Resistencia Nr. 10 1895

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    02-Dec-2015

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Jornal Republicano Resistencia publicado entre 1895 e 1909. Impresso em Coimbra.

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  • N . I O COIMBRADomingo, 24 de maro de 1: 1. A N N O

    O CAMINHO incontestvel que, se o partido

    republicano tem tido ultimamente um desinvolvimento extraordinrio, esse facto devido principalmente aos escandalosos processos de go-verno seguidos pela monarchia. Ao desapparecimenlo do culto monar-chico perante o desinvolvimento da instruco, no adaptao nossa monarchia do celebre argumento baseado no principio da transmis-so hereditaria, accresce a falta de partidos fortemente organisados em que chefes de valor, verdadeiros ho-mens de estado, tenham idas e pla-nos definidos sobre as questes que mais sriamente interessam eco-nomia nacional e a fora sufficienle para os levar a effeito.

    Por combinaes palacianas em que no entram como factor as de-nominadas indicaes constitucio-naes, lm-se succedido no governo lodos os partidos, tm-se organisa-do ministrios exlra-partidarios, e o resultado tem sido inalteravelmente o mesmo: progressivo aggravamento da crise economica e financeira; crescente desinvolvimento da cor-rupo e da immoralidade; defi-nhamento successivo da instruco; constantes humilhaes perante as potencias estrangeiras.

    A experiencia tem sido longa e de molde a produzir a inabalavel convico, que o nosso bom povo exprime pela singela mas significa tiva pbrase: To bons so uns como os outros.

    Descrendo de qne a monarchia possa levantar a nao do immundo lodaal em que a precipitou, alguns cidados cuja conscincia no per-mitte que assistam, cobardemente indifferentes,ao miservel esphace-lamento da sua gloriosa patria sem tentar um ultimo esforo para a sal-var, filiam-seno parlido republicano como a nica esperana de redem-po que. nos resta.

    No nos illudamos; este o facto que principalmente tem determina-do o enorme movimento, contrario s actuaes instituies, que se nota no paiz.

    A esse movimento deve dar-se a consistncia, a fora que s pd derivar d 'uma superior orientao do parlido, servida por uma desci plina inquebrantvel. Para que os cidados que abandonam a monar-chia em virtude dos erros, dos des-varios, dos crimes que constituem a sua norma de proceder, se man-tenham firmes no parlido republica-no e cooperem efllcazmente para a consecuo dos seus ideaes, ne-cessrio que vejam n'esse partido o que a monarchia no tem: planos bem meditados de reorganisao social e uma organisao adequada para a sua execuo.

    . Sem isso nada conseguiremos. urgente, pois, que os espritos

    superiores do parlido, alm da lucta contra o regimen do favoritismo e da corrupo, que se pavoneia im-pvido no meio da dissolvente anar-cjjia em que vive a nao, comple-tem com apossivel rapidez a orga-n i s a o dos polerosos elementos de

    que elle dispe, os estudos sobre as condies do paiz e sobre os planos da sua reorganisao.

    esse o caminho in que devem )roseguir inalteravelmente e com empenho sempre crescente, para que o partido rena as melhores condies de luctar vicloriosamenle como parlido de governo.

    Pvlizmerile que os Iraballs j realisados e os que esto em via de realisao nos convencem de que, dentro de curto prazo, o parlido ha de ter a sua unidade d'aco devi-damente assegurada pela coheso de lodos os seus elementos nos cen-tros mais importantes e que, uma vez organisado, discutir-se-ho as reformas que ho de constituir as jases do seu programma, sobre que sabemos que j existem traba-hos importantes.

    E para que todos esses trabalhos sejam coroados do melhor exilo, deixemos de explorar s os desvarios e as loucuras da monarchia, de se-guir nos seus processos de com-bate as tortuosas sendas dos parti-dos monarchicos que pretendem- o governo, de luctar com elles pelo estabelecimento de frmulas que

    sempre foram desacatadas; empreza fcil mas que s poderia determinar um engrandecimento Iransitorio do partido, de resultados nullos e tal vez perigosas para o futuro d'elle e do paiz.

