PROJETO PEDAGGICO DE CURSO Nome: Filosofia PPC... PROJETO PEDAGGICO DE CURSO Nome: Filosofia

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    09-Jun-2018

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  • PROJETO PEDAGGICO DE CURSO

    Nome: Filosofia

    Grau Acadmico: Bacharelado

    Modalidade: Presencial

    Campus Dom Bosco

    2018

  • ADMINISTRAO SUPERIOR DA UFSJ

    Srgio Augusto Arajo da Gama Cerqueira

    Reitor

    Marcelo Pereira de Andrade

    Vice-reitor

    Vera Lucia Meneghini Vale

    Pr-reitoria de Administrao

    Lincoln Cardoso Brando

    Valdir Mano

    Pr-reitoria de Ensino de Graduao

    Andr Luiz Mota

    Roberto Pires Calazans Matos

    Pr-reitoria de Pesquisa e Ps-graduao

    Ivan Vasconcelos Figueiredo

    Pr-reitoria de Extenso e Assuntos Comunitrios

    Josiane Nogueira

    Pr-reitoria de Assuntos Estudantis

    Gustavo Melo Silva

    Pr-reitoria de Planejamento e Desenvolvimento

    Geunice Tinco Scola

    Pr-reitoria de Gesto e Desenvolvimento de Pessoas

  • ELABORAO

    Colegiado do Curso

    Prof. Dr. Rogrio Antnio Picoli (Coordenador)

    Prof. Dr. Cssio Corra Benjamin (Vice-coordenador)

    Prof. Dr. Flvio Felipe de Castro Leal

    Prof. Dr. Jos Luiz de Oliveira

    Prof. Dr. Glria Maria Ferreira Ribeiro

    Discente: Igor Corra de Barros

    Ncleo Docente Estruturante

    Prof. Dr. Rogrio Antonio Picoli (Presidente)

    Prof. Ms. Maria Jos Netto Andrade

    Prof. Dr. Luiz Paulo Rouanet

    Prof. Dr. Gustavo Leal Toledo

    Prof. Ms. Paulo Roberto Azevedo Varejo

    Comisso elaboradora

    Prof. Dr. Fabio de Barros Silva Departamento de Filosofia e Mtodos

    Profa. Dr. Jos Luiz de Oliveira Departamento de Filosofia e Mtodos

    Prof. Dr. Rogrio Antonio Picoli Departamento de Filosofia e Mtodos

  • SUMRIO

    1. Apresentao ........................................................................................................................... 1 1.1. Da (Re)Formulao do Projeto Pedaggico de Curso ......................................................... 1 1.2. Histrico do Curso ............................................................................................................... 3 2. Base legal ................................................................................................................................ 5 2.1 Legislao e Regulamentos .................................................................................................. 5 2.2 Promoo de Direitos, Diversidade, Incluso e Acessibilidade ........................................... 6 3. Perfil do Curso ........................................................................................................................ 8 4. Dos Objetivos do Curso DE Filosofia .................................................................................. 12 4.1 Objetivo Geral .................................................................................................................... 12 4.2 Objetivos Especficos ......................................................................................................... 12 5. Perfil do Bacharel em Filosofia ............................................................................................ 13 6. Competncias, Habilidades e Atitudes Esperadas ................................................................ 13 7. Oferecimento ........................................................................................................................ 14 7.1 Grau Acadmico ................................................................................................................. 14 7.2 Modalidade ......................................................................................................................... 14 7.3 Titulao ............................................................................................................................. 14 7.4 Regime Curricular .............................................................................................................. 14 7.5 Turno ................................................................................................................................... 14 7.6 Formas de Ingresso ............................................................................................................. 14 7.7 Nmero de Vagas ................................................................................................................ 14 7.8 Carga Horria Total do Curso ............................................................................................. 14 7.9 Prazos para Integralizao .................................................................................................. 15 8. Formas de Acesso ................................................................................................................. 15 9. Atividades do Curso ............................................................................................................. 16 10. Matriz Curricular ................................................................................................................ 16 10.1 Campo temtico Histria da Filosofia, Metafsica e Esttica ......................................... 18 10.2 Campo temtico Lgica, Epistemologia e Filosofia da Linguagem ................................ 19 10.3 Campo temtico tica e Filosofia Poltica ...................................................................... 20 10.4 Campo temtico Pesquisa, Educao e Sociedade .......................................................... 20 10.5 Unidades curriculares optativas ........................................................................................ 21 11. Estrutura Curricular do Curso de Filosofia, grau acadmico Bacharelado ........................ 23 12. Fluxograma ......................................................................................................................... 27 13. Ementrio ........................................................................................................................... 28 13.1 Ementas das Unidades Curriculares Obrigatrias ............................................................ 28 13.1.1 Unidades Curriculares Obrigatrias para o 1 Perodo .................................................. 28 13.1.2 Unidades Curriculares Obrigatrias para o 2 Perodo .................................................. 38 13.1.3 Unidades Curriculares Obrigatrias para o 3 Perodo .................................................. 45 13.1.4 Unidades Curriculares Obrigatrias para o 4 Perodo .................................................. 53 13.1.5 Unidades Curriculares Obrigatrias para o 5 Perodo .................................................. 60 13.1.6 Unidades Curriculares Obrigatrias para o 6 Perodo .................................................. 70 13.1.7 Unidades Curriculares Obrigatrias para o 7 Perodo .................................................. 81 13.1.8 Unidades Curriculares Obrigatrias para o 8 Perodo .................................................. 95 13.2 Ementas das Unidades Curriculares Optativas ............................................................... 101 14. Trabalho de Concluso de Curso Monografia ............................................................... 127 15. Recursos Humanos ........................................................................................................... 127 16. Infraestrutura .................................................................................................................... 130 17. Gesto do Projeto Pedaggico de Curso .......................................................................... 131

  • 18. Sistema de Avaliao do PPC ........................................................................................... 133 19. Sistema de Avaliao do Processo Ensino-Aprendizagem ............................................... 134 20. Ato de Renovao do Reconhecimento do Curso ............................................................ 136 21. Formulrio de Cadastro do Curso para a DICON ............................................................ 137 21.1 Condies de Oferta ....................................................................................................... 137 21.2 Dados de Cadastro do Curso na DICON ........................................................................ 137 21.3 Condies de Validao de Unidades Curriculares Cursadas em Outros Cursos ........... 137 21.4 Condies de Migrao de Currculo ............................................................................. 138 21.5 Matriz de Organizao Curricular .................................................................................. 138 21.6 Matriz de Progresso Curricular Unidades Curriculares Obrigatrias ........................... 139 21.7 Matriz de Progresso Curricular Unidades Curriculares Optativas................................ 140 21.8 Tabela de Equivalncia entre Unidades Curriculares de Diferentes Currculos e o Novo Currculo (2018) ..................................................................................................................... 141 Anexo 1: Anuncias dos Departamentos ................................................................................ 144 Anexo 2: Ato Autorizativo Portaria MEC/SERES ................................................................. 149 Anexo 3: Atas das Reunies do Colegiado de Curso e do NDE com a Aprovao do PPC .. 151

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    1. APRESENTAO

    1.1. Da (Re)Formulao do Projeto Pedaggico de Curso

    A razo pela qual o prefixo -re foi adicionado ao termo formulao no ttulo da seo

    deve-se ao seguinte: a ltima atualizao do projeto pedaggico do curso de Filosofia da

    UFSJ data de 2003. Ao longo dessa dcada e meia, ocorreram, em nvel nacional, mudanas

    relevantes no mbito da legislao educacional vigente; paralelamente, assistimos

    consolidao de novas subreas da filosofia a partir de temas de pesquisa que ganharam

    expresso ao longo do sculo XX. Soma-se a isso, em nvel local, a transformao do perfil

    dos estudantes, em virtude da adoo do Sistema de Seleo Unificada (SISU), e da alterao

    do perfil de formao e atuao do prprio corpo docente do curso de Filosofia da UFSJ,

    principalmente, em virtude da renovao do quadro. Tais mudanas demandam a

    reformulao da concepo do curso j existente. Alm disso, a renovao da legislao

    relativa formao de professores tambm nos impe a exigncia de uma definio da

    identidade do curso de licenciatura, nos obrigando formulao de um projeto pedaggico

    especfico voltado para a formao de professores de Filosofia. Desse modo, o bacharelado

    em Filosofia, antes vinculado a um PPC nico, sendo nova habilitao conferida ao estudante,

    deve fundar-se em projeto pedaggico prprio que, analogamente, confira-lhe especificidade

    e identidade. Nesse sentido, o PPC apresentado a seguir , pois, de uma nova formulao.

    O processo de formulao deste novo Projeto Pedaggico de Curso do Bacharelado

    em Filosofia deu-se paralelamente e seguiu, fundamentalmente, os mesmos procedimentos

    utilizados na criao do PPC do curso de Filosofia Licenciatura. As discusses iniciadas no

    mbito do Colegiado do Curso, em 2011, foram levadas aos demais docentes do curso que

    opinaram, principalmente, a respeito do perfil discente e da atualizao da estrutura curricular,

    formulao das ementas, definio dos objetivos das unidades curriculares e da seleo das

    respectivas bibliografias bsicas. Os estudantes, por meio do Centro Acadmico, tambm

    apresentaram importantes sugestes no sentido de ajustes no fluxograma e preparao para a

    pesquisa.

    O resultado desse processo um PPC que, alm de atender legislao educacional

    vigente e s normas estabelecidas pela Resoluo n. 27 do Conselho de Ensino, Pesquisa e

    Extenso CONEP/UFSJ, aprovada em 11 de setembro de 2013, acrescenta novos elementos

    concepo do curso de Bacharelado em Filosofia, rev a distribuio da carga horria, cria

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    novas unidades curriculares e normatiza as ofertas de unidades curriculares eletivas e

    optativas curriculares. Ademais, estabelece um conjunto de regulamentaes referentes s

    atividades de ensino, pesquisa e extenso prprias do curso, ao acompanhamento e avaliao

    da monografia de concluso de curso, bem como, aferio das Atividades Acadmicas,

    Cientficas e Culturais.

    importante salientar que o nmero reduzido de vagas ofertadas (quinze vagas)

    prende-se ao fato de que a maior parte dos estudantes que procuram pelo curso de Filosofia

    esto interessados, primeiramente, pela formao em Licenciatura. A demanda pelo

    bacharelado compe-se, quase sempre, de estudantes que visam obteno de novo ttulo de

    graduao.

    Outro aspecto que deve ser considerado o que diz respeito oferta do curso em

    perodo integral. Nos termos da Portaria Normativa do MEC n40, de 12 de dezembro de

    2007 e da Resoluo CONEP/UFSJ n 27 de 11 de setembro de 2013, art. 2, inciso I, alnea

    d, o turno de oferta definido pelo turno em que a maior parte da carga horria

    oferecida. Apesar de a maior carga horria de aulas em disciplinas proposta neste projeto

    estar prevista para ser ofertada no noturno (2.232 h.a. ou 2.046 h), a distribuio do restante

    da carga horria em unidades curriculares optativas (288 h.a.) e o atendimento s

    especificidades das Atividades Acadmicas, Cientficas e Culturais propostas para o curso

    (conforme Anexo 1) demandam a distribuio do restante da carga horria (564 horas) no

    perodo vespertino.

    A razo da concentrao das disciplinas deste curso no perodo noturno decorre da

    necessidade de evitar a gerao excessiva de encargos para os departamentos; o que, por sua

    vez, exige a compatibilizao das ofertas das unidades curriculares em sala de aula do Curso

    de Bacharelado com aquelas ofertadas no Curso de Licenciatura, constituindo-se, assim, um

    eixo comum para ambos os cursos. Nesse sentido, as unidades curriculares disciplinas

    optativas (288 h.a.) sero ofertadas a partir das 17 horas, atendendo, desse modo, a ambos os

    cursos.

    Assim, tendo em vista que h uma demanda concreta para que o discente tenha

    disponibilidade de mais de 6 horas dirias a serem dedicadas ao curso, na maior parte dos

    dias da semana, justifica-se a definio do turno em integral com concentrao da carga

    horria nos turnos vespertino e noturno, conforme prev a Portaria Normativa do MEC n40.

    Tal opo justifica-se tambm pela prpria concepo do curso que busca contemplar,

    simultaneamente, o estmulo pesquisa e multidisciplinariadade. A definio do turno

    integral (vespertino-noturno) permite ao estudante do bacharelado em Filosofia cursar como

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    eletivas outras unidades curriculares em outros cursos da UFSJ, inclusive, no curso de

    Licenciatura em Filosofia, atendendo assim ao disposto na Resoluo CONEP/UFSJ n

    27/2013, artigo 5.

    1.2. Histrico do Curso

    O ato de criao do curso de graduao em Filosofia na UFSJ data de 15 de maro de

    1954. Na ocasio, o curso foi implantado pela Faculdade Dom Bosco de Filosofia, Cincias e

    Letras, administrada pelos salesianos, e uma das trs instituies de ensino superior que,

    fundidas, deram origem Fundao de Ensino Superior de So Joo del-Rei FUNREI,

    criada em 1987. Em 2002, a referida fundao foi alada condio de universidade,

    tornando-se, assim, Universidade Federal de So Joo del-Rei. Nesse sentido, importante

    notar que a histria do curso, que vem formando profissionais h mais de sessenta anos,

    confunde-se com a prpria histria da universidade.

    Ao longo de mais sessenta anos, alm da formao de muitos clrigos, o curso formou

    centenas de professores de Filosofia, Sociologia e Histria. A partir de 1996, com a aprovao

    da Lei de Diretrizes e Bases da Educao Nacional n 9394, as habilitaes em Sociologia e

    Histria deixaram de ser oferecidas e o curso passou a concentrar-se na formao de

    professores e bacharis em Filosofia.

    Durante todo o perodo, mas, especialmente, aps a federalizao da instituio em

    1987, o curso de Filosofia apoiou a realizao de eventos acadmicos e cientficos, visando

    divulgao de produtos oriundos das atividades de pesquisa e extenso desenvolvidas por

    estudantes e professores. Prova disso so as dezenove semanas acadmicas j realizadas, alm

    de outros encontros nacionais e internacionais que contaram com o apoio de estudantes e

    professores do curso.

    Observa-se que nos ltimos cinco anos as atividades de pesquisa do corpo docente

    com o envolvimento do corpo discente foram intensificadas. Essa intensificao deve-se,

    sobretudo: aos grupos de estudo e pesquisa; ao nmero de estudantes vinculados ao Programa

    Institucional de Iniciao Cientfica (PIIC/PIBIC); ao Programa de Educao Tutorial

    (PET/Filosofia); e aos diferentes programas e projetos de extenso.

    Os resultados de todo este empenho podem ser atestados pelos nmeros: no perodo de

    2013 a 2017 foram apresentados nos Congressos de Produo Cientfica realizados pela UFSJ

    64 trabalhos de iniciao cientfica, sem contar os trabalhos apresentados na Mostra de

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    Extenso e na Mostra PET.

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    2. BASE LEGAL

    2.1 Legislao e Regulamentos

    BRASIL. Casa Civil. Lei n 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispe sobre a Lngua

    Brasileira de Sinais - Libras e d outras providncias. Disponvel em: . Acesso em: 20 nov. 2011.

    BRASIL. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurdicos. Decreto n 5.626, de 22 de

    dezembro de 2005. Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispe sobre a Lngua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Disponvel em: . Acesso em: 20 nov. 2011.

    BRASIL. Ministrio da Educao. Lei n 9.394, de 20 de dezembro de 1996.

    Estabelece as Diretrizes e Bases da Educao Nacional. Disponvel em: . Acesso em: 20 nov. 2011.

    CONSELHO NACIONAL DE EDUCAO. Cmara de Educao Superior. Parecer

    n 492, aprovado em 03 de abril de 2001. Aprova as Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de Filosofia, Histria, Geografia, Servio Social, Comunicao Social, Cincias Sociais, Letras, Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia. Relatores: Eunice Ribeiro Durham, Silke Weber e Vilma de Mendona Figueiredo. Disponvel em: . Acesso em: 20 nov. 2011.

    CONSELHO NACIONAL DE EDUCAO. Cmara de Educao Superior. Parecer n 08, aprovado em 31 de janeiro de 2007. Dispe sobre carga horria mnima e procedimentos relativos integralizao e durao dos cursos de graduao, bacharelados, na modalidade presencial. Relatores: Edson de Oliveira Nunes e Antnio Carlos Caruso Ronca. Disponvel em: . Acesso em: 01 set. 2017.

    CONSELHO NACIONAL DE EDUCAO. Cmara de Educao Superior.

    Resoluo n 12, de 13 de maro de 2002. Estabelece as Diretrizes Curriculares para os cursos de Filosofia. Disponvel em: . Acesso em: 20 nov. 2011.

    CONSELHO NACIONAL DE EDUCAO. Cmara de Educao Superior.

    Resoluo n 2, de 18 de junho de 2007. Dispe sobre carga horria mnima e procedimentos relativos integralizao e durao dos cursos de graduao, bacharelados, na modalidade presencial. Disponvel em: . Acesso em: 20 nov. 2011.

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    CONSELHO NACIONAL DE EDUCAO. Conselho Pleno. Resoluo n 01, de 17

    de junho de 2004. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educao das Relaes tnico-Raciais e para o Ensino de Histria e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Disponvel em: . Acesso em: 10 dez. 2013.

    UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI. Conselho Universitrio. Regimento Geral da Universidade Federal de So Joo del-Rei. Aprovado em reunio extraordinrio de 30 de novembro de 2005. Disponvel em: . Acesso em: 01set. 2017.

    UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI. Conselho de Ensino, Pesquisa e Extenso. Resoluo n 027, de 11 de setembro de 2013. Estabelece definies, princpios, graus acadmicos, critrios e padres para organizao dos Projetos Pedaggicos de Cursos de Graduao da UFSJ. Disponvel em: Acesso em: 10 dez. 2013.

    2.2 Promoo de Direitos, Diversidade, Incluso e Acessibilidade

    Em relao aos Decretos-Leis, Leis, Diretrizes e demais Resolues do Conselho

    Nacional de Educao que determinam a incluso, o adequado tratamento, bem como, a

    adoo de polticas, relativos a temas de relevncia social, em especial: (i) Educao das

    Relaes tnico-Raciais; (ii) Ensino de Histria e Cultura Afro-Brasileira e Africana; (iii)

    Diretrizes Nacionais para a Educao em Direitos Humanos; (iv) Diretrizes Curriculares

    Nacionais para a Educao Ambiental; (v) Ensino da Lngua Brasileira de SinaisLibras; (vi)

    Promoo da Acessibilidade das Pessoas Portadoras de Deficincia ou com mobilidade

    reduzidas; (vii) Proteo dos Direitos da Pessoa com transtorno do Espectro Autista; cabe

    observar que os Projetos Poltico Pedaggicos dos Cursos de Graduao da Universidade

    Federal de So Joo del-Rei (UFSJ) esto alinhados institucionalmente com a diretriz de

    promover a incluso, a acessibilidade, bem como, de implantar e desenvolver polticas

    assistivas e de incluso. Tais diretrizes ocupam lugar de destaque no Plano de

    Desenvolvimento Institucional PDI (2014 - 2018), e suas respectivas metas e aes em

    termos institucionais esto especificadas no Projeto Pedaggico Institucional (PPI), contidas

    no mesmo documento (PDI). Dentre as aes que visam tornar efetivas as determinaes

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    legais esto: a preocupao constante em assegurar investimentos no planejamento de aes e

    nos trabalhos acadmicos, apoio e incentivo continuado ao desenvolvimento de aes na

    comunidade universitria, incorporao dos temas formao discente, a indicao de

    solues e o retorno sociedade, em particular, nas questes referentes acessibilidade e

    incluso. Dentre as aes e projetos envolvendo discentes e que contam com suporte

    institucional esto: Representao dos Negros no Ensino Brasileiro (Equipe TUGANA);

    aes do Ncleo de Investigaes em Justia Ambiental (NINJA), Incubadora Tecnolgica de

    Cooperativas Populares (ITCP), Incubadora de Desenvolvimento Tecnolgico do Setor das

    Vertentes (Indetec).

    No que diz respeito especificamente acessibilidade, para alm destas aes, que

    articulam projetos e aes, articulando ensino, pesquisa e extenso, a UFSJ conta ainda com o

    Ncleo de Acessibilidade (NACE), o qual trabalha no s a partir da indicao de

    necessidades imediatas para o acesso (fsico, mental e sensorial) Universidade e ainda, na

    proposio de projetos e identificao de demandas para a ampliao deste acesso.

    A viabilizao das polticas de acesso UFSJ realizada pelo Programa UFSJ SEM

    FRONTEIRAS, criado em 2010. O UFSJ SEM FRONTEIRAS possvel graas sua

    insero do Programa INCLUIR. Estes programas possibilitam que a UFSJ atue em trs

    frentes distintas e consolidadas: (i) a realizao anual do Seminrio de Incluso no Ensino

    Superior; (ii) a Recepo e o Acompanhamento dos Discentes portadores de deficincia, com

    a finalidade de oferecer apoio e assistncia a fim de assegurar-lhes a permanncia e o

    adequado convvio e desenvolvimento acadmico e social na universidade; (iii) o incentivo e

    apoio para os projetos de extenso e pesquisa que relacionem a incluso e o desenvolvimento

    de tecnologias assistivas no cotidiano da universidade.

    Como apresentado na seo 9.1. (Regulamentao das Atividades Acadmicas,

    Cientficas e Culturais) os discentes sero incentivados a participar em aes e projetos

    institucionais relacionados aos temas mencionados acima. Alm das Unidades Curriculares

    concebidas especificamente para abordar parte significativa dos temas de relevncia social

    mencionados nesta seo, cabe ressaltar que outros tpicos do conjunto estaro contemplados

    nos planos de ensino daquelas Unidades Curriculares voltadas para temas afins.

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    3. PERFIL DO CURSO

    O curso de Filosofia da UFSJ cumpre, h mais de sessenta anos, o papel de formador

    de bacharis de docentes de filosofia que atende s demandas da regio e do Estado de Minas

    Gerais. Desde o processo de federalizao, ocorrido em 1987, at a aprovao da Lei de

    Diretrizes e Bases da Educao Nacional n. 9.394/1996, o curso formou centenas de

    profissionais atuantes nas carreiras de pesquisa e de ensino de filosofia, bem como, em outras

    reas das cincias humanas. A partir da aprovao da LDB, o curso ganhou um carter mais

    especfico no que diz respeito rea de abrangncia, concentrando-se na formao de

    bacharis e licenciados.

    Nos ltimos anos, em virtude da transformao de perfil dos professores do curso e da

    nfase da equipe na formao dos grupos de pesquisa nas reas de tica e Filosofia Poltica e

    de Filosofia da Mente e Metafsica, houve uma intensificao das atividades de pesquisa

    envolvendo estudantes e professores. Diversos grupos de estudo e pesquisa foram criados,

    ampliando a participao e o envolvimento de estudantes em projetos de pesquisa,

    especialmente, projetos de iniciao cientfica. Essa mudana contribuiu para um crescimento

    da capacidade de pesquisa dos estudantes do curso, para aumento de publicaes e

    apresentaes de trabalho, bem como, para um maior interesse dos discentes nas

    oportunidades de intercmbio internacional. Alm disso, a prpria UFSJ tem contribudo

    significativamente para a realizao de encontros, colquios, semanas e simpsios de filosofia

    de amplitude nacional e internacional. Nesse sentido, a rediscusso promovida pela

    reformulao do projeto pedaggico do Bacharelado em Filosofia foi oportuna, pois,

    certamente, trouxe contribuies significativas e a formao especfica de bacharis

    contribuir sobremaneira para a consolidao das linhas e grupos de pesquisa e para o avano

    da pesquisa filosfica na UFSJ.

    No que se refere insero regional, o curso possui um nmero representativo de

    estudantes de diversas cidades da Regio dos Campos das Vertentes, da Zona da Mata e do

    Sul de Minas. Desde a adeso da UFSJ ao processo de seleo via SISU/MEC, ocorrida em

    2013, este quadro vem sofrendo alteraes. A UFSJ, em sua totalidade, e o curso de Filosofia,

    em particular, tem atrado, tambm, estudantes de outros estados da regio sudeste,

    especialmente, do Rio de Janeiro e So Paulo, mas tambm de outras regies como o nordeste

    e sul.

    A insero internacional tambm constitui uma das principais metas a serem

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    aprimoradas e que tem sido trabalhada pelo curso. Nesse sentido, o curso tem promovido

    eventos de carter acadmico e cientfico com a presena, constante, de pesquisadores e

    professores de outros pases. Alm disso, os estudantes do curso tm se beneficiado do

    Programa de Intercmbio Internacional da UFSJ PAINT. Analogamente, a participao de

    professores do curso em eventos internacionais tem ampliado a possibilidade de

    estabelecimento de convnios com diferentes centros internacionais de estudos filosficos.

