NR-12 SEGURANA NO TRABALHO EM MQUINAS E EQUIPAMENTOS.

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    21-Apr-2015

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  • NR-12 SEGURANA NO TRABALHO EM MQUINAS E EQUIPAMENTOS
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  • Dispositivos de parada de emergncia. 12.56. As maquinas devem ser equipadas com um ou mais dispositivos de parada de emergncia, por meio dos quais possam ser evitadas situaes de perigo latentes e existentes. 12.56.1. Os dispositivos de parada de emergncia no devem ser utilizados como dispositivos de partida ou de acionamento. 12.56.2. Excetuam-se da obrigao do subitem 12.56.1 as maquinas manuais, as maquinas auto propelidas e aquelas nas quais o dispositivo de parada de emergncia no possibilita a reduo do risco. 12.57. Os dispositivos de parada de emergncia devem ser posicionados em locais de fcil acesso e visualizao pelos operadores em seus postos de trabalho e por outras pessoas, e mantidos permanentemente desobstrudos.
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  • Dispositivo de parada de emergncia
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  • 12.58. Os dispositivos de parada de emergncia devem: a) ser selecionados, montados e interconectados de forma a suportar as condies de operao previstas, bem como as influencias do meio; b) ser usados como medida auxiliar, no podendo ser alternativa a medidas adequadas de proteo ou a sistemas automticos de segurana; c) possuir acionadores projetados para fcil atuao do operador ou outros que possam necessitar da sua utilizao; d) prevalecer sobre todos os outros comandos; e) provocar a parada da operao ou processo perigoso em perodo de tempo to reduzido quanto tecnicamente possvel, sem provocar riscos suplementares; f) ser mantidos sob monitoramento por meio de sistemas de segurana; e g) ser mantidos em perfeito estado de funcionamento.
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  • 12.59. A funo parada de emergncia no deve: a) prejudicar a eficincia de sistemas de segurana ou dispositivos com funes relacionadas com a segurana; b) prejudicar qualquer meio projetado para resgatar pessoas acidentadas; e c) gerar risco adicional. 12.60. O acionamento do dispositivo de parada de emergncia deve tambm resultar na reteno do acionador, de tal forma que quando a ao no acionador for descontinuada, este se mantenha retido at que seja desaciomado. 12.60.1. O desacionamento deve ser possvel apenas como resultado de uma ao manual intencionada sobre o acionador, por meio de manobra apropriada;
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  • 12. 61. Quando usados acionadores do tipo cabo, deve-se: a) utilizar chaves de parada de emergncia que trabalhem tracionadas, de modo a cessarem automaticamente as funes perigosas da maquina em caso de ruptura ou afrouxamento dos cabos; b) considerar o deslocamento e a fora aplicada nos acionadores, necessrios para a atuao das chaves de parada de emergncia; e c) obedecer a distancia mxima entre as chaves de parada de emergncia recomendada pelo fabricante. 12.62. As chaves de parada de emergncia devem ser localizadas de tal forma que todo o cabo de acionamento seja visvel a partir da posio de desacionamento da parada de emergncia.
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  • 12.64. As maquinas e equipamentos devem possuir acessos permanentemente fixados e seguros a todos os seus pontos de operao, abastecimento, insero de matrias-primas e retirada de produtos trabalhados, preparao, manuteno e interveno constante. 12.64.1. Consideram-se meios de acesso elevadores, rampas, passarelas, plataformas ou escadas de degraus. 12.64.2. Na impossibilidade tcnica de adoo dos meios previstos no subitem 12.64.1, poder ser utilizada escada fixa tipo marinheiro. 12.64.3. Nas maquinas e equipamentos, os meios de acesso permanentes devem ser localizados e instalados de modo a prevenir riscos de acidente e facilitar o seu acesso e utilizao pelos trabalhadores.
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  • 12.62.1. Se no for possvel o cumprimento da exigncia do item 12.62, deve-se garantir que, aps a atuao e antes do desacionamento, a maquina ou equipamento seja inspecionado em toda a extenso do cabo. 12.63. A parada de emergncia deve exigir rearme, ou reset manual, a ser realizado somente apos a correo do evento que motivou o acionamento da parada de emergncia. 12.63.1. A localizao dos acionadores de rearme deve permitir uma visualizao completa da rea protegida pelo cabo.
