Res, 036, de 04/11/2014_Anexo

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  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI

    Projeto Pedaggico do curso de Histria - Bacharelado

    Novembro de 2014

    CONEP UFSJ Parecer N 081/2014

    Referendada em 19/11/2014

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI

    Administrao Superior

    Valria Helosa Kemp Reitor

    Srgio Augusto Arajo da Gama Cerqueira

    Vice-reitor

    Jos Tarcsio Assuno Pr-reitoria de Administrao

    Marcelo Pereira de Andrade

    Pr-reitoria de Ensino de Graduao

    Andr Luiz Mota Pr-reitoria de Pesquisa e Ps-Graduao

    Paulo Henrique Caetano

    Pr-reitoria de Extenso e Assuntos Comunitrios

    Dimas Jos de Rezende Pr-reitoria de Assuntos Estudantis

    Cludio Srgio Teixeira de Souza

    Pr-reitoria de Planejamento e Desenvolvimento

    Adriana Amorim da Silva Pr-reitoria de Gesto e Desenvolvimento de Pessoas

  • Elaborao: Ncleo Docente Estruturante do curso de Histria, composto pelos Profs. Drs.:

    Afonso dAlencastro Graa Filho

    Cssia Rita Louro Palha

    Marcos Ferreira de Andrade

    Orlando Jos de Almeida Filho

    Silvia Maria Jardim Brgger

  • ndice

    1. Apresentao/Histrico

    2. Base Legal

    3. Objetivos

    4. Perfil do Curso

    5. Competncias e Habilidades

    6. Perfil do Egresso

    7. Oferecimento

    8. Formas de Acesso

    9. Atividades Complementares do Curso

    10. Matriz Curricular

    11. Estrutura Curricular

    12. Representao Grfica (Fluxograma)

    13. Ementrio

    14. Estgio Curricular e/ou Trabalhos Acadmicos

    15. Recursos Humanos

    16. Infraestrutura

    17. Gesto do PPC

    18. Sistema de Avaliao do PPC

    19. Sistema de Avaliao do Processo Ensino-Aprendizagem

    20. Ato Autorizativo Anterior ou Ato de Criao (Legislao referente ao

    curso)

    21. Formulrio de Cadastro do Curso para a DICON (Anexo III)

  • 1. Apresentao A presente proposta surgiu da necessidade de se atualizar o currculo implantado

    em 2002, quando a Graduao em Histria foi criada conforme a Portaria n0 269 da

    Diretoria Executiva da antiga FUNREI, de 30 de maio de 2001 e a Portaria do MEC no

    2.211, publicada no Dirio Oficial da Unio em 11 de outubro de 2001. Tambm se

    destina a adequar o Plano Pedaggico de Curso (PPC) Resoluo CONEP/UFSJ n 27,

    de 11 de setembro de 2013 e Resoluo CONEP n 022, de 31/07/2013. A primeira

    Resoluo estabelece definies, princpios, graus acadmicos, critrios e padres para

    organizao dos Projetos Pedaggicos de Cursos de Graduao da UFSJ. J a Resoluo

    CONEP n 022 regulamenta a durao da hora-aula nos Cursos de Graduao e

    estabelece o horrio institucional da UFSJ.

    Alm de atender s Resolues supracitadas, a presente proposta permanece

    atendendo s Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduao de Histria,

    conforme a Resoluo CNE/CES 13, de 13 de maro de 2002, e demais normas em

    vigor que regem o projeto pedaggico em consonncia com o Conselho Nacional de

    Educao e a Universidade Federal de So Joo del-Rei.

    O Projeto Pedaggico, aqui apresentado, foi reelaborado pelo Ncleo Docente

    Estruturante (NDE) do Curso de Histria, nomeado pela Portaria no 603, de 07 de junho

    de 2013 e criado em observncia Resoluo no 1 do CONAES/MEC, de 17 de junho

    de 2010 e Resoluo no 011 do CONSU/UFSJ, de 19 de maro de 2012, que atribuem

    aos Ncleos Docentes Estruturantes as tarefas acadmicas de acompanhamento,

    concepo, consolidao e contnua atualizao do Projeto Pedaggico de Curso.

    O NDE do Curso de Histria considerou necessria a adequao do Projeto

    Pedaggico ao Parecer CNE/CP-MEC no 9/2001, publicado no Dirio Oficial em

    18/01/2002, que dotou s Licenciaturas com terminalidade e integralidade prprias,

    exigindo-se definio de currculos especficos distintos dos de bacharelado. Da mesma

    forma, o NDE do Curso de Histria refez sua grade curricular para contribuir com a

    implantao da Lei no 11.645, de 10 de maro de 2008, que tornou obrigatrio o estudo

    de Histria e Cultura Afro-Brasileira e Indgena no Ensino fundamental e mdio,

    acatando-se a Resoluo no 1 do CP/CNE, de 17 de junho de 2004, que determinou as

    diretrizes curriculares nacionais para a Educao das Relaes tnico-Raciais e Ensino

    de Histria e Cultura Afro-Brasileira e Africana para todas as instituies de ensino do

    pas e em todos os nveis, em especial para aquelas que desenvolvem programas de

    formao inicial e continuada de professores, bem como a sua incluso em contedos de

  • disciplinas e atividades curriculares nas instituies de ensino superior. Tambm foi

    observada a necessidade de se atender ao Decreto Presidencial no 5626/05, de dezembro

    de 2005, que criou a obrigatoriedade da incluso curricular da Lngua Brasileira de

    Sinais (LIBRAS) para os cursos de formao de professores para o magistrio mdio e

    superior. Foi ainda considerada a necessidade de se observar a Resoluo CNE/CP no.

    01/2012, integrando ao currculo, de modo transversal, a Educao em Direitos

    Humanos.

    Com a obrigatoriedade em todos os nveis de ensino da Poltica Nacional de

    Educao Ambiental (PNEA), instituda pela Lei no 9795/99 e pelo Decreto no 4.281, de

    25 de junho de 2002, esta nova proposta curricular pretende integr-la ao currculo de

    modo transversal e permanente na formao contnua dos educadores. A proposta

    objetiva, ainda, atualizar o Projeto Pedaggico do Curso de Histria respondendo s

    necessidades da evoluo do curso, com o crescimento do quadro docente e de novos

    contedos, alm da orientao contida no Parecer CNE/CES no 492/2001, publicada no

    Dirio Oficial em 09/07/2001, de que as atividades de prtica de ensino devero ser

    desenvolvidas no interior dos cursos de Histria, e sob sua responsabilidade, tendo em

    vista a necessidade de associar prtica pedaggica e contedo de forma sistemtica e

    permanente.

    No que concerne ao corpo docente do Curso de Histria, do quadro permanente

    do Departamento de Cincias Sociais (DECIS), podemos destacar o seu crescimento

    quantitativo e qualitativo. Em 2002, quando se iniciou a graduao em Histria, o curso

    contava com 05 (cinco) professores com formao em Histria, em regime de

    Dedicao Exclusiva (DE), sendo apenas um doutor. Hoje so 12 (doze) doutores em

    Histria em regime DE da rea de Histria e 06 (seis) docentes doutores em regime de

    DE, da de Cincias Sociais, que contribuem permanentemente ou podem atuar

    esporadicamente nas atividades docentes do Curso. Essa melhoria da qualidade e do

    nmero de professores, capazes de atender as novas demandas curriculares do curso,

    nos permite uma reformulao das disciplinas dos primeiros perodos, incorporando

    uma maior participao dos docentes do DECIS.

    1.2. Histrico

    Desde a sua federalizao como Fundao de Ensino Superior de So Joo del-

    Rei (FUNREI), em 1986, a rea de Histria vem atuando em diversas atividades

    voltadas para a pesquisa e a melhoria do magistrio, se consolidando com a criao da

  • Licenciatura e Bacharelado em Histria no ano de 2002, permitida pela Portaria no

    2.211 do MEC, de 11 de outubro de 2001. Em 2002, se institucionalizava a atual

    Fundao Universidade Federal de So Joo del-Rei (UFSJ) e o reconhecimento do

    Curso de Histria iria ocorrer em 26 de janeiro de 2006, pela Portaria no 252 do MEC.

    Para essa implantao com sucesso e excelentes avaliaes no ENADE, contriburam

    diversos fatores. Nesse sentido, foram desenvolvidas linhas de pesquisa ligadas

    histria regional, preservao e mapeamento de fontes documentais da cidade e dos

    municpios da antiga Comarca do Rio das Mortes, que culminaram no surgimento do

    Programa de Mestrado em Histria (PGHIS), em stricto sensu, credenciado pela CAPES

    em 2008.

    A regio de So Joo del-Rei se insere na Histria do Brasil com

    particularidades que confirmam sua importncia e a vocao de suas fontes para a

    pesquisa histrica. Com quase trs sculos de existncia, que representam uma

    participao significativa na histria de Minas e no cenrio histrico nacional, em que

    foi palco para episdios como a Guerra dos Emboabas (1708), a Inconfidncia Mineira

    (1789), a revolta conservadora do Ano da Fumaa (1833), a revolta dos escravos de

    Carrancas (1833), a revoluo liberal de 1842, Campanha da FEB (1944-45) e das

    Diretas J (1983-84), guarda vrios importantes acervos documentais desde o sculo

    XVIII.

    Por ter sido a sede jurdico-administrativa e se destacado com um dos mais

    prsperos centros comerciais e creditcios de Minas Gerais oitocentista, So Joo del-

    Rei centralizou parte considervel da documentao da antiga comarca do Rio das

    Mortes. Este acervo documental, de valor inestimvel para o desenvolvimento de

    trabalhos de pesquisa histrica, permite a reconstituio da histria econmica, poltica,

    social e cultural de uma vasta regio de Minas Gerais. Desta forma, vrios projetos

    vieram a ser implementados na organizao, classificao, descrio e indexao de

    acervos de fontes primrias da regio, como os processos crime do Arquivo do Museu

    Regional de So Joo del-Rei, a documentao das irmandades religiosas, da Santa

    Casa de Misericrdia de So Joo del-Rei e da Cmara Municipal, atualmente

    disponvel ao pblico interessado na home-page da UFSJ. Todos esses projetos tiveram

    o amparo de instituies de fomento pesquisa, como o CNPq e a FAPEMIG. Foram

    tambm feitas parcerias com outras instituies pblicas, como o Centro de Estudos

    Mineiros/UFMG, a UEMG - Campus de Campanha e o Museu Regional de So Joo

    del-Rei/IPHAN, tendo em vista o desenvolvimento conjunto de atividades de pesquisa e

  • de preservao da documentao da antiga Comarca do Rio das Mortes. Desse esforo

    resultou a criao do Laboratrio de Conservao e Pesquisa Documental (LABDOC),

    que viria a ser instalado nas dependncias do Departamento de Cincias Sociais, em

    2002. As atividades do LABDOC tm se expandido a partir de ento, com diversos

    financiamentos e parceiras pblicas, aguardando-se a sua transferncia para as novas

    acomodaes do Centro de Documentao e Pesquisa (CEDOC), que ser

    compartilhado com outras iniciativas de preservao de fundos documentais dos

    departamentos de Letras (DELAC), Psicologia (DPSIC), Educao (DEPEB) e Msica

    (DMUSIC).

    Essas condies extremamente favorveis pesquisa aliadas ao nvel de

    qualificao do corpo docente do DECIS possibilitaram a implantao de um Curso de

    Ps-Graduao "Lato Sensu" voltado para a Histria de Minas no sculo XIX, em 1994,

    que foi o embrio para o desenvolvimento do projeto do Programa de Mestrado em

    Histria (PGHIS) em 2008.

    No campo da preparao dos profissionais do ensino de Histria, a rea tem

    motivado a reciclagem e o aprofundamento de contedos, bem como a obteno de uma

    formao terica e metodolgica que os habilite a produzir conhecimento, o que encerra

    o verdadeiro sentido da relao ensino-aprendizagem. O interesse dos discentes de

    Histria pela docncia e pela pesquisa na Licenciatura tem sido incentivado pelo

    Programa Institucional de Bolsa de Iniciao Docncia - PIBID, da CAPES, iniciado

    em 2008. Trata-se de um programa de amplo alcance, desenvolvido em vrias

    instituies de ensino superior, que tem entre seus objetivos incentivar novos

    profissionais para o exerccio da docncia no ensino bsico, em escolas pblicas, e

    aprimorar e consolidar as licenciaturas. A Universidade Federal de So Joo del-Rei

    UFSJ, juntamente com outras cinco universidades, constituiu o grupo pioneiro do

    PIBID no Pas. Em 2010, o projeto institucional foi ampliado com a participao de

    mais cinco Licenciaturas: Educao Fsica, Filosofia, Geografia, Histria e Teatro.

    Atualmente as doze licenciaturas da UFSJ participam do Projeto Institucional.

    No Bacharelado, a pesquisa tambm tem sido amparada com os Programas

    Institucionais de Iniciao Cientfica, com 375 bolsas financiadas pela FAPEMIG e

    CNPq para todas as reas de conhecimento da UFSJ, ou voluntrio, o Programa

    Institucional de Iniciao Cientfica Voluntrio (PIIC), na atualidade com 133 projetos

    em desenvolvimento na universidade. Tambm envolvem o curso os dois ncleos de

    pesquisa do DECIS, o Ncleo Malungo, dedicado s pesquisas sobre a escravido e a

  • cultura afro-brasileira, particularmente a relativa msica, e o NINJA, ncleo de

    Investigaes em Justia Ambiental.

    Os programas de extenso outro campo de atividades que atende aos alunos de

    Histria e professores do DECIS. As atividades de extenso desenvolvidas na UFSJ

    recebem incentivo atravs do Programa Institucional de Bolsas de Extenso (Pibex), o

    qual distribuiu 175 bolsas, entre programas e projetos, em 2013; e do Fundo de

    Extenso, que apoia a realizao dos projetos, com financiamento para transporte,

    concesso de dirias, aquisio de materiais, servios grficos e apoio logstico. Acerca

    desse formato, comparativamente a outras instituies, a UFSJ se destaca por ter criado

    um fundo de natureza extensionista, conquista rara e exemplar no contexto do Forproex.

    Portanto, de forma coerente com as realizaes profissionais da rea de Histria do

    Departamento de Cincias Sociais (DECIS), compreendemos que o ensino e a pesquisa

    so indissociveis.

    Com a inteno de fortalecer e consolidar os vnculos de atuao entre pesquisa

    e ensino, sempre enfatizados em nossos trabalhos acadmicos, apresentamos a proposta

    de dois cursos que contempla tanto o magistrio, atravs da licenciatura plena, quanto o

    bacharelado, com projetos pedaggicos distintos, com os seguintes objetivos:

    1) Oferecer uma viso interdisciplinar que possibilite o aluno dominar instrumentos

    e conceitos das diferentes reas das cincias humanas e sociais, ampliando a sua

    capacidade crtica e analtica frente complexidade do conhecimento histrico;

    2) Compatibilizar a demanda de alunos que exercem atividades profissionais com o

    horrio do curso, que predominantemente noturno, sem prejuzo da qualidade

    do ensino, como determina o Captulo IV da LDB sobre a obrigatoriedade da

    oferta noturna de cursos de graduao nas instituies pblicas.

    3) O processo de ensino-aprendizagem dever incentivar a associao do contedo

    das disciplinas com a prtica pedaggica do ensino de Histria, bem como

    proporcionar a interao do saber histrico com as atividades de pesquisa e

    extenso. Para isto, atentar para a pesquisa documental nos diversos acervos da

    regio, integrando-a ao esforo de preservao e levantamento de fundos

    arquivsticos, fornecendo ao futuro profissional do ensino de Histria a

    compreenso da importncia da pesquisa para a renovao do conhecimento.

    4) Oferecer ao aluno uma formao dinmica e atualizada que lhe permitir

    desenvolver suas funes de educador e/ou pesquisador de forma atuante e

    adequada s exigncias do mercado de trabalho;

  • 5) O Bacharelado de Histria dever ser integralizado em 8 (oito) semestres e ser

    finalizado com a feitura dos trabalhos monogrficos;

    6) A Licenciatura tambm ser integralizada em 8 (oito) semestres e contar com a

    obrigatoriedade de 400 (quatrocentas) horas de Estgio Curricular

    Supervisionado, dividida em 4 (quatro) disciplinas;

    7) A estrutura curricular atender a flexibilidade exigida para a sua implementao

    em curto prazo, estipulando-se um ncleo mnimo interdisciplinar que compor

    a grade dos 1o e 2o semestres e que sero oferecidas por departamentos afins.

    2. Base legal

    As seguintes leis e normas foram utilizadas como base legal para este PPC:

    1) Parecer no 9/2001 do CNE/CP-MEC, publicado no DOU em 18/01/2002, que

    exigiu a definio curricular prpria para as licenciaturas em distino ao

    bacharelado;

    2) Resoluo CNE/CES n 2, de 18/06/2007 que dispe sobre carga horria total

    mnima e procedimentos relativos integralizao e durao dos cursos de

    graduao, bacharelado, na modalidade presencial;

    3) Resoluo no 27 do CONEP/UFSJ, de 11 de setembro de 2013, que cria

    definies, princpios, graus acadmicos, critrios e padres para organizao

    dos Projetos Pedaggicos de Cursos de Graduao da UFSJ;

    4) Resoluo CONEP n 022, de 31/07/2013, que regulamenta a durao da hora-

    aula nos Cursos de Graduao e estabelece o horrio institucional da UFSJ;

    5) Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) estabelecidas pela Resoluo

    CNE/CES n 13, de 13 de maro de 2002, que institui as Diretrizes Curriculares

    Nacionais do Curso de Graduao em Histria. Alm do Parecer CNE/CES

    492/2001, publicado no DOU de 09/07/2001, que instruiu as Diretrizes

    Curriculares Nacionais dos Cursos de Histria;

    6) Decreto n 5.296/05, relativo acessibilidade, o Decreto n 5.626/2005 - Libras

    como disciplina curricular optativa para os cursos que no esto obrigados a t-

    la como obrigatria;

    7) Lei n 11.645/2008 e a Resoluo CNE/CP 1/2004, de 14 de junho de 2004, que

    instituiu Educao das Relaes tnico-Raciais e Para o Ensino de Histria e

    Cultura Africana, Afro-brasileira e Indgena para a formao inicial e continuada

  • dos professores e nos contedos de disciplinas e atividades curriculares das

    Instituies de Ensino Superior;

    8) Lei n 9.795/99 e Decreto n 4.281/02, relativos obrigatoriedade da educao

    ambiental em todos os nveis do ensino.

    9) Resoluo CNE/CES n 2, de 18/06/2007 que dispe sobre carga horria total

    mnima e procedimentos relativos integralizao e durao dos cursos de

    graduao, bacharelado, na modalidade presencial;

    10) Resoluo n 1, de 30 de maio de 2012, que estabelece Diretrizes Nacionais

    para Educao em Direitos Humanos.

    3. Objetivos

    O curso de Bacharelado em Histria da UFSJ tem por objetivo a formao de

    historiadores, capacitados para a atuao nas diferentes dimenses de seu ofcio.

    Durante muito tempo, o campo de trabalho desse profissional limitou-se ao magistrio

    superior associado pesquisa acadmica. Hoje, acha-se radicalmente dilatado,

    somando-se aos j citados, a atuao em institutos de pesquisa, em pesquisas ligadas ao

    patrimnio artstico e cultural, em museus e centros de memria, junto aos meios de

    comunicao de massa, na prestao de assessorias culturais e polticas, na organizao

    de arquivos e acervos, na montagem e gerenciamento de bancos de dados, entre diversas

    outras possibilidades.

    Concomitantemente ampliao do campo de atuao do historiador,

    multiplicaram-se tambm as linguagens utilizadas na produo e divulgao do

    conhecimento histrico. Assim, alm da ainda dominante linguagem escrita, torna-se

    cada vez mais freqente o uso de recursos audiovisuais, iconogrficos, estatsticos,

    computacionais, etc. Para atender a formao desse profissional, prope-se uma grade

    curricular que possa, atravs dos ncleos de contedos bsicos, de formao

    complementar e de formao profissional, oferecer ao aluno um domnio consistente

    sobre a natureza do conhecimento histrico e sobre as prticas de sua produo e

    difuso. Destacam-se como de fundamental importncia as unidades curriculares de

    Laboratrio de Pesquisa em Histria I e II e as de Monografia I e II, nas quais os alunos

    tero a oportunidade de experimentar diferentes etapas na produo do saber em

    Histria.

  • 4. Perfil do Curso

    A criao do Bacharelado em Histria tem como finalidade preparar

    profissionais que exercero atividades no campo do conhecimento histrico,

    assegurados pela formao plena do historiador.

    A proposta curricular apresentada busca, por meio da interao entre ensino,

    pesquisa e extenso entendendo-a como necessria formao integral do profissional

    em Histria em suas diversas reas de atuao garantir o desenvolvimento das

    competncias e habilidades que definem o perfil do bacharel em Histria, quanto o

    pleno desenvolvimento das aptides e escolhas que se voltem proeminentemente para a

    atividade de pesquisa, seja nos rgos e instituies voltados para esse fim ou na sua

    continuidade nos programas de ps-graduao. Desta forma, em consonncia com as

    Diretrizes Curriculares Nacionais para os curso de Histria, procurou-se garantir que o

    graduado cumpra obrigatoriamente uma carga curricular de contedos bsicos e

    complementares (disciplinas obrigatrias e optativas), tais como definidos pelo

    documento citado, capaz de garantir a sua qualificao para o exerccio integral do

    ofcio de historiador nas diversas reas de sua atuao.

    O perfil do bacharel que queremos contemplar dever caracterizar-se por um

    maior aprofundamento de sua formao em reas especficas do saber e da pesquisa

    histrica, que o qualificar para as diversas atividades abertas ao exerccio profissional

    do historiador e seus desdobramentos acadmicos em nvel de ps-graduao. Vale

    sublinhar que as atividades de pesquisa desenvolvidas pelo departamento tm

    propiciado a diversos alunos esse horizonte e sua concretizao. Tambm, com este

    intuito, propusemos um conjunto de disciplina optativas que permita uma verticalizao

    de temas e abordagens, e sobretudo, a realizao da monografia como exerccio

    fundamental de tratamento de fontes, aprofundamento bibliogrfico e produo de

    conhecimento. Acreditamos que o leque de atividades que temos desenvolvido s

    encontrar sua efetiva realizao com a implementao de um curso que possibilite o

    acompanhamento adequado da formao do profissional de Histria.

    Por outro lado, pode-se constatar a inexistncia de um curso de Histria na

    regio das Vertentes ou pelo atendimento fornecido por apenas uma universidade

    privada, nas proximidades da rea de atuao da UFSJ. Desta maneira, o Curso de

    Histria, em horrio noturno, preenche um importante papel na habilitao dos docentes

    e profissionais do municpio e cidades vizinhas. Estas metas esto em consonncia com

  • a poltica de ensino da UFSJ que pautada em seu Projeto Pedaggico Institucional

    (PPI) da UFSJ. Segundo o PPI, do ponto de vista pedaggico-educacional, no que diz

    respeito busca da qualidade dos cursos de graduao, deve-se implementar propostas

    curriculares atuais, coesas e de coerncia, considerando-se as demandas do mercado de

    trabalho, da academia, e considerando-se a insero da universidade pblica na

    sociedade brasileira em seus aspectos mais amplos.

    A reelaborao do PPC da Histria se coaduna com os princpios institucionais

    da UFSJ, que pregam, entre outros pontos, a indissociabilidade entre o ensino, a

    pesquisa e a extenso, o pluralismo de ideias e de concepes pedaggicas, bem como a

    universalidade e a interdisciplinaridade do conhecimento. As mudanas que

    contemplam os contedos de carter educativo racial, ambientalista e de garantia do

    acesso ao conhecimento cientfico est de acordo com a misso da UFSJ, definida em

    seu Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), ao contribuir para a induo de

    mudanas e avanos para uma sociedade justa e igualitria, por meio da produo e

    socializao dos conhecimentos acadmico, tecnolgico, artstico e filosfico, tendo

    como parmetros os princpios ticos e humansticos.

    5. Competncias e Habilidades Segundo as Diretrizes Curriculares dos Cursos de Histria, os profissionais de

    Histria devem desenvolver as seguintes competncias e habilidades, no decorrer de sua

    graduao:

    a) Dominar as diferentes concepes metodolgicas que referenciam a construo

    de categorias para a investigao e a anlise das relaes scio-histricas;

    b) Problematizar, nas mltiplas dimenses das experincias dos sujeitos histricos,

    a constituio de diferentes relaes de tempo e espao;

    c) Conhecer as informaes bsicas referentes s diferentes pocas histricas nas

    vrias tradies civilizatrias assim como sua interrelao;

    d) Transitar pelas fronteiras entre a Histria e outras reas do conhecimento;

    e) Desenvolver a pesquisa, a produo do conhecimento e sua difuso no s no

    mbito acadmico, mas tambm em instituies de ensino, museus, em rgos

    de preservao de documentos e no desenvolvimento de polticas e projetos de

    gesto do patrimnio cultural.

  • 6. Perfil do Egresso O bacharel em Histria formado pela UFSJ um profissional capaz de produzir

    e divulgar, por diferentes meios, conhecimento histrico. Para isso, deve dominar as

    diferentes concepes tericas e metodolgicas que orientam a produo desse saber,

    problematizar as formas de atuao dos sujeitos e suas relaes espao-temporais,

    dialogar com outras reas de saber, conhecer os aspectos fundamentais de diferentes

    sociedades e pocas histricas.

    7. Oferecimento

    7.1. Grau Acadmico Bacharelado

    7.2. Modalidade Educao Presencial (EDP).

    7.3. Titulao Bacharel em Histria

    7.4. Linhas de Formao Especfica (nfases) O curso no prev linhas de

    formao especficas.

    7.5. Regime Curricular O curso organizado em progresso linear.

    7.6. Turno Noturno

    7.7. Periodicidade O sistema de ingresso anual.

    7.8. Nmero de Vagas Oferecidas pelo Curso 10 vagas.

    7.9. Carga Horria Total 2.580 horas-aula / 2.400 horas.

    7.10. Prazos de Integralizao Padro, Mximo e Mnimo

    Mnimo: 6 semestres

    Padro: 8 semestres

    Mximo: 12 semestres

    7.11. Equivalncia Hora-aula A hora-aula na UFSJ de 55 minutos.

  • 8. Formas de Acesso

    As formas de acesso ao curso de Histria, bem como de todos os cursos de

    graduao presenciais da UFSJ, esto regulamentadas pelo Art. 2, da Resoluo

    CONSU/UFSJ n 15, de 11 de maro de 2013, e so as seguintes: Sistema de Seleo

    Unificada (SISU); Processo Seletivo para transferncia interna de discente regular da

    UFSJ entre cursos de graduao afins (Reopo); Processo Seletivo de Transferncia e

    Admisso de Portadores de Diploma de Ensino Superior (PROTAP).

    9. Atividades Complementares do Curso

    As Atividades Complementares do Curso de Bacharelado em Histria da UFSJ

    tm como objetivo principal propiciar aos alunos o contato com saberes e prticas que

    possibilitam uma formao mais ampla e humanstica do profissional de histria, e

    contempla quatro grandes grupos: rea de ensino, de pesquisa, de extenso e

    representao estudantil/acadmica. O aluno dever totalizar 220 (duzentos e vinte e

    duas horas) nessas atividades, distribudas conforme pontuao mxima descrita no

    quadro abaixo. Cabe ressaltar ainda que cada discente dever apresentar comprovao

    de participao nas atividades realizadas. Disciplinas cursadas em outros cursos

    (eletivas) podero ser computadas como atividades complementares at o limite de 100

    horas, desde que haja aprovao da coordenao de curso, que ir avaliar a pertinncia

    do contedo cursado em relao formao do bacharelando em Histria. Atividades

    no previstas, mas que estabeleam interface com a formao mais ampla do bacharel

    em Histria, sero avaliadas e incorporadas na contagem da carga horria do aluno, caso

    sejam aprovadas pela coordenao e/ou pelo colegiado do curso.

    Grupo Tipos de Atividades Carga

    horria

    mxima

    para cada

    grupo

    rea de Ensino a) Monitoria em componentes curriculares

    de cursos da UFSJ;

    b) Participao em projetos de ensino

    (PIBID, dentre outros);

    100

  • c) Realizao de estgio no obrigatrio

    relacionada s atividades de ensino e

    educacionais;

    d) Participao na organizao de eventos

    relacionados ao ensino e educao;

    e) Publicao de textos completos, resumo,

    e/ou resumo expandido, referentes

    participao em projetos de ensino, em

    anais de eventos;

    f) Publicao de resultados de projetos de

    ensino, impresso ou online, na forma de

    artigos em peridicos e revistas, vdeos,

    captulos de livros, ou outro material de

    cunho acadmico.

    rea de Pesquisa

    a) Participao em projetos de pesquisa da

    UFSJ ou de outras instituies de ensino

    superior, de centros de pesquisa, de

    museus, de arquivos, escolas, etc;

    d) Participao em eventos acadmicos de

    pesquisa, com apresentao de trabalhos,

    em congressos, seminrios, simpsios,

    encontros, semanas acadmicas, etc;

    e) Participao, como ouvinte, em eventos

    acadmicos de pesquisa, como seminrios,

    simpsios, congressos, semanas

    acadmicas, palestras, entre outros;

    b) Publicao de textos completos, resumo,

    e/ou resumo expandido, referentes

    participao em projetos de pesquisa, em

    anais de eventos;

    c) Publicao de resultados de projetos de

    pesquisa, impresso ou online, na forma de

    artigos em peridicos e revistas, vdeos,

    150

  • captulos de livros, ou outro material de

    cunho acadmico;

    f) Realizao de estgio e prticas no

    obrigatrias, em atividades de pesquisa na

    UFSJ e/ou em outras instituies de ensino

    superior, de centros de pesquisa, de

    museus, de arquivos, etc;

    rea de Extenso a) Participao em projetos de extenso da

    UFSJ, ou de outras instituies de ensino

    superior, de centros de pesquisa, de

    museus, de arquivos, escolas, etc;

    b) Organizao de eventos de extenso

    (cursos, minicursos, oficinas, simpsios,

    congressos, seminrios, semanas

    acadmicas, palestras , etc);

    c) Trabalho voluntrio em organizaes da

    sociedade civil;

    d) Participao, como ouvinte, em eventos

    relacionados extenso (oficinas,

    minicursos, cursos, seminrios, simpsios,

    congressos, palestras, etc.);

    e) Participao, com apresentao de

    trabalhos, em eventos relacionados

    extenso (seminrios, simpsios,

    congressos, semanas acadmicas, etc.);

    f) Publicao de textos completos, resumo,

    e/ou resumo expandido, referentes

    participao em projetos de extenso, em

    anais de eventos;

    g) Publicao de resultados de projetos de

    extenso, impresso ou online, na forma de

    artigos em peridicos e revistas, vdeos,

    100

  • captulos de livros, ou outro material de

    cunho acadmico;

    h) Organizao e/ou participao em

    atividades de cunho social, artstico e/ou

    cultural;

    i) Participao na organizao de

    campanhas educativas, ambientais e/ou de

    publicidade de atividades de carter social,

    cultural ou artstico;

    j) Participao como bolsista e/ou

    estagirio em atividades culturais, sociais,

    artsticas.

    Representao Estudantil

    / Acadmica

    a) Representao discente em rgos

    colegiados;

    b) Representao discente em diretrios

    acadmicos;

    40

    10. Matriz Curricular

    Tendo como perfil de nosso bacharel um profissional capaz de produzir e

    divulgar, por diferentes meios, conhecimento histrico, tomamos como necessria, na

    articulao de nossa matriz curricular, uma estrutura que prime pelo domnio de

    diferentes concepes tericas e metodolgicas que orientam a produo do saber

    histrico, a problematizao das formas de atuao dos sujeitos e suas relaes espao-

    temporais, o dilogo com outras reas de saber e a abordagem de aspectos fundamentais

    de diferentes sociedades e pocas histricas.

    Na matriz curricular so contemplados trs ncleos formativos: o ncleo de

    contedos bsicos, o de formao complementar e o de formao profissional. O

    Ncleo de contedos bsicos aborda disciplinas obrigatrias num total de 1.440 horas-

    aula (ou 1.320 horas), comprometidas com os recortes temticos e cronolgicos

    habituais da Histria, com a pesquisa e o debate historiogrfico contemporneos. Neste

  • conjunto de disciplinas, so atendidos ainda contedos relativos s relaes tnico-

    raciais, em especial no mbito do conjunto das disciplinas de Histria do Brasil,

    Histria da Amrica e Histria da frica; contedos voltados para a educao

    ambiental, junto disciplina de Iniciao s Cincias Sociais; temas relativos

    educao em direitos humanos, na disciplina de Histria do Brasil IV e Histria

    Contempornea I; bem como fundamentos para a instrumentalizao de normas e

    formas de apresentao cientfica, com o oferecimento da disciplina de Leitura e

    Produo de Texto.

