MANUAL DO ALUNO Bem-vindo Escola Tcnica Estadual Irm ...

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  • MANUAL DO ALUNO

    Bem-vindo Escola Tcnica Estadual Irm Agostina

    2012

  • 2

    Sobre a ETEC Irm Agostina

    A ETEC Irm Agostina foi constituda inicialmente como classe descentralizada da ETEC

    Santo Amaro e em nove de agosto de 2010 foi assinado o decreto de criao da unidade.

    A ETEC Irm Agostina est localizada na Zona Sul da cidade de So Paulo. Desta maneira, no

    atendemos apenas a populao dos arredores da escola, que compreende a subprefeitura de

    Capela do Socorro, mas expandimos nosso atendimento ao pblico de outras regies, incluindo

    as subprefeituras de Campo Limpo, Santo Amaro, Cidade Ademar, Parelheiros e MBoi Mirim,

    Cidade Dutra, sendo que todas essas sub-regies possuem praticamente as mesmas

    caractersticas polticas, scio-econmicos e culturais.

    Sobre o Centro Paula Souza

    Autarquia do Governo do Estado de So Paulo ligada Secretaria de Desenvolvimento, o

    Centro Paula Souza, que este ano completa 40 anos, administra Escolas Tcnicas (Etecs) e

    Faculdades de Tecnologia (Fatecs) estaduais em mais de 160 cidades paulistas. As Etecs

    atendem mais de 120 mil estudantes, no Ensino Mdio e no Ensino Tcnico, para os setores

    Industrial, Agropecurio e de Servios. Nas Fatecs, que oferecem cursos superiores de

    Tecnologia, o nmero de alunos matriculados ultrapassa 28 mil (nmeros referentes ao 2

    semestre de 2008).

    Equipe Etec Irm Agostina

    Diretor da Unidade: Prof. Ana Lcia Calaa

    Diretor de Servio Acadmico: Prof. Fausto Henrique dos Santos Lima

    Diretor de Servio Administrativo: Prof. Franklin Pedro Gutierres Q. Dias

    Assistente Administrativo: Milton Fernandes Novais

    Coordenador de Informtica: Prof. Joo Carlos Lima e Silva

    Coordenadora de Gesto: Prof. Daniel Marcolino

    Coordenadora de Qumica: Prof Mrcia da Silva

    Coordenadora de Ensino Mdio e Integrado: Prof Cntia Oliveira Viana Silveira, Beatriz

    Maria Giannella e Jaquelini Ribeiro Dias

    Coordenadora de Nutrio e Diettica: Prof Maria da Conceio F Abreu

    Coordenadora Pedaggica: Prof Solange Casella

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    Senhores Alunos

    O presente manual foi elaborado com a finalidade de estabelecer informaes relativas s

    normas e procedimentos pedaggicos e administrativos que lhes permitam conhecer melhor a

    estrutura organizacional da ETEC Irm Agostina e, conseqentemente, facilitar a participao

    ativa do corpo discente nas atividades escolares.

    Trata-se de um documento orientador e normativo em que os alunos encontraro informaes

    no somente sobre seus deveres escolares, mas tambm sobre seus direitos, coerentes com a

    filosofia de democratizao do ensino que seguimos atualmente.

    Solicitamos uma minuciosa leitura deste manual e, em caso de dvidas estaremos disposio

    para elucid-las.

    nosso desejo que seus objetivos sejam alcanados e possamos juntos aprimorar cada vez mais

    nossa referncia educacional.

    Prof Ana Lcia Calaa

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    Horrios

    Secretaria Acadmica

    Perodo Horrio

    Matutino 9h30 s 12h

    Vespertino 13h s 16h

    Noturno 17h30min s 21h

    Horrio de Aula

    Perodo Horrio

    Matutino

    Ensino Mdio

    Ensino Integrado em Administrao

    Ensino Integrado em Qumica

    Ensino Tcnico

    7h30 s 12h

    7h30 s 15h10

    7h30 s 16h

    7h55 s 12h25

    Vespertino 13h30 s 17h55

    Noturno 18h45min s 22h45

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    Atendimento aos pais e responsveis

    Os pais/responsveis podero marcar reunies de esclarecimento sobre proposta pedaggica,

    orientaes educacionais e acompanhamento do desempenho pedaggico dos alunos. Para um

    atendimento individualizado, os pais devem agendar horrio com a direo, coordenao e

    professores.

    Telefone: 5667-3971

    Sistema de Avaliao

    De acordo com o regimento escolar, a avaliao do componente curricular:

    Artigo 67 A avaliao do rendimento em qualquer componente curricular:

    I ser sistemtica, contnua acumulativa, por meio de instrumentos diversificados, elaborados pelo professor, com o acompanhamento do Coordenador e

    II dever incidir sobre o desenvolvimento do aluno nas diferentes situaes de aprendizagem, considerados os objetivos propostos para cada uma delas.

