M2 Programma T.S.S. I.T.G. Rel FINDER - Valentino T ? Tenso nominal Mxima tenso comutvel

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M2Programma T.S.S.I.T.G. Rel FINDERTermosNormas e valores de refernciaCondies de operao e instalaoCampo de funcionamentoLimitao do pico de sobretensoCorrente residualTemperatura ambienteCondensaoPosio de montagemCircuito RC para supresso de arcoOrientaes para processos de soldagem de fluxo automticoInstalao do relAplicao do fluxoPr-aquecimentoSoldagemLimpezaTerminologia e definiesNumerao dos terminaisEspecificaes dos contatosConjunto de ContatosContato simplesContatos bifurcadosContato com dupla aberturaMicro interrupoMicro desconexoDesconexo completaCorrente nominalMxima corrente instantneaTenso nominalMxima tenso comutvelCarga nominal em AC1Carga nominal em AC15Classificao de motor monofsicoCarga nominal de lmpadasCapacidade de ruptura em DC1Carga mnima comutvelTestes de vida eltricaVida Eltrica Curva FFator de reduo de carga versus Cos Capacitor de partida de motoresCargas em corrente alternada trifsicaMotor trifsicoComutao de diferentes tenses em um relResistncia de contatoCategoria de Contato segundo a EN61810-7Caractersticas da bobinaTenso nominalPotncia nominalFaixa de operaoTenso de no operaoTenso mnima de funcionamentoTenso mximaTenso de retenoTenso de desoperaoResistncia da bobinaAbsoro nominal da bobinaTestes trmicosRel monoestvelRel biestvelRel passo a passoRel de remannciaIsolaoEN/IEC61810-1 Norma geral de relsFuno e isolamento do relNvel de isolamentoCoordenao de isolamentoTenso nominal do sistema de alimentaoTenso nominal de isolamentoRigidez dieltricaGrupo de isolamentoSELV,PELV e separao seguraO Sistema SELVO Sistema PELVDados tcnicos gerais CicloPerodoFator de atividadeOperao contnuaVida mecnicaTempo de operaoTempo de desoperaondice - Informaes Tcnicas GeraisTempo de bounceTemperatura ambienteFaixa de temperatura ambienteProteo ambienteal Categoria de proteo dos invlucrosO mximo nvel de vibrao senoidalReesistncia a choquePosio de instalaoPotncia dissipada para o ambienteDistncia instalada entre rels montados em placas de C. I.TorqueDimenses mnimas dos fiosDimenses mximas dos fiosConectando mais de um fioTerminal em forma de caixaTerminal em forma de chapaTerminal a molaSSR- Rel de estado slidoRel de estado slidoOpto - acopladorCampo de tenso de comutaoMnima corrente de chaveamentoConsumo nominal de correnteTenso mxima de bloqueioRel com contatos guiados ou rel de seguranaRels de monitorao e medioTenso de alimentao controladaControle de assimetria trifsicoCampo de controleTempo de atuao ONTempo de retardo na partida (T2)Retardo de atuaoTempo de retardo (Srie 72)Tempo de reaoMemorizao de defeitoHisterese ajustvelRel de proteo trmicaRel controle de nvelTenso de eletrodos Corrente de eletrodosMxima sensibilidadeSensibilidade fixa ou ajustvelLgica de segurana positivaTemporizadoresRegulao de temporizaoRepetibilidadeTempo de retornoImpulso mnimo de controlePreciso de fundo de escalaRels sensveis a luzAjustes de limiaresTempo de respostaProgramadores horriosTipo com 1 ou 2 contatosTipos de programao: Dirio / SemanalProgramasIntervalo mnimo de programaoReserva de carga ou capacidade de back upRels de impulso e minuterias eletrnicasMnima/Mxima durao do impulsoMximo nmero de botes pulsadoresConformidade com a EN 60335-1 Fios no inflamveisEspecificaes de EMC (Compatibilidade