RELATRIO DE GESTO 2004 / junho 2005

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  • INSTITUTO DO CORAO DO HOSPITAL DAS CLNICAS

    InCor - HC.FMUSP

    RELATRIO DE GESTO

    2004 / junho 2005

    So Paulo, agosto de 2005.

  • INSTITUTO DO CORAO DO HOSPITAL DAS CLNICAS

    InCor - HC.FMUSP

    Estrutura de Governo Governo Dr. Geraldo Alckmin Secretaria de Estado da Sade Dr. Luiz Roberto Barradas Barata

    Hospital das Clnicas da Faculdade de Medicina da USP Presidente do Conselho Deliberativo Prof. Dr. Giovanni Guido Cerri Superintendente Dr. Jos Manoel de Camargo Teixeira

    Instituto do Corao Conselho Diretor Presidente Prof. Dr. Jos Antonio Franchini

    Ramires Membros Titulares Prof. Dr. Srgio Almeida de Oliveira Prof. Dr. Maurcio Rocha e Silva Membros Suplentes Prof. Dr. Protsio Lemos da Luz Prof. Dr. Noedir Groppo Stolf Diretor Executivo Prof. Dr. David Everson Uip

    Fundao Zerbini Diretor Presidente Dr. Mrio Gorla / Dr. Francisco C. Mesquita Vice-Presidente Dr. Carlos Alberto F. de Oliveira / Dr. Adhemar de Barros Filho Relatrio InCor - PNGS Coordenao Prof. Dr. David Everson Uip (Diretor Executivo) Sra. Teresinha Passos Gotti (Assessoria - Diretoria Executiva) Organizao e Execuo Enf Marisa La Cirelli Sarrubbo (Assessoria em Tecnologia) Dra. Vera Lucia Bonato (Sistema Integrado da Qualidade) Projeto e Produo Grfica Sr. Jos Antnio Ramos Neto Igor Henrique de Oliveira Andr Barbosa de Abreu Eduardo Jos Tepass Silvia Sirota Palma Rita Amorim Apoio de Secretaria Sra. Mrcia de Oliveira Cruz Sra. Mrcia Gozzani Apoio Tcnico Renata Semensato Pereira de Godoy Talita Camporezi

  • APRESENTAO

    O Relatrio de Gesto 2004 / junho 2005 retrata o

    conjunto de informaes da Instituio, referentes sua

    organizao, processos e resultados. Pretende-se com este

    trabalho destacar princpios relevantes do funcionamento

    institucional, demonstrado por aes objetivas, ticas e de

    responsabilidade social.

    A partir deste relatrio, teremos traado de forma

    sistematizada, nosso cenrio interno, permitindo pela sua

    anlise crtica, a visualizao dos principais pontos de

    melhorias a serem empreendidos, da produtividade dos

    diferentes servios e a apresentao dos principais

    processos internos.

    Destaca-se neste relatrio, o avano de todos os

    setores da Instituio no tocante a elaborao, coleta

    sistematizada, anlise interna e comparativa dos dados,

    retratando de forma fidedigna a situao atual das reas,

    subsidiando a tomada de deciso dos gestores.

    Compete coordenao deste documento, parabenizar

    todas as reas da Instituio, que se mobilizaram no

    aprendizado da metodologia PNGS e na sua aplicao,

    permitindo Alta Direo do InCor e demais instncias

    decisrias, a visibilidade da situao da prtica da

    assistncia, pesquisa e ensino da cardiologia nesta

    Organizao.

  • PERFIL DA ORGANIZAO 1

    PERFIL DA ORGANIZAO P1. Descrio da organizao

    a. Instituio, propsito e porte da organizao

    O Instituto do Corao um hospital pblico universitrio de alta complexidade, especializado em cardiologia e cirurgia cardaca e torcica. Nessa condio, dedica-se assistncia, ensino, pesquisa, extenso universitria e sociedade, promovendo aes de difuso do conhecimento cientfico, de tcnicas e tecnologias em sua especialidade para o desenvolvimento cientfico-econmico-social do Pas.

    Administrativamente, o InCor ligado ao Hospital das Clnicas, uma autarquia do Governo do Estado de So Paulo, instncia da qual recebe anualmente, uma dotao oramentria. Nesse aspecto, o InCor caracterizado como instituio pblica prestadora de servios de sade.

    Na rea de ensino, pesquisa e extenso, o hospital subordinado Faculdade de Medicina da Universidade de So Paulo, a FMUSP. Essa vinculao remete aos primrdios do Hospital das Clnicas, na dcada de 40, quando foi firmado convnio entre o Governo do Estado e a USP, segundo o qual, entre outros atributos, cabe FMUSP gerenciar as clnicas especializadas do HC. Sendo assim, em termos organizacionais, o Instituto, assim como todo o Complexo HC, est vinculado estrutura acadmica universitria. Nessa condio, os professores mais titulados, ocupam os cargos de maior destaque na estrutura diretiva da instituio.

    Alm dessa vinculao, o hospital apresenta outro componente de complexidade organizacional/administrativa. Desde 1978, o Instituto est vinculado a uma fundao de apoio sem fins lucrativos, a Fundao Zerbini, responsvel por captar, gerenciar e investir na estrutura do prprio InCor, os recursos advindos da prestao de servios do hospital na assistncia, ensino e pesquisa em cardiologia.

    Parte desses recursos transferida para o Hospital das Clnicas e para a Faculdade de Medicina, cujos representantes tm assento no Conselho da Fundao. Essa relao foi documentada em convnio firmado em 1978 com o HC, permitindo FZ captar os recursos gerados pelo Instituto, principalmente por meio da prestao de servios mdicos ao Sistema nico de Sade SUS e as empresas privadas de planos e seguros sade.

    A existncia da fundao propiciou a contratao de especialistas em tempo integral, a aquisio de modernos equipamentos e insumos em geral e o atendimento em nveis dificilmente alcanados por um hospital pblico ou seja, um nvel de flexibilidade de captao de recursos e investimentos prximos da iniciativa privada.

    A estreita vinculao do InCor com a Fundao Zerbini um dos principais fatores, do ponto de vista administrativo, de crescimento continuado do Instituto do Corao na assistncia, ensino e pesquisa e por sua posio de destaque na cardiologia.

    Histria

    O Instituto do Corao foi oficializado, como ideal, pelo Decreto-Lei n 42.817 de 1963, que o denominava Instituto de Doenas Cardiopulmonares. Sua concepo como um centro de excelncia no ensino, pesquisa e assistncia em cardiologia e cirurgia cardaca e torcica, no entanto, data da dcada de 50, poca em que a cardiologia, tanto no Brasil quanto no exterior, iniciava seus primeiros passos como especialidade.

    Capitaneados pelos professores Euryclides de Jesus Zerbini, na cirurgia, e Luiz Venere Dcourt, na clnica, um grupo de mdicos da Clnica Mdica do Hospital das Clnicas sonhava em construir um centro de referncia para a formao de novos especialistas e para o desenvolvimento de tcnicas e tecnologias bsicas para a prtica da cardiologia no Pas.

  • PERFIL DA ORGANIZAO 2

    O primeiro transplante da Amrica Latina, segundo no mundo, em 1968, realizado pelas equipes dos doutores Zerbini e Dcourt, deu impulso singular ao ideal desses jovens, que passou a ser estampado nas manchetes dos jornais de todo o Continente Sul-Americano.

    O episdio possibilitou reunir energias dispersas, articular iniciativas polticas e recursos para que as obras do prdio do Instituto fossem iniciadas em 1969, com concluso em 1975. Dois anos mais tarde, em 10 de janeiro, com a operacionalizao de seu Ambulatrio, o InCor deu incio ao atendimento a pacientes, que teve impulso significativo, a partir da criao da Fundao Zerbini, em 1978, como rgo de apoio s atividades do Instituto.

    Fatos histricos marcantes

    Data Fato histrico Significado

    Janeiro de 1977 Inaugurao do InCor Atendimento do primeiro paciente em ambulatrio

    Setembro de 1978 Criao da Fundao Zerbini Instituio de um novo modelo de gesto de hospital pblico universitrio

    Junho de 1998 Inaugurao do sexto andar bloco I

    Aplicao de novos conceitos na construo, gesto e atendimento

    Agosto de 2000 Inaugurao do bloco II Expanso de servios para atendimento da demanda do sistema de sade e de ampliao das reas de pesquisa

    Novembro de 2004 Inaugurao do InCor Braslia Expanso do modelo InCor de assistncia, ensino e pesquisa em cardiologia para outras unidades da Federao

    FONTE: Documentos Institucionais do ano base 2004

    Natureza das atividades, produtos, processos e infra-estrutura

    Os avanos da cincia e da tecnologia devem ter como referncia a qualidade de vida e o bem estar do ser humano. H 28 anos, o Instituto do Corao do Hospital das Clnicas (InCor-HC/FMUSP) trabalha sob essa filosofia no mercado de sade, de ensino, na produo de cincia e tecnologia.

    Nessa trajetria de quase trs dcadas, o InCor prestou atendimento mdico a pacientes de todos os Estados brasileiros, de toda Amrica Latina, da Amrica do Norte, Europa, sia e frica, realizando: mais de 74 mil cirurgias, 220 mil estudos hemodinmicos, incluindo cateterismos, angioplastias e ablao para tratamento de arritmias. Realizou 26 milhes de exames de laboratrio e cerca de 5 milhes de exames de diagnstico por imagem e de eletrocardiologia.

    Somando-se s pesquisas clnicas e as bsicas aplicadas, a atuao do InCor na cincia e tecnologia resultou em 37,6 mil trabalhos cientficos, 3,3 mil deles publicados em revistas nacionais e 1,7 mil em internacionais. No universo dessas pesquisas, mais de 20 originaram patentes ou produtos, como prteses, tubos, mquinas e equipamentos diversos, atualmente em uso na rea mdica.

    Em 28 anos, a ps-graduao do InCor gerou perto de 400 trabalhos cientficos de mestrado e doutorado e 47 concursos de livre-docncia, em cardiologia clnica e cirrgica. A Instituio conta com um Servio de Biblioteca e Documentao Cientfica e Didtica, que busca continuamente a evoluo em seus padres de atendimento e prestao de servios. Caracteriza-se como um servio que oferece um sistema de informao on-line, facilitando o acesso atravs das modernas tecnologias da informao, apoia o fortalecimento da capacitao institucional no tratamento, gerenciamento e na difuso da informao cientfica e tecnolgica, visando a integrao interna e a articulao externa do InCor, no campo da informao cientfica, precisamente na rea de cardiologia.

    A estrutura fsica do InCor composta de aproximadamente 569 leitos, distribudos entre sete unidades de internao, incluindo a Unidade Clnica de Emergncia e o Hospital Auxiliar de Cotox, e seis unidades de terapia intensiva de alta complexidade.

  • PERFIL DA ORGANIZAO 3

    O centro cirrgico, com 14 salas de operao, um dos mais modernos da Amrica Latina e incorpora tecnologias de ponta em equipamentos e sistemas de monitorizao de pacientes. Em mdia, so realizadas diariamente 20 cirurgias, em adultos e crianas.

    Um conjunto de 16 centros, entre laboratrios e grupos de pesquisa, atua no diagnstico e em estudos prospectivos de novas tcnicas e tecnologias, para o tratamento e preveno das doenas do corao.

    Relao dos Laboratrios e Centros de Pesquisa - InCor - HCFMUSP

    Centro de Tecnologia Biomdica Laboratrio de Gentica e Cardiologia Molecular

    Laboratrio de Anlises Clnicas Laboratrio de Matriz Extracelular

    Laboratrio de Anatomia Patolgica Laboratrio de Metabolismo de Lpides

    Laboratrio de Biologia Vascular Laboratrio de Pleura

    Laboratrio de Dislipidemias Laboratrio de Treinamento e Simulao em Emergncias Cardiovasculares

    Laboratrio de Farmacologia Servio de Fisiologia Aplicada

    Laboratrio de Hemostasia Servio de Informtica

    Laboratrio de Imunologia Unidade de Reabilitao Cardiovascular e Fisiologia do Exerccio

    FONTE: Documentos Institucionais do ano base2004-2005 A rea de diagnstico do Instituto concentra unidades de medicina nuclear, ressonncia magntica, tomografia computadorizada, radiologia geral, vascular e intervencionista, alm de hemodinmica e estudos eletrofisiolgicos. Equipamentos de ltima gerao, como a cardioangiografia digital e as tomografias por emisso de psitrons e multislice, fazem parte da estrutura dessa rea.

    Relao de reas da Coordenadoria de Diagnstico por Imagem -- InCor-HCFMUSP

    Coordenadoria de Diagnstico por Imagem

    Ultrassonografia

    Ecocardiografia

    Ressonncia Magntica Cardaca e No Cardaca

    Raio X Convencional

    Raio X Intervencionista ou Digital

    Endoscopia

    Colonoscopia

    Tomografia Computadorizada Cardaca e No Cardaca

    Medicina Nuclear e Imagem Molecular

    FONTE: Documentos Institucionais do ano base 2004-2005

    Relao de Sees do Servio de Eletrocardiologia -- InCor-HCFMUSP

    Servio de Eletrocardiologia

    Eletrocardiograma

    Eletrocardiograma de Esforo

    Monitorizao Ambulatorial

    FONTE: Documentos Institucionais do ano base 2004-2005

  • PERFIL DA ORGANIZAO 4

    Assistncia

    O InCor realiza por ano cerca de 250 mil consultas, 13 mil internaes, 5 mil cirurgias e 2 milhes de exames de diagnstico. Os pacientes do Instituto recebem assistncia mdica e multiprofissional em programas de promoo, preveno, diagnstico, tratamento e reabilitao da sade.

    Aproximadamente 80% do atendimento do InCor dedicado pacientes cujo tratamento financiado pelo SUS - Sistema nico de Sade. Cardiopatas do Brasil todo e da Amrica Latina, recorrem ao tratamento no Instituto do Corao, dando a real dimenso do impacto social do hospital, na sade pblica brasileira e parte na Amrica Latina.

    Ensino

    As aes do InCor na rea de ensino convergem para a formao de novos valores profissionais na rea mdica, multiprofissional e de pesquisa, formando anualmente, centenas de especialistas, atuantes no Brasil e Amrica Latina.

    A poltica de ensino do InCor visa ampliar a formao de profissionais de nvel superior e tcnico nas especialidades em que atua, contribuindo, ao mesmo tempo, com a sedimentao de uma elite de pesquisadores de primeira linha no Pas.

    O Instituto do Corao mantm, em consonncia com a Faculdade de Medicina da Universidade de So Paulo, um quadro de docentes altamente capacitados, com grande nmero de livre-docentes, doutores e mestres, alm de um grupo de professores titulares, de destaque na cardiologia. Esses docentes atuam desde a graduao at o doutorado, passando por cursos de aprimoramento e estgios supervisionados na rea mdica.

    O InCor investe ainda na formao da rea multiprofissional em cardiologia, em cursos de aprimoramento e estgios voluntrios, nas especialidades de: anlise e pesquisa em laboratrio, biblioteconomia, educao fsica, enfermagem, farmcia, fisioterapia, imunologia e transplante, informtica, nutrio, odontologia, psicologia clnica, institucional e qualidade e servio social.

    No ensino tcnico, o Centro de Formao e Aperfeioamento em Cincias da Sade, Cefacs, atende alunos em cursos de auxiliar e tcnico de enfermagem, instrumentao cirrgica, mtodos grficos e radiologia mdica.

    Para oferecer treinamento bsico e avanado em emergncia cardiovascular, o InCor criou o Laboratrio de Simulao e Treinamento em Emergncias Cardiovasculares. Trata-se da primeira unidade brasileira a ser credenciada pela American Heart Association - AHA e pelo Comit Nacional de Ressuscitao da Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC, para ministrar cursos de suporte bsico e avanado de vida, de acordo com as normas da entidade americana, a profissionais de sade e ao pblico leigo no Brasil.

    Pesquisa e desenvolvimento

    O InCor concentra toda sua capacidade de assistncia e ensino na pesquisa cientfica e tecnolgica. No desenvolvimento de novos equipamentos, medicamentos, diagnsticos, terapias e procedimentos cirrgicos, o Instituto procura cumprir com sua misso de hospital pblico universitrio, atendendo com maior eficincia e eficcia s necessidades do cardiopata.

    Diversas tcnicas foram introduzidas pelo InCor no Brasil e Amrica Latina com grande sucesso, como, por exemplo: a revascularizao miocrdica e a troca de eletrodos de marcapasso, ambas com a utilizao de laser; e a tcnica de ablao epicrdica para correo de arritmias ventriculares, desenvolvida exclusivamente, por especialistas do InCor e hoje utilizada no mundo todo.

    O Instituto tambm referncia latino-americana em cirurgia infantil, campo no qual aprimorou e at mesmo desenvolveu diversas tcnicas. Na cirurgia cardaca, realizou o primeiro transplante duplo de corao e rim bem-sucedidos da Amrica Latina, em conjunto com a Clnica de Urologia do HC, uma esperana para inmeros pacientes. No transplante de pulmo, o InCor j referncia nacional.

  • PERFIL DA ORGANIZAO 5

    Nas pesquisas com transplante de clula tronco para o tratamento da insuficincia cardaca, o InCor contribui com dois grandes estudos, na fase de aplicao em humanos: o transplante autlogo de clulas tronco aplicadas diretamente na corrente sangnea ou nas artrias coronrias; e o transplante associado cirurgia de revascularizao. Este ltimo faz parte de estudo multicntrico do Ministrio da Sade, para levantar a eficcia dessa terapia em cardiologia.

    Dezenas de outros laboratrios e centenas de pesquisadores do Instituto do Corao trabalham ininterruptamente, em pesquisas nas rea de aterosclerose, arritmia, doena congnita, dislipidemia, hipertenso arterial, insuficincia cardaca e coronariana, miocardiopatia e valvopatia.

    b. Fora de trabalho

    A equipe de profissionais do InCor composta de mdicos e a mais ampla gama de especialistas multiprofissionais em sade - parte expressiva deles com ps-graduao no Brasil e exterior. Recursos Humanos Indicadores de gesto

    Indicadores 2001 2002 2003 2004 Quadro de pessoal 2.532 2.603 2.708 2.873 Rotatividade 0,67% 0,52% 0,60% 0,76%

    Absentesmo 2,5% 2,1% 2,0% 2,0%

    FONTE: Documentos Institucionais do ano base 2004

    Recursos Humanos Grau de Instruo

    Instruo 2001 2002 2003 2004 Ensino Fundamental 21% 21% 21% 23%

    Mdio 34% 36% 35% 35%

    Superior 45% 43% 44% 42%

    FONTE: Documentos Institucionais do ano base 2004

    Recursos Humanos Grau de Especializao

    Titulao 2001 2002 2003 2004

    Mestre 7% 11% 6% -

    Doutor 53% 52% 61% 66%

    Livre-docente 33% 30% 27% 29%

    Prof. Titular 7% 7% 6% 5%

    Total 204 217 234 220

    FONTE: Documentos Institucionais Recursos Humanos do ano base 2004

    Perfil das Equipes

    Equipes 2001 2002 2003 2004

    Mdica 15% 15% 14% 11%

    Enfermagem 31% 32% 33% 32%

    Especialidades Multiprofissionais em Sade 25% 25% 26% 23%

    Administrativa 24% 23% 23% 21%

    Operacional 5% 5% 4% 7%

    FONTE: Documentos Institucionais do ano base 2004

  • PERFIL DA ORGANIZAO 6

    c. Clientes, mercado e concorrncia

    O mercado de sade est segmentado de acordo com a fonte financiadora do tratamento, que pode ser o Sistema nico de Sade (SUS), empresas de convnios e de seguro sade ou recursos particulares.

    O universo de clientes do Instituto do Corao composto dos seguintes grupos:

    Pacientes e seus familiares;

    Alunos das reas mdica e multiprofissional nos mais diversos nveis de formao desde o nvel tcnico at a graduao e ps-graduao, passando pela residncia, especializao e estgios supervisionados;

    Colaboradores: mdicos, especialistas multiprofissionais, administrativos e operacionais;

    Parceiros: fornecedores de produtos e servios na rea mdico-hospitalar, centros de pesquisa e empresas do setor farmacutico e de desenvolvimento cientfico e tecnolgico na rea mdica no Brasil e exterior, agncias de fomento em cincia e tecnologia, agencia reguladora do Ministrio da Sade ANVISA, etc.

    Comunidade.

    Alm de comportar a assistncia ao paciente cardiopata, o mercado do InCor ampliado pela rea de ensino, de pesquisa e desenvolvimento.

    Em cada um desses segmentos assistncia, ensino e pesquisa, o Instituto se relaciona com um grupo definido de concorrentes, com maior nfase no segmento da assistncia, no qual atuam hospitais gerais de primeira linha. No ensino e na P&D, figura um grupo seleto de grandes centros de pesquisa, em hospitais pblicos universitrios.

    d. Fornecedores e insumos

    Os servios e materiais de consumo fornecidos ao InCor tm duas origens de aquisio: Hospital das Clnicas e Fundao Zerbini. Os materiais permanentes tm sua aquisio primordialmente, pela Fundao Zerbini.

    Os processos para aquisio de bens e servios pelo HC, obedecem a legislao vigente das licitaes pblicas (Lei 8666). Pela Fundao Zerbini, os processos so semelhantes, porm, no sujeitos legislao, mas aos procedimentos padronizados para este fim.

    Os principais grupos de materiais de consumo esto na tabela a seguir:

    Material de Consumo Fornecimento FZ Fornecimento HC Material de Enfermagem 5% 17%

    Fios Cirrgicos 0,8% 3,6%

    Outros Materiais Clnicos e Cirrgicos 0,4% 0,4%

    Material de Laboratrio 1% 8,3%

    Radio/Foto 0,7 2,4%

    Medicamentos/Radioativos 12,5 51,6%

    Gneros Alimentcios 1,5% 5%

    Manuteno Peas e Acessrios 3,2% 7,1%

    Material de Limpeza 0,5% 3,2%

    Escritrio e Impressos 0,8 1%

    Rouparia 0,1% 0,8%

    Materiais Especiais 73,7% -

    Total aproximado 100% 100%

    FONTE: Documentos Institucionais do ano base 2004

  • PERFIL DA ORGANIZAO 7

    Entre os principais fornecedores de insumos e servios ao InCor esto: Limpadora Centro, Acqualimp Higienizao, Prodesp, Philips Medical Systems, IBG Gases, Servtec Ar Condicionado, Capital Serv Vigilncia, Roche Diagnstica e DPC Medlab.

    e. Sociedade

    O hospital mantm diversos programas institucionais dedicados a minimizar o impacto de suas atividades sobre a sociedade e os ecossistemas, entre eles, os programas de: Gerenciamento de Resduos Slidos; Tratamento de Materiais de Anlises Clnicas; e Proteo da Radiao Ionizante.

    Os padres de trabalho da organizao esto alinhados com a legislao competente nos mbitos municipal, estadual e federal, sob regulamentao e fiscalizao de diferentes agncias e rgos: Conama - Conselho Nacional do meio Ambiente, Sociedade Brasileira de Anlises Clnicas, Agncia Nacional de Vigilncia Sanitria (Anvisa), Vigilncia Sanitria Municipal e Estadual (VISA), Departamento Municipal de Limpeza Urbana, Secretria Municipal da Sade, Conselho Nacional de Energia Nuclear (CNEM).

    O Servio de Gesto do Ecossistema Hospitalar atua com responsabilidade sobre a sade, a segurana e o bem-estar dos seres vivos que convivem no ambiente hospitalar, a partir da ateno aos elementos biticos e abiticos que compe o ecossistema. Por meio de um processo de planejamento participativo, so identificadas as fontes que possam estar afetando a homeostasia desse ecossistema.

    Seguindo o preconizado na legislao, o hospital mantm o Programa de Gerenciamento de Resduos de Servios de Sade (PGRSS), que, a partir de um conjunto de procedimentos de gesto, planejado e implementado em bases cientficas, normativas e legais.

    O conceito de responsabilidade social do InCor para com a sociedade brasileira tem se expandido nos ltimos anos. Nesse processo, merecem destaque aes como treinamentos e assessorias tcnicas do Laboratrio de Simulao e Treinamento em Emergncias Cardiovasculares do InCor a prefeituras, agremiaes esportivas e ao Metr de So Paulo, para atendimento de emergncias cardiovasculares, em locais de grande concentrao de pessoas e, portanto, com alto risco de eventos de morte sbita.

    No atendimento das minorias, o Instituto do Corao se destaca como centro de referncia em So Paulo para o atendimento cardiolgico do ndio, por meio da manuteno de ambulatrio especializado na CASAI - Casa de Sade Indgena, projeto mantido pela FUNASA - Fundao Nacional de Sade, no mbito do projeto CIRSAI Centro Integrado de Referncia em Sade Indgena. No sistema, a unidade do InCor no Complexo HC referncia de alta complexidade no tratamento cardiolgico dos ndios brasileiros.

    Em aes mais amplas, o InCor realiza, desde 2003, campanha antitabagismo em diferentes localidades de So Paulo, por meio de tendas mveis, visando motivar, orientar e encaminhar fumantes para o abandono desse vcio, um dos fatores de risco isolados para as doenas cardiovasculares. No mbito da comunicao de massa, o InCor participa expressivamente junto aos rgos da imprensa nacional, de matrias jornalsticas de orientao da populao brasileira, sobre preveno, tratamento das doenas cardacas e avanos na cincia e tecnologia, na cardiologia em mbito mundial. Em mdia, o Instituto obtm cerca de 2,5 mil inseres em jornais, revistas, rdios, TVs e Internet.

    P2. Concorrncia e ambiente competitivo Ambiente competitivo e desafios estratgicos O ambiente em que o hospital atua altamente competitivo no mercado de assistncia mdica e hospitalar, financiada por empresas de seguros e planos de sade ou por particulares. O mesmo nvel competitivo no se verifica, contudo, no segmento da assistncia, financiado pelo Sistema nico de Sade, principalmente para o atendimento da alta complexidade.

  • PERFIL DA ORGANIZAO 8

    Os custos fixos dos servios hospitalares so altos, o que tem levado alguns servios particulares a investirem fortemente na organizao e na otimizao de sua capacidade instalada, assim como em servios de desospitalizao (homecare, hospital dia etc.). Alm disso, a diferenciao de produtos acontece pela via da inovao tecnolgica e de servios, fato que tem elevado a competitividade entre os hospitais nesses quesitos. O nmero de competidores no mercado em que atua o InCor grande, com rivalidade considervel entre eles. O surgimento de novos concorrentes, no entanto, limitado, devido ao alto custo para a entrada dos servios no mercado de sade. Essa limitao exasperada, pelo fato da carreira de formao profissional mdica, ser muito longa e da conquista da confiabilidade dos servios e dos profissionais, ocorrer somente a mdio e longo prazo. Na outra ponta, o mercado sofre grande impacto das polticas governamentais, que constituem recursos importantes para a regulamentao dos servios e dos reembolsos aos procedimentos realizados.

    P3. Histrico da busca pela excelncia Desde sua criao, o hospital tem como horizonte a busca incessante da qualidade de seus produtos e servios, a ponto de este conceito ter sido Incorporado cultura da organizao, permitindo a modernizao organizacional e operacional contnua. O alinhamento das aes com as metodologias de gesto da qualidade garantiu, maior integrao operacional, satisfao dos clientes internos e externos e melhor desempenho de suas atividades.

    O histrico da busca pela excelncia no Instituto tem como um de seus grandes marcos a criao, em 1993, do PIQ - Programa Integrado da Qualidade. O programa foi institudo com a misso de promover a transformao da relao dos indivduos com o trabalho, conduzindo-os ao desenvolvimento de aes criativas e eficazes, na liderana de situaes de trabalho, no cotidiano da organizao.

    Em 1999, os processos institucionais voltados para a busca da qualidade foram conformados no SQ - Sistema Integrado da Qualidade. Alm de dar suporte estratgia do Sistema de Qualidade ISO, o SIQ atuou no suporte tcnico ao MBAH, ao PNQ e, mais recentemente, no planejamento estratgico e na definio de planos e metas.

    Atualmente, o processo de busca pela excelncia envolve hierarquicamente a Diretoria Executiva, o SQ, as reas sob processo de melhorias, o Conselho Diretor do hospital e a Alta Direo da Fundao Zerbini.

    A presena da Ouvidoria marca tambm a preocupao com a qualidade dos servios prestados pela instituio. A figura do Ouvidor atende a edio do Cdigo de Defesa do Consumidor, lei n 8078, de 11 de setembro de 1990, que tornou tcita sua atribuio de zelar pela satisfao dos clientes, a eficincia dos servios e a qualidade dos produtos, preocupao esta, j Incorporada pelo Hospital das Clnicas desde 1988 e em 1994, cada Instituto designou seu Ouvidor, focando tanto os clientes internos como externos.

    Em 2004, o InCor instituiu o NINHU Ncleo de Necessidades de Humanizao, com o objetivo de desenvolver e disseminar aes de humanizao segundo as diretrizes do Programa Humaniza SUS. Com viso multidisciplinar e cooperativa, o NINHU congrega numa mesma filosofia de trabalho, iniciativas diversas dentro da organizao, visando promover uma relao humanizada e participativa entre usurios, profissionais e comunidade.

    Alm desses fruns, o desempenho global da instituio analisado criticamente, em reunies de avaliao dos resultados organizacionais nos diferentes nveis, comparando-os com as metas estabelecidas. A anlise crtica acontece pela avaliao dos relatrios de desempenho, recebidos pela Alta Direo, com feedback para cada unidade, quando necessrio.

  • 1. LIDERANA

    9

    1. LIDERANA

    1.1. Sistema de liderana

    A qualidade dos servios decisiva no modelo de assistncia integral ao paciente do hospital, aliada ao desenvolvimento do ensino, da pesquisa e preocupao constante com a qualificao diferenciada dos colaboradores do Instituto.

    A natureza do sistema de gesto hospitalar dinmica e, por isso, sujeita a avaliaes e revises contnuas, com vistas a adequar a atividade institucional s demandas emergentes de um mercado altamente competitivo e impactado por rpidas mudanas.

    Em sintonia com esse cenrio, a equipe gestora do InCor, sob liderana da Diretoria Executiva, adota, desde 2003, o modelo de gesto por processos, no qual o trabalho em equipe focado em processos especficos e comisses de carter permanente, que figuram como importante ferramenta para a obteno de resultados.

    Assim, desde o pice da estrutura institucional at sua base, se difunde uma cultura gerencial voltada para o trabalho em equipe sob a viso sistmica de processos, em sintonia com as metas institucionais de curto, mdio e longo prazo.

    MISSO Ser uma instituio de referncia e excelncia internacionalmente reconhecida na rea de assistncia, ensino e pesquisa em cardiologia, de forma a gerar, aplicar e difundir o conhecimento cientfico e o desenvolvimento tecnolgico e de recursos humanos. Pretende, ainda, ser capacitada para acompanhar e responder s transformaes da sociedade. DIRETRIZES AMPLAS Promoo, preveno, diagnostico, tratamento e reabilitao da sade do cardiopata, por meio da Incorporao dos avanos cientficos e tecnolgicos ao tratamento. FILOSOFIA DE TRABALHO Monitorar resultados visando melhoria da qualidade, por meio do aperfeioamento

    contnuo dos servios prestados e dos processos de trabalho; Incrementar o trabalho multiprofissional em cardiologia e buscar parcerias que garantam a

    complementaridade de competncias para alcanar os objetivos da organizao; Dotar a instituio de pessoas capacitadas, motivadas e comprometidas com a misso do

    InCor, buscando a melhoria do atendimento aos clientes internos e externos; Administrar a instituio de forma participativa, de modo a enfatizar o senso de equipe e

    garantir a integrao dos distintos setores, por meio da comunicao transparente dos objetivos e metas a serem atingidos.

    VALORES Excelncia; Conhecimento; Humanizao; Integridade; Transparncia; Responsabilidade Social; Trabalho em Equipe.

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    O exerccio da liderana ocorre de forma direta, por meio de reunies, mensagens eletrnicas, telefonemas, Ouvidoria, desde as partes interessadas at a Alta Direo e vice-versa.

    O processo de tomada de deciso segue a hierarquia dos nveis de liderana e da natureza das decises:

    Conselho Diretor decises sobre aes estratgicas;

    Diretor Executivo execuo das estratgias com aes voltadas ao mercado de sade e melhoria dos processos;

    Diretores, assessores tcnicos, presidentes de comisses e comits decises tticas e operacionais.

    Alm da estrutura formal, a prtica da liderana informal acontece nos desdobramentos dos planos de ao, para a execuo dos quais so constitudos subgrupos para anlise de melhorias, organizao de eventos e treinamentos.

    Identificao das competncias, avaliao e desenvolvimento dos lderes As competncias das lideranas so identificadas na rede de relacionamentos profissionais, pela anlise de currculo e histrico de desempenho profissional, aliada aos resultados das respectivas reas de atuao.

    Os lderes devem apresentar competncias no relacionamento interpessoal, iniciativa, conhecimento de mercado, foco no cliente, administrao de conflitos, interesse em pesquisa e ensino.

    A avaliao de desempenho dos lderes de nvel executivo feita pela Diretoria Executiva, por meio da adeso destes s metas institucionais, propostas de melhorias e anlise dos resultados das reas.

    Na busca de articulao, entre as expectativas da organizao, as condies facilitadoras da motivao e do desempenho competente do colaborador, o InCor implementou, em 2004, programas de desenvolvimento gerencial para 112 lideranas, organizadas em dois grupos:- lideranas de nvel universitrio e de nvel mdio.

    Controle e aprimoramento dos padres de trabalho relativos ao sistema de liderana Os padres de trabalho do sistema de liderana so estabelecidos pela Alta Direo, controlados pelo cumprimento das reunies administrativas, estratgicas e do cronograma para cada atividade pr-estabelecida. Esta prtica de interao da Alta Direo com os gestores locais, evoluiu medida em que oportunizou-se a apresentao da execuo dos planos locais, em apoio s diretrizes estratgicas.

    O papel institucional das Assessorias Tcnicas, tem sido dirigido como suporte para disseminar as necessidades de mudanas das reas, contempladas nas estratgias, e da atitude das pessoas, por meio da instituio de grupos de trabalhos, estimuladas a uma postura pr-ativa e transformadora.

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    A liderana do InCor se distribui, segundo a estrutura diretiva, gerencial, ttica e operacional a seguir.

    Quadro 1.1 - Sistema de liderana Estrutura Composio Competncia Relao com a Diretoria Executiva

    Alta Direo Superintendncia HC Conselho Diretor Diretoria Executiva

    Responde pelo plano estratgico Aes voltadas para o mercado de sade, ensino (tcnico e universitrio), cincia e desenvolvimento tecnolgico. Investimentos de capital

    Anlise crtica de desempenho, por meio de reunies semanais entre Conselho Diretor e Diretoria Executiva Reunies quinzenais entre a Superintendncia HC e Direx, para alinhamento de suas estratgias centrais e deliberao de assuntos comuns aos institutos do Complexo HC

    Nvel Gerencial Diretoria e Coordenao de reas e unidades Comits Comisses Assessorias Tcnicas

    Desenvolvimento de novas habilidades, recursos e empreendimentos Responsvel pela melhoria contnua dos processos institucionais Lidera a implantao e melhoria de processos junto s equipes de colaboradores do hospital

    Reunies mensais para disseminao de informaes estratgicas e suporte para aes tticas e operacionais Reunies pontuais entre reas especficas por ocasio de alteraes, intercorrncias e ou adaptaes, segundo a demanda Reunies peridicas com as equipes dos processos sob abordagem.

    Nvel Ttico e Operacional

    Fora de trabalho individual ou alocada em grupos de melhoria

    Geram a transformao organizacional Responsveis pelas atividades tcnicas

    Reunio semestral da Direx, com todos os colaboradores, para divulgao dos resultados, polticas institucionais e apresentao das expectativas da Alta Direo, em relao aos colaboradores Pesquisa mensal de opinio interna realizada pela Ouvidoria Relatrios dirios do Servio de Ouvidoria apontando informaes de entrevistas individuais com os colaboradores, fornecedores e clientes internos e externos na apresentao de problemas e sugestes Retorno de informaes aos clientes reclamantes, sobre a conduta tomada Visita do Diretor Executivo e assessorias, s reas produtivas, sob demanda

    Stakeholders Clientes Colaboradores Fornecedores Sociedade em geral Fundao Zerbini

    Usurios ou beneficirios pelas atividades fim do InCor Aes de apoio institucional

    Pontualmente, segundo demanda Por ocasio de novos contratos ou renegociaes Programas internos de melhorias (Semana Trabalhando com Sade e Segurana, Programa de Humanizao no Atendimento, Programa Antitabagismo, material informativo para reduo de nveis de colesterol para crianas cardiopatas etc.) Reunies quinzenais com a FZ, para apoio s aes estratgicas e acompanhamento tomada de deciso da alta direo.

    FONTE: documentos institucionais do ano-base 2004.

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    O sistema de liderana exerce papel fundamental, tanto no relacionamento entre os diferentes agentes envolvidos quanto no marketing dos servios do Instituto, na disseminao da misso e dos valores organizacionais. Esse sistema responde estrutura organizacional desenhada, conforme a seguir:

    Administrao Superior

    ConselhoDiretor

    DiretoriaExecutiva

    Diviso de CirurgiaTorcica e

    Cardiovascular (4)

    Coordenao deLaboratrios (11)

    Servio deInfraestrutura

    e Logstica

    Coordenao deEnfermagem (3)

    Servio deNutrio eDiettica

    GernciaOperacional dos

    Programas deAssistncia

    Servio deFarmcia

    ServioSocialMdico

    ServioEconmicoFinanceiro

    Servio dePsicologia

    Servio de Gestodo Fator Humano

    Servio deFisioterapia

    Servio deInformtica

    Unidade deOdontologia

    GernciaOperacional dos

    Programas deEnsino dePesquisa e

    Desenvolvimento

    Diviso deCardiologiaClnica (4)

    Servio deFisiologiaAplicada

    Centro deTecnologiaBiomdica

    Centro dePesquisa

    Animal

    Servio dePneumologia

    Coordenao deDiagnstico por

    Imagem (3)

    Servio deAnestesiologiaeTerapia Intensiva

    Cirrgica

    Comisses eAssessorias

    Tcnicas

    Administrao Superior

    ConselhoDiretor

    DiretoriaExecutiva

    Diviso de CirurgiaTorcica e

    Cardiovascular (4)

    Coordenao deLaboratrios (11)

    Servio deInfraestrutura

    e Logstica

    Coordenao deEnfermagem

    Servio deNutrio eDiettica

    GernciaOperacional dos

    Programas deAssistncia

    Servio deFarmcia

    ServioSocialMdico

    ServioEconmicoFinanceiro

    Servio dePsicologia

    Servio de Gestodo Fator Humano

    Servio deFisioterapia

    Servio deInformtica

    Unidade deOdontologia

    GernciaOperacional dos

    Programas deEnsino dePesquisa e

    Desenvolvimento

    Diviso deCardiologiaClnica (4)

    Servio deFisiologiaAplicada

    Centro deTecnologiaBiomdica

    Centro dePesquisa

    Animal

    Servio dePneumologia

    Coordenao deDiagnstico por

    Imagem (3)

    Servio deAnestesiologiaeTerapia Intensiva

    Cirrgica

    Comisses eAssessorias

    Tcnicas

    Aprendizado

    Semestralmente, a Diretoria Executiva realiza reunio aberta com funcionrios de todos os nveis do hospital, para apresentar os resultados institucionais e disseminar as metas do plano estratgico do Instituto, para o perodo posterior ao evento. Nessas reunies, tambm so colocadas as expectativas da Alta Direo, com relao aos colaboradores e suas reas de atuao, cujo controle dos resultados ser por ela realizado, por meio de reunies e relatrios sistemticos..

