Noticirio 16 e 17 11 14

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    06-Apr-2016

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  • O DEBATEDIRIO DE MACA

    Cmara convida a populao para Audincia Pblica sobre oramento

    Piracema vive sonho por dias melhores

    Reunio acontecer na tera-feira (18), s 17h, no Palcio Natlio Salvador Antunes. Presena da sociedade importante para que o Legislativo proponha ajustes na Lei Oramentria Anual (LOA) do prximo ano PG. 11

    Maca j arrecadou mais de R$ 468 milhes com repasses feitos pela Secretaria de Tesouro Nacional em 10 meses

    www.odebateon.com.br

    Maca (RJ), domingo, 16 e segunda-feira, 17 de novembro de 2014Ano XXXIX, N 8555Fundador/Diretor: Oscar Pires

    FLVIO SARDOU/SECOM

    KAN MANHES

    WANDERLEY GIL

    KAN MANHESOperaes do petrleo reforam oramento do municpio

    Ruas da comunidade precisam de pavimentao

    facebook/odebate

    twiter/odebate

    issuu/odebateon

    Com o custo de vida cada vez mais caro, conse-guir uma moradia acaba sendo um grande proble-ma para milhares de brasileiros. Em Maca, com preo de imveis fora da realidade para muitas pessoas e aluguis caros nas reas centrais, mui-tos cidados acabam migrando para as zonas perifricas da cidade. O problema que muitas vezes essas reas so habitadas de maneira irre-gular e sem infraestrutura, gerando um grande problema social na cidade. Um exemplo disso a Piracema, comunidade que cresceu s margens da Linha Azul. Sem muitas perspectivas de uma vida melhor, as famlias contam que apenas so lembradas em pocas de campanhas eleitorais e aps este perodo, acabam sendo esquecidas pelos polticos. PG. 9

    Ao receber da Secreta-ria de Tesouro Nacional a quarta parcela refe-rente a Participao Especial, nos lucros obtidos com a co-mercializao dos barris de pe-trleo produzidos na Bacia de Campos, Maca alcanou nesta semana a expressiva marca de arrecadao de R$ 468 milhes apenas com as receitas relativas

    ao ouro negro brasileiro. Os n-meros atuais representam cres-cimento de receita, em relao ao volume de recursos obtidos pelo municpio tambm com o petrleo, no mesmo perodo no ano passado.Atualmente os repasses dos royalties do petr-leo, pagos como compensao pela produtividade registrada nas reservas da Bacia de Cam-

    pos e as parcelas da Participa-o Especial, correspondem a 26% da arrecadao total do municpio. Os recursos pr-prios somam mais de 64%. Os recursos gerados pelo petrleo ajudam a administrao muni-cipal a alavancar tambm a ar-recadao total da cidade que, de acordo com a Controladoria Geral do municpio, alcanou a marca de R$ 1,7 bilho apenas nos seis primeiros meses do ano. J de acordo com o Im-postmetro, sistema operado pela Associao Comercial e Industrial de So Paulo, a ar-

    INVESTIR NOS SERVIDORES META DO GOVERNO

    FUNEMAC DIVULGA EDITAL DO PROCESSO SELETIVO 2015

    FRANCISCO ESTEVES FALA SOBRE O NUPEM

    Comunidade construda sobre rea de invaso enfrenta problemas de infraestrutura

    R$ 1,50

    recadao total de Maca em fevereiro j chegou a R$ 2,024 bilhes, superando em quase R$ 200 milhes o volume de receitas obtidas no mesmo perodo de 2013. A expecta-tiva inicial da administrao municipal que os recursos do petrleo proporcionem ao municpio uma arrecadao de cerca de R$ 600 milhes ao longo dos 12 meses deste ano. A meta pode ser obtida atravs das duas parcelas dos royalties do petrleo que ainda faltam ser pagas, referentes aos meses de novembro e dezembro. PG. 3

    RECEITAS EM ALTA

    POLTICA, PG.3 GERAL, PG.13 EDUCAO, PG.8

    POLTICA BAIRROS EM DEBATE

    Educao abre fase de renovao de matrcula

    Atleta busca patrocnio para brilhar no bodyboard

    NDICETEMPO

    POLCIA CADERNO DOIS GERAL

    Prazo para realizao do procedimento encerra no dia 28 deste ms PG. 28

    Felipe Ventura promessa no esporte e j disputa competies regionais PG. 4

    DIVULGAO LLIA VDEO

    Veculos auxiliam agentes no patrulhamento da cidade Felipe novo talento no esporte

    PM recebe nova arma no combate ao crimeQuadriciclo vai dinamizar atuao de agentes do 32 Batalho da PM PG. 5

    EDITORIAL 4

    PAINEL 4

    GUIA DO LEITOR 4

    ESPAO ABERTO 4

    CRUZADINHA C2

    HORSCOPO C2

    CINEMA C2

    AGENDA C2

    Mxima 27 CMnima 19 C

    Anuncie: (22) 2106-6060 (215)

    GERAL EDUCAO POLCIA CADERNO DOIS

    Halliburton negocia compra da Baker Hughes

    Salesiana abre inscrio para evento

    ndice de crimes est abaixo da mdia

    Pianista japonesa se apresenta no Teatro

    Empresas atuam no setor offshore de perfurao PG. 11

    "Caminhada Energia" ser realizada no dia 30 PG. 8

    Dados foram apontados pelo comando da PM PG. 5

    Yuka Shimizu estar neste domingo (16) na cidade CAPA

  • O DEBATE DIRIO DE MACA2 Maca, domingo, 16 e segunda-feira 17 de novembro de 2014

    CidadeEDIO: 249 PUBLICAO: 6 DE MAIO DE 1981

    SEMANA EM DEBATE O DEBATE EM MEMRIA

    Cedae consolida projetos e dribla efeitos da estiagemApesar de enfrentar o maior perodo de seca registrado nos

    ltimos 80 anos, 2014 promete ser um ano de mudanas na imagem da Nova Cedae perante a populao macaense. Ao conduzir hoje o processo final de investimentos em duas no-vas redes adutoras de gua bruta e tratada, a concessionria pretende elevar de 700 para 800 litros por segundo a capaci-dade atual de produo no abastecimento do municpio, e ain-da elabora projeto que planejar a expanso do servio pelos prximos 30 anos, tendo como um dos primeiros trabalhos a criao da chamada Linha 3.

    Peritos no concluram laudo de incndio e Prefeitura no sabe se interdita o prdioOs peritos da Delegacia de Polcia de Maca, e

    do Corpo de Bombeiros, at a noite de tera-feira, no tinham concludo o laudo para determinar a causa do incndio irrompido no Edifcio Stern, de trs andares, na Avenida Rui Barbosa, nmero 190, que dia 1 de maio pegou fogo, tendo morrido carbonizados Jos Carlos de Almeida, de 19 anos, filho de Jos Carlos de Almeida e Anglica Josefa de Almeida, e Joo Monteiro, natural de Pernam-buco, casado, com 70 anos, militar reformado e que chegara no dia anterior para passar alguns dias com parentes.

    A luta dos advogados para instalar a Segunda Vara na ComarcaOs advogados de Maca movimentam-se para

    instalar a Segunda Vara na Comarca, criada de sua elevao da Segunda Entrncia. A 15 Subseo da Ordem dos Advogados do Brasil est convocan-do as foras vivas da municipalidade, clubes de servio, associaes de classe, sindicatos e outras entidades para fazerem coro junto as autoridades competentes para que esta antiga pretenso dos advogados e jurisdicionados seja atendida. A instalao da Segunda Vara na Comarca de

    Maca permitir melhor prestao jurisdicional, minimizando os entraves opostos ao bom anda-mento das causas.

    A grande homenagemAinda repercute a grande homenagem que o

    jornal O DEBATE prestou ao historiador Antonio Alvarez Parada em agradecimento pela sua cola-borao efetiva imprensa macaense. O professor Tonito assina a coluna Histrias Curtas e Anti-gas h quase trs anos em O DEBATE.Na foto, o jornalista Oscar Pires entrega o car-

    to de prata como reconhecimento ao mrito do colaborador e a sua constante luta em prol do de-senvolvimento cultural de Maca. A homenagem aconteceu na Associao Fluminense de Jornalis-tas, em Niteri, e fez parte das comemoraes do quinto aniversrio do jornal O DEBATE.

    Polcia est a procura do assassino do comerciante Evaldo Costa que teve priso decretada pelo juizO juiz Walter Cabral de Souza, atendendo solici-

    tao do Delegado Roberto Peixoto por ocasio da remessa do processo Justia, decretou a priso preventiva de Edemir Dias Peanha, acusado de no dia 23 de maro, por volta das 23h30 ter mata-do com tiro de revlver 38 o comerciante Evaldo Costa, com 41 anos, quando ele se dirigia para casa aps fechar o seu estabelecimento comercial.

    NOTA

    Alunos da rede municipal participam do Festival de Cinema de Maca

    Governo e Estado estudam duplicao de ponteAo convocar a populao para

    participar do projeto "Maca por Voc" que, atravs de uma pgi-na na internet, estimula a parti-cipao popular na construo de propostas voltadas promo-o de qualidade de vida na cida-de, o prefeito Dr. Aluzio Jnior (PV) afirmou, na noite da ltima tera-feira (11), que a duplicao da Ponte Ivan Mundim torna-se hoje um dos principais projetos "perseguidos" junto ao governo do Estado, para ser executado no municpio j no prximo ano.

    Municpio comea a entrar no clima de NatalOntem (11), uma equipe de

    tcnicos iniciou a montagem da estrutura metlica que da-r suporte a uma grande rvo-re de Natal. O procedimento abre os preparativos conduzi-dos pelo Fundo Municipal de Desenvolvimento Econmico (Fumdec) para enfeitar, com luzes e cores, vrios pontos da cidade que j comea a entrar no esprito natalino. Alm do Pontal do Rio Maca, o Par-que Aeroporto, o Parque de Tubos e a Praia dos Cavalei-ros tambm recebero en-feites. A abertura oficial do perodo de festas acontecer no dia 25, s 19h, na Praa Ve-rssimo de Mello.

  • O DEBATE DIRIO DE MACA Maca, domingo, 16 e segunda-feira, 17 de novembro de 2014 3

    Poltica

    Dr. Aluzio: "Gasto com a folha ser investimento e no custeio"

    GESTO

    Prefeito reconheceu desafio em otimizar aplicao de oramento e buscar o MBC

    " preciso transformar os nossos recursos humanos em qualidade no atendimento populao". A afirmao apon-ta a viso do prefeito Dr. Aluzio Jnior (PV) em relao ao de-safio criado diante do alto custo gerado pela folha de pagamento dos cerca de 15 mil profissionais que atuam atualmente na ad-ministrao municipal, dentro do oramento anual registrado pelo municpio.Na semana em que os nme-

    ros apresentados pela Controla-doria Geral do Municpio apon-taram que em 2014 cerca de R$ 1,2 bilho sero aplicados com as despesas relativas aos ven-cimentos dos servidores muni-cipais (pagamentos, 13 salrio e impostos previdencirios), o prefeito reconheceu o desafio de conduzir a aplicao das receitas contabilizadas pela prefeitura, mas afirmou que o governo j est tomando providncias pa-ra garantir que os R$ 2 bilhes (mdia do oramento da cidade nos ltimos trs anos), tornam-se mais presentes no cotidiano de toda a populao macaense."Realmente um grande de-

    safio para ns administrar com R$ 1,2 bilho destinados a cerca de 15 mil pessoas, e garantir que o restante do nosso oramento seja transformado em benef-cios aos outros 200 mil habi-tantes de Maca. O Movimento Brasil Competitivo (MBC) vai nos ajudar a acertar as contas e otimizar os investimentos p-blicos", garantiu o prefeito.O Movimento Brasil Com-

    petitivo uma iniciativa que rene empresrios brasileiros, membros do governo federal e representantes da sociedade civil organizada que, juntos, buscam fortalecer organiza-es privadas e ajudar a garantir qualidade e produtividade das organizaes pblicas, propor-cionando mais qualidade de vida populao.Porm, antes da interveno

    do MBC, o governo j adotou medidas que visam reduzir o impacto da folha no compro-metimento do oramento."Os supersalrios no existem

    mais. Cortamos todos. Hoje nin-gum na prefeitura recebe aci-ma do teto constitucional, que na cidade baseado no salrio do procurador e do prefeito (R$ 17 mil). Mas existem bons sa-

    lrios. Os servidores precisam sim ser valorizados, mas este comprometimento do ora-mento no deve ser apenas um custeio, e sim um investimento em qualidade no atendimento populao da nossa cidade", apontou o prefeito.De acordo com dados da

    Controladoria do Municpio, hoje existem 13.485 servidores efetivos, 1.305 servidores extra-quadro e 1.481 contratados atu-ando na prefeitura."No ano passado cortamos

    800 cargos de assessoria, mas is-so ainda no foi suficiente. Nin-gum est falando em falta de dinheiro, mas sim em melhorar a forma de se aplicar os recur-sos para gerar mais qualidade de vida populao", explicou Dr. Aluzio.

    Apesar dos gastos destinados folha, a administrao munici-pal foi capaz de listar uma srie de projetos e programas reali-zados desde o ano passado que consolidam os investimentos dos recursos pblicos."Para mim, como mdico, que

    iniciou a caminhada no HPM, uma grande emoo ver que no segundo ano do nosso governo vamos entregar as obras de am-pliao do hospital. Isso junto a troca dos equipamentos obsole-tos. Este , sem dvidas, um pro-jeto ousado, mas necessrio nossa sade. Hoje, R$ 1,2 bilho est na folha de pagamento. O restante dos recursos est sendo aplicado neste e em tantos ou-tros projetos que o governo tem orgulho de apresentar", apontou o prefeito.

    FLVIO SARDOU/SECOM

    Prefeito afirmou que governo contar com apoio do Movimento Brasil Competitivo

    RECEITA

    Maca arrecada R$ 468 milhes com o petrleoQuantia foi alcanada nesta semana atravs do repasse da quarta parcela da Participao Especial na comercializao do leo brutoMrcio Siqueiramarcio@odebateon.com.br

    Ao receber da Secretaria de Tesouro Nacional a quarta parcela referen-te a Participao Especial, nos lucros obtidos com a comercia-lizao dos barris de petrleo produzidos na Bacia de Cam-pos, Maca alcanou nesta se-mana a expressiva marca de arrecadao de R$ 468 milhes apenas com as receitas relativas ao ouro negro brasileiro.Os nmeros atuais represen-

    tam crescimento de receita, em relao ao volume de recursos obtidos pelo municpio tambm com o petrleo, no mesmo per-odo no ano passado.Atualmente os repasses dos

    royalties do petrleo, pagos co-mo compensao pela produti-vidade registrada nas reservas da Bacia de Campos e as par-celas da Participao Especial, correspondem a 26% da arre-cadao total do municpio. Os recursos prprios somam mais de 64%.Os recursos gerados pelo pe-

    trleo ajudam a administrao municipal a alavancar tambm a arrecadao total da cidade que, de acordo com a Contro-ladoria Geral do municpio, alcanou a marca de R$ 1,7 bi-lho apenas nos seis primeiros

    meses do ano.J de acordo com o Impos-

    tmetro, sistema operado pela Associao Comercial e Indus-trial de So Paulo, a arrecadao total de Maca em fevereiro j chegou a R$ 2,024 bilhes, su-perando em quase R$ 200 mi-lhes o volume de receitas obti-das no mesmo perodo de 2013.A expectativa inicial da ad-

    ministrao municipal que os recursos do petrleo propor-

    cionem ao municpio uma ar-recadao de cerca de R$ 600 milhes ao longo dos 12 meses deste ano. A meta pode ser ob-tida atravs das duas parcelas dos royalties do petrleo que ainda faltam ser pagas, refe-rentes aos meses de novembro e dezembro.De acordo com o ltimo ba-

    lano apresentado pela secre-taria municipal de Fazenda, a meta estabelecida para a gera-

    o de receitas referentes ao Imposto Predial Territorial Ur-bano (IPTU) e ao Imposto sobre a Transmisso de Bens Imveis (ITBI) j foram alcanadas em agosto.Com isso, a estimativa que

    o supervit (excesso de arreca-dao) deste ano chegue a quase R$ 90 milhes. J a previso para o oramen-

    to do prximo ano de R$ 2,4 bilhes.

    KAN AMNHES

    Atividades relativas a cadeia produtiva do petrleo tambm elevam a arrecadao do municpio

    Segundo Fernando Arruda, obras da Linha 2 da Nova Cedae sero entregues at o fim de dezembro

    NOTA

    PONTODE VISTA

    Pequenos problemas. Desde a dcada de 80, quando o municpio de Maca e os da regio comearam a receber royalties para compensar o impacto que a cidade comeou a sofrer com a instalao das unida-des da Petrobras, medida que a produo crescia, tambm os cofres da prefeitura passaram a ficar abarrotados, com muito dinheiro.

    Falando em obras, a atual administrao vem acertando a m-quina para recuperar o tempo e tem dois anos - em 2016 tem eleies para prefeito e vereadores - para fazer as mudanas prometidas para a populao.

    O Maca Esporte est de parabns pela passagem do grupo C para o grupo B, conquista aguardada com ansiedade, e obsessivamente perseguida por Mirinho e sua equipe. Agora, vai administrar o Estdio Claudio Moacyr. Vai ver, o ex-prefeito enxergou isso bem antes. Bola pra frente.

    O trnsito louco na cidade durante os horrios de rush de levar os motoristas a arrancar cabelos da cabea. s vezes, bom senso em algumas situaes, pode gerar satisfao. Mas se continuar olho por olho, dente por dente, vai demorar um pouco para a cidade andar a 30 km por hora".

    At domingo

    O sistema de estacionamento, aps a instalao de parqumetros, melhorou a oferta de vagas e deve ser ampliada para outros locais mais privilegiados, como por exemplo, a Imbetiba e periferia do Centro. Quem no quiser colocar moeda no cofrinho, pode adquirir o carto com os agentes.

    Grandes obras...

    Ainda mais

    Fazendo apenas um passeio no tempo, na dcada de 50, quando Elias Agostinho foi prefeito e rea-lizou uma srie de obras, inclusive a pavimentao de toda a Avenida Elias Agostinho, onde hoje est o en-dereo principal da Petrobras (nin-gum poderia imaginar isso), alm de cimentar todas as caladas uni-formizando o passeio pblico que era obrigao da prefeitura, marcou sua administrao. Com as mudan-as administrativas, porm, sempre dependente da indstria aucareira tendo como principais cones os engenhos de Carapebus e Quissa-m, no era to fcil administrar e, com um territrio de 2.055 km2 na ocasio, dinheiro com impostos era difcil, a ponto de os funcionrios aposentados, j na dcada de 70, fi-carem com o pagamento atrasado 11 meses, levando o ento prefeito Antonio Curvelo Benjamin, no seu ltimo mandato, enfrentar uma grande batalha poltica pela presso exercida pela Cmara Municipal. Ele no foi cassado, concluiu a gesto, e igual a Alcides Ramos, foi trs ve-zes eleito prefeito da cognominada

    Princesinha do Atlntico. Exata-mente no perodo em que o tambm lder poltico Claudio Moacyr, desde 1966, despontou, iniciando uma jor-nada de vitrias e de representao brilhante do municpio, se tornando um dos maiores parlamentares da histria fluminense. De l para c, com a ajuda dos royalties e a Petro-bras invadindo Maca por todos os lados (era a pressa de explorar petr-leo) as sucesses polticas comea-ram a ser arquitetadas sempre com o desafio de os candidatos eleitos e pretendentes, serem responsveis pela gesto de um oramento que este ano ultrapassa R$ 2,3 bilhes e, at 2017, pode chegar ou ultrapassar os R$ 3 bilhes. Bem, a administra-o est prometendo grandes obras j sonhadas h muito. Porm, so muitos os pequenos problemas que vo ficando esquecidos e os que mais incomodam a populao, como por exemplo, a acessibilidade, que vai fi-cando para trs. Quer dizer, o gestor tem que ter hoje um olho no futuro e outro no passado, porque so muitos os desafios que exigem status de es-tadista. Ser que podemos chegar l?

    Todos os atos vm sendo acom-panhados com lupa pelos ex-aliados e possveis adversrios que obser-vam em cada ao uma promessa. Mas, as grandes obras prometidas (algumas h muitos anos), con-tinuam desafiando as lideranas polticas que em cada eleio em-barcam nelas mas, at agora, quem tem experincia sabe que no ser a toque de caixa ou um simples passe de mgica que estaro acontecendo. Por exemplo, a to famosa promes-sa de mais gua para Maca, que exige investimentos altssimos, mas tambm mudanas no siste-ma, para no ficar igual So Paulo. Se continuar a ser executado ape-nas o atual sistema sem ampliar, teremos problemas srios e no vai demorar muito. A ponte sobre o Rio Maca, ou uma segunda pon-te para dar mobilidade ao trnsito dos lados norte-centro-sul da cida-de, que tambm no ser realizada em curto prazo, pois exige possveis desapropriaes. A duplicao da rodovia RJ-106, prioridade mxi-ma, de Rio das Ostras at a BR-101 (trevo dos 40) passando pelo Barre-to onde ser construdo (?) o novo terminal porturio, devendo ser acrescentada, ainda, a duplicao

    da RJ-168 - Maca-Glicrio, at a BR-101, de acesso regio serrana. A construo da Transporturia, ou arcovirio de Santa Teresa, pa-ra desviar o trnsito de carretas do Centro. Construo de uma nova pista de 2.100 metros no aeroporto de Maca. Alm disso, uma forte po-ltica pblica na rea habitacional que ainda vive dias de especulao e invases. Aes que possam fre-ar a sada de grandes empresas de petrleo responsveis pela per-furao, como vem acontecendo, desempregando grande nmero de pessoas. Salvo Christino ureo (PSD), no temos mais represen-tantes na Assembleia Legislativa e na Cmara dos Deputados, fican-do assim difcil atingir os objetivos das propostas polticas prometidas. Tudo bem que no prximo ano vo ser construdos mdulos de Upas em vrios bairros. Mas tem mui-to dinheiro saindo pelo ralo que o subsdio para as empresas de transporte coletivo para manter a passagem a R$ 1. Medida populista mas que no passa na goela do con-tribuinte em dia com seus impos-tos, alm de outros custos elevados. Enfim, vamos em frente, pois ainda resta a esperana.

    PONTADA

  • O DEBATE DIRIO DE MACA4 Maca, domingo, 16 e segunda-feira, 17 de novembro de 2014

    Opinio

    ESPAO ABERTO

    EDITORIAL FOTO LEGENDA

    Ganhou repercusso na cidade os nmeros apresentados no incio do ms, pela Controladoria Geral do Municpio, sobre o comprometimento de grande parte das receitas pblicas com o custeio da folha de pagamento.

    J foi aberta a temporada mais importante para o comrcio da cidade: o perodo de festas de fim de ano. Com a liberao das parcelas do 13 salrio, o setor prev um expressivo e necessrio crescimento das vendas. Aps a recesso criada pelos jogos da Copa do Mundo, recuperada parcialmente no perodo do Dia das Crianas, o setor varejista aposta em iniciativas adotadas pela Associao Comercial e Industrial de Maca (Acim), e no projeto de ornamentao elaborado pelo Fundo Municipal de Desenvolvimento Econmico (Fumdec), para atrair os consumidores.

    Nessa oposio articulada em que o Senador Acio Neves ter papel importante como seu lder principal, teremos talentosos parlamentares que lhe daro o suporte necessrio nas discusses que sero travadas a partir de janeiro prximo.

    Desafio dos nmeros

    Falta Arthur Virglio

    Mas o que est por detrs dos R$ 1,2 bilho que sero gastos neste ano com os vencimentos dos ser-vidores da cidade?Ao assumir o desafio de trans-

    formar esses recursos em verbas de investimento nos servidores, e no apenas em custeio da folha, o governo reconhece o desafio de otimizar a ges-to de recursos que somados alcan-am a abundncia de R$ 2,4 bilhes, como estimado para a arrecadao da prefeitura para 2015. Porm, erros do passado dificultam ainda mais a manipulao desses nmeros.Mais surpreendente que os R$ 1,2

    bilho foram os nmeros apresen-tados pela Controladoria referen-tes ao quantitativo de servidores efetivos que atuam atualmente na administrao. Hoje Maca possui um total de 13 mil profissionais que assumiram cargos na prefeitura aps concursos realizados ao longo dos ltimos 10 anos. Neste perodo, o nmero de servidores saltou de 5 mil para 15 mil, levando em consi-derao os cargos de assessoria e os contratados. evidente que Maca cresceu,

    a populao aumentou conside-ravelmente e as necessidades de intervenes do poder pblico tornaram-se ainda mais essenciais. Mas, o que se v hoje, que medidas adotadas apenas com cunho poltico e eleitoral afetam diretamente a ad-ministrao municipal atualmente.

