Portaria 293 8-12-11 NR 12 Cestos

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MINISTRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEO DO TRABALHO PORTARIA N. 293 DE 08 DE DEZEMBRO DE 2011 (D.O.U. de 09/12/2011 - Seo 1 pgs. 131 a 134) Insere o Anexo XII na Norma Regulamentadora n. 12 (Segurana no Trabalho em Mquinas e Equipamentos). A SECRETRIA DE INSPEO DO TRABALHO, no uso das atribuies conferidas pelo Art. 14, inciso II, do Decreto n. 5.063, de 3 de maio de 2004 e em face do disposto nos arts. 155 e 200 da Consolidao das Leis do Trabalho - CLT, aprovada pelo Decreto n. 5.452, de 1 de maio de 1943 e art. 2 da Portaria MTb n. 3.214, de 8 de junho de 1978, resolve: Art. 1 Inserir o Anexo XII (Equipamentos de Guindar para Elevao de Pessoas e Realizao de Trabalho em Altura) na Norma Regulamentadora n. 12 (Segurana no Trabalho em Mquinas e Equipamentos), aprovada pela Portaria MTb n. 3.214, de 8 de junho de 1978, nos termos do Anexo desta Portaria. Art. 2 Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicao, exceto quanto aos subitens abaixo discriminados, que entraro em vigor nos prazos consignados, contados da publicao deste ato. I - Mquinas novas:

6 meses 12 meses

Subitem 2.1 alneas e, h, l, m, n e o; e 2.12 Subitem 3.1; 3.2; 3.8; e 3.10

II - Mquinas usadas: 6 meses Subitens 2.12; 2.13; 2.14; 3.6; e 3.7 12 meses Subitem 2.1 alneas e, h, l, m, n e o; e 3.13 24 meses Subitens 3.1; 3.2; 3.8; 3.10; 3.14 e 3.15Pargrafo nico: O subitem 2.3.2 entrar em vigor no prazo de 10 anos, contados da publicao deste ato. Art. 3 At a entrada em vigor dos itens referentes ao cesto acoplado, tal equipamentos somente poder ser utilizado se for projetado, dimensionado e especificado tecnicamente por profissional legalmente habilitado. VERA LCIA RIBEIRO DE ALBUQUERQUE

ANEXO ANEXO XII DA NR-12 EQUIPAMENTOS DE GUINDAR PARA ELEVAO DE PESSOAS E REALIZAO DE TRABALHO EM ALTURACESTA AREA: Equipamento veicular destinado elevao de pessoas para execuo de trabalho em altura, dotado de brao mvel, articulado, telescpico ou misto, com caamba ou plataforma, com ou sem isolamento eltrico, podendo, desde que projetado para este fim, tambm elevar material por meio de guincho e de lana complementar (JIB), respeitadas as especificaes do fabricante. CESTO ACOPLADO: Caamba ou plataforma acoplada a um guindaste veicular para elevao de pessoas e execuo de trabalho em altura, com ou sem isolamento eltrico, podendo tambm elevar material de apoio indispensvel para realizao do servio. CESTO SUSPENSO: Conjunto formado pelo sistema de suspenso e a Caamba ou plataforma suspensa por equipamento de guindar que atenda aos requisitos de segurana deste anexo, para utilizao em trabalhos em altura. 1. Para fins deste anexo consideram-se as seguintes definies: Altura nominal de trabalho (para cestas areas e cestos acoplados): Distncia medida na elevao mxima desde o fundo da caamba at o solo, acrescida de 1,5 m.

