NR-15 : ATIVIDADES E OPERAES INSALUBRES Agentes Qumicos Agentes Qumicos Agentes Biolgicos Agentes Fsicos.

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    22-Apr-2015

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  • NR-15 : ATIVIDADES E OPERAES INSALUBRES Agentes Qumicos Agentes Qumicos Agentes Biolgicos Agentes Fsicos
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  • Introduo O conceito legal de insalubridade dado pelo artigo 189 da consolidao da lei do trabalho (CLT) : sero consideradas atividades ou operaes insalubres aquelas que, por sua natureza, condies ou mtodos de trabalho, exponham os empregados a agentes nocivos sade, acima dos limites de tolerncias fixadas em razo da natureza e da intensidade do agente e do tempo de exposio aos seus efeitos.
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  • NR-15: Atividades e operaes Insalubres Comprovado o exerccio de trabalho em condies insalubres, acima dos limites de tolerncia estabelecidos pelo Ministrio do Trabalho, assegura a percepo de adicional respectivamente de 40% (quarenta por cento), 20% (vinte por cento) e 10% (dez por cento) do salrio- mnimo da regio, segundo se classifiquem nos graus mximo, mdio e mnimo.
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  • Neutralizao da insalubridade A eliminao ou neutralizao da insalubridade dever ocorrer: a) com a adoo de medidas de ordem geral que conservem o ambiente de trabalho dentro dos limites de tolerncia;
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  • . b) com a utilizao de equipamentos de proteo individual ao trabalhador, que diminuam a intensidade do agente agressivo a limites de tolerncia. b) com a utilizao de equipamentos de proteo individual ao trabalhador, que diminuam a intensidade do agente agressivo a limites de tolerncia.
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  • Agentes Fsicos Consideram-se agentes de risco fsico as diversas formas de energia a que possam estar expostos os trabalhadores, tais como: rudo, calor, frio, presso, umidade, radiaes ionizantes e no-ionizantes, vibrao, etc.
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  • Rudos Os rudos podem ser classificados como rudos contnuos ou intermitentes e como rudos de impactos. Os rudos podem ser classificados como rudos contnuos ou intermitentes e como rudos de impactos.
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  • Rudo Contnuo ou Intermitente Entende-se por Rudo Contnuo ou Intermitente, para os fins de aplicao de Limites de Tolerncia, o rudo que no seja rudo de impacto.
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  • Rudo Contnuo ou Intermitente Os nveis de rudo contnuo ou intermitente devem ser medidos em decibis (dB) com instrumento de nvel de presso sonora operando no circuito de compensao "A" e circuito de resposta lenta (SLOW). As leituras devem ser feitas prximas ao ouvido do trabalhador. Os tempos de exposio aos nveis de rudo no devem exceder os limites de tolerncia fixados na tabela 1 abaixo.
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  • Rudo Contnuo ou Intermitente Tabela 1: Limites de tolerncia para rudo contnuo ou intermitente
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  • Rudo Contnuo ou Intermitente No permitida exposio a nveis de rudo acima de 115 dB(A) para indivduos que no estejam adequadamente protegidos. No permitida exposio a nveis de rudo acima de 115 dB(A) para indivduos que no estejam adequadamente protegidos.
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  • Rudo Contnuo ou Intermitente As atividades ou operaes que exponham os trabalhadores a nveis de rudo, contnuo ou intermitente, superiores a 115 dB(A), sem proteo adequada, oferecero risco grave e iminente.
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  • Rudo Contnuo ou Intermitente
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  • Rudos de Impacto Entende-se por rudo de impacto aquele que apresenta picos de energia acstica de durao inferior a 1 (um) segundo, a intervalos superiores a 1 (um) segundo. Os nveis de impacto devero ser avaliados em decibis (dB), com medidor de nvel de presso sonora operando no circuito linear e circuito de resposta para impacto. As leituras devem ser feitas prximas ao ouvido do trabalhador. O limite de tolerncia para rudo de impacto ser de 130 dB (linear). Nos intervalos entre os picos, o rudo existente dever ser avaliado como rudo contnuo.
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  • Rudos de Impacto Em caso de no se dispor de medidor de nvel de presso sonora com circuito de resposta para impacto, ser vlida a leitura feita no circuito de resposta rpida (FAST) e circuito de compensao "C". Neste caso, o limite de tolerncia ser de 120 dB(C). As atividades ou operaes que exponham os trabalhadores, sem proteo adequada, a nveis de rudo de impacto superiores a 140 dB(LINEAR), medidos no circuito de resposta para impacto, ou superiores a 130 dB(C), medidos no circuito de resposta rpida (FAST), oferecero risco grave e iminente. As atividades ou operaes que exponham os trabalhadores, sem proteo adequada, a nveis de rudo de impacto superiores a 140 dB(LINEAR), medidos no circuito de resposta para impacto, ou superiores a 130 dB(C), medidos no circuito de resposta rpida (FAST), oferecero risco grave e iminente.
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  • Medidas de Controle de Rudo. Instalar motores e transmisses eltricas mais silenciosas. Instalar motores e transmisses eltricas mais silenciosas. Evitar ou reduzir o choque entre os componentes das maquinas. Substituir partes metlicas por partes plsticas, mais silenciosas. Blindar as partes ruidosas das maquinas. Utilizar materiais absorventes de som, como por exemplo, l de vidro, espuma de poliuretano,ou borracha Os materiais absorventes podem absorver de 50 a 90% da energia sonora incidente, ajudando assim a diminuir o nvel de rudo, graas a o seu coeficiente de absoro.