eletromagntica)Transientes rpidos (burst)Surtos (pulsos de tenso)Regras EMCConfiabilidade (MTTF e MTBF para equipamento)MTTF - Tempo mdia para falhaMTBF - Tempo mdio entre falhasB10 10% de falha no tempo de vidaCompatibilidade com as diretivas RoHS e WEEECategorias SIL e PLTabelas Tabela 1: Classificao das cargas dos contatosTabela 2: Potncia de motor Pilot duty homologao ULTabela 3: Valores de potncia de motor versus sries de relsTabela 4: Categorias de contatoTabela 5: Caractersticas dos materiais de contatoTabela 6: Tenso nominal de impulsoTabela 7: Grau de poluioHomologaes de produtosIPginaIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIVIVIVVIVIIVIIVIIVIIVIIVIIIVIIIVIIIVIIIVIIIVII IVIIIVIIIVIIIVIIIVIIIVIIIVIIIVIIIVIIIVIIIVIIIVIIIVIIIIXIXIXIXIXXXXXXXXXXXXXColuna111111111222222111111111222222222221111, 2112221111111 111122222222111, 222111122222222XXXXIXIXIXIXIXIXIXIXIXIXIXIXIXIXIXIXIXIXIXIXIXI, XIIXIIXIIXIIXIIXIIXIIXIIXIIXIIXIIXIIXIIXIIXIIXIIXIIXIIXIIXIIXIIXIIXIIXIIXIIXIIXIIXIIIXIIIXIIIXIIIXIIIXIIIXIIIXIIIXIIIXIIIXIIIXIIIXIIIXIII,XIVXIVXIVXIVXIVXIVXIVXIV,XVIVV, VIVIIVIIVIIIXIXXVI2221111111, 2222222222222222, 11111111122222222222222222221111111111, 2222, 1111111, 22, 1212222X-2013, www.findernet.comNormas e valores de refernciaA menos que indicado de outra forma, os produtos relacionados nestecatlogo foram projetados e fabricados segundo os quesitos das Normaseuropias e internacionais a seguir:- EN 61810-1, EN 61810-2, EN 61810-7 para rels de tudo ou nada- EN 50205 para rels de contatos guiados(rels de segurana)- EN 61812-1 para temporizadores- EN 60669-1 e EN 60669-2-2 para rels de impulso eletromecnicos- EN 60669-1 e EN 60669-2-1 para rels de impulso eletrnicos, minuterias, dimmers, rels crepusculares, rels de controle e rels detectores de movimento.Consideram-se ainda as seguintes normas:- EN 60335-1 e EN 60730-1 para aplicaes domsticas- EN 50178 para equipamentos de uso industrial.Em acordo com a EN61810-1, todas informaes tcnicas so referidosa temperatura ambiente de 23 graus celsius, presso atmosfrica de96kPa, 50% de umidade, ar puro e 50Hz de frequncia. A tolernciapara a resistncia da bobina com absoro nominal e valores de potncia nominal de 10%. Se no indicado, a tolerncia standard para as dimenses mecnicas so 0.1 mm.Condies de operao e instalaoCampo de funcionamento: Em geral os rels podem trabalhar no rangede temperatura, de acordo: Class 1 80%...110% da tenso nominal da bobina Class 2 85%...110% da tenso nominal da bobina.Fora dessas classes a operao da bobina permitida de acodo comos limites mostrados pelas curvas R.Se no indicado ao contrrio, todos os rels podem trabalhar com umDuty Cicle de 100% (servio contnuo) e todas as bobinas em AC so adequadas para 50 e 60Hz.Limitao do pico de sobretenso: Uma proteo de sobretenso (varistor em AC e diodo em DC) recomendado em paralelo com a bobina para tenses de alimentao maior ou igual 110V para rels Srie40, 41, 44 e 46.Corrente residual: Quando um rel alimentado em AC via um sensorde proximidade, ou com longos cabos maior que 10m, o uso de um mdulo anti remanncia recomendado ou alternativamente pode-se colocar uma resistor de 62k/1W em paralelo com a bobina.Temperatura ambiente: A temperatura como especificada nos dados tcnicos e nas curvas R se refere a temperatura imediatamente vizinha ao invlucro do rel, Essa temperatura ambiente vizinha ao relpode ser maior do que a temperatura