    Ao longo desses 10 anos, alm do inchao de cargos efetivos, o governo manteve uma poltica de incorpora-es que geraram os chamados su-persalrios, vencimentos que supe-ravam o teto constitucional, chegam a atingir a casa dos R$ 60 mil. Alm disso, convocaes de aprovados em concursos foram feitas, no de acordo com a necessidade da administrao, mas sim pelo fato do apadrinhamen-to poltico de pessoas que participam da alta cpula da gesto local. bom destacar que a criao

    de vagas em concursos pblicos de extrema importncia para dar transparncia e paridade no acesso aos cargos ligados a administrao municipal. Porm, a realizao des-te processo de forma desenfreada pode at quebrar uma prefeitura rica como Maca.Com tudo isso, fica difcil manter

    o equilbrio entre o comprometi-mento do oramento com a folha e o teto previsto pela Lei de Res-ponsabilidade Fiscal. Dentro des-sa conta preciso incluir os 25% e 15% destinados aos investimentos em Educao e Sade, conforme determinao da Constituio. certo que Maca manter um

    ritmo de crescimento no processo de arrecadao de recursos. No en-tanto, para garantir equilbrio nos gastos, a administrao municipal ter um difcil dever de casa para os prximos anos.

    Alm de Acio, o PSDB ter as con-tinuaes de lvaro Dias, do Paran, de seu colega de chapa Aloisio Nunes Ferreira, de So Paulo, e as chegadas ao Senado Federal do ex-governador mineiro Antnio Anastasia e os expe-rientes Jos Serra e Tasso Jereissati que j foram Senadores e esto vol-tando ao cargo.

    Fora esses companheiros partid-rios, o Senador mineiro ter o apoio do Senador Jos Agripino, do DEM do Rio Grande do Norte, de Romrio, do PSB do Rio de Janeiro, do lder ruralista e agora Senador Ronaldo Caiado, do DEM de Gois, entre outros. No esquecendo que o PSB aumentou sua bancada no Senado de quatro para seis senadores, cuja ten-dncia fortalecer a oposio que ser apresentada de cara no incio do novo mandato de Dilma Rousseff. De lamentar o fim do mandato

    do Senador gacho Pedro Simon, do PMDB, que marcou poca com seus inflamados discursos proferidos du-rante sua permanncia no Congres-so Nacional. Simon deixar, a partir de janeiro, a oposio rf e saudosa dos servios que ele prestava ao povo brasileiro. uma das coisas boas que a poltica produziu ao longo dos anos, tanto no Rio Grande do Sul, onde j foi Governador como no Senado onde sempre foi figura de destaque.Outra pea grandiosa que no est

    nos planos de colaborao de Acio no momento, o ex-senador Arthur Vir-glio, hoje exercendo o cargo de Prefei-to de Manaus. Virglio foi um baluarte do PSDB no Senado por longos anos e, hoje, por certo, fortaleceria a atu-ao de Acio Neves se l estivesse. Diplomata de carreira, sempre usou a tribuna com grande desenvoltura e coerncia poltica em favor das classes sociais de todas as origens. De qual-quer forma, Acio tem as vivncias polticas de Aloisio Nunes Ferreira, lvaro Dias, Jos Serra, Jos Agripi-no e Tasso Jereissati. Ter tambm as

    falas destemidas de Ronaldo Caiado e Romrio, dois parlamentares sem papas nas lnguas.A misso de Acio Neves aps a

    instalao do novo Congresso no pr-ximo ano das mais importantes no cenrio atual, vez que, representar 51 milhes de brasileiros que sufragaram seu nome confiantes numa mudana que acreditavam ser necessrias. Ago-ra, como o governo petista continuar, o Senador mineiro assume essa lide-rana de cobrana pelas reformas que so urgentes, pelo fim da corrupo e, em regime de urgncia, urgentssima, tudo pelo desenvolvimento do Pas.Como se v, a Presidente reeleita

    encontra-se sem saber o que ser de nossa economia, est pressionada por seus prprios aliados e, com isso, dever ter muita humildade para reconhecer seus erros ao manter um Ministro da Fazenda, Guido Mantega, que no d se-gurana alguma quando fala equivoca-damente sobre a pasta de sua responsa-bilidade. A Presidente teve seu mandato renovado e, a populao exige, que ela tambm se renove, mostrando habili-dade para usar dos recursos polticos de que dispe em prol do crescimento que est estagnado h muito tempo.A sorte dos brasileiros est lana-

    da, o Senador Acio Neves est com-prometido, comprometidssimo, de liderar a oposio na defesa daquilo que exps durante a campanha pre-sidencial e, nunca poder se esquecer de que necessrio sempre manter a viglia costumeira da democracia no Brasil. Alis, como sempre fez seu av e ex-presidente Tancredo Neves. O Brasil merece continuar em paz, no podemos nos dispersar.A responsabilidade poltica a

    grande virtude dos grandes lderes!

    Clio Junger Vidaurre cronista poltico e publica seus artigos em 11 jornais dirios e 16 semanrios do Estado do Rio de Janeiro.

    WA

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    EXPEDIENTE

    PAINEL

    GUIA DO LEITORPOLCIA MILITAR: 190POLCIA RODOVIRIA FEDERAL: 191SAMU - SERV. AS. MED. URGNCIA: 192CORPO DE BOMBEIROS: 193DEFESA CIVIL: 199POLCIA CIVIL - 123 DP: 2791-4019DISQUE-DENNCIA (POLCIA MILITAR): 2791-5379DELEGACIA DE POLCIA FEDERAL (24 HORAS): 2796-8330DEL. DE POL. FEDERAL (DISQUE DENNCIA): 2796-8326DEL. DE POL. FEDERAL (PASSAPORTE/VISTO): 2796-8320DISQUE-DENNCIA (CMARA DE MACA): 2772-7262HOSPITAL PBLICO MUNICIPAL: 2773-0061AMPLA: 0800-28-00-120CEDAE: 2772-5090PREFEITURA MUNICIPAL: 2791-9008DELEGACIA DA MULHER: 2772-0620GUARDA MUNICIPAL: 2773-0440ILUMINAO PBLICA: 0800-72-77-173AEROPORTO DE MACA: 2772-0950CARTRIO ELEITORAL 109 ZONA: 2772-9214CARTRIO ELEITORAL 254 ZONA: 2772-2256CORREIOS - SEDE: 2759-2405AG CORREIOS CENTRO: 2762-7527TELEGRAMA FONADO: 0800-5700100SEDEX: 2762-6438CEG RIO: 0800-28-20-205RADIO TAXI MACA 27726058CONSELHO TUTELAR I 2762-0405 / 2796-1108 PLANTO: 8837-4314CONSELHO TUTELAR II 2762-9971 / 2762-9179 PLANTO: 8837-3294CONSELHO TUTELAR III 2793-4050 / 2793-4044 PLANTO: 8837-4441

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    Agora vaiInfraestrutura tem sido a palavra de ordem nas negociaes entre os governos municipal e do Estado. Por Maca, a administrao municipal tem batido insistentemente na porta da gesto estadual com objetivo de consolidar projetos que at hoje ficaram apenas no imaginrio de antigos gestores e sonhadores de uma Maca melhor. A to esperada duplicao da Ponte da Barra pode verdadeiramente sair. Falta apenas a velha fora de vontade poltica.

    ndicesNmeros como os cerca de 80% do petrleo pro-duzido em todo o pas, a contribuio com 12% na produo do Produto Interno Bruto (PIB) do pas e a capacidade de gerar milhares de empregos so ndices comuns rotina da Capital Nacional do Petrleo. E eles devem ser a carta na manga do municpio ao cobrar tambm do governo fe-deral compromissos firmados antes do processo eleitoral. No custa nada lembrar: a implantao do transporte de cargas no Aeroporto de Maca.

    PortoO Fundo Municipal de Desenvolvimento Eco-nmico (Fumdec) e a equipe da Queiroz Gal-vo, empresa que representa o grupo empre-endedor por detrs do Terminal Porturio de Maca (Tepor), aguardam para os prximos dias o fim do processo de licenciamento prvio do projeto. A expectativa que ainda em 2014 o aval para a construo do porto seja liberado, abrindo assim o planejamento da execuo de obras que devem ser entregues em 2017.

    HabitaoDepois da tragdia enfrentada no dia 3 de de-zembro do ano passado, famlias que viviam em situao de risco no Morro de Sant'Anna devem receber no prximo ms as novas habi-taes, construdas pela prefeitura no Bosque Azul. Alm disso, o governo regulamenta a lei da compra assistida, que permite a compra dos imveis condenados pela Defesa Civil, permi-tindo assim que os proprietrios possam adqui-rir novas casas em locais seguros.

    CulturaA reurbanizao da orla da Praia dos Cavalei-ros tem proporcionado finais de semana mais alegres para muita gente na cidade. Alm dos equipamentos para exerccios fsicos, instala-dos no ponto prximo a restinga do Pecado e o parquinho com brinquedos feitos com material ecolgico, o espao contribui com a dissemi-nao da cultura local. J esto programadas apresentaes dos msicos da Lyra dos Cons-piradores e da Nova Aurora.

    ServioO Natal est chegando e muita gente em Maca no vai poder contar com preciso do servio dos Correios. Cada vez mais sucateado e precrio, o atendimento da empresa pblica tem deixado muito a desejar. Os usurios ainda reclamam no atraso na entrega de objetos postais e do no cumprimento dos prazos especficos para servi-os como o Sedex 10. Compras pela internet e o envio de um simples carto de fim de ano podem virar transtornos devido a essa ineficincia.

    CaroO reajuste do preo da gasolina torna ainda mais salgado o preo pago pelos motoristas no combustvel vendido nos pontos da cidade. Considerado como um dos mais caros do Es-tado, o valor do produto nas bombas afeta di-retamente uma srie de servios que so pres-tados na cidade, dentro da cadeia produtiva do petrleo. Para economizar, tem gente que vai deixar o carro em casa, utilizando o transporte pblico. Vai encarar?

    CicloviasComemoradas por ciclistas e desrespeitada por motoristas, as ciclovias e ciclofaixas criadas pelo municpio entre 2013 e este ano j pre-cisam de manuteno. que trechos desses espaos, situados principalmente na regio da Praia dos Cavaleiros, acaba sendo utilizado como estacionamento e ptio de descarrega-mento de materiais utilizados em canteiros de construo de novos prdios. O problema pode ser flagrado diariamente na rua Valparaso.

    guaFalando nas obras, muita gente que pratica atividades fsicas nas areias da Praia dos Ca-valeiros tem se assustando com o rastro dei-xado pelo despejo constante de gua no local, atravs do escoamento feito por galerias de guas pluviais. A origem do vazamento in-dicada por pessoas como sendo em canteiros de novos prdios, onde ocorre a drenagem de guas durante o processo de escavao para a construo da base dos novos prdios.

    NOTA

    Profissionais da Amvisa-Maca participam de XI Frum Internacional dos Especialistas em Vigilncia Sanitria

  • O DEBATE DIRIO DE MACA Maca, domingo, 16 e segunda-feira, 17 de novembro de 2014 5

    PolciaCRIME

    PM apresenta nova arma no combate ao crimeO novo dispositivo um quadriciclo que dinamiza o patrulhamento nas ruasThuany Mottathuany@odebateon.com.br

    Desde o incio da ltima semana, a Polcia Mili-tar entregou popula-o mais uma ferramenta que auxiliar no combate prtica de crimes em Maca. Trata-se de um triciclo adaptado para percorrer pontos do centro da cidade, especialmente a rea comercial que abrange o cala-do e as ruas adjacentes, todos os dias, exceto aos domingos, das 10h s 22h. Anteriormente utilizado nas

    aes que compunham o trfe-go de policiamento nas areias das praias, o quadriciclo ficou por cerca de dois meses em uma oficina para receber as mudanas necessrias, a fim de tornar possvel o seu uso em solo rgido como no asfalto e em caladas. Ele foi posto em circulao

    no incio da semana passada, e foi resultado das anlises organizadas pelo Plano Geral de Policiamento, coordenado pelo Setor de Inteligncia da Polcia Militar. Outro disposi-tivo oriundo do mesmo plane-jamento foi a criao do Grupo de Aes Tticas, o GAT, desde

    WANDERLEY GIL

    Alm do quadriciclo, o agente tambm utiliza um rdio comunicador

    ndice de criminalidade se mantm abaixo das metas aceitveis

    METAS

    E a Polcia Militar conti-nua mantendo o bom ritmo nos nmeros registrados da criminalidade nos seis mu-nicpios abarcados pelo 32 BPM. At a primeira quinzena de novembro, a mdia de de-litos cometidos por dia ficou abaixo se comparada a todo o perodo do ms anterior.Segundo a PM, at o dia 15,

    os trs fatores ordenados co-mo critrio de avaliao, sen-

    O clculo tem por base os nmeros de crimes da primeira quinzena do ms

    do eles a letalidade, o roubo de rua e o roubo a veculos, apre-sentaram, respectivamente, um ndice de 0,4%; 2,93% e 1,6%. Em outubro, esses n-meros eram de 0,61% para le-talidade; 3,93% para os roubos de rua e de 1,64% para roubos a veculos. Este resultado provm de

    um planejamento implemen-tado pelo comando do bata-lho, que o assumiu h pouco mais de trs meses. Aes de patrulhamento preventivo ostensivo nas comunidades responsveis por abrigar a venda de drogas; fiscalizao de veculos em variados pon-

    tos dos municpios; monito-ramento das atividades cri-minosas por meio dos setores de inteligncia, entre outros, tm contribudo efetiva e di-retamente para a exposio deste cenrio.De acordo com o coman-

    do do 32 BPM, a inteno que se sucedam, ao fim de no-vembro, os mesmos efeitos obtidos nos ltimos meses. Conseguir manter as metas abaixo do que considerado aceitvel pela Secretaria de Segurana Pblica o nosso maior objetivo. E precisamos nos atentar que, para continu-ar assim, no podemos relaxar

    setembro deste ano. Segundo o coronel Jorge Fer-

    nando Pimenta, comandante do 32 BPM e principal res-ponsvel pelo projeto, o intui-to que demandou esta prtica foi a necessidade de se impor um maior dinamismo ao poli-ciamento praticado nas zonas comerciais, que requerem ver-satilidade e rapidez. O cala-

    metade do calado. Como prova do bom aprovei-

    tamento do dispositivo, ainda na tera-feira (11), quando foi colocado para circular pela pri-meira vez, um homem suspeito de ter furtado uma loja foi deti-do pela populao, e preso logo em seguida pelo agente que es-tava no veculo. O coronel Pimenta ressaltou

    do tem a caracterstica de no possuir passagens largas para veculos, e mobilizar viaturas para o patrulhamento na rea fazia com que no tivssemos tanta mobilidade. E os agentes a p no possuem tanta agilida-de como, s vezes, as situaes exigem que se tenha. O qua-driciclo consegue unir o til ao agradvel, tanto para ns,

    quanto para os transeuntes.O policial responsvel por

    promover o trabalho utilizan-do o veculo tem, alm da mo-bilidade, um rdio porttil de comunicao acoplado, que o mantm em contato, ininter-ruptamente, com os outros agentes distribudos pelo en-torno e com aqueles que fin-cam base no trailer situado na

    que esta nova ferramenta vem ao encontro da antecipao do reforo no efetivo por conta das festas de fim de ano. Ainda estamos em meados de novem-bro, mas j foi possvel se notar um aumento na quantidade de pessoas que circulam pelo co-mrcio. Se este fator cresceu, precisamos acompanhar este crescimento.

    DIVULGAO

    O veculo auxilia os policiais em motos e em duplas a p

    WANDERLEY GIL

    Atividades como blitz no trnsito tm ajudado na preveno de delitos

    ROUBO

    Carro roubado recuperado pela PM

    Um carro roubado h mais de quatro meses foi encontra-do por policiais militares em Rio das Ostras. De acordo com os agentes, o vidro dianteiro estava quebrado, o que refor-ou a tese de abandono.A ocorrncia aconteceu du-

    rante a madrugada de sexta-feira (14), quando em dilign-cia pelo bairro Jardim Bela Vista, a equipe da PM avistou o carro modelo Audi/A3, de cor prata, placa LSN - 1380/RJ, estacionado na Rua Belo Horizonte. Aps fazerem uma checagem no sistema, os po-

    O veculo havia sido levado por bandidos em julho

    liciais descobriram que o ve-culo tinha sido roubado em julho deste ano, na Estrada de Rio Dourado.

    Um reboque foi acionado e conduziu o veculo at a 128 DP, onde ficou apreendido aguardando percia.

    DIVULGAO

    O Audi estava com uma das janelas quebrada e parecia abandonado

    FURTO

    PM prende dois homens por invadir e furtar uma casa

    Tambm na madrugada de sexta-feira (14), sob a suspeita de terem invadido e saqueado uma residncia no Centro de Barra de So Joo, dois homens acabaram sendo presos pela PM. O mate-rial furtado foi encontrado com ambos. De acordo com os policiais,

    uma denncia de moradores dava conta de que os criminosos, de 28 e 30 anos, teriam invadido uma casa e estariam roubando os pertences em seu interior. Seguindo as informaes, uma viatura foi at o local e conseguiu

    O crime aconteceu em Barra de So Joo, e todo o material foi recuperado

    flagrar os suspeitos no meio da ao. Os suspeitos foram abordados

    e na revista, foram recuperados uma TV LCD, um botijo de gs, um aparelho de DVD e uma bomba de gua. O proprietrio

    do imvel compareceu delega-cia, para onde os homens foram levados, e reconheceu os objetos. Eles acabaram sendo autua-

    dos pelos crimes de furto re-sidncia e dano a patrimnio, permanecendo presos.

    DIVULGAO

    Os produtos levados foram reconhecidos pelo dono da casa

    em hiptese alguma. Como j venho dizendo, todos os tra-balhos sero mantidos, sem previso de trmino. O mto-do est funcionando positiva-mente, e isso o que importa destacou o coronel Jorge Fer-nando Pimenta. Vale lembrar que, por dois

    meses consecutivos, o bata-lho localizado em Maca tem ido contra o fluxo geral-mente promovido por outros setores da corporao. Caso o quadro no sofra alteraes, a tendncia que o fim de no-vembro permanea oferecen-do o mesmo ritmo de ndices criminais.

  • O DEBATE DIRIO DE MACA6 Maca, domingo, 16 e segunda-feira, 17 de novembro de 2014

    EconomiaQUESTODE JUSTIA

    Trabalhador s pode cobrar FGTS de 5 anos

    E agora, trabalhador?

    A Modulao Proposta

    O Plenrio do Supremo Tribunal Federal (STF) deci-diu esta semana pela incons-titucionalidade da regra que permitia que o prazo de pres-crio aplicvel cobrana de valores no depositados do Fundo de Garantia por Tem-po de Servio (FGTS) fosse de 30 anos, reduzindo o prazo prescricional em nada mais, nada menos do que 25 anos! O prazo prescricional agora de, no mximo, 5 anos.A deciso foi tomada num

    recurso interposto pelo Banco do Brasil contra uma deciso do Tribunal Superior do Tra-balho que seguiu a sua juris-prudncia pacfica fixada pela Smula 362: trintenria a prescrio do direito de re-

    clamar contra o no-recolhi-mento da contribuio para o FGTS, observado o prazo de 2 (dois) anos aps o trmino do contrato de trabalho.Esta Smula foi editada em

    2003, e o primeiro preceden-te jurisprudencial citado para sua construo data de 1978. O Superior Tribunal de Justia (STJ) mantinha igual enten-dimento consubstanciado na Smula 210, editada em 1998.O STF j havia dado deci-

    so semelhante antes, mas no num processo que tives-se repercusso geral, como acontece agora. Daqui para frente todos os tribunais e juzes de primeira instncia esto obrigados a seguir este entendimento.

    O depsito fundirio deve ser pago em conta prpria, mensalmente, na Caixa Econ-mica Federal pelo empregador. Como nem todo trabalhador se preocupa em acompanhar periodicamente a realizao desses depsitos, muitas vezes somente aps a sua resciso contratual pode ter a desagra-dvel surpresa de descobrir o inadimplemento total ou par-cial dos depsitos fundirios.Como dificilmente o traba-

    lhador ir cobrar do seu em-pregador a regularizao dos depsitos inadimplidos duran-te a vigncia do seu contrato de emprego, a tendncia que muitos trabalhadores sejam prejudicados com esta nova ju-

    risprudncia.Tal deciso judicial ir per-

    mitir que muitos trabalhadores sejam obrigados a abrir mo de cobrar os depsitos fundirios, com receio de perderem seus empregos, o que pode estimular a inadimplncia. O tempo dir se esta deciso

    servir para que os trabalhado-res fiquem mais atentos, acom-panhando e cobrando os seus depsitos, ou se servir to so-mente ao interesse dos empre-gadores inadimplentes.Ento no se deve perder

    tempo, quem tem conta fun-diria deve se cadastrar no site www.fgts.gov.br e acompanhar em tempo real seus depsitos.

    A deciso estabeleceu uma modulao para os seus efei-tos, fixando para aqueles cujo termo inicial da prescrio ocorra aps a data do presen-te julgamento, aplica-se, des-de logo, o prazo de cinco anos. Por outro lado, para os casos em que o prazo prescricional j esteja em curso, aplica-se o que ocorrer primeiro: 30anos, contados do termo inicial, ou 5 anos, a partir desta deciso.Ser considerado o menor

    prazo prescricional, ou 30 anos do marco inicial, ou cin-co, o que acabar antes. A nova regra ir valer apenas para as aes judiciais referentes aos depsitos efetuados a partir

    do dia 13 de novembro. As aes judiciais que j esto em andamento permanece-ro com o prazo prescricio-nal trintenrio.Para melhor compreenso

    da modulao da deciso, podemos exemplificar da se-guinte forma: caso j tenham transcorrido 28 anos do prazo prescricional, bastaro 2 anos para que a prescrio ocorra. Por outro lado se, na data da deciso do STF, j tenham transcorrido 22 anos do pra-zo prescricional, restariam to somente 5 anos para a propo-sio da respectiva ao de cobrana dos depsitos fun-dirios.

    ANDREA MEIRELLES colunaquestaodejustica@gmail.com

    A deciso que reduziu a prescrio em 25 anosO Ministro Relator, Gilmar

    Mendes, votou no sentido de alterar a jurisprudncia con-solidada, entendendo que o prazo de prescrio previsto na Lei 8.036/1990 e do artigo 55 do Decreto 99.684/1990 no era razovel, sustentan-do que se a Constituio Fe-deral prev um prazo menor, no poderia uma lei ordinria majorar tais prazos.A Constituio Federal dis-

    pe no artigo 7, inciso XXIX, que o trabalhador tem direito ao, quanto aos crditos resultantes das relaes de trabalho, com prazo prescri-cional de cinco anos para os trabalhadores urbanos e ru-rais, at o limite de dois anos aps a extino do contrato

    de trabalho.Desta forma, foi reconhe-

    cida a inconstitucionalida-de dos artigos 23, 5, da Lei 8.036/1990 e 55 do Regula-mento do FGTS aprovado pelo Decreto 99.684/1990, na parte em que ressalvam o privilgio do FGTS pres-crio trintenria, haja vista violarem o disposto no art. 7, XXIX, da Carta de 1988.Os Ministros Lus Rober-

    to Barroso, Luiz Fux, Car-men Lcia, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski se-guiram o voto do Relator e negaram provimento ao re-curso. J os Ministros Teori Zavascki e Rosa Weber vo-taram pela manuteno do prazo de 30 anos.

    CUSTO

    Custo de cesta bsica registra aumento em MacaNo acumulado de 2014, at outubro, aumento registrado de 6,25%

    Guilherme Magalhesguilherme@odebateon.combr

    Em outubro, o custo m-dio da cesta bsica indi-vidual medido pelo Die-ese/Sindipetro-NF atingiu R$ 281,53 em Maca, registrando um pequeno aumento de 0,02% em relao a setembro. Segundo

    o Sindipetro-NF, este foi o ter-ceiro ms consecutivo em que a cesta bsica apresentou eleva-o em seu preo no municpio, a ltima retrao foi em julho (cerca de 1,79% em relao a junho). Neste sentido, no ltimo ms

    o trabalhador que mora na ci-dade e possui o rendimento

    mensal de um salrio mnimo precisou trabalhar cerca de 85 horas e 33 minutos para ad-quirir os itens da cesta bsica individual. Seguindo esta lgi-ca, em setembro, o valor gasto com a cesta bsica represen-tou 42,27% do salrio mnimo lquido (R$ 666,08) deste cida-do, ou seja, aps os descontos

    NOTA

    O dlar fechou em alta pelo quarto dia seguido na sexta-feira (14), em meio a incertezas sobre como ser a poltica econmica no segundo mandato da presidente Dilma Rouseff. A cotao chegou a passar a barreira dos R$ 2,60 durante o dia

    da Previdncia Social.Na comparao mensal entre

    setembro e outubro, oito dos treze produtos pesquisados re-gistraram estagnao de preo. O maior aumento percentual

    do custo foi do po que atingiu 7,10%, seguido do leite e da banana que tiveram elevaes de preo de, respectivamente, 4,79% e 3,59%. Dentre os pro-dutos com preos menores, destacou-se a batata cuja va-riao negativa foi de 19,85%. Ao longo de 2014, o preo do tomate foi o que apresentou o maior aumento (23,05%), se-guido da banana (14,16%). O acar registrou a maior redu-o (-6,59%), logo frente do leo de soja (-5,80%). J na comparao estadual,

    o municpio do Rio de Janei-ro apresentou tambm uma elevao de 2,81% no mesmo perodo, atingindo o valor de R$ 336,10. J na comparao nacional, doze das dezoito capi-tais pesquisadas apresentaram expanso do custo da cesta b-sica, sendo quatro delas supe-riores a 3%: Curitiba (4,37%), Porto Alegre (3,96%), Campo Grande (3,93%) e Florianpo-lis (3,64%).Alm disso, a partir da cesta

    bsica mais cara que, em outu-bro foi novamente verificada na cidade de Florianpolis (R$ 353,18), o DIEESE calcula que o salrio mnimo necessrio pa-ra assegurar o suprimento das despesas com alimentao, mo-radia, sade, educao, vestu-rio, higiene, transporte, lazer e previdncia de uma famlia composta de quatro membros (dois adultos e duas crianas, conforme estabelece a Cons-tituio Federal), seja de R$ 2.967,07 (4,10 vezes o mnimo vigente de R$ 724,00).Na ltima semana, nos trs

    principais supermercados do Centro da cidade, o preo pe-lo quilo de dois dos principais itens da cesta bsica (feijo e arroz) variava respectivamen-te de R$ 3 a R$ 4,90 e R$ 2,50 a R$ 3,70 (em se tratando das marcas mais populares). A pesquisa tem como base

    trs das marcas mais populares em cada um destes trs merca-dos, levando em considerao o fluxo com que estas marcas costumam escoar para o con-sumidor final.

