PROJETO OUSAR: UMA FERRAMENTA PEDAGGICA ? PROJETO OUSAR: UMA FERRAMENTA PEDAGGICA

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    08-Nov-2018

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PROJETO OUSAR: UMA FERRAMENTA PEDAGGICA PARA OS CURSOS TECNOLGICOS. CHIMENDES, Vanessa Cristhina Gatto FATEC Guaratinguet/SP vanessa@fatecguaratingueta.edu.br CARLOS, Mrcio Jos FATEC-Guaratinguet/SP marjosica@ig.com.br MURGEL, Deborah Orsi FATEC Guaratinguet/SP deborah@fatecguaratingueta.edu.br Eixo Temtico: Didtica: Teorias, Metodologias e Prticas. Agncia Financiadora: no contou com financiamento Resumo Considerando a necessidade de buscar, criar meios efetivos e explcitos para evidenciar aes que contribuam para o perfil empreendedor, o Projeto OUSAR se apresenta como um caso de sucesso, experimentado e implementado junto com os alunos do Curso de Gesto da Tecnologia da Informao (GTI), turma do 1 semestre / 2010, na disciplina denominada Processos Gerenciais, na FATEC-Guaratinguet/SP. A formao de um Tecnlogo em GTI que no promover uma provocao empreendedora, baseada na experimentao que permita o exerccio de ousadia, gesto do tempo, presso por resultado (reservada as propores e limites didtico-pedaggicos), trabalho em grupo, gesto por metas e aes afins, resultar num profissional desconectado das exigncias do Mercado. Este trabalho um relato de experincia que tem por objetivo mostrar como ferramenta pedaggica o Projeto Ousar cria mecanismos alternativos que agregam valores para o desenvolvimento dos alunos na disciplina de Processos Gerenciais ou correlatas. Ainda assim, importante formar para a atuao autnoma, o que implica tambm na experimentao de caminhos marginais, considerando-se como Caminho Marginal toda e qualquer iniciativa que dentro dos preceitos da ordem ouse aproveitar espaos e oportunidades. Sendo assim, o Projeto Ousar uma alternativa marginal que busca contribuir com os objetivos da Semana de Tecnologia, na FATEC-Guaratinguet, ou seja a produo e difuso de conhecimento. Essa contribuio que ocorre na periferia da programao oficial, se da atravs de uma panfletagem promovida pelos alunos envolvidos na Semana de Tecnologia, sob comunicado prvio Direo da Instituio. Ousar para empreender! Ser empreendedor, seja como empregador, seja como empregado! Palavras-chave: Metodologia. Empreendedorismo. Inovao. 13938 Introduo A velocidade das mudanas e a competitividade cada vez mais crescente e acirrada entre indstrias, empresas, regies e pases faz com que o conhecimento se torne o principal fator de produo. Para Drucker, 2002 a sociedade est baseada na economia do conhecimento. Autores como Castells (1999), Tapscott e Caston (1995) afirmam que a informao parte integrante do processo produtivo e assim, o processo de aprendizagem tem que ser contnuo. Com isso, indispensvel um ambiente de aprendizado que desenvolva novas competncias, tanto abrangentes quanto especializadas. Para Howieson (2003) os maiores direcionadores dessa transformao esto relacionados com crescimento e flexibilidade das tecnologias de comunicao e de informao, levando assim a um ambiente global de negcios. Para o autor os educadores devem antecipar as mudanas esperadas e desenvolver cursos e mtodos de ensino com orientaes mais interdisciplinar e analtica. Chimendes (2011) afirma que h um constante desafio na era da informao, do conhecimento e da velocidade. Novos contextos sociais demandam novas habilidades. Temas complexos, pesquisa e inovao no mundo contemporneo, cada vez mais, demandam diferentes olhares, uma viso articulada do conhecimento. Requerem uma abordagem no campo multidisciplinar, inter, transdisciplinar. Essa forma de pensar modifica os princpios cartesianos da fragmentao. Para a autora esse novo saber utiliza-se de vrios conceitos, de pensamentos complexos e de vrias disciplinas como possveis caminhos de busca. O conhecimento a ser descoberto, no mais isolado como algo em si, mas em suas complexas relaes com o contexto a que pertence o grande problema do ensino e pesquisa dos dias atuais (Coelho, 2003) Para Osrio et al (2005), cada vez mais as empresas so obrigadas a fazer uso de tecnologias, competncias, pessoas e processos. Para isso a Tecnologia da Informao (TI) reveste-se de vital importncia no suporte cientfico e tecnolgico Para a FATEC Guaratinguet conforme o plano pedaggico o Tecnlogo em Gesto da Tecnologia da Informao atua num segmento da rea de informtica que abrange a administrao dos recursos de infraestrutura fsica e lgica dos ambientes informatizados. O profissional egresso desse curso define parmetros de utilizao de