ambiente, no qual o equipamentoest localizado.Ver pgina IX para maiores detalhes.Condensao: As condies ambientais no devem causar condensaoou formao de gelo internamente ao rel.Posio de montagem: Caso no informado, a posio de montagem dosrels pode ser qualquer (se fixado corretamente, por exemplo com umclip de reteno montado em uma base).Circuito RC para supresso de arco: Se um resistor/capacitor estiver ligados aos contatos para supresso de arco, deve-se garantir que quando o contato estiver aberto, a corrente residual atravs do circuitoRC no gere uma tenso residual maior que 10% da tenso nominal dacarga (tipicamente a bobina de outro rel ou solenide). Uma tenso maiorque 10% da tenso nominal da carga poder fazer essa vibrar, influenciando na confiabilidade do sistema. O uso de um circuito RCatravs do contato praticamente destruir a isolao oferecida quando os contatos do rel estiverem abertos.Informaes Tcnicas GeraisOrientaes para processos de soldagem de fluxo automticoEm geral, um processo de fluxo automtico consiste nas seguintes etapasa seguir:Instalao do rel: Certifique-se que os terminais do rel estejam em linha inseridos perpendicularmente na placa de circuito impresso. O catlogo ilustra o padro de placa de circuito impresso, vista do lado dosconectores de cobre, para cada rel.Aplicao do fluxo: Esse um processo particularmente delicado. Se orel no for selado, o fluxo pode penetrar em seu interior, devido s forasde capilaridade, alterando o desempenho e funcionalidade.Caso os mtodos de fluxo em espuma ou de pulverizao sejam utilizados, certifque-se de que o fluxo seja aplicado sem excesso e demaneira uniforme, no atravessando o lado do componente da placa decircuito impresso.Atravs das precauses acima e da utilizao de fluxos com base em lcool ou gua, possvel utilizar satisfatoriamente os rels de categoria de proteo RTII.Pr-aquecimento: Ajuste o tempo de pr- aquecimento para possibilitara evaporao do fluxo, assegurando-se de que no seja excedida a temperatura de 100C (212F) no lado do componente. Soldagem: Ajustar a altura da onda de solda, tal que a placa de circuitoimpresso no seja inundada com solda. Assegurar que a temperatura dasolda e o tempo no exceda respectivamente a 260C (500F) e 3 segundos no mximo.Limpeza: A utilizao de fluxo No Clean evita a necessidade delavagem da placa de circuito impresso. Em casos em que a placa devaser lavada, a utilizao de rels vedados (opo xxx1 - RTIII) recomendada. Depois de limpo, recomendvel, para manter a vida eltrica na carga mxima (como indicado no catlogo) romper o pinodo rel da parte superior do invlucro, pois o oznio formado internamente ao rel (dependendo da carga e da frequncia de chaveamento), pode reduzir a vida eltrica do rel. Porm evite alavagem do rel, especialmente com solventes corrosivos ou e ciclos queenvolvam gua a baixa temperatura, pois os componentes da placa decircuito impresso podem ser danificados pelo choque trmico. O usuriodeve estabelecer a compatibilidade entre seu lquido de limpeza e os plsticos do rel. IIX-2013, www.findernet.comIIIDesconexo completa: Separao entre contatos que garante isolaoequivalente entre outras partes que se deseja disconectar. Existem requerimento entre a rigidez dieltrica entre contatos e para a distnciaentre contatos. Os rels tipo 45.91, 56.xx - 0300, 62.xx - 0300 e65.x1 - 0300 esto conforme essa categoria de disconeco.Corrente