    WANDERLEY GIL

    Medidor calcula que o valor mnimo necessrio para assegurar o suprimento das despesas bsicas este ms seja 4 vezes maior que o salrio mnimo

    R$ 3,62Mdia de preo do Arroz branco

    R$ 4,75Mdia de preo do Feijo preto

    NMEROS

  • O DEBATE DIRIO DE MACA Maca, domingo, 16 e segunda-feira, 17 de novembro de 2014 7

    ALERGIA

    Cerca de 350 mil crianas sofrem com alergia protena do leiteProdutos sem leite no mercado no so encontrados com facilidadeLudmila Fernandesludmila@odebateon.com.br

    A lergia protena do leite de vaca (APLV) uma reao alrgica s pro-tenas presentes no leite de vaca ou em seus derivados. Isso ocorre porque assim que os be-bs nascem seu intestino ainda est imaturo e a ingesto dessas protenas pode desencadear um processo de inflamao no apa-relho digestivo. Apesar de maior incidncia da alergia em bebs e crianas com menos de trs anos, adultos tambm podem sofrer com o problema.Os sintomas mais comuns

    so: diarreia, priso de ventre, irritabilidade, refluxo, vmitos, vermelhido na pele, perda de peso, chiado, entre outros. O diagnstico da alergia ao leite de vaca feito por meio da ob-servao dos sintomas. Alguns exames podem ajudar, porm a nica maneira de saber se a criana tem ou no alergia ao leite de vaca fazer uma dieta de excluso do leite de vaca e seus derivados por um perodo mnimo de quatro semanas. O diagnstico no costuma

    ser dado com facilidade, antes disso, os pais costumam penar sem um parecer e com a crian-a sofrendo com os sintomas. Foi o que aconteceu com o fi-lho de Amanda Souza, Admi-nistradora. Amanda percebeu que havia

    alguma coisa errada quando Heitor estava com apenas um

    ms. Crises de choro e noites sem dormir fez com que ela bus-casse um diagnstico preciso sobre o que estava acontecendo.Segundo ela, somente aps

    trs meses, o diagnstico de APLV foi dado. Com isso, Aman-da e sua famlia tiveram que se adaptar nova realidade. Nestes

    DIVULGAO

    Amanda com seu filho Heitor, que sempre levou uma vida normal

    casos, so necessrias mudan-as radicais, tanto na alimenta-o, quando na esterilizao dos produtos usados pela criana que possui a alergia. No caso de Amanda, ela pre-

    cisou mudar completamente a sua dieta, j que seu filho era amamentado, alm da separa-

    o de todos os utenslios da criana, para evitar a conta-minao cruzada com outros alimentos. Buchas de cozinha e alguns eletrodomsticos foram separados para uso exclusivo da criana. preciso um cuidado extre-

    mo para que crianas diagnos-

    ticadas com APLV no tenham nenhum tipo de contato com leite ou seus derivados e mui-tas vezes, essa a dificuldade, j que muitos rtulos no dei-xam claro que h o ingrediente nas frmulas.Como a rotulagem no pa-

    dronizada no Brasil, os fabri-

    cantes colocam os ingredien-tes do jeito que bem entendem e muitas vezes em ingls, difi-cultando a identificao do lei-te e seus derivados.A Agncia Nacional de Vi-

    gilncia Sanitria (Anvisa) iniciou uma consulta pblica sobre rotulagem de alimentos, com a inteno de definir mu-danas nos rtulos de alimen-tos que contm ingredientes capazes de provocar alergia, como no caso do leite.Para Amanda, essa mudana

    facilitaria bastante a vida das famlias que possuem alguma criana com a APLV. J muito difcil encontrar

    alimentos livres de trigo, soja, leite e derivados e ainda nos esbarramos em rtulos que no so nada claros, a grande maioria. Sempre que fico na dvida, eu no compro. Essa mudana muito importante para que no acontea aciden-tes, o rtulo tem que ser claro. Contm ou no contm o pro-duto, disse Amanda.Quase sempre a APLV tem

    cura. Grande parte dos pa-cientes desenvolve tolern-cia ao alimento aps 2 anos de idade. Para verificar se houve este desenvolvimento de tolerncia, novos exames devero ser realizados a cada 6 a 12 meses. Portanto, seja paciente, apesar da dieta de excluso ser muito difcil, ela poder garantir a cura da do-ena e uma vida futura sem restries alimentares.

    Governo lana novo Guia Alimentar para brasileiros

    SADE

    O Ministrio da Sa-de (MS) lanou, na ltima segunda-feira (10), o novo Guia Alimentar para a po-pulao brasileira. A publi-cao uma atualizao da edio lanada em 2006, com o objetivo de ajudar os brasileiros a alcanarem uma alimentao saud-vel, saborosa e balanceada. A nova edio indica que a alimentao tenha como base alimentos frescos, co-mo frutas, legumes, carnes, entre outros e os minima-mente processados, como arroz, feijo e frutas secas, alm de sugerir que as pes-soas no consumam os ultra-processados, como macarro instantneo, salgadinhos de pacote e refrigerantes.De acordo com o Minist-

    rio da Sade, mais da metade da populao brasileira es-t acima do peso e a ideia prevenir enfermidades em avano, como o diabetes e a obesidade, alm de outras doenas crnicas como AVC, infarto e cncer. A publica-o tambm tem como in-tuito promover a sade e boa alimentao, combatendo a desnutrio no pas, que est em forte declnio.O Guia Alimentar traz in-

    formaes sobre preparo das refeies e sugestes para enfrentar a correria do dia a dia e conseguir manter um padro alimentar saudvel, mesmo com a falta de tempo e a falta de prtica na cozi-nha.De acordo com Thas Go-

    dinho, nutricionista, o Guia Alimentar pode e deve ser usado como um manual de

    Publicao informa cuidados e caminhos para a populao alcanar uma alimentao saudvel

    educao para alimentao saudvel.Se as pessoas e at mesmo

    os profissionais se utilizarem deste Guia para alterar hbi-tos e aprender lies com ele, de grande valia para popula-o, explicou Thas.O Guia orienta as pessoas

    a optarem por refeies ca-seiras e evitarem a alimen-tao em redes de fast food e produtos prontos que dis-pensam preparao culin-ria. Outras recomendaes so o uso moderado de le-os, gorduras, sal e acar ao temperar e cozinhar alimen-tos, e o consumo limitado de alimentos processados, utilizando-os, preferencial-mente, como ingredientes ou parte de refeies. Na hora da sobremesa, o ideal preferir as caseiras, dispen-sando as industrializadas.Thas acrescenta que

    preciso as pessoas se cons-

    cientizarem da atual situa-o da populao brasilei-ra. Muitos jovens j esto sofrendo com o sobrepeso e por isso recorrem a medi-das extremas, como uso de remdios e afins para ema-grecer, sendo que, na maio-ria dos casos, uma mudana nos hbitos alimentares e a prtica de atividades fsicas, podem ajudar a resolver. Redigido em linguagem

    acessvel, o Guia Alimentar se dirige s famlias direta-mente e, tambm, a profis-sionais de sade, educado-res, agentes comunitrios e outros trabalhadores cujo ofcio envolve a promoo da sade da populao.A verso impressa do do-

    cumento, com 151 pginas ilustradas, ser distribuda s unidades de sade de todo o pas, e a verso digital es-tar disponvel no portal do Ministrio da Sade.

    WANDERLEY GIL

    Mais da metade da populao est acima do peso

  • O DEBATE DIRIO DE MACA8 Maca, domingo, 16 e segunda-feira, 17 de novembro de 2014

    GeralNUPEM

    Francisco Esteves fala dos oito anos frente do NupemEle deixou na ltima sexta-feira o cargo de diretor da instituio e passa a atuar como vice-diretor ao lado do professor Rodrigo Nunes da FonsecaJuliane Reis Juliane@odebateon.com.br

    Dar vida a uma institui-o de ensino superior, caracterizado como um ncleo multidisciplinar de pes-quisas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), his-toricamente associado ao Ins-tituto de Biologia cujo principal objetivo estimular e fortalecer as atividades de pesquisa, ensi-no, extenso e desenvolvimento tecnolgico da UFRJ no campo das Cincias Biolgicas, nas Re-gies Norte, Noroeste, Serrana e Baixada Litornea do Estado do Rio de Janeiro e que atualmente vista como referncia no pas e no exterior na pesquisa, ensino e extenso. Sem dvida no uma tarefa fcil, mas foi possvel para o renomado cientista e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Francisco Esteves e seus amigos. E h 20 anos nascia o Ncleo

    em Ecologia e Desenvolvimento Socioambiental de Maca (Nu-pem), fruto de um sonho, um pro-jeto que comeou na dcada de 80 pela a iniciativa de pesquisadores do Laboratrio de Limnologia do Instituto de Biologia da UFRJ por meio de atividades cientficas nas lagoas costeiras de Maca. O tra-balho culminou na institucionali-zao Nupem (2005) e propiciou a criao do curso de Licenciatura em Cincias Biolgicas, o primei-ro curso de graduao da UFRJ fora da sede no Rio de Janeiro (2006).Nesta reportagem o profes-

    sor Francisco Esteves faz uma anlise dos oitos anos que ficou frente da instituio como di-retor. Ele ressalta que o Nupem uma unidade acadmica da UFRJ no interior do estado bastante consolidada e com indicadores positivos. Para se ter uma ideia,

    atualmente temos uma intensa produo cientfica, divulgada em peridicos internacionais e 82% dos docentes recebem apoio para projetos (Faperj, CNPq e outros). O Nupem trabalha exatamen-

    te com pesquisa da biodiversida-de (variedade de molculas pas-sando pelo organismo, populao animal e vegetal at a populao humana), conservao e o desen-volvimento socioambiental em uma regio com profundas e r-pidas transformaes motivadas pela economia do petrleo, onde os principais impactos esto em terra, ressaltou o professor fun-dador do Nupem.Ele conta que o Nupem se di-

    ferencia de outras instituies da UFRJ por meio da integrao. Geralmente na UFRJ cada rea do saber atua de maneira isolada, o que dificulta a integrao. E no Nupem diferente. Os Trabalhos so realizados de forma integra-da e articulada, tendo assim a possibilidade de trabalhar vrios temas, disse. De acordo com Esteves, uma

    das tarefas mais importantes ao longo dos oito anos frente da instituio foi a constituio do corpo docente e uma das maio-res dificuldades foi faz-los tra-balhar de forma integrada, mas conseguimos e hoje esse nosso grande diferencial com relao a outras unidades. Essa mistura de saber torna o Nupem uma insti-tuio rara. Temos no corpo do-cente profissionais qualificados, capacitados e comprometidos e que praticam cincia com paixo. Pois quando no tem paixo, tor-na-se burocrata. Temos conosco parasitologistas, ecologistas, pro-fissionais de sade coletiva, entre outros, o que possibilita promo-ver avanos cientficos conside-rveis, enfatiza.Uma das metas fundamentais

    foi equipar os laboratrios e criar

    WANDERLEY GIL

    Em entrevista equipe de redao de O Debate, o professor apontou as principais conquistas ao longo da gesto

    condies para se fazer pesquisas de ponta. Hoje essa meta j re-alidade e o Nupem atrai pesqui-sadores do mundo inteiro. Como, por exemplo, o curso de Biologia de Artrpodes Vetores que este ano contou com a participao de pesquisadores de diversos pontos do pas e internacionais, como Ar-gentina, Guatemala e Uruguai.

    FORTE INTEGRAO COM A SOCIEDADETemos uma forte integrao

    com a sociedade, em especial com a comunidade do Barreto. Costumo dizer que os muros do Nupem so apenas para proteger o patrimnio e no para barrar a entrada da populao, ressaltou Esteves.

    METAS Temos como meta fazer com

    que o Nupem subsidie polticas pblicas em Maca. E os traba-lhos j comearam. Um deles foi

    quando, em parceria com o Mi-nistrio Pblico Federal (MPF) e o Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade (ICMbio), fizemos o ordena-mento da pesca na Lagoa de Ca-rapebus. Por meio de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), profissionais da pesca de Carape-bus receberam a autorizao para executarem a atividade na lagoa da cidade.

    PREOCUPAO COM O RIO MACA Realizamos constantes pes-

    quisas no manancial que fonte de indstria e encontra-se atual-mente cada vez mais degradado. Dados que nos preocupam, pois a cidade rica em Petrleo pode vir em um futuro bem prximo a ter que importar gua. Medidas de-vem ser tomadas, pois a gua no municpio est diminuindo e no s em quantidade, mas tambm em qualidade. Lembrando ainda

    que a demanda est aumentando e a quantidade diminuindo.

    CURSOS OFERECIDOS Licenciatura em Cincias Bio-

    lgicas - Aprovado com conceito

    mximo 5Bacharelado em Cincias Biol-

    gicas - Aprovado com nota 4Mestrado e Doutorado em Ci-

    ncias Ambientais e Conservao - Aprovados com conceito 4

    NOTA

    Pas fechou 30 mil vagas formais em outubro, informa governo

    NUPEM

    Indicadores de produtividade

    INTENSA Produo Cientifica Divulgada em Peridicos Nacionais e Internacionais de Alto Impacto

    82% dos Docentes Receberam Apoio da FAPERJ, CNPq e outras agncias no ano 2014

    VRIOS Docentes Participam de INCT em vrios Estados Brasileiros

    VRIOS Docentes Mantm Cooperao Internacional

    Regular31% dos Docentes so Bolsistas

    de Produtividade CNPQ , FAPERJ e outras Agncias

    88% dos Docentes Participam de Programas de Ps-graduao

    VRIOS Docentes Participam de Corpo Editorial de Importantes Peridicos

    VRIOS Docentes So Consultores Ad Hoc de Agncias de Fomento

    CAMINHADA

    Inscries abertas para a Caminhada Energia FSMA 2014

    A Faculdade Salesiana Maria Auxiliadora de Maca (FSMA) est com as inscri-es abertas para a Cami-nhada Energia FSMA 2014, que ser realizada no dia 30 de novembro, domingo, com um percurso de 3 Km (sada e che-gada na Lagoa de Imboassica).As vagas so limitadas e os

    interessados devem fazer a inscrio na Tesouraria da Faculdade Salesiana Maria Auxiliadora, at o dia 21 de novembro, sexta-feira, ou at o preenchimento do nmero limite de vagas.No ato da inscrio, o parti-

    cipante deve preencher uma ficha, efetuar o pagamento de uma taxa no valor de R$ 15 e declarar aceitar todos os termos do regulamento, no qual assume total responsa-bilidade por sua participao no evento. A entrega do Kit da cami-

    As vagas so limitadas e os interessados devem fazer a inscrio na Tesouraria da instituio

    nhada acontecer nos dias 27 (quinta-feira) e 28 (sexta-fei-ra), na Secretaria da Faculda-de Salesiana Maria Auxiliado-ra, das 15h s 21h45min. No haver distribuio dos kits no dia e local do evento.A concentrao ser s

    7h30min na Lagoa de Imboas-sica (prximo aos quiosques).Mais informaes pelo e-

    mail secretaria@salesianama-cae.edu.br. O regulamento es-t disponvel no site da FSMA: www.salesiana.edu.br

    SERVIO

    Informaes

    CAMINHADA Energia FSMA 2014, que ser realizada no dia 30 de novembro, domingo

    AS vagas so limitadas e os interessados devem fazer a inscrio na Tesouraria da Faculdade Salesiana Maria Auxiliadora, at o dia 21 de novembro, sexta-feira

    MAIS informaes pelo e-mail secretaria@salesianamacae.edu.br

    Rede municipal segue com renovao de matrcula

    CHAPU

    Prazo para realizao do procedimento encerra no dia 28 deste ms e poder ser feita nas prprias instituies

    Ateno, pais, respon-sveis e alunos da rede mu-nicipal de ensino que desejam continuar na rede no prximo ano letivo. O prazo para reno-vao de matrcula segue at o prximo dia 28 nas prprias instituies onde os alunos es-to alocados. Segundo dados do municpio,

    a rede conta com 103 escolas municipais que atendem mais de 37 mil estudantes e os alunos das modalidades de Educao Infantil, Ensino Fundamental e Educao de Jovens e Adul-tos (EJA) devem renovar a matrcula na prpria unidade municipal em que estudam. Na oportunidade, devem atualizar os dados dos estudantes e em caso de pendncia de algum documento necessrio levar para renovao.De acordo com a Prefeitura, a

    renovao da matrcula o que assegura o aluno na vaga em

    uma unidade de ensino. No ha-vendo interesse em continuar em uma das unidades munici-pais, o pai ou responsvel deve comunicar oficialmente a desis-tncia da vaga durante este ms de novembro.J o processo de pr-matr-

    cula e matrcula da rede mu-nicipal de ensino ser devida-mente publicado em portaria no Dirio Oficial do Municpio. A distribuio das vagas e a alo-cao das pr-matrculas ser feita atendendo algumas prio-

    ridades como disponibilidade fsica de cada espao escolar e proximidade da residncia, con-forme determina a Lei Federal n 11.700/08.E os pais devem ficar atentos

    tambm porque nem todas as unidades oferecem at o 6 ano. Como o caso da Escola Muni-cipal Almir Francisco Lapa, no Parque Aeroporto que oferece apenas at o segundo ano do ensino fundamental, o que cor-responde at a primeira srie. Procurada pela redao do

    Jornal, a Prefeitura informou que, na unidade, a prioridade oferecer atendimento aos alunos do Pacto Nacional de Alfabetizao na Idade Certa (PNAIC). E que aps a conclu-so do terceiro ano de escola-ridade, os alunos so matricu-lados em escolas situadas nas adjacncias do prprio bairro. As opes de escolas prximas para alunos do Almir Lapa, se-gundo a Prefeitura, so Zelita Rocha e Oscar Cordeiro, ambas no bairro Aeroporto.

    KAN MNAHES

    J o processo de pr-matrcula e matrcula da rede municipal de ensino ser ainda publicado em portaria no Dirio Oficial do Municpio

  • O DEBATE DIRIO DE MACA Maca, domingo, 16 e segunda-feira, 17 de novembro de 2014 9

    BAIRROS EM DEBATE Piracema

    Comunidade carente cresce de maneira desordenada em MacaImpasse impede que melhorias em infraestrutura cheguem regio da PiracemaMarianna Fontesmarifontes@odebateon.com.br

    Com o custo de vida cada vez mais caro, conseguir uma moradia acaba sen-do um grande problema para milhares de brasileiros. Em Maca, com preo de imveis fora da realidade para muitas pessoas e aluguis caros nas reas centrais, muitos cidados acabam migrando para as zonas perifricas da cidade.O problema que muitas ve-

    zes essas reas so habitadas de maneira irregular e sem infra-estrutura, gerando um grande

    FOTOS KAN MANHES

    Prefeitura diz que preciso fazer remoo de famlias por ser uma rea particular

    Saneamento um sonho distanteO saneamento um direito

    assegurado pela ONU (Organi-zaes das Naes Unidas), que diz que isso fundamental para a reduo da pobreza, melhoria das condies de vida das pes-soas e para o desenvolvimento sustentvel. Na Piracema, isso parece

    estar longe de se tornar uma realidade. De acordo com os moradores, o esgoto todo depositado em fossas, que so limpas de vez em quando pela prefeitura. Quando a fossa fica cheia,

    a gente liga para prefeitura e precisa aguardar at que o ca-minho venha para coletar.

    Mesmo assim muitas vezes o servio deixa a desejar. O ideal seria que a comunidade fosse contemplada com saneamento, assim como vem sendo feito em lugares como a Nova Holanda e Nova Esperana, pontua Dona Lourdes.No bastasse o mau chei-

    ro, a exposio desse dejeto compromete a sade dessas pessoas, podendo vir a causar doenas. Alm disso, o esgoto contribui para diversos pro-blemas ambientais, entre eles, a poluio do lenol fretico. Ele tambm serve de criadou-ro para insetos, como mosqui-tos e tambm de ratos.

    O que diz a prefeituraSegundo a prefeitura, o

    municpio est em proces-so de estudo para a desa-propriao da rea que uma propriedade particu-lar. A Piracema faz parte do Subsistema Aeroporto, na qual as obras na Estao de Tratamento de Esgoto (ETE) tero incio em 2015 e as obras da rede em 2016. Piracema ser atendida pela PPP (Parceria Pblica Privada).Em relao ao proble-

    ma de zoonoses, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da Secretaria de Sade, ser encaminhado ao local na prxima sema-na para realizar as aes

    necessrias.A Prefeitura de Maca,

    por meio da Secretaria de Educao, informa que os alunos moradores da loca-lidade Piracema so devida-mente atendidos, principal-mente nas unidades munici-pais de ensino situadas nos bairros da Ajuda e Virgem Santa. Outros alunos tam-bm recebem atendimento em escolas localizadas no Centro e Botafogo. Os es-tudantes so transportados por meio de kombi, van, micro-nibus. Alm disso, eles recebem passe escolar gratuito para utilizarem nos coletivos que percorrem o municpio.

    problema social na cidade. Um exemplo disso a Piracema, co-munidade que cresceu s mar-gens da Linha Azul.A ltima visita do Bairros em

    Debate ao local aconteceu em se-tembro de 2012 e, desde ento, as melhorias continuam distantes da realidade de milhares de fam-lias. Os moradores vivem sem o mnimo necessrio para ter uma qualidade de vida. Entre os problemas esto a falta de sane-amento bsico e de rede de gua. Sem muitas perspectivas de

    uma vida melhor, as famlias contam que apenas so lem-bradas em pocas de campanhas eleitorais e aps este perodo, acabam sendo esquecidas pelos polticos. Se vocs pergunta-rem o que a gente precisa aqui dentro, a resposta tudo. No temos nada. A comunidade no conta com uma farmcia, um posto de sade, uma escola ou at mesmo gua encanada. Es-tamos esquecidos pelo poder pblico, conta Dona Lourdes de Souza, moradora h seis anos.

    gua uma raridade no bairroApesar de a poucos metros

    dali, na Linha Azul, a Cedae estar implantando tubulaes que ir beneficiar bairros como o Lagomar, a Piracema est longe de ser contemplada com a gua encanada. Atualmente, os moradores

    contam com trs opes: nove caixas d'gua comunitrias, que so abastecidas pela pre-feitura, poos artesianos ou caminhes-pipa, comprados com muito sacrifcio. Essa semana, o jornal O DE-

    BATE publicou uma reporta-gem falando sobre o drama de quem vive ali em relao a gua. H cerca de um ms fo-

    ram feitas denncias de que os caminhes que no apareciam pela comunidade voltaram a fazer o abastecimento, porm sem continuidade.A reclamao dos moradores

    permanece pela inconstante ida dos caminhes at a co-munidade. No existe um dia definido para o abastecimento e o comparecimento, que era semanalmente, tem variado bastante.De acordo com moradores, a

    quantidade de gua que dis-ponibilizada pelos caminhes-pipa, nunca foi suficiente para suprir a demanda. Porm, no deixa de ser uma ajuda para

    aqueles que conseguem encher seus baldes. Alguns moradores fazem uso

    da gua de poos artesianos para suprir as suas necessida-des. Porm, a gua insalubre e acaba no sendo til para o consumo.De acordo com a secretaria

    de Limpeza Pblica, o abaste-cimento da caixa d'gua ser reforado. J a Cedae ressalta que o rgo s pode fazer o abastecimento em reas onde tenha regularizao fundiria. O municpio diz que est em processo de estudo para a de-sapropriao da rea que uma propriedade particular.

    Se vocs perguntarem o que a gente precisa aqui dentro, a resposta tudo. No temos nada. DONA LOURDES, MORADORA

    Muitos moradores acabam sendo obrigados a comprar gua

    Comunidade no conta com rede de gua e nem de esgoto

    Lazer na rua O lazer um item fundamental

    para a sade, pois controla os n-veis de ansiedade e contribui com outros fatores psicolgicos e tam-bm fsicos. No caso de crianas e jovens, isso fundamental para o seu desenvolvimento.Em uma rea de vulnerabilidade

    social, manter as crianas ocupadas com atividades essencial para que elas no sejam atradas para a crimi-nalidade. Mas, infelizmente, a rua

    a nica opo para os moradores da Piracema. Ns precisamos de uma rea pa-

    ra aproveitar os nossos momentos de lazer. No s as crianas e jovens, mas os idosos tambm. No temos uma praa, que dir quadra ou par-quinho aqui dentro, o que faz uma grande falta, relata Lourdes.Quem concorda com isso Fran-

    cisco, que atualmente trabalha na comunidade, mas j morou no lo-

    cal. Criana aqui brinca na rua, sem nenhuma segurana. A situao do bairro precisa melhorar muito, pontua.reas de lazer so entendidas

    como todo e qualquer espao livre de edificao, destinado prioritaria-mente ao lazer, isto , uma rea para prtica de esporte, jogos e brincadei-ras. Esses pontos so utilizados pela populao para interao social e para distrao em momentos livres.

