NORMA DNIT 017/2004 - ? NORMA DNIT 017/2004 - ES DNIT Drenagem - Drenos sub-horizontais - Especificao

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  • NORMA DNIT 017/2004 - ES

    DNIT Drenagem - Drenos sub-horizontais - Especificao de servio

    Autor: Diretoria de Planejamento e Pesquisa / IPR Processo: 50.600.002.659/2003-61 Origem: Reviso da norma DNER-ES 295/97 Aprovao pela Diretoria Executiva do DNIT na reunio de 20/04/2004

    Direitos autorais exclusivos do DNIT, sendo permitida reproduo parcial ou total, desde que citada a fonte (DNIT), mantido o texto original e no acrescentado nenhum tipo de propaganda comercial.

    Palavras-chave: N total de pginas

    MINISTRIO DOS TRANSPORTES

    DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE

    TRANSPORTES

    DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E PESQUISA

    INSTITUTO DE PESQUISAS RODOVIRIAS

    Rodovia Presidente Dutra, km 163 Centro Rodovirio Vigrio Geral

    Rio de Janeiro RJ CEP 21240-330 Tel/fax: (0xx21) 3371-5888

    Drenagem, drenos sub-horizontais 07

    Resumo

    Este documento define a sistemtica a ser adotada na

    execuo dos drenos sub-horizontais. So tambm

    apresentados os requisitos concernentes a materiais,

    equipamentos, execuo, manejo ambiental, controle da

    qualidade, condies de conformidade e no-

    conformidade e os critrios de medio dos servios.

    Abstract

    This document describes the method to be employed in

    the construction os subhorizontal drains. It includes the

    requirements for the materials, the equipment, the

    execution, the environmental management, the quality

    control, the conditions for conformity and non-conformity

    and the criteria for the measurement of the performed

    jobs.

    Sumrio

    Prefcio ......................................................................... 1

    1 Objetivo ................................................................. 1

    2 Referncias normativas......................................... 1

    3 Definies ............................................................. 2

    4 Condies gerais................................................... 3

    5 Condies especficas .......................................... 3

    6 Manejo ambiental .................................................. 4

    7 Inspeo............................................................... 5

    8 Critrios de medio............................................. 6

    ndice Geral .................................................................. 7

    Prefcio

    A presente Norma foi preparada pela Diretoria de

    Planejamento e Pesquisa, para servir como documento

    base visando estabelecer as especificaes de servio

    para a execuo de drenos sub-horizontais. Est

    baseada na norma DNIT 001/2002 PRO e cancela e

    substitui a norma DNER-ES 295/97.

    1 Objetivo

    Esta Norma tem como objetivo estabelecer os

    procedimentos a serem seguidos na execuo de

    drenos sub-horizontais, aplicveis drenagem de

    taludes de cortes, aterros ou encostas, de acordo com

    as imposies e detalhamento do projeto de

    terraplanagem, visando a sua estabilizao.

    2 Referncias normativas

    Os documentos relacionados neste item serviram de

    base elaborao desta Norma e contm disposies

    que, ao serem citadas no texto, se tornam parte

    integrante desta Norma. As edies apresentadas so

    as que estavam em vigor na data desta publicao,

  • DNIT 017/2004-ES 2

    recomendando-se que sempre sejam consideradas as

    edies mais recentes, se houver.

    a) ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS

    TCNICAS. NBR 5739: concreto ensaio

    de compresso de corpos-de-prova

    cilndricos: mtodo de ensaio. Rio de

    Janeiro, 1994.

    b) _____. NBR 6118: projeto e execuo de

    obras de concreto armado: procedimento.