nominal: Coincide com a corrente limite continua - A mais altacorrente que um contato pode conduzir permanentemente com a temperatura limite. Tambm coincide com a corrente de limite demanobra, que um contato pode fechar e abrir em condies especificadas.A corrente nominal quando multiplicada com a tenso nominal, corresponde a carga nominal em AC1. (Os rels da Srie 30 so excees).Mxima corrente instantnea: O valor mais elevado de corrente que umcontato pode conduzir e manter por um tempo no superior a 0,5s e comuma uma intermitncia (duty cycle) no superior a 0.1, sem haver umadegradao permanente de suas caractersticas devido ao calor gerado.Tambm coincide com a capacidade de estabelecimento do contato.Tenso nominal: a tenso de comutao que, associada a corrente nominal, determina a carga nominal em AC1. A carga nominal em AC1 usada como a carga de referncia para ensaios de vida eltrica. Mxima tenso comutvel: Corresponde a mxima tenso (incluindo tolerncias) que os contatos podem comutar e que as distncias de isolamento utilizadas podem garantir em acordo com a norma de coordenao de isolamento. Carga nominal em AC1: Corresponde a mxima potncia resistiva em VAque um contato pode comutar, ou seja fechar, conduzir e abrir, repetidamente, de acordo com a classificao AC1 (veja tabela 1). oproduto entre a corrente nominal e a tenso nominal, e usado como referncia nos ensaios de vida eltrica. Carga nominal em AC15: A mxima carga indutiva em AC (em VA) queum contato pode fechar, conduzir e abrir, de acordo com a classificaoAC15 (veja tabela 1), chamada carga indutiva AC na EN 61810-1:2008, anexo B.Classificao de motor monofsico: Corresponde ao valor nominal depotncia de motor que um rel pode chavear.Os valores so expressos em kW. A converso para HP pode ser calculada multiplicando o kW pelo valor 1.34, isto 0.37kW=0.5HP.Nota: No permitido o comando de intermitncia ou freamento.Se o motor for sujeito a uma inverso do giro, sempre permita uma abertura intermediria maior que 300ms, caso contrrio, uma correntede pico de inrush excessiva, causada pela mudana de polaridade docapacitor do motor, pode resultar na fuso do contato. Carga nominal de lmpadas: Potncia de lmpadas para tenso de230 VAC:- lmpadas incandescentes (filamento de tungstnio) e halgenas;- lmpadas fluorescentes no compensadas;- lmpadas fluorescentes compensadas Cos 0.9 (usando capacitorespara correo do fator de potncia). Informaes sobre outros tipos de lmpadas, como HID ou com reatoreletrnico, disponvel mediante solicitao.Capacidade de ruptura em DC1: O valor mximo da corrente resistiva DCque um contato pode fechar, conduzir e abrir repetidamente de acordo coma tenso de carga, em acordo com a classificao DC1 (veja tabela 1).Carga mnima comutvel: O mnimo valor de potncia, tenso e corrente que um contato pode comutar com segurana. Por exemplo, osmnimos valores so 300mW, 5V /5mA:- com 5V a corrente mnima deve ser 60mA- com 24V a corrente deve ser no mnimo 12.5mA- com 5mA a tenso mnima deve ser no mnimo de 60V.No caso de variantes com contatos de ouro, cargas inferiores a 50mW,5V/2mA so recomendadas.Com 2 contatos de ouro em paralelo, possvel chavear 1mW, 0.1V/ 1mA.Terminologia e definiesTodos os termos citados neste catlogo so normalmente utilizados nalinguagem tcnica. Entretanto, ocasionalmente, as Normas Nacionais Europias ou Internacionais podem prescrever a utilizao de termos