    Pargrafo nico - Os instrumentos de avaliao devero priorizar a observao de aspectos qualitativos da aprendizagem, de forma a garantir sua preponderncia sobre os quantitativos.

    Artigo 68 - As snteses de avaliao do rendimento do aluno, parciais ou finais elaboradas pelo professor, sero expressas em menes correspondentes a conceitos, com as seguintes definies:

    Conceito Definio Operacional

    MB Muito Bom O aluno obteve excelente desempenho no desenvolvimento das competncias do componente curricular no perodo.

    B Bom O aluno obteve bom desempenho no desenvolvimento das competncias do componente curricular no perodo.

    R Regular O aluno obteve desempenho regular no desenvolvimento das competncias do componente curricular no perodo.

    I Insatisfatrio O aluno obteve desempenho insatisfatrio no desenvolvimento das competncias do componente curricular no perodo.

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    Da promoo

    Artigo 75 - Ser considerado promovido no mdulo ou srie o aluno que tenha obtido rendimento suficiente nos componentes curriculares e frequncia mnima de 75% de horas de efetivo trabalho escolar, considerando o conjunto dos componentes curriculares.

    Da progresso parcial

    Artigo 77 - O aluno com rendimento insatisfatrio em at trs componentes curriculares, exceto na srie ou mdulo final, a critrio do Conselho de Classe, poder ser classificado na srie/mdulo subseqente em regime de progresso parcial, desde que preservada a seqncia do currculo, devendo submeter-se, nessa srie/mdulo, a programa especial de estudos.

    1 - A reteno em componentes curriculares cursados em regime de progresso parcial no determina a reteno na srie ou mdulo regulares.

    2 - O aluno poder acumular at trs componentes curriculares cursados em regimes de progresso parcial, ainda que de sries ou mdulos diferentes.

    3 - Os alunos em regime de progresso parcial, respeitados os limites previstos nos pargrafos anteriores, podero prosseguir estudos nas sries ou mdulos subseqentes.

    Da reclassificao

    Artigo 49 - A reclassificao do aluno poder ocorrer por:

    I - proposta de professor ou professores do aluno, com base em resultados de avaliao diagnstica ou

    II - por solicitao do prprio aluno ou de seu responsvel, se menor, mediante requerimento dirigido ao Diretor da UE, at cinco dias teis, contados a partir da publicao do resultado final do Conselho de Classe.

    Artigo 50 - O processo de reclassificao dever estar concludo em at dez dias letivos, contados a partir do requerimento do aluno.

    Artigo 51 - A reclassificao definir a srie ou mdulo em que o aluno dever ser matriculado, a partir de parecer elaborado por comisso de professores, para tanto designada pela Direo da Escola.

    Pargrafo nico - A comisso de que trata o caput deste artigo avaliar o aluno:

    1 - obrigatoriamente, por meio de avaliaes e/ou de documentos comprobatrios de estudos anteriores concludos com xito, na prpria escola ou em outros estabelecimentos e

    2 - subsidiariamente, por meio de outros instrumentos, tais como entrevistas, relatrios, a critrio da unidade escolar.

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    Artigo 52 - O Conselho de Classe poder reclassificar o aluno retido por freqncia que apresentou rendimento satisfatrio durante o semestre/ano letivo, vista dos fundamentos indicados no artigo 76.

    Da reteno

    Artigo 76 - O Conselho de Classe decidir a promoo ou reteno, vista do desempenho global do aluno, expresso pelas snteses finais de avaliao de cada componente curricular.

    Pargrafo nico - A deciso do Conselho de Classe ter como fundamento, conforme a situao:

    I - a possibilidade de o aluno prosseguir estudos na srie ou mdulo subseqente;

    II - o domnio das competncias/habilidades previstas para o mdulo/srie ou para a concluso do curso;

    III - na educao profissional, para fins de concluso do curso, o domnio das competncias profissionais que definem o perfil de concluso.

    Artigo 77 - O aluno com rendimento insatisfatrio em at trs componentes curriculares, exceto na srie ou mdulo final, a critrio do Conselho de Classe, poder ser classificado na srie/mdulo subseqente em regime de progresso parcial, desde que preservada a seqncia do currculo, devendo submeter-se, nessa srie/mdulo, a programa especial de estudos.

    1 - A reteno em componentes curriculares cursados em regime de progresso parcial no determina a reteno na srie ou mdulo regulares.

    2 - O aluno poder acumular at trs componentes curriculares cursados em regimes de progresso parcial, ainda que de sries ou mdulos diferentes.