    Anualmente, por ocasio do planejamento estratgico, a Diretoria Executiva promove avaliao dos padres de trabalho, pelos ndices de sucesso dos planos de ao, pelos resultados dos indicadores em relao s metas e desempenho das lideranas.

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    Em sua tarefa administrativa, a Diretoria Executiva conta com equipe de assessores, denominada Board, formada por diretores de reas estratgicas do hospital. O Board se rene periodicamente para discutir o plano estratgico da organizao e avaliar projetos de melhorias, muitos deles propostos por outros diretores e profissionais do InCor.

    Em 2004 foi constitudo o Comit de Controladoria com o objetivo de acompanhar e orientar a equipe de consultores externos, na formatao de instrumento de gesto econmico-financeira da instituio.

    No inicio de 2005, o Comit de Controladoria e o Board foram agregados num nico grupo de trabalho, com objetivo de alinhar a administrao FZ e InCor e oferecer suporte Diretoria Executiva InCor e Presidncia FZ.

    As principais decises e os resultados institucionais dos fruns da Alta Direo e das gerncias intermedirias, so divulgados a todos os funcionrios, por meio de cobertura jornalstica desses eventos, veiculada aos funcionrios pela intranet e murais informativos. Iniciada em 2003, essa cobertura est a cargo da Assessoria de Comunicao Social do Instituto, por meio de sua Assessoria de Imprensa.

    1.2. Cultura da excelncia Os valores institucionais direcionam o compromisso de busca pela excelncia. A difuso da cultura da excelncia no InCor, est intimamente ligada misso do Instituto, desde sua criao como hospital pblico universitrio. Inserido no universo acadmico da Faculdade de Medicina da USP, a maior e mais expressiva da Amrica Latina, o Instituto do Corao tem como horizonte permanente de seus planos e metas, a fronteira da cincia e da tecnologia na rea mdica.

    Rapidamente, a cultura da excelncia mdica se difundiu para as especialidades multiprofissionais em sade e para rea administrativa, reforando o compromisso organizacional com a excelncia e com o estado da arte, tanto nas reas fim do hospital quanto naquelas que atuam como suporte a estas.

    No contexto da cultura InCor de comprometimento com a excelncia, merece destaque como modelo sistematizado dessa prtica, a certificao ISO 9001-2000 do LAC - Laboratrio de Anlises Clnicas do hospital, cuja primeira certificao data de 2000. O LAC funciona como rea principal de certificao, difundindo critrios e instrumentos de garantia da qualidade s suas reas de apoio, que so: PASL Posto Avanado de Suprimento de Laboratrio, Engenharia Clnica e Informtica.

    O sistema de auditoria interna inter reas, realizado por profissionais treinados para esse fim, e as auditorias externas, por empresa contratada, que subsidiam a continuidade do processo de melhoria e garantia da qualidade, por meio da padronizao ISO, mostrando-se assim, eficientes ferramentas de trabalho.

    O InCor mantm ainda o SQ - Sistema Integrado da Qualidade, como rea de apoio s diretrizes estratgicas da Diretoria Executiva. O SQ realiza diagnsticos dinmicos e atualizados de processos crticos da organizao. Os diagnsticos envolvem ampla gama de profissionais da organizao, desde a etapa de coleta de dados at a da resoluo dos problemas.

    A busca pela excelncia reforada pelas diretrizes institucionais, que so amplamente discutidas nas reunies mensais e nas reunies semanais, com os diversos grupos e a Diretoria Executiva, alm de divulgao de boletins peridicos, pela intranet e murais, localizados em reas de grande circulao de funcionrios.

    A promoo do aprendizado e aplicao de novos sistemas e metodologias da qualidade, visa manter o patamar de excelncia InCor e ocorre por meio de:

    Realizao constante de auto-avaliao, para melhorar a performance global e o desempenho das reas;

    Existncia do SQ InCor se concretiza na relao com as reas e com os indivduos, atuando como catalizador dos processos de melhoria do trabalho;

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    Monitoramento de indicadores e dos movimentos da qualidade na instituio, com metodologias de qualidade aplicadas, envolvendo auditorias internas e externas.

    A metodologia de trabalho do SQ, que inclui tanto a percepo dos clientes internos, quanto dos usurios e agregados dos servios, prev a etapa de sugestes de melhorias, baseadas na anlise crtica dos processos, visando superao dos problemas identificados.

    Fluxo de anlise setorial

    O caminho hierrquico institucional desse trabalho envolve a Diretoria Executiva, o SQ e as reas a serem analisadas. O retorno do trabalho, na forma de relatrio executivo, encaminhado para a Diretoria Executiva, que o apresenta ao Conselho Diretor e Fundao Zerbini, devolvendo-o com orientaes dos encaminhamentos a serem realizados.

    A Assessoria em Tecnologia tem posio de staff da Diretoria Executiva, com atuao em quatro reas, a saber: Avaliao de Tecnologias , Comisso de Especificao e Homologao, Assessoria em Pesquisa e Gerncia de Risco Sanitrio Hospitalar. Tem como principais objetivos estabelecer requisitos para a aquisio, manuteno e padronizao de bens de consumo, equipamentos mdicos e processos de trabalho, por meio de anlise tcnicas de desempenho e a disseminao de informaes relativas s reas de tecnovigilncia, farmacovigilncia e hemovigilncia, em parceria com a ANVISA, seguindo critrios estritos de qualidade, nacionais e internacionais, pr estabelecidos, na busca contnua da excelncia com o acompanhamento dos produtos mdico hospitalares no perodo de ps comercializao. Visa ainda o fornecimento de apoio tcnico as atividades cientficas da instituio para a Diretoria Executiva e Comisso Cientfica.

    A Gerncia de Risco formalizou a implantao do Hospital Sentinela, pela assinatura de contrato de trs anos com a Anvisa Ministrio da Sade PNUD. Busca tambm subsidiar a rede nacional de hospitais Sentinela com informaes de vigilncia nas reas acima descritas.

    Comportamento tico

    A base da cultura da excelncia InCor o comportamento tico, dimenso fundamental na prtica mdica e multiprofissional na assistncia, ensino, pesquisa e desenvolvimento tecnolgico em sade. Na viso do Instituto, excelncia e comportamento tico so elementos de um mesmo universo, portanto, indissociveis.

    Essa viso se torna objetiva nas prticas dirias do Instituto, em diferentes instncias de atuao, como a Comisso de Auditoria Mdica, que assessora a Administrao Superior do InCor, em questes de natureza tica e de biotica no mbito da assistncia, ensino e pesquisa. Utiliza para tanto, processo de auditagem e emisso de pareceres s instncias diretivas do hospital. De carter tcnico e cientfico, esta Comisso atua tambm com nfase em aes educativas e de divulgao, promovendo a integrao entre os profissionais de sade e a comunidade.

    Na pesquisa, o Comit de tica em Pesquisa em Seres Humanos analisa, disciplina, aprova e avalia todos os estudos do InCor, nas diferentes etapas da pesquisa, segundo resolues ministeriais concernentes ao assunto (196/96 CNS-ANVISA-MS).

    1.3. Anlise crtica do desempenho global O desempenho global do hospital analisado criticamente pelo Board da Diretoria Executiva que, em reunies quinzenais avalia os resultados organizacionais nos diferentes nveis, comparando-os com as metas estabelecidas. Quando os resultados se apresentam insuficientes ou insatisfatrios, promove-se a discusso das possveis causas e a definio das aes de melhoria, em complemento aos planos de ao em andamento.

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    Algumas unidades da instituio, como, por exemplo, as divises de Enfermagem e a Cirrgica, a SCCIH etc., realizam anlise crtica de desempenho individualmente, comparando seus dados de produo com dados anteriores das suas sries histricas, com referenciais externos e com as metas a serem atingidas.

    As informaes das necessidades das partes interessadas so avaliadas pela Diretoria Executiva, em reunies peridicas de anlise crtica, frente aos resultados das diferentes reas. So elaborados vrios indicadores de desempenho institucional, disponibilizados via intranet para toda a organizao, que auxiliam na anlise crtica de desempenho para a tomada de deciso.

    A comunicao das resolues s partes interessadas, se faz nas reunies mensais, com o grupo de diretores, semanalmente nas reunies do Conselho Diretor, na Intranet e em reunies especficas com fornecedores.

    Existem ainda fruns especficos para as equipes mdicas (clnica e cirrgica), que discutem e avaliam propostas de melhorias nos processos mdicos, em reunies semanais.

    O acompanhamento da implementao das aes decorrentes das anlises crticas, ocorre por meio de relatrios: mensal de produo de cada grupo assistencial, rea fim e meio, com indicadores de produo; fsico-financeiro com dados de oramento; acompanhamento de receita e despesa mensais dos insumos e servios adquiridos e faturamento por provedor; de satisfao do cliente, com dados do setor de internao e ndices de reclamao geral da instituio; de ocorrncias com materiais especiais no Centro Cirrgico e dados de indicadores diversos.

    Semanalmente, o Conselho Diretor se rene com a Diretoria Executiva para avaliar, por meio da anlise dos relatrios e de indicadores de produo (ver quadro do Item 2.3), dados que, comparados com as metas e os objetivos a serem atingidos, resultam em propostas para a correo e/ou implantao de aes (fluxo detalhado abaixo).

    Fluxo de processo deliberativo na Alta Direo

    A Diretoria Executiva se rene quinzenalmente com o Board. Nessa oportunidade, so discutidas, tcnica e estrategicamente, demandas levantadas tanto pela Direx como por membros do Board (melhoria de processos, produtos e servios, introduo de novos servios, tcnicas e tecnologias, reposicionamento de mercado, etc.), por meio de diversas fontes (documentos, relatrios de desempenho e comparativos, contatos pessoais etc.). Quando necessrio, o responsvel pela rea em questo chamado a contribuir com dados e com sua viso sobre a problemtica e sua soluo. O processo resulta na elaborao de proposta/projeto que apresentado pela Direx ao Conselho Diretor. Aprovada em reunio de Conselho, a proposta/projeto segue para avaliao financeira e/ou jurdica da Fundao Zerbini, que, aps deliberar, retorna Diretoria Executiva, instncia responsvel por conduzir sua implementao.

    Composio da Alta Direo do InCor

    Conselho Diretor

    Presidente Prof. Dr. Jos Antonio Franchini Ramires Membros titulares Prof. Dr. Srgio Almeida de Oliveira Prof. Dr. Maurcio Rocha e Silva

    Membros Suplentes Prof. Dr. Noedir Stolf Prof. Dr. Protsio Lemos da Luz

    Diretoria Executiva

    Diretor Executivo Prof. Dr. David Everson Uip

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    Quadro 1.2 - Prticas de gesto da Alta Direo Prtica Responsveis Parte Interessada Freqncia Objetivo Registro

    - Acompanhamento da gesto - Direx e Board - Direx - Membros do Board

    - Quinzenal - Acompanhamento do planejamento anual - Discusso de situaes pontuais - Anlise de indicadores

    - Ata

    - Visita as reas crticas - Direx e staff - Gestores - Usurio

    - Semanal - Diagnstico da situao - Discusso de pontos de melhoria

    - Relatrio

    - Solicitao de diagnstico em reas crticas - Assessorias Tcnicas - reas Crticas

    - Gestores - Usurio

    - Quando necessrio, depois de diferentes processos de avaliao

    - Identificao da natureza dos problemas - Elaborao e implantao de propostas de melhorias

    - Relatrio - Ata - Cronograma

    - Reunio de diretores e assistentes tcnicos - Direx - Gestores - Colaboradores

    - Mensal - Disseminao de informaes estratgicas como suporte para as aes tticas e operacionais

    - Relatrios - Cronograma

    - Reunio com chefes de grupos clnicos e cirrgicos

    - Direx - Gestores - Colaboradores

    - Semanal - Melhorias de processos - Cumprimento das estratgias

    - Cronograma - Ata

    - Reunio geral com colaboradores - Direx - Assessoria Tcnica - Infra-Estrutura

    - Direx - Colaboradores

    - Semestral - Divulgao de resultados e polticas institucionais - Melhoria na comunicao interna - Aproximao entre as partes interessadas - Participao ativa entre colaborador e gestor

    - Divulgao na intranet

    - Reunio de negociao comercial - Direx - Fundao Zerbini

    - Direx - Fundao - Prestadores de Servio

    - Novas contrataes e/ou renovaes de acordos/contratos. - Acompanhamento de faturamento

    - Contratos que sejam mais viveis em relao aos servios oferecidos

    - Contratos - Acordos - Atas

    - Reunio com a Superintendncia do HC - Superintendncia - Direx InCor - Superintendncia

    - Semanal - Alinhamento das polticas da Superintendncia e institutos - Prticas orientadas para o cumprimento das polticas

    - Ata - Cronograma

    - Recebimento de informaes da Ouvidoria - Ouvidoria - Direx

    - Direx - Clientes internos e externos

    - Diria - Informao das ocorrncias recebidas pela Ouvidoria - Apresentao de proposta de encaminhamento ou soluo das ocorrncias

    - Processos - E-mail - Relatrios e estatstica mensal

    - Reunio de Reviso de processos e polticas - Assessorias Tcnicas

    - reas finalsticas e de apoio - Direx

    - Semanal - Reviso de processos e polticas - Interao entre as reas - Implantao de novos projetos

    - Ata - Cronograma - Relatrio de acompanhamento

    - Reunio da Alta Direo InCor - Conselho Diretor - Direx

    - Alta Direo - Colaboradores

    - Quinzenal - Reviso e estabelecimento de polticas, estratgias e direcionamento institucional

    - Ata

    - Reunio do Grupo de Obras e Direx - Direx - Infra-Estrutura

    - Direx - Arquitetura - Engenharia de construo - Infra-estrutura

    - Mensal - Acompanhamento do cronograma das obras em andamento - Discusso de projetos novos ou reestruturaes - Discusso de prioridade de obras

    - Ata

    - Reunies setoriais - Assessorias Tcnicas

    - Direx - rea meio envolvida

    - Quinzenal - Acompanhamento do programa de cada unidade solicitada ou solicitante - Acompanhamento dos projetos de melhorias propostos, quando houver

    - Cronograma - Programa operativo - Projeto de melhorias, quando houver

    FONTE: Documentos institucionais e informaes das reas do ano base 2004 - Tempo de reteno dos registros de 12 meses

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    Aprendizado

    A avaliao dos padres de trabalho realizada nas reunies do Board e nas reunies organizadas pelo SQ Sistema Integrado da Qualidade, a exemplo do grupo que est estudando e propondo novos fluxos para o ambulatrio, grupo de melhorias das recepes e grupo de melhoria dos processos de trabalho das reas de diagnstico por imagem.

    O controle e o aprimoramento dos padres de trabalho das reas, so discutidos em reunies com a participao da equipe da qualidade, por meio de cronograma de reunies, pauta e relatrio de evoluo dos trabalhos e por meio de monitoramento dos resultados.

    Alm do grupo nuclear, participam todos os colaboradores das reas envolvidas em reunies internas dos setores, coordenadas por seu representante, que faz a coleta das informaes/sugestes para posterior discusso.

    As propostas so apresentadas a Direx e, depois de sua aprovao, implementadas e avaliadas periodicamente.

  • 2 . ESTRATGIAS E PLANOS

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    2. ESTRATGIAS E PLANOS 2.1. Formulao das estratgias

    As estratgias organizacionais so formuladas, segundo objetivos comuns que norteiam a viso-misso do hospital e correlacionadas com as diretrizes corporativas HC. Desde 2003, a formulao dessas estratgias, seguindo a diretriz determinada pela Alta Direo, est sob a responsabilidade dos representantes, dos diversos segmentos da organizao, reunidos no Board que assessora a Diretoria Executiva. Os membros do Board, renem-se quinzenalmente com o Diretor Executivo para discutir questes operacionais da rotina institucional. As necessidades atuais e futuras dos clientes, novas oportunidades de atuao para melhoria, informaes de natureza financeiras, tecnolgicas, polticas, sociais e mercadolgicas, tambm fazem parte do escopo de seu trabalho.

    Alm das reunies ordinrias, os membros do Board tm reunies de trabalho para avaliao dos planos em desenvolvimento, discusso de novas aes e reunies de anlise crtica com as reas envolvidas, nos diversos programas institucionais.

    Os membros do Board atuam tambm como representantes da Diretoria Executiva nos diversos setores, como multiplicadores dos objetivos e estratgias institucionais e, ao mesmo tempo, captam informaes para subsidiar a formulao das estratgias.

    Em 2004, foi institudo o Comit de Controladoria, grupo misto de colaboradores da Fundao Zerbini e do InCor , com a misso de apoiar, gerenciar e operacionalizar a gesto administrativa, econmica e financeira do InCor, visando cumprir as diretrizes determinadas pela Alta Direo. Em 2005 houve a fuso destes dois grupos, constituindo assim uma nica equipe de trabalho, conforme descrito no sub item 1.1 aprendizado.

    As diferentes partes interessadas - clientes (pacientes e acompanhantes), mdicos, colaboradores, mercado, comunidade e fornecedores, apresentam diferentes necessidades que podem ser percebidas por meio de vrias fontes de informao.

    A coerncia das estratgias elaboradas com as necessidades das partes interessadas, esto asseguradas pelo mecanismo de identificao dessas demandas e sua importncia no processo do planejamento, como demonstrado no quadro abaixo:

    Quadro 2.1 Ferramentas para identificao de necessidades Pacientes e acompanhantes Pesquisa de avaliao do servio

    Estatstica de atendimento da ouvidoria Mdicos Pesquisa de satisfao com a oferta dos servios internos

    Levantamento de expectativas Sugestes apresentadas ao Diretor Executivo

    Colaboradores Pesquisa de clima organizacional Estatstica de atendimento de ouvidoria

    Mercado Anlise de tendncia epidemiolgica Acompanhamento dos avanos tecnolgicos Acompanhamento das limitaes dos recursos nos setores pblico e privado

    Comunidade

    Acompanhamento do nvel de exigncia de qualidade, no atendimento ao usurio Monitoramento do nvel de exigncia de efetividade em novas terapias clnicas e cirrgicas Levantamento de expectativa de programas de preveno sade Observncia dos nveis de ateno com o ecossistema

    Fornecedores Interao com fornecedores para desenvolvimento e aperfeioamento de materiais Homologao de novos materiais Desenvolvimento de pesquisa de materiais em parcerias com os fornecedores Parceria com fornecedores, no acompanhamento dos produtos mdico-hospitalares, no perodo de ps-comercializao, juntamente com a Anvisa Acompanhamento dos materiais no perodo de ps comercializao, por meio de parceria com a Anvisa

    FONTE: Documentos institucionais do ano base 2004

    A aplicao e controle dos mecanismos variam na periodicidade e no processo, que sero detalhados no decorrer desse relatrio.

  • 2 . ESTRATGIAS E PLANOS

    19

    Quadro 2.2 Etapas para elaborao do Planejamento Estratgico InCor Perodo de realizao Etapas rea responsvel

    Anual Workshop para avaliao dos institutos do complexo HC Superintendncia HC Anual Elaborao do plano de trabalho Board e Comit de Controladoria Contnua Identificao das informaes necessrias Grupos de trabalho Contnua Coleta de informaes Grupos de trabalho Contnua Consolidao de informaes Board Anual Proposta de estratgias e planos Board e Comit de Controladoria Anual Reviso da Alta Direo Diretoria Executiva e Conselho Diretor Anual Estabelecimento de metas Diretoria Executiva Anual Aprovao da Alta Direo Diretoria Executiva e Conselho Diretor Contnua Divulgao interna Assessoria de comunicao Social Anual Implantao nos nveis ttico, gerencial e operacional Grupos de trabalho Mensal Controle Grupos de trabalho Mensal Reunies de anlise crtica Board e grupos de trabalho

    FONTE: Documentos institucionais do ano base 2004

    A partir do planejamento estratgico, so definidas diretrizes institucionais que, desdobradas em planos de ao, norteiam as aes organizacionais, cujos resultados so acompanhados pela Diretoria Executiva.

    Alm do estudo fsico-financeiro e anlise das sries histricas, a formulao dos planos de ao considera, seguindo os princpios de Porter(*), a anlise dos ambientes externo e interno.

    (*) Porter,M.E

    Quadro 2.3 - Anlise do ambiente interno

    Ambiente Interno Liderana

    o Capacitao e avaliao das necessidades dos lderes o Identificao de potenciais lderes

    Planejamento Estratgico

    o Estabelecimento de referencial comparativo com outras instituies o Reorganizao funcional, planejamento de curto prazo e alinhamento das aes de mdio e longo prazo o Implantao de sistemtica de disseminao e participao de todos os colaboradores na definio e

    acompanhamento dos planos de ao Cliente

    o Ampliao dos programas de preveno sade coletiva o Incorporao da misso e viso do InCor o Desenvolvimento de aes pr-ativas, visando atingir diferentes clientes e mercados

    Sociedade

    o Implementao de treinamentos e auditorias de preveno de acidentes, infeco hospitalar e de questes pblicas de impacto sobre o ecossistema

    o Ampliao de parcerias com o terceiro setor o Ampliao das aes de apoio aos projetos sociais

    Informaes e conhecimento

    o Concluso da implantao do SI3 ( Sistema de Informao ) o Implementao da comunicao institucional o Disponibilizao de novos canais de comunicao para os usurios o Implementao de prticas regulares de aproximao da Alta Direo, com os diversos segmentos da

    instituio o Implementao de metodologia para identificao de organizaes consideradas referncias comparativos o Criao de critrios para definio da pertinncia das informaes comparativas

    Gesto de pessoas

    o Avaliao sistemtica de desempenho o Implantao de gesto por processos e competncias o Reviso da poltica salarial o Ampliao do programa de assistncia mdica a funcionrios e familiares o Ampliao do programa de busca e avaliao do bem estar dos colaboradores

    Gesto de processos o Ampliao da gesto por processo a todas reas da instituio Finanas

    o Elaborao de oramento com base no planejamento financeiro o Informatizao dos processos de cobrana o Validao do processo com auditoria interna o Programa interno de otimizao de recursos o Validao do mtodo para uso da gesto financeira como suporte s aes estratgicas

    FONTE:: Documentos institucionais do ano base 2004

  • 2 . ESTRATGIAS E PLANOS

    20

    Quadro 2.4 - Anlise do ambiente externo Ambiente Externo

    Social-demogrfico Aumento da expectativa de vida da populao Aumento das reivindicaes dos direitos pelos usurios

    Epidemiolgico Aumento das patologias congnitas Perfil de pacientes mais graves e mais complexos

    Poltico Implementao das parcerias pblico-privado nfase na descentralizao dos servios de sade Assinatura do Plano Operativo entre os gestores municipal, estadual e federal, pactuando com o InCor o atendimento de mdia complexidade

    Legal e regulatrio Alinhamento dos governos estadual e municipal para consolidao do modelo SUS

    Econmico Hospitais particulares com segmentos voltados para o atendimento clnico/cirrgico de menor complexidade e com cobertura pelas operadoras de sade Menor rentabilidade da rea de sade suplementar

    Tecnolgico Implemento do avano tecnolgico em cardiologia Aumento acentuado da informao

    FONTE: Formulao das Estratgias Corporativas da FMUSP-HC- 2004

    Planejamento InCor

    O planejamento 2005 do Instituto do Corao, est alicerado em quatro diretrizes:

    1. Garantir a auto-sustentabilidade

    O planejamento oramentrio a principal ferramenta na gesto financeira do InCor. Sua elaborao ocorre de acordo com as metas e premissas determinadas pela Alta Direo e sua aplicao se sustenta nas estratgias e planos de ao.

    2. Otimizar a capacidade instalada

    Dos 503 leitos existentes, o InCor disponibiliza 402 leitos para o SUS - Sistema nico de Sade, ou seja, cerca de 80% dos leitos operacionais ativos do hospital.

    A otimizao da capacidade instalada, tem o objetivo de cumprir integralmente as metas definidas no novo plano operativo - pactuado com as Secretaria Estadual da Sade, Secretaria Municipal da Sade e Ministrio da Sade e melhorar os processos internos.

    3. Melhorar a qualidade de atendimento para todos os clientes

    A ateno hospitalar diz respeito ao conjunto de aes e servios ofertados ao paciente e seus familiares em regime de internao. Insere-se na busca pela qualidade como ao contnua.

    4. Assegurar a disseminao da viso, misso e valores do complexo FMUSP-HC e do InCor

    As diretrizes do Instituto do Corao esto correlacionadas s diretrizes corporativas da FMUSP-HC, cujo impacto, conforme demonstrado no prximo quadro, reflete-se na elaborao dos planos de ao.

  • 2 . ESTRATGIAS E PLANOS

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    Quadro 2.5 - Impacto da Correlao das Diretrizes Incor - HCFMUSP

    Diretrizes InCor

    Diretrizes Corporativas

    Garantir a auto -

    sustenta-bilidade

    Otimizar a capaci-dade instalada

    Melhorar a qualidade

    de atendimento a todos os clientes

    Assegurar a disseminao da Viso, Misso e

    Valores do complexo

    FMUSP-HC e do InCor

    Impacto

    1. Consolidar a filosofia corporativa FMUSP/HC que integre e coordene as unidades que a compem. 3 2 3 3 11

    2. Propiciar representao das comunidades interna e externa nos rgos colegiados das diversas unidades corporativas. 1 2 3 3 9

    3. Disseminar a Misso/ Viso e Valores corporativos. 2 1 3 3 9 4. Estimular o alinhamento da Misso/ Viso das unidades Misso/ Viso corporativa. 3 3 3 3 12

    5. Consolidar o papel das fundaes de apoio FMUSP/HC para suporte s suas atividadesfim, com nfase no ensino e pesquisa e otimizao das atividades-meio, orientando suas aes e controle em conformidade com as diretrizes corporativas.

    3 3 3 3 12

    6. Consolidar a insero da FMUSP/HC no Sistema nico de Sade, contribuindo para a regionalizao, a hierarquizao e a integralidade da ateno a sade.

    3 3 3 3 12

    7. Consolidar a implantao de um modelo de gesto com viso sistmica, que permita alcanar a excelncia de processos e resultados. 3 1 3 3 10

    8. Consolidar a gesto descentralizada das unidades com maior autonomia tcnica, operacional e oramentria. 3 3 3 3 12

    9. Otimizar as atividades meio com normatizao e controle centralizados, evitando-se a duplicidade de estruturas funcionais com finalidades semelhantes.

    3 3 3 1 10

    10. Implantar sistema de apurao, controle e gesto de custos que permita o apoio oramentao institucional e ao financiamento dos servios.

    3 3 3 1 10

    11. Implantar a metodologia de repasse da receita advinda dos servios prestados, que leve em conta o custeio da unidade prestadora e a contribuio necessria a FMUSP-HC.

    3 3 3 1 10

    12. Implantar um sistema integrado de informaes corporativas e departamentais. 3 3 3 1 10

    13. Adotar processo decisrio baseado em informaes e indicadores de desempenho padronizados e na avaliao permanente dos resultados. 3 3 3 1 10

    14. Implementar poltica de recursos humanos abrangentes que contemple a valorizao das pessoas, orientada para o desenvolvimento profissional e pessoal, na busca do aprendizado individual e da excelncia institucional.

    3 3 3 2 11

    15. Implantar plano de assistncia sade da comunidade FMUSP/HC que contemple anlise demogrfica, epidemiolgica e atuarial, utilizando prioritariamente os recursos assistenciais corporativos.

    1 2 3 2 8

    16. Introduzir a formulao de polticas de sade nos nveis municipal, estadual e federal. 2 2 3 3 10

    17. Promover a transformao do modelo jurdico do HC visando a sua autonomia administrativa e mantendo o seu vnculo com a FMUSP. 2 2 2 2 8

    Legenda da pontuao: 0 = nenhum impacto 1= fraco impacto 2 = mdio impacto 3 = forte impacto FONTE: Planejamento InCor 2005

    Comunicao das estratgias

    A comunicao das estratgias instituio ocorre, inicialmente, na reunio de avaliao anual, em dezembro, entre a Alta Direo e todos os funcionrios do Instituto, quando so divulgadas as principais diretrizes do planejamento.

    Na seqncia, so realizadas reunies entre os coordenadores dos planos de ao e as reas envolvidas no processo.

    Na divulgao do planejamento anual, so utilizados tambm diversos meios de comunicao: intranet; murais; e reunies semanais com os chefes dos grupos mdicos e mensais com todos os diretores. Alm desses meios, representantes das reas so estimulados para atuar como multiplicadores, na divulgao das estratgias e seus desdobramentos.

  • 2 . ESTRATGIAS E PLANOS

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    Aprendizado

    A elaborao do planejamento estratgico desenvolvida e avaliada anualmente, pela Diretoria Executiva e Board, em reunio especfica.

    As principais ferramentas de avaliao da metodologia utilizada so a anlise dos indicadores, o cumprimento de prazos e o nvel de alcance das metas pr-estabelecidas.

    As inovaes e melhorias dessas prticas so discutidas pelo Board e traduzidas para os planos de ao, que so desdobrados em atividades a serem executadas pelos grupos de trabalho e reas afim.

    Em 2004, a Diretoria Executiva reuniu num nico grupo os membros do Board e do Comit de Controladoria, de maneira a facilitar a elaborao do planejamento e alinhar as metas do InCor com as da Fundao Zerbini

    2.2. Desdobramento das estratgias O planejamento estratgico do InCor de longo prazo elaborado em etapas. Para o exerccio 2004-2005, as etapas foram realizadas segundo a cronologia:

    a) Implementao do Plano de Metas 2004 - desenvolvido e validado em 2003, com o objetivo de atender as necessidades bsicas da instituio, entre elas: reorganizao funcional, reviso dos processos, planejamento de curto prazo e alinhamento das aes de mdio e longo prazo;

    b) Desenvolvimento do Planejamento Estratgico de 2005 a 2009 - desenvolvido a partir da anlise criteriosa do ambiente externo e interno; da continuidade de reviso dos processos e do plano de investimentos de capital; da rediscusso do foco institucional e do redirecionamento das aes para foco nico. A implementao do planejamento estratgico de longo prazo realizada como processo anual de reviso sistemtica;

    c) Construo da viso do perodo 2010 a 2014 - compreendendo possveis ampliaes, conforme oportunidades e tendncias demonstradas pelas anlises.

    Elaborado em 2004 para 2005, o planejamento conta com quatro diretrizes que foram desdobradas na forma de 14 planos de ao conforme prximo quadro.

    Quadro 2.6 - Diretriz 1 Garantir a auto sustentabilidade

    Plano de Ao Meta Indicador

    1 Aumentar o faturamento SUS Aumento de R$ 6,16 milhes na receita anual - Faturamento mensal

    2 Aumentar o faturamento de convnios e particulares

    Aumento de R$ 5 milhes na receita anual

    - Faturamento mensal

    3 Reduzir em 50% o desperdcio, perda e uso indevido de materiais especiais e convencionais

    Economia de R$ 600 mil/ano - Relatrio de despesas com materiais Estudos qualitativos e quantitativos das AIHs Autorizao de Internao Hospitalar faturadas, para mapear uso de materiais

    4 Reduzir despesas com a folha de pagamento

    Reduo de 20% na folha de pagamentos

    - Relatrio mensal do SGFH Servio de Gesto do Fator Humano

    FONTE: Documentos institucionais do ano base 2005

  • 2 . ESTRATGIAS E PLANOS

    23

    Quadro 2.7 - Diretriz 2 Otimizar a capacidade instalada

    Plano de Ao Meta Indicador

    1 Aumentar em 30% a ocupao cirrgica Realizar 500 cirurgias/ms Realizar 60 cirurgias ambulatoriais

    1 - Produo cirrgica 2 Relatrio de uso de materiais

    2 Reduzir em 30% a mdia de permanncia

    Atingir a Internao mdia de sete dias 1 - Mdia de permanncia 2 Taxas de infeco

    3 Ampliar em 30% a produo ambulatorial Atingir 13 mil consultas/ms Atingir 91.547 procedimentos de SADT/ms Atingir 420 atendimentos de Hospital dia/ms

    1 - Produo mensal

    4 Revisar programa de atendimento do Pronto Socorro

    Atingir 2.725 atendimentos/ms 1 Relatrio de atendimento de Pronto Socorro 2 Conta hospitalar por paciente 3 Balancete mensal de receitas e despesas

    FONTE: Documentos institucionais do ano base 2005

    Quadro 2.8 - Diretriz 3 Melhorar a qualidade de atendimento a todos os clientes

    Plano de Ao Meta Indicador

    1 Reviso de processos e fluxos de atendimento a pacientes, familiares e acompanhantes nas dependncias do InCor

    Reduo do tempo mdio de espera Otimizao dos recursos humanos, fsicos e materiais

    1 - Tempo mdio de espera 2 - Nmero de atendimentos, exames e procedimentos realizados ao dia 3 - Relatrio de avaliao da qualidade de atendimento 4 - Estatstica mensal do tempo de internao versus indicao cirrgica versus programao cirrgica

    2 Melhorar a qualidade da comunicao institucional ao cliente externo e interno

    Melhorar a comunicao a funcionrios, pacientes, fornecedores, alunos, etc.

    1 - Relatrio de avaliao de satisfao dos clientes

    3 Implementar programa de excelncia no atendimento, por meio da reviso de processos de trabalho

    Implantao de programas de atendimento para os clientes internos Melhoria nos indicadores de satisfao dos clientes Implantao de programa de desenvolvimento da inteligncia emocional para colaboradores

    1 - Relatrio trimestral de treinamentos e cursos oferecidos 2 - Nmero de funcionrios participantes do programa por rea 3 - Nmero total de horas de treinamento de atendimento ao cliente e carga horria, por participante

    4 Implementar programa de qualidade de vida aos funcionrios

    Programas implantados 1 - Relatrio das atividades desenvolvidas

    5 Implementar processos de qualidade na ateno hospitalar

    Disseminar e implementar atividades internas de utilizao, registro e controle dos recursos materiais e de equipamentos utilizados e instalados

    1 - Hospital Sentinela eventos realizados e notificaes enviadas via Sineps ( Sistema de Informao Nacional de Eventos Adversos e Queixas Tcnicas) 2 - CEH testes realizados versus produtos homologados 3 - Comisso de auditoria mdica pronturios analisados versus inconsistncias apontadas 4 - Reprocessamento itens reprocessados versus anlise microbiolgica negativa

    FONTE: Planejamento Estratgico InCor 2004

  • 2 . ESTRATGIAS E PLANOS

    24

    Quadro 2.9 Diretriz 4 Assegurar a disseminao da viso, misso e valores do complexo FMUSP HC e InCor D

    Plano de Ao Meta Indicador

    1 Alinhar as diretrizes institucionais s diretrizes corporativas

    Desenvolvimento de trabalho integrado InCor FMUSP - HC

    1 - Projetos de preveno oferecidos comunidade

    2 - Nmero de divulgaes de produtos e servios em mdia interna e externa 3 - Relatrio de aes desenvolvidas em parceria com o SUS Sistema nico de Sade

    2 Revisar o sistema de gerenciamento das atividades de pesquisa cientfica e tecnolgica

    Implantar novo sistema de gerenciamento de atividades de pesquisa Otimizar os recursos financeiros

    1 - Relatrio de avaliao das pesquisas em desenvolvimento 2 - Estatsticas mensais das pesquisas

    FONTE: Documentos institucionais do ano base 2004.

    Participao da fora de trabalho na elaborao dos planos de ao

    Os planos de ao so definidos a partir do diagnstico institucional, com anlise e debate pelo Board.

    Os membros do Board representam os colaboradores dos diversos setores do InCor, cujas opinies e necessidades so discutidas em reunies setoriais, apresentadas a Alta Direo e traduzidas em planos alinhados s diretrizes corporativas e institucionais

    Alocao de recursos para implementao dos planos de ao

    A alocao de recursos para o desenvolvimento dos planos de ao, est vinculada ao recurso oramentrio aprovado pelo Hospital das Clnicas e ao oramento da Fundao Zerbini.

    Para a disponibilizao dos recursos realizada anlise de viabilidade para novos projetos e previso oramentria para os servios em andamento. A anlise realizada na Unidade de Planejamento e Gesto e Servio de Infra-Estrutura, aprovada pela Diretoria Executiva e deliberada pelo Conselho Diretor.

    Os recursos esto alocados em quatro grupos: (1) recursos humanos; (2) benefcios; (3) material de consumo; e (4) servios de terceiros, contratos e despesas diversas.

    Aprendizado

    A avaliao da implantao e do desenvolvimento dos planos e das metas realizada por meio de relatrios mensais emitidos pelas reas e de reunies mensais com os coordenadores dos planos de ao. Procura-se, dessa forma, gerar subsdios para o acompanhamento da correlao de dados organizacionais com os de mercado e com os resultados esperados.

    Os indicadores so discutidos mensalmente, visando realizar ajustes nos processos, necessrios ao cumprimento das metas organizacionais.

    2.3. Planejamento de medio de desempenho O sistema de medio do desempenho acompanhado pela Diretoria Executiva e membros do Board, por meio da anlise dos indicadores institucionais. A divulgao das anlises e pareceres realizada em reunio mensal com todos os lderes, visando sua ampla disseminao nos nveis funcionais, desde o estratgico at o operacional.

    Os indicadores de desempenho foram selecionados a partir da necessidade de informaes sobre o desempenho geral e especfico da organizao; e de ajustes em resultados dissonantes da realidade financeira e operacional da instituio.

  • 2 . ESTRATGIAS E PLANOS

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    A correlao de indicadores procura atender s necessidades percebidas pelos diferentes nveis estratgicos da organizao e implementar um melhor acompanhamento dos resultados global e especfico do hospital.

    Alm dos indicadores, realizada semestralmente a anlise do itinerrio teraputico de todas as AIHs faturadas, permitindo-se avaliar o uso dos recursos materiais, exames solicitados e tempo de ateno dispensada pela equipe mdica aos pacientes que estiveram internados no InCor.

    Esse itinerrio um importante instrumento de avaliao de desempenho, pois permite Direo planejar recursos materiais, desenvolver aes internas de correo das discrepncias observadas, prover adequadamente os insumos e informar aos gestores do nvel federal, municipal e estadual as tendncias observadas na populao atendida.

    A anlise de uso dos recursos versus valores pagos pelo SUS, convnios e particulares, proporciona Alta Direo subsdios para ajustar os recursos internos e direcionar seus investimentos.

    Os principais indicadores do InCor que compem o painel de bordo para a Alta Direo esto relacionados no quadro a seguir e abrangem as dimenses: clientes e mercado, finanas, pessoas, fornecedores, produtos, processos relativos aos produtos e sociedade, processos de apoio e processos organizacionais.

    Quadro 2.10 Principais indicadores InCor

    Indicador rea responsvel Metas

    Resultado primrio UPG Equilbrio entre receitas e despesas

    Porcentagem de participao financeira de convnios e particulares na receita UPG

    Ampliar a participao de 50% para 60% da receita total

    ndice de satisfao dos clientes dos diversos segmentos Ouvidoria Manter ndices de bom e timo em 80%

    Numero de inseres na mdia (positivas e negativas) ACS Manter ndice de 90% de inseres positivas

    Aderncia ao teto SUS Faturamento Manter equilbrio entre a produo realizada e o teto financeiro SUS

    Numero de cirurgias ms UIMH 500 cirurgias/ms

    Taxa de ocupao cirrgica UIMH 80%

    Numero de cirurgias suspensas UIMH 15% do total programado

    Taxa de permanncia UIMH 9 dias

    Taxa de ocupao geral UIMH 80%

    ndice de acidentes de trabalho SGFH 0,50% por 100 trabalhadores

    ndice de processos trabalhistas SGFH 0,05 % por 100 trabalhadores

    Taxa de rotatividade de funcionrios SGFH 0,60% /ms

    ndice de treinamento (homens/hora) SGFH 35 horas

    Itinerrio teraputico de internao AT 2 anlises/ano

    Taxa de Infeco hospitalar CCIH 8%

    FONTE: Planejamento Estratgico InCor 2004

  • 2 . ESTRATGIAS E PLANOS

    26

    A avaliao dos indicadores permite o acompanhamento do desempenho global da instituio, bem como a comparao com outras instituies concorrentes. A anlise comparativa realizada com periodicidade mensal, semestral e anual, conforme segue:

    mensal ndices dos demais institutos do complexo HC; semestral publicaes diversas e ndices do complexo HC; anual Referencial comparativo entre instituies conforme quadro abaixo (at 2003, utilizou-se como referencial o PNASH Programa Nacional de Avaliao de Servios Hospitalares, mas a avaliao foi descontinuada pelo MS Ministrio da Sade)

    Quadro 2.11 Referencial comparativo entre instituies

    FONTE: Planejamento Estratgico InCor 2004

    Em relao aos indicadores setoriais, as reas vm ano-a-ano assimilando a incorporao de mtodos para acompanhar e medir seu desempenho e seus resultados. Inicialmente, esta estruturao tem foco interno, no entanto, algumas reas j buscam comparao externa, a exemplo da Coordenao de Enfermagem, Servio de Eletrocardiografia, Servio de Nutrio e Diettica, entre outros.

