RELATRIO DE VISITA TCNICA A NEOMIX ? Trabalho de Visita Tcnica a Central de ... 12 4.1 Tipos de ... Doc. Fotogrfico Nr. 001

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  • Grupo:

    Alunos R.A.

    Geovane Ribeiro Guedes T-986CF-4

    Guilherme Sachi Morgado A-972CB9

    Jefferson Jos Maraus A-77HAF7

    Rafael Pereira Dias A-9364H2

    Romulo Cesar Quinaglia Milani A-822895

    RELATRIO DE VISITA TCNICA

    A NEOMIX CONCRETO

    RIBEIRO PRETO (SP)

    2013

  • 1

    Grupo:

    Alunos R.A.

    Geovane Ribeiro Guedes T-986CF-4

    Guilherme Sachi Morgado A-972CB9

    Jefferson Jos Maraus A-77HAF7

    Rafael Pereira Dias A-9364H2

    Romulo Cesar Quinaglia Milani A-822895

    RELATRIO DE VISITA TCNICA

    A NEOMIX CONCRETO

    Trabalho de Visita Tcnica a Central de

    Concreto Neomix Concreto. O mesmo tem

    como objetivo Avaliao da Disciplina de

    APS ATIVIDADES PRTICAS

    SUPERVISIONADAS do grupo em epgrafe

    do 5 Perodo de Engenharia Civil

    Turma: EC5Q18 Sala: 321 do Bloco B.

    RIBEIRO PRETO (SP)

    2013

  • 2

    Grupo:

    Alunos R.A.

    Geovane Ribeiro Guedes T-986CF-4

    Guilherme Sachi Morgado A-972CB9

    Jefferson Jos Maraus A-77HAF7

    Rafael Pereira Dias A-9364H2

    Romulo Cesar Quinaglia Milani A-822895

    RELATRIO DE VISITA TCNICA

    A NEOMIX CONCRETO

    Trabalho de Visita Tcnica a Central de

    Concreto Neomix Concreto. O mesmo tem

    como objetivo Avaliao da Disciplina de

    APS ATIVIDADES PRTICAS

    SUPERVISIONADAS do grupo em epgrafe

    do 5 Perodo de Engenharia Civil

    Turma: EC5Q18 Sala: 321 do Bloco B.

    Aprovado em:

    Banca Examinadora

    ____________________________/___/____

    Prof. Fernando Brant

    Universidade Paulista - UNIP

  • 3

    DEDICATRIA

    Dedicamos este trabalho ao corpo docente da Universidade Paulista UNIP Campus

    Vargas de Ribeiro Preto SP do curso de Engenharia e aos profissionais da rea

    de Engenharia que dedicam sua vida para construir um mundo cada dia melhor.

  • 4

    AGRADECIMENTOS

    Agradecemos a equipe Neomix, sua equipe (Engenheiro Jos Roberto H.

    Romero , Jos Mrio, Larissa, Juninho, Joo Batista) e demais no citados, que nos

    receberam muito bem em suas instalaes.

    Em especial gostaramos de destacar a ateno generosa dispensada pelo

    Engenheiro Jos Roberto H. Romero, que mesmo com limitaes ps-cirrgicas no

    mediu esforos para nos receber e apresentar sua bela empresa, dando inclusive

    uma aula parte.

  • 5

    Os sonhos devem ser ditos para comear a se

    realizarem. E como todo projeto, precisam de uma

    estratgia para serem alcanados. O adiamento

    destes sonhos desaparecer com o primeiro

    movimento.

    Paulo Coelho

  • 6

    SUMRIO

    1 INTRODUO........................................................................................... 6

    2 OBJETIVO................................................................................................. 7

    3 CONCEITO DE CONCRETO.................................................................... 11

    4 EMPRESA NEOMIX CONCRETO............................................................ 12

    4.1 Tipos de Concretos Fabricados pela Empresa.......................................... 12

    5 RECURSOS HDRICOS DISPONVEIS A CENTRAL E AO MUNICPIO.. 14

    5.1 Fonte de gua como Fonte de Suprimentos de gua............................. 14

    5.1.1 A gua como Matria Prima..................................................................... 15

    5.1.2 Tecnologias para Purificao da gua...................................................... 16

    5.2 Reutilizao da gua pela Central............................................................ 17

    5.3 Capacidade da Produo de gua Potvel pela ETA .............................. 18

    5.3.1 Preo de Venda a Populao de Cravinhos.............................................. 19

    5.4 Sistema de bombeamento de gua bruta................................................. 20

    5.4.1 Tipos de Reservatrios Existentes no Municpio...................................... 20

    5.5 Agente Coagulante Apresentando suas Vantagens e Desvantagens...... 24

    5.5.1 Agente Coagulante.................................................................................. 24

    5.5.2 Tratamento da gua Subterrnea............................................................. 24

    5.5.3 Qualidade da gua Distribuda no Municpio............................................ 27

    5.6 Sistema de Decantao e Tipos de Decantadores................................... 28

    5.6.1 Sistema de Decantao........................................................................... 28

    5.6.2 Tipos de Decantadores............................................................................ 29

    5.7 Sistema de Filtrao e Desinfeco......................................................... 30

    5.7.1 Reciclagem e Reaproveitamento.............................................................. 30

  • 7

    5.7.2 A Importncia dessa Prtica..................................................................... 31

    5.7.3 Mtodos de Reutilizao da gua Industrial............................................. 31

    5.8 Porcentagem de Perda de gua Tratada na Distribuio......................... 32

    5.9 Tipos de Reservatrio Existentes no municpio........................................ 32

    5.9.1 Elevados.................................................................................................. 33

    5.9.3 Enterrado................................................................................................. 33

    6 CONCRETO DE ALTO DESEMPENHO COM ADITIVOS......................... 35

    7 LABORATRIO DA CENTRAL................................................................. 36

    7.1 Controle Tecnolgico................................................................................ 36

    7.2 Ensaios e Testes com Corpos de Prova.................................................... 38

    7.2.1 Resultados............................................................................................... 41

    8 RELATRIO FINANCEIRO DA CENTRAL............................................... 44

    8.1 Traos Mais Vendidos............................................................................... 44

    8.2 Volume mdio mensal e Faturamento....................................................... 44

    8.3 Preo do Concreto.................................................................................... 44

    9 EQUIPAMENTOS E ESTRUTURA FSICA QUE COMPOEM A

    CENTRAL..................................................................................................