diferentes. Tais casos sero mencionados nas descries a seguir. Numerao dos TerminaisA Norma Europeia EN50005 recomenda a seguinte numerao paraidentificao dos terminais dos rels:- .1 para terminal comum (ex. 11, 21, 31)- .2 para terminal normalmente fechado (ex. 12, 22, 32)- .4 para terminal normalmente aberto (ex. 14, 24, 34)- A1 e A2 para terminais da bobina- B1, B2, B3 etc. para sinais de entrada- Z1 e Z2 para potnciometros ou sensores.Nmero de Numerao Exemplo:contatos da configurao rel com 4 polosPara contatos de retardo de temporizadores, a numerao ser:- .5 para terminais do contato comum (ex. 15, 25, ...)- .6 para terminais normalmente fechados (ex. 16, 26, ...)- .8 para terminais normalmente abertos (ex. 18, 28, ...)IEC67 e as Normas Americanas prescrevem:numerao progressiva para terminais (1,2,3,...13,14,...) e alguns casos A e B para terminais da bobina. Especificaes dos contatosSmbolo Configurao EU D GB USANormalmente NO S A SPST-NOaberto DPST-NOnPST-NONormalmente NC B SPST-NCfechado DPST-NCnPST-NCComutador CO W C SPDTDPDTnPDTn= nmero de contatos (3,4,...), S=1 e D=2Conjunto de contatos: Compreende todos os contatos internos de um rel.Contato simples: Um contato com somente um ponto de contato.Contatos bifurcados: Um contato com dois pontos de contato, que estoefetivamente em paralelo entre eles. Muito eficiente para chaveamentode pequenas cargas, transdutores, pequenos sinais ou entradas de PLCs. Contato com dupla abertura: Um contato com dois pontos de contato emSrie entre eles. Particularmente eficiente para chaveamento de cargasem DC. O mesmo efeito pode ser conseguido, interligando atravs defiao dois contatos simples em Srie.Micro interrupo: Interrupo de um circuito mediante a separao de contatos sem especificao de distncia ou rigidez dieltrica entre contatos. Micro desconexo: Adequado separao dos contatos que fornece segurana funcional. Existe especificao da rigidez dieltrica entrecontatos abertos. Todos rels Finder esto em conforme com essa classede desconexo.Informaes Tcnicas GeraisX-2013, www.findernet.comcos FATOR DE REDUOIVInformaes Tcnicas GeraisTestes de vida eltrica: A vida eltrica para carga nominal em AC1, como especificado nas informaes tcnicas, representa a expectativapara uma carga resistiva em funo da corrente de chaveamento e a 250VAC. (Este valor pode ser usado como valor B10; veja Vida eltricaCurva-F e Confiabilidade). Vida Eltrica Curva F: A Vida eltrica AC versus a corrente no contato, indica a expectativa de vida eltrica para uma carga resistivaem AC para diferentes valores de corrente de contato. Algumas curvasindicam o resultado da vida eltrica para cargas indutivas em AC comfator de potncia Cos = 0.4 (aplicado tanto no fechamento quanto naabertura dos contatos).Em geral, a tenso de referncia utilizada para estas curvas de expectativa de vida eltrica 250VAC. Embora a vida eltrica indicada pode ser vlida aproximadamente para tenso de 125V at277V. Onde as curvas de expectativa de vida mostram uma curva para440V, a vida eltrica indicada pode tambm ser assumida como vlida aproximadamente para voltagens de at 480V. Nota: Os valores de vida ou nmero de ciclos, dessas curvas, pode serutilizado como valores estatsticos B10 para o clculo de confiabilidade.Esse valor multiplicado por 1,4 poder ser considerado para valor deMCTF mdia de ciclos realizados para ocorrer falhas. Falha, nesse caso, se refere ao desgaste