    Rio de Janeiro, 1980.

    c) _____. NBR 7187: projeto e execuo de

    pontes de concreto armado e protendido:

    procedimento. Rio de Janeiro, 1987.

    d) _____. NBR 7362-1: sistemas enterrados

    para conduo de esgoto. Parte 1:

    requisitos para tubos PVC com junta

    elstica. Rio de Janeiro, 2001.

    e) _____. NBR 7362-2: sistemas enterrados

    para conduo de esgoto. Parte 2:

    requisitos para tubos PVC com parede

    macia. Rio de Janeiro, 1999.

    f) _____. NBR 7362-3: sistemas enterrados

    para conduo de esgoto. Parte 3:

    requisitos para tubos de PVC com dupla

    parede. Rio de Janeiro, 1999.

    g) _____. NBR 7365: ruptura por presso

    interna de tubos de polister armados com

    fios de vidro: mtodo de ensaio. Rio de

    Janeiro, 1982.

    h) _____. NBR 12654: controle tecnolgico de

    materiais componentes do concreto:

    procedimento. Rio de Janeiro, 1992.

    i) _____. NBR 12655: concreto preparo,

    controle e recebimento: procedimento. Rio

    de Janeiro, 1996.

    j) _____. NBR NM 67: concreto

    determinao da consistncia pelo

    abatimento do tronco de cone. Rio de

    Janeiro, 1998.

    k) DEPARTAMENTO NACIONAL DE

    ESTRADAS DE RODAGEM. DNER-ES

    330: obras-de-arte especiais concretos e

    argamassas. Rio de Janeiro: IPR, 1997.

    l) _____. DNER-ISA 07: impactos da fase de

    obras rodovirias causas/mitigao/

    eliminao. In: _____. Corpo normativo

    ambiental para empreendimentos

    rodovirios. Rio de Janeiro, 1996.

    m) _____; ENEMAX. lbum de projetostipo

    de dispositivos de drenagem. Rio de

    Janeiro, 1988.

    n) DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-

    ESTRUTURA DE TRANSPORTES. DNIT

    011/2004-PRO: gesto da qualidade em

    obras rodovirias. Rio de Janeiro: IPR,

    2004.

    o) _____. DNIT 015/2004-ES: drenagem

    drenos subterrneos. Rio de Janeiro: IPR,

    2004.

    3 Definies

    3.1 Drenos sub-horizontais

    Drenos instalados nos taludes de cortes, aterros ou

    encostas, que visam proporcionar o escoamento das

    guas retidas nos macios, de forma a aliviar os

    empuxos capazes de comprometer a estabilidade dos

    taludes.

    No caso dos cortes os drenos sub-horizontais so,

    geralmente, instalados no sentido ortogonal ao eixo,

    sendo, via de regra, realizados com tubos perfurados

    introduzidos transversalmente aos taludes por cravao

    ou mediante escavao, de modo a recolher a gua

    retida no macio, razo pela qual so tambm

    denominados drenos interceptantes.

    No caso de aterro esses drenos so dispostos em

    profundidades recomendadas no projeto, podendo

    dispor de alinhamentos transversal, longitudinal ou sob

    a forma de espinha-de-peixe, tendo tambm a finalidade

    de aliviar a gua que, por saturao, pode comprometer

    a estabilidade do aterro.

    3.2 Tubos de plstico

    Os drenos sub-horizontais podero ser instalados nos

    sentidos longitudinal, transversal ou diagonal das pistas,

    devendo ser sempre orientados no sentido da reta de

    maior declividade, conforme detalhado no projeto.

  • DNIT 017/2004-ES 3

    4 Condies gerais

    Os drenos sub-horizontais devero ser instalados

    durante o desenvolvimento da camada final de

    terraplanagem.

    Somente poder ser aceito o servio de instalao dos

    drenos e a retirada dos equipamentos, aps a vistoria

    dos drenos instalados e a comprovao de sua

    operacionalidade, com especial ateno para o

    recolhimento das descargas e seu lanamento em ponto

    de desge adequado.

    Durante todo o tempo da construo dever ser mantido

    o tamponamento dos tubos e a proteo das camadas

    intermedirias ou de envolvimento dos tubos, para

    impedir o entupimento das canalizaes e a colmatao

    do material permevel.

    Os dispositivos aqui considerados abrangem aqueles

    integrantes do lbum de Projetos-Tipo de dispositivos

    de drenagem do DNER ou outros detalhados no projeto.

