normas da abnt 2017 - Prof. Renato Borges - Prof. Renato ... ABNT.pdf 2 Anexos1 (opcional) Trata-se

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    11-Nov-2018

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REGRAS GERAIS DA ASSOCIAO BRASILEIRA NORMAS TCNICAS - ABNT 1 DA ESTRUTURA DA MONOGRAFIA a) Elementos pr-textuais: Capa (obrigatrio) Folha de rosto (obrigatrio) Folha de Aprovao (obrigatrio) Dedicatria (opcional) Agradecimentos (opcional) Epgrafe (opcional) trata-se de um pensamento, frase, poesia ou msica que tenha alguma relao com o tema da monografia. Se o texto no tiver alguma relao com o tema, no pode ser utilizado como epgrafe. Resumo na lngua verncula (obrigatrio) Resumo em lngua estrangeira (obrigatrio) Sumrio (obrigatrio) c) Elementos textuais: (todos obrigatrios) Introduo Desenvolvimento (ser dividido em captulos) Concluso d) Elementos ps-textuais: Referncias (obrigatrio) Glossrio (opcional) Apndices (opcional) Trata-se de material ut il izado como fontes de informao e coleta de dados, mas um material produzido pelo prprio pesquisador, como, por exemplo, quest ionrios, ent revistas, relatrios, grficos etc. 2 Anexos1 (opcional) Trata-se de material utilizado como fontes de informao e coleta de dados, mas no um material produzido pelo prprio pesquisador e, sim, por terceiros. Exemplo: projetos de lei, documentos etc. 2 DA FORMATAO Espacej amento: 1,5 para os elementos textuais; simples para os elementos pr e ps-textuais Margem: Superior: 3cm; Esquerda: 3cm; Direita: 2cm; Inferior: 2cm Fonte: Times New Roman Tamanho da fonte: 12 para o corpo do texto e 11 para o recuo nas citaes diretas com mais de trs linhas Paginao: f ica na margem superior direita. Capa e folha de rosto contam como uma nica pgina, os out ros elementos pr-textuais contam normalmente, s que no so enumerados, o nmero f ica omit ido. Somente a part ir da Int roduo , que colocamos o nmero. Recuo do pargrafo: 1, 25 cm Distncia entre os pargrafos: 6pt Distncia ent re o texto e o subcaptulo, e ent re este e o texto seguinte: 2 espaos 1,5 3 DAS REFERNCIAS Livro com 1 autor: FAULCSTICH, Enilde L. de J. Como ler, ent ender e redigir um t ext o. 6. ed. Petrpolis: Vozes, 1996. Livro com at 3 autores: 1 S devemos colocar em anexo algo que de difcil acesso, como por exemplo, documentos, projetos de lei etc. No devemos colocar em anexo um material que est disponvel, como, por exemplo, pginas de uma revista ou de um jornal. A no ser que seja de uma revista muito antiga. 3BARUFFI, Helder; CIMADON, Arist ides. A met odologia cient f ica e a cincia do Direito. 2. ed. Dourados: Evangraf, 1997. Livros com mais de 3 autores: LUCKESI, E. (Org.) et alii. Fazer universidade: uma proposta metodolgica. So Paulo: Cortez, 1991. Quando o mesmo autor, subst itui-se o seu nome por um t ravesso equivalente a seis espaos. Livros com volumes SILVEIRA, Augusto. Hist ria da humanidade. 2. ed. So Paulo: At ividade, 1999, v.3. Revistas e peridicos TOURINHO NETO, F. C. Dano ambiental. Consulex, Braslia, DF, ano 1, n.1, p. 18-23, fev. 1997. Jornais LANDIM, P. M. B. Situao dramt ica. Folha de So Paulo, So Paulo, 9 de j an. 1991. Cidades, p. 8. Legislao BRASIL. Cdigo civil (2002). 2. ed. So Paulo: Saraiva, 2005. Livros escritos por vrios autores, mas utilizamos como fonte de pesquisa somente 1 captulo cuja autoria de uma s pessoa PIZARRO, Ana. Palabra, literatura y cultura en las formaciones discursivas coloniales. In: PIZARRO, Ana (Org.) Amrica Lat ina, Palabra, Lit erat ura e Cultura. Campinas: UNICAMP, 1993. Artigos publicados na internet PLASSAT, Xavier. Trabalho escravo no Brasil, at quando? Disponvel em: Acesso em 19 de mar de 2004. 4 3.1 DO ESPACEJAMENTO NAS REFERNCIAS As Referncias devem ser organizadas em ordem alfabtica. O espao deve ser 1,5 ent re uma referncia e out ra, e simples dent ro de uma mesma referncia. Ex: ARIOSI, Maringela. Manual de redao j urdica. Rio de Janeiro: Editora Forense, 2003. DAMIO, R.T. ; HENRIQUES, Antnio. Curso de Port ugus Jurdico. So Paulo: Atlas, 1988. GARCIA, Othon M. Comunicao em prosa moderna. Rio de Janeiro: Fundao Getlio Vargas, 1986. GNERRE, Maurizzio. Linguagem, poder e escrita. So Paulo: Martins Fontes, 1997. HERKENHOFF, Joo Bat ista. 1000 pergunt as: int roduo ao Direito. Rio de Janeiro: Thex, 1996. KOCK, Ingedore Villaa. Argumentao e linguagem. So Paulo: Cortez, 2000. 4 DAS CITAES 4.1 Citao direta at t rs linhas: permanece no corpo do texto, ent re aspas; colocam-se ano e pgina entre parnteses. a) Quando mencionamos o autor: Segundo Gnerre (1985, p.4), uma variedade lingst ica vale o que valem na sociedade os seus falantes, isto , vale como ref lexo do poder e da autoridade que eles tm nas relaes econmicas e sociais . 5b) Quando no mencionamos o autor: Podemos af irmar que uma variedade lingst ica vale o que valem na sociedade os seus falantes, isto , vale como ref lexo do poder e da autoridade que eles tm nas relaes econmicas e sociais . (GNERRE, 1985, p.4). 4.2 Citao direta com mais de 3 linhas: f ica em recuo de 4cm (espao simples, fonte 11, sem aspas, sem itlico); colocam-se ano e pginas entre parnteses. Ex: Ent re esses aparelhos, podemos citar os seguintes: a escola, a famlia, as igrej as, as leis, os meios de comunicao, os part idos polt icos dominados pelo capital e outros. Vejamos: a sociedade civil se realiza at ravs de um conj unto de inst ituies sociais encarregadas de permit ir a reproduo ou a reposio das relaes sociais- famlia, escola, igrej as, polcia, part idos polt icos [. . . ] etc. Ela tambm o lugar onde essas inst ituies e o conj unto das inst ituies sociais interpretadas por meio das idias. (CHAUI, 1988, p. 75). 4.3 Citao indireta: permanece no corpo do texto, sem aspas; coloca-se somente o ano entre parnteses. De acordo com Gnerre (1985), l inguagem espao para interao social atravs do qual podemos atuar sobre o outro.

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