    O curso de Filosofia tem se destacado tambm quanto s iniciativas de pesquisa e

    extenso. Alm da formao de grupos de estudo e pesquisa que, entre 2013 e 2017,

    resultaram em 64 trabalhos de iniciao cientfica apresentados, o curso conta a atuao do

    Programa de Educao Tutorial PET/Filosofia. O programa, coordenado pela Prof. Fbio de

    Barros Silva (DFIME/UFSJ), est vinculado s aes da Secretaria de Educao Superior

    subordinada ao Ministrio da Educao MEC/SESu. De acordo com o artigo 2 da Portaria

    MEC n 976, de 27 de julho de 2010, o PET deve se orientar pelos seguintes objetivos:

    I - desenvolver atividades acadmicas em padres de qualidade de excelncia, mediante grupos de aprendizagem tutorial de natureza coletiva e interdisciplinar; II - contribuir para a elevao da qualidade da formao acadmica dos alunos de graduao; III - estimular a formao de profissionais e docentes de elevada qualificao tcnica, cientfica, tecnolgica e acadmica; IV - formular novas estratgias de desenvolvimento e modernizao do ensino superior no pas; e V - estimular o esprito crtico, bem como a atuao profissional pautada pela cidadania e pela funo social da educao superior.

    Alm de alguns estudantes voluntrios, o grupo PET/Filosofia conta hoje com 12

    (doze) bolsistas do curso de Filosofia que desenvolvem projetos de pesquisa, ensino e

    extenso em diferentes reas dos estudos filosficos.

    importante destacar, ainda, a atuao dos professores e estudantes vinculados aos

    laboratrios do curso. Nestes espaos, so realizadas as atividades de ensino, pesquisa e

    extenso no mbito de diferentes unidades curriculares do curso. Os laboratrios vinculados

    ao curso so:

    Laboratrio rtemis (Sala 2.57 Campus Dom Bosco) Criado em 1997,

    sob coordenao da Prof. Dr. Glria Maria Ferreira Ribeiro (DFIME/UFSJ),

    este laboratrio dedica-se ao estudo da arte e da cultura, e s atividades de

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    ensino, pesquisa e extenso relacionadas a essa temtica. Atualmente, no

    mbito do Ensino, Pesquisa e Extenso, as atividades tm se dirigido para os

    estudos de Ontologia e Patrimnio. Nesse sentido, dentre os principais

    objetivos a serem atingidos, destacam-se os seguintes:

    a. Estudar as ideias bsicas que orientam o barroco e o estilo ecltico francs

    presentes na arquitetura da cidade de So Joo del-Rei, bem como o

    patrimnio imaterial, notadamente, os grupos de Cultura Popular de So

    Joo del-Rei e seu entorno;

    b. Divulgar os resultados da pesquisa de modo a estimular a conservao do

    patrimnio histrico, a partir da compreenso da estrutura terica que

    sustenta os projetos arquitetnicos desta cidade;

    c. Fornecer a base terica para possveis (re)planejamentos de urbanizao da

    cidade;

    d. Produzir material terico que sirva como base para a elaborao de

    pequenos textos explicativos (folders) acerca da formao e conformao

    do nosso patrimnio histrico, a serem utilizados pelo turismo da regio;

    e. Promover e divulgar trabalhos de pesquisa e ensino versando sobre as

    principais relaes que se verificam entre patrimnio e ontologia.

    LABLE - Laboratrio de Lgica e Epistemologia (Sala 2.69 Campus Dom

    Bosco) - At o incio do ano de 2013, este laboratrio era coordenado pela

    Profa. Mariluze Ferreira de Andrade e Silva (DFIME/UFSJ). Atualmente, em

    virtude da aposentadoria da referida professora, o espao encontra-se sob a

    coordenao dos professores Rogrio Antonio Picoli Coordenador

    (DFIME/UFSJ) e Dr. Rodrigo Gouvea Vice-coordenador (DFIME/UFSJ). Os

    objetivos das prticas ali realizadas so:

    a. Reunir professores e alunos interessados em investigar temas filosficos e

    interdisciplinares relacionados e de relevante interesse para os campos da

    lgica, da epistemologia e da filosofia da linguagem;

    b. Desenvolver estratgias pedaggicas para difundir o conhecimento sobre

    temas filosficos;

    c. Estimular o interesse pela pesquisa e oferecer suporte material e intelectual

    aos alunos, com a finalidade de contribuir para a melhoria da qualidade do

  • 11

    ensino e o desenvolvimento de competncias em pesquisa filosfica.

    Dentre os principais projetos que vem sendo executados pelo laboratrio, merecem

    destaque:

    a. Projeto 1 Continuidade das atividades de suporte pesquisa e prtica da

    pesquisa em filosofia.

    b. Projeto 2 Produo de material de divulgao e apoio didtico,

    especialmente, nos campos da filosofia analtica.

    c. Projeto 3 Redefinio e retomada, com apoio dos novos professores e dos

    alunos, da edio do Peridico: Revista Metanoia - ISSN 1516-828X

    Anual.

    Assim, considerados em seu conjunto, todos estes elementos revelam que o curso de

    Filosofia tem oferecido contribuio relevante para o desenvolvimento das aes de Ensino,

    Pesquisa e Extenso da UFSJ. O resultado deste trabalho pode ser evidenciado pelo

    significativo nmero de estudantes que tm ingressado em Programas de Ps-Graduao

    Stricto Sensu, notadamente das reas de Filosofia e Educao, em diversas localidades do

    pas, particularmente, So Paulo, Salvador, Rio de Janeiro, Ouro Preto, Belo Horizonte,

    Fortaleza e So Joo del-Rei, dentre outros.

  • 12

    4. DOS OBJETIVOS DO CURSO DE FILOSOFIA

    4.1 Objetivo Geral

    Formar bacharis dotados de slida formao em Filosofia, cultura humanstica

    e tcnica, capacidade de interpretar, avaliar e problematizar a realidade social,

    poltica e econmica, bem como as criaes humanas nas artes, nas cincias e

    na tecnologia.

    4.2 Objetivos Especficos

    Formar pesquisadores em Filosofia com amplos conhecimentos nas diferentes

    reas dos estudos filosficos, em particular, em Histria da Filosofia, tica,

    Filosofia Poltica, Filosofia da Mente e Metafsica.

    Formar profissionais com amplos conhecimentos na rea de Cincias Humanas

    e capazes de assessorar movimentos sociais e partidos polticos, atuar em

    assessorias culturais, centros e institutos de pesquisa, organizaes

    governamentais e no-governamentais.

  • 13

    5. PERFIL DO BACHAREL EM FILOSOFIA

    Espera-se que o egresso do Bacharelado em Filosofia da UFSJ seja capaz de realizar

    pesquisas, elaborar ensaios tericos e resenhas crticas a respeito da produo filosfica

    existente, posicionando-se diante da tradio e dos debates atuais. Alm disso, espera-se que o

    egresso se revele profissional capaz de contribuir, por meio de atividades de assessoria e

    consultoria, na formulao e proposio de projetos culturais, tcnicos e cientficos que

    produzam impactos sociais positivos.

    6. COMPETNCIAS, HABILIDADES E ATITUDES ESPERADAS

    Considerando as Diretrizes Curriculares Nacionais, o Curso de Filosofia relativo ao

    grau acadmico Bacharelado deve propiciar a formao de um profissional capacitado para:

    Identificar e caracterizar os diferentes sistemas, autores clssicos e problemas

    filosficos no mbito da Histria da Filosofia, bem como propor questionamentos

    e possveis solues para questes de carter filosfico, especialmente, nas rea da

    tica, Filosofia Poltica, Filosofia da Mente e Metafsica.

    Analisar, interpretar, avaliar, comentar e criticar textos tericos, conforme os

    rigorosos procedimentos de anlise lgica e hermenutica filosfica.

    Interpretar a realidade social, histria e poltica sob a perspectiva filosfica,

    demonstrando uma suficiente bagagem humanstica, cultural, cientfica e tcnica.

    Compreender a importncia das questes acerca do sentido e da significao da

    prpria existncia e das produes culturais.

    Posicionar-se criticamente diante da realidade, em todas as suas dimenses, e dos

    problemas cotidianos enfrentados pelo homem.

    Compreender e propor, efetivamente, a necessria integrao entre a filosofia e a

    produo cientfica, cultural e artstica, bem como entre o agir pessoal e poltico.

    Ler e compreender textos filosficos em lngua estrangeira.

    Exercitar a crtica filosfica promovendo a cidadania, o respeito pessoa e a

    defesa dos direitos humanos.

  • 14

    7. OFERECIMENTO

    7.1 Grau Acadmico

    Bacharelado

    7.2 Modalidade

    Educao Presencial (EDP).

    7.3 Titulao

    Bacharel em Filosofia.

    7.4 Regime Curricular

    A progresso do curso linear (perodos ou semestres).

    7.5 Turno

    Perodo integral (vespertino e noturno).

    7.6 Formas de Ingresso

    O ingresso no Curso de Filosofia, relativo ao grau acadmico Bacharelado, dar-se-

    anualmente por meio dos processos seletivos regulamentados pela UFSJ.

    7.7 Nmero de Vagas

    15 (quinze) vagas anuais.

    7.8 Carga Horria Total do Curso

    A carga horria do curso de 2610 horas, distribudas conforme quadro abaixo:

    Distribuio da carga horria do curso

    Carga horria

    Horas-aulas Horas

    Contedos especficos de formao 2.520 2.310

  • 15

    Monografia ----- 100

    Atividades Acadmicas, Cientficas e Culturais ----- 200

    Carga horria total 2.520 h.a. 2.610 horas

    7.9 Prazos para Integralizao

    A estrutura curricular dividida em oito (08) semestres (perodos) e, sendo assim, o

    tempo padro para a concluso do curso de quatro (04) anos. O prazo mximo para a

    integralizao de todos os crditos de seis (06) anos ou doze (12) semestres. O tempo

    mnimo para integralizao de (08) semestres (perodos) ou quatro (04) anos.

    8. FORMAS DE ACESSO

    As formas de acesso ao Curso de Filosofia da UFSJ, relativo ao grau acadmico

    Bacharelado, obedecem aos dispositivos legais estabelecidos pelo Regimento Geral da UFSJ,

    e ocorrem por meio de editais de oferecimento de vagas em cursos da UFSJ, inclusive pelo

    Sistema de Seleo Unificada (MEC/SiSU) e outras formas de admisso previstas em normas

    especficas da UFSJ, de acordo com a legislao vigente.

  • 16

    9. ATIVIDADES DO CURSO

    O cumprimento das 200 horas referentes s atividades acadmicas, cientficas e

    culturais oferecidas pelo Curso de Filosofia, relativo ao grau acadmico Bacharelado,

    obedecer Regulamentao Prpria das Atividades Acadmicas, Cientficas e Culturais,

    aprovada pelo Colegiado do Curso.

    10. MATRIZ CURRICULAR

    A estrutura do Curso de Filosofia, grau acadmico Bacharelado, da UFSJ est em

    sintonia com as determinaes das Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de Filosofia e

    com a Resoluo CNE/CES n 02, de 18 de junho de 2007, que estabelece a carga horria

    mnima dos cursos de bacharelado presenciais. Alm de oferecer diretrizes para o currculo

    dos cursos Filosofia, os mencionados dispositivos legais indicam que a formao de bacharis

    em Filosofia deve realizar-se em cursos que apresentem, no mnimo, 2400 (duas mil e

    quatrocentas) horas de carga horria total, a includas as horas atribudas realizao da

    pesquisa monogrfica. Alm disso, desse total obrigatrio o cumprimento de 200 (duzentas)

    horas em atividades acadmicas, cientficas e culturais.

    No que se refere s unidades curriculares, o Curso de Filosofia relativo ao grau

    acadmico Bacharelado compartilha com o curso relativo ao grau acadmico Licenciatura um

    conjunto de unidades curriculares disciplinas obrigatrias de contedo filosfico que

    constituem um ncleo comum a ambos os cursos. Entretanto, as unidades curriculares de

    contedo pedaggico especficas do curso de licenciatura (a saber: Poltica Educacional

    Brasileira; Psicologia da Educao; Didtica de Ensino de Filosofia; Oficina de Filosofia I e

    II; Pesquisa Educacional I e II; Cultura Escolar e Ensino de Filosofia; Cultura Escolar e

    Identidade Docente; e Estgio curricular I e II) podero ser contabilizados para a carga

    horria do Curso de Filosofia, no grau acadmico Bacharelado, apenas como disciplinas

    eletivas, nos termos da Resoluo CONEP/UFSJ n 27/2013. Tal deciso justifica-se pelo fato

    de que essas unidades curriculares visam formao terica e prtica do professor, e o bom

    aproveitamento e desempenho nesses contedos vincula-se ao envolvimento do estudante no

    projeto pedaggico do Curso de Filosofia relativo ao grau acadmico Licenciatura.

  • 17

    Nos termos da legislao em vigor, a unidade curricular (disciplina) LIBRAS est

    includa no rol das disciplinas optativas do Curso de Filosofia relativo ao grau acadmico

    Bacharelado. Do mesmo modo, em virtude da afinidade da unidade curricular (disciplina)

    Filosofia da Educao com a formao filosfica, tambm esta unidade est includa no rol de

    unidades curriculares optativas do curso. 1

    importante destacar que a estrutura do Curso de Filosofia garante aos estudantes

    autonomia e flexibilidade no percurso acadmico. Ela atende aos estudantes que procuram a

    formao filosfica tanto pelo contedo cultural amplo que ela pode oferecer, ou pela

    possibilidade de atuao em assessorias e consultorias tcnicas, cientficas e culturais, quanto

    pelo interesse especfico na atividade de pesquisa acadmica. Alm disso, no so poucos os

    estudantes que procuram no Curso de Filosofia de grau acadmico Bacharelado uma

    oportunidade de desenvolvimento e fortalecimento da sua formao e atuao profissional,

    complementando a formao superior prvia. Tambm o caso de estudantes com passagem

    por algum curso superior que iniciaram sem, contudo, complet-lo. Em tais situaes, de

    acordo com a legislao vigente, o estudante poder aproveitar unidades curriculares

    cursadas; para tanto, dever solicitar aproveitamento de crditos ou dispensa de unidades

    curriculares optativas e, mediante apreciao do Colegiado do Curso, o reconhecimento de

    equivalncia de unidade curricular para o caso de j ter cursado contedos previstos nas

    unidades curriculares obrigatrias.

    O currculo do curso prev a oferta de unidades curriculares obrigatrias e optativas.

    As unidades curriculares obrigatrias na forma de disciplinas procuram contemplar perodos

    histricos, autores e as principais reas de pesquisa da Filosofia. O espao conferido s

    unidades curriculares optativas permite, por sua vez, que o estudante possa de modo flexvel

    conferir uma identidade prpria sua trajetria de formao, inclusive de modo inter e

    multidisciplinar. A distribuio da carga horria referente s unidades curriculares normais a

    seguinte:

    Unidades curriculares modalidade normal

    Carga horria

    1 Em virtude da obrigatoriedade da oferta de LIBRAS que, para o bacharelado, em carter optativo, bem como, em virtude do reduzido nmero de ingressantes proposto para o Curso de Filosofia, grau acadmico Bacharelado, as vagas relativas a essa unidade curricular sero definidas pelo Colegiado de Curso em turmas compartilhadas com o Curso de Filosofia, grau acadmico Licenciatura, respeitadas as disposies do PPC do referido Curso e as recomendaes do Departamento responsvel pela oferta da Unidade Curricular (DELAC). O mesmo tipo de compartilhamento ser feito para o caso da oferta da Unidade Curricular Filosofia da Educao.

  • 18

    Unidades curriculares obrigatrias 2.232 h.a. 2.046 horas

    Unidades curriculares optativas 288 h.a. 264 horas

    Carga horria total 2.520 h.a. 2.310 horas

    Por sua vez, as unidades curriculares ofertadas na modalidade estendida dividem-se

    em:

    Unidades curriculares modalidade estendida Carga horria (em horas)

    Monografia 100 horas

    Atividades Acadmicas, Cientficas e Culturais 200 horas

    Carga horria total 300 horas

    10.1 Campo temtico Histria da Filosofia, Metafsica e Esttica

    As unidades curriculares na modalidade normal (disciplinas) distribuem-se em campos

    mais especficos. O primeiro campo composto por unidades que se referem ao campo da

    Histria da Filosofia e, tambm, s disciplinas filosficas tradicionais, tais como, a Esttica e

    a Metafsica que dialogam com a histria e indicam temas e problemas examinados em

    perspectiva histrica:

    Unidades curriculares

    Carga horria

    Horas-aulas Horas

    Filosofia Antiga I 72 66

    Filosofia Antiga II 72 66

    Filosofia Medieval 108 99

    Filosofia do Renascimento 72 66

    Filosofia Moderna 72 66

    Tpicos de Filosofia Moderna: Kant 72 66

    Tpicos de Filosofia Moderna: Idealismo alemo 72 66

  • 19

    Filosofia contempornea I 72 66

    Filosofia contempornea II 72 66

    Filosofia contempornea III 72 66

    Metafsica I 72 66

    Metafsica II 72 66

    Esttica 72 66

    Filosofia no Brasil 72 66

    Total 1.044 h.a. 957 horas

    10.2 Campo temtico Lgica, Epistemologia e Filosofia da Linguagem

    O campo temtico intitulado Lgica, Epistemologia e Filosofia da Linguagem

    composto pelas unidades curriculares que possuem estes mesmos nomes e que, por afinidades

    entre os temas, problemas e categorias estudados, formam um todo.

    Unidades curriculares

    Carga horria

    Horas-aulas Horas

    Lgica I 72 66

    Lgica II 36 33

    Epistemologia 72 66

    Filosofia da Cincia 72 66

    Tpicos de Filosofia Analtica 72 66

    Filosofia da Linguagem 72 66

    Total 396 h.a. 363 horas

  • 20

    10.3 Campo temtico tica e Filosofia Poltica

    tica e Filosofia Poltica o ttulo do campo temtico constitudo pelo estudo de

    temas, problemas, autores e correntes que compem o que Kant denominou Filosofia

    Prtica.

    Unidades curriculares

    Carga horria

    Horas-aulas Horas

    Filosofia Poltica I 72 66

    Filosofia Poltica II 72 66

    Filosofia Poltica III 72 66

    tica I 72 66

    tica II 72 66

    Total 360 330

    10.4 Campo temtico Pesquisa, Educao e Sociedade

    O campo temtico Pesquisa e Sociedade compe-se de unidades curriculares

    (disciplinas) e de atividades acadmicas, cientficas e culturais que visam formao geral do

    estudante do Curso de Filosofia relativo ao grau acadmico Bacharelado.

    A pesquisa filosfica , ao longo do curso, continuamente estimulada, especialmente

    no que se refere formao do Bacharel em Filosofia. No h, pois, para ela, um nico espao

    residual e restritivo. As unidades curriculares Introduo Filosofia e Metodologia

    Cientfica tm a funo de introduzir o estudante no mbito da investigao de problemas

    filosficos. Espera-se que os estudantes desenvolvam e adquiram habilidades ao longo do

    curso que os capacitem a planejar e, sob orientao, levar a cabo uma proposta de pesquisa,

    formulada e desenvolvida no mbito das unidades curriculares Monografia I e Monografia II.

    O produto dessa pesquisa, elaborado na forma de um ensaio, ser submetido avaliao de

    uma banca examinadora, conforme regulamentao apresentada adiante neste documento.

    As unidades Sociologia e Educao e Diversidade possuem, ambas, a finalidade

    de desenvolver no estudante a capacidade de compreender o processo de formao e a

    dinmica da vida social no mundo contemporneo. Para isso, so estudados autores clssicos

    das Cincias Sociais Marx, Drkheim e Weber que se dedicaram anlise da formao e

    do desenvolvimento da sociedade contempornea. Alm disso, procura-se, sob uma

  • 21

    perspectiva tica e poltica, por meio da unidade Educao e Diversidade, compreender o

    processo de formao e consolidao da sociedade brasileira, abordando temas referentes s

    relaes tnico-raciais, diversidade religiosa, diversidade de gnero, polticas de incluso,

    polticas afirmativas, direitos humanos, dentre outros.

    As Atividades acadmicas, cientficas e culturais, estabelecidas pela lei, possuem

    uma regulamentao prpria e visam formao geral do estudante por meio da participao

    em eventos cientficos e culturais, em projetos de pesquisa e extenso, dentre outros.

    Unidades curriculares

    Carga horria

    Horas-aulas Horas

    Introduo Filosofia 72 66

    Metodologia Cientfica 72 66

    Educao e Diversidade 72 66

    Sociologia 72 66

    Monografia I 72 66

    Monografia II ----- 100

    Atividades Acadmicas, Cientficas e Culturais ----- 200

    Total 360 630

    10.5 Unidades curriculares optativas

    As optativas curriculares, como j se disse, pretendem oferecer ao estudante a

    oportunidade de conferir identidade ao seu processo de formao. Alm das opes de

    unidades curriculares optativas que constam deste PPC, outras podero ser ofertadas,

    conforme aprovao e deliberao do Colegiado do Curso. Nesse sentido, um critrio

    importante a ser adotado reside na oferta de unidades curriculares optativas associadas s

    linhas de pesquisa dos professores do Departamento de Filosofia e Mtodos DFIME/UFSJ.

    As duas principais linhas de pesquisa do departamento, aquelas que aglutinam o maior

    nmero de professores, so as seguintes:

    1. tica e Poltica.

    2. Metafsica e Mente.

  • 22

    Sendo assim, natural que as unidades curriculares optativas a serem ofertadas, com o

    aval do Colegiado de Curso, sigam essa diretriz. No entanto, relevante considerar que o

    fluxograma ainda permite ao estudante conferir a seu currculo, caso queira, um carter mais

    especfico, ajustado aos seus interesses. Assim, das 288 horas-aulas (264 horas) de unidades

    curriculares, 144 horas-aulas (132 horas) podero ser cursadas em outros cursos de graduao

    da UFSJ.2

    2 Quando for o caso, o estudante dever apresentar, ao Colegiado do Curso, a solicitao de aproveitamento de crditos ou de equivalncia de unidades curriculares, nos termos da legislao da UFSJ.

