simpsio Internacional de Terapia Manual InspirarData: 12 a 14 e setembroLocal: Balnerio Camburi/SCInformaes: inspirar.com.br/terapiamanual

    X Congresso Norte Nordeste de Terapia Ocupacional Data: 17 a 20 de setembroLocal: Hotel Sagres, Belm/PAInformaes: www.connto2014.com.br

    V Congresso Brasileiro Multiprofissional de Acupuntura da sobrafisa e I seminrio sobrafisa/rN sobre PNPICData: 25 a 28 de setembroLocal: Natal/RNInformaes: www.sobrafisanatal.com.br

    Encontro Gacho de Atualizao em Fisioterapia EsportivaData: 30 e 31 de agostoLocal: Hotel Everest, em Porto Alegre/RSInformaes: (51) 3414.6394

    I Congresso Brasileiro de Fisioterapia AquticaData: 5 a 7 de setembroLocal: Grande Florianpolis/SCInformaes: www.abfaquatica.com.br

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  • ABRIL/MAIO/JUNHO/2014

    AGENDA

    Fotografias de vtima da Maratona de Boston ganham prmio Pulitzer

    A reabilitao por meio de Fisioterapia e Terapia Ocupacional de Jeff Bauman foi documentada em fotografias e venceu o Prmio Pulitzer 2014.

    O fotojornalista Josh Haner do New York Times foi premiado na categoria Feature Photography pelo en-saio Beyond the Finish Line em que fotografou de maneira emocionante o intenso processo teraputico de Bauman. O paciente participava da Maratona de Boston em 2013 quando foi vtima da primeira ex-

    ploso. Como consequncia, a maior parte de suas duas pernas foram amputadas.

    Josh Haner acompanhou por dois meses e meio a reabilitao de Bauman no Spaulding Rehabilitation Hotel, onde ele passou por cirurgias, sesses de Fi-sioterapia e Terapia Ocupacional. Graas ao trabalho da equipe multidisciplinar do hospital, que referen-cia internacional, em menos de dois meses Jeff foi capaz de dar seus primeiros passos independentes.

    Confira mais eventos, cursos e notcias no site

    do Crefito5:www.crefito5.org.br

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  • No h alegria para o corao de um pai, que valha a certeza da felicidade de um filho...

    - Julio Dantas -

    Desejamos a todos um Dia dos Pais repleto de alegria e amor!