REPRODUO HUMANA 1. Definio de reproduo 2. Caracteres sexuais primrios/ secundrios. 3. Sistemas reprodutores masculinos/ femininos. 4. Como se forma. slide 0

REPRODUO HUMANA 1. Definio de reproduo 2. Caracteres sexuais primrios/ secundrios. 3. Sistemas reprodutores masculinos/ femininos. 4. Como se forma.

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    17-Apr-2015

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Slide 1 REPRODUO HUMANA 1. Definio de reproduo 2. Caracteres sexuais primrios/ secundrios. 3. Sistemas reprodutores masculinos/ femininos. 4. Como se forma e se desenvolve um novo ser. 5. Como nasce um beb 6. Cuidados a ter durante a gravidez/ Sade do beb Slide 2 A reproduo o processo de transmisso da vida de pais para filhos. O que a Reproduo? Slide 3 Os progenitores o homem e mulher distinguem-se pelo seu aspecto exterior, isto , apresentam dimorfismo sexual. Dimorfismo Sexual Slide 4 Os bebs s se distinguem pelo sexo. Caracteres Sexuais Primrios Slide 5 Transformaes morfolgicas a partir da puberdade ( aparecimento dos plos), fase inicial da adolescncia ( fase de desenvolvimento humano). Adolescncia comea com a puberdade e termina no estado adulto. Caracteres sexuais secundrios - Ombros mais largos do que as ancas. - Crescem plos principalmente no rosto. ( barba ), nas axilas e na zona pbica. - A voz torna-se mais grossa. - Os msculos fortalecem-se. - Ancas mais largas que os ombros. - Crescem plos principalmente nas axilas e zona pbica. - A voz mantm-se suave. - Os msculos no se fortalecem. Slide 6 TransformaesMorfolgicas No RapazNa Rapariga Em resposta estimulao das hormonas produzidas pela hipfise, os testculos segregam hormonas, sobretudo a testerona, responsvel pela produo de espermato- zides, (manifestando-se em ejaculaes involuntrias nocturnas, quando dormem), e no aparecimento dos caracteres sexuais secundrios que ocorrem entre os 11 e os 16 anos. As glndulas que controlam a puberdade so a hipfise e os ovrios. As hormonas produzidas desencadeia modificaes no corpo da rapariga, iniciando o ciclo menstrual que ocorre, geralmente entre os 10 e os 15 anos Adolescncia um perodo de grandes transformaes morfolgicas e psicolgicas Slide 7 de notar que, medida que o corpo se transforma, tambm o comportamentos dos adolescentes sofre transformaes. Refugia-se: Transformaes Psicolgicas No Grupo Na Solido Na imagem 1 - Facilmente constituem grupos, pois comunicar importante. 2 - Desejo de autonomia, 3 - Atraco fsica pelo sexo oposto, 4 - Desejo sexual, 5 - Agressividade. 6 - Mas, por vezes, tambm se refugiam na solido. 7 - O culto da imagem passou a fazer parte do dia-a-dia. Slide 8 O Adolescente est apto morfologicamente para ter filhos, mas psicologicamente inapto. O adolescente precisa de amadurecer e tornar-se adulto, para assumir plenamente a responsabilidade de ser pai/me. Por isso, a Educao Sexual importante na Escola. Ao estudares o Sistema Reprodutor, vais conhecer os rgos genitais masculinos e femininos, as clulas sexuais, a gestao de um novo ser, e os cuidados a ter com o beb. Ser que o adolescente est apto para ter filhos? Slide 9 Como constitudo o sistema reprodutor masculino? Sistema Reprodutor Masculino Slide 10 rgo Sexuais Masculinos Slide 11 Vescula Seminal Prstata So duas glndulas em forma de saco que segregam um lquido amarelado, alcalino que armazenado no seu interior, sendo eliminado em cada ejaculao. O lquido seminal um secreo nutritiva que fornece energia aos espermatozide e representa 60% do esperma. uma glndula com a forma e o tamanho de uma castanha localizada em torno da uretra, por baixo da bexiga, cujos canais excretores abrem na uretra. Produz uma secreo de aspecto leitoso liquido prosttico - necessrio sobrevivncia dos espermatozides Glndulas Anexas Slide 12 Como constitudo o sistema reprodutor feminino ? Sistema Reprodutor Feminino Slide 13 Clulas responsveis pela transmisso da vida, contm metade da informao gentica, contida numa clula somtica ( do corpo). Clulas sexuais Masculina Feminina Espermatozidevulo Slide 14 A viagem do espermatozide desde formao at sada Sistema Reprodutor Masculino Slide 15 Ao lquido de aspecto viscoso constitudo por espermatozides e lquido nutritivo ( seminal e prosttico), designa-se por esperma. Ejaculao a libertao do esperma para o exterior do organismo. O Esperma ou Smen Slide 16 A viagem do vulo Sistema reprodutor Feminino Slide 17 Quando se d a ovulao as paredes do tero preparam-se para receber o novo ser. A ovulao corresponde ao perodo frtil da mulher, se no houver fecundao, o vulo dirige-se para o tero e morre em 24 horas. Dias depois o vulo expulso com o sangue e tecidos da mucosa uterina ( tecidos das paredes do tero) a esta hemorragia que ocorre regularmente nas mulheres na idade frtil, designa-se por menstruao. O que a menstruao? Slide 18 Slide 19 Durante a cpula so ejaculados na vagina milhes de espermatozides. o comeo de um percurso adverso pelas vias genitais da mulher. A maioria morre, s alguns se aproximam do vulo, e s um o fecunda. Durante a fecundao, na trompa de falpio, une-se a cabea do espermatozide com o vulo. Seguidamente unem os seus ncleos, formando o ovo ou zigoto. Fecundao do vulo Slide 20 Na sua deslocao na trompa na direco ao tero, o ovo divide-se em duas clulas, depois em quatro, e assim sucessivamente at ter um aspecto de amora Mrula. Ao fim de oito dias, a nova estrutura fixa-se na parede do tero Nidao. Viagem do ovo at ao tero Slide 21 Aps a fecundao, o ncleo do espermatozide une-se ao do vulo, originando o ovo ou zigoto. Formao do ovo Slide 22 No incio da gestao, formam-se o saco amnitico, a placenta e o cordo umbilical. Incio da Gestao Slide 23 Durante os dois primeiros meses de desenvolvimento ocorre desenvol- vimento embrionrio, no fim do qual o embrio j tem aspecto humano Perodo embrionrio Slide 24 A partir do 3 ms o embrio passa-se a chamar feto, sendo esta fase de desenvolvimento designada perodo fetal. Perodo fetal Slide 25 Quando o perodo de gestao de 9 meses terminou o feto est pronto para nascer. Nascimento A me comea a sentir as contraces do tero Dilatao do colo do tero e a ruptura da bolsa das guas A expulso do feto, atravessa O colo do tero e a vagina e sai para o exterior Ocorre a sada da placenta 20 a 30 minutos depois Slide 26 Beber o leite materno Alimentao equilibrada Vigilncia mdica regular Afecto e comunicaoHigiene cuidada Cuidados a ter com os bebs Slide 27