  • 23

    11. ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE FILOSOFIA, GRAU ACADMICO

    BACHARELADO

    11.1 Unidades Curriculares 1 Perodo

    1 perodo

    Unidades Curriculares

    Carga horria Natureza

    Pr-requisito / correquisito

    Oferta h.a. horas

    Filosofia Antiga I 72 66 OBR No tem DFIME

    Introduo Filosofia 72 66 OBR No tem DFIME

    Sociologia 72 66 OBR No tem DFIME

    Educao e Diversidade 72 66 OBR No tem DFIME

    Metodologia Cientfica 72 66 OBR No tem DFIME Carga horria total 360 330

    11.2 Unidades Curriculares 2 Perodo

    2 perodo

    Unidades Curriculares

    Carga horria Natureza Pr-requisito / correquisito

    Oferta h.a. Horas

    Filosofia Antiga II 72 66 OBR No tem DFIME

    Lgica I 72 66 OBR No tem DFIME

    Filosofia Poltica I 72 66 OBR No tem DFIME

    Optativa curricular I 72 66 OPT No tem ---- Carga horria total 288 264

    11.3 Unidades Curriculares 3 Perodo

    3 perodo

    Unidades Curriculares

    Carga horria Natureza

    Pr-requisito / correquisito

    Oferta h.a. Horas

    Filosofia Medieval 108 99 OBR No tem DFIME

    Lgica II 36 33 OBR No tem DFIME

    Epistemologia 72 66 OBR No tem DFIME

    Filosofia Poltica II 72 66 OBR No tem DFIME

    Optativa curricular II 72 66 OPT No tem ------ Carga horria total 360 330

  • 24

    11.4 Unidades Curriculares 4 Perodo

    4 perodo

    Unidades Curriculares

    Carga horria Natureza

    Pr-requisito / correquisito

    Oferta h.a. Horas

    Filosofia Moderna 72 66 OBR No tem DFIME

    Filosofia do Renascimento 72 66 OBR No tem DFIME

    Metafsica I 72 66 OBR No tem DFIME

    Optativa curricular III 72 66 OPT No tem ------ Carga horria total 288 264

    11.5 Unidades Curriculares 5 Perodo

    5 perodo

    Unidades Curriculares

    Carga horria Natureza

    Pr-requisito / correquisito

    Oferta h.a. Horas

    Tpicos de Filosofia Moderna: Kant 72 66 OBR No tem DFIME

    Filosofia no Brasil 72 66 OBR No tem DFIME

    Filosofia da Cincia 72 66 OBR No tem DFIME

    tica I 72 66 OBR No tem DFIME

    Filosofia Poltica III 72 66 OBR No tem DFIME Carga horria total 360 330

    11.6 Unidades Curriculares 6 Perodo

    6 perodo

    Unidades Curriculares

    Carga horria Natureza

    Pr-requisito / correquisito

    Oferta h.a. Horas

    Filosofia da Linguagem 72 66 OBR No tem DFIME

    Tpicos de Filosofia Moderna: Idealismo alemo

    72 66 OBR No tem DFIME

    Filosofia Contempornea I 72 66 OBR No tem DFIME

    Esttica 72 66 OBR No tem DFIME Carga horria total 288 264

  • 25

    11.7 Unidades Curriculares 7 Perodo

    7 perodo

    Unidades Curriculares

    Carga horria Natureza

    Pr-requisito / correquisito

    Oferta h.a. Horas

    Tpicos de Filosofia Analtica 72 66 OBR No tem DFIME

    Filosofia Contempornea II 72 66 OBR No tem DFIME

    Metafsica II 72 66 OBR No tem DFIME

    Monografia I 72 66 OBR No tem DFIME

    Optativa curricular IV 72 66 OPT No tem DFIME Carga horria total 360 330

    11.8 Unidades Curriculares 8 Perodo

    8 perodo

    Unidades Curriculares

    Carga horria Natureza

    Pr-requisito / correquisito

    Oferta h.a. Horas

    tica II 72 66 OBR No tem DFIME

    Filosofia contempornea III 72 66 OBR No tem DFIME

    Optativa Curricular V 72 66 OPT No tem ------

    Carga horria total 216 198

    Unidades Curriculares Modalidade Estendida

    Unidades Curriculares

    Carga horria Natureza

    Pr-requisito /

    correquisito

    Oferta h.a. Horas

    Atividades Acadmicas, Cientficas

    e Culturais (Cf. Regulamentao especfica)

    ---

    200

    OBR

    No tem UFSJ

    Monografia II

    (Cf. Regulamentao especfica)

    ---- 100 OBR Monografia I DFIME

    Carga horria total ----- 300

  • 26

    11.9 Distribuio da Carga Horria do Curso

    Distribuio da carga horria do curso

    Contedos especficos de formao 2.310 horas3

    Monografia 100 horas

    Atividades Acadmicas, Cientficas e Culturais 200 horas

    Carga horria total 2.610 horas

    3 Considerando o disposto no inciso I, 3, artigo 6, da Resoluo n. 027/2013/CONEP/UFSJ, e o Parecer CNE/CES 492/2001, a carga horria total para cursos de Filosofia, grau acadmico Bacharelado, deve ser de, no mximo, 2640 horas. Tendo em vista que o tempo de durao das aulas na UFSJ de 55 minutos, 2.520 horas-aula expostas na estrutura curricular, quando convertidas em horas-relgio, conforme determina a legislao vigente, correspondem a 2310 horas.

  • 27

    12. FLUXOGRAMA

    CURSO DE FILOSOFIA GRAU ACADMICO: BACHARELADO

    1 PERODO 2 PERODO 3 PERODO 4 PERODO 5 PERODO 6 PERODO 7 PERODO 8 PERODO

    Filosofia Antiga I 72 h.a.

    Filosofia Antiga II 72 h.a.

    Filosofia Medieval 108 h.a.

    Filosofia Moderna

    72 h.a.

    Tpicos de Filosofia Moderna

    Kant 72 h.a.

    Filosofia da Linguagem

    72 h.a.

    Tpicos de Filosofia Analtica

    72 h.a.

    tica II 72 h.a.

    Introduo Filosofia 72 h.a.

    Lgica I

    72 h.a.

    Lgica II

    36 h.a.

    Filosofia do Renascimento

    72 h.a.

    Filosofia no Brasil

    72 h.a.

    Tpicos de Filosofia Moderna

    Idealismo Alemo 72 h.a.

    Filosofia Contempornea II

    72 h.a.

    Filosofia Contempornea III

    72 h.a.

    Sociologia 72 h.a.

    Epistemologia

    72 h.a.

    Metafsica I

    72 h.a.

    Filosofia da Cincia

    72 h.a.

    Filosofia Contempornea I

    72 h.a.

    Metafsica II 72 h.a.

    Educao e Diversidade

    72 h.a.

    Filosofia Poltica I 72 h.a.

    Filosofia Poltica II

    72 h.a.

    tica I 72 h.a.

    Esttica 72 h.a.

    Optativa Curricular IV

    72 h.a

    Optativa Curricular V

    72 h.a

    Metodologia Cientfica

    72 h.a.

    Optativa Curricular I

    72 h.a.

    Optativa Curricular II

    72 h.a.

    Optativa Curricular III

    72 h.a.

    Filosofia Poltica III

    72 h.a.

    Monografia I 72 h.a.

    Monografia II 100 horas

    Atividades, Acadmicas, Cientficas e Culturais 200 horas

    LEGENDA:

    Campo Temtico Histria da

    Filosofia, Metafsica e Esttica

    Campo Temtico Pesquisa, Educao e Sociedade

    Campo Temtico: Lgica,

    Epistemologia e Filosofia da Linguagem

    Campo Temtico: tica e

    Filosofia Poltica

    Optativas Curriculares

  • 13. EMENTRIO

    13.1 Ementas das Unidades Curriculares Obrigatrias

    13.1.1 Unidades Curriculares Obrigatrias para o 1 Perodo

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: Filosofia Antiga I

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 1

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ---------- Total: 72 h.a. 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Os mestres da verdade na Grcia Antiga. Mito e logos. Os filsofos pr-socrticos: unidade e multiplicidade, movimento e realidade. A descoberta do homem e a realidade da plis: Scrates e a sofstica.

    OBJETIVOS

    Identificar os principais elementos estruturais e o significado de mito.

    Compreender o processo de emergncia do pensamento racional como resultado de rupturas e continuidades existentes entre mythos e logos.

    Caracterizar o contexto do advento do pensamento racional.

    Identificar os principais elementos e caractersticas do pensamento pr-socrtico.

    Compreender as caractersticas e o significado do filosofar socrtico e da atividade paidutica dos sofistas.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    JAEGER, Werner. Paideia: a formao do homem grego. Trad. Artur M. Parreira. 4. Ed. So Paulo: Martins Fontes, 2001. PLATO. Dilogos: Crito, Meno, Hpias Maior e outros. 2. Ed. Belm: EDUFPA, 2007. VERNANT, Jean-Pierre. As origens do pensamento grego. Trad. Isis Borges B. da Fonseca. 11. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ARISTFANES. As nuvens. Trad. Gilda Maria Reale Starzynski. In: Scrates. So Paulo: Nova Cultural, 1987. (Coleo Os pensadores) BORNHEIM, Gerd (org.). Os filsofos pr-socrticos. 3. ed. So Paulo: Cultrix, 1972.

  • CAMPBELL, Joseph. O poder do mito. Trad. Carlos Felipe Moiss. 29. ed. So Paulo: Palas Athena, 2012. CAMPBELL, Joseph. The Power of Myth. New York: Anchor Boos, 1988. CHAU, Marilena. Introduo Histria da Filosofia: dos pr-socrticos a Aristteles. 2. ed. rev., ampl. atual. So Paulo: Companhia das Letras, 2002. CORNFORD, Francis M. From Religion to Philosophy. New York: Dover, 2004. JAEGER, W. La teologia de los primeros filsofos griegos. Mxico: Fondo de Cultura Econmica, 2011. HESODO. Os trabalhos e os dias. Trad., introd., e comentrios Mary de Camargo Neves Lafer. 4. Ed. So Paulo: Iluminuras, 2002. KIRK, G. S.; RAVEN, J. E. Os filsofos pr-socrticos. 8. ed. Lisboa: Fund. Calouste Gulbenkian, 2014. PLATO, Parmnides. Ed. bilngue grego-portugus. Trad. Maura Iglsias. So Paulo: Loyola, 2003. _________ Defesa de Scrates. Trad. Jaime Bruna. In: Scrates. So Paulo: Nova Cultural, 1987. (Coleo Os pensadores) ________. Eutfron. Trad. Carlos Alberto Nunes. In: PLATO. Dilogos: Crito, Meno, Hpias Maior e outros. 2. Ed. Belm: EDUFPA, 2007. XENOFONTE. Ditos e feitos memorveis de Scrates. Trad. Libero Rangel de Andrade. In: Scrates. So Paulo: Nova Cultural, 1987. (Coleo Os pensadores)

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ

    Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002 PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN

    COORDENADORIA DE FILOSOFIA - COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: Introduo Filosofia

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 1

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ---------- Total: 72 h.a. 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Significado, natureza e caracterizao do conhecimento filosfico. Periodizao da Histria da Filosofia. A filosofia, seus problemas e mtodos de abordagem. Os estilos de escrita em Filosofia.

    OBJETIVOS

    Compreender o significado e a natureza dos problemas filosficos.

    Conhecer os critrios utilizados para a periodizao da Histria da Filosofia.

    Caracterizar a atividade filosfica.

    Conhecer os mtodos de abordagem dos principais problemas filosficos.

    Identificar e aplicar as caractersticas do estilo de escrita filosfica.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    BLACKBURN, Simon. Pense: uma introduo Filosofia. Lisboa: Gradiva, 2001. DESCARTES, Ren. Meditaes metafsicas. 2. ed. So Paulo: WMF Martins Fontes, 2011. HEIDEGGER, Martin. Introduo Filosofia. 2. ed. So Paulo: WMF Martins Fontes, 2009.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    BAGGINI, Julian; FOSL, Peter S. As Ferramentas dos Filsofos. So Paulo: Loyola, 2012 GIANNOTTI, Jos Arthur. Lies de filosofia primeira. So Paulo: Companhia das Letras, 2011. NAGEL, Thomas. Uma Breve Introduo Filosofia. So Paulo: WMF Martins Fontes, 2011 MARCONDES, Danilo. Iniciao Histria da Filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ

    Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002 PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN

    COORDENADORIA DE FILOSOFIA - COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: Sociologia

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 1

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ---------- Total: 72 h.a. 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Estudo do surgimento e do desenvolvimento da teoria sociolgica por meio da anlise das contribuies de seus trs tericos clssicos: K. Marx, E. Drkheim e M. Weber.

    OBJETIVOS

    Compreender o processo de surgimento e constituio da Sociologia.

    Analisar a contribuio dos trs tericos clssicos da Sociologia, a saber, Marx, Drkheim e Weber, por meio do estudo de algumas de suas principais obras.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    DRKHEIM, E. As regras do mtodo sociolgico. 3. ed. So Paulo: Martins Fontes, 2014. MARX, K. Manuscritos econmico-filosficos. Rio de Janeiro: Boitempo Editorial, 2004. WEBER, M. Ensaios de Sociologia. 5. ed. So Paulo: LTC, 1982.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ARON, Raymond. As etapas do pensamento sociolgico. 2.ed. So Paulo: WMF Martins Fontes, 1987. BERGER, Peter; LUCKMANN, Thomas. A construo social da realidade: tratado de sociologia do conhecimento. 24.ed. Petrpolis: Editora Vozes, 2004. BRYM, Robert et al. Sociologia: sua bssola para um novo mundo. So Paulo: Cencage Learning, 2010. DURKHEIM, E. Da diviso do trabalho social. 4. ed. So Paulo: WMF Martins Fontes, 2010. GIDDENS, Anthony; TURNER, Jonathan (orgs). Teoria social hoje. So Paulo: Editora UNESP,

  • 1999. KALBERG, Stephen. Max Weber: uma introduo. Rio de Janeiro: Zahar, 2010. MARX, K.; ENGELS, F. Manifesto do Partido Comunista. Rio de Janeiro: Boitempo Editorial, 1998. MARX, K. Grundrisse Manuscritos econmicos 1857-1858. Rio de Janeiro: Boitempo Editorial, 2011.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: Metodologia Cientfica

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 1

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ---------- Total: 72 h.a. 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Normas para elaborao e apresentao de trabalhos cientficos. Normas da ABNT Associao Brasileira de Normas Tcnicas. As noes de cincia e de mtodo cientfico. Metodologia da investigao filosfica. Leitura e redao de ensaios filosficos.

    OBJETIVOS

    Conhecer e aplicar as normas para elaborao e apresentao de trabalhos cientficos.

    Aplicar as tcnicas de leitura e produo de textos filosficos.

    Caracterizar cincia e mtodo cientfico.

    Compreender os fundamentos das diferentes abordagens metodolgicas da investigao filosfica.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    FRANA, Jnia Lessa; VASCONCELLOS, Ana Cristina. Manual para normalizao de publicaes tcnico-cientficas. 8. ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2009. SAVIAN FILHO, Juvenal. Argumentao: a ferramenta do filosofar. So Paulo: WMF Martins Fontes, 2013. WESTON, Anthony. A construo do argumento. So Paulo: WMF Martins Fontes, 2009.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS TCNICAS. NBR 10520: informao e documentao: citaes em documentos: apresentao. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS TCNICAS. NBR 14724: informao e documentao: trabalhos acadmicos: apresentao. 2.ed. Rio de Janeiro: ABNT, 2005. ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS TCNICAS. NBR 1474: informao e documentao:

  • trabalhos acadmicos. Rio de Janeiro: ABNT, 2011. ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS TCNICAS. NBR 6023: informao e documentao: referncias: elaborao. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS TCNICAS. NBR 6024: numerao progressiva das sees de um documento escrito: apresentao. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS TCNICAS. NBR 6027: informao e documentao: sumrio: apresentao. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS TCNICAS. NBR 6028: informao e documentao: resumo: apresentao. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS TCNICAS. NBR 6029: informao e documentao: livros e folhetos: apresentao. 2.ed. Rio de Janeiro: ABNT, 2006. ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS TCNICAS. NBR 6032: abreviao de ttulos de peridicos e publicaes seriadas. Rio de Janeiro: ABNT, 1989. BLACKBURN, Simon. Pense: uma introduo Filosofia. Lisboa: Gradiva, 2001. DEMO, P. Introduo metodologia da cincia. So Paulo: Atlas, 1996. _________. Pesquisa e construo de conhecimento. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1997. _________. Educar pela pesquisa. 5. ed. Campinas: Autores Associados, 2002. GIL, Antnio C. Como elaborar projetos de pesquisa. So Paulo: Atlas, 1996. GIL, Antnio C. Mtodos e tcnicas em pesquisa social. So Paulo: Atlas, 1999. LUDWIG, A.C.W. Fundamentos e Prtica de Metodologia Cientfica. Editora Vozes, 2009. MINAYO, M. C. de S. (Org.). Pesquisa social. Petrpolis: Vozes, 1999.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: Educao e Diversidade

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 1

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. / 66h Prtica: --- Total: 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Formao e caracterizao da sociedade e da cultura brasileiras. Polticas afirmativas, educao e relaes tnico-raciais. Direitos humanos e relaes de gnero.

    OBJETIVOS

    Conhecer a legislao referente Educao das Relaes tnico-Raciais e ao Ensino de Histria e Cultura Afro-Brasileira e Africana.

    Discutir estratgias e procedimentos para a insero da Educao das Relaes tnico-Raciais e do Ensino de Histria e Cultura Afro-Brasileira e Africana na Educao Bsica.

    Compreender as tenses resultantes do processo de formao e de constituio histrica da sociedade brasileira.

    Problematizar o tema da democracia racial no Brasil.

    Conhecer e discutir os fundamentos das polticas de ao afirmativa.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    MEC/SECAD. Orientaes e aes para a Educao das Relaes tnico-Raciais. Braslia: SECAD, 2006. Disponvel: . Acesso em: 10 dez. 2013. RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro. So Paulo: Companhia de Bolso, 2006. SCHWARCZ, Lilia Moritz. O espetculo das raas: cientistas, instituies e a questo racial no Brasil. 3. ed. So Paulo: Companhia das Letras, 1993.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

  • ARENDT, Hannah. Responsabilidade e Julgamento. So Paulo: Companhia das Letras, 2004. CASMORE, Ellis. Dicionrio das relaes tnico-raciais. So Paulo: Sumus, 2000. FREYRE, Gilberto. Casa Grande e Senzala. Rio de Janeiro: Jos Olympio, 1961. GUIMARAES, Antnio Srgio Alfredo. O acesso do negro s universidades pblicas. Cadernos de Pesquisa, n. 118, p. 247-668, Mar. 2003. HOLANDA, Srgio Buarque. Razes do Brasil. 3. Ed. So Paulo: Companhia das Letras, 1997. ORTIZ, Renato. Cultura brasileira e identidade nacional. 5. ed. So Paulo: Brasiliense, 1998. RIBEIRO, Darcy. O Processo Civilizatrio: etapas da evoluo scio-cultural. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 1975. SOBRINHO, Antnio Gaio. Santos Negros Estrangeiros. So Joo del-Rei: Edio do autor, 1997.

  • 13.1.2 Unidades Curriculares Obrigatrias para o 2 Perodo

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: Filosofia Antiga II

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 2

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: --- Total: 66h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Caracterizao do contexto e dos principais problemas enfrentados pela filosofia grega e helenstica, com nfase no estudo da teoria das ideias de Plato, notadamente, no que se refere distino entre aparncia e realidade, conhecimento, verdade e opinio, e da metafsica e teoria da cincia aristotlica. As escolas socrticas menores.

    OBJETIVOS

    Caracterizar o contexto e os problemas enfrentados pela filosofia grega e helenstica.

    Compreender o significado e a natureza da metafsica na antiguidade.

    Demonstrar de que maneira as metafsicas platnica e aristotlica posicionam-se diante do problema da verdade e do conhecimento.

    Identificar as implicaes ticas e polticas das metafsicas platnica e a aristotlica.

    Compreender o significado e a natureza da filosofia helenstica considerando o contexto histrico de seu surgimento e desenvolvimento.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    ARISTTELES. Metafsica. Ensaio introdutrio, comentrios e traduo de Giovanni Reale. So Paulo: Loyola, 2002. 3 v. PLATO. A Repblica. Traduo de Carlos Alberto Nunes. Belm: EDUFPA, 2001. SNECA. Da tranquilidade da alma. Traduo e notas de Giulio Davide Leoni. So Paulo: Nova Cultural, 1988.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTA

    ARISTTELES. tica a Nicmaco. Traduo de Leonel Vallandro e Gerd Bornheim. So Paulo: Abril Cultural, 1978. (Coleo Os pensadores)

  • BOUDORIS, K. J. (org.). The philosophy of Socrates. Athens: International Center for Greek Philosophy and Culture, 1991. CASERTANO, Giovanni. Sofista. Trad. Jos Nortolini. So Paulo: Paulus, 2010. EPICURO. Carta sobre a felicidade. So Paulo: Editora da Unesp, 1997. FRONTEROTTA, F.; BRISSON, L. (orgs.). Plato: Leituras. Trad. Joo Carlos Nogueira. So Paulo: Loyola, 2011. MIGLIORI, Maurizio. Il disordine ordinato La filosofia dialettica di Platone, 2 vs. Brescia, It.: Morcellana, 2013. NATORP, Paul. Teoria das ideias de Plato Uma introduo ao idealismo. 2 vs. Trad. Euclides Calloni e Saulo Krieger. So Paulo: Paulus, 2012. PERINE, M. Plato no estava doente. So Paulo: Loyola, 2014. PLATO, Fdon. 3. ed. Trad. Carlos Alberto Nunes. Ed. bilngue portugus-grego. Belm, PA: UFPA, 2011. _______.Protgoras. Traduo de Carlos Alberto Nunes. Belm: EDUFPA, 2001. _______. Menon. Traduo de Carlos Alberto Nunes. Belm: EDUFPA, 2001. REALE, G. Histria da filosofia antiga, v. 2. Plato e Aristteles. So Paulo: Loyola, 1994. _____. Histria da filosofia antiga, v. 3. Os sistemas do helenismo. So Paulo: Loyola, 1994. VLASTOS, Gregory. Socrates: ironist and moral philosopher. Ithaca, New York: Cornell University Press, 1991.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DE FILOSOFIA - COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: Lgica I

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 2

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: --- Total: 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Concepes de Lgica. Sentena, proposio e juzo. Raciocnio e argumento. Espcies de

    argumentos (dedutivo, indutivo, valido e invlido). Consequncia lgica. Falcias no formais.

    Silogstica. Falcias formais. Teorias da verdade. Modalidades alticas.

    OBJETIVOS

    Reconhecer a diversidade de concepes de lgica

    Distinguir as noes de sentena, proposio, juzo

    Ter clareza sobre o que uma implicao lgica

    Compreender a silogstica (lgica aristotlica)

    Distinguir frases complexas e singulares, assim como termos gerais e singulares.

    Reconhecer aspectos de interesse para a lgica com respeito identidade, existncia, afirmao e negao.

    Distinguir teorias da verdade

    Compreender as noes de necessidade e possibilidade.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    COPI, I. Introduo Lgica. 3. ed. So Paulo: Mestre Jou, 1981. MORTARI, C. Introduo Lgica. So Paulo: Editora Unesp, 2001. RODRIGUES, A. Lgica. So Paulo: WMF Martins Fontes, 2011.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

  • MAGUIRRE, G.; BARROSO, C. A. Lgica: os Jogos da Razo. Fortaleza: Editora Universidade Federal do Cear: 2006. TUGENDHAT, E.; WOLF, U. Propedutica Lgico-Semntica. Traduo de F. Rodrigues. Petrpolis, RJ: Vozes, 2005.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: Filosofia Poltica I

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 2

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: --- Total: 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Anlise dos fundamentos da poltica: o poder. As reflexes filosficas sobre o poder na Antiguidade (Plato e Aristteles) e no perodo medieval.

    OBJETIVOS

    Discutir os fundamentos do poder poltico considerando os autores clssicos da Antiguidade e do perodo medieval.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    ARISTTELES. A poltica. Trad. Roberto Leal Ferreira, So Paulo: Martins Fontes, 2006. KANT, I. paz perptua. Trad. Marco Zingano. Porto Alegre: L&PM, 2008. LOCKE, John. Dois tratados sobre o Governo. 3. ed, So Paulo: Martins Fontes, 2003.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ARENDT, Hannah. Origens do Totalitarismo. Trad. Roberto Raposo. So Paulo: Companhia das Letras. 1998. ______ . O que poltica? Editora Ursula Ludz,. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998. BOBBIO, Norberto. Do Fascismo Democracia: os regimes, as ideologias, os personagens e as culturas polticas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. ______. O Filsofo e a Poltica: Antologia. So Paulo: Contraponto, 2013. HOBBES, T. Leviat. Trad. Joo Paulo Monteiro e Maria Beatriz Nizza da Silva. So Paulo: Abril Cultural, 1974. MAQUIAVEL, N. O prncipe. Trad. Maria Jlia Goldwasser. So Paulo: Martins Fontes, 1998.

  • PLATO. A Repblica. So Paulo: Nova Cultural, 2000. ROUSSEAU, J-J. Do Contrato Social. Traduo de Lourdes Gomes Machado. So Paulo: Abril Cultural, 1999. (Coleo Os pensadores) SFOCLES. Antgona. Porto Alegre: L&PM Editores, 1999.

  • 13.1.3 Unidades Curriculares Obrigatrias para o 3 Perodo

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ

    Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002 PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN

    COORDENADORIA DE FILOSOFIA - COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: Filosofia Medieval

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 3

    Carga horria: 108 horas-aula / 99 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 108 h.a. 99 h Prtica: --- Total: 99 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Caracterizao do contexto e dos principais problemas enfrentados pela filosofia medieval, a saber, a questo da existncia de Deus, do tempo e da eternidade, a distino entre conhecimento humano e conhecimento divino, o tema da existncia dos universais e transcendentais. A recepo das obras de Plato e Aristteles. A filosofia Patrstica, com nfase em Agostinho de Hipona. A Escolstica. A teoria do conhecimento e do juzo em Toms de Aquino.

    OBJETIVOS

    Identificar e discutir os problemas caractersticos da filosofia medieval.

    Compreender o processo de recepo das obras de Plato e Aristteles pelos filsofos medievais.

    Caracterizar e discutir os principais elementos da filosofia produzida pela Patrstica.

    Caracterizar e discutir os principais elementos da filosofia produzida pela Escolstica.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    AGOSTINHO DE HIPONA. Confisses. Traduo de M. L. J. Amarante. So Paulo: Paulinas, 1984. DUNS SCOT, John. Escritos filosficos. Traduo e notas de Carlos Arthur Nascimento e Raimundo Vier. So Paulo: Abril Cultural, 1979. (Coleo Os pensadores). TOMS DE AQUINO. O ente e a essncia. Traduo de Luiz Joo Barana. So Paulo: Abril Cultural, 1979. (Coleo Os pensadores).