do contato devido a altas cargas.Expectativa de vida eltrica para tenses abaixo de 125V: Para cargascom tenses menores que 125V (por exemplo 110 ou 24 V AC), a vidaeltrica aumentar significativamente com o decrscimo da tenso. (Umaestimativa pode ser feita multiplicando-se o fator 250/2UN e aplicando-sea expectativa de vida eltrica apropriada para a carga a 250 VAC).Expectativa de vida eltrica para tenses superiores a 250V: Para cargas com tenses superiores a 250V (mas com a mxima tenso dechaveamento menor que a especificada para o rel), a maxima correnteno contato dever ser limitada pela potncia nominal de carga AC1, dividida pela tenso considerada. Por exemplo um rel com corrente epotncia nominal de 16A e 4000VA, respectivamente, poder chavearuma corrente mxima de 10A a 400VAC: A vida eltrica correspondenteser aproximadamente a mesma que a 16A em 250VAC.Caso no haja especificaes, as seguintes condies de teste so aplicadas: - teste efetuado a mxima temperatura ambiente;- bobina de rel (AC ou DC) energizada na tenso nominal; - carga aplicada no contato NA;- frequncia de chaveamento para rels elementares: 900 ciclos por hora com 50% de ciclo de atividade (25% para rels com corrente nominal maior que 16A e para os tipos 45.91 e 43.61);- frequncia de chaveamento para rels de impulso: 900 ciclos/h paraa bobina, 450 ciclos/h para o contato, 50% de ciclo de atividade.- Os valores de expectativa de vida eltrica so vlidas para materialde contato standard para cada Srie, informaes para outros materiais de contato, esto disponveis sob consulta.Fator de reduo de carga versus Cos : A corrente para cargas AC compreende ambas componente, tanto indutiva quanto resistiva, e estacorrente pode ser estimada aplincando-se um fator redutor (k) na correntepara carga resistiva (de acordo com o fator de potncia cos da carga). No vlido para cargas como motores eltricos ou lmpadasfluorescente, onde as especificaes nominais so citadas. Estas curvasso apropriadas para cargas indutivas onde a corrente e o cos soaproximadamente os mesmos no fechamento e abertura do contato, e sotambm muito utilizadas pela Internacional relay standards como referncia para verificao de performace e comparao. TABELA 1 Classificao das cargas dos contatos (definido pelas normasEN 60947-4-1 e EN 60947-5-1)Classificao da carga Tipo de alimentao Aplicao Comutao com relAC1 AC monofsico Cargas resistiva ou Considerar os dadosAC trifsico ligeiramente indutiva em AC do catlogoAC3 AC monofsico Partida e Parada de Para Monofsico:AC trifsico motores tipo Gaiola de considerar asEsquilo. A reverso da informaes dorotao somente depois catlogo.de o motor ter parado. Para trifsico:Trifsico: Veja pargrafoA reverso do motor motor trifsico. somente permitida se existe uma pausa de 50 ms entre a energizao em uma direo e a energi-zao na outra direo.Monofsico:Deve haver um tempo de pausa de 300ms, caso contrrio um pico de corrente causado pela mudana de polaridadedo capacitor do motor, resultar na fuso do contato.AC4 AC Trifsico Partida, Parada e No possvel usarreverso do sentido de rels. Pois quandogiro de motores, tipo se faz a reverso,gaiola de esquilo. um arco volticoContatos intermitentes. destruir os contatos.Frenagem regenerativa.AC14 AC fase Simples Controle de pequenas Considere uma(Monofsico) cargas eletromagnticas corrente de pico de(72 VA), contatores 10 vezes a nominal,de potncia, vlvulas e