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  • Acesso permanente
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  • 12.65. O emprego dos meios de acesso deve considerar o ngulo de lance conforme Figura 1 do Anexo III. A: rampa. B: rampa com pecas transversais para evitar o escorregamento. C: escada com espelho. D: escada sem espelho. E: escada do tipo marinheiro.
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  • Escada sem espelho
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  • Escada com espelho
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  • Rampa
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  • 12.66. Os locais ou postos de trabalho acima do nvel do solo em que haja acesso de trabalhadores, para comando ou quaisquer outras intervenes habituais nas maquinas e equipamentos, como operao, abastecimento, manuteno, preparao e inspeo, devem possuir plataformas de trabalho estveis e seguras. 12.66.1. Na impossibilidade tcnica de aplicao do previsto no item 12.66, poder ser adotado o uso de plataformas moveis ou elevatrias. 12.67. As plataformas moveis devem ser estveis, de modo a no permitir sua movimentao ou tombamento durante a realizao do trabalho.
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  • Plataforma de trabalho estvel e segura
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  • 12.68. As passarelas, plataformas, rampas e escadas de degraus devem propiciar condies seguras de trabalho, circulao, movimentao e manuseio de materiais e: a) ser dimensionadas, construdas e fixadas de modo seguro e resistente, de forma a suportar os esforos solicitantes e movimentao segura do trabalhador; b) ter pisos e degraus constitudos de materiais ou revestimentos antiderrapantes; c) ser mantidas desobstrudas; e d) ser localizadas e instaladas de modo a prevenir riscos de queda, escorregamento, tropeamento e dispndio excessivo de esforos fsicos pelos trabalhadores ao utiliza-las. 12.69. As rampas com inclinao entre 10 (dez) e 20 (vinte) graus em relao ao plano horizontal devem possuir pecas transversais horizontais fixadas de modo seguro, para impedir escorregamento, distanciadas entre si 0,40 m (quarenta centmetros) em toda sua extenso quando o piso no for antiderrapante.
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  • Passarela de segurana
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  • 12.69.1. E proibida a construo de rampas com inclinao superior a 20 (vinte) graus em relao ao piso. 12.70. Os meios de acesso, exceto escada fixa do tipo marinheiro e elevador, devem possuir sistema de proteo contra quedas com as seguintes caractersticas: a) ser dimensionados, construdos e fixados de modo seguro e resistente, de forma a suportar os esforos solicitantes; b) ser constitudos de material resistente a intempries e corroso; c) possuir travesso superior de 1,10 m (um metro e dez centmetros) a 1,20 m (um metro e vinte centmetros) de altura em relao ao piso ao longo de toda a extenso, em ambos os lados; d) o travesso superior no deve possuir superfcie plana, a fim de evitar a colocao de objetos; e e) possuir rodap de, no mnimo, 0,20 m (vinte centmetros) de altura e travesso intermedirio a 0,70 m (setenta centmetros) de altura em relao ao piso, localizado entre o rodap e o travesso superior.
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  • Escada fixa tipo marinheiro
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  • Gaiola
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  • 12.71. Havendo risco de queda de objetos e materiais, o vo entre o rodap e o travesso superior do guarda corpo deve receber proteo fixa, integral e resistente. 12.71.1. A proteo mencionada no item 12.71 pode ser constituda de tela resistente, desde que sua malha no permita a passagem de qualquer objeto ou material que possa causar leses aos trabalhadores. 12.72. Para o sistema de proteo contra quedas em plataformas utilizadas em operaes de abastecimento ou que acumulam sujidades, e permitida a adoo das dimenses da Figura 5 do Anexo III.