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ABELARDO, Pedro. Obras. So Paulo: Nova Cultural, 1988 (Col. Os Pensadores). _________. Do mestre. Trad. A. Ricci. So Paulo: Abril Cultural, 1973. (Coleo Os pensadores). ANSELMO DE CANTURIA. A verdade. Traduo de Ruy Afonso da Costa Nunes. So Paulo: Abril

  • Cultural, 1973. (Coleo Os pensadores). GILSON, Etienne. A filosofia na Idade Mdia. So Paulo: Martins Fontes, 1995. PLOTINO. Acerca da Beleza Inteligvel (Enada V, 8). Traduo de L. Gabriela Soares. Kritrion, n. 107, p. 110-135, jun. 2003. _______. Enadas III-IV. Traduo de J. Igal. Madrid: Gredos, 1999. _______. Enadas IV-V. Traduo de J. Igal. Madrid: Gredos, 1998. REALE, Giovanni; ANTISERI Dario. Histria da Filosofia: Patrstica e Escolstica. So Paulo: Paulus, 2003. SCIACCA, M. Federico. Histria da Filosofia I: Antiguidade e Idade Mdia. So Paulo: Mestre Jou, 1967. TOMS DE AQUINO. Questes discutidas sobre a verdade (Questo Primeira). Traduo de Luiz Joo Barana. So Paulo: Abril Cultural, 1979. (Coleo Os pensadores). _______. Seleo de textos da Suma Teolgica. Traduo e notas de Alexandre Correia. So Paulo: Abril Cultural, 1979. (Coleo Os pensadores). WILLIAM DE OCKHAM. Seleo de obras. Traduo de Carlos Lopes de Mattos. So Paulo: Abril Cultural, 1979. (Coleo Os pensadores).

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DE FILOSOFIA - COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: Lgica II

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 3

    Carga horria: 36 horas-aula / 33 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 36 h.a. 33 h Prtica: ---------- Total: 36 h.a. 33 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Uso e meno. Linguagem-objeto e metalinguagem. Teoria dos conjuntos. Sintaxe de clculo de predicados. Valorao. Tabls semnticos.

    OBJETIVOS

    Identificar argumentos vlidos por meio de critrios de validade.

    Ser capaz de enumerar ou descrever conjuntos, assim como gera-los por operaes.

    Adquirir familiaridade com termos do vocabulrio lgico.

    Realizar clculo de predicados.

    Empregar tabelas de verdade.

    Demostrar validade atravs de tabls semnticos.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    COPI, I. Introduo Lgica. 3 ed. So Paulo: Mestre Jou, 1981. MORTARI, C. Introduo Lgica. So Paulo: Editora Unesp, 2001. RODRIGUES, A. Lgica. So Paulo: WMF Martins Fontes, 2011.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    MAGUIRRE, G.; BARROSO, C. A. Lgica: os Jogos da Razo, Cear, Editora Universidade Federal do Cear: 2006. TUGENDHADT, E.; WOLF, U. Propedutica Lgico-Semntica, Rodrigues, F. (tradutor), Petrpolis, Editora Vozes: 2005.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: Epistemologia

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 3

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: --- Total: 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    A abordagem tradicional do conhecimento. A teoria do conhecimento e sua origem na filosofia moderna. Os empiristas britnicos. As crticas contemporneas abordagem tradicional do conhecimento.

    OBJETIVOS

    Identificar as principais questes referentes abordagem filosfica do conhecimento.

    Vincular o surgimento da teoria do conhecimento filosofia do sujeito desenvolvida pelos modernos.

    Compreender o tratamento oferecido pelos empiristas questo do conhecimento.

    Discutir as crticas contemporneas, ps-virada lingustica, abordagem moderna e tradicional do conhecimento.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    HUME, David. Tratado da natureza humana. 2. ed. So Paulo: UNESP, 2009. LOCKE, John. Ensaio sobre o entendimento humano. So Paulo: Martins Fontes, 2012. PLATO. Teeteto. 3. Ed. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 2010.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    AYERS, Michael. Locke. So Paulo: UNESP, 1999. BLACKBURN, Simon. Pense: uma introduo filosofia. Lisboa: Gradiva, 2001. COTTINGHAM, John. A filosofia da mente de Descartes. So Paulo: UNESP, 1999.

  • COTTINGHAM, John. A filosofia de Descartes. Lisboa: Edies 70, 1986. GARRETT, Brian. Metafsica: conceitos-chave em filosofia. Porto Alegre: Artmed, 2008. GUIMARES, Lvia (org.). Ensaios sobre Hume. Belo Horizonte: SEGRAC, 2005. KANT, Immanuel. Crtica da razo pura. 7. ed. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 2010. LEROY, Andr-Louis. Locke. Lisboa: Edies 70, 1985. MONTEIRO, Joo Paulo. Hume e a Epistemologia. So Paulo: UNESP; Discurso Editorial, 2009. 232 p. QUINTON, Anthony. Hume. So Paulo: UNESP, 1999. BERKELEY, George. Obras filosficas. So Paulo: UNESP, 2010. RUSSELL, Bertrand. Os problemas da filosofia. Lisboa: Edies 70, 2008.SMITH, Plnio Junqueira. O ceticismo de Hume. So Paulo: Loyola, 1995. 303 p. TADI, Alexis. Locke. So Paulo: Estao Liberdade, 2005. VERGEZ, Andr. David Hume. Traduo: Maria Manuela Ramalhinho Barreto. Lisboa: Edies 70, 1984. (Biblioteca Bsica de Filosofia). VLASTOS, Gregory. O universo de Plato. Traduo: Maria Luiza Monteiro Salles Coroa. Braslia: UnB, 1987. 112 p. (Coleo Pensamento cientfico; 22). YOLTON, John. W. Dicionrio Locke. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1996

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DE FILOSOFIA - COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: Filosofia Poltica II

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 3

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ----- Total: 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Estudos da teoria poltica moderna com destaque para Maquiavel, Hobbes, Locke, Montesquieu e Rousseau.

    OBJETIVOS

    Compreender o tratamento oferecido por filsofos contemporneos a temticas tradicionais da filosofia poltica.

    Analisar o dilogo travado entre as teorias contemporneas e as teorias modernas da poltica.

    Avaliar os impactos trazidos pelas transformaes histricas na filosofia poltica contempornea.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    LOCKE, John. Dois tratados sobre o Governo. 3. ed, So Paulo: Martins Fontes, 2003. MONTESQUIEU. De l'Esprit des Lois. dition de A. P. Keer et J.-P. Mayer. Paris: Gallimard, 1970. ROUSSEAU, J-J. Do Contrato Social. Traduo de Lourdes Gomes Machado. So Paulo: Abril Cultural, 1999. (Coleo Os pensadores)

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ALTHUSSER, Louis. Montesquieu, a poltica e a histria. Traduo de Luz Cary e Luisa Costa. Lisboa: Editorial Presena, 1972. BERLIN, Isaiah. Estudos sobre a humanidade: uma antologia de ensaios. Organizao de Henry Hardy e Roger Hausheer. Traduo de Rosaura Eichenberg. So Paulo: Companhia das Letras, 2002. BIGNOTTO, Newton. As aventuras da virtude: as ideias republicanas na Frana do sculo XVIII. So Paulo: Companhia das Letras, 2010.

  • BOBBIO, N.; BOVERO, M. Sociedade e estado na filosofia poltica moderna. Traduo de Carlos Nelson Coutinho. 4. ed. So Paulo: Brasiliense, 1996. CASSIRER, Ernst. A filosofia do Iluminismo. Traduo de lvaro Cabral. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 1997.FORST, Rainer. Contextos da justia. Trad. Denlson L. Werle. So Paulo: Boitempo, 2010. HOBBES, T. Leviat. Trad. Joo Paulo Monteiro e Maria Beatriz Nizza da Silva. So Paulo: Abril Cultural, 1974. KANT, I. paz perptua. Trad. Marco Zingano. Porto Alegre: L&PM, 2008. MAQUIAVEL, N. O prncipe. Trad. Maria Jlia Goldwasser. So Paulo: Martins Fontes, 1998. MILL, John S. A liberdade/Utilitarismo. Trad. Eunice Ostrensky. So Paulo:^Martins Fontes, 2000. QUIRINO, Clia Galvo; SADEK, Maria Tereza (Orgs.). O pensamento poltico clssico. 2. ed. So Paulo: Martins Fontes, 2003. RAWLS, John. Liberalismo poltico. Trad. Luis Carlos Borges e lvaro de Vita. So Paulo: WMF Martins Fontes, 2011. ______. Conferncias sobre a histria da filosofia poltica. So Paulo: WMF Martins Fontes, 2012.

  • 13.1.4 Unidades Curriculares Obrigatrias para o 4 Perodo

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ

    Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002 PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN

    COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: Filosofia Moderna

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 4

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ---- Total: 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Caracterizao do contexto e dos principais problemas examinados pela filosofia moderna, com nfase na constituio da noo de subjetividade e nos princpios da metafsica racionalista moderna.

    OBJETIVOS

    Identificar e caracterizar os principais problemas enfrentados pela filosofia moderna.

    Discutir o conceito de sujeito desenvolvido pela filosofia moderna, bem como as implicaes dele decorrentes.

    Compreender os elementos constituintes dos sistemas metafsicos racionalistas desenvolvidos na modernidade.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    DESCARTES, R. Meditaes metafsicas (seguidas das objees, respostas e cartas). Traduo de Jacob Guinsburgh e Bento Prado Jnior. So Paulo: Nova Cultural, 1987. LEIIBNIZ. Os princpios da filosofia ditos a Monadologia. Traduo de Marilena de Souza Chau. So Paulo: Abril Cultural, 1974. (Coleo Os pensadores). SPINOZA, B. tica. Traduo e notas de Tomaz Tadeu. Belo Horizonte: Autntica, 2007. (Edio bilngue latim/portugus).

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    BATTISTI, Csar Augusto. O mtodo de anlise em Descartes. Cascavel: EDUNIOESTE, 2002. BENNETT, Jonathan. Um estdio de la tica de Spinoza. Mxico: Fondo de Cultura Econmica, 1990. CHAU, Marilena. A nervura do real: imanncia e liberdade em Espinosa. So Paulo: Companhia

  • das Letras, 1999. LEIBNIZ, G. W. Discurso de metafsica. Traduo de Marilena de Souza Chau. So Paulo: Abril Cultural, 1974. (Coleo Os pensadores).

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DE FILOSOFIA - COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: Filosofia do Renascimento

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 4

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: --- Total: 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Os primrdios da Renascena: da antiguidade ao final da Idade Mdia. O Renascimento na Itlia e em outras naes europeias. A filosofia renascentista em suas origens: Dante e Petrarca.

    OBJETIVOS

    Discutir o conceito de Renascimento.

    Conhecer o processo histrico da ecloso do Renascimento.

    Discutir textos filosficos de autores do Renascimento.

    Discutir a importncia da Renascena para a compreenso do presente;

    Estabelecer vnculos entre as reflexes dos autores renascentistas e autores modernos e contemporneos.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    BURCKHARDT, Jacob. A cultura do Renascimento na Itlia. Trad. Srgio Tellaroli. So Paulo: Cia. das Letras, 2009. ERASMO. Elogio da loucura. Trad. Paulo Neves. Porto Alegre: L&PM, 2003. MAQUIAVEL, Nicolau. O prncipe. So Paulo: Penguin/Cia. das Letras, 2010.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    BIGNOTTO, Newton. Republicanismo e realismo Um perfil de Francesco Guicciardini. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2006. ________. Maquiavel republicano. So Paulo: Loyola, 1991. DANTE. Da monarquia. In: Dante, Textos seletos. So Paulo: Abril Cultural (Os pensadores), 1979. HUIZINGA, Johan. O outono da Idade Mdia. Trad. Francis Petra Janssen. So Paulo: Cosacnaify, 2010.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: Metafsica I

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 4

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ------ Total: 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    As origens do pensamento metafsico no Ocidente. As perspectivas adotadas pelo pensamento de Plato (a teoria das ideias, a relao entre aparncia, essncia e princpio) e Aristteles (a questo da substncia e a teoria da linguagem). Introduo problematizao da metafsica clssica em Kant (o conhecimento emprico e o a priori).

    OBJETIVOS

    Compreender o processo de emergncia do pensamento metafsico no Ocidente.

    Discutir as perspectivas platnica e aristotlica no tratamento dos problemas metafsicos.

    Identificar os principais elementos da crtica kantiana metafsica clssica.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    ARISTTELES. Metafsica. 3. ed. So Paulo: Loyola, 2002. V. II. KANT, I. Prolegmenos a toda a metafsica futura que queira apresentar-se como cincia. Trad. de Artur Mouro. Lisboa: Edies 70, 1987. TOMS DE AQUINO. O ente e a essncia. Traduo de Luiz Joo Barana. So Paulo: Abril Cultural, 1979. (Coleo Os pensadores).

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ALQUI, F. Mtaphysique. In: Encyclopaedia Unibersalis, vol. 10, p. 984-989. AUBENQUE, P. Desconstruir a metafsica? Traduo Aldo Vannucchi. So Paulo: Loyola, 2012. _________ . O problema do Ser em Aristteles. So Paulo: Paulus, 2011. BERTI, E. Estrutura e significado da Metafsica de Aristteles. Traduo de Jos Bortolini. So Paulo: Vozes, 2012.

  • _________. As razes de Aristteles. Traduo de Dion Davi Macedo. So Paulo: Loyola, 1998. CHERNIS, D. A economia filosfica da teoria das Ideias. O que nos faz pensar, n. 2, p. 109-118, 1990. DELEUZE, G. A filosofia crtica de Kant. Traduo de Germiniano de Franco. Lisboa: Edies 70, 2000. GARDEIL, H.-D. Iniciao filosofia de So Toms de Aquino. Psicologia, metafsica. Traduo de Cristiane Negreiros Abdud Ayoub e Carlos Eduardo Oliveira. So Paulo: Paulus, 2013. GILSON, E. Ltre et lessence. Paris: J. Vrin, 1948. HUGON O.P., E. Os princpios da filosofia de So Toms de Aquino: as vinte quatro teses fundamentais. Traduo de D. Odilo Moura. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1998. KANT, Immanuel. Crtica da razo pura. 7. ed. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 2010. ________. Da utilidade de uma nova crtica da razo pura (resposta a Eberhard). Trad. introd. e notas de Mrcio Pugliesi. So Paulo: Hemus, 1975. LEBRUN, G. Kant e o fim da metafsica. So Paulo: Martins Fontes, 2002. LIMA VAZ, H. C. de. A dialtica das Ideias no Sofista. In: Ontologia e histria. So Paulo: Loyola, 2000, p. 13-56 __________. Itinerrio da ontologia clssica. In: Ontologia e histria. So Paulo: Loyola, 2000, p. 57-76. __________ . Essncia e existncia. In: Escritos de Filosofia VII. Razes da Modernidade. So Paulo: Loyola, 2002 __________ . Esquecimento e memria do Ser: Sobre o futuro da metafsica. In: Escritos de Filosofia VII. Razes da Modernidade. So Paulo: Loyola, 2002. PLATO. A repblica. 13. ed. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 2010. ________. Fdon. So Paulo: Abril Cultural, 1973. (Coleo Os pensadores).

  • 13.1.5 Unidades Curriculares Obrigatrias para o 5 Perodo

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ

    Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002 PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN

    COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: Tpicos de Filosofia Moderna: Kant

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 5

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ---- Total: 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Estudo da filosofia crtica de Kant, com destaque para as questes epistemolgicas e morais.

    OBJETIVOS

    Identificar os problemas fundamentais do conhecimento na perspectiva crtica de Kant.

    Diferenciar as explicaes da perspectiva transcendente da transcendental formulada por Kant.

    Compreender as questes fundamentais da moral do dever de Kant e suas implicaes no debate posterior sobre a cultura.

    Compreender a distino que Kant estabelece entre Filosofia Prtica e Filosofia Terica.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    KANT, I. Crtica da razo pura. Traduo de Valrio Rhoden e Udo B. Moosburger. So Paulo: Novas Cultural, 1987. (Coleo Os pensadores). _______. Crtica da razo prtica. Traduo e notas de Valrio Rhoden. 3. ed. So Paulo: WMF Martins Fontes, 2011. _______. Crtica da faculdade do juzo. Traduo de Valrio Rohden e Antnio Marques. 2. ed. So Paulo: Forense Universitria, 2005.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ARENDT, Hannah. Lies sobre a filosofia poltica de Kant. 2a. ed. Trad. Andr Duarte. Rio de Janeiro: Relume Dumar, 1994. _________. A vida do esprito. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 2014. BOBBIO, Noberto. Direito e estado no pensamento de Immanuel Kant. 3 ed. Braslia: UnB, 1995.

  • CAYGILL, Howard. Dicionrio Kant. Rio de Janeiro: Zahar, 2000. DELEUZE, Giles. A filosofia crtica de Kant. Trad. portuguesa. Lisboa: Edies 70, 2009. FERRY, Luc. Kant Uma leitura das trs Crticas. Trad. Karina Jannini. Rio de Janeiro: Difel, 2009. KANT, Immanuel. Gesammelte Werke. 12 vs. Frankfurt.a.M.: Suhrkamp, 1977-. _______. Textos seletos. Traduo de Raimundo Vier e Floriano de Sousa Fernandes. Petrpolis: Vozes, 1974. _______. Prolegmenos a toda metafsica futura que queira apresentar-se como cincia. Traduo de Artur Moro. Lisboa: Edies 70, 1988. LEBRUN, Grard. Sobre Kant. Org. Rubens Rodrigues Torres Filho. So Paulo: Iluminuras/Edusp, 1993. _________. Kant e o fim da metafsica. Trad. Carlos Alberto Ribeiro de Moura. So Paulo: Martins Fontes, 1993. MATTOS, Fernando Costa. Da teoria liberdade: a questo da objetividade em Kant. So Paulo: AM, 2009. WEIL, Eric. Problemas kantianos. Trad. Luiz Paulo Rouanet. So Paulo: Editorial Realizaes, 2012.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DE FILOSOFIA - COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: Filosofia no Brasil

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 5

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ---------- Total: 72 h.a. 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Discusso e problematizao a respeito da constituio histrica da Filosofia no Brasil e da formao do pensamento brasileiro.

    OBJETIVOS

    Problematizar o processo histrico de constituio da Filosofia no Brasil e da formao do pensamento brasileiro.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    A bibliografia bsica e complementar desta disciplina estar sujeita a variaes conforme a abordagem do docente por ela responsvel.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    A bibliografia bsica e complementar desta disciplina estar sujeita a variaes conforme a abordagem do docente por ela responsvel.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ

    Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002 PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN

    COORDENADORIA DE FILOSOFIA - COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: Filosofia da Cincia

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 5

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ---- Total: 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Introduo histrica Filosofia da Cincia. Natureza e funo da Filosofia da Cincia. Fundamentos lgicos da cincia. Induo e deduo na cincia. Cincia e no-cincia: o problema da demarcao.

    OBJETIVOS

    Caracterizar e compreender o significado e a natureza da reflexo filosfica a respeito da cincia.

    Problematizar o conceito de cincia por meio da discusso de seus atributos bsicos: saber verificvel, metdico e objetivo.

    Identificar as principais caractersticas da prtica cientfica.

    Discutir a concepo e as abordagens cientficas dos fatos.

    Compreender o significado e a natureza das leis, explicaes e teorias cientficas.

    Discutir a relao entre cincia e valores e problematizar a noo de neutralidade cientfica.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    KUHN, T. A estrutura das revolues cientficas. So Paulo: Perspectiva, 1978. MORGENBESSER, S. (Org.). Filosofia da Cincia. So Paulo: Cultrix, 1979. POPPER, Karl. A lgica da pesquisa cientfica. Belo Horizonte: Itatiaia, 1974.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    GLEISER, M. A Dana do Universo. So Paulo: Companhia das Letras, 19973

  • CHALMERS, A. O que cincia afinal? So Paulo: Ed. Brasiliense, 1993. HAWKING, S. W. Uma Breve Histria do Tempo. Rio de Janeiro: Rocco, 1988 OLIVA, A. Filosofia da Cincia. Rio de Janeiro: Zahar, 2010

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ

    Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002 PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN

    COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: tica I

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 5

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ------- Total: 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Caracterizao da moral: sentimentos morais, vida social e moralidade, a linguagem moral, valores e ideais morais. Padres de justificativa moral. tica como reflexo sobre a moral. As subreas da tica: metatica, tica normativa e tica aplicada. tica das virtudes. O carter e o bem em Plato e Aristteles. Epicurismo e estoicismo. Virtudes crists, conscincia e lei natural. Virtudes naturais e artificiais em Hume. tica das virtudes na atualidade.

    OBJETIVOS

    Distinguir e caracterizar moral e tica.

    Distinguir a natureza dos problemas investigados nas principais subreas da tica.

    Examinar, numa perspectiva histrica, as principais formulaes da tica das virtudes.

    Investigar os alcances e limites da tica das virtudes na atualidade.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    ARISTTELES. tica nicomachea I13-III8: tratado da virtude moral. Trad, notas e comentrios: Marco Zingano. So Paulo: Fapesp; Odysseus, 2008.

    CORTINA, Adela; MARTNEZ, Emlio. tica. Trad. Silvana Cobucci Leite. So Paulo: Edies Loyola, 2006. MACINTYRE Alasdair. Depois da virtude. Bauru/SP: EDUSC, 2001.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    AGOSTINHO (de Hipona). Confisses. So Paulo: Abril Cultural,1980. [Coleo Os pensadores]. AGOSTINHO, Santo. Solilquios; A vida feliz. Trad. Nair de Assis Oliveira. Rev. H. Dalbosco. So Paulo: Paulus, 1998. __________. O livre-arbtrio. Trad., Org.,Introd. e notas Nair de Assis Oliveira; Rev. Honrio Dalbosco. So Paulo: Paulus, 1995.

  • AQUINO, Toms de. Suma teolgica. So Paulo: Edies Loyola, 2006. V. III e IV.

    ARISTTELES. tica a Nicmaco. Trad de Antnio Caeiro. Lisboa: Quetzal, 2004.

    DUVERNOY, Jean-Francois. O epicurismo e sua tradio antiga. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993 EPICURO. Carta sobre a felicidade. Trad. e apres. Alvaro Lorencini; Enzo Del Carratore. So Paulo: Editora da UNESP, 2007. EPICURO; LUCRCIO; CCERO; et al. Antologia de textos (Epicuro). Da natureza (Tito Lucrcio Caro). Da repblica (Marco Tlio Ccero). Consolao a minha me Hlvia; Da tranqilidade da alma; Media; Apocoloquintose do divino Cludio (Lcio Aneu Sneca). Meditaes (Marco Aurlio); Trad. e notas Agostinho da Silva et al; estudos introdutrios de E. Joyau e G. Ribbeck. 3. ed. So Paulo : Abril Cultural, 1985. [Coleo Os pensadores, volume Scrates] PLATO. Apologia de Scrates. So Paulo: Abril Cultural, 1980. [Coleo Os pensadores, volume Scrates] _________. A Repblica. Trad. Anna Lia Amaral de Almeida Prado. Introd. Roberto Bolzani Filho. So Paulo: Martins Fontes, 2006. SNECA. A vida feliz. Campinas: Pontes, 1991. 66 p __________. Sobre a tranquilidade da alma; Sobre o cio. So Paulo: Nova Alexandria, 1994. 93 p. __________. Aprendendo a viver. 2.ed. So Paulo: Martins Fontes, 2008. 165 p. TOMS DE AQUINO, Santo. A prudncia: a virtude da deciso certa. So Paulo: Martins Fontes, 2005. 118 p. ULLMANN, Reinholdo Aloysio. Epicuro: o filsofo da alegria. 3.ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2006. 176p.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ

    Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002 PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN

    COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: Filosofia Poltica III

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 5

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ---- Total: 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Anlise de temticas fundamentais do pensamento poltico contemporneo, tais como democracia, republicanismo, justia, esfera pblica, representao poltica, biopoltica e liberdade.

    OBJETIVOS

    Avaliar, mediante estudos tericos, os principais problemas decorrentes da democracia representativa.

    Conhecer os princpios bsicos dos principais modelos de teorias de justia.