    3 - Os alunos em regime de progresso parcial, respeitados os limites previstos nos pargrafos anteriores, podero prosseguir estudos nas sries ou mdulos subseqentes.

    Artigo 78 - Ser considerado retido na srie ou mdulo, quanto freqncia, o aluno com assiduidade inferior a 75% no conjunto dos componentes curriculares.

    Artigo 79 - Ser considerado retido na srie ou mdulo, aps deciso do Conselho de Classe, quanto ao rendimento, o aluno que tenha obtido a meno I:

    I - em mais de trs componentes curriculares; ou

    II - em at trs componentes curriculares e no tenha sido considerado apto pelo Conselho de Classe a prosseguir estudos na srie ou mdulo subseqente; ou

    III - nas sries/mdulos finais em quaisquer componentes curriculares, includos os de srie(s) ou mdulo(s) anterior(es), cursados em regime de progresso parcial.

    Do aproveitamento de estudos

    Artigo 43 - Para fins de prosseguimento de estudos, a pedido do aluno ou de seu responsvel, se menor, a escola dever avaliar as competncias adquiridas pelo aluno:

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    I - em componentes curriculares ou cursos, concludos com aproveitamento e devidamente comprovados, na prpria escola ou em outras escolas;

    II - em estudos realizados fora do sistema formal de ensino;

    III - no trabalho ou na experincia extra-escolar.

    1 - A Direo designar comisso de professores destinada a avaliar as competncias e emitir parecer conclusivo sobre a dispensa parcial ou total de componentes da srie ou mdulo, valendo-se, para tanto, do exame de documentos, entrevistas, provas escritas ou prticas ou de outros instrumentos de avaliao compatveis.

    2 - O disposto neste artigo, includo o pargrafo anterior, aplica-se, no que couber, dispensa de componentes curriculares do Ensino Mdio.

    Artigo 44 - O aluno retido em qualquer mdulo da educao profissional ou srie do Ensino Mdio poder optar por cursar apenas os componentes curriculares em que foi retido, ficando dispensado daqueles em que obteve promoo, mediante solicitao do prprio aluno ou, de seu responsvel legal, se menor.

    DO CONTROLE DE FREQUNCIA:

    Artigo 73 - Para fins de promoo ou reteno, a freqncia ter apurao independente do rendimento.

    Artigo 74 - Ser exigida a freqncia mnima de 75% do total de horas de efetivo trabalho escolar, considerando o conjunto dos componentes curriculares.

    EXERCCIO DOMICILIAR:

    O Regime Didtico de Exceo aplica-se aos alunos amparados pelo Decreto-Lei 1.044/69 e

    Lei n 6.202/75, a saber:

    a) Portadores de afeces congnitas ou adquiridas, infeces, traumatismos ou outras

    condies mrbidas, determinando distrbios agudos ou agonizados:

    b) Alunas em estado de gravidez, durante seis meses.

    O regime de exceo, previsto nesses casos, compreende, como compensao de ausncias

    s aulas, a atribuio de exerccios domiciliares prescritos pelo professor da disciplina. Este

    regime no substitui s provas bimestrais e/ou as finais. Na ocorrncia de fatos dessa natureza, o

    aluno dever realizar provas em poca especial a ser determinada pela Direo.

    Para beneficiar-se do Exerccio Domiciliar, previsto em lei, ser necessrio:

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    Requerer o benefcio junto a Secretaria Acadmica at 72 horas aps o incio da

    afeco;

    Anexar ao requerimento, laudo mdico original (no pode ser cpia), constando o

    cdigo da doena e o perodo do afastamento;

    Requerer, junto Secretaria e ao Coordenador da rea, os temas dos exerccios

    domiciliares referentes a cada disciplina do semestre letivo que o aluno esteja

    matriculado;

    Realizados os exerccios domiciliares, estes devero ser protocolados pelo aluno na

    Coordenao de rea para a devida avaliao do professor da disciplina, o qual dever

    devolv-lo ao Coordenador do Curso;

    Terminado o prazo de afastamento do aluno, o mesmo, deixando de realizar provas,

    dever requer-los junto ao Coordenador de rea que determinar o dia para realizao

    de provas;

    Professor de cada disciplina far a Avaliao da(s) prova(s) e registrar o conceito

    atribudo, a qual ser entregue na Secretaria Discente.

    SERVIO MILITAR E REPRESENTAO DESPORTIVA NACIONAL

    Estudantes, quando estiverem em exerccio militar a servio do rgo de Formao de Reserva

    (Lei 4.375/64) ou integrarem Representao Desportiva Nacional (Lei 9.615/98), devero

    protocolar, na Secretaria, justificativa de suas faltas, mediante apresentao de declarao

    original que comprove o afastamento, em at 72 horas aps a ocorrncia do mesmo.

