Resenha espirita on line 127

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    25-Jul-2016

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Revista digital com notcias e eventos do movimento esprita mundial, pelo trabalho de Divaldo Franco e Raul Teixeira.

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  • no 127Ano 725 de dezembro de 2015

    RESENHAespritaonline

    a informao na medida certa

  • 2 RESENHA ESPRITA online

    Vivia-se o perodo da supremacia do poder absoluto sobre as pessoas e as naes. O ser humano era, de alguma sorte, alimria submetida ao jugo das paixes dos conquistadores impiedosos e dos regimes perversos. Os direitos repousavam nos poderes execrandos que no distinguiam justos de injustos, nobres de serviais, todos colocados na mesma lixeira de degradao gerada pelos fmulos

    das glrias mentirosas de um dia.

    A Terra estorcegava sob as legies romanas que, embora tolerassem alguns cultos dos vencidos e as suas tradies, estorquiam ao mximo todas as possibilidades de sobrevivncia, mediante impostos absurdos e perseguies sem nome.

    Esplendia o Imprio em glrias da literatura, da arte, da beleza, mas, sobretudo, da guerra.

    Espalhadas, praticamente, por quase todo o mundo conhecido, no havia fronteiras para delimitar o poder de Roma, que se assenhoreara do planeta atravs das suas foras poderosas.

    Antes desse perodo, Alexandre Magno, da Macednia, Ciro, rei dos persas, Anbal, o cartagins e outros sicrios dos povos haviam passado, deixando rastros de destruio e de desgraa, assinalando as suas conquistas com o pesado tributo das vidas que eram arrebatadas.

    O mundo sofria a opresso dos mais perversos e a lei era sempre aplicada pelas armas de aniquilamento das vidas.

    Israel havia perdido a direo do seu pensamento vinculado ao Deus nico, padecendo as injunes arbitrrias dos seus governantes insanos, encontrando-se sob o jugo de Herodes, o Grande, que nem sequer era judeu, mas idumeu. Tentando harmonizar a sua origem com a raa hebreia, casou-se com Marianne, de origem hasmoniana, filha de nobre sacerdote do Templo,

    noiteINEXCEDVEL

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    Vivia-se o perodo da supremacia do poder absoluto sobre as pessoas e as naes. O ser humano era, de alguma sorte, alimria submetida ao jugo das paixes dos conquistadores impiedosos e dos regimes perversos. Os direitos repousavam nos poderes execrandos que no distinguiam justos de injustos, nobres de serviais, todos colocados na mesma lixeira de degradao gerada pelos fmulos

    das glrias mentirosas de um dia.

    A Terra estorcegava sob as legies romanas que, embora tolerassem alguns cultos dos vencidos e as suas tradies, estorquiam ao mximo todas as possibilidades de sobrevivncia, mediante impostos absurdos e perseguies sem nome.

    Esplendia o Imprio em glrias da literatura, da arte, da beleza, mas, sobretudo, da guerra.

    Espalhadas, praticamente, por quase todo o mundo conhecido, no havia fronteiras para delimitar o poder de Roma, que se assenhoreara do planeta atravs das suas foras poderosas.

    Antes desse perodo, Alexandre Magno, da Macednia, Ciro, rei dos persas, Anbal, o cartagins e outros sicrios dos povos haviam passado, deixando rastros de destruio e de desgraa, assinalando as suas conquistas com o pesado tributo das vidas que eram arrebatadas.

    O mundo sofria a opresso dos mais perversos e a lei era sempre aplicada pelas armas de aniquilamento das vidas.

    Israel havia perdido a direo do seu pensamento vinculado ao Deus nico, padecendo as injunes arbitrrias dos seus governantes insanos, encontrando-se sob o jugo de Herodes, o Grande, que nem sequer era judeu, mas idumeu. Tentando harmonizar a sua origem com a raa hebreia, casou-se com Marianne, de origem hasmoniana, filha de nobre sacerdote do Templo,

    noiteINEXCEDVEL

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    a quem mandou matar por inconcebvel suspeita de adultrio, como fizera com alguns dos seus prprios filhos, temendo que lhe tomassem o poder.