    O Ncleo de formao complementar, que totaliza 504 horas-aula (ou 462

    horas) em disciplinas optativas, visa fornecer ao bacharelando um panorama

    diversificado de objetos, reas e temticas no campo da historiografia, bem como a

    necessria articulao interdisciplinar atravs do dilogo com outras reas do

    conhecimento. Destaca-se nesse conjunto de disciplinas, a de Tpicos para a Histria

    Indgena do Brasil, em respeito proposio da Lei 11.645/2008, referendada pela luta

    social das populaes indgenas e por grupos de pesquisa na rea vinculados a ANPUH,

    que assinalam a necessidade de se garantir o ensino da histria indgena em todos os

    nveis da educao escolar, buscando pensar o Brasil em sua sociodiversidade. Nessa

    direo, entende-se que essa disciplina tem uma periodicidade de oferecimento anual,

    desde que haja disponibilidade do corpo docente para atend-la. Parte significativa das

    disciplinas oferecidas neste ncleo - em constante processo de reelaborao,

    condicionadas que esto autonomia dos professores, bem como disponibilidade dos

    mesmos em cada semestre letivo - esto relacionadas a reas e temticas por vezes

    constituintes da trajetria acadmica de nosso corpo docente e do estado mais latente de

    suas pesquisas. Fato que contribui para uma constante atualizao do quadro optativo da

    matriz curricular ao mesmo tempo em que proporciona um vnculo desta com as

    pesquisas e propostas do Programa de Ps-graduao em Histria do curso. Como

    decorrncia, as ementas de disciplinas optativas apresentadas neste PPC constituem-se

    em algumas possibilidades, dentre outras que podero se somar no decorrer dos anos.

    O Ncleo de formao profissional abarca 398 horas distribudas entre as

    disciplinas obrigatrias de Laboratrio de Pesquisa I e II (carga horria de 108 horas-

    aula ou 99 horas cada uma) e as unidades curriculares Monografia I e II (com carga

    horria de 100 horas cada). O objetivo desse ncleo o de propiciar ao bacharelando

    condies para a elaborao e o pleno desenvolvimento de projetos de pesquisa, alm

    do contato com pesquisadores da regio, professores e alunos do PPGHistria,

  • dinamizando o aprendizado e a troca de experincias prprias do mtier do historiador.

    Completa-se a formao do bacharelando com o desenvolvimento de atividades

    complementares (220 horas).

    11) Estrutura Curricular (currculo) O curso de Bacharelado em Histria composto pelas seguintes unidades curriculares:

    11.1.Introduo Histria

    1. Perodo

    Carga horria: 72 h/a (66 h)

    Tipo: disciplina

    Natureza: obrigatria

    Modo de oferecimento: normal

    Carter: Terica

    Unidade Acadmica responsvel: DECIS

    11.2.Leitura e Produo de Textos

    1. Perodo

    Carga horria: 72 h/a (66 h)

    Tipo: disciplina

    Natureza: obrigatria

    Modo de oferecimento: normal

    Carter: Terica

    Unidade Acadmica responsvel: DELAC

    11.3. Iniciao s Cincias Sociais

    1. Perodo

    Carga horria: 72 h/a (66 h)

    Tipo: disciplina

    Natureza: obrigatria

    Modo de oferecimento: normal

    Carter: Terica

    Unidade Acadmica responsvel: DECIS

  • 11.4. Histria Antiga

    1. Perodo

    Carga horria: 72 h/a (66 h)

    Tipo: disciplina

    Natureza: obrigatria

    Modo de oferecimento: normal

    Carter: Terica

    Unidade Acadmica responsvel: DECIS

    11.5. Histria Medieval

    2. Perodo

    Carga horria: 72 h/a (66 h)

    Tipo: disciplina

    Natureza: obrigatria

    Modo de oferecimento: normal

    Carter: Terica

    Unidade Acadmica responsvel: DECIS

    11.6. Histria da Amrica I

    2. Perodo

    Carga horria: 72 h/a (66 h)

    Tipo: disciplina

    Natureza: obrigatria

    Modo de oferecimento: normal

    Carter: Terica

    Unidade Acadmica responsvel: DECIS

    11.7. Histria Moderna I

    3. Perodo

    Carga horria: 72 h/a (66 h)

    Tipo: disciplina

    Natureza: obrigatria

  • Modo de oferecimento: normal

    Carter: Terica

    Unidade Acadmica responsvel: DECIS

    11.8. Histria do Brasil I

    3. Perodo

    Carga horria: 72 h/a (66 h)

    Tipo: disciplina

    Natureza: obrigatria

    Modo de oferecimento: normal

    Carter: Terica

    Unidade Acadmica responsvel: DECIS

    11.9. Histria da Amrica II

    3. Perodo

    Carga horria: 72 h/a (66 h)

    Tipo: disciplina

    Natureza: obrigatria

    Modo de oferecimento: normal

    Carter: Terica

    Unidade Acadmica responsvel: DECIS

    11.10. Histria da frica

    3. Perodo

    Carga horria: 72 h/a (66 h)

    Tipo: disciplina

    Natureza: obrigatria

    Modo de oferecimento: normal

    Carter: Terica

    Unidade Acadmica responsvel: DECIS

    11.11. Histria Moderna II

    4. Perodo

    Carga horria: 72 h/a (66 h)

  • Tipo: disciplina

    Natureza: obrigatria

    Modo de oferecimento: normal

    Carter: Terica

    Unidade Acadmica responsvel: DECIS

    11.12. Histria da Amrica III

    5. Perodo

    Carga horria: 72 h/a (66 h)

    Tipo: disciplina

    Natureza: obrigatria

    Modo de oferecimento: normal

    Carter: Terica

    Unidade Acadmica responsvel: DECIS

    11.13. Histria do Brasil II

    5. Perodo

    Carga horria: 72 h/a (66 h)

    Tipo: disciplina

    Natureza: obrigatria

    Modo de oferecimento: normal

    Carter: Terica

    Unidade Acadmica responsvel: DECIS

    11.14. Mtodos e Tcnicas de Pesquisa em Histria

    5. Perodo

    Carga horria: 72 h/a (66 h)

    Tipo: disciplina

    Natureza: obrigatria

    Modo de oferecimento: normal

    Carter: Terica

    Unidade Acadmica responsvel: DECIS

    11.15. Laboratrio de Pesquisa em Histria I

  • 5. Perodo

    Carga horria: 108 horas-aula, 99 horas

    Tipo: disciplina

    Natureza: obrigatria

    Modo de oferecimento: normal

    Carter: Terica e prtica

    Unidade Acadmica responsvel: DECIS

    11.16. Histria Contempornea I

    6. Perodo

    Carga horria: 72 h/a (66 h)

    Tipo: disciplina

    Natureza: obrigatria

    Modo de oferecimento: normal

    Carter: Terica

    Unidade Acadmica responsvel: DECIS

    11.17. Teoria da Histria

    6. Perodo

    Carga horria: 72 h/a (66 h)

    Tipo: disciplina

    Natureza: obrigatria

    Modo de oferecimento: normal

    Carter: Terica

    Unidade Acadmica responsvel: DECIS

    11.18. Monografia I

    7. Perodo

    Carga horria: 100 horas

    Tipo: Trabalho acadmico

    Natureza: obrigatria

    Modo de oferecimento: normal

    Carter: prtica

    Unidade Acadmica responsvel: DECIS

  • 11.19. Histria do Brasil III

    7. Perodo

    Carga horria: 72 h/a (66 h)

    Tipo: disciplina

    Natureza: obrigatria

    Modo de oferecimento: normal

    Carter: Terica

    Unidade Acadmica responsvel: DECIS

    11.20. Histria Contempornea II

    7. Perodo

    Carga horria: 72 h/a (66 h)

    Tipo: disciplina

    Natureza: obrigatria

    Modo de oferecimento: normal

    Carter: Terica

    Unidade Acadmica responsvel: DECIS

    11.21. Laboratrio de Pesquisa em Histria II

    7. Perodo

    Carga horria: 108 horas-aula, 99 horas

    Tipo: disciplina

    Natureza: obrigatria

    Modo de oferecimento: normal

    Carter: Terica e prtica

    Unidade Acadmica responsvel: DECIS

    11.22. Histria do Brasil IV

    8. Perodo

    Carga horria: 72 h/a (66 h)

    Tipo: disciplina

    Natureza: obrigatria

    Modo de oferecimento: normal

    Carter: Terica

  • Unidade Acadmica responsvel: DECIS

    11.23. Histria da Amrica IV

    8. Perodo

    Carga horria: 72 h/a (66 h)

    Tipo: disciplina

    Natureza: obrigatria

    Modo de oferecimento: normal

    Carter: Terica

    Unidade Acadmica responsvel: DECIS

    11.24. Monografia II

    8. Perodo

    Carga horria: 100 horas

    Tipo: Trabalho acadmico

    Natureza: obrigatria

    Modo de oferecimento: normal

    Carter: Prtica

    Unidade Acadmica responsvel: DECIS

    11.25.Optativa I

    2. Perodo

    Carga horria: 72 h/a (66 h)

    Tipo: disciplina

    Natureza: optativa

    Modo de oferecimento: normal

    Carter: Terica

    Unidade Acadmica responsvel: DELAC

    11.26.Disciplina Optativa II

    2. Perodo

    Carga horria: 72 h/a (66 h)

    Tipo: disciplina

    Natureza: optativa

  • Modo de oferecimento: normal

    Carter: Terica

    Unidade Acadmica responsvel: DECIS

    11.27. Disciplina Optativa III

    4. Perodo

    Carga horria: 72 h/a (66 h)

    Tipo: disciplina

    Natureza: optativa

    Modo de oferecimento: normal

    Carter: Terica

    Unidade Acadmica responsvel: DECIS

    11.28. Disciplina Optativa IV

    4. Perodo

    Carga horria: 72 h/a (66 h)

    Tipo: disciplina

    Natureza: optativa

    Modo de oferecimento: normal

    Carter: Terica

    Unidade Acadmica responsvel: DECIS

    11.29. Disciplina Optativa V

    6. Perodo

    Carga horria: 72 h/a (66 h)

    Tipo: disciplina

    Natureza: optativa

    Modo de oferecimento: normal

    Carter: Terica

    Unidade Acadmica responsvel: DECIS

    11.30. Disciplina Optativa VI

    7. Perodo

    Carga horria: 72 h/a (66 h)

  • Tipo: disciplina

    Natureza: optativa

    Modo de oferecimento: normal

    Carter: Terica

    Unidade Acadmica responsvel: DECIS

    11.31. Disciplina Optativa VII

    8. Perodo

    Carga horria: 72 h/a (66 h)

    Tipo: disciplina

    Natureza: optativa

    Modo de oferecimento: normal

    Carter: Terica

    Unidade Acadmica responsvel: DECIS

    Todas as disciplinas podem ter at 20% de sua carga horria desenvolvidas em

    atividades na modalidade semi-presencial, conforme a Portaria do MEC no. 4.059, de

    10 de dezembro de/2004. Tambm so consideradas para integralizao das disciplinas

    as atividades de campo, pesquisas, visitas a museus, arquivos ou centros de memrias,

    leituras orientadas.

    Alm das unidades curriculares acima citadas, os alunos devero cumprir 220

    horas em atividades complementares extraclasse.

  • 12. Representao Grfica (fluxograma)

    Legenda: ---------- Ncleo de Contedos Bsicos: 1.440 horas-aula / 1.320 horas ---------- Ncleo de Formao Complementar: 504 horas-aula /462 horas ---------- Ncleo de Formao Profissional: 416 horas-aula / 398 horas, sendo 200 horas de Monografia e 198 horas ou 216 horas-aula nas disciplinas de Laboratrio de Pesquisa em Histria I e II Atividades Complementares Extraclasse: 220 horas Carga-horria total do curso: 2.580 horas-aula / 2.400 horas

    1 Perodo 2 Perodo 3 Perodo 4 Perodo 5 Perodo 6 Perodo 7 Perodo 8 Perodo

    Introduo Histria

    72 h/a (66 h)

    Optativa I 72 h/a (66 h)

    Histria Moderna I

    72 h/a (66 h)

    Histria Moderna II

    72 h/a (66 h)

    Histria da Amrica III 72 h/a (66 h)

    Histria Contempor-

    nea I 72 h/a (66 h)

    Histria do Brasil III

    72 h/a (66 h)

    Histria do Brasil IV

    72 h/a (66 h)

    Leitura e Produo de

    Textos 72 h/a (66 h)

    Histria Medieval

    72 h/a (66 h)

    Histria do Brasil I

    72 h/a (66 h)

    Optativa III 72 h/a (66 h)

    Histria do Brasil II

    72 h/a (66 h)

    Teoria da Histria

    72 h/a (66 h)

    Histria Contempor-

    nea II 72 h/a (66 h)

    Histria da Amrica IV 72 h/a (66 h)

    Iniciao s Cincias Sociais

    72 h/a (66 h)

    Histria da Amrica I

    72 h/a (66 h)

    Histria da Amrica II

    72 h/a (66 h)

    Optativa IV 72 h/a (66 h)

    Mtodos e Tcnicas de Pesquisa em

    Histria 72 h/a (66 h)

    Optativa V 72 h/a (66 h)

    Optativa VI 72 h/a (66 h)

    Optativa VII 72 h/a (66 h)

    Histria Antiga

    72 h/a (66 h)

    Optativa II 72 h/a (66 h)

    Histria da frica

    72 h/a (66 h)

    Laboratrio de Pesquisa

    em Histria I (108 h/a)

    Monografia I

    (100 h)

    Laboratrio de Pesquisa

    em Histria II (108 h/a)

    Monografia II (100 h)

  • 13) Ementrio:

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DO CURSO DE HISTRIA - COHIS

    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: INTRODUO HISTRIA Natureza: OBRIGATRIA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo: 1

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    As caractersticas fundamentais do conhecimento histrico: especificidade do conhecimento histrico; objetividade e subjetividade; noo de tempo; construo do conhecimento: fontes, interpretao, mtodo e narrativa.

    OBJETIVOS

    Possibilitar aos alunos a compreenso do processo de produo do conhecimento histrico, bem como das principais discusses concernentes ao seu estatuto epistemolgico.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    BLOCH, Marc. Apologia da Histria ou o ofcio do historiador. RJ: Jorge Zahar Editor, 2001. CARDOSO, C.F. e VAINFAS, R. (org.) Novos Domnios da Histria. RJ: Campus, 2012. REIS, Jos Carlos. Histria & Teoria Historicismo, Modernidade, Temporalidade e Verdade. RJ: Editora FGV, 2006.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    BURKE, Peter (org.). A Escrita da Histria: Novas Perspectivas. SP: Editora da UNESP, 1992. BURKE, Peter. A Revoluo Francesa da Historiografia: A Escola dos Annales, 1929-1989. SP: Editora da UNESP, 1991. CARDOSO, Ciro Flamarion. Uma Introduo Histria. SP: Brasiliense, 1982 (2 edio). CARDOSO, Ciro Flamarion e VAINFAS, Ronaldo. Domnios da Histria: Ensaios de Teoria e Metodologia. RJ: Campus, 1997. CARR, Edward H. Que Histria? RJ: Paz e Terra, 1978 (2a edio). KARNAL, L. e TATSCH, F.G. A Memria Evanescente In: PINSKY, C.B. e LUCA, T.R. de (orgs.) O Historiador e suas Fontes. SP: Contexto, 2012. LE GOFF, Jacques. Reflexes sobre a Histria. Lisboa: edies 70, 1986. SCHAFF, Adam. Histria e Verdade. SP: Martins Fontes, 1978. VEYNE, Paul. Como se Escreve a Histria. Lisboa, Edies 70, 1987.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DO CURSO DE HISTRIA - COHIS

    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: LEITURA E PRODUO DE TEXTOS Natureza: OBRIGATRIA

    Unidade Acadmica: DELAC

    Perodo: 1

    Carga Horria

    Terica: 36 h-aula

    Prtica: - 36 h-aula

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    Leitura e produo de textos: nveis de leitura, o texto dissertativo, segmentao do texto, argumentao, coerncia e coeso, emprego de conhecimentos lingsticos.

    OBJETIVOS

    1 ampliar a noo e percepo do que seja texto; 2 explicitar os diferentes tipos e nveis de leitura; 3 explicitar e demonstrar os diferentes tipos e gneros textuais, bem como modalidades retricas, com nfase no texto argumentativo; 4 explicitar as diferentes formas de obteno de coeso no texto e sua relao com a coerncia textual; 5 trabalhar os conhecimentos lingusticos essenciais produo de um texto, dando especial ateno queles utilizados no mbito acadmico.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    FAULSTICH, Enilde L. de J. Como ler, entender e redigir um texto. Petrpolis, Vozes, 1989. BLIKSTEIN, Izidoro. Tcnicas de Comunicao Escrita. So Paulo, tica, 1992. CITELLI, Adilson. O texto argumentativo. So Paulo, Scipione, 1994.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    CUNHA, Celso; CINTRA, Lus F. Lindley. Nova gramtica do portugus contemporneo. 3.ed. Rio de Janeiro: Lexikon, 2007. DELL'ISOLA, Regina L. Pret. Leitura: os roteiros para estudo de texto e as habilidades de compreenso textual. Educao & Tecnologia, Belo Horizonte: s.n, v.9, n.2, p. 33-40, jul./dez. 2004. BUSELLI, Marina. Estratgias de leitura para a compreenso do texto cientifico - gnero relato de pesquisa. Revista Ciencias Humanas, Taubate: s.n, v.6, n.1, p. 19-28, jan./jun. 2000. SILVA, Srgio Nogueira Duarte da. O portugus do dia-a-dia: como falar e escrever melhor. Rio de

  • SILVA, Srgio Nogueira Duarte da. O portugus do dia-a-dia: como falar e escrever melhor. Rio de Janeiro: Rocco, 2004. SOUZA, Luiz Marques de; CARVALHO, Srgio Waldeck de. Compreenso e produo de textos. Rio de Janeiro Vozes, 1995.

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    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DO CURSO DE HISTRIA - COHIS

    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: INICIAO S CINCIAS SOCIAIS Natureza: OBRIGATRIA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo: 1

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    Estudo das correntes tericas clssicas que conformam as vertentes fundamentais do pensamento sociolgico, consubstanciadas nas obras de Marx, Weber e Durkheim, tomando como eixo condutor a problemtica da ao social; discusso das principais abordagens tericas da sociologia e das possibilidades de anlise dos fenmenos sociais e sua importncia para a compreenso da sociedade; exame das contribuies do pensamento sociolgico para a anlise das relaes de poder e dos conflitos envolvidos na produo social do espao, com nfase nos aspectos ambientais desses processos. OBJETIVOS - Discutir, de forma introdutria, as problemticas, conceitos e interpretaes oferecidos pelo pensamento sociolgico clssico. - Discutir as possibilidades de anlise de fenmenos sociais contemporneos a partir das vertentes fundadoras do pensamento sociolgico, com nfase nos processos conflitivos de apropriao do espao e das condies naturais

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    DURKHEIM, ., As Formas Elementares da Vida Religiosa. So Paulo. Ed. Paulinas, 1989. MARX, K.. O Dezoito Brumrio e Cartas a Kugelmann. Rio de Janeiro. Ed. Paz e Terra, 1978. WEBER, Max. Ensaios de sociologia. Rio de Janeiro, Zahar, 1976.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ACSELRAD, Henri, MELLO, Ceclia Campelo do Amaral e BEZERRA, Gustavo das Neves, O que justia ambiental, Rio de Janeiro: Garamond, 2009. BOURDIEU, Pierre. Razes Prticas: Sobre a Teoria da Ao. So Paulo, Papirus Editora, 1996. CASTORIADIS, Cornelius. A Instituio Imaginria da Sociedade. So Paulo, Paz e Terra, 1986. COHN, Gabriel (Org). Weber: Sociologia. So Paulo. Ed. tica, 1986.

  • DURKHEIM, .. As Regras do Mtodo Sociolgico. So Paulo.Cia Editora Nacional, 1972. MOORE Jr., Barrington. Injustia: As Bases Sociais da Obedincia e da Revolta. So Paulo, Brasiliense, 1988. RODRIGUES, J. Albertino (org). Emile Durkheim: Sociologia. So Paulo. Ed. tica, 1988. ZALUAR, Alba. A Mquina e a Revolta. S. Paulo. Brasiliense, 1985.

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    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DO CURSO DE HISTRIA - COHIS

    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: HISTRIA ANTIGA Natureza: OBRIGATRIA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo: 1

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    Analisar, em seus principais aspectos, as civilizaes Helnica, Helenstica, Cltica e Romana, precipuamente sobre o plano das instituies e das relaes scio-econmicas e polticas. Desenvolver igualmente algumas noes sobre a Histria da Igreja nos Perodos Apostlico e Apologtico, na poca das Perseguies e sob o Imprio Cristo. A abordagem do perodo no ensino fundamental e mdio.

    OBJETIVOS

    a) A disciplina possibilitar aos alunos a compreenso dos principais processos histricos que caracterizam a Antiguidade Ocidental. b) Os alunos devero demonstrar, ao final do curso, capacidade de anlise crtica de fontes primrias traduzidas, de textos acadmicos e de manuseio de mapas. c)Possibilitar uma reflexo sobre o ensino dessa temtica nos nveis fundamental e mdio.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    PETIT, Paul. Histria Antiga. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1995. AYMARD, A e AUBOYER, J. Histria Geral das Civilizaes: Roma e seu Imprio (3 vols.). So Paulo: Difuso Europia do Livro, 1962. AUSTIN, M. M. e VIDAL-NAQUET. P. Economia e Sociedade na Grcia Antiga. Lisboa: Edies 70, 1986.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    BAILEY, C. (org.) O Legado de Roma. So Paulo: Imago, 1992. BALSDOM, J.P.V.D. (org.) O Mundo Romano. Rio de Janeiro: Zahar, 1968. CARDOSO, C.F.S. A Cidade-Estado Antiga. So Paulo: tica, 1985. COMBY, J. Para Ler a Histria da Igreja: Das Origens ao Sculo XV. So Paulo: Loyola, 1993. COULANGES, F. A Cidade Antiga. So Paulo: Martins Fontes, 2000. DANIELOU, J. e MARROU, H. Nova Histria da Igreja Vol. 1. Petrpolis: Vozes, 1973. FINLEY, M.I. O Mundo de Ulisses. Lisboa: Presena, 1982.

  • ....................... Os Gregos Antigos. Lisboa: Edies 70, 1984.

    ....................... Aspectos da Antiguidade. So Paulo: Martins Fontes, 1991.

    ....................... (org.) O Legado da Grcia. Braslia: UnB, 1998.

    ....................... A Poltica no Mundo Antigo. Rio de Janeiro: Zahar, 1985. FLORENZANO, M.B.B. O Mundo Antigo: Economia e Sociedade. So Paulo: Brasiliense, 1982. GABRIEL-LEROUX, J. As Primeiras Civilizaes do Mediterrneo. So Paulo: Martins Fontes, 1989. LEROUX, F. e GUYONVARCH, J-C. A Civilizao Celta. Mira-Sintra: Publs. Europa-Amrica, s/d. .............................................................. A Sociedade Celta. Mira-Sintra: Publs. Europa-Amrica, s/d. LVEQUE, P. O Mundo Helenstico. Lisboa: Edies 70, 1987. MCEVEDY, C. Atlas da Histria Antiga. So Paulo: Verbo-EdUSP, 1979. MOSS, C. As Instituies Gregas. Lisboa: Edies 70, 1985. ................... Atenas: A Histria de uma Democracia. Braslia: UnB, 1987. PETIT, P. A Paz Romana. Barcelona: Labor, 1976. PINSKY, J. 100 Textos de Histria Antiga. So Paulo: Contexto, 1998. ROSTOVTZEFF, M. Histria de Roma. Rio:Zahar, 1961. VERNANT, J.P. As Origens do Pensamento Grego. So Paulo: DIFEL, 1977.

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    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DO CURSO DE HISTRIA - COHIS

    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: HISTRIA MEDIEVAL Natureza: OBRIGATRIA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo: 2

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    A disciplina estuda desde a queda do Imprio Romano do Ocidente at o princpio do perodo Tardo-Medieval, focando em questes e momentos privilegiados como o Imprio Carolngio, a Reforma Gregoriana, o Feudalismo e o surgimento dos Estados Monrquicos. A abordagem do perodo no ensino fundamental e mdio.

    OBJETIVOS

    O curso ir proporcionar uma viso de conjunto do Ocidente medieval do sculo V ao sculo XV, enfatizando as dimenses poltica, socioeconmica e religiosa, e determinados recortes espaciais e temporais. Possibilitar uma reflexo sobre o ensino dessa temtica nos nveis fundamental e mdio.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    BLOCH, Marc. A Sociedade Feudal. Lisboa, Edies 70, 1979. LE GOFF, Jacques. A Civilizao do Ocidente Medieval. Lisboa Estampa, 1983, 2 vols. HEERS, Jacques. Histria Medieval. So Paulo, Bertrand Brasil, 1991.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ANTONETTI, Guy. A Economia Medieval. So Paulo, Atlas, 1977. CLARAMUNT, Salvador et aliii. Historia de la Edad Media. Barcelona, Ariel, 1995. DUBY, Georges. As Trs Ordens ou o Imaginrio do Feudalismo. Lisboa, Estampa, 1982. -------------------- O Tempo das Catedrais. Lisboa, Estampa, 1979. -------------------- Economia Rural e Vida no Campo no Ocidente Medieval. Lisboa, Edies 70, s/d, 2 vols. -------------------- A Sociedade Cavaleiresca. So Paulo, Martins Fontes, 1989. FOURQUIN, GUY. Senhorio e Feudalidade na Idade Mdia. Lisboa, Edies 70, 1978 FRANCO, Jr., Hilrio. A Idade Mdia. Nascimento do Ocidente. So Paulo, Brasiliense, 1988.

  • ---------------------- As Cruzadas. So Paulo, Moderna, 1999. ---------------------- Feudalismo. So Paulo, Moderna, 1999. GOMES, Francisco Jos Silva. A Igreja e o Poder: Representaes e Discursos. In: RIBEIRO, Maria Eurydice de Barros. A Vida na Idade Mdia. Braslia, UnB,1997, pp. 34 60. GOUREVICHT, Aaron. As Categorias da Cultura Medieval. Lisboa, Caminho, 1990. LE GOFF, Jacques. Os Intelectuais na Idade Mdia. So Paulo, Brasiliense, 1988. ----------------------- A Bolsa e a Vida. So Paulo, Brasiliense, 1998. -- -------------------- Mercadores e Banqueiros na Idade Mdia. Lisboa, Gradiva, 1982. ----------------------- O Apogeu da Cidade Medieval. So Paulo, Martins Fontes, 1992. ----------------------- Para um novo Conceito de Idade Mdia. Lisboa, Estampa, 1980. LOYN, H. R. Dicionrio da Idade Mdia. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 1992. MC EVEDY, Colin. Atlas da Histria Medieval. Lisboa, Ulisseia, 1973. PEDRERO- SNCHEZ, Maria Guadalupe. Histria da Idade Mdia. Textos e Testemunhas, So Paulo, UnESP, 1999. QUILLET, Jeannine. Les Clefs du Pouvoir au Moyen ge. Tours, Flammarion, 1972. SKINNER, Quentin. As Fundaes do Pensamento Poltico Moderno. So Paulo, Companhia das Letras, 1996. SOUTHERN, R. W. A Igreja Medieval. Lisboa, Ulisseia, s/d. TEJADA, Manuel Teruel Gregorio de. Vocabulario Bsico de la Historia de la Iglesia.Barcelona, Crtica, 1993. ULLMANN, Walter. Historia del Pensamiento Politico en la Edad Media. Barcelona, Ariel 1983. VAUCHEZ, Andr A Espiritualidade na Idade Mdia Ocidental (Sculos VIII-XIII). Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 1995.

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    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DO CURSO DE HISTRIA - COHIS

    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: HISTRIA DA AMRICA I

    Natureza: OBRIGATRIA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo: 2

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    Arqueologia e histria indgena: por uma histria da Amrica pr-colombiana e pr-cabralina. Artefatos: elementos de tecnologia e esquema tipolgico. Vestgios de cultura material: Indstria ltica, cermica e arte rupestre. Estudo das caractersticas e modalidades fundamentais da organizao scio-cultural das sociedades na Amrica pr-histrica. Estudos da produo historiogrfica sobre a ocupao da Amrica. Caracterizao dos traos fundamentais das principais sociedades pretritas no Brasil. Estudo de caso de Minas Gerais. Preservao dos stios arqueolgicos. A abordagem da temtica no ensino fundamental e mdio.

    OBJETIVOS

    O objetivo central oferecer o estudo das sociedades da Amrica pr-colombiana e pr-cabralina, tomando em conta a perspectiva interdisciplinar entre Arqueologia, Histria e Antropologia, para o entendimento da ocupao do territrio americano e das formas de organizao scio-cultural das sociedades paleoamerndias. O curso apresenta uma viso panormica da histria das macro-regies da Amrica (Mesoamrica, Circuncaribe, Andes e Terras baixas da Amrica do Sul, com nfase no territrio brasileiro), enfatizando os diferentes processos de ocupao territorial e suas distintas organizaes scio-culturais e polticas desses povos a partir de estudos e debates acadmicos recentes. Possibilitar uma reflexo sobre o ensino dessa temtica nos nveis fundamental e mdio. BIBLIOGRAFIA BSICA BETHELL, Leslie. Histria da Amrica Latina: Amrica Latina colonial, vol. I. Traduo Maria Clara Cescato, 2. edio, So Paulo: Edusp & Braslia: Fundao Alexandre Gusmo, 1998. PROUS, Andr. Arqueologia Brasileira. Braslia: Ed. UNB, 1992. ______. O Brasil antes dos brasileiros. A pr-histria de nosso pas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2006. TENORIO, Maria Cristina (org.). Pr-histria da Terra Brasilis. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

  • CARNEIRO DA CUNHA, Manuela. Introduo a uma histria indgena. In: Histria dos ndios no Brasil. Organizao Manuela Carneiro da Cunha. 2a. edio. So Paulo: Companhia das Letras & Secretaria Municipal de Cultura & FAPESP, 1998. pp. 9-24. FAUSTO, Carlos. Os ndios antes do Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2000 (Descobrindo o Brasil). FUNARI, Pedro Paulo; NOELI, Francisco. Pr-historia do Brasil. So Paulo: Contexto, 2002. MEGGERS, Betty J. Amrica pr-histrica. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1972. NEVES, Walter A. 1992. "A primeira descoberta da Amrica". Cincia Hoje, vol. 15, n 86, pp. 38-48. NEVES, Walter; PILO, Lus. O povo de Luzia: em busca dos primeiros americanos. So Paulo: Editora Globo, 2008. REVISTA DE ARQUEOLOGIA MEXICANA

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DO CURSO DE HISTRIA - COHIS

    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: HISTRIA MODERNA I Natureza: OBRIGATRIA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo: 3

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    Estudo dos processos econmicos, polticos e culturais da Europa dos sculos XV ao XVII. A constituio de uma economia de mercado mundial e as formas de acumulao de capital. Configurao da ordem poltica europia: monarquias, principados e repblicas. Conexes continentais decorrentes da expanso europia e surgimento dos imprios coloniais. O Renascimento e a cultura humanista. As reformas religiosas. A abordagem do perodo no ensino fundamental e mdio.

    OBJETIVOS

    Abordar os processos que possibilitaram a constituio da modernidade ocidental nos sculos XVI, XVII e XVIII, conferindo especial ateno ao desenvolvimento das relaes capitalistas, ao surgimento da concepo de indivduo e formao dos grandes Estados europeus. Possibilitar uma reflexo sobre o ensino dessa temtica nos nveis fundamental e mdio. BIBLIOGRAFIA BSICA BRAUDEL, Fernand. Civilizao material, economia e capitalismo sculos XV-XVIII. So Paulo: Martins Fontes, 1996, 3 volumes. SKINNER, Quentin. Fundaes do pensamento poltico moderno. So Paulo: Companhias das Letras, 1996. ELIAS, Nobert. O processo civilizador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990/1993, 2 volumes.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ANDERSON, Perry. Linhagens do Estado absolutista. So Paulo: Brasiliense, 1985. BETHENCOURT, Francisco. Histria das Inquisies: Portugal, Espanha e Itlia - Sculos XV-XIX. So Paulo: Companhia das Letras, 2000. BURCKHARDT, Jacob. A cultura do Renascimento na Itlia. So Paulo: Companhia das Letras,1991. BURKE, Peter. O Renascimento italiano. Cultura e sociedade na Itlia. So Paulo: Nova Alexandria, 1999. DELUMEAU, Jean. A civilizao do Renascimento. Lisboa: Estampa, 2 vols.