    ..

    45

    10 REFERNCIAS BIBLIOGRFICAS.......................................................... 52

  • 8

    1 INTRODUO

    O presente Relatrio Tcnico apresenta s atividades desenvolvidas atravs

    de visita tcnica a empresa NEOMIX CONCRETO, localizada no municpio de

    Cravinhos (SP) a Rua Vereador Miguel Cury n 5 Parque Industrial, acesso pelo Km

    295 da Rodovia Anhanguera.

    Seus principais clientes esto localizados no municpio de Ribeiro Preto (SP)

    a alguns minutos da mesma, e sua localizao privilegiada, com acesso fcil ao anel

    virio sul de Ribeiro Preto permite o deslocamento rpido de seus caminhes-

    betoneiras at o cliente.

    O diretor da mesma Eng. Jos Roberto, ao ser interrogado com relao

    localizao da mesma, mencionou que devido a leis municipais do municpio de

    Ribeiro Preto inclusive com relao ao seu Aqufero Guarani entre outros fatores,

    inviabilizou a montagem da mesma diretamente naquele municpio. Porm fatores

    favorveis como proximidade, a boa rodovia que liga os mesmos, o declive desta

    rodovia no sentido Cravinhos - Ribeiro, e a disponibilidade de gua, possibilitaram

    a instalao economicamente vivel da mesma em Cravinhos.

    Com relao visita, a mesma foi realizada no dia 27 de abril de 2013 e

    contou com a presena alm dos alunos do grupo, com a companhia dos anfitries:

    Eng. Diretor Jos Roberto, Eng Jos Mrio, Sr. Joo Batista (Encarregado Geral),

    Sr. Junior (Laboratorista) e a Srta. Larissa (Secretria Administrativa), com durao

    de aproximadamente 4,5 horas.

    O Engenheiro Jos Roberto, abriu a visita em sua sala de treinamento,

    localizada na prpria empresa, com uma exposio ampla do processo de

    realizao e operacionalizao do concreto, destacando desde fatores como

    recursos naturais, matrias-primas, tipos de concreto e os diversos tipos de

    aplicabilidade do mesmo na Construo Civil.

    A Neomix Concreto tem o compromisso de trabalhar com responsabilidade e

    respeito ao meio ambiente, agindo e conscientizando seus colaboradores desse

    ideal. Por isso, todo o material utilizado na empresa reciclado, e sempre ser feira

    a opo por produtos ecologicamente corretos, desde a papelaria do escritrio at

  • 9

    combustvel, pneus, baterias, leos e demais materiais que devem ser usados e

    descartados corretamente para no agredirem a natureza.

    Alm disso, a Neomix Concreto adotou o que h de mais moderno em

    tecnologia de uso da gua de lavagem interna das betoneiras, o tratamento da gua

    para diversos fins que no incluem o consumo humano, como: Irrigao Lavagem

    das betoneiras Lavagem do ptio Asperso do agregado grado, neutralizando o

    p caracterstico desse material, que txico para o ser humano. A eliminao

    desse material particulado tambm influi positivamente nas caractersticas gerais

    dos concretos produzidos, seja pelo aprimoramento da reologia dos mesmos, bem

    como pelo maior refinamento da regio de transio pasta/agregado, fato que

    contribui para a obteno de concretos de qualidade superior, de acordo com os

    mais recentes avanos em tecnologia do concreto.

    Doc. Fotogrfico Nr. 001 Vista da Empresa Neomix pela Rod.

    Anhanguera.

  • 10

    2 OBJETIVO

    O objetivo principal desta visita foi enriquecer os conhecimentos dos

    discentes, no que diz respeito ao processo de concretagem e tomar cincia dos

    fatores de recursos hdricos utilizados no processo de concretos e argamassas,

    alm de conhecer o processo operacional da empresa. Buscar ainda instigar e

    estimular o visitante no mbito de seu curso de engenharia civil, sendo possvel

    associar conhecimentos tericos aos utilizados na prtica.

    Doc. Fotogrfico Nr. 002 Foto do Grupo em frente ao Lab. de Concreto:Da Esquerda para Direita: Guilherme, Jeferson, Rafael, Eng. Jos Roberto, Rmulo, Juninho

    (Laboratorista) e Geovane.

  • 11

    3 - CONCEITO DE CONCRETO

    Conceito: Trata-se do material de construo civil composto pela mistura

    correta e adequada de Cimento Portland, gua, agregados midos e grados, bem

    como de aditivo(s) qumico(s) tendo em vista as necessidades peculiares de cada

    obra a ser atendida.

    Concreto basicamente o resultado da mistura de cimento, gua, pedra

    e areia, sendo que o cimento ao ser hidratado pela gua forma uma pasta resistente

    e aderente aos fragmentos de agregados (pedra e areia), formando um bloco

    monoltico.

    No preparo do concreto, um ponto de ateno o cuidado que se deve ter

    com a qualidade e a quantidade da gua utilizada, pois ela a responsvel por

    ativar a reao qumica que transforma o cimento em uma pasta aglomerante. Se

    sua quantidade for muito pequena, a reao no ocorrer por completo e se for

    superior a ideal, a resistncia diminuir em funo dos poros que ocorrero quando

    este excesso evaporar.

    A relao entre o peso da gua e do cimento utilizados na dosagem,

    chamada de fator gua/cimento (a/c).

    O concreto deve ter uma boa distribuio granulomtrica a fim de preencher

    todos os vazios, pois a porosidade por sua vez tem influncia na permeabilidade e

    na resistncia das estruturas de concreto.

    A proporo entre todos os materiais que fazem parte do concreto tambm

    conhecida por dosagem ou trao, sendo que podemos obter concretos com

    caractersticas especiais, ao acrescentarmos mistura, aditivos, isopor, pigmentos,

    fibras ou outros tipos de adies. Cada material a ser utilizado na dosagem deve ser

    analisado previamente em laboratrio (conforme normas da ABNT), a fim de verificar

    a qualidade e para se obter os dados necessrios elaborao do trao (massa

    especfica, granulometria, etc.).