    C o o p e r e m o s t o d o s c o m a e n e r g i a d e q u e s o m o s c a p a z e s p a r a u m a s o -l i d a c o h e s o d o s e l e m e n t o s v i v o s d a n a o d e m o d o q u e , d e p o i s d ' u m a m u d a n a d e i n s t i t u i e s , s e n o a d o p t e m n o g o v e r n o o s p r o c e s s o s d e q u e u s o u a m o n a r c h i a e a d e s a c r e d i t a r a m , e s e e x c l u a m d o e x e r c i c i o d a s m a i s i m p o r t a n t e s f u n c e s o s c o r r u p t o s q u e a c t u a l m e n t e e x p l o -r a m a n a o ; e n v i d e m o s t o d o s o s m e l h o r e s e s f o r o s p a r a q u e a e x i s t e n c i a e o d e s i n v o l v i m e n t o d o p a i z s e j a m g a r a n t i d o s p o r m e i o d e i n s t i -t u i e s a d e q u a d a s s s u a s c o n d i e s .

    Seja este o pensamento que ani-me lodos os nossos actos, e para a sua completa realisao no nos poupemos nem a esforos nem a sacnlicios.

    Para que se saiba da p a r a q u e a t o r n e m o s d i g n a do Poe-ta q u e hoje c o n s a g r a m o s . Que n o

    D e c l a r a m o s do m o d o mais c a t e g o - 1 e l le q u e tem de b a i x a r - s e a l e v a n t a l - a , r ico, e d e s a f i a m o s s e j a q u e m for a q u e mas el la q u e tem d e e r g u e r - s e p a r a nos p r o v e o c o n t r a r i o , q u e o s lentes que p o s s a m e r e c e i o . r e p u b l i c a n o s no p r a t i c a r a m acto a l g u m E s ass im no m o r r e r um p o v o pelo qual m o s t r a s s e m q u e l i g a v a m a j q u e tem poetas c o m o e l l e , e o n d e ha in inima i m p o r t a n c i a c i r c u l a r do g o - j q u e m os s a i b a s e n t i r . v e r u o , o u se a f a s l a r e i b $ o r q u a l q u e r outro m o t i v o d a s normas* s e g u i d a s at hpxe. Palacianismo torpe

    c e r c a do p r i n c i p e r e a l , q u e fez

    Ao Correio da Noite oito asnos, e s c r e v e a i m p r e n s a s u b s i d i o , d o

    Partido municipal

    m o n a r c h i c a , c o m e s e m A e s t e c o l l e g a f a z e m o s as s e g u i n t e s | p a o ou da p o l i c i a :

    p e r g u n t a s : O rei

    pelos actos dos s e u s ministros ? I gentia reveladora e que tudo deixa a esperar, S e ass im p e n s a , p a r a q u e d i z q u e 0 e do seu caracter, j com linhas, que surpre-

    rei e s t a i l ludido e O g o v e r n o compro-1 iiendem, apezar da sua edade.

  • RESISTENCIA Domingo, 10 de maro de 1895

    aos seus parciaes que o seu procedi* mento foi incorrecto, injusto, crimino-so. So os tribunaes do paiz e no ns, que disseram pela primeira vez, que o sr . Ayres de Campos era crimi-noso e dos de peior especie, porque reincidente no crime. Tm sido os tribunaes do paiz que tm ctindemnado os actos do sr. Ayres de Campos como crivados de politiquice de burgo ser-tanejo, de ruins entranhas e pssimos instinctos.

    E depois das sentenas dos tri bunaes que o sr. Ayres de Campos vem, com uma audacia inconsciente, dizer que um perfeito cavalheiro, incapaz at de sorrisos velhacos!

    No censuramos os melhoramentos feitos n'uma ou n'outra parte da ci-dade; o que estranhamos que elles s se fizessem na proximidade dos bens de s. ex.as os vereadores, o que no poder ser honestamente explica-do, seno admittindo que s. ex.03 no vem um palmo adeante do nariz, toda a gente conhece a esperteza de s. ex. , s 1 . . .