    Aprendizado

    O sistema de medio de desempenho acompanhado, avaliado e atualizado anualmente pela Diretoria Executiva e por seu Board, no que se refere formulao de estratgias e avaliao dos fatores crticos de sucesso e indicadores.

    Cada plano de ao tem um coordenador que realiza reunies mensais de avaliao e emite relatrio com periodicidade mensal de evoluo do mesmo.

    Os indicadores especficos de cada rea, bem como adequao das rotinas internas para ajuste s metas, so acompanhados e discutidos com os chefes de equipe. As melhorias propostas so avaliadas e, quando validadas pela Diretoria Executiva e Board, so colocadas em operao.

  • 3. CLIENTES

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    3. CLIENTES

    3.1. Imagem e conhecimento de mercado

    O mercado de sade est segmentado no marketing InCor, de acordo com a fonte financiadora do tratamento, que pode ser o Sistema nico de Sade (SUS), empresas de convnios e de seguros sade ou particulares.

    Pode-se apontar como mercado concorrente, aquele formado por grandes hospitais de So Paulo, como indicados no quadro 2.10. O mercado de clientes potenciais constitudo por pacientes da concorrncia, usurios que ainda no tiveram oportunidade de uso dos servios InCor e os demandadores de servios, como seguros sade, convnios, empresas e equipes de sade.

    O conceito de cliente no Instituto do Corao bastante abrangente, contemplando tanto o pblico externo quanto o interno, conforme segue:

    Pacientes e seus familiares;

    Alunos dos mais diferentes nveis de graduao, desde tcnica at a ps-graduao, na rea mdica e multidisciplinar;

    Colaboradores: mdicos, especialistas multiprofissionais, administrativos, tcnicos e operacionais;

    Parceiros: centros de pesquisa e empresas do setor farmacutico e de desenvolvimento cientfico e tecnolgico na rea mdica no Brasil e exterior, agncias de fomento em cincia e tecnologia etc;

    Comunidade participante de eventos ou programas especficos em atendimento cardiolgico, para preveno e controle das patologias afins.

    Perfil do usurio da assistncia

    A fonte financiadora da assistncia, como elemento ligado s condies de consumo e conseqentemente ao nvel scio-cultural do usurio, acaba por segmentar os clientes InCor, segundo as necessidades adicionais ao consumo de servios mdicos-hospitalares.

    So elementos comuns expectativa geral dos clientes InCor a competncia mdica e multiprofissional; a agilidade de procedimentos; a formao do vnculo paciente-hospital-profissional de sade; e a existncia de infra-estrutura tecnolgica e hoteleira, condizentes com um hospital de alta complexidade. Eles diferem, no entanto, no grau de expectativas e, portanto, de necessidades de satisfao com relao a cada um desses itens e tambm a elementos adicionais ao servios oferecidos, como a infra-estrutura hoteleira e o segmento para a resolutividade dos casos de diferentes graus de gravidade.

    Trabalho de humanizao hospitalar

    Seguindo a Poltica Nacional de Humanizao Hospitalar do Ministrio da Sade, o HumanizaSUS, o InCor implantou o Ninhu Ncleo InCor de Necessidades de Humanizao. Vinculado Comisso de Biotica do Complexo HC, o Ninhu se compe de profissionais de diferentes reas e formaes, cuja atuao voltada para aes de promoo de uma nova relao entre usurios, profissionais e comunidade, respeitando a diversidade e proporcionando atendimento humanizado e participativo a todos. Para cumprir sua misso, o Ninhu, entre outras aes, dissemina as prticas voltadas para esse fim, j em andamento na instituio.

    Canais de comunicao

    Alguns canais de comunicao tm sido abertos e praticados de forma sistemtica, conforme demonstra o quadro 3.1.

  • 3. CLIENTES

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    Quadro 3.1 Canais de comunicao com o cliente

    Cliente Ferramenta Periodicidade rea Registro de manifestaes contnua Ouvidoria Pesquisa de Satisfao do Paciente contnua Assessoria de Comunicao Social Externo Diagnstico de Humanizao do AB contnua Equipe multiprofissional do AB, sob coordenao

    do Sistema Integrado da Qualidade Reunies de acompanhamento com agncia de fomento peridica Fundao Zerbini GAP

    Assessoria em Pesquisa Diagnstico de satisfao dos usurios de convnio e

    particulares atendidos na CDI Coordenadoria de Diagnstico por Imagem

    contnua Sistema Integrado da Qualidade

    Registro de queixas tcnicas e eventos adversos contnua Gerencia de Risco Sanitrio Hospitalar Interno Avaliao peridica do programa de ensino peridica Comisso de Ensino e reas tcnicas

    multiprofissionais Reunies de acompanhamento e negociao com clientes

    conveniados, convnios, mdicos e clientes particulares contnua Sade Suplementar InCor

    FONTE: Documentos institucionais do ano base 2004

    Metodologia utilizada para coleta de dados

    Na coleta de dados quantitativos, a Pesquisa de Avaliao da Qualidade do Atendimento, realizada pela Assessoria de Comunicao Social, permite uma rpida visualizao de informaes e um realinhamento das estratgias organizacionais, frente avaliao do cliente. Diante de reclamaes, a Assessoria de Comunicao Social interage com o paciente pessoalmente, por carta ou por telefone, propondo solues para o encaminhamento das questes apresentadas. Posteriormente, feito novo contato com o cliente para verificao do nvel de satisfao da resposta da organizao demanda documentada. Mensalmente os dados so tabulados e encaminhados para a Diretoria Executiva e demais diretorias.

    A Pesquisa de Avaliao da Qualidade do Atendimento abrange todas as unidades de atendimento aos pacientes internados e ambulatoriais. disponibilizado um formulrio com perguntas de fcil entendimento e respostas diretas e com campo para texto livre. Os formulrios, depois de preenchimento incentivado, porm, espontneo, so depositados em caixas lacradas nas unidades ou entregues para a enfermagem, com posterior encaminhamento ou recolhimento pelo Servio de Assessoria de Comunicao Social. Os dados so tabulados e encaminhados, conforme fluxo j descrito.

    As demais informaes recebidas e/ou coletadas nas reas, so analisadas e tratadas seguindo fluxos internos pertinente a cada uma delas. Esse ciclo gera aprimoramento dos processos internos, podendo ser evidenciado em algumas reas pela diminuio de queixas da mesma natureza. A atitude pr-ativa das reas tende, em alguns casos, a aumentar o nmero de queixas, frente disponibilidade do canal, a exemplo da CCIH e Gerncia de Risco.

  • 3. CLIENTES

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    Identificao das necessidades dos pacientes de diferentes segmentos Quadro 3.2 Necessidades apresentadas e servios oferecidos

    O que o Cliente espera O que o InCor oferece

    Competncia Domnio do estado da arte no conhecimento, tecnologia e cincia

    Clnicos, cirurgies e especialistas multiprofissionais pertencentes sociedade de classe com experincia reconhecida e consolidada na assistncia, na produo cientfica, no ensino e alto ndice de sucesso no ps-operatrio cirrgico.

    Preveno, orientao e cura da doena cardaca Programas de preveno e orientao do paciente realizados pelos grupos mdico e multiprofissional

    Rapidez

    Agendamento das consultas e exames com grupo mdico e multiprofissional

    Call Center para agendamento por telefone de consultas e exames para clientes conveniados e particulares. Para pacientes do convnio SUS, o mesmo servio, via Unidade de Assistncia ao Paciente Ambulatorial (Uapa)

    Obteno de resultados de exames de diagnstico Laudos entregues pelo correio

    Realizao de cirurgias e outras intervenes Implantao do Programa Cirrgico, com priorizao das cirurgias por escore de gravidade e otimizao da ocupao dos leitos; Agilidade na alta hospitalar Sistema de alta hospitalar por meio eletrnico e boleto bancrio

    Vnculo Interao com os profissionais envolvidos no tratamento e no restabelecimento do paciente, gerando segurana e confiabilidade na instituio como um todo

    Programas de educao continuada dos funcionrios, ligados ao atendimento direto ao paciente

    Atendimento Personalizado

    Recepo central e perifrica nos locais de atendimento

    Orientao verbal aos pacientes em pontos estratgicos, de maior fluxo, auxiliada pela sinalizao visual

    Consultas e exames de diagnsticos com hora marcada Agendamento informatizado das consultas e exames pelo Call Center

    Hotelaria

    Estacionamento, restaurante e lanchonetes acessveis Restaurante e lanchonete com estacionamento conveniado prximo ao hospital Limpeza e organizao nas reas de circulao e banheiros

    Equipes de limpeza de empresa terceirizada para manuteno contnua

    Cardpio variado Dieta personalizada, elaborada por nutricionista, por meio de entrevista com o paciente

    Presena atenta e contnua da enfermagem Equipe composta por enfermeiros, auxiliares de enfermagem e camareiras Canais de comunicao sistematizados com o cliente, para sugestes e reclamaes

    Ouvidoria, pesquisa de opinio, caixa de sugesto e central de atendimento ao cliente (pacientes e empresas)

    FONTE: Pesquisa de Avaliao da Qualidade do Atendimento do ano base 2004

    Quadro 3.3 - Levantamento de necessidades dos pacientes conveniados SUS, sade suplementar e particulares

    SUS Sade suplementar e particulares

    O que o cliente espera O que o InCor oferece O que o Cliente espera O que o InCor oferece

    Atendimento

    Receber medicao

    - fornecimento gratuito de medicao ps-consulta ao cliente SUS matriculado -Programa de humanizao, voltado aos clientes internos e externos, com iniciativas como a do projeto Amor na Coleira

    Pontualidade e privacidade no atendimento com mdico de sua escolha

    Consultrios em rea exclusiva, para realizao de exames e consultas

    Hotelaria

    Apartamentos com, no mximo, dois leitos, com banheiro privativo, televiso Telefones acessveis

    Apartamento com dois leitos, banheiro privativo e televiso Telefones pblicos em todos os andares

    Apartamentos individuais com banheiro privativo, televiso, telefone e acomodao para acompanhante

    Apartamentos individuais com dois leitos para acomodar acompanhante, com banheiro privativo, televiso, telefone e ar condicionado

    Horrio de visita ampliado

    Horrio de visitas de uma hora, nas unidades de tratamento intensivo, e de duas horas, nas unidades de internao

    Horrio livre de visita Horrio de visita expandido das 12h s 20 h

    FONTE: Pesquisa de Avaliao da Qualidade do Atendimento do ano base 2004

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    Quadro 3.4 - Identificao das necessidades e aes desencadeadas

    Parte Interessada Necessidade identificada pela instituio/parte interessada

    Ao institucional Ferramenta utilizada

    Fonte Periodicidade rea/equipe responsvel

    Colaboradores Melhoria de processo Reviso dos processos por rea Entrevistas pela Ouvidoria Entrevista com solicitantes Contnua Ouvidoria

    Pacientes / instituio

    Competncia, rapidez, vnculo, atendimento personalizado e hotelaria

    Trabalho de envolvimento mdico, por meio de reunies peridicas com a Diretoria Executiva, reformas estruturais, novos servios

    Preenchimento de Formulrio de Pesquisa de Satisfao do Paciente Questionrios Contnua

    Assessoria de Comunicao Social

    Paciente / instituio

    Melhoria dos processos dos servios assistenciais, mdicos e multiprofissionais

    Avaliao da percepo do usurio relativo ao servio utilizado

    Diagnstico de Humanizao do Ambulatrio

    Relatrio de Humanizao

    Grupo de Melhoria do AB

    Grupo de Melhoria da Recepo Principal

    Contnua Equipe

    Multiprofissional do Ambulatrio

    Mdico / instituio

    Melhoria de processos intra e inter reas Avaliao da percepo do mdico sobre interaes com as demais reas institucionais

    Entrevistas Pesquisa de Satisfao dos clientes mdicos sobre servios prestados pelo LAC Laboratrio de Anlises Clnicas

    Programa de Melhoria da CDI Coordenadoria de Diagnstico por Imagem

    Contnua Sistema Integrado da Qualidade

    InCor e partes interessadas

    Faturamento real dos procedimentos, aumento dos atendimentos reembolsveis, diminuio das glosas, maior rotatividade dos leitos

    Reviso das tabelas, auditoria interna das contas, renegociao dos procedimentos de alta complexidade

    Servio de Negociao Relatrios internos Contnua Unidade de Sade Suplementar

    FONTE: Documentos institucionais do ano base 2004

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    Segmentao do cliente assistencial InCor

    Na assistncia, o InCor atende prioritariamente clientes financiados pelo SUS - Sistema nico de Sade, mediante encaminhamento mdico das unidades bsicas de sade e do Complexo HC, para o qual funciona como referncia em cardiologia, e dos demais hospitais, dentro do sistema de referncia e contra-referncia e hierarquizao do SUS. Em nmeros absolutos, o atendimento ao cliente SUS, assim como os demais indicadores de produtividade, tm crescido na mdia de 7% ao ano, conforme demonstram dados numricos disponveis no critrio 8.

    Grfico 3.1 Vinculao de pacientes atendidos, segundo fonte financiadora - 2004

    FONTE: Unidade de Estatstica InCor 2004

    O acesso do cliente autofinanciado (particular) e daqueles financiados por sade suplementar (convnios e seguros sade) ocorre dentro de padro varivel, segundo regras individualizadas de cada empresa e cliente. O atendimento a esse cliente impulsiona o hospital a rever seus produtos e processos, tanto em resolubilidade, quanto na rapidez de atendimento da demanda. O Instituto procura com isso fazer frente concorrncia de mercado, colocar diversas opes de servios mdicos disposio do usurio dessa categoria.

    No mbito geral, a concorrncia no segmento da atividade assistencial definida pela dinmica de mercado, decorrente da operao de unidades hospitalares com os seguintes perfis:

    Prestadoras de assistncia ao SUS e/ou convnios, seguros sade e para particulares,

    Hospital Escola de nvel universitrio, com ensino e pesquisa agregados assistncia.

    2%

    18%

    80%Paciente SUS

    Paciente convnio

    Pacientes Particulares

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    Canais de comunicao com o cliente

    Quadro 3.5 Canais de comunicao com o cliente

    Ferramenta Objetivo Periodicidade rea

    Ouvidoria Representar os interesses dos clientes junto ao corpo diretivo da instituio, visando ao atendimento de seus direitos, bem-estar e o efetivo exerccio de sua cidadania

    Contnua Ouvidoria

    Pesquisa de Satisfao do Paciente

    Levantar o grau de satisfao do atendimento de pacientes internados, gerando indicadores reais utilizados pela Direo do Instituto, em suas polticas e nos programas de qualidade

    Contnua Assessoria de Comunicao Social

    Pesquisa de Satisfao Mdica

    Conhecer o grau de satisfao dos usurios mdicos com relao aos servios prestados pelo LAC Laboratrio de Anlises Clnicas, gerando indicadores

    Anual LAC / Sistema de Qualidade

    Diagnstico de Humanizao do Ambulatrio

    Realizar diagnstico situacional do Ambulatrio, considerando a percepo de seu usurio SU,S em relao ao atendimento multidisciplinar de assistncia, ao ambiente fsico, higiene e aos processos existentes nas suas diversas reas. A partir dos resultados obtidos, elaborar aes de melhoria

    Contnua Equipe Multiprofissional do Ambulatrio

    Servio de Negociao

    Manter ativo canal de negociao financeira individualizada junto ao cliente interno (mdicos e colaboradores) e externo (cliente e empresas de convnio e seguro sade) em sua demanda por assistncia

    Contnua Unidade de Sade Suplementar

    FONTE: Documentos institucionais do ano base 2004

    Gerenciamento de imagem

    As informaes que possibilitam a avaliao do desempenho do atendimento ao cliente InCor so:

    Manuteno dos resultados da avaliao da qualidade do atendimento, por meio de instrumento de pesquisa, em nveis adequados de satisfao do cliente;

    Exposio da marca InCor em mdias de massa de abrangncia regional e nacional - jornais, revistas, rdios, TVs e Web, divulgando seus servios como: informaes mdicas, pesquisas, aplicaes de novas tecnologias, produtos e servios do hospital, alm do atendimento de pacientes de interesse pblico. Ao mesmo tempo em que so divulgadas aos veculos de comunicao de massa, pela Assessoria de Imprensa, as informaes so divulgadas internamente para todos os colaboradores, por meio de intranet e painis de divulgao, distribudos nas reas de grande fluxo de pessoas.

    Indicao do InCor pelo mercado como referncia nacional entre os grandes hospitais especializados. O hospital foi a Instituio do Ano 2002 segundo a SBC - Sociedade Brasileira de Cardiologia. A qualidade de seu corpo mdico foi referendada pela incluso de sete de seus especialistas e pesquisadores na lista dos 11 cardiologistas brasileiros do sculo XX, de acordo com a mesma sociedade. Em 2003, o InCor foi agraciado com o Prmio Master de Cincia e Tecnologia, segundo formadores de opinio do mercado, consultados em pesquisa pelo organizador da distino, o Instituto de Estudos e Pesquisa da Qualidade.

    Participao ativa do Instituto nas principais entidades cientficas nacionais e internacionais.

    Aprendizado

    As necessidades dos clientes pacientes e familiares so identificadas por meio de canais sistematizados em aes de acolhimento, de pesquisas e de diagnsticos abordando diversos aspectos dos servios prestados pelo hospital.

    A Ouvidoria InCor desempenha importante papel nesse processo, por meio de sua ao direta e documental junto ao cliente. Ao representar os interesses dos clientes junto ao corpo diretivo da instituio, o servio funciona como um canal privilegiado de sondagem e mensurao de aspectos objetivos e intangveis do processo de atendimento.

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    Reunies peridicas das lideranas avaliam os resultados e traam estratgicas de resposta ao cenrio apresentado. Depois das avaliaes das lideranas do Instituto, so agregados grupos da qualidade ao processo. Voltados para a satisfao dos diferentes clientes e para a melhoria dos processos de trabalho, as equipes tm se constitudo num importante frum de proposio de melhorias na organizao.

    A Assessoria de Imprensa do InCor, vinculada Assessoria de Comunicao Social, desempenha papel estratgico na poltica de comunicao institucional e na divulgao dos produtos da Instituio, segmentados por cliente, gerenciando informaes jornalsticas e o fluxo institucional destas para os veculos de comunicao e vice-versa. Este segmento da comunidade representa importante cliente com o qual a instituio se relaciona.

    Nesse sentido, atua diretamente na estratgia de exposio pblica da marca InCor para a populao, mediada pelos meios de comunicao de massa - seja no atendimento da demanda espontnea ou na articulao de demandas dirigidas por meio de aes de divulgao institucional.

    3.2. Relacionamento com o cliente

    O Instituto mantm como estrutura formal um Servio de Ouvidoria que representa, pblica e formalmente, o compromisso da instituio com sua clientela. premissa do Ouvidor estabelecer um relacionamento emptico com o cliente interno, usurio paciente e comunidade, agindo com integridade, transparncia e imparcialidade. Resguardando o sigilo das informaes, a Ouvidoria est voltada para conduzir at o estgio de resoluo situaes de desconforto e conflito, expressas pelo cliente interno e externo. Utiliza para tanto instrumentos apropriados de acolhimento (contato pessoal) e canais de comunicao diversos no fluxo da informao (carta, fax, internet etc.). O Servio de Negociao da Unidade de Sade Suplementar trabalha na busca da identificao da importncia monetria relativa ao valor das necessidades dos clientes do Instituto, por meio de aes individualizadas junto aos usurios. O perfil de seu usurio est segmentado em cliente externo (clientes autofinanciados ou financiados por sade suplementar), que inclui as empresas desse mercado, e cliente interno, representado por mdicos e colaboradores. A atuao desse servio ocorre sob demanda, a partir do momento em que inexiste ou parcial a cobertura do tratamento de clientes ligados sade suplementar, por motivo contratual ou administrativo, e de clientes particulares - quando h gasto alm do esperado e/ou recurso financeiro insuficiente para saldar a dvida contrada no tratamento. Fluxo de negociao financeira com o cliente O fluxo estabelecido a partir da documentao das solicitaes/manifestaes dos clientes em formulrio prprio, encaminhado ao Diretor da Unidade de Sade Suplementar, para parecer tcnico, e posteriormente Diretoria Executiva, para deliberao ou no da solicitao, sendo devolvida ao servio de negociao, que d o retorno ao cliente. Os canais utilizados no processo de negociao envolvem: entrevista pessoal, telefone, fax ou e-mail.

    No processo de identificao de novas oportunidades, o Servio de Negociao realiza sondagens de mercado, na busca de diferenciais de competitividade, em relao a seus concorrentes no segmento.

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    Cliente empresa

    Para o cliente empresa, o Instituto mantm, por meio de sua Diretoria Executiva, mecanismos de fidelizao, em encontros peridicos com executivos de empresas de sade suplementar, visando aproximao com o cliente, negociao de conflitos e conduo de oportunidades de negcios.

    O Instituto desenvolve ainda programa de visitas institucionais, para apresentar a infra-estrutura tecnolgica e de hotelaria do hospital, a organizao de suas unidades de atendimento, ensino e pesquisa e os processos de assistncia diferenciada e humanizada, de forma que o cliente corporativo conhea melhor o seu contratado.

    Ranking das empresas de convnio e seguro sade

    Posio Empresa 1 Sul Amrica Servios Mdicos

    2 Bradesco Seguros

    3 Geap/SP Fundao de Seguridade Social

    4 Cassi - Caixa de Assistncia dos Funcionrios do Banco do Brasil

    5 Associao Auxiliadora das Classes Laboriosas

    6 Petrobrs Petrleo Brasileiro

    7 Amil Assistncia Mdica Internacional.

    8 Economus Instituto de Seguridade Social

    9 Fundao Cesp Companhia Energtica de So Paulo

    10 Golden Cross Assistncia Internacional de Sade

    11 Mediservice Administradora de Planos de Sade.

    12 Cabesp Caixa Beneficente dos Funcionrios do Banespa

    13 Hospital Universitrio da USP - HU

    14 Intermdica Sade

    15 Itauseg Sade

    16 Porto Seguro Seguro Sade

    17 Instituto de Previdncia. dos Funcionrios Pblicos do Municpio de Guarulhos

    18 Martima Sade Seguros

    19 Unimed Seguros Sade

    20 Medial Sade

    21 Assefaz Fundao de Assistncia dos Servidores do Ministrio da Fazenda

    22 Abas 15 Associao Beneficente de Assistncia Sade

    23 Afresp - Associao dos Agentes Fiscais de Renda do Estado de So Paulo

    24 Fundao Sabesp de Seguridade Social Sabesprev

    25 Interclnicas Planos de Sade

    26 Intermedici Servios Mdicos

    27 Embraer Empresa Brasileira de Aeronutica

    28 Cmara dos Deputados

    Aprendizado

    Os servios que fazem parte do processo de atendimento ao cliente, passam por programas de treinamento voltados para a manuteno da excelncia do atendimento. O padro de atendimento determinado a partir de: observao das reas, anlise das queixas e das diretrizes institucionais, das chefias e do benchmarking voltado a esse objetivo.

    Os principais indicadores de desempenho so: o retorno do paciente, as consultas de avaliao, a indicao e a referncia a outros clientes e o interesse do cliente corporativo em estabelecer novos convnios.

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    4. SOCIEDADE 4.1. Responsabilidade Scio-Ambiental Definio, execuo e controle das prticas de gesto.

    Avaliao e tratamento de impactos sobre os ecossistemas da sociedade. A preocupao do hospital com a minimizao do impacto de suas atividades sobre a sociedade e os ecossistemas, se traduzem numa srie de projetos institucionais, como os programas de Gerenciamento de Resduos Slidos; de Tratamento de Materiais Resultantes de Anlises Clnicas e de Proteo da Radiao Ionizante, entre outros.

    Os padres de trabalho da organizao esto delineados como preconiza a legislao, nos mbitos municipal, estadual e federal, que regulada pela ao das diferentes agncias e rgos de fiscalizao, voltados para as reas de atuao do hospital: CONAMA - Conselho Nacional do Meio Ambiente, Sociedade Brasileira de Anlises Clnicas, Agncia Nacional de Vigilncia Sanitria (ANVISA), Departamento Municipal de Limpeza Urbana, Secretria Municipal da Sade e Conselho Nacional de Energia Nuclear (CNEM).

    No tratamento de materiais residuais de anlises clnicas existe a preocupao constante com a reduo dos riscos dos materiais, dejetos biolgicos e qumicos sade. O Programa de Tratamento de Materiais Residuais de Anlises Clnicas estabelece rotinas de segregao na origem, acondicionamento, tratamento prvio, armazenamento e destino final dos resduos gerados, classificando-os de acordo com as normas em vigor, com prioridade para a reduo, reciclagem e aproveitamento dos dejetos. O programa orienta ainda sobre a definio dos tipos de recipientes, sacos plsticos e demais contenedores de resduos, provenientes de reas crticas em funo dos riscos. Em consonncia com as legislaes de sade e a ambiental, manipuladores de materiais utilizam equipamentos de proteo individual (EPIs). O Programa de Proteo da Radiao Ionizante visa proteger o homem e o meio ambiente do uso indevido da radiao ionizante utilizada no diagnstico em medicina nuclear. Normas internacionais e brasileiras norteiam os procedimentos de proteo radiolgica nos processos hospitalares envolvendo trabalhadores ocupacionalmente expostos, pacientes e a sociedade. O cumprimento da portaria da ANVISA sobre normas e valores de funcionamento de servios de radiologia diagnstica garante a proteo.

    Os profissionais ocupacionalmente expostos trabalham sob monitorao de dosmetros e uso de equipamentos de proteo individual (EPIs) em radiodiagnstico, como aventais de chumbo, luvas plmbicas e outros. A preocupao com esse pblico especfico se estende por meio de medidas como: Treinamentos da fora de trabalho envolvida nas reas de risco;

    Acompanhamento mdico, por meio de exames peridicos, no servio mdico dos funcionrios;

    Acompanhamento e controle de doses medidas pelos dosmetros.

    Gesto de recursos renovveis

    O hospital participa, em parceria com a Sabesp e em conjunto com o Hospital das Clnicas, do Pura - Programa de Uso Racional de gua, envolvendo as aes de:

    Instalao de dispositivos hidrulicos para reduo da vazo nos pontos de consumo;

    Substituio gradativa de aparelhos hidrulicos (torneiras, registros e vlvulas) por sistemas mais modernos com fechamento automtico;

    Substituio gradativa de bacias sanitrias do modelo convencional para o de volume de descarga reduzido; Realizao de palestras de esclarecimento, visando mudana de hbitos em reas de grande consumo de gua, como cozinha e reas de limpeza;

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    Instalao de hidrmetros eletrnicos;

    Eliminao de vazamentos e desperdcios.

    Somente em termos de dispositivos hidrulicos, foram instaladas cerca de 890 peas no bloco I. Foram instalados ainda hidrmetros eletrnicos ou medidores de fluxo para gerenciamento pontual e on-line do consumo de gua. Como resultado, pode-se registrar que em 2003, houve consumo total de gua 2,6% menor do que no ano de 1999.

    O Pura no mbito do Complexo HC foi premiado pela ONG gua e Cidade e recebeu o Prmio gua e Cidade Ano 2003 na categoria servios.

    Ainda no mbito da gesto dos recursos renovveis, podem ser citadas medidas de promoo do uso racional de energia eltrica no hospital, por meio do programa de escalonamento no uso de equipamentos de alto consumo de energia.

    Responsvel por aproximadamente 50% do total de energia eltrica consumida na Instituio, o sistema de ar condicionado est includo nesse programa diariamente h o controle do desligamento de parte do sistema que no implica em prejuzo para a rotina institucional. Isso representa a reduo de cerca de 212 MW.h./ms, volume equivalente ao consumo de 1 mil residncias de classe mdia durante um ms.

    Tratamento de resduos de servios de sade Conforme estabelecido pelos rgos pblicos competentes todo gerador de resduos de servios de sade (RSS) deve adotar um Programa de Gerenciamento de Resduos de Servios de Sade (PGRSS). Constitudo a partir de um conjunto de procedimentos de gesto, o PGRSS planejado e implementado a partir de bases cientficas, normativas e legais. Seu objetivo minimizar a produo de resduos e proporcionar ao material residual gerado um encaminhamento seguro, eficiente e ecologicamente correto, visando a proteo dos funcionrios e demais seres humanos envolvidos no processo, alm da preservao da sade pblica, dos recursos naturais e do meio ambiente.

    Metas principais do PGRSS

    I- Minimizar a quantidade de resduos perigosos gerados, segregando-os e acondicionando-os, conforme normas estabelecidas;

    II- Educar, prevenir e implantar aes, visando preveno em termos de riscos sade e/ou ao meio ambiente;

    III- Redirecionar e responsabilizar o cumprimento das normas tcnicas pelo responsvel da rea geradora;

    IV- Cumprir a legislao vigente.

    Aprendizado

    O hospital tem como rotina o acompanhamento das normas da legislao e dos avanos na rea de cincia e tecnologia em Sade, como parte da misso do hospital de se manter na fronteira do conhecimento em sua especialidade e nas especialidades correlatas sua atividade-fim. Associado a essa rotina, existe um sistema de gesto voltado para a implementao, avaliao e aprimoramento dos programas internos.

    Reunidos, esses instrumentos garantem a consistncia da poltica institucional, voltada para a minimizao do impacto das atividades do hospital sobre sua fora de trabalho, a sociedade e os ecossistemas. A partir de qualquer evidncia de no conformidade, so estabelecidos planos de melhorias de processos para correes necessrias ao cumprimento da poltica de responsabilidade scio-ambiental do hospital.

    A preocupao do hospital, em seguir os quesitos nacionais e internacionais, no tocante s suas atividades fim e meio, reflete-se no nvel de aprovao da comunidade medido, entre outros, por meio de avaliaes internas (Pesquisa de Opinio de Pacientes Internados) e externas, com

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    destaque para o PNASH Programa Nacional de Avaliao de Servios Hospitalares do Ministrio da Sade.

    Como resultado da poltica institucional para a rea, o hospital referncia para o Ministrio da Sade e, especificamente para a Agncia Nacional de Vigilncia Sanitria, em vrios procedimentos de alta complexidade em sua rea de atuao e nas especialidades correlatas ao cumprimento de sua misso.

    O feedback positivo da sociedade pode ser avaliado tambm, pelo reconhecimento da excelncia do Instituto, inferido por meio de convites sistemticos a seus profissionais mdicos, multiprofissionais e administrativos, para ministrar palestras em outros hospitais, instituies de ensino, empresas e espaos comunitrios.

    Pode-se mencionar ainda a avaliao sistemtica da opinio pblica, por meio da medio do nvel da imagem do hospital na imprensa, como um importante indicador de feedback, antecipando processos de melhorias e aprendizado.

    As aes corretivas realizadas em 2004

    Com base nos instrumentos de acompanhamento e avaliao j considerados neste documento, o hospital implementou as seguintes aes de aprimoramento em 2004, na rea de tratamento de RSS:

    Auditoria das prticas atuais, em todas as reas da Instituio; Avaliao das informaes tcnicas sobre descarte/acondicionamento e segregao dos

    resduos pelas reas geradoras; Atualizao e mapeamento de 33 plantas baixas, de forma a redesenhar e readequar os fluxos

    dos diferentes resduos no hospital, de acordo com a seguinte classificao: infectante (A), qumico (B), radioativo (C) e comum (D).

    A partir dessas aes, desenhou-se as seguintes medidas para 2005:

    1 - Continuidade do processo de aperfeioamento do PGRSS, por meio de levantamento de dados para compor diagnstico situacional;

    2 - Promover programa de treinamento educacional para os funcionrios;

    3 - Viabilizar estudo para implantao e expanso do programa de reaproveitamento e reciclagem de resduos.

    4.2. tica e desenvolvimento social A promoo do comportamento tico preocupao institucional e sua responsabilidade pblica transcende os requisitos meramente formais, dada a importncia que a mesma empresta aos aspectos ticos. Neste sentido, destaca-se a existncia de unidade especfica de apoio pesquisa, vinculada Comisso de tica em Pesquisa do HC e a Comisso de Biotica InCor. A Unidade de Apoio Pesquisa coordena o desenvolvimento de pesquisas realizadas no hospital.

    Os laudos elaborados pelo InCor seguem tambm as Normas e Diretrizes do arquivo Brasileiro de Cardiologia.

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    Definio execuo e controle das prticas de gesto

    Valores ticos concernentes condio de hospital pblico universitrio fazem parte do debate institucional desde a fundao do hospital. Dentro dessa tica, enfatiza-se no apenas a tcnica e o conhecimento, mas tambm o respeito, a solidariedade e o afeto na relao do profissional da Sade com o usurio do sistema. Cincia e Humanismo um valor to caro organizao que permeia no apenas a idealizao, desenvolvimento e aplicao dos programas de assistncia, ensino e pesquisa, mas se estampa tambm na imagem simblica da organizao: sua logomarca no mercado da sade. O InCor atua na assistncia de acordo com premissas ticas de respeito aos direitos do paciente constantes na Constituio Federal. Essa premissa se reverte, entre outros, em ferramentas sistematizadas de acompanhamento e avaliao, visando mapear propostas de ao de melhorias, nos programa de humanizao do atendimento. As prticas de gesto que sustentam estas aes esto centralizadas em reas como assessoria de comunicao, sistema integrado da qualidade, gerencia de risco, assessorias tcnicas, Ouvidoria, etc. Permeia tambm a poltica de treinamento de mbito tcnico e comportamental voltado para os profissionais da Instituio. Manifestam-se ainda em prticas cotidianas do hospital, como a de preservao do direito de informao ao paciente, por meio do termo de consentimento, por ocasio da internao hospitalar. O termo garante que decises relacionadas ao diagnstico, tratamento e prognstico sejam informadas ao paciente e ou acompanhante, em linguagem clara e concisa, respeitando sua condio de compreenso e entendimento. A conduo desse processo realizada por profissionais de rea especfica, treinados para este fim e reciclados em reunies de reviso de processos. Do ponto de vista da opinio pblica, a assessoria de imprensa do InCor tem suas atividades regidas por preceitos constitucionais e pelo cdigo de tica mdica, transpostos para instruo de servio especfica no assunto. Consta desse documento a viso tica que permeia o vnculo do InCor com a opinio pblica, por meio da imprensa - enquanto rgo pblico de assistncia, ensino e pesquisa, o InCor tem a responsabilidade social de informar a populao sobre questes relacionadas a seu campo de atuao, utilizando os meios de comunicao de massa. Reconhecimento social Como reconhecimento do elevado nvel de qualificao do seu trabalho voltado assistncia, apoiado por programas de ensino e pesquisa, tanto por seu desenvolvimento mdico como por seu exemplo administrativo, a instituio tem recebido vrias manifestaes da comunidade qual serve. Um dos principais indicadores desse reconhecimento e do retorno da atuao social do Instituto, alm dos prmios oficiais recebidos pela organizao, a exposio da marca InCor nas mais diversas mdias da imprensa nacional. Nessa linha, o Instituto do Corao atua, em aes de assessoria de imprensa, na produo de notcias e eventos para potencializar a insero positiva do InCor, na imprensa; e no atendimento de demanda espontnea dos veculos de comunicao, numa mdia de 700 pedidos por ano. Nesse sentido, a imprensa nacional se constitui num poderoso aliado na divulgao de notcias sobre impactos sociais e ambientais nas informaes relevantes associadas aos produtos e servios, processos e instalaes do hospital. Em 2004, o InCor foi citado em 3.490 matrias veiculadas na imprensa nacional, entre, jornais, revistas, rdios e programas televisivos. O resultado representa 134% de aumento no nmero de matrias comparativamente a 2003 e 79%, a 2002. Cerca de 94% do resultado de exposio positiva da imagem InCor para a opinio pblica. Os dados remetem grande e tradicional participao da categoria PIP Personalidades de Interesse Pblico nos resultados de mdia, apesar do equilbrio registrado em 2004 entre essa categoria e a de servios. A constatao remete para um potencial crescimento da imagem positiva do InCor, ainda a ser totalmente explorado, na categoria servios, que engloba tambm matrias focadas em pesquisas desenvolvidas pelo Instituto como um grande centro produtor de cincia e tecnologia.

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    Quadro 4.1 Premiaes recebidas pelo InCor - 2001 a 2004 Ano Ttulo do Prmio Outorgado por Foco do prmio

    2001 Prmio Qualidade Hospitalar Categoria Nacional Ministrio da Sade

    Eleger os melhores hospitais brasileiros, segundo opinio dos usurios diretos dos servios mdicos cobertos pelo SUS

    2001 Prmio TOP Hospitalar Associao Brasileira de Marketing em Sade

    Reconhecer hospitais cujas marcas so lderes no mercado de Sade e entre seus profissionais

    2002 Prmio Sade Brasil AGUILA Comunicao e AMB e Instituto ETHOS de Responsabilidade Social Destaque pelo Exerccio da Responsabilidade Social

    2002 Instituio do Ano SBC Sociedade Brasileira de Cardiologia Eleio de sete especialistas da instituio no rol dos onze cardiologistas brasileiros do sculo XX

    2003 Prmio Master de Cincia e Tecnologia Instituto de Estudos e Pesquisa da Qualidade Resultado de indicao do mercado em cincia e tecnologia Prmio gua e Cidade ONG gua e Cidade Uso racional da gua

    2004 V Prmio Maria Lcia Ferrari Cavalcati Conselho regional de Nutricionistas 3 regio Reconhecimento de trabalhos pioneiros desenvolvidos na rea da Nutrio e diettica FONTE: Documentos Institucionais do ano base 2004

    Quadro 4.2 Iniciativas relevantes de promoo da sade da comunidade 2002 a 2004 Ao rea promotora/responsvel Parceria Foco Local

    Programa Sade e Esportes no Parque Unidade de Reabilitao Cardiovascular e Fisiologia do Exerccio

    Prefeitura do Municpio de So Paulo

    Promover junto ao pblico em geral a qualidade de vida, por meio da atividade fsica orientada para a preveno primria e secundria das doenas cardiovasculares.