Bero: suporte de apoio da lana do guindaste na sua posio recolhida. Caamba ou plataforma (vide figura 1): Componente destinado acomodao e movimentao de pessoas posio de trabalho. Carga nominal (carga bruta): capacidade estabelecida pelo fabricante ou por profissional legalmente habilitado para determinada configurao do equipamento de guindar e caamba ou plataforma. Capacidade nominal da caamba ou plataforma: a capacidade mxima da caamba, estabelecida pelo fabricante, em termos de peso e nmero de ocupantes previsto. Chassi (vide figura 1): a estrutura de todo o conjunto onde se monta o mecanismo de giro, coluna, braos e lanas, bem como o sistema de estabilizadores. Classificao de capacidade de carga (tabela de carga): conjunto de cargas nominais para as configuraes estipuladas de equipamentos de guindar e condies operacionais. Comando: Sistema responsvel pela execuo de uma funo. Controle: Atuador de interface entre o operador e o comando. Cuba isolante ou Liner: Componente projetado para ser acomodado dentro da caamba, plataforma ou suporte similar, capaz de modificar as propriedades eltricas da caamba/plataforma. Pode ser de duas naturezas: Liner/Cuba Isolante: Acessrio da caamba destinado a garantir a sua isolao eltrica em Cestas Areas Isoladas, aplicveis de acordo com a classe de isolao e mtodo de trabalho. Liner/Cuba condutiva: Acessrio da caamba destinado equalizao de potencial entre a rede, as partes metlicas e o eletricista, para trabalhos realizados pelo mtodo ao potencial. Ensaios No Destrutivos. Exame das Cestas Areas ou de seus componentes sem alterao das suas caractersticas originais. Incluem, mas no se limitam a: Inspeo Visual, ensaios de Emisso Acstica, Partcula Magntica/Lquido Penetrante, Ultrassom e Dieltrico. Dispositivo de trao na subida e descida do moito: Sistema ou dispositivo que controle o iamento ou descida motorizada da caamba ou plataforma impedindo a queda livre. Eslinga, linga ou lingada: Dispositivo composto de cabos e acessrios destinados a promover a interligao entre o equipamento de guindar e a caamba ou plataforma. Estabilizadores (vide figura 1): Dispositivos e sistemas utilizados para estabilizar a cesta area, cesto acoplado ou equipamento de guindar. Estabilizar/estabilidade: condio segura de trabalho prevista pelo fabricante para evitar o tombamento. Freio: dispositivo utilizado para retardar ou parar o movimento. Freio automtico: dispositivo que retarda ou para o movimento, sem atuao do operador, quando os parmetros operacionais especficos dos equipamentos so atingidos. Giro (vide figura 1): Movimento rotativo da coluna ou torre, da lana ou brao mvel em torno do eixo vertical. Grau de isolamento: Cestas reas isoladas so classificadas de acordo com sua classe de isolamento eltrico, definidas em 3 categorias conforme NBR 14631. Guindaste Veicular: Equipamento hidrulico veicular dotado de brao mvel articulado, telescpico ou misto destinado a elevar cargas. JIB: Lana auxiliar acoplada extremidade da lana principal com objetivo de iar ou sustentar cargas adicionais. Lana ou brao mvel (vide figura 1): Componente articulado, extensvel ou misto, que sustenta e movimenta a caamba ou plataforma. Manilha: Acessrio para movimentao ou fixao de carga, formado por duas partes facilmente desmontveis, consistindo em corpo e pino.

Plano de movimentao de carga (Plano de Rigging): Consiste no planejamento formalizado de uma movimentao com guindaste mvel ou fixo, visando a otimizao dos recursos aplicados na operao (equipamentos, acessrios e outros) para se evitar acidentes e perdas de tempo. Ele indica, por meio do estudo da carga a ser iada, das mquinas disponveis, dos acessrios, condies do solo e ao do vento, quais as melhores solues para fazer um iamento seguro e eficiente. Ponto(s) de fixao: lugar na caamba ou plataforma para conexo ao sistema de suspenso. Posio de acesso: Posio que permite o acesso plataforma ou caamba. Posio de acesso e posio de transporte podem ser idnticas. Posio de transporte: A posio de transporte da plataforma ou caamba a posio recomendada pelo fabricante na qual a cesta area ou o cesto acoplado transportado/deslocado ao local de utilizao em vias pblicas ou no interior dos canteiros de obras. Posio de transporte para cesto acoplado: considerada posio de transporte aquela definida pelo fabricante, quando as lanas do guindaste estiverem posicionadas no bero ou sobre a carroceria do caminho, desde que no ultrapassada as dimenses de transporte (largura e altura) em conformidade com a legislao vigente Profissional de movimentao de carga (Rigger), responsvel pelo planejamento e elaborao do plano de movimentao de cargas, capacitado conforme previsto no item 12.138 desta NR. Sapatilha: Elemento utilizado na proteo para olhal de cabo de ao.

Sistema de suspenso: cabo ou eslingas e outros componentes, incluindo dispositivos de fixao, utilizado para ligar o equipamento de guindar caamba ou plataforma. Sistema de suspenso dedicado: aquele que s pode ser utilizado para a operao em conjunto com a caamba. Quando atendidos os requisitos de segurana previstos neste anexo, pode ser dotado de cesto acoplado ou cesto suspenso. Sistema limitador de momento: sistema de segurana que atua quando alcanado o limite do momento de carga impedindo os movimentos que aumentem o momento de carga. Superlao: Olhal feito abrindo-se a ponta do cabo em duas metades. Uma metade curvada para formar um olhal, e em seguida a outra metade entrelaada no espao vazio da primeira.

Trabalho pelo mtodo ao potencial: Metodologia de trabalho em redes eltricas com tenses superiores a 60kV, onde, atravs de vestimentas e outros meios especficos, o trabalhador equalizado no mesmo potencial da rede eltrica (mesmo nvel de tenso), possibilitando o trabalho em contato direto com o condutor.