  • ANDERSON, Perry. Linhagens do Estado absolutista. So Paulo: Brasiliense, 1985. BETHENCOURT, Francisco. Histria das Inquisies: Portugal, Espanha e Itlia - Sculos XV-XIX. So Paulo: Companhia das Letras, 2000. BURCKHARDT, Jacob. A cultura do Renascimento na Itlia. So Paulo: Companhia das Letras,1991. BURKE, Peter. O Renascimento italiano. Cultura e sociedade na Itlia. So Paulo: Nova Alexandria, 1999. DELUMEAU, Jean. A civilizao do Renascimento. Lisboa: Estampa, 2 vols. DELUMEAU, Jean. Nascimento e afirmao da Reforma. So Paulo: Pioenira, 1989. GARIN, Eugnio. O homem renascentista. Lisboa: Presena, 1991. GINZBURG, Carlo. O queijo e os vermes. So Paulo: Companhia das Letras, 1989. LADURIE, Emmanuel Le Roy. O Estado monrquico, 1460-1610. So Paulo: Companhia das Letras, 1994. MARX, Karl. O Capital. So Paulo: Nova Cultural, 1985, v. II. QUEIROZ, Teresa Aline Pereira de. O Renascimento. So Paulo: Edusp, 1995. RIBEIRO, Renato. Etiqueta no Antigo Regime: do sangue doce vida. So Paulo: Brasiliense, 1990. ROSSI, Paolo. Os filsofos e as mquinas. So Paulo: Companhia das Letras, 1989. STONE, Laurence. Causas da Revoluo Inglesa (1592-1642). Bauru: Edusc, 2001. SEVCENKO, Nicolau. O Renascimento. So Paulo/Campinas: Atual/Editora da Unicamp, 1987.

    TREVOR-ROPER, Hugh. A crise do sculo XVII: religio, a Reforma & mudana social. Rio de Janeiro: Top Books, 2007.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DO CURSO DE HISTRIA - COHIS

    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: HISTRIA DO BRASIL I

    Natureza: OBRIGATRIA Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo: 3

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    Estudo dos processos econmicos, sociais, polticos e culturais da Amrica Portuguesa entre os sculos XVI e XVIII: conquista e colonizao, organizao poltica e administrativa, o funcionamento da economia colonial, a escravido, as relaes inter-tnicas e as constituies de identidades, a diversidade e os embates culturais, a crise do colonialismo. Esses aspectos so abordados a partir dos debates historiogrficos sobre eles. A abordagem do perodo colonial brasileiro no ensino fundamental e mdio.

    OBJETIVOS

    Possibilitar aos alunos uma compreenso das principais caractersticas da realidade colonial, privilegiando a abordagem dos debates historiogrficos sobre o tema. Possibilitar uma reflexo sobre o ensino dessa temtica nos nveis fundamental e mdio.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    FRAGOSO, J., BICALHO, M.F. e GOUVA, M. de F. (org.) O Antigo Regime nos Trpicos: a dinmica imperial portuguesa (sculos XVI-XVIII). RJ, Civilizao Brasileira, 2001. PRADO JNIOR, Caio. Formao do Brasil Contemporneo. SP: Brasiliense, 1983. FARIA, S. de C. Identidade e Comunidade Escrava: um ensaio Revista Tempo. Niteri, UFF, no. 22.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ALEXANDRE, Valentim. Os Sentidos do Imprio. Questo Nacional e Questo Colonial na Crise do Antigo Regime Portugus. Porto: Edies Afrontamento, 1993. ARRUDA, Jos Jobson de Andrade. O Sentido da Colnia. Revisitando a Crise do Antigo Sistema Colonial (1780-1830). IN: TENGARRINHA, Jos (org.). Histria de Portugal. Bauru/SP/ Portugal: EDUSC/UNESP/Instituto Cames, 2000.

  • BICALHO, Maria Fernanda e FERLINI, Vera Lcia Amaral (org.). Modos de Governar: Idias e Prticas Polticas no Imprio Portugus, sculos XVI a XIX. SP: Alameda, 2005. BRGGER, S.M.J e OLIVEIRA, A.J.M. de. Os Benguelas de So Joo del-Rei: trfico atlntico, religiosidade e identidades tnicas (sculos XVIII e XIX). Revista Tempo. Niteri: UFF, n.26. FARIA, Sheila de Castro. Sinhs Pretas: Acumulao de Peclio e Transmisso de Bens de Mulheres Forras no Sudestes Escravista (sculos XVIII e XIX). IN: SILVA, F.C. T. da, MATTOS, H.M. e FRAGOSO, J.L. (org.). Escritos sobre Histria e Educao: Homenagem a Maria Yedda Leite Linhares. RJ: Mauad/FAPERJ, 2001. FARIA, Sheila de Castro A Colnia em Movimento: Fortuna e Famlia no Cotidiano Colonial. RJ: Nova Fronteira, 1998. FLORENTINO, Manolo G. Em Costas Negras: Uma Histria do Trfico Atlntico entre a frica e o Rio de Janeiro (sculos XVIII e XIX). RJ: Arquivo Nacional, 1995. FRAGOSO, Joo L.R. Homens de Grossa Aventura: acumulao e hierarquia na praa mercantil do Rio de Janeiro (1790-1830). RJ: Arquivo Nacional, 1992. FRAGOSO, Joo L. R.; ALMEIDA, Carla M. de C. e SAMPAIO, Antonio C. J. de. Conquistadores e Negociantes: histrias de elites no Antigo Regime nos trpicos. Amrica lusa, sculos XVI a XVIII. RJ: Civilizao Brasileira, 2007. FRAGOSO, J.; FLORENTINO, M. e FARIA, SC. A Economia Colonial brasileira (sculos XVI XIX). SP: Ed. Atual, 1998. FREYRE, Gilberto. Casa-Grande & Senzala: Formao da Famlia Brasileira sob o Regime da Economia Patriarcal. SP: Crculo do Livro, s/d. GUEDES, Roberto. Egressos do cativeiro: trabalho, famlia, aliana e mobilidade social (Porto Feliz, So Paulo, c. 1798 c. 1850). RJ: Mauad / FAPERJ, 2008. MAXWELL, Kenneth. A Devassa da devassa. a Inconfidncia Mineira: Brasil-Portugal 1750-1808. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978. MONTEIRO, Jonh M. Negros da Terra: ndios e Bandeirantes nas Origens de So Paulo. SP: Cia. das Letras, 1994. LINHARES, Maria Yedda (org.). Histria Geral do Brasil. RJ: Campus, 2000. MAXWELL, Kenneth. As causas e o contexto da Conjurao Mineira in: FURTADO, Jnia Ferreira (org.). Dilogos Ocenicos: Minas Gerais e as novas abordagens para uma histria do Imprio Ultramarino Portugus. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2001. NOVAIS, Fernando. O Brasil nos Quadros do Antigo Sistema Colonial IN: MOTA, Carlos Guilherme (org.) Brasil em Perspectiva. SP, DIFEL, 1980. NOVAIS, Fernando. Brasil e Portugal na crise do Antigo Sistema Colonial (1777-1808). So Paulo: HUCITEC, 1978. SOUZA, Laura de Mello e. O Sol e a Sombra: Poltica e Administrao na Amrica Portuguesa do sculo XVIII. SP: Cia. Das Letras, 2006. VAINFAS, Ronaldo (org.) Dicionrio do Brasil Colonial (1500-1808). RJ: Objetiva, 2000.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

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    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: HISTRIA DA AMRICA II Natureza: OBRIGATRIA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo: 3

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    Estudo dos processos econmicos, polticos e culturais na Amrica dos sculos XV a XVIII: conquista e colonizao. Agentes da conquista: Colombo, Cortes, Pizarro. A diversidade do mundo americano: as culturas indgenas mesoamericanas, andinas e sul-americanas. Panorama cultural e cotidiano do mundo nativo nas Amricas Hispnica e Portuguesa. A conquista espiritual e religiosa. Formas de trabalho compulsrio. A particularidade da colonizao norte-americana. Diversidades regionais: resistncias adaptativas e rebelies indgenas. A crise do sistema colonial. A abordagem do perodo no ensino fundamental e mdio.OBJETIVOS O objetivo da disciplina compreender a diversidade tnica nas Amricas (Hispnica e Portuguesa e norte-americana), analisando o processo de encontro de culturas radicalmente diferentes e suas conseqncias na emergncia de novas estruturas econmicas, polticas, sociais e culturais, a partir de uma produo acadmica representativa sobre o tema, observando as diversas interpretaes historiogrficas, visando ao desenvolvimento de uma percepo crtica da histria da Amrica no perodo colonial. Possibilitar uma reflexo sobre o ensino dessa temtica nos nveis fundamental e mdio.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. Os ndios na Histria do Brasil. Rio de Janeiro, FGV Editora, 2010, p.13-133. BERNAND, Carmen & GRUZINSKI, Serge. Histria do Novo Mundo 2. As mestiagens (1550-1640). Traduo Mary Amazonas Leite de Barros, So Paulo: Edusp, 2006. ______. Histria do Novo Mundo. Da descoberta conquista uma experincia europia (14921550). Traduo Cristina Muracho, So Paulo: Edusp, 1997. BETHELL, Leslie (org.). Histria da Amrica Latina. A Amrica Latina Colonial. So Paulo: Edusp, vol. 1, 1997, vol. 2, 1999. SCHWARTZ, Stuart; LOCKHART, James. A Amrica latina na poca colonial. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 2002.

  • BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    CUNHA, Manuela Carneiro da. (org.). Histria dos ndios no Brasil. So Paulo: Companhia das Letras: Secretaria Municipal de Cultura: FAPESP, 1992. GRUPIONI, Lus Donisete Benzi (org.). ndios no Brasil. So Paulo: SMC, 1992. MONTEIRO, John Manuel. Armas e armadilhas. Histria e resistncia dos ndios. In: A outra margem do Ocidente. Organizao Adauto Novaes. So Paulo: Companhia da Letras & Minc-Funarte, 1999. pp. 237-249. O'GORMAN, Edmundo. A inveno da Amrica: reflexo a respeito da estrutura histrica do Novo Mundo e do sentido do seu devir. So Paulo: Editora da UNESP, 1992. RESTALL, Matthew. Sete mitos da conquista espanhola. Rio de Janeiro, Civilizao Brasileira, 2006. TODOROV, Tzvetan. A conquista da Amrica: a questo do outro. So Paulo: Martins Fontes, 1999. VAINFAS, Ronaldo (org.). Amrica em tempo de conquista. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1992. .

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DO CURSO DE HISTRIA - COHIS

    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: HISTRIA DA FRICA Natureza: OBRIGATRIA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo: 3

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    Anlise de parte da produo historiogrfica sobre a histria da frica, com nfase nas seguintes temticas: o continente africano (a geografia, a economia e os aspectos culturais e religiosos); a escravido na frica; os europeus na frica entre os sculos XVI e XIX; relaes entre frica e Brasil nos sculos do trfico de escravos; as influncias e recriaes culturais na frica e no Brasil. Abordagem da temtica no ensino fundamental e mdio.

    OBJETIVOS

    Identificar as regies, as culturas e os povos do continente africano, com nfase naquelas que tiveram maiores laos de contato com o Brasil, particularmente da frica Central e Centro-Ocidental, durante os sculos XVI ao XIX. Situar as principais correntes historiogrficas que enfatizam a importncia da Histria da frica para a compreenso do legado africano na formao da sociedade e da cultura brasileira, conforme determinao da Lei 10.639/2003; Analisar as relaes socioeconmicas, polticas e culturais entre Brasil e frica durante os sculos de vigncia do trfico de escravos. Possibilitar uma reflexo sobre o ensino dessa temtica nos nveis fundamental e mdio.

    BIBLIOGRAFIA BSICA PRIORE, Mary Del e VENANCIO, Renato Pinto. Os Ancestrais: uma introduo Histria da frica Atlntica. Rio de Janeiro: Campus, 2004. SILVA, Alberto da Costa e. Um rio chamado Atlntico: a frica no Brasil e o Brasil na frica. Rio de Janeiro: Nova Fronteira; Ed. UFRJ, 2003. THORTON, John. A frica e os Africanos na formao do mundo atlntico, 1400-1800. Rio de Janeiro: Campus, 2004.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

  • ALBUQUERQUE, Lus e outros. O confronto do olhar: o encontro dos povos na poca das navegaes portuguesas. Lisboa: Caminho, 1991. ALENCASTRO, Luiz Felipe de. O Trato dos Viventes: formao do Brasil no Atlntico Sul (sculos XVI eXVII). So Paulo: Cia. das Letras, 2000. AMARAL, Ildeo. O Reino do Congo, os mbundu, o Reino dos Ngola (ou de Angola) e a presena portuguesa. Lisboa: Instituto de Investigao cientfica Tropical, 1996. APPIAH, Kwame Anthony. Na casa de meu pai: a frica na filosofia da cultura. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997. BELLUCCI, Beluce (coord.). Introduo Histria da frica e da Cultura Afro-Brasileira. Rio de Janeiro: Centro de Estudos Afro-Asiticos/Centro Cultural Banco do Brasil, 2003. COELHO, Virglio. Em busca de Kbs: uma tentativa de explicao da estrutura poltico-administrativa do Reino de Ndongo Os quilombos de Angola no sculo XIX: a recusa da escravido. Rio de Janeiro, Estudos Afro-Asiticos, Centro de Estudos Afro-Asiticos, UCAM, 1997, n. 32. CONRAD, Robert.Tumbeiros O trfico de escravos no Brasil. So Paulo, Brasiliense, 1985. CUNHA, Manuela Carneiro da Cunha. Negros, estrangeiros. Os escravos brasileiros e sua volta frica. So Paulo, Brasiliense, 1985. CURTO, Jos e GERVAIS, Raimond. A dinmica demogrfica de Luanda no contexto do trfico de escravos do Atlntico Sul, 1781-1844. Rio de Janeiro, Topoi, Revista de Histria, PPGHIS/UFRJ, 7 Letras, 2002, n. 4. DAVIDSON, Basil. Revelando a velha frica. 2. ed. Lisboa: Prelo, 1977. _________. Os africanos. Uma introduo sua histria cultural. Lisboa, Edies 70, 1981. Coleo Biblioteca de Estudos Africanos. FAGE, John D. Histria da frica. Lisboa: Edies 70, s/d. FLORENTINO, Manolo. Em costas negras: uma histria do trfico de escravos entre a frica e o Rio de Janeiro (Sculos XVIII e XIX). So Paulo: Cia. das Letras, 1997. FREUDENPHAL, Ainda. Os quilombos de Angola no sculo XIX: a recusa da escravido. Rio de Janeiro, Estudos Afro-Asiticos, Centro de Estudos Afro-Asiticos, UCAM, 1997, n. 32. HERNANDEZ, Leila Leite. A frica na sala de aula: visita Histria Contempornea. So Paulo: Selo Negro, 2005. HORNE, Gerald. O Sul mais distante: o Brasil, os Estados Unidos e o trfico de escravos africanos. So Paulo: Companhia das Letras, 2010. LOPES, Nei. Kitabu: o livro do saber e do esprito negro-africanos. So Paulo: Senac, 2005. __________. Enciclopdia brasileira da dispora africana. So Paulo: Selo Negro, 2004. __________. Novo dicionrio Banto. Rio de Janeiro: Pallas, 2003. LOVEJOY, Paul E. A escravido africana: uma histria de suas transformaes. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 2002. MBOKOLO, Elikia. frica Negra. Histria e civilizaes. Tomo 1 (At o sculo XVIII). Salvador/So Paulo: EDUFBA/Casa das fricas, 2009. _________. frica Negra. Histria e civilizaes. Tomo 2 (do sculo XIX aos novos dias). Lisboa: Colibri, 2007. MILLER, Joseph. Poder poltico e parentesco. Os antigos estados mbundu em Angola. Luanda, Arquivo

  • Histrico Nacional, 1995. PANTOJA, Selma (org.). Entre frica e Brasis. Braslia/So Paulo: Paralelo/Marco Zero, 2001. PANTOJA, Selma e SARAIVA, Jos Sombra (orgs.) Angola e Brasil nas rotas do Atlntico Sul. Rio

    de Janeiro: Bertrand do Brasil, 1999. PARREIRA, Adriano. Economia e sociedade em Angola na poca da rainha Jinga sculo XVII.

    Lisboa: Estampa, 1990. SERRANO, Carlos. Trfico e mudana do poder tradicional no Reino Ngoyo (Cabinda no sculo

    XIX. Rio de Janeiro, Estudos Afro-Asiticos, Centro de Estudos Afro-Asiticos, UCAM, 1997, n. 32.

    ________. Os senhores da terra e os homens do mar: antropologia poltica de um reino africano. So Paulo, FFLCH-USP, 1983.

    SILVA, Alberto da Costa e. A enxada e a lana. A frica antes dos portugueses. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1996.

    _________. A Manilha e o Libambo: a frica e a escravido de 1500 a 1700. Rio de Janeiro: Nova Fronteira/Biblioteca Nacional, 2002

    SILVA, Alberto da Costa e. Francisco Flix de Souza, mercador de escravos. 2. ed. Rio de Janeiro: Ed. UERJ, 2004.

    ___________. Imagens da frica: da antiguidade ao sculo XIX. So Paulo: Companhia das Letras Penguim, 2012.

    SWETT, James H. Recriar frica: cultura, parentesco e religio no mundo afro-portugus (1441-1770). Lisboa: Edies 70, 2007.

    UNESCO. Histria Geral da frica. So Paulo: tica / Unesco, 1982-91. (8 volumes). VANSINA, Jan. La tradicin oral. Barcelona: Editorial Labor S. A., 1966. VERGER, Pierre. Fluxo e Refluxo: do trfico de escravos entre o Golfo do Benin e a Bahia de Todos

    os Santos dos sculos XVII a XIX. 4a. edio. Salvador: Corrupio, 2002.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DO CURSO DE HISTRIA - COHIS

    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: HISTRIA MODERNA II

    Natureza: OBRIGATRIA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo: 4

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    Crise econmica no sculo XVII e retomada do crescimento da acumulao de capital no sculo XVIII. Revoluo Industrial na Gr-Bretanha. Revolues polticas: Revoluo Inglesa e Revoluo Francesa. Ilustrao e suas decorrncias culturais e polticas. Desenvolvimento do pensamento cientfico. A abordagem do perodo no ensino fundamental e mdio.

    OBJETIVOS

    Analisar as revolues liberais e os efeitos do liberalismo a partir do sculo XVIII, pensando suas relaes com a Ilustrao. Estudar as origens e os desdobramentos da Revoluo Industrial e as principais caractersticas da expanso capitalista desde ento. Possibilitar uma reflexo sobre o ensino dessa temtica nos nveis fundamental e mdio.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    FLORENZANO, Modesto. As revolues burguesas. So Paulo: Brasiliense, 1998. HOBSBAWM, Eric J. A era das revolues 1789-1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982. FURET, Franois. Pensando a Revoluo Francesa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1989.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    CHARTIER, Roger. Origens culturais da Revoluo Francesa. So Paulo: Editora da UNESP, 2009. CHAUNU, Pierre. A civilizao da Europa das Luzes. Lisboa: Estampa, 1995. COBBAN, Alfred. A interpretao social da Revoluo Francesa. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1989. Darnton, Robert. Boemia literria e Revoluo - O submundo das letras no Antigo Regime. So Paulo: Companhia das Letras. Darnton, Robert. O grande massacre de gatos e outros episdios da histria cultural francesa. Rio de Janeiro: Graal, 1986. DE DECCA, Edgar. O nascimento das fbricas. So Paulo: Brasiliense, 1982. FORTES, Luiz R. Salinas. O Iluminismo e os reis filsofos. So Paulo: Brasiliense, 1989

  • CHARTIER, Roger. Origens culturais da Revoluo Francesa. So Paulo: Editora da UNESP, 2009. CHAUNU, Pierre. A civilizao da Europa das Luzes. Lisboa: Estampa, 1995. COBBAN, Alfred. A interpretao social da Revoluo Francesa. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1989. Darnton, Robert. Boemia literria e Revoluo - O submundo das letras no Antigo Regime. So Paulo: Companhia das Letras. Darnton, Robert. O grande massacre de gatos e outros episdios da histria cultural francesa. Rio de Janeiro: Graal, 1986. DE DECCA, Edgar. O nascimento das fbricas. So Paulo: Brasiliense, 1982. FORTES, Luiz R. Salinas. O Iluminismo e os reis filsofos. So Paulo: Brasiliense, 1989 GRESPAN, Jorge. Revoluo Francesa e Iluminismo. So Paulo: Contexto, 2003. HAZARD, Paul.O pensamento europeu no sculo XVIII. Lisboa: Presena, 1974, 2 vols. KOSELLECK, Reinhart. Crtica e crise. Rio de Janeiro: Contraponto/UERJ, 1999. LEFEBVRE, George. A Revoluo Francesa. So Paylo: Ibrasa, 1966. SOBOUL, Albert. Histria da Revoluo Francesa. Rio de Janeiro: Zahar, 1974. STAROBINSKI, Jean. 1789: Os emblemas da razo. So Paulo: Companhia Letras, 1989. STONE, Laurence. Causas da Revoluo Inglesa (1592-1642). Bauru: Edusc, 2001. Thompson, Edward P. A formao da classe operria inglesa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987, 3 vols. TOCQUEVILLE, Alexis. O Antigo Regime e a Revoluo. So Paulo: Hucitec, 1989. VOVELLE, Michel. Frana revolucionria 1789-1799. So Paulo: Brasiliense, 1989. KOSELLECK, Reinhart. Crtica e crise. Rio de Janeiro: Contraponto/UERJ, 1999. LEFEBVRE, George. A Revoluo Francesa. So Paylo: Ibrasa, 1966. SOBOUL, Albert. Histria da Revoluo Francesa. Rio de Janeiro: Zahar, 1974. STAROBINSKI, Jean. 1789: Os emblemas da razo. So Paulo: Companhia Letras, 1989. STONE, Laurence. Causas da Revoluo Inglesa (1592-1642). Bauru: Edusc, 2001. Thompson, Edward P. A formao da classe operria inglesa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987, 3 vols. TOCQUEVILLE, Alexis. O Antigo Regime e a Revoluo. So Paulo: Hucitec, 1989. VOVELLE, Michel. Frana revolucionria 1789-1799. So Paulo: Brasiliense, 1989.

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    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DO CURSO DE HISTRIA - COHIS

    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: HISTRIA DA AMRICA III

    Natureza: OBRIGATRIA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo: 5

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    Estudo dos processos econmicos, polticos, sociais e culturais da Amrica de 1776 a 1898. A crise da relao colonial e as independncias das 13 colnias norte-americanas e da Amrica Hispnica. Ideologia e pensamento poltico das independncias e da formao dos estados nacionais. Fim do escravismo: Revoluo haitiana, abolicionismo e Guerra Civil nos Estados Unidos. Liberalismo e regimes oligrquicos na Amrica Latina. Insero latino-americana no capitalismo e ascenso dos Estados Unidos como potncia hemisfrica. Abordagem da histria norte-americana no ensino fundamental e mdio.

    OBJETIVOS

    Estudar as relaes entre os processos econmicos, polticos, sociais e culturais na histria americana, percebendo as especificidades regionais e nacionais dos processos histricos estudados a partir das principais linhas historiogrficas, com estudos de casos, em que se destacam Argentina, Cuba, Estados Unidos, Haiti e Mxico. Compreender a centralidade das questes da cidadania e da identidade nacional. Entender a construo da ideologia do excepcionalismo norte-americano e do conceito de Amrica Latina. Ler e interpretar documentos de poca.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    Baylin, Bernard. As origens ideolgicas da Revoluo Americana. Bauru: EdUSC, 2003. Leslie Bethell (org.), Histria da Amrica Latina, volume III: da Independncia a 1870. So Paulo: Imprensa Oficial do Estado; Editora da Universidade de So Paulo; Fundao Alexandre de Gusmo, 2001. Robin Blackburn, A Queda do escravismo colonial (1776-1848). Rio de Janeiro: Record, 2002.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

  • Adams, John. Escritos polticos de John Adams: selees representativas. So Paulo: IBRASA, 1964. Alberdi, Juan Bautista, Fundamentos da organizao poltica Argentina. Campinas: Editora da Unicamp, 1992. Arendt, Hannah. Da revoluo. So Paulo: tica, UNB, 1988. Azevedo, Clia Maria Marinho de, Abolicionismo: Estados Unidos e Brasil, uma histria comparada. So Paulo: Annablume, 2003. Beard, Charles A., O esprito da Constituio, em A Suprema Corte e a Constituio. Rio de Janeiro: Forense, 1965, pp. 90-103. Brignoli, Hctor Prez; Cardoso, Ciro Flamarion. Histria econmica da Amrica. Cardoso, Ciro Flamarion. A Afro-Amrica: a escravido no novo mundo. 3a ed. So Paulo: Brasiliense, 1989. __________ . Escravo ou campons? O protocampesinato negro nas Amricas. So Paulo: Brasiliense, 1987. Costa, Emlia Viotti da, Poltica de terras no Brasil e nos Estados Unidos, em: Da monarquia repblica: momentos decisivos. So Paulo: Grijalbo, 1977, pp. 127-147. Donghi, Tlio Halpern, Histria da Amrica Latina Rio de Janeiro: Paz & terra, 1975. Eisenberg, Peter. A Guerra civil americana. So Paulo: Brasiliense, 1985. Fausto, Boris. Fazer a Amrica. So Paulo: EdUSP, 2000. Fohlen, Claude, O faroeste: 1860-1890. So Paulo: Companhia das Letras, 1989. Foner, Eric. Nada alm da liberdade: a emancipao e seu legado. Rio de Janeiro: Paz & Terra, 1988. Font, M.; Sellers, Charles; Macmillen, R. Uma reavaliao da histria dos Estados Unidos: de colnia a potncia imperial. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990. Genovese, Eugene D., A economia poltica da escravido. Rio de Janeiro: Pallas, 1976. Genovese, Eugene D. O mundo dos senhores de escravos: dois ensaios de interpretao. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979. __________ . A terra prometida: o mundo que os escravos criaram. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988. Godechot, Jacques. Europa e Amrica: no tempo de Napoleo (1800-1815). So Paulo: USP, 1984. __________ . As revolues (1770-1799). So Paulo: Pioneira, 1976. Guerra, Franois-Xavier, A nao moderna: velhas legitimidades e novas identidades. In: Istvn Jancs (org.), Brasil: formao do Estado e da nao. Iju: Editora da Uniju. So Paulo: Hucitec; Fapesp, 2003, pp. 33-60. Herzog, Tamar, Identidades modernas: Estado, comunidade e nao no imprio hispnico, em: Istvn Jancs (org.), Brasil: formao do Estado e da nao. Iju: Editora da Uniju. So Paulo: Hucitec; Fapesp, 2003, pp. 109-122. Hamilton, Alexander; Madison, James; Jay, John, O Federalista. In: Os pensadores, So Paulo: Abril Cultural, 1973. James, Cyrill L. R.. Jacobinos negros: Toussaint lOuverture e a revoluo de Santo Domingo. So Paulo: Boitempo, 2000. Jefferson, Thomas. Escritos Polticos. So Paulo: IBRASA, 1964. Karnal, Leandro. Estados Unidos: a formao da nao. So Paulo: Contexto, 2001. Karnal, Leandro. Estados Unidos: da colnia independncia. So Paulo: Contexto, 1990. Klein, Herbert S. A escravido africana: Amrica Latina e Caribe. So Paulo: Brasiliense, 1987. Lincoln, Abraham. A mensagem de Lincoln: seleo de discursos, cartas e outros escritos do grande lder democrtico. So Paulo: Ibrasa, 1964. Mitre, Antnio, Literatura, histria e biografia no Facundo: a metodologia de Domingo F.

  • Sarmiento, Histria e Perspectivas, 9, 1993. __________ , A parbola no espelho: identidade e modernidade no Facundo de Sarmiento, Revista Brasileira de Cincias Sociais, 12, 1990. Morgan, Edmund S., Escravido e liberdade: o paradoxo americano, Estudos Avanados, 14 (38), 2000: 121-150. Morris, Richard B. Documentos bsicos da historia dos Estados Unidos. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1964. Morse, Richard M. O espelho de prspero: cultura e idias nas Amricas. So Paulo: Companhia das Letras, 1989. Naro, Nancy Priscilla. A formao dos Estados Unidos. 9 ed. So Paulo: Atual, 1997. Paine, Thomas, Senso comum. In: Os pensadores. So Paulo: Abril Cultural, 1973. Pamplona, Marco A., Revoltas, repblicas e cidadania: Nova York e Rio de Janeiro na consolidao da ordem republicana. Rio de Janeiro: Record, 2003. __________ , Ambigidades do pensamento latino-americano: intelectuais e a idia de nao na Argentina e no Brasil, Estudos Histricos, 32, 2003: 3-31. Pamplona, Marco A.; Mder, Maria Elisa (orgs.). Revolues de independncias e nacionalismos nas Amricas: Regio do Prata e Chile. So Paulo: Paz e Terra, 2007. __________ , Revolues de independncias e nacionalismos nas Amricas: Nova Espanha. So Paulo: Paz e Terra, 2008. Pimenta, Joo Paulo G., Estado e nao no fim dos imprios ibricos no Prata (1808-1828). So Paulo: Hucitec/FAPESP, 2002. Prado, Maria Lgia Coelho, Mora e Echeverria: duas vises da soberania popular no sculo XIX, Histria, 11, 1992: 93-102. Ryan, Mary, A parada norte-americana: representaes da ordem social do sculo XIX, em: Lynn Hunt (org.). A nova histria cultural. So Paulo: Martins Fontes, 1992, pp. 177-209. Sarmiento, Domingo Faustino, D. Faustino Sarmiento: poltica. So Paulo: tica, 1983. Schama, Simon, A promessa da Liberdade britnica. In: Travessias difceis: Gr-Bretanha, os escravos e a Revoluo Americana. So Paulo: Cia. das Letras, 2011, pp. 13-29. Schlesinger Jr., Arthur M. Os ciclos da histria americana. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 1992. Schoultz, Lars. Estados Unidos: poder e submisso: uma histria da poltica norte-americana em relao Amrica Latina. Bauru: EDUSC, 2000. Scott, Rebecca J., Emancipao escrava em Cuba: a transio para o trabalho livre, 1860-1899. __________ , Abolio gradual e a dinmica da emancipao dos escravos em Cuba, 1868-1886, Estudos Econmicos, 17 (3), 1987. Tocqueville, Alexis de. A democracia na Amrica. So Paulo: Itatiaia, 1977. Frederick Jackson Turner, O significado da fronteira na histria americana, em: Paulo Knauss (org.). Oeste americano. Rio de Janeiro: EdUFF, 2004, pp. 23-54. Wilson, Woodrow. Governo constitucional nos Estados Unidos. Sao Paulo: Ibrasa, 1963. Whitaker, Arthur Preston, Os Estados Unidos e a independncia da Amrica Latina: 1800-1830. Belo Horizonte: Itatiaia, 1966.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DO CURSO DE HISTRIA - COHIS

    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: HISTRIA DO BRASIL II

    Natureza: OBRIGATRIA Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo: 5

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    A Disciplina visa o estudo das transformaes ocorridas no Brasil desde o processo da Independncia at o fim da monarquia, em seus processos fundamentais e aspectos econmico, poltico e cultural. A abordagem do Brasil Imprio no ensino fundamental e mdio.

