Recrutamento e Seleo R&S. Recrutamento e Seleo  Resultados finais distintos  Intrinsecamente ligados. slide 0

Recrutamento e Seleo R&S. Recrutamento e Seleo Resultados finais distintos Intrinsecamente ligados.

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    22-Apr-2015

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Slide 1 Recrutamento e Seleo R&S Slide 2 Recrutamento e Seleo Resultados finais distintos Intrinsecamente ligados Slide 3 Recrutamento e Seleo Recrutamento Seleo processo de atrair candidatos para uma vaga, anunciando e tornando atrativo para candidatos disponveis no mercado. Buscando candidatos dentro e fora da organizao Escolher a pessoa mais adequada para preencher a vaga. Slide 4 Recrutamento Identificao Escolha contrato Slide 5 Por qu? Quem? Como? Onde? Slide 6 Comunicao bilateral Empresa Candidato Candidato Empresa Slide 7 seleo Perfil de candidato pleiteado pela empresa Absorver a carncia do cargo Slide 8 Modalidades Recrutamento interno; Recrutamento externo; Recrutamento misto Slide 9 Plano interno Remanejamento de funcionrios atravs de: Promoo; Transferncia ou Transferncia com promoo Slide 10 VantagemDesvantagem Necessidade de investimento de menor ordem; Rapidez no processo; Disponibilidade de investimento para outras atividades; Segurana em relao aos seus recursos humanos; Motivao das pessoas; Pessoas conectadas com a cultura; Relacionamentos em conflito; Excesso nas promoes; Protecionismo e Baixa racionalidade no processo. Slide 11 Slide 12 Recrutamento e Seleo (R&S) No plano interno FORMAS DE REMANEJAMENTO: no apenas a ideia de redistribuio de pessoas, existem alternativas e variaes de remanejamento. Expatriao: organizaes que investem e atuam em muitos pases em empresas filiais ou locais tornando necessrio exilar as pessoas da empresa e, at mesmo suas famlias; Slide 13 Recrutamento e Seleo (R&S) Repatriao: pessoas transitando entre sociedades e permanecendo em diferentes pases, (multinacionais se transformam em transnacionais perdendo identidade e origem); Recolocao (outplacement): realizada pela prpria organizao, ou por servios terceirizados, assessorias de recursos humanos ou as empresas especializadas em recolocao; e Slide 14 Recrutamento e Seleo (R&S) Transferncia: calcada em interesses da pessoa e os da organizao, em funo de um desejo pessoal, problema ou indisposio ou o desejo de crescer. Slide 15 Repatriao Expatriao Transferncia Recolocao Remanejamento Slide 16 Recrutamento e Seleo (R&S) NO PLANO EXTERNO Busca fora da organizao. Tcnicas de recrutamento: Contratando assessorias de recursos humanos: a empresa terceiriza a parte referente ao recrutamento e seleo; Slide 17 Recrutamento e Seleo (R&S) Contratando head hunters: (caa-talentos) recruta os melhores do mercado, mesmo que estes estejam trabalhando em empresas concorrentes; Indicao por pessoas da organizao: as pessoas da organizao indicam outras pessoas conhecidas, e competentes, claro; Slide 18 Recrutamento e Seleo (R&S) Fazendo uso da internet: na internet existem diversos sites de assessoria de recursos humanos que fazem o recrutamento nos quais podemos disponibilizar nossos currculos. Utilizando currculos pr-cadastrados: currculos de processos anteriores mantidos em um banco de dados no recursos humanos da organizao; Slide 19 Recrutamento e Seleo (R&S) Ativando os meios de comunicao (jornal, revistas, rdios...); e Se vinculando a outras instituies, associaes, agremiaes, cooperativas e/ou sindicatos: acesso direto s fontes de captao de pessoas. Slide 20 Tcnicas de Recrutamento Ativando os meios de comunicao Contratando head hunters Se vinculando a outras entidades Utilizando currculos pr- cadastrados Fazendo uso da internet Contratando agencia de recursos humanos Indicao pelo prprio pessoal da organizao Slide 21 Etapas de um processo de seleo Slide 22 Os Dez mandamentos da entrevista Slide 23 Mais vinte mandamentos da entrevista Slide 24 Responder ao que perguntado, sem digresses: Em uma entrevista responda apenas o que foi lhe perguntado, sem maiores comentrios. Falta e energia e entusiasmo: certa vez, observamos uma entrevista e nos surpreendemos com a ausncia de uma energia mais positiva. Slide 25 Evite pedi desculpas (s se for rigorosamente