FIGURA 1: EXEMPLO DE ARRANJO COM CESTO ACOPLADO

2. CESTAS AREAS 2.1 As cestas areas devem dispor de: a) ancoragem para cinto de segurana tipo paraquedista, conforme projeto e sinalizao do fabricante; b) todos os controles claramente identificados quanto a suas funes e protegidos contra uso inadvertido e acidental;

c) controles para movimentao da caamba na parte superior e na parte inferior, que devem voltar para a posio neutra quando liberados pelo operador, exceto o controle das ferramentas hidrulicas; d) controles inferior e superior para a operao do guincho e vlvula de presso para limitar a carga nas cestas areas equipadas com guincho e JIB para levantamento de material, caso possua este acessrio. e) dispositivo de travamento de segurana de modo a impedir a atuao inadvertida dos controles superiores; f) controles superiores na caamba ou ao seu lado, prontamente acessveis ao operador;

g) controles inferiores prontamente acessveis e dotados de um meio de prevalecer sobre o controle superior de movimentao da caamba; h) dispositivo de parada de emergncia nos comandos superior e inferior devendo manter-se funcionais em ambos casos; i) vlvulas de reteno nos cilindros hidrulicos das sapatas estabilizadoras e vlvulas de reteno e contrabalano (holding) nos cilindros hidrulicos do brao mvel a fim de evitar movimentos indesejveis em caso de perda de presso no sistema hidrulico; sistema estabilizador, com indicador de inclinao instalado, em local que permita a visualizao durante a operao dos estabilizadores, para mostrar se o equipamento est posicionado dentro dos limites de inclinao lateral permitidos pelo fabricante;

j)

k) controles dos estabilizadores protegidos contra o uso inadvertido, que retornem posio neutra quando soltos pelo operador, localizados na base da unidade mvel, de modo que o operador possa ver os estabilizadores se movimentando; l) vlvula seletora, junto ao comando dos estabilizadores, que numa posio bloqueie a operao dos estabilizadores e na outra posio os comandos de movimentao da(s) caamba(s);

m) sistema que impea a operao das sapatas estabilizadoras sem o prvio recolhimento do brao mvel para uma posio segura de transporte; n) sistema de operao de emergncia que permita a movimentao dos braos e rotao da torre em caso de pane, exceto no caso previsto na alnea o; o) recurso para operao de emergncia que permita a movimentao dos braos e rotao da torre em caso de ruptura de mangueiras hidrulicas; p) ponto para aterramento; 2.2 A caamba deve atender aos seguintes requisitos: a) ser dimensionada para suportar e acomodar o(s) operadore(s) e as ferramentas indispensveis para realizao do servio; b) no devem haver aberturas nem passagens nas caambas de cestas areas isoladas, exceto para trabalho pelo mtodo ao potencial; c) possuir sistema de proteo contra quedas com no mnimo 990 mm de altura e demais requisitos dos itens 12.70 alneas a, b, d, e, 12.71, 12.71.1, 12.73 alneas a, b, c desta NR; d) quando o acesso da caamba for por meio de porto, no pode permitir a abertura para fora e deve ter sistema de travamento que impea a abertura acidental; e) as caambas fabricadas em material no condutivo devem atender aos requisitos da norma ABNT NBR 14631; f) a caamba das cestas areas isoladas deve ser dotada de cuba isolante (liner), exceto para trabalho pelo mtodo ao potencial

2.3 As cestas areas, isoladas e no isoladas, devem possuir sistema de nivelamento da(s) caamba(s) ativo e automtico, atravs de sistema mecnico ou hidrulico que funcione integradamente aos movimentos do brao mvel e independente da atuao da fora gravitacional. 2.3.1 As cestas reas no isoladas com at 10 anos de uso, contados a partir da vigncia deste anexo, esto dispensadas da exigncia do item 2.3, podendo possuir sistema de nivelamento da caamba por gravidade. 2.3.2 proibida a utilizao de cestas areas no isoladas que no possuam sistema de nivelamento da caamba ativo e automtico. 2.4 Para servios em linhas, redes e instalaes energizadas com tenses iguais ou superiores a 1000V deve-se utilizar cesta area isolada, que possua o grau de isolamento, categorias A, B ou C, conforme

NBR14631, e devem ser adotadas outras medidas de proteo coletivas para a preveno do risco de choque eltrico, nos termos da NR-10. 2.5 Para servios em linhas, redes e instalaes energizadas com tenses inferiores a 1000V a caamba deve possuir isolamento, garantido o grau de isolamento adequado, e devem ser adotadas outras medidas de proteo coletivas para a preveno do risco de choque eltrico, nos termos da NR-10. 2.6 Para servios em proximidade de linhas, redes e instalaes energizadas ou com possibilidade de energizao acidental, em que o trabalhador pode entrar na zona controlada com uma parte do seu corpo ou com extenses condutoras, a caamba deve possuir isolamento, garantido o grau de isolamento adequado, e devem ser adotadas outras medidas de proteo coletivas para a preveno do risco de choque eltrico, nos termos da NR-10. 2.7 Em cestas areas com duas caambas, os controles superiores devem estar posicionados ao alcance dos operadores, sem que haja a necessidade de desengatar seu cinto de segurana. 2.8 Os controles inferiores da Cesta Area no devem ser operados com trabalhadores na caamba, exceto em situaes de emergncia ou quando a operao ou atividade assim o exigir. 2.9 proibida a movimentao de carga, exceto as ferramentas, equipamentos e materiais necessrios para a execuo da tarefa e acondicionados de forma segura. 2.10 As ferramentas, equipamentos e materiais a serem transportados no devem ter dimenses que possam trazer riscos ou desconforto aos trabalhadores. 2.11O peso total dos trabalhadores, ferramentas, equipamentos e materiais no pode exceder, em nenhum momento, a capacidade de carga nominal da caamba. 2.12As cestas areas devem ter placa de identificao, localizada na parte inferior do equipamento, na qual constem, no mnimo, as seguintes informaes: a) marca; b) modelo; c) isolado ou no isolado; d) teste de qualificao e data do ensaio, se aplicvel; e) nmero de srie; f) data de fabricao (ms e ano);