    Compreender as bases das discusses acerca da biopoltica.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    FOUCAULT, Michel. Nascimento da biopoltica. So Paulo: Martins Fontes, 2008. HABERMAS, Jrgen. A teoria do agir comunicativo. So Paulo: WMF Martins Fontes, 2012. 2 v. RAWLS, John. Uma Teoria da Justia. Traduo de Almiro Pisetta e Lenita M. R. Esteves. So Paulo: Martins Fortes, 1997.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    AGAMBEN, Giorgio. Homo Sacer: o poder soberano e a vida nua I. Belo Horizonte: UFMG, 2007. ______. O que resta de Auschwitz. [Quel che resta di Auschwitz ]. So Paulo: Boitempo, 2013. 175 p. (Coleo Estado de stio). CTAN. ARENDT, Hannah. A condio humana. 11. ed. So Paulo: Forense Universitria, 2010. BOBBIO, Norberto. Liberalismo e democracia. 2 ed. Sao Paulo: Brasiliense, 1988. FORST, Rainer. Contextos da justia. Trad. Denlson L. Werle. So Paulo: Boitempo, 2010.

  • FOUCAULT, M. Vigiar e Punir. Petrpolis: Vozes, 1975. HABERMAS, Jrgen. Conscincia moral e agir comunicativo. 2.ed. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2003. __________. A incluso do outro. So Paulo: Loyola, 2002. __________. Mudana estrutural da esfera pblica: investigaes quanto a uma categoria da sociedade burguesa. Traduo: Flvio R. Kothe. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2003. 398p. JAMESON, Fredric. O marxismo tardio. Trad. Luiz Paulo Rouanet. So Paulo: Boitempo, 2011. MILL, John S. A liberdade/Utilitarismo. Trad. Eunice Ostrensky. So Paulo:^Martins Fontes, 2000. RAWLS, John. Justia como equidade Uma reformulao. Trad. Claudia Berliner. So Paulo: Martins Editora, 2003. ______. Liberalismo poltico. Trad. Luis Carlos Borges e lvaro de Vita. So Paulo: WMF Martins Fontes, 2011. ______. Conferncias sobre a histria da filosofia poltica. So Paulo: WMF Martins Fontes, 2012. ROUANET, L. Paulo. Paz, justia e tolerncia no mundo contemporneo. So Paulo: Loyola, 2010. _____. Rawls. In PECORARO, Rossano (org.). Os filsofos Clssicos da filosofia. V. III. Rio de Janeiro: Ed. PUCR-Rio/Petrpolis: Vozes, 2009.

  • 13.1.6 Unidades Curriculares Obrigatrias para o 6 Perodo

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ

    Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002 PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN

    COORDENADORIA DE FILOSOFIA - COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: Filosofia da Linguagem

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 6

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ---------- Total: 72 h.a. 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Teoria referencial do significado. Teoria das descries. Verificacionismo. Semntica causal. Teorias psicolgicas do significado. Teorias de condio de verdade. Teorias baseadas no uso. Teoria dos atos de fala.

    OBJETIVOS

    Compreender e discutir as diversas teorias do significado (semntica) e do uso da linguagem (pragmtica) propostas no mbito da filosofia da linguagem. Discutiremos, especialmente, as posies de Russell, Frege, Wittgenstein, Kripke, Searle, Grice, Carnap, Davidson e Lewis.

    Adquirir familiaridade com teses e noes propostas originalmente na filosofia da linguagem, e relevantes s disciplinas da filosofia analtica em geral, e.g., uso e meno, sentido e referncia, direo de ajuste, contexto, proposio, mundos possveis.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    ALSTON, P. W. Filosofia da Linguagem. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1977. FREGE, G. Lgica e filosofia da Linguagem. P. ALCOFORADO (trad.), So Paulo: Cultrix, 1978. WITTGENSTEIN, W. Tractatus Logico-Philosophicus. L. H. LOPES DOS SANTOS (trad.), So Paulo: Edusp, 2001.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    LYCAN, W. (manuscrito) Filosofia da Linguagem, D. MURCHO (trad.). LYCAN, W. Philosophy of Language, Londres e Nova Iorque: Routledge, 2000. RUSSELL, B. Da denotao In: _____. Lgica e Conhecimento (Os Pensadores, vol. 42) P. R. MARICONDA (trad.) So Paulo: Abril Cultural, 1974.

  • WITTGENSTEIN. Investigaes Filosficas. So Paulo: Nova Cultural, 1999.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DE FILOSOFIA - COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: Tpicos de Filosofia Moderna: Idealismo Alemo

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 6

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ------- Total: 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    O movimento romntico e a filosofia idealista alem. Estudo da Filosofia do Idealismo alemo representado por Fichte, Schelling e Hegel. A filosofia hegeliana: doutrina do sujeito absoluto, teoria do reconhecimento, filosofia da histria e pensamento poltico.

    OBJETIVOS

    Identificar e caracterizar as principais crticas dirigidas pelo movimento romntico e pela filosofia idealista alem ao Iluminismo.

    Compreender os elementos caractersticos e fundamentais da filosofia idealista alem por meio do estudo de seus principais representantes.

    Compreender os elementos fundamentais e centrais da filosofia hegeliana.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    FICHTE, J. G. A doutrina da cincia de 1794 e outros escritos. Traduo de Rubens Rodrigues Torres Filho. So Paulo: Nova Cultural, 1988. (Coleo Os pensadores) HEGEL, G. W. F. Fenomenologia do esprito. Traduo de Paulo Meneses. 6. ed. Petrpolis: Vozes, 2011. SCHELLING, F. W. J. Sobre o dogmatismo e o criticismo. Traduo de Rubens Rodrigues Torres Filho. So Paulo: Nova Cultural, 1988. (Coleo Os pensadores)

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ASMUTH, Cristoph. Comeo e forma da Filosofia. Reflexes sobre Fichte, Schelling e Hegel. Revista Filosfica de Coimbra, n. 13, p. 55-70, 1998. BRANDO, Gildo Maral. Hegel: o Estado como realizao histrica. In: WEFFORT, Francisco (org.). Os clssicos da poltica Volume 2. 10. ed. So Paulo: tica, 2002. p. 101- 148.

  • HARTMANN, Nicolai. A filosofia do Idealismo Alemo. 2.ed. Lisboa: Fundao Calouste Gulbenkia, 1983. HEGEL, G. W. F. Textos escolhidos. Organizao de Roland Corbisier. 2. ed. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 1991. ________. Filosofia da histria. 2. ed. Braslia: Editora da UnB, 1999. HONNETH, Axel. Luta por reconhecimento: a gramtica moral dos conflitos sociais. Traduo de Luiz Repa. 2. ed. So Paulo: Editora 34, 2009. IVALDO, Marco. Doutrina da cincia e filosofia transcendental: Fichte em face de Kant. Revista de Estud(i)os sobre Fichte, n. 5, 2012. KANT, I. Crtica da faculdade do juzo. Traduo de Valrio Rohden e Antnio Marques. 2. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitria, 2010. KOJVE, A. Introduo leitura de Hegel. Rio de Janeiro: Contraponto/Eduerj, 2002. MARX, K.; ENGELS, F. A ideologia alem (Feuerbach). 11. ed. So Paulo: Hucitec, 1999. MENESES, Paulo. Hegel & a Fenomenologia do esprito. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003. NBREGA, Francisco Pereira. Compreender Hegel. 5. ed. Petrpolis, RJ: Vozes, 2009. REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. Histria da Filosofia: do romantismo ao empiriocriticismo Volume 5. Traduo de Ivo Storniolo. So Paulo: Paulus, 2005. ROSENFELD, Anatol. Aspectos do romantismo alemo. In: _______. Texto/Contexto I. 5. ed. So Paulo: Perspectiva, 1996. p. 147-172. ROSENFIELD, Denis L. Hegel. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002. SALIBA, Elias Thom. As utopias romnticas. So Paulo: Brasiliense, 1991. TAYLOR, Charles. Hegel: sistema, mtodo e estrutura. Traduo de Nlio Schneider. So Paulo: Realizaes, 2014. UTTEICH, Luciano Carlos. Fichte e Schelling e o debate inaugural do idealismo transcendental. Revista de Estud(i)os sobre Fichte, n. 5, 2012. VIEIRA, Leonardo Alves. Schelling. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007. VINCENTI, Luc. Educao e liberdade: Kant e Fichte. Traduo de lcio Fernandes. So Paulo: Editora Unesp, 1994.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ

    Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002 PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN

    COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: Filosofia Contempornea I

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 6

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h

    Prtica: ---- Total: 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Trata-se de estudar o pensamento filosfico ps-hegeliano, destacando-se o pensamento pr-existencialista do sculo XIX com Schopenhauer, Kierkegaard e Nietzsche.

    OBJETIVOS

    Explicitar os principais problemas que nortearam as abordagens dos autores, considerando as suas razes, circunstncias e influncias recebidas.

    Interpretar coerentemente textos filosficos, considerando problemas, conceitos e argumentos apresentados pelos autores.

    Dialogar com os autores, atravs de seus textos, apropriando-se da sua problemtica luz da realidade atual.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    KIERKEGAARD, Soren Aabye. Dirio de um sedutor; Temor e Tremor; O desespero humano. 2. ed. So Paulo: Abril Cultural, 1979. (Os Pensadores) NIETZSCHE, Friedrich. Genealogia da Moral. So Paulo: Cia das Letras, 1998. SCHOPENHAUER, Arthur. O mundo como vontade e representao. 2. ed. So Paulo: Abril Cultural, 1980. (Os Pensadores).

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ADORNO, Theodor W. Kierkegaard. Traduo Alvaro L.M. Valls. So Paulo: UNESP, 2010. ANSELL-PEARSON, Keith. Nietzsche como pensador poltico: uma introduo. Rio de Janeiro: Zahar, 1997.

  • BARROS, Fernando de Moraes. A maldio transvalorada. O problema da civilizao em O Anticristo de Nietzsche. So Paulo: Discurso Editorial; Iju: Ed. Uniju, 2002. BOEIRA, Nelson. Nietzsche. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002. BRUM, Jos Thomaz. O pessimismo e suas vontades: Schopenhauer e Nietzsche. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. CACCIOLA, Maria Lcia M. Schopenhauer e a questo do dogmatismo. So Paulo: EDUSP, 1994. FERRY, Luc. Aprender a viver. Filosofia para os novos tempos. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. GIACIA JNIOR, Oswaldo. Nietzsche & Para alm de Bem e Mal. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002. GRAMMONT, Guiomar de. Don Juan, Fausto e o Judeu Errante em Kierkegaard. Petrpolis; RJ: Catedral das Letras, 2003. GARDINER, Patrick. Kierkegaard. So Paulo: Loyola, 2001. HBER-SUFFRIN, Pierre. O Zaratustra de Nietzsche. Rio de Janeiro: Zahar, 1991. HENRY, Michel. A Morte dos Deuses: vida e efetividade em Nietzsche. Rio de Janeiro: Zahar, 1985. KIERKEGAARD, Soren. O Banquete. Lisboa: Guimares Editores, 1989. _____. Ponto de vista explicativo da minha obra como escritor. Lisboa: Ed. 70, 1986. _____. O Conceito de Angstia. So Paulo: Hemus, 1968. _____. Migalhas Filosficas. Petrpolis: Vozes, 1995. LINS, Daniel. Nietzsche e Deleuze. Intensidade e paixo. Rio de Janeiro: Relume Dumar, 2000. MACHADO, Roberto. Nietzsche e a verdade. 2. ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1985. _____. Zaratustra, Tragdia nietzschiana. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997. MARTINS, Geraldo Majela. A Esttica do Sedutor: uma introduo a Kierkegaard. Belo Horizonte: Mazza Edies, 2000. MARTON, Scarlet. Nietzsche: uma filosofia a marteladas. So Paulo: Brasiliense, 1986. _____. Nietzsche: a transvalorao dos valores. So Paulo: Moderna, 1993. _____. Nietzsche: das foras csmicas aos valores humanos. So Paulo: Brasiliense, 2000. _____. Extravagncias. Ensaios sobre a filosofia de Nietzsche. So Paulo: Discurso Editorial; Iju: Ed. Uniju, 2001. MESNARD, Pierre. Kierkegaard. Lisboa: Ed. 70. s.d MOURA, Carlos A. R. de. Nietzsche: civilizao e cultura. So Paulo: Martins Fontes, 2005. MLLER-LAUTER, Wolfgang. A doutrina da vontade de poder em Nietzsche. So Paulo: Annablume, 1997. NUNES, Benedito. A Filosofia Contempornea. So Paulo: Ao Livro Tcnico, EDUSP, 1967. NIETZSCHE, Friedrich. Vontade de Potncia. Rio de Janeiro: Ediouro.

  • _____. Escritos sobre educao. Traduo, apresentao e notas por Noli Correia de Melo Sobrinho. So Paulo: Loyola, 2003. _________. Obras Incompletas. 2. ed. So Paulo: Abril Cultural, 1978. (Os Pensadores) _________. Ecce Homo: como cheguei a ser o que sou. So Paulo: Martin Claret, 2000. _________. O caso Wagner. So Paulo: Cia das Letras, 1999. _________. Escritos sobre poltica: V. II: A pequena e a grande poltica. Traduo, apresentao e notas por Noli Correia de Melo Sobrinho. So Paulo: Loyola, 2007. _________. Humano, demasiado humano. Um livro para espritos livres. So Paulo: Companhia das Letras, 2000. _________. Fragmentos Finais. Braslia: Ed. Universidade de Braslia, 2002. _________. Sabedoria para depois de amanh. So Paulo: Martins Fontes, 2005. _________. A viso dionisaca do mundo. So Paulo: Martins Fontes, 2005. PIMENTA, Olmpio. Razo e conhecimento em Descartes e Nietzsche. Belo Horizonte, Ed. UFMG, 2000. PAULA, Mrcio Gimenes de. Socratismo e cristianismo em Kierkegaard: o escndalo e a loucura. So Paulo: Annablume, 2001. REALE, Giovanni. Histria da Filosofia: do Romantismo at nossos dias. V. 3. So Paulo: Paulinas, 1991. REDYSON, DEYVE; ALMEIDA, Jorge Miranda de; PAULA, Marcio Gimenez de. Soren Kierkegaard no Brasil. Cidade, Ed. Idia, ano. 354 p. RODRIGUES, Luzia Gontijo. Nietzsche e os gregos: arte e mal-estar na cultura. So Paulo: Annablume, 1998. ROGER, Alain. Vocabulrio de Schopenhauer. So Paulo: WMF Martins Fontes, 2013. (Coleo Vocabulrio dos filsofos) SCHOPENHAUER, Arthur. Sobre a Filosofia Universitria. So Paulo: Polis, 1991. _____. Metafsica do Belo. So Paulo: UNESP, 2003. _____. Sobre o fundamento da moral. So Paulo: Martins Fontes, 2001. (Coleo clssicos) _____. Sobre a tica. Organizao e traduo Flamarion C. Ramos. So Paulo: Hedra: 2012. _____. Sobre a Filosofia e seu Mtodo. Organizao e traduo Flamarion C. Ramos. So Paulo: Hedra, 2010. _____. Fragmentos para a Histria da Filosofia. Traduo, apresentao e notas por Maria Lcia Cacciola. So Paulo: Iluminuras, 2003. _____.. A arte de envelhecer. Organizao e traduo de Franco Volpi. So Paulo: Martins Fontes, 2012. (Obras de Schopenhauer). SIMMEL, Georg. Schopenhauer & Nietzsche. Traduo Csar Benjamin. Rio de Janeiro: Contraponto, 2011. STERN, J. P. As idias de Nietzsche. So Paulo: Cultrix, 1978.

  • TRCKE, Christoph. O louco: Nietzsche e a mania da razo. Petrpolis: Vozes, 1993. VALLS, lvaro Luiz Montenegro. Entre Scrates e Cristo: ensaios sobre a ironia e o amor em Kierkegaard. Porto Alegre: Edipucrs, 2000. _____. (Org., trad.) Do desespero silencioso ao elogio do amor desinteressado: aforismos, novelas e discursos de Soren Kierkegaard. Porto Alegre: Escritos, 2004. VECCHIOTTI, Icilio. Schopenhauer. Lisboa: Edies, 1980. WOTLING, Patrick. Vocabulrio de Friedrich Nietzsche. So Paulo: WMF Martins Fontes, 2011. (Coleo Vocabulrio dos filsofos)

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ

    Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002 PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN

    COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: Esttica

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 6

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ---- Total: 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    A abordagem filosfica da arte. Plato e Aristteles: Mmesis e poisis. Kant: juzo de gosto, experincia esttica e distino entre o belo e o sublime. Os romnticos e o impulso artstico. O idealismo alemo e a arte. Schopenhauer, Nietzsche e a filosofia da arte. A arte contempornea: reprodutibilidade tcnica e indstria cultural.

    OBJETIVOS

    Analisar e discutir alguns dos principais textos filosficos que definem e problematizam a arte.

    Compreender os principais conceitos e categorias que presidem a discusso filosfica a respeito da arte.

    Aplicar as diferentes formulaes filosficas na avaliao das obras de arte.

    Avaliar as diferentes concepes acerca da natureza, finalidade e apreciao das obras artsticas.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    ARISTTELES. Potica. Traduo de Eudoro de Souza. So Paulo: Abril Cultural, 1984. (Coleo Os pensadores). BENJAMIN, Walter. A obra de arte na poca de suas tcnicas de reproduo. In: BENJAMIN, Walter et al. Textos escolhidos. So Paulo: Abril Cultural, 1983. (Coleo Os pensadores) KANT, I. Crtica da faculdade do juzo. Traduo de Valrio Rohden e Antnio Marques. 2. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitria, 2010.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ADORNO, Theodor W; HORKHEIMER, Max. Dialtica do esclarecimento. Traduo de Guido

  • Antnio de Almeida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006. ASSOUN, P.-L. A Escola de Frankfurt. So Paulo: tica, 1991. BERMAN, M. Tudo que slido desmancha no ar. A aventura da modernidade. Traduo de Carlos Felipe Moiss e Ana Maria L. Ioratti. So Paulo: Companhia das Letras, 1987. COLI, J. O que arte. So Paulo: Brasiliense, 1984. ECO, U. Arte e beleza na esttica medieval. Traduo de Mrio Sabino Filho. Rio de Janeiro: Globo, 1989. _______ . Histria da beleza. Traduo de Eliana Aguiar. 2. ed. So Paulo: Record, 2012. DUARTE, R. FIGUEIREDO, V. (org.). As luzes da arte. Belo Horizonte: Opera prima, 1999. _____. Mimesis e Expresso. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2001. FERRY, L. Homo aestheticus: a inveno do gosto na era democrtica. Traduo Eliana Maria de Melo Souza. So Paulo: Ensaio, 1994. GUINSBURG, J. (Org.). O romantismo. So Paulo: Perspectiva, 2005. HADDOCK-LOBO, R. (Org.). Os filsofos e a arte. So Paulo: Rocco, 2010. HUISMAN, D. A esttica. Traduo de Maria Lusa So Mamede. Lisboa: Edies 70, s/d. JIMENEZ, M. O que Esttica? Traduo de Fulvia M. L. Moretto. So Leopoldo: Ed. Unisinos, 1999. KIVY, P. (org.) Esttica. Fundamentos e questes de Filosofia da Arte. Traduo de Euclides Luiz Calloni. So Paulo: Paulus, 2008 (Coleo Filosofia). MACHADO, R. Nietzsche e a verdade. Rio de Janeiro: Graal, 2002. NUNES, B. Introduo filosofia da arte. So Paulo: tica, 1989. _________ . Crivo de papel. So Paulo: tica, 1998. PLATO. Ion. Introduo, traduo e notas de Cludio Oliveira. Belo Horizonte: Autntica, 2011. ________. A Repblica. Traduo de Carlos Aberto Nunes. 3. ed. Belm: EDUFPA, 2000. SUASSUNA, A. Iniciao Esttica. Rio de Janeiro: Jos Olympio, 2009

  • 13.1.7 Unidades Curriculares Obrigatrias para o 7 Perodo

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ

    Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002 PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN

    COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: Tpicos de Filosofia Analtica

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 7

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ---------- Total: 72 h.a. 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Estudo aprofundado de tpicos de filosofia analtica em aIguma(s) de suas subdisciplinas: epistemologia analtica, filosofia da mente, metafsica analtica, filosofia da linguagem, teoria da ao, filosofia das cincias naturais.

    OBJETIVOS

    Identificar e compreender problemas e temas que concernem a uma (ou mais) subdisciplina(s) da filosofia analtica.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    DANCY, Jonathan. Epistemologia contempornea. Lisboa: Edies 70, 1990. ' MAGUIRE, Guido; ALMEIDA, Custodio Lus S. de; OLIVEIRA, Manfredo Arajo de (org). A metafisica contempornea. Petrpolis: Vozes, 2007 NAGEL, T. Viso a partir de lugar nenhum. So Paulo: Martins Fontes, 2004.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ABRANTES, Paulo (Org.). Filosofia da biologia. Porto Alegre: Artmed, 2011. AUSTIN, John L. Quando dizer e fazer: palavras e ao. Porto Alegre: Artes Medicas, 1990. BASTOS, Cleverson Leite; CANDIOTTO, Kleber B. B. Filosofia da cincia. Petrpolis: Vozes, 2008. 221 p. DENNETT, D. Tipos de mentes. Rio de Janeiro: Rocco, 1997. NORRIS, Christopher. Epistemologia: conceitos-chave em filosofia. Porto Alegre: Artmed, 2007. QUINE, Willard Van Orman. Palavra e objeto. [Word and object]. Petrpolis: Vozes, 2010. RECO, John; SOSA, Ernest (orgs.). Compndio de epistemologia. [The Blackwell guide to

  • epistemology]. 2.ed. So Paulo: Loyola, 2012. RYLE, Gilbert et al. Ensaios. 4.ed. So Paulo: Nova Cultural, 1989. (Coleo Os pensadores). SEARLE, J. Intencionalidade. So Paulo: Martins Fontes, 2002. _____. Conscincia e Linguagem. So Paulo: WMF Martins Fontes, 2010. _____. Mente, Linguagem e Sociedade: Filosofia no mundo real. Rio de Janeiro: Rocco, 2000. _____. A Redescoberta da Mente. So Paulo: Martins Fontes, 1997 SOUZA FILHO, Danilo Marcondes de. Significado, verdade e acao: ensaios de filosofia analitica da linguagem. Niteroi: EDUFF, 1986.

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    Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002 PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN

    COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: Filosofia Contempornea II

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 7

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ------- Total: 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Trata-se de apresentar momentos relevantes do pensamento contemporneo: a fenomenologia de Edmund Husserl, Martin Heidegger e o pensamento existencialista de Jean-Paul Sartre.

    OBJETIVOS

    Problematizar e discutir textos filosficos de Husserl, Heidegger e Sartre.

    Estabelecer dilogo com os autores, por meio de seus textos, apropriando-se da sua problemtica luz da realidade atual.