necessrio). Talvez, no caso da mulher, o pedido de desculpa pode soar diferente que se confunde com algo outro interesse; Nunca mencione nomes. O(a) entrevistador(a) pode conhecer e da. Na entrevista evite citar nomes; Evite gaguejar (s se for uma dificuldade em voc). Gagueja pode sim, o que no pode o gaguejar que denota nervosismo, tenso; Slide 26 Baby talk. quer dizer, no conte histrias consideradas infantis; se for contar, o faa com alguma brevidade e pea para retornar ao que interessa; Sem flertes, sem seduo. esse um jogo natural no nosso dia-a-dia, mas nunca numa entrevista de emprego, pois o entrevistador(a) pode estar testando voc; Slide 27 Sexo. Nada, Nunca: nada de conversas de pessoas Htero nem homossexual. A entrevista investido de muita formalidade e quase nenhuma informalidade. Sem Piadas: piadas nem mesmos em aquecimento, ou seja, no interessa quando nos momentos iniciais feita a tentativa de aproximao com uma ou duas gracinhas. Slide 28 Entrar em discusso com o(a) entrevistador(a). Voc pode dizer, se no houver outra sada, que no concorda totalmente, mas entende a posio de quem entrevista. Palavro nunca. Nem se o entrevistador usar um. Hoje, menos comum, mas em tempos passados o palavro soava como absoluta falta de educao. Slide 29 Nunca responder sim ou no. Respondendo, justifique os porqus, ser monossilbico no ajuda nada, ao contrrio, afasta voc de emprego; Salrios, benefcios, frias, nada disso na entrevista. Na entrevista de seleo nada se pergunta sobre vantagens do cargo. normal que quem entrevista complete informaes objetivas; Slide 30 No reclame de nada. Nem se estiver chovendo torrencialmente l fora e voc molhado que da pena. No cabe reclamaes nem no final da entrevista; No pea desculpas nunca sobre a ausncia de dados em seu currculo. Se esqueceu de alguma informao importante, diga que vai refazer o currculo e encaminhar; Slide 31 Arrogncia nunca. O arrogante sempre arrogante, no h duvida, portanto muito difcil esconder esse comportamento. Presunes, suposies. No diga ao entrevistador, por exemplo, que ele lembra um ex- amor, um tio, uma tia por causa do jeito dele ser, jeito de falar, aparncia pessoal etc. Slide 32 Plano externo Vantagens Desvantagens Renovao das pessoas da empresa; Ausncia de conflitos em relacionamentos; Ausncia de protecionismo, nepotismo; e Manuteno da racionalidade no processo. Maior necessidade de investimento a fim de atrair o pblico-alvo; Insegurana em relao s pessoas a serem contratadas; Demora no processo; e Desmotivao das pessoas que j atuam na empresa. Slide 33 No plano misto Ambos se complementam e completam. Slide 34 Formas de proceder ao recrutamento e seleo misto: INTERNO EXTERNO INTERNO E EXTERNO EXTERNO INTERNO SELEOSELEO Slide 35 Vantagens Desvantagens Renovao dos recursos humanos da empresa; Motivao das pessoas da organizao; Possvel manuteno da racionalidade no processo; Dificuldade de se exercer o protecionismo, nepotismo; e possvel segurana em relao s pessoas a serem contratadas. Volume de investimentos de maior magnitude; Demora no processo; Possvel insegurana em relao s pessoas a serem contratadas; e Possvel manuteno da subjetividade no processo. Slide 36 RECRUTAMENTO & SELEO: ONTEM E HOJE E TENDENCIAS. Os benefcios advindos do processo da internet e da intranet encurtaram, mesmo que virtualmente, a distncia entre as pessoas e por conseguinte, o tempo despendido nessas atividades. Slide 37 RECRUTAMENTO & SELEO: ONTEM E HOJE E TENDENCIAS. Contratando assessorias de recursos humanos; Contratando head hunters; Indicao por pessoas da organizao; e Fazendo uso da internet. Slide 38 Lei N11788, 25 de Setembro de 2008 Dispe sobre o estgio de estudantes; altera a redao do art. 428 da Consolidao das Leis do Trabalho CLT, aprovada pelo Decreto-Lei n o 5.452, de 1 o de maio de 1943, e a Lei n o 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as Leis n os 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de maro de 1994, o pargrafo nico do art. 82 da Lei n o 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6 o da Medida Provisria n o 2.164-41, de 24 de agosto de 2001; e d outras providncias. Slide 39 Lei N11788, 25 de Setembro de 2008 O Estagio deve ser um ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho,que