    Tentando diminuir os dios da raa que administrava, encarregou-se de embelezar o Templo, adornando-o com uma parreira de ouro macio numa das laterais de entrada, e continuando a construo grandiosa, que seria derrubada por Tito, no ano 70 d. C., no ficando pedra sobre pedra.

    O seu execrando governo deixou marcas inapagveis de imoralidade e de perverso por toda parte, facultando que o povo sofresse todos os tipos de perseguio e aumentasse a sanha dos dios entre as diferentes classes.

    A religio descera ao fundo do poo do desrespeito s leis mosaicas e s tradies profticas, tornando-se um negcio rendoso que engabelava os frequentadores do Templo de Jerusalm e das sinagogas, mais caracterizados pelos formalismos do que, realmente,

    pelo significado espiritual que desaparecera quase em totalidade.

    Raros, eram os sacerdotes escrupulosos e respeitveis, porquanto a imensa maioria se encontrava mancomunada com os governantes em lamentveis concilibulos de explorao da ignorncia e da superstio.

    * * *

    nesse clima de hostilidades e no surgimento de uma fase nova na governana do Imprio romano, que nasceu Jesus.

    Contrastando com as construes luxuosas e as hospedarias erguidas no fausto e na ostentao, Ele veio ter com a Humanidade numa gruta modesta de calcrio nas cercanias de Belm, numa noite arrebatadora de estrelas fulgurantes em verdadeira orquestrao de luzes.

    Ao invs da presena da elite em torno do seu bero e dos destacados

    Roma antiga

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    administradores do pas, esteve cercado pelos pais e pelos animais domsticos que dormiam na modesta brecha da Natureza.

    O vento frio que soprava no exterior no perturbava o aquecimento pela fogueira no pequenino espao em que Ele dormia.

    Nada obstante, uma insupervel musicalidade anglica esparzia as vibraes harmnicas em toda parte, anunciando a chegada Terra do Seu Rei e Senhor.

    Nunca mais o oprbrio ganharia prmios nem se destacaria nas comunidades humanas, porque Ele viera para que os oprimidos experimentassem o arrebentar das grilhetas, os vencidos pudessem respirar o ar balsmico da liberdade, os infelizes tivessem ensejo de cultivar a esperana e os abandonados recebessem carinho onde quer que se encontrassem.

    Jesus foi o Homem que demarcou a Histria com a Sua presena, assinalando-lhe todos os fastos antes e depois da Sua estada entre ns.

    Mais tarde, atendendo s injunes tradicionais, Seus pais levaram-nO ao Templo, onde foi reconhecido como o Messias e distinguido por Simeo e Ana que logo O identificaram.

    Ainda jovem, retornou ao grande santurio durante as celebraes da Pscoa, que mais tarde se tornaro trgicas, enfrentando os astutos sacerdotes num dilogo extraordinrio, a todos confundindo com a Sua palavra excepcional.

    (...)E, posteriormente, saiu a ensinar o amor e a viv-lo em toda a sua gloriosa dimenso, modificando a paisagem humana do planeta que, embora ainda no haja absorvido todos os Seus ensinamentos, caminha, inexoravelmente, para o clmax aps a transio que hoje experimenta.

    Jesus no um smbolo da grandeza

    do amor, mas o Amor mesmo em nome do Pai, alterando a legislao dos homens, sempre interesseiros, e da governana, invariavelmente injusta, em novas condutas para a felicidade dos povos.

    Sob todos os aspectos considerados, excepcional o Seu ministrio terrestre e incomparvel a Sua dedicao.

    Ruiu o Imprio Romano, outros o sucederam, modificaram-se as organizaes terrestres, a Sua doutrina foi ultrajada pelos interesses mesquinhos dos infiis seguidores, mas ela permanece imutvel na mensagem moral de que se reveste, renascendo sob outras formas de dedicao e de caridade, como caminhos de autoiluminao e de vida para todas as criaturas.

    Logo mais, celebrar-se-o as festas evocativas daquela noite inexcedvel.

    Faze silncio de orao e deixa-te mimetizar pelo psiquismo do Mestre a quem amas, dedicando a tua existncia ao servio de amor, nestes tormentosos dias da Humanidade.

    No permitas que o Natal seja apenas uma festa vulgar de trocas de presentes e de comilanas, mas, sobretudo, de espiritualidade, contribuindo para que a dor seja menos sofrida e o desespero ceda lugar alegria em memria dEle, o Conquistador inconquistado.