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  • Sistema de proteo contra quedas Guarda corpo Escada com corrimo
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  • 12.73. As passarelas, plataformas e rampas devem ter as seguintes caractersticas: a) largura til mnima de 0,60 m (sessenta centmetros); b) meios de drenagem, se necessrio; e c) no possuir rodap no vo de acesso. 12.74. As escadas de degraus sem espelho devem ter: a) largura de 0,60 m (sessenta centmetros) a 0,80 m (oitenta centmetros); b) degraus com profundidade mnima de 0,15 m (quinze centmetros); c) degraus e lances uniformes, nivelados e sem salincias; d) altura mxima entre os degraus de 0,25 m (vinte e cinco centmetros); e) plataforma de descanso com 0,60m (sessenta centmetros) a 0,80 m (oitenta centmetros) de largura e comprimento a intervalos de, no mximo, 3,00 m (trs metros) de altura; f) projeo mnima de 0,01 m (dez milmetros) de um degrau sobre o outro; e g) degraus com profundidade que atendam a formula: 600 g +2h 660 (dimenses em milmetros), conforme Figura 2 do Anexo III.
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  • 600 g +2h 660 (dimenses em milmetros) w: largura da escada h: altura entre degraus r : projeo entre degraus g : profundidade livre do degrau : inclinao da escada - ngulo de lance l : comprimento da plataforma de descanso H: altura da escada t: profundidade total do degrau
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  • 12.75. As escadas de degraus com espelho devem ter: a) largura de 0,60 m (sessenta centmetros) a 0,80 m (oitenta centmetros); b) degraus com profundidade mnima de 0,20 m (vinte centmetros); c) degraus e lances uniformes, nivelados e sem salincias; d) altura entre os degraus de 0,20 m (vinte centmetros) a 0,25 m (vinte e cinco centmetros); e) plataforma de descanso de 0,60m (sessenta centmetros) a 0,80m (oitenta centmetros) de largura e comprimento a intervalos de, no mximo, 3,00 m (trs metros) de altura. 12.76. As escadas fixas do tipo marinheiro devem ter: a) dimenso, construo e fixao seguras e resistentes, de forma a suportar os esforos solicitantes; b) constituio de materiais ou revestimentos resistentes a intempries e corroso, caso estejam expostas em ambiente externo ou corrosivo;
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  • Escada fixa tipo marinheiro com plataforma de descanso
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  • c) gaiolas de proteo, caso possuam altura superior a 3,50 m (trs metros e meio), instaladas a partir de 2,0 m (dois metros) do piso, ultrapassando a plataforma de descanso ou o piso superior em pelo menos de 1,10 m (um metro e dez centmetros) a 1,20 m (um metro e vinte centmetros); d) corrimo ou continuao dos montantes da escada ultrapassando a plataforma de descanso ou o piso superior de 1,10 m (um metro e dez centmetros) a 1,20 m (um metro e vinte centmetros); e) largura de 0,40 m (quarenta centmetros) a 0,60 m (sessenta centmetros), conforme Figura 3 do Anexo III; f) altura total mxima de 10,00 m (dez metros), se for de um nico lance;
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  • g) altura mxima de 6,00 m (seis metros) entre duas plataformas de descanso, se for de mltiplos lances, construdas em lances consecutivos com eixos paralelos, distanciados no mnimo em 0,70 m (setenta centmetros), conforme Figura 3 do Anexo III; h) espaamento entre barras de 0,25 m (vinte e cinco centmetros) a 0,30 m (trinta centmetros), conforme Figura 3 do Anexo III; i) espaamento entre o piso da maquina ou da edificao e a primeira barra no superior a 0,55 m (cinquenta e cinco centmetros), conforme Figura 3 do Anexo III;
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  • Gaiola para escada fixa tipo marinheiro
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  • j) distancia em relao a estrutura em que e fixada de, no mnimo, 0,15 m (quinze centmetros), conforme Figura 4 do Anexo III; k) barras de 0,025m (vinte e cinco milmetros) a 0,038 m (trinta e oito milmetros) de dimetro ou espessura; e l) barras com superfcies, formas ou ranhuras a fim de prevenir deslizamentos. 12.76.1. As gaiolas de proteo devem possuir: a)dimetro de 0,65m (sessenta e cinco centmetros) a 0,80 m (oitenta centmetros), conforme Figura 4 do Anexo III; e b) vos entre grades protetoras de, no mximo, 0,30 m (trinta centmetros), conforme Figura 3 do Anexo III.
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  • Gaiola de proteo
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  • Transportadores de materiais.