  • 12

    4 - EMPRESA NEOMIX CONCRETO

    4.1 Tipos de Concretos Fabricados pela Empresa

    4.1.1 - Concreto Pesado

    4.1.2 - Concreto Ciclpico

    4.1.3 - Concretos Leves

    4.1.4 - Concreto Projetado

  • 13

    4.1.5 - Concreto com Fibras

    4.1.6 - Concreto com Aditivos Especiais

    4.1.7 - Concreto de Alto Desempenho

    4.1.8 - Concreto Colorido

    Doc. Fotogrfico Nr. 003 Fotos de Produtos Oferecidos Pela Neomix Concreto

    Fonte Site: http://www.neomixconcreto.com.br/produto.php

  • 14

    5 RECURSOS HDRICOS DISPONVEIS A CENTRAL E NO MUNICPIO

    5.1 - Fonte de gua bruta como fonte de suprimentos de gua

    A empresa conta com um reservatrio de gua amplo, com capacidade

    suficiente visando atender a demanda da empresa. Sua gua extrada do subsolo

    atravs de poo artesiano.

    Doc. Fotogrfico Nr. 004 Foto do Reservatrio de gua da Central

  • 15

    5.1.1 - A gua como Matria-Prima

    gua bruta o mesmo que gua no tratada, pode ser a gua de

    um rio, fonte, poo, barragem, etc.

    A gua bruta pode ser gua potvel ou gua no potvel. Para o

    bombeamento da mesma em canais pode ser utilizado um Parafuso de

    Arquimedes ou outro tipo de bomba hidrulica.

    Com o crescimento das cidades, o suprimento de gua passou a depender da

    retirada do precioso lquido de mananciais. Porm, se chegam s residncias,

    comrcio e indstria em condies de consumo, devolvida ao meio ambiente

    praticamente sem tratamento.

    Mas no apenas para o consumo humano que a gua precisa ser tratada

    para ser aproveitada. No porque a gua tem especificaes para o consumo

    humano que estar apta elaborao de medicamentos, alimentos, cosmticos e ou

    matrias-primas qumicas e farmacuticas. Toda a instalao de gua para processo

    relacionada com os produtos para a sade necessita de adequao da gua potvel.

    Uma Estao de Tratamento de gua (ETA) deve ter um projeto especificado por

    tcnico responsvel e seleo de equipamentos adequada, prevendo a qualificao

    de fornecedores.

    H ainda outras providncias a serem tomadas para se atingir as

    especificaes desejadas. Inicialmente, deve-se analisar a gua a ser tratada com

    um laboratrio qualificado e, a partir dos resultados encontrados e da finalidade do

    uso, seleciona-se o melhor tratamento, levando-se em considerao a relao custo-

    benefcio.

    A gua para a indstria farmacutica, alimentcia, de bebidas, etc. tem

    exigncias diferentes para a elaborao do seu produto final. Vrias indstrias j

    tratam e reutilizam gua residual de processo. Esterilizao com lmpadas

    ultravioletas e tratamento com oznio, por exemplo, j so tecnologias alternativas

    para desinfeco da gua, ao invs da clorao normalmente utilizada.

  • 16

    5.1.2 - Tecnologias para purificao da gua

    Diante das necessidades que se apresentaram, tcnicos de todo o mundo

    desenvolveram mtodos para suprir a indstria com gua dentro dos parmetros

    necessrios. Entre essas tcnicas, destacam-se:

    Dessalinizao: processo que elimina os sais dissolvidos na gua. O objetivo da

    dessalinizao produzir gua com pouco contedo salino para empreg-la em

    diversas atividades industriais, tais como produo de vapor em caldeiras,

    semicondutores, indstria farmacutica, alimentcia, etc.

    Desmineralizao: apresenta duas variantes - a troca inica e a osmose reversa.

    Troca inica: este processo baseia-se no emprego de resinas sintticas de troca

    inica.

    As resinas sequestram os sais dissolvidos na gua por meio de uma reao

    qumica, acumulando-se dentro de si mesma. Por este motivo, periodicamente, as

    resinas precisam ser regeneradas com cido e soda custica (reao qumica

    reversa) para remover os sais incorporados, permitindo o emprego das resinas em

    um novo ciclo de produo, e assim sucessivamente por anos.

    Osmose reversa: nesse processo empregam-se membranas sintticas

    porosas com tamanho de poros to pequenos que filtram os sais dissolvidos na

    gua. Para que a gua passe pelas membranas necessrio pressurizar a gua

    com presses maiores de 10 kgf/cm2. Os fabricantes de membrana se esforam

    com sucesso para desenvolver novos produtos/membranas que filtrem mais sais

    com presses menores, ou seja, mais eficientes.

    Destilao: baseia-se na produo de vapor por aquecimento da gua

    condensada praticamente isenta dos mesmos.

    As tecnologias empregadas so a troca inica e osmose reversa, podendo ser

    empregada independentemente ou de forma combinada. Quando uma gua muito

    pura solicitada, se emprega troca inica ou osmose seguida por troca inica. A

    dessalinizao aplicada nos mais variados ramos de atividade e processos dentro

    da indstria, tais como, produo de vapor em caldeiras, semicondutores, indstria

    farmacutica, alimentcia, qumica, petroqumica, indstria de papel e celulose,

    pigmentos, resinas, etc.

  • 17

    5.2 - Reutilizao de gua pela Central

    A Central conta com um sistema de decantao para reutilizao da gua

    usada para lavar os equipamentos. Este processo permite reutilizar esta gua para

    outras finalidades, evitando o desperdcio ou a utilizao de uma nova gua ou at

    mesmo a devoluo desta ao meio ambiente de forma desordenada e sem

    tratamento.

    Doc. Fotogrfico Nr. 005 Foto do Poo de Decantao.

  • 18

    5.3 - Capacidade da produo de gua potvel pela ETA e preo de venda

    populao no Municpio de Cravinhos (SP)

    Sistema de produo de gua potvel de Cravinho SP feito atravs de

    poos aquferos, por esse motivo a mesma no precisa de uma Estao de

    Tratamento de gua, os principais poos habituados na cidade so:

    Sistema de abastecimento Jardim Acaciais com capacidade de 200 m/h

    Sistema de abastecimento Santa Cruz com capacidade de 160 m/h

    Doc. Fotogrfico Nr. 006 Sistema de Bombeamento para o Reservatrio.