    Joanna de ngelis

    Psicografia de Divaldo Pereira Franco, no dia 30 de setembro de 2011, na Manso do Caminho, em

    Salvador, Bahia.

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    Ouve, Senhor, os gemidos de todos os enfermos, os ais de mes e pais cujos rebentos se arremessaram pela ladeira da dependncia qumica,

    os ulos dos que sofreram golpes de violncia no lar ou na via pblica,

    os gritos dos desesperados, que j no conseguem conter o turbilho de frustraes que lhes vai no imo dalma.

    Olha, Senhor, a lgrima silenciosa dos que

    no superaram as prprias fragilidades,

    a chaga aberta no corpo ou na alma dos desassistidos,

    as faces crispadas daqueles

    que guardam dio no corao, pelas razes mais diversas,

    as rotas tortuosas adotadas por todos os que passaram a desacreditar da justia e da fraternidade.

    Envolve, Senhor, cada uma dessas almas e

    inunda com Tua luz um desses coraes,

    para que retornem aos caminhos da esperana e da alegria.

    Abenoa, Senhor, cada vivente na Terra, e que

    as almas humanas sustentadas por Teu amor infindo,

    no se cansem de aprender e de servir, de lutar e de crescer, sem qualquer esmorecimento,

    AVE, Natal!

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    fiis aos tempos novos que se anunciam no mundo, a partir da evocao da Tua vinda.

    Ave, Natal! Toca-nos, ento Jesus de

    Nazar, como tocastes os

    endemoniados, fazendo-os retornar ao equilbrio;

    como tocastes os paralticos, levando-os a novos movimentos;

    como tocaste Lzaro, para dar-lhe vida nova;

    como tocaste Madalena, para que ela encontrasse definitiva paz ntima;

    como tocaste Zaqueu, retirando-o dos conflitos existenciais;

    como tocaste Simo Pedro, a fim de que se convertesse fundamento da fraternidade e do amor ao prximo;

    como tocaste Paulo, libertando-o do fanatismo para o encontro com a lucidez operosa;

    como tocaste as bilhas dgua, na festa de Can, convertendo-as em recipientes cheios de sabor, patrocinando jbilos indelveis.

    Ave, Natal!

    Penetra-nos o ser, Divino Amigo, para que no temamos as guerras, por reconhecermos, Contigo, a supremacia do entendimento para a paz, hoje ou amanh, para que no nos perturbemos com o egosmo que infesta em toda parte, por crermos na excelncia do esprito altrusta que h de reger os sentimentos humanos.

    Revela, Jesus, as mltiplas limitaes que nos assoberbam, e, uma vez mais, dedica um olhar de misericrdia, de piedade, sobre o Teu rebanho desarvorado ainda, deixando-nos ouvir de novo a Tua voz a incentivar-nos, a conclamar-nos ao progresso e ao bem, dizendo:

    Sois deuses... Inebria-nos com Tua presena,

    novamente, Senhor. novo Natal! Exultemos.

    Camilo

    Mensagem psicografada pelo mdium Raul Teixeira, em 11.11.2002, na Sociedade Esprita

    Fraternidade, Niteri RJ.

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    Etapa:Salvador, BA

    Dezembro de2015

    Tendo sido realizado o evento em vrias cidades e em vrios pases, ao longo do ano de 2015, o Movimento Voc e a Paz chega em seus ltimos encontros, que se realizaram em vrios bairros da cidade de Salvador, BA:

    11/12/15: Engenho Velho de Brotas, s 20h.

    13/12/15: Dique do Toror, s 18h16/12/15: Orla de Itapu, s 20h19/12/15: Campo Grande,

    s 18h30, onde se deu a grande concentrao, encerrando o ano de 2015, com a presena de milhares de pessoas, de Salvador, do Brasil e de vrios pases.

    (Fotos de Jorge Moehlecke)

    1 e 2: Engenho Velho de Brotas3 e 4: Dique do Toror5 e 6: Orla de Itapu7 a 11: Campo Grande

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    O amor tnico da vida.

    Quando se centraliza nos interesses inferiores do sexo e das paixes primitivas, torna-se crcere e deixa de ser o sentimento elevado, que dignifica libertando.