    5 Condies especficas

    5.1 Materiais

    Todo material utilizado na execuo dever satisfazer

    aos requisitos impostos pelas normas vigentes da ABNT

    e do DNIT.

    5.1.1 Tubos de PVC ou PEAD

    Os drenos sero realizados com tubos de PVC ou

    PEAD, perfurados ou ranhurados, com juntas elsticas

    ou rosqueadas, sendo permitida a utilizao de tubos de

    concreto poroso ou perfurado nos casos de aterros.

    Os tubos plsticos utilizados devero apresentar

    dimetro interno mnimo de 5cm e, de preferncia,

    devero ser de encaixe tipo ponta e bolsa, podendo ser

    rgidos ou flexveis.

    Os furos ou ranhuras devero atender ao disposto no

    projeto tipo adotado e sero executados no canteiro de

    servio, mediante o emprego de serra circular ou

    manual, ou furadeira.

    Nas reas de cortes, para eliminar as rebarbas, faz-se o

    lixamento ou raspagem e alisamento com lima.

    As conexes de tubos nos macios em corte sero

    feitas por meio de luvas rosqueadas, de modo a garantir

    a estanqueidade do tubo nas extremidades.

    No caso dos aterros, quando forem utilizados tubos

    plsticos, as conexes devero ser executadas com

    peas especiais e, quando forem utilizados tubos de

    concreto, por meio de caixas.

    5.1.2 Concreto para as sadas

    O concreto para as sadas dgua dever ser dosado,

    racional e experimentalmente, para uma resistncia

    caracterstica compresso mnima (fck; min), aos 28

    dias, de 15 MPa.

    O concreto dever ser preparado de acordo com o

    previsto na norma NBR 12655/96.

    O material drenante dever dispor de permeabilidade

    adequada ao material local e ao volume de gua a ser

    removido.

    5.1.3 Manta sinttica

    Na extremidade do dreno nos cortes, no interior do

    macio, ser executado um capuz de manta sinttica,

    envolvendo toda a rea de furos ou ranhuras do tubo.

    A manta sinttica a ser utilizada dever atender s

    especificaes do fabricante e ser aprovada pelo projeto

    especfico de estabilizao.

    A manta dever dispor de permeabilidade e espessura

    adequadas ao material local e ao volume de gua a ser

    removido.

    Para tanto, devero ser realizados ensaios e estudos

    que permitiro indicar a textura e a granulometria dos

    materiais a serem utilizados.

    5.2 Equipamentos

    Os equipamentos necessrios execuo dos servios

    sero adequados aos locais de instalao dos drenos e

    compatveis com os materiais utilizados, atendendo ao

    que dispem as prescries especficas para os

    servios similares.

    Recomendam-se, no mnimo, os seguintes

    equipamentos:

    a) Caminho basculante;

    b) Caminho de carroceria fixa;

    c) Betoneira ou caminho betoneira;

    d) Motoniveladora;

    e) P carregadeira;

  • DNIT 017/2004-ES 4

    f) Rolo compactador metlico;

    g) Retroescavadeira ou valetadeira;

    h) Guincho ou caminho com grua ou

    Munck;

    i) Sonda rotativa especfica para furos

    horizontais ou inclinados.

    NOTA: Todo equipamento a ser utilizado dever ser

    vistoriado antes do incio da execuo do

    servio, de modo a garantir condies

    apropriadas de operao, sem o que no

    ser autorizada a sua utilizao.

    5.3 Execuo

    Os drenos sub-horizontais devero ser construdos

    cumprindo-se as seguintes etapas:

    a) Locao dos pontos de instalao, de

    acordo com o previsto no projeto;

    b) Instalao do equipamento de perfurao;

    NOTA: Nesta operao podero ser necessrios

    andaimes de madeira ou estruturas similares,

    de acordo com as condies especficas de

    cada local.