    Doc. Fotogrfico Nr. 007 Reservatrio Dagua

    Doc. Fotogrfico Nr. 008 Sistema de Armazenamento e Distribuio.

  • 19

    Sistema de abastecimento Jardim Itamarati com capacidade de 120 m/h

    5.3.1 - Preo de Venda a Populao de Cravinhos

    VALORES EXPRESSORES EM REAIS POR METRO CBICO

    CONSUMO GUA ESGOTO

    SANITRIO TOTAL TARIFA

    00 a 10m R$ 1,50 R$ 1,00 R$ 2,50 R$ 24,99

    11 a 20m R$ 1,50 R$ 1,00 R$ 2,50 Conforme o

    consumo

    21 a 30m R$ 1,83 R$ 1,22 R$ 3,05 Conforme o

    consumo

    31 a 40m R$ 2,41 R$ 1,62 R$ 4,03 Conforme o

    consumo

    41 a 50m R$ 3,27 R$ 2,18 R$ 5,45 Conforme o

    consumo

    acima de 51m R$ 4,42 R$ 2,94 R$ 7,36 Conforme o

    consumo

    Fonte: Sistema de Abastecimento de gua e Esgoto Municipal.

    Tabela 1.

    Doc. Fotogrfico Nr. 009 Sistema de Bombeamento.

    Doc. Fotogrfico Nr. 010 Poo Jardim Itamarati.

  • 20

    5.4 Descrio do Sistema de Bombeamento de gua Bruta

    Um Sistema de Abastecimento de gua inicia-se pela captao da gua bruta

    do meio ambiente, depois h um tratamento adequado para torn-la potvel e, por

    ltima, h a distribuio at os consumidores, em quantidade suficiente para suprir

    suas necessidades de consumo. Esse sistema pode ser dimensionado para

    pequenas populaes ou para grandes metrpoles, dependendo da necessidade da

    localidade.

    O Sistema de Abastecimento de gua representa o "conjunto de obras,

    equipamentos e servios destinados ao abastecimento de gua potvel de uma

    comunidade para fins de consumo domstico, servios pblicos, consumo industrial

    e outros usos".

    Esse sistema composto por vrias etapas at que a gua chegue s torneiras

    dos consumidores. As etapas esto dispostas a seguir:

    a) Captao: a gua bruta captada em mananciais superficiais (barragens,

    lagos, etc) ou subterrneos (poos);

    b) Aduo: a gua captada nos mananciais bombeada at as ETAs (Estaes

    Doc. Fotogrfico Nr. 013 Dreno Santa Cruz.

  • 21

    de Tratamento de gua) para que possa ter tratamento adequado;

    c) Tratamento: atravs de uma srie de processos qumicos e fsicos, a gua

    bruta tornada potvel para que possa ser distribuda populao;

    d) Reservao: depois de tratada, a gua bombeada at reservatrios para que

    fique disposio da rede distribuidora;

    e) Distribuio: a parte final do sistema, onde a gua efetivamente entregue ao

    consumidor, pronta para ser consumida.

    Doc. Fotogrfico Nr. 014 Foto do Processo Captao Dagua Motobomba Centrfuga

  • 22

    5.5 Agente coagulante apresentando suas vantagens e desvantagens.

    5.5.1 Agente Coagulante

    A coagulao tem por objetivo transformar as impurezas que se encontram em suspenses finas, em estado coloidal, e algumas que se encontram dissolvidas em partculas que possam ser removidas pela decantao ou flotao e filtrao.

    5.5.2 - Tratamento de gua Subterrnea.

    No municpio, as principais fontes de gua provem de lenis subterrneos

    profundos, estes que apresentam geralmente uma excelente qualidade,

    apresentando uma composio constante num mesmo lenol, sendo menos

    vulnervel poluio que a gua de camadas menos profundas.

    De um modo geral, a gua subterrnea no contm oxignio dissolvido. Podem

    encontrar-se neste tipo de gua algumas substncias como o gs carbnico, ferro,

    mangans, amnia ou cidos hmicos e mais raramente nitratos e pesticidas (em

    zonas onde se pratica uma agricultura intensiva).

    Em funo dos problemas existentes recorre-se s seguintes tecnologias de

    tratamento para tornar a gua potvel:

    >Arejamento: para oxigenar e retirar gs carbnico

    .>Filtrao: atravs de areia para eliminar ferro e mangans e eventualmente

    amnia

    >Desinfeco: para garantir a qualidade bacteriolgica durante a aduo at

    distribuio. A desinfeco realizada geralmente com cloro atravs de uma soluo

    de hipoclorito de sdio (NaOCl)

    >Tratamentos especficos: para eliminao de nitratos e pesticidas (por exemplo,

  • 23

    remoo de azoto e filtrao em carvo activado granular, respectivamente).

    A matria-prima (gua bruta desprovida de tratamento) apresenta-se sob a forma de

    uma disperso coloidal, onde a fase dispersante lquida (gua) e a fase dispersada

    slida (coloide ou impureza). A fase slida dispersada na fase lquida confere cor e

    turbidez gua.

    A cor proveniente da presena de substncias coradas dissolvidas na gua,

    podendo-se ainda classificar em cor verdadeira e cor aparente, conforme definido a

    seguir.

    a) Cor verdadeira: devida somente s substncias dissolvidas tendo sido separada a

    turbidez.

    b) Cor aparente: devida cor e turbidez, determinada sem separao do material

    em suspenso.

    A gua colorida de aspecto desagradvel (fator esttico), sendo indesejvel ao

    abastecimento pblico. A cor exerce influncia na escolha do tipo do tratamento a

    que deve ser submetida a gua e sua variao obriga a alterar a dosagem dos

    produtos qumicos usados na etapa de clarificao. A cor natural provm

    principalmente da vegetao e de processos de degradao do ambiente.