    OBJETIVOS

    Possibilitar aos alunos o estudo dos processos fundamentais da histria do perodo, familiarizando-os com a historiografia e viabilizando o debate em torno de interpretaes e abordagens diferenciadas. Possibilitar uma reflexo sobre o ensino dessa temtica nos nveis fundamental e mdio.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    GRINBERG, Keila e SALLES, Ricardo (orgs.). O Brasil imperial. 3 volumes. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 2010. JANCS, Istvn (org.). Brasil: formao do Estado e da Nao. So Paulo: Hucitec, 2003. NEVES, Lcia Maria B. P. & MACHADO, Humberto F. O Imprio do Brasil. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1999.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ALENCASTRO, Luiz Filipe de (Org.). Histria da Vida Privada no Brasil - 2 : Imprio: a corte e a modernidade nacional. So Paulo, Cia. das Letras, 1997. CARVALHO, Jos Murilo de Carvalho. A Construo da Ordem: a elite poltica imperial; Teatro de Sombras: a poltica imperial. 2.ed. rev. Rio de Janeiro: UFRJ/ Relume-Dumar, 1996. ____. & NEVES, Lcia Maria Bastos Pereira das Neves (orgs.). Repensando o Brasil do oitocentos: cidadania, poltica e liberdade. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 2009. ____. (Org.). Nao e cidadania no Imprio: novos horizontes. Rio de Janeiro: Civilizao Brasilei-ra, 2007, pp. 71-91. COSTA, Vilma P. & OLIVEIRA, Ceclia Helena de S. (orgs.). De um imprio a outro: formao do

  • Brasil, sculos XVIII e XIX. So Paulo: HUCITEC, 2007. DANTAS, Mnica Duarte (org.). Revoltas, motins, revolues: homens livres pobres e libertos no Brasil do sculo XIX. So Paulo: Alameda, 2011. DIAS, Maria Odila L. da Silva. A interiorizao da metrpole e outros estudos. So Paulo, Alameda, 2005. DOLHNIKOFF, Miriam. O pacto imperial: origens do federalismo no Brasil. So Paulo: Globo, 2005. FAZOLI Filho, Arnaldo. O Perodo Regencial. So Paulo, tica, 1990. FERREIRA, Gabriela Nunes. Centralizao e Descentralizao no Imprio: o debate entre Tavares Bastos e visconde de Uruguai. So Paulo, Ed. 34, 1999. FRAGOSO, Joo Lus. Homens de grossa aventura: acumulao e hierarquia na praa mercantil do rio de Janeiro (1790-1830). Rio de Janeiro: Civilizao brasileira, 1998. GRAA Filho & LIBBY, A.fonso Alencastro e Douglas C. A economia do Imprio brasileiro. So Paulo: Atual, 2004, GRAA Filho & LIBBY, 2004. GRAHAM, Richard. Clientelismo e Poltica no Brasil do Sculo XIX. Rio de Janeiro, UFRJ, 1997. GUIMARES, Lcia Maria Paschoal & PRADO, Maria Emlia. O Liberalismo no Brasil Imperial: conceitos, origens e prtica. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: REVAN : UERJ, 2001. HOLANDA, Srgio Buarque de (org.). Histria Geral da Civilizao Brasileira, T. II/ 5 vol., So Paulo, DIFEL, 1985. JANCS, Istvn (org.). Brasil: Formao do Estado e da Nao. So Paulo: Hucitec, 2003. ____ (org.). Independncia: histria e historiografia. So Paulo: Hucitec, 2005. LYRA, Maria de Lourdes Viana. A Utopia do Poderoso Imprio. Rio de Janeiro, Sette Letras, 1994. MENDONA, Joseli N. Cenas Abolio no Parlamento. In: Cenas da Abolio: escravos e senhores no Parlamento e na Justia. So Paulo, Perseu Abramo, 2001. MALERBA, Jurandir. A Corte no Exlio. So Paulo Cia. das Letras, 2000. MATTOS, Ilmar Rohloff de. O Tempo Saquarema. Rio de Janeiro, ACESS, 1994. MENDONA, Snia Regina de (org.). Estado e historiografia no Brasil. Niteri: EDUFF, 2006. MELLO, Evaldo C. de. A outra Independncia: o federalismo pernambucano de 1817 a 1824. So Paulo: Ed. 34, 2004. MOREL, Marco. Cipriano Barata na Sentinela da Liberdade. Salvador, Acad. de Letras da Bahia; Assemblia Legislativa do Estado da Bahia, 2001. ____. O perodo das regncias (1831-1840). Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006. ____. As Transformaes dos Espaos Pblicos: imprensa, atores polticos e sociabilidades na cidade imperial (1820-1840). So Paulo, HUCITEC, 2005. MOTTA, Mrcia Maria Menendes. Nas fronteiras do poder: conflito e direito terra no Brasil do sculo XIX. Rio de Janeiro: Vcio de Leitura/APERJ, 1998. NEVES, Lcia B.P. das. Corcundas e Constitucionais : a cultura poltica da independncia (1820-1822). Rio de Janeiro, Revan, 2003. OLIVEIRA, Ceclia Helena L. de S. A Astcia Liberal: relaes de mercado e projetos polticos no Rio de Janeiro. Bragana paulista, EDUSF e CONE, 1999. OLIVEIRA, Ceclia Helena L. de S. A histria na poltica, a poltica na histria. So Paulo: Alameda, 2006. PRADO, Maria Emlia. (org.). O Estado Como Vocao. Rio de Janeiro, ACCESS, 1999. REIS, Joo Jos & SILVA, Eduardo. Negociao e conflito. So Paulo: Cia. das Letras, 1989. RIBEIRO, Gladys Sabina. A Liberdade em Construo: identidade nacional e conflitos antilusitanos no Primeiro Reinado. Rio de Janeiro, Relume-Dumar/ FAPERJ, 2002. RIBEIRO, Maria Eurydice de Barros. Os Smbolos do Poder: cerimnias e imagens do Estado Monrquico no Brasil. Braslia, UNB, 1995.

  • RICCI, Magda. Assombraes de um padre regente: Diogo Antnio Feij (1784-1843). Campinas: Ed. Unicamp, 2001. SLEMIAN, Andra. Vida poltica em tempo de crise: Rio de Janeiro (1808-1824). So Paulo: HUCITEC, 2006. SOUZA, Adriana Barreto de. Duque de Caxias: o homem por trs do monumento. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 2008. SOUZA, Iara Lis Carvalho. Ptria Coroada - o Brasil como corpo poltico autnomo - 1780-1831. So Paulo, UNESP, 1999.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DO CURSO DE HISTRIA - COHIS

    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: MTODOS E TCNICAS DE PESQUISA EM HISTRIA Natureza: OBRIGATRIA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo: 5

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    Estudo dos paradigmas metodolgicos da historiografia e de algumas de suas tcnicas de pesquisa. Diferena entre mtodo, prtica e tcnicas. O mtodo historiogrfico. O arquivo e os instrumentos de pesquisa. Tipologia documental. O projeto de pesquisa.

    OBJETIVOS

    Introduo aos principais elementos da metodologia historiogrfica e dos problemas contemporneos da pesquisa histrica, com nfase na realidade brasileira. Elaborao de um pr-contemporneos da pesquisa histrica, com nfase na realidade brasileira. Elaborao de um pr-projeto de pesquisa, com especial ateno para o recorte de objetos de pesquisa, e sua relao com os temas e problemas da historiografia.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    Arstegui, Julio. A pesquisa histrica: teoria e mtodo. Bauru: Editora da Universidade do Sagrado Corao, 2006. Barros, Jos D'Assuno. O projeto de pesquisa em histria: da escolha do tema ao quadro terico. Petrpolis: Vozes, 2005. Pinsky, Carla Bassanezi e Luca, Tnia Regina de (org.). O historiador e suas fontes. So Paulo: Contexto, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Amado, Janaina; Ferreira, Marieta de Moraes (orgs.). Usos e abusos da historia oral. 2 ed. Rio de Janeiro: FGV, 1998. Barcellar, Carlos, Os instrumentos de pesquisa, em: Carla Bassanezi Pinsky (org.). Fontes histricas. So Paulo: Contexto, 2006, pp. 51-63. Bertonha, Joo Fbio, Os arquivos policiais e judicirios, Histria Social, 2, 1995: 193-195. ___________ , A diplomacia a servio da histria: os arquivos brasileiros, italianos, ingleses e americanos, Histria Social, 6, 1999: 149-155.

  • Bloch, Marc. Introduo histria. Lisboa: Europa-Amrica, 1976. Burke, Peter. A escola dos Annales (1929-1989): a Revoluo Francesa da historiografia. So Paulo: Editora da Unesp, 1991. __________ , Variedades de histria cultural. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 2000. __________ (org.). A escrita da histria: novas perspectivas. So Paulo: UNESP, 1992. Carr, E. H. O que histria? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1976. Chalhoub, Sidney, Introduo: Z Galego, Paschoal e Jlia, em: Trabalho, lar e botequim: o cotidiano dos trabalhadores no Rio de Janeiro da Belle poque. Campinas: Editora da Unicamp, 2001, pp. 23-57. Darnton, Robert, Prefcio, em: Boemia literria e revoluo: o submundo das letras no Antigo Regime. So Paulo: Companhia das Letras, 1989, pp. 7-11. __________ , Os trabalhadores se revoltam e Concluso, in O grande massacre de gatos e outros episdios na histria da cultura francesa. So Paulo: Graal, 1988, pp. 103-136 e pp. 329-336. Febvre, Lucien. Combates pela historia. Lisboa: Presenca, 1989. Galla, Ivone Ceclia dvila, Os arquivos do Quai dOrsay, Histria Social, 3, 1996: 229-230. Ginzburg, Carlo, Prefcio edio italiana, O queijo e os vermes. So Paulo: Companhia das Letras, 1987, pp. 15-34. __________ , Sinais: razes de um paradigma indicirio, em: Mitos, emblemas, sinais: morfologia e histria. So Paulo: Companhia das Letras, 1989, pp. 143-179. __________ , Descrio e citao, em: Os fios e os rastros, op. cit., pp.17-40. __________ , Micro-histria: duas ou trs coisas que sei a respeito, em: Os fios e os rastros: verdadeiro, falso, fictcio. So Paulo: Companhia das Letras, 2007, pp. 249-277. Karepovs, Dainis, Os arquivos do poder legislativo, Histria Social, 7, 2000: 267-271. Khoury, Yara; Peixoto, Maria do Rosrio; Vieira, Maria do Pilar. A pesquisa em histria. So Paulo: tica, 1989. Le Goff, Jacques, Documento/monumento, em: Memria-histria. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1984, pp. 95-107 [reproduzido em Historia e memria. 4 ed. Campinas: Unicamp, 1996]. __________ ; nora, Lima, Henrique Espada. A micro-histria italiana: escalas, indcios e singularidades. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 2006. Martins, Estevo de Rezende (org.), A histria pensada: teoria e mtodo na historiografia europia do sculo XIX. So Paulo: Contexto, 2010. Oliveira, Lcia Lippi; Ferreira, Marieta de Moraes; Castro, Celso (orgs.). Conversando com: Anthony Giddens, Carlo Ginzburg, Eric J. Hobsbawm, Franois Furet, Howard S. Becker, Jacques Le Goff, Jacques Revel, Richard Morse, Robert Darnton, Tulio Halpern Donghi, Warren Dean. Rio de Janeiro: FGV, 2003. Pinsky, Carla Bassanezi (org.). Fontes histricas. So Paulo: Contexto, 2006. Priore, Mary Del. Entrevista - Um historiador nos arquivos. Revista do arquivo pblico mineiro, v. XLI, jul./dez. 2005, pp. 8-15. Samara, Eni de Mesquita; Tupy, Ismnia Silveira. Histria & documento e metodologia de pesquisa. Belo Horizonte: Autntica, 2007. Rodrigues, Joo Paulo C. S., O arquivo e a biblioteca da Academia Brasileira de Letras, Histria Social, 4/5, 1998: 229-231. Romeiro, Adriana, O universo do arquivo ultramarino, Histria Social, 3, 1996: 231-235. Pierre (org.). Histria: novas abordagens. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1988.

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    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: LABORATRIO DE PESQUISA EM HISTRIA I

    Natureza: OBRIGATRIA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo: 5

    Carga Horria

    Terica: 108 h/a

    Prtica: -

    Total: 108 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA Iniciao dos alunos na prtica de investigao em histria, a partir da familiarizao com a estrutura dos projetos de pesquisa e com o debate acadmico. Leitura, problematizao e discusso de projetos de pesquisa em histria. Convite a pesquisadores, professores e mestrandos para debaterem suas pesquisas com os alunos.

    OBJETIVOS

    Iniciar os bacharelandos na prtica do debate acadmico. Familiarizar os bacharelandos com a Iniciar os bacharelandos na prtica do debate acadmico. Familiarizar os bacharelandos com a estrutura dos projetos de pesquisa e com as metodologias de investigao em histria.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    CARDOSO, Ciro Flamarion. Uma Introduo Histria. SP: Brasiliense, 1982. ECO, Umberto. Como se faz uma tese. SP: Perspectiva, 1989. PINSKY, C.B. e LUCA, T.R. de (orgs.) O Historiador e suas Fontes. SP: Contexto, 2012.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    BLOCH, Marc. Apologia da Histria ou o ofcio do historiador. RJ: Jorge Zahar Editor, 2001. CARDOSO, Ciro Flamarion e VAINFAS, Ronaldo. Domnios da Histria: Ensaios de Teoria e Metodologia. RJ: Campus, 1997. CARDOSO, C.F. e VAINFAS, R. (org.) Novos Domnios da Histria. RJ: Campus, 2012. GINZBURG, Carlo. Mitos, Emblemas e Sinais: Morfologia e Histria. SP: Cia. das Letras, 1989. MARROU, Henri-Irne. Sobre o Conhecimento Histrico. RJ: Zahar Editores, 1978. VEYNE, Paul. Como se Escreve a Histria. Lisboa, Edies 70, 1987.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DO CURSO DE HISTRIA - COHIS

    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: HISTRIA CONTEMPORNEA I

    Natureza: OBRIGATRIA Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo: 6.

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito:

    Correquisito:

    EMENTA

    Percursos e alternativas da expanso capitalista no sculo XIX: do livre mercado ao capital monopolista. O imperialismo: a partilha da frica e da sia pelas potncias europeias e suas decorrncias. A constituio do Estado-nacional e o liberalismo. O problema dos direitos humanos. A sociedade de massas e o mundo proletrio. Socialismo e anarquismo. A sociabilidade burguesa e a vida urbana. Movimentos culturais do sculo XIX: romantismo, positivismo, darwinismo social. A Primeira Guerra Mundial. A Revoluo Russa. A abordagem do perodo no ensino fundamental e mdio.

    OBJETIVOS

    Introduzir os alunos nos debates historiogrficos referentes ao imperialismo, formao da sociedade burguesa e crise do liberalismo. Alm do estudo dos problemas da esfera pblica, pretende-se analisar a esfera privada burguesa na passagem do sculo XIX para o XX. Possibilitar uma reflexo sobre o ensino dessa temtica nos nveis fundamental e mdio.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    HOBSBAWM, Eric J. A era do capital. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982. HOBSBAWM, Eric J.. A era dos imprios, 1875-1914. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1989. ARENDT, H. Origens do totalitarismo. So Paulo: Companhia das Letras, 1989.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    CARR, Edward H. Da Revoluo Russa de Lnin a Stalin. Rio de Janeiro: Zahar, 1981. COGGIOLA, Osvaldo. As grandes depresses (1873-1896 e 1929-1939). So Paulo: Alameda, 2009. FERREIRA, J., REIS FILHO D. A. e ZENHA, C. (org.). O sculo XX: o tempo das certezas. Da formao do capitalismo Primeira Guerra Mundial. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 2000. FERRO, Marc. A Grande Guerra, 1914-1918. Lisboa: Edies 70, 2002. FERRO, Marc (org.). O livro negro do colonialismo. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004. FERRO, Marc.. A Revoluo Russa de 1917. So Paulo: Perspectiva, 1988.

  • FROMKIN, D. O ltimo vero europeu. Quem comeou a grande guerra de 1914? Rio de Janeiro: Objetiva, 2005. GAY, P. A experincia burguesa da rainha Vitria Freud. So Paulo: Companhia das Letras, 1995, 3 vols. HABERMAS, J. Mudana estrutural da esfera pblica. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1984. HENIG, R. As origens da Primeira Guerra Mundial. So Paulo: tica, 1991. HOBSBAWM, Eric J. Da Revoluo Industrial inglesa ao imperialismo. Rio de Janeiro: Florense-Universitria, 1983 MACKENZIE, J. M. A partilha da frica e o imperialismo europeu no sculo XIX. So Paulo: tica, 1994. MARX, Karl. O Capital. So Paulo: Nova Cultural, 1985, 3 vols. MARX, Karl.. O 18 brumrio de Lus Bonaparte. In: Marx. Coleo Os Pensadores. So Paulo: 1985, p.323-404. PERROT, M. (Org.) Histria da vida privada. Da Revoluo Francesa Primeira Guerra. So Paulo: Companhia das Letras, 1991, v. IV. REED, John. Dez dias que abalaram o mundo. So Paulo: Companhia das Letras, 2010. SAID, Edward. Orientalismo. O Oriente como inveno do Ocidente. So Paulo: Companhia das Letras, 2007. SENNETT, R. Declnio do homem pblico. As tiranias da intimidade. So Paulo: Companhia das Letras, 1989. THOMPSON, Edward P. A formao da classe operria inglesa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987, 3 vols. WOOD, Alan. As origens da Revoluo Russa, de 1861 a 1917. So Paulo: tica, 1991. WESSELING, H. L. Dividir para reinar. A partilha da frica. Rio de Janeiro: UFRJ/Revan, 1998.

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    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: TEORIA DA HISTRIA Natureza: OBRIGATRIA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo: 6.

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    Estudo das principais correntes tericas da historiografia na modernidade: filosofias da historia, historicismo, materialismo histrico, escola dos annales, estruturalismo, ps-modernismo; suas fundamentaes tericas; divergncias e convergncias; seus desdobramentos na prtica historiogrfica; suas relaes com o tempo histrico.

    OBJETIVOS

    Apresentar um panorama das principais questes de natureza terica assim como os fundamentos epistemolgicos do saber histrico na modernidade.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    DOSSE, Franois. A Histria. Bauru: Educ; 2003 FONTANA, Joseph. Histria: analise do passado e projeto social. Bauru: Edusc; 1998. MALERBA, Jurandir (org.). A Histria escrita. Teoria e histria da historiografia. So Paulo: Contexto; 2006.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    CHARTIER, Roger. beira da falsia: a histria entre certezas e inquietude. Porto Alegre: UFRGS, 2002. COLLINGWOOD, R.G. A idia de historia. Lisboa: Presena, s.d. DE CERTEAU, Michel. A escrita da histria. Rio de Janeiro: Forense; 2000. DOSSE, Franois. A histria prova do tempo. So Paulo: ed. da Unesp; 2001. _______. A Histria em Migalhas. Dos Annales Nova Histria.So Paulo: Ensaio; Campinas: ed. Unicamp; 1992. _______. Histria e cincias sociais. Bauru: Edusc; 2004. GARDINER, Patrick. Teorias da histria. Lisboa: fund. Calouste Goulbenkian; 1969. GRAFTON, Anthony. As origens trgicas da erudio. Campinas: Papirus; 1998. HARTOG, Franois. O sculo XIX e a Histria. O caso Fustel de Coulanges.Rio de Janeiro: ed. UFRJ; 2003.

  • UFRJ; 2003. IGGERS, Georg G. La ciencia histrica en el siglo XX. Barcelona: idea books; s/d. JENKINS, Keith. A Histria repensada. So Paulo: Contexto; 2004. KOSELLECK, Reinhardt. Futuro passado. Contribuio para uma semntica dos tempos histricos. RJ: Contraponto, Ed. PUC-Rio; 2006. LWITH, Karl. O sentido da histria. Lisboa: Edies 70, 1991. REIS, Jos Carlos. Nouvelle histoire e tempo histrico: a contribuio de Febvre, Bloch e Braudel. So Paulo: Atica, 1994. _________. A historia, entre a filosofia e a cincia. So Paulo: Atica, 1996. SILVA, Rogrio Forastieri da. Histria da Historiografia. Bauru: Edusc; 2001.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DO CURSO DE HISTRIA - COHIS

    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: MONOGRAFIA I

    Natureza: OBRIGATRIA Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo: 6.

    Carga Horria

    Terica: 100 h/a

    Prtica: -

    Total: 100 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito:

    Correquisito:

    EMENTA

    Elaborao individual de projeto de pesquisa em histria, considerando a seguinte estrutura: tema, problematizao do objeto, debate historiogrfico, justificativa, questes conceituais e tericas, formulao de hipteses, fontes e discusso metodolgica, cronograma e bibliografia, de acordo com as normas de apresentao e redao de trabalhos cientficos, segundo a ABNT.

    OBJETIVOS

    Iniciar o aluno na prtica da investigao em histria, a partir da elaborao de um projeto prprio de pesquisa, visando redao futura de sua monografia.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    CARDOSO, Ciro Flamarion. Uma Introduo Histria. SP: Brasiliense, 1982. ECO, Umberto. Como se faz uma tese. SP: Perspectiva, 1989. PINSKY, C.B. e LUCA, T.R. de (orgs.) O Historiador e suas Fontes. SP: Contexto, 2012.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    BLOCH, Marc. Apologia da Histria ou o ofcio do historiador. RJ: Jorge Zahar Editor, 2001. CARDOSO, Ciro Flamarion e VAINFAS, Ronaldo. Domnios da Histria: Ensaios de Teoria e Metodologia. RJ: Campus, 1997. CARDOSO, C.F. e VAINFAS, R. (org.) Novos Domnios da Histria. RJ: Campus, 2012. GINZBURG, Carlo. Mitos, Emblemas e Sinais: Morfologia e Histria. SP: Cia. das Letras, 1989. MARROU, Henri-Irne. Sobre o Conhecimento Histrico. RJ: Zahar Editores, 1978. VEYNE, Paul. Como se Escreve a Histria. Lisboa, Edies 70, 1987.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

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    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: HISTRIA DO BRASIL III Natureza: OBRIGATRIA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo: 7.

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    A proclamao da Repblica, a preservao da estrutura agroexportadora, os primrdios da indstria, a implantao do trabalho livre; os projetos republicanos: oligarquias civis e jacobinos, o sistema oligrquico e o coronelismo, as revoltas sociais; a crise do sistema oligrquico: civilismo e tenentismo, o movimento operrio, o anarquismo e o PCB; o panorama cultural: a mimetizao europeia, o modernismo e o nacionalismo. A abordagem da Primeira Repblica no ensino fundamental e mdio.

    OBJETIVOS

    Apresentar a bibliografia especializada e os principais debates historiogrficos sobre as principais caractersticas polticas, econmicas, sociais e culturais que marcaram o Brasil da Proclamao da Repblica Revoluo de 1930. Possibilitar uma reflexo sobre o ensino dessa temtica nos nveis fundamental e mdio.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    FERREIRA, Jorge & DELGADO, Luclia de Almeida Neves (orgs). O Brasil Republicano. Rio de janeiro: civilizao brasileira; 2003. Vol. 1. CARVALHO, Maria Alice Rezende de (Org.). Repblica no Catete. RJ: Museu da Repblica; 2001. PERISSINOTO, Renato. Classes dominantes e hegemonia na Repblica Velha. Campinas: ed. Unicamp; 1994.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    CARONE, Edgard. A Repblica Velha I. Instituies e classe sociais. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil; 1988. CARONE, Edgard. A Repblica Velha II. Evoluo Poltica. So Paulo: Difel; 1983 CARVALHO, Jos Murilo de. Os Bestializados. SP: Cia. das Letras; 1996. CARVALHO, Jose Murilo de. A formao das almas: o imaginrio da Republica no Brasil. So Paulo: Cia. das Letras, 1990. CASALECCHI, Jos nio. O Partido republicano Paulista. So Paulo: Brasiliense: 1987.

  • DE LUCA, Tnia Regina. A Revista do Brasil: um diagnstico para a (n)ao. So Paulo: UNESP, 1999. FAUSTO, Boris. Trabalho urbano e conflito social: 1890-1920. So Paulo: DIFEL, 1986 JANOTTI, Maria de Lourdes Mnaco. Os subversivos da Repblica. So Paulo: Brasiliense, 1986. LEAL,Victor Nunes. Coronelismo, enxada e voto. So Paulo: Alfa-mega; 1975. OLIVEIRA, Lcia Lippi de. A questo nacional na primeira repblica. So Paulo: Brasiliense; 1990. PRESTES, Anita Leocdia. Os militares e a reao republicana: as origens do tenentismo. Petrpolis: Vozes, 1994. QUEIROZ, Suely R. R. de. Os radicais da repblica. SP: Brasiliense; 1986. SEVCENKO, Nicolau. Literatura como misso. So Paulo; Cia. Das Letras; 2003. VISCARDI, Claudia Maria R. O teatro das oligarquias. Uma reviso da poltica com caf com leite. Belo Horizonte: C/Arte; 2001.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DO CURSO DE HISTRIA - COHIS

    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: HISTRIA CONTEMPORNEA II

    Natureza: OBRIGATRIA Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo: 7.

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    Crise do liberalismo e do capitalismo; fascismos e guerras; ps-guerra e anos dourados/socialdemocracia; guerra-fria e descolonizao; nova fase do capitalismo e nova ordem mundial. Abordagem do perodo no ensino fundamental e mdio.

    OBJETIVOS

    - Situar parte do debate terico em torno de alguns conceitos fundamentais da histria contempornea (fascismo, guerra-fria, estado do bem-estar-social, socialdemocracia, etc.) para a compreenso do sculo XX; - Discutir parte da bibliografia especializada que contempla os principais debates historiogrficos sobre os temas elencados. - Possibilitar uma reflexo sobre o ensino dessa temtica nos nveis fundamental e mdio.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    HOBSBAWM, Eric J. A era dos extremos. So Paulo: Companhia das Letras, 1998. PAXTON, Robert O. A anatomia do fascismo. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007. REIS FILHO, Daniel Aaro, FEREIRA, Jorge e ZENHA, Celeste. O sculo XX. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 2005. (volumes 1, 2 e 3)

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ARBEX, Daniela. Holocausto brasileiro. Genocdio: 60 mil mortos no maior hospcio do Brasil. So Paulo: Gerao Editorial, 2013. BLACKBURN, Robin (org.). Depois da queda: o fracasso do comunismo e o futuro do socialismo. So Paulo: Paz e Terra, 1993. CARNEIRO, Maria Luiza Tucci, CROCCI, Federico. Tempos de fascismos: ideologia, intolerncia e imaginrio. So Paulo: EDUSP, 2010. ELEY, Geoff. Forjando a Democracia. A histria da esquerda na Europa, 1850-2000. So Paulo: Ed. Fundao Perseu Abramo; 2005.

  • ELIAS, Nobert. Os alemes: a luta pelo poder e a evoluo do habitus nos sculos XIX e XX. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1997. FERRO, Marc. O sculo XX explicado a meus filhos. Rio de Janeiro: Editora Agir, 2008. ____________ Histria das colonizaes. So Paulo: Cia das Letras. 1996. ____________ (org.) O livro negro do colonialismo. Rio de Janeiro: Ediouro; 2004. FINKELSTEIN, Norman. A indstria do Holocausto. Reflexes sobre a explorao do sofrimento dos judeus. Lisboa: Antgona, 2001. GENTILE, Emilio & DE FELICE, Renzo. A Itlia de Mussolini e a origem do fascismo. So Paulo: cone ed.; 1988. GRASS, Gnter. Meu sculo. So Paulo: Editora Record, 2000. HALLIDAY, Fred. Gnesis de la Segunda Guerra Fria. Mexico, DF: Fondo de Cultura Econmica; 1989. HOBSBAWM, Eric. Sobre a histria. So Paulo: Companhia das Letras, 1998. _________. O novo sculo entrevista a Antnio Polito. So Paulo: Companhia das Letras, 2000. _________. Tempos interessantes. So Paulo: Companhia das Letras, 2002. _________. Globalizao, Democracia e Terror. So Paulo: Companhia das Letras, 2007. _________. Tempos fraturados. Cultura e sociedade no sculo XX. So Paulo: Companhia das Letras, 2013. KERSHAL, Ian. Hitler: um perfil do poder. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor Ed. 2003. KIERNAN, V. G. Estados Unidos: o novo imperialismo. Rio de Janeiro: Record, 2009. JUDT, Tony. Ps-Guerra. Histria da Europa desde 1945. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. __________. Reflexes sobre um sculo esquecido, 1901-2000. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010. __________. O mal ronda a Terra. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011. __________. O Chal da memria. Rio de Janeiro: Objetiva, 2012. LACOUTURE, Jean. A histria imediata. In LE GOFF, Jacques. A histria nova. 3. Ed. So Paulo: Martins Fontes, 1995. pp. 216-241. LEWIN, Moshe. O sculo sovitico. Da revoluo de 1917 ao colapso da URSS. Rio de Janeiro: Record, 2007. PARIS, Robert. As origens do Fascismo. So Paulo: ed. Perspectiva. 1976. SADER, Emir. (org.) Ps-neoliberalismo. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1995. THOMPSON, E. P. Exterminismo e Guerra Fria. SP: Brasiliense; 1985.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DO CURSO DE HISTRIA - COHIS

    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: LABORATRIO DE PESQUISA EM HISTRIA II

    Natureza: OBRIGATRIA Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo: 7.

    Carga Horria

    Terica: 108 h/a

    Prtica: -

    Total: 108 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    Discusses coletivas dos projetos de pesquisa elaborados pelos alunos na unidade curricular Monografia I, visando inici-los na prtica de debate acadmico e enriquecer as pesquisas para elaborao das monografias.

    OBJETIVOS

    Iniciar os alunos na prtica do debate acadmico, fundamental para sua formao como historiadores. Enriquecer, a partir do debate coletivo, as pesquisas desenvolvidas pelos alunos para elaborao de suas monografias.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    CARDOSO, Ciro Flamarion. Uma Introduo Histria. SP: Brasiliense, 1982. ECO, Umberto. Como se faz uma tese. SP: Perspectiva, 1989. PINSKY, C.B. e LUCA, T.R. de (orgs.) O Historiador e suas Fontes. SP: Contexto, 2012.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    BLOCH, Marc. Apologia da Histria ou o ofcio do historiador. RJ: Jorge Zahar Editor, 2001. CARDOSO, Ciro Flamarion e VAINFAS, Ronaldo. Domnios da Histria: Ensaios de Teoria e Metodologia. RJ: Campus, 1997. CARDOSO, C.F. e VAINFAS, R. (org.). Novos Domnios da Histria. RJ: Campus, 2012. GINZBURG, Carlo. Mitos, Emblemas e Sinais: Morfologia e Histria. SP: Cia. das Letras, 1989. MARROU, Henri-Irne. Sobre o Conhecimento Histrico. RJ: Zahar Editores, 1978. VEYNE, Paul. Como se Escreve a Histria. Lisboa, Edies 70, 1987.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DO CURSO DE HISTRIA - COHIS

    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: HISTRIA DO BRASIL IV

    Natureza: OBRIGATRIA Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo: 8.

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    Estudo dos processos econmico, poltico e cultural no Brasil Contemporneo, desde a Revoluo de 1930 at a histria recente: o processo de industrializao, o capitalismo dependente e o neoliberalismo; a emergncia das massas, a polarizao ideolgica dos anos 30, o estado novo, a redemocratizao, os projetos polticos em conflito nos anos 50 e 60, a ditadura civil-militar de 1964; os direitos humanos e a transio democrtica; a era neoliberal, o panorama cultural e a comunicao de massas. Abordagem do Brasil Contemporneo no ensino fundamental e mdio.

    OBJETIVOS

    Possibilitar aos alunos o estudo dos processos fundamentais da histria do perodo, familiarizando-os com a historiografia, viabilizando o debate em torno de interpretaes e abordagens diferenciadas e realizando interaes com o Brasil atual. Possibilitar uma reflexo sobre o ensino dessa temtica nos nveis fundamental e mdio.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    FAUSTO, Boris (Direo). Histria Geral da Civilizao Brasileira O Brasil Republicano T. III, Volumes 2 e 3. FERREIRA, Jorge & DELGADO, Luclia de Almeida Neves (orgs.). O Brasil Republicano. Volumes 2 a 4. Rio de Janeiro, Civilizao Brasileira, 2003. LAMOUNIER, Bolvar. Da Independncia a Lula: dois sculos de poltica brasileira. So Paulo, Augurium, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVES, Maria Helena Moreira. Estado e oposio no Brasil (1964-1984). Petrpolis (RJ): Vozes, 1984. BENEVIDES, Maria.V. M., A UDN e o Udenismo: Ambigidades do Liberalismo Brasileiro (1945-

    1965). Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981.