    Parque do Carmo e Parque do Ibirapuera So Paulo - SP

    Livro: Corao, Manual do proprietrio: tudo o que voc precisa saber para viver bem

    Unidade Clnica de Cardiogeriatria

    Radio Jovem Pan e MG Editora Orientar o pblico leigo sobre diagnstico, preveno e tratamento de doenas cardacas. mbito Nacional

    Livro: Receitas da Lapinha Alimentao Para uma Vida Saudvel

    Unidade Clnica de Dislipidemias

    Lapinha Clnica e Spa Naturista e Fundao Zerbini

    Difundir orientaes especializadas, acompanhadas de receitas desenvolvidas pelo Spa Lapinha, sob superviso do InCor. mbito Nacional

    Publicaes: Coleo Revista Cozinha Prtica

    Assessoria de Comunicao Social e Servio de Nutrio e Diettica

    Editora Nett do Brasil Difundir orientao nutricional e receitas orientadas, visando preveno primria e secundria das doenas do corao, por meio de dieta saudvel. mbito Nacional

    Dia H Ncleo de Humanizao do Hospital das Clnicas InCor Despertar profissionais e pacientes para o marco do dia: O sentido Humano no ambiente hospitalar So Paulo

    Afinco Associao Feminina de Apoio ao InCor Alta Direo do InCor Fundao Zerbini

    Captar recursos para a implementao de novos projetos assistenciais e sociais do hospital mbito Nacional

    Treinamento de rbitros da Federao Paulista de Futebol em suporte bsico de vida: Ressuscitao cardiopulmonar e noes de desfribilao para a FPF

    Laboratrio de treinamento e simulao em Emergncias Cardiovasculares

    InCor Orientao de rbitros inscritos na federao para atendimento de emergncias cardiovasculares em campo.

    So Paulo

    I Encontro Farmacoclnico em Cardiologia

    Servio de Farmcia InCor Divulgar a atividade do farmacutico no mbito hospitalar para pblico interno e externo So Paulo

  • 4. SOCIEDADE

    40

    Ao rea promotora/responsvel Parceria Foco Local Dia H Ncleo de Humanizao do

    Hospital das Clnicas InCor Despertar profissionais e pacientes para o marco do dia: O sentido Humano no ambiente

    hospitalar So Paulo

    I Curso Prtico de Nefrologia Intensiva do InCor

    Unidade Clnica de Terapia Intensiva

    Complexo HC Ministrar contedo programtico turma de alunos que ocuparam todas as 24 vagas disponveis

    So Paulo

    Treinamento em massa em Cubato para atendimento de parada cardiorrespiratria: Amigos do Corao Salvando Coraes e preservando Vidas

    Laboratrio de treinamento e simulao em Emergncias Cardiovasculares

    Prefeitura de Cubato e Sociedade Paulista de Terapia Intensiva

    Capacitar pessoas a reconhecerem e a prestarem os primeiros socorros a vtimas de parada cardiorrespiratria espera de atendimento mdico

    Cubato

    Treinamento de funcionrios do Metr no atendimento de parada cardiorrespiratria

    Laboratrio de treinamento e simulao em Emergncias Cardiovasculares

    Companhia Metropolitana de So Paulo

    Capacitar funcionrios do Metr a aplicar os primeiros socorros, a operar o desfribilador automtico, acionando os passos necessrios para a manuteno da vida at o socorro do servio mdico

    So Paulo

    Acordo InCor-Metr Laboratrio de Treinamento e Simulao em Emergncias Cardiovasculares

    Companhia Metropolitana de So Paulo

    Assessorar o Metr lei que determina manuteno de desfribiladores automticos em locais que tenham concentrao ou circulao mdia diria a partir de 1,5 mil pessoas.

    So Paulo

    Simulao de atendimento de parada cardiorrespiratria no Metr-Clnicas

    Laboratrio de treinamento e simulao em Emergncias Cardiovasculares

    Companhia Metropolitana de So Paulo

    Simular em emergncia cardiovascular So Paulo

    Curso Avanado de Psicologia Clnica Hospitalar

    Servio de Psicologia InCor Ministrar curso para psiclogos formados e estudantes do 5 ano de Psicologia. So Paulo

    Curso InCor-USP de Atualizao em Biologia Molecular para professores do ensino fundamental e mdio

    Laboratrio de Biologia Molecula

    InCor, Faculdade de Medicina da USP, Colgio So Lus

    Preparar os participantes para discutir com seus alunos o tema de grande repercusso na sociedade e na mdia

    So Paulo

    Lanamento do livro Tratado de Cardiologia da Socesp

    Mdicos InCor InCor Lanamento de livro que contm diversos artigos escritos pela equipe mdica do InCor So Paulo

    Campanha Pare de Fumar Numa Boa Pfizer InCor Oferecer orientaes sobre como o tabagismo pode ser tratado, tirar dvidas, aplicar questionrio individual, por meio do qual o fumante pode conhecer seu grau de dependncia.

    So Paulo

    Encontro sobre Sade Bucal e o Paciente Cardiopata

    Associao Amigos do Corao

    InCor Promover junto ao pblico em geral a educao em sade e a preveno das doenas cardiovasculares

    So Paulo

    Grupo Importncia da Sade Bucal para o paciente diabtico

    Equipe Odontologia Multiprofissional

    InCor Promover no grupo de pacientes diabticos, educao em sade e a preveno das doenas bucais e suas relaes com diabetes

    So Paulo

    Curso Sade Bucal e o paciente com ICC

    Laboratrio de ICC InCor Melhorar a qualidade de vida, no mbito individual e familiar, orientando quanto importncia da sade bucal

    So Paulo

    Curso Como Cuidar do seu Corao Servio de Nutrio e Diettica Empresas apoiadoras diversas

    Promover a adoo e a manuteno de hbitos de vida saudveis So Paulo

    Palestra Mitos sobre o uso de medicamentos na disfuno ertil e o corao

    Associao Amigos do Corao

    InCor Melhorar a qualidade de vida, no mbito individual e familiar, desmitificando a disfuno ertil em cardiopatas

    So Paulo

    Campanha de conscientizao contra o tabagismo

    Programa Ambulatorial de Tratamento do Tabagismo

    Fundao Zerbini e Laboratrio Pfizer

    Difundir informaes ao pblico em geral, marcando a presena do InCor na sociedade So Paulo

    Encontro de Educao em Sade e Epidemiologia Cardiovascular

    Servio de Epidemiologia Clnica

    Faculdade de Medicina da USP

    Atualizar profissionais de RH, sade e educao envolvidos em projetos de promoo da qualidade de vida em organizaes sociais e empresariais.

    So Paulo

  • 4. SOCIEDADE

    41

    Ao rea promotora/responsvel Parceria Foco Local Dia das Crianas Cardacas do InCor - Campanha Doar Abrir o Corao

    Assessoria de Comunicao Social e Unidade de Internao Cardiopeditrica

    Associao Arte e Despertar, Associao de ASSISTNCIA A Criana Cardaca e a Transplantada do Corao ACTC e Fundao Zerbini

    Realizar campanha institucional visando a chamar ateno da opinio pblica para a importncia da doao de rgos para o transplante infantil

    So Paulo

    Cooperao tcnica para a melhoria das condies de vo em aeronaves

    Laboratrio de Treinamento de Simulao em Emergncias Cardiovasculares

    Varig Brasil Realizar treinamento para atender emergncias em paradas cardiorrespiratrias nos vos da empresa; e promover estudos de eventos cardiovasculares dentro das condies especficas da aeronave em vo.

    mbito Nacional

    Ampliao do Instituto Fundao Zerbini - InCor BNDS Banco Nacional de Desenvolvimento Econmico e Social

    Ampliar as instalaes fsicas do hospital em um novo edifcio de 17 andares So Paulo

    Pura Programa de Uso Racional de gua

    Servio de Infra Estrutura e Logstica

    Sabesp Implantar medidas educacionais e operacionais para o uso racional da gua So Paulo

    PGRSS Programa de Gerenciamento de Resduos de Servios de Sade

    Servio de Infra Estrutura e Logstica

    Prefeitura do Municpio de So Paulo

    Minimizar a produo de resduos e proporcionar ao material residual gerado um encaminhamento seguro, eficiente e ecologicamente correto

    So Paulo

    Livro Manual de Dietoterapia e avaliao nutricional do Servio de Nutrio e Diettica do InCor HCFMUSP

    Servio de Nutrio e Diettica InCor Livro tcnico destinado a estudantes e profissionais de Sade. So Paulo

    III Semana Trabalhando com Sade e Segurana

    Servio de Gesto do Ecossistema Hospitalar

    Complexo Hospital das Clnicas

    Atividade voltada para atitudes e medidas de preveno relativas a acidentes, agravos e doenas relacionadas ao trabalho, ao trnsito e ao lar

    So Paulo

    Programa de Avaliao Cardiolgica e Condicionamento Fsico

    Unidade Clnica de Coronariopatia Aguda

    GM - General Motors Realizar testes ergonomtricos e programao e orientao de condicionamento fsico especializado para funcionrios/diretores da empresa.

    So Caetano e So Jos dos Campos

    Programa educativo associado projeto de pesquisa

    Unidade de Epidemiologia Clnica

    Regionais Centro e Oeste do Municpio de So Paulo Secretaria de Estado da Educao

    Fazer o levantamento epidemiolgico dos hbitos de vida dos escolares da quinta oitava srie e promover a preveno primordial das doenas cardiovasculares

    Noventa Escolas Pblicas e Privadas de Ensino Fundamental de So Paulo

    Extenso universitria comunidade associado com programa de ensino

    Unidade de Epidemiologia Clnica

    Curso de Graduao Mdica da Faculdade de Medicina da USP

    Conscientizar dos adolescentes sobre risco epidemiolgico e preveno de doenas cardiovasculares com a colaborao dos estudantes de medicina

    Noventa Escolas Pblicas e Privadas de Ensino Fundamental de So Paulo

    Grupos operativo-educativos em Escola Pblica de Ensino Fundamental de So Paulo

    Unidade de Epidemiologia Clnica

    Escola Estadual Antoine de Saint Exupery

    Dialogar com adolescentes sobre as representaes que fazem dos hbitos alimentares, atividade fsica e risco familiar de doena cardiovascular.

    So Paulo

  • 4. SOCIEDADE

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    Ao rea promotora/responsvel Parceria Foco Local Ao entre pares para multiplicar o estilo de vida saudvel em oito escolas Pblicas de Ensino Fundamental de So Paulo

    Unidade de Epidemiologia Clnica

    Regionais Centro e Oeste do Municpio de So Paulo Secretaria de Estado da Educao

    Treinar alunos da 6. srie para ao educativa supervisionada com os seus pares da 5. srie sobre sedentarismo, dieta inadequada, hbito do fumo e consumo de bebidas alcolicas

    So Paulo

    Atuao docente na promoo de sade do adolescente em doze escolas Pblicas de Ensino Fundamental de So Paulo

    Unidade de Epidemiologia Clnica

    Regionais Centro-Oeste do Municpio de So Paulo Secretaria de Estado da Educao

    Capacitar docente sobre preveno do risco sade cardiovascular associado ao estilo de vida dos escolares. Avaliao da influncia sobre a prtica dos docentes no capacitados

    So Paulo

    Interveno nutricional com alunos do ensino fundamental e seus familiares de escolas Pblicas de So Paulo

    Unidade de Epidemiologia Clnica

    Regional Centro-Oeste do Municpio de So Paulo Secretaria de Estado da Educao

    Intervir educativa nutricional no ambiente escolar, fundamentada na cozinha pedaggica, para mudar o hbito alimentar e a composio corporal dos alunos

    So Paulo

    Ampliao de leitos Unidade Coronria de Terapia Intensiva

    InCor Aumentar o nmero de leitos de 18 para 30 para pacientes coronariopatas de alto risco da Unidade Coronria de Terapia Intensiva

    So Paulo

    FONTE: Documentos Institucionais ano base 1999-2005

  • 4. SOCIEDADE

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    Servios de Responsabilidade Social

    Quadro 4.3 - Servios de Responsabilidade Social

    rea Objetivo Principais Atividades Pblico Alvo Resultados

    Voluntrias

    Prestar servio ao paciente internado e ambulatorial garantindo o seu bem-estar e oferecendo o melhor atendimento e orientao possvel

    - Realizar bazares e festas beneficentes;

    - Desenvolver captao e realizao de doaes

    - Garantir melhor atendimento e otimizao do tempo de espera na CAPI

    Pacientes do Instituto do Corao

    Recebimento atravs de doaes de:

    - 2560 produtos de higiene pessoal para as enfermarias;

    - 900 brinquedos diversos;

    - 60 peas de roupas e sapatos

    - Distribuio de presentes de Natal para pacientes internados no dia 17/12/2003

    - melhor organizao da espera na CAPI

    CeFACS

    Formar profissionais para atuarem na rea da sade, com perfil e competncias exigidas pelo mercado de trabalho, tendo como marco referencial a integrao ensino-servio

    Oferecer cursos profissionalizantes para auxiliares e tcnicos de enfermagem, tcnicos em radiologia mdica e instrumentao cirrgica e docentes.

    Profissionais da rea de sade

    O CeFACS propiciou em 2003 sua equipe de docentes duas oportunidades de desenvolvimento profissional que tiveram o intuito de integrao e esclarecimento sobre a atuao no projeto poltico do PROFAE e o ingresso da equipe de enfermeiros docentes no programa de formao de pedagogia em educao profissional na rea de sade

    AFINCO

    Atuar diretamente com a sociedade e empresrios para a captao de recursos a serem aplicados em projetos sociais

    - Apoiar, desenvolver e viabilizar os projetos de interesse do InCor Realizar eventos beneficentes

    Populao de baixa renda

    Captao de recursos para os projetos sociais do InCor

    Unidade de Epidemiolo-gia Clnica

    Promover a sade e a preveno primordial das doenas cardiovasculares por meio de aes educativas.

    - Realizar atividades de educao em sade;

    - Desenvolver projetos de pesquisa para conhecer os fatores de risco e as intervenes eficientes para promoo de sade

    Crianas e adolescentes matriculadas em Escolas Pblicas de Ensino Fundamental e seus familiares

    Atividades educativas com escolares envolvendo:

    - 3520 alunos avaliados quanto aos fatores de risco, participantes de atividade educativa pontual;

    - 1316 alunos participantes de ao educativa peridica durante todo o ano letivo;

    - Jogos educativos elaborados pelos alunos envolvidos nos projetos para promoo da sade;

    - Refeies saudveis de cunho educativo oferecidas na forma de experimentao aos alunos abordados de forma continuada.

    ACTC

    Prestar atendimento multidisciplinar a crianas portadoras de doenas cardacas encaminhadas pelo Instituto do Corao e seus familiares

    Desenvolver aes que tm como meta transformar a situao problema em crescimento e aprendizado por meio de:

    - Hospedagem;

    - Alimentao;

    - Apoio social, psicolgico e pedaggico

    - Treinamento e informao;

    - Capacitao profissional;

    - Voluntariado;

    - Lazer

    Crianas portadoras de doenas cardacas encaminhadas pelo InCor e seus familiares

    Desde a sua fundao, a ACTC j realizou mais de 4.211 atendimentos.

    FONTE: Documentos institucionais (Assessoria de Comunicao Social) do ano base 2003 a 2005

  • 4. SOCIEDADE

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    Quadro 4.4 - Detalhamento dos Servios de Responsabilidade Social

    Principais atividades Descrio das atividades

    AFINCO

    Realizar eventos beneficentes Atividades Beneficentes

    ACTC - (Associao das Crianas Cardacas Transplantadas

    Fornecer hospedagem - vagas para pacientes e acompanhantes distribudas em 6 quartos coletivos

    Fornecer alimentao - refeies dirias so oferecidas s famlias. A comida preparada pelas prprias mes sob a orientao de nutricionistas

    Oferecer apoio social - Assistentes sociais recebem os usurios aps triagem e encaminhamento Hospitalar. Realizam estudos de caso, intervm nas necessidades imediatas das mes e crianas e atuam no contexto familiar e na comunidade de origem

    Prestar atendimento psicolgico - Por meio de um acordo de cooperao com a PUC SP oferece atendimento permanente para mes e crianas. Como tratamento auxiliar so oferecidos tambm sesses de terapia corporal e relaxamento para as mes

    Prestar atendimento pedaggico - Desenvolve projeto scio-educativo direcionado s mes e crianas objetivando resgatar a cultura popular brasileira, valorizar o saber que j possuem e dar continuidade ao processo de ensino aprendizagem s crianas que ficam temporariamente afastadas da escola

    Oferecer treinamento e informao

    - Treinamento para as mes passando informaes sobre higiene, nutrio e cuidados com a limpeza da casa. - Desenvolvimento de programa permanente de palestras com profissionais de diferentes reas para melhorar a formao das mes ampliando as informaes necessrias para acompanhar o tratamento de seus filhos.

    Oferecer capacitao profissional - Oferece uma srie de cursos gratuitos para essas mes e adolescentes, tais como: alfabetizao, artesanato, croch, costura, culinria. Destinam-se a oferecer novas oportunidades de gerao de renda

    Acompanhar o servio de voluntariado - Muitas atividades realizadas na ACTC so feitas por voluntrios que recebem apoio e acompanhamento da coordenao

    Promover o lazer - Contam com grupos de contadores de histrias, oficinas de brinquedos, passeios nos finais de semana e festas comunitrias

    Voluntrias

    - Buscar a captao e realizao de doaes Distribuio de itens de higiene e brinquedos, roupas e sapatos.

    - Realizar bazares e festas beneficentes; - Bazar do dia das mes

    - Bazar de Natal

    CeFACS

    Oferecer cursos profissionalizantes para auxiliares e tcnicos de enfermagem, tcnicos em radiologia mdica e instrumentao cirrgica e docentes

    Cursos diversos na rea de Enfermagem - Grupo de atividades artsticas - Projeto Ipatinga: Programa de Atualizao em Cardiologia, realizado no perodo de julho dezembro de 2003 em Ipatinga MG - Reviso, atualizao e ampliao de material didtico para os cursos tcnicos - Projeto PROFAE: Curso de atualizao profissional de Tcnico de enfermagem - Programa de capacitao pedaggica

    FONTE: Documentos Institucionais do ano base 2004-2005

    Aprendizado

    As aes vinculadas interao com a sociedade so avaliadas pelas reas executoras e globalmente pela alta direo, quando nas reunies de anlise crtica.

    As implementaes de sugestes e melhorias so promovidas pelas reas executoras, validadas pela Diretoria Executiva e Conselho Diretor e implantadas pelos grupos especficos.

    Pode-se mencionar ainda a avaliao sistemtica da opinio pblica, por meio da medio do nvel da imagem do hospital na imprensa, como um importante indicador de feedback.

  • 5 INFORMAES E CONHECIMENTO

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    5. INFORMAES E CONHECIMENTO

    5.1. Gesto de Informaes da Organizao A gesto da informao no InCor tem como meta gerar indicadores de desempenho do hospital, para anlise, reformulaes e feedbacks aos gestores e colaboradores envolvidos no processo contnuo de avaliao e de melhorias na assistncia, ensino e pesquisa.

    Procura ainda difundir informaes institucionais para que o colaborador esteja sintonizado com o planejamento estratgico da Instituio e o cumprimento de suas metas. Busca igualmente contribuir para reforar o esprito de humanizao no ambiente hospitalar, por meio da divulgao de notcias que exercem impacto positivo nas relaes humanas na Instituio.

    A partir do Planejamento Estratgico anual da Instituio, as unidades definem suas necessidades especficas de informao, visando alinhamento com as diretrizes institucionais, com apoio da Diretoria Executiva, assessorias tcnicas e das reas gestoras dos indicadores globais da organizao.

    O processo de circulao da informao, sob esse sistema, ocorre por rea de responsabilidade, com a identificao e anlise de desvios; definio e implementao dos planos de ao para melhorias, depois de sua aprovao pela estrutura formal da Instituio: Diretoria Executiva, Conselho Diretor, comisses, grupos de trabalho e demais fruns de gesto organizacional.

    Gesto dos Indicadores Globais

    As informaes indicadoras do desempenho assistencial so gerenciadas pelo Sistema de Gesto Hospitalar, composto dos programas: Sistema Integrado de Informaes do InCor (SI3); SIGH; Sistema de Controle Laboratorial; e PACS.

    Desenvolvido pelo Servio de Informtica do InCor, o SI3 composto de diversos subsistemas de informao que visam automatizar os processos envolvidos na prtica da assistncia ao paciente, como: agendamento, admisso (Ambulatrio, Pronto Socorro, Internao, Hospital-Dia e SADT), ocupao e movimentao de leitos, atendimentos ambulatoriais, ordens mdicas (prescrio eletrnica, solicitao de exames, procedimentos e cuidados), dispensao farmacutica, administrao de medicamentos, prescrio de enfermagem, exames laboratoriais, laudos, procedimentos hospitalares, diagnsticos, evolues clnicas do paciente, resumo de alta e do controle cirrgico, controle da movimentao de pronturios e mdulo de gesto, entre outros. A consolidao dos mdulos num nico ambiente, com entrada de dados estruturada e em ambiente grfico, via interface Web, compe o SI3.

    Nesse ambiente, o profissional de Sade pode navegar rapidamente para obter, em tempo-real, a visualizao hierrquica e cronolgica das informaes do paciente e de seus atendimentos. Por meio do Sistema de Gesto Hospitalar, colaboradores tm acesso, em carter seletivo, a informaes sobre volume de internaes, consultas, taxa de ocupao das unidades etc. Confrontadas pelos gestores com suas respectivas metas dirias, essas informaes permitem a adoo imediata de medidas corretivas, quando necessrio.

    Os avanos obtidos com o SI3, tanto tecnolgico quanto na assistncia ao paciente, foram reconhecidos pela sociedade com a obteno do Prmio Governador Mrio Covas - Inovaes na Gesto Pblica no Estado de So Paulo, na categoria Uso das Tecnologias de Informaes e Comunicao - TIC.

    Alm do SI3, o Servio de Informtica desenvolveu e implantou um sistema completo para aquisio, transmisso, armazenamento de visualizao de imagens mdicas (PACS-InCor), para atender as reas de diagnstico. O PACS-InCor utiliza especificaes internacionais e est totalmente integrado aos equipamentos, que geram imagens mdicas, como tomgrafos, e ao SI3.

    O PACS-InCor inclui tambm um visualizador de imagens mdicas e um ambiente completo para gerenciamento do armazenamento de imagens mdicas de modo hierarquizado e com segurana

  • 5 INFORMAES E CONHECIMENTO

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    Atualmente, imagens de tomografia, ressonncia magntica, medicina nuclear e hemodinmica, so enviadas dos departamentos de imagens e armazenadas no PACS-InCor.

    Gesto de Indicadores Especficos

    O Relatrio de Produo e Acompanhamento Econmico-Financeiro, elaborado mensalmente pela assessoria tcnica da Diretoria Executiva, divulgado e analisado, visando aes de acompanhamento e correo pelos seguintes fruns: reunies tcnicas da assessoria, do Board da Direx e das diretorias de rea; Superintendncia do HC; Conselho Deliberativo da Faculdade de Medicina da USP; Conselho Diretor, Presidncia e Superintendncia Financeira da Fundao Zerbini; e Secretrio da Sade.

    Os indicadores globais, com a consolidao dos dados setoriais das reas de assistncia, so divulgados em relatrios mensais na Intranet pela UIMH - Unidade de Informaes Mdicas e Hospitalares e Uapie Unidade de Atendimento ao Paciente Internado e em Emergncia.

    A Pesquisa de Avaliao da Qualidade do Atendimento de pacientes internados, com dados consolidados no Ncleo de Informtica do HC, divulgada pela Assessoria de Comunicao Social em relatrios mensais para a Diretoria Executiva e diretorias das reas de assistncia. Os dados servem de subsdio para avaliao e aprimoramento contnuos das polticas de melhoria da qualidade do atendimento. As informaes so avaliadas mensalmente pela Alta Direo do InCor e em reunies internas das equipes.

    O SQ - Sistema Integrado da Qualidade coordena a pesquisa anual de opinio dos mdicos e corpo de enfermagem, usurios do LAC Laboratrio de Anlises Clnicas, dentro da sistemtica da norma ISO 9001:2000. O resultado dessa avaliao ocorre por meio de retorno dos dados consolidados s reas correspondentes, com discusso das melhorias junto s diretorias do LAC e s equipes mdica e de enfermagem. Os indicadores de imagem pblica do Instituto na imprensa so gerenciados pela assessoria de imprensa, no mbito da Assessoria de Comunicao Social, atravs de relatrios mensais e anuais, compreendendo indicadores quantitativos e qualitativos de exposio da marca InCor, disponibilizados para a Diretoria Executiva, Conselho Diretor e demais reas interessadas.

    No ensino, a Coordenadoria de Ps-Graduao responde pelos indicadores do Programa de Ps-Graduao em Cardiologia, Cirurgia Cardaca e Torcica e Especialidades Multiprofissionais, discutidos em reunies mensais da Coordenadoria.

    A Comisso de Ensino gerencia os indicadores dos programas de graduao, residncia, estgios de diversas modalidades, programa de aprimoramento, curso de especializao e eventos de reciclagem nas reas mdica e multiprofissional.

    Os dados de produo cientfica so consolidados pelo Servio de Biblioteca, Documentao e Material Didtico e Audiovisual, em carter anual.

    Divulgao das Informaes Organizacionais

    A divulgao das informaes organizacionais aos profissionais da Instituio ocorre por meio de um fluxo qualitativo de distribuio, escalonado segundo o envolvimento dos colaboradores no processo de prestao de servios do Instituto na assistncia, ensino e pesquisa e em projetos de melhorias da qualidade de produtos e servios do hospital nessas trs reas.

    Dentro desse fluxo, as informaes so divulgadas como ferramenta para a tomada de deciso em todos os nveis funcionais, obedecendo estrutura orgnico-funcional da Instituio. So difundidas ainda para todas as reas e nveis hierrquicos aplicveis para a organizao e aos demais institutos do complexo, servios de apoio diagnsticos teraputicos, apoio operacional, apoio administrativo e reas internas organizao.

    Na rea de publicaes, coordenada pela Assessoria de Comunicao Social, destaca-se o relatrio anual de atividades, distribudo ao mailing interno da organizao, de acordo com a estrutura orgnico-funcional.

  • 5 INFORMAES E CONHECIMENTO

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    A Assessoria de Comunicao Social utiliza ainda, em cobertura de eventos institucionais de expresso, como a Reunio da Diretoria Executiva com os Funcionrios e a Reunio Mensal da Diretoria Executiva com Diretores de Unidades, a divulgao de matrias de cobertura pelo sistema de mensagem eletrnica aberta a todos os usurios da intranet. Os eventos de carter aberto so disseminados por meio de murais estrategicamente dispostos nos andares do Instituto.

    Por esses mesmos sistemas, so divulgadas informaes gerais da organizao, visando promover a adeso dos profissionais s diretrizes institucionais e relaes humanas e profissionais integradas na organizao.

    A mdia eletrnica, coordenada pelo Servio de Informtica, representa um importante veculo de divulgao de informaes na organizao. Por meio dela, disponibiliza-se aos colaboradores os relatrios e o acesso para consulta do Sistema de Gesto Hospitalar, alm de informaes diversas no sistema news e correio eletrnico.

    Novas aes de implementao da informao organizacional

    Desde agosto de 2004, a mdia Intranet est no ar, com notcias e servios institucionais para a comunidade InCor. Lanada, nesta fase, em carter piloto, a intranet est aberta para acesso dos diretores e formadores de opinio institucional, visando uma primeira avaliao do usurio antes de sua expanso a todos os colaboradores.

    Utilizando-se da tecnologia da Internet para atender os interesses de informao dos funcionrios do InCor, Fundao Zerbini e unidades apoiadas, essa mdia tem o objetivo de criar um espao para a divulgao de notcias, dados histricos, servios e ferramentas institucionais facilitadoras das tarefas de seus profissionais (normas, documentos, processos, etc) no dia-a-dia: um espao virtual de trabalho e troca de informaes.

    A primeira fase do projeto teve incio em julho de 2003, por meio da criao do Grupo Gestor, constitudo pela Assessoria de Comunicao Social, Servio de Informtica, Servio de Gesto do Fator Humano e Fundao Zerbini. Esse grupo planejou e implementou as etapas do processo de construo da verso piloto, com a definio de layout e de funcionalidades do site.

    Segurana e confiabilidade das informaes

    Para garantir a confidencialidade das informaes na Instituio, muitas delas de carter privado do paciente, foram implementadas polticas de segurana para acesso ao Sistema de Gesto Hospitalar, com base em senha e perfis do usurio, conforme a norma internacional ISO/IEC 15.408.

    Alm dessa norma, tambm foi implantada a norma conjunta de servio que estabelece as responsabilidades dos usurios, sobre os aspectos de segurana, as formas de proteo dos recursos e informaes sobre sua responsabilidade.

    Para garantir a integridade fsica das informaes na rede, existem medidas de segurana para controle do acesso aos recursos: bloqueio de acesso por endereos (firewall) em vrios nveis; controle de acesso a pginas proibidas na Internet, com base no contedo; sistema para deteco e eliminao de vrus composto por dois nveis (servidor de e-mail e cliente); sistemas para deteco automtica de mensagens de e-mail no solicitadas (spam); sistemas de monitoramento contnuo e de auditoria das condies da rede interna e externa.

    Os procedimentos para armazenamento de dados dos diversos servidores, por meio de cpias de segurana (backups), e de contingncia, so regidos por normas internas no formato ISO 9000, com base na norma NBR ISO/TEC 17.799 - certificados pelos rgos externos competentes em 2001 e recertificados em 2003.

    Como medida suplementar, so realizados semanalmente backups completos de todos os sistemas. Permanecem sob armazenamento de segurana os quatro ltimos conjuntos de todos os backups (janela de um ms). As mdias contendo as cpias de segurana ficam armazenadas em cofre para mdias magnticas, protegido contra incndio, conforme norma internacional.

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    O acesso fsico rea, contendo os principais equipamentos e unidades de armazenamento, restrito ao pessoal autorizado, por meio de carto magntico de acesso, sistema de registro eletrnico de entrada, sada e identificao do profissional. O sistema de segurana de acesso inclui ainda circuito interno de TV, com capacidade para registro contnuo de 192 horas de gravao, na Central de Segurana da Instituio. Nas demais dependncias da rea de tecnologia da informao no Instituto, o acesso monitorado continuamente pelo circuito interno de TV.

    Controle dos Padres de Trabalho, Correes e Indicadores de Controle

    Auditorias externas independentes e de rgos pblicos, com periodicidade anual, verificam se as informaes existentes cumprem com os requisitos legais e internos em diferentes reas do hospital, tais como faturamento e informtica. Mtodos de Obteno das Informaes e Aspectos da Preservao da Informao Comparativa

    A obteno de informaes est relacionada necessidade organizacional de coleta de informaes comparativas de instituies, que venham ao encontro dos interesses para a promoo de melhorias. Destacam-se como fontes de preservao das informaes comparativas: participao em processos de ranking de publicaes especializadas; extrao de informaes em publicaes especializadas; extrao de informaes em rgos e entidades pblicas, governamentais ou internacionais: DataSUS Ministrio da Sade, IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica, OMS Organizao Mundial da Sade, etc.; e utilizao do sistema de benchmarking interno. A avaliao dos padres de trabalho e das prticas de gesto realizada por meio da medio do grau de satisfao dos usurios, de pesquisas de opinio; da anlise dos relatrios de avaliao das auditorias externas (Secretaria de Sade do Municpio de So Paulo, Secretaria de Estado da Sade, Tribunal de Contas do Estado, Fundao Zerbini, entre outras); das avaliaes sistemticas durante a prtica do gerenciamento de rotina da discusso de melhorias dentro dos grupo de trabalho. O processo de avaliao aplicvel a toda a Instituio e ocorre tanto periodicamente, no caso dos indicadores globais do Instituto, quanto sob demanda de projetos especficos - novos produtos e servios, melhoria da qualidade, etc. Desde o Conselho Diretor e a Diretoria Executiva, a avaliao processada em instncias diversas do hospital, passando por comisses, diretores de reas, grupos de melhoria etc., num fluxo contnuo de alimentao e realimentao do processo. So exemplos de inovaes e melhorias na gerao e difuso de informaes e conhecimento organizacional no InCor, em 2004-2005: Melhorias na infra-estrutura dos servios da rede interna de computadores, servidor de e-mail e monitoramento antivrus; Desenvolvimentos de novos mdulos do SI3, possibilitando maior integrao entre as reas do Instituto e agilidade no acesso informao atualizada e de srie histrica de pacientes; Implantao do sistema de consultas de laudo de exames pela internet, visando melhorar o canal de relacionamento e interao com o cliente mdico e aumentar a velocidade do processo; Gesto inovadora de informaes hospitalares no mercado de sade com informaes administrativo-financeiras e de produo. 5.2. Gesto das Informaes Comparativas Informaes comparativas com a concorrncia so selecionadas pelo Instituto, por meio do acesso a relatrios de produo, atividades tcnicas e eventos internos. O Relatrio de Produo e Acompanhamento Econmico-Financeiro divulgado mensalmente pela assessoria tcnica da Diretoria Executiva do InCor para a Superintendncia do HC, Conselho Diretor, Presidncia e Superintendncia Financeira da Fundao Zerbini, membros do Board, Conselho Deliberativo da Faculdade de Medicina e Secretrio da Sade. Em maio de 2005, os

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    dados foram atualizados no banco de dados PNASS, antigo PNASH, do MS Ministrio da Sade, onde igualmente avaliado em contraposio a outras organizaes semelhantes. Os indicadores mensais de assistncia do InCor so continuamente comparados aos de outros institutos do Complexo, e tambm, aos da Fundao Getlio Vargas, por meio do NIS, no site do HC. Alm destes, so exemplos de gesto das informaes comparativas os seguintes eventos e documentos: Pesquisa Relatrio de avaliao do desempenho de projetos de pesquisa com dados fornecidos pelo

    InCor, instituies de fomento cincia e tecnologia - como Capes Coordenao de Aperfeioamento de Pessoal de Nvel Superior, CNPq Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientfico e Tecnolgico e Fapesp Fundao de Amparo Pesquisa do Estado de So Paulo - elaboram relatrio comparativo da produo do Instituto frente a outras instituies de pesquisa no mbito nacional;

    Jornadas cientficas organizadas pela Comisso de Ensino, jornadas cientficas-mdica e multiprofissional apresentam ao pblico externo, o estado da arte das especialidades no InCor, e em outras organizaes similares, no que se refere Incorporao de novas tecnologias e tcnicas, na rea da Sade. O foco est na reciclagem e auto-avaliao.

    Assistncia

    Relatrio do SIQV - Secretaria Executiva de Alta Complexidade em Cardiologia - o documento apresenta dados comparativos de produo de todos os hospitais brasileiros que atendem pacientes financiados pelo SUS. Entre outros itens de anlise, os relatrios do SIQV apresentam os seguintes indicadores: nmero de consultas, nmero de cirurgias, nmero de altas hospitalares, nmero de bitos e nmero de horas de cirurgia.

    PNASS Programa Nacional de Avaliao de Servios de Sade, antigo PNASH - ferramenta de avaliao do Ministrio da Sade, construda com base na opinio dos usurios do SUS. Os relatrios peridicos do PNASS permitem gerar indicadores para a implantao de processos de melhoria no hospital. O item 8 - Resultados - deste relatrio apresenta quadro comparativo de quatro hospitais, entre eles o InCor, e os respectivos itens avaliados.

    Geral

    Benchmarking - visitas contnuas de profissionais do InCor a outras instituies, com o objetivo de conhecer novas formas de gesto, inovaes e tecnologias. Nessas ocasies, as necessidades e prioridades comparativas so determinadas, com o propsito de analisar a posio dos produtos e servios do Instituto no mercado de sade.

    Aprendizado

    A implementao de inovaes e melhorias - identificadas no processo de avaliao das prticas de gesto e dos respectivos padres de trabalho - acontece por meio das seguintes etapas:

    Identificao das possibilidades de melhoria;

    Anlise de viabilidade (custo/benefcio);

    Elaborao do projeto de execuo;

    Aprovao pelas instncias envolvidas no processo;

    Homologao, implementao dos novos processos e;

    Registro dos novos padres de trabalho.

    O hospital adota os seguintes processos para avaliar as prticas de gesto e os padres de trabalho na gesto das informaes comparativas de seus produtos e servios:

    Medio do grau de satisfao dos usurios, por meio de enquetes e pesquisas de opinio (intersetorial, colaboradores e gestores), nas quais so registradas e avaliadas opinies sobre as informaes comparativas;

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    Anlise dos relatrios de avaliao das auditorias externas, contendo sugestes dos auditores, assim como de documentos elaborados por outras instncias externas ao Instituto e do registro de eventos de benchmarking;

    A partir da anlise das informaes comparativas, grupos de trabalho multidisciplinares desenvolvem projetos de melhorias e inovaes.

    5.3. Gesto do Capital Intelectual Identificao e desenvolvimento

    O InCor considera a competncia de seu corpo funcional seu maior patrimnio. A capacidade de seus colaboradores de engendrar melhorias, inovaes, avanos tcnicos e tecnolgicos de processos, produtos e servios na rea da Sade o valor fundamental do capital intelectual da organizao.

    Visando proteger esse patrimnio, assim como planejar sua expanso, o Instituto definiu a diretriz Gesto de Pessoas Capacitao e Aperfeioamento como linha de gesto para identificar, promover e proteger o capital intelectual da organizao.

    O capital intelectual do InCor mapeado por diferentes setores no processo de constante monitoramento das atividades e das melhorias empreendidas pelo corpo funcional. No campo da pesquisa, a Coordenadoria de Ps-Graduao atua na identificao, acompanhamento e avaliao dos profissionais envolvidos em atividades acadmicas na organizao, por meio da Faculdade de Medicina da USP.

    A atuao acadmica desse segmento do quadro de colaboradores do Instituto serve de referncia e foco de difuso de padres de excelncia ao corpo funcional do InCor como um todo. Nessa atividade, professores e pesquisadores do Instituto contam com o auxlio da Unidade de Apoio Pesquisa, que fornece consultoria para a utilizao de metodologia adequada na elaborao de projetos de pesquisa.

    A Instituio tambm identifica e desenvolve seu capital intelectual por aes especficas, como, por exemplo, a criao da GAP Gerncia de Administrao de Pesquisa. A GAP tem como misso assessorar contratos junto a empresas ligadas a rea da Sade, contribuindo para o aprimoramento da assistncia na Instituio e na comunidade.

    O SGFH - Servio de Gesto do Fator Humano interage de forma estruturada e contnua com as lideranas, visando a disseminao, aplicao e reviso das polticas de gesto de seu capital intelectual de forma a facilitar e ampliar a atuao das unidades como gestoras de pessoas.

    Para tanto, so desenvolvidos programas especficos relacionados capacitao, treinamento e desenvolvimento. Conforme poltica institucional, a seleo de candidatos ocorre prioritariamente dentro do quadro de colaboradores, tanto para processos de transferncia de rea como para transposio de cargo. Os processos seletivos so divulgados a todos os funcionrios pela intranet e no site da Fundao Zerbini - InCor (www.incor.usp.br).

    As aes de consultoria interna s reas e o fornecimento de orientaes especficas s lideranas fazem com que a equipe da GFH se aprimore constantemente usando metodologias e ferramentas especficas de cada situao, tais como diagnstico de necessidades de treinamento, vivncias e trabalho em equipe.

    O SGFH atua na melhoria contnua das prticas relativas aos sistemas de trabalho, visando a otimizao das suas atividades e a satisfao dos clientes. Entre as aes nessa rea, podem ser citadas: padronizao dos formulrios e o manual de polticas da GFH, alinhados implantao do programa de comunicao de recursos humanos aos clientes; e metodologia de gesto de processos e avaliao das atividades de treinamento sob medida as reas e programas de desenvolvimento profissional e organizacional. A rea de Desenvolvimento Profissional e Organizacional tem a misso de desenvolver competncias e talentos humanos, por meio de programas que consideram as especificidades das

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    situaes e pblico-alvo: Integrao Institucional, Recepo na rea de Atuao e Treinamento Especfico na Funo; Desenvolvimento das Lideranas; Programa de Atendimento ao Cliente; cursos externos; e projetos de parceria com as reas para o desenvolvimento profissional e organizacional.

    Manuteno e proteo do capital Intelectual

    A Instituio estimula seus colaboradores ao pensamento criativo e inovador, proporcionando a participao em workshops, seminrios, congressos, benchmarkings e outros eventos externos e internos, como forma de incentivar o autodesenvolvimento profissional e a difuso do know how da Instituio.