g) capacidade nominal de carga; h) altura nominal de trabalho; i) j) presso do sistema hidrulico; nmero de caambas;

k) categoria de isolamento da cesta area, se aplicvel; l) razo Social e CNPJ do fabricante ou importador;

m) empresa instaladora; n) existncia de acessrios para manuseio de materiais (guincho e JIB); o) indicao de que o equipamento atende a norma NBR 14631. 2.13 As cestas areas devem ser dotadas de sinalizao de segurana, atendidos os requisitos desta NR, devendo contemplar tambm: a) riscos envolvidos na operao do equipamento; b) capacidade de carga da caamba e dos equipamentos para movimentao de materiais (guincho e JIB); c) informaes relativas ao uso e capacidade de carga da cesta area para mltiplas configuraes. 2.14 Os controles das cestas areas devem estar identificados com smbolos e/ou inscries com a descrio de suas funes. 2.15 As cestas areas devem ser submetidas as inspees e ensaios previstos na NBR 14631. 2.16 Nos casos de transferncia de propriedade responsabilidade do comprador informar ao fabricante da cesta area, em um prazo de 30 dias a partir do recebimento do equipamento, seu modelo e nmero de srie, bem como o nmero do CNPJ e o endereo do novo proprietrio.

2.17 O vendedor deve providenciar e entregar o manual da cesta area para o comprador.

3. CESTOS ACOPLADOS 3.1 Os cestos acoplados devem dispor de: a) ancoragem para cinto de segurana tipo paraquedista, conforme projeto e sinalizao do fabricante; b) todos os controles claramente identificados quanto a suas funes e protegidos contra uso inadvertido e acidental; c) controles para movimentao da caamba na parte superior e na parte inferior, que voltem para a posio neutra quando liberados pelo operador. d) dispositivo de travamento de segurana de modo a impedir a atuao inadvertida dos controles superiores; e) controles superiores na caamba ou ao seu lado e prontamente acessveis ao operador; f) controles inferiores prontamente acessveis e dotados de um meio de prevalecer sobre o controle superior de movimentao da caamba;

g) dispositivo de parada de emergncia nos comandos superior e inferior, devendo manter-se funcionais em ambos os casos; h) vlvulas de reteno nos cilindros hidrulicos das sapatas estabilizadoras, e vlvulas de reteno e contrabalano (holding) nos cilindros hidrulicos do brao mvel e giro, a fim de evitar movimentos indesejveis em caso de perda de presso no sistema hidrulico. i) controles dos estabilizadores protegidos contra o uso inadvertido, que retornem posio neutra quando soltos pelo operador, localizados na base do guindaste, de modo que o operador possa ver os estabilizadores movimentando; vlvula seletora, junto ao comando dos estabilizadores, que numa posio bloqueie a operao dos estabilizadores e na outra posio os comandos de movimentao da(s) caamba(s);

j)

k) sistema que impea a operao das sapatas estabilizadoras sem o prvio recolhimento do brao mvel para uma posio segura de transporte; l) sistema de operao de emergncia que permita a movimentao dos braos e rotao da torre em caso de pane, exceto no caso previsto na alnea m;

m) recurso para operao de emergncia que permita a movimentao dos braos e rotao da torre em caso de ruptura de mangueiras hidrulicas; n) sistema estabilizador, com indicador de inclinao instalado junto aos comandos dos estabilizadores, em ambos os lados, para mostrar se o equipamento est posicionado dentro dos limites de inclinao permitidos pelo fabricante; o) sistema limitador de momento de carga que, quando alcanado o limite do momento de carga, emita um alerta visual e sonoro automaticamente e impea o movimento de cargas acima da capacidade mxima do guindaste, bem como bloqueie as funes que aumentem o momento de carga. p) ponto para aterramento no equipamento de guindar; q) sistema mecnico e/ou hidrulico que permita o nivelamento do cesto, evite seu basculamento e assegure que o nvel do cesto no oscile alm de 5 em relao ao plano horizontal durante os movimentos do brao mvel ao qual o cesto est acoplado. 3.2 A caamba ou plataforma deve atender aos seguintes requisitos: a) ser dimensionada e fabricada para suportar e acomodar o operador e material de apoio indispensvel para realizao do servio; b) possuir sistema de proteo contra quedas com no mnimo 990 mm de altura e demais requisitos dos itens 12.70 alneas a, b, d, e, 12.71, 12.71.1, 12.73 alneas a, b, c desta NR; c) possuir o piso com superfcie antiderrapante e sistema de drenagem cujas aberturas no permitam a passagem de uma esfera com dimetro de 15 mm; d) possuir degrau, com superfcie anti-derrapante, para facilitar a entrada do operador quando a altura entre o nvel de acesso caamba e o piso em que ele se encontra for superior a 0,55m; e) possuir borda com cantos arredondados. 3.3 Para servios em linhas, redes e instalaes energizadas com tenses iguais ou superiores a 1000V a