  • BENEVIDES, Maria.V. M., A UDN e o Udenismo: Ambigidades do Liberalismo Brasileiro (1945-1965). Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981. CARVALHO, Maria Alice Rezende de (org.). Repblica no Catete. Rio de Janeiro, Museu da Repblica, 2001. CAVALARI, Rosa Maria F. Integralismo: ideologia e organizao de um partido de massa no Brasil (1932-1937). Bauru, EDUSC, 1999 DARAJO, Maria Celina S. O Segundo Vargas - 1951-1954: democracia, partidos e crise poltica. Rio de Janeiro, Zahar, 1982. DECCA, Edgar Salvadori de. O Silncio dos Vencidos. So Paulo, Brasiliense, 1988. DELGADO, Luclia de A. Neves. PTB : do getulismo ao reformismo (1945-1964). So Paulo, Marco Zero, 1989. Diversos autores. Os anos Lula: contribuies para um balano crtico 2003-2010. Rio de Janeiro: Garamond, 2010. DINCAO, Maria Angela (org.). O Brasil no mais aquele Mudanas sociais aps a redemocratizao. So Paulo: Cortez, 2001. DRAIBE, Snia. Rumos e Metamorfoses - Estado e Industrializao no Brasil: 1930/1960. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1985. DREIFUSS, Ren Armand. 1964: a conquista do Estado. Ao poltica, poder e golpe de classe. Petrpolis (RJ): Vozes, 1981. DUTRA, Eliana. O Ardil Totalitrio: imaginrio poltico no Brasil dos anos 30. Rio de Janeiro: UFRJ; Belo Horizonte: UFMG, 1997. FERNANDES, Florestan. A revoluo burguesa no Brasil. Rio de Janeiro: Zahar, 1976. FERREIRA, Jorge. O imaginrio trabalhista: getulismo, PTB e cultura poltica popular 1945-1964. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 2005. ____ (org.). O populismo e sua Histria: debate e crtica. Rio de Janeiro, Civilizao Brasileira, 2001. FICO, Carlos. Alm do golpe. Verses e controvrsias sobre 1964 e a ditadura militar. Rio de Janeiro: Record, 2004. ____ e ARAJO, Maria Paula. 1968, 40 anos depois: histria e memria. Rio de Janeiro: 7Letras, 2009. FIGUEIREDO, Argelina. Democracia ou reformas? Alternativas democrticas crise poltica: 1961-1964. So Paulo: Paz e Terra, 1993. FREIXO, Adriano de e MUNTEAL Filho, Oswaldo (orgs.). A ditadura em debate: Estado e Sociedade nos anos do autoritarismo. Rio de Janeiro: Contraponto, 2005. GOMES, Angela de Castro (org.). O Brasil de JK. Rio de Janeiro, FGV/CPDOC, 1991. ____. A Inveno do Trabalhismo. So Paulo: Vrtice; Rio de Janeiro: IUPERJ, 1988. ____ (org.). Vargas e a Crise dos Anos 50. Rio de Janeiro, Relume-Dumar, 1994. GORENDER, Jacob. Combate nas Trevas - A Esquerda Brasileira : das iluses perdidas luta armada. So Paulo, tica, 2 ed. 1987. HIPLITO, Lcia. PSD de Raposas e Reformistas. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1985. LEAL, Murilo. Esquerda da Esquerda: trotskistas, comunistas e populistas no Brasil contemporneo. So Paulo, Paz e Terra, 2003. LENHARO, Alcir. Sacralizao da Poltica. Campinas, Papirus, 1986. MOTTA, Rodrigo Patto S. Em Guarda Contra o Perigo Vermelho. So Paulo, Perspectiva, 2002. MUNTEAL, Oswaldo e outros (orgs.). O Brasil de Joo Goulart: um projeto de nao. Rio de Janeiro: Contraponto, 2006. PRADO JR., Caio. A Revoluo Brasileira. So Paulo, Brasiliense, 6 ed.,1978. PRESTES, Anita Leocdia. Os comunistas brasileiros (1945-1956/58): Luiz Carlos Prestes e a poltica do PCB. So Paulo: Brasiliense, 2010. ____. Luiz Carlos Prestes e a Aliana Nacional Libertadora. Petrpolis, Vozes, 1998.

  • ____. Tenentismo Ps-30. So Paulo, Paz e Terra, 1999. REIS Filho, Daniel Aaro e outros (orgs.). O Golpe Militar e a Ditadura - 40 anos depois (1964-2000). Bauru, EDUSC, 2004. RIDENTI, Marcelo; MOTTA, Rodrigo Patto S (Org.). O golpe e a ditadura militar: quarenta anos depois (1964-2004). Bauru (SP): Edusc, 2004. SILVA, Jos Luiz Werneck da. O Feixe e o Prisma: uma reviso do Estado Novo. 1. O Feixe: o autoritarismo como questo terica e historiogrfica. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 1991. SINGER, Andr. Os sentidos do Lulismo: reforma gradual e pacto conservador. So Paulo: Cia. Das Letras, 2012. SKIDMORE, Thomas. Brasil: de Castelo a Tancredo. So Paulo, Paz e Terra, 1988. ____. Brasil: de Getlio a Castelo. So Paulo, Paz e Terra, 1975, 4 ed. STARLING, Helosa Maria M. Os Senhores das Gerais: os novos inconfidentes e o golpe de 1964. Petrpolis, Vozes, 1986. TOLEDO, Caio Navarro de. O Governo Goulart e o Golpe de 64. So Paulo, Brasiliense, 8 ed. 1987. TRINDADE, Hlgio. Integralismo: o fascismo brasileiro na dcada de 30. So Paulo, DIFEL, 1979. VIANNA, Marly G. Revolucionrios de 1935: sonho e realidade. So Paulo: Expresso Popular, 2007.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DO CURSO DE HISTRIA - COHIS

    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: HISTRIA DA AMRICA IV Natureza: OBRIGATRIA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo: 8.

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    Estudo dos processos econmicos, polticos, sociais e culturais da Amrica de 1898 a 1985. A crise dos regimes oligrquicos na Amrica Latina: Revoluo Mexicana e fim da Repblica Conservadora na Argentina. Estados Unidos e Amrica Latina: da poltica do Big Stick poltica da boa vizinhana. A emergncia do populismo e a insero das massas na poltica. A formao da sociedade de massas e do capitalismo industrial norte-americano. A crise de 1929. O impacto da Guerra Fria e as consequncias da Revoluo Cubana. O movimento pelos direitos civis e a virada conservadora nos Estados Unidos. Os movimentos guerrilheiros e as ditaduras civil-militares na Amrica do Sul. Abordagem da histria americana do perodo no ensino fundamental e mdio. OBJETIVOS Abordar a relao entre os processos econmicos, polticos, sociais e culturais na histria americana, percebendo as especificidades regionais e nacionais dos processos histricos estudados a partir das principais linhas historiogrficas, com estudos de casos, em que se destacam Argentina, Cuba, Estados Unidos, Mxico e Chile. Compreender a centralidade das questes da cidadania. Ler e interpretar documentos de poca. Possibilitar uma reflexo sobre o ensino dessa temtica nos nveis fundamental e mdio.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    Bethell, Leslie (org.), Histria da Amrica Latina, volume V: de 1870 a 1930. So Paulo: Imprensa Oficial do Estado; Editora da Universidade de So Paulo; Fundao Alexandre de Gusmo, 2002. Font, M.; Sellers, Charles; Macmillen, R. Uma reavaliao da histria dos Estados Unidos: de colnia a potncia imperial. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990. Schoultz, Lars. Estados Unidos: poder e submisso: uma histria da poltica norte-americana em relao Amrica Latina. Bauru: EDUSC, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

  • Aggio, Alberto. Democracia e socialismo: a experincia chilena. So Paulo: Editora da Unesp, 1993. __________ , Experincia chilena e via chilena ao socialismo: um estudo crtico da cultura poltica da Unidade popular no Chile (1970-1973), Histria, 11, 1992: 57-76. Ayerbe, Luis Fernando. A Revoluo Cubana. So Paulo: Editora da Unesp, 2004. Azevedo, Ceclia e Raminelli, Ronald (org.). Histria das Amricas: novas perspectivas. Rio de Janeiro: FGV, 2011. Barrancos, Dora Beatriz, Elites liberais e ensino fundamental: Brasil e Argentina 1860/1890, Educao & Sociedade, 12, set. 1982: 80-109. Beired, Jos Lus Bendiche, Breve histria da Argentina. So Paulo: tica, 1996. __________ , O movimento operrio argentino. So Paulo: Brasiliense, 1984. __________ , Trabalhadores e tenses polticas na formao do peronismo: a questo do partido laborista, Histria, 11, 1992: 77-91. Bustos, Rodolfo Brquez; Medina, Rafael Alarcn; Bosa, Marco Antonio Baslio, Revoluo Mexicana: antecedentes, desenvolvimento e conseqncias. So Paulo: Expresso Popular, 2008. Camn, Hector Aguilar; Meyer, Lorenzo. sombra da revoluo mexicana: histria mexicana contempornea, 1910-1989. So Paulo: EDUSP, 2000. Donghi, Tlio Halpern, Histria da Amrica Latina Rio de Janeiro: Paz & terra, 1975. Ferreira, Jorge. O movimento operrio norte-americano. So Paulo: tica, 1995. Galbraith, John Kenneth, 1929: a grande crise. So Paulo: Larousse, 2010. Hilb, Cludia, Silncio, Cuba: a esquerda democrtica diante do regime da Revoluo Cubana. So Paulo: Paz & Terra, 2010. James, Daniel, Ideologia populista e resistncia de classe: o peronismo e a classe operria, Revista Brasileira de Histria, 5 (10), mar.-ago. 1985: 5-27. Karnal, Leandro. Estados Unidos: das origens ao sculo XXI. So Paulo: Contexto, 2008. King Jr., Martin Luther. Um apelo conscincia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006. Klein, Herbert S., A integrao dos imigrantes italianos no Brasil, na Argentina e nos Estados Unidos, Novos Estudos Cebrap, 25, 1989: 95-117. Lenz, Maria Heloisa, Auge e incio do declnio da economia argentina, Anlise Econmica, (18) 33, mar. 2000: 121-140. Limoncic, Flvio, Os inventores do New Deal: Estado e sindicatos no combate Grande Depresso. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 2009. Lovisolo, Hugo, Positivismo na Argentina e no Brasil, Revista Brasileira de Cincias Sociais, 19, jun. 1992: 66-83. Morris, Richard B. Documentos bsicos da historia dos Estados Unidos. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1964. Morse, Richard M. O espelho de prspero: cultura e idias nas Amricas. So Paulo: Companhia das Letras, 1989. __________ , As cidades perifricas como arenas culturais: Rssia, ustria, Amrica Latina, Estudos Histricos, 8 (16), 1995: 205-225. Prado, Maria Lgia. O populismo na Amrica Latina. So Paulo: Brasiliense, 1984. __________ , A Amrica Latina e as transformaes do sistema capitalista mundial: 1880-1910, Histria, 2, 1983: 69-83. Romero, Luis Alberto, Histria contempornea da Argentina. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006. Schlesinger Jr., Arthur M. Os ciclos da histria americana. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 1992. Wasserman, Claudia, A esquerda latino-americana: cronologia, temas e problemas, gora, 9 (1/2), jan./dez. 2003: 209-221.

  • King Jr., Martin Luther. Um apelo conscincia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006. Klein, Herbert S., A integrao dos imigrantes italianos no Brasil, na Argentina e nos Estados Unidos, Novos Estudos Cebrap, 25, 1989: 95-117. Lenz, Maria Heloisa, Auge e incio do declnio da economia argentina, Anlise Econmica, (18) 33, mar. 2000: 121-140. Limoncic, Flvio, Os inventores do New Deal: Estado e sindicatos no combate Grande Depresso. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 2009. Lovisolo, Hugo, Positivismo na Argentina e no Brasil, Revista Brasileira de Cincias Sociais, 19, jun. 1992: 66-83. Morris, Richard B. Documentos bsicos da historia dos Estados Unidos. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1964. Morse, Richard M. O espelho de prspero: cultura e idias nas Amricas. So Paulo: Companhia das Letras, 1989. __________ , As cidades perifricas como arenas culturais: Rssia, ustria, Amrica Latina, Estudos Histricos, 8 (16), 1995: 205-225. Prado, Maria Lgia. O populismo na Amrica Latina. So Paulo: Brasiliense, 1984. __________ , A Amrica Latina e as transformaes do sistema capitalista mundial: 1880-1910, Histria, 2, 1983: 69-83. Romero, Luis Alberto, Histria contempornea da Argentina. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006. Schlesinger Jr., Arthur M. Os ciclos da histria americana. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 1992. Wasserman, Claudia, A esquerda latino-americana: cronologia, temas e problemas, gora, 9 (1/2), jan./dez. 2003: 209-221.

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    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: MONOGRAFIA II Natureza: OBRIGATRIA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo: 8

    Carga Horria

    Terica: 100 h/a

    Prtica: -

    Total: 100 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    Elaborao individual do texto final da monografia, considerando a seguinte estrutura: introduo, desenvolvimento (diviso em captulos e tpicos), concluso, anexos, relao de fontes e bibliografia, de acordo com as normas de apresentao e redao de trabalhos cientficos, segundo a ABNT. OBJETIVOS

    Exercitar o processo de produo do conhecimento histrico, a partir da elaborao de uma monografia.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    CARDOSO, Ciro Flamarion. Uma Introduo Histria. SP: Brasiliense, 1982. ECO, Umberto. Como se faz uma tese. SP: Perspectiva, 1989. PINSKY, C.B. e LUCA, T.R. de (orgs.). O Historiador e suas Fontes. SP: Contexto, 2012.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    BLOCH, Marc. Apologia da Histria ou o ofcio do historiador. RJ: Jorge Zahar Editor, 2001. CARDOSO, Ciro Flamarion e VAINFAS, Ronaldo. Domnios da Histria: Ensaios de Teoria e Metodologia. RJ: Campus, 1997. CARDOSO, C.F. e VAINFAS, R. (org.). Novos Domnios da Histria. RJ: Campus, 2012. GINZBURG, Carlo. Mitos, Emblemas e Sinais: Morfologia e Histria. SP: Cia. das Letras, 1989. MARROU, Henri-Irne. Sobre o Conhecimento Histrico. RJ: Zahar Editores, 1978. VEYNE, Paul. Como se Escreve a Histria. Lisboa, Edies 70, 1987.

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    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: LNGUA BRASILEIRA DE SINAIS Natureza: OPTATIVA

    Unidade Acadmica: DELAC

    Perodo: 2

    Carga Horria

    Terica: 30 h/a

    Prtica: - 42 h/a

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito:

    Correquisito:

    EMENTA

    Histria da educao dos surdos, lngua, identidade e cultura surda. Aspectos lingsticos e tericos da Libras. Educao de surdos na formao de professores, realidade escolar e alteridade. Estudo da Lngua Brasileira de Sinais LIBRAS: fonologia, morfologia, sintaxe, semntica e pragmtica. Prtica em Libras: vocabulrio geral e especfico da rea de atuao docente.

    OBJETIVOS

    Desconstruir os mitos estabelecidos socialmente com relao s lnguas de sinais e a comunidade surda;

    Destaca metodologias para a expanso de informaes/conhecimento ao sujeito surdo por meio da Lngua de Sinais;

    Fornecer conhecimento terico e prtico sobre a comunidade surda e sua lngua; Desenvolver atividades que proporcionem contato dos alunos com a comunidade surda, a fim de

    ampliar o vocabulrio na lngua de sinais; Motivar os alunos no aprendizado, destacando a importncia da lngua no ensino para alunos

    surdos.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    CAPOVILLA, F. C. Raphael, W. D. Dicionrio Enciclopdico Ilustrado Trilngue da Lngua de Sinais Brasileira. V. I e II. 3.ed. So Paulo: Editora da Universidade de So Paulo, 2001. GESSER, A. Libras: que lngua essa? So Paulo:parbola, 2009. QUADROS, R.M. de KARNOPP, L. Lngua de Sinais Brasileira: estudos lingsticos. Porto Alegre: Artes Mdicas, 2004.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

  • QUADROS, R.M. et.al. Estudos Surdos I, II, III e IV Srie de pesquisas. Rio de Janeiro: Arara Azul. SACS, Oliver. Vendo Vozes: uma jornada pelo mundo dos surdos. Rio de Janeiro: Imago, 1989. SKLIAR, Carlos (org) Educao e excluso: abordagens scio antropolgicas em educao especial. Porto Alegre: Mediao, 1997.153p. (Cadernos de autoria). _________. A surdez: um olhar sobre as diferenas. 3 ed. Porto Alegre: Mediao, 2005.192p. Mestrado Letras. SOUZA, Regina Maria de. Que palavra que te falta?: lingstica e educao: consideraes epistemolgicas a partir da surdez. So Paulo: Martins Fontes, 1989. 216p.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

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    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: A ARTE DO NEOCLASSICISMO S VANGUARDAS DO SCULO XX Natureza: OPTATIVA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo:

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    Panorama do desenvolvimento das artes visuais europeias desde a segunda metade do sculo XVIII at os movimentos vanguardistas do incio do sculo XX. OBJETIVOS Apresentar a um pblico iniciante as obras das artes visuais mais significativas produzidas a partir da segunda metade do sculo XVIII na Europa e a multiplicidade de inflexes estilsticas que caracterizaram a arte moderna at a ecloso das vanguardas no incio do sculo XX. No se trata apenas de enfocar a evoluo das formas, mas de ressaltar a importncia do objeto artstico como documento histrico. Trata-se, sobretudo, de evidenciar a evoluo estilstica e formal dos objetos artsticos em sua estreita relao com a cultura que os produziu

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    ARGAN, Giulio Carlo. Arte moderna. So Paulo: Companhia das Letras, 1992. GOMBRICH, E. H. A histria da arte. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1985. JANSON, H. W. Iniciao Histria da arte. So Paulo: Martins Fontes, 2009.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    FRIEDLANDER, Walter. De David a Delacroix. So Paulo: Cosac & Naify, 2001. KEMP, Martin (coord.). Histria da arte no Ocidente. Lisboa: Verbo, 2006. STAROBINSKY, Jean. 1789: Os emblemas da razo. So Paulo: Companhia das Letras, 1989.

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    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DO CURSO DE HISTRIA - COHIS

    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: ELITES NA COLNIA Natureza: OPTATIVA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo:

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    A disciplina tem como objetivo abordar a construo das elites sociais e polticas dentro dos quadros explicativos do funcionamento da sociedade brasileira colonial. Pretende-se, assim, analisar as estratgias de ascenso social e de enriquecimento nas diferentes conjunturas do escravismo brasileiro durante o sistema colonial. Para isso, sero discutidos os modelos explicativos sobre o antigo sistema colonial e de sua formao social. Sendo necessria, tambm, a abordagem das redes sociais com seus arranjos familiares, polticos e econmicos das elites e suas relaes de poder dentro do Imprio luso. OBJETIVOS O curso dever possibilitar aos alunos a identificao dos principais aspectos histricos da na formao das elites na sociedade brasileira colonial: suas caractersticas bsicas, suas estratgias de formao, suas redes sociais e exerccio de poder. Distinguir as principais correntes interpretativas e questes historiogrficas relativas ao tema.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    FRAGOSO, Joo Lus Ribeiro; BICALHO, Maria F.; GOUVA, Maria de F. (orgs.). O Antigo Regime nos trpicos. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira: 2001. FURTADO, Jnia Ferreira. Homens de negcio: a interiorizao da metrpole e do comrcio nas Minas setecentistas. So Paulo: HUCITEC, 1999. SILVA, Maria Beatriz Nizza da Silva. Ser nobre na Colnia. So Paulo: Editora Unesp, 2005.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    CASTRO, Hebe Maria Mattos de & SCHNOOR, Eduardo. Resgate: uma janela para o Oitocentos. Rio de Janeiro: Topbooks, 1995. FERLINI, Vera Lcia Amaral; BICALHO, Maria Fernanda (orgs.). Modos de governar: idias e prticas polticas no Imprio portugus, sculos XVI a XIX. So Paulo: Alameda, 2005. FRAGOSO, Joo Lus Ribeiro. Homens de grossa aventura: acumulao e hierarquia na praa mercantil do Rio de Janeiro (1790-1830). Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1992. FRAGOSO, Joo; ALMEIDA, Carla Maria C. de; SAMPAIO, Antonio Juc de. Conquistadores e

  • negociantes. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 2007. FRANK, Zephyr L. Dutras world: wealth and family in Ninetheenth-century Rio de Janeiro. New Mexico: University of New Mexico, 2004. GRAA FILHO, Afonso de Alencastro. A Princesa do Oeste e o mito da decadncia de Minas Gerais: So Joo del-Rei (1831-1888). So Paulo: Annablume,2002. MATTOSO, Katia M. de Queirs. Bahia, Sculo XIX. Uma provncia no Imprio. Rio de Janeiro, Ed.Nova Fronteira S.A., 1992. MONTEIRO, Nuno G. F.; CARDIM, Pedro; CUNHA, Mafalda S. da. Optima Pars. Lisboa:ICS,2005. SILVA, Maria Beatriz Nizza da Silva. Ser nobre na Colnia. So Paulo: Editora Unesp, 2005. SOUSA, Avanete Pereira. A Bahia no sculo XVIII. Poder poltico local e atividades econmicas. So Paulo: Alameda, 2012.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

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    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: HISTRIA E FONTES CARTORIAIS: MTODOS E TCNICAS DE PESQUISA Natureza: OPTATIVAS

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo:

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    Reflexo sobre o ofcio do historiador e os procedimentos metodolgicos da micro-histria. Anlise de fontes cartoriais e discusses de carter metodolgico considerando a produo elaborada pela historiografia brasileira nas ltimas dcadas. Produo de textos cientficos a partir da investigao de fontes cartoriais.

    OBJETIVOS

    Conhecer a estrutura das fontes cartoriais, as possibilidades de pesquisa nos diversos domnios da histria e produzir um pequeno texto contendo uma breve discusso historiogrfica, metodolgica e anlise documental.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    CARDOSO, Ciro Flamarion e VAINFAS, Ronado. (orgs.) Domnios da histria: ensaios de teoria e metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997. ANDRADE, Marcos F. Elites regionais e a formao do Estado Imperial brasileiro: Minas Gerais Campanha da Princesa (1799-1850). Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2008. FARIA, Sheila de Castro. A Colnia em movimento: fortuna e famlia no Brasil Colonial. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

  • ALMEIDA, Carla Maria Carvalho de. Homens ricos, homens bons: produo e hierarquizao social em Minas Colonial, 1750-1822. Niteri: UFF, 2001, tese de doutorado.

    ANDRADE, Ivan Vellasco de. As sedues da ordem: violncia, criminalidade e administrao da justia Minas Gerais, sculo XIX. So Paulo: EDUSC, 2004. pp. 33-90.

    ANDRADE, Marcos F. Rebelies escravas na Comarca do Rio das Mortes, Minas Gerais: o caso Carrancas. Afro-sia. Salvador, n 21-22 (1998-1999), 45-82. (disponvel em:

    ANDRADE, Marcos F. Rebelies escravas na Comarca de Ouro Preto. Varia Histria. Belo Horizonte, n 17, mar/97, pp. 237-257.

    ANDRADE, Marcos Ferrreira de. Casas de vivenda e de morada: estilo de construo e interior das residncias da elite escravista sul-mineira sculo XIX. Anais do Museu Paulista. So Paulo, v. 12, p. 91-128, jan./dez. de 2004.

    BACELLAR, Carlos de Almeida Prado. Os senhores da terra: famlia e sistema sucessrio no Oeste Paulista, 1765-1855. Campinas: CMU/UNICAMP, 1997.

    BERGARD, Laird W. Escravido e histria econmica: demografia de Minas Gerais, 1720-1880. Bauru, SP: EDUSC, 2004.

    BRGGER, Silvia M. Jardim. Minas patriarcal famlia e sociedade (So Joo del-Rei, sculos XVIII e XIX). So Paulo: Annablume, 2007.

    BURKE-PALHARES, Maria Lcia Garcia. As muitas faces da histria. So Paulo UNESP, 2000. CARDOSO, Maria Tereza Pereira. Padres de criminalidade em So Joo del-Rei, sculo XIX: primeiras

    anotaes sobre processos criminais. Mariana, LPH Revista de Histria, no. 7, pp. 139-156, 1997. CHALHOUB, Sidney. Vises da liberdade: uma histria das ltimas dcadas da escravido na corte.

    So Paulo: Cia das Letras, 1990. FARIA, Sheila de Castro. Histria da famlia e demografia histrica. In CARDOSO, Ciro Flamarion

    e VAINFAS, Ronaldo (Orgs.). Domnios da Histria: Ensaios de Teoria e Metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997. p. 241-258.

    FRAGOSO, Joo Lus Ribeiro & RIOS, Ana Maria Lugo. Um empresrio brasileiro do Oitocentos. In: CASTRO, Hebe Maria Mattos de & SCHNOOR, Eduardo.(orgs.) Resgate: uma janela para o Oitocentos. Rio de Janeiro: Topbooks, 1995. p. 197-224.

    FRAGOSO, Joo Lus Ribeiro. Homens de Grossa Aventura: acumulao e hierarquia na praa mer-cantil do Rio de Janeiro (1790-1830). 2. ed. rev. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 1998.

    FRAGOSO, Joo Lus Ribeiro. Afogando em Nomes: temas e experincias em histria econmica In: Topoi. Revista de Histria. Rio de Janeiro: PPGH-UFRJ / 7 Letras, no. 5, setembro 2002.

    GINZBURG, Carlo. Sinais: razes de um paradigma indicirio In: Mitos, emblemas e sinais: morfologia e histria. So Paulo: Companhia das Letras, 1989.

    GRAA FILHO, Afonso Alencastro. Fontes para a histria do comrcio de Minas Gerais: So Joo del-Rei (1831-1888). In: BOTELHO, Tarcsio Rodrigues et al. Histria quantitativa e serial no Brasil: um balano. Goinia: ANPUH-MG, 2001. pp. 159-184.

    LARA, Slvia Hunold. Campos da violncia. Escravos e Senhores na capitania do Rio de Janeiro- 1750-1808. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988.

    LEVI, Giovanni. Sobre a micro-histria. In BURKE, Peter. A escrita da Histria: novas perspectivas. So Paulo: Ed. UNESP, 1992, pp. 133-162.

    LIBBY, Douglas. Minas na mira dos brasilianistas: reflexes sobre os trabalhos de Higgins e Bergard. In: BOTELHO, Tarcsio Rodrigues et al. Histria quantitativa e serial no Brasil: um balano. Goinia: ANPUH-MG, 2001. pp. 279-304.

    LIMA, Henrique Espada. A micro-histria italiana: escalas, indcios e singularidades. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 2006. p. 225-276.

  • MACHADO, Alcntara. Vida e morte do Bandeirante. 3. ed. So Paulo: EDUSP; Belo Horizonte: Itatiaia, 1980.

    MACHADO, Maria Helena. O Plano e o Pnico: os movimentos sociais na dcada da Abolio. Rio de Janeiro: Editora UFRJ; So Paulo: EDUSP, 1994.

    MACHADO, Maria Helena. Crime e escravido. Trabalho, luta e resistncia nas lavouras paulistas - 1830-1888. So Paulo: Brasiliense, 1987. pp. 11-54.

    MATTOSO, Ktia M. de Queirs. Bahia, sculo XIX. Uma Provncia no Imprio. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1992. pp. 579-652.

    RESENDE, Edna Maria. Entre a solidariedade e a violncia: valores, comportamentos e a lei em So Joo del-Rei, 1840-1860. So Paulo: Annablume, 2008.

    REVEL, Jacques. Microanlise e construo do social. In: Jogos de escalas: a experincia da microanlise. Rio de Janeiro: Editora Fundao Getlio Vargas, 1998. p. 15-38.

    RIBEIRO, Joo Luiz. No meio das galinhas as baratas no tem razo. Os escravos e a pena de morte no Imprio do Brasil. Rio de Janeiro: Editora Renovar, 2005.

    WISSEMBACH, Maria Cristina. Sonhos africanos, vivncias ladinas: escravos e forros em So Paulo (1850-1888). So Paulo: Hucitec, 1998. pp. 33-60.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DO CURSO DE HISTRIA - COHIS

    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: FONTES E LINGUAGENS NO ENSINO DE HISTRIA Natureza: OPTATIVA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo:

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    O ofcio do historiador, suas fontes e a historiografia. Fontes e linguagens na Educao histrica. Oficinas de trabalho e metodologias para a sala de aula.

    OBJETIVOS

    -Propiciar reflexes terico-metodolgicas em torno das fontes histricas e de suas apropriaes no ensino de Histria. -Orientar atividades para a prtica docente.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    PINSKY, Carla (org) Fontes histricas. So Paulo: Contexto, 2005. BITTENCOURT, Circe. Ensino de Histria: fundamentos e mtodos. So Paulo: Cortez, 2004. BLOCH, Marc. Apologia da Histria ou o ofcio de historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ABUD, Ktia (org). Ensino de Histria. So Paulo:Cengage Learning, 2010. CARR, Edward Hallet. Que histria? 3 ed. So Paulo: Paz e Terra, 1996. BURKE, Peter. (org.). A escrita da histria: novas perspectivas. So Paulo: Editora da UNESP, 1992. CARRETERO, Mrio. Construir e ensinar. Porto Alegre, Artes Mdicas, 1997. FERREIRA. Marieta & FRANCO, Renato. Aprendendo Histria: reflexo e ensino. So Paulo: Editorado Brasil, 2009. FONSECA, Selva & SILVA, M. Ensinar Histria no sculo XXI: em busca do tempo entendido. Campinas:Papirus, 2007. KARNAL. L.(org) Histria na sala de aula. So Paulo: Contexto, 2003. MONTEIRO, A. (org) Ensino de Histria: sujeitos, saberes e prticas. Rio de Janeiro: Mauad X /

  • FAPERJ, 2007. ________ & LUCA, Tnia (org). O historiador e suas fontes. So Paulo: Contexto, 2009. NAPOLITANO, M. Como usar a televiso na sala de aula. SoPaulo:Contexto, 2003. _______________Como usar o cinema em sala de aula.bSo Paulo: Contexto, 2005. PINSKY, Jaime. O ensino de Histria e a criao do fato. So Paulo: Contexto, 1988. ________(org). Novos temas nas aulas de Histria. So Paulo: Contexto, 2009. ROCHA, Helenice et alii (org). A escrita da Histria escolar: memria e historiografia. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2009. SILVA,Tomaz Tadeu. (org) Aliengenas na sala de aula: uma introduo aos estudos culturais em educao. Petrpolis:Vozes, 2008. SILVA, Marcos & RAMOS, Alcides. Ver histria: o ensino vai aos filmes. So Paulo:Hucitec Editora, 2011. SOARES, Mariza, FERREIRA, Jorge (org) A Histria vai ao cinema. Rio de Janeiro:Record, 2008.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

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    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: HISTRIA DA ARTE BRASILEIRA

    Natureza: OPTATIVA Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo:

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    Um panorama do desenvolvimento das artes visuais no Brasil desde a sua pr-histria at o sculo XX, com nfase em sua relao com fatores culturais, sociais, polticos, econmicos, filosficos e tecnolgicos.

    OBJETIVOS

    O objetivo maior apresentar a um pblico iniciante as obras mais significativas produzidas pelas diversas formas de arte criadas no Brasil desde a pr-histria at a segunda metade do sculo XX. No se trata apenas de enfocar a evoluo das formas, mas de ressaltar a importncia do objeto artstico como documento histrico. Trata-se, sobretudo, de evidenciar a evoluo estilstica e formal dos objetos artsticos em sua estreita relao com a cultura que os produziu.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    OLIVEIRA, Myriam Andrade Ribeiro de; PEREIRA, Snia G.; ANCORA DA LUZ, Angela. Histria da arte no Brasil: textos de sntese. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 2010. TEIXEIRA LEITE, Jos Roberto (org.). Arte no Brasil. 2 vol. So Paulo: Abril Cultural, 1979. ZANINI, Walter. Histria Geral da arte no Brasil. 2 vol. So Paulo: Instituto Walter Moreira Sales, 1983.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    BAZIN, Germain. A arquitetura religiosa barroca no Brasil. 2vol. Rio de Janeiro: Record, 1983. COLI, Jorge. Como estudar a arte brasileira do sculo XIX? So Paulo: Senac, 2005. ETZEL, Eduardo. Imagem sacra brasileira. So Paulo: Edies Melhoramentos /Edusp, 1979. GONALVES, Lisbeth Rebollo. Arte brasileira no sculo XX. So Paulo: Imprensa Oficial, 2007. LEMOS, Carlos A. C. Arquitetura brasileira. So Paulo: Cia Melhoramentos, 1979. OLIVEIRA, Myriam Andrade Ribeiro de. O Rococ religioso no Brasil e seus antecedentes europeus. So Paulo: Cosac Naif, 2003. PROUS, Andr. Arte pr-histrica do Brasil. Belo Horizonte: C/Arte. 2007.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

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    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: HISTRIA E MDIA Natureza: OPTATIVA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo:

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    O trabalho do historiador e as fontes miditicas. O fato histrico e a memria na era dos mass media. Cultura poltica e mdia no Brasil contemporneo. Recortes analticos: televiso e cinema documentrio.