    O capital intelectual da Instituio protegido por meio da divulgao das inovaes em publicaes e eventos cientficos com o objetivo de garantir a aceitao e o reconhecimento das descobertas pela comunidade cientfica e de assegurar ao profissional e Instituio o crdito pelo desenvolvimento destas.

    Diferentemente de outras reas de negcio, nas quais a proteo garantida pela confidencialidade do capital intelectual (registro de marcas e patentes, por exemplo), as entidades de ensino e pesquisa na sade necessitam divulgar suas novas prticas e descobertas, visando a alcanar o referendo do meio mdico acadmico e cientfico.

    Compartilhamento de Conhecimentos e Tecnologias

    Dentre os meios utilizados no processo de compartilhamento de conhecimentos e de tecnologias na organizao, destacam-se:

    Cursos de treinamento - ministrado por colaboradores e profissionais do mercado, visando a multiplicao do conhecimento desenvolvido ou adquirido e aperfeioado internamente na organizao.

    Campanhas e palestras educativas - proferidas por profissionais InCor para o pblico interno e para a comunidade. Esses eventos contemplam, entre outros tpicos, a aplicao do conhecimento agregado na prtica da atividade assistencial e a transferncia de conhecimento adquirido na participao em cursos ou eventos externos patrocinados pela Instituio.

    Programa de Educao Continuada em Enfermagem ciclos de palestras e treinamentos especficos voltados para a qualificao contnua do quadro de profissionais em enfermagem. O objetivo do programa atualizar e alinhar o conhecimento em novas prticas na rea de enfermagem.

    Controle da Manuteno e Proteo da Gesto Intelectual

    A disponibilizao dos ambientes e recursos para os colaboradores da Instituio mensurada por um conjunto de indicadores quantitativos que determina seu grau de utilizao: taxa de utilizao de livros e peridicos e taxas de pesquisas mdicas, nmero de pesquisadores no acervo histrico etc.

    A participao em eventos internos e externos aferida por indicadores quantitativos que medem o nmero de participantes e o de eventos, alm de indicadores qualitativos de avaliao da recepo dos participantes de cada evento. O Instituto mantm ainda indicadores oramentrios que regulam a participao dos colaboradores do Instituto em eventos externos.

    Na rea de pesquisa, a produo cientfica acompanhada por instrumento de coleta de dados junto s equipes de pesquisa, com o intuito de assegurar o crdito da na divulgao de informao.

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    Aprendizado

    O principal indicador de avaliao das prticas de gesto e dos padres de trabalho da gesto do capital intelectual est no nmero de melhorias realizadas nos processos de incentivo, estmulo, ampliao, compartilhamento, proteo e reteno de tcnicas e tecnologias, por meio de:

    Facilitao do acesso a informaes e conhecimentos;

    Implantao de novas tecnologias de aproximao do saber;

    Estruturao orgnica de servios especializados no apoio e;

    Canalizao de novas pesquisas e de novos pesquisadores.

    Destaca-se no aprendizado organizacional o processo de constantes incorporaes tcnicas e tecnolgicas na rotina e na infra-estrutura do hospital, com o objetivo de manter o InCor na linha de excelncia da cardiologia mundial. O processo demanda profissionais de alta especializao, mantidos num sistema de aprimoramento e de atualizao contnuos, tanto de carter interno quando externo.

    Constitui preocupao da equipe da Gesto do Fator Humano o acompanhamento sistemtico dos indicadores bem como a busca de informaes comparativas do desempenho. Nesse contexto, cabe mencionar a participao ativa desta equipe em grupos externos especficos de recursos humanos GISAH (Grupo Informal de Salrios dos Hospitais) e a verificao, na literatura e informativos PROAHSA, de dados comparativos dos indicadores clssicos da Gesto de Pessoas.

    As prticas de gesto, referentes ao sistema de trabalho, so avaliadas mediante relatrios peridicos dos indicadores de desempenho: nmeros de funcionrios, admitidos, demitidos, processos seletivos, transposies e transferncias, funcionrios bolsistas que estudam; investimento em benefcio; taxas de rotatividade e de absentesmo; ndice de processos trabalhistas. A partir dos Indicadores PROAHSA HC FMUSP pode-se estabelecer uma comparao que subsidia a anlise do desempenho, a tomada de deciso e a melhoria das prticas gerenciais. Neste contexto esto includos, por exemplo, os indicadores: absentesmo e rotatividade.

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    6. GESTO DE PESSOAS

    6.1. Sistemas de Trabalho Definio, execuo e controle das prticas de gesto.

    A Gesto do Fator Humano GFH tem a misso de "Desenvolver, junto s lideranas, polticas que possibilitem atrair, desenvolver e reter talentos com competncias para exercer suas funes, alinhadas aos processos de trabalho e s diretrizes Institucionais". Para garantir a execuo desta Misso, temos interagido de forma estruturada e contnua junto s lideranas, visando a disseminao, aplicao e reviso das polticas de gesto de pessoas de forma a facilitar e ampliar a atuao das unidades como gestoras de pessoas, sendo que um dos desafios da rea de recursos humanos criar condies facilitadoras da motivao para o trabalho e a melhoria na eficincia dos processos. Outro desafio integrar a equipe de colaboradores, formada pelas seguintes categorias: corpo gerencial, corpo clnico, enfermagem, equipe multiprofissional, administrativa, operacional e bolsistas, de forma a conseguir a formao de equipes de trabalho produtivas e obter os resultados esperados pela Instituio ORGANOGRAMA DO SGFH:

    Organizao do Trabalho:

    A organizao do trabalho da Gesto do Fator Humano - GFH caracterizada pela sua parceria com as diversas reas InCor.

    Considerando a estrutura de cargos/salrios e o oramento disponvel de cada rea, agregamos profissionais atravs do processo de recrutamento e seleo. Aps a contratao, so desenvolvidos programas especficos relacionados capacitao/treinamento/desenvolvimento. A avaliao dos colaboradores no perodo de experincia ocorre predominantemente na forma de treinamento em servio. A remunerao busca um equilbrio com o mercado externo da rea da sade e a disponibilidade interna.

    ALTA DIREO

    DIRETORIASGFH

    APOIO ADM.

    RECRUTAMENTO &

    SELEOMOVIMENTAO CONTROLE BENEFCIOS REMUNERAO

    DESENVOLVIMENTOPROFISSIONAL E

    ORGANIZACIONAL

    REAS

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    Cabe mencionar que as aes de consultoria interna, junto s reas, e o fornecimento de orientaes especficas s lideranas, fazem com que a equipe da GFH se aprimore constantemente usando metodologias e ferramentas especficas de cada situao tais como diagnstico de necessidades de treinamento, vivncias e trabalho em equipe. A GFH vem atuando na melhoria contnua das prticas relativas aos Sistemas de Trabalho, visando a otimizao das suas atividades e a satisfao dos clientes. Foram realizadas as seguintes aes: atualizao do modelo de descrio de cargos/funo incluindo as competncias e desafios

    dos cargos correlacionando processos de trabalho e atividades; definio, junto com as unidade, de metodologia de dimensionamento de quadro de pessoal padronizao dos formulrios e o manual de polticas da GFH, alinhados implantao do

    programa de comunicao de recursos humanos aos clientes; metodologia de gesto de processos e avaliao das atividades de treinamento sob medida as

    reas e programas de desenvolvimento profissional / organizacional; elaborao da Cartilha do Programa de Integrao Institucional em parceria com os

    instrutores disseminao do Manual Institucional de Redao Administrativa(resultado do Treinamento

    de atualizao em Redao); aprimoramento dos indicadores de desempenho. Constituem preocupao da equipe da Gesto do Fator Humano o acompanhamento sistemtico dos Indicadores bem como a busca de informaes comparativas do desempenho. Neste contexto, cabe mencionar a participao ativa desta equipe em grupos externos especficos de recursos humanos GISAH (Grupo Informal de Salrios dos Hospitais) e a verificao, na literatura e informativos PROAHSA, de dados comparativos dos indicadores clssicos da Gesto de Pessoas.

    Caracterizao da fora de trabalho InCor

    O trabalho competente e dedicado dos colaboradores faz do InCor um centro de excelncia e referncia na prestao da assistncia e no desenvolvimento do ensino e da pesquisa. Existem trs tipos de vnculos empregatcios: Hospital das Clnicas; Fundao Zerbini e profissionais com duplo vnculo (HC+FZ). (FONTE DEZ. 2004 - GFH)

    Por Vnculo Qtd. Hospital das Clnicas

    1.455 Fundao Zerbini.

    1.418 TOTAL 2.873 Por Sexo Qtd. Feminino 1.906 Masculino 967 TOTAL 2.873 Por Faixa Etria Qtd Menor de 20 anos 1 de 20 a 29 anos 580 de 30 a 39 anos . 873 de 40 a 49 anos . 902 de 50 a 59 anos 420 de 60 a 69 anos .. 85 70 ou mais 12 TOTAL 2.873

    Por Categoria Funcional Qtd Gerencial 83 Corpo Clnico 321 Enfermagem 917 Multiprofissional 672 Administrativo 619 Operacional 212 Bolsistas 49 TOTAL 2.873

    Por Escolaridade Qtd. Superior 1216 Ensino Mdio 998 Ensino Fundamental 659 TOTAL 2.873

    Por Titulao Qtd Professor Titular 12 rea Mdica 11 Outras 1 Livre Docente 64 rea Mdica 63 Outras 1 Doutor 144 rea Mdica 133 Outras 11 TOTAL 220

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    Recrutamento e Seleo

    Alinhado misso da GFH, Recrutamento e Seleo R&S - do InCor busca agregar talentos, atraindo e fixando colaboradores com competncias. Desta forma, a rea tem como metas estabelecer polticas e metodologia de seleo, com baixa subjetividade e alta assertividade, que permitam s lideranas selecionarem colaboradores e sucessores com competncias alinhadas s necessidades da rea e da Instituio, observando-se as possibilidades institucionais e a realidade de mercado. Recrutamento Interno Conforme poltica definida na Instituio, a procura de candidatos se d prioritariamente dentro do quadro de colaboradores, tanto para Processos de Transferncia (mudana de rea) como Transposio (mudana de cargo). Todos os Processos Seletivos so divulgados via intranet, garantindo a possibilidade de inscrio dos colaboradores nos Processos que tenham interesse e que atendam aos requisitos. Recrutamento Externo Dadas as caractersticas da instituio - Hospital Escola - e a alta capacitao tcnica, necessria ao bom desempenho das atribuies de cada funo, os Aprimorandos e Estagirios da CAP (Coordenadoria de Aprimoramento de Pessoal) Ncleo de Capacitao e Desenvolvimento NCD, das diversas reas (ex. Enfermagem, Farmcia, Fisioterapia, Nutrio, etc) so fontes importantes de captao de colaboradores no mdicos. Os Mdicos advm fundamentalmente do complexo HC como rgo formador. Utilizamos para o recrutamento de auxiliares de enfermagem o banco de dados dos ex-alunos do CeFACS- Centro de Formao e Aperfeioamento em Cincias da Sade da Fundao Zerbini. Todos os Processos Seletivos so divulgados no site da FZ/InCor (www.incor.usp.br). Utilizamos tambm contatos com sindicatos, associaes de classe, consultorias, escolas alm de intercmbio com cadastro de outros hospitais e/ou empresas. Contratao A contratao do HCFMUSP feita atravs de Concursos Pblicos, pela Comisso de Concursos Pblicos CCP nos termos do Decreto 21.872, de 6.1.84, Portaria HCFMUSP 2 , de 25.04.84. A contratao atravs da FZ segue normas especficas que tem por finalidade a padronizao dos critrios e procedimentos para o Processo Seletivo, nas admisses de colaboradores mdicos e da equipe multiprofissional, observando-se o Recrutamento Interno e Externo. Processos Seletivos So auditados pelo Tribunal de Contas do Estado de So Paulo. Os CRITRIOS pontuados nas Normas dos Processos Seletivos so: Todo Processo Seletivo realizado sob orientao e por meio da rea de Recrutamento e Seleo;

    prioridade o preenchimento das vagas por Transposio, atravs de Recrutamento Interno;

    O Processo Seletivo de Profissionais da equipe multiprofissional, conduzido por Banca Examinadora que tem em sua composio representantes da unidade para a qual os candidatos esto sendo selecionados e da rea de Recrutamento e Seleo.

    O Processo Seletivo para profissionais mdicos conduzido sob orientao da rea de Recrutamento e Seleo, porm seguindo as NORMAS GERAIS PARA ADMISSO DO CORPO CLNICO.

    Os Processos Seletivos tem validade de 1 (um) ano a partir da data de homologao, podendo ser prorrogada a validade por mais 1 (um) ano, cabendo a deciso ao Presidente da Banca Examinadora;

    Os classificados em um determinado Processo Seletivo podem ser convocados para preencher vagas em aberto em cargos com os mesmos pr-requisitos, ainda que em reas diferentes, desde que aprovados em entrevista com a chefia requisitante.

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    Transparncia, tica, flexibilidade, agilidade, compromisso com os objetivos institucionais e com o aprendizado organizacional contnuo, so os valores que norteiam as polticas e a metodologia de Recrutamento e Seleo da instituio. Todo o trabalho feito em total PARCERIA com as reas requisitantes. Foco no cliente, foco nos resultados, flexibilidade, capacidade de trabalho em equipe, auto - aprendizado so competncias consideradas essenciais para todo e qualquer colaborador dentro da Instituio.

    As prticas de seleo utilizadas fundamentam-se nos dados coletados a partir da anlise e especificao do cargo/rea em questo, atravs dos quais definimos as etapas / tcnicas mais adequadas para a pesquisa no comportamento dos candidatos, de caractersticas que confirmam ou no a presena de competncias especficas imprescindveis para o sucesso no cargo. Entrevistas com foco em competncias, provas situacionais, dinmica de grupo e anlise de curriculum so alguns dos instrumentos utilizados e que tm sua eficincia e eficcia consagradas pelo mercado.

    Os candidatos so informados de forma clara e objetiva de todas as etapas a que sero submetidos durante todo o processo. Cargos e Salrios

    O Plano de Cargos e Salrios do InCor - PCSI, est voltado ao processo de consolidao e modernizao do contexto organizacional, visando assegurar a consistncia interna e externa da estrutura de cargos e polticas de administrao salarial voltadas aos objetivos institucionais, permitindo a criao de mecanismos de fixao, acompanhamento e desenvolvimento do desempenho de seus colaboradores.

    Ressaltamos que a estrutura do plano flexvel, objetivando permitir, a mdio e longo prazos, os ajustes necessrios que contemplem a realidade de mercado e as possibilidades institucionais.

    Estrutura de Cargos

    O PCSI est estruturado de forma a atender s necessidades da Instituio, por meio da criao de agrupamentos diferenciados de cargos de acordo com a natureza de suas atividades:

    Plano Apoio Mdico: agrupamento das funes nas quais, preponderantemente, so executadas atividades ligadas as reas que desenvolvem atividades-fim dentro da instituio (atendimento direto ou indireto ao paciente).

    Plano Tcnico Administrativo: agrupamento das funes nas quais, preponderantemente, so executadas atividades tcnicas e/ou administrativas de qualquer nvel, que fornecem suporte s reas-fins da instituio.

    Plano Operacional: agrupamento das funes nas quais, preponderantemente, so executadas tarefas de natureza operacional.

    Plano de Informtica: agrupamento de funes nas quais preponderantemente, so executadas atividades de suporte de informtica, tanto voltados para rea mdica quanto para rea administrativa.

    Plano do Corpo Clnico: agrupamento de funes voltadas ao atendimento clnico, cirrgico e de diagnstico.

    A estrutura de cada plano, exceto o do Corpo Clnico, que tem uma organizao diferenciada, foi definida por meio de avaliaes dos diversos cargos que o compe, utilizando o sistema de pontos.

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    A estruturao de cargos do Corpo Clnico, por no ter uma grande quantidade de cargos, baseia-se na estruturao hierrquica formal e no em sistemas de avaliao. O Plano do Corpo Clnico, permite a contratao de profissionais de acordo com as seguintes categorias:

    - Regime de Dedicao Exclusiva: profissional dedicado exclusivamente ao InCor, atuando em regime de 40h/sem

    - Regime de Tempo Integral: profissional que tambm atua em regime de 40h/sem, porm poder exercer atividades externas desde que no conflitantes com os interesses da Instituio.

    - Produo

    - Planto

    Nos regimes de Dedicao Exclusiva e Tempo Integral, o enquadramento na tabela salarial leva em considerao a formao acadmica do profissional, aliada ao tempo na instituio.

    Nos regimes de Produo e Planto o profissional recebe Remunerao Varivel, seus vencimentos esto de acordo com os procedimentos realizados e plantes dados, independente de sua titulao e tempo de casa.

    Manuteno da Estrutura de Cargos

    Para alinhar-se s diretrizes da GFH, a estrutura de cargos do InCor, est sendo revisada e atualizada, com base em modelo de descrio de cargos por competncia, visando a multifuncionalidade, enriquecimento de funo, definio de perfis de competncia e consequentemente uma nova reestruturao dos mesmos.

    Para tanto, estamos disseminando a nova metodologia junto s unidades de forma progressiva, atuando como consultores na construo da nova estrutura de cargos. No ano de 2004, cerca de 40% das descries j foram atualizadas no modelo por competncia.

    Poltica Salarial

    A poltica salarial estabelece as diretrizes que iro disciplinar a estruturao e manuteno das tabelas salariais, bem como as movimentaes funcionais horizontais e verticais, possibilitando a adequada administrao dos recursos humanos, alm de formalizar diretrizes gerais da administrao de cargos e salrios.

    Manuteno das Tabelas Salariais

    As tabelas salariais so atualizadas de acordo com as datas e os percentuais concedidos nos acordos/dissdios coletivos, antecipaes salariais e aumentos espontneos para equiparao com o mercado. As atualizaes so sempre de carter geral, exceto nos casos de equiparao com o mercado, quando podem ocorrer atualizaes diferenciadas por plano, visando sempre manter o equilbrio interno e externo da estrutura salarial, de acordo com as necessidades da Instituio.

    Deslocamentos Funcionais nas Tabelas

    A estruturao das tabelas tem por objetivo assegurar a possibilidade de crescimento salarial aos funcionrios atravs de deslocamentos verticais e horizontais.

    O deslocamento vertical ou transposio significa a progresso funcional de uma faixa salarial para outra superior, desde que sejam atendidas as seguintes condies:

    - disponibilidade de vaga no quadro efetivo;

    - sejam atendidos os requisitos mnimos para ocupao do cargo;

    - resultados positivos no desempenho alcanado no cargo atual.

    O funcionrio promovido devera ser posicionado em um grau da faixa salarial do cargo para o qual esta sendo transposto, de forma a permitir a ocorrncia de aumento efetivo do salrio.

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    O deslocamento horizontal ou por mrito significa a progresso funcional de um grau para outro superior dentro da mesma faixa salarial, desde que sejam atendidas as seguintes condies:

    - avaliao informal de desempenho

    - disponibilidade oramentria da rea;

    - intervalo mnimo de 2 anos no cargo. Caso o funcionrio seja transposto de cargo, devera ser obedecido este intervalo a contar da data da promoo.

    No caso dos Mdicos, a concesso por mrito, refere-se ao deslocamento de Classe, dentro do Nvel em que o profissional est enquadrado, tambm obedecendo ao prazo mnimo de 02 anos. A avaliao da concesso deste diferencial feita pela Subcomisso de Avaliao do Corpo Clnico, mediante solicitao do profissional interessado e aps avaliao do seu Curriculum Vitae e de Relatrio de Atividades desenvolvidas pelo mesmo nos ltimos 02 anos.

    Adicionais

    Alm do enquadramento na Tabela Salarial na faixa salarial correspondente ao seu cargo, os funcionrios tm possibilidade de receber valores adicionais ao seu salrio. Estes adicionais so:

    - Adicional por Tempo de Servio: o funcionrio tem direito, a cada ano completado de efetivo exerccio de sua funo a um adicional de 3% de sua R.I, a ser pago no ms em que completar o tempo de casa. Este adicional pago uma vez por ano e no Incorporado ao salrio.

    - Adicional por Atividade Especializada: o funcionrio que desenvolver atividades em reas definidas como especiais, justificando diferenciao com relao aos respectivos pares das demais reas, faz jus a um adicional de 15% sobre a remunerao InCor.

    Aprendizado

    As prticas de Gesto, referentes ao Sistema de Trabalho, so avaliadas mediante relatrios peridicos dos indicadores de desempenho, a saber:

    - n de funcionrios; n de admitidos, n de demitidos; n de funcionrios bolsistas que estudam; investimento em benefcio.

    - Taxa de rotatividade; Taxa de absentesmo.

    - ndice de Processos Trabalhistas; n Processos Seletivos. - n de Transposies; n de Transferncia de rea.

    A partir dos Indicadores PROAHSA HC FMUSP pode-se estabelecer uma comparao que subsidia a anlise do desempenho, a tomada de deciso e a melhoria das prticas gerenciais. Neste contexto esto includos, por exemplo, os Indicadores : Absentesmo e Rotatividade.

    6.2. Capacitao e Desenvolvimento

    Definio, Execuo e Controle das Prticas

    A rea de Desenvolvimento Profissional e Organizacional (DPO) tem a misso de desenvolver competncias e talentos humanos, proporcionando melhoria contnua do desempenho que constitui requisito para a inovao e a auto-sustentabilidade organizacional. Seus valores so: Crena na aprendizagem e na mudana do comportamento humano; Respeito e aceitao das pessoas e de suas circunstncias; Apoio e valorizao das lideranas como facilitadoras da motivao dos colaboradores e da

    obteno de resultados dos processos de trabalho; Criao de situaes que facilitem a aprendizagem da agregao de valor ao atendimento ao

    cliente.

  • 6 GESTO DE PESSOAS

    59

    Os planos de ao realizados so alinhados s diretrizes do Planejamento Estratgico do Instituto do Corao HCFMUSP e s informaes recebidas por meio de instrumentos sistematizados de diagnstico de necessidades; relatos da ouvidoria, dos gerentes de linha e colaboradores.

    Modalidades de Linhas de Atuao de T&D Para atingir os resultados na Gesto de Desenvolvimento das Pessoas esto estruturadas linhas de atuao que compreendem programas que consideram as especificidades das seguintes situaes/pblico-alvo:

    Funcionrio Novo: programas de Integrao Institucional, Recepo na rea de Atuao e Treinamento Especfico na Funo;

    Gestores e Lideres de Nvel Universitrio e de Nvel Mdio: Desenvolvimento das Lideranas;

    Melhoria do Atendimento ao Cliente: Programa de Atendimento ao Cliente; Atualizao tcnica para a melhoria do desempenho: Cursos Externos; Projetos de parceria com as reas visando Desenvolvimento Profissional e Organizacional. Caractersticas das Linhas de Atuao T&D: Programa de Integrao Institucional para os novos colaboradores

    Aps os processos formais de admisso, no 1 dia de trabalho, o profissional participa do Programa de Integrao Institucional que visa acolher o funcionrio novo, situ-lo em relao misso, viso, servios prestados aos clientes e informaes de carter legal.

    Esse evento realizado duas vezes por ms, com cronograma previamente estabelecido, das 8 s 16 horas. No perodo da manh, 7 instrutores apresentam os seguintes contedos: Misso, Viso e Histria do InCor; os Direitos, Deveres e Benefcios do colaborador, Sade do Trabalhador, os Riscos Ambientais e a Segurana no Trabalho; a contribuio do Grmio para o lazer e qualidade de vida do trabalhador.

    No perodo da tarde, os colaboradores fazem visita institucional para conhecerem as reas responsveis pela assistncia ao paciente e algumas reas de apoio. O Centro de Tecnologia Biomdica encerra a atividade com a apresentao dos produtos e dos avanos da cardiologia aplicados s necessidades do Hospital.

    Participaram do programa 183 colaboradores novos em 2001; 209 em 2002; 237 em 2003 e 251 em 2004, conforme apresentado no critrio resultados 8.3.

    Aps o Programa de Integrao, os colaboradores so encaminhados para as suas reas de trabalho, aonde so recepcionados e orientados quanto ao funcionamento da rea, misso, viso, produtos e servios prestados e aspectos especficos da cultura local.

    Programa de Desenvolvimento de Lideranas

    Este programa propicia articulao entre as expectativas da organizao e as condies facilitadoras da motivao, do desempenho competente do colaborador visando a sustentabilidade organizacional.

    Em 2004, 112 lideranas participaram de programas para seu desenvolvimento organizadas em 2 grupos: s lideranas de nvel universitrio e s de nvel mdio. O 1 grupo constitudo de 81 profissionais acompanhou o Programa de Desenvolvimento Gerencial promovido pelo Governo do Estado de So Paulo, atravs da FUNDAP. Com carga-horria de 76 horas, as atividades permitiram conhecer as linhas de atuao do Governo do Estado, dirigidas racionalidade do gasto pblico, ao gerenciamento dos processos e das pessoas e aos valores e atitudes do funcionrio pblico que atende os cidados. O 2 grupo foi constitudo de 31 chefias de nvel mdio que participaram do Programa Liderana e Motivao de Equipes. Destacaram-se os aspectos comportamentais relacionados comunicao, motivao e estilos de liderana adequados s situaes de cada colaborador. As atividades foram desenvolvidas com instrutores internos e convidados do HC e tiveram durao de 16 horas.

  • 6 GESTO DE PESSOAS

    60

    Cursos Externos

    Situaes relacionadas s mudanas de legislao, manuseio de equipamentos, manuteno corretiva e necessidade de atualizao tcnica especfica do desempenho dos profissionais so situaes que caracterizam o escopo desta linha de programa.

    Anualmente, uma verba para essa linha de atuao disponibilizada. O processo tem incio quando a rea solicitante preenche um formulrio padro com as justificativas assinadas pelo diretor. O documento contm informaes sobre objetivo, contedo, perodo, carga-horria e local de realizao bem como mini-curriculo do docente que ir ministrar o curso. Aps a participao, o colaborador elabora um relatrio contendo informaes sobre a aplicabilidade do programa na rea de atuao.

    Em 2004, participaram desta modalidade 103 colaboradores, com investimento total de R$ 21.027,92. As solicitaes envolveram as seguintes reas: Anestesia, Assessoria Jurdica, Centro de Tecnologia Biomdica, Coordenao de Enfermagem, Documentao Cientfica, Infra-estrutura e Logstica, Laboratrio de Treinamento, Ouvidoria, Servio de Psicologia, Servio Social Mdico, Servio de Nutrio e Diettica, Servio de Farmcia, Unidade de Sade e Segurana, Unidade de Informaes Mdicas Hospitalares, Unidade de Engenharia Clinica.

    Programas de Atendimento ao Cliente

    O Foco no Atendimento personalizado ao Cliente atende a diretriz do Planejamento Estratgico da Instituio, dentro de uma poltica voltada cultura da excelncia. O objetivo de conscientizar e orientar os colaboradores sobre os fatores que determinam uma boa comunicao com os clientes internos e externos, garantindo a qualidade no atendimento, trazendo como resultado a fidelizao dos clientes. Neste contexto, foi desenvolvido em 2004, por iniciativa do Governo do Estado de So Paulo, atravs da FUNDAP e coordenado pela nossa rea, o Programa Atendimento ao Cidado para os colaboradores das reas assistenciais, recepo, apoio diagnstico e apoio administrativo perfazendo total de 298 participantes. Temas abordados como Qualidade no Atendimento; Como lidar com diferentes estilos de Cliente; Fatores determinantes da boa comunicao e Fidelizao do Cliente, desencadearam reflexes sobre a dinmica do cotidiano. Em 16 horas de atividades, os participantes puderam trocar experincias de atendimento e perceber o seu importante papel no sucesso desta prtica. Aprendizado

    Em todos os eventos de Treinamento e Desenvolvimento aplicada a avaliao de reao de forma sistematizada, e, tambm, informal. Por meio de um instrumento formal e estruturado de avaliao, distribudo ao final do programa; os participantes registram sua opinio atribuindo uma pontuao que eqivale a um conceito. Os aspectos avaliados dizem respeito ao domnio do assunto pelo instrutor, conduo da aula, sua habilidade em esclarecer dvidas, sua capacidade de expresso e o seu relacionamento com os participantes. Tambm se avalia o contedo e o material didtico. A avaliao informal considerada um importante mecanismo para a obteno do feedback dos participantes a respeito do contedo desenvolvido e do instrutor, validando o processo formal.

    Para monitorar e avaliar as prticas de Treinamento e Desenvolvimento, a rea de vem utilizando os indicadores de desempenho, tais como:

    - n total de programas realizados no ms

    - carga-horria total dos programas

    - n total de participantes treinados

    - carga-horria participantes nos programas

    - n total de docentes

    - carga-horria total dos docentes nos programas

  • 6 GESTO DE PESSOAS

    61

    Os Programas de Educao Continuada e as Aes Integradas de Capacitao, Treinamento e Desenvolvimento so aes fundamentais que visam a melhoria das prticas gerenciais e dos processos de trabalhos para atingir o nvel de excelncia do desempenho Institucional.

    6.3. Qualidade de Vida

    Definio, Execuo e Controle das Prticas de Gesto

    O Programa de Benefcios procura atender s necessidades dos colaboradores e seus dependentes por meio da concesso de um amplo leque de produtos e servios alinhados s diretrizes institucionais e legislao vigente. considerado como um mecanismo complementar remunerao direta com reflexo na captao e reteno dos talentos.

    Existe uma constante preocupao na busca de parcerias que primam pelo atendimento e qualidade de seus produtos e que atendam s necessidades dos colaboradores.

    A busca de melhorias na concesso de benefcios realizada a partir das pesquisas de mercado, da anlise dos processos e do feedback dos colaboradores.

    Em 2004 foram investidos R$ 12.527.739,00 em benefcios, os quais so oferecidos de acordo com critrios especficos.

    Os benefcios esto agrupados nas seguintes categorias:

    Alimentao: compreende benefcios como o Auxlio Refeio, Cesta de Alimentos, Cesta de Natal.

    Segurana/Previdncia : inclui a Previdncia Privada, Seguro de Vida , Creche, Auxilio Creche, Convnio com Servio Funerrio

    Financeiro/Material: fornecimento de Material Escolar, Brinquedos e Enxoval de Beb

    Transporte: compreende o Vale Transporte e o Estacionamento

    Sade: compreende benefcios ligados a assistncia ambulatorial, hospitalar, de urgncia , exames laboratoriais e radiolgicos dentro dos recursos disponveis do hospital.

    Uniformes: integram aes Institucionais atravs de comisses por reas, visando a identificao institucional e o bem estar dos colaboradores quando da composio do uniforme da rea.

    Entidades de Apoio

    A instituio incentiva entidades de apoio que contribuem de forma efetiva para a satisfao dos profissionais destacando a Cooperativa de Crdito e o Grmio Recreativo. A Cooperativa de Economia e Crdito Mtuo dos Funcionrios. da FZ CoopInCor, em 2004, contou com 1768 cooperados. Seguindo as normas do Banco Central, a Cooperativa tem o objetivo de fornecer emprstimos aos cooperados com taxas de juros inferiores s de mercado, alm de, eventualmente proporcionar vantagens atravs de convnios. Anualmente, realizada uma assemblia para a prestao de contas.

    O Grmio Recreativo dos Funcionrios da Fundao Zerbini/InCor GRMIO InCor tem por objetivo promover vrias atividades de Lazer, Esportes, Social e Cultural.

    Dentre as outras entidades de apoio cabe mencionar, tambm a Associao Feminina de Apoio ao InCor AFINCO que tem como objetivo apoiar, desenvolver e viabilizar os projetos de interesse do InCor, atuando diretamente junto sociedade e empresrios.

  • 7. PROCESSOS

    62

    7. PROCESSOS 7.1. Gesto de Processos Relativos ao Produto

    A organizao e estruturao dos servios de Sade devem ter uma abordagem epidemiolgica, alm da simples contabilidade dos servios oferecidos. As condies de sade da populao submetidas ao risco de doenas do aparelho circulatrio so medidas por indicadores de morbidade e mortalidade, ajustados por idade at que outros de maior acurcia sejam utilizados, como, por exemplo, a taxa de anos potenciais de vida perdidos (APVP), desde o nascimento at os 70 anos, com base na mortalidade registrada.

    No caso das enfermidades cardiovasculares, o uso de indicadores de mortalidade prematura se reveste de importncia, uma vez que esta ocorre com maior freqncia medida que a idade avana, ela adquire uma conotao preventiva; mortes ocorridas antes de determinada idade podem ser indicativas de deficincia na preveno e tratamento clnico do problema.

    Neste sentido, foram coletados dados da populao submetida ao risco de doena cardiovascular e que necessitam de atendimento na rea de influencia do Instituto do Corao, de acordo com a distribuio de recursos existentes, elaborada pela Coordenadoria de Assistncia da Regio Metropolitana e da Grande So Paulo.

    De acordo com a Coordenadoria, competncia do InCor ser referncia para internao de populao compreendida pelos Ncleos 1 e 2 da DIR I, cuja populao, segundo censo do IBGE de 1996, de 2.884.933 habitantes e, de acordo com o DIR V , 2.257.734 habitantes ( figura 1). Com relao ao atendimento de consultas externas, no h orientao programtica como para as internaes, embora o hospital seja reconhecido como referncia nacional em cardiologia.

    Figura 1 - Mapa de Referncia InCor

  • 7. PROCESSOS

    63

    Com o objetivo de melhor acolher e atender as expectativas, o hospital dimensionou seus recursos instalados visando a planejar o atendimento que, em parte, no por ele controlado por ser de demanda espontnea. Assim, definiu sua capacidade operacional para cumprir os programas de assistncia, designados como: A - Programas de Assistncia InCor A.1 Programa de Consultas Externas 1.1. Ambulatrio Geral

    1.2. Ambulatrio Especializado 1.3. Emergncia

    A.2 Programa de Internao A.3 Programa de Exames Complementares ao Diagnstico e Tratamento A.4 Programa de Procedimentos de Hemodinmica A.5 Programa Cirrgico O acesso dos pacientes se faz de acordo com a estruturao dos programas realizados conforme descrito a seguir.

    ENCAMINHA OPACIENTE

    AGENDA A CONSULTAVIA 0800

    AVALIAOMDICA

    EXAMES PRELIMINARESRX E ECG

    CARDIOPATA?

    RESIDNCIA/CONTRA REFERNCIA

    MATRCULA

    FLUXO DOAMBULATRIOESPECIALIZADO

    SIM

    NO

    Figura 2 - Fluxo de Atendimento do Paciente SUS AB-Geral

  • 7. PROCESSOS

    64

    A.1 Programa de Consultas Externas

    1.1. Ambulatrio Geral - Agendamento de Consultas 1.1.1. Finalidade

    Programar as consultas, atendendo os encaminhamentos das Unidades Bsicas de Sade, Complexo HC e demais instituies mdicas, buscando, por meio do sistema de agendamento telefnico, acabar com a concentrao de pessoas no espao fsico do Ambulatrio e evitar o deslocamento desnecessrio do usurio.

    1.1.2. Equipamentos Manipulados Por meio de um sistema informatizado, desenvolvido pela Prodesp - Processamento de Dados do Estado de So Paulo, os equipamentos so manipulados pelos operadores, que recebem as solicitaes de agendamento por um Call Center composto de trs postos de atendimento. Software: Sistema Prodesp 2200, mdulo HTR/CO Hardware: Terminal UNISYS, aparelho de Telemarketing Easet (modelo Esasoft II Plus C) 1.2 Ambulatrio Especializado Matriculado, o paciente retorna em at 72 horas, com o perfil laboratorial j executado,

    primeira consulta no Ambulatrio Especializado, onde se define seu prognstico e tratamento;

    1.3 Emergncia O atendimento na Unidade de Emergncia reservado ao paciente cardiopata de qualquer

    categoria social em fase aguda da doena, matriculado ou no no sistema de atendimento InCor. Aps avaliao mdica, o cliente pode ser: transferido, internado, encaminhado para acompanhamento ambulatorial ou, em alguns casos graves, pode acontecer o bito. Nos casos de internao, o processo segue fluxo pertinente.

    AVALIA O PACIENTEENTRE 48 E 72 HSAPS MATRCULA

    FLUXO DEALTA

    FLUXO DE PROGRAMAO CIRRGICA E/OU FLUXO

    TRATAMENTO CLNICO

    EXAMESIMAGEM, MED. NUCLEAR,

    MD. GRFICOS, HEMO, ETC

    CONDUTARETORNO

    30 DIAS APS EXAMES

    APS CIRUR./TRAT CLN.

    ESTVEL

    ALTA

    TRAT.CIRRGICO

    TRAT.CLNICO

    SIM

    NO

    Figura 3 - Fluxo de Atendimento do Paciente SUS AB-Especializado

  • 7. PROCESSOS

    65

    1.4 Atendimento particular e convnio

    Pacientes conveniados e pagantes recebem o atendimento de consulta no Ambulatrio de Convnios e Particulares, por meio de agendamento no Call Center.

    1.4.1 Finalidade do Call Center

    Promover a excelncia do atendimento oferecendo suporte imediato aos operadores de teleatendimento, visando o agendamento, orientao e encaminhamento corretos. Objetiva ainda identificar e gerenciar todas as atividades envolvidas no atendimento ao cliente, atuando de forma a facilitar e integrar os vrios servios da instituio. Busca, dessa forma, tornar a interao com o cliente mais gil, bem como os servios de atendimento, personalizado e contnuo, resultando em maior produtividade e fidelizao dos clientes.

    1.4.2 Finalidade da Capi

    A Central de Atendimento Pessoal recepciona e acolhe os pacientes para verificar os documentos necessrios e encaminh-los para os procedimentos necessrios. Seu objetivo atender o cliente conveniado e pagante que procura o hospital para a realizao de exames.

    A.2 Programa de Internao

    Destina-se realizao do conjunto de servios resolutivos prestados por profissionais especializados no atendimento a pacientes que necessitam de assistncia mdica, cuidados de enfermagem e de outros profissionais de sade que integram o programa de internao, incluindo os processos relacionados ao pr e ps-operatrio.

    Os pacientes podem ser internados por convocao eletiva, a partir do programa de consultas externas, ou diretamente, no caso de transferncia de outro hospital. Fazem parte deste programa de internao dois hospitais auxiliares (Hospital Auxiliar de Cotox e Hospital Auxiliar de Suzano). As unidades hospitalares de auxlio esto inseridas no processo de atendimento progressivo por tipo de cuidado assistencial e recebem pacientes referidos do InCor de forma programtica.

    Ambulatrio

    Complexo HC

    Outros Servios

    Residncia Recursos da Comunidade

    Unidade Infantil

    UTI Clnica

    Anatomia Patolgica

    Internao da Enfermaria

    Hemodinmica

    Diviso de Imagem

    Laboratrio

    UNIDADE CLNICA DE

    EMERGNCIA

    Centro Cirrgico

    Recuperao Cardaca

    Fluxograma do Paciente na Unidade de Emergncia

    Fluxo de pacientes com possibilidade de retornoFluxo de pacientes sem possibilidade de retornoEncaminhamento do material coletado oupacinetepara examesAlta hospitalar

    Ambulatrio

    Complexo HC

    Outros Servios

    Residncia Recursos da Comunidade

    Unidade Infantil

    UTI Clnica

    Anatomia Patolgica

    Internao da Enfermaria

    Hemodinmica

    Diviso de Imagem

    Laboratrio

    UNIDADE CLNICA DE

    EMERGNCIA

    Centro Cirrgico

    Recuperao Cardaca

    Ambulatrio

    Complexo HC

    Outros Servios

    Residncia Recursos da Comunidade

    Unidade Infantil

    UTI Clnica

    Anatomia Patolgica

    Internao da Enfermaria

    Hemodinmica

    Diviso de Imagem

    Laboratrio

    UNIDADE CLNICA DE

    EMERGNCIA

    Centro Cirrgico

    Recuperao Cardaca

    Fluxo de pacientes com possibilidade de retornoFluxo de pacientes sem possibilidade de retornoEncaminhamento do material coletado oupacinetepara examesAlta hospitalar

    Figura 4 -

  • 7. PROCESSOS

    66

    Figura 5 Fluxo do Paciente para Internao

    1.2.1 Programa de Internao - Processo

    O programa de internao funciona dentro do conceito de atendimento progressivo por tipo de cuidado. Nele, os pacientes podem ser internados eletivamente, por convocao do hospital, ou quando houver intercorrncias clnicas agudas nos servios do Programa de Consultas Externas. No caso de necessidade dos servios da Unidade de Emergncia, preconiza-se, inicialmente, a permanncia do paciente por at no mximo 24 horas.