visa ao aprendizado de competncias prprias da atividade profissional e o desenvolvimento do educando para a vida cidad e do trabalho. Segundo a lei, o estagio deve fazer parte do projeto pedaggico do curso e pode ser obrigatrio ou no obrigatrio. Slide 40 O estagio obrigatrio aquele definido como tal no projeto do curso e a sua carga horria requisito para aprovao e obteno do diploma. J o estagio no obrigatrio definido como atividade opcional, acrescida carga horria regular e obrigatria da empresa. Slide 41 Alguns requisitos ; matrcula e freqncia regular do educando em curso de educao superior, de educao profissional, de ensino mdio, da educao especial e nos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educao de jovens e adultos e atestados pela instituio de ensino; II celebrao de termo de compromisso entre o educando, a parte concedente do estgio e a instituio de ensino; III compatibilidade entre as atividades desenvolvidas no estgio e aquelas previstas no termo de compromisso. Slide 42 Da instituio de ensino; Art. 7 o So obrigaes das instituies de ensino, em relao aos estgios de seus educando: I celebrar termo de compromisso com o educando ou com seu representante ou assistente legal, quando ele for absoluta ou relativamente incapaz, e com a parte concedente, indicando as condies de adequao do estgio proposta pedaggica do curso, etapa e modalidade da formao escolar do estudante e ao horrio e calendrio escolar; II avaliar as instalaes da parte concedente do estgio e sua adequao formao cultural e profissional do educando; Slide 43 III indicar professor orientador, da rea a ser desenvolvida no estgio, como responsvel pelo acompanhamento e avaliao das atividades do estagirio; IV exigir do educando a apresentao peridica, em prazo no superior a 6 (seis) meses, de relatrio das atividades; Slide 44 Do estagirio ; Art. 10. A jornada de atividade em estgio ser definida de comum acordo entre a instituio de ensino, a parte concedente e o aluno estagirio ou seu representante legal, devendo constar do termo de compromisso ser compatvel com as atividades escolares e no ultrapassar: I 4 (quatro) horas dirias e 20 (vinte) horas semanais, no caso de estudantes de educao especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional de educao de jovens e adultos; II 6 (seis) horas dirias e 30 (trinta) horas semanais, no caso de estudantes do ensino superior, da educao profissional de nvel mdio e do ensino mdio regular. Slide 45 O estgio relativo a cursos que alternam teoria e prtica, nos perodos em que no esto programadas aulas presenciais, poder ter jornada de at 40 (quarenta) horas semanais, desde que isso esteja previsto no projeto pedaggico do curso e da instituio de ensino. 2 o Se a instituio de ensino adotar verificaes de aprendizagem peridicas ou finais, nos perodos de avaliao, a carga horria do estgio ser reduzida pelo menos metade, segundo estipulado no termo de compromisso, para garantir o bom desempenho do estudante. Art. 11. A durao do estgio, na mesma parte concedente, no poder exceder 2 (dois) anos, exceto quando se tratar de estagirio portador de deficincia. Slide 46 Das disposies gerais ; Art. 16. O termo de compromisso dever ser firmado pelo estagirio ou com seu representante ou assistente legal e pelos representantes legais da parte concedente e da instituio de ensino, vedada a atuao dos agentes de integrao a que se refere o art. 5 o desta Lei como representante de qualquer das partes. Slide 47 Das disposies gerais ; Art. 17. O nmero mximo de estagirios em relao ao quadro de pessoal das entidades concedentes de estgio dever atender s seguintes propores: I de 1 (um) a 5 (cinco) empregados: 1 (um) estagirio; II de 6 (seis) a 10 (dez) empregados: at 2 (dois) estagirios; III de 11 (onze) a 25 (vinte e cinco) empregados: at 5 (cinco) estagirios; IV acima de 25 (vinte e cinco) empregados: at 20% (vinte por cento) de estagirios. 1 o Para efeito desta Lei, considera-se quadro de pessoal o conjunto de trabalhadores empregados existentes no estabelecimento do estgio. 2 o Na hiptese de a parte concedente contar com vrias filiais ou estabelecimentos, os quantitativos previstos nos incisos deste artigo sero aplicados a cada um deles. Slide 48