    A turbidez proveniente da presena de substncias visveis (partculas) em

    suspenso que interferem na transparncia da gua. As matrias em suspenso so

    slica, argila, matria orgnica finamente dividida, plncton e outros micro

    organismos. Tambm pode ser devida presena de pequenas bolhas de ar. A

    turbidez define-se como a medida da interferncia passagem da luz, provocada

    pelas matrias em suspenso, ocasionando a reflexo e a absoro da luz.

    Depende da granulometria e da concentrao das partculas. Partculas grandes,

    mesmo em concentraes elevadas, acusam pequena turbidez, enquanto que

    partculas menores acusam maior turbidez. Assim como a cor, a turbidez tambm

    est relacionada com fator esttico. guas com altos valores de turbidez podem

    reduzir a eficincia do tratamento e alterar o sabor e odor da gua.

  • 24

    A turbidez exerce grande interferncia na determinao da cor e deve ser

    removida por centrifugao da amostra a ser analisada. No recomendado realizar

    a filtrao da amostra, porque o processo de filtrao remove parte da cor. Caso no

    seja possvel a remoo da turbidez para a anlise da cor, registra-se o valor da cor

    como sendo, conforme mencionado anteriormente, cor aparente. Adicionalmente, o

    parmetro cor fortemente influenciado pelo valor do pH da amostra, e aumenta

    medida que o pH tambm aumenta. Ao se determinar o valor da cor, deve-se

    registrar o valor do pH correspondente.

    Para a remoo de cor, turbidez e carga orgnica presentes nas guas, ou

    seja, para a remoo de impurezas, torna-se necessrio a desestabilizao da

    disperso coloidal. Como, de um modo geral, a maioria dos colides dispersos em

    gua, onde o a faixa de pH se encontra entre 5 a 10, apresentam carga negativa,

    deve ser adicionado gua um eletrlito que contenha uma carga de sinal contrrio

    carga das partculas coloidais presentes na gua.

    A desestabilizao a minimizao e/ou eliminao das foras repulsivas que

    mantm as impurezas separadas. Esta desestabilizao conseguida na etapa de

    coagulao. Torna-se importante destacar que as etapas de coagulao e floculao

    so praticamente simultneas e interdependentes e, por este motivo, podem ser

    consideradas uma nica etapa denominada coagulao/floculao.

    A etapa de coagulao um processo unitrio que consiste na formao de

    cogulos, atravs da reao do coagulante, promovendo um estado de equilbrio

    eletrostaticamente instvel das partculas no seio da massa lquida. Os coagulantes

    mais usados no processo de coagulao so os sais de metais base de alumnio

    ou ferro, tais como sulfato de alumnio, cloreto frrico, sulfato frrico, sulfato ferroso

    e policloreto de alumnio. Tambm se utilizam produtos auxiliares conhecidos como

    polieletrlitos catinicos, aninicos ou no inicos. A coagulao depende de fatores

    como temperatura, pH, alcalinidade, cor verdadeira, turbidez, slidos totais

    dissolvidos, fora inica do meio, tamanho das partculas, entre outros parmetros.

    Vantagem e Desvantagem Com a remoo de partculas atravs da Flotao, em

    suspenso e/ou flutuantes (fase dispersa) de um meio lquido (fase contnua) para o

  • 25

    caso em que a densidade da fase dispersa menor que a da fase contnua. Trata-se

    de processo fsico muito utilizado para a clarificao de efluentes e a consequente

    concentrao de lodos, tendo como vantagem a necessidade reduzida de rea e

    como desvantagem um custo operacional mais elevado devido mecanizao.

    5.5.3 Qualidade da gua Distribuda no Municpio

    INFORMAES SOBRE A QUALIDADE DA GUA DISTRIBUDA EM

    CRAVINHOS

    EM CONFORMIDADE COM O DECRETO FEDERAL 5.440 de 04/05/2005

    (1) SISTEMA DE ABASTECIMENTO SANTA CRUZ.

    (2) SISTEMA DE ABASTECIMENTO JARDIM ITAMARATI.

    (3) SISTEMA DE ABASTECIMENTO JARDIM DAS ACCIAS.

    PARMETRO PADRO DE

    QUALIDADE (S1) (S2) (S3)

    Turbidez.................................................. 0,0 a 5,0 uT 0,20 0,4 0,3

    pH............................................................ 6,0 a 9,5 6,5 6,7 6,6

    Cor........................................................... 0 a 15 uH 1 0,1 1

    Cloro Residual Livre............................ 0,2 a 2,0 mg/L 0,35 0,4 0,35

    Fluoretos................................................ 0,6 a 0,9 mg/L 0,4 0,4 0,5

    Coliformes Totais................................. ausente em

    100 mL ausente ausente ausente

    Coliformes Termotolerantes.............. ausente em

    100 mL ausente ausente ausente

    Tabela 002.

  • 26

    5.6 - Sistema de Decantao e os Tipos de Decantadores Existentes.

    5.6.1 - Sistema de Decantao

    O sistema de Decantao aplicado em processos de tratamento de efluente,

    com a finalidade de remoo de partculas slidas em suspenso atravs do

    processo de sedimentao, ou seja, os flocos de sujeira mais pesados do que as

    guas decantam e se depositam no fundo do decantador.

    O efluente a ser clarificado introduzido ao tanque atravs de sistema de

    alimentao central, visto que tal sistema permite a alimentao do tanque de

    decantao de forma constante e uniforme, diminuindo os efeitos de turbulncia.

    A retirada do lodo (slidos que se sedimentam no fundo do Decantador)

    efetuada atravs de sistemas de descargas de fundo automticas ou manuais. A

    gua purificada atravs da separao, retirada pela parte superior do

    equipamento, atravs de calha coletora ao tanque de decantao.

    Projetados para atender as necessidades especficas de cada cliente e

    segmento industrial, os decantadores da Leal Engenharia Qumica caracterizam-se

    por sua qualidade, eficincia e durabilidade. Os Decantadores so construdos em

    PRFV Polister Reforado em Fibra de Vidro - com resinas especficas, conferindo

    resistncia qumica e mecnica para cada aplicao.

    No fornecimento do sistema de decantao incluem-se os seguintes itens:

    Tanque com corpos cilndricos, tanques de dosagem de produtos qumicos com

    agitadores e bombas dosadoras, turbo misturador e quadros de comando.