    Pavimentao e alagamentosAssim como acontece em outras

    reas da cidade, pavimentao algo que no existe na Piracema. Quem vive ali conta que essa situ-ao gera muitos transtornos para os moradores. interessante ressaltar que os

    investimentos feitos nessa rea no representam apenas melhorias na questo da acessibilidade no bairro, mas tambm reduo nos riscos sade pblica, promovendo, conse-quentemente, a melhoria na quali-dade de vida dos moradores.Quando chove, os alagamentos e a

    lama impedem a acessibilidade dos moradores e provocam prejuzos materiais. Aqui na rua principal a situao ruim, mas na parte mais baixa da comunidade sempre alaga. L muito pior, conta Francisco.J em dias de sol a poeira que ge-

    ra reclamaes. Essa situao acaba contribuindo com vrias doenas respiratrias e quem geralmente

    mais sofre so as pessoas alrgicas e as crianas. A poeira composta por partculas

    suspensas no ar, liberadas durante diversos tipos de aes. Quando ela inalada, as partculas maiores acabam ficando retidas nos pelos do nariz, no muco existente na tra-queia, brnquios e nos bronquolos. Contudo, as menores podem atingir

    outras partes do organismo, como, por exemplo, os pulmes. Pior que a lama a poeira. Ela in-

    comoda muito. Eu estou rouca e com a garganta ruim por conta disso. Meu marido, que usa balo de oxignio, o que mais sofre com essa situao. Fo-ra os transtornos para manter a casa e o nosso estabelecimento limpos, explica Dona Lourdes.

    Lama e poeira geram transtornos para quem vive ali

  • O DEBATE DIRIO DE MACA10 Maca, domingo, 16 e segunda-feira, 17 de novembro de 2014

    LEGISLAO AMBIENTAL

    Cientistas alertam sobre mudanas na legislao ambiental brasileiraO Brasil tem tido um crescente reconhecimento como lder mundial no combate destruio ambientalMartinho Santaf

    C ientistas do Instituto Na-cional de Pesquisas Espa-ciais (INPE) participaram de estudo internacional publi-cado pela revista Science esta semana, que alerta sobre os pe-rigos de eventuais mudanas em legislao ambiental brasileira.O artigo Brazils environmen-

    tal leadership at risk, que tem entre seus autores Luiz Arago e Andr Lima, pesquisadores da Diviso de Sensoriamento Re-moto do INPE, aponta que ecos-sistemas do Brasil, de importn-cia mundialmente reconhecida, podem estar ameaados se pro-postas para minerao em uni-dades de conservao e para o estabelecimento de hidreltri-cas, atualmente em debate no Congresso Nacional, seguirem em frente.Segundo os autores do estudo,

    as mudanas propostas podem representar uma sria ameaa para as reas protegidas, enfra-quecendo a posio interna-cional do Brasil como um lder ambiental.Uma das propostas consiste

    em um projeto de lei para abrir

    10% das reas de proteo inte-gral minerao. Em uma an-lise indita, a pesquisa mostra que, pelo menos, 20% da rea de todas as reservas estritamen-te protegidas e terras indgenas do Brasil coincidem com as re-as que foram oficialmente regis-tradas como de interesse para a minerao. Alm disso, muitos dos sistemas hdricos associados com reas protegidas sero in-fluenciados pela construo de grandes usinas hidreltricas. A sobreposio entre reas pro-tegidas e interesse mineral ou hidreltrico ocorre principal-mente na Amaznia.Nos ltimos anos, o Brasil

    tem tido um crescente reconhe-cimento como lder mundial no combate destruio ambiental. O pas conta com a maior rede de reas protegidas do mundo e avanos na governana am-biental contriburam para uma reduo de 80% na taxa de des-matamento na Amaznia bra-sileira durante a ltima dcada. No entanto, as novas propostas podem ameaar a reputao am-biental do Brasil.Nossa preocupao que,

    mesmo se propostas de mitigao

    forem efetivadas, estas tendem a ser muito simplistas porque no consideram os efeitos indiretos de megaprojetos. Esses projetos normalmente mobilizam milha-res de trabalhadores e levam a um rpido crescimento da popu-lao local. Isto, combinado com

    novas estradas e vias de acesso, uma receita para o surgimento de novas fronteiras de desmata-mento, alerta Arago.A soluo, segundo os autores

    do estudo, inicialmente cons-cientizar que manter as funes ambientais, atravs da preser-

    vao de ecossistemas nicos, parte do desenvolvimento e no um empecilho. Segundo, ter a garantia por parte dos tomadores de deciso que as iniciativas de desenvolvimen-to sejam sujeitas a uma anlise tcnica de custo-benefcio, so-

    cialmente inclusiva e de longo prazo, baseada em evidncias cientficas que comparem os potenciais impactos ambien-tais e sociais contra opes al-ternativas de desenvolvimento, para garantir o cumprimento da Constituio Federal.

    DIVULGAO

    O pas conta com a maior rede de reas protegidas do mundo e avanos na governana ambiental contriburam para uma reduo de 80% na taxa de desmatamento na Amaznia brasileira durante a ltima dcada

    Lei da biodiversidadeSem acordo entre deputados,

    representantes do governo, cien-tistas, setor produtivo e comu-nidades tradicionais, o polmico projeto que prope a criao da Lei de Acesso ao Patrimnio Gentico da biodiversidade (PL 7735/14) vai continuar trancando a pauta do Plenrio da Cmara dos Depu-tados.A votao do relatrio, cujos

    termos foram discutidos ontem, foi adiada mais uma vez pela falta de consenso sobre o pagamento de royalties dos recursos da biodiver-sidade e a porcentagem de at 1% relacionada repartio de benef-cios financeiros a povos indgenas e de comunidades tradicionais - de-tentores de conhecimentos asso-ciados diversidade biolgica.Mesmo reconhecendo avanos

    de pontos da proposta e a impor-tncia da aprovao do texto para o desenvolvimento da rea de cin-cia, tecnologia e inovao (CT&I) do pas, a presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci-ncia (SBPC), a biomdica Helena

    Nader, ao participar da comisso geral da Cmara, recomendou mudanas no texto.A presidente da SBPC voltou a

    defender, por exemplo, a partici-pao de todas as partes envolvidas no projeto - como pesquisadores, comunidades tradicionais e indus-triais - no Conselho de Gesto do Patrimnio Gentico (CGEN), com direito a voz e voto - para assegu-rar o controle social sobre uso do patrimnio gentico. O conselho vinculado ao Ministrio do Meio Ambiente (MMA).Segundo Helena, fundamental

    buscar o consenso, considerando que o conhecimento tradicional relacionado biodiversidade de uso comum do povo brasileiro e a explorao da diversidade biolgi-ca tem de ser de forma sustentvel.Ela defendeu ainda o direito de

    participao direta de povos ind-genas e de comunidades tradicio-nais distribuio dos benefcios oriundos dos conhecimentos tradi-cionais associadas biodiversida-de, sem precisar de intermedirios.

    Parlamentar recomenda cautela na aprovao da matriaConcordando com tal po-

    sicionamento, o deputado fe-deral Paes Landim (PTB/PI), advogado e professor de Direi-to da Universidade de Braslia (UnB), recomendou cautela na aprovao da matria e pediu para a Casa levar em conside-rao a posio da SBPC. A posio da SBPC foi precisa. No h a menor dvida de que necessrio ouvir todas as par-tes interessadas.Agricultura familiar - A pro-

    motora de Justia do Minist-rio Pblico de Braslia, Juliana Santilli, disse que pontos do PL contrariam normas internacio-nais ratificadas pelo Brasil, pelo fato de no incluir a agricultura familiar na reparticipao dos benefcios provenientes da biodiversidade. importante que a reparticipao dos bene-

    fcios inclua no apenas povos indgenas e de comunidades tradicionais, mas tambm os agricultores familiares.J o presidente do Conselho

    Nacional das Populaes Extra-tivistas, Joaquim Belo, membro de instituies de comunidades de povos tradicionais, se disse indignado diante do fato de o debate sobre o PL ter ignora-do a agricultura familiar e co-munidades tradicionais, dentre outros. evidente que houve um debate amplo com diversos segmentos, mas os segmentos que representam o princpio dessa cadeia foram ignorados, atestou.Apesar de reconhecer a im-

    portncia do projeto para o de-senvolvimento nacional, Belo destaca no ser razovel apro-var uma lei que v prejudicar

    tais segmentos. Precisamos de um tempo para discutir o projeto.Com opinio semelhante,

    o advogado do Instituto So-cioambiental (ISA), Mauricio Guetta, disse que as comuni-dades tradicionais e os povos indgenas so as partes mais fracas desse elo. Segundo ele, a excluso desses povos nos de-bates sobre um projeto de lei relacionado biodiversidade viola a Conveno 169 da Orga-nizao Internacional do Tra-balho (OIT). Ele criticou ainda o teto do percentual de 1% pa-ra a distribuio dos benefcios que, segundo ele, foi decidido sem o aval desses povos.Embora o PL tenha sido en-

    caminhado pelo Executivo em regime de urgncia, deputados do prprio PT pediram cau-

    tela na aprovao do texto, na tentativa de atender tambm aos anseios das comunidades tradicionais e da agricultura familiar. Um deles foi Afonso Florence (BA) que pediu apro-fundamento do debate, para que as comunidades tradicio-nais possam ser ouvidas.Em outra frente, o presiden-

    te da Fiocruz, Paulo Gadelha, disse que o PL representa um avano considervel para o Brasil, por permitir o uso sus-tentvel da biodiversidade, com reparticipao justa dos bene-fcios. Segundo ele, de extre-ma importncia para a Sade brasileira o acesso da acade-mia cientfica biodiversidade brasileira. Segundo disse, 50% das drogas no mundo so de origem biolgica e derivadas da biodiversidade.

    Mudanas climticas aumentam em 50% ocorrncia de relmpagosOs raios podem iniciar in-

    cndios florestais e at matar, uma ameaa que corre o risco de aumentar com as mudanas climticas que, segundo cien-tistas, faro crescer a ocorrn-cia de relmpagos em 50% at o fim do sculo. O estudo de cientistas ame-

    ricanos, publicado na revista cientfica americana Science, se baseia em medies de pre-cipitao e flutuabilidade das nuvens, aplicadas a 11 diferen-tes modelos climticos que es-timam quo quente o planeta poder ficar em 2100.Com o aquecimento, as

    tempestades eltricas ficaro mais explosivas, afirmou o cli-matologista David Romps, da Universidade da Califrnia, em Berkeley.O aquecimento aumenta a

    concentrao de vapor dgua na atmosfera e, se voc tem mais combustvel em volta, quando a ignio ocorre, pode ser das grandes, comparou.Estimativas anteriores de

    como os relmpagos seriam afetados pelo aumento das temperaturas usaram tcnicas indiretas, sem ligao direta com as precipitaes.O resultado foi uma faixa

    variando de 5% a 100% mais raios para cada grau Celsius

    de elevao.O estudo atual se baseou na

    energia disponvel para fazer subir o ar na atmosfera, com-binada com as taxas de preci-pitao.A energia potencial dispon-

    vel para conveco (ou CAPE) medida por radiossondas, instrumentos colocados a bor-do de bales meteorolgicos.

    A CAPE uma medida de quo potencialmente explosi-va est a atmosfera, explicou Romps.Ns achamos que o produto

    da precipitao e a CAPE aju-dariam a prever (a ocorrncia de) raios, continuou.Usando dados do Servio

    Meteorolgico dos Estados Unidos, os cientistas desco-

    briram que possvel prever 77% da incidncia da descarga eltrica conhecendo as taxas de precipitao e CAPE.Quando os parmetros fo-

    ram aplicados nos modelos climticos, os cientistas desco-briram que cada grau Celsius a mais na mdia global da tem-peratura do ar pode represen-tar cerca de 12% mais quedas

    de raios.Se as temperaturas aumen-

    tarem quatro graus Celsius at o fim do sculo, isto repre-sentaria um aumento de quase 50% na queda de raios.A ocorrncia de raios em

    todo o mundo hoje de 25 mi-lhes ao ano.Mais raios devem aumentar

    os riscos para as pessoas - que

    so feridas ou at mesmo mor-tas quando atingidas - e ter um efeito devastador em florestas e espcies animais e vegetais, pois uma maior ocorrncia de raios poderia provocar mais incndios em reas de mata seca, matando aves e outras criaturas silvestres, bem co-mo ameaando as pessoas que vivem perto.

  • O DEBATE DIRIO DE MACA Maca, domingo, 16 e segunda-feira, 17 de novembro de 2014 11

    MERCADO

    Halliburton em negociaes para adquirir Baker Hughes

    Halliburton est em ne-gociaes para comprar rival gigante dos servios de campos de petrleo Baker Hughes. A proposta de aquisio foi con-firmada na quinta-feira (13).O jornal no mencionou um

    possvel preo de aquisio. Porm, estima-se que a nego-ciao possa ser fechada em US$ 75 bilhes. Se um acordo fosse alcanado, seria uma das maiores no setor de energia nos ltimos anos.A Baker Hughes, que tem um

    valor de mercado de 26,1 bilhes de dlares, viu o preo da ao chegar a 58,98 dlares aps a notcia desta quinta-feira (13).As aes da Halliburton,

    que tm um valor de 46.770 milhes de dlares no merca-do, subiram cerca de 1% para 53,79 dlares no fechamento do prego regular.

    Se o negcio se concretizar, seria uma das maiores ofertas de energia nos ltimos anos

    Ambas as empresas atuam na produo de petrleo em servios de operaes de perfu-rao. As companhias tambm possuem bases em Maca por atuarem na Bacia de Campos.Baker Hughes tem 61 mil fun-

    cionrios em mais de 80 pases e um fornecedor lder no campo petrolfero de servios, produ-tos, tecnologia e sistemas para a indstria de petrleo e gs na-tural global.A notcia da possvel aquisi-

    o vem na sequncia de uma queda acentuada dos preos do petrleo ao longo dos lti-mos meses, e em um momento em que perfuradores de pe-trleo podem estar conside-rando um corte na produo. Na quinta-feira, os preos do petrleo caram abaixo de US$ 75 o barril pela primeira vez em quatro anos.Em setembro, a Halliburton

    concordou em pagar 1.100 mi-lhes de dlares para encerrar os processos relacionados com o Golfo do Mxico, derrama-mento de leo em 2010 que custou 11 vidas.

    DIVULGAO

    Baker Hughes Base de Maca, no bairro Lagomar

    LEGISLATIVO

    Presidente da Cmara convida populaoa participar de Audincia sobre oramentoReunio acontecer na prxima tera-feira (18) no Palcio Natlio Salvador Antunes

    Com objetivo de garantir transparncia e de regis-trar propostas de mora-dores de bairros, comunidades e distritos da cidade, para serem implementadas pela adminis-trao municipal no prximo ano, a Cmara de Vereadores realizar na tera-feira (18) a Audincia Pblica que debater as diretrizes da Lei Orament-ria Anual (LOA) de 2015.Principal instrumento de ges-

    to municipal, que prev a dis-tribuio dos recursos pblicos previstos para serem arrecada-dos ao longo do prximo ano, o projeto que institui a LOA de 2015 j est em tramitao na Cmara desde o ms passado. A proposta prev as me-

    tas de apl icao dos R$ 2.422.549.000,00 estimados como total do oramento do prximo ano. O presidente da Cmara de Vereadores, Dr. Edu-ardo Cardoso (PPS), destacou a importncia da participao da populao na Audincia.Os vereadores j realizam o

    trabalho de anlise do projeto encaminhado pelo Executivo. Temas que debatemos ao longo do ano tambm sero ponde-rados na apreciao da Lei. No entanto, sempre importante a colaborao da populao, atravs da participao dessa Audincia, que passa a ser um dos principais instrumentos de-mocrticos de integrao entre os poderes Executivo e Legis-lativo junto a nossa sociedade,

    destacou Dr. Eduardo.A reunio est marcada para

    as 17h no plenrio Naci Salim Slem, do Palcio Natlio Sal-vador Antunes, a nova sede do Legislativo, situada na Virgem Santa.A Audincia Pblica a fase

    mais importante de discusso da Lei Oramentria. E atravs dela os vereadores podero pro-por melhorias no projeto enca-minhado pelo governo, disse Dr. Eduardo.Com base nas propostas que

    sero apresentadas pela popu-lao na Audincia, os 17 vere-adores que compem a atual legislatura da Cmara podero apresentar emendas, modifica-

    tivas e aditivas, ao projeto origi-nal do governo.As emendas podem reforar

    recursos para programas e pro-jetos de atendimento popula-o, destinar verbas para a rea-lizao de obras, construo de unidades de educao e sade, ou auxiliar o governo a aplicar os recursos pblicos de forma mais integrada aos anseios da populao, explicou o lder da bancada governista na Cmara, Julinho do Aeroporto.

    LEI APRONTA CRESCIMENTO NO ORAMENTO

    Ao prever um oramento total de mais de R$ 2,4 bilhes

    para o prximo ano, o governo municipal estima um cresci-mento de cerca de R$ 180 mi-lhes na arrecadao de Maca, entre 2014 e 2015.A base desta estimativa es-

    t na ampliao dos recursos prprios gerados pelas fontes oriundas na incidncia de taxas como o Imposto Sobre Servios (ISS), assim como do Imposto Predial Territorial Urbano (IP-TU) e o Imposto sobre a Trans-misso de Bens Imveis (ITBI), fontes cuja arrecadao dever crescer a partir da aplicao da reviso da planta genrica de valores dos imveis da cidade.A Lei Oramentria Anual

    (LOA) construda com base em dados gerados por trs se-tores importantes da adminis-trao municipal: as secretarias municipais de Fazenda e Plane-jamento, alm da Controladoria Geral do Municpio. A elaborao das diretrizes

    de distribuio dos recursos estimados tambm deve seguir regras estipuladas pela Consti-tuio Federal, que determina a aplicao de 25% e 15% do total de receitas prprias na Educa-o e Sade, respectivamente.J os recursos dos royalties

    do petrleo e da Participao Especial (PE) na produo do leo bruto e gs natural so di-recionados a investimentos em infraestrutura da cidade, setor que registra os maiores impac-tos gerados pelas atividades da cadeia produtiva do petrleo.

    WANDERLEY GIL

    Audincia Pblica ser realizada no plenrio do Palcio Natlio Salvador Antunes na tera-feira (18)

  • O DEBATE DIRIO DE MACA12 Maca, domingo, 16 segunda-feira, 17 de novembro de 2014

    Opinio

  • O DEBATE DIRIO DE MACA13 Maca, domingo, 16 segunda-feira, 17 de novembro de 2014

    FACULDADE PROFESSORMIGUEL NGELO

    DA SILVA SANTOS - FeMASSPROCESSO SELETIVO PARA ACESSO AOS CURSOS DE GRADUAO EM

    ADMINISTRAO, ENGENHARIA DE PRODUO E SISTEMAS DE INFORMAO

    EDITAL N 15 - 2014

    A Direo da Faculdade Professor Miguel ngelo da Silva Santos - FeMASS - mantida pela FundaoEducacional de Maca - FUNEMAC, sediada na Rua Alusio da Silva Gomes, 50 Granja dos Cavaleiros, nacidade de Maca, torna pblico o presente Edital contendo as normas e procedimentos necessrios realizao do Processo Seletivo para acesso aos Cursos de Graduao em Administrao (AD),Engenharia de Produo (EP) e Sistemas de Informao (SI) para 2015, 1 e 2 semestres, em horrionoturno, com incio das aulas previsto, respectivamente, para fevereiro e agosto de 2015, em conformidade com a Lei Federal n 12.711/2012, o Decreto n 7.824/2012 e a Portaria Normativa n 18/2012.

    1. DO PROCESSO SELETIVO

    1.1 A realizao do Processo Seletivo de que trata este Edital est a cargo da Comisso de Organizao dosProcessos Seletivos (CPS), vinculada Faculdade Professor Miguel ngelo da Silva Santos - FeMASS e Fundao Educacional de Maca FUNEMAC, sob assessoria tcnica especializada da Empresa MSCONCURSOS, observadas as seguintes condies:

    1.2 Os resultados deste processo sero vlidos apenas para o preenchimento das 300 (trezentas) vagas,sendo 150 (cento e cinquenta) para cada semestre de 2015, distribudas por cada curso, de acordo com o presente Edital.

    1.3 Podero concorrer s vagas descritas no item 1.2, deste Edital, o candidato que atender a uma das seguintes situaes:

    I. ter feito uma das provas do Exame Nacional do Ensino Mdio - ENEM, a partir do ano de 2011, podendo ser escolhida a maior pontuao obtida e ter obtido mdia igual ou superior a 50% (cinquentapor cento) do resultado, em cada uma das reas de Conhecimento no ENEM, inclusive a nota daRedao.

    II. ter concludo ou estar regularmente matriculado na 3 srie do Ensino Mdio, ou equivalente, com previso de concluso no 2 semestre de 2014.

    1.4 O processo seletivo para ingresso nos cursos de graduao da FeMASS ser realizado em uma nica fase, com Prova Objetiva de carter ELIMINATRIO e Prova de Redao de carter ELIMINATRIO e CLASSIFICATRIO.

    1.4.1 O candidato inscrito pelo critrio ENEM que venha a ser classificado dentro das vagas oferecidas no ser submetido a nenhuma das provas deste Processo Seletivo.

    1.4.2 O candidato inscrito pelo critrio ENEM, que no se classificar dentro das vagas oferecidas, dever submeter-se s provas do processo seletivo, DESDE QUE DEVIDAMENTE INSCRITO PARA AS DEMAIS VAGAS, observando as Vagas Reservadas e a Ampla Concorrncia.

    1.4.3 S sero corrigidas as redaes dos candidatos que obtiverem, no mnimo, 50 (cinquenta) pontos doresultado final da Prova Objetiva.

    1.4.4 Ser eliminado o candidato que no atingir 20% (vinte por cento) de acertos em cada rea de Conhecimento na Prova Objetiva.

    1.4.5 Ser eliminado o candidato que no obtiver, no mnimo, o total de 50 pontos na Prova de Redao.

    1.5 O candidato que, no ato da confirmao de matrcula, no apresentar o Certificado de Concluso do Ensino Mdio ou documento equivalente perder o direito vaga na FeMASS.

    1.6 O Edital contendo todas as regras do referido Processo Seletivo, na ntegra, est publicado nos endereos eletrnicos www.femass.edu.br, www.macae.rj.gov.br e www.msconcursos.com.br, onde poder ser baixado GRATUITAMENTE pela populao em geral.

    1.7 Os itens deste Edital podero sofrer eventuais alteraes, atualizaes ou acrscimos, enquanto no consumada a providncia ou evento que lhes disser respeito, at a data da prova, circunstncia que ser mencionada em Edital ou Comunicado Pblico a ser publicado nos endereos eletrnicos www.femass.edu.br, www.macae.rj.gov.br e www.msconcursos.com.br.

    2. DO SISTEMA DE COTAS-VAGAS RESERVADAS

    2.1 Do total de vagas definidas no item 1.2 deste Edital sero reservadas 50% (cinquenta por cento) das vagas, por curso, para estudantes que tenham cursado integralmente o ensino mdio em escolas pblicas, em atendimento Lei Federal n 12.711 de 29/08/2012, ao Decreto n 7.824 e Portaria Normativa n 18, ambos de 11/10/2012.

    VAGAS DO 1 E 2 SEMESTRES DE 2015

    CURSO TURNO RESERVADAS AMPLA

    CONCORRNCIA TOTAL ORIUNDOS DE ESCOLAS PBLICAS Autodeclarados No declarados ENEM DEMAIS CANDIDATOS

    AD Noturno 25 25 20 30 100 EP Noturno 25 25 20 30 100 SI Noturno 25 25 20 30 100

    TOTAL 75 75 60 90 300

    4. DO PREENCHIMENTO DAS VAGAS RESERVADAS

    4.1 As VAGAS RESERVADAS sero preenchidas segundo a ordem de classificao, de acordo com as notas obtidas pelos candidatos, dentro de cada um dos seguintes grupos de inscritos:

    4.1.1 candidatos oriundos de Escolas Pblicas a) que se autodeclararem pretos, pardos, indgenas;b) que no se declararem pretos, pardos, indgenas.

    4.2 No caso de no preenchimento das VAGAS RESERVADAS aos autodeclarados pretos, pardos, indgenas, aquelas remanescentes sero preenchidas pelos estudantes que tenham cursado integralmente o ensino mdio, em escolas pblicas e que no se autodeclararam.

    4.3 As vagas que restarem aps a aplicao do disposto no item 4.2 do presente Edital sero ofertadas

    MSCONCURSOS o direito de excluir do processo seletivo aquele que no preencher o formulrio de forma correta, ou utilizar de meios escusos.