caamba e o equipamento de guindar devem possuir isolamento, garantido o grau de isolamento, categorias A, B ou C, conforme NBR14631, e devem ser adotadas outras medidas de proteo coletivas para a preveno do risco de choque eltrico, nos termos da NR-10. 3.4 Para servios em linhas, redes e instalaes energizadas com tenses inferiores a 1000V a caamba deve possuir isolao, garantido o grau de isolamento adequado, e devem ser adotadas outras medidas de proteo coletivas para a preveno do risco de choque eltrico, nos termos da NR-10. 3.5 Para servios em proximidade de linhas, redes e instalaes energizadas ou com possibilidade de energizao acidental, em que o trabalhador possa entrar na zona controlada com uma parte do seu corpo ou com extenses condutoras, a caamba deve possuir isolao, garantido o grau de isolamento adequado, e devem ser adotadas outras medidas de proteo coletivas para a preveno do risco de choque eltrico, nos termos da NR-10. 3.6 O posto de trabalho do equipamento de guindar, junto aos comandos inferiores, no deve permitir que o operador tenha contato com o solo na execuo de servios em proximidade de energia eltrica. 3.6.1 O posto de trabalho deve ser fixado na parte inferior do equipamento de guindar ou no chassi do veculo. 3.7 Os equipamentos de guindar que possuam mais de um conjunto de controle inferior devem possuir meios para evitar a operao involuntria dos controles, enquanto um dos controles estiver sendo operado. 3.8 Em cestos acoplados com duas caambas, os controles superiores devem estar posicionados ao alcance dos operadores, sem que haja a necessidade de desengatar seu cinto de segurana. 3.9 Os controles inferiores do guindaste no devem ser operados com trabalhadores na caamba, exceto em situaes de emergncia ou quando a operao ou atividade assim o exigir. 3.10 Quando o acesso da caamba for por meio de porto, este no pode permitir a abertura para fora e deve ter sistema de travamento que impea a abertura acidental. 3.11 O sistema de estabilizao deve ser utilizado conforme orientaes do fabricante para garantir a estabilidade do conjunto guindaste/cesto. 3.12 O conjunto guindaste/cesto acoplado deve ser ensaiado com carga de 1,5 vezes a capacidade nominal, a ser aplicada no centro da caamba na sua posio de mximo momento de tombamento, registrado em relatrio de ensaio. 3.13 Estabilizadores com extenso lateral devem ser projetados para evitar sua abertura involuntria e devem ter o seu curso mximo limitado por batentes mecnicos ou cilindros hidrulicos projetados para esta funo. 3.14 As caambas dos cestos acoplados devem ter placa de identificao na qual constem, no mnimo, as seguintes informaes: a) razo social e CNPJ do fabricante ou importador; b) modelo; c) data de fabricao; d) capacidade nominal de carga; e) nmero de ocupantes; f) eventuais restries de uso;

g) grau de isolao eltrica da caamba, se aplicvel. 3.15 As caambas devem possuir sinalizao, atendidos os requisitos desta NR, destacando a capacidade de carga nominal, o nmero de ocupantes e a tenso mxima de uso, quando aplicvel.

4. CESTOS SUSPENSOS 4.1 Nas atividades onde tecnicamente for invivel o uso de Plataforma de trabalho areo - PTA, cesta area ou cesto acoplado, e em que no haja possibilidade de contato ou proximidade com redes energizadas ou com possibilidade de energizao, poder ser utilizado cesto suspenso iado por equipamento de guindar que atenda aos requisitos mnimos previstos neste anexo, sem prejuzo do disposto nas demais Normas Regulamentadoras e normas tcnicas oficiais vigentes pertinentes a tarefa. 4.2 A inviabilidade tcnica deve ser comprovada por laudo tcnico elaborado por profissional legalmente habilitado e mediante emisso de respectiva Anotao de Responsabilidade Tcnica - ART.

