Parada cardio-respiratoria -11 cpia

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    01-Jun-2015

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  • 1. PCR Parada Crdio-respiratria Turma: 61ST114N

2. Turma: 61ST114N Maria do Socorro Pantoja dos Santos Minguel Ferreira da Silva Neto Aluciane de Sousa Pereira Andra Manuela G. de Albuquerque Juliana Vilhena Brito 3. Parada Cardiorrespiratria Introduo Esta pesquisa tem por fundamento, expor de maneira clara todos os aspectos referentes Parada Cardiorrespiratria, desde os seus sintomas e causas, at o atendimento vtima. 4. Parada Cardiorrespiratria Introduo Enfatiza tais informaes para que os alunos tenham pleno conhecimento de como agir numa situao de emergncia, ou seja, pequenas atitudes cabveis a qualquer pessoa, que apesar de simples, podem salvar vidas. 5. Parada Cardiorrespiratria Introduo O tratamento da parada cardiorrespiratria (PCR) recebe diferentes denominaes: ressuscitao cardiopulmonar, ressuscitao cardiorrespiratria (RCR), reanimao cardiorrespiratria, reanimao cardiopulmonar, reanimao cardiorrespiratria cerebral; todas elas corretas. Entretanto, o termo mais utilizado em nosso meio e que sero adotados neste consenso o RCR. 6. Conceito de PCR A parada cardiorrespiratria (PCR) definida como o sbito cessar da atividade miocrdica ventricular til, associada ausncia de respirao; tendo como modalidade principal a fibrilao ventricular, a qual predomina nos primeiros dois minutos. Por isso, a percepo e reverso da mesma reduzem significativamente os ndices de mortalidade. A parada cardiorrespiratria pode ser confirmada pela no deteco do pulso em grande artria (como a cartida). 7. Conceito de PCR A parada cardiorrespiratria (PCR) definida como o sbito cessar da atividade miocrdica ventricular til, associada ausncia de respirao; tendo como modalidade principal a fibrilao ventricular, a qual predomina nos primeiros dois minutos. 8. Conceito de PCR Conceitos gerais - PCR a interrupo sbita da atividade mecnica ventricular, til e suficiente, e da respirao; Morte clnica: falta de movimentos respiratrios e batimentos cardacos eficientes na ausncia de conscincia, com viabilidade cerebral e biolgica; morte biolgica. Irreversvel: deteriorao irreversvel dos rgos, que se segue morte clnica, quando no se institui as manobras de RCR. 9. Conceito de PCR Morte enceflica (frequentemente referida como morte cerebral): ocorre quando h leso irreversvel do tronco e do crtex cerebral, por injria direta ou falta de. Oxigenao, por um tempo, em geral, superior a 5min em adulto com normotermia obs: normotermia = a temperatura normal do corpo humano, ou seja,36,5C a 37,2C. Esse valor de temperatura pode variar de literatura para literatura dentro da rea de sade. 10. Os objetivos da RCP so: Evitar a morte. Reestabelecer circulao e oxigenao. Atendimento imediato da vtima, reduzindo as chances de leses cerebrais por falta de circulao e oxigenao cerebral. 11. Causas que levam a parada cardiorrespiratria Choque eltrico Choque hipovolmico Envenenamento Doena cardaca (infarto, arritmia, disseco de aorta, tamponamento cardaco, insuficincia cardaca). Acidente vascular cerebral Insuficincia respiratria e Afogamento 12. Causas que levam a parada cardiorrespiratria A parada cardaca acontece, mais frequentemente, em indivduos com problemas cardacos, doenas pulmonares crnicas, fumantes, diabticos, obesos, colesterol alto, triglicerdeos elevados ou em pessoas com hbitos de vida pouco saudveis e alimentao inadequada. 13. Causas que levam a parada cardiorrespiratria 1 14. Sintomas de parada cardiorrespiratria Os principais sintomas da parada cardiorrespiratria so: Dor forte no peito; abdmen e nas costas. Falta de ar Suores frios; Sensao de palpitao; Tonturas e desmaio; Viso turva ou embaada; Dor forte de cabea 15. Sintomas de parada cardiorrespiratria Alm destes sintomas, surgem sinais como a ausncia de pulso e falta de movimentos respiratrios . 16. Tratamento O tratamento inicial para parada cardaca fazer o corao voltar a bater o mais rpido possvel. Isso pode ser conseguido atravs da massagem cardaca e/ou atravs do uso de um aparelho chamado desfibrilador, que pode ser utilizado at mesmo na rua por profissionais capacitados. Quando o corao volta a bater, preciso fazer exames que evidenciem o que causou a parada cardaca, para que, assim, possa ser tratada e 17. Tratamento evitada nova parada cardaca. Em alguns casos, pode ser necessrio o implante de um Marca-passo ou at mesmo um CDI (crdio desfibrilador implantvel), pequenos aparelhos que diminuem ou revertem a parada cardaca. 18. Primeiros procedimentos a serem feitos Em primeiro lugar, chamar uma ambulncia ligando para o nmero 192 ou 193. Em seguida, iniciar, o mais rpido possvel, a massagem cardaca, descrita em detalhes abaixo: 1. Deite a vtima no cho de barriga para cima; 2. Posicione o queixo da vtima mais para cima, para facilitar a respirao; 3. Abra a boca da vtima, para facilitar a entrada de ar; 4. Posicione suas mos sobre o corao da vtima, como mostra a imagem; 19. Primeiros procedimentos a serem feitos 5. Empurre as suas mos com fora e rapidamente sobre o corao, na velocidade de mais de 100 empurres por 2 minutos. A cada 2 minutos, observar se o paciente respira ou responde. Caso contrrio, continuar as massagens at a chegada do socorro. 20. Primeiros procedimentos a serem feitos 21. Concluso Para identificar a parada cardaca, pode-se: Chamar a vtima para saber se ela responde Verificar se ela respira E, se possvel, pesquisar se o corao est batendo, colocando a mo no pescoo do paciente, prximo garganta. 22. Concluso A parada cardiorrespiratria pode ser confirmada pela no deteco do pulso em grande artria (como a cartida). 23. Fonte da pesquisa: Fonte da pesquisa: http://www.tuasaude.com/parada-cardiorrespiratoria/ atualizao da pgina: 26/02/2014