    Examina os teus sentimentos, na rea afetiva e observa se eles te desarmonizam ou tranquilizam.

    Atravs da sua qualidade, detectars, se amas ou apenas desejas.

    O verdadeiro amor supera o egosmo e trabalha sempre em favor da pessoa querida.

    Ama, portanto, sem escravizar aquele a quem te devotas, no se lhe escravizando tambm.

    Joanna de ngelis

    (Vida feliz. Joanna de ngelis. Cap. XXI. Divaldo Franco)

    Evite invejar, procure, se for o caso, imitar os exemplos bons e as providncias felizes, sem perder o do bom senso indispensvel, por saber que ningum igual a ningum e, por isso, os campos provacionais de cada um, as possibilidades de conquistas de cada um, impem a cada um desfechos muito diferentes em seus caminhos humanos.

    Ao motivar-se para incentivar e enaltecer os valores alheios, tenha o devido cuidado para no decair para as rampas da bajulice dispensvel ou do elogio despropositado e vazio.

    No h porque alimentar o veneno da inveja, se voc est realizando esforos para superar-se a si mesmo, em qualquer rea de sua vida.

    Recordemos que foi o Apstolo Paulo que, um dia, iluminado por intensa lucidez, afirmou a sentena que se tornou uma legenda vitoriosa de oposio inveja: Aprendi a viver contente em toda e qualquer situao.

    A partir do momento em que no se compreenda a aluso paulina como sendo uma

    rota de comodismo e estagnao, nela veremos a tranquilidade de quem no se conforma com o que , mas com o que tem, posto que o que se sempre determina, na pessoa, o que ela deseja ter.

    Busque fazer a sua vida mais leve, mais fraternal e consistente, afastando a alma do veneno da inveja.

    Apoie-se nas lies de simplicidade e desprendimento, ensinadas por Jesus, admitindo que o que voc tem aquilo que pode ter, e saiba que a inveja dessas fragilidades prontas a atirar no cho do desespero, da loucura e do crime, as almas enfraquecidas no bem ou sem a firme deciso de superar-se.

    Joanes

    (Para uso dirio. Joanes. Cap. 26. Raul Teixeira)

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    Ame seus rebentos problematizados do corpo ou da mente, ou de ambos, cooperando com eles, com muita pacincia e com o preito da ternura, para que possam sair vitoriosos da expiao terrena, avanando para mais altos voos no rumo do nosso Criador.

    Forre-se de carinho, de pacincia, de tranquilidade interior, vendo nesses filhos doentes as joias abenoadas que o Pai confia s suas mos para que as burile.

    Por outro lado, vale considerar que se voc os tem nos braos ou sob a sua assistncia e seus cuidados, paternais ou maternais, em razo dos seus envolvimentos e compromissos com eles.

    Voc poder t-los recebido por renncia e elevado amor de sua parte, mas, pode ser que voc esteja diretamente ligado s causas que determinaram os dramas dos seus filhos, cabendo-lhe no alimentar remorsos descabidos, mas, sim, auxili-los e impulsion-los para a prpria recomposio, enquanto voc, igualmente, avana para o Criador, sofrendo por seu turno o ter que v-los resgatar, sem outra opo que no seja abra-los e se colocarem, voc e eles, sob a luz do amor de Deus, resignadamente.

    Thereza de Brito

    (Nossas riquezas maiores. Diversos. Cap. 44. Raul

    Teixeira)

    medida que o pensamento humano se fixa na busca dos ouvidos divinos, matiza-se o ser, irisado por incomum fulgor, e, quando fala, no balbuciar das palavras, as construes mentais se corporificam atravs dos seus lbios, em sutis exteriorizaes cambiantes, que impregnam o j saturado local, transformado em palcio de sonho.

    Instalado o culto evanglico do lar, as expresses humanas produzem alegrias e os fluidos superiores vitalizam. Intercmbio de amor, as lies de sabedoria crist e esprita predispem coragem, vida, penetrando os seres que se reconfortam no convvio da esperana.

    Sobre a gua exposta, em evocao ao esponsalcio de Can, foras etreas em vibraes de difcil definio, impregnam o lquido, que modifica a constituio, ora alterada pelos fluidos do Mundo Espiritual.