    Analisar conceitos abordados pelo autor, evidenciando as influncias recebidas.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    HEIDEGGER, Martin. Ser e Tempo - Partes 1 e 2. Petrpolis: Vozes, 1988/1990. HUSSERL, Edmund. A Idia da Fenomenologia. Lisboa: Edies 70, 1990. SARTRE, Jean-Paul. O Ser e o Nada: ensaios de uma ontologia fenomenolgica. So Paulo: Vozes, 1995.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    BELLO, ngela Ales. Fenomenologia e cincias humanas. Bauru, SP: EDUSC, 2004. ________. Introduo Fenomenologia. So Paulo: Edusc, 2006. ABBAGNANO, Nicola. Introduo ao existencialismo. So Paulo: Martins Fontes, 2006. BEAUFRET, Jean. Introduo filosofia da existncia. So Paulo: Duas Cidades, 1976. BOCHAT, Neide Coelho. As mscaras do cogito: a interpretao da realidade humana pela

  • ontologia fenomenolgica de Jean-Paul Sartre. Rio de Janeiro: NAU Editora, 2004. BELLO, ngela Ales. A fenomenologia do ser humano. Bauru, SP: EDUSC, 2000. BORNHEIM, Gerd A. Sartre. So Paulo: Perspectiva, 1971. CAPALBO, Creusa. Fenomenologia e Cincias Humanas. Rio de Janeiro: mbito Cultural, 1987. CARMO, Raymundo Evangelista do. Fenomenologia Existencial. Minas Gerais: O Lutador, 1974. CHRISTOSS, Daniel. Husserl ou o regresso s coisas. Lisboa: Estdios Cor, 1966. COHEN-SOLAL, Annie. Sartre: 1905-1980. So Paulo: L&PM Editora, 1986. CABESTAN, Philippe; TOMES, Arnaud. Le vocabulaire de Sartre. Paris: Ellipses dition, 2001. COLETTE, Jacques. Existencialismo. Traduo de Paulo Neves. Porto Alegre: L&PM, 2011. DANTO, Arthur C. As idias de Sartre. So Paulo: Cultrix, 1978. DARTIGUES, Andr. O que a fenomenologia? Rio de Janeiro: Eldorado, 1973. GILES, Thomas Ransom. Histria do existencialismo e da fenomenologia. So Paulo: EDU/EDUSP, 1975. HEIDEGGER. Conferncias e escritos filosficos. So Paulo: Abril Cultural, 1979. (Os Pensadores) HUSSERL, Edmund. Conferncias de Paris. Lisboa: Edies 70, 1992. ______. Meditaes Cartesianas: Introduo Fenomenologia. So Paulo: Madras, 2001. ______. Investigaes Lgicas: sexta investigao. So Paulo: Abril Cultural, 1980. (Os Pensadores) ______. Europa: crise e renovao. 1. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitria, 2014. ______. A Idia da Fenomenologia. Lisboa: Edies 70, 1990. ______. Idias para uma fenomenologia pura e para uma filosofia fenomenolgica. Aparecida, SP: Idias & Letras, 2006. INWOOD, Michael. Dicionrio Heidegger. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2002. JEANSON, Francis. Sartre. Rio de Janeiro: Jos Olimpio, 1987. (Coleo Escritores de Sempre) KELKEL, Arion L.; SCHRER, Ren. Husserl. Lisboa: Edies 70, 1982. LIMA, Walter Matias. Jean-Paul Sartre: Educao e razo dialtica. Macei: EDUFAL, 2004. LYOTARD, Jean-Franois. A Fenomenologia. Lisboa: Edies 70, 1986. MARTINS, Joel, DICHTCHEKENIAM, Maria Fernanda S. F. B. Temas Fundamentais da Fenomenologia. So Paulo: Editora Moraes, 1984. MOREIRA, Daniel Augusto. O mtodo fenomenolgico na pesquisa. So Paulo: Pioneira Thomson, 2002. MOUTINHO, Luiz Damon S. Sartre: existencialismo e Liberdade. So Paulo: Moderna, 1995. (Coleo Logos)

  • _____. Sartre: psicologia e fenomenologia. So Paulo: Brasiliense, 1995. NUNES, Benedito. A Filosofia Contempornea. So Paulo: tica, 1991. NUNES, Benedito. No tempo do Niilismo e outros ensaios. So Paulo: tica, 1993. PENHA, Joo da. O que existencialismo. So Paulo: Brasiliense, 1985. PERDIGO, Paulo. Existncia e Liberdade: uma introduo filosofia de Sartre. Porto Alegre: L&PM, 1995. QUINTILIANO, Deise. Sartre: phila e autobiografia. Rio de Janeiro: DP&A, 2005. REALE, G.; ANTISERI, D. Histria da Filosofia: do Romantismo at nossos dias. So Paulo: Paulinas, 1991. V. III ROMANO, Lus Antnio Contatori. A passagem de Sartre e Simone de Beauvoir pelo Brasil em 1960. Campinas, SP: Mercado de Letras: So Paulo; Fapesp, 2002. ROWLEY, Hazel. Tte--Tte. Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre. Rio de Janeiro: Objetiva, 2006. SARTRE, Jean-Paul. Crtica da Razo Dialtica. _________. O existencialismo um humanismo; A imaginao; Questo de Mtodo. So Paulo: Abril Cultural, 1978. (Os Pensadores) _____. Entre quatro Paredes. So Paulo: Abril Cultural, 1977. (Col. Teatro vivo) _____. A Nusea. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1983. _____. As Moscas. Lisboa: Editorial Presena, 1986. _____. Os dados esto lanados. Lisboa: Presena. _____. As Troianas. So Paulo: Difuso Europia do Livro, 1966. _____. Sursis. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, s/d. _____. A questo Judaica. So Paulo: tica, 1995. _____. Em defesa dos intelectuais. So Paulo: tica, 1994. _____. As palavras. Difel, 1970. _____. Dirio de uma guerra estranha. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1983. _____. Os sequestrados de Altona. Lisboa: Europa-Amrica, s/d. _____. As mos sujas. Lisboa: Europa-Amrica, s/d _____. Situaes I. Crticas Literrias. So Paulo: Cosac Naify, 2005. SEYMOUR-JONES, CaroleHYPERLINK "http://www.record.com.br/autor_sobre.asp?id_autor=7412". Uma relao perigosa: uma biografia reveladora de Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre. So Paulo: Record, 2014. ZITKOSKI, Jaime Jos. O mtodo fenomenolgico de Husserl. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1994

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    Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002 PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN

    COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: Metafsica II

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 7

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ---------- Total: 72 h.a. 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    A crtica metafsica na contemporaneidade: Nietzsche e Heidegger. Vida e vontade de poder em Nietzsche. Os pressupostos hermenuticos da crtica de Heidegger s chamadas ontologias tradicionais. A ontologia de Heidegger fundamentada nas noes de Histria e destino do ser.

    OBJETIVOS

    Compreender a crtica metafsica na contemporaneidade.

    Compreender a constituio contempornea da ontologia fundamental.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    NIETZSCHE, F. W. A gaia cincia. Trad. Paulo Csar de Souza. So Paulo: Cia. das Letras, 2001. ________. Humano, demasiado humano. Trad. Paulo Csar de Souza. So Paulo: Companhia das Letras, 2002. HEIDEGGER, Martin. Ser e Tempo. Trad. Mrcia S Cavalcante Schuback. 2. ed. Petrpolis: Vozes, Universitria So Francisco, 2007.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    HEIDEGGER, Martin. Introduo metafsica. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1978. _________. Nietzsche I. Trad. Marco Antnio Casanova. Rio de Janeiro: Forense Universitria. 2010. _________. O princpio do fundamento. Lisboa: Instituto Piaget, 2001. _________. Os conceitos fundamentais da Metafsica: mundo, finitude, solido. Trad. Marco Antnio Casanova. Rio de Janeiro: Forense Universitria, 2006.

  • _________. Sobre o Humanismo. Traduo de Emmanuel Carneiro Leo. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1995. _________. Ensaios e conferncias. Tradues de Mrcia S Cavalcante Schuback, Emmanuel Carneiro Leo e Gilvan Fogel. 2.ed. Petrpolis: Vozes, 2002 (Coleo Pensamento Humano). NIETZSCHE. A Vontade de Poder. Trad. Marcos Sinsio Pereira Fernandes e Francisco Jos Dias de Moraes. Rio de Janeiro: Contraponto, 2008. ________. Introduo teortica sobre a verdade e a mentira no sentido extra moral. In: O livro do Filsofo. trad. Rubens Eduardo Ferreira Frias. 3. ed. So Paulo: Centauro. 2001. ________. Genealogia da moral. Trad. Paulo Csar de Souza. So Paulo: Companhia das Letras, 1998. ________. Alm do bem e do mal, preldio a uma filosofia do futuro. Trad.: Paulo Csar de Souza. So Paulo: Companhia das Letras, 1996. NUNES, Benedito. Passagem para o potico: filosofia e poesia de Heidegger. So Paulo: tica, 1986. VATTIMO, Gianni. Introduo a Heidegger. Lisboa: Edies 70, 1987

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    Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002 PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN

    COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: Monografia I

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 7

    Carga horria: 72 horas-aula/66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ------ Total: 72 h.a. 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Caracterizao da pesquisa filosfica. Elaborao de projetos de pesquisa. Normas de elaborao e apresentao de pesquisas monogrficas. Caracterizao do ensaio filosfico.

    OBJETIVOS

    Elaborar e avaliar projetos de pesquisa, assim como a produo de diferentes reas da Filosofia.

    Apresentar e defender projeto de pesquisa a ser desenvolvida na unidade curricular Monografia II.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    BLACKBURN, Simon. Pense: uma introduo Filosofia. Lisboa: Gradiva, 2001. SAVIAN FILHO, Juvenal. Argumentao: a ferramenta do filosofar. So Paulo: WMF Martins Fontes, 2013. WESTON, Anthony. A construo do argumento. So Paulo: WMF Martins Fontes, 2009.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    DEMO, P. Introduo metodologia da cincia. So Paulo: Atlas, 1996.

  • __________. Pesquisa e construo de conhecimento. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1997. __________. Educar pela pesquisa. 5. ed. Campinas: Autores Associados, 2002. GIL, Antnio C. Como elaborar projetos de pesquisa. So Paulo: Atlas, 1996.

  • 13.1.8 Unidades Curriculares Obrigatrias para o 8 Perodo

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    Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002 PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN

    COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: tica II

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 8

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ----- Total: 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    O campo metatico. Posies tericas e problemas em metatica. Cognitivismo e no-cognitivismo. Realismo, relativismo e anti-realismo. Racionalidade, motivao e intersubjetividade. Teorias ticas normativas: egosmo, utilitarismo, doutrina da lei natural, kantismo, contratualismo, tica do discurso, tica da responsabilidade.

    OBJETIVOS

    Distinguir e caracterizar as principais posies metaticas nos planos lgico-semntico, ontolgico-metafsico, epistemolgico e psicolgico;

    Examinar as principais teorias ticas normativas consequencialistas e deontolgicas, identificando os alcances e os limites.

    Distinguir o campo da tica aplicada e examinar a relao entre civilizao tecnolgica e responsabilidade.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    KANT, Emmanuel. Fundamentao da metafsica dos costumes. Trad. Viriato Sorrento Gomes. Porto: Porto Editora, 2004 MILL, John Stuart. A liberdade; Utilitarismo. So Paulo: Martins Fontes, 2000. SCHNEEWIND, J. B. A inveno da autonomia: uma histria da filosofia moral moderna. [The invention of autonomy]. So Leopoldo: Unisinos, 2005. 667 p.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    CORTINA, Adela. tica mnima: introduo filosofia prtica. Trad. Marcos Marcionilo. So Paulo: Martins Fontes: 2009. APEL, Karl-Otto. Estudos de moral moderna. Petropolis: Vozes, 1994. 294 p.

  • BRUM TORRES, Joo Carlos (Org.) Manual de tica: questes de tica aplicada e terica. Editora Vozes, Editora da EDUCS, Caxias do Sul, BNDES, 2014. FISHER, Andrew; KIRCHIN, Simon (eds.). Arguing about metaethics. London: Routledge, 2006. 621 p. FURROW, Dwight. tica: conceitos-chave em filosofia. Trad. Fernando Jos da Rocha. So Paulo: Artmed, 2005. HABERMAS, Jrgen. Conscincia moral e agir comunicativo. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1989. 236 p. __________. Comentrios tica do discurso. Lisboa: Instituto Piaget, 1991. 221 p. __________ . Teoria do agir comunicativo. So Paulo: WMF Martins Fontes, 2012. v.1. 704 p. HARE, R. M. A linguagem da moral. So Paulo: Martins Fontes, 1996. 220 p. HARE, Richard. tica: problemas e propostas. So Paulo: Editora Unesp, 2004. HUME, David. Investigaes sobre o entendimento humano e sobre os princpios da moral. So Paulo: UNESP, 2004. 438 p JONAS, Hans. O princpio responsabilidade: ensaio de uma tica para uma civilizao tecnolgica. Rio de Janeiro: PUCRIO, 2006. MOORE, George Edward. Principia ethica. Barcelona: Crtica, 2002. 278 p. RACHELS, James. Elementos de filosofia moral. Trad. F. J. Azevedo Gonalves Lisboa: Gradiva, 2004. SEARLE, John R. Expresso e significado: estudos da teoria dos atos da fala. 2.ed. So Paulo: Martins Fontes, 2002. 294 p. SEN, Amartya Kumar; WILLIAMS, Bernard (ed..). Utilitarianism and beyond. Cambridge: Cambridge University, 2002. 290 p. SINGER, Peter. tica prtica. 3. ed. So Paulo: Martins Fontes, 2002. WILLIAMS, Bernard. Moral: uma introduo tica. So Paulo: Martins Fontes, 2005. 165 p.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ

    Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002 PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN

    COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: Filosofia Contempornea III

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 8

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ---------- Total: 72 h.a. 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Estudo de autores contemporneos vinculados ao marxismo, estruturalismo, ps-estruturalismo, filosofia analtica e hermenutica.

    OBJETIVOS

    Reconhecer os elementos fundamentais da reflexo filosfica contempornea, oriundas de diferentes matrizes.

    Discutir aspectos centrais tratados por diferentes autores e correntes da filosofia contempornea.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    DELEUZE, G.; GUATARI, F. O que a filosofia? Traduo de Bento Prado Jr. e Alberto Alonso Muoz. 3. ed. So Paulo: Editora 34, 2010. GADAMER, Hans-Georg. Verdade e mtodo: traos fundamentais de uma hermenutica filosfica. 10. Ed. Petrpolis, RJ: Vozes, 2008. Volume I. WITTGENSTEIN, L. Investigaes filosficas. So Paulo: Nova Cultural, 1999. (Coleo Os pensadores)

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ADORNO, T.; HORKHEIMER, M. Dialtica do esclarecimento. Traduo de Guido Antonio de Almeida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006. AGAMBEN, G. Homo sacer: o poder soberano e a vida nua I. Belo Horizonte: UFMG, 2007. ___________. Estado de exceo. 2. ed. So Paulo: Boitempo, 2007. APPEL, K.-O. Transformao da filosofia. 2 vs. Trad. bras. So Paulo: Loyola, 2000.

  • FORST, Rainer. Contextos da justia. Trad. Denlson L. Werle. So Paulo: Boitempo, 2010. __________. Justificacin y crtica Perspectivas de una teora crtica de la poltica. Trad. Graqciela Caldern. Madrid/Buenos Aires: Katz/Capital intelectual, 2014-2015. FOUCAULT, M. As palavras e as coisas: uma arqueologia das cincias humanas. Traduo de Salma T. Muchail. 8. ed. So Paulo: Martins Fontes, 2000. FREITAG, Barbara. Dialogando com Habermas. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2005. GADAMER, H.-G. Verdade e mtodo. 2 vs. Trad. bras. 10. ed. Petrpolis: Vozes, 2008. HABERMAS, J. Verdade e justificao. Trad. bras. So Paulo: Loyola, 2004. __________. Teoria do agir comunicativo, 2 vs. Trad. Flvio B. Siebeneichler. So Paulo: WMF Martins Fontes, 2012. __________. O discurso filosfico da Modernidade. Trad. Luiz S. Repa e Rodnei do Nascimento. So Paulo: Martins Fontes: 2000. HNETH, Axel. Luta por reconhecimento. Trad. Luiz Repa. Rio de Janeiro. Ed. 34: 2003. HORCKHEIMER, M. O eclipse da razo. Trad. portuguesa. Porto: Antigona, 2015. JAMESON, Fredric. O marxismo tardio. Trad. Luiz Paulo Rouanet. So Paulo: Boitempo, 2011. RAWLS, John. Justia como equidade Uma reformulao. Trad. Claudia Berliner. So Paulo: Martins Editora, 2003. RORTY, Richard (org.), The Linguistic Turn. Chicago: The Chicago University Press, 1992.

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    Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002 PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN

    COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: Monografia II

    Natureza: Obrigatria Unidade acadmica: DFIME Perodo: 8

    Carga horria: 100 horas Cdigo CONTAC

    Terica: ------ Prtica: 100 horas Total: 100 horas

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Elaborao e defesa, perante banca examinadora, de monografia de carter ensastico-filosfico.

    OBJETIVOS

    Elaborar de trabalho de concluso de curso que resulte de processo de pesquisa acompanhado por um orientador, apresentado conforme as normas metodolgicas vigentes e submetido defesa pblica perante banca examinadora.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    No existe, aqui, bibliografia bsica. Trata-se de um TCC (Trabalho de Concluso de Curso) e, sendo assim, a bibliografia estudada corresponde s referncias utilizadas pelo estudante na elaborao de sua monografia.

  • 13.2 Ementas das Unidades Curriculares Optativas

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    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: TEF: A Repblica, de Plato

    Natureza: Optativa Unidade acadmica: DFIME Perodo: Especial

    Carga horria: 36 horas-aula / 33 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 36 h.a. 33 h Prtica: ---------- Total: 36 h.a. 33 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Estudo analtico e sistemtico do dilogo A Repblica, de Plato.

    OBJETIVOS

    Estudar, por meio de uma abordagem analtica e sistemtica, o dilogo A Repblica, de Plato.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    GUINSBURG, J. (org.). A Repblica de Plato. So Paulo: Perspectiva, 2006. JAEGER, Werner. Paideia: a formao do homem grego. Trad. Artur M. Parreira. 4. Ed. So Paulo: Martins Fontes, 2001. PLATO. A Repblica. Trad. Anna Lia Amaral de Almeida Prado. Introd. Roberto Bolzani Filho. So Paulo: Martins Fontes, 2006.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    CAMPBELL, Joseph. O poder do mito. Trad. Carlos Felipe Moiss. 29. ed. So Paulo: Palas Athena, 2012. _____. The Power of Myth. New York: Anchor Boos, 1988. CORNFORD, Francis M. From Religion to Philosophy. New York: Dover, 2004. REALE, G. Histria da filosofia antiga, v. 2. Plato e Aristteles. So Paulo: Loyola, 1994. _____. Histria da filosofia antiga, v. 3. Os sistemas do helenismo. So Paulo: Loyola, 1994. VLASTOS, Gregory. Socrates : ironist and moral philosopher. Ithaca, New York: Cornell University Press, 1991.

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    COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: TEF: tica a Nicmaco

    Natureza: Optativa Unidade acadmica: DFIME Perodo: Especial

    Carga horria: 36 horas-aula / 33 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 36 h.a. 33 h Prtica: ---------- Total: 36 h.a. 33 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Estudo analtico e sistemtico da tica a Nicmaco, de Aristteles.

    OBJETIVOS

    Estudar, por meio de uma abordagem analtica e sistemtica, a tica a Nicmaco, de Aristteles.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    ARISTTELES. tica a Nicmaco. Trad de Antnio Caeiro. Lisboa: Quetzal, 2004.

    ARISTTELES. tica nicomachea I13-III8: tratado da virtude moral. Trad, notas e comentrios: Marco Zingano. So Paulo: Fapesp; Odysseus, 2008.

    CORTINA, Adela; MARTNEZ, Emlio. tica. Trad. Silvana Cobucci Leite. So Paulo: Edies Loyola, 2006.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    RACHELS, James. Elementos de filosofia moral. Trad. F. J. Azevedo Gonalves Lisboa: Gradiva, 2004.

    REALE, G. Histria da filosofia antiga, v. 2. Plato e Aristteles. So Paulo: Loyola, 1994.

    _____. Histria da filosofia antiga, v. 3. Os sistemas do helenismo. So Paulo: Loyola, 1994.

    VLASTOS, Gregory. Socrates : ironist and moral philosopher. Ithaca, New York: Cornell University Press, 1991.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ

    Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002 PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN

    COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: TEF: Filosofia helenstica

    Natureza: Optativa Unidade acadmica: DFIME Perodo: Especial

    Carga horria: 36 horas-aula / 33 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 36 h.a. 33 h Prtica: ---------- Total: 36 h.a. 33 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Estudo das escolas filosficas helensticas, notadamente, do epicurismo e do estoicismo.

    OBJETIVOS

    Compreender, por meio da leitura analtica de textos, os elementos fundamentais do pensamento helenstico, especialmente do epicurismo e do estoicismo.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    EPICURO. Carta sobre a felicidade. Trad. e apres. Alvaro Lorencini; Enzo Del Carratore. So Paulo: Editora da UNESP, 2007. EPICURO; LUCRCIO; CCERO et al. Antologia de textos (Epicuro). Da natureza (Tito Lucrcio Caro). Da repblica (Marco Tlio Ccero). Consolao a minha me Hlvia; Da tranqilidade da alma; Media; Apocoloquintose do divino Cludio (Lcio Aneu Sneca). Meditaes (Marco Aurlio); Trad. e notas Agostinho da Silva et al.; estudos introdutrios de E. Joyau e G. Ribbeck. 3. ed. So Paulo : Abril Cultural, 1985. [Coleo Os pensadores] SNECA. Sobre a tranquilidade da alma; Sobre o cio. So Paulo: Nova Alexandria, 1994. 93 p.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    DUVERNOY, Jean-Francois. O epicurismo e sua tradio antiga. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993 SNECA. A vida feliz. Campinas: Pontes, 1991. 66 p __________. Sobre a tranquilidade da alma; Sobre o cio. So Paulo: Nova Alexandria, 1994. 93 p. __________. Aprendendo a viver. 2.ed. So Paulo: Martins Fontes, 2008. 165 p. REALE, G. Histria da filosofia antiga, v. 2. Plato e Aristteles. So Paulo: Loyola, 1994. _____. Histria da filosofia antiga, v. 3. Os sistemas do helenismo. So Paulo: Loyola, 1994.

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    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: TEF: O Scrates de Hannah Arendt

    Natureza: Optativa Unidade acadmica: DFIME Perodo: Especial

    Carga horria: 36 horas-aula / 33 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 36 h.a. 33 h Prtica: ---------- Total: 36 h.a. 33 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    A interpretao arendtiana de Scrates: o pensamento como busca de sentido por meio do mtodo dois em um e o comportamento socrtico no que se refere desobedincia civil.

    OBJETIVOS

    Discutir a anlise de Hannah Arendt a respeito do pensar socrtico.

    Identificar os argumentos socrticos na abordagem do problema da desobedincia civil, bem como a anlise de Arendt a respeito da questo.

    Identificar as contribuies da filosofia socrtica para a discusso das questes referentes conscincia moral.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    ARENDT, Hannah. A dignidade da poltica. Trad. de Helena Martins Frida Coelho, Antnio Abranches, Csar Almeida, Cludia Drucker e Fernando Rodrigues. Rio de Janeiro: Relume-Dumar, 1993. ________. Crises da Repblica. Trad. Jos Wolkman. So Paulo: Perspectiva, 1973. PLATO. Crton. Traduo de Carlos Alberto Nunes. Belm: EDUFPA, 2000.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ARENDT, Hannah. Origens do totalitarismo: anti-semitismo, imperialismo. So Paulo: Companhia das Letras, 2006. _______. Entre o passado e o futuro. 2. ed. Sao Paulo: Perspectiva, 1988. _______. O que poltica? Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998. FRONTEROTTA, F.; BRISSON, L. (orgs.). Plato: Leituras. Trad. Joo Carlos Nogueira. So Paulo:

  • Loyola, 2011.

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    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: TEF: Descartes Meditaes sobre a filosofia primeira

    Natureza: Optativa Unidade acadmica: DFIME Perodo: Especial

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ---------- Total: 72 h.a. 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Trata-se de estudar, analtica e sistematicamente, a obra Meditaes, de Ren Descartes, sem desconsiderar, ao mesmo tempo, as objees a ela dirigidas, bem como as respostas s objees elaboradas por Descartes.

    OBJETIVOS

    Compreender, por meio da leitura analtica das Meditaes, os elementos estruturais do pensamento cartesiano.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    DESCARTES, R. Meditaes. So Paulo: Abril Cultural, 1973. (Coleo Os pensadores). _______. Objees e respostas. So Paulo: Abril Cultural, 1973. (Coleo Os pensadores). _______. Discurso do mtodo. So Paulo: Abril Cultural, 1973. (Coleo Os pensadores).

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    BATTISTI, Csar Augusto. O mtodo de anlise em Descartes. Cascavel: EDUNIOESTE, 2002. COTTINGHAM, John. A filosofia de Descartes. Lisboa: Edies 70, 1986. GERROULT, M. Descartes selon lordre des raisons. Paris: Aubier, 1983.

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    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: TEF: Contratualismo moderno

    Natureza: Optativa Unidade acadmica: DFIME Perodo: Especial

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ---------- Total: 72 h.a. 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Estudo dos fundamentos e dos principais elementos das teorias contratualistas modernas. O pensamento poltico de Thomas Hobbes, John Locke e Jean-Jacques Rousseau.

    OBJETIVOS

    Analisar os fundamentos e os elementos das principais teorias contratualistas modernas.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    HOBBES, T. Leviat. Trad. Joo Paulo Monteiro e Maria Beatriz Nizza da Silva. So Paulo: Abril Cultural, 1974. LOCKE, John. Dois tratados sobre o Governo. 3. ed, So Paulo: Martins Fontes, 2003. ROUSSEAU, Jean-Jacques. Do contrato social ou princpio do direito poltico. Traduo de Lourdes dos Santos Machado. Introduo e notas de Lourival Gomes Machado. So Paulo: Nova Cultural, 1999.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    BOBBIO, N.; BOVERO, M. Sociedade e estado na filosofia poltica moderna. Traduo de Carlos Nelson Coutinho. 4. ed. So Paulo: Brasiliense, 1996. CASSIRER, Ernst. A filosofia do Iluminismo. Traduo de lvaro Cabral. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 1997. DERATH, Robert. Jean-Jacques Rousseau e a cincia poltica de seu tempo. So Paulo: Discurso Editorial/Barcarolla, 2009. QUIRINO, Clia Galvo; SADEK, Maria Tereza (Orgs.). O pensamento poltico clssico. 2. ed. So Paulo: Martins Fontes, 2003.