    5.3 No ser permitida, sob qualquer pretexto, a inscrio condicional por correspondncia ou fax, nem documentos enviados por fax.

    5.4 Depois de confirmado o pagamento do Requerimento de Inscrio, a inscrio ser efetivada, e o candidato poder retirar o seu Carto de Inscrio, observado o item 6.

    5.5 Caso no seja confirmado o pagamento, o Requerimento de Inscrio ser automaticamente indeferido.

    5.6 A Empresa MSCONCURSOS e a FeMASS no se responsabilizaro por Requerimento de Inscrio no recebido por falha de comunicao digital, congestionamento de linhas de comunicao e ou outros fatores de ordem tcnica e operacional que impossibilitarem a transferncia dos dados, ou impresses de outras informaes.

    5.7 O encerramento das inscries dar-se- no dia 15/12/14 s 23:59:59 (vinte e trs horas e cinquenta e nove minutos e cinquenta e nove segundos) horrio de Braslia, sendo que o pagamento dever ser confirmado at o dia 16/12/14, cientes de que pagamentos efetuados aps a data fixada no sero considerados para efeitos de confirmao de inscrio sob qualquer condio ou pretexto.

    5.8 Poder solicitar a iseno de pagamento da taxa de inscrio para o Processo Seletivo ora divulgado, APENAS PARA 01 (UMA) VAGA, o candidato comprovadamente de baixa renda, amparado (a) pelo Decreto n 6.593, de 2 de outubro de 2008, publicado no Dirio Oficial da Unio, de 3 de outubro de 2008, que: a) estiver inscrito (a) no Cadastro nico para Programas Sociais do Governo Federal (Cadnico), de que trata o Decreto n 6.135, de 26 de junho de 2007; eb) for membro de famlia de baixa renda, nos termos do Decreto n 6.135, de 2007.

    5.8.1 O candidato interessado na iseno da taxa de inscrio, que se enquadrar dentro dos requisitos exigidos, dever obrigatoriamente indicar no formulrio de inscrio tal inteno, informar o Nmero deIdentificao Social (NIS) atribudo pelo Cadnico e declarar que atende s condies estabelecidas na letra b. A Iseno dever ser requerida no perodo de 19/11/14 a 24/11/14.

    5. 8.2 No sero analisados os pedidos de iseno sem indicao do nmero do NIS e, ainda, aqueles que no contenham informaes suficientes para a correta identificao do candidato na base de dados do rgo Gestor do Cadnico.

    5.9 A Empresa MSCONCURSOS consultar o rgo gestor do Cadnico para verificar a veracidade das informaes prestadas pelo(a) candidato(a).

    5.10 O requerimento de iseno no garante ao interessado a iseno de pagamento da taxa de inscrio, ficando esta sujeita anlise e ao deferimento nos termos do presente edital.

    aos DEMAIS CANDIDATOS de ampla concorrncia.

    5. DAS INSCRIES

    5.1 As inscries sero realizadas exclusivamente via internet, no endereo eletrnicowww.msconcursos.com.br, no perodo entre 19/11/2014 a 15/12/2014, observado o horrio oficial de Braslia/DF.

    5.1.1 As informaes prestadas no Requerimento de Inscrio sero de inteira responsabilidade do candidato, cabendo FeMASS ou Empresa MSCONCURSOS o direito de excluir do Processo Seletivo aquele que no processar corretamente sua inscrio.

    5.1.2 Antes de efetuar a inscrio, o candidato dever conhecer o edital, que poder ser obtido gratuitamente pelos endereos eletrnicos www.femass.edu.br, www.macae.rj.gov.br e www.msconcursos.com.br, e certificar-se de que preenche todos os requisitos exigidos, dos quais no poder alegar desconhecimento em nenhuma hiptese.

    5.1.3 No ato da inscrio, o candidato dever registrar informaes no Requerimento de Inscrio, fazendo sua opo referente aos seguintes aspectos:

    a) curso pretendido; b) critrio de Classificao para Ingresso: ENEM, ORIUNDO DE ESCOLA PBLICA ou DEMAISCANDIDATOS, observando as opes de cada um destes grupos, conforme item 3 deste Edital; c) Lngua estrangeira escolhida (Ingls ou Espanhol); d) concorre vaga destinada a pessoas com deficincia, se for o caso.

    5.1.4 O candidato que optar pelo critrio ENEM dever ter realizado a prova do ENEM a partir de 2011, informando no ato da inscrio o maior resultado obtido (nota obtida) durante o perodo.

    5.1.5 O candidato ser responsvel pela veracidade das informaes declaradas, uma vez que o documento comprobatrio Oficial emitido pelo INEP dever ser apresentado no ato da matrcula.

    5.1.6 Caso haja divergncia entre a nota registrada no ato da inscrio e o documento comprobatrio do INEP, o candidato ser desclassificado no ato da matrcula.

    5.2 O candidato dever acessar o endereo eletrnico www.msconcursos.com.br, preencher corretamente oRequerimento de Inscrio, imprimir o Boleto Bancrio e efetuar o recolhimento da Taxa de Inscrio,no valor de R$ 70,00 (setenta reais), observado o perodo determinado no item 5.1.

    5.2.1 O pagamento do boleto bancrio poder ser efetuado em qualquer estabelecimento bancrio, ou via internet, observado cdigo de barras existente no boleto bancrio, at o dia 16/12/2014, cientes de que pagamentos efetuados aps a data fixada para trmino no sero considerados para efeitos de confirmao de inscrio sob qualquer condio ou pretexto.

    5.2.2 Em nenhuma hiptese haver devoluo da importncia paga, a ttulo de ressarcimento das despesas com material e servios necessrios realizao do certame, mesmo nos casos de desistncia, perda de prazo, indeferimento ou cancelamento de inscrio.

    5.2.3 No ato da inscrio, o candidato dever satisfazer as exigncias contidas neste Edital, preenchendo corretamente o cadastro eletrnico, que constar de declarao de inteiro conhecimento e aceitao das normas e exigncias estabelecidas neste Edital, sob pena de nulidade, cabendo Empresa

    FACULDADE PROFESSORMIGUEL NGELO

    DA SILVA SANTOS - FeMASSPROCESSO SELETIVO PARA ACESSO AOS CURSOS DE GRADUAO EM

    ADMINISTRAO, ENGENHARIA DE PRODUO E SISTEMAS DE INFORMAO

    EDITAL N 15 - 2014

    A Direo da Faculdade Professor Miguel ngelo da Silva Santos - FeMASS - mantida pela FundaoEducacional de Maca - FUNEMAC, sediada na Rua Alusio da Silva Gomes, 50 Granja dos Cavaleiros, nacidade de Maca, torna pblico o presente Edital contendo as normas e procedimentos necessrios realizao do Processo Seletivo para acesso aos Cursos de Graduao em Administrao (AD),Engenharia de Produo (EP) e Sistemas de Informao (SI) para 2015, 1 e 2 semestres, em horrionoturno, com incio das aulas previsto, respectivamente, para fevereiro e agosto de 2015, em conformidade com a Lei Federal n 12.711/2012, o Decreto n 7.824/2012 e a Portaria Normativa n 18/2012.

    1. DO PROCESSO SELETIVO

    1.1 A realizao do Processo Seletivo de que trata este Edital est a cargo da Comisso de Organizao dosProcessos Seletivos (CPS), vinculada Faculdade Professor Miguel ngelo da Silva Santos - FeMASS e Fundao Educacional de Maca FUNEMAC, sob assessoria tcnica especializada da Empresa MSCONCURSOS, observadas as seguintes condies:

    1.2 Os resultados deste processo sero vlidos apenas para o preenchimento das 300 (trezentas) vagas,sendo 150 (cento e cinquenta) para cada semestre de 2015, distribudas por cada curso, de acordo com o presente Edital.

    1.3 Podero concorrer s vagas descritas no item 1.2, deste Edital, o candidato que atender a uma das seguintes situaes:

    I. ter feito uma das provas do Exame Nacional do Ensino Mdio - ENEM, a partir do ano de 2011, podendo ser escolhida a maior pontuao obtida e ter obtido mdia igual ou superior a 50% (cinquentapor cento) do resultado, em cada uma das reas de Conhecimento no ENEM, inclusive a nota daRedao.

    II. ter concludo ou estar regularmente matriculado na 3 srie do Ensino Mdio, ou equivalente, com previso de concluso no 2 semestre de 2014.

    1.4 O processo seletivo para ingresso nos cursos de graduao da FeMASS ser realizado em uma nica fase, com Prova Objetiva de carter ELIMINATRIO e Prova de Redao de carter ELIMINATRIO e CLASSIFICATRIO.

    1.4.1 O candidato inscrito pelo critrio ENEM que venha a ser classificado dentro das vagas oferecidas no ser submetido a nenhuma das provas deste Processo Seletivo.

    1.4.2 O candidato inscrito pelo critrio ENEM, que no se classificar dentro das vagas oferecidas, dever submeter-se s provas do processo seletivo, DESDE QUE DEVIDAMENTE INSCRITO PARA AS DEMAIS VAGAS, observando as Vagas Reservadas e a Ampla Concorrncia.

    1.4.3 S sero corrigidas as redaes dos candidatos que obtiverem, no mnimo, 50 (cinquenta) pontos doresultado final da Prova Objetiva.

    1.4.4 Ser eliminado o candidato que no atingir 20% (vinte por cento) de acertos em cada rea de Conhecimento na Prova Objetiva.

    1.4.5 Ser eliminado o candidato que no obtiver, no mnimo, o total de 50 pontos na Prova de Redao.

    1.5 O candidato que, no ato da confirmao de matrcula, no apresentar o Certificado de Concluso do Ensino Mdio ou documento equivalente perder o direito vaga na FeMASS.

    1.6 O Edital contendo todas as regras do referido Processo Seletivo, na ntegra, est publicado nos endereos eletrnicos www.femass.edu.br, www.macae.rj.gov.br e www.msconcursos.com.br, onde poder ser baixado GRATUITAMENTE pela populao em geral.

    1.7 Os itens deste Edital podero sofrer eventuais alteraes, atualizaes ou acrscimos, enquanto no consumada a providncia ou evento que lhes disser respeito, at a data da prova, circunstncia que ser mencionada em Edital ou Comunicado Pblico a ser publicado nos endereos eletrnicos www.femass.edu.br, www.macae.rj.gov.br e www.msconcursos.com.br.

    2. DO SISTEMA DE COTAS-VAGAS RESERVADAS

    2.1 Do total de vagas definidas no item 1.2 deste Edital sero reservadas 50% (cinquenta por cento) das vagas, por curso, para estudantes que tenham cursado integralmente o ensino mdio em escolas pblicas, em atendimento Lei Federal n 12.711 de 29/08/2012, ao Decreto n 7.824 e Portaria Normativa n 18, ambos de 11/10/2012.

    VAGAS DO 1 E 2 SEMESTRES DE 2015

    CURSO TURNO RESERVADAS AMPLA

    CONCORRNCIA TOTAL ORIUNDOS DE ESCOLAS PBLICAS Autodeclarados No declarados ENEM DEMAIS CANDIDATOS

    AD Noturno 25 25 20 30 100 EP Noturno 25 25 20 30 100 SI Noturno 25 25 20 30 100

    TOTAL 75 75 60 90 300

    4. DO PREENCHIMENTO DAS VAGAS RESERVADAS

    4.1 As VAGAS RESERVADAS sero preenchidas segundo a ordem de classificao, de acordo com as notas obtidas pelos candidatos, dentro de cada um dos seguintes grupos de inscritos:

    4.1.1 candidatos oriundos de Escolas Pblicas a) que se autodeclararem pretos, pardos, indgenas;b) que no se declararem pretos, pardos, indgenas.

    4.2 No caso de no preenchimento das VAGAS RESERVADAS aos autodeclarados pretos, pardos, indgenas, aquelas remanescentes sero preenchidas pelos estudantes que tenham cursado integralmente o ensino mdio, em escolas pblicas e que no se autodeclararam.

    4.3 As vagas que restarem aps a aplicao do disposto no item 4.2 do presente Edital sero ofertadas

    MSCONCURSOS o direito de excluir do processo seletivo aquele que no preencher o formulrio de forma correta, ou utilizar de meios escusos.

    5.3 No ser permitida, sob qualquer pretexto, a inscrio condicional por correspondncia ou fax, nem documentos enviados por fax.

    5.4 Depois de confirmado o pagamento do Requerimento de Inscrio, a inscrio ser efetivada, e o candidato poder retirar o seu Carto de Inscrio, observado o item 6.

    5.5 Caso no seja confirmado o pagamento, o Requerimento de Inscrio ser automaticamente indeferido.

    5.6 A Empresa MSCONCURSOS e a FeMASS no se responsabilizaro por Requerimento de Inscrio no recebido por falha de comunicao digital, congestionamento de linhas de comunicao e ou outros fatores de ordem tcnica e operacional que impossibilitarem a transferncia dos dados, ou impresses de outras informaes.

    5.7 O encerramento das inscries dar-se- no dia 15/12/14 s 23:59:59 (vinte e trs horas e cinquenta e nove minutos e cinquenta e nove segundos) horrio de Braslia, sendo que o pagamento dever ser confirmado at o dia 16/12/14, cientes de que pagamentos efetuados aps a data fixada no sero considerados para efeitos de confirmao de inscrio sob qualquer condio ou pretexto.

    5.8 Poder solicitar a iseno de pagamento da taxa de inscrio para o Processo Seletivo ora divulgado, APENAS PARA 01 (UMA) VAGA, o candidato comprovadamente de baixa renda, amparado (a) pelo Decreto n 6.593, de 2 de outubro de 2008, publicado no Dirio Oficial da Unio, de 3 de outubro de 2008, que: a) estiver inscrito (a) no Cadastro nico para Programas Sociais do Governo Federal (Cadnico), de que trata o Decreto n 6.135, de 26 de junho de 2007; eb) for membro de famlia de baixa renda, nos termos do Decreto n 6.135, de 2007.

    5.8.1 O candidato interessado na iseno da taxa de inscrio, que se enquadrar dentro dos requisitos exigidos, dever obrigatoriamente indicar no formulrio de inscrio tal inteno, informar o Nmero deIdentificao Social (NIS) atribudo pelo Cadnico e declarar que atende s condies estabelecidas na letra b. A Iseno dever ser requerida no perodo de 19/11/14 a 24/11/14.

    5. 8.2 No sero analisados os pedidos de iseno sem indicao do nmero do NIS e, ainda, aqueles que no contenham informaes suficientes para a correta identificao do candidato na base de dados do rgo Gestor do Cadnico.

    5.9 A Empresa MSCONCURSOS consultar o rgo gestor do Cadnico para verificar a veracidade das informaes prestadas pelo(a) candidato(a).

    5.10 O requerimento de iseno no garante ao interessado a iseno de pagamento da taxa de inscrio, ficando esta sujeita anlise e ao deferimento nos termos do presente edital.

    aos DEMAIS CANDIDATOS de ampla concorrncia.

    5. DAS INSCRIES

    5.1 As inscries sero realizadas exclusivamente via internet, no endereo eletrnicowww.msconcursos.com.br, no perodo entre 19/11/2014 a 15/12/2014, observado o horrio oficial de Braslia/DF.

    5.1.1 As informaes prestadas no Requerimento de Inscrio sero de inteira responsabilidade do candidato, cabendo FeMASS ou Empresa MSCONCURSOS o direito de excluir do Processo Seletivo aquele que no processar corretamente sua inscrio.

    5.1.2 Antes de efetuar a inscrio, o candidato dever conhecer o edital, que poder ser obtido gratuitamente pelos endereos eletrnicos www.femass.edu.br, www.macae.rj.gov.br e www.msconcursos.com.br, e certificar-se de que preenche todos os requisitos exigidos, dos quais no poder alegar desconhecimento em nenhuma hiptese.

    5.1.3 No ato da inscrio, o candidato dever registrar informaes no Requerimento de Inscrio, fazendo sua opo referente aos seguintes aspectos:

    a) curso pretendido; b) critrio de Classificao para Ingresso: ENEM, ORIUNDO DE ESCOLA PBLICA ou DEMAISCANDIDATOS, observando as opes de cada um destes grupos, conforme item 3 deste Edital; c) Lngua estrangeira escolhida (Ingls ou Espanhol); d) concorre vaga destinada a pessoas com deficincia, se for o caso.

    5.1.4 O candidato que optar pelo critrio ENEM dever ter realizado a prova do ENEM a partir de 2011, informando no ato da inscrio o maior resultado obtido (nota obtida) durante o perodo.

    5.1.5 O candidato ser responsvel pela veracidade das informaes declaradas, uma vez que o documento comprobatrio Oficial emitido pelo INEP dever ser apresentado no ato da matrcula.

    5.1.6 Caso haja divergncia entre a nota registrada no ato da inscrio e o documento comprobatrio do INEP, o candidato ser desclassificado no ato da matrcula.

    5.2 O candidato dever acessar o endereo eletrnico www.msconcursos.com.br, preencher corretamente oRequerimento de Inscrio, imprimir o Boleto Bancrio e efetuar o recolhimento da Taxa de Inscrio,no valor de R$ 70,00 (setenta reais), observado o perodo determinado no item 5.1.

    5.2.1 O pagamento do boleto bancrio poder ser efetuado em qualquer estabelecimento bancrio, ou via internet, observado cdigo de barras existente no boleto bancrio, at o dia 16/12/2014, cientes de que pagamentos efetuados aps a data fixada para trmino no sero considerados para efeitos de confirmao de inscrio sob qualquer condio ou pretexto.

    5.2.2 Em nenhuma hiptese haver devoluo da importncia paga, a ttulo de ressarcimento das despesas com material e servios necessrios realizao do certame, mesmo nos casos de desistncia, perda de prazo, indeferimento ou cancelamento de inscrio.

    5.2.3 No ato da inscrio, o candidato dever satisfazer as exigncias contidas neste Edital, preenchendo corretamente o cadastro eletrnico, que constar de declarao de inteiro conhecimento e aceitao das normas e exigncias estabelecidas neste Edital, sob pena de nulidade, cabendo Empresa

    Continua na pgina seguinte.

    5.11 O candidato responsvel pela veracidade das informaes prestadas ao requerer a iseno, sob as penas da lei, cabendo Empresa responsvel a anlise do atendimento aos requisitos e eventual indeferimento dos pedidos em desacordo, podendo, em caso de fraude, omisso, falsificao, declarao inidnea, ou qualquer outro tipo de irregularidade, rever a iseno.

    5.12 Constatada a ocorrncia de tais hipteses, sero adotadas medidas legais contra os infratores, aplicando-se, ainda, o disposto no pargrafo nico do artigo 10 do Decreto n 83.936, de 6 de setembro de 1979.

    5.13 O resultado dos pedidos de iseno ser divulgado no dia 01/12/14, pela internet, endereo eletrnico www.msconcursos.com.br.

    5.13.1 O candidato dispor, unicamente, de 01 (um) dia til para contestar o indeferimento, exclusivamente mediante preenchimento de formulrio de recurso, que estar disponvel no endereo eletrnico www.msconcursos.com.br, sendo que, aps esse perodo, no sero aceitos pedidos de reviso. O recurso dever ser enviado at s 23h59min do dia seguinte ao da publicao, considerando-se o horrio de Braslia.

    5.14 Os candidatos que tiveram seu pedido de iseno julgado indeferido devero observar os seguintes procedimentos: a) Imprimir o Boleto Bancrio e efetuar o pagamento, conforme itens 5.2 e 5.7 do presente edital at o dia 16/12/14.

    5.15 O interessado que tiver seu pedido de iseno indeferido e no efetuar o pagamento do Boleto Bancrio, na forma e no prazo estabelecido no subitem anterior no ser considerado inscrito no Processo Seletivo.

    5.16 O candidato com deficincia, no ato da inscrio, em conformidade com a legislao em vigor, dever declarar na ficha de inscrio a especificidade de sua deficincia e o cdigo correspondente da Classificao Internacional de Doena CID.

    6. DA CONFIRMAO DAS INSCRIES

    6.1 O carto de confirmao de inscrio documento indispensvel para realizao da prova conforme previsto neste edital.

    6.1.1 Depois de confirmado o pagamento pela instituio bancria, a inscrio ser efetivada, e o candidato poder imprimir seu Carto de Confirmao de Inscrio at o dia 22/12/2014, nos endereos eletrnicos www.femass.edu.br e www.msconcursos.com.br.

    6.2 Ao imprimir o Carto de Confirmao de Inscrio, o candidato dever fazer conferncia dos seguintes dados:

    a) Nome do candidato; b) O nmero de sua Cdula de Identidade ou Carteira de Habilitao, sigla do rgo expedidor, estado emitente e data de emisso; c) Nmero do CPF; d) Data de nascimento e sexo; e) Curso escolhido; f) Critrio de classificao de ingresso; g) Especificao da deficincia e do recurso de acessibilidade; h) Lngua estrangeira escolhida (Ingls ou Espanhol).

    6.3 Em caso de erro de digitao detectado posteriormente, o candidato dever comunicar imediatamente Empresa MSCONCURSOS, pelo e-mail retificacao-femass@msconcursos.com.br, para a devida correo.

    6.3.1 S sero aceitas solicitaes feitas at o dia 24/12/2014.

    6.4 Para o acesso ao local de prova, o candidato dever apresentar o Documento de Identidade original, de reconhecimento nacional, que contenha fotografia, sendo a sua apresentao INDISPENSVEL, sob pena de no poder adentrar na sala para realizar a prova.

    6.4.1 Sero considerados documentos de identidade: carteiras expedidas pelos Comandos Militares, pelas Secretarias de Segurana Pblica, pelos Institutos de Identificao e pelos Corpos de Bombeiros Militares; carteiras expedidas pelos rgos fiscalizadores de exerccio profissional (ordens, conselhos etc.); passaporte brasileiro; certificado de reservista; carteiras funcionais expedidas por rgo pblico que, por lei federal, valham como identidade; carteira de trabalho; carteira nacional de habilitao (somente o modelo aprovado pelo artigo 159 da Lei n 9.503, de 23 de setembro de 1997).

    6.4.2 No sero aceitos como documentos de identidade: certides de nascimento, CPF, ttulos eleitorais, carteiras de motorista (modelo sem foto), carteiras de estudante, carteiras funcionais sem valor de identidade, nem documentos ilegveis, no identificveis e/ou danificados.

    6.5 A prova ter incio s 15 horas, com durao total de 4 (quatro) horas, e o candidato dever chegar com uma hora de antecedncia.

    6.5.1 A entrada no local de prova dar-se- at s 14horas e 50 minutos, impreterivelmente, a partir desse horrio o acesso ao local da prova ser impedido.

    6.6 O local da prova ser na Cidade Universitria de Maca Rua Alosio da Silva Gomes, n 50, Granja dos Cavaleiros.

    6.7 No ser permitido aos candidatos utilizar nos locais de prova, em nenhum momento, celulares, pagers, relgios, Ipods, Ipad, calculadoras ou qualquer outro equipamento eletrnico.

    6.7.1 Caso o candidato porte algum dos itens mencionados anteriormente, antes do incio das provas, dever acomod-lo(s) abaixo de sua cadeira, sob sua guarda e responsabilidade, mantendo o(s) aparelho(s)eletrnico(s) desligado(s).

    6.7.2 O candidato que for identificado utilizando quaisquer desses equipamentos no local de prova, a qualquer tempo, ser impedido de continuar realizando as provas.

    6.7.3 Durante todo o tempo em que permanecer no local onde ocorrer o Processo Seletivo, o candidatodever manter o celular desligado e sem bateria, sendo permitido lig-lo somente aps ultrapassar o portode sada do prdio.

    7. DA SELEO, CLASSIFICAO E RECLASSIFICAO

    7.1 O candidato inscrito pelo critrio ENEM apresentar o documento oficial que comprove o resultado obtido no ENEM no ato da matrcula.

    7.2 A pontuao do candidato inscrito pelo critrio ENEM ser a soma das notas obtidas nas quatro reas de Conhecimento mais a nota da Redao.

    7.3 O candidato inscrito pelo critrio ENEM ser classificado em ordem decrescente de pontuao emlista a ser divulgada, no dia 23/12/2014, nos murais da FeMASS, na Cidade Universitria, de acordo com o Calendrio deste Edital e nos endereos eletrnicos www.femass.edu.br e www.msconcursos.com.br.

    7.3.1 Os Critrios para desempate para os candidatos que concorrem s vagas do ENEM sero da seguinteordem: 1 - com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos, nos termos da Lei Federal n 10.741/2003, entre

    si e frente aos demais, sendo que ser dada preferncia ao de idade mais elevada; 2 - maior nota obtida na rea de Matemtica e suas Tecnologias; 3 - maior nota obtida na prova de Redao; 4 - maior nota obtida na prova de rea de Cincias da Natureza e suas Tecnologias.

    7.3.2 O candidato no classificado nas vagas reservadas para o ENEM poder fazer a prova do Processo Seletivo, marcado para o dia 04 de janeiro de 2015, segundo as normas estabelecidas neste Edital para vagas reservadas ou para ampla concorrncia.