    INCIO

    FIM

    PACIENTECOM R.G.

    HC ?

    NO

    SIM

    ROTINADE

    MATRCULA

    ROTINADE

    BITO

    LeitoESPECIAL

    LeitoGERAL

    LeitoINFANTIL

    H . A .COTOX

    H . A .SUZANO

    HOSPITALSEPACO

    RETORNAAO

    InCor

    TRANSFERNCIA

    ALTA

    BITO

    A

    SIM

    ATUALIZACADASTRO

    ?POSSUI

    GUIA / AUTOR.?

    PAGAMTEFETUADO

    ?

    SIM

    NO NO

    SIM

    CONVNIO PAGANTE

    SUS

    INTERNAONO InCor

    ?

    NOSIM INTERNAODIRETA

    ?

    NO

    ORIENTA PAC.COMO CHEGARAO HOSPITAL

    DE INTERNAO

    PACIENTECIRRGICO

    ?NO

    SIM

    CAIXAOBTER JUNTO

    A SUAENTIDADE

    EFETUAA

    INTERNAO

    SOLICITAAMBULNCIA

    NO

    SIM

    AGUDIZOUA DOENA

    ?

    ?

    ROTINADE

    ALTA

    A

  • 7. PROCESSOS

    67

    Havendo necessidade de permanncia mais prolongada, e de acordo com o tipo de cuidado requerido, o paciente pode ser transferido para as unidades de internao no hospital ou nas unidades hospitalares de auxlio (Cotox e Suzano).

    O processo segue conforme descrito:

    quando agudo

    unidades de internao geral ou unidades de internao especiais (UTIs);

    quando agudo no crtico

    Hospital Auxiliar de Cotox.

    quando evoluir de forma crnica (com expectativa de permanncia mais prolongada)

    Hospital Auxiliar de Suzano

    Para realizar este programa, o hospital dispunha no ano 2000 de 550 leitos, distribudos conforme a tabela 1, dentro de padres de taxa de ocupao e mdia de permanncia previamente acordados.

    A.3 Programa de Exames Complementares ao Diagnstico e Tratamento

    O Programa de Exames Complementares (figura 8) auxilia o diagnstico e a teraputica, por meio de um conjunto de aes resolutivas nas reas de:

    a) Imagem

    Radiologia;

    Radiologia intervencionista;

    Tomografia computadorizada;

    Ressonncia nuclear magntica;

    Ultra-sonografia;

    Ecocardiografia;

    Endoscopia;

    Medicina Nuclear.

    b) Eletrocardiologia

    Eletrocardiologia de repouso;

    Eletrocardiologia de esforo;

    Eletrocardiologia dinmica;

    Eletrocardiologia de alta resoluo;

    Mapeamento de superfcie;

    Vetocardiografia;

    Holter.

    c) Laboratrio de Anlises Clnicas

    d) Laboratrio de Anatomia Patolgica

    e) Provas funcionais de pulmo

    Os pacientes acessam os Servios de Exames Complementares ao Diagnstico e Tratamento, a partir dos programas de consultas externas e de internao e diretamente referidos pelo SUS ou por planos e seguros de sade contratados junto ao hospital, de acordo com a capacidade operacional instalada.

  • 7. PROCESSOS

    68

    A.4 Programa de Procedimentos de Hemodinmica

    O programa destinado ao atendimento de pacientes ambulatoriais, externos (outras instituies), por meio do SUS, convnios e particulares, na realizao dos seguintes procedimentos: cateterismo cardaco, cinecoronariografia, bipsia do miocrdio, eletrocardiograma de feixe de Hiss e tratamentos intervencionistas, como angioplastia.

    Os pacientes acessam este programa a partir dos programas de consultas externas e de internao, bem como referidos de outros hospitais, clnicas e mdicos consultantes autnomos e referidos do SUS, de acordo com a capacidade operacional instalada, seguindo protocolos tcnicos operacionais especficos.

    INCIO

    ?

    FIM

    A

    TEM GUIA /

    AUTORIZ.?

    SIM

    NO

    Figura 6 - Fluxo de Exames Complementares para Diagnstico e Terapia

    SIM

    EMCONDIES

    DE REALIZAREXAME

    ?

    NO

    SIM

    NO

    ROTINADE

    RECUPERAO

    AMBULATORIAL

    ?INTERNADO EMERGNCIAROTINA

    ATENDIMENTOAO PAC.

    INTERNADO

    ROTINAATENDIMENTO

    AO PAC. DEEMERGNCIA

    S U S

    PAGANTE CONVNIOOBTERGUIA /

    AUTORIZ.PAGT

    EFETUADO?

    SIM

    NOCAIXA

    A

    REALIZAEXAME

    INTERCOR -RNCIA

    ?

    SIM

    NO

    PACIENTEDISPENSADO

    A

    ROTINADE

    INTERNAO

    EXAMECONCLUDO

    ?

    NECESSITAINTERNAO

    ?

    SIM

    NO

  • 7. PROCESSOS

    69

    A.5 Programa Cirrgico

    Os pacientes acessam este programa a partir do programa de internao.

    A gesto do processo tcnico operacional dos programas se faz com os recursos humanos, materiais, equipamentos e instalaes sob estrutura organizacional desenvolvida para apoiar estas finalidades.

    O acompanhamento dos resultados realizado por meio de instrumentos gerenciais que permitem a monitorizao temporal de resultados e suas correes, ajustando os recursos realidade da demanda e suas transformaes.

    O programa Cirrgico destinado execuo das atividades do centro cirrgico, compreendendo todas as articulaes de integrao entre clnicos, cirurgies, recuperao cardaca ps-operatria, central de material esterilizado e banco de sangue, tanto no pr quanto no ps-operatrio, seguindo protocolos tcnico-operacionais pertinentes a cada caso.

    B Desenvolvimento de Pesquisa Tecnolgica

    Para atender a misso da instituio, o desenvolvimento da atividade de pesquisa est estruturado da seguinte forma:

    A poltica de desenvolvimento tecnolgico contempla as pesquisas aplicada e bsica;

    A pesquisa aplicada tem como caracterstica seu ponto de partida num projeto original. A pesquisa bsica busca, a partir de tecnologia existente, um produto competitivo para o mercado, com as mesmas qualidades e custo reduzido;

    O Centro de Tecnologia Biomdica responsvel pela execuo e pelo desenvolvimento de cada projeto de pesquisa tecnolgica.

    B.1 Diviso de Experimentao

    A Diviso de Experimentao tem como objetivo a gerao de conhecimentos que permitam compreender os mecanismos e propor novos tratamentos para grandes problemas de sade mundial, entre eles, choque hemorrgico, trauma, sepse, hipertenso, biologia vascular e isquemia miocrdica. Seu programa de trabalho consiste na produo da cincia da mais elevada qualidade internacional e na constante publicao de artigos em revistas de fator de alto impacto.

    As pesquisas aplicada, bsica e de ensino no mbito da Diviso de Experimentao so:

    Pesquisa aplicada - voltada para ensaios teraputicos e/ou certificao de produtos;

    Pesquisa bsica - direcionada para o aumento do campo de conhecimento medico-cientifico.

    As solicitaes para o aperfeioamento ou desenvolvimento de projetos de pesquisa so feitas por grupos de pesquisa originrios da prpria Diviso, de unidades do hospital e do Complexo HCFMUSP, de laboratrios nacionais e internacionais e de intercmbio nacionais e internacionais.

    Fluxo de Elaborao do Projeto de Pesquisa

    Os grupos responsveis pela execuo de cada projeto de pesquisa ou atividades de pesquisa so multidisciplinares e, sob sua responsabilidade, est o detalhamento da ficha protocolar institucional, com introduo, mtodos, tcnicas, bibliografia, nome e curriculum dos participantes da pesquisa, assim como o custo acompanhando o cronograma de desembolso da fonte de financiamento.

    Alm disso, ocorrem reunies entre o Pesquisador, o grupo de trabalho e a Diretoria da Diviso para avaliar a infra-estrutura (de local, animal, material, equipamento e pessoal) para validar a pesquisa.

  • 7. PROCESSOS

    70

    INCIO

    CIRURG.EMERGNCIA

    ?

    SIM

    NOROTINA

    CIRURGIAEMERGNCIA

    SIM

    SIM

    NO

    PAC. CONSTA

    DA RELAC. P/CIRURG.

    PAC. DEBATE PRONTO

    ?

    AGENDAPACIENTE

    NA RELAOP/ CIRURGIA

    ROTINABATE

    PRONTO

    LIBERARPACIENTE

    PARAINTERNAO

    ROTINADE

    INTERNAO

    SIM

    NO PAC.INTERNADO

    ?

    INTERNAOSUSPENSA

    ?

    NO

    SIM

    ROTINADE

    CIRURGIA

    SIM

    NOPAC.

    LIBERADOP/ CIRURG.

    ?

    PACIENTEDE

    ALTA?

    NO

    SIM

    AGENDADONO

    PROGRAMACIRRGICO

    NO CIRURGIAREALIZADA

    ? SIM

    FIM

    NO

    Figura 7 - Fluxo do Programa Cirrgico

  • 7. PROCESSOS

    71

    Aprovao do Projeto de Pesquisa

    A ficha protocolar institucional validada encaminhada para aprovao das Comisses Cientifica e tica do InCor e tica da Diretoria Clnica do Hospital das Clinicas da FMUSP (CAPPesq).Os recurso financeiros necessrios execuo do projeto podem ser subsidiados por: -Financiamento interno: Fundao Zerbini, responsvel tambm por seu gerenciamento; -Financiamento externo: rgos de fomento pesquisa, laboratrios farmacuticos ou outras empresas. Neste caso, o gerenciamento feito pelo pesquisador-gerente, com apoio do GAP. Em caso de aprovao, o projeto recebe um nmero de controle interno e encaminhado para execuo ou para formulao de protocolo de pesquisa a ser submetido para apreciao da Comisso Cientfica e de tica do InCor e da Diretoria Clnica do HCFMUSP O monitoramento prospectivo da pesquisa realizado pela Diretoria Executiva e seus assessores ou pela CAP, em conjunto com as reas, segundo periodicidade determinada nos protocolos. O projeto de pesquisa concludo tem que ser submetido em revistas de fator de alto impacto, bem como apresentados em congressos nacionais e internacionais.

    B. 2 - Programa de Ensino

    O programa de ensino terico e prtico dedicado a alunos de graduao e de ps-graduao da FMUSP e de intercmbio com outras universidades nacionais e internacionais.

    B. 3 Centro de Tecnologia Biomdica

    O Centro de Tecnologia Biomdica desenvolve pesquisa tecnolgica na rea mdica, ensino de graduao em bioengenharia e pesquisas na rea de rgos artificiais. O Centro composto de equipe multidisciplinar cujos participantes esto envolvidos desde a definio clara dos objetivos do projeto at a aprovao do prottipo.

    As solicitaes para o aperfeioamento ou o desenvolvimento do projeto so enviadas ao CTB por grupo de trabalho do prprio Centro ou de equipes do hospital, do HCFMUSP e de empresas.

    Inicialmente, a viabilidade de execuo do projeto analisada pela diretoria da rea, que adota como critrios o impacto da pesquisa ou produto no contexto institucional, seu contedo de inovao tecnolgica e a possibilidade de repasse da tecnologia, o processo ou produto, as partes e custos envolvidos, recursos disponveis e benchmarking.

    Elaborao do Projeto de Tecnologia Biomdica

    Aps anlise de viabilidade, o projeto encaminhado equipe pertinente para elaborao do projeto de desenvolvimento da pesquisa e posterior execuo. O documento gerado analisado novamente pela diretoria da rea, observando-se os prazos envolvidos, custos e recursos disponveis.

    Em caso de aprovao, o projeto recebe um nmero de controle interno e encaminhado para execuo ou para formulao de protocolo de pesquisa a ser submetido para apreciao da Comisso Cientfica e de tica do InCor e da Diretoria Clnica do HCFMUSP.

    Os recursos financeiros necessrios execuo do projeto so subsidiados por:

    Financiamento interno: Fundao E.J. Zerbini;

    Financiamento externo: rgos de fomento pesquisa, laboratrios farmacuticos ou outras empresas.

    O gerenciamento destes recursos realizado pela Fundao Zerbini, com acompanhamento do CTB.

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    Quadro 7.1 Mapa de Processo Diviso de Bioengenharia.

    Tempo de Total = n(TA+TB)+m(TC+k(TP+TM+TT))+p(TC+k(TP+TM+TT))+(m+p)TD

    TA Tempo para estudo de viabilidade, definio de oramento e prazos TB Tempo para reespecificar a solicitao TP Tempo de Projeto TC Tempo para recebimento de materiais TM Tempo para confeco e montagens TT Tempo de ensaios, testes de funcionalidade e adequao norma TD Documentao e checagem para entrega do servio n> 1 nmero de ciclos em especificao de projeto m> 1 nmero de ciclos em projeto, compra, confeco e testes >1 nmero de ciclos em avaliao do projeto k fator de risco e complexidade do projeto. Nota1 Os clientes podem ser internos (o prprio servio ou a Instituio) ou externos.

    FONTE: Trabalho institucional do Curso de Gesto de Processo Div. De Bioengenharia e unidade de Engenharia Clnica 2004

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    Abaixo sero apresentados os Servios de Assistncia prestados aos clientes da Instituio, ressaltando seus objetivos e principais atividades. Quadro 7.2 Servios de Assistncia rea Sub rea - Objetivo Principais Atividades

    Enfermagem (Servios) Servio de Enfermagem I Pacientes Externos

    Seo de Ambulatrio (AB)

    Objetivo - Atender os pacientes externos, oferecer servios de diagnstico e tratamento. - Proporcionar assistncia geral e especializada ao paciente em regime de no internao. - Desenvolver e participar de programas junto equipe multidisciplinar. - Colaborar para a otimizao dos leitos do hospital. - Articular-se com as demais unidades do hospital para integrar o sistema de assistncia integral ao paciente.

    Realizar as seguintes atividades da enfermagem: - Consultas de enfermagem - Medicaes - Curativos - Retirada de pontos - Coleta material para cultura - Teste de glicemia - Auxlio puno pleural - Auxlio exame tilt. test. - Peso e altura - Atendimento de Emergncias/ Urgncias - Providncia/ orientaes de internao - Encaminhamento de pacientes ao pronto socorro - Orientaes de enfermagem quanto ao preparo para realizao de exames - Providncia de pronturio - Solicitao de lanches

    Apoio Diagnstico e Teraputico

    Prestar assistncia aos pacientes submetidos a exames de diagnstico por imagem

    Realizar as seguintes atividades: Ressonncia Magntica - Avaliao pr-exame - Montagem da sala de exame - Atendimento de enfermagem - Encaminhamento interno - Limpeza geral - Atividades administrativas - Orientaes Endoscopia Digestiva e Respiratria - Avaliao pr-exame - Montagem de salas e aparelhos - Atendimento de enfermagem - Encaminhamento interno - Verificao de sinais vitais - Medicao e tratamento - Orientaes - Atividades administrativas

    Radiologia Intervencionista - Avaliao pr-exame - Montagem de salas e aparelhos - Atendimento de enfermagem - Encaminhamentos - Controle de sinais vitais - Medicao e tratamento - Orientaes - Atividades administrativas Tomografia Computadorizada - Avaliao pr-exame - Montagem de salas e aparelhos - Atendimento de enfermagem - Encaminhamentos - Controle de sinais vitais - Medicao e tratamento - Orientaes - Atividades administrativas

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    rea Sub rea - Objetivo Principais Atividades

    Emergncia Prestar assistncia aos pacientes atendidos na Unidade de Emergncia de maneira sistematizada e individualizada.

    - Proporcionar assistncia geral e especializada ao paciente em regime de urgncia e emergncia, por meio da SAE Sistematizao da Assistncia de Enfermagem e suas atividades tpicas - Desenvolver e participar de programas junto equipe multidisciplinar. - Colaborar para a otimizao dos leitos do hospital. - Articular-se com as demais unidades do hospital para integrar o sistema de assistncia integral ao paciente. - Dispor de equipamentos e materiais especficos em qualidade e quantidade suficiente e em condies de funcionamento, para assegurar o bom atendimento do paciente e as condies de bom desempenho da equipe multiprofissional - Dispor de equipamentos e materiais especficos em qualidade e quantidade suficiente e em condies de funcionamento, para assegurar o bom atendimento do paciente durante transporte de ambulncia

    Servio de Enfermagem II Pacientes Cirrgicos

    Centro Cirrgico (3o andar)

    - Planejar, executar, supervisionar e controlar a assistncia aos pacientes de cirurgias eletivas ou de emergncia. - Prover condies seguras para o cumprimento de tcnica assptica

    - Atender as cirurgias realizadas - Realizar montagem de sala e aparelho - Realizar limpeza de sala aps cirurgia - Realizar Atendimento de Enfermagem - Preparar material especial - Realizar encaminhamento interno - Realizar orientaes de enfermagem - Realizar Manuteno de ambiente teraputico

    Hemodinmica Prestar assistncia a pacientes submetidos a procedimentos diagnsticos e teraputicos

    - Atender os procedimentos diagnsticos e teraputicos no setor de hemodinmica - Preparar e montar as salas - Realizar atendimento de enfermagem - Realizar Encaminhamentos internos - Realizar limpeza de sala aps o estudo

    SPECME (3o andar)

    - Centralizar, guardar, controlar, processar e distribuir materiais esterilizados de acordo com as necessidades das reas consumidoras - Garantir a qualidade de esterilizao atravs de controle biolgico, conforme recomendao do SEDEQ

    - CME: realizar atividades de reprocessamento de instrumental e materiais diversos - PROAR: Realizar atividades relacionadas ao preparo, distribuio e controle de aparelhos e acessrios de ventilao mecnica utilizados em diversas unidades - Outros servios: distribuio, recolhimento e preparo de material, atender chamados, emprstimo de maca, cilindro de oxignio, demonstrao tcnica, reparos.

    Servio de Enfermagem III Pacientes Internados geral e infantil

    - Oferecer servios de assistncia em enfermagem individualizada para diagnstico e tratamento clnico e cirrgico, em paciente adulto, infantil e neonatal. - Proporcionar assistncia geral e especializada ao paciente em regime de internao. - Desenvolver e participar de programas junto equipe multidisciplinar. - Colaborar para a otimizao dos leitos do hospital. - Articular-se com as demais unidades do hospital para integrar o sistema de assistncia integral ao paciente.

    - Proporcionar assistncia individualizada geral e especializada ao paciente cardaco e de outras especialidades, em regime de internao por meio da SAE- Sistematizao da Assistncia de Enfermagem e suas atividades tpicas - Atender demanda do programa cirrgico (cirurgia e procedimentos hemodinmicos) e exames de diagnstico e teraputica. - Desenvolver e participar de programas junto equipe multidisciplinar - Colaborar para a otimizao dos leitos do hospital - Articular-se com as demais unidades do hospital para integrar o sist de assistncia integral ao paciente - Colaborar nas realizaes dos projetos de pesquisas realizadas na instituio para desenvolvimento tcnico cientfico. - Desenvolver programas internos de treinamento e reciclagem.

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    rea Sub rea - Objetivo Principais Atividades

    Servio de Enfermagem IV Unidades de Terapias Intensivas

    Unidade de Terapia Intensiva Cirrgica Unidade de Terapia Intensiva Clnica Unidade Coronariana Programa de Dilise

    - Atender os pacientes no ps-operatrio imediato e mediato de cirurgias cardiovasculares e outras - Oferecer suporte necessrio para a recuperao anestsico cirrgica, estando provida de monitorao adequada e suporte ventilatrio. - Prestar assistncia de enfermagem aos pacientes portadores de afeces cardacas e outras especialidades, clnicas e/ou cirrgica, internados em situao de emergncia de maneira sistematizada, individualizada e integral. - Prestar assistncia de enfermagem aos pacientes portadores de afeces cardacas coronarianas que necessitem de cuidados intensivos para tratamento clnico e/ou cirrgico de maneira sistematizada, individualizada e integral. - Coordenar os procedimentos dialticos no InCor de maneira a otimizar recursos humanos, equipamentos e materiais, prestando uma assistncia adequada e segura aos pacientes durante os procedimentos, mantendo tecnologia atualizada e equipe especializada. - Centralizar, guardar, controlar e distribuir materiais e equipamentos para atender os procedimentos dialticos dos pacientes portadores de insuficincia renal de toda Instituio

    - Desenvolver programa de assistncia ao paciente internado submetido cirurgia cardaca, em situaes de rotina ou de emergncia e transplantes, dentro da metodologia de sistematizao de assistncia de enfermagem (SAE) - Dispor de equipamentos e materiais especficos em qualidade e quantidade suficiente e em condies de funcionamento, para assegurar o bom atendimento do paciente e as condies de bom desempenho da equipe multiprofissional atuante - Possuir pessoal de enfermagem treinado e especializado no atendimento mdico-cirrgico, assegurando qualidade de atendimento ao paciente internado por meio de execuo de rotinas e procedimentos clnicos, cirrgicos dentro de padres ticos e tcnicos, reconhecidos cientificamente - Desenvolver sistema de avaliao de assistncia prestada ao paciente nesta unidade - Proporcionar condies para a realizao de educao continuada, visando uma equipe multiprofissional atualizada e capacitada de acordo com os avanos tecnolgicos e cientficos - Estabelecer sistemas de registros de atividades e movimentao de pacientes, apresentando relatrios especficos de desempenho da unidade - Desenvolver sistema de controle de assistncia aos pacientes em Programa de Dilise

    Laboratrio de Anlises Clnicas (LAC)

    Prestar assistncia aos pacientes externos (AB) e internados, possibilitar desenvolvimento continuado dos profissionais da rea, alm de promover programas de ensino e projetos de pesquisa da Instituio.

    - Coletar material biolgico de pacientes internados e pacientes externos, matriculados ou no no InCor; - Realizar os exames laboratoriais, para pacientes internados e pacientes externos; - Desenvolver estudo e padronizao de tcnicas laboratoriais compatveis com os avanos tecnolgicos; - Realizar a manuteno de um sistema de educao continuada do pessoal tcnico e administrativo do laboratrio; - Participar em programas de ensino (estgios curriculares e voluntrios) e projetos de pesquisa da Instituio.

    Coordenao de Diagnstico por Imagem

    Realizar e interpretar procedimentos diagnsticos, que tem como base, a obteno de imagens antomo-funcionais da anatomia humana. Organizar e realizar atividades de ensino e aprimoramento na reas mdica e afins, relacionadas ao diagnstico por imagem e realizao de pesquisa.

    - Realizar os exames solicitados de pacientes do SUS, pagantes ou conveniados; - Atendimento ao paciente nas reas: Ecocardiograma Endoscopia digestiva Ressonncia magntica Tomografia computadorizada Ultra-sonografia Radiologia Radiologia convencional Radiologia vascular e intervencionista (radiologia digital) Radioistopos - Oferecer aos profissionais maneira padronizada de laudos para facilitar o trabalho e fornecer subsdios indispensveis ao

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    rea Sub rea - Objetivo Principais Atividades diagnstico e tratamento; - Emitir laudos mdicos dos exames realizados; - Propor inovaes tecnolgicas, acompanhando o desenvolvimento dos equipamentos e procedimentos diagnsticos, de acordo com a disponibilidade do mercado; - Avaliar custos e propor preos para os exames e procedimentos executados; - Apresentar relatrios peridicos da produo da rea; - Observar a correta utilizao dos equipamentos e proteo necessria para sua operao; - Realizar pesquisa; - Colaborar com ensino e aprimoramento.

    Unidade Cirrgica de Cardiopatia Valvares Realizar cirurgias referentes a valvas cardacas

    - Realizar cirurgias de valvas cardacas e coronrias simultaneamente ou no. - Realizar projetos integrados com a administrao para otimizao do encaminhamento de material cirrgico para a sala de cirurgia - Realizar pesquisa cientfica tendo como indicadores a publicao de artigos em revistas indexadas

    Unidade de Informaes Mdicas e Hospitalares

    Retratar a realidade produtiva e cientfica da Instituio, disponibilizando dados e informaes pertinentes, visando auxiliar a direo e demais reas da Instituio no processo de tomadas de decises e aprimoramento tcnico/cientfico

    - Dar qualidade e uniformizao aos dados/informaes Institucionais, - Agilizar a disponibilizaro dos dados/informaes, - Assessorar a Alta Direo no que concerne s informaes necessrias para fins de tomadas de decises e, gerenciamento da Instituio, - Permitir que o corpo clnico e multiprofissional possam utilizar-se dos dados/ informaes no tocante as informaes para fins de elaborao de teses, participaes em congressos e/ou para as publicaes nacionais/internacionais

    Unidade de Atendimento ao Paciente Internado e Emergncia

    Oferecer ao paciente/familiares que chegam Instituio; seja para consulta, internao, obter informaes e/ou negociao das condies financeiras; um tratamento humano, digno e eficiente, procurando elevar sua auto-estima, confiana e satisfao

    - Assegurar a qualidade no desenvolvimento em todas as suas aes administrativas, - Interagir com as demais reas da Instituio de forma concisa e objetiva, agindo como elemento facilitador no desenvolver do processo de atendimento ao paciente e seus familiares.

    Unidade de Estimulao Cardaca artificial

    Manter estrutura especializada que visa oferecer prestao e servio com excelncia na qualidade, proporcionando segurana e qualidade

    - Atender usurios que necessitam ou so portadores de marcapasso, desfibrilador e ressincronizador - Ensino e pesquisa

    FONTE: Documentos Institucionais do ano base 2004

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    Aprendizado

    A melhoria do atendimento surge das observaes identificadas no processo de atendimento, realizadas pelos profissionais e por cliente e encaminhadas ao responsvel da rea de forma verbal ou escrita. O responsvel da rea implementa as medidas provisrias ou definitivas e/ou encaminha instncia mxima, determina as diretrizes para viabilizao do projeto.

    A avaliao dos processos descritos realizada por meio de pesquisa de opinio do paciente, que utiliza formulrio prprio para registrar sugestes ou queixas durante sua permanncia no hospital. Os formulrios so avaliados e direcionados s respectivas reas de atuao.

    7.2. Gesto de Processos de Apoio

    Definio, Execuo e Controle das Prticas de Gesto

    Os servios de apoio so gerenciados localmente, desde a organizao dos processos at sua execuo, controle e avaliao.

    poltica institucional obter autonomia na maior parte dos servios de apoio necessrios ao desenvolvimento da assistncia mdico-hospitalar.

    A partir da avaliao dos resultados frente s metas estabelecidas so identificadas as oportunidades de melhorias e realizadas propostas de adequao.

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    Quadro 7.3 Servios de Apoio rea Objetivo Principais Atividades

    Nutrio Prestar Assistncia, Ensino e Pesquisa na rea nutricional visando atender as necessidades do cotidiano da instituio.

    - Prestar assistncia nutricional especializada a pacientes internados e externos; - Desenvolver programas de ensino a profissionais da rea de nutrio; - Elaborar pesquisas que visem melhoria da qualidade do padro tcnico de produo de alimentos e da assistncia nutricional prestada ao paciente; - Promover o desenvolvimento de seus recursos humanos por meio de aes de treinamento e de educao continuada; - Desenvolver atividades educativas para o pblico externo (comunidade), profissionais da rea e equipe multiprofissional. - Identificao e anlise de Perigo de Pontos Crticos de Controle - Realizao de auditorias trimestrais sobre aspectos higinico-sanitrios da rea

    Psicologia Prestar assistncia psicolgica aos pacientes e familiares usurios do Hospital e desenvolver atividades de ensino e pesquisa.

    - Prestar atendimento individual/grupal para pacientes/famlias, internados/ambulatrios; - Desenvolver discusso/orientao com a equipe multiprofissional; - Realizar pesquisas na rea de Psicologia e/ou conjuntas com outras reas; - Desenvolver programas de ensino nas modalidades: a) Estgio de observao para Psiclogas de fora de So Paulo; b) Aprimoramento (especializao reconhecida pelo MEC); c) Reciclagem para profissionais/estudantes atravs de jornadas e cursos.

    Cond. Fsico Melhorar a condio de sade e, conseqentemente, a qualidade de vida dos pacientes e de pessoas da comunidade do Municpio de So Paulo e imediaes.

    - Desenvolver Programas de Condicionamento Fsico Aplicados Preveno e Reabilitao Cardiovascular, com prescrio e acompanhamento individualizado de exerccio fsico; - Supervisionar o Programa de Condicionamento Fsico em empresas; - Atender e seguir em nvel ambulatorial todos os interessados em avaliao clnica / cardiolgica e capacitar fsica, e orientao nutricional e psicolgica para a prtica de exerccios fsicos por meio de um Ambulatrio de Cardiologia do Esporte e do Exerccio; - Desenvolver, em colaborao com a Prefeitura do Municpio de So Paulo, o Programa de Condicionamento Fsico nos Parques, que consiste na orientao individualizada e informatizada de programas de exerccios fsicos para usurios dos Parques do Carmo e do Ibirapuera; - Participar na formao de alunos de graduao, especializao e ps-graduao em nvel de mestrado e doutorado; - Contribuir na produo de conhecimento nas reas de Cardiologia do Exerccio e Fisiologia do Exerccio, no pas e no exterior.

    Fisioterapia Desenvolver atividades assistenciais, de ensino, de pesquisa e gerenciais voltadas principalmente especialidade de fisioterapia cardiorrespiratria.

    - Planejar e executar os atendimentos fisioteraputicos aos pacientes internados; - Supervisionar fisioterapeutas que participem do Curso de Especializao em Fisioterapia Cardiorrespiratria e do Curso Avanado em Fisioterapia Cardiorrespiratria; - Receber e orientar visitas profissionais a fisioterapeutas e acadmicos; - Desenvolver projetos cientficos; - Promover a divulgao do trabalho tcnico-cientfico

    Servio Social

    Proporcionar atendimento ao usurio e/ou familiares; proporcionar atividades tericas e prticas especficas destinadas a graduandos e graduados em Servio Social e outros profissionais; desenvolver projetos de pesquisa, bem como promover e participar de eventos nacionais e internacionais de Servio Social e/ou na rea da sade.

    Pacientes Externos: - Prestar atendimento na Unidade de Ambulatrio Geral e Especializado do SUS e na Unidade de Emergncia - Uniformizao das aes profissionais desenvolvidas pela equipe tcnica junto aos usurios atravs de indicadores de demanda e custo. Pacientes internados: - Prestar atendimento na Unidade de Internao Ensino: - Cumprir programa de Aprimoramento e estgios curricular e profissional - Participar em congressos e eventos cientficos Pesquisa: - Acompanhar pesquisa e Grupos de Estudos em andamento

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    rea Objetivo Principais Atividades - Apresentar produo cientfica em Congressos

    Odontologia Prestar assistncia Odontolgica nos mbitos preventivo e paliativo ao paciente, estimular as atividades de ensino e pesquisa aos profissionais da rea.

    - Prestar assistncia odontolgica aos pacientes: a) em fase pr-operatria do grupo de Cardiopatias Valvares e Cardiopatias Congnitas isentando-os de focos de origem odontolgica, b) sob anticoagulao, realizando procedimentos cruentos, c) portadores de Cardiopatias que exijam atendimento odontolgico intra-hospitalar sob monitorao mdica; - Prestar atendimento realizado no ambulatrio, centro cirrgico, enfermarias e UTIs; -Realizar a disseminao de mtodos preventivos das doenas bucais; - Coordenar o Programa de aprimoramento em Odontologia Hospitalar em Cardiologia do HCFMUSP; - Orientar os Cirurgies-Dentistas externos no atendimento ao paciente cardiopata;

    Unidade de Apoio ao Paciente Ambulatorial

    Buscar colocar a disposio da instituio e clientes, eficincia e praticidade, s rotinas desempenhadas pelo ambulatrio, humanizando e agilizando o servio desta rea. Planejar o atendimento do paciente SUS atravs do programa de Consultas Externas do Ambulatrio Geral e Ambulatrio Especializado.

    - Agendar Consultas de pacientes SUS previamente por telefone e atravs de sistema informatizado PRODESP - Matricular paciente SUS na primeira consulta - Agendar servios especializados de diversos seguimentos mdicos - Gerenciar agendas mdicas e de apoio diagnstico referentes ao Sistema nico de Sade - Gerenciar uso das salas do ambulatrio para mdicos, equipes mdicas, equipes multidisciplinares e servios de apoio diagnstico

    Infra Estrutura

    Assist. Adm. Hospitalar

    Prestar servios de administrao predial e hotelaria, servindo de interface entre os clientes internos e externos e as atividades de apoio.

    - Promover integrao entre as equipes de limpeza, camareiras, enfermagem, mdica e multiprofissionais; - Controlar, acompanhar e verificar o desenvolvimento da prestao de servios; - Levantar as necessidades de servios de manuteno da rea, analisar essas necessidades dando um valor de prioridade no atendimento; - Servir de interface para a equipe de enfermagem na solicitao de servios de apoio, deixando a equipe de enfermagem livre dessa atribuio e com mais tempo para a assistncia.

    Suporte Administrativo

    Dar apoio administrativo necessrio a Diretoria do Servio de Infra-estrutura e Logstica, fazendo a interface com as reas internas da Instituio, com as reas contidas no servio, contribuindo para a realizao das atividades fim da rea, observando as normas e rotinas institucionais recebida do Diretor do Servio.

    - Receber, registrar, distribuir, expedir documentos e processos e preparar o expediente; - Prever, requisitar e guardar o material de consumo, manter registro sobre freqncia e frias dos funcionrios, realizar atividades relativas a despesas por adiantamento; - Redigir cartas, ofcios, relatrios e outros documentos; - Transmitir e receber fac-smile, atender telefone, recepcionar na rea o pblico em geral prestando informaes diversas; - Consulta de entrada e sada de documento, classificar e arquivar fichas formulrios, listagem, cpias de instruo de servio, comunicados, relatrios e demais documentos, acompanhar vigncia de documentos em transito no servio; - Manter atualizadas os manuais internos de procedimentos de interesse do servio; - Zelar pela conservao dos bens mveis e equipamentos utilizados; - Executar outras tarefas correlatas que forem determinadas.

    Suprimentos

    Administrar a entrada, o armazenamento e a distribuio dos materiais que sero utilizados pela Instituio.

    Almoxarifado e Controle de Materiais: - Gerenciar os processos de abastecimento de materiais de consumo; - Coordenar o desempenho de cada uma das atividades de prever, controlar, requisitar, receber, armazenar, separar e distribuir os materiais para as diferentes reas organizacionais como tambm, controlar os estoques existentes; - Desenvolver um sistema de informaes que promova a interao entre as reas do HC, InCor e fornecedores envolvidas no processo de suprimento Posto Avanado de Suprimentos de Laboratrio (PASL) Administrar todos os materiais e contratos de prestao de servios utilizados pelo Laboratrio de Anlises Clnicas, de Anatomia Patolgica, de Metabolismo de Lpides e de Biologia Vascular.

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    rea Objetivo Principais Atividades

    Higiene e Limpeza

    Manter os ambientes institucionais em condies adequadas de salubridade e higiene

    Servios de higiene - Coordenar o servio de higienizao dos diversos ambientes hospitalares. - Gerenciar os programas de controle de qualidade do servio. - Aperfeioar os manuais, rotinas e os procedimentos de higienizao hospitalar Servio de higienizao das roupas hospitalares - Garantir a manuteno do padro de qualidade na lavagem. - Estabelecer especificao tcnica e provises adequadas de enxoval de hotelaria e cirurgia - Descrever e aperfeioar os manuais, as rotinas operacionais de distribuio e o atendimento das previses dirias de roupas hospitalares e cirrgicas. - Controlar fluxos internos de roupas limpas e sujas Hotelaria Hospitalar - Aperfeioar o servio de hotelaria - Controlar e aperfeioar os instrumentos de controle de qualidade do servio prestado na rea de hotelaria. - Gerenciar o servio de camareiras. Controle de Pragas - Coordenar as atividades desenvolvidas pela equipe tcnica do controle de pragas assegurando que todas as reas estejam isentas de vetores. - Manter sob controle a incidncia de pragas. Realizar busca ativa e mapeamento das reas. - Monitorar as infestaes e promover aes corretivas. - Elaborar relatrios dos controles realizados. - Introduzir aes preventivas para reduzir as chances de invaso e instalao de pragas. Gerenciamento dos Resduos de Servios de Sade - Manter e aperfeioar o PGRSS Plano de Gerenciamento dos Resduos dos Servios de Sade de acordo com as normas estabelecidas no Regulamento Tcnico da Anvisa e Conama 5. - Gerenciar todas as etapas da normatizao do PGRSS Qualidade da gua. - Desinfeco dos reservatrios de gua. - Efetivar a higienizao dos reservatrios de gua, - Manter controles laboratoriais peridicos da gua - Garantir potabilidade / iseno de microorganismos. Treinamento - Promover o treinamento e reciclagem da equipe gerencial e operacional - Promover periodicamente treinamento e reciclagem da equipe de camareiras. - Controlar os custos institucionais junto s empresas terceirizadas.

    Engenharia Clnica

    Assegurar sob a tica de custo x risco x qualidade, o interrupto funcionamento de equipamentos mdicos, laboratoriais, hospitalares e odontolgicos, por meio do suporte tcnico para aquisio, instalao, manuteno e avaliao contnua dos equipamentos.

    - Realizar a manuteno de equipamentos; - Realizar o gerenciamento da Tecnologia mdica; - Elaborar as especificaes tcnicas para aquisio de equipamentos; - Realizar a pesquisa de equipamentos disponveis no mercado para auxiliar na deciso sobre aquisio (perodo de aquisio) - Participar nos procedimentos de licitao para aquisio de equipamentos (elaborao de edital e auxlio na seleo das propostas)

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    rea Objetivo Principais Atividades

    Seo de Apoio Predial

    Apoiar as reas internas oferecendo solues para problemas de transportes, recepo, estacionamento, segurana, controle de portarias, telefonia, distribuio de documentos, sistema de rdio chamadas interna e externa, operao de elevadores

    - Gerenciamento dos contratos terceirizados dos servios de segurana, telefonia, controle de portarias, telefonia, distribuio de documentos, sistema de rdio chamadas interna e externa - gerenciamento dos servios prprios de recepo, operao de elevadores, recepo de distribuio de correspondncias e transportes

    Seo de Bens patrimoniais

    Controlar e administrar bens patrimoniais permanentes e suas movimentaes

    - Gerenciar e controlar o plaqueamento dos bens permanentes adquiridos pelo Hospital das Clnicas e pela Fundao Zerbini - assegurar que todas as movimentaes e ou transferncias ocorridas internas e/ou externas dos bens sejam registradas - Controlar sada e entrada de bens em movimentos - Controlar toda a movimentao de material excedente/ doao - Proceder a auditorias nas reas do InCor

    Administrao Predial

    Desenvolver asa atividades e servios de apoio que promovam conforto e acolhimento a todos os clientes Internos e externos; oferecendo as melhores condies de utilizao do edifcio e padres de hotelaria que contribuam para a sade de nossos clientes

    - Fazer a gesto do fluxo de pessoa, equipamentos e materiais nas reas comuns - Observar as condies de funcionamento do prdio, determinados equipamentos e mobilirios e acionar e acompanhar os servios de manuteno - Manter todas as dependncias do edifcio, roupas e equipamento em boas condies de limpeza Gerenciar os servios de zeladoria e hotelaria predial

    Farmcia

    Oferecer Assistncia Farmacutica integrada ao tratamento, reabilitao e seguimento dos pacientes ambulatoriais, internados e de emergncia, promovendo o uso seguro e racional dos medicamentos cardiovasculares e produtos afins.