    O aluno de menor que faltar injustificadamente por 10 (dez) dias consecutivos, ter seu nome e

    dos responsveis encaminhado ao Conselho Tutelar conforme Res. SE 22 de 06/02/98,

    publicada no DOE de 07/02/98.

    OCORRNCIA DISCIPLINAR

    Artigo 95 - So direitos dos alunos:

    I - ter acesso e participao nas atividades escolares, incluindo as atividades extraclasse proporcionadas pela UE;

    II - participar na elaborao de normas disciplinares e de uso de dependncias comuns, quando convidados pela Direo ou eleitos por seus pares;

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    III - ser informado, no incio do perodo letivo, dos planos de trabalho dos componentes curriculares do mdulo ou srie em que est matriculado;

    IV - ter garantia das condies de aprendizagem e de novas oportunidades mediante estudos de recuperao, durante o perodo letivo;

    V - receber orientao, tanto educacional como pedaggica, individualmente ou em grupo;

    VI - ser respeitado e valorizado em sua individualidade, sem comparaes ou preferncias;

    VII - ser ouvido em suas reclamaes e pedidos;

    VIII - recorrer dos resultados de avaliao de seu rendimento, nos termos previstos pela legislao;

    IX - ter garantida a avaliao de sua aprendizagem, de acordo com a legislao;

    X - recorrer Direo ou aos setores prprios da UE para resolver eventuais dificuldades que encontrar na soluo de problemas relativos a sua vida escolar, como: aproveitamento, ajustamento comunidade e cumprimento dos deveres;

    XI - concorrer representao nos rgos colegiados, nas instituies auxiliares e no rgo representativo dos alunos;

    XII - requerer ou representar ao Diretor sobre assuntos de sua vida escolar, na defesa dos seus direitos, nos casos omissos deste Regimento.

    Artigo 96 - Os rgos representativos dos alunos tero seus objetivos voltados integrao da comunidade escolar visando a maior participao do processo educativo e gesto democrtica da UE.

    Pargrafo nico - A UE propiciar condies para a instituio e o funcionamento de rgos representativos dos alunos.

    Artigo 97 - So deveres dos alunos:

    I - conhecer, fazer conhecer e cumprir este Regimento e outras normas e regulamentos vigentes na escola;

    II - comparecer pontualmente e assiduamente s aulas e atividades escolares programadas, empenhando-se no xito de sua execuo;

    III - respeitar os colegas, os professores e demais servidores da escola;

    IV - representar seus pares no Conselho de Classe, quando convocado pela Direo da Escola;

  • 11

    V - cooperar e zelar na conservao do patrimnio da escola, concorrendo tambm para que se mantenha a higiene e a limpeza em todas as dependncias;

    VI - indenizar prejuzo causado por danos s instalaes ou perda de qualquer material de propriedade do CEETEPS, das instituies auxiliares, ou de colegas, quando ficar comprovada sua responsabilidade;

    VII - trajar-se adequadamente em qualquer dependncia da escola, de modo a manter-se o respeito mtuo e a atender s normas de higiene e segurana pessoal e coletiva.

    Das Proibies

    Artigo 98 - vedado ao aluno:

    I - ocupar-se, durante as atividades escolares, de qualquer atividade ou utilizar materiais e equipamentos alheios a elas;

    II - fumar no recinto da escola, nos termos da legislao pertinente;

    III - promover coletas ou subscries ou outro tipo de campanha, sem autorizao da Direo;

    IV - praticar quaisquer atos de violncia fsica, psicolgica ou moral contra pessoas;

    V - introduzir, portar, guardar ou fazer uso de substncias entorpecentes ou de bebidas alcolicas, ou comparecer embriagado ou sob efeito de tais substncias no recinto da UE;

    VI - portar, ter sob sua guarda ou utilizar qualquer material que possa causar riscos a sua sade, a sua segurana e a sua integridade fsica, bem como as de outrem;

    VII - retirar-se da unidade durante o horrio escolar e da residncia de alunos (alojamentos), sem autorizao;

    VIII - apresentar posturas que comprometam o trabalho escolar.

    Artigo 99 - As UEs elaboraro, com participao da comunidade escolar, as normas de convivncia, consoante diretrizes que sero estabelecidas pelo CEETEPS.

    Das Penalidades

    Artigo 100 - A inobservncia das normas disciplinares fixadas nos termos dos artigos 97 e 98 sujeita o aluno s penas de repreenso por escrito, de suspenso e de transferncia compulsria pelo Diretor da UE.

  • 12

    1 - A penalidade de suspenso poder ser sustada pela Direo, quando atingidos os efeitos educacionais esperados.