    7.4 A Prova Objetiva ter carter eliminatrio e classificatrio e ser composta por prova queabrange as quatro reas de Conhecimento da Base Comum e Parte Diversificada do Ensino Mdio, quesero avaliadas atravs de 50 (cinquenta) questes de mltipla escolha, com 05 (cinco) alternativas imediatamente abaixo de cada uma delas, apresentando apenas uma alternativa correta, que posteriormente dever ser transferida para o carto-resposta, que dever ser obrigatoriamente assinado pelo candidato.

    7.5 As Provas Objetivas constaro de questes de mltipla escolha de acordo com o curso pleiteado, conforme conjunto de provas abaixo descrito:

    REAS DE CONHECIMENTO N DE QUESTES

    PESO PONTOS

    Linguagem, Cdigos e suas Tecnologias: Lngua Portuguesa, Interpretao de Texto, Gramtica e Literatura e Lngua Estrangeira Moderna (Ingls ou Espanhol).

    15 2,00 30

    Matemtica e suas Tecnologias 15 3,00 45 Cincias da Natureza e suas Tecnologias: Fsica, Qumica e Biologia. 10 1,00 10 Cincias Humanas e suas Tecnologias: Histria e Geografia. 10 1,5 15

    TOTAL 50 100

    7.6 A pontuao da Prova Objetiva consiste na soma do nmero de questes acertadas em cada rea do conhecimento pelo candidato, multiplicado pelo peso de cada questo, conforme quadro acima.

    7.7 Ser eliminado o candidato que no atingir 20% de acertos em cada rea de Conhecimento e 50(cinquenta) pontos do resultado final da Prova Objetiva, conforme Programa do Processo Seletivoapresentado no ANEXO II deste Edital.

    7.8 Critrios para desempate da Prova Objetiva, na seguinte ordem: 1 - com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos, nos termos da Lei Federal n 10.741/2003, entre si e frente aos demais, sendo que ser dada preferncia ao de idade mais elevada; 2 - maior nota em Matemtica e suas Tecnologias; 2 - maior nota em Linguagem, Cdigos e suas Tecnologias; 3 - maior nota em Cincias da Natureza e suas Tecnologias.

    7.9 O candidato ser classificado em ordem decrescente de pontuao em lista a ser divulgada nosmurais da FeMASS, na Cidade Universitria, de acordo com o Calendrio deste Edital e nos endereos eletrnicos www.femass.edu.br, www.macae.rj.gov.br e www.msconcursos.com.br.

    7.10 A Prova de Redao ter carter eliminatrio e classificatrio e a pontuao mxima ser de 100 (cem) pontos.

    7.11 Ser eliminado o candidato que no obtiver, no mnimo, o total de 50 pontos na Prova de Redao.

    7.11.1 S sero corrigidas as redaes dos candidatos que atingirem no mnimo 20% (vinte por cento) de acertos em cada rea de Conhecimento e, no mnimo, 50 (cinquenta) pontos do resultado final da Prova Objetiva.

    7.12 Os pontos obtidos na Prova de Redao sero somados aos pontos obtidos na Prova Objetiva que resultar na Pontuao Final (PF), conforme frmula abaixo representada.

    PO+PR=PF

    7.13 A lista de candidatos classificados ser feita em ordem decrescente de pontuao, por curso, respeitando-se os critrios de desempate:

    a) com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos, nos termos da Lei Federal n 10.741/2003, entre si e frente aos demais, sendo que ser dada preferncia ao de idade mais elevada; b) maior nota em Prova de Matemtica; c) maior nota em Redao.

    7.14 Sero publicadas listas de reclassificao que seguiro a rigorosa ordem de classificao deste Processo Seletivo, respeitando-se a proporcionalidade do critrio de ingresso.

    7.14.1 Divulgao da 1 RECLASSIFICAO dia 30/01/2015, a partir das 14 horas nos murais da FeMASS e/ou nos sites www.femass.edu.br, www.macae.rj.gov.br.

    7.14.2 Divulgao da 2 RECLASSIFICAO dia 05/02/2015, a partir das 14 horas nos murais da FeMASS e/ou nos sites www.femass.edu.br, www.macae.rj.gov.br.

    7.14.3 Caso ainda haja sobra de vagas, a FeMASS poder publicar novas listas de reclassificados at que as 150 (cento e cinquenta) vagas por semestre sejam ocupadas.

    8. DO LOCAL, DATA E HORRIO DAS PROVAS

    8.1 O candidato dever estar no local de realizao das provas, pelo menos, 1h (uma hora) antes do horrio de incio das mesmas.

    LOCAL PROVAS DIA HORRIO

    CIDADE UNIVERSITRIA

    Rua Alusio da Silva Gomes, 50, Granja dos Cavaleiros, Maca-RJ.

    Objetiva e Redao04/01/2015 15h s 19h

    8.2 O candidato no poder realizar as provas fora do local, dia e horrio definidos neste Edital.

    8.3 O candidato dever levar, no dia da realizao das provas, caneta esferogrfica preta, documento oficial de identificao com foto e carto de confirmao de inscrio.

    8.4 Em hiptese alguma, ser permitido realizar as provas o candidato que no apresentar o documento deidentificao oficial e original com foto, na forma da Lei n 9.503/97.

    8.5 Ser eliminado do processo seletivo o candidato que no comparecer s provas no dia e horrio definido neste Edital.

    9. DA DIVULGAO DOS RESULTADOS E MATRCULA

    9.1 O resultado dos candidatos classificados na prova objetiva ser divulgado nos murais da FeMASS, na Cidade Universitria, no dia 14/01/2014, a partir das 14 horas, e nos endereos eletrnicos www.femass.edu.br e www.msconcursos.com.br.

    9.2 A divulgao do RESULTADO FINAL, com os candidatos classificados, os aprovados e oseliminados, ocorrer no dia 26/01/2015, em lista de classificao por curso, com pontuao em ordemdecrescente, podendo ser consultada nos murais da FeMASS, na Cidade Universitria, a partir das 14 horas, nos endereos eletrnicos www.femass.edu.br e www.msconcursos.com.br.

    9.3 Ao candidato ser concedido o direito reviso das questes e redao, podendo este solicitar recurso, conforme calendrio em anexo.

    9.3.1 O recurso dever ser apresentado no formulrio prprio (Anexo III deste edital), disponvel nos endereos eletrnicos www.femass.edu.br e www.msconcursos.com.br.

    9.3.2 O recurso dever ser encaminhado, via e-mail, em arquivo formato .doc (word), para o endereo recursos-femass@msconcursos.com.br.

    9.4 As datas das RECLASSIFICAES devero ser consultadas no calendrio deste Edital, conforme Anexo I.

    9.5 de inteira responsabilidade do candidato o acompanhamento das chamadas para a CLASSIFICAO e RECLASSIFICAO constantes deste Edital, conforme datas definidas no Anexo I -calendrio.

    9.6 A matrcula dos classificados para ingresso no 1 semestre e a pr-matrcula para os classificados para o 2 semestre de 2015 ser no perodo de 27 e 28 de janeiro de 2015, das 14h s 20h, na Secretariada FeMASS, com exceo dos candidatos reclassificados que tero outras datas definidas, conforme Anexo I.

    9.6.1 Os (150) cento e cinquenta primeiros colocados faro suas matrculas para o 1 semestre de 2015 e os demais para o 2 semestre, conforme distr ibuio de vagas por forma de ingresso:

    a) Vagas reservadas: 25 (vinte e cinco) vagas para autodeclarados por curso, sendo 13 (treze)vagas para o primeiro semestre e 12 (doze) para o segundo semestre e 25 (vinte e cinco) para no declarados por curso, sendo 13(treze) vagas para o primeiro semestre e 12 (doze) para o segundo semestre. b) Ampla Concorrncia: 10 vagas pelo ENEM por curso e por semestre e 15 vagas para os demais candidatos por curso e por semestre.

    9.7 Durante o processo de matrcula, o candidato menor de dezoito anos dever estar acompanhado deseu responsvel ou representante legal.

    9.8 O no comparecimento do candidato ou de seu responsvel legal, no ato da confirmao dematrcula e na inscrio em disciplinas, na data, local e horrio estipulados, implicar a perda do direito vaga no curso.

    9.9 O candidato com maioridade civil que no puder comparecer confirmao de matrcula e inscrio

    em disciplinas poder nomear um procurador para represent-lo, devendo este comparecer munido do instrumento particular de procurao com reconhecimento de firma.

    9.10 No ato da matrcula ser exigida a seguinte documentao original: a) Certificao de concluso do Ensino Mdio emitida pelo rgo competente (original e fotocpia); b) Histrico Escolar do Ensino Mdio (original);c) Certido de Registro Civil (nascimento ou casamento) (original e fotocpia)d) Ttulo de Eleitor (original e fotocpia), para maiores de 18 (dezoito) anos; e) Comprovante de quitao com o servio militar (original e fotocpia), para candidatos do sexo masculino, maiores de 18 (dezoito anos); f) Cadastro de Pessoa Fsica (CPF) do candidato (original e fotocpia);g) 1 foto 3X4; h) Carteira de identidade (original e fotocpia); i) Comprovante do resultado do ENEM emitido pelo site do INEP, para os candidatos beneficirios do exame.

    9.11 No ato da matrcula, os originais dos documentos apresentados sero devolvidos aps confronto com suas fotocpias.

    9.12 No sero aceitas fotocpias dos documentos que no estiverem ntidas.

    9.13 S ser matriculado o candidato classificado ou reclassificado que, de acordo com a legislao emvigor, tiver concludo o Ensino Mdio ou curso equivalente, perdendo o direito vaga aquele que no apresentar documento comprobatrio no ato da matrcula.

    9.14 O candidato que tenha realizado estudos equivalentes ao Ensino Mdio no exterior, no todo ou emparte, dever apresentar parecer de equivalncia de estudo da Secretaria Estadual de Educao do Estado do Rio de Janeiro ou de qualquer outro estado da Unio.

    9.15 Os documentos em lngua estrangeira devero estar visados pela autoridade consular brasileira no pas de origem e acompanhados da respectiva traduo juramentada.

    10. DAS DISPOSIES FINAIS

    10.1 Condies especiais para realizao das provas: a) O candidato, com deficincia ou no, ao realizar a inscrio dever informar, no campo prprio, a condio especial de que necessita para a realizao das provas, sendo facultado MSCONCURSOS o deferimento ou indeferimento do pedido; b) As condies especiais de atendimento para o dia da prova, solicitadas pelo candidato no ato dainscrio, sero analisadas e atendidas segundo critrios de viabilidade e razoabilidade. O candidato ser comunicado em caso do no atendimento a sua solicitao; c) Ao realizar a inscrio, a candidata lactante que tiver necessidade de amamentar durante a realizao das provas dever informar essa necessidade no campo prprio; d) A criana dever estar acompanhada de adulto responsvel por sua guarda (familiar ou terceiro). e) Nos horrios previstos para amamentao, a candidata lactante poder ausentar-se temporariamente da sala de prova, acompanhada de uma fiscal. Contudo, nesse caso, o tempo de prova no ser estendido; f) No momento da amamentao, ficaro presentes somente a candidata lactante, a criana e um fiscal, sendo vedada a permanncia de quaisquer outras pessoas.

    10.2 permitido ao aluno do 1 perodo dos cursos de graduao o trancamento de sua matrcula, que dever ser feito atravs de requerimento, dentro dos prazos estabelecidos no Calendrio Administrativo da FeMASS, referente ao semestre de ingresso escolhido no ato da inscrio.

    10.3 Todos os horrios citados neste Edital referem-se hora de Braslia.

    10.4 No sero organizadas turmas com nmero inferior a 30 (trinta) alunos.

    10.4.1 Caso o nmero de classificados seja inferior ao nmero de vagas em qualquer dos cursos, a Comisso do Processo Seletivo (CPS) poder publicar Edital de REOPO de Curso, respeitando-se a rigorosa ordem de classificao deste Processo Seletivo.

    10.5 Integram o presente Edital as informaes contidas nos Anexos I, II e III.

    10.6 Ser eliminado do Processo Seletivo o candidato que: a) desrespeitar qualquer norma deste Edital. b) a qualquer poca, mesmo aps ter realizado a matrcula, utilizar-se de documentos ou informaes falsas ou outros meios ilcitos para participar desse processo.

    10.7 No ser permitido fumar dentro das dependncias da Instituio.

    10.8 de inteira responsabilidade do candidato o prejuzo decorrente da no atualizao de seu endereo para correspondncia junto Secretaria da FeMASS.

    10.9 A Comisso do Processo Seletivo (CPS) no se responsabilizar por eventuais divulgaes de resultados realizados por outros rgos da imprensa, sendo essa divulgao uma prerrogativa exclusiva daCPS.

    10.10 Caso no se confirme o nmero de 180 (cento e oitenta) inscritos, haver prorrogao da data deinscrio.

    10.11 de inteira responsabilidade do candidato que ele se mantenha informado sobre os resultados das diferentes etapas do Processo Seletivo.

    10.12 A Comisso do Processo Seletivo (CPS) divulgar, se necessrio, normas complementares, listas dereclassificaes e de remanejamentos e avisos oficiais sobre a seleo dos candidatos.

    10.13 O candidato matriculado que no comparecer nos primeiros 15 (quinze) dias do incio das aulasser convocado a justificar sua ausncia. Se j estiver matriculado em outra instituio pblica de ensinosuperior, dever formalizar sua desistncia no prazo de 05 (cinco) dias teis a contar do primeiro dia tilposterior ao comparecimento convocao, conforme o art. 3 da Lei n 12. 089, de 11/11/2009.

    10.14 A inscrio no processo seletivo implica a aceitao irrestrita das condies estabelecidas pela FeMASS, no cabendo ao candidato qualquer recurso quanto s normas contidas neste Edital.

    10.15 Os casos omissos sero resolvidos pela Comisso do Processo Seletivo (CPS).

    10.16 Para dirimir todas as questes oriundas do presente Edital, competente o Foro da Cidade deMaca, Estado do Rio de Janeiro.

    Maca, 29 de maio de 2014.

    Larissa Frossard Rangel Cruz Diretora da FeMASS

  • O DEBATE DIRIO DE MACA14 Maca, domingo, 16 segunda-feira, 17 de novembro de 2014

    FACULDADE PROFESSORMIGUEL NGELO

    DA SILVA SANTOS - FeMASS

    REA DE LINGUAGENS, CDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS

    Matriz de Referncia

    Aplicar as tecnologias da comunicao e da informao na escola, no trabalho e em outros contextos relevantes para sua vida. Conhecer e usar lngua(s) estrangeira(s) moderna(s) como instrumento de acesso a informaes e a outras culturas e grupos sociais. Compreender a arte como saber cultural e esttico gerador de significao e integrador da organizao do mundo e da prpria identidade. Analisar, interpretar e aplicar recursos expressivos das linguagens, relacionando textos com seus contextos, mediante a natureza, funo, organizao, estrutura das manifestaes, de acordo com as condies de produo e recepo. Compreender e usar os sistemas simblicos das diferentes linguagens como meios de organizao cognitiva da realidade pela constituio de significados, expresso, comunicao e informao. Confrontar opinies e pontos de vista sobre as diferentes linguagens e suas manifestaes especficas.Compreender e usar a lngua portuguesa como lngua materna, geradora de significao e integradora da organizao do mundo e da prpria identidade. Entender os princpios, a natureza, a funo e o impacto das tecnologias da comunicao e da informao na sua vida pessoal e social, no desenvolvimento do conhecimento, associando-o aos conhecimentos cientficos, s linguagens que lhes do suporte, s demais tecnologias, aos processos de produo e aos problemas que se propem solucionar.

    Contedos

    Estudo do texto- as sequncias discursivas e os gneros textuais no sistema de comunicao e informao - modos de organizao da composio textual. atividades de produo escrita e de leitura de textos gerados nas diferentes esferas sociais - pblicas e privadas. Estudo do texto literrio - relaes entre produo literria e processo social, concepes artsticas, procedimentos de construo e recepo de textos - Produo literria e processo social. Processos de formao literria e de formao nacional. Produo de textos literrios, sua recepo e a constituio do patrimnio literrio nacional. Relaes entre a dialtica cosmopolitismo/localismo e aproduo literria nacional. Elementos de continuidade e ruptura entre os diversos momentos da literatura brasileira. Associaes entre concepes artsticas e procedimentos de construo do texto literrio em seus gneros (pico/narrativo, lrico e dramtico) e formas diversas. Articulaes entre os recursos expressivos e estruturais do texto literrio e o processo social relacionado ao momento de sua produo. Representao literria- natureza, funo, organizao e estrutura do texto literrio. Relaes entre literatura, outras artes e outros saberes. Estudo dos aspectos lingusticos em diferentes textos- recursos expressivos da lngua, procedimentos de construo e recepo de textos - organizao da macroestrutura semntica e a articulao entre ideias e proposies (relaes lgico-semnticas). Estudo do texto argumentativo, seus gneros e recursos lingusticos- argumentao- tipo, gneros e usos em lngua portuguesa - formas de apresentao de diferentes pontos de vista. organizao e progresso textual. papis sociais e comunicativos dos interlocutores, relao entre usos e propsitos comunicativos, funo scio-comunicativa do gnero, aspectos da dimenso espao-temporal em que se produz o texto. Estudo dos aspectos lingusticos da lngua portuguesa - usos da lngua- norma culta e variao lingustica - uso dos recursos lingusticos em relao ao contexto em que o texto constitudo- elementos de referncia pessoal, temporal, espacial, registro lingustico, grau de formalidade, seleo lexical, tempos e modos verbais. uso dos recursos lingusticos em processo de coeso textual- elementos de articulao das sequncias dos textos ou construo da micro estrutura do texto.

    REA DE MATEMTICA E SUAS TECNOLOGIAS

    Matriz de Referncia

    Construir significados para os nmeros naturais, inteiros, racionais e reais. Utilizar o conhecimento geomtrico para realizar a leitura e a representao da realidade e agir sobre ela. Construir noes de grandezas e medidas para a compreenso da realidade e a soluo de problemas do cotidiano. Construir noes de variao de grandezas para a compreenso da realidade e a soluo de problemas do cotidiano. Modelar e resolver problemas que envolvem variveis socioeconmicas ou tcnico- cientficas, usando representaes algbricas. Interpretar informaes de natureza cientfica e social obtidas da leitura de grficos e tabelas, realizando previso de tendncia, extrapolao, interpolao e interpretao. Compreender o carter aleatrio e no determinstico dos fenmenos naturais e sociais e utilizar instrumentos adequados para medidas, determinao de amostras e clculos de probabilidade para interpretar informaes de variveis apresentadas em uma distribuio estatstica.

    Contedos

    Conhecimentos numricos - operaes em conjuntos numricos (naturais, inteiros, racionais e reais), desigualdades, divisibilidade, fatorao, razes e propores, porcentagem e juros, relaes de dependncia entre grandezas, sequncias e progresses, princpios de contagem e anlise combinatria, matrizes, determinantes e sistemas lineares. Conhecimentos geomtricos - Caractersticas das figuras geomtricas planas e espaciais. Grandezas, unidades de medida e escalas. Comprimentos, reas e volumes. ngulos. Posies de retas. Simetrias de figuras planas ou espaciais. Congruncia e semelhana de tringulos. Teorema de Tales. Relaes mtricas nos tringulos. Circunferncias. Trigonometria do ngulo agudo. Conhecimentos de estatstica e probabilidade - Representao e anlise de dados. Medidas de tendncia central. Desvios e varincia. Noes de probabilidade. Conhecimentos algbricos - Grficos e funes. Funes algbricas do 1. e do 2. graus, polinomiais, racionais, exponenciais e logartmicas. Equaes e inequaes. Relaes no ciclo trigonomtrico e funes trigonomtricas. Conhecimentos algbrico-geomtricos - Plano cartesiano. Retas. Circunferncias. Paralelismo e perpendicularidade, sistemas de equaes.

    REA DE CINCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS

    Matriz de Referncia

    Compreender as cincias naturais e as tecnologias a elas associadas como construes humanas, percebendo seus papis nos processos de produo e no desenvolvimento econmico e social da humanidade. Identificar a presena e aplicar as tecnologias associadas s cincias naturais em diferentes contextos. Associar intervenes que resultam em degradao ou conservao ambiental a processos produtivos e sociais e a instrumentos ou aes cientfico-tecnolgicos. Compreender interaes entre organismos e ambiente, em particular aquelas relacionadas sade humana,relacionando conhecimentos cientficos, aspectos culturais e caractersticas individuais. Entender mtodos e procedimentos prprios das cincias naturais e aplic-los em diferentes contextos. Apropriar-se de conhecimentos da fsica para, em situaes problema, interpretar, avaliar ou planejar

    Contedos

    Fsica

    Conhecimentos bsicos e fundamentais - Noes de ordem de grandeza. Notao Cientfica. SistemaInternacional de Unidades. Metodologia de investigao- a procura de regularidades e de sinais na interpretao fsica do mundo. Observaes e mensuraes- representao de grandezas fsicas comograndezas mensurveis. Ferramentas bsicas- grficos e vetores. Conceituao de grandezas vetoriais eescalares. Operaes bsicas com vetores. O movimento, o equilbrio e a descoberta de leis fsicas - Grandezas fundamentais da mecnica- tempo,espao, velocidade e acelerao. Relao histrica entre fora e movimento. Descries do movimento e sua interpretao- quantificao do movimento e sua descrio matemtica e grfica. Casos especiais demovimentos e suas regularidades observveis. Conceito de inrcia. Noo de sistemas de refernciainerciais e no inerciais. Noo dinmica de massa e quantidade de movimento (momento linear). Fora evariao da quantidade de movimento. Leis de Newton. Centro de massa e a ideia de ponto material.Conceito de foras externas e internas. Lei da conservao da quantidade de movimento (momento linear) e teorema do impulso. Momento de uma fora (torque). Condies de equilbrio esttico de pontomaterial e de corpos rgidos. Fora de atrito, fora peso, fora normal de contato e trao. Diagramas de foras. Identificao das foras que atuam nos movimentos circulares. Noo de fora centrpeta e sua quantificao. A hidrosttica- aspectos histricos e variveis relevantes. Empuxo. Princpios de Pascal,Arquimedes e Stevin- condies de flutuao, relao entre diferena de nvel e presso hidrosttica. Energia, trabalho e potncia - Conceituao de trabalho, energia e potncia. Conceito de energia potenciale de energia cintica. Conservao de energia mecnica e dissipao de energia. Trabalho da foragravitacional e energia potencial gravitacional. Foras conservativas e dissipativas. A Mecnica e o funcionamento do Universo - Fora peso. Acelerao gravitacional. Lei da GravitaoUniversal. Leis de Kepler. Movimentos de corpos celestes. Influncia na Terra- mars e variaes climticas. Concepes histricas sobre a origem do universo e sua evoluo. Fenmenos Eltricos e Magnticos - Carga eltrica e corrente eltrica. Lei de Coulomb. Campo eltrico e potencial eltrico. Linhas de campo. Superfcies equipotenciais. Poder das pontas. Blindagem. Capacitores.Efeito Joule. Lei de Ohm. Resistncia eltrica e resistividade. Relaes entre grandezas eltricas - tenso, corrente, potncia e energia. Circuitos eltricos simples. Correntes contnua e alternada. Medidoreseltricos. Representao grfica de circuitos. Smbolos convencionais. Potncia e consumo de energia emdispositivos eltricos. Campo magntico. Ims permanentes. Linhas de campo magntico. Campo magntico terrestre. Oscilaes, ondas, ptica e radiao - Feixes e frentes de ondas. Reflexo e refrao. pticageomtrica- lentes e espelhos. Formao de imagens. Instrumentos pticos simples. Fenmenosondulatrios. Pulsos e ondas. Perodo, frequncia, ciclo. Propagao- relao entre velocidade, frequncia ecomprimento de onda. Ondas em diferentes meios de propagao. O calor e os fenmenos trmicos - Conceitos de calor e de temperatura. Escalas termomtricas. Transferncia de calor e equilbrio trmico. Capacidade calorfica e calor especfico. Conduo docalor. Dilatao trmica. Mudanas de estado fsico e calor latente de transformao. Comportamento deGases ideais. Mquinas trmicas. Ciclo de Carnot. Leis da Termodinmica. Aplicaes e fenmenostrmicos de uso cotidiano. Compreenso de fenmenos climticos relacionados ao ciclo da gua.