4.3 proibida a movimentao de pessoas simultaneamente com carga, exceto as ferramentas, equipamentos e materiais para a execuo da tarefa acondicionados de forma segura. 4.4 As ferramentas, equipamentos e materiais a serem transportados no devem ter dimenses que possam trazer riscos ou desconforto aos trabalhadores. 4.5 O peso total dos trabalhadores, ferramentas, equipamentos e materiais no pode exceder, em nenhum momento, a capacidade de carga nominal da caamba. 4.6 Para os cestos suspensos o peso total da carga iada, incluindo o moito, conjunto de cabos, caamba, trabalhadores, ferramentas e material no deve exceder 50% da capacidade de carga nominal do equipamento de guindar. 4.7 A utilizao de cesto suspenso dever ser objeto de planejamento formal, contemplando as seguintes etapas: a) realizao de anlise de risco; b) especificao dos materiais e ferramentas necessrias; c) elaborao de plano de movimentao de pessoas; d) elaborao de procedimentos operacionais e de emergncia; e) emisso de permisso de trabalho para movimentao de pessoas. 4.8 A utilizao do cesto suspenso deve estar sob a responsabilidade tcnica de Engenheiro de Segurana do Trabalho. 4.9 A superviso da operao do cesto suspenso deve ser realizada por Engenheiro de Segurana do Trabalho ou Tcnico de Segurana do Trabalho. 4.10 A operao contar com a presena fsica de profissional capacitado em movimentao de carga desde o planejamento at a concluso. 4.11 A anlise de risco da operao deve prever recurso para realizao de operao de emergncia com vistas retirada do trabalhador da caamba ou plataforma ou seu posicionamento em local seguro em caso de pane do sistema. 4.12 A anlise de risco deve considerar possveis interferncias no entorno, em particular a operao de outros equipamentos de movimentao, devendo nesse caso ser impedida a movimentao simultnea ou adotado sistema anticoliso, quando utilizadas gruas. 4.13 Antes de iar os trabalhadores nos cestos suspensos devem ser realizados testes operacionais de iamento com a caamba a cada turno e aps qualquer mudana de local de instalao, configurao dos equipamentos de iamento, ou do operador. 4.14 Os testes de iamento devem ser executados para avaliar a correta instalao e configurao dos equipamentos de iamento, o funcionamento dos sistemas de segurana, as capacidades de carga e a existncia de qualquer interferncia perigosa. 4.15 No iamento de teste, a caamba deve ser carregada com a carga prevista para o iamento dos trabalhadores e deslocada at a posio em que ocorre o momento de carga mximo da operao planejada. 4.16O cesto suspenso deve ser projetado por Profissional Legalmente Habilitado, contendo as especificaes construtivas e a respectiva memria de clculo, acompanhado de ART. 4.17 Para efeitos de dimensionamento devem ser considerados a carga nominal, com os seguintes coeficientes de segurana: a) cinco para os elementos estruturais da caamba; b) sete para o sistema de suspenso com um nico ponto de sustentao; c) cinco para os sistemas de suspenso com dois ou mais pontos de sustentao. 4.18 A caamba deve dispor de: a) capacidade mnima de 136 kg; b) sistema de proteo contra quedas com no mnimo 990 mm de altura e demais requisitos dos itens 12.70 alneas a, b, d, e, 12.71, 12.71.1, 12.73 alneas a, b, c desta NR; c) piso com superfcie antiderrapante e sistema de drenagem cujas aberturas no permitam a passagem de uma esfera com dimetro de 15 mm; d) no mnimo, conjunto estrutural, piso e sistema de proteo contra quedas confeccionado em material

metlico; e) ponto(s) de fixao para ancoragem de cinto de segurana tipo paraquedista em qualquer posio de trabalho, sinalizados e dimensionados em funo do nmero mximo de ocupantes da caamba e capazes de suportar cargas de impacto em caso de queda; f) barra fixa no permetro interno, na altura mnima de 990 mm, com projeo interna mnima de 50 mm a partir do limite do travesso superior do sistema de proteo contra quedas para o apoio e proteo das mos e capaz de resistir aos esforos mencionados na alnea g deste item;

g) porto que no permita a abertura para fora e com sistema de travamento que impea abertura acidental. 4.19 A caamba deve ter afixada em seu interior placa de identificao indelvel de fcil visualizao, com no mnimo as seguintes informaes: a) identificao do fabricante; b) data de fabricao; c) capacidade de carga da caamba em peso e nmero de ocupantes; d) modelo e nmero de identificao de caamba que permita a rastreabilidade do projeto; e) peso do cesto suspenso vazio (caamba e sistema de suspenso). 4.20 Sempre que o cesto suspenso sofrer alteraes que impliquem em mudana das informaes constantes da placa de identificao esta deve ser atualizada. 4.21 O iamento do cesto suspenso somente pode ser feito por meio de cabo de ao, com fitilho de identificao ou sistema para identificao e rastreamento previsto pelo INMETRO - Regulamento de Avaliao da Conformidade para Cabos de Ao de Uso Geral, Portaria INMETRO/MDIC n. 176 de 16/06/2009. 4.22 proibida a utilizao de correntes, cabos de fibras naturais ou sintticos no iamento e/ou sustentao do cesto suspenso. 4.23 O sistema de suspenso deve minimizar a inclinao devido ao movimento de pessoal na caamba e no deve permitir inclinao de mais de dez graus fora do plano horizontal. 4.24 Os sistemas de suspenso devem ser dedicados, no podendo ser utilizados para outras finalidades. e satisfazer aos seguintes requisitos: a) o sistema de suspenso de cabos com superlaos unidos mecanicamente deve ser projetado com sapatilha em todos os olhais, sendo proibida a utilizao de grampos, soquetes tipo cunha, ou ns; b) o sistema de suspenso de cabos com conexes finais de soquetes com furos devem ser concebidos de acordo com as instrues do fabricante; c) todos os sistemas de suspenso de eslinga devem utilizar uma ligao principal para a fixao ao gancho do moito do equipamento de iamento ou manilha com porca e contra-pino; d) as cargas devem ser distribudas uniformemente entre os pontos de sustentao do sistema de suspenso; e) O conjunto de cabos (superlaos) destinado a suspender a caamba deve ter sua carga nominal identificada; f) manilhas, se usadas no sistema de suspenso, devem ser do tipo com porca e contrapino;