    2 - A penalidade de suspenso poder ser substituda por atividades de interesse coletivo, ouvido o Conselho Tutelar.

    3 - No caso de transferncia compulsria, dever ser referendado pelo Conselho de Escola e, quando menor, dever ser notificado o Conselho Tutelar.

    4 - assegurado ao aluno o direito de ampla defesa.

    Artigo 101 - A ocorrncia disciplinar dever ser comunicada:

    I - quando o aluno for menor de 18 anos, em qualquer caso, a seu responsvel;

    II - autoridade policial do municpio, se for considerada grave;

    III - ao Conselho Tutelar, se for considerada grave, quando o aluno for menor de idade.

    Trote

    O trote como forma de recepo negativa aos calouros absolutamente proibido pela ETEC

    Irm Agostina. Programas de recepo e boas vindas podero ser aceitos, desde que aprovados

    pela Coordenadora Pedaggica.

    SERVIOS DE APOIO ACADMICO

    Secretaria

    A Secretaria Acadmica o rgo responsvel pela organizao e atualizao de servios de

    documentao e escritura, e mantm registros concernentes ao regime didtico da escola e

    escolar da ETEC Irm Agostina. Fornece as informaes necessrias para as reunies dos

    Conselhos de Classe e do Conselho da Escola, alm de outras atribuies legais juntos ao

    sistema de ensino estadual. A requisio de documentos de alunos dever ser feita via

    Requerimento, atravs de protocolo.

    DA COORDENAO DE REA

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    Entende-se por Coordenao de rea o conjunto de aes em nvel de rea, destinado ao

    planejamento do ensino, superviso de sua execuo, ao controle das atividades docentes em

    relao s diretrizes didtico-pedaggicas e administrativas bem como a otimizao dos

    recursos fsicos e didticos disponveis.

    Promove ainda, a integrao entre as disciplinas de cada rea e participa da proposta geral de

    integrao das atividades da Escola.

    DESENVOLVENDO SEU DESEMPENHO NAS DISCIPLINAS

    ALGUNS MTODOS E TCNICAS PARA ESTUDO:

    Determine:

    Quais so as suas necessidades?

    Quais so as suas reaes aos estudos?

    Quais so as suas limitaes?

    Qual o SEU jeito de estudar?

    Qual o melhor lugar para se estudar?

    Qual lugar o mais confortvel?

    *O ideal seria seu quarto ou um escritrio.

    Preparando-se para os estudos:

    Procure um lugar tranquilo, livre de rudos. Essa condio favorece sua concentrao.

    Evite estudar ouvindo msicas, tente fixar naquilo que esta estudando.

    Combine com seus amigos os horrios para um bate-papo no telefone ou ao computador, desligue seu celular enquanto estuda.

    Evite estudar deitado, pois d sono.

    Tenha em sua mesa todo o material a ser usado, para que no perca o foco.

    Tenha em mesa somente o material necessrio.

    Selecione as disciplinas que ir estudar.

    Elabore um horrio, e siga-o!

  • 14

    Exemplo de horrio:

    HORA ATIVIDADES

    14h s 15h30min Qumica

    15h30min s 15h45min Descanso

    15h45min s 17h15min Histria

    17h15min s 17h30min Descanso

    17h30min s 19h Matemtica

    Aps o almoo descanse (durma) de 20 a 35 minutos.

    Dicas:

    Intercale matemtica com histria;

    Estude primeiro Qumica e depois as demais matrias;

    Junte matrias que exijam raciocnio matemtico.

    Estude no mnimo 50 minutos e no mximo 2 horas a mesma matria;

    Descanse 15 minutos antes de comear outra matria.

    No estude mais do que 4h;

    Depois de estudar uma matria saia do local de estudo, relaxe, descanse;

    Caso sinta dores, pare imediatamente de estudar, ande um pouco, faa alongamento, tome gua;

    Tenha inicialmente uma viso global do assunto: leia ttulos e subttulos, legendas, resumos, concluses, etc;

    Quando estudar cincias exatas veja primeiro as partes em negrito ou ressaltado em cores diferentes;

    Quando estudar uma matria terica, tenha sempre em sua mesa um dicionrio;

    LEIA com ateno, para ter uma idia geral do texto, faa uma segunda leitura destacando pontos importantes, palavras-chaves;

    Procure o significado das palavras desconhecidas;

    Realize todos os exerccios das matrias solicitadas;

    Faa um resumo do contedo;

  • 15

    Procure relacionar conhecimentos, novo com o j adquirido e de uma matria com outra.

    Pergunte-se: O que isto significa?

    Quando terminar faa uma reviso;

    Se houver alguma questo que no tenha conseguido responder, deve ser por no ter compreendido o contedo leia novamente o texto, fazendo uma reviso;

    Sintetize, oralmente, o que voc leu;

    Responda as perguntas porventura existentes no final do texto.