    - Distribuir medicamentos em dose unitria, por prescrio eletrnica - Orientar o paciente ambulatorial em consultrios farmacuticos; - Fornecer informao farmacolgica ao mdico e demais profissionais de Sade; - Acompanhar o uso de antimicrobianos e a vida til dos frmacos; - Coordenar a Propaganda Mdico-Farmacutica dentro da Instituio; - Selecionar e escolher os frmacos essenciais na teraputica cardiolgica; - Preparar e aditivar as Solues de Nutrio Parenteral Prolongada - NPP; - Executar o programa ambulatorial Remdio em Casa (entrega em domiclio);

    Econmico Financeiro

    Apoiar as diferentes reas da Instituio nos aspectos econmico e financeiro

    Unidade de Faturamento - Elaborar as contas mdicas hospitalares e ambulatoriais dos diferentes clientes da Instituio; - Processar as informaes relativas ao sistema de Produo de Mdicos e Clientela do Hospital, mantendo-os informados; - Elaborar os relatrios e estatsticas para a Administrao Superior e Clientela do Hospital, mantendo-os informados; - Assessorar e auditar os diferentes clientes, - Elaborar e atualizar o cadastro da Instituio junto ao Ministrio da Sade. Unidade de Planejamento e Gesto - Elaborar e controlar o plano oramentrio; - Elaborar os custos hospitalares; - Controlar os recursos financeiros (verba de adiantamento, Fundo de Pesquisas Contratadas, contratos conta corrente); - Controlar os investimentos; - Elaborar as Tabela de Preos InCor (pacientes pagantes, conveniados, Odontologia e Servio de Documentao Cientfica).

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    rea Objetivo Principais Atividades

    Fator Humano Prestar auxlio administrativo Instituio e seus funcionrios, promover o desenvolvimento profissional dos colaboradores e institucional

    Seo de Benefcios - Implementar, controlar e manter os benefcios oferecidos pela Instituio: plano de Sade; VT; VR; Cesta Bsica; Auxlio Funeral; Seguro de Vida; Previdncia; Uniforme; Bolsa de Estudos; Material Escolar; Cesta de Natal; Brinquedos; - Orientar e dar informaes a colaboradores, organizao de reas e outras instituies sobre benefcios; Seo de Controle - Controlar freqncia dos funcionrios da Instituio HC/FZ, afastamentos e programao/concesso de frias; - Dar suporte e treinamento s unidades com o controle de freqncia descentralizada; Seo de Desenvolvimento Profissional e Organizacional - Diagnosticar necessidades de desenvolvimento e treinamento profissional junto s diretorias de servio e implantar programas voltados a essas demandas a partir de polticas e diretrizes estabelecidas. - Planejar, organizar, providenciar execuo e acompanhar programas de carter gerencial, tcnico e comportamental. - Coordenar, acompanhar e relatar os resultados dos programas: a) Bolsa de Estudo b) Cursos Externos. - Coordenar o estgio do Curso Superior de Formao Especfica; - Gesto Empresarial de Servios de Sade realizado em convnio de cooperao mtua entre a Fundao Criana e a Universidade Anhembi Morumbi; - Elaborar o ROI Relatrio de Retorno sobre Investimento atravs de avaliaes e entrevistas do Programa Gesto de Processos de Trabalho Seo de Movimentao - Manter o cadastro e os pronturios dos funcionrios e documentos trabalhistas atualizados; - Controlar quadro de pessoal; - Controlar admisses e demisses pelo HC; - Efetuar contrataes e demisses, pela Fundao Zerbini, conforme legislao e normas vigentes; - Providenciar quando solicitado: declaraes e atualizaes de CTPS; - Preencher o DSS8030 para concesso de aposentadoria. Seo de Remunerao - Elaborar folha de pagamento Fundao Zerbini, conforme legislao e normas vigentes; - Analisar, avaliar, classificar e descrever os cargos; - Elaborar e atualizar tabelas salariais/enquadramentos/pesquisas salariais; - Administrar oramento de recursos humanos da Instituio. Seo de Recrutamento e Seleo - Recrutar e selecionar internamente e externamente candidatos; - Participar dos processos de seleo HC (Concursos Pblicos) juntamente com as reas requisitantes, definindo perfis, aplicando provas e participando de bancas examinadoras; - Controlar e acompanhar vagas HC; - Efetuar entrevistas de desligamento, fornecendo subsdios para administrao de recursos humanos; - Avaliar os candidatos indicados para transferncia e/ou transposio. Unidade de Assistncia Sade - Organizar, coordenar e dirigir equipe interdisciplinar responsvel pelo desenvolvimento de programas que visem proteger a sade do servidor do InCor no exerccio de seu trabalho, com enfoque tambm na promoo e recuperao da sade fsica e mental; - Viabilizar atendimento no Ambulatrio de Especialidades Bsicas: nas reas de clnica mdica e ginecologia (a colaboradores e dependentes designados na cdula de identificao do Plano de Assistncia Mdica InCor). - Desenvolver programas relacionados melhoria da qualidade de vida no trabalho.

  • 7. PROCESSOS

    83

    rea Objetivo Principais Atividades

    Sistema Integrado de Qualidade

    - Promover o aprendizado e a aplicao de novos sistemas e metodologias de qualidade visando manter o patamar de excelncia InCor. - realizar constante auto-avaliao para melhorar sua performance global e o desempenho das reas, identificando pontos fortes e oportunidades de melhoria. - Monitorar os movimentos da qualidade na instituio por meio de metodologias de qualidade aplicadas, envolvendo auditorias internas e externas e o monitoramento de indicadores em reas especficas. - Fornecer suporte tcnico s reas por meio de ferramentas e subsdios para a realizao de melhorias sensibilizando para as metodologias aplicadas. - Fornecer suporte individual aos colaboradores, ouvindo e acolhendo os clientes internos e externos atravs da discusso de novas possibilidades de ao.

    - Realizar Recertificao ISO do LAC - Realizar trabalho de Satisfao do Cliente Mdico/ ISO LAC - Realizar trabalho de Bioequivalncia - Realizar Projeto Humanizao AB Fase I e II - Realizar Projeto Sol Fase I e II - Realizar Estudo de Melhoria no Fluxo de TP - Coordenar e supervisionar os Programas de Estgio e Aprimoramento - Publicar artigos em revistas especficas - Participar em aulas no InCor e instituies afins

    Informtica

    Desenvolver novas tecnologias e dar suporte a todas as reas do hospital que fazem uso do sistema de Informtica com objetivo de aprimorar a qualidade dos servios, melhorar a produtividade e introduzir novas tecnologias.

    - Traar poltica de Informtica para o Instituto do Corao e Fundao Zerbini, no que se refere ao planejamento, definio, superviso e manuteno de sistemas de informao de carter gerais e especficos, - Desenvolver e/ou coordenar, do ponto de vista tcnico, a implantao de novos projetos de automao provendo o suporte tcnico necessrio e incorporando novas tecnologias, rotinas e programas. - Manter controle sobre todos os sistemas computacionais institucionais existentes, no que se refere a sua adequao e operacionalizao. - Coordenar aes com parceiros externos na busca de melhores solues para o InCor e FZ. - Coordenar novos projetos e/ou modificaes de procedimentos e sistemas com objetivo de racionalizao operacional e de custos. - Realizar pesquisas, em seu mbito interno ou em colaborao com outros setores ou instituies, que possibilitam acmulo de conhecimentos tcnicos e cientficos e que possam se traduzir, em curto, mdio ou longo prazo, na melhoria direta ou indireta, das condies de assistncia, ensino e pesquisa do InCor. - Difundir uso racional e sistemtico da Informtica no Instituto do Corao e Fundao Zerbini.

    Servio de Gesto do Ecossistema

    Elaborao e implantao de aes que promovam a vigilncia epidemiolgica, a difuso da informao, o ensino, a pesquisa, a construo de medidas para controle das infeces hospitalares como tambm as sade, a segurana e o bem-estar do seres vivos que convivam no ambiente hospitalar.

    - Implantao e operacionalizao de u sistema de vigilncia epidemiolgica para identificar as infeces hospitalares - Prestao de assistncia a pacientes internados com diagnstico de infeco hospitalar - Auxiliar no diagnstico e teraputicas de pacientes internados com infeco hospitalar - Orientao aos funcionrios quanto s medidas de preveno da ocorrncia das infeces hospitalares atravs de atividades de treinamento, reciclagem dos conhecimentos e quanto preveno dos acidentes prfuro cortantes - Regulada pela ao de diferentes agncias e rgos de fiscalizao voltados para a atuao do hospital (Conama; Sociedade Brasileira de anlises Clnicas; ANVISA; Departamento Municipal de Limpeza Urbana; Secretaria Municipal da Sade; CNEM) - Gesto dos recursos renovveis - Tratamento de resduos do hospital - Reunir e implantar, na prtica, instrumentos que minimizem o impacto das atividades do hospital sobre a sua fora de trabalho, a sociedade e os ecossistemas.

  • 7. PROCESSOS

    84

    rea Objetivo Principais Atividades

    Sade Suplementar

    Gerenciar as necessidades dos pacientes particulares e conveniados que procuram a instituio para atendimentos ambulatorial e durante as internaes

    - Acolhimento do paciente durante sua chegada - Autorizaes contratuais das entidades conveniadas para internaes e procedimentos - Auditoria de contas hospitalares - Atualizao de guias de exame atravs da manuteno do contato com seguradoras de sade - Garantir adequada remunerao dos servios prestados - Gerenciamento das guias de internao - Anlise dos padres tcnicos de elaborao do pronturio clnico e auditoria pr-ativa junto s diversas reas do hospital

    Assessoria em Tecnologia

    rgo de staff da Diretoria Executiva, com atuao em quatro reas, a saber: Avaliao de Tecnologias, Comisso de Especificao e Homologao, Assessoria em Pesquisa e Gerncia de Risco Sanitrio Hospitalar. Tem como principais objetivos estabelecer requisitos para a aquisio, manuteno e padronizao de bens de consumo, equipamentos mdicos e processos de trabalho, por meio de anlise tcnicas de desempenho e a disseminao de informaes relativas s reas de tecnovigilncia, farmacovigilncia e hemovigilncia, em parceria com a ANVISA, seguindo critrios estritos de qualidade, nacionais e internacionais, pr-estabelecidos, na busca contnua da excelncia com o acompanhamento dos produtos mdico hospitalares no perodo de ps comercializao. Visa ainda o fornecimento de apoio tcnico as atividades cientficas da instituio para a Diretoria Executiva e Comisso Cientfica.

    - Estabelecer critrios para padronizao de materiais e equipamentos mdico hospitalares - Avaliar tecnologias emergentes por meio de estudos prospectivos - Realizar a avaliao dos custos e da efetividade dos processos diagnsticos e teraputicos, clnicos ou cirrgicos - Realizar o acompanhamento dos materiais, equipamentos, kits para diagnstico e in vitro, medicamentos, sangue e hemocomponentes e saneantes, no perodo de ps-comercializao, em parceria com a ANVISA e em rede nacional com os Hospitais Sentinela - Realizar a vigilncia preventiva de riscos junto a aos pacientes e colaboradores, nas reas de tecnovigilncia, farmacovigilncia e hemovigilncia - Validar protocolos tcnicos referentes ao uso de materiais e processos - Realizar treinamentos dos usurios frente s tecnologias implantadas. - Alimentar a rede do complexo HC de Gerenciamento de Risco Sanitrio Hospitalar com Notificaes de Eventos Adversos e Queixas Tcnicas e a rede nacional de Hospitais Sentinela junto a ANVISA. - Criar um sistema de informao integrado na assessoria em pesquisas com reas de interface como a coordenao de ps-graduao e documentao cientfica; - Reviso de normas institucionais de pesquisas referentes s atividades afins - Reviso e acompanhamento dos modelos de gesto financeira de projetos de pesquisa e sua viabilidade

    Servio de Biblioteca, Documentao Cientfica e Didtica

    Dar suporte s atividades de ensino, pesquisa e extenso; proporcionar acesso eficaz aos contedos remotos; proporcionar mecanismos eficientes para publicar os contedos locais; possibilitar a comunidade universitria e comunidade cientfica o acesso informao, armazenada e gerada no InCor; definir poltica de seleo e aquisio do acervo bibliogrfico; proporcionar educao continuada aos profissionais do SBDCD

    - Agendamento de eventos - Atendimento aos usurios - Comutao bibliogrfica - Reprografia - Ilustraes cientficas (desenhos, fotos, slides) - Processamento tcnico (classificao, catalogao, indexao e registro) - Memria cientfica (reunir documentos cientficos da instituio)

    FONTE: Documentos Institucionais do ano base 2004

  • 7 GESTO DE PROCESSOS

    85

    Aprendizado

    Em mbito sistmico, a Alta Direo solicita diagnsticos institucionais de processos crticos, a partir dos quais so tomadas decises de reviso ou alterao de aspectos que afetam os resultados esperados.

    A Diretoria Executiva mantm reunies mensais com as reas de apoio, ocasio na qual tambm acontece a reviso dos processos e/ou alteraes advindas da interao entre reas.

    As necessidades dos clientes, dos mercados e da sociedade, relativas a produtos, servios e processos, so identificadas e consideradas nos padres de trabalho das reas de apoio, por meio da sua relao como fornecedora das reas assistenciais (clientes internos).

    So exemplos de melhoria em implantao, decorrentes de anlise crtica conjugada s necessidades de clientes internos: projeto de prescrio eletrnica; busca da diminuio da taxa de permanncia do paciente internado; gerenciamento da fila de atendimento do Ambulatrio; agilizao do tempo do paciente no hospital para exame de TP; treinamento de voluntrias; substituio dos equipamentos de informtica obsoletos; e sistema integrado de compras.

    Como exemplo de inovaes ou melhorias decorrentes da avaliao dos padres de trabalho, pode-se citar:

    Substituio dos sistemas de informtica das reas de suprimento; Prescrio eletrnica; Implantao de gerncia de risco sanitrio hospitalar; Implantao da rea de avaliao tecnolgica; Implantao da rea de Assessoria em Pesquisas; Implantao da CEH - Comisso Especificao e Homologao; Incluso do InCor como Hospital Sentinela da Rede Nacional da ANVISA/MS; Recertificao do Laboratrio de Anlises Clnicas no sistema de qualidade ISO 9001-2000; Planejamento e adequaes especficas para futuras certificaes de qualidade na Unidade

    Clnica de Emergncia; Implantao de sistema de vigilncia epidemiolgica; Planejamento da unidade InCor Braslia pela equipe multidisciplinar.

    7.3 - Gesto de Fornecedores

    Definio, Execuo, e Controle das Prticas de Gesto

    Os servios e materiais de consumo fornecidos ao hospital tm duas origens de aquisio: Hospital das Clnicas e Fundao Zerbini. A aquisio de materiais permanentes acontece primordialmente pela Fundao Zerbini.

    Os materiais utilizados na instituio so previamente testados, avaliados e padronizados, por meio de critrios bsicos especficos de cada rea usuria, para sua aprovao. Quando detectada alguma no conformidade no recebimento, armazenagem ou pelo usurio, a rea de Suprimentos informa ao HC ou FZ da irregularidade para que, cientes do problema, tomem as providncias necessrias para sua resoluo.

    O contato com os fornecedores realizado por meio de fax, telefone, internet e visitas que propicia um retorno e troca de informaes rpido e eficaz.

    H incentivo cada vez maior para que os processos de planejamento e aquisio de materiais pela FZ ocorram tendo em vista perodos de trs a seis meses. A medida tem como objetivo a reduo dos custos, a garantia da qualidade do material adquirido e tambm a reposio em tempo adequado e na quantidade esperada. Essa forma de aquisio j praticada pelo HC para perodos anuais, na modalidade de Registro de Preos.

    Em parceria com a Anvisa, a Gerncia de Risco Sanitrio Hospitalar realiza o acompanhamento do desempenho dos materiais. Os eventos adversos, as queixas tcnicas relativas a materiais, equipamentos, medicamentos, saneantes e kits laboratoriais so notificados aos rgos

  • 7 GESTO DE PROCESSOS

    86

    competentes e acompanhados longitudinalmente, com alimentao do sistema de cadastro e sua homologao.

    Os principais grupos de materiais de consumo seguem na tabela abaixo, com as porcentagens aproximadas de fornecimento pelo HC e FZ por grupo de materiais, no por valores ($) de consumo.

    Quadro 7.4 - Fornecimento de Material de Consumo

    Material de Consumo Fornecimento FZ Fornecimento HC Material de enfermagem 5% 17% Fios cirrgicos 0,8% 3,6% Outros materiais clnicos e cirrgicos 0,4% 0,4% Material de laboratrio 1% 8,3% Radio/foto 0,7 2,4% Medicamentos/radioativos 12,5 51,6% Gneros alimentcios 1,5% 5% Manuteno peas e acessrios 3,2% 7,1% Material de limpeza 0,5% 3,2% Escritrio e impressos 0,8 1% Rouparia 0,1% 0,8% Materiais especiais 73,7% - Total aproximado 100% 100% FONTE: Informaes Institucionais do ano base 2004

    A lista das organizaes com contratos de fornecimento de servios pelo HC que atendem o InCor composta de aproximadamente 50 empresas, das quais as principais esto no quadro a seguir.

    Quadro 7.5 - Principais fornecedores do InCor Contratos pelo HC Fornecedor % aproximada em relao ao total do valor de contratos HC Limpadora Centro 46% Acqualimp Higienizao 12% PRODESP 0,7% Philips Medical Systems 0,5% IBG Ind. Bras. de Gases 0,4% Servtec Inst. E Manuteno Ar Cond. 0,35% Capital Serv Vigilncia 0,27% Outros 39,78% Total 100% FONTE: Documentos Institucionais do ano base 2004

    Os fornecedores de produtos e servios ao InCor com contratos via FZ somam aproximadamente 30 empresas, sendo que as principais esto a seguir relacionadas.

    Quadro 7.6 - Principais fornecedores do InCor Contratos pela FZ Fornecedor % aproximada em relao ao total do valor de contratos FZ ($) Roche Diagnstica 32% DPC Medlab 15% Acqualimp 13% Philips Medical Systems 11% Outros 29% Total 100% FONTE: Documentos Institucionais do ano base 2004

    O nmero de fornecedores cadastrados pela FZ est em torno de 700 empresas, das quais se destacaram em 2003:

    Suprimentos gerais: Johnson Professional, Ethicon, Cirrgica Fernandes, Dipromed, Rimed, BD;

    Produtos farmacuticos: Baxter, Baldacci, Ach, Aster, Oncomed, Lifemed, B.Braun;

    Gneros alimentcios: Express, Atacado, Jacob Comercial, Aventis;

  • 7 GESTO DE PROCESSOS

    87

    Equipamentos mdicos: Phillips Medical, Drguer, Siemens;

    Materiais especiais: Boston Sientific, Guidant, Fisics, CMS.

    As empresas contratadas passam por processo de homologao criterioso pela Fundao Zerbini, e os itens (materiais mdico hospitalar, equipamentos, medicamentos, etc.) novos, por processo semelhante realizado pela Comisso de Homologao e Especificao. No perodo ps-comercializao dos materiais, medicamentos e equipamentos mdicos, estes so acompanhados pela Gerncia de Risco.

    O seguimento na utilizao dos produtos realizado tambm junto aos fornecedores, que so, em geral, comunicados das irregularidades e/ou no conformidades com os seus itens fornecidos e convidados a celebrar uma parceria com a Gerncia de Risco, na reposio dos itens com problemas e no fornecimento de treinamentos especficos. O atendimento a esta parceria, embasa o relacionamento formal com os fornecedores, sendo, no caso de no atendimento as expectativas da Instituio, indicados para desclassificao junto ao servio de compras da FZ e Diviso de Materiais do HC.

    Em relao parte comercial, quando da entrega, os itens fornecidos so verificados pela rea de suprimentos, por meio de checagem entre o pedido realizado e o entregue. Na ocorrncia de no conformidade, o material no aceito. realizado um registro de no conformidade na entrega e contato com o fornecedor para esclarecimentos e tomada de ao corretiva e/ou preventiva.

    Em 2003, os fornecedores do InCor, por meio de contrato HC, somaram cerca de 330 empresas, oriundas de cadastro cujos participantes excedem sobremaneira este nmero. Podem ser relacionados como os principais fornecedores desse grupo: Merck Sharp & Dohme, Bennati Distribuidora Hospitalar, Abbott Laboratrios, Comisso Nacional de Energia Nuclear, Becton Dickinson, Laboratrios Baldacci, Mogami Importao e Exportao, Johnson & Johnson Produtos Profissionais etc.

    Os processos para aquisio de bens e servios via HC obedecem a Lei 8666 de licitaes pblicas por meio de Prego e BEC Bolsa Eletrnica de Compras. Pela Fundao Zerbini, os processos so semelhantes, embora no regidos pela 8666, e seguem procedimentos padronizados para este fim.

    A lista de fornecedores da FZ selecionada e homologa por meio de processos internos submetidos avaliao constante e acrescida pela busca de novos parceiros no mercado. No Hospital das Clnicas, os fornecedores so selecionados e homologados por meio da legislao vigente para os rgos pblicos e pareceres tcnicos dos usurios.

    Aprendizado

    Destacam-se no conjunto das melhorias implementadas na gesto de materiais em 2003:

    requisio de compra eletrnica via FZ, com estabelecimento de aladas de autorizao, possibilitando maior agilidade e controle do processo de aquisio;

    recebimento integrado das compras FZ, com vistas a diminuir o retrabalho e integrar o sistema fsico com o contbil;

    reposio semanal de materiais de enfermagem s enfernarias, centro cirrgico, Unidade Clnica de Emergncia e reas de UTIs, realizada antes pelo sistema dirio, com digitao de nota de dbito do paciente. A medida consolidou as parcerias entre clientes internos e suprimentos, maior comprometimento com os prazos acordados e a possibilidade de as reas calcularem seu consumo real de materiais.

    Acompanhamento do desempenho dos produtos mdico hospitalares por meio do recebimento das notificaes de eventos adversos e queixas tcnicas e parcerias com os fornecedores neste acompanhamento.

  • 7 GESTO DE PROCESSOS

    88

    7.4. Gesto Econmico Financeira

    Definio, Execuo e Controle das Prticas de Gesto

    O planejamento oramentrio a principal ferramenta utilizada na gesto financeira da organizao.

    Sua elaborao ocorre de acordo com as metas e as premissas determinadas pela Alta Direo, com participao das unidades executoras. Sua utilizao sustenta as estratgias e os planos de operao.

    Seguem as diversas fontes de recursos, com informaes sobre como so repassadas e a forma de sua aplicao:

    1. Governamental

    1.1 Oramento do Estado de So Paulo dotao Hospital das Clnicas 1.2 Fundo Nacional de Sade do Ministrio da Sade contempla projetos dentro das linhas programticas do Ministrio da Sade. Os recursos so creditados na Fundao Zerbini, com destinao especfica e data limite para prestao de contas. 1.3 Secretaria de Estado da Sade contempla projetos especficos. Os recursos so

    creditados na Fundao Zerbini, com destinao especfica e data limite para prestao de contas.

    2. Prestao de Servios

    2.1 Receitas operacionais de servios mdico-hospitalares prestados a diferentes clientes; 2.2 Doaes e recursos de ensino e pesquisa

    Oramento de receita

    Para a elaborao do Oramento de Receita, consideram-se duas fontes principais:

    1. Oramento do Estado dotao oramentria do Hospital das Clnicas. Como um dos departamentos do HC, o hospital no possui descentralizao oramentria. Dessa forma, requisita os recursos a partir da previso oramentria do perodo.

    2. Receitas operacionais advindas de servios mdicos prestados a diferentes clientes - recursos administrados pela Fundao Zerbini. 2.1. Sistema nico de Sade SUS recursos do Ministrio da Sade, repassados para a Secretaria de Sade do estado de So Paulo. 2.2 Plano de Sade contratos firmados com diferentes operadoras de planos 2.3 Particulares.

    Historicamente, estas duas fontes so mais estveis e constantes. As outras fontes so baseadas em projetos especficos, como recursos eventuais, que nos ltimos anos tm ajudado significativamente a instituio.

    Para a elaborao do oramento de custeio, considera-se a seguinte composio dos grupos de despesas (HC/FZ): recursos humanos, benefcios, material de consumo e servios de terceiros/despesas diversas.

    O controle e acompanhamento da execuo oramentria so feitos mensalmente (orado X realizado) e administrados em vrios nveis. Os gastos excedentes so seguidos de justificativas e efetivados depois de validao da Diretoria Executiva.

    Aprendizado

    As melhorias e inovaes na prtica de gesto ou no padro de trabalho so implementadas com periodicidade varivel, com a aprovao da instncia responsvel, conforme distribuio interna de responsabilidades pela rea competente.

  • 8. RESULTADOS

    89

    8. RESULTADOS 8.1. Resultados relativos aos

    clientes e ao mercado ndice de Fidelizao do Cliente InCor - HC FMUSP

    97

    98

    99

    100

    2001 2002 2004 2005 ICr/2004

    FONTE: Servio de Ouvidoria InCor- 2004

    Nvel de Satisfao do Cliente InCor - HC FMUSP

    50

    60

    70

    80

    90

    100

    InCor-2004 InCor-2005 ICr-2004

    FONTE: Servio de Ouvidoria InCor- 2004

    Atendimento da Ouvidoria InCor - HC FMUSP por

    tipo de manifestao.

    0

    1000

    2000

    3000

    queixa elogio sugesto solicitao

    2003 2004 2005

    FONTE: Servio de Ouvidoria InCor- 2004

    Avaliao da Qualidade do Atendimentopelo SND junto aos Pacientes

    80

    85

    90

    95

    100

    1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005

    ANO

    %

    ALIMENTA

    COPEIRA

    NUTRICIONIST

    Linear

    Linear(ALIMENTAO

    Linear(NUTRICIONIST

    FONTE: Documentos Institucionais ano 2004 Participao no mercado de internaes segmento

    SUS / So Paulo

    FONTE: SIS Sistema de informao em sade

    DATASUS Ministrio da Sade - 2004

    Inseres na mdia

    Atividade 2001 2002 2003 2004 Organizao de eventos institucionais 46 15 37 22 Coordenao de exposies e mostras 13 15 11 11

    Divulgao interna em murais 742 1.964 1.713 2.238 Atendimento ao paciente institucional - 746 2.824 2.895 Acompanhamento de visitas institucionais 26 52 46 50

    Esquema de sobreaviso para atendimento a autoridades 40 33 50 54

    Solicitaes de entrevistas de imprensa 490 416 445 634

    Inseres na mdia 4.281 1.945 1.961 2.652

    0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% Porcentagem destes procedimentos realizados no InCor

    (comparado a soma destes na cidade de So Paulo)

    Cirurgias Outras

    Internaes Clnicas Outras

    Cirurgias vasculares

    Acidentes Vasculares Cerebrais

    Internaes Cardiologia Clnicas

    Cirurgia Trax

    Pocedimentos EndoVasculares

    Transplante-Ps

    Cirurgias na Aorta

    Cirurgias Cardacas coronrias

    Cardiologia Intervencionista

    Eletrofisiologia e Marcapassos

    Cirurgias Cardacas valvulares

    Cirurgias Cardacas congnitos

    Cirurgias Cardacas outras

    Transplantes

    Ano 2004: %Incor /total cidadeSP SomaCidSP20SomCatInCor %Incor_SP327 203 62,1%192 112 58,5%

    1581 725 45,8%1598 608 38,0%5743 1748 30,4%5324 1477 27,7%2482 686 27,6%

    536 105 19,6%2481 385 15,5%3303 187 5,7%

    13825 702 5,1%82237 2735 3,3%14635 129 0,9%

    1456 11 0,8%120243 420 0,3%153721 332 0,2%409686 10565

  • 8. RESULTADOS

    90

    FONTE: Documentos Institucionais - 2004 Satisfao do Cliente Mdico - LAC

    50

    60

    70

    80

    90

    100

    1 2 3 4 5 6% S

    atife

    ito +

    Mui

    to S

    atis

    feito

    2003

    2004

    Mdia (2003 a 2004)

    Meta

    Legenda1 Facildade em obter os laudos2 Confiabilidade nas informaes dos laudos3 Cumprimento dos prazos4 Obteno de informaes solicitadas5 Diversidade de exames 6 Notificao de resultados crticos

    FONTE: Documentos Institucionais do ano 2004

    Nmero total de atendimentos Fisioterpeuticos

    realizados de 1999 at 2004

    249.041 265.855291.373 299.819 304.547

    339.760

    050.000

    100.000150.000200.000250.000300.000350.000400.000

    1999 2000 2001 2002 2003 2004

    FONTE: Documentos Institucionais ano 2004

    8.2. Resultados financeiros RESULTADOS FINANCEIROS GRFICOS Os quadros apresentados foram baseados no Relatrio de Acompanhamento Oramentrio (InCor), Oramento de Receita e Oramento de Manuteno das Atividades (Custeio) No foram considerados as depreciaes, amortizaes, juros e investimentos

    Custeio InCor ( HC + FZ ) - 2004

    Serv. Terc./Contr./Des

    p. Divs.12%

    Recursos Humanos

    48%

    Benefcios5%

    Material de Consumo

    35%

    FONTE: Documentos Institucionais ano 2004

    .

    Demonstrativo Receita Assistencial

    -

    10

    20

    30

    40

    50

    60

    70

    80

    90

    2001 2002 2003 2004

    R$

    Milh

    es

    SUS Convnios Pagantes

    FONTE: Documentos Institucionais do ano 2004

    Demonstrativo do Custeio HC

    21,00 21,90 21,30

    28,84

    3,90 3,90 4,20 4,00

    25,10

    28,5030,40

    45,84

    16,00

    20,0021,40 22,70

    0

    5

    10

    15

    20

    25

    30

    35

    40

    45

    50

    2001 2002 2003 2004

    R$

    Milh

    es

    Recursos Humanos Benefcios Material de Consumo Serv. Terc./Contr./Desp. Divs.

    FONTE: Documentos Institucionais do ano 2004

    Demonstrativo de Material de Consumo HCXFZ

    25,1028,50

    30,40

    45,84

    21,50

    28,40

    39,5041,66

    0

    5

    10

    15

    20

    25

    30

    35

    40

    45

    50

    2001 2002 2003 2004

    R$

    Milh

    es

    HC FZ

    FONTE: Documentos Institucionais ano 2004

    Demonstrativo de Recursos Humanos HCXFZ

    21,00 21,90 21,3028,84

    67,5073,70

    80,40

    91,78

    0

    10

    20

    30

    40

    50

    60

    70

    80

    90

    100

    2001 2002 2003 2004

    R$

    Milh

    es

    HC FZ

    FONTE: Documentos Institucionais ano 2004

  • 8. RESULTADOS

    91

    Demonstrativo de Serv. Terc./Contr.Desp. Divs HCXFZ

    16,00

    20,0021,40

    22,70

    6,90 6,50 6,107,79

    0

    5

    10

    15

    20

    25

    2001 2002 2003 2004

    R$

    Milh

    es

    HC FZ

    FONTE: Documentos Institucionais ano 2004

    Demonstrativo de Benefcios HCXFZ

    3,90 3,904,20 4,00

    5,90

    6,90

    7,80

    8,52

    0

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    2001 2002 2003 2004

    R$

    Milh

    es

    HC FZ

    FONTE: Documentos Institucionais ano 2004

    Demonstrativo Receita Assistencial x Custeio (FZ) - 2004

    18,76

    21,59 20,87 21,59 21,32 21,5922,39 22,62

    17,1919,42 19,42 20,47

    27,99

    23,27

    17,08

    21,74

    21,47

    24,72

    29,04

    19,66 20,5321,41

    16,98

    21,30

    8101214161820222426283032

    jan-04

    fev-04

    mar-04

    abr-04

    mai-04

    jun-04

    jul-04 ago-04

    set-04

    out-04

    nov-04

    dez-04

    R$

    Milh

    es

    Receita\Realizado Custeio\Realizado

    FONTE: Documentos Institucionais ano 2004

    Demonstrativo Receita Assistencial x Custeio (FZ)2004

    18,76

    21,5920,87

    21,59 21,32 21,5922,39 22,62

    17,19

    19,42 19,4220,47

    27,99

    23,27

    17,08

    21,74

    21,47

    24,72

    29,04

    19,6620,53

    21,41

    16,98

    21,30

    8

    10

    12

    14

    16

    18

    20

    22

    24

    26

    28

    30

    32

    jan-04 fev-04 mar-04 abr-04 mai-04 jun-04 jul-04 ago-04 set-04 out-04 nov-04 dez-04

    R$

    Milh

    es

    Receita\Realizado Custeio\Realizado

    FONTE: Documentos Institucionais ano 2004

    Participao econmica percentual na receita por categoria de clientes SUS / Conv e particulares

    48%

    46%

    6%

    SUS Convnios Pagantes

    FONTE: Documentos Institucionais ano 2004

    Investimentos de capital obras / instalaes, equipamentos, outros

    FONTE: Documentos Institucionais 2004

    89,20

    9,1911,32

    6,73 -

    11,55 3,59 3,23

    -10

    20

    3040 50

    60

    70 80 90

    100

    2001 2002 2003 2004 FZ HC

    R$ m

    ilhes

  • 8. RESULTADOS

    92

    1- O grau de endividamento refere-se FZ consolidada, visto que no

    h balano independente para o InCor 2- Para os exerccios 2003 e 2004, foi considerado o prmio BNDES

    FONTE: Documentos Institucionais - 2004

    FONTE: Documentos Institucionais -2004

    Consumo Fsico-financeiro do C.Cirrgoico X N de Cirurgias

    1058 1069 1201 1067

    9249

    8379

    88569106

    43694095 4255

    3827

    0

    1000

    2000

    3000

    4000

    5000

    6000

    7000

    8000

    9000

    10000

    1o tri 2o tri 3o tri 4o tri

    2004

    Nmero de cirurgiasConsumo financeiro materiais (x100)consumo fsico materiais (x100)

    FONTE: Documentos Institucionais 2004

    1. Os dados de consumo fsico e tambm financeiro referem-se

    exclusivamente aos materiais fornecidos pela Unidade de Suprimentos CD 12.

    2. Foram suprimidos materiais de escritrio.

    Participao dos gastos com materiais em relao receita

    FONTE: Documentos Institucionais - 2004

    Anlise quantitativa de custos e produo de lavagem de roupas x n de internaes e proced.

    cirrgicos em 2004

    FONTE: Documentos Institucionais - 2004 8.3. Resultados relativos s pessoas

    Transposies

    1319

    34

    65

    0

    20

    40

    60

    80

    2001 2002 2003 2004

    N de

    Transposies

    FONTE: Documentos Institucionais ano 2004

    Receitas Assistenciais X Materiais

    114,27

    130,36

    69,90 46,60

    56,90 87,50

    145,18 159,34

    -

    20

    40 60

    80

    100

    120 140

    160 180

    2001 2002 2003 2004

    Material de Consumo HC+ FZ Receita Assis.SUS-Conv.-Part.

    Prazo mdio de contas a receber

    64 66 68 70 72 74 76 78 80 822001 2002 2003 2004

    Em dias

    Grau de endividamento

    0

    1

    2

    3

    4

    5

    2001 2002 2003 2004

    Em

    milh

    es

  • 8. RESULTADOS

    93

    ndice de Absentesmo

    2,50%

    2,10%2,01% 2,07%

    1,54% 1,47%

    0%

    1%

    2%

    3%

    2001 2002 2003 2004

    INCOR PROAHSA

    FONTE: Documentos Institucionais ano 2004

    Taxa de Rotatividade

    0,67%

    0,52%

    1,31%

    0,60%

    0,76%

    1,13%

    0,00%

    0,20%

    0,40%

    0,60%

    0,80%

    1,00%

    1,20%

    1,40%

    2001 2002 2003 2004

    INCORPROAHSA

    FONTE: Documentos Institucionais ano 2004

    ndice de Efetivao

    98,72%

    97,97%

    99,20%

    96,69%

    95,00%

    95,50%

    96,00%

    96,50%

    97,00%

    97,50%

    98,00%

    98,50%

    99,00%

    99,50%

    2001 2002 2003 2004

    FONTE: Documentos Institucionais ano 2004

    Nmero de Processos Trabalhistas

    14

    10

    2

    0

    2

    4

    6

    8

    10

    12

    14

    16

    2002 2003 2004

    FONTE: Documentos Institucionais ano 2004

    Nmero de Funcionrios Treinados

    3898

    2875

    1739

    1289

    0

    500

    1000

    1500

    2000

    2500

    3000

    3500

    4000

    4500

    2001 2002 2003 2004

    FONTE: Documentos Institucionais ano 2004

    Total de horas de treinamento e desenvolvimento

    1 4 1 7 2

    2 0 .5 3 6

    3 2 .2 4 0

    8 6 1 9 4

    0

    1 0 0 0 0

    2 0 0 0 0

    3 0 0 0 0

    4 0 0 0 0

    5 0 0 0 0

    6 0 0 0 0

    7 0 0 0 0

    8 0 0 0 0

    9 0 0 0 0

    1 0 0 0 0 0

    2 0 0 1 2 0 0 2 2 0 0 3 2 0 0 4

    FONTE: Documentos Institucionais ano 2004

  • 8. RESULTADOS

    93

  • 8. RESULTADOS

    95

    Processos Seletivos

    52

    7767 71

    020406080

    100

    2001 2002 2003 2004

    N processosSELETIVOS

    FONTE: Documentos Institucionais ano 2004

    N de participantes no programa de integrao

    183

    209

    237251

    0

    50

    100

    150

    200

    250

    300

    2001 2002 2003 2004

    FONTE: Documentos Institucionais - 2004

    Programa de Controle Mdico de Sade Ocupacional Produo de janeiro de 2002 a maio de 2005

    TIPO 2002 2003 2004 2005 JAN FEV MAR ABR MAI

    E.M.P.A 300 380 441 9 7 6 53 47 E.M.P. 471 934 1104 8 3 75 7 96

    E.M.R.T. 226 110 124 16 10 22 23 20 E.M.M.F. 4 32 44 3 2 5 7 9 E.M.P.D. 149 127 146 3 12 12 8 3

    Total 699 1583 1859 39 34 120 98 175 E.M.P.A. = Exame Mdico Pr-Admissional; E.M.P. = Exame Mdico Peridico; E.M.R.T = Exa,me Mdico de Retorno ao Trabalho; E.M.M.F.= Exame Mdico de Mudana de Funo; E.M.P.D.= Exame Mdico Pr Demissional. FONTE: Documentos Institucionais ano 2004

    Programa de Preveno de Riscos Ambientais Produo de janeiro de 2002 a maio de 2005

    TIPO 2002 2003 2004 2005 JAN FEV MAR ABR MAI

    L.T.(*) - - 71 6 2 32 36 23 EPI(*) - 35 153 11 24 43 104 10

    Dos(*) - 1020 1672 136 140 139 137 144 Seg(*) - 5 25 6 2 32 36 23 Tec(*) - - 67 5 5 5 7 5

    (*) L.T. = Laudos Tcnicos; EPI = Entrega de equipamentos de proteo individual; Dos = recebimento e entrega de dosmetros; Seg = Inspees de segurana; Tec = Reunies Tcnicas

    FONTE: Documentos Institucionais ano 2004

    REMUNERAO MDIA - Mdicos

    7.411,50

    7.549,17

    7.605,59

    7.649,20

    7.250

    7.300

    7.350

    7.400

    7.450

    7.500

    7.550

    7.600

    7.650

    7.700

    2001 2002 2003 2004

    MDICOS

    FONTE: Documentos Institucionais - 2004

    Semana Trabalhando com Sade e Segurana

    Evento

    Carga Horria

    Populao diretamente beneficiada

    1997(*) 50h 1400 2004(**) 50h 1600 2005 26h 216

    (*) Realizado inqurito de sade, aplicao de questionrio para avaliar clima organizacional, qualidade, hbitos e estilo de vida e avaliao pressrica e metablica.