    OBJETIVOS

    Propiciar reflexes de cunho terico-metodolgico sobre: o trabalho do historiador junto s fontes miditicas, bem como as implicaes dos meios massivos junto a configurao do fato histrico e da memria na contemporaneidade; pesquisas em torno da cultura poltica no Brasil atravs da televiso e do cinema documentrio.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    BARBERO, M. Dos meios s mediaes: comunicao, cultura e hegemonia. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2001. LE GOFF, Jacques & NORA, Pierre. (org) Histria: Novos problemas Rio de Janeiro: Francisco Alves, 2 edio, 1979. KELLNER, Douglas. A cultura da mdia: estudos culturais: identidade e poltica entre o moderno e o ps-moderno. Bauru: EDUSC, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    BRITTOS, Valrio, BOLNO Csar. (orgs) Rede Globo: 40 anos de poder e hegemonia. So Paulo: Paulus, 2005. BURKE, Peter . (org.). Testemunha ocular: histria e imagem. So Paulo: Edusc, 2009. CAPELATO et alii (org) Histria e Cinema. So Paulo: alameda, 2007. DA-RIN, Slvio. Espelho partido: tradio e transformao do documentrio. Rio de Janeiro: Azougue Editorial, 2004. DEBORD, Guy. A sociedade do espetculo. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997.

    HUYSSEN, A. Seduzidos pela memria. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2000.LIMA, Vencio. Mdia: teoria e poltica. So Paulo: Perseu Abramo, 2004.

  • MIGUEL, Luiz Felipe. Retrato de uma ausncia: a mdia nos relatos da Histria Poltica do Brasil In: Revista Brasileira de Histria. So Paulo, v.20, n 39, p.190-199, 2000. _________. Mdia e discurso poltico nas eleies presidenciais de 1994. Comunicao & Poltica, Rio de Janeiro, V. IV, n1, 1997. NICHOLS, B. Introduo ao documentrio. Campinas: Papirus, 2005. NOGUEIRA, Armando. Telejornalismo: a experincia da Rede Globo. In: MACEDO, Cludia et. alli. (org) TV ao vivo: depoimentos. So Paulo: Brasiliense, 1988. NOVAES, Adauto. (org) Rede Imaginria: tv e democracia. So Paulo: Cia das Letras, 1991. NOVAIS, F. (Direo) Histria da vida privada no Brasil: contrastes da intimidade contempornea. So Paulo: Companhia das Letras, 1988. NVOA, Jorge & BARROS, Jos (org) Cinema-Histria: teoria e representaes sociais no cinema. Rio de Janeiro:Apicuri, 2008. MORETTIN, NAPOLITANO & KORNIS (org) Histria e Documentrio. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2012. PALHA, Cssia Louro. Televiso e poltica: o mito Tancredo Neves entre a morte, o legado e a redeno. In: Revista Brasileira de Histria. V1, n62, p.217-234, 2011. PINSKY, Carla (org) Fontes histricas. So Paulo: Contexto, 2005. RONSINI, Veneza. A crena no mrito e a desigualdade: a recepo da telenovela no horrio nobre. Porto Alegre: Sulina, 2012. SOARES, Mariza & FERREIRA, Jorge (org) A Histria vai ao cinema. Rio de Janeiro, Record, 2008. TEIXEIRA, Francisco (org) Documentrio no Brasil. So Paulo: Summus, 2004.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

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    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: HISTRIA, ENSINO E EDUCAO NO BRASIL

    Natureza: OPTATIVA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo:

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    Historiografia e histria da educao brasileira; Intelectuais e escola pblica no Brasil; Ensino e educao indgena; Profissionalizao, saberes e docncia; Livros didticos e impressos como forma de interveno na cultura; professor pesquisador e pesquisa em educao.

    OBJETIVOS Compreender criticamente o processo histrico de organizao da educao brasileira. Proporcionar o debate sobre quais saberes docentes foram construdos ao longo da organizao curricular da escola brasileira. Discutir a formao docente no contexto das reformas educacionais brasileira. Entender a disputa de um campo e os usos do livro didtico como forma de conformar a cultura.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    CATANI, Denice Brbara. Estudos de Histria da profisso docente. In: 500 anos de educao no irasil. Belo Horizonte, MG: Autntica, 2000. MONTEIRO, Ana Maria, GASPARELLO, Arlete, MAGALHAES, Marcelo (orgs) Ensino de Histria: sujeitos, saberes e prticas. Rio de Janeiro: FAPERJ, 2004. VAGO, Tarcsio Mauro... et. al (orgs). 2009. Intelectuais e escola publica no Brasil: sculos XIX e XX. Belo Horizonte: Mazza Edies,

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

  • ABREU, Mrcia (org.). Leitura, Histria e histria da leitura. Campinas, SP: Mercado das Letras, 2000. AZEVEDO, Fernando. A cultura brasileira. Braslia. UnB, 1963. BELO, Andr. Histria & livro de leitura. Belo Horizonte, MG: Autntica, 2002. BITENCOURT, Circe. Ensino e Histria: fundamentos e mtodos. So Paulo: Cortez, 2004. BITENCOURT, Circe. Livro didtico e saber escolar: 1810-1910. Belo Horizonte, MG: Autntica, 2008. BITTENCOURT, Circe M. Fernandes, SILVA, Adriane Costa. Perspectivas histricas da educao indgena no Brasil. PRADO, Maria Ligia Coelho, VIDAL, Diana Gonalves. margem dos 500 anos: reflexes irreverentes. So Paulo: EDUSP, 2002. CABRINI, Conceio... et al (orgs). Ensino de Histria: reviso urgente. So Paulo: PUC-SP, 2005. CARVALHO, Marta Chagas. A escola e a Repblica e outros ensaios. Bragana Paulista, SP: EDUSF, 2003 CARVALHO, Marta Maria Chagas. Molde Nacional e frma cvica. So Paulo: EDUSF, 1998. CURY, Jamil. Os parmetros curriculares nacionais e o Ensino Fundamental. Revista Brasileira de Educao, n 2, mai/jun/ago, 1996. DEMO, Pedro, Educar pela pesquisa. Campinas, SP: Autores Associados, 2005. FARIA, Ana Lcia. Ideologia do livro didtico. So Paulo: Cortez editora, 2002 FARIA, Luciano Mendes. Os projetos de Brasis e a questo da instruo no nascimento do Imprio. In.: VAGO, Tarcsio Mauro... et. Al (orgs). 2009. Intelectuais e escola publica no Brasil: sculos XIX e XX. Belo Horizonte: Mazza Edies, FREITAS, Marcos Cezar. Historiografia brasileira em perspectiva. So Paulo: Contexto, 2001. GUIRALDELLI, Paulo. Histria da educao brasileira. So Paulo: Cortez, 2009. HOFLING, Elosa de Matos. Notas para discusso quanto implementao de programas de governo: em foco o Programa Nacional do Livro Didtico. Revista Educao e Sociedade, n. 70, abril/2000. LAJOLO, Marisa. Livro didtico: um quase manual do usurio. Braslia: Em aberto v. 16, n 69 jan. 1991 LOMBARDI, Jos Claudinei, SAVIANI, Dermeval, NASCIMENTO, Maria Isabel Moura (org.). A escola pblica no Brasil: Histria e Historiografia. Campinas, SP: Autores Associados. 2005. MONARCA, Carlos. Brasil arcaico, Escola Nova: cincia, tcnica e utopia nos anos 1920-1930. So Paulo: unesp, 2009.MONTEIRO, Ana Maria. Professores de Histria: entre saberes e prticas. Professores de histria: entre saberes e prticas. Rio de Janeiro: Mauad X, 2007. MORAIS, Regis (org.) Sala de aula: que espao esse? So Paulo: Papirus, 1988. NAGLE, Jorge. Educao e sociedade na primeira Repblica. DP&A editora, 2001. PENIN, Sonia F. de Sousa. A aula: espao de conhecimento, lugar de cultura. PESAVENTO, Sandra. A histria do fim do sculo em busca da escola. Em Aberto, Braslia, ano 14, n. 61, jan,/mar. 1994. MUNAKATA, Kazumi. Histrias que os livros didticos contam depois que acabou a ditadura. In FREITAS, Marcos Cezar (org.) Historiografia brasileira em perspectiva. So Paulo: 2001. RAZZINI, Marcia de Paula Gregrio. In.: STEPHANOU, Maria, BASTOS, Maria Helena Cmara (orgs). Histrias e memrias da educao no Brasil. v. III: sc. XX, Petrpolis, RJ: Vozes, 2005. RIBEIRO, Maria Luisa Santos. Histria da educao brasileira. Campinas, SP: Autores Associados, 2000. ROMANELLI, Otaza de Oliveira. Histria da educao no Brasil. Petrpolis, RJ: Vozes, 1988. SIMAN, Lana Mara de Castro. Um programa de Histria num contexto de mudanas sociopolticas e paradigmticas: a voz dos professores, Dossi, Tempo, v. 11, n.21, 2006.

  • VIDAL, Diana Gonalves, HILSDORF, Ma Lcia Spedo. Brasil 500 anos: tpicas em Histria da educao, 2001. VIDAL, Diana. Modernismos, modernidade e educao: o lugar dos intelectuais no Brasil. ZAMBONI, Ernesta. Representaes e linguagem no ensino de histria. Revista Brasileira de Histria, v. 18, n. 36, Campinas, SP, 1998. VILLALTA, Luiz Carlos. A educao na Colnia e os jesutas. In.: PRADO, Maria Ligia Coelhos, VIDAL, Diana Gonalves (orgs.). A margem dos 500 anos: reflexes irreverentes. So Paulo: USP, 2002.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DO CURSO DE HISTRIA - COHIS

    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: HISTRIA DE MINAS GERAIS NOS SCULOS XVIII e XIX

    Natureza: OPTATIVA Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo:

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    A disciplina enfocar a histria de Minas Gerais nos sculos XVIII e XIX, abordando suas dimenses econmica, social, poltica e cultural.

    OBJETIVOS

    O curso dever possibilitar aos alunos identificarem os principais processos histricos pelos quais a sociedade mineira passou nos sculos XVIII e XIX. . Distinguir as principais correntes interpretativas e questes historiogrficas relativas histria de Minas Gerais nesses dois sculos.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    BRGGER, Silvia M. Jardim. Minas patriarcal; famlia e sociedade (S. Joo del Rei, sculos XVIII e XIX). SP: Annablume, 2007. GRAA FILHO, Afonso de Alencastro. A Princesa do Oeste e o mito da decadncia de Minas Gerais: So Joo del-Rei (1831-1888). So Paulo, Annablume/UFJS/Funtir, 2002. SILVA, Wlamir. Liberais e povo. So Paulo: Hucitec, 2009.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ALMEIDA, Carla Maria de. Homens ricos, homens bons: produo e hierarquizao social em Minas colonial, 1750-1822. Niteri: UFF, 2001 (tese de doutorado). BOSCHI, Caio Csar. Os leigos e o poder: irmandades leigas e poltica colonizadora em Minas Gerais. So Paulo, tica, 1986. CHAVES, Cludia Maria das Graas. 1999. Perfeitos negociantes: mercadores das Minas Gerais setecentistas. So Paulo, Annablume, 1999. CARRARA. Angelo A. Minas e Currais. Juiz de Fora: Ed. UFJF, 2007. FIGUEIREDO, Luciano. Mulheres nas Minas Gerais in PRIORE, Mary del. Histria das mulheres no Brasil. So Paulo, Contexto, 1997, pp. 141-188. FURTADO, Jnia F. (org.). Dilogos ocenicos. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2001.

  • FURTADO, Jnia F. Homens de negcio. So Paulo: Hucitec, 1999. GRAA FILHO, Afonso de Alencastro. Estudos agrrios sobre as Minas Gerais oitocentistas in SILVA, Francisco Carlos Teixeira da; MATTOS, Hebe Maria; FRAGOSO, Joo. Escritos sobre Histria e Educao: homenagem Maria Yedda Leite Linhares. Rio de Janeiro, Mauad/Faperj, 2001, pp. 461-474. IGLSIAS, Francisco. Minas Gerais in HOLANDA, Srgio Buarque de. Histria Geral da Civilizao Brasileira. So Paulo, Difel, 1978, tomo 2 (O Brasil Monrquico), v.. 2, pp. 364-412. LENHARO, Alcir. As tropas da moderao: o abastecimento da Corte na formao poltica do Brasil, 1802-1842. So Paulo, 1979. LIBBY, Douglas Cole. Historiografia e a formao social escravista mineira in Revista Acervo, Rio de Janeiro, Arquivo Nacional, v. 3, n. 1, pp. 7-20, jan-jun. 1988. LIBBY, Douglas Cole. Transformao e trabalho em uma economia escravista: Minas Gerais no sculo XIX. So Paulo, Brasiliense, 1988. LIBBY, Douglas Cole. O apelo de Maria Yedda e a histria econmica das Minas Setecentistas in SILVA, Francisco Carlos Teixeira da; Hebe Maria; FRAGOSO, Joo. Escritos sobre Histria e Educao: homenagem Maria Yedda Leite Linhares. Rio de Janeiro, Mauad/Faperj, 2001, p. 445-460. LUNA, Francisco Vidal; CANO, Wilson. Economia escravista em Minas Gerais. Campinas, Unicamp, 1983. MARTINS, Roberto Borges. A economia escravista de Minas Gerais no sculo XIX. Belo Horizonte, CEDEPLAR/UFMG, 1982. OLIVEIRA, Mnica Ribeiro de. Negcios de famlias: mercado, terra e poder na formao da cafeicultura mineira - 1780-1870. Juiz de Fora: Funalfa, 2005. PAIVA, Eduardo Frana. Escravido e universo cultural na Colnia, Minas Gerais, 1716-1789. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2001. RESENDE, Maria Efignia L. de; VILLALTA, Luiz Carlos (orgs.). Histria de Minas Gerais: as Minas Setecentistas. Belo Horizonte: Autntica/Cia. do Tempo, 2007, 2 vols. SLENES, Robert W. Os mltiplos de porcos e diamantes; a economia escrava de Minas Gerais no sculo XIX in Cadernos IFCH-Unicamp, Campinas, n.17, jun. 1985. SOUZA, Laura de Mello e. O sol e a sombra. So Paulo: Cia. das Letras, 2006.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DO CURSO DE HISTRIA - COHIS

    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: HISTRIA E MSICA Natureza: OPTATIVA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo:

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito:

    Correquisito:

    EMENTA

    Essa disciplina se prope a discutir metodologicamente as diferentes formas de dilogo entre msica e histria. Em especial, abordar-se- a msica enquanto fonte e objeto do conhecimento histrico. O foco da anlise ser centrado na msica popular brasileira, em especial, no que concerne construo dos discursos sobre a tradio e os hibridismos culturais nela presentes.

    OBJETIVOS - Possibilitar aos alunos uma discusso metodolgica sobre os usos da msica enquanto fonte histrica. - Pensar a msica como objeto de investigao histrica. - Apresentar abordagens sobre a histria da msica popular no Brasil.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    ARAJO, Paulo Csar. Eu no sou cachorro, no. Msica popular cafona e ditadura militar. RJ: Record, 2002. NAPOLITANO, Marcos. Seguindo a cano: Engajamento poltico e indstria cultural na MPB (1959-1969). SP: Annablume / FAPESP, 2001. NAPOLITANO, Marcos. Histria & Msica. Histria Cultural da Msica Popular. BH: Autntica, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ABREU, Martha. Sobre mulatas orgulhosas e crioulos atrevidos: conflitos raciais, gnero e nao nas canes populares (Sudeste do Brasil, 1890 1920) Tempo. Revista do Departamento de Histria da UFF. Vol. 8, no. 16, jan. 2004. RJ: 7 Letras / EdUFF, 2004. ABREU, Martha e DANTAS, C. V. Msica Popular, Folclore e Nao no Brasil, 1890-1920 In: CARVALHO, Jos Murilo de (org.) Nao e Cidadania: novos horizontes. RJ: Civilizao Brasileira, 2007.

  • ADORNO, Theodor. O fetchismo da msica e a regresso da audio. In: Os Pensadores. SP: Abril Cultural, 1996. ADORNO, Theodor. Sobre Msica Popular In: Adorno. Coleo Grandes Cientistas Sociais. SP, tica, 1994. BRGGER, Silvia M. J. (org.). O Canto Mestio de Clara Nunes. So Joo del-Rei: Grfica UFSJ, 2008. CASTRO, Ruy. Chega de Saudade: A Histria e as Histrias da Bossa Nova. SP: Cia. das Letras, 1990. CAVALCANTE, B., STARLING, H. e EISENBERG, J. (org.). Decantando a Repblica: Inventrio Histrico e Poltico da Cano Popular Moderna Brasileira. RJ/ SP: Nova Fronteira / FAPERJ / Editora Fundao Perseu Abramo, 2004. 3 volumes. COUTINHO, Eduardo Granja. Velhas histrias, memrias futuras. O sentido da tradio na obra de Paulinho da Viola. RJ: EDUERJ, 2002. GIUMBELLI, E.; DINIZ, J.C. V; NAVES, S.C. (orgs.) Leituras sobre msica popular: reflexes sobre sonoridades e cultura. RJ: 7 Letras, 2008. HOBSBAWM, Eric. Histria Social do Jazz. RJ: Paz e Terra, 1990. LEME, Mnica N. Que Tchan esse? Indstria e produo musical no Brasil dos anos 90. SP: Annablume, 2002. LENHARO, Alcir. Cantores do Rdio: a trajetria de Nora Ney e Jorge Goulart e o meio artstico de seu tempo. Campinas: UNICAMP, 1995. LOPES, Nei. A presena africana na msica popular brasileira. In: ArtCultura. Revista do Instituto de Histria da Universidade Federal de Uberlndia. No. 9, Dossi Histria e Msica. Uberlndia, EdUFU, 2004. MORAES, Jos Geraldo Vinci de. Metrpole em sinfonia. Histria, cultura e msica popular na So Paulo dos Anos 30. SP: Estao Liberdade, 2000. MOURA, Roberto M. No princpio, era a roda. Um estudo sobre samba, partido-alto e outros pagodes. RJ: Rocco, 2004. NAPOLITANO, Marcos e WASSERMAN, Maria Clara. Desde que o samba samba: a questo das origens no debate historiogrfico sobre a msica popular brasileira. In: Revista Brasileira de Histria, 20/39, ANPUH / Humanitas / FAPESP, 2000. NAPOLITANO, Marcos. A msica popular brasileira (MPB) dos anos 70: resistncia poltica e consumo cultural. In: Anais do IV Congresso da Seo Latino-americana da IASPM. Mexico, 2002. (disponvel no site http://www.hist.puc.cl/historia/iaspm/mexico/indice.html) NAPOLITANO, Marcos. Fontes Audiovisuais. A Histria depois do papel. In: PINSKY, Carla B. (org.) Fontes Histricas. SP: Contexto, 2005. NAPOLITANO, Marcos. A Sncope das Idias: a questo da tradio na msica popular brasileira.SP: Ed. Da Fundao Perseu Abramo, 2007. NAVES, Santuza Cambraia. O violo Azul: modernismo e msica popular. RJ: Fundao Getlio Vargas, 1998. PARANHOS, Adalberto. A msica popular e a dana dos sentidos: distintas faces do mesmo. In: Anais do V Congresso da Seo Latino-americana da IASPM. RJ, 2004. (disponvel no site http://www.hist.puc.cl/historia/iaspm/rio/actasautor1.html) PARANHOS, Adalberto. A ordem amorosa pelo avesso: msica popular e relaes de gnero sob o Estado Novo. In: PONTES JR, G. e PEREIRA, V.H.A. (org.) O Velho, o Novo, o Reciclvel Estado Novo. RJ: De Letras, 2008. RIDENTI, Marcelo. Em busca do povo brasileiro: artistas da revoluo, do CPC era da tv. RJ/SP: Ed. Record, 2000. SANDRONI, Carlos. Feitio Decente. Transformaes do samba no Rio de Janeiro (1917 1933). RJ: Jorge Zahar / Ed. UFRJ, 2001. SOARES, Astria. Outras Conversas sobre os jeitos do Brasil: O Nacionalismo na Msica

  • Popular. SP: Annablume / FUMEC, 2002. SILVA, Alberto Moby Riberio da. Sinal fechado; a msica popular brasileira sob censura (1937-45 / 1969-78). RJ: Apicuri, 2008. TINHORO, Jos Ramos. Histria Social da Msica Popular Brasileira. SP: Ed. 34, 1998. TINHORO, Jos Ramos. Msica Popular: um tema em debate. SP: Ed. 34, 1997. VIANNA, Hermano. O mistrio do samba. RJ: Jorge Zahar / Ed. UFRJ, 1995.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DO CURSO DE HISTRIA - COHIS

    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: INTRODUO HISTRIA ORAL Natureza: OPTATIVA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo:

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    A disciplina se prope a analisar as principais discusses terico-metodolgicas relativas ao campo de trabalho da histria oral. Apresentao de um panorama sobre a produo em histria oral e sua constituio enquanto campo do conhecimento histrico. Procedimentos metodolgicos ligados prtica da pesquisa em histria oral. tica e Histria Oral. Memria e Histria.

    OBJETIVOS

    Possibilitar aos alunos uma iniciao no campo da pesquisa em histria oral, a partir de leituras e do exerccio dessa atividade.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    ALBERTI, Verena. Manual de Histria Oral. RJ: Editora FGV, 2004. ALBERTI, Verena, FERNANDES, Tnia Maria e FERREIRA, Marieta de Moraes (org.) Histria Oral. Desafios para o sculo XXI. RJ: Editora Fiocruz / Casa de Oswaldo Cruz / CPDOC Fundao Getlio Vargas, 2000. FERREIRA, Marieta de M.- Histria Oral: velhas questes, novos desafios in: CARDOSO, C.F. E VAINFAS, R. (org.) Novos Domnios da Histria. RJ: Campus, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ALBERTI, Verena. Ouvir Contar. Textos em Histria Oral. RJ: Editora Fundao Getlio Vargas, 2004. BRGGER, Silvia M. J. (org.). O Canto Mestio de Clara Nunes. So Joo del-Rei: UFSJ, 2008. FREITAS, Snia Maria de. Histria Oral Possibilidades e Procedimentos. SP: Humanitas / USP / Imprensa Oficial do Estado, 2002. FERREIRA, Marieta de Moraes e AMADO, Janana (org.). Usos e Abusos da Histria Oral. RJ: Editora FGV, 2002.

  • HALBWACHS, Maurice. A memria coletiva. SP: Centauro, 2006. HEYMANN, L.Q. O devoir de mmoire na Frana contempornea: entre memria, histria, legislao e direitos. In: GOMES, ngela de Castro (coord.) Direitos e Cidadania: memria, poltica e cultura. RJ: FGV Ed./FAPERJ/CNPq, 2007. LE GOFF, J. Histria e Memria. Campinas: Ed.UNICAMP, 2003. MEIHY, Jos Carlos S.B. e HOLANDA, Fabola. Histria Oral: como fazer, como pensar. SP: Contexto, 2007. NEVES DELGADO, Lucilia de A. Histria Oral: memria, tempo, identidades. BH: Autntica, 2006. NEVES, Margarida de Souza Nos compassos do tempo. A histria e a cultura da memria IN: SOIHET, R.; ALMEIDA, MRC; AZEVEDO, C. e GONTIJO, R. (org.) Mitos, Projetos e Prticas polticas Memria e Historiografia. RJ: Civilizao Brasileira, 2009. PERELMUTTER, Daisy e ANTONACCI, Maria Antonieta (org.). tica e Histria Oral. Projeto Histria. Revista do Programa de Estudos Ps-Graduados em Histria e do Departamento de Histria da PUC-SP. No. 15. SP: Editora PUC-SP, 1997. THOMPSON, Paul. A Voz do Passado. Histria Oral. SP: Paz e Terra, 1998. WORCMAN, K. e PEREIRA, J.V. (coord.). Histria Falada: memria, rede e mudana social. SP: SESC SP/ Museu da Pessoa, 2006.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DO CURSO DE HISTRIA - COHIS

    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: HISTORIOGRAFIA E PESQUISA EDUCACIONAL Natureza: OPTATIVA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo:

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    A crise dos paradigmas e modernidade; educao como campo de investigao; histria e cultura; histria cultural; educao e cultura; cultura escolar; saberes docentes e pesquisa; modelos culturais e representaes; modelos e pesquisas no campo educacional: mtodos e fontes.

    OBJETIVOS

    Considerando que o ensino e a pesquisa so atividades que se complementam e fundamentam a formao docente, o curso objetiva capacitar o aluno para a reflexo crtica historiogrfica, bem como conhecer os trabalhos de pesquisa do campo.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    BRANDO, Zaia (org.). A crise dos paradigmas e a educao. So Paulo: Cortez, 2002. FARIA, Luciano Mendes. A cultura escolar como categoria de anlise e como campo de investigao na histria da educao. Revista Educao e pesquisa, So Paulo v. 30, n 1 jan 2004. FONSECA, Selva Guimares. Caminhos da Histria ensinada. Campinas, SP: Papirus, 1993. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    CARVALHO, MartaChagas e HANSEN, Joo Adolfo. Modelos culturais e representao: uma leitura de Roger Chartier. Belo Horizonte, Varia Histria: Revista do Departamento de Histria, Belo Horizonte, n. 16, set/96, p.7-14 CERTEAU, Michel. A cultura no plural. Campinas, SP: Papirus, 2003. CHARTIER, Roger. beira da falsia: a histria entre incertezas e inquietudes. Porto Alegre: UFRGS, 2002. _______________ . Do livro leitura. In: BOURDIEU, Pierre, BRESSON, Franois, Chartier, Roger. Prticas de leitura. So Paulo: Estao Liberdade, 2001 DARNTON, Robert. O beijo de Lamourette. So Paulo: Companhia da Letras, 1990. FARIA, Luciano Mendes. Dos pardieiros aos palcios: forma e cultura escolares em Belo Horizonte (1906-1918). pp. 10-109. Tese de doutorado. So Paulo: USP, 1996. GINZBURG, Carlo. O queijo e os vermes. So Paulo: Companhia da Letras, 1998.

  • JULIA, Dominique. A cultura escolar como objeto histrico. Revista Brasileira de Histria da Educao n. 1, jan/jun. 2001 KARNAL, Leandro (org.) Histria na sala de aula. So Paulo: Contexto, 2009. LE GOFF, Jacques e NORRA, Pierre. Histria: novos problemas. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1988. LOMBARDI, Jos Claudinei, CASIMIRO, Ana Palmira Bittencourt Santos, MAGALHES, Lvia Diana Rocha (orgs). Histria cultura e educao. Campinas, SP: Autores Associados, MONTEIRO, Ana Maria. Professores de Histria: entre saberes e prtica. Rio de Janeiro: Mauad X 2007 VIEIRA, Alexandre. A concepo de gesto e a melhoria da escola. Tese de doutorado, So Paulo: PUC, 2005.. WARDE, Mirian Jorge. Contribuies da histria para a educao. Braslia: Em Aberto, n. 47, p. 3-11, 1990.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DO CURSO DE HISTRIA - COHIS

    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: IMPRENSA E POLTICA: BRASIL E PORTUGAL - SCULO XIX Natureza: OPTATIVA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo:

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    Anlise comparativa do debate historiogrfico que contempla a conjuntura poltica das dcadas de 1820 e 1830, considerando a produo acadmica elaborada pela historiografia brasileira e portuguesa, construda a partir da leitura e interpretao da imprensa peridica da primeira metade do sculo XIX.

    OBJETIVOS

    Conhecer a estrutura das fontes impressas, especialmente dos peridicos de cunho poltico da primeira metade do sculo XIX, alm de discutir as possibilidades de pesquisa no campo da histria poltica atravs desses documentos.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    ALENCASTRO, Luis Felipe. Histria da vida privada no Brasil. Imprio: a corte e a modernidade nacional. So Paulo: Cia das Letras, 1997. V. 2. NEVES, Lcia Maria Pereira Bastos das & MACHADO, Humberto Fernandes. O Imprio do Brasil. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999. SODR, Nelson Werneck Sodr. Histria da imprensa no Brasil. 4. ed. (atualizada). Rio de Janeiro: Mauad, 1999

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    AMARAL, Alex Lombello. Cascudos e Chimangos: imprensa e poltica pelas pginas dos peridicos de So Joo del-Rei (1876-1884). Juiz de Fora: Programa de Ps-Graduao em Histria da UFJF, 2008. (Dissertao de mestrado). ANDRADE, Marcos Ferreira de. Imprensa moderada e escravido: o debate sobre o fim do trfico e o temor do haitianismo no Brasil. Anais do IV Encontro Escravido e Liberdade no Brasil Meridional. Curitiba, UFPR, maio de 2009, pp. 1-25. Disponvel em http://www.labhstc.ufsc.br/ivencontro/pdfs/comunicacoes/MarcosFerreiradeAndrade.pdf ___________. A provncia de Minas Gerais no Perodo Regencial. LPH Revista de Histria. Mariana, n 08 (1998-1999), 39-74. BASILE, Marcelo Otvio. O Imprio em construo: projetos para o Brasil e ao poltica na Corte

  • Regencial. Rio de Janeiro: IFCS/UFRJ, 2004. (Tese de doutorado) ___________. Revolta e cidadania na Corte Regencial. Tempo, Niteri, UFF, v. 11, n.22, pp. 31-57, jan. de 2007. Disponvel em: http://www.historia.uff.br/tempo/artigos_dossie/v11n22a03.pdf ___________. Luzes quem est nas trevas: a linguagem poltica radical nos primrdios do Imprio. Topoi, Rio de Janeiro, UFRJ, set. 2001, pp. 91-130. Disponvel em: http://www.revistatopoi.org/numeros_anteriores/topoi03/topoi3a4.pdf __________. Anarquistas, rusguentos e demagogos: os liberais exaltados e a formao da esfera pblica na Corte imperial (1829-1834). Rio de Janeiro: Programa de Ps-Graduao em Histria Social da UFRJ, 2000. (Dissertao de Mestrado) CARVALHO, Jos Murilo. A construo da ordem / Teatro de Sombras. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 2003. DE LUCCA, Tnia Regina. Fontes impressas. Histria dos, nos e por meio dos peridicos. In PINSKY, Carla Bassanezi et al. Fontes histricas. 2. ed. So Paulo: Contexto, 2008. DUTRA, Eliana de Freitas Dutra & MOLLIER, Jean-Yves. Poltica, nao e edio: o lugar dos impressos na construo da vida poltica no Brasil, Europa e Amricas nos sculos XVIII-XX. So Paulo: Annablume, 2006. GUIMARES, Lcia Maria Paschoal Guimares (Org) et alli. O liberalismo no Brasil Imperial: origens, conceitos e prticas. LOUSADA, Maria Alexandre & MELO FERREIRA, Maria Ftima de S e. D. Miguel. Casais de Mem Martins, Rio de Mouro: Temas e Debates, 2009. Coleo Reis de Portugal. LUSTOSA, Isabel. Insultos impressos: a guerra dos jornalistas na Independncia. So Paulo: Companhia das Letras, 2000. MARTINS, Ana Luiza e DE LUCA, Tania Regina. Histria da imprensa no Brasil. So Paulo: Contexto, 2008. MATTOSO, Jose Maria. Histria de Portugal. Liberalismo (1807-1890), Lisboa: Estampa. Vol. V. pp. 213-252; 685-696. MOREIRA, Luciano da Silva. Imprensa e poltica: espao pblico e cultura poltica na provncia de Minas Gerais (1828-1842). Belo Horizonte: FAFICH/UFMG, 2006. (Dissertao de Mestrado) MOREL, Marco. O perodo das Regncias. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003. _________. As transformaes dos espaos pblicos: imprensa, atores polticos e sociabilidades na cidade Imperial (1820-1840). So Paulo: Hucitec, 2005. _________. Papis incendirios, gritos e gestos: a cena pblica e a construo nacional nos anos 1820-1830. Topoi, Rio de Janeiro, UFRJ, mar. 2002, pp. 39-58. NAPIER, Charles. A guerra da sucesso: D. Pedro e D. Miguel. Lisboa: Caleidoscpio Edio e Artes Grficas S/A, 2005. NEVES, Lcia Maria Basto P. et al. Histria e imprensa: representaes culturais e prticas do poder. Rio de Janeiro: DP&A, FAPEMIG, 2006. __________. Corcundas e constitucionais: a cultura poltica da independncia (1820-1822). Rio de Janeiro: Revan; FAPERJ, 2003. PEREIRA, Augusto Xavier da Silva. Os jornais portugueses. O Jornalismo Portugus. Resenha Cronolgica de Todos os Peridicos Portugueses Impressos e Publicados no Reino e no Estrangeiro Desde o Meados do Sculo XVI At Morte do Saudoso Rei Senhor D. Lus I, Bem Como os Jornais em Lngua Estrangeira Publicados em Portugal Durante o Mesmo Tempo. Extrada do Dicionrio Jornalstico Portugus. Lisboa: Typografia Soares, 1895. ___________. O jornalismo portugus. Sua Filiao e Metamorfoses. Notcia Suplementar Alfabtica de Todos os Peridicos Mencionados na Resenha Cronolgica do Jornalismo Portugus Recentemente Publicada pelo Mesmo Autor e Agora Correcta e Aumentada. Lisboa: Imprensa de Lbano da Silva, 1896. ___________. Dicionrio jornalstico portugus. 13 volumes. Lisboa: Impresa, 2008.(verso