g) deve haver um elemento reserva entre o gancho do moito e as eslingas do sistema de suspenso, de forma a garantir a continuidade de sustentao do sistema em caso de rompimento do primeiro elemento; h) os ganchos devem ser dotados de sistema distorcedor e trava de segurana; i) os cabos e suas conexes devem atender aos requisitos da NBR 11900 - Extremidades de laos de cabos de ao.

4.25Quando a anlise de risco indicar a necessidade de estabilizao da caamba por sistema auxiliar externo, esta deve ser feita por meio de elementos de material no condutor, vedado o uso de fibras naturais. 4.26 O equipamento de guindar utilizado para movimentar pessoas no cesto suspenso deve possuir, no mnimo: a) anemmetro que emita alerta visual e sonoro para o operador do equipamento de guindar quando for

detectada a incidncia de vento com velocidade igual ou superior a 35 km/h; b) indicadores do raio e do ngulo de operao da lana, com dispositivos automticos de interrupo de movimentos (dispositivo limitador de momento de carga), que emita um alerta visual e sonoro automaticamente e impea o movimento de cargas acima da capacidade mxima do guindaste; c) indicadores de nveis longitudinal e transversal; d) limitador de altura de subida do moito que interrompa a ascenso do mesmo ao atingir a altura previamente ajustada; e) dispositivo de trao de subida e descida do moito que impea a descida da caamba ou plataforma em queda livre (banguela); f) ganchos com identificao e travas de segurana;

g) aterramento eltrico; h) vlvulas hidrulicas em todos os cilindros hidrulicos a fim de evitar movimentos indesejveis em caso de perda de presso no sistema hidrulico, quando utilizado guindastes; i) j) controles que devem voltar para a posio neutra quando liberados pelo operador; dispositivo de parada de emergncia;

k) dispositivo limitador de velocidade de deslocamento vertical do cesto suspenso de forma a garantir que se mantenha, no mximo, igual a trinta metros por minuto (30m/min). 4.27Em caso de utilizao de grua esta deve possuir, no mnimo: a) limitador de momento mximo por meio de sistema de segurana monitorado por interface de segurana; b) limitador de carga mxima para bloqueio do dispositivo de elevao, por meio de sistema de segurana monitorado por interface de segurana; c) limitador de fim de curso para o carro da lana nas duas extremidades, por meio de sistema de segurana monitorado por interface de segurana; d) limitador de altura que permita frenagem segura para o moito por meio de sistema de segurana monitorado por interface de segurana; e) alarme sonoro para ser acionado pelo operador em situaes de risco e alerta, bem como de acionamento automtico, quando o limitador de carga ou momento estiver atuando; f) placas indicativas de carga admissvel ao longo da lana, conforme especificado pelo fabricante;

g) luz de obstculo (lmpada piloto); h) trava de segurana no gancho do moito; i) j) cabos-guia para fixao do cabo de segurana para acesso torre, lana e contra-lana; limitador de giro, quando a grua no dispuser de coletor eltrico;

k) anemmetro que emita alerta visual e sonoro para o operador do equipamento de guindar quando for detectada a incidncia de vento com velocidade igual ou superior a 35 km/h; l) dispositivo instalado nas polias que impea o escape acidental do cabo de ao;

m) limitador de curso de movimentao de gruas sobre trilhos, por meio de sistema de segurana monitorado por interface de segurana; n) limitadores de curso para o movimento da lana item obrigatrio para gruas de lana mvel ou retrtil. o) aterramento eltrico; p) dispositivo de parada de emergncia. q) dispositivo limitador de velocidade de deslocamento vertical do cesto suspenso de forma a garantir que se mantenha, no mximo, igual a trinta metros por minuto (30m/min). 4.28 obrigatrio, imediatamente antes da movimentao, a realizao de: a) reunio de segurana sobre a operao com os envolvidos, contemplando as atividades que sero desenvolvidas, o processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteo, conforme analise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legvel e assinatura dos participantes; b) inspeo visual do cesto suspenso;

c) checagem do funcionamento do rdio; d) confirmao de que os sinais so conhecidos de todos os envolvidos na operao. e) 4.29 A reunio de segurana deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operao, no mnimo, sobre os seguintes perigos: f) impacto com estruturas externas plataforma;

g) movimento inesperado da plataforma; h) queda de altura; i) outros especficos associados com o iamento.