    c) Execuo da perfurao, na profundidade

    especificada no projeto. A gua utilizada

    dever ser canalizada e lanada de

    maneira a no causar danos ao talude e

    encosta, ou comprometer o sistema de

    drenagem local, natural ou artificial;

    d) Instalao dos tubos de PVC previamente

    envolvidos pelo capuz executado com a

    manta filtrante;

    e) Execuo da boca de sada, destinada

    adequada proteo da sada e fixao do

    dreno;

    f) Caso o sistema seja composto de um

    painel com muitos drenos, poder ser

    executado o barrilete de recepo dos

    drenos, que conduzir as guas para ponto

    de lanamento adequado;

    g) Podero ser adotados processos de

    perfurao alternativos, como o caso da

    utilizao de jato dgua, de perfuratrizes a

    ar comprimido, ou outros que se

    evidenciem eficazes, que devero,

    entretanto, ser submetidos aprovao

    prvia;

    h) Os pontos indicados no projeto para

    execuo de drenos sub-horizontais

    devero ser ajustados aos problemas

    constatados nas obras;

    i) Para adequar o projeto s vazes

    constatadas, dever ser analisada a

    necessidade de adensamento dos drenos

    em determinadas reas, da mesma forma

    que, ocorrendo vazes insignificantes, ser

    analisada a possibilidade da sua rarefao.

    j) No caso dos aterros o procedimento ser

    similar ao dos drenos subterrneos,

    adotando-se o que estabelecido na

    norma DNIT 015/2004-ES.

    6 Manejo ambiental

    Durante a execuo dos drenos subterrneos devero

    ser preservadas as condies ambientais, exigindo-se,

    entre outros, os seguintes procedimentos:

    a) Todo o material excedente de escavao

    ou sobras, dever ser removido das

    proximidades dos drenos de modo a no

    provocar a sua colmatagem.

    b) O material excedente removido ser

    transportado para local pr-definido em

    conjunto com a Fiscalizao cuidando-se

    ainda para que este material no seja

    conduzido para os cursos d'gua de modo

    a no causar assoreamento e / ou

    entupimentos nos sistemas de drenagem

    naturais ou implantados em funo das

    obras.

    c) Nos pontos de desge dos drenos,

    devero ser executadas obras de proteo,

    de modo a no promover a eroso das

    vertentes ou assoreamento de cursos

    d'gua.

    d) Como em geral as guas subterrneas

    afetam os mananciais locais, a Fiscalizao

    verificar se os posicionamentos,

    caimentos e desges dos drenos

    obedecem ao projeto.

  • DNIT 017/2004-ES 5

    Caso necessrio, em funo das condies

    locais, o projeto poder ser alterado, de

    acordo com a Fiscalizao.

    e) Especial ateno dever ser dada

    manuteno da estabilidade dos macios

    onde so instalados os drenos

    subterrneos. Aps a implantao dos

    dispositivos, estes macios devero ser

    monitorados, para verificao do

    surgimento de escorregamentos ou

    desagregaes em funo da alterao do

    nvel do lenol fretico.

    f) Durante o desenrolar das obras dever ser

    evitado o trfego desnecessrio de

    equipamentos ou veculos por terrenos

    naturais, de modo a evitar a sua

    desfigurao.

    g) Alm destas, devero ser atendidas, no

    que couber, as recomendaes da DNER-

    ISA 07- Instruo de Servio Ambiental,

    referentes ao escoamento das guas, e

    proteo contra a eroso, captao,

    conduo e despejo das guas superficiais

    ou sub-superficiais,

    7 Inspeo

    7.1 Controle dos insumos

    Para os tubos de PVC sero seguidas as diretrizes das

    Normas NBR 7362/99 ou NBR 7365/82, no que

    couberem e atendidas as recomendaes dos

    fabricantes e especificaes particulares.

    Os materiais constituintes das camadas de

    envolvimento dos drenos e os materiais adicionais

    acessrios tero suas caractersticas controladas por

    meio de ensaios especficos.

    O controle tecnolgico do concreto empregado

    (inclusive o concreto ciclpico) ser realizado de acordo

    com as normas NBR 12654/92, NBR 12655/96 e DNER-

    ES 330/97.

    7.2 Controle da produo (execuo)

    O controle da produo ser realizado de acordo com o

    Plano de Qualidade da obra, observando-se os

    preceitos desta Norma, e as especificaes particulares

    do projeto quando for o caso.