  • MOREIRA, Luciano da Silva. Imprensa e poltica: espao pblico e cultura poltica na provncia de Minas Gerais (1828-1842). Belo Horizonte: FAFICH/UFMG, 2006. (Dissertao de Mestrado) MOREL, Marco. O perodo das Regncias. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003. _________. As transformaes dos espaos pblicos: imprensa, atores polticos e sociabilidades na cidade Imperial (1820-1840). So Paulo: Hucitec, 2005. _________. Papis incendirios, gritos e gestos: a cena pblica e a construo nacional nos anos 1820-1830. Topoi, Rio de Janeiro, UFRJ, mar. 2002, pp. 39-58. NAPIER, Charles. A guerra da sucesso: D. Pedro e D. Miguel. Lisboa: Caleidoscpio Edio e Artes Grficas S/A, 2005. NEVES, Lcia Maria Basto P. et al. Histria e imprensa: representaes culturais e prticas do poder. Rio de Janeiro: DP&A, FAPEMIG, 2006. __________. Corcundas e constitucionais: a cultura poltica da independncia (1820-1822). Rio de Janeiro: Revan; FAPERJ, 2003. PEREIRA, Augusto Xavier da Silva. Os jornais portugueses. O Jornalismo Portugus. Resenha Cronolgica de Todos os Peridicos Portugueses Impressos e Publicados no Reino e no Estrangeiro Desde o Meados do Sculo XVI At Morte do Saudoso Rei Senhor D. Lus I, Bem Como os Jornais em Lngua Estrangeira Publicados em Portugal Durante o Mesmo Tempo. Extrada do Dicionrio Jornalstico Portugus. Lisboa: Typografia Soares, 1895. ___________. O jornalismo portugus. Sua Filiao e Metamorfoses. Notcia Suplementar Alfabtica de Todos os Peridicos Mencionados na Resenha Cronolgica do Jornalismo Portugus Recentemente Publicada pelo Mesmo Autor e Agora Correcta e Aumentada. Lisboa: Imprensa de Lbano da Silva, 1896. ___________. Dicionrio jornalstico portugus. 13 volumes. Lisboa: Impresa, 2008. (verso digitalizada em dvd) SANTOS, Eugnio dos. D. Pedro IV: liberdade, paixes, honra. Casais de Mem Martins, Rio de Mouro: Temas e Debates, 2008. Coleo Reis de Portugal. RAFAEL, Gina Guedes & SANTOS, Manuela (Orgs.) Jornais e revistas portuguesas do sculo XIX. Lisboa: Biblioteca Nacional, 2001. 2v. RAMOS, Rui (Coord.); SOUZA, Bernardo de Vasconcelos & MONTEIRO, Nuno Gonalo. 3. Ed. Histria de Portugal. Lisboa: A Esfera dos Livros, 2010. pp. 439-520. RMOND, Ren. Por uma histria poltica. 2. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2003. pp. 13-36; 185-212; 441-454. RIBEIRO, Gladys Sabina. A liberdade em construo. Identidade nacional e conflitos antilusitanos no Primeiro Reinado. SERRO, Joaquim Verissimo. Histria de Portugal. Lisboa: Editora Verbo. Volumes VI, VII e VIII. SILVA, Wlamir. Liberais e Povo: a construo da hegemonia liberal moderada na provncia de Minas Gerais (1830-1834). So Paulo: Hucitec; Belo Horizonte: FAPEMIG, 2009. _______. Amveis Patricias: O Mentor das Brasileiras e a construo da identidade da mulher liberal na provncia de Minas Gerais (1829-1832). Revista Brasileira de Histria, So Paulo, ANPUH, vol. 28, n. 55, jan.-jun.,2008, pp. 107-132. TENGARRINHA, Jos. Uma importante obra indita sobre o jornalismo portugus. Boletim Internacional de Bibliografia Luso-Brasileira. Lisboa: Fundao Calouste Gulbenkian, 4(2), abr-jun, 1963, pp. 342-352. _________. Histria da imprensa peridica portuguesa. Lisboa: Portuglia Editora, 1965. VAINFAS, Ronaldo (Dir.). Dicionrio do Brasil Imperial (1822-1889). Rio de Janeiro: Objetiva, 2002. VIANA, Hlio Viana. Contribuies histria da imprensa brasileira, 1812-1863. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1945.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DO CURSO DE HISTRIA - COHIS

    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: INDIVDUO E SOCIEDADE NA TEORIA DA HISTRIA Natureza: OPTATIVA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo:

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    Estudo das principais tendncias tericas da historiografia contempornea sobre a temtica do papel do indivduo e da coletividade na anlise histrica. Abarcando as principais proposies tericas sobre a relao da ao do indivduo e a sociedade, a partir da sociologia de Durkheim, do materialismo histrico marxista, da escola dos Annales e suas geraes braudeliana e da antropologia cultural, a Micro-Histria e as novas propostas historiogrficas.

    OBJETIVOS

    Identificar as principais caractersticas e fundamentaes tericas das escolas historiogrficas sobre o papel do indivduo nas sociedades. Reconhecer as principais questes tericas do conhecimento histrico relativas micro-anlise e macro-anlise social. Analisar as propostas metodolgicas da historiografia contempornea sobre as biografias, prosopografias e a histria social.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    BLOCH, Marc. Introduo Histria. Lisboa: Europa-Amrica, 1976. BURKE, Peter. A escrita da Histria. So Paulo: Unesp, 1992. VAINFAS, Ronaldo. Micro-Histria: os protagonistas annimos da Histria. Rio de Janeiro: Campus, 2002.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDERSON, Perry. Zona de compromisso. So Paulo: Unesp, 1996. _____. As origens da Ps-modernidade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999. BOUTIER, J.; JULIA, D. (orgs.). Passados recompostos. Rio de Janeiro: UFRJ/FGV, 1998. BRAUDEL, Fernand. Escritos sobre a Histria. So Paulo: Perspectiva, 1978. _____. Reflexes sobre a Histria. So Paulo: Martins Fontes, 1992.

  • _____. Reflexes sobre a Histria. So Paulo: Martins Fontes, 1992. BURKE, Peter. Variedades de Histria Cultural. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 2000. _____. A escola dos Annales (1929-1989). So Paulo: Unesp, 1991. _____. O que Histria Cultural.Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005. CARDOSO, Ciro F. S. Um historiador fala de Teoria e Metodologia: ensaios. Bauru: EDUSC, 2005. CHARLE, Cristophe. A prosopografia ou biografia coletiva: balano e perpectivas. In: Flvio M. Heinz (org.). Por outra histria das elites. Rio de Janeiro: FGV, 2006, p.41-53. CHARTIER, Roger. A Histria Cultural. Lisboa: Difel, 1990. _____. beira da falsia. Porto Alegre: UFRGS, 2002. DOSSE, Franois. A Histria. Bauru: EDUSC, 2003. _____. A Histria prova do tempo. So Paulo: Unesp, 2001. FEBVRE, Lucien. Combates pela Histria. Lisboa: Presena, 2 vols, 1977. FERREIRA, Marieta de Moraes; AMADO, Janana (orgs.) Usos e abusos da Histria Oral. Rio de Janeiro: FGV, 1996. FONTANA, Josep. Histria: anlise do passado e projeto social. Bauru: Edusc, 1998. _____. A Histria dos homens. Bauru: Edusc, 2004. _____. Histria depois do fim da Histria. Bauru: Edusc, 1998. GINZBURG, Carlo. O fio e os rastros. So Paulo: Cia. das Letras, 2007. _____. A Micro-Histria e outros ensaios.Lisboa: Martins Fontes, 1992. GRUZINSKI, Serge. Les quatre parties du monde. Paris: La Martinire, 2004. HOBSBAWM, Eric. Sobre Histria. So Paulo: Cia. das Letras, 1998. _____. Como Cambiar el Mundo. Barcelona: Critica, 2011. IGGERS, Georg G. La ciencia histrica em el siglo XX. Barcelona: Idea Books, 1998. JENKINS, Keith. A Histria repensada. So Paulo: Contexto, 2001. LIMA, Henrique Espada. A micro-histria italiana: escalas, indcios e singularidades. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 2006, LE GOFF, Jacques (org.). A Histria Nova. So Paulo: Martins Fontes, 1990. _____. Histria. In: Enciclopdia Einaudi. Porto: Imprensa Nacional/Casa da Moeda, v.1, 1984, p.158-259. REVEL, Jacques (org.). Jogos de escala. Rio de Janeiro: FGV, 1998. RIOUX, Jean-Pierre; SIRINELLI, Jean-Franois (orgs.). Para uma Histria Cultural. Lisboa: Estampa, 1998.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

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    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: INTRODUO HISTRIA DA ARTE Natureza: OPTATIVA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo:

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    Panorama das artes plsticas e visuais no Ocidente traando paralelos com outras culturas significativas da Pr-histria ao perodo do Impressionismo Europeu. OBJETIVOS Apresentar a um pblico iniciante as obras mais significativas produzidas pelas diversas formas de arte ocidentais criadas desde a pr-histria at o final do sculo XIX, privilegiando as chamadas artes visuais: arquitetura, escultura e pintura. No se trata apenas de enfocar a evoluo das formas, mas de ressaltar a importncia do objeto artstico como documento histrico. Trata-se, sobretudo, de evidenciar a evoluo estilstica e formal dos objetos artsticos em sua estreita relao com a cultura que os produziu.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    GOMBRICH, E. H. A histria da arte. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1985. JANSON, H. W. Iniciao Histria da arte. So Paulo: Martins Fontes, 2009. KEMP, Martin (coord.). Histria da arte no Ocidente. Lisboa: Verbo, 2006.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ARGAN, Giulio Carlo. Histria da arte italiana. 3 vol. So Paulo: Cosac & Naify, 2003. BELL, Julian. Uma nova histria da arte. So Paulo: Martins Fontes, 2008. COLI, Jorge. O que arte. So Paulo: Editora Brasiliense, 2003. FRIEDLANDER, Walter. De David a Delacroix. So Paulo: Cosac & Naify, 2001. OSTROWER, Fayga. Universos da Arte. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1986.

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    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: MEMRIA, ORALIDADE E ESCRAVIDO Natureza: OPTATIVA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo:

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    A disciplina se prope a discutir como a metodologia da histria oral pode e vem contribuindo nas pesquisas sobre as diferentes formas de manifestao das memrias do cativeiro no Brasil. Para isso, sero discutidas as relaes entre memria, histria e oralidade; bem como sero discutidos trabalhos sobre a temtica das memrias da escravido, visando observar de que modo a histria oral vem sendo utilizada nessas abordagens.

    OBJETIVOS

    Os alunos devero se familiarizar com a metodologia da histria oral, bem como com a temtica relativa s memrias do cativeiro. Objetiva-se que os mesmos sejam capazes de realizar um exerccio de pesquisa dentro desse campo temtico, atravs da metodologia da histria oral.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    ALBERTI, Verena. Manual de Histria Oral. RJ: Editora FGV, 2004. LARA, Silvia H. e PACHECO, G. (org.) Memria do Jongo. As gravaes histricas de Stanley J. Stein. Vassouras, 1949. RJ: Folhas Secas; Campinas: CECULT, 2007. MATTOS, Hebe Maria e RIOS, Ana Lugo. Memrias do Cativeiro: Famlia, Trabalho e Cidadania no Ps-Abolio. RJ: Civilizao Brasileira, 2005.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    CARVALHO, M.S. de, CARVALHO,J.M.de, e CARVALHO, A.E. de. (org.) Histrias que a Ceclia contava. BH: Ed.UFMG /Instituto Cultural Amilcar Martins, 2008. FARIA, Sheila de Castro. Identidade e comunidade escrava: um ensaio. Tempo. 2007, vol. 11, no. 22. FREITAS, Snia. Histria X HO X Memria In: Histria Oral Possibilidades e Procedimentos. SP: Humanitas / USP / Imprensa Oficial do Estado, 2002. GUEDES, Roberto. Egressos do cativeiro. Trabalho, famlia, aliana e mobilidade social. (Porto Feliz, So Paulo, c. 1798-c.1850). Rio de Janeiro: Mauad X; FAPERJ, 2008. HEYMANN, Luciana. O devoir de mmoire na Frana contempornea: entre memria, histria, legislao e direitos. RJ: CPDOC, 2006. LARA, Silvia Hunold. Conectando historiografias: a escravido africana e o Antigo Regime na Amrica

  • LARA, Silvia Hunold. Conectando historiografias: a escravido africana e o Antigo Regime na Amrica Portuguesa. In BICALHO, Maria Fernanda e FERLINI, Vera Lcia Amaral. Modos de governar: Idias e prticas polticas no Imprio Portugus sculos XVI a XIX. So Paulo: Alameda, 2005. NEVES, M de S. Nos compassos do tempo. A histria e a cultura da memria IN: SOIHET, R.; ALMEIDA, MRC; AZEVEDO, C. e GONTIJO, R. (org.) Mitos, Projetos e Prticas polticas Memria e Historiografia. RJ: Civilizao Brasileira, 2009. PERELMUTTER, Daisy e ANTONACCI, Maria Antonieta (org.). tica e Histria Oral. Projeto Histria. Revista do Programa de Estudos Ps-Graduados em Histria e do Departamento de Histria da PUC-SP. No. 15. SP: Editora PUC-SP, 1997. ROUSSO, Henry. A memria no mais o que era. IN: FERREIRA, Marieta de Moraes e AMADO, Janana (org.). Usos e Abusos da Histria Oral. RJ: Editora FGV, 2002. SCHWARTZ, S. Escravos, Roceiros e Rebeldes. Bauru: EDUSC, 2001.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

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    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: PESQUISA NO ENSINO DE HISTRIA Natureza: OPTATIVA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo:

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    O ensino de histria como objeto de pesquisa. Panorama de linhas de pesquisa e de perspectivas terico-metodolgicas. A Educao histrica e o referencial de J.Rsen. OBJETIVOS

    Propiciar o conhecimento do campo de pesquisa no Ensino de Histria; Debater produes acadmicas (incluindo teses e dissertaes) e linhas de pesquisa; Leitura dirigida de referenciais tericos da chamada Educao Histrica, em especial a partir

    da obra de J.Rsen. Produo de trabalhos de concluso de disciplina voltados para a pesquisa no Ensino de Histria

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    BARCA, Isabel et.alii (org) Jorn Rsen e o Ensino de Histria. Paran: Editora UFPR/NAEA, 2011. RSEN, J. Histria Viva. Formas e funes do conhecimento histrico. Braslia: Editora UNB, 2007. SCHMIDT, Maria & GARCIA, Tnia. Pesquisas em Educao Histrica: algumas experincias. Revista Educar, Curitiba:Editora UFPR, 2006.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ASHBY, Rosalyn. Desenvolvendo um conceito de evidncia histrica: as idias dos estudantes sobre testar afirmaes factuais singulares. In: Educar: Dossi Educao Histrica, Curitiba: Editora UFPR, p151-170, 2006. BARCA, Isabel. Educao Histrica: uma nova rea de investigao. Revista da Faculdade de Letras Histria Porto, III Srie, vol.2, 2001, pp13-21. CARRETERO, M. Documentos de Identidade: a construo da memria histrica em um mundo globalizado.Porto Alegre:Artmed, 2010. FORQUIN, Jean-Claude. Escola e cultura: as bases sociais e epistemolgicas do conhecimento escolar. Porto Alegre: Artes Mdicas, 1993. LEE, Peter. Em direo a um conceito de Literacia histrica. In: Educar: Dossi Educao Histrica,

  • LEE, Peter. Em direo a um conceito de Literacia histrica. In: Educar: Dossi Educao Histrica, Curitiba: Editora UFPR, p.131-150, 2006. _______. Ns fabricamos carros e eles tinham que andar a p: compreenso das pessoas no passado. In. BARCA, I. (org.) Educao Histrica e Museus. Braga: Universidade do Minho, 2003, p.19-36. OLIVEIRA, M e COSTA, A. O ensino de Histria como objeto de pesquisa no Brasil: no aniversrio de cinqenta anos de uma rea de pesquisa, notcias do que vir. In: SAECULUM. Revista de Histria, Joo Pessoa, 2007. ROCHA, Helenice et. Alii. (org). A escrita da histria escolar: memria e historiografia. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2009. RSEN, J. Razo Histrica. Teoria da histria: os fundamentos da cincia histrica. Braslia: Editora UNB, 2001. SCHMIDT, Maria & GARCIA, Tnia. Pesquisas em Educao Histrica: algumas experincias. Revista Educar, Curitiba: Editora UFPR, 2006, p11-31. ZAMBONI, E. Panorama das pesquisas no ensino de Histria. SAECULUM Revista de Histria, n 6-7- Jan/Dez. 2000/2001.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

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    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: REPRESENTAES DO SELVAGEM E A EXPANSO EUROPIA Natureza: OPTATIVA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo:

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    Estudo das representaes dos selvagens, particularmente dos americanos, produzidas pela cultura europia entre os sculos XV e XVIII, perodo no qual surgiram, na Europa, Estados nacionais civilizados que controlavam imprios coloniais.

    OBJETIVOS

    Pretende-se articular as representaes do selvagem com a expanso ultramarina e com o pensamento poltico no perodo de constituio do Estado moderno. Alm de legitimar a dominao europia na Amrica e em outros continentes, esses produtos culturais contriburam para a formulao de teses a respeito do estado de natureza, problema decisivo para a filosofia poltica moderna.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    HOBBES, Thomaz. Leviat ou matria, forma e poder de um estado eclesistico e civil. So Paulo: Abril Cultural, 1974. ROUSSEAU. Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens. In: Rousseau. Coleo Os Pensadores. So Paulo: Abril Cultural, 1978. VOLTAIRE. Dicionrio filosfico. In: Voltaire. Coleo Os Pensadores. So Paulo: Nova Cultural, 1988.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    DIDEROT. Suplemento viagem de Bougainville ou dilogo entre A e B. In: Diderot. Coleo Os Pensadores. So Paulo: Abril Cultural, 1979. HAZARD, P. O pensamento europeu no sculo XVIII. Lisboa/So Paulo: Presena/Martins Fontes, 1974, 2 vols. GERBI, Antonello. O Novo Mundo. Histria de uma polmica (1750-1900). So Paulo: Companhia das Letras, 1996.

  • LOCKE, John. Dois tratados sobre o governo. So Paulo: Martins Fontes, 2001. MONTAIGNE, Michel de. Os ensaios. In: Montaigne. Coleo Os Pensadores. So Paulo: Abril Cultural, 1972. [1(44)M623.7 / M623e] TODOROV, Tzvetan. A conquista da Amrica. So Paulo: Martins Fontes, 1991. VOLTAIRE. A filosofia da histria. So Paulo: Martins Fontes, 2007. [1(44)V935.7 / V935f] WOORTMANN, Klass. O selvagem na Gesta Dei: histria e alteridade no pensamento medieval. Revista Brasileira de Histria. So Paulo, v. 25, n. 50, p. 259-314, 2005.

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    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: TEMPO, MEMRIA E PATRIMNIO Natureza: OPTATIVA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo:

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    Apresentar um panorama dos principais debates tericos e autores que se dedicam a tratar das questes de temporalidade, memria e patrimnio

    OBJETIVOS

    - Abordar a questo do tempo pela apresentao de diferentes regimes de historicidade. - Apresentar as principais referncias do debate terico sobre os conceitos de Memria e Patrimnio - Apresentar estudos de caso em que so aplicadas as referncias tericas estudadas. - Apresentar referencias tericas e estudos de caso que sirvam de baliza para a realizao de estudos de histria da memria. - Relacionar as prticas patrimoniais e de memria a diferentes concepes de temporalidade.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    ABREU, Regina & CHAGAS, Mrio (orgs.). Memria e patrimnio: ensaios contemporneos. Rio de Janeiro: DP&A, 2003. KOSELLECK. Reinhart. Futuro Passado. Contribuio semntica dos tempos histricos. RJ: Contraponto, ed Puc-Rio; 2006. HALBWACHS, Maurice. A memria coletiva. So Paulo: centauro; 2006.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

  • ARANTES, Antonio Augusto (org). Produzindo o passado: estratgias de construo do patrimnio cultural. S.Paulo: Brasiliense, 1984. BANN, Stephen. As invenes da Histria: ensaios sobre a representao do passado. So Paulo: Editora UNESP, 1994. BRESCIANI, Stella & NAXARA, Mrcia (orgs). Memria e (res)sentimento. Indagaes sobre uma questo sensvel. Campinas: ed. Unicamp; 2001. BOSI, Eclea. Memria e sociedade. So Paulo: Edusp, 1987. CHOAY, Franoise. A alegoria do patrimnio. S.Paulo: Ed. da UNESP, Estao Liberdade, 2001. D'ARAUJO, Maria Celina et al. Vises do golpe: a memria militar sobre 1964. Rio de Janeiro: Relume Dumara, 1994. _________ & SOARES, Glaucio Ary Dillon & CASTRO, Celso. Os anos de chumbo: a memria militar sobre represso. Rio de Janeiro: Relume Dumara, 1994. FONSECA, Maria Ceclia Londres. O patrimnio em processo: trajetria da poltica federal de preservao no Brasil. Rio de Janeiro: UFRJ, IPHAN, 1997. FINKELSTEIN, Norman G.. A indstria do Holocausto. Rio de Janeiro: Record; 2001. HALBWACHS, Maurice. Los marcos sociales de la memria. Barcelona, Concepcion, Caracas: Anthropos editorial, Universidad de la Concepcion, Universidad Central de Venezuela; 2004. HEYMANN, Luciana. O"devoir de mmoire" na Frana contempornea: entre a memria, histria, legislao e direitos. Rio de Janeiro: CPDOC,, 2006 Acessvel em: http://www.cpdoc.fgv.br/Producao_intelectual/htm/tp_download.htm HUYSSEN, Andras. Seduzidos pela memria: arquitetura, monumentos, mdia. Rj: aeroplano; 2000. LE GOFF, Jacques. Histria e memria. 4 ed. Campinas (SP): Editora da UNICAMP, 1996. NORA, Pierre (dir.). Les lieux du mmoire. Paris: Gallimard, 1984-1993. t.I-III. ________ Entre memria e histria: a problemtica dos lugares. Projeto Histria, S.Paulo, n.10, dez. 1993. REIS, Daniel Aaro. Ditadura e sociedade: as reconstrues da memria. In: REIS, Daniel A. & RIDENTI, Marcelo & MOTTA, Rodrigo Patto S (Orgs). O golpe e a ditadura militar: quarenta anos depois (1964-2004). Bauru,SP: Edusc; 2004. __________ et Alii. Verses e fices: o seqestro da histria. So Paulo: ed. Fundao Perseu Abramo; 1997. Acessvel em: http://www2.fpa.org.br/portal/modules/news/index.php?storytopic=1699 RICOEUR, Paul. A memria, a histria e o esquecimento. Campinas: ed. Unicamp; 2007. ________ O perdo pode curar? Acessvel em: http://www.lusosofia.net/textos/paul_ricoeur_o_perdao_pode_curar.pdf RIDENTI, Marcelo. Resistncia e mitificao da resistncia armada contra a ditadura: armadilhas para os pesquisadores In REIS, Daniel A. & RIDENTI, Marcelo & MOTTA, Rodrigo Patto S (Orgs). O golpe e a ditadura militar: quarenta anos depois (1964-2004). Bauru,SP: Edusc; 2004. SARLO, Beatriz. Tempo Passado. Cultura da memria e guinada subjetiva. So Paulo: Cia. das Letras. Belo Horizonte: ed. UFMG; 2007. SCHMIDT, Benito Bisso. Entre a filosofia e a sociologia: matrizes tericas das discusses atuais sobre histria e memria. Estudos Ibero-Americanos. Porto Alegre, v. XXXII, n. 1, junho 2006. Acessvel em: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/iberoamericana/article/view/1302/1007 SILVA, Helenice Rodrigues. Rememorao/comemorao: as utilizaes sociais da memria. Revista Brasileira de Histria. So Paulo, v. 22, n 44, 2002. Acessvel em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-01882002000200008.

  • SOARES, Glaucio Ary Dillon (org.). A volta aos quartis: a memria militar sobre a abertura. Rio de Janeiro: Relume Dumara, 1995. TODOROV, Tzvetan. Memria do mal, tentao do bem. Indagaes sobre o sc. XX. So Paulo: Arx; 2002. VALENSI, Lucette. Fbulas da Memria. A batalha de Alccer Quibir e o mito do sebastianismo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1994. VIDAL-NAQUET, Pierre. Os assassinos da memria: um Eichmann de papel e outros ensaios sobre o revisionismo. Campinas: Papirus, 1988.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DO CURSO DE HISTRIA - COHIS

    CURSO: HISTRIA

    Grau Acadmico: BACHARELADO Turno: NOTURNO Currculo: 2015 Unidade curricular: TPICOS PARA HISTRIA INDGENA Natureza: OPTATIVA

    Unidade Acadmica: DECIS

    Perodo:

    Carga Horria

    Terica: 72 h/a

    Prtica: -

    Total: 72 h/a (66 h)

    Cdigo CONTAC:

    Pr-requisito: -

    Correquisito: -

    EMENTA

    Histria dos ndios do Brasil: metodologia e fontes. Antropologia, Histria e Arqueologia: a etnohistoria como tema transversal. Historiografia e histria nativa. Os povos indgenas no censo de 2010. Contatos interculturais: ndios, afro-descendentes e europeus. Concepes e imagens dos ndios. Fora de trabalho indgena, terra e colonizao. Resistncias indgenas. Polticas e legislao indigenista da Coroa portuguesa e do Imprio brasileiro. A precursora do indigenismo brasileiro: a Comisso Rondon. Regime tutelar republicano: SPI e FUNAI. Polticas e prticas contemporneas: indigenismo laico versus misses religiosas. Movimento indgena, mobilizao da sociedade civil e os direitos da Constituio de 1988. Os ndios no ensino de Histria. Os ndios, sua formao escolar e saberes nativos. Contribuio dos povos indgenas cultura e cincia. Os ndios hoje: desafios e lutas das organizaes indgenas.

    OBJETIVOS

    O objetivo da disciplina compreender o amplo e complexo processo histrico dos povos indgenas, tomando em conta sua atuao em vrias instncias (econmicas, polticas, sociais, culturais e artsticas, etc.) mediadas pelas formas diversas de relaes intertnicas ou com outros agentes (administrativos, governamentais, missionrias, movimentos sociais) a partir de uma produo representativa sobre os povos nativos e/ou dos prprios ndios, com o intuito de produzir uma percepo crtica das diferentes formas de insero dos grupos indgenas de distintas procedncias tnicas ao longo da histria do Brasil.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. Os ndios na Histria do Brasil. Rio de Janeiro, FGV Editora, 2010, p.13-133. CUNHA, Manuela Carneiro da. (org.). Histria dos ndios no Brasil. So Paulo: Companhia das Letras: Secretaria Municipal de Cultura: FAPESP, 1992. GRUPIONI, Lus Donisete Benzi (org.). ndios no Brasil. So Paulo: SMC, 1992.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

  • ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. Metamorfoses indgenas: identidade e cultura nas aldeias coloniais do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2003. BELLUZZO, Ana Maria de Moraes. O Brasil dos viajantes. So Paulo: Objetiva, Metalivros, 2000. BEOZZO, Jos Oscar (org.). Histria da Igreja no Brasil. Petrpolis, RJ: Vozes, v.2, 1980, p.255-308. ______. Leis e regimentos das misses: poltica indigenista no Brasil. So Paulo: Loyola, 1983. ______. A igreja e os ndios (1875-1889). In: HAUCK, Joo Fagundes et al. Histria da Igreja no Brasil segunda poca, sc. XIX. Petrpolis, RJ: Vozes, 1985, Tomo II/2, p.296-307. Brasil. Leis. Legislao indigenista. Braslia: Senado Federal/Subsecretaria de Edies Tcnicas, 1993. CUNHA, Manuela Carneiro da. Antropologia do Brasil: mito histria etnicidade. So Paulo: Brasiliense: EDUSP, 1986. ______. Os direitos do ndio: ensaios e documentos. So Paulo: Brasiliense, 1987. ______. (org.). Legislao indigenista no sculo XIX: uma compilao (18081889). So Paulo: Edusp: Comisso Pr-ndio de So Paulo, 1992. DOMINGUES, ngela. Os conceitos de guerra justa e resgate e os amerndios do Norte do Brasil. In: Silva, Maria Beatriz Nizza da (org.). Brasil: colonizao e escravido. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2000a, p.45-56. ______. Quando os ndios eram vassalos: colonizao e relaes de poder no Norte do Brasil na segunda metade do sculo XVIII. Lisboa: Comisso Nacional para as Comemoraes dos Descobrimentos Portugueses, 2000b. DREHER, Martin. Histria dos protestantes na Amaznia at 1980. In: Hoornaert, Eduardo (org.). Histria da Igreja na Amaznia. Petrpolis, RJ: Vozes, 1992, p.321-340. FENELON, Da Ribeiro. Prefcio. In: MACIEL, Laura Antunes. A nao por um fio: caminhos, prticas e imagens da Comisso Rondon. So Paulo: EDUC: FAPESP, 1998, p.9-12. FERNANDES, Rubem Cesar. As misses protestantes em nmeros. Cadernos do ISER, Rio de Janeiro, n.10, p.27-84, 1980. FRAGOSO, Hugo. A era missionria (1686-1759). In: HOORNAERT, Eduardo (coord.). Histria da Igreja na Amaznia. Petrpolis, RJ : Vozes, 1992, p.139-209. FREIRE, Carlos Augusto da Rocha. Indigenismo e Antropologia: o Conselho Nacional de Proteo aos ndios (CNPI) na gesto Rondon (1939-1955). 1990. Dissertao (Mestrado em Antropologia Social) PPGAS/MN, UFRJ, Rio de Janeiro, 1990. ______. A criao do Conselho Nacional de Proteo aos ndios e o Indigenismo Interamericano (1939-1955). Boletim do Museu do ndio, Rio de Janeiro, n.5, 1996. GAGLIARDI, Jos Mauro. O indgena e a Repblica. So Paulo: EdUSP: Secretaria de Estado da Cultura de So Paulo, 1989. MAGALHES, Edvard Dias (org.). Legislao indigenista brasileira e normas correlatas. Braslia: FUNAI/CGDOC, 2003. MOREIRA, Vania Maria Losada. Terras Indgenas do Esprito Santo sob o regime territorial de 1850. Revista Brasileira de Histria, v.22, n.43, p.153-170, So Paulo, 2002. MULLER, Cristina et al. O Xingu dos Villas Bas. So Paulo: Agncia Estado: Metalivros, 2002. NIMUENDAJU, Curt. Mapa Etno-histrico de Curt Nimuendaju. Rio de Janeiro: IBGE, 1981. PACHECO DE OLIVEIRA, Joo (org.). Sociedades indgenas e indigenismo no Brasil. Rio de Janeiro: Marco Zero: Ed. UFRJ, 1987. RAMINELLI, Ronald. Imagens da colonizao: a representao do ndio de Caminha a Vieira. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1996.

  • RESENDE, Maria Lenia Chaves de; LANGFUR, Hal. Os ndios na histria: abordagens interdisciplinares, Minas Gerais indgena: a resistncia dos ndios nos sertes e nas vilas de El-Rei. Tempo, vol.12, no. 23, Niteri 2007. _______. Gentios Braslicos: ndios Coloniais em Minas Gerais Setecentista. Tese de Doutorado em Histria, IFCH-Unicamp, 2003, 401p. RICARDO, Carlos Alberto (Ed.). Povos Indgenas no Brasil: 1996-2000. So Paulo: Instituto Socioambiental, 2000. RICARDO, Fanny. O Conselho Indigenista Missionrio (CIMI). Cadernos do ISER, n.10, p.1-25, Rio de Janeiro, 1980. RUFINO, Marcos Pereira. A misso calada: Pastoral Indigenista e a Nova Evangelizao. In: MONTERO, Paula (coord.). Entre o mito e a Histria: o V Centenrio do Descobrimento da Amrica. Petrpolis, RJ: Vozes, 1996, p.137-202. SILVA, Aracy Lopes da & GRUPIONI, Lus Donisete Benzi (org.). A temtica indgena na escola: novos subsdios para professores de 1 e 2 graus. Braslia, DF: MEC: MARI: UNESCO, 1995.