    Escola Tcnica Estadual Irm Agostina

    Av. Feliciano Correia, S/N Capela do Socorro

    So Paulo/SP

    Tel: (11) 5667-3971

  • 16

    PORTUGUS

    Escrita:

    A. Escreva com capricho, ordene corretamente os exerccios de todas as disciplinas, pois escrever corretamente treino e hbito;

    B. Tenha em mente que necessrio a compreenso do seu texto, faa com que o leitor saiba o que voc quer dizer;

    C. Quando tiver dvida sobre a grafia de uma palavra, alm de procur-la no dicionrio grife-a desta forma mais fcil assimilar a grafia;

    D. Primeiro faa um rascunho de seu texto, mesmo quando j saiba do assunto;

    E. Passe o texto para o caderno lpis, depois que terminar o texto saia um pouco, beba uma gua e volte para fazer a correo, assim mais fcil para localizar uma falha textual ou grfica;

    F. Sempre se preocupe com aspectos estticos e estilsticos (riqueza no vocabulrio, linguagem elaborada).

    G. Leia bastante, isso facilita escrita, quem l bem escreve bem!;

    H. Sempre solicite ajuda de um professor ou algum que tenha facilidade na matria, ela perceber erros que ningum v;

    I. Faa o maior nmero de exerccios possveis sobre textos que tenha interesse;

    J. Faa exerccios de sries anteriores como reviso;

    K. Passe para o caderno exerccios do livro que no tenha muito espao para a resposta;

    L. Estabelea critrios para organizar suas tarefas.

    MATEMTICA

    Perspectivas que iro ajudar a estudar matemtica.

    Desde que possvel, aconselhvel que a leitura seja feita em voz alta. Assim o teu

    poder de concentrao aumenta.

  • 17

    Use o lpis: para acrescentar algum comentrio; para sublinhar as palavras mais

    importantes; para completar raciocnios; para expor a tua indignao ou admirao;

    Nunca deixe "acumular matria". Dificilmente compreendera bem uma recepo

    excessiva de informao em pouco tempo. Um estudo metdico e dirio poupa muita

    frustrao e encoraja;

    No tenha medo de errar! A resoluo de um problema de matemtica raramente sai

    bem primeira tentativa.

    Perante um problema pergunte: O que que eu sei? O que pretendo saber? Como vou

    relacionar o que sei com aquilo que pretendo saber? Releia o problema com ateno,

    explicita as variveis do problema, relaciona as variveis, tm em considerao outros

    conceitos que eventualmente estejam relacionados com o problema;

    Na sala de aula

    Tire as dvidas surgidas do estudo em casa;

    Escute atentamente a aula;

    Mantenha o caderno ordenado e com boa apresentao;

    Se esforce para ter bons apontamentos das aulas (do que est escrito no quadro

    e, caso seja importante, tambm o que o professor diz), evidenciando o mais

    importante;

    No se distraia e nem tire a ateno dos outros. A falta de ateno a maior

    causa de insucesso;

    No tire concluses precipitadas; pense na questo e, caso no consiga resolver,

    chame o professor;

    Sempre que voc no entender algo, questione oportunamente o teu professor,

    com questes bem formuladas e explicitas. Evite dizer "eu no compreendo

    nada!", mas antes "eu no compreendo aquele raciocnio";

    Em casa

  • 18

    No se ocupe todo o tempo a estudar, reparta o tempo pelas diferentes tarefas

    que necessita concretizar, sem prejuzo das prioritrias. Deixe algum tempo de

    lazer para descontrair;

    O local de estudo apropriado? Sossegado? Com mveis adequados? Bem

    iluminado;

    Nunca pense que h matrias que por mais que queira no "entram na cabea.

    No se convena que pior que os outros e no passes a vida a pensar nos

    melhores da turma. Tenha o seu prprio ritmo.

    Enquanto estudar tente evitar informaes da televiso ou do rdio. A televiso

    ou o rdio em alto volume so fatores que diminuem bastante o poder de

    concentrao;

    Deve ter um mtodo, uma ordem nas coisas que tem para fazer (ter mtodo

    "meio caminho andado");

    Concentre se! Esquea o que lhe rodeia, o mais importante o que tem para

    fazer! Esquea os seus problemas da escola, do chocolate, da roupa ou do

    sorriso da televiso;

    Quanto tempo vai dedicar a esta disciplina? Quando? Onde? Como? ;

    Estude com regularidade;

    Consulte um livro ou outras fontes de informao (um livro uma ajuda

    inestimvel);

    Sublinhe apenas as palavras essenciais. Pargrafos totalmente sublinhados no

    destacam nada de importante;