  • RAWLS, John. Liberalismo poltico. Trad. Luis Carlos Borges e lvaro de Vita. So Paulo: WMF Martins Fontes, 2011. ______. Conferncias sobre a histria da filosofia poltica. So Paulo: WMF Martins Fontes, 2012. ROUSSEAU, J-J. Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens. Traduo de Lourdes dos Santos Machado. Introduo e notas de Lourival Gomes Machado. So Paulo: Nova Cultural, 1999. STRAUSS, Leo. Direito natural e histria. Traduo e introduo de Miguel Morgado. Lisboa: Edies 70, 2009.

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    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: TEF: Rousseau Poltica e Educao

    Natureza: Optativa Unidade acadmica: DFIME Perodo: Especial

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ---------- Total: 72 h.a. 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    A unidade curricular centra-se no estudo do pensamento poltico e educacional de Jean-Jacques Rousseau por meio da anlise de suas principais obras.

    OBJETIVOS

    Discutir os aspectos essenciais da crtica social de Rousseau, situando-a no contexto do Sculo das Luzes.

    Compreender os elementos essenciais da teoria poltica de Rousseau, vinculando-a a discusso educacional.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    ROUSSEAU, J-J. Consideraes sobre o governo da Polnia. Traduo de Lourdes dos Santos Machado. Introduo e notas de Lourival Gomes Machado. Porto Alegre: Editora Globo, 1962. p. 263-343. _________. Discurso sobre as cincias e as artes. Traduo de Lourdes dos Santos Machado. Introduo e notas de Lourival Gomes Machado. So Paulo: Nova Cultural, 1999. _________. Da economia poltica. Traduo de Lourdes dos Santos Machado. Introduo e notas de Lourival Gomes Machado. Porto Alegre: Editora Globo, 1958. p. 273-321.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    BOBBIO, N.; BOVERO, M. Sociedade e estado na filosofia poltica moderna. Traduo de Carlos Nelson Coutinho. 4. ed. So Paulo: Brasiliense, 1996. CASSIRER, Ernst. A filosofia do Iluminismo. Traduo de lvaro Cabral. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 1997. _________. A questo Jean-Jacques Rousseau. Traduo de Erlon Jos Paschoal. Prefcio e

  • posfcio de Peter Gay [traduzidos por Jzio Gutierre]. So Paulo: Editora Unesp, 1999. DERATH, Robert. Jean-Jacques Rousseau e a cincia poltica de seu tempo. So Paulo: Discurso Editorial/Barcarolla, 2009. ROUSSEAU, Jean-Jacques. Do contrato social ou princpio do direito poltico. Traduo de Lourdes dos Santos Machado. Introduo e notas de Lourival Gomes Machado. So Paulo: Nova Cultural, 1999. _________. Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens. Traduo de Lourdes dos Santos Machado. Introduo e notas de Lourival Gomes Machado. So Paulo: Nova Cultural, 1999. _________. Emlio ou da educao. Traduo de Roberto Leal. So Paulo: Martins Fontes, 1999.

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    COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: LIBRAS

    Natureza: Obrigatria/Optativa Unidade acadmica: DELAC Perodo: 4

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ---------- Total: 72 h.a. 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Surdez e deficincia auditiva (DA) nas perspectivas clnica e histrico-cultural. Cultura surda. Aspectos lingusticos e tericos da LIBRAS. Educao de surdos na formao de professores, realidade escolar e alteridade. Papel dos tradutores-intrpretes educacionais de LibrasPortugus. Legislao especfica sobre LIBRAS e educao de surdos. Prtica em LIBRAS: vocabulrio geral e especfico da rea de atuao docente.

    OBJETIVOS

    Discutir os mitos estabelecidos socialmente com relao s lnguas de sinais e comunidade surda.

    Conhecer metodologias para a expanso de informaes/conhecimento ao sujeito surdo por meio da Lngua de Sinais.

    Compreender os aspectos tericos e prticos referentes comunidade surda e sua lngua.

    Desenvolver atividades que proporcionem contato com a comunidade surda, a fim de ampliar o vocabulrio na lngua de sinais.

    Compreender a importncia da lngua no ensino para alunos surdos.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    CAPOVILLA, F.C.; RAPHAEL, W.D. Dicionrio Enciclopdico Ilustrado Trilngue da Lngua de Sinais Brasileira. 3.ed. So Paulo: Editora da Universidade de So Paulo. 2001. 2 v. GESSER, A. Libras: que lngua essa?. So Paulo: Parbola, 2009. 87 p. QUADROS, R. M. de; KARNOPP, L. B. Lngua de sinais brasileira: Estudos lingusticos. Porto Alegre: Artes Mdicas, 2004.

  • BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    CAPOVILLA, Fernando C; CAPOVILLA, Alessandra G. S. Oralismo, comunicaoo total e bilinguismo na educao do surdo. Temas sobre Desenvolvimento, So Paulo, v. 7, n. 39, p. 15-22, jul./ago. 1998. CORRADI, J. A. Mediao do instrutor/professor surdo no aprendizado do aluno surdo em sala de aula. Mthesis, Jandaia do Sul, Fafijan, v. 10, n. 2, p. 103-116, jul./dez. 2009. LACERDA, Cristina B. F. de. Um pouco da histria das diferentes abordagens na educao dos surdos. Cadernos CEDES, v. 19, n. 46, Campinas, Set. 1998. Disponvel em: . LEIBOVICI, Z. Comunicao total: a comunicao do surdo. Revista do Corpo e da Linguagem, Rio de Janeiro, v. 3, n.7, p. 23-28, jul. 1984.

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    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: TEF: Marx, Engels e o materialismo dialtico

    Natureza: Optativa Unidade acadmica: DFIME Perodo: Especial

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ---------- Total: 72 h.a. 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    A unidade curricular centra-se no estudo da abordagem filosfica do materialismo dialtico desenvolvido por K. Marx e F. Engels.

    OBJETIVOS

    Cotejar o materialismo dialtico de Marx e Engels e a dialtica de matiz idealista de Hegel.

    Compreender os fundamentos filosficos e os desdobramentos do materialismo dialtico de Marx e Engels.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    MARX, K.; ENGELS, F. Manifesto do Partido Comunista. Rio de Janeiro: Boitempo Editorial, 1998. ________. A ideologia alem. Rio de Janeiro: Boitempo Editorial, 2007. MARX, K. Manuscritos econmico-filosficos. Rio de Janeiro: Boitempo Editorial, 2004. ________. Grundrisse Manuscritos econmicos 1857-1858. Rio de Janeiro: Boitempo Editorial, 2011.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ARON, Raymond. As etapas do pensamento sociolgico. 2.ed. So Paulo: WMF Martins Fontes, 1987. BERGER, Peter; LUCKMANN, Thomas. A construo social da realidade: tratado de sociologia do conhecimento. 24.ed. Petrpolis: Editora Vozes, 2004. BRYM, Robert et al. Sociologia: sua bssola para um novo mundo. So Paulo: Cencage Learning, 2010. GIDDENS, Anthony; TURNER, Jonathan (orgs). Teoria social hoje. So Paulo: Editora UNESP, 1999.

  • TAYLOR, Charles. Hegel e a sociedade moderna. So Paulo: Loyola, 2005.

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    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: TEF: Henri Bergson

    Natureza: Optativa Unidade acadmica: DFIME Perodo: Especial

    Carga horria: 36 horas-aula / 33 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 36 h.a. 33 h Prtica: ---------- Total: 36 h.a. 33 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    O curso visa a apresentar os principais problemas filosficos tematizados por Henri Bergson e sua relao com o pensamento universal, realizando uma reflexo estruturada na contemporaneidade.

    OBJETIVOS

    Identificar os problemas tematizados por Henri Bergson.

    Avaliar as implicaes dos problemas tematizados por Henri Bergson.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    BERGSON, Henri. As duas fontes da moral e da religio. Trad. Nathanael C. Caixeiro. Rio de Janeiro: Zahar, 1978. ________. Cartas a William James. Trad. Franklin Leopoldo e Silva. So Paulo: Nova Cultural, 1974. (Coleo Os pensadores). ________. Ensaio sobre os dados imediatos da conscincia. Trad. Joo da Silva Gama. Lisboa: Edies 70, 1988. ________. Evoluo criadora. Trad. Pedro Eli Duarte. Lisboa: Edies 70, 1941. ________. Matria e memria. Trad. Paulo Neves. So Paulo: Martins Fontes, 1999.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    DELEUZE, Gilles. La conception de la diffrence chez Bergson. In Les tudes Bergsoniennnes. Paris: Albin Michel, 1956, vol. IV. DELEUZE, Gilles. Le bergsonisme. Paris: PUF, 1968.

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    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: TEF: Positivismo

    Natureza: Optativa Unidade acadmica: DFIME Perodo: Especial

    Carga horria: 36 horas-aula / 33 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 36 h.a. 33 h Prtica: ---------- Total: 36 h.a. 33 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Os fundamentos filosficos do Positivismo de Auguste Comte e do mtodo cientfico de carter positivista.

    OBJETIVOS

    Compreender os fundamentos filosficos do positivismo comteano.

    Compreender e avaliar as implicaes da difuso do mtodo cientfico de carter positivista no mbito da filosofia e das cincias em geral.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    COMTE, A. Curso de Filosofia Positiva. So Paulo: Nova Cultural, 1988. (Coleo Os pensadores) ________. Reorganizar a sociedade. Lisboa: Guimares, 1977. DRKHEIM, E. As regras do mtodo sociolgico. 3. ed. So Paulo: Martins Fontes, 2014.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    COMTE, Auguste. O esprito positivo. Porto: RES-Editora, s/d ________. Discours sur lesprit positif. Avec chronologie, introduction et notes par Annie Petit. Paris: Librarie Philosophique J. Vrin, 1995.

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    Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002 PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN

    COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: TEF: Filosofia da Religio

    Natureza: Optativa Unidade acadmica: DFIME Perodo: Especial

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ---------- Total: 72 h.a. 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Da morte de Deus crise do sujeito. A experincia de Deus na ps-modernidade.

    OBJETIVOS

    Situar historicamente o tesmo antropolgico na Filosofia grega.

    Compreender a crise da modernidade (o giro cartesiano) e a problemtica da existncia de Deus.

    Identificar o atesmo humanista ps-hegeliano.

    Discutir o problema da crtica religiosa denncia do humanismo.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    ALVES, Rubem. O suspiro dos oprimidos. So Paulo: Paulinas: 1984 BAZN, Francisco Graca. Aspectos incomuns do Sagrado. So Paulo: Paulus, 2002. CASTIEIRA, Angel. A experincia de Deus na ps-modernidade. Petrpolis: Vozes, 1997.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    DARWIN, C. A Origem das Espcies. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004. DENNETT, D.C. A Perigosa Idia de Darwin. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. ESTRADA, Juan Antonio. Deus nas tradies filosficas: da morte de Deus crise do sujeito. Volume 2. So Paulo: Paulus, 2003. NUNES, Benedito. No tempo do Niilismo e outros ensaios. So Paulo: tica, 1993. OLIVEIRA, Manfredo; ALMEIDA Custdio (orgs). O Deus dos filsofos contemporneos. Petrpolis: Vozes, 2003. PENZO, Giogio; GIBELLINI, Rosini (orgs). Deus na filosofia do sculo XX. So Paulo: Loyola, 1998.

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    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: TEF: Fenomenologia existencial

    Natureza: Optativa Unidade acadmica: DFIME Perodo: Especial

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ---------- Total: 72 h.a. 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Trata-se de apresentar uma introduo corrente filosfica denominada "Fenomenologia Existencial", a partir de anlises de textos que representem a referida abordagem.

    OBJETIVOS

    Identificar e situar a fenomenologia existencial no contexto do pensamento filosfico contemporneo.

    Apresentar e analisar textos referentes abordagem fenomenolgico-existencial.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    AUGRAS, Monique. O ser da compreenso. Petrpolis: Vozes, 1978. CARMO, Raymundo E. do. Fenomenologia Existencial. Belo Horizonte: O Lutador, 1974. FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982. FORGHIERI, Yolanda Cintro. Fenomenologia e Psicologia. So Paulo: Cortez/Autores Associados, 1984. LEIJEN, A. J. Conscincia e Liberdade. So Paulo: Herder, 1969. LUIJPEN, W. Introduo fenomenologia existencial. So Paulo: EPU, 1973. RICOEUR, Paul. Histria e Verdade. Rio de Janeiro: Forense, 1964. TILLICH, Paul. A coragem de ser. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1972.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    NUNES, Benedito. No tempo do Niilismo e outros ensaios. So Paulo: tica, 1993.

    ________. Passagem para o potico: filosofia e poesia de Heidegger. So Paulo: tica, 1986.

  • VATTIMO, Gianni. Introduo a Heidegger. Lisboa: Edies 70, 1987.

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    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: TEF: A Escola de Frankfurt

    Natureza: Optativa Unidade acadmica: DFIME Perodo: Especial

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ---------- Total: 72 h.a. 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    As origens da escola de Frankfurt. Marxismo e psicanlise. A teoria crtica da sociedade. Marxismo e utopia. Crtica escola de Frankfurt.

    OBJETIVOS

    Compreender os elementos histricos e culturais que favoreceram o surgimento da Escola de Frankfurt.

    Identificar os principais posicionamentos dos pensadores dessa escola filosfica.

    Compreender as contradies do capitalismo e do marxismo

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    HORKHEIMER, Max. Teoria Crtica. Traduo de Hilde Cohn. So Paulo: Perspectiva, 1990. ADORNO, T.; HORKHEIMER, M. Dialtica do Esclarecimento. Traduo de Guido A. de Almeida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1988. MARCUSE, Herbert. Eros e Civilizao. Traduo: lvaro Cabral. Rio de Janeiro: LTC, 1999.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ASSOUN, P.-L. A Escola de Frankfurt. So Paulo: tica, 1991. BERMAN, M. Tudo que slido desmancha no ar. A aventura da modernidade. Traduo de Carlos Felipe Moiss e Ana Maria L. Ioratti. So Paulo: Companhia das Letras, 1987. HABERMAS, J. A tica da discusso e a questo da verdade. So Paulo: Martins Fontes, 2004.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ

    Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002 PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN

    COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: TEF: Hermenutica filosfica

    Natureza: Optativa Unidade acadmica: DFIME Perodo: Especial

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ---------- Total: 72 h.a. 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Histria da hermenutica. Essncia e estrutura da compreenso. Compreenso e histria. Compreenso e verdade. A experincia como princpio da hermenutica filosfica. Da palavra ao conceito. Homem e linguagem.

    OBJETIVOS

    Situar historicamente o surgimento da hermenutica.

    Abordar os principais temas da hermenutica.

    Identificar a estrutura da interpretao.

    Relacionar os temas da linguagem, da verdade e da compreenso

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    FOUCAULT, Michel. A hermenutica do sujeito: curso dado no Collge de France (1981-1982). So Paulo: Martins Fontes, 2006. GADAMER, Hans-Georg. O problema da conscincia histrica. Rio de Janeiro: Fundao Getlio Vargas, 2006. HEIDEGGER, M. A caminho da linguagem. Petrpolis: Vozes, 2004. RICOEUR, Paul. O conflito das interpretaes: ensaios de hermenutica. Rio de Janeiro: Imago, 1978. _______. Teoria da interpretao. Lisboa: Edies 70, 1996. VATTIMO, Gianni. O fim da modernidade: niilismo e hermenutica na cultura ps-moderna. So Paulo: Martins Fontes, 2007.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ALMEIDA, Custdio L. S. da; FLICKINGER, Hans-Georg; ROHDEN, Luiz. Hermenutica filosfica: nas trilhas de Hans-Georg Gadamer. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2000.

  • BOUCAULT, Carlos E. de Abreu; RODRIGUEZ, Jos Rodrigo (orgs.). Hermenutica plural: possibilidades filosficas em contextos imperfeitos. So Paulo: Martins Fontes,2005. CORETH, Emerich. Questes fundamentais de hermenutica. So Paulo: EPU: USP, 1973. MAGALHES, Rui (Org.). Textos de hermenutica. Porto: Res, 1984. PALMER, Richard E. Hermenutica. Rio de Janeiro: Edies 70, s.d. PAREYSON, Luigi. Verdade e interpretao. So Paulo: Martins Fontes, 2005. ROHDEN, Luiz. Hermenutica filosfica. So Leopoldo (RS): UNISINOS, 2003. STEIN, Ernildo. Aproximaes sobre hermenutica. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2004. _______. Compreenso e finitude: estrutura e movimento da interrogao heideggeriana. Iju (RS): UNIJU, 2001.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: TEF: Martin Heidegger

    Natureza: Optativa Unidade acadmica: DFIME Perodo: Especial

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ---------- Total: 72 h.a. 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    O pensamento de Heidegger no contexto da filosofia europeia contempornea. O mtodo fenomenolgico na abordagem metafsica. A filosofia como ontologia.

    OBJETIVOS

    Compreender o itinerrio filosfico de Martin Heidegger.

    Discutir as principais ideias de Martin Heidegger.

    Perceber os elementos filosficos que caracterizam o pensamento heideggeriano.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    HEIDEGGER, Martin. Ser e Tempo. Traduo de de Mrcia de S Cavalcante. Petrpolis: Vozes, 1998. 2 v. _______. O que isto a filosofia? Traduo de Jos Geraldo Nogueira Moutinho. So Paulo: Livraria Duas Cidades, 1971. _______. Identidade e Diferena. Traduo de Jos Geraldo Nogueira Moutinho. So Paulo: Livraria Duas Cidades, 1971.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    NUNES, Benedito. A Filosofia Contempornea. So Paulo: tica, 1991. _______. No tempo do Niilismo e outros ensaios. So Paulo: tica, 1993.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002

    PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: TEF: Antropologia filosfica

    Natureza: Optativa Unidade acadmica: DFIME Perodo: Especial

    Carga horria: 72 horas-aula / 66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ---------- Total: 72 h.a. 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    As concepes antropolgicas ao longo da histria da filosofia. O sculo XX e o nascimento da antropologia filosfica contempornea. Antropologia de inspirao fenomenolgica-personalista. A historicidade do homem. Dimenses do homem.

    OBJETIVOS

    Discutir as diversas concepes do homem ao longo da histria da filosofia.

    Identificar as principais dimenses da antropologia contempornea.

    Perceber os elementos filosficos que caracterizam as antropologias atuais.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    CASSIRER, E. Ensaio sobre o Homem. So Paulo: Martins Fontes, 2001. VAZ, Henrique C. Lima. Antropologia Filosfica. Vol. I. Rio de Janeiro: Loyola, 1991. _______. Antropologia Filosfica. Vol. II. Rio de Janeiro: Loyola, 1992.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    DELEUZE, G.; GUATARI, F. O que a filosofia? Traduo de Bento Prado Jr. e Alberto Alonso Muoz. 3. ed. So Paulo: Editora 34, 2010. GALANTINO, Nunzio. Dizer homem hoje. Novos caminhos da antropologia filosfica. So Paulo: Paulus, 2003. ROUANET, L. Paulo. Paz, justia e tolerncia no mundo contemporneo. So Paulo: Loyola, 2010.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE SO JOO DEL-REI UFSJ

    Instituda pela Lei n 10.425, de 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002 PR-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAO PROEN

    COORDENADORIA DE FILOSOFIA COFIL

    Curso: Filosofia Bacharelado

    Grau acadmico: Bacharelado Turno: Noturno Currculo: 2018

    Unidade curricular: TEF: Seminrios de Filosofia

    Natureza: Optaiva Unidade acadmica: DFIME Perodo: 8

    Carga horria: 72 horas-aula/66 horas Cdigo CONTAC

    Terica: 72 h.a. 66 h Prtica: ------ Total: 72 h.a. 66 h

    Pr-requisito: No tem Correquesito: No tem

    EMENTA

    Prtica de comunicao acadmica. Anlises e discusses de natureza terico-metodolgica acerca de propostas de pesquisa, projetos em andamento ou resultados de pesquisa conduzidas pelos prprios estudantes.

    OBJETIVOS

    Praticar, discutir e avaliar o processo de comunicao acadmica na Filosofia.

    Discutir o processo de avaliao de resultados em pesquisa em Filosofia

    Expor, analisar e discutir e avaliar, dos pontos de vista terico e metodolgico, propostas de pesquisa, resultados parciais de projetos em andamento ou resultados finais de pesquisas.

    BIBLIOGRAFIA BSICA

    A bibliografia bsica ser selecionada conforme a abordagem escolhida pelo professor, as exigncias dos problemas pesquisa discutidos, bem como, pelas referncias apresentadas nos trabalhos de pesquisa dos estudantes.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    DEMO, P. Pesquisa e construo de conhecimento. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1997. __________. Educar pela pesquisa. 5. ed. Campinas: Autores Associados, 2002. GIL, Antnio C. Como elaborar projetos de pesquisa. So Paulo: Atlas, 1996. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia cientifica. So Paulo: Atlas, 1988. SAVIAN FILHO, Juvenal. Argumentao: a ferramenta do filosofar. So Paulo: WMF Martins Fontes, 2013.

  • 14. TRABALHO DE CONCLUSO DE CURSO MONOGRAFIA

    O trabalho de concluso de curso do Curso de Filosofia da UFSJ consistir na

    elaborao e defesa pblica de um ensaio monogrfico conforme regulamentao prpria

    aprovada Colegiado de Curso.

    15. RECURSOS HUMANOS

    As unidades curriculares do curso de Filosofia, grau acadmico Bacharelado, sero

    ofertadas principalmente pelo Departamento de Filosofia e Mtodos (DFIME), conforme os

    encargos especificados no quadro abaixo, exceto no caso da optativa curricular IV, por

    envolver a oferta de vagas em turma de LIBRAS.4

    Unidades Curriculares CH Unidade acadmica responsvel

    Introduo Filosofia 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    Filosofia Antiga I 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    Sociologia 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    Metodologia cientfica 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    Educao e Diversidade 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    Filosofia Antiga II 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    Lgica I 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    Filosofia Poltica I 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    Filosofia Medieval 108 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    Filosofia Poltica II 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    4 Por fora legal, obrigatria a oferta da referida unidade curricular como optativa para os cursos de bacharelado. Por isso, e a fim de evitar gerao de encargos didticos com baixa demanda, as vagas em LIBRAS que sero ofertadas aos estudantes em LIBRAS decorrero do compartilhamento da referida unidade curricular com o Curso de Filosofia, grau acadmico Licenciatura, respeitadas as disposies do PPC do referido curso e conforme recomendao do departamento responsvel pela oferta da unidade curricular (DELAC).

  • Lgica II 36 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    Epistemologia 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    Filosofia Moderna 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    Filosofia do Renascimento 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    Metafsica I 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    TFM: Kant 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    Filosofia da Cincia 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    Filosofia no Brasil 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    Filosofia Poltica III 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    TFM: Idealismo alemo 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    Filosofia Contempornea I 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    Filosofia da Linguagem 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    Esttica 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    Filosofia Contempornea II 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    tica I 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    Tpicos de Filosofia Analtica 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    Monografia I 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    Filosofia Contempornea III 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    Metafsica II 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    tica II 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    Monografia II 100 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    Optativa curricular I 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    Optativa curricular II 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

  • Optativa curricular III 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    Optativa curricular IV 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

    DELAC Depto. de Letras, Artes e Cultura

    Optativa curricular V 72 h DFIME Departamento de Filosofia e Mtodos

  • 16. INFRAESTRUTURA

    A infraestrutura bsica demandada pelo Curso de Bacharelado em Filosofia da UFSJ j

    existe e a mesma do curso atualmente em funcionamento no Campus Dom Bosco, em So

    Joo del-Rei.

    A coordenadoria do curso possui uma sala onde funciona a Coordenadoria do Curso,

    com espaos destinados Secretaria e Coordenadoria.

    As salas de aula demandadas so as mesmas do curso atualmente em funcionamento

    no Campus Dom Bosco, em So Joo del-Rei. Semestralmente, so demandadas cinco salas

    de aula equipadas com Datashow e com capacidade para at 55 (cinquenta e cinco)

    estudantes.

    Com relao infraestrutura de pesquisa e extenso, e para o desenvolvimento de

    outras Atividades Acadmicas, Cientficas e Culturais, o curso de Bacharelado em Filosofia

    dipe da infraestrutura de dois laboratrios de Filosofia, tambm localizados no Campus Dom

    Bosco. So eles:

    (i) O Laboratrio de Esttica - rtemis: Trata-se de um espao dedicado ao

    estudo da arte e da cultura, e s atividades de ensino, pesquisa e extenso

    relacionadas a essa temtica. um laboratrio que se coloca sob a proteo da

    deusa rtemis no sentido de fazer dele um espao solcito e cordial para o

    acontecimento da arte e da cultura.