    Orando, a famlia se levanta e ergue com o seu esforo a Humanidade cambaleante.

    A bno da caridade esplende no socorro aos desencarnados e na assistncia, pela prece intercessria, aos transeuntes da rota carnal.

    O cenculo da fraternidade pura, ressurge, e hora da prece final, em magia de superior beleza, o Senhor se faz presente, Hspede Divino no lar dos coraes, a todos abenoando.

    A pouco e pouco, quando o sono fsico toma os corpos da famlia em repouso, aps concluda a festa evanglica, o cortejo de Obreiros da Vida, de retorno, os levam s Regies da Paz, onde se preparam para os cometimentos do porvir.

    ...E as estrelas, piscando, sorriem luzes acima, na noite tranquila.

    Amlia Rodrigues

    (Sol de esperana. Diversos. Cap. 36. Divaldo Franco)

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    VISITE OS SITES:

    Editora Frter: http://editorafrater.com.brLivraria LEAL: http://mansaodocaminho.com.br/livraria-leal/

    AES CORAJOSAS PARA VIVER EM PAZ

    Bendita Maria decanta variados e especiais valores da existncia humana, muitas vezes relegados ou mesmo desconhecidos dos encarnados o que os faz sofrer desnecessariamente. Homenageada no alm como Alma do Bem, por sua dedicao e amor ao prximo, Benedita leva-nos a refletir, em pginas curtas, mas de profundo contedo e beleza, sobre a nossa posio frente ao uso dos progressos tecnolgicos; sobre o lar e a importncia dos nossos filhos; sobre a grandeza da mulher e a sua funo de me; sobre a escolha e relacionamento com servidores domsticos e ainda sobre as consequncias dos vcios e das virtudes que portamos.

    PERTURBAES ESPIRITUAIS

    Este livro um breve relato em torno do intercmbio entre as duas esferas da vida, especialmente cuidando das perturbaes espirituais resultantes da suprema ignorncia que se permitem os Espritos infelizes, na sua luta inglria contra o Mestre Jesus e Sua doutrina.De alguma forma, faz parte da srie que iniciamos com o Transio planetria e o Amanhecer de uma era nova, abordando os desafios modernos em forma de obsesses coletivas e individuais, especialmente nas Sociedades Espritas srias dedicadas renovao da sociedade, bem como nos grupamentos humanos que se dedicam ao progresso e felicidade das criaturas.Jesus vela pela barca terrestre e condu-la com segurana ao porto de abrigo, sendo infrutuosas todas as tentativas de dificultar-Lhe o ministrio de amor e de misericrdia.Desejamos com a presente obra alertar os companheiros inadvertidos ou descuidados dos deveres espirituais assumidos antes do renascimento carnal, quanto s suas responsabilidades morais na condio de trabalhadores da ltima hora, comprometidos com os benfeitores da Humanidade que neles confiam.

  • RESENHA ESPRITA online

    Nunca te esqueas de Jesus.

    O Natal tua oportunidade de exercitar a fraternidade em nome dEle.

    (...) Se no tiveres o que ofertar, porque te escasseiam valores amoedados, ora, d uma parcela dos sentimentos nobres que vigem no teu ntimo e celebra, na noite evocativa da Natividade, uma diferente, profunda e perfeita comunho com Jesus, participando ativamente do abenoado programa de minorar as dores dos teus irmos.

    Compreenders, ento, porque o cntico dos anjos glorifica o Pai nas alturas, exalta e promete a paz s criaturas de boa vontade na Terra.

    Joanna de ngelis

    (Sementes de vida eterna. Diversos. Cap. 60. Divaldo Franco)

    Cristo reina sempre!

    Em todas e quaisquer cogitaes planetrias, somente Nele tem-se roteiro seguro para seguir-se em frente, firmemente.

    Por mais se discutam sobre Sua figura excelsa, contar ou a favor, a realidade que Jesus prossegue a Estrela fulgurante na noite caliginosa da Humanidade, anunciando a Boa Nova do Seu Natal, capaz de penetrar e sensibilizar, ativar e clarificar o mago de todos aqueles que, mergulhados nas difceis lutas da Terra, fazem-se homens de boa vontade, espalhando bnos em Seu nome.

    Camilo(Vozes do infinito. Diversos. Cap. 18. Raul Teixeira)