4.30 A equipe de trabalho formada pelos ocupante(s) do cesto, operador do equipamento de guindar, sinaleiro designado e supervisor da operao. 4.31 A caamba, sistema de suspenso e pontos de fixao devem ser inspecionados, pelo menos, uma vez por dia, antes do uso, por um trabalhador capacitado para esta inspeo. A inspeo deve contemplar no mnimo os itens da Lista de Verificao n 1 deste anexo, os indicados pelo fabricante da caamba e pelo profissional legalmente habilitado responsvel tcnico pela utilizao do cesto. 4.32 Quaisquer condies encontradas que constituam perigo devem ser corrigidas antes do iamento do pessoal. 4.33 As inspees devem ser registradas em documento especficos, podendo ser adotado meio eletrnico. 4.34 A equipe de trabalho deve portar rdio comunicador operando em faixa segura e exclusiva. 4.35 Os ocupantes do cesto devem portar um rdio comunicador para operao e um rdio adicional no cesto. 4.36 Deve haver comunicao permanente entre os ocupantes do cesto e o operador de guindaste 4.37 Se houver interrupo da comunicao entre o operador do equipamento de guindar e o trabalhador ocupante do cesto a movimentao do cesto deve ser interrompida at que a comunicao seja restabelecida. 4.38 Os sinais de mo devem seguir regras internacionais podendo ser criados sinais adicionais, desde que sejam conhecidos pela equipe e no entrem em conflito com os j estabelecidos pela regra internacional. 4.39 Placas ou cartazes contendo a representao dos sinais de mo devem ser afixados de modo visvel dentro da caamba e em quaisquer locais de controle e sinalizao de movimento do cesto suspenso. 4.40 Dentre os ocupantes do cesto, pelo menos, um trabalhador deve ser capacitado em cdigo de sinalizao de movimentao de carga. 4.41 proibido o trabalho durante tempestades com descargas eltricas ou em condies climticas adversas ou qualquer outra condio metrolgica que possa afetar a segurana dos trabalhadores. 4.42 Na utilizao do cesto suspenso deve ser garantido distanciamento das redes energizadas. 5. Os sistemas de segurana previstos neste anexo devem atingir a performance de segurana com a combinao de componentes de diferentes tecnologias (ex: mecnica, hidrulica, pneumtica e eletrnica), e da seleo da categoria de cada componente levando em considerao a tecnologia usada. 6. Toda documentao prevista neste anexo deve permanecer no estabelecimento disposio dos Auditores Fiscais do Trabalho, dos representantes da Comisso Interna de Preveno de Acidentes - CIPA e dos representantes das Entidades Sindicais representativas da categoria, sendo arquivada por um perodo mnimo de 5 (cinco) anos. 7. Para operaes especficas de transbordo em plataformas martimas deve ser utilizada a Cesta de transferncia homologada pela Diretoria de Portos e Costas da Marinha do Brasil - DPC. 7.1 A equipe de trabalho deve ser capacitada com Curso Bsico de Segurana de Plataforma (NORMAM 24) e portar colete salva-vidas. 7.2 Devem ser realizados procedimentos de adequao da embarcao, rea livre de convs e condies ambientais. 8. Servios de manuteno de instalaes energizadas de linhas de transmisso e barramentos energizados para trabalhos ao potencial devem atender aos requisitos de segurana previstos na NR-10. Lista de verificao N 1

1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13.

FORMULRIO DE PLANEJAMENTO E AUTORIZAO DE IAMENTO DE CESTO SUSPENSO Local:___________________________________________________________________________________ Data:____/____/_____ Finalidade de iamento:__________________________________________________________________________________________ Fabricante dos Equipamentos de iamento:__________________________________ Modelo:____ n.: ____ N. de Srie:_______ Raio de Operao:______________________(mximo);___________(no local de obra) (A) Capacidade nominal no raio de operao:__________________________________________________________________________ (B) Carga mxima de ocupantes:__________________________________________________________________________(50% de 5(A)) Identificao do cesto:___________ Capacidade nominal da carga: __________ Capacidade mxima de ocupantes:________ Peso do cesto: ___________________________ (A) N. de ocupantes do cesto:______________________________ (B) Peso total (com equipamentos):___________________________ Peso total do iamento: _________________________________________________________________ (7+8(B) (no alm de 5(B) acima) Supervisor do iamento pessoal: _____________________________________________________________________________________ Quais so as alternativas para este iamento de pessoal? __________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________________________ Por que elas no esto sendo usadas? _________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________________________ Instruo de pr-iamento feita: ________________________________________________________________________(dia e hora) Participantes: ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ Perigos antecipados (vento, condies climticas, visibilidade, linhas de transmisso de alta tenso): ______________________________ ________________________________________________________________________________________________________________ Data da realizao do iamento: _____/_____/______ Hora: _________________ Observaes: _____________________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________________________

14. 15. 16.

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