    (ii) O LABLE - Laboratrio de Lgica e Epistemologia: O laboratrio consiste num

    espao dotado de infraestrutura de pesquisa, de apoio didtico e de extenso

    voltado para os campos da Lgica e da Epistemologia a partir da abordagem da

    Filosofia Analtica.

    (iii) O curso conta ainda com outros dois espaos compartilhados para reunies e

    atividades: a sala atualmente usada para atividades do grupo PET/Filosofia e outra

    sala, com capacidade para 25 estudantes, atualmente usada por grupos de estudos

    e pelo grupo PIBID/Filosofia.

    Existe a necessidade constante de reestruturao, ampliao e renovao de

    equipamentos desses espaos e laboratrios. Contudo, espera-se que os investimentos em

    manuteno tenham continuidade e que, por meio de editais internos que a UFSJ vem

  • lanando para equipar, ampliar e reestruturar os laboratrios, e de editais de agncias externas

    de fomento, seja possvel aprimorar a qualidade dos espaos.

    17. GESTO DO PROJETO PEDAGGICO DE CURSO

    A carga horria total do bacharelado, originalmente projetada em 2003, era de 2700

    horas. Entretanto, tendo em vista a estruturao do curso em perodos de 18 (dezoito) semanas

    e a hora aula na UFSJ de 55 (cinquenta e cinco) minutos, algumas modificaes na

    distribuio da carga horria devem ser consideradas. A nova distribuio a seguinte:

    Distribuio da carga horria Bacharelado em Filosofia

    Unidades curriculares 2.310 horas

    Monografia 100 horas

    Atividades complementares 200 horas

    Carga horria total 2.610 horas

    Importa destacar que a carga horria est de acordo com o que estabelece a Resoluo

    n. 027/2013/CONEP/UFSJ, bem como, a Resoluo n. 02/2007 da Cmara de Ensino

    Superior do Conselho Nacional de Educao (CNE), que fixa em 2400 (duas mil e

    quatrocentas) horas a durao mnima do Bacharelado em Filosofia.

    O novo PPC do Curso de Filosofia, relativo ao grau acadmico Bacharelado, entrar

    em vigor no ano de sua aprovao junto aos rgos superiores da UFSJ. A partir da aprovao

    do PPC, sero feitas as transferncias dos estudantes matriculados e vinculados ao PPC de

    2003 para a nova matriz curricular. No ato da implantao do novo PPC, os estudantes que

    tiverem cursado acima de 85% da carga horria em unidades curriculares disciplinas (1.980h

    do total de 2.310h em disciplinas) seguiro vinculados ao PPC de 2003. Os estudantes que

    ingressaram no curso de Filosofia da UFSJ at o ano de 2018 tero, por direito, a

    possibilidade de cursar, alm do bacharelado, tambm a licenciatura desde que solicitem a

    manuteno de vnculo nos termos da Resoluo CONEP/UFSJ n 31 de 17 de outubro de

    2012.

    Na transferncia dos estudantes matriculados e vinculados ao PPC de 2003,

  • considerando a necessidade de compatibilizao das dinmicas curriculares, ficam

    estabelecidas as equivalncias entre unidades curriculares aprovadas pelo Colegiado do Curso

    (Conforme o quadro apresentado na seo 21.7 deste projeto Tabela de equivalncia entre

    unidades curriculares de diferentes currculos e o novo currculo). As unidades curriculares

    no aproveitadas sero computadas como aproveitamento de crditos para a carga horria de

    unidades curriculares disciplinas eletivas.

    A transferncia dos estudantes matriculados vinculados ao PPC de 2003 para o novo

    PPC no afetar o tempo de integralizao, os contedos obrigatrios ou a carga horria.

    Prev-se que a transferncia dos estudantes seja concluda em um semestre, podendo se

    estender por at trs semestres seguintes ao de implantao do novo PPC.

  • 18. SISTEMA DE AVALIAO DO PPC

    A concepo de avaliao adotada para o acompanhamento da implantao deste PPC

    e para o acompanhamento do curso como um todo parte do pressuposto de que a concepo

    do curso refere-se a uma organizao sistmica que rene e articula componentes normativos,

    atitudinais, estruturais, operacionais e fsicos. A organizao desses componentes est

    orientada para os tipos de transformao que se pretende e que esto implicados no PPC,

    especialmente, no que diz respeito indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extenso.

    Nesse contexto, as avaliaes figuram como elementos de retroalimentao do sistema.

    Particularmente, o processo de avaliao PPC envolve o exame detalhado do grau de

    articulao entre as classes de componentes do sistema proposto no PPC. Trata-se de uma

    ferramenta reflexiva, e corretiva, no que diz respeito s atuaes dos sujeitos e aos

    comportamentos e resultados dos processos.

    Assim, a avaliao do PPC dever considerar, num plano geral, a coerncia da

    proposta com a misso e o planejamento estratgico da instituio. Ela visa, por um lado, a

    tomada de conscincia, por parte dos sujeitos, quanto s possibilidades e limites do sistema;

    inclusive, a reviso da sua concepo geral e a redefinio das estratgias se necessrias;

    busca tambm contribuir para a elevao dos graus de comprometimento e de aprendizado

    dos sujeitos. Em relao aos processos, visa contribuir para a compreenso da dinmica entre

    os componentes e das tendncias gerais dos processos.

    No que diz respeito insero do curso na realidade poltico institucional da UFSJ, a

    avaliao do Curso e da implantao do presente PPC so entendidas como parte do processo

    de autoavaliao. Em conformidade com o que estabelece a Lei n. 10.861, de 15 de abril de

    2004, que institui o SINAES Sistema Nacional de Avaliao da Educao Superior, a

    avaliao do curso e da implantao do PPC levar em considerao e tomar como subsdios

    a sistematizao de informaes e os diagnsticos elaborados pela Comisso Prpria de

    Avaliao (CPA) da UFSJ; pelas comisses externas de avaliao; pelas avaliaes dos

    exames nacionais (ENADE e ENEM).

    Os processos de acompanhamento e de avaliao do PPC e do curso sero conduzidos

    por meio da articulao das trs instncias principais de gesto: a coordenadoria do curso, o

    Colegiado de Curso e o Ncleo Docente Estruturante - NDE. Nos termos da Resoluo

    CONSU/UFSJ n 11, de 19 de maro de 2012, os processos de avaliao sero conduzidos no

    mbito do NDE, em cooperao com a Coordenadoria do Curso e com o Colegiado do Curso.

    A Coordenadoria ter a funo de, periodicamente: mediar as diferentes etapas dos

    processos de avaliao junto s diferentes instncias de gesto do curso e junto

  • administrao da instituio; bem como, articular os segmentos discente, docente e tcnico e

    suas instncias de atuao, a fim de assegurar a efetiva participao nas diferentes etapas dos

    processos.

    A periodicidade das avaliaes ser anual e os processos de avaliao devero

    contemplar as seguintes etapas: (i) a produo e sistematizao de dados e informaes sobre

    os diferentes processos e componentes do curso; (ii) a coleta e sistematizao de dados e

    informaes disponibilizados pelos sistemas de informao da instituio e por outros rgos

    governamentais que possam subsidiar os diagnsticos e as tomadas de deciso; (iii) a

    publicidade e o compartilhamento de informaes com os segmentos discente, docente e

    tcnico; (iv) a consulta aos segmentos e/ou aos seus representantes, a fim de que possam

    apresentar sugestes de melhorias e aprimoramentos, bem como, apontar problemas, erros,

    omisses ou falhas nos processos; (v) a consulta aos segmentos a fim de que possam

    expressar seus pontos de vista e manifestar seus posicionamentos acerca da sua participao e

    das suas contribuies aos processos do curso; (vi) o envolvimento dos segmentos na

    construo do diagnstico e na anlise das alternativas; (vii) a colaborao nas escolhas e

    decises de encaminhamento; e (viii) o acompanhamento e controle das deliberaes.

    Nessas diferentes etapas dos processos de avaliao, a Coordenadoria e o NDE, a fim

    de assegurar a interao e a colaborao entre os sujeitos, promover encontros, reunies,

    assemblias, entrevistas, consultas e enquetes. Os processos de avaliao da implantao do

    PPC e a avaliao do Curso de Filosofia Bacharelado devem contemplar os seguintes

    aspectos: (i) os objetivos gerais e especficos do curso; (ii) o perfil do curso; (iii) as

    competncias e habilidades; (iv) o perfil do egresso; (v) as atividades de ensino, pesquisa e

    extenso do curso; (vi) a matriz e a dinmica curricular; (vii) as ementas e os planos de ensino

    das unidades curriculares; (viii) as demandas por recursos humanos; (ix) o processo ensino-

    aprendizagem; e (x) a prpria implantao do PPC.

    19. SISTEMA DE AVALIAO DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM

    A proposta do curso assume a noo de aprendizagem como um processo individual e

    idiossincrtico que se desenrola com a interao entre o sujeito e o meio formador; processo

    dependente de aspectos fsico-ambientais, de aspectos sociais, relacionados ao convvio e

    interao social, bem como, de aspectos pessoais, relacionados estrutura cognitiva,

    personalidade e motivao.

    De um modo geral, a avaliao pode ser entendida como um processo de verificao

  • da aprendizagem; especialmente, em que sentido essa apredizagem responde ao planejamento

    dos objetivos e atividades, aos meios e estratgias escolhidos, mas tambm, em que grau se d

    essa resposta.

    Num sentido operacional, a avaliao nas unidades curriculares refere-se ao processo

    de coleta e exame de dados que visam ao embasamento de um juzo de valor acerca da

    adequao, articulao e eficcia da realizao prtica do plano de ensino; fornecendo assim,

    conhecimento e parmetros que contribuem para a retroalimentao do processo mais amplo

    de ensino-aprendizagem. Entendida nessa perspectiva abrangente, a avaliao integra tal

    processo e ela mesma componente processual, tambm mediador da interao entre os

    sujeitos do processo orientados por metas e objetivos. Na medida em que entendida como

    um componente de retroalimentao do processo ensino-aprendizagem, a avaliao oferece

    condies e oportunidades para que, de um lado, o professor se mantenha continuamente

    atento aos dficits, s estratgias empregadas e aos avanos dos seus estudantes; de outro,

    para que os estudantes possam conhecer e refletir criticamente sobre as suas prprias

    estratgias e trajetrias de construo de conhecimento. Para tanto, necessrio um balano

    entre o sentido verificador de contedo, e classificatrio, da avaliao somativa, o sentido

    orientador e incentivador da avaliao diagnstica e o sentido de aferio e correo da

    avaliao formativa. Embora as formalidades do sistema de ensino ponham em evidncia a

    lgica seletiva e classificatria da avaliao somativa inclusive a exigncia, ao final de cada

    semestre letivo, da quantificao e certificao de contedos adquiridos e da frequencia a

    avaliao precisa ser entendida como um momento num processo investigativo e reflexivo;

    abarcado e orientado, portanto, pela lgica do aprendizado. Isso significa que a avaliao ao

    nvel das unidades curriculares envolve no apenas a aquisio do contedo, mas tambm a

    avaliao da capacidade de empreg-los nas tarefas filosficas de avaliao crtica e de

    problematizao da realidade e dos nossos sistemas de crenas.

    Assim, a avaliao do processo ensino-aprendizagem guiada pelos contedos,

    objetivos, metodologia, instrumentos e estratgias especificados nos planos de ensino das

    unidades curriculares, e pelas exigncias especficas das demais atividades curriculares,

    previamente aprovados pelo Colegiado do Curso. Os tipos, a quantidade e a distribuio das

    atividades avaliativas dependero das especificidades das unidades curriculares e do

    planejamento do docente responsvel, mas devero contemplar o carter de diagnstico, de

    aferio, reflexo e correo e de certificao e classificao; bem como, observar as

    diretrizes do curso, as exigncias legais e a normatizao prpria de procedimentos

    acadmicos na UFSJ.

  • 20. ATO DE RENOVAO DO RECONHECIMENTO DO CURSO

    O ato de renovao do reconhecimento do Curso de Bacharelado em Filosofia da

    UFSJ foi efetivado pela Portaria MEC/SERES n 916, de 14 de agosto de 2017, publicado no

    Dirio Oficial da Unio em 15 de agosto de 2017, na Seo 1, p. 23 e 24. Ver Anexo, Tambm

    disponvel em:

    http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=23&data=15/08/2

    017

    e em

    http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=15/08/2017&jornal=1&pagina

    =24&totalArquivos=64.

  • 21. FORMULRIO DE CADASTRO DO CURSO PARA A DICON

    21.1 Condies de Oferta

    CONDIES DE OFERTA

    Nome do curso: Filosofia Bacharelado

    Modalidade: Educao Presencial - EDP Regime curricular: Progresso linear

    Condies de oferta

    Denominao

    Nmero de vagas ofertadas no

    processo seletivo

    Nmero de entradas por

    processo seletivo

    Semestre de entrada

    Grau acadmico Graduao

    15 vagas

    01 (uma)

    1 semestre Linha de formao

    especfica No tem

    Titulao Bacharel em Filosofia

    21.2 Dados de Cadastro do Curso na DICON

    CONDIES DE CADASTRO DO CURSO

    Carga horria total para integralizao: 2.610 horas

    Prazos para integralizao

    (em semestres)

    Mnimo 08 (oito)

    Limite de carga horria semestral permitida ao

    discente

    Mnimo 180 h.a.

    Padro 08 (oito) Padro 360 h.a.

    Mximo 12 (doze) Mximo 540 h.a.

    21.3 Condies de Validao de Unidades Curriculares Cursadas em Outros Cursos

    Condies de validao de unidades curriculares cursadas em outros cursos

    As unidades curriculares cursadas em outros cursos sero contabilizadas, a pedido do estudante e nos termos da legislao institucional vigente, mediante avaliao do coordenador e com aprovao do Colegiado de Curso:

  • Como aproveitamento de crditos para a carga horria das disciplinas eletivas;

    Como equivalentes, mediante requerimento que contenha o plano de ensino da unidade curricular cursada a fim de que se possa verificar a adequao da ementa e da carga horria.

    21.4 Condies de Migrao de Currculo

    Condies de migrao de currculo

    (i) As migraes de currculo obedecero Tabela de equivalncia entre unidades curriculares de diferentes currculos e o novo currculo deste projeto (Cf. Seo 21.7 abaixo), legislao educacional e regulamentao institucional vigentes.

    (ii) Todos os estudantes atualmente matriculados no curso, com exceo dos que ingressaram em 2015, migraro para o novo PPC.

    (iii) Para os estudantes que ingressaram no curso nos anos de 2016, 2017 e 2018, existe um planejamento de transio de currculos exposto no Projeto Pedaggico de Curso. O plano considera o quadro de equivalncias indicado abaixo (Ver tabela na seo 21.8), bem como, a oferta de unidades curriculares que permitam aos estudantes a integralizao dos crditos e dos contedos previstos. Para as unidades curriculares com contedos equivalentes, mas com carga horria menor que a prevista no presente PPC, sero exigidas horas de estudos complementares especificadas num Plano de Estudos Complementares aprovado pelo Colegiado do Curso.

    (iv) Os estudantes que cursaram unidades curriculares de currculos anteriores ao de 2003 e outras situaes de estudantes no previstas no planejamento da transio de currculos sero considerados caso a caso e decididos pelo Colegiado do Curso conforme a legislao educacional e a regulamentao institucional vigentes.

    21.5 Matriz de Organizao Curricular

    Matriz de organizao curricular

    Unidade curricular

    Carga horria (em horas-aula)

    Obrigatria Optativa Eletiva Total

    Contedos de natureza cientfico-cultural 2.022 horas 288 horas ----- 2.310 horas

    Monografia II 100 horas ----- ----- 100 horas

    Atividades Acadmicas, Cientficas e Culturais 200 horas ----- ----- 200 horas

    Carga horria total para integralizao 2.610 horas

    Observaes

    - As atividades acadmicas, cientficas e culturais e a Monografia II so contabilizadas em horas-relgio.

  • 21.6 Matriz de Progresso Curricular Unidades Curriculares Obrigatrias

    Matriz de progresso curricular

    Unidades Curriculares obrigatrias

    Perodo de oferta

    Unidade Curricular

    Tipologia

    Oferecimento

    Unidade

    acadmica responsvel

    Carga horria

    Pr-requisito

    ou correquisito Terica Prtica

    1 Filosofia Antiga I OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    1 Introduo Filosofia OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    1 Sociologia OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    1 Educao e Diversidade

    OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    1 Metodologia

    Cientfica OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    2 Filosofia Antiga II OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    2 Lgica I OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    2 Filosofia Poltica I OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    2 Optativa curricular I OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    3 Filosofia Medieval OBR Normal DFIME 108 h.a. ---- No tem

    3 Lgica II OBR Normal DFIME 36 h.a. ---- No tem

    3 Epistemologia OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    3 Filosofia Poltica II OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    3 Optativa curricular II OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    4 Filosofia Moderna OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    4 Filosofia

    Renascimento OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    4 Metafsica I OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    4 Optativa curricular III OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    5 Tpicos de Filosofia

    Moderna: Kant OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    5 Filosofia no Brasil OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    5 Filosofia da Cincia OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    5 tica I OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    5 Filosofia Poltica III OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

  • 6 Filosofia da Linguagem

    OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    6 Tpicos de Filosofia Moderna: Idealismo

    alemo OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    6 Filosofia

    contempornea I OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    6 Esttica OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    7 Tpicos de Filosofia

    Analtica OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    7 Filosofia

    Contempornea II OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    7 Metafsica II OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    7 Monografia I OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    7 Optativa Curricular IV OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    8 tica II OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    8 Filosofia

    Contempornea III OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    8 Optativa Curricular V OBR Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    8 Monografia II OBR Estendida DFIME ---- 100

    horas Monografia I

    8

    Atividades Acadmicas, Cientficas e

    Culturais

    OBR Estendida ---- ---- 200 h No tem

    21.7 Matriz de Progresso Curricular Unidades Curriculares Optativas

    Matriz de progresso curricular

    Unidades Curriculares Optativas

    Perodo de oferta

    Unidade Curricular

    Tipologia

    Oferecimento

    Unidade

    acadmica responsvel

    Carga horria

    Pr-requisito

    ou correquisito Terica Prtica

    2 TEF: A Repblica de

    Plato OPT Normal DFIME 36 h.a. ---- No tem

    2 TEF: tica a Nicmaco de

    Aristteles OPT Normal DFIME 36 h.a. ---- No tem

    2 TEF: A filosofia do

    Helenstica OPT Normal DFIME 36 h.a. ---- No tem

    2 TEF: O Scrates de

    Hannah Arendt OPT Normal DFIME 36 h.a. ---- No tem

    4 TEF: Descartes Meditaes sobre Filosofia Primeira

    OPT Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    4 TEF: Contratualismo

    Moderno OPT Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

  • 4 TEF: Rousseau

    Poltica e Educao OPT Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    5 LIBRAS OPT Normal DELAC 72 h.a. ---- No tem

    5 TEF: Marx, Engels e

    o Materialismo Dialtico

    OPT Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    5 TEF: Filosofia da

    Religio OPT Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    5 TEF: Antropologia

    Filosfica OPT Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    6 TEF: Henri Bergson OPT Normal DFIME 36 h.a. ---- No tem

    6 TEF: Positivismo OPT Normal DFIME 36 h.a. ---- No tem

    6 TEF: Fenomenologia

    Existencial OPT Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    6 TEF: Hermenutica

    Filosfica OPT Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    7 TEF: Escola de

    Frankfurt OPT Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    7 TEF: Martin Heidegger

    OPT Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    7 TEF: Seminrios de

    Filosofia OPT Normal DFIME 72 h.a. ---- No tem

    21.8 Tabela de Equivalncia entre Unidades Curriculares de Diferentes Currculos e o Novo Currculo (2018)

    Tabela de equivalncia entre unidades curriculares de diferentes currculos e o novo currculo (2018)

    Unidade curricular do curso

    Carga horria

    Unidade curricular equivalente

    Curso

    Currculo

    Carga horria

    Terica Prtica Terica Prtica

    Introduo Filosofia 72 h.a. ---- Introduo Filosofia FIL 2003 60 h.a. ----

    Filosofia Antiga I 72 h.a. ---- Mito e Logos FIL 2003 60 h.a. ----

    Sociologia 72 h.a. ---- Filosofia e Teoria Social FIL 2003 60 h.a.

    Educao e Diversidade 72 h.a. ---- TEF: Cultura e relaes tnico-raciais

    FIL 2003 60 h.a. ----

    Metodologia Cientfica 72 h.a. ---- Metodologia Cientfica FIL 2003 60 h.a. ----

    Metodologia Cientfica 72 h.a. ---- Metodologia da pesquisa filosfica

    FIL 2003 60 h.a. ----

    Filosofia Antiga II 72 h.a. ---- Histria da Filosofia Antiga FIL 2003 90 h.a.* ----

    Lgica I 72 h.a. ---- Lgica FIL 2003 60 h.a. ----

    Filosofia Poltica I 72 h.a. ---- Filosofia Social e Poltica FIL 2003 60 h.a. ----

    Filosofia Medieval 108 h.a. ---- Histria da Filosofia Medieval FIL 2003 90 h.a.* ----

    Filosofia Poltica II 72 h.a. ---- Filosofia Poltica FIL 2003 60 h.a. ----

    Filosofia Poltica II 72 h.a. ---- Filosofia Poltica Contempornea

    FIL 2003 60 h.a. ----

  • Lgica II 36 h.a. ---- TEF: Lgica Simblica FIL 2003 30 h.a. ----

    Filosofia Moderna 72 h.a. ---- Histria da Filosofia Moderna I

    FIL 2003 90 h.a.* ----

    Filosofia do Renascimento 72 h.a. ---- TEF: Filosofia do Renascimento

    FIL 2003 60 h.a.

    Epistemologia 72 h.a. ---- Teoria do conhecimento FIL 2003 60 h.a. ----

    Metafsica I 72 h.a. ---- F.G.: Problemas metafsicos FIL 2003 60 h.a. ----

    Tpicos de Filosofia Moderna: Kant

    72 h.a. ---- Histria da Filosofia Moderna II

    FIL 2003 90 h.a.* ----

    Filosofia da Cincia 72 h.a. ---- Filosofia da Cincia FIL 2003 60 h.a. ----

    Filosofia no Brasil 72 h.a. ---- Histria da Filosofia no Brasil I

    FIL 2003 60 h.a. ----

    Filosofia no Brasil 72 h.a. ---- Histria da Filosofia no Brasil II

    FIL 2003 60 h.a. ----

    Filosofia Contempornea I 72 h.a. ---- Histria da Filosofia Contempornea I

    FIL 2003 60 h.a. ----

    Filosofia da Linguagem 72 h.a. ---- Filosofia da Linguagem FIL 2003 60 h.a. ----

    Esttica 72 h.a. ---- Esttica FIL 2003 60 h.a. ----

    Tpicos de Filosofia Analtica

    72 h.a. ---- Filosofia da Mente FIL 2003 60 h.a. ----

    Tpicos de Filosofia Analtica

    72 h.a. ---- TEF: Locke e Hume FIL 2003 60 h.a. ----

    Tpicos de Filosofia Analtica

    72 h.a. ---- TEF: Empirismo britnico FIL 2003 60 h.a. ----

    Tpicos de Filosofia Analtica

    72 h.a. ---- TEF: Descartes: Meditaes sobre a Filosofia Primeira

    FIL 2003 60 h.a. ----

    Filosofia Contempornea III

    72 h.a. ---- TEF: Henri Bergson FIL 2003 60 h.a. ----

    Filosofia Contempornea III

    72 h.a. ---- TEF: Filosofia Francesa I FIL 2003 60 h.a. ----

    Filosofia Contempornea III

    72 h.a. ---- TEF: Foucault II FIL 2003 60 h.a. ----

    Metafsica II 72 h.a. ---- TEF: Lukcs: ontologia do ser social

    FIL 2003 60 h.a. ----

    tica II 72 h.a. ---- TEF: Filosofia e Educao Ambiental

    FIL 2003 60 h.a. ----

    * Carga horria e contedo a serem complementados por meio de estudos complementares.

  • ANEXO 1: ANUNCIAS DOS DEPARTAMENTOS

  • Anexo 2: Ato Autorizativo Portaria MEC/SERES

  • ANEXO 3: ATAS DAS REUNIES DO COLEGIADO DE CURSO E DO NDE COM A

    APROVAO DO PPC

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