sistemas, gerencia os 13939 recursos humanos envolvidos, implanta e documenta rotinas, controla os nveis de servio de sistemas operacionais e banco de dados, gerenciando os sistemas implantados. A formao concentra-se nos aspectos gerenciais da tecnologia, nos mtodos, ferramentas e processos de gesto, com uma viso estratgica das organizaes e do uso dos sistemas de informao a seu servio. As competncias gerais e especficas destacadas durante o curso so: capacidade de comunicao e expresso; capacidade para gerar solues inovadoras e interagir com outras reas; capacidade para tomar decises, demonstrar capacidade de negociao e demonstrar raciocnio lgico; capacidade para adotar postura tica e responsvel, de respeito aos valores definidos pela organizao e pela sociedade; capacidade de identificar novas oportunidades de negcios; capacidade para estimular e mobilizar positivamente as pessoas e trabalhar em equipe, interagindo em situaes de natureza diversificada; capacidade de diagnosticar a infraestrutura da empresa para implantao de solues de TI; capacidade de gerenciar projetos de TI (Redes, Banco de Dados, Aplicaes, Portais Coorporativos, Equipamentos) articulando a infraestrutura tecnolgica com processos, pessoas e informaes; capacidade de planejar, organizar e implantar processos de gesto de TI alinhados s estratgias de negcios da organizao; e a capacidade de identificar, avaliar e coordenar solues e necessidades de aplicativos nos ambientes de negcio. Para isso a organizao curricular est estruturada em dois eixos: os bsicos que contemplam disciplinas das reas de contabilidade, matemtica, comunicao e comunicao da lngua estrangeira; e os profissionais, que contemplam disciplinas das reas de linguagens de programao, tecnologia da informao, projeto da tecnologia da informao e gesto. Com a necessidade de estimular os alunos do Curso de Gesto de Tecnologia da Informao (GTI), na disciplina denominada Processos Gerenciais, exercitarem o Empreendedorismo, em vrios segmentos, negcios e processos, com inovao, criatividade e ousadia, tal disciplina se prope ao desafio inicial de propiciar macro abordagens sobre processos diversos (Bens e/ou Servios), sem se transformar numa disciplina sobre a cincia humana Administrao. O tema Empreendedorismo dentro da disciplina tem o objetivo tambm de mostrar aos estudantes que grandes oportunidades podem estar em seu prprio negcio, assim como tambm no seu prprio trabalho. O perfil empreendedor pode ser considerado como qualidade requerida para a vida, seja enquanto pessoa jurdicaou pessoa fsica. 13940 Tal necessidade se reflete na percepo de que importante transmitir aos alunos a ideia de perenidade dos macros objetivos desenvolvidos durante as aulas de Processos Gerenciais. Ainda assim, vale salientar que as maiorias das empresas se apresentam como sendo do Tipo Funcional, condio essa que se pauta na delegao permanente, delegao essa que estabelece como pr-requisito a pr-atividade, a iniciativa, o vestir a camisa, enfim, o lado empreendedor. Portanto, empreender no competncia somente do nvel estratgico das organizaes, mas tambm do nvel ttico e alguns casos tambm do nvel operacional. Este artigo tem como objetivo mostrar como ferramenta pedaggica o Projeto Ousar cria mecanismos alternativos que agregam valores para o desenvolvimento dos alunos na disciplina de Processos Gerenciais ou correlatas. Reviso de Literatura Conforme afirma Crawford (1994) na era econmica do conhecimento novo formas de administrao de organizaes so desenvolvidas, utilizando tecnologias intensivas e enfatizando os recursos humanos. Para o autor a economia do conhecimento uma economia de processamento de informaes em que computadores e telecomunicaes so elementos fundamentais e estratgicos. Pesquisa cientfica e educao so as bases da gerao da riqueza. A organizao econmica e social centrada na posse da informao, do conhecimento e na utilizao do capital humano. O conhecimento a moeda mais valiosa desse novo tempo, conforme afirma Prado (2006), permitindo que empresas e indivduos detenham diferenciais de qualidade. Pensamento sistmico, aprendizagem em equipe, modelos mentais e domnio pessoal so as caractersticas que Senge (1988) afirma ser importantes nas organizaes que aprendem. O que Negroponte(1997) afirma que essa nova configurao tecnolgica exige novos perfis profissionais em que habilidades, habilidades gerais de comunicao, flexibilidades, criatividades e capacidades de abstrao so caractersticas importantes, para isso, preciso se adaptar a novos cenrios, revendo os mtodos de aprendizagem e o convvio tanto social como no trabalho. Para