    Esperava sr. Ayres de Campos que correria este processo em silencio D'esta vez no succedeu assim; e o sr. Ayres de Campos^ no poder allegar as qualidades reconhecidas de insigni ficancia e incompetncia para se de fender mais tarde, affirmando no ter visto o desperdcio, nem lhe ter occor-rido alvitre a apresenta ao ministro

    Dissemos a s. ex.a o qu dever fazer: s. ex." no nos agradece e vae aproveitando a occasio para dizer das suas boas qualidades, distrahkido o publico com rhetoric- avariada, como escamoteador de feira, a ver se tira a sorte a limpo sem ningum per ceber.

    D'esta vez en^ana-se; poj-que toda a gente viu o. jogo, e toda a gente lhe conhece os compadres.

    A sorte no se faz !

    A Reaco P a r e c e cer ta a subida de C a n o v a s

    a o p o d r , e m Hespanha. A s s i m temos um g o v e r n o de f o r a

    no paiz v i s i n h o . P r e c i o s o e n s e j o p a r a q u e o g o v e r n o

    p o r t u g u e z p r o s i g a no c a m i n h o q u e en c e t o u .

    L i o a todos os patr io tas , para q u e a t tentem b e m no q u e e s p e r a e s t e d e s -g r a a d o p a i z .

    S e a inda r e s l a v e r g o n h a e c o r a g e m ao p o v o p o r t u g u e z , q u e todos se unam p a r a r e s i s t i r r e a c o q u e se p r e p a r a .

    Muita p r u d n c i a m a s muita d e c i s o .

    0 sr. Jos d'lpoim 0 sr . Jos d ' A l p o i m , o m e s m o q u e

    fez aos r e p u b l i c a n o s as mais v i o l e n t a s a c c u s a e s no p a r l a m e n t o a p r o p o s i t o da j o r n a d a de B a d a j o z , e q u e d e p o i s d ' i s s o no d u v i d o u unir-se com e l l e s , p a r a a n d a r a r o u x i n o l i s a r p a l a v r i a d o b a r a t o da r e v o l u o f r a n c e z a e m com-c i o s d e g u a r d a c h u v a , i n s u r g i n d o - s e c o n t r a o g o v e r n o , c o m e a a g o r a a con c o r d a r q u e s e p o d e m fazer as p a z e s e n t r e o g o v e r n o e os p r o g r e s s i s t a s .

    No a d m i r a q u e ass im p r o c e d a , o sr . J o s d ' A l p o i m .

    Pelo m e n o s ns no e s p e r a m o s ve l -o s e n o c o m o um a m b i c i o s o intil e ba-nal

    Polbres soldados! Informam os j o r n a e s de Lisboa q u e

    parte dos e x p e d i c i o n r i o s L o u r e n o Marques r e g r e s s o u agora n ' u m e s -tado l a s l i m a v e l . Claro q u e d ' i s to no muito c u l p a d o o g o v e r n o , po is o maldito c l ima d 'Afr ica b a s t a n t e jyrffa q u e b r a r a mais robusta o r g a f l s a o .

    Isto no q u e r dizer q u e as e x p e d i -es no p o d e i s e m ir muito m e l h o r o r g a n i s a d a s .

    No fossem os esforos quas i s o b r e -hu manos dos m d i c o s , em L o u r e n o Marques, q u e mais d e s g r a a s t e r a m o s a l a m e n t a r . P a s s e m o s a d e a n t e .

    , S a b e m c o m o foram r e c e b i d o s os d e s -g r a a d o s q u e de l v o l t a r a m , e s s e s b r a v o s mil i tares que foram d e f e n d e r a honra do paiz , que todos p a r e c e m i g n o r a r ?

    S a b e m c o m o foram r e c e b i d o s os sol-d a d o s , em q u a n t o o rei , c h e f e s u p r e m o do e x e r c i t o , g o s a v a de dia a r e c e p o no papo, e noite a recita d e g a l a em S. C a r l o s ?

    Politica estrangeira

    Oiam :

    Chegados ao Tejo, ningum os foi visitar a br.!o: o governo nem um escaler pz sua disposio I

    O encarregado (ia visita da alfandega, ven-do o desprezo "a que os governantes votaram aquelles homens que em Africa arruinaram, talvez para sempre, a sua sande em prol da patria, commiserou-se da sua penosa situao, e transportou os no seu escaler.