    Leia em voz alta. uma excelente ttica para concentrao;

    Mantenha o caderno organizado e com boa apresentao

    Faa resumos da "matria dada", que no sejam um "testamento"! Deve

    apenas conter as definies, observaes, teoremas e exemplos mais

    importantes. Ordene esses resumos num caderno ou capa de modo a ser

    localiz-los facilmente, indicando a disciplina, o ano e o captulo;

    Faa rabiscos do problema que pretender resolver;

    Resolva os vrios exerccios que disponhas no seu caderno dirio, ordenando-

    os de modo fcil a ser localizado facilmente, indicando o nmero e a pgina a

    que pertencem;

    Aps um exerccio, verifique se a sua resoluo est correta, verificando os

    passos e/ou confirmando com a soluo do livro;

  • 19

    Quando terminares o teu estudo faa uma reviso mental sobre o que estudaste

    (conceitos, exemplos, teoremas, desenhos).

    Sempre

    (na rua, nos cafs, nas filas, nas discotecas, nas cantinas,...)

    Use mtodos de aprendizagem;

    No desistas de um problema s primeiras tentativas;

    Reveja vrias vezes os seus raciocnios;

    Tem autoconfiana;

    Tenha conscincia do que sabe;

    Utilize o seu poder de crtica e autocrtica;

    Formule sistematicamente questes relacionando o que estudas com o que te

    rodeia;

    Seja criativo. A imaginao conduz a atitudes inovadoras o que proporciona

    melhores perspectivas perante a vida em geral;

    Considere o estudo na escola como uma fonte de riqueza interior e como um

    caminho para a sua vida;

    A matemtica est intimamente relacionada com a realidade. Tente aplic-la,

    sempre que necessrio, os conhecimentos adquiridos;

    Ganhe hbitos de leitura.

    A. GEOGRAFIA

    Orientao para estudar geografia

    Faa uma primeira leitura do seu texto observando os assuntos e

    vocabulrios;

    Procure estabelecer relaes entre ttulo e o(s) assunto(s) desenvolvidos no

    texto;

  • 20

    Inicie a (Re) leitura, agora com mais mincia para que possa grifar e

    selecionar informaes. Crie uma legenda prpria. Circule palavras chaves;

    uma frase importante voc pode colocar em um quadro.

    Em Geografia, voc no pode deixar de se preocupar com as referncias

    espaciais (locais e regies mencionadas no texto). Pensar o acontecimento e

    por que est ocorrendo nesse local um exerccio importante e correlao e

    concluso dos fatos e fenmenos apresentados. Voc poder realizar sua

    interpretao dos mapas apresentados e caso no haja fonte cartogrfica (um

    mapa) das referncias espaciais mencionadas no texto, no aconselhvel

    ficar s na imaginao procure um atlas Geogrfico para que voc as

    identifique;

    Observe a temporalidade dos fatos (quando ocorrem) e tente se recordar de

    algum evento histrico que ocorreu em data prxima para que assim voc

    possa ter concluses se um fato influenciou o outro. interessante fazer ou

    criar em suas anotaes uma linha de tempo com fatos e datas marcantes e

    conhecidas por voc, e ao longo da leitura voc poder registrar as novas

    informaes;

    Ao final da (Re) leitura momento mais demorado e pausado compare

    novamente seu entendimento com a proposta do ttulo, o desenvolvimento

    do texto e com as novas informaes;

    Reveja os conceitos grifados, e se voc pode associ-los;

    Anote suas dvidas e registre sua compreenso dos conceitos ou temas mais

    importantes para que possa consultar suas anotaes. Ser mais fcil ler seus

    resumos.

    Recapitule

    a) Compreender rememorar com suas prprias palavras. Para rea de cincias

    exatas fazer outros tipos de exerccios.

    b) Resumir somente aps compreender o assunto, nunca antes.

    c) Revisar a reviso deve ser peridica e baseadas nos resumos realizados.

    d) Dosagem voc deve estudar pelo menos de 2,5 (duas horas e meia) a 4

    (quatro) horas por dia.

    Lembre-se: bons resultados podem ser conseguidos com uma pequena dose de

    inspirao, mas apenas 10%; os outros 90% so transpirao, trabalho e, sobretudo

  • 21

    perseverana.

    B. HISTRIA

    Leitura

    A primeira orientao, nesse sentido, desenvolver o hbito da leitura,

    tornando-o cotidiano como tantas outras atividades (assistir televiso, conversar

    com os pais, irmos e amigos, dormir, passear etc.)

    A segunda orientao, para que a leitura esteja presente no nosso dia a dia,

    procurar estabelecer um horrio que, com o passar dos dias, torne-se

    permanente, por exemplo, ler sempre entre 14h e 15h, ou, num ritmo mais

    acanhado, entre 16 e 16h30.