    Aplicaes | Tratamento primrio e / ou secundrio de efluentes de frigorficos e

    indstrias de carnes, indstria de leo e derivados, laticnios, indstria txtil, indstria

    metal-mecnica, indstria alimentcia, papel e celulose, processamento de frutas e

    vegetais, indstrias qumicas e curtumes, ETAs - Tratamento e reciclagem de gua.

  • 27

    5.6.2 - Tipos de Decantadores

    Os decantadores so tanques onde a velocidade da gua, aps a floculao, sofre

    uma diminuio para permitir a deposio dos flocos. Geralmente tm formato

    retangular ou circular. O fundo tem declinidade de acordo com a forma de remoo

    do lodo (manual ou hidrulica). Possuem dispositivos na entrada, previstos para

    melhor distribuio de gua (evitando curtos-circuitos) e dispositivos na sada para

    evitar arraste de flocos.

    Quanto operao podem ser agrupados:

    a) Convencionais (clssicos) recebem a gua floculada e processam apenas a

    decantao;

    b) De Contato de Slidos ou Floco Decantador processam a floculao e

    decantao no mesmo tanque (manto de lodo entre 10 e 20% do volume).

    Entrada de gua coagulada

    Doc. Fotogrfico Nr. 012 Foto do Processo do Decantador

  • 28

    c) De Fluxo Laminar ou Tubulares utilizam elementos tubulares ou placas

    paralelas para direcionar o fluxo (trajetria mais regular, por isso exigem menor

    tempo para a sedimentao).

    5.7 - Sistema de Filtrao e Desinfeco

    5.7.1 - Reciclagem e Reaproveitamento

    Uma das maiores fontes de poluio dos rios sempre foram os dejetos provenientes

    da produo industrial, consideradas pela populao como as maiores poluidoras do

    meio ambiente, porm este quadro vem se alterando e as indstrias que antes eram

    vistas com maus olhos esto investindo em prticas sustentveis.

    A reutilizao da gua na indstria se mostrou uma prtica extremamente vantajosa

    j que alm de reduzir o impacto ao meio ambiente reduz os custos na produo.

    Um dos grandes fatores que influenciaram esta mudana foi outorga para o

    lanamento de efluentes nos rios que se tornaram cada vez mais caras e restritivas,

    imposta pela chamada Lei das guas instituda em 1997, lei 9.433, que estabelece

    mecanismos de cobrana pelo uso da gua. Com estas medidas o governo garantiu

    Doc. Fotogrfico Nr. 013

    Foto do Fluxo Laminar ou Tubulares

  • 29

    que as indstrias percebessem as vantagens do reuso da gua e implantassem

    solues do reuso em sua cadeia produtiva.

    5.7.2 - A Importncia desta Prtica

    Segundo o diretor do Centro Internacional de Referncia em Reuso da gua

    (CIRRA), professor Ivanildo Hespanhol, para abastecer a regio metropolitana de

    So Paulo so necessrios 70 mil litros de gua tratada por segundo, destes, 80%

    destinado ao esgoto aps o uso. Ou seja, so 56 mil litros de gua por segundo

    sendo transformada em esgoto que poderiam ser reutilizados pelos prprios

    cidados.

    O consumo de gua pela indstria cerca de trs vezes maior que o utilizado pelo

    consumo domstico, sendo assim, a reduo e a boa utilizao dos recursos

    hdricos pelo setor industrial essencial para a reduo dos impactos gerados pelos

    seres humanos ao meio ambiente.

    A indstria do ao que chegava a consumir 100 toneladas de gua para cada

    tonelada de ao, hoje consegue produzir uma tonelada de ao com 6 toneladas de

    gua. Uma reduo de 94%, devido s novas tecnologias e a reutilizao da gua

    na indstria. Com poucos investimentos as indstrias conseguem reaproveitar cerca

    de 60% da gua consumida.

    5.7.3 - Mtodos de Reutilizao de gua Industrial

    Para elaborar um projeto de reutilizao de gua nos processos industriais preciso

    conhecer todas as etapas de produo, quantidade e qualidade de gua

    empregadas em cada um dos processos, para estabelecer quais as formas de

    reutilizao sero viveis.

    A Ambev (Companhia de Bebidas das Amricas) no pode reutilizar a gua como

    matria-prima para seus produtos, porm, pode reutilizar a gua de forma indireta

    para a limpeza de equipamentos, lavagem de caminhes de transporte e nas

    descargas sanitrias.

    Outras indstrias podem empregar o reuso da gua como matria-prima, fazendo

    uma recirculao da gua. A gua que ser reutilizada pode ser proveniente dos

  • 30

    efluentes da produo e da captao de gua pluvial, se necessrio pode ser tratada

    entre um processo e outro de produo na prpria indstria.

    As formas mais comuns do reuso da gua industrial, segundo a Organizao

    Mundial da Sade, so:

    Reuso Direto: Uso planejado dos recursos hdricos provenientes de efluentes,

    tratamentos de esgotos ou captaes pluviais para o uso industrial;

    Reuso Indireto: Quando a gua j utilizada tratada e despejada nos corpos

    hdricos para diluio, e captada novamente justamente para o reuso;

    Reciclagem Interna: A forma mais econmica de reuso industrial, onde aps o

    uso a gua tratada dentro das instalaes industriais e reutilizada na prpria

    produo.

    Tratamento da gua para Reuso

    O tratamento dos efluentes industriais para o a reciclagem interna podem ser feitos

    atravs de processos biolgicos e fsico-qumicos. Os processos biolgicos provm

    da decomposio da matria orgnica por bactrias aerbias e anaerbias, utilizam

    ou no oxignio respectivamente. Os processos fsico-qumicos so caracterizados

    pela filtrao dos materiais orgnicos, decantao dos resduos slidos, floculao

    por adio de produtos qumicos e a precipitao qumica.

    5.8 Porcentagens de perda de gua tratada na distribuio

    O ndice de perda de gua tratada no Pas considerado alto, atinge a mdia

    de 30% a 45%. O aceitvel seria de 25%, porm este percentual vem aumentando

    nos municpios segundo pesquisas do governo federal.