garanta que essasolenides e eletroms. corrente seja inferiora Mxima correnteInstantneaespecificada para o rel.DC1 DC Cargas resistivas em Considerar os dadosDC ou ligeiramente do catlogo (veja aindutiva. (A corrente de curva capacidadechaveamento na mesma de ruptura em DC1).tenso pode ser dobradaligando-se atravs defios 2 contatos em Srie).DC13 DC Comando de cargas No existe correnteeletromagnticas, de pico, mas acontatores de potncia, sobretenso de aberturavlvulas solenides e chegar bem maiseletroms. que 15 vezes atenso nominal. Aproximadamente a vida eltrica em cargaDC muito indutivo com constante de tempo L/R= 40ms pode ser estimada como 50% da vida eltrica da carga em DC1. A ligao de umdiodo invertido em paralelo com a cargapermite a mesma vidaeltrica de uma cargaDC1.Veja a curva Mxima capacidadede ruptura em DC1.X-2013, www.findernet.comVTABELA 2 Potncia de motor Pilot duty homologao ULR = Resistiva / GP = Propsito geral / GU = Uso geral / I = Indutiva (cos 0.4) / B = Balastro / NO = Tipo NACaractersticasTipo UL file No AC/DC Potncia do motor Pilot Duty Tipo Grau de Mximamonofsico aberto poluio temperaturaambiente110-120 220-24034.51 E106390 6 A - 250 V AC (GP) / / B300 - R300 Sim 2 40 C40.31 - 40.51 E81856 10 A - 250 V AC (R) / 1/3 Hp (250 V) R300 Sim / 85 C40.52 E81856 8 A - 250 V AC (R) 1/6 Hp 1/3 Hp R300 Sim / 85 C8 A - 277 V AC (GP) (4.4 FLA) (3.6 FLA)8 A - 30 V DC (GP)40.61 E81856 15 A - 250 V AC (R) / Hp (250 V) R300 Sim / 85 C40.31X2XX E81856 12 A - 277 V AC (GU) 1/3 Hp Hp B300 Sim 2 ou 3 85 C12 A - 30 V DC (GU) (7.2 FLA) (6.9 FLA)40.61X2XX E81856 16 A - 277 V AC (GU) 1/3 Hp Hp B300 Sim 2 ou 3 85 C16 A 30 V DC (GU) - (AgCdO) (7.2 FLA) (6.9 FLA)12 A - 30 V DC (GU) - (AgNi)40.11 - 40.41 E81856 10 A - 240 V AC (R) / Hp (250 V) / Sim / 70 C5 A - 240 V AC (I)10 A - 250 V AC (GP)8 A - 24 V DC0.5 A - 60 V DC0.2 A - 110 V DC0.12 A - 250 V DC41.31 E81856 12 A - 277 V AC (GU) 1/4 Hp Hp B300 - R300 Sim 2 ou 3 40 ou 70 C12 A - 277 V AC (R) (5.8 FLA) (4.9 FLA) com distncia minima de 5mm entre os rels41.61 E81856 16 A - 277 V AC (GU-R) 1/4 Hp Hp B300 - R300 Sim 2 ou 3 40 ou 70 C8 A - 277 V AC (B) (5.8 FLA) (4.9 FLA) com distncia minima de 5mm entre os rels41.52 E81856 8 A - 277 V AC (GU-R) / Hp (277 V) B300 Sim 2 ou 3 40 or 70 C(4.1 FLA ) com distncia minima de 5mm entre os rels43.41 E81856 10 A - 250 V AC (GU-R) Hp Hp B300 - R300 Sim 2 ou 3 40 ou 85 C(5.8 FLA ) (4.9 FLA)43.61 E81856 10 A - 250 V AC (GU-R) Hp Hp B300 - R300 Sim 2 ou 3 40 ou 85 C(AgCdO) (5.8 FLA) (4.9 FLA)16 A - 250 V AC (GU) (AgCdO) (AgCdO)(AgNi) 1/3 Hp Hp16 A - 250 V AC (R) (7.2 FLA) (6.9 FLA)(AgCdO) (AgNi) (AgNi)44.52 E81856 6 A - 277 V AC (R) 1/8 Hp 1/3 Hp / Sim / 85 C(3.8 FLA) (3.6 FLA)44.62 E81856 10 A - 277 V AC (R) Hp Hp / Sim / 85 C(5.8 FLA) (6.9 FLA)45.71 E81856 16 A - 240 V AC (GU) Hp 1 Hp / Sim 2 ou 3 105 ou 125 C16 A - 30 V DC (GU) - (AgCdO) (9.8 FLA) (8 FLA) (AgNi) com distncia16 A - 277 V AC (GU) (AgCdO) minima de 10mm16 A - 30 V DC - (NA-GU) 1/3 Hp entre os rels12 A - 30 V DC (7.2 FLA)(NC-GU) (AgNi) (AgNi; NA)45.91 E81856 16 A - 277 V AC (GU) 1/6 Hp Hp / Sim 2 ou 3 105 ou 125 C16 A - 30 V DC (GU) (4.4 FLA) (4.9 FLA) com distnciaminima de 10mmentre os rels46.52 E81856 8 A - 277 V AC (GU) Hp Hp B300 - R300 Sim 2 ou 3 70 C6 A - 30 V DC (R) (5.8 FLA) (4.9 FLA)46.61 E81856 16 A 277 V AC 1/3 Hp Hp B300 - R300 Sim 2 ou 3 70 C12 A (NA) - 10 A (NC) (7.23 FLA) (6.9 