Prado (2006) o importante enfatizar a aprendizagem e no o ensino, buscando assim facilitar para o tecnlogo a aquisio de habilidades e competncias em consonncia 13941 com os ambiente internos e externos as organizaes tornando-os cidados inovador, crtico, criativo e flexvel, que no s pense como saiba fazer as coisas, unindo tcnica e cincia, interferindo, se e quando necessrio, no processo produtivo, para corrigi-lo e para, simultaneamente ir-se constituindo em seres culturais e ticos. Na rea educacional, medida que a cincia e a tecnologia criam artefatos fsicos e virtuais cada vez mais sofisticados e presentes no cotidiano, a escola se v obrigada a utilizar tais tecnologias no ambiente escolar e na aprendizagem, a fim de aprimorar os processos cognitivos e a percepo de mundo, tanto de alunos como de professores, a fim de se manter atualizada e no perder de vista sua finalidade. (PRADO, 2006, p.125). A Lei das Diretrizes e Bases da Educao Nacional n 9394/96 traz referncias sobre tecnologia , os princpios cientficos e tecnolgicos que presidem a produo moderna; artigo 43 que fala sobre o incentivo ao trabalho de pesquisa e investigao cientfica, visando ao desenvolvimento da cincia e da tecnologia e o artigo 39 sobre a determinao profissional, integrada s diferentes formas de educao, ao trabalho, cincia e tecnologia. Em 1967 o Governo do Estado de So Paulo criou um Centro Estadual voltado para a educao tecnolgica com o objetivo de formar profissional para a expanso industrial paulista. Conforme Niccio (2009), a educao tecnolgica proporciona no somente conhecimento tcnico para utilizao de tcnicas, tecnologias e instrumentos existentes, mas tambm conhecimento que proporciona ao aluno uma anlise crtica, concentrada em uma rea especfica voltada para o mercado de trabalho. (Niccio, 2009) A anlise do desenvolvimento econmico para o autor, principalmente quando o objetivo a riqueza da nao com a substituio seletiva de importaes e expanso das exportaes apresenta-se como a alternativa mais racional, para conciliar as vantagens da aprendizagem tecnolgica e o conceito de educao para a competitividade. Para Wood (2009) as polticas universitrias deveriam incentivar seus docentes e alunos, para transformarem as suas descobertas em patentes, spin-offs ou licenas tecnolgicas e de negcios. S assim, o estudo sobre empreendedorismo nos cursos acadmicos constituiria um dos motores fundamentais para criao de riquezas e do crescimento econmico de uma sociedade. (Shane, 2004). 13942 Santos, Caetano e Curral (2010) afirma que o potencial empreendedor possui caractersticas que esto relacionadas a quatro grandes dimenses: (a) as motivaes empreendedoras; (b) as competncias psicolgicas; (c) as competncias sociais; (d) e as competncias de gesto. E, justamente essa competncia de gesto que a disciplina processos gerenciais no curso de GTI tem por objetivo trabalhar. Metodologia Este trabalho apresenta um relato de experincia em que descreve as realizaes efetuadas em sala de aula, com um projeto experimental. Esta metodologia baseada na descrio de experincias, de processos e mtodos que foram utilizados para alcanar o resultado da pesquisa cientfica. Criar mecanismos alternativos, apresentados aos alunos como meios marginais, que causem impacto positivo, que agreguem valores diversos e difusos e sirvam para vender ideias, servios e produtos, com o uso de recursos de Tecnologia da Informao. Para a FATEC Guaratinguet, o profissional de GTI tem perfil de Profissional autnomo no mercado, que oferece Inteligncia contextualizada aos diversos negcios e processos, e, portanto precisa desenvolver postura ousada e empreendedora. Mtodo (Tcnicas, recursos tecnolgicos usados, procedimentos, etc.) 1. Recursos: Revistas especializadas ou de negcios. a. Editora Abril: -Exame e Voc SA, b. Editora Globo: - Revista Pequenas Empresas, Grandes Negcios, c. Revista Endeavour. 2. Tcnica: a partir de artigos sobre Negcios e Empreendedorismo sobre os mais diversos segmentos de negcios (entre 25 e 30 artigos), os alunos desenvolverem individualmente resenhas dos mesmos, as quais so postadas num Blog criado pelos alunos, disponvel atravs do site da Instituio, veiculado durante a Semana de Tecnologia (a margem da sua Programao oficial), divulgado atravs de panfletagem pelos prprios alunos nas instalaes da Instituio, sendo que somente a Coordenao Pedaggica e Direo so informadas previamente. 13943 A Semana de Tecnologia um evento cujo objetivo principal disseminar conhecimento atualizado sobre conceitos relacionados com os cursos ofertados pela FATEC de Guaratinguet. Desenvolvida sobre duas vertentes: tecnolgica e cultual inclui mini cursos, palestras, exposies temticas, teatro, apresentao de trabalhos de alunos e atividades de carter social e cultural. 