    (**) Concomitantemente foram tambm oferecidas palestras, painis e exposies sobre temas de Sade e Segurana.

    FONTE: Documentos Institucionais - 2004

  • 8. RESULTADOS

    96

    Servios oferecidos aos funcionrios Grmio N de associados

    0 100 200 300 400 500 600

    1998

    1999

    2000

    2001

    2002

    2003

    2004

    FONTE: Documentos Institucionais - 2004

    8.4. Resultados relativos aos fornecedores

    Controle de qualidade no recebimento da matria

    prima nutrio

    Gastos em R$, com contratos de manuteno gerenciados pela Unidade de Engenharia Clnica

    Fornecimento de Material de Consumo Material de Consumo Fornecimento

    FZ Fornecimento HC

    Material de enfermagem 5% 17% Fios cirrgicos 0,8% 3,6% Outros materiais clnicos e cirrgicos

    0,4% 0,4%

    Material de laboratrio 1% 8,3% Radio/foto 0,7 2,4% Medicamentos/radioativos

    12,5 51,6%

    Gneros alimentcios 1,5% 5% Manuteno peas e acessrios

    3,2% 7,1%

    Material de limpeza 0,5% 3,2% Escritrio e impressos 0,8 1% Rouparia 0,1% 0,8% Materiais especiais 73,7% - Total aproximado 100% 100% FONTE: Informaes Institucionais - Ano base 2003

    Associados da Cooperativa FZ

    0 500 1000 1500 2000

    2001

    2002

    2003

    2004

    Associados Fundao Zerbini Referencial comparativo

    N associados

    FONTE: Cooperativa - FZ - 2004

    Emprstimos a funcionrios

    0 500 1000 1500 2000 2500 3000 35002001 2002 2003 2004

    N de emprstimos efetuados Referencial comparativo Quantidade de emprstimos

    FONTE: Cooperativa - FZ - 2004

    ADEQUAOITEM 1999 2000 2001 2002 2003 2004

    TEMPERATURA 93% 98% 99% 97% 99% 100%EMBALAGEM 100% 100% 100% 100% 100% 99%TRANSPORTE 100% 100% 100% 100% 100% 100%AV.SANITRIA 93% 100% 100% 100% 100% 100%

    SERVIO DE NUTRIO E DIETTICA - INCOR HC FMUSP

    SEO DE PRODUO DE ALIMENTOS INSPEO E CONTROLE DE QUALIDADE NO RECEBIMENTO DA MATRIA PRIMA

    88%90%92%94%96%98%100%102%

    1999 2000 2001 2002 2003 2004TEMPERATURA

    EMBALAGEM

    TRANSPORTE

    AV.SANITRIA

    FONTE: Documentos Institucionais - 2004

    R$ 1.790.733,05R$ 1.602.227,58 R$ 1.606.172,98

    R$ 1.339.973,20

    0,00

    200.000

    400.000

    600.000

    800.000

    1.000.000

    1.200.000

    1.400.000

    1.600.000

    1.800.000

    2.000.000

    2001 2002 2003 2004

    Total

    Soma de valor da area

    Anos

    FONTE: Documentos Institucionais - 2004

  • 8. RESULTADOS

    97

    Principais fornecedores do InCor

    Contratos pelo HC

    Fornecedor % aproximada em relao ao total do valor de contratos HC

    Limpadora Centro 46%

    Acqualimp Higienizao 12%

    PRODESP 0,7%

    Philips Medical Systems 0,5%

    IBG Ind. Bras. de Gases 0,4%

    Servtec Inst. e Manuteno Ar Cond. 0,35%

    Capital Serv Vigilncia 0,27%

    Outros 39,78%

    Total 100%

    FONTES: Documentos Institucionais - ano base 2004

    Principais fornecedores do InCor

    Contratos pela FZ

    Fornecedor % aproximada em relao ao total do valor de contratos FZ ($)

    Roche Diagnstica 32%

    DPC Medlab 15%

    Acqualimp 13%

    Philips Medical Systems 11%

    Outros 29%

    Total 100% Fonte: Documentos Institucionais - Ano base 2004

    8.5. Resultados relativos aos produtos

    Resumo das Principais Atividades do InCor

    2001 2002 2003 2004

    Cons. Md. 255.943 259.045 259.874 266.502 Internaes 11.715 12.568 13.419 13.724 Cirurgas 4.181 4.557 4.271 4.395 SADT 2.189.539 2.359.157 2.444.894 2.392.114Hemodinmica 12.372 11.922 11.814 12.590 Est. Card. Artificial 0 1.463 1.719 1.553

    FONTE: Unidade de Informaes Mdicas e Hospitalares

    FONTE: Unidade de Informaes Mdicas e Hospitalares

    2.0002.5003.0003.5004.0004.5005.000

    2001 2002 2003 2004 Tendncia Referncia Ref: Hosp. Dante Pazzanesi - 2004

    Fonte: Documentos Institucionais - 2004

    Cirurgias Realizadas

    Mdia de Permanncia

    0

    2,0

    4,0

    6,0

    8,010,0

    12,0

    2001 2002 2003 2004 Tendncia

    FONTE: Documentos Insitucionais 2004 Ref: Hosp. Dante Pazzanesi

    Mdia mensal de internaes por leito

    1,01,21,41,61,82,02,22,4

    2001 2002 2003 2004 TendnciaReferncia

    Fonte: Documentos Institucionais 2004 Ref: Hosp. Dante Pazzanesi - 2004

    Taxa de ocupao

    60

    65

    70

    75

    80

    85

    2001 2002 2003 2004 Tendncia

  • 8. RESULTADOS

    99

    N de atendimentos realizados SUS InCor 2004

    meses

    Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov dez

    Agendamento 25898 22253 29106 25703 25876 27150 27509 28720 26806 26397 27521 28658

    Cateterismo 385 394 534 448 408 365 374 385 332 351 381 375 Fichas spa 2731 2417 3070 2663 2823 2852 2772 3087 2826 2712 2888 2991 Matrculas 949 758 1037 925 1006 937 932 1029 962 895 941 1017 Agendamento

    2604 2604 2604 2604 2604 2604 2604 2604 2604 2604 2604 2604 Central telefnica

    FONTE: PRODESP UIMH UAPA - ano base 2004

    Comparativo semestral de atendimento da UAPA

    2 sem 2002

    1 sem 2003

    2 sem 2003

    1 sem 2004

    2 sem 2004

    Agendamento AB especializado (Exames e Consultas) 152.021 154.719 162.684 155.986 165.611

    Matricula 5.484 5.119 5.698 5.612 5.776 Fichas SPA 17.465 16.279 17.511 16.556 17.276 Hemodinmica 704 718 754 2.534 2.198 Agendamento de consultas via Telefone 15.624 15.624 15.624 15.624 15.624 Total de atendimentos realizados 191.298 192.459 202.271 196.312 206.485

    FONTE: PRODESP UIMH UAPA - ano base 2004

    0

    100

    200

    300

    400

    500

    600

    700

    2001 2002 2003 2004 Tendncia

    FONTE: Documentos Institucionais - 2004

    N de cirurgias por sala cirrgica/ano

    0

    500.000

    1.000.000

    1.500.000

    2.000.000

    2.500.000

    2001 2002 2003 2004 Tendncia

    Produo SUS ProduoConvnio Produo Particular

    FONTE: Documentos Institucionais - 2004

    Produo total - % Sus, convenio e particular

  • 8. RESULTADOS

    100

    180000

    185000

    190000

    195000

    200000

    205000

    210000

    N d

    e at

    endi

    men

    tos

    2 sem2002

    1 sem2003

    2 sem2003

    1 sem2004

    2 sem2004

    N total de atendimentos SUS realizados por semestre

    0

    500

    1000

    1500

    2000

    2500

    3000

    N d

    e ca

    tete

    rism

    os

    agen

    dado

    s

    2 sem2002

    1 sem2003

    2 sem2003

    1 sem2004

    2 sem2004

    N de cateterismos agendados por semestre

    FONTE: Documentos Institucionais ano 2004

    01000200030004000500060007000

    1978

    1980

    1982

    1984

    1986

    1988

    1990

    1992

    1994

    1996

    1998

    2000

    2002

    2004

    ano

    nm

    ero

    de a

    tend

    imen

    tos

    Evoluo Do Nmero De Refeies

    200.000

    400.000

    600.000

    800.000

    1.000.000

    1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005

    ANO

    N

    FONTE: Documentos Institucionais ano 2004

    Nmero de exames realizados - LAC

    1200000

    1400000

    1600000

    1800000

    2000000

    2200000

    2001 2002 2003 2004

    Exam

    es

    Ano Mdia (2001 a 2004)

    FONTE: Documentos Institucionais ano 2004

    Atendimentos Unidade de Odontologia InCor

    FONTE: Documentos Institucionais ano 2004

    FONTE: Documentos Institucionais ano base 2004

  • 8. RESULTADOS

    101

    Nmero dos principais procedimentos realizados no LAP nos anos de 2002 a 2004

    Setor Tipo de procedimento Nmero (2002) Nmero (2003) Nmero (2004) Patologia Bipsias (casos) 3.415 3.728 3.606 Cirrgica Exames Citolgicos (casos) 805 873 798 Imunohistoqumica em Bipsias (casos) 367 376 518 Microscopia eletrnica em Bipsias (casos) 48 73 40 Blocos de parafina includos - Bipsias 6.263 6.511 6.424 Necropsias Necropsias (casos) 208 259 224 Blocos de parafina includos- Necrpsias 6.743 7.668 4.988 Formolizaes (casos) 16 15 27 Embalsamamentos (casos) 15 16 17 Preparo de corpo (casos) 885 947 1.014 Pesquisa Novas pesquisas no ano 22 29 26 Blocos de parafina includos- Pesquisas 574 806 1.135 Imunohistoqumica em pesquisa (lminas) 778 1.044 618 Hibridizao in situ em pesquisa (lminas) 358 405 105 Microscopia eletrnica em pesquisa (nmero de blocos) 1.009 745 700

    FONTE: Relatrio da Incidncia e distribuio das infeces hospitalares no InCor, Sub Comisso de Controle de Infeco Hospitalar SCCIH InCor em 2004.

    DDiissttrriibbuuiioo ddaass iinnffeecceess ppss--ooppeerraattrriiaass ddee ccoorrrreennttee ssaannggnneeaa GRUPO 2002 2003 2004

    n (%) n (%) lab (%) * n (%) lab (%) * CORONRIA 35 (3,1) 20 (1,9) 9(0,9) 28(2,7) 8(0,8) VLVULA 29 (4,1) 20 (3,3) 9(1,5) 34(5,3) 20(3,1) CONGNITOS 46 (5,3) 50 (7,3) 27(3,4) 42(5,7) 15(2,1) CARDIO GERAL 6 (4,0) 3(2,0) 10(5,5) 5(2,8) VASCULAR - 5 (2,8) 4(2,7) 9(3,4) 2(0,8) OUTRAS - - - - MARCA PASSO - 3 (0,2) 2(0,1) 4(0,3) 4(0,3) CORONRIA / VALVA 12 (9,4) 5(3,4) 12(9,9) 5(4,1)

    n = nmero total de eventos * lab.= infeco da corrente sangnea laboratoriamente confirmada **

    Distribuio das infeces de ferida operatria de trax (superficial e profunda) GRUPO 2002 2003 2004

    n (%) n (%) n (%) CORONRIA 53 (4,8) 55 (5,1) 46(4,4) VLVULA 19 (2,8) 24 (4,0) 17(2,7) CONGNITOS 33 (3,9) 31 (4,5) 19(2,6) CARDIO GERAL - 5 (2,8) 9(4,9) VASCULAR - 3 (1,7) - OUTRAS - - - MARCA PASSO - 14 (1,1) 10(0,9) CORONRIA / VALVA 4 (3,1) 3(2,4) n = nmero total de eventos **

    Total de cirurgias realizadas

    GRUPO 2003 2004 CORONRIA 1078 1048 VLVULA 600 637 CONGNITOS 679 733 COVA 127 121 VASCULAR 190 265 MARCA PASSO 1304 1178

    ** Taxa de Infeco Hospitalar reas Restritas InCor HC FMUSP

    Unidades

    Neonatos Emergncia UTI Clnica UCO 2003 2004 2003 2004 2003 2004 2003 2004 Taxa de IH* /1000 PAC DIA 41,5 41 51,5 42,9 51,4 49,5 34,6 32,8 Taxa de IH* /1000 PAC DIA AJUSTADA POR GRAVIDADE 22,3 8,7 28,9 9,2 22,5 26,6 16,1 10,2 Taxa de IH* /1000 PAC DIA AJUSTADA POR PERMANNCIA 4,5 2,6 4,6 3,0 2,9 3,4 4,2 2,4

    *IH = infeco hospitalar * *FONTE: Documentos Institucionais ano 2004

  • 8. RESULTADOS

    102

    Atendimentos Sistema Helpdeskdo Servio de Informtica

    0

    2000

    4000

    6000

    8000

    10000

    12000

    2002 2003 2004

    nm

    ero

    de O

    rden

    s de

    Ser

    vio

    OS Abertas OS Fechadas

    FONTE: Documentos Institucionais ano 2004

    Prescries Eletrnicasdo Servio de Informtica

    0

    20.000

    40.000

    60.000

    80.000

    100.000

    120.000

    140.000

    2002 2003 2004

    nm

    ero

    de p

    resc

    rie

    s

    FONTE: Documentos Institucionais ano 2004

    Itens Prescritosdo Servio de Informtica

    0

    500.000

    1.000.000

    1.500.000

    2.000.000

    2.500.000

    2002 2003 2004

    quan

    tidad

    e de

    iten

    s

    FONTE: Documentos Institucionais ano 2004

    Laudos do Servio de Informtica

    1.050.000

    1.100.000

    1.150.000

    1.200.000

    1.250.000

    1.300.000

    1.350.000

    1.400.000

    1.450.000

    2002 2003 2004

    nm

    ero

    de la

    udos

    no

    sist

    ema

    FONTE: Documentos Institucionais ano 2004

    Exames de imagens do Servio de Informtica

    0

    5000

    10000

    15000

    20000

    25000

    2002 2003 2004

    Gr

    fico

    de T

    end

    ncia

    FONTE: Documentos Institucionais ano 2004

  • 8. RESULTADOS

    103

    Dados comparativos do InCor e do Relatrio de Pesquisa da FGV Estatsticas bsicas 2004

    Varivel Descrio Incor Setor de

    Servios (mdia) *

    Setor da

    Indstria (mdia)*

    Setor do

    Comrcio (mdia) *

    FUN Nmero total de funcionrios 2921 2371 1886 1360

    FTA Nmero de funcionrios tcnicos e admnistrativos. 1260 1179 504 331

    F04 Faturamento anual lquido (US$ milhes) 111 245 284 239

    GO4 % Gastos com TI (custeio+capital)/F04 2,5% 7,4% 3,3% 2,3%

    TERM Nmero de terminais (VT+micro) 1190 1539 782 558

    TBUR Nmero de terminais burros 60 23 12 16

    PINF Nmero de pessoas TI = PCPD+PCI 44 110 33 26

    PCPD PINF que atua em sistemas, desenvolvimento e operao 33 74 20 16

    PCI PINF em apoio/suporte ao usurio 8 36 13 10

    PTE % de terceiros em PINF 7% 37% 42% 32%

    U04 Nmero de usurios ativos em 2004 2460 1574 894 597

    M04 Micros em uso em 2004 1090 1516 770 543

    MR04 % Micros em rede em 2004 91% 96% 98% 99%

    Mx86 % Micros x86 (XT+286+386) 14% 1% 0% 0%

    MPx % Micros Pentium 86% 99% 100% 100%

    IMP Nmero de impressoras 524 431 171 175

    IMAT % Impressoras Matriciais 10% 16% 16% 23%

    ILAS % Impressoras Laser 39% 36% 30% 23%

    INK % Impressoras Jato de tinta 52% 46% 52% 48%

    TEC Nmero de teclados (M04+TBUR) 1150 1539 782 558

    FONTE: 16 Pesquisa: Administrao de Recursos de Informtica, 2005 (FGV)

    Dados comparativos do InCor e do Rel. de Pesquisa da FGV Gastos com TI (US$ mil/ano) em 2004

    Varivel Descrio Incor Servios (mdia)*

    Indstria (mdia)*

    Comrcio (mdia)*

    CAPT Custo anual de TI por TEC (US$ mil/ano) 2,4 9,5 9,6 6,2

    CAPF Custo anual por FUN (US$ mil/ano) 1,0 8,3 5,0 4,4

    CAPU Custo anual por Usurio (US$ mil/ano) 1,1 9,4 8,9 6,2

    FONTE: 16a. Pesquisa: Administrao de Recursos de Informtica, 2005 (FGV)

    Dados comparativos do InCor e do Relatrio de Pesquisa da FGV ndices de parque instalado- 2004

    Varivel Descrio Incor Servios (mdia)*

    Indstria (mdia)*

    Comrcio (mdia)*

    TBUR/TEC % Terminais burros / teclado 5% 1,5% 1,5% 2,8% M04/TEC % Micros / teclado 95% 99% 98% 97% M04/IMP Relao micros / impressoras 2 3,3 4,1 2,9 TEC/IMP Relao teclados / impressoras 2,2 3,6 4,6 3,2 Mx86 % Micros x86 (XT+286+386) 14% 1% 0% 0% MPx % Micros Pentium 86% 99% 100% 100%

    FONTE: 16a. Pesquisa: Administrao de Recursos de Informtica, 2005 (FGV)

  • 8. RESULTADOS

    104

    Comparao do nmero de trabalhos apresentados pelo InCor no evento European Society of Cardiology

    05

    101520253035

    1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004

    InCorAm Sul + Caribe

    FONTE: Documentos Institucionais - 2004

    Comparao do nmero de trabalhos apresentados pelo InCor no evento American Heart Association

    0

    5

    10

    15

    20

    25

    30

    1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004

    InCorAm Sul + Caribe

    FONTE: Documentos Institucionais 2004

    Resultados operacionais do Servio Biblioteca Documentao Cientifica

    Atividades 2002 2003 2004 2005*

    Agendamento de eventos 5.286 4.642 2.892 1.399

    Atendimento aos usurios 16.138 9.005 13.338 2.008

    Comutao bibliogrfica SBDCD atende sistema BIREME 2.397 1.361 1.371 510BIREME atende SBDCD 307 278 284 102

    Reprografia 918.584 941.028 596.444 144.409

    Ilustraes Cientficas 2.966 3.135 4.230 1.366

    Processamento tcnico: Classificao e catalogao 125 187 289 29

    Peridicos: fasc. novos 1.299 1.344 1.169 253

    Indexao de peridicos: 269 61 287 128

    Slides: Confeco: 7.669 3.785 1.291 444Emprstimo: 6.993 3.317 989 180

    Memria Cientfica 4.103 3.432 4.028 154

    FONTE: Documentos Institucionais 2002 a 2005

  • 8. RESULTADOS

    105

    Testes de Produtos Realizados

    jan.fev.mar.abr.2005-CEH

    2

    11 13

    24

    0

    10

    20

    30

    janeiro fevereiro maro abril

    4% 22% 26% 48%

    FONTE: Documentos Institucionais 2004

    8.6 Resultados relativos a sociedade

    Transplante de rgos

    AVOC SERVIO VOLUNTRIO

    Perodo 2003 2004 Referncia 2004

    Horas de trabalho 10.195 14.400 21.600 Horas/ms 850 1200 1800 N de voluntrias 35 35 99 Horas/voluntria/ms 24,28 34,28 18,18

    FONTE: Documentos Institucionais 2004

    Gerenciamento de resduos 2001 - 2002 2003 2004 e ref comparativo

    Resduos Grupo B Produto 2000 2001 2002 2003 2004 Total

    Leishman /Azul de metilno 860 700 1.540 835 989 4924

    Xilol 705 770 1.002 410 358 3245

    Metanol, acetonitrila, tampo acetato

    0 0 1.075 323 56,5 1454,5

    Dimetilformamida 0 0 0 0 396 396 Acetonitrila 0 0 0 194 188 382

    Metanol 32 59 170 32,3 75 368,3 Acido cloridrico 6 55 73,5 65 30 229,5

    Cianeto de potassio 0 0,2 0 200 0 200,2 Cloro Organico 0 0 0 200 0 200

    DAB 20 20 55 30 24 149

    Metanol,Etanol,Gliserol, Hidroxido de sodio, Acido

    acetico

    6 29 9,7 53,2 31 128,9

    Brometo de Etila 0 0 0 0 99 99 Soluo de Klotz 0 0 0 96 0 96

    Glutaraldeido 0 0 0 0 54 54 Oleo TFA/ED/ANISOL 0 0 0 0 53 53

    Etanol 5 12 6 7 7 37 Acido sulfurico 0 2 2,8 10,6 7 22,4

    Brometo de Etideo 0 0 0 0 20 20 Hexano 0 18 0 0 0 18

    Resduo de HPLC 0 0 0 0 18 18 Tolueno 5,8 3 2 3 4 17,8 Citrisol 0 0 6,8 8 3 17,8

    Acido gadotrico 0 0 0 8,5 0 8,5 Acetato de etila 0 0 0 0 5 5

    Soluo Sulfocromica 0 0 0 0 4,6 4,6 Acetona 0 0 0 0 4 4

    Acido nitrico 1,2 0 0 2 0 3,2 Parafina 0 0 3 0 0 3

    Parafilm com Citrosol 0 0 0 0 3 3 Formaldeido 0 0 1,8 0 0,9 2,7

    Silano 0 0 0 0 2 2 Cloroformio 0 0 0 0 1 1

    Stromatolyser 0 0 0 0 0,293 0,293 Ret-Search 0 0 0 0 0,126 0,126

    Acido Borico 0 0 0 0 200 g 0 Hidroxido de sdio 0 0 0 0 100 g 0

    Valores em litro FONTE: Documentos Institucionais 2004

    Testes Realizados e Resultados

    26

    5 4 14 49

    42 23

    2

    49

    116

    53% 10% 8% 29% 100% 36% 20% 2% 42% 100% 0 20 40 60

    80

    100 120 140

    aprovados no aprovados cancelados pendentes

    total

    Jun. a Dez./2003 Jun. a Dez./2003

    Jan. a Dez./2004 Jan. a Dez./2004

    FONTE: Documentos Institucionais - 2004

    Transplantes realizados

    010

    2030405060

    2001 2002 2003 2004Tendncia

    FONTE: Documentos Institucionais - 2004

  • 8. RESULTADOS

    107

    Resduos Grupo C

    Ms - 2004 Rejeitos Radioativos Slidos

    - Tipo C(Kg)

    Devoluo de Geradores exauridos p/ IPEN (Molibdenium, Tecncio)

    (unidades)

    jan 157 16

    fev 137 16

    maro 143 16

    abril 147 20

    maio 150 16

    junho 143 16

    julho 147 20

    agosto 153 16

    set 158 20

    out 155 16

    nov 159 16

    dez 155 16

    TOTAL 1804 204

    FONTE: Documentos Institucionais - 2004

    Gerenciamento de Resduos PGRSS I GRUPO A Infectante

    Tipo de Resduos Local Manh (Kg) Tarde (Kg) Noturno (Kg) Mdia / 7dias Mdia /dia

    Infectante 10. II 35,3 52,5 0 87,8 12,54

    9. II 38,69 32,1 0 70,79 10,11

    8. II 56,9 69,1 8,4 134,4 19,2

    7. II 83,1 67,2 26,6 176,9 25,27

    6. II 85,9 86,1 35 207 29,57

    5. II 0 0 0 0 0

    4. II 248,2 37,74 64,2 350,14 50,02

    3. II 162,4 428 48,7 639,1 91,3

    2. II e I 0 0 0 0 0

    1. II 0 42,7 0 42,7 6,1

    Praa /Trreo I / Emerg 48,2 314,3 89,1 451,6 64,51

    AB I e II 174,1 412,7 8,6 595,4 85,06

    8. I 305,2 467,75 172,7 945,65 135,09

    6. I 181,11 278,9 152,6 612,61 87,52

    7. I 181,1 365,35 72,6 619,05 88,44

    5. I 301,59 198,9 72,4 572,89 81,84

    3. I 530,3 416,4 87,3 1034 147,71

    1. I 117,7 92,1 0 209,8 29,97

    SS+Trreo II 966 723,6 0 1689,6 241,37

    TOTAL 8.439,43 1.205,62

    FONTE: Documentos Institucionais 2004

  • 8. RESULTADOS

    108

    II- GRUPO D Comum

    Tipo de Resduos Local Manh (Kg) Tarde (Kg) Noturno (Kg) Mdia/dias Mdia /dia Comum 10. II 11,9 33,6 0 45,5 6,5

    9. II 16,4 12,3 0 28,7 4,1 8. II 14,2 34,03 3,2 51,43 7,35 7. II 36,1 30,2 2,2 68,5 9,79 6. II 18 9,16 12,2 39,36 5,62 5. II 14,4 24,5 0 38,9 5,56 4. II 37,2 25,6 14,5 77,3 11,04 3. II 83,8 117,2 11,8 129 18,43 2. II e I 235,8 211,7 18,8 466,3 66,61 1. II 0 60,9 0 60,9 8,7

    Praa/Trreo I/

    Emerg 65,9 245 21,4 332,3 47,47 AB I e II 203,5 433,7 13,3 650,5 92,93 8. I 50,2 56,9 34,9 142 20,29 6. I 83,2 62,9 19,7 165,8 23,69 7. I 83,2 62,9 19,7 165,8 23,69 5. I 33,8 10,9 13,5 58,2 8,31 3. I 98,6 139,7 15,6 253,9 36,27

    1. I 54,8 37,1 0 91,9 13,13 SS+Trreo II 1.045,30 1.796,10 27,6 2869 409,86 TOTAL 2186,3 3404,39 228,4 5819,09 831,31

    FONTE: Documentos Institucionais 2004

    Comparativo do Consumo de gua e Esgoto Ano 2003-2004 InCor/IC

    Consumo de gua e Esgoto por Ms/Leito (M3) Ms / Ano

    Incor-2003

    ICHC-2003

    Incor-2004

    ICHC-2004

    Janeiro 35,4 18,7 32,8 21,5 Fevereiro 34,8 15,4 36,6 21,6

    Maro 34,4 21,5 32,3 18,8 Abril 37 22,9 34 20,2 Maio 33,3 21,5 32,7 20

    Junho 34,6 21,8 41 21,6 Julho 31,3 20 35,4 19,7

    Agosto 32,3 21,6 32 18,6 Setembro 35,4 22,7 32,6 20,3 Outubro 33,2 22,7 32,6 18,9

    Novembro 33,2 23,6 35 18,9 Dezembro 33,2 25,8 39,5 18,9

    FONTE: Documentos Institucionais- 2004

    Nmero de leitos por instituto

    Instituto Quant. de Leitos

    InCor 430

    ICHC 950 FONTE: Documentos Institucionais- 2004

    Tabela Comparativa de Doao p/ Fundo Social do Palcio do Governo FUSSESP Ano 2003/2004.

    Ano/volume (Kg) Papelo Sucatas diversas 2003 50.900 490 2004 53.160 7.710

    FONTE: Documentos Institucionais 2004

  • 8. RESULTADOS

    109

    8.7. Resultados dos processos de Apoio e organizacionais

    Consumo de Gs SND por Refeio (M3)

    Ms / Ano Incor- 2003 ICR-2003 Incor-2004 ICR-2004

    Janeiro 2,2 1,2 3 1,4

    Fevereiro 2,6 1,4 2,9 1,3

    Maro 2,2 1,2 2,8 1,2

    Abril 2,3 1,4 3,4 1,3

    Maio 1,2 1,3 3,5 1,3

    Junho 1,6 1,3 3,6 1,4

    Julho 1,5 1,4 3,8 1,1

    Agosto 1,7 1,6 3,6 1,2

    Setembro 1,3 1,4 3,8 1,3

    Outubro 1,5 1,5 3,7 1,3

    Novembro 1,4 1,3 3,5 1,1

    Dezembro 1,6 1,4 4 1,3 Ref: ICr HC

    FONTE: Documentos institucionais 2004

    Nmero de Refeies

    Instituto Quant. de Refeies

    InCor 700 Ref/ms

    ICR 650 Ref/ms FONTE: Documentos Institucionais - 2004 - Ref: ICR

    FONTE: Documentos Institucionais- 2004

    Atuao da Unidade de Reabilitao Cardiovascular e Fisiologia do Exerccio - Parques

    Atividades CONFIPA

    0

    1000

    2000

    3000

    4000

    5000

    6000

    Ibirapuera Carmo

    Parques

    Nm

    ero

    CadastrosPessoas acompanhadas InternetParticipantes PalestraPlanilhas de exerccioAvaliao de cadastro

    FONTE: Documentos Institucionais- 2004

    Treinamentos institucionais

    FONTE: Documentos Institucionais - 2004 Obs: No esto apontadas as horas de treinamento do Servio de Treinamento e Desenvolvimento, que esto apresentadas em grfico especfico.

    (*) A diferena observada em 2004 deve-se mudana no critrio de contagem de tendimentos que passou a contabilizar o n de pacientes atendidos e no as demandas atendidas por paciente. FONTE: Documentos Institucionais - 2004 FONTE: Documentos Institucionais ano base 2004

    1999 2000 2001 2002 2003 2004N REFEIES 646.889 694.149 741.776 810.676 681.288 921.180

    SERVIO DE NUTRIO E DIETTICA - INCOR HC FMUSPSEO DE PRODUO DE ALIMENTOS

    0

    5.000

    10.000

    15.000

    20.000

    25.000

    30.000

    35.000

    40.000

    45.000

    2001 2002 2003 2004

    Seo de Atendim. Psicossocial Servio Social

    0

    2.000

    4.000

    6.000

    8.000

    10.000

    12.000

    14.000

    20012002

    2003 2004

    LAC CCIH Inform. SND Enf. S. Soc. Farm. Ger. De Risco Unid.S e Seg

    Controles / He / Evoluo / Evento Adverso - Total Geral

    7,02% 7,61%

    75,55%

    41,67%

    16,67%

    41,67%

    16,67%

    9,23% 9,65% 7,14% 5,68%

    19,87%

    0,00%

    Contr

    oles n

    o Pr

    eenc

    hidos

    (S)

    Contr

    oles s

    em D

    ata (S

    )

    Histor

    ico n

    o Rea

    lizad

    o (I)

    Histo

    rico R

    ealiz

    ado +

    48h (

    I)

    Histo

    rico s

    em A

    ssina

    tura (

    I)

    Histo

    rico s

    em C

    arimb

    o (I)

    Histr

    ico se

    m Da

    ta (I)

    Histr

    ico C

    oleta

    Dado

    s Inc

    omple

    ta (S

    )

    Hist

    rico E

    xame

    Fsic

    o Inc

    omple

    to (S

    )

    Evolu

    o n

    o R

    ealiz

    ada (

    S)

    Evolu

    o s

    em As

    sinatu

    ra (S

    )

    Evolu

    o s

    em C

    arimb

    o (I)

    Even

    to Ad

    verso

    (PS)

  • 8 - RESULTADOS

    110

    Consultas nas Unidades Fitness

    0

    100

    200

    300

    400

    500

    2002 2003 2004Ano

    Nm

    ero

    de c

    onsu

    ltas Cardiolgicas

    USPNutrio USP

    Psicologia USP

    CardiolgicasHomsNutrio Homs

    Psicologia Homs

    Atendimento de Multiprofissionais

    2.000 2.001 2.002 2.003 2.004 TOTAL MDIAJAN 1.519.486 1.646.306 1.653.832 2.066.329 2.098.152 8.984.105 1.796.821FEV 1.550.804 1.550.218 1.821.976 1.928.995 2.057.726 8.909.719 1.781.944MAR 1.568.624 1.718.690 2.099.727 1.955.839 2.406.450 9.749.330 1.949.866ABR 1.556.385 1.820.704 2.109.889 1.962.971 2.328.930 9.778.879 1.955.776MAI 1.673.891 1.914.558 2.024.145 1.981.471 2.245.721 9.839.786 1.967.957JUN 1.719.587 1.869.959 1.995.660 1.998.082 2.312.795 9.896.083 1.979.217JUL 1.660.919 1.983.951 1.960.454 2.074.490 2.117.929 9.797.743 1.959.549AGO 1.680.516 2.012.076 2.032.535 2.320.569 2.639.319 10.685.015 2.137.003SET 1.602.773 1.941.096 1.979.967 2.335.818 2.224.436 10.084.090 2.016.818OUT 1.736.633 2.039.976 2.095.419 2.420.291 2.267.140 10.559.459 2.111.892NOV 1.679.108 1.861.173 1.942.554 2.154.172 2.202.701 9.839.708 1.967.942DEZ 1.672.522 1.813.903 1.866.334 2.133.593 2.179.179 9.665.531 1.933.106TOT 19.621.248 22.172.610 23.582.492 25.332.620 27.080.477 117.789.447 23.557.889

    1 Sem 9.588.777 10.520.435 11.705.229 11.893.687 13.449.774 217.685.070 11.431.580 Servios Multiprofissionais: Fisioterapia Condicionamento Fsico , Psicologia; Enfermagem; Farmcia; Servio Social; Murio; Odontologia Fonte: UIMH Unidade de Informaes Mdicas e Hospitalares InCor FONTE: UIMH Unidade de Informaes Mdicas e Hospitalares InCor ano base 2004

    FONTE: Documentos Institucionais - 2004

    FONTE: Documentos Institucionais - 2004

    FONTE: Documentos Institucionais - 2004

    Ambulatrio de Cardiologia do Esporte e

    Fisiologia do Exerccio

    0

    100

    200

    300

    400

    500

    600

    2003 2004

    Ano

    Nm

    ero

    de p

    roce

    dim

    ento

    s

    Consultas daPsicologiaConsultas da Nutrio

    Dobras cutneas

    Prescio Externa deExerccio

    Atividades de Enfermagem -

    2003, 2004, 2005

    2314344

    24670053

    23336397

    22000000

    22500000

    23000000

    23500000

    24000000

    24500000

    25000000

    2003 2004 2005*

    * Projeo

  • 8 - RESULTADOS

    111

    Atendimento SADT

    2.000 2.001 2.002 2.003 2.004 TOTAL MDIAJAN 149.516 177.398 198.502 208.398 194.948 928.762 185.752FEV 165.944 159.177 168.982 194.648 171.175 859.926 171.985MAR 166.671 194.898 194.944 191.541 220.018 968.072 193.614ABR 152.788 176.147 202.407 199.791 197.321 928.454 185.691MAI 170.974 187.902 200.352 205.227 196.121 960.576 192.115JUN 170.687 173.555 187.068 201.295 197.593 930.198 186.040JUL 165.338 190.532 210.926 220.950 205.758 993.504 198.701AGO 182.054 205.005 209.808 209.841 216.899 1.023.607 204.721SET 165.076 173.234 192.419 216.439 200.003 947.171 189.434OUT 178.509 201.904 214.207 215.422 200.956 1.010.998 202.200NOV 174.453 181.525 194.470 197.545 185.194 933.187 186.637DEZ 163.817 168.262 185.072 183.797 205.995 906.943 181.389TOT 2.005.827 2.189.539 2.359.157 2.444.894 2.391.981 11.391.398 2.278.280

    1 Sem 976.580 1.069.077 1.152.255 1.200.900 1.177.176 20.994.108 1.115.198 FONTE: UIMH Unidade de Informaes Mdicas e Hospitalares InCor

    Engenharia ClnicaQuantidade de OSs executadas

    020

    406080

    100120140

    160180

    jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez

    Ms

    Engenharia Clnica

    Tempo mdio de liberao de equipamentos

    010203040506070

    jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dezMs

    Dia

    s

    Servios executados por

    S i t d l E h i

    FONTE: Documentos Institucionais 2004 FONTE: Documentos Institucionais 2004

    Quadro comparativo Engenharia Clnica InCor Unidade de

    Engenharia Clnica HC UNICAMP CEB(a)

    Hospital So Paulo Engenharia Clnica(a)

    Hospital Particular(a)(4)

    N de leitos atendidos 560 450 699 100 Nmero de profissionais na equipe de Engenharia Clnica

    12 22 22 *

    Nmero de OSs executadas 1440(b) * 3294 * Tempo mdio de reparo 13,45 15 * 15 FONTE: Documentos Institucionais 2004 *Dados no disponveis para comparao. (a) Instituies com o mesmo escopo de atuao da Engenharia Clnica InCor. (b) Includas as Ordens de Servio executadas em 2004 abertas em 2003.

  • 8 - RESULTADOS

    112

    Gerncia de Risco Sanitrio Hospitalar InCor

    Atividade 2003 2004 At Maio 2005 **Referncia Notificaes enviadas para ANVISA 14* 104 120 108 Anlise/Divulgao de Alertas Nacionais e Internacionais

    409 810 289 ---

    Horas de treinamento 90 horas 360 horas 144 horas ---- Funcionrios Treinados 60 240 18 ---- * somente no perodo de abril a dezembro de 2003 **Referncia : Hospital Dante Pazzanesi SP

    Aes implementadas para melhoria da gesto por grupos de melhorias multidisciplinares

    - Treinamento para desenvolvimento de competncias para colaboradores da Recepo Principal - Mudana do horrio de abertura do AB das 6h para s 6h30 - Mudana de catracas da entrada do AB com exclusividade para entrada de pacientes - Desenvolvimento de listagem de servios de apoio (hotis, restaurantes, etc) oferecidos nas reas prximas ao HC para pacientes - Permanncia de enfermeira na entrada do AB para prestao de servios em situaes emergenciais com pacientes desta rea - Troca da localizao de marcador de horrio de ponto para colaboradores que no trabalham no AB para diminuir fluxo desta rea - Mudana no instrumento de retirada de senha na Recepo Principal para minimizao no desperdcio de papel - Colocao de bebedouro prximo a pacientes que necessitam de ingesto de gua para realizao de exames - Instituio de governana para AB - Implementao de mais 2 postos de informao em locais crticos de circulao de pacientes - Criao de senhas emitidas pelo Call Center para melhorar o direcionamento do paciente conveniado ou particular para respectivas reas - Troca de local de entrada dos colaboradores,, privilegiando entrada dos pacientes - Reorganizao de fluxos, documentos e procedimentos e da CDI - Implantao de etiquetas diferenciadas para pacientes e acompanhantes que entram pelo AB, aumentando a segurana institucional

    FONTE: Documentos Institucionais - 2004/2005

    Resultados das atividades desenvolvidas pelo Sistema Integrado da Qualidade

    Elaborao e desenvolvimento de Pesquisa de Avaliao de Satisfao em 3 reas distintas

    459 Clientes internos envolvidos 278 Clientes externos envolvidos

    Coordenao de Grupos de Melhoria com equipes multidisciplinares 24 Profissionais envolvidos 3 Grupos coordenados

    Participao em Grupos de Melhoria em equipes multidisciplinares 56 Profissionais envolvidos 5 Grupos

    Desenvolvimento profissional 2 Aprimorandos e 6 estagirios voluntrios

    Atividades acadmicas 123 horasaulas ministradas Apoio s auditorias internas do Sistema de Qualidade ISO 9001:2000 Participao em 7 auditorias das 18

    realizadas Coordenao anual de treinamento para formao de auditorias internos ISO 9001:2000

    Desenvolvimento de pesquisa sobre motivo de ausncia de clientes externos em exames

    87 clientes externos envolvidos

    FONTE: Documentos Institucionais - 2004/2005

    Relatorio-PNGS-2004parte1.pdfRelatorio-PNGS-2004parte2.pdf