    Chegados a terra, dois carregadores tiveram de conduzir em braos para a casa do ^despa-cho o sargento Silva, tal o seu estado de sade.

    O sargento foi d'alli transportado ao quar-tel num trem pago a expensas do sr. thesou-

    reiro da alfandega e seu ajudante. O procedimento havido para com estes

    soldados por parte do governo, foi muito com-mentado por todos quantos assistiram ao de-sembarque.

    Foi dirigido pelo sr. Silva, chefe do servi-o martimo d'alfandega, um officio ao conse-lho do alrnirantado, expondo os factos e di-zendo que a alfandega no tinha escaleres, nem qualquer outros meios de transporte para servios idnticos.

    E s e r a e s t e s e o u t r o s s o l d a d o s q u e o g o v e r n o ha d e a c o n s e l h a r q u e fuzi lem o p o v o !

    Oiam todos os p o r t u g u e z e s a mis-ria d e tudo q u a n t o se p a s s a !

    c h e i o d e pontos de e x c l a m a e s nas s u a s c o r r e s p o n d n c i a s e dando-se a r e s d e j o c o s o a fal lar na sua g o r d u r a , p a r a a q u a l , d i g a - s e de p a s s a g e m , o o r a m e n t o c o n t r i b u e b a s t a n t e .

    Este s e n h o r , q u e a u d a pelos c o m c i o s de g r a v a t a v e r m e l h a , r e p r o d u z n d o - s e e m e d i o b a r a t a d e j a c o b i n o d e casa d ' h o s p e d e s , m a s q u e n o d e i x a , c o m o d e p o i s do c o m i c i o d e Lisboa, de ofle-r e c e r os s e u s s e r v i o s ao s r . Joo F r a n c o , antes d e v i r p r g a r s e r m e s a o n o r t e , n o p e r d e a o c c a s i o d e pre-j u d i c a r o s r e p u b l i c a n o s .

    E todavia ha muitos i n g n u o s q u e a c r e d i t a m na d e m o c r a c i a do sr . A l p o i m .

    Porque ? T a l v e z por e l le ir ao p a o d e p o i s

    da c o m e d i a a q u e se p r e s t o u , na ce le-b r e s e s s o p a r l a m e n t a r contra os repu-b l i c a n o s , r e c e b e r os p a r a b n s do rei pela sua rhetor ic a v a r i a d a e e n s a i a d a c o m os v e r s o s d

  • RESISTENCIA Domingo, 10 de maro de 1895

    Carta de Lisboa

    23 de maro de 1895. Discute-se cada vez mais se a refor-

    ma eleitoral ser ou no publicada. Parece que o governo, cobarde como sempre , est agora disposto a procurar uma transaco com os progressistas Ora no partido do sr. Jos Luciano ai g u e m est disposto a transaces. Por e x e m p l o o sr. Jos Alpoim, o sr. Res-sano Garcia, o sr . Elvino de Brito e mais a lgum.

    0 sr . Jos d'Alpoim querido amigo das Novidades at ensaiou no Pri-meiro de Janeiro a lgum palavriado n 'esse sentido. Einfim v e r e m o s o que pensa o resto do partido progressista , pr incipalmente o do Norte.

    Que o g o v e r n o tem medo e alguns progress is tas sentem saudades do po-der, certo. Pde ser que o principe real se metia agora rio caso, visto d izer-se que o pequeno progressista. Tem graa , mas o faclo que a tatica d o s j o r n a e s dos filhos de Passos Manoel consiste agora em causar dissenes po-liticas na famlia real. Por este processo a intriga tanto ha de ferver no paoj que at o ajudante do depennante das gall inhas de S . M. vir um dia a ter peso na politica monarchica. Mas al-gum me informa depois de quanto e s c r e v o , que o g o v e r n o no tem tal medo e a reforma eleitoral ha de ser publicada.

    Veremos. Em politica portugueza tudo mais incerto que na roleta, dizia me hontem um monarchico, que nun ca perdeu.

    U m jornal d 'aqui . a Folha do Povo faz r e v e l a e s g r a v s s i m a s sobre monopolio dos phosphoros. Se houver ainda um pouco de v e r g o n h a n'est

  • RESISTENCIA Domingo, 10 de maro de 1895

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