  • 14) Trabalhos Acadmicos

    Monografia

    Tendo em vista a garantia de formao pertinente do bacharel em histria da UFSJ,

    sero oferecidas duas unidades curriculares de carter prtico (Monografia I e II) e duas

    disciplinas de carter terico e prtico (Laboratrio de Pesquisa em Histria I e II). Para a

    elaborao do trabalho de concluso do curso, que se constitui em uma monografia, os

    alunos devero cumprir 100 horas em Monografia I e outras 100 em Monografia II, nas

    quais devero demonstrar terem incorporado as discusses acumuladas durante o curso,

    principalmente as de carter terico-metodolgico e historiogrfico. As disciplinas de

    Laboratrio de Pesquisa I e II, com carga horria de 108 horas-aula cada uma, tm por

    objetivo garantir a apresentao e a discusso de pesquisas dos docentes e discentes, tanto

    da graduao quanto do mestrado, possibilitando ao aluno se familiarizar com o debate

    acadmico e com a estrutura de um projeto de pesquisa. Na unidade curricular Monografia I o aluno redigir o seu prprio projeto de

    pesquisa, definindo os caminhos da investigao histrica que resultar na elaborao de

    uma monografia, na unidade curricular Monografia II. Na primeira, ser desenvolvida a

    estrutura do projeto de pesquisa (tema, problematizao do objeto, justificativa, debate

    historiogrfico, questes conceituais e tericas, formulao de hipteses, fontes e discusso

    metodolgica, cronograma e bibliografia), em consonncia com os parmetros de

    apresentao e redao de um texto cientfico e as normas da ABNT. A elaborao do

    projeto ser discutida e acompanhada pelo professor/orientador, que ser o responsvel pela

    avaliao final do projeto de pesquisa. O professor/orientador dar aceite da orientao, em

    formulrio prprio da Coordenao do Curso de Histria COHIS, devidamente assinado.

    A unidade curricular Monografia II consistir na investigao e elaborao do texto

    final propriamente dito, resultado do projeto de pesquisa desenvolvido anteriormente. Nesta

    etapa tem-se uma discusso mais apurada do tema/objeto escolhido luz do debate

    historiogrfico pertinente e da leitura e anlise das fontes. A monografia dever ser

    produzida considerando o debate terico-metodolgico e historiogrfico em questo, alm

    de respeitar os parmetros de redao de um texto cientfico, em consonncia com as

    normas da ABNT, tanto na linguagem quanto na estrutura formal. A monografia de final de

    curso dever ter, no mnimo, 35 (trinta e cinco) laudas e, no mximo, 80 (oitenta) laudas,

    incluindo os anexos e as referncias bibliogrficas. Uma cpia digital ficar depositada no

    arquivo da coordenao do curso, e outra, impressa ser destinada ao acervo da biblioteca

  • do campus Dom Bosco. A avaliao do contedo da monografia ficar a cargo do

    professor/orientador da mesma.

    15. Recursos Humanos

    15.1. DECIS

    - 29 unidades curriculares, sendo 23 disciplinas obrigatrias, correspondentes a 1656 horas-

    aula, e 6 disciplinas optativas com 432 horas-aula.

    Dentre as disciplinas obrigatrias, a de Histria da frica requer, para seu adequado

    oferecimento, a contratao de professor com formao especfica na rea para ministr-la.

    A Reitoria da UFSJ comprometeu-se com a realizao de concurso para suprir essa

    necessidade. Considere-se que a incluso dessa disciplina na grade do curso atende

    exigncia legal1. Assim, as universidades pblicas brasileiras tm realizado concursos para

    a contratao de especialistas em Histria da frica para atender ao cumprimento da lei e

    garantir a formao do historiador na rea.

    Atualmente, a rea de Histria do DECIS composta por 12 (doze) professores indicados

    no quadro abaixo.

    Docentes Regime de Trabalho Titulao Afonso de

    Alencastro Graa Filho

    DE Doutor

    Cssia Rita Louro Palha

    DE Doutora

    Danilo Jos Zioni Ferreti

    DE Doutor

    Joo Paulo Coelho de Souza Rodrigues

    DE Doutor

    Letcia Martins de Andrade

    DE Doutora

    Luiz Francisco Albuquerque de

    Miranda

    DE Doutor

    Marcos Ferreira de Andrade

    DE Doutor

    Maria Lenia Chaves de Resende

    DE Doutora

    1 I. Lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educao nacional, para incluir no currculo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temtica Histria e Cultura Afro-Brasileira, e d outras providencias; II. Lei 11.645, de 10 de maro de 2008, que altera a lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educao nacional, para incluir no currculo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temtica Histria e Cultura Afro-Brasileira e Indgena

  • Moiss Romanazzi Torres

    DE Doutor

    Orlando Jos de Almeida Filho

    DE Doutor

    Silvia Maria Jardim Brgger

    DE Doutora

    Wlamir Jos da Silva

    DE Doutor

    - 29 unidades curriculares, sendo 23 disciplinas obrigatrias, correspondentes a 1768 horas-

    aula, e 6 disciplinas optativas com 432 horas-aula.

    15.2. DELAC

    - 2 unidades Curriculares, sendo uma disciplina obrigatria: Leitura e Produo de Texto

    72 horas-aula. E, uma disciplina optativa: Libras 72 horas-aula.

    16) Infraestrutura

    E termos de infraestrutura fsica, atualmente o curso de Histria da UFSJ conta com

    05 (cinco) salas de aula, amplas, e com capacidade para 50 (cinquenta) alunos, atendendo

    perfeitamente as necessidades do curso e o oferecimento das disciplinas a cada semestre,

    localizadas em parte do terceiro andar do campus Dom Bosco. Todas as salas possuem

    recursos de mdia (data-show), que so utilizados por professores e alunos. O curso conta

    ainda com dois laboratrios: um de ensino e outro de pesquisa e conservao documental. O

    de ensino possui uma sala ampla, com computadores, materiais didticos, acervo de livros

    didticos e paradidticos e conta com a atuao dos docentes da rea pedaggica do curso,

    professores da rede pblica de educao e alunos envolvidos no PIBID (Programa

    Institucional de Bolsas de Incentivo Docncia), alm de se constituir como espao de

    vivncia pedaggica junto aos demais discentes do curso. O Laboratrio de Ensino

    configura-se nesta direo como um frum para desenvolvimento de pesquisas na rea da

    histria da educao e da aprendizagem histrica, propiciando uma formao integrada do

    pesquisador-professor.

    O laboratrio de Pesquisa e Conservao Documental LABDOC - atualmente

    conta com duas salas de reserva tcnica, uma para higienizao, duas para leitura e

    indexao, um ateli de restaurao e duas salas destinadas microfilmagem e

    digitalizao, devidamente equipados. Trata-se de um trabalho de grande relevncia

    social e acadmica, pois alm de preservar e garantir o acesso memria histrica da

    documentao judiciria de vrias cidades mineiras a qualquer cidado interessado,

  • atravs da consulta da pgina na internet. Tambm representa um diferencial do nosso

    curso de graduao e da ps-graduao em Histria, uma vez que os alunos tm

    oportunidade de se iniciar no trabalho de higienizao, conservao, restauro e

    indexao de processos-crime, inventrios e testamentos, alm da iniciao na produo

    do conhecimento histrico, atravs da anlise das fontes primrias e envolvimento em

    projetos de pesquisa. preciso destacar ainda que o Laboratrio vem desenvolvendo

    parcerias com as prefeituras e fruns que possuem arquivos histricos que guardam a

    memria do judicirio mineiro, principalmente na regio que antes pertencia antiga

    Comarca do Rio das Mortes.

    O curso de Histria faz uso da Biblioteca do Campus Dom Bosco da UFSJ, alm

    de contar com uma sala ampla e climatizada com leitoras de microfilmes para acesso

    documentao histrica microfilmada, principalmente da imprensa peridica do sculo

    XIX, duplicada do acervo original pertencente Biblioteca Nacional RJ e tambm

    quatro computadores para consulta ao acervo. Ainda no Campus Dom Bosco, h um

    laboratrio de informtica, com capacidade para 42 alunos e 28 computadores, que

    utilizado para a realizao de trabalhos acadmicos, de aulas e de pesquisas em acervos

    digitais, museus e stios na internet, pertinentes rea de Histria. O curso faz uso ainda

    de um teatro com capacidade para 427 pessoas, dois anfiteatros, um com 135 lugares e

    outro com 160, informalmente conhecido como Sala da Peteca, todos localizados no

    Campus Dom Bosco da UFSJ. Esses espaos so utilizados para realizao de eventos

    acadmicos, dentre os quais, destaca-se a Semana de Histria, que no ano de 2013,

    realizou a sua dcima segunda edio. O curso possui tambm duas salas de ncleos de

    pesquisa: Ncleo Malungo voltado para pesquisas que envolvem a escravido e

    aspectos da cultura afro-brasileira (msica, manifestaes populares, religiosidade etc.)

    e do NINJA Ncleo de Investigaes em Justia Ambiental.

    Para a realizao das atividades administrativas, o curso conta com uma sala do

    Departamento de Cincias Sociais DECIS ao qual est vinculado, e uma sala da

    coordenao do curso. Os alunos dispem de uma sala para a realizao de reunies e

    atividades do Centro Acadmico e existem 11 (onze) salas onde se localizam os

    gabinetes dos professores.

    17) Gesto do PPC

  • Conforme Resoluo 011/2012, caber ao Ncleo Docente Estruturante (NDE) a

    funo consultiva, propositiva e de assessoramento em relao gesto do PPC, ao passo

    em que ao colegiado de curso destinada a funo deliberativa junto aos encaminhamentos

    do mesmo.

    A nova estrutura curricular aqui em pauta ser adotada a partir do primeiro semestre

    letivo de 2015, j em conformidade com a Resoluo CONEP n 027 de 11/09/2013, que trata do ajuste de carga horria em hora aula (CHA) para hora relgio (CH), lembrando que, de acordo com a

    Resoluo CONEP n 022 de 31/07/2013, a durao da hora-aula dos Cursos de Graduao da UFSJ

    definida em 55 minutos. Ressalta-se ainda que a carga horria das unidades curriculares da UFSJ

    definida em mdulos de 55 minutos, enquanto as atividades complementares e as unidades

    curriculares Monografia I e II so atividades contabilizadas em horas-relgio (60 h/a minutos).

    exceo dos alunos que ingressaram at 2012 e estejam cursando o 7 e o 8 perodos em

    2015, que devero concluir sua formao pelo currculo antigo, os demais perodos devero

    obrigatoriamente migrar para o currculo novo a partir de 2015, conforme fluxograma de

    equivalncias abaixo discriminado:

  • Semestre letivo

    CARGA HORRIA (CHA)

    Carga Horria (CHA)

    Perodo

    Ano

    UNIDADE CURRICULAR DO

    CURSO Terica Prtica

    Unidade Acadmica

    Responsvel

    UNIDADE CURRICULAR

    EQUIVALENTE Terica Prtica

    Unidade Acadmica

    Responsvel

    1 1/2015 Introduo Histria 72 h/a DECIS Introduo Histria 60 h/a DECIS 1 1/2015 Leitura e Produo de

    Texto 72 h/a DELAC Leitura e Produo de Texto 60 h/a DELAC

    1 1/2015 Iniciao s Cincias Sociais 72 h/a DECIS Introduo Sociologia 60 h/a DECIS

    1 1/2015 Histria Antiga 72 h/a DECIS Histria Antiga I 60 h/a DECIS 2 2/2015 Histria Medieval 72 h/a DECIS Histria Medieval 60 h/a DECIS 2 2/2015 Histria da Amrica I 72 h/a DECIS Histria da Amrica I 60 h/a DECIS 2. 2/2015 Disciplina Optativa I 72 h/a DECIS Histria Antiga II 60 h/a DECIS 3

    1/2015 Histria Moderna I 72 h/a DECIS Histria Moderna 60 h/a DECIS

    3 1/2015 Histria do Brasil I 72 h/a DECIS Histria do Brasil I 60 h/a DECIS 3 1/2015 Histria da Amrica II 72 h/a DECIS Histria da Amrica II 60 h/a DECIS 3 1/2015 Histria da frica 72 h/a DECIS No se aplica 4 2/2015 Histria Moderna II 72 h/a DECIS Histria Contempornea I 60 h/a DECIS

    4 2/2015 Disciplina Optativa II 72 h/a DECIS Introduo Antropologia 60 h/a DECIS

    4 2/2015 Disciplina Optativa III 72 h/a DECIS Introduo Economia 60 h/a DCECO 5 1/2015 Histria da Amrica III 72 h/a DECIS Histria da Amrica III 60 h/a DECIS 5 1/2015 Histria do Brasil II 72 h/a DECIS Histria do Brasil II 60 h/a DECIS

  • 5 1/2015 Mtodos & Tcnicas de Pesquisa em Histria

    72 h/a DECIS Mtodos e Tcnicas da Pesquisa Histrica 60 h/a DECIS

    5 1/2015 Laboratrio de Pesquisa em Histria I 108 h DECIS No se aplica

    6 2/2015 Histria Contempornea I 72 h/a DECIS

    Histria Contempornea II 60 h/a DECIS

    6 2/2015 Teoria da Histria 72 h/a DECIS Teoria da Histria 60 h/a DECIS 6 2/2015 Monografia I 100 h DECIS Monografia I 200 h DECIS 6 2/2015 Disciplina Optativa IV 72 h/a DECIS Introduo Filosofia 60 h/a DFIME 7 1/2015 Histria do Brasil III 72 h/a DECIS Histria do Brasil III 60 h/a DECIS 7 1/2015 Histria

    Contempornea II 72 h/a DECIS Histria Contempornea III 60 h/a DECIS

    7 1/2015 Laboratrio de Pesquisa em Histria II 108 h/a DECIS No se aplica

    8

    2/2015 Histria do Brasil IV 72 h/a DECIS Histria do Brasil IV 60 h/a DECIS

    8 2/2015 Histria da Amrica IV 72 h/a DECIS Histria da Amrica IV 60 h/a DECIS 8 2/2015 Monografia II 100 h DECIS Monografia II 200 h DECIS

  • Em relao ao perodo de readequao na transio entre os PPCs ressaltamos:

    a) Os bacharelandos que estiverem no 5 perodo do currculo de 2003 no primeiro semestre de 2015 devero obrigatoriamente cursar a disciplina de Histria da

    frica, oferecida no terceiro perodo do novo PPC. Essa disciplina ser-lhes-

    oferecida no primeiro semestre de 2015.

    b) O conjunto de disciplinas dos dois primeiros perodos da estrutura curricular do PPC de 2003 (Introduo Antropologia, Introduo Economia, Introduo

    Filosofia) bem como a disciplina de Histria Antiga II, que foram suprimidas no

    novo currculo, podero ser aproveitadas como disciplinas optativas junto grade de

    equivalncia do novo PPC.

    c) Os bacharelandos que ingressaram no curso antes da implantao do novo currculo e da separao das habilitaes licenciatura / bacharelado tero direito de concluir a

    sua formao em ambas. Ao conclurem uma delas, podero solicitar a revinculao

    na outra, pleiteando a dispensa das unidades curriculares j cursadas. No entanto, os

    que forem revinculados a partir de 2016 devero seguir o fluxograma do novo PPC,

    fazendo as equivalncias correspondentes s disciplinas cursadas.

    d) Nos demais casos, ser respeitada a grade de equivalncia entre as disciplinas do novo currculo e do antigo;

    A transio se encerra no ano de 2015. Casos aqui no previstos sero analisados pela

    Coordenao e pelo Colegiado de Curso.

    18) Sistema de Avaliao do PPC

    A avaliao sistemtica e processual da implantao do PPC fundamental para o

    bom funcionamento do curso de Bacharelado em Histria, possibilitando um processo de

    reviso continuada de sua estrutura curricular e pedaggica. A avaliao deve ser

    incorporada no decorrer do desenvolvimento do curso, nos mbitos da sala de aula, da

    unidade acadmica e da prpria instituio de ensino superior.

    Avaliado periodicamente, o curso deve observar a atualizao das ementas, das

    unidades curriculares e a manuteno de bibliografia atualizada, seguindo as orientaes da

    Lei 10.861/2004 de 14 de abril que instituiu o sistema Nacional de Avaliao da Educao

    Superior (SINAES), relativos aos cursos de graduao e seguindo as orientaes

    desenvolvidas pela Comisso Prpria de Avaliao da UFSJ (CPA-UFSJ), do Ncleo

    Docente Estruturante do curso de Histria da Universidade Federal de So Joo del-Rei, das

  • propostas da Pr-Reitoria de Ensino e Graduao e procedimentos definidos pelo

    Colegiado de Curso.

    Atendendo os requisitos e orientaes da Lei 10.861/2004 e da prpria resoluo da

    Comisso Nacional de avaliao do Ensino Superior (CONAES) n 01/2010, a avaliao

    continuada do Projeto Pedaggico do Curso de Bacharelado em Histria ser realizada pelo

    NDE do curso que obedecer a orientao do CONAES. O NDE do curso, por meio de

    candidaturas eleitas pelos pares, foi constitudo a partir da nomeao de seus membros pela

    portaria n 60 h/a 3 de 07 de junho de 2013 em vigor at 06 de junho de 2017. A estrutura

    de funcionamento do NDE determinada pela resoluo N 011, de 19 de maro de 2012,

    pelo CONSU.

    Inserido no contexto das orientaes do SINAES, o NDE do curso responsvel por

    acompanhar o processo de concepo, consolidao e contnua realizao do PPC do curso

    (SINAES, p. 16). A CPA da UFSJ deve atuar e agir junto ao NDE, buscando um dilogo

    entre a avaliao institucional e a autoavaliao do curso.

    A autoavaliao seguir os seguintes princpios:

    1. Contar com a participao do corpo docente e discente. A percepo do

    bacharelando e do professor fundamental, pois, constitui-se informao

    relevante para a avaliao do curso, possibilitando sempre a melhoria com o

    objetivo de no perder de vista a qualidade desejada. Os instrumentos

    utilizados para a avaliao sero elaborados pelo NDE e submetidos ao

    parecer do Colegiado.

    2. A avaliao do PPC dever ser realizada levando em considerao a

    avaliao institucional sob responsabilidade da CPA. Para tanto, os

    mecanismos a serem utilizados devero contemplar, tambm, uma avaliao

    institucional de desempenho acadmico, ensino e aprendizagem, j que estes

    dependem de demandas muitas vezes mais amplas que no se referem s ao

    curso.

    3. Considerar os resultados das avaliaes externas que, de acordo com as

    diretrizes do MEC, sero referenciais para a discusso interna e para

    encaminhamentos de mudanas que assegurem a melhoria da qualidade do

    curso.

    4. Assegurar que a identidade e a diversidade curricular sejam norteadoras do

    processo de autoavaliao.

  • 5. Os resultados das autoavaliaes devero ser encaminhados no sentido de

    assegurar o comprometimento institucional para o processo de possveis

    mudanas para melhoria do curso.

    19) Sistema de Avaliao do Processo de Ensino-aprendizagem

    O sistema de avaliao respeitar a autonomia do professor, seus objetivos e

    proposta de curso em cada unidade curricular.

    Entendendo que as atividades de ensino/aprendizagem devero estar voltadas para a

    formao do aluno, estabelecem-se as seguintes diretrizes:

    1. O processo de avaliao, a critrio do professor, deve conter mais de um

    instrumento (provas escritas ou orais, seminrios, trabalhos, artigos,

    resenhas, snteses, pesquisas de campo, entre outros);

    2. A avaliao pode articular o ensino, a pesquisa e a extenso, tendo como

    base os objetivos e propostas do professor contido em plano de curso;

    3. A avaliao deve ser coerente com os contedos e as competncias previstas

    nos objetivos apresentados nos planos de curso;

    4. A avaliao dever ter carter mediador, ou seja, deve ser entendida como

    momento reflexivo sobre o processo de ensino-aprendizagem da unidade

    curricular, tanto para o professor quanto para o aluno;

    5. Atividades extraclasses que sejam propostas/aceitas pelo professor e

    relacionadas aos contedos da disciplina podero compor o processo

    avaliativo.

    6. No fim do perodo letivo, em cada unidade curricular, o discente dever

    receber uma nota de 0 a 10 pontos.

    7. O aluno ser aprovado se obtiver uma mdia igual ou superior a 6,0 (60 h/a

    % do total de pontos).

    8. O aluno ser considerado reprovado se no tiver frequentado, pelo menos,

    75% das aulas.

    9. Compete ao professor distribuir o total de pontos em provas, seminrios,

    trabalhos e atividades de acordo com os objetivos pretendidos. Esses

    critrios devem estar dispostos no plano de curso do professor ou de acordo

    com procedimentos preestabelecidos com os alunos no decorrer do curso

    caso haja alguma mudana.

    10. O professor dever comunicar aos alunos os resultados de cada avaliao ou

    atividade.

  • 20) Ato Autorizativo Anterior ou Ato de Criao (legislao referente ao

    curso) anexar cpia do ato autorizativo ou ato de criao.

    21) Formulrio de Cadastro do Curso para a DICON (Anexo III)

  • CONEP UFSJ Parecer

    Aprovado em

    ANEXO III CONDIES DE OFERTA E DE CADASTRO DO CURSO PARA A DICON

    (para cursos em regime de progresso em ciclos, deve ser preenchido um formulrio para o 1 ciclo e um para cada 2 ciclo)

    Nome do curso: Bacharelado em Histria

    Modalidade: ( X) Educao Presencial EDP

    ( ) Educao a Distncia EAD

    Regime curricular: ( X) Progresso Linear ( ) 2 ciclos:

    ( ) 1 ciclo ( ) 2 ciclo

    Condies de Oferta do Curso Semestre de entrada por

    Processo Seletivo

    Denominao N de vagas oferecidas no Edital do Processo Seletivo N de entradas por Processo

    Seletivo 1 semestre 2 semestre

    Grau Acadmico Bacharelado 10 10 10 0 No se aplica

    Linhas de Formao Especfica

    Titulao Bacharel em Histria

  • CONEP UFSJ Parecer

    Aprovado em

    Condies de cadastro do curso Carga horria total de integralizao: 2.580 horas-aula / 2400 Horas

    Mnimo 6 Mnimo 200 h / 215 ha Padro 8 Padro 300 h Obs./ 322,5 ha

    Prazos para integralizao (semestres)

    Mximo 12

    Limite de carga horria semestral permitida ao

    discente Obs. 2 Mximo 360 h / 430 ha Condies de validao das unidades curriculares cursadas em outros cursos As disciplinas cursadas em outros cursos podero ser validadas como equivalentes s disciplinas optativas (com limite mximo de duas) ou s atividades complementares (com limite mximo de 100 Horas), desde que haja conformidade das cargas horrias e aprovao da coordenao de curso, que ir avaliar a pertinncia do contedo cursado em relao formao do licenciando em Histria.

    Condies de migrao de currculo Devero migrar do currculo do PPC do curso de Histria de 2003 para o currculo de 2015, que ora apresentamos, todos os alunos que tiverem ingressado no curso entre 2013 e 2015 e que no estejam no 7 ou no 8 perodos. Os bacharelandos que ingressaram no curso antes da implantao do novo currculo e da separao das habilitaes licenciatura / bacharelado tero direito de concluir a sua formao em ambos os cursos. Ao conclurem uma delas, podero solicitar a revinculao na outra, pleiteando a dispensa das unidades curriculares j cursadas. No entanto, os que forem revinculados a partir de 2016 devero seguir o fluxograma do novo PPC, fazendo as equivalncias correspondentes s disciplinas cursadas.

    Obs. 1: Compreende-se como nmero de semestres decorrentes da previso de oferta peridica de componentes curriculares especificada no PPC Obs. 2: O limite de carga horria semestral definido em resoluo especfica. Obs. 3: O limite padro relativo, pois depende de previso de progresso curricular do PPC para oferta de componentes curriculares por perodo.

  • Matriz de organizao curricular

    CONEP UFSJ Parecer

    Aprovado em

    Carga horria (CH) Unidade curricular

    Obrigatria Optativa Eletiva Total

    Contedo de natureza cientfico-cultural (1.656 h/a) 1.518 h

    (504 h/a) 462 h

    (2.160 h/a)

    1.980 h

    Atividades complementares 220 h 220 h

    Estgio Supervisionado

    Trabalho acadmico 200 h 200 h

    Outros:

    Carga horria total para Integralizao 2.580 ha / 2.400 h

    Obs.: especificar particularidades na organizao curricular com implicaes no cadastro da estrutura curricular no CONTAC

  • Matriz de progresso curricular

    CONEP UFSJ Parecer

    Aprovado em

    a) Matriz de descrio das unidades curriculares obrigatrias

    Carga Horria (CHA)

    Unidade curricular

    Pr-requisito ou correquisito, se for o caso

    Perodo de

    oferta

    Unidade curricular

    Tipologia

    Oferecimento

    Unidade acadmica

    responsvel Terica Prtica

    1. Introduo Histria disciplina normal DECIS 72 h/a - - 1. Leitura e Produo de

    Textos disciplina normal DELAC 36 h/a 36 h/a - 1 Iniciao s Cincias

    Sociais

    disciplina normal DECIS 72 h/a - -

    1 Histria Antiga disciplina normal DECIS 72 h/a - - 2 Histria Medieval disciplina normal DECIS 72 h/a - - 2 Histria da Amrica I disciplina normal DECIS 72 h/a - - 3 Histria Moderna I disciplina normal DECIS 72 h/a - - 3 Histria do Brasil I disciplina normal DECIS 72 h/a - - 3 Histria da Amrica II disciplina normal DECIS 72 h/a - - 3 Histria da frica disciplina normal DECIS 72 h/a - - 4 Histria Moderna II disciplina normal DECIS 72 h/a - - 5 Histria da Amrica III disciplina normal DECIS 72 h/a - - 5 Histria do Brasil II disciplina normal DECIS 72 h/a - - 5 Mtodos e Tcnicas de

    Pesquisa em Histria disciplina normal DECIS 72 h/a - -

  • 5 Laboratrio de Pesquisa em Histria I disciplina normal DECIS 108 h/a - -

    6 Histria Contempornea I disciplina normal DECIS 72 h/a - - 6 Teoria da Histria disciplina normal DECIS 72 h/a - - 7 Monografia I Trabalho

    acadmico normal DECIS - 100 h -

    7 Histria do Brasil III disciplina normal DECIS 72 h/a - - 7 Histria Contempornea II disciplina normal DECIS 72 h/a - - 7 Laboratrio de Pesquisa em

    Histria II disciplina normal DECIS 108 h/a - -

    8 Histria do Brasil IV disciplina normal DECIS 72 h/a - - 8 Histria da Amrica IV disciplina normal DECIS 72 h/a - - 8 Monografia II trabalho

    acadmico normal DECIS 100 h -

    8. Atividades Complementares Atividades Complemen

    tares normal DECIS 220 h

    b) Matriz de descrio das unidades curriculares optativas

    Carga Horria (CHA)

    Unidade curricular

    Pr-requisito ou correquisito, se for o caso

    Perodo de

    oferta

    Unidade curricular

    Tipologia

    Oferecimento

    Unidade acadmica

    responsvel Terica Prtica

    2 Optativa I disciplina normal DECIS 72 h/a - - 2 Optativa II disciplina normal DECIS 72 h/a - - 4 Optativa III disciplina normal DECIS 72 h/a - - 4 Optativa IV disciplina normal DECIS 72 h/a - - 6 Optativa V disciplina normal DECIS 72 h/a - - 7 Optativa VI disciplina normal DECIS 72 h/a - - 8 Optativa VII disciplina normal DECIS 72 h/a - -

  • CONEP UFSJ Parecer

    Aprovado em

    Tabela de Equivalncia entre unidades curriculares de diferentes currculos e/ou cursos

    Carga Horria (CHA) Carga Horria (CHA) Unidade curricular do curso

    Terica Prtica

    Unidade curricular equivalente

    Curso

    Currculo

    Terica Prtica

    Introduo Histria 72 h/a Introduo Histria Histria 2003 60 h/a

    Leitura e Produo de Texto 72 h/a Leitura e Produo de texto Histria

    2003 60 h/a

    Iniciao s Cincias Sociais 72 h/a Introduo Sociologia Histria 2003 60 h/a

    Histria Antiga 72 h/a Histria Antiga I Histria 2002 60 h/a

    Histria Medieval 72 h/a Histria Medieval Histria 2003 60 h/a

    Histria da Amrica I 72 h/a Histria da Amrica I Histria 2003 60 h/a

    Disciplina Optativa I 72 h/a Histria Antiga II Histria 2003 60 h/a

    Histria Moderna I 72 h/a Histria Moderna Histria 2003 60 h/a

    Histria do Brasil I 72 h/a Histria do Brasil I Histria 2003 60 h/a

    Histria da Amrica II 72 h/a Histria da Amrica II Histria 2003 60 h/a

    Histria Moderna II 72 h/a Histria Contempornea I Histria 2003 60 h/a

    Disciplina Optativa II 72 h/a Introduo Antropologia Histria 2003 60 h/a

    Disciplina Optativa III 72 h/a Introduo Economia Histria 2003 60 h/a

    Histria da Amrica III 72 h/a Histria da Amrica III Histria 2003 60 h/a

    Histria do Brasil II 72 h/a Histria do Brasil II Histria 2003 60 h/a

  • Mtodos & Tcnicas de Pesquisa em Histria 72 h/a

    Mtodos & Tcnicas de Pesquisa em Histria

    Histria 2003 60 h/a

    Histria Contempornea I 72 h/a Histria Contempornea II Histria 2003 60 h/a

    Teoria da Histria 72 h/a Teoria da Histria Histria 2003 60 h/a

    Monografia I 100 h Monografia Histria 2003 200 h

    Disciplina Optativa IV 72 h/a Introduo Filosofia Histria 2003 60 h/a

    Histria do Brasil III 72 h/a Histria do Brasil III Histria 2003 60 h/a

    Histria Contempornea II 72 h/a Histria Contempornea III Histria 2003 60 h/a

    Histria do Brasil IV 72 h/a Histria do Brasil IV Histria 2003 60 h/a

    Histria da Amrica IV 72 h/a Histria da Amrica IV Histria 2003 60 h/a

    Monografia II 100 h Monografia II Histria

    2003 100 h

    Introduo Histria 72h Introduo Histria Histria Licenciatura 2015 72h

    Leitura e Produo de Textos 72h Leitura e Produo de Textos Histria Licenciatura 2015 72h

    Iniciao s Cincias Sociais 72h Iniciao s Cincias Sociais Histria Licenciatura 2015 72h

    Histria Antiga 72h Histria Antiga Histria Licenciatura 2015 72h

    Histria Medieval 72h Histria Medieval Histria Licenciatura 2015 72h

    Histria da Amrica I 72h Histria da Amrica I Histria Licenciatura 2015 72h

    Histria Moderna I 72h Histria Moderna I Histria Licenciatura 2015 72h

    Histria do Brasil I 72h Histria do Brasil I Histria Licenciatura 2015 72h

  • Histria da Amrica II 72h Histria da Amrica II Histria Licenciatura 2015 72h

    Histria da frica 72h Histria da frica Histria Licenciatura 2015 72h

    Histria Moderna II 72h Histria Moderna II Histria Licenciatura 2015 72h

    Histria da Amrica III 72h Histria da Amrica III Histria Licenciatura 2015 72h

    Histria do Brasil II 72h Histria do Brasil II Histria Licenciatura 2015 72h

    Mtodos e Tcnicas de Pesquisa em Histria

    72h

    Mtodos e Tcnicas de Pesquisa em Histria

    Histria Licenciatura

    2015

    72h

    Histria Contempornea I 72h Histria Contempornea I Histria Licenciatura 2015 72h

    Teoria da Histria 72h Teoria da Histria Histria Licenciatura 2015 72h

    Histria do Brasil III 72h Histria do Brasil III Histria Licenciatura 2015 72h

    Histria Contempornea II 72h Histria Contempornea II Histria Licenciatura 2015 72h

    Histria do Brasil IV 72h Histria do Brasil IV Histria Licenciatura 2015 72h

    Histria da Amrica IV 72h Histria da Amrica IV Histria Licenciatura 2015 72h