    Qumica

    Transformaes Qumicas - Evidncias de transformaes qumicas. Interpretando transformaes qumicas. Sistemas Gasosos- Lei dos gases. Equao geral dos gases ideais, Princpio de Avogadro,conceito de molcula. massa molar, volume molar dos gases. Teoria cintica dos gases. Misturas gasosas.Modelo corpuscular da matria. Modelo atmico de Dalton. Natureza eltrica da matria - Modelo Atmico deThomson, Rutherford, Rutherford-Bohr. tomos e sua estrutura. Nmero atmico, nmero de massa,istopos, massa atmica. Elementos qumicos e Tabela Peridica. Reaes qumicas. Representao das transformaes qumicas - Frmulas qumicas. Balanceamento de equaes qumicas. Aspectos quantitativos das transformaes qumicas. Leis ponderais das reaes qumicas.Determinao de frmulas qumicas. Grandezas Qumicas: massa, volume, mol, massa molar, constante deAvogadro. Clculos estequiomtricos. Materiais, suas propriedades e usos - Propriedades de materiais. Estados fsicos de materiais. Mudanasde estado. Misturas- tipos e mtodos de separao. Substncias qumicas- classificao e caractersticasgerais. Metais e Ligas metlicas. Ferro cobre e alumnio. Ligaes metlicas. Substncias inicas-caractersticas e propriedades. Substncias inicas do grupo- cloreto, carbonato, nitrato e sulfato. Ligaoinica. Substncias moleculares- caractersticas e propriedades. Substncias moleculares- H2, O2, N2, Cl2,NH3, H2O, HCl, CH4. Ligao Covalente. Polaridade de molculas. Foras intermoleculares. Relao entre estruturas, propriedade e aplicao das substncias. gua - Ocorrncia e importncia na vida animal e vegetal. Ligao, estrutura e propriedades. Sistemas em Soluo Aquosa- Solues verdadeiras, solues coloidais e suspenses.Solubilidade. Concentrao das solues. Aspectos qualitativos das propriedades coligativas das solues.cidos, Bases, Sais e xidos- definio, classificao, propriedades, formulao e nomenclatura. Conceitosde cidos e base. Principais propriedades dos cidos e bases- indicadores, condutibilidade eltrica, reao com metais, reao de neutralizao. Transformaes Qumicas e Energia - Transformaes qumicas e energia calorfica. Calor de reao.Entalpia. Equaes termoqumicas. Lei de Hess. Transformaes qumicas e energia eltrica. Reao de oxirreduo. Potenciais padro de reduo. Pilha. Eletrlise. Leis de Faraday. Transformaes nucleares.Conceitos fundamentais da radioatividade. Reaes de fisso e fuso nuclear. Desintegrao radioativa eradioistopos. Dinmica das Transformaes Qumicas - Transformaes Qumicas e velocidade. Velocidade de reao.Energia de ativao. Fatores que alteram a velocidade de reao- concentrao, presso, temperatura ecatalisador. Transformao Qumica e Equilbrio - Caracterizao do sistema em equilbrio. Constante de equilbrio.Produto inico da gua, equilbrio cido-base e pH. Solubilidade dos sais e hidrlise. Fatores que alteram osistema em equilbrio. Aplicao da velocidade e do equilbrio qumico no cotidiano. Compostos de Carbono - Caractersticas gerais dos compostos orgnicos. Principais funesorgnicas. Estrutura e propriedades de Hidrocarbonetos. Estrutura e propriedades de compostos orgnicosoxigenados. Fermentao. Estrutura e propriedades de compostos orgnicos nitrogenados. Macromolculasnaturais e sintticas. Noes bsicas sobre polmeros. Amido, glicognio e celulose. Borracha natural e sinttica. Polietileno, poliestireno, PVC, Teflon, nilon. leos e gorduras, sabes e detergentes sintticos.Protenas e enzimas. Relaes da Qumica com as Tecnologias, a Sociedade e o Meio Ambiente - Qumica no cotidiano. Qumica na agricultura e na sade. Qumica nos alimentos. Qumica e ambiente. Aspectos cientfico-tecnolgicos, socioeconmicos e ambientais associados obteno ou produo de substnciasqumicas. Indstria Qumica- obteno e utilizao do cloro, hidrxido de sdio, cido sulfrico, amnia e cido ntrico. Minerao e Metalurgia. Poluio e tratamento de gua. Poluio atmosfrica. Contaminao eproteo do ambiente. Energias Qumicas no Cotidiano - Petrleo, gs natural e carvo. Madeira e hulha. Biomassa.Biocombustveis. Impactos ambientais de combustveis fosseis. Energia nuclear. Lixo atmico. Vantagens edesvantagens do uso de energia nuclear.

    Biologia

    Molculas, clulas e tecidos - Estrutura e fisiologia celular- membrana, citoplasma e ncleo. Diviso celular. Aspectos bioqumicos das estruturas celulares. Aspectos gerais do metabolismo celular. Metabolismo energtico- fotossntese e respirao. Codificao da informao gentica. Sntese proteica. Diferenciao celular. Principais tecidos animais e vegetais. Origem e evoluo das clulas. Noes sobre clulas-tronco, clonagem e tecnologia do DNA recombinante. Aplicaes de biotecnologia na produo de alimentos, frmacos e componentes biolgicos. Aplicaes de tecnologias relacionadas ao DNA a investigaes cientficas, determinao da paternidade, investigao criminal e identificao de indivduos. Aspectos ticos relacionados ao desenvolvimento biotecnolgico. Biotecnologia e sustentabilidade. Hereditariedade e diversidade da vida - Princpios bsicos que regem a transmisso de caractersticas hereditrias. Concepes pr-mendelianas sobre a hereditariedade. Aspectos genticos do funcionamento do corpo humano. Antgenos e anticorpos. Grupos sanguneos, transplantes e doenas autoimunes. Neoplasias e a influncia de fatores ambientais. Mutaes gnicas e cromossmicas. Aconselhamento gentico. Fundamentos genticos da evoluo. Aspectos genticos da formao e manuteno da diversidade biolgica. Identidade dos seres vivos - Nveis de organizao dos seres vivos. Vrus, procariontes e eucariontes. Auttrofos e hetertrofos. Seres unicelulares e pluricelulares. Sistemtica e as grandes linhas da evoluo dos seres vivos. Tipos de ciclo de vida. Evoluo e padres anatmicos e fisiolgicos observados nos seres vivos. Funes vitais dos seres vivos e sua relao com a adaptao desses organismos a diferentes ambientes. Embriologia, anatomia e fisiologia humana. Evoluo humana. Biotecnologia e sistemtica. Ecologia e cincias ambientais - Ecossistemas. Fatores biticos e abiticos. Habitat e nicho ecolgico. A comunidade biolgica- teia alimentar, sucesso e comunidade clmax. Dinmica de populaes. Interaesentre os seres vivos. Ciclos biogeoqumicos. Fluxo de energia no ecossistema. Biogeografia. Biomas brasileiros. Explorao e uso de recursos naturais. Problemas ambientais- mudanas climticas, efeito estufa. Desmatamento. Eroso. Poluio da gua, do solo e do ar. Conservao e recuperao de ecossistemas. Conservao da biodiversidade. Tecnologias ambientais. Noes de saneamento bsico. Noes de legislao ambiental- gua, florestas, unidades de conservao. Biodiversidade. Origem e evoluo da vida - A biologia como cincia- histria, mtodos, tcnicas e experimentao. Hipteses sobre a origem do Universo, da Terra e dos seres vivos. Teorias de evoluo. Explicaes pr-darwinistas para a modificao das espcies. A teoria evolutiva de Charles Darwin. Teoria sinttica da evoluo. Seleo artificial e seu impacto sobre ambientes naturais e sobre populaes humanas. Qualidade de vida das populaes humanas - Aspectos biolgicos da pobreza e do desenvolvimento humano. Indicadores sociais, ambientais e econmicos. ndice de desenvolvimento humano. Principais doenas que afetam a populao brasileira- caracterizao, preveno e profilaxia. Noes de primeiros socorros. Doenas sexualmente transmissveis. Aspectos sociais da biologia- uso indevido de drogas. Gravidez na adolescncia. Obesidade. Violncia e segurana pblica. Exerccios fsicos e vida saudvel. Aspectos biolgicos do desenvolvimento sustentvel. Legislao e cidadania.

    REA DE CINCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS

    Matriz de Referncia

    Compreender os elementos culturais que constituem as identidades. Compreender as transformaes dos espaos geogrficos como produto das relaes socioeconmicas e culturais de poder. Compreender a produo e o papel histrico das instituies sociais, polticas e econmicas, associando-as aos diferentes grupos, conflitos e movimentos sociais. Entender as transformaes tcnicas e tecnolgicas e seu impacto nos processos de produo, no desenvolvimento do conhecimento e na vida social. Utilizar os conhecimentos histricos para compreender e valorizar os fundamentos da cidadania e da democracia, favorecendo uma atuao consciente do indivduo na sociedade. Compreender a sociedade e a natureza, reconhecendo suas interaes no espao em diferentes contextos histricos e geogrficos.

    Contedos

    Diversidade cultural, conflitos e vida em sociedade - Cultura Material e imaterial. Patrimnio e diversidadecultural no Brasil. A Conquista da Amrica. Conflitos entre europeus e indgenas na Amrica colonial.A escravido e formas de resistncia indgena e africana na Amrica. Histria cultural dos povos africanos. Aluta dos pretos no Brasil e o negro na formao da sociedade brasileira. Histria dos povos indgenas e a formao sociocultural brasileira. Movimentos culturais no mundo ocidental e seus impactos na vida poltica esocial. Formas de organizao social, movimentos sociais, pensamento poltico e ao do Estado - Cidadaniae democracia na Antiguidade. Estado e direitos do cidado a partir da Idade Moderna. democraciadireta, indireta e representativa. Revolues sociais e polticas na Europa Moderna. Formao territorial brasileira. as regies brasileiras. polticas de reordenamento territorial. As lutas pela conquista daindependncia poltica das colnias da Amrica. Grupos sociais em conflito no Brasil imperial e a construo da nao. O desenvolvimento do pensamento liberal na sociedade capitalista e seus crticos nos sculos XIX e XX. Polticas de colonizao, migrao, imigrao e emigrao no Brasil nos sculos XIX e XX. A atuao dos grupos sociais e os grandes processos revolucionrios do sculo XX- Revoluo Bolchevique,Revoluo Chinesa, Revoluo Cubana. Geopoltica e conflitos entre os sculos XIX e XX- Imperialismo, aocupao da sia e da frica, as Guerras Mundiais e a Guerra Fria. Os sistemas totalitrios na Europa dosculo XX- nazifascista, franquismo, salazarismo e stalinismo. Ditaduras polticas na Amrica Latina-Estado Novo no Brasil e ditaduras na Amrica. Conflitos poltico-culturais ps-Guerra Fria reorganizao poltica internacional e os organismos multilaterais nos sculos XX e XXI. A luta pela conquista dedireitos pelos cidados- direitos civis, humanos, polticos e sociais. Direitos sociais nas constituies brasileiras. Polticas afirmativas. Vida urbana- redes e hierarquia nas cidades, pobreza e segregaoespacial. Caractersticas e transformaes das estruturas produtivas - Diferentes formas de organizao daproduo- escravismo antigo, feudalismo, capitalismo, socialismo e suas diferentes experincias. Economiaagroexportadora brasileira - complexo aucareiro. A minerao no perodo colonial. A economia cafeeira. A borracha na Amaznia. Revoluo Industrial- criao do sistema de fbrica na Europa e transformaes noprocesso de produo. Formao do espao urbano-industrial. Transformaes na estrutura produtiva nosculo XX- o fordismo, o toyotismo, as novas tcnicas de produo e seus impactos. A industrializao brasileira, a urbanizao e as transformaes sociais e trabalhistas. A globalizao e as novas tecnologias de telecomunicao e suas consequncias econmicas, polticas e sociais. Produo e transformao dosespaos agrrios. Modernizao da agricultura e estruturas agrrias tradicionais. O agronegcio, aagricultura familiar, os assalariados do campo e as lutas sociais no campo. A relao campo-cidade. Os domnios naturais e a relao do ser humano com o ambiente - Relao homem-natureza, aapropriao dos recursos naturais pelas sociedades ao longo do tempo. Impacto ambiental das atividades econmicas no Brasil. Recursos minerais e energticos- explorao e impactos. Recursos hdricos. Bacias hidrogrficas e seus aproveitamentos. As questes ambientais contemporneas- mudana climtica, ilhas decalor, efeito estufa, chuva cida, a destruio da camada de oznio. A nova ordem ambiental internacional.Polticas territoriais ambientais. Uso e conservao dos recursos naturais, unidades de conservao, corredores ecolgicos, zoneamento ecolgico e econmico. Origem e evoluo do conceito desustentabilidade. Estrutura interna da terra. Estruturas do solo e do relevo. Agentes internos e externos modeladores do relevo. Situao geral da atmosfera e classificao climtica. As caractersticas climticasdo territrio brasileiro. Os grandes domnios da vegetao no Brasil e no mundo. Representao espacial - Projees cartogrficas. Leitura de mapas temticos, fsicos e polticos.Tecnologias modernas aplicadas cartografia.

    (*) Programa referenciado em documentos do ENEM.

    ANEXO III FORMULRIO DE RECURSOS

    FOLHA DE ROSTO

    Banca Examinadora

    Venho, por meio deste, interpor recurso contra ____________________, aplicada em ___/___/_______, de

    acordo com a(s) razo(es) constante(s) na(s) folha(s) seguintes(s).

    Nmero da inscrio: ___________________

    Candidato (a): _______________________________________________________________________________

    CPF:_________________________________________ RG: _____________________________________

    Cargo:______________________________________________________________________________________

    Endereo:___________________________________________________________________________________

    Telefone: ( ) _____________________________E-mail: ___________________________________________

    Local e data: ________________________________________________________________________________

    Observaes:

    1) Todos os campos de identificao constantes da folha de rosto, bem como das razes do recurso, devero ser

    preenchidos.

    2) Admitir-se- um nico recurso por questo/motivo de forma individualizada, ou seja, um recurso para cada

    evento que lhe der origem.

    3) Cada recurso dever ser apresentado em um formulrio.

    4) O recurso dever estar digitado, no sendo conhecido o recurso interposto de forma diferente ao estabelecido

    no Edital.

    5) O Recurso dever ser encaminhado em arquivo formato .doc (word). 6) Especificar o fato motivador do recurso de forma sucinta e clara, em campo prprio, sem nenhum sinal

    identificador (nome, n de inscrio, etc.).

    7) O recurso dever ser enviado pela internet, atravs de e-mail, no endereo eletrnico recursos-femass@msconcursos.com.br. 8) O candidato que tiver seu recurso indeferido e desejar obter a resposta, poder enviar a solicitao para

    recursos-femass@msconcursos.com.br. A resposta ser encaminhada somente para o endereo eletrnico constante na ficha de inscrio do candidato.

    FORMULRIO DE RECURSO RAZES DO RECURSO

    1. Nmero da Questo ( obrigatrio informar o nmero da questo da prova):_____________________________

    2. Motivo (quando no se tratar de questo da prova):_________________________________________________

    3. Fundamentao e/ou embasamento legal, com as devidas razes do recurso:

    ANEXO I CALENDRIO DO PROCESSO SELETIVO

    Parte Integrante do Edital N 15 - 2014 Processo Seletivo para acesso aos Cursos de Graduao em Administrao, Engenharia de

    Produo e Sistemas de Informao - FeMASS.

    CALENDRIO

    EVENTO DATA HORRIO

    Publicao do Edital 14/11/2014 9h

    Inscrio 19/11 a 15/12/2014 24 horas por dia

    Pedido de iseno do pagamento da taxa de inscrio 19 a 24/11/2014 24 horas por diaDivulgao do resultado de pedidos de iseno da taxa de inscrio 01/12/2014 -

    Contestao do Resultado de pedidos de iseno dopagamento da taxa de inscrio 02/12/2014 At s 23h59min.

    Resultado das contestaes 05/12/2014 -

    ltimo dia para pagamento da taxa de inscrio 16/12/2014 -

    Disponibilizao do Carto de Confirmao de Inscrio para candidatos At 22/12/2014 -

    Solicitao de Correo do Carto de Confirmao 22, 23 e 24/12/2014 -

    Divulgao do resultado do ENEM 23/12/2014 -

    Divulgao do ensalamento 31/12/2014 -

    PROVA OBJETIVA E REDAO 04/01/2015 Das 15h s 19h

    Divulgao do gabarito da Prova Objetiva 05/01/2015 -

    Perodo de recurso do gabarito prova objetiva 06 e 07/01/2015 -

    Resultado dos recursos 14/01/2015 -

    Gabarito oficial 14/01/2015 -

    Divulgao do Resultado dos Classificados na Prova Objetiva 14/01/2015 -

    Divulgao do Resultado da Prova de Redao 20/01/2015 -

    Perodo de Recurso da Prova de Redao 20 e 21/01/2015 -

    Resultado do Recurso e Resultado Final 26/01/2015 -

    Apresentao de documento oficial do resultado do ENEM Na matrcula -

    Matrcula dos Classificados no Processo Seletivo 27/01 e 28/01/2015 -

    Divulgao da 1 Reclassificao 30/01/2015 -

    Matrcula dos convocados na 1 Reclassificao 03/02/2015 -

    Divulgao da 2 Reclassificao 05/02/2015 -

    Matrcula dos convocados na 2 Reclassificao 06/02/2015 -

    Previso de incio das Aulas 09/02/2015 -

    ANEXO II - PROGRAMAS DO PROCESSO SELETIVO

    Parte Integrante do Edital N 15 - 2014 Processo Seletivo para acesso aos Cursos de Graduao em Administrao, Engenharia de

    Produo e Sistemas de Informao - FeMASS.

    EIXOS COGNITIVOS (comuns a todas as reas de conhecimento)

    Dominar linguagens - dominar a norma culta da Lngua Portuguesa e fazer uso das linguagens matemtica, artstica e cientfica e das lnguas espanhola e inglesa. Compreender fenmenos- construir e aplicar conceitos das vrias reas do conhecimento para a compreenso de fenmenos naturais, de processos histrico-geogrficos, da produo tecnolgica e das manifestaes artsticas. Enfrentar situaes-problema - selecionar, organizar, relacionar, interpretar dados e informaes representados de diferentes formas, para tomar decises e enfrentar situaes- problema. Construir argumentao - relacionar informaes, representadas em diferentes formas, e conhecimentos disponveis em situaes concretas, para construir argumentao consistente. Elaborar propostas - recorrer aos conhecimentos desenvolvidos na escola para elaborao de propostas de interveno solidria na realidade, respeitando os valores humanos e considerando a diversidade sociocultural.

    intervenes cientfico-tecnolgicas. Apropriar-se de conhecimentos da qumica para, em situaes problema, interpretar, avaliar ou planejarintervenes cientfico tecnolgicas. Apropriar-se de conhecimentos da biologia para, em situaes problema, interpretar, avaliar ou planejarintervenes cientfico tecnolgicas.

  • O DEBATE DIRIO DE MACA15 Maca, domingo, 16 segunda-feira, 17 de novembro de 2014

    Continua na pgina seguinte.

    Estado do Rio de JaneiroPrefeitura Municipal de MacaFundao Educacional de Maca - FUNEMAC

    COLGIO DE APLICAO CAp-FUNEMACADMISSO DE ALUNOS AO CAp-Funemac 2015

    EDITAL N 08/2014

    A Superintendncia Acadmica da Funemac, no uso de suas atribuies legais,torna pblico o presente edital, contendo todas as normas, rotinas e procedimentosnecessrios realizao do Concurso de Admisso de alunos ao CAp-Funemacpara o ano letivo de 2015 .

    TTULO I - DAS VAGAS

    Art. 1. O Colgio de Aplicao CAp-FUNEMAC, situado na Alameda RaimundoCorrea n 151 - Novo Cavaleiros - Maca RJ, que atende em horrio integral aosalunos de Ensino Mdio, est abrindo vagas para admisso a 1 e 2 Sries doEnsino Mdio, para o ano letivo de 2015, conforme distribuio abaixo:

    I - Ensino Mdio:

    a) 1 srie do Ensino Mdio 60 vagas

    b) 2 srie do Ensino Mdio 10 vagas

    Pargrafo nico: As vagas sero disponibilizadas da seguinte forma:

    Para os candidatos a 1 srie do Ensino Mdio: 80% para alunos oriundos da Rede Pblica Municipal de Maca 20% para os demais alunos

    Para os candidatos a 2 srie do Ensino Mdio: 80% para alunos oriundos da Rede Pblica; 20% para alunos da Rede Privada.

    TTULO II - DAS CONDIES DE INSCRIO

    Art. 2. Podero concorrer s vagas oferecidas os candidatos que preencham osseguintes requisitos:

    I - Ensino Mdio

    a) 1 srie: candidatos que em 2014 tenham ou estejam cursando o 9 ano doEnsino Fundamental e nele venham a ser aprovados sem dependncia;

    b) 2 srie: candidatos que em 2014 tenham concludo ou estejam cursandoa 1 srie do Ensino Mdio e nele venham a ser aprovados sem dependncia.

    TTULO III DA INSCRIO

    Art. 3. As inscries sero realizadas exclusivamente via internet, nos endereoseletrnicos www.msconcursos.com.br e www.macae.rj.gov.br/funemac, no perodoentre 19 de novembro a 15 de dezembro de 2014.

    Pargrafo nico. As inscries somente podero ser realizadas at s 23h59min(vinte e trs horas e cinquenta e nove minutos) do dia 15 de dezembro de2014, horrio de Braslia.

    Art. 4. As informaes prestadas no Requerimento de Inscrio sero de inteiraresponsabilidade do candidato, cabendo FUNEMAC ou Empresa MSCONCURSOSo direito de excluir do Concurso de Admisso aquele que no processar corretamentesua inscrio.

    1. O candidato ser responsvel pela veracidade das informaes declaradas.

    2. Antes de efetuar a inscrio, o candidato dever conhecer o edital, quepoder ser obtido gratuitamente pelos endereos eletrnicoswww.msconcursos.com.br e www.macae.rj.gov.br/funemac e certificar-se deque preenche todos os requisitos exigidos, das quais no poder alegardesconhecimento em nenhuma hiptese.

    3. No requerimento de inscrio, o candidato dever registrar claramenteinformaes, fazendo sua opo referente aos seguintes aspectos:

    a) Para os candidatos a 1 srie do Ensino Mdio:- aluno da Rede Pblica Municipal de Maca ou- demais alunos

    b) Para os candidatos a 2 srie do Ensino Mdio:- aluno da Rede Pblica ou- aluno da Rede Privada

    Art. 5. O candidato dever acessar o endereo os endereos eletrnicoswww.msconcursos.com.br e www.macae.rj.gov.br/funemac, preencher corretamenteo Requerimento de Inscrio, imprimir o Boleto Bancrio e efetuar o recolhimentoda Taxa de inscrio no valor de R$15,00 (quinze reais), observado o perododeterminado no art. 3.

    1. O pagamento do boleto bancrio poder ser efetuado em qualquerestabelecimento bancrio, ou via internet, observado o cdigo de barras existente,at 16 de dezembro de 2014, cientes de que pagamentos efetuados apsa data fixada no sero considerados para efeitos de confirmao deinscrio sob qualquer condio ou pretexto.

    2. Em nenhuma hiptese haver devoluo da importncia paga, a ttulo deressarcimento das despesas com material e servios necessrios realizaodo certame, mesmo nos casos de desistncia, perda do prazo, indeferimentoou cancelamento de inscrio.

    3. No ato da inscrio, o candidato dever satisfazer as exigncias contidasneste Edital, preenchendo corretamente o cadastro eletrnico, que constar dedeclarao de inteiro conhecimento e aceitao das normas e exignciasestabelecidas neste Edital, sob pena de nulidade, cabendo empresaorganizadora o direito de excluir do Concurso de Admisso aquele que nopreencher o formulrio de forma correta, ou utilizar de meios escusos.

    4. Poder solicitar a iseno de pagamento da taxa de inscrio para oConcurso de Admisso ora divulgado o candidato comprovadamente de baixarenda, amparado pelo Decreto n 6.593, de 2 de outubro de 2008, publicado noDirio Oficial da Unio, de 3 de outubro de 2008, que:

    a) estiver inscrito (a) no Cadastro nico para Programas Sociais doGoverno Federal (Cadnico), de que trata o Decreto n 6.135, de 26 dejunho de 2007; eb) for membro de famlia de baixa renda, nos termos do Decreto n6.135, de 2007.

    5. O candidato interessado na iseno da taxa de inscrio, que se enquadrardentro dos requisitos exigidos, dever obrigatoriamente indicar no formulrio deinscrio tal inteno, informar o Nmero de Identificao Social (NIS) atribudopelo Cadnico e declarar que atende s condies estabelecidas na letra b. AIseno dever ser requerida no perodo 19 a 24 de novembro.

    6. No sero analisados os pedidos de iseno sem indicao do nmero doNIS e, ainda, aqueles que no contenham informaes suficientes para acorreta identificao do candidato na base de dados do rgo Gestor doCadnico.

    7. A Empresa MSCONCURSOS consultar o rgo gestor do Cadnico paraverificar a veracidade das informaes prestadas pelo(a) candidato(a).

    8. O requerimento de iseno no garante ao interessado a iseno depagamento da taxa de inscrio, ficando esta sujeita anlise e deferimentonos termos do presente edital.

    9. O candidato responsvel pela veracidade das informaes prestadas aorequerer a iseno, sob as penas da lei, cabendo Empresa MSCONCURSOSa anlise do atendimento aos requisitos e eventual indeferimento dos pedidosem desacordo, podendo, em caso de fraude, omisso, falsificao, declaraoinidnea, ou qualquer outro tipo de irregularidade, rever a iseno.

    10. Constatada a ocorrncia de tais hipteses, sero adotadas medidaslegais contra os infratores, aplicando-se, ainda, o disposto no pargrafo nicodo artigo 10 do Decreto n 83.936, de 6 de setembro de 1979.

    11. Cada pedido de iseno ser analisado e julgado pela Empresa, observadasas exigncias do presente edital.

    12. O resultado dos pedidos de iseno ser divulgado no dia 01 de dezembro2014, pela internet, nos endereos eletrnicos www.msconcursos.com.br ewww.macae.rj.gov.br/funemac.