    O que ler

    Direcione seu tempo de leitura a peridicos como revistas (Galileu, Isto ,

    Superinteressante, time e Caros Amigos) e Jornais (O Estado de S. Paulo, Folha

    S. Paulo, Gazeta Mercantil e Brasil Fato).

    Leia tambm as fontes histricas indicadas pelo professor da srie, alm dos

    textos complementares igualmente solicitados.

    O que assistir

    Procure assistir aos filmes e peas indicados para reflexo, pois tratam- se de

    narrativas para estudo e compreenso da disciplina. Essa atividade desenvolve

    um outro tipo de leitura mais imediata, ilustrando, acrescentando e oferecendo

    elementos que facilitam a leitura escrita sobre os temas assistidos.

  • 22

    C. CINCIAS

    Partindo-se do princpio de que o aluno tem dois momentos importantes na

    escola em que as aulas de Cincias so destaque:

    a) Em sala de aula

    b) Em laboratrio

    Sua postura perante o estudo de Cincias em sala de aula deve ser baseada em:

    Estar atento e concentrado durante o desenvolvimento da aula, procurando entender

    as propostas de trabalho, participando ativamente das atividades decorrentes.

    Realizar as atividades, registrando-as em seu caderno / fichrio mantendo-o em

    ordem e em sequencia de contedos.

    Ao ler um texto proposto para anlise e estudo, procure anotar as palavras

    desconhecidas em uma folha parte procurando o significado delas e anotando-os.

    Aps esse passo, volte a ler o texto com ateno substituindo as palavras

    desconhecidas pelos significados encontrados at que cada pargrafo faa sentido

    (releia mais vezes, se necessrio) e medida que passar de um pargrafo a outro,

    tente pensar de que maneira a informao do pargrafo anterior relaciona-se a este

    que voc est lendo agora. Ao final do texto identificar a idia principal e as direta e

    indireta ligadas a ela.

    Os momentos de observao so fundamentais- voc deve ser sempre atento a

    detalhes, fatos, imagens, aspectos da biologia dos seres vivos, fenmenos da

    natureza, etc. com critrio e ateno, procurando identificar diferenas e

    semelhanas adequando o seu olhar ao que foi pedido durante a atividade. Seja

    curioso, isto pode ajud-lo no entendimento de situaes que ocorrem no dia a dia,

    pois a curiosidade faz com que saiamos em busca de explicaes.

  • 23

    Sua postura perante os estudos de Cincia em Laboratrio deve ser baseada em:

    No apresentar-se em atraso nas aulas de laboratrio;

    Prestar ateno aos primeiros minutos de aula, momento em que a professora

    orienta os trabalhos do dia;

    Inicie os experimentos ou observaes solicitados, participando e discutindo todas

    as etapas de trabalho com o colega da bancada, buscando sempre um consenso;

    Observe cuidadosamente todas as alteraes ocorridas durante um experimento

    um pequeno detalhe pode ser muito importante na discusso dos resultados obtidos

    verificando se estes resultados foram suficientes para que voc e seu grupo

    possam chegar a concluses satisfatria ou se existe a necessidade de outros meios

    de observao e/ou novos testes para finalizar suas concluses.

    Anote todos os eventos significativos no seu roteiro de aula ou em uma folha de

    rascunho para incluir posteriormente em seus relatrios. Preencha-os com ateno e

    critrio, lendo antes as orientaes / procedimentos necessrios ao desenvolvimento

    da aula.

    Concentre-se no objetivo dos experimentos e observaes durante a aula,

    procurando cumpri-los, se dvidas surgirem, no hesite em chamar a professora.

    O seu livro didtico um orientador para os contedos que so colocados em

    evidncia em aulas, tanto tericas quanto prticas, portanto procure sempre a

    correspondncia do assunto em imagens e caractersticas que possam norte-lo em

    seu estudo.

    Entregar os relatrios nas datas marcadas, sem atraso e totalmente preenchidos,

    evitando prejuzos decorrentes da falta de entrega deles. Para isso, deve sempre

    haver uma organizao em agenda.

    Levar o material solicitado pela professora e tambm:

    Lpis, borracha e caneta;

    Pasta com os relatrios das anteriores;

    Livro didtico;

    Folha de rascunho (e folhas extras)

    Obs: Evite levar ao laboratrio materiais desnecessrios como: estojos

    volumosos, caderno que no sero utilizados, etc.

  • 24

  • 25

    Escola Tcnica Estadual Irm Agostina

    Av. Feliciano Correia, S/N Capela do Socorro

    So Paulo/SP

    Tel: (11) 5667-3971