    O que influencia este aumento, principalmente por:

    a) presso, a qual afeta a quantidade, frequncia e localizao de

    vazamentos, alm

    do que os ciclos de presso podem causar fadigas nas instalaes hidrulicas e o

    fechamento ou abertura de vlvulas, de forma rpida, pode causar fraturas nas

    tubulaes;

  • 31

    b) caractersticas e movimento do solo;

    c) deteriorao da rede de gua;

    d) baixa qualidade de instalaes e de materiais;

    e) falhas na concepo de projeto;

    f) manuteno ineficiente;

    g) trfego de veculos;

    h) idade das tubulaes.

    Naquele municpio, no foi possvel ter acesso a esses dados, devido a falta

    de levantamento do mesmo, ou por questes de burocracias com informaes.

    5.9 Tipos de Reservatrio Existentes no municpio

    Classificao:

    Enterrados

    Semi-Enterrados

    Elevados

    Doc. Fotogrfico Nr. 014 Tipos de Reservatrios

  • 32

    5.9.1 Reservatrio Elevados

    Reservatrio e centro de distribuio:

    Doc. Fotogrfico Nr. 016 Centro de Distribuio Jlio Xavier.

    Doc. Fotogrfico Nr. 015 Caixa D gua Paulo Benzi.

    Doc. Fotogrfico Nr. 017 Caixa D gua Francisco Castilho.

    Doc. Fotogrfico Nr. 018 Caixa D gua Vila Cludia.

  • 33

    5.9.2 - Reservatrio Semienterrado

    Em Cravinhos existe um Dreno para a captao de gua da chuva

    denominado de Dreno de Santa Cruz que tem capacidade de distribuio

    equivalente 50 m/h.

    Doc. Fotogrfico Nr. 019 Caixa D gua Leopoldo de Souza Pereira.

    Doc. Fotogrfico Nr. 020 Dreno Santa Cruz.

  • 34

    Doc. Fotogrfico Nr. 021 Sistema de Captao da Chuva.

  • 35

    6 CONCRETO DE ALTO DESEMPENHO COM ADITIVOS

    SUPERPLASTIFICANTES OU MICROSLICA, PRODUZIDOS PELA CENTRA.

    A empresa visitada produz o concreto de alto desempenho com apenas com o

    aditivos superpastificante que so polmeros orgnicos hidrossolveis, obtidos

    sinteticamente atravs de um processo de polimerizao. So aninicos com grande

    nmero de grupos polares na cadeia de hidrocarboneto, formando longas molculas

    que tendem a envolver as partculas de cimento com carga negativa e que devido as

    foras de Van der Waals, geram uma disperso. Desta forma, partculas de cimento

    com cargas opostas, que tenderiam a atrair-se, repelem-se.

    Com isso, h uma hidratao melhor e mais rpida do cimento tendo como

    resultado final deste processo, um concreto com alta trabalhabilidade e alta

    resistncia.

    Dentre as categorias de superplastificantes, podemos citar os seguintes

    materiais:

    Condensados sulfonados de melamina-formaldedos;

    Condensados sulfonados de naftaleno-formaldedos;

    Condensados de lignosulfonados modificados;

    steres de cido sulfnico (sendo utilizados em menor escala).

  • 36

    7 LABORATRIO DA CENTRAL

    7.1 - Controle Tecnolgico

    A Central possui um laboratrio moderno com equipamentos de ponta para

    efetuar Ensaios e estudos de dosagens (traos) de concreto, atendendo a condies

    pr-estabelecidas.

    O padro de qualidade do concreto utilizado em obras depende em grande

    medida do tipo de controle que se tem sobre ele. apenas por meio dos servios de

    controle tecnolgico desse material que possvel detectar desempenhos abaixo do

    especificado em projeto e, assim, prever reforos estruturais ou outras solues

    adequadas estrutura em questo.

    Dentre as primeiras especificaes que o contratante deve passar empresa

    prestadora de servios esto dados bsicos da obra, como a localizao do canteiro

    - informao que influencia diretamente os preos decorrentes de deslocamentos -,

    o volume total de concreto a ser utilizado na obra, os ensaios possveis de serem

    executados - como, por exemplo, de resistncia compresso e mdulo de

    elasticidade, dentre outros - e a respectiva quantificao.

    Doc. Fotogrfico Nr. 022 Frente do Laboratrio de Concreto da Neomix

  • 37

    O tempo de durao da obra e o volume total de concreto so considerveis

    para um canteiro distante dos grandes centros, pois em alguns casos necessria a

    instalao de um laboratrio "in loco". J para as demais obras, de menor porte, o

    mais usual a utilizao de moldadores por meio de programao feita com

    antecedncia pela prpria construtora.

    Doc. Fotogrfico Nr.023 Interior do Laboratrio de Concreto da

    Neomix

    Doc. Fotogrfico Nr.024 Detalhe: Prateleira com amostras de Agregados, tais como: Brita, Areia, Fibras entre outros.

  • 38

    A empresa contratante tambm deve ter em mos, os projetos executivos,

    estrutural, arquitetnico e de instalaes, com os respectivos memoriais, desenhos,

    especificaes, instrues de servios e listas de quantitativos. Isso auxiliar na

    definio da proporo e definio dos ensaios a serem realizados.

    7.2 - Ensaios e Testes com Corpos de Prova

    So realizados constantemente pela central os ensaios definidos pela Associao

    Brasileira de Normas Tcnicas ABNT. Seguindos os procedimentos:

    Determinao das propriedades trmicas de aglomerantes, agregados, pastas,

    argamassas e concretos;

    Doc. Fotogrfico Nr. 025 Forma do Slump Test

  • 39

    - Determinao das propriedades fsicas e eletromecnicas de cimentos, agregados,

    materiais pozolnicos, elastmeros, resinas epoxdicas, pastas, argamassas, aos e

    concretos;

    - Anlise qumica de cimento, material pozolnico, gua, aditivos e agregados-

    Caracterizao e compactao de solos;

    - Cisalhamento e compresso simples de rochas;

    - Sondagem a percusso (SPT);

    - Estudos de caldas de cimento;

    - Calibrao e aferio de instrumentos de auscultao e de laboratrio;

    - Instrumentao de estruturas, monitoramento e anlise da consistncia dos

    resultados;

    - Reinstrumentao e inspeo de barragens.