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  • Exposio ao Calor Exposio ao Calor A exposio ao calor deve ser avaliada atravs do "ndice de Bulbo mido Termmetro de Globo" - IBUTG definido pelas equaes que se seguem: Ambientes internos ou externos sem carga solar: IBUTG = 0,7 tbn + 0,3 tg
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  • Exposio ao Calor Exposio ao Calor Ambientes externos com carga solar: IBUTG = 0,7 tbn + 0,1 tbs + 0,2 tg onde: tbn = temperatura de bulbo mido natural tg = temperatura de globo tbs = temperatura de bulbo seco.
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  • Exposio ao Calor Exposio ao Calor Os aparelhos que devem ser usados nesta avaliao so: termmetro de bulbo mido natural, termmetro de globo e termmetro de mercrio comum. As medies devem ser efetuadas no local onde permanece o trabalhador, altura da regio do corpo mais atingida. As medies devem ser efetuadas no local onde permanece o trabalhador, altura da regio do corpo mais atingida.
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  • Exposio ao Calor Exposio ao Calor Limites de tolerncia para exposio ao calor, em regime de trabalho intermitente com perodos de descanso no prprio local de prestao de servio. Em funo do ndice obtido, o regime de trabalho intermitente ser definido na tabela a seguir. Em funo do ndice obtido, o regime de trabalho intermitente ser definido na tabela a seguir.
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  • Exposio ao Calor Exposio ao Calor Tabela 2: Regime de trabalho intermitente com descanso no prprio local de trabalho
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  • Exposio ao Calor Os perodos de descanso sero considerados tempo de servio para todos os efeitos legais. Os perodos de descanso sero considerados tempo de servio para todos os efeitos legais. A determinao do tipo de atividade (Leve, Moderada ou Pesada) feita consultando-se a tabela seguinte.
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  • Exposio ao Calor Limites de Tolerncia para exposio ao calor, em regime de trabalho intermitente com perodo de descanso em outro local (local de descanso). Para os fins deste item, considera-se como local de descanso ambiente termicamente mais ameno, com o trabalhador em repouso ou exercendo atividade leve. Os limites de tolerncia so dados segundo a tabela 4.
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  • Exposio ao Calor M a taxa de metabolismo mdia ponderada para uma hora, determinada pela seguinte frmula: Mt - taxa de metabolismo no local de trabalho. Tt - soma dos tempos, em minutos, em que se permanece no local de trabalho. Md - taxa de metabolismo no local de descanso. Td - soma dos tempos, em minutos, em que se permanece no local de descanso.
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  • Exposio ao Calor IBUTG o valor IBUTG mdio ponderado para uma hora, determinado pela seguinte frmula: IBUTGt = valor do IBUTG no local de trabalho. IBUTGd = valor do IBUTG no local de descanso. Tt e Td = como anteriormente definidos. Os tempos Tt e Td devem ser tomados no perodo mais desfavorvel do ciclo de trabalho, sendo Tt + Td = 60 minutos corridos. As taxas de metabolismo Mt e Md sero obtidas consultando-se o tabela 3. As taxas de metabolismo Mt e Md sero obtidas consultando-se o tabela 3. Os perodos de descanso sero considerados tempo de servio para todos os efeitos legais. Os perodos de descanso sero considerados tempo de servio para todos os efeitos legais.
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  • Exposio ao Calor
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  • Vibraes Vibraes
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  • As atividades e operaes que exponham os As atividades e operaes que exponham os trabalhadores, sem a proteo adequada, s vibraes localizadas ou de corpo inteiro, sero caracterizadas como insalubres, atravs de percia realizada no local de trabalho.
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  • Frio Frio As atividades ou operaes executadas no interior de cmaras frigorficas, ou em locais que apresentem condies similares, que exponham os trabalhadores ao frio, sem a proteo adequada, sero consideradas insalubres em decorrncia de laudo de inspeo realizada no local de trabalho. As atividades ou operaes executadas no interior de cmaras frigorficas, ou em locais que apresentem condies similares, que exponham os trabalhadores ao frio, sem a proteo adequada, sero consideradas insalubres em decorrncia de laudo de inspeo realizada no local de trabalho.
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  • Umidade Umidade As atividades ou operaes executadas em locais alagados ou encharcados, com umidade excessiva, capazes de produzir danos sade dos trabalhadores, sero consideradas insalubres em decorrncia de laudo de inspeo realizada no local de trabalho. As atividades ou operaes executadas em locais alagados ou encharcados, com umidade excessiva, capazes de produzir danos sade dos trabalhadores, sero consideradas insalubres em decorrncia de laudo de inspeo realizada no local de trabalho.
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  • Presses Anormais H uma srie de atividades em que os trabalhadores ficam sujeitos a presses anormais, isto , presses ambientes acima e abaixo da normal. EXISTEM DOIS TIPOS DE PRESSES ANORMAIS, CAUSADAS PELA VARIAO DA PRESSO ATMOSFRICA:
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  • - PRESSO HIPERBRICA PRESSO HIPOBRICA Conseqncias: ruptura do tmpano quando o aumento da presso for brusco; liberao de nitrognio nos tecidos e vasos sangneos, causando dores abdominais, obstruo dos vasos sangneos e morte.
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  • Riscos Qumicos
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  • Riscos Biolgicos