    13. O candidato dispor, unicamente, de 01 (um) dia para contestar oindeferimento, exclusivamente mediante preenchimento de formulrio derecurso, que estar disponvel nos endereos eletrnicoswww.msconcursos.com.br e www.macae.rj.gov.br/funemac, sendo que apsesse perodo no sero aceitos pedidos de reviso. O recurso dever serenviado at s 23h59min do dia seguinte ao da publicao, considerando-se ohorrio de Braslia.

    14. Os candidatos que tiveram seu pedido de iseno julgado indeferidodevero observar os seguintes procedimentos:

    a) Imprimir o Boleto Bancrio, nos endereos eletrnicoswww.msconcursos.com.br e www.macae.rj.gov.br/funemac, e pag-lo ato dia 16 de dezembro de 2014.

    15. O interessado que tiver seu pedido de iseno indeferido e no efetuar opagamento do Boleto Bancrio, na forma e no prazo estabelecido no subitemanterior, no ser considerado inscrito no Concurso de Admisso.

    Art. 6. O candidato com deficincia, no ato da inscrio, em conformidade com alegislao em vigor, dever declarar no Requerimento de Inscrio a especificidade

    de sua deficincia e o cdigo correspondente da Classificao Internacional de Doena CID.

    Art. 7. No ser permitida, sob qualquer pretexto, a inscrio condicional porcorrespondncia ou fax, nem documentos enviados por fax.

    Art. 8. Depois de confirmado o pagamento pela instituio bancria, a inscrio serefetivada, e o candidato poder imprimir seu Carto de Confirmao de Inscrio ato dia 22/12/2014, nos endereos eletrnicos www.msconcursos.com.br ewww.macae.rj.gov.br/funemac.

    Art. 9. Caso no seja confirmado o pagamento, o Requerimento de Inscrio serautomaticamente indeferido.

    Art. 10. A Empresa MSCONCURSOS e a FUNEMAC no se responsabilizaro porRequerimento de Inscrio no recebido por falha de comunicao digital,congestionamento de linhas de comunicao e ou outros fatores de ordem tcnica eoperacional que impossibilitarem a transferncia dos dados, ou impresses de outrasinformaes.

    Art. 11. O encerramento das inscries dar-se- no dia 15 de dezembro de 2014, s23:59:59 (vinte e trs horas e cinquenta e nove minutos e cinquenta e nove segundos)horrio de Braslia, sendo que o pagamento dever ser confirmado at o dia 16 dedezembro de 2014, cientes de que pagamentos efetuados aps a data fixada nosero considerados para efeito de confirmao de inscrio sob qualquercondio ou pretexto.

    Art. 12. O Carto de Confirmao de Inscrio documento indispensvel pararealizao da prova conforme previsto neste edital, devendo este ser retirado nosendereos eletrnicos www.msconcursos.com.br e www.macae.rj.gov.br/funemac, ato dia 22 de dezembro de 2014.

    1 Ao imprimir o Carto de Confirmao de Inscrio, o candidato deverfazer conferncia dos seguintes dados:

    a) Nome do candidato;b) Nmero da identidade;c) Nmero do CPF;d) Data de nascimento;e) Srie escolhida;f ) Concorre vaga destinada a pessoas com deficincia, se for o

    caso.

    2 Em caso de erro de digitao detectado posteriormente, o candidato devercomunicar imediatamente Empresa MSCONCURSOS, pelo e-mail retificacao-cap@msconcursos.com.br, para a devida correo.

    Art. 13. O carto de confirmao o comprovante de identificao do candidato, eeste dever traz-lo e apresent-lo, obrigatoriamente, durante a prova ou sempre quesolicitado.

    Art. 14. O CANDIDATO QUE NO APRESENTAR O CARTO DE CONFIRMAONO ATO DA PROVA FICA AUTOMATICAMENTE ELIMINADO DO Concurso deAdmisso.

    Art. 15. No dia 22 de dezembro de 2014 ser divulgado nos endereos eletrnicoswww.msconcursos.com.br e www.macae.rj.gov.br/funemac e na sede do Colgio deAplicao CAp-Funemac a listagem identificada com os candidatos aptos aparticiparem da seleo de admisso de alunos para o preenchimento das vagasoferecidas.

    TTULO IV - DA SELEO

    Art. 16. Os candidatos com o carto de confirmao sero submetidos prova nasseguintes disciplinas do Ensino Fundamental e Ensino Mdio, a saber: LnguaPortuguesa, Matemtica, e Redao, no dia 04 de janeiro de 2015 (domingo).

    Art. 17. A prova ter incio s 08 horas e 30 minutos, com durao total de 4 (quatro)horas, e o candidato dever chegar com uma hora de antecedncia.

    Art. 18. A entrada no local de prova se dar at s 08h e 20 min., impreterivelmente,a partir desse horrio o acesso ao local da prova ser impedido.

    Art. 19. O local da prova ser na Cidade Universitria de Maca Rua Alosio da SilvaGomes, n 50, Granja dos Cavaleiros.

    Art. 20. No ser permitido aos candidatos utilizar nos locais de prova, em nenhummomento, celulares, pagers, relgios, Ipods, Ipad, calculadoras ou qualquer outroequipamento eletrnico.

    1. Caso o candidato porte algum dos itens mencionados anteriormente, antes doincio das provas, dever acomod-lo(s) abaixo de sua cadeira, sob sua guarda eresponsabilidade, mantendo o(s) aparelho(s) eletrnico(s) desligado(s).

    2. O candidato que for identificado utilizando quaisquer desses equipamentos nolocal de prova, a qualquer tempo, ser impedido de continuar realizando as provas.

    3. Durante todo o tempo em que permanecer no local onde estar ocorrendo oConcurso de Admisso, o candidato dever manter o celular desligado e sembateria, sendo permitido lig-lo somente aps ultrapassar o porto de sada doprdio.

    Art. 21. Os contedos programticos relativos s provas esto previstos no ANEXO I,sendo parte integrante deste edital.

    TTULO V - DA PROVA E DA PONTUAO

    Art. 22. O Concurso de Admisso consistir em duas provas: sendo uma de mltiplaescolha (Lngua Portuguesa e Matemtica) e uma de Redao.

    Art. 23. A prova de mltipla escolha ter 40 questes, com cinco opes (A, B, C, De E) contemplando 20 questes de cada uma das disciplinas: Lngua Portuguesa eMatemtica. Ser atribudo o valor de dois pontos a cada uma das questes. Serconsiderado classificado o candidato que obtiver no mnimo 40 pontos na prova demltipla escolha.

    Pargrafo nico: O gabarito ser divulgado nos endereos eletrnicoswww.msconcursos.com.br e www.macae.rj.gov.br/funemac, no dia 05 de janeirode 2015.

    Art. 24. A prova de Redao ter o valor de 20 pontos e ser eliminatria para ocandidato que no obtiver o mnimo de 10 pontos.

    Art. 25. No sero corrigidas as redaes dos candidatos que no obtiverem a pontuaomnima de 40 pontos na prova de mltipla escolha.

    Art. 26. A pontuao final do Concurso de Admisso ser o somatrio dos pontosobtidos na prova de Mltipla Escolha e na Redao.

    TTULO VI DOS RECURSOS

    Art. 27. Aos candidatos e seus responsveis ser concedido o direito reviso dasquestes e vista da prova de redao em conformidade com o calendrio abaixo:

    1. O recurso dever ser apresentado no formulrio prprio (Anexo III desteedital), disponvel nos endereos eletrnicos www.msconcursos.com.br ewww.macae.rj.gov.br/funemac.

    2. O recurso dever ser encaminhado, via e-mail, em arquivo formato .doc(word), para o endereo eletrnico recursos-cap@msconcursos.com.br.

    TTULO VII - DA CLASSIFICAO E DA DIVULGAO DOS RESULTADOS

    Art. 28. Os candidatos, com pontuaes finais iguais, sero desempatados com basenos critrios abaixo e na seguinte ordem:

    1 com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos, nos termos da Lei Federaln 10.741/2003, entre si e frente aos demais, sendo que ser dada preferncia aode idade mais elevada;

    2 o candidato que possuir a maior nota em Redao;

    3 o candidato que possuir a maior nota em Matemtica;

    4 o candidato que possuir a maior nota em Lngua Portuguesa;

    5 o candidato que for mais velho.

    Art. 29. A divulgao dos resultados se dar atravs de trs listas organizadassegundo a rigorosa ordem de classificao de forma decrescente de pontuao.

    1 A primeira lista com a relao nominal de candidatos aprovados e classificadosat o limite de vagas estabelecidas neste edital;

    2 A segunda lista com a relao de candidatos aprovados e no classificados,que estaro aguardando reclassificaes, cuja relao se dar por nmero deinscrio;

    3 A terceira lista com a relao de candidatos no aprovados, cuja relao sedar por nmero de inscrio.

    Art. 30. Sero feitas at trs reclassificaes, caso haja necessidade de mais, dar-se- a critrio da instituio.

    Pargrafo nico. Cabe ao candidato e/ou seu responsvel tomar conhecimentodestas reclassificaes e suas respectivas datas, que sero divulgadas conformeo Anexo II.

    Art. 31. A Relao Final dos candidatos aprovados e classificados ser divulgadano dia 26 de janeiro de 2014, nos endereos eletrnicos

    RECURSO PERODOPedido de reviso das questes da prova 06 e 07 de janeiro Resultado da reviso 14 de janeiro Divulgao do Gabarito Oficial 14 de janeiro Vista da prova de Redao 20 e 21 de janeiro Divulgao do Resultado Final 26 de janeiro

    www.msconcursos.com.br e www.macae.rj.gov.br/funemac e na sede doColgio de Aplicao, nas datas conforme o ANEXO II que parte integrantedeste edital.

    TTULO VIII DA MATRCULA

    Art. 32. As vagas existentes em cada srie sero preenchidas respeitando-serigorosamente a ordem estabelecida nas listagens de classificao e reclassificao,conforme ANEXO II que parte integrante deste edital.

    Art. 33. Caso o candidato classificado, ao ser convocado, no se apresente para amatrcula no prazo previsto, ser eliminado, sendo chamado para prover a vaga oprximo classificado, e assim sucessivamente.

    Art. 34. At 31 de maro de 2015, podero ser promovidas novas chamadas, casoexistam vagas nas sries.

    Art. 35. Os responsveis pelos candidatos classificados para preenchimento dasvagas devero efetuar sua matrcula na Secretaria do Colgio de Aplicao, Alameda Raimundo Correa n 151 - Novo Cavaleiros- Maca - RJ, segundo ocalendrio do ANEXO II.

    Art. 36. Os documentos obrigatrios para matrcula so:

    a) Histrico Escolar original (sem dependncia);

    b) Trs fotos 3x4 (recentes);

    c) Certido de Nascimento, original e cpia (a original ser devolvida aointeressado aps conferncia e autenticao);

    d) Declarao escolar informando o nmero do INEP do aluno (caso estainformao no esteja no histrico);

    e) Comprovante de RESIDNCIA, original e cpia (a original ser devolvida aointeressado aps conferncia e autenticao);

    f) Documento de Identidade do aluno, original e cpia (a original ser devolvidaao interessado aps conferncia e autenticao);

    g) CPF do aluno, original e cpia (a original ser devolvida ao interessado apsconferncia e autenticao).

    TTULO IX - DAS DISPOSIES FINAIS

    Art. 37. Condies especiais para realizao das provas:

    a) O candidato, com deficincia ou no, ao realizar a inscrio dever informar,no campo prprio, a condio especial de que necessita para a realizao dasprovas, sendo facultado MSCONCURSOS o deferimento ou indeferimentodo pedido;

    b) As condies especiais de atendimento para o dia da prova, solicitadas pelocandidato no ato da inscrio, sero analisadas e atendidas segundo critriosde viabilidade e razoabilidade. O candidato ser comunicado em caso do noatendimento a sua solicitao;

    c) Ao realizar a inscrio, a candidata lactante que tiver necessidade deamamentar durante a realizao das provas dever informar essa necessidadeno campo prprio;

    d) A criana dever estar acompanhada de adulto responsvel por sua guarda(familiar ou terceiro).

    e) Nos horrios previstos para amamentao, a candidata lactante poderausentar-se temporariamente da sala de prova, acompanhada de uma fiscal.Contudo, nesse caso, o tempo de prova no ser estendido;

    f) No momento da amamentao, ficaro presentes somente a candidatalactante, a criana e um fiscal, sendo vedada a permanncia de quaisqueroutras pessoas.

    Art. 38. Ser eliminado, a qualquer poca, mesmo depois da matrcula, o candidatoque participar do Concurso de Admisso ao Colgio de Aplicao da FUNEMACusando documentos ou informaes falsas, utilizar quaisquer outros meios ilcitosou desrespeitar as normas deste Edital.

    Art. 39. Os itens deste Edital podero sofrer alteraes, atualizaes ou acrscimos,enquanto no consumada a providncia ou evento que lhes disser respeito, at adata da prova, circunstncia que ser mencionada em Edital ou Comunicado Pblicoa ser publicado nos endereos eletrnicos www.msconcursos.com.br ewww.macae.rj.gov.br/funemac e na sede do Colgio de Aplicao CAp-Funemac.

    Art. 40. Os ANEXOS I, II e III constituem parte integrante do presente Edital.

    Art. 41. Os casos omissos ou situaes no previstas neste edital sero resolvidospela Direo e Coordenao do CAp / FUNEMAC.

    Maca, 14 de novembro de 2014.

    Gleison Marinho GuimaresPresidente da FUNEMAC

    ANEXO I

    CONTEDOS PARA A PROVA DE MLTIPLA ESCOLHA DA 1 E 2 SRIES DO ENSINO MDIO

    1- PARA A 1 SRIE DO ENSINO MDIO

    a) Lngua Portuguesa:

    Gneros textuais: tira, notcia, poema, conto, artigo de opinio e charge; Interpretao de texto; Concordncias nominal e verbal; Conjunes coordenativas; Classes de palavras; Figuras e funes de linguagem; Aspectos semnticos: sinonmia, antonmia, polissemia e ambiguidade; Perodo simples anlise sinttica; Relao de coordenao e subordinao; Pontuao e acentuao grficas.

    b) Matemtica:

    Operaes no conjunto dos nmeros inteiros relativos; Operaes no conjunto dos nmeros racionais; Potenciao; Radiciao; Resoluo de equaes do primeiro grau com uma varivel e problemas do primeiro grau; Resoluo de equaes do segundo grau e resoluo de problemas; Polinmios: grau, valor numrico, monmios semelhantes, operaes com polinmios, produtos

    notveis, fatorao;. Polgonos semelhantes; reas de figuras planas; Seno, cosseno e tangente nos tringulos retngulos; Razo, proporo, regra de trs.

    c) Redao: Texto dissertativo regras claras a serem observadas:

    Criatividade; Coeso e coerncia; Ortografia; Ttulo; Concordncias nominal e verbal; Acentuao e pontuao grficas; Abordar, obrigatoriamente, o tema pedido; Redigir o texto em folha especfica para isso.

    2- PARA A 2 SRIE DO ENSINO MDIO

    a) Lngua Portuguesa:

    Gneros textuais: crnica, romance, editorial, cano, conto; Interpretao de texto; Tempos e modos verbais; Textos literrios e no literrios; Literatura de informao / Barroco / Arcadismo; Perodos simples e compostos; Coordenao e Subordinao; Elementos da narrativa; Denotao e conotao; Pontuao e acentuao grficas; Aspectos semnticos: sinonmia, antonmia, paronmia, polissemia, ambiguidade, homonmia; Funes da linguagem; Concordncia e regncia nominal e verbal.

    b) Matemtica:

    Funo do primeiro grau; Funo do segundo grau; Funo Exponencial; Funo logartmica;. Trigonometria no tringulo retngulo; Progresses aritmticas; Progresses geomtricas; reas de figuras planas; Semelhana de tringulos.

    c) Redao: Texto dissertativo regras claras a serem observadas:

    Criatividade; Coeso e coerncia; Ortografia; Ttulo; Concordncias nominal e verbal; Acentuao e pontuao grficas. Abordar, obrigatoriamente, o tema pedido; Redigir o texto em folha especfica para isso.

  • O DEBATE DIRIO DE MACA16 Maca, domingo, 16 segunda-feira, 17 de novembro de 2014

    Estado do Rio de JaneiroPrefeitura Municipal de MacaFundao Educacional de Maca - FUNEMAC

    CONSELHO MUNICIPAL DE DEFESA DOS DIREITOSDA CRIANA E DO ADOLESCENTE DE MACA/RJ

    Travessa Ari Schueler Pimentel, n 25, Centro - Maca/RJTel.: (22) 2796-1300 / 2796-1546 - E-mail:cmddcademacae@gmail.com

    RESOLUO N 02/2014

    Aprova o PLANO MUNICIPAL DECENAL DE MEDIDAS SCIO EDU-CATIVAS 2014/2024

    O Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Criana e do Adolescentede Maca - RJ em Reunio Ordinria, realizada em 13 de Novembro de2014, no uso das suas competncias e atribuies legais:RESOLVE:Art. 1 - Aprovar o Plano Municipal Decenal de Medidas Scio Educativas2014/2024 com ressalvas de reavaliao.Art. 2 - Revogar as disposies em contrrio.Art. 3 - Esta resoluo entra em vigor na data da sua aprovao.Art. 4 - Publique-se.Maca, 14 de Novembro de 2014.

    Elise Borges de Oliveira AmaralPresidenta do CMDDCA

    OMITIDA A PUBLICAO EM 14/11/2014

    ANEXO III FORMULRIO DE RECURSOS

    FOLHA DE ROSTO

    Banca Examinadora

    Venho, por meio deste, interpor recurso contra ____________________, aplicada em ___/___/_______, de

    acordo com a(s) razo(es) constante(s) na(s) folha(s) seguintes(s).

    Nmero da inscrio: ___________________

    Candidato (a): _______________________________________________________________________________

    CPF:_________________________________________ RG: _____________________________________

    Cargo:______________________________________________________________________________________

    Endereo:___________________________________________________________________________________

    Telefone: ( ) _____________________________E-mail: ___________________________________________

    Local e data: ________________________________________________________________________________

    Observaes:

    1) Todos os campos de identificao constantes da folha de rosto, bem como das razes do recurso, devero ser

    preenchidos.

    2) Admitir-se- um nico recurso por questo/motivo de forma individualizada, ou seja, um recurso para cada

    evento que lhe der origem.

    3) Cada recurso dever ser apresentado em um formulrio.

    4) O recurso dever estar digitado, no sendo conhecido o recurso interposto de forma diferente ao estabelecido

    no Edital.5) O Recurso dever ser encaminhado em arquivo formato .doc (word).

    6) Especificar o fato motivador do recurso de forma sucinta e clara, em campo prprio, sem nenhum sinal

    identificador (nome, n de inscrio, etc.).

    7) O recurso dever ser enviado pela internet, atravs de e-mail, no endereo eletrnico recursos-

    cap@msconcursos.com.br.8) O candidato que tiver seu recurso indeferido e desejar obter a resposta, poder enviar a solicitao para

    recursos-cap@msconcursos.com.br. A resposta ser encaminhada somente para o endereo eletrnico

    constante na ficha de inscrio do candidato.

    FORMULRIO DE RECURSO RAZES DO RECURSO

    1. Nmero da Questo ( obrigatrio informar o nmero da questo da prova):_____________________________

    2. Motivo (quando no se tratar de questo da prova):_________________________________________________

    3. Fundamentao e/ou embasamento legal, com as devidas razes do recurso:

    ANEXO II

    CALENDRIO

    DATAS EVENTOS LOCAIS HORRIOS

    14 de novembro de 2014 Publicao do Edital

    Imprensa Local, Site da EMPRESA MSCONCURSOS, Site da PREFEITURA,

    Murais da FUNEMAC e do Colgio de Aplicao

    9h

    19 de novembro a 15 de dezembro de

    2014 Inscrio

    Site da EMPRESA MSCONCURSOS: www.msconcursos.com.br ou

    Site da PREFEITURA: www.macae.rj.gov.br/funemac

    -

    19 a 24 de novembro de 2014

    Perodo para pedidos de iseno de taxa de

    inscrio

    Site da EMPRESA MSCONCURSOS: www.msconcursos.com.br ou

    Site da PREFEITURA: www.macae.rj.gov.br/funemac

    -

    01 de dezembro de 2014

    Divulgao do Resultado dos pedidos de iseno de

    taxa de inscrio

    Site da EMPRESA MSCONCURSOS: www.msconcursos.com.br e

    Site da PREFEITURA: www.macae.rj.gov.br/funemac

    -

    02 de dezembro de 2014

    Contestao do Resultado do pedido de iseno da

    Taxa de Inscrio

    Site da EMPRESA MSCONCURSOS: www.msconcursos.com.br ou

    Site da PREFEITURA: www.macae.rj.gov.br/funemac

    -

    05 de dezembro de 2014

    Resultado da Contestao do resultado do pedido de

    iseno da Taxa de Inscrio

    Site da EMPRESA MSCONCURSOS: www.msconcursos.com.br e

    Site da PREFEITURA: www.macae.rj.gov.br/funemac

    -

    16 de dezembro de 2014

    ltimo dia para pagamento da taxa bancria - -

    at 22 de dezembro de 2014

    Disponibilizao do Carto de Confirmao

    Site da EMPRESA MSCONCURSOS: www.msconcursos.com.br ou

    Site da PREFEITURA: www.macae.rj.gov.br/funemac

    -

    22, 23 e 24 de dezembro de 2014

    Pedido de correo do Carto de Confirmao

    Site da EMPRESA MSCONCURSOS: www.msconcursos.com.br ou

    Site da PREFEITURA: www.macae.rj.gov.br/funemac

    -

    31 de dezembro de 2014 Divulgao do ensalamento

    Site da EMPRESA MSCONCURSOS: www.msconcursos.com.br e

    Site da PREFEITURA: www.macae.rj.gov.br/funemac

    -

    04 de janeiro de 2015

    Prova de mltipla escolha e redao Cidade Universitria

    08h30min.s

    12h30min.

    05 de janeiro de 2015

    Divulgao do Gabarito da Prova de Mltipla Escolha

    Site da EMPRESA MSCONCURSOS: www.msconcursos.com.br,

    Site da PREFEITURA: www.macae.rj.gov.br/funemac e Murais da

    FUNEMAC e do Colgio de Aplicao

    -

    06 e 07 de janeiro de 2015

    Perodo para Recursos do gabarito da prova mltipla

    escolha

    Site da EMPRESA MSCONCURSOS: www.msconcursos.com.br ou

    Site da PREFEITURA: www.macae.rj.gov.br/funemac

    -

    14 de janeiro de 2015 Resultado dos Recursos

    Site da EMPRESA MSCONCURSOS: www.msconcursos.com.br,

    Site da PREFEITURA: www.macae.rj.gov.br/funemac e Murais da

    FUNEMAC e do Colgio de Aplicao

    A partir das 17h

    14 de janeiro de 2015

    Divulgao do gabarito oficial

    Site da EMPRESA MSCONCURSOS: www.msconcursos.com.br,

    Site da PREFEITURA: www.macae.rj.gov.br/funemac e Murais da

    FUNEMAC e do Colgio de Aplicao

    A partir das 17h

    14 de janeiro de 2015

    Divulgao do Resultado da Prova de Mltipla

    Escolha

    Site da EMPRESA MSCONCURSOS: www.msconcursos.com.br,

    Site da PREFEITURA: www.macae.rj.gov.br/funemac e Murais da

    FUNEMAC e do Colgio de Aplicao

    A partir das 17h

    20 de janeiro de 2015

    Divulgao do Resultado da Prova de Redao

    Site da EMPRESA MSCONCURSOS: www.msconcursos.com.br,

    Site da PREFEITURA: www.macae.rj.gov.br/funemac e Murais da

    FUNEMAC e do Colgio de Aplicao

    A partir das 17h

    20 e 21 de janeiro de 2015

    Perodo de recursos da Prova de Redao

    Site da EMPRESA MSCONCURSOS: www.msconcursos.com.br ou

    Site da PREFEITURA: www.macae.rj.gov.br/funemac

    -

    26 de janeiro de 2015

    Resultado do Recurso da Redao e RESULTADO FINAL com Classificao

    Site da EMPRESA MSCONCURSOS: www.msconcursos.com.br,

    Site da PREFEITURA: www.macae.rj.gov.br/funemac e Murais da

    FUNEMAC e do Colgio de Aplicao

    A partir das 17h

    27 a 30 de janeiro de 2015 Matrcula dos Classificados Colgio de Aplicao 08h s 12h

    02 de fevereiro de 2015 1 Reclassificao

    Site da EMPRESA MSCONCURSOS: www.msconcursos.com.br,

    Site da PREFEITURA: www.macae.rj.gov.br/funemac e Murais da

    FUNEMAC e do Colgio de Aplicao

    A partir das 14h

    03 e 04 de fevereiro de 2015

    Matrcula dos reclassificados Colgio de Aplicao 08h s 12h

    DOM 16-11-2014 (01)DOM 16-11-2014 (02)DOM 16-11-2014 (03)DOM 16-11-2014 (04)DOM 16-11-2014 (05)DOM 16-11-2014 (06)DOM 16-11-2014 (07)DOM 16-11-2014 (08)DOM 16-11-2014 (09)DOM 16-11-2014 (10)DOM 16-11-2014 (11)DOM 16-11-2014 (12)DOM 16-11-2014 (13)DOM 16-11-2014 (14)DOM 16-11-2014 (15)DOM 16-11-2014 (16)