3. Procedimentos: so divididos em cinco fases. Fase 1 a)os artigos so sorteados entre os alunos, os quais recebem as revistas para a cpia dos mesmos; b)parte dos alunos (at 04) deve ser responsvel pela elaborao do Blog e compilao dos artigos que devero ser fornecidos pelos demais alunos em meio eletrnico Fase 2 Os alunos responsveis pelas resenhas, devem desenvolver apresentao oral sobre os respectivos artigos, para apresentao num Painel Integrado na aula. Fase 3 O Painel Integrado antecede a data da Panfletagem e veiculao via Blog; Fase 4 Na ocorrncia do Painel Integrado, os trabalhos so avaliados e revisados para serem postados no Blog, sob a presena e participao sempre direta do Professor. Nesse instante, todos os alunos tomam conhecimento de mais de uma dezena de artigos atuais sobre temas de interesse. Fase 5 Concludas as apresentaes e efetuadas as avaliaes e ajustes ou correes das mesmas, os alunos ficam responsveis em fazer a veiculao e panfletagem durante o evento da Semana de Tecnologia. 13944 Durao mdia da atividade: aos alunos dado o tempo de 01 semana a contar da data de recebimento dos artigos para a concluso dos trabalhos para o Painel Integrado, o qual ocorre por sua vez, uma semana antes da Semana de Tecnologia (2. Semestre do exerccio) Resultado e Discusso Foi possvel observar a motivao e expresso de perfis diferenciados entre os alunos, assim como empenho pelo coletivo. A contribuio percebida na satisfao imediata dos alunos que constatam a construo do conhecimento que agrega valor pessoal e intransfervel aos mesmos , assim como Instituio, alm de ser a oportunidade de explorar e dar-se vazo de forma construtiva e dirigida ao desejo de transgresso dos jovens; condio natural de difcil gerenciamento. As limitaes encontradas esto relacionadas a quaisquer imprevistos durante o processo, os quais resultaro na necessidade de imediata ao, tendo em vista o cronograma enxuto para a implementao da ferramenta. No h fator crtico ou impeditivo quanto replicabilidade. Quando devidamente contextualizado e adaptado perspectiva de ao futura: permanece como ferramenta eficiente, aplicvel em qualquer situao. Concluso O Projeto Ousar resulta num instrumento que estabelece uma via de mo-dupla, fundamental para o seu sucesso: a ousadia precisa ocorrer de ambos os lados, ou seja, o professor precisa se permitir transgredir para ento compartilhar a ousadia com os alunos. Logo, o Projeto Ousar pode tornar-se mais um instrumento de inovao na e da Instituio. Aplicado no Curso de Gesto de Tecnologia da Informao, na disciplina de Processos Gerenciais, esse Projeto vai de encontro ao que a Instituio pensa e planeja proporcionar para os alunos, ou seja, meios que se complementam para a construo de um perfil profissional que no mercado ter a condio de potencializar sua especialidade em oferecer inteligncia na gesto da informao, devidamente contextualizada s necessidades de seus clientes e suportada em recursos tecnolgicos de informtica compatveis. A informao pela informao, simplesmente disponvel num site no garante efetivo ganho ou contribuio, contudo, atravs do Projeto Ousar, a informao produz frutos 13945 desde sua elaborao pelos alunos diretamente envolvidos. Posteriormente, na disseminao da informao os alunos criam oportunidades para se apresentarem o que numa viso empreendedora pode ser tratada como oportunidade de venda de servios. O Projeto Ousar uma ferramenta multidisciplinar (abrange vrios processos), multipropsito (contribui para o desenvolvimento profissional dos alunos), tridimensional (envolve professor, alunos responsveis pelo Projeto, Instituio e demais alunos, no caso clientes), empreendedora (produz e reproduz inteligncia sob a logomarca da Instituio, com disponibilidade via o Portal Eletrnico da mesma), que ainda possibilita o exerccio de vrios outros aspectos como, trabalho em grupo, gesto do tempo, elaborao de resenhas, usos de recursos de informtica, coparticipao no processo de ensino-aprendizagem, alm de permitir a expresso consciente, amadurecida e construtiva do desejo de transgredir, o que caracterstica da juventude. Gerenciar de forma produtiva e sistmica essa caracterstica no tarefa fcil. O projeto ousar, enquanto ferramenta didtico-pedaggica uma transgresso para o bem! REFERNCIAS BRASIL/MEC. LEI no 9394, de 20/12/96. Lei de Diretrizes e Bases da Educao Nacional. CASTELLS, Manuel. 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