    Doc. Fotogrfico Nr.026 Realizao de Ensaio com Corpo de Prova

  • 40

    Doc. Fotogrfico Nr. 027 Realizao de Ensaio com Corpo de Prova

    na Prensa Hidrulica

    Doc. Fotogrfico Nr. 028 Corpo de Prova Partido aps Teste

  • 41

    7.2.1 - Resultados

    Geralmente, os laudos so disponibilizados em no mximo 48 horas aps a

    realizao de cada etapa de um servio ou ensaio. Isso viabiliza a deteco precoce

    de no conformidades e a adoo imediata de eventuais intervenes corretivas. No

    entanto, afirma que existem excees que devem ser sempre acordadas

    previamente entre contratante e contratada.

    Doc. Fotogrfico Nr. 029 Tanque de gua para Receber os Corpos de Prova

    Doc. Fotogrfico Nr. 030 Teste com o Corpo de Prova

  • 42

    Ela explica ainda que as solicitaes de ensaios so feitas a partir de

    programao pr-definida, pelo assistente tcnico ou mesmo pelo estagirio de

    obra. "J os resultados so analisados pelo engenheiro responsvel que, de acordo

    com a necessidade, decide junto com o projetista estrutural as medidas a serem

    tomadas", afirma.

    CUIDADOS GERAIS

    Para conseguir avaliar a qualidade dos servios, tome como base as

    exigncias do edital de licitao, que deve incluir tambm os prazos para emisso

    de relatrios. "Se as exigncias no estiverem objetivamente discriminadas, toda a

    avaliao de qualidade ser meramente opinativa".

    NORMAS TCNICAS

    ABNT NBR 6118 - Projeto de Estruturas de Concreto - Procedimento

    ABNT NBR 12655 - Concreto de Cimento Portland - Preparo, Controle e

    Doc. Fotogrfico Nr. 031Corpos de Prova Armazenados

  • 43

    Recebimento Procedimento.

    Checklist

    > Assegure-se de que a empresa a ser contratada dispe de equipamentos

    calibrados, credenciamento junto ao Inmetro e funcionrios capacitados

    > Envolva os projetistas de estruturas e os arquitetos responsveis na definio dos

    padres de qualidade a serem seguidos, bem como no acompanhamento dos

    resultados dos ensaios

    > Verifique se a empresa de controle contratada no tem vnculos com a concretar

    que fornece o material a ser ensaiado

    > Disponibilize todos os projetos executivos, de estrutura, de arquitetura e de

    instalaes empresa contratada

    > Solicite que os oramentos expressem valores unitrios para simplificar a

    comparao

    > Combine com a contratada os prazos para disponibilizao dos laudos com os

    resultados

    > Discrimine, no edital de licitao, os requisitos de qualidade a serem atendidos.

  • 44

    8 - RELATRIO FINANCEIRO DA CENTRAL

    8.1 - Traos Mais Vendidos

    Os traos mais vendidos conforme consulta a empresa so:

    fck 25,0 e fck 30,0 com o abatimento ( slump test ) de 90 + - 10 mm.

    8.2 - Volume Mdio e Faturamento

    O Volume mdio mensal de Concreto e Faturamento, por questes de poltica

    interna da empresa por serem de cunho comercial, no foram podem ser

    apresentados.

    8.3 - Preo do Concreto

    Em pesquisa realizada a outras fontes de fornecimento de concreto, o preo mdio

    calcula-se que gire em torno de R$ 190,00 a R$ 240,00 o metro cbico do produto

    mais utilizado, como o de lajes e pisos, podendo variar conforme o tipo.

  • 45

    9 Equipamentos e Estrutura Fsica que Compe da Central

    A central conta com uma frota com mais de 10 veculos equipados, entre eles,

    Caminhes Betoneiras, Bombas de concretagem, P carregadeira, uma Laboratrio

    de Processamento bastante sofisticado alm dos equipamentos que compreendem

    o processo da produo.

    Doc. Fotogrfico Nr. 032 Silos da Central

  • 46

    Doc. Fotogrfico Nr. 034

    Escritrio de Controle Operacional da Central

    Doc. Fotogrfico Nr. 033 Painel de Controle Operacional

  • 47

    Doc. Fotogrfico Nr. 035 Frota de Caminhes Betoneiras

    Doc. Fotogrfico Nr. 036 Caminho Bomba de Concreto com Lana

  • 48

    Doc. Fotogrfico Nr. 037Caminho Betoneira

    Doc. Fotogrfico Nr. 038Caminho Betoneira

  • 49

    Doc. Fotogrfico Nr. 39 P Carregadeira

    Doc. Fotogrfico Nr. 40 Estoque de Agregados da Empresa

  • 50

    Doc. Fotogrfico Nr. 041 Sala de Treinamento da Empresa Neomix Concreto

  • 51

    CONCLUSO

    Conclui-se estre trabalho, com a convico da importncia deste para enriquecer nossos conhecimentos tericos adquiridos onde, estamos concisos da importncia deste trabalho para nosso curso de engenharia e nossa carreira.

    Foi possvel conhecer o processo produtivo do concreto, seus tipos, suas caractersticas, os recursos utilizados tais como matrias primas: gua, Agregados, Cimento e demais componentes, ensaios com corpo de prova entre outras informaes que foram favorveis com a visita.

    Tambm foi possvel obter conhecimentos relativos s fontes de recursos hdricos de uma regio ou municpio, a importncia da reutilizao da gua, e de evitar o desperdcio.

    Contudo enfatizamos nosso contentamento com a execuo deste, pois as experincias oferecidas excederam nossas expectativas.

  • 52

    REFERNCIAS BIBLIOGRFICAS:

    http://www.neomixconcreto.com.br/

    http://www.abnt.org.br/

    http://www.portaldoconcreto.com.br/cimento/concreto/fck.html

    http://www.forumdaconstrucao.com.br/conteudo.php?a=12

    http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAhUIAG/decantacao

    http://www.lealengenharia.com.br/servico.php?id=30

    www.cravinhos.sp.gov.br/

  • 53