    7.3 Verificao do produto

    O controle geomtrico da execuo dos drenos sub-

    horizontais ser feito por meio de levantamentos

    topogrficos, auxiliados por gabaritos para execuo

    das canalizaes e acessrios.

    Os elementos geomtricos caractersticos sero

    estabelecidos em Notas de Servio, com as quais ser

    feito o acompanhamento da execuo.

    Da mesma forma, ser feito o acompanhamento das

    camadas de envolvimento dos drenos e de enchimento

    das valas, o acabamento das obras, o reaterro e a

    compactao das valas.

    O controle qualitativo dos dispositivos ser feito de

    forma visual, avaliando-se as caractersticas de

    acabamento das obras executadas, acrescentando-se

    outros processos de controle, para garantir que no

    ocorra prejuzo operao hidrulica da canalizao.

    As dimenses das sees transversais avaliadas no

    devem diferir das de projetos em mais do que 1%, em

    pontos isolados.

    Todas as medidas de espessuras efetuadas devem

    situar-se no intervalo de 10% em relao espessura

    de projeto.

    7.4 Condies de conformidade e no-conformidade

    Todos os ensaios de controle e verificaes dos

    insumos, da produo e do produto sero realizados de

    acordo com o Plano da Qualidade, devendo atender s

    condies gerais e especficas dos captulos 4 e 5 desta

    Norma, respectivamente.

    Ser controlado o valor caracterstico da resistncia

    compresso do concreto aos 28 dias, adotando-se as

    seguintes condies:

    fck, est < fck no-conformidade;

    fck, est fck conformidade.

    Onde:

    fck, est = valor estimado da resistncia caracterstica do

    concreto compresso.

    fck = valor da resistncia caracterstica do concreto

    compresso.

  • DNIT 017/2004-ES 6

    Os resultados do controle estatstico sero analisados e

    registrados em relatrios peridicos de

    acompanhamento de acordo com a norma DNIT

    011/2004-PRO, a qual estabelece os procedimentos

    para o tratamento das no-conformidades dos insumos,

    da produo e do produto.

    8 Critrios de medio

    Os servios conformes sero medidos de acordo com

    os seguintes critrios:

    a) Os drenos sero medidos pelo seu

    comprimento, determinado em metros,

    executados de conformidade com o projeto,

    incluindo fornecimento e colocao de

    materiais, mo-de-obra e encargos,

    equipamentos, ferramentas e eventuais

    necessrios sua execuo;

    b) As escavaes sero medidas pela

    determinao do volume de material

    escavado, classificando-se o tipo de

    material escavado, expresso em metros

    cbicos;

    c) No se far distino entre drenos

    transversais e longitudinais rasos para fins

    de medio;

    d) As bocas de sada sero medidas pela

    determinao do nmero de unidades

    executadas.

    _________________ /ndice Geral

  • DNIT 017/2004-ES 7

    ndice Geral

    Abstract ................................ 1

    Concreto para as sadas 5.1.2. ....................... 3

    Condies de conformidade e no-conformidade 7.4 ........................... 5

    Condies especficas 5. ............................. 3

    Condies gerais 4. ............................. 3

    Controle da produo (execuo) 7.2 ........................... 5

    Controle dos insumos 7.1. .......................... 5

    Critrios de medio 8 .............................. 6

    Definies 3 .............................. 2

    Drenos sub-horizontais 3.1 ........................... 2

    Equipamentos 5.2 ........................... 3

    Execuo 5.3 ........................... 4

    ndice Geral ................................ 7

    Inspeo 7.............................. 5

    Manejo ambiental 6.............................. 4

    Manta sinttica 5.1.3........................ 3

    Materiais 5.1........................... 3

    Objetivo 1.............................. 1

    Prefcio ................................ 1

    Referncias normativas 2.............................. 1

    Resumo ................................ 1

    Sumrio ................................ 1

    Tubos de plstico 3.2........................... 2

    Tubos de PVC e PEAD 5.1.1........................ 3

    Verificao do produto 7.3........................... 5

    _________________

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