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  • 12.85. Os movimentos perigosos dos transportadores contnuos de materiais devem ser protegidos, especialmente nos pontos de esmagamento, agarramento e aprisionamento formados pelas esteiras, correias, roletes, acoplamentos, freios, roldanas, amostradores, volantes, tambores, engrenagens, cremalheiras, correntes, guias, alinhadores, regio do esticamento e contrapeso e outras partes moveis acessveis durante a operao normal. 12.85.1. Os transportadores contnuos de correia cuja altura da borda da correia que transporta a carga esteja superior a 2,70 m (dois metros e setenta centmetros) do piso esto dispensados da observncia do item 12.85, desde que no haja circulao nem permanncia de pessoas nas zonas de perigo.
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  • Correias transportadoras
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  • 12.85.2. Os transportadores contnuos de correia em que haja proteo fixa distante, associada a proteo mvel intertravada que restrinja o acesso a pessoal especializado para a realizao de inspees, manutenes e outras intervenes necessrias, esto dispensados da observncia do item 12.85, desde que atendido o disposto no item 12.51. 12.86. Os transportadores contnuos de correia, cuja altura da borda da correia que transporta a carga esteja superior a 2,70 m (dois metros e setenta centmetros) do piso, devem possuir, em toda a sua extenso, passarelas em ambos os lados, atendidos os requisitos do item 12.66.
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  • 12.86.1. Os transportadores cuja correia tenha largura de ate 762 mm (setecentos e sessenta e dois milmetros ou 30 (trinta) polegadas podem possuir passarela em apenas um dos lados, devendo-se adotar o uso de plataformas moveis ou elevatrias para quaisquer intervenes e inspees. 12.86.2. Os transportadores moveis articulados em que haja possibilidade de realizao de quaisquer intervenes e inspees a partir do solo ficam dispensados da exigncia do item 12.86. 12.87. Os transportadores de materiais somente devem ser utilizados para o tipo e capacidade de carga para os quais foram projetados.
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  • 12.88. Os cabos de ao, correntes, eslingas, ganchos e outros elementos de suspenso ou trao e suas conexes devem ser adequados ao tipo de material e dimensionados para suportar os esforos solicitantes. 12.89. Nos transportadores contnuos de materiais que necessitem de parada durante o processo proibida a reverso de movimento para esta finalidade. 12.90. E proibida a permanncia e a circulao de pessoas sobre partes em movimento, ou que possam ficar em movimento, dos transportadores de materiais, quando no projetadas para essas finalidades.
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  • 12.90.1. Nas situaes em que haja inviabilidade tcnica do cumprimento do disposto no item 12.90 devem ser adotadas medidas que garantam a paralisao e o bloqueio dos movimentos de risco, conforme o disposto no item 12.113 e subitem 12.113.1. 12.90.2. A permanncia e a circulao de pessoas sobre os transportadores contnuos devem ser realizadas por meio de passarelas com sistema de proteo contra quedas, conforme item 12.70. 12.90.3. permitida a permanncia e a circulao de pessoas sob os transportadores contnuos somente em locais protegidos que ofeream resistncia e dimenses adequadas contra quedas de materiais. 12.91. Os transportadores contnuos acessveis aos trabalhadores devem dispor, ao longo de sua extenso, de dispositivos de parada de emergncia, de modo que possam ser acionados em todas as posies de trabalho.
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  • Acesso correia transportadora com segurana
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  • 12.91.1. Os transportadores contnuos acessveis aos trabalhadores ficam dispensados do cumprimento da exigncia do item 12.91 se a analise de risco assim indicar. 12.92. Os transportadores contnuos de correia devem possuir dispositivos que garantam a segurana em caso de falha durante sua operao normal e interrompam seu funcionamento quando forem atingidos os limites de segurana, conforme especificado em projeto, e devem contemplar, no mnimo, as seguintes condies: a) desalinhamento anormal da correia; e b) sobrecarga de materiais.
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  • 12.93. Durante o transporte de materiais suspensos devem ser adotadas medidas de segurana visando a garantir que no haja pessoas sob a carga. 12.93.1. As medidas de segurana previstas no item 12.93 devem priorizar a existncia de reas exclusivas para a circulao de cargas suspensas devidamente delimitadas e sinalizadas.
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  • Ponte rolante no permanecer sob cargas
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  • The end.

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