FLA) (AgNi)30 V DC (AgNi) A300 - R30010 A (NA) - 8 A (NC) (AgSnO2)30 V DC (AgSnO2)50 E81856 8 A - 277 V AC (GU) 1/3 Hp Hp B300 (NA) Sim 2 ou 3 70 C8 A - 30 V DC (GU) (7.2 FLA) (4.9 FLA) com distncia(Somente NA) (Somente NA) minima de 5mmentre os relsInformaes Tcnicas GeraisX-2013, www.findernet.comCapacitor de partida de motores: Um motor monofsico 230VAC com capacitorde partida tem uma corrente inicial em torno de 120% da corrente nominal. Contudo uma corrente destrutiva para os contatos devida a reverso instantneado giro do motor. No primeiro esquema a corrente pode causar a destruio docontato por efeito do arco voltico, atravs da abertura do contato, a inverso docontato pode quase que instantaneamente causar a inversa da polaridade do capacitor.Ensaios tem evidenciado que uma corrente de pico de 250A para ummotor de 50W e acima de 900A para um motor de 500W. Esse fato inevitavelmente causar o colamento dos contatos. Portanto a reverso do giro domotor deve ser feita por 2 rels, como mostrado no segundo esquema, dimensionando um tempo de pausa maior que 300ms, O retardo pode ser feitotambm por um outro componente como um temporizador, ou atravs de um microprocessador, etc, ou conectando uma resistncia NTC adequado em Sriecom cada bobina de rel. Atravs do intertravamento da bobinas de ambos rels,no determinar o tempo necessrio para reverso, nem a utilizao de material de contatos para altas correntes ser suficiente para resolver o problema!Reverso de Motor AC IncorretaO contato muda de posio pelo menosem 10ms, esse tempo insuficiente parapermitir que o capacitor disperse a energia antes de ocorrer a inverso.Correta inverso de motor AC Existe um tempo de pausa de 300ms,durante o qual nenhum contato fechado: desse modo a energia armazenada no capacitor dissipadapelo motor. TABELA 2 Potncia de motor Pilot duty homologao ULR = Resistiva / GP = Propsito geral / GU = Uso geral / I = Indutiva (cos 0.4) / B = Balastro / NO = Tipo NACaractersticasTipo UL file No AC/DC Potncia do motor Pilot Duty Tipo Grau de Mximamonofsico aberto poluio temperaturaambiente110-120 220-24055.X2 - 55.X3 E106390 10 A - 277 V AC (R) 1/3 Hp Hp R300 Sim / 40 C10 A - 24 V DC (R) - (55.X2) (7.2 FLA) (6.9 FLA)5 A - 24 V DC (R) - (55.X3)55.X4 E106390 7 A - 277 V AC (GP) 1/8 Hp 1/3 Hp R300 Sim / 55 C7 A - 30 V DC (GP) (3.8 FLA) (3.6 FLA)(contato Std/Au)5 A - 277 V AC (R)5 A - 24 V DC (R)(contato AgCdO)56 E81856 12 A - 277 V AC (GU) Hp 1 Hp B300 Sim 2 ou 3 40 ou 70 C12 A - 30 V DC (GU) (9.8 FLA) (8 FLA)(AgNi; NA)8 A - 30 V DC (GU) - (AgNi; NC)12 A - 30 V DC (GU) - (AgCdO)10 A - 30 V DC (GU)(AgSnO2; NA)8 A - 30 V DC (GU) - (AgSnO2; NC)60 E81856 10 A - 277 V AC (R) 1/3 Hp 1 Hp B300 Sim / 40 C10 A - 30 V DC (GU) (7.2 FLA) (8 FLA) (Somente AgNi)R30062 E81856 15 A - 277 V AC (GU) Hp 2 Hp B300 Sim 2 ou 3 40 ou 70 C10 A - 400 V AC (GU) (13.8 FLA) (12 FLA) (AgCdO)8 A - 480 V AC (GU) 1 Hp R30015 A - 30 V DC (GU) (480 V AC - 3 )(2.1 FLA) (NA)65.31 E81856 20 A - 277 V AC (GU) 3/4 Hp 2 Hp / Sim / 40 C65.61 (13.6 FLA) (12.0 FLA)66 E81856 30 A - 277 V AC (GU) - (NA) 1 Hp 2 Hp / Sim 2 ou 3 70 C10 A - 277 V AC (GU) - (NC) (16.0 FLA) (12.0 FLA) (NA) com distncia24 A - 30 V DC (GU) - (NA) (AgCdO, NA) minima de 20mm Hp entre os rels(9.8 FLA) - (AgNi)20 E81856 16 A - 277 V AC (R) Hp / / Sim / 40 C1,000 W Tung. 120 V (9.8 FLA)2,000 W Tung. 277 V85.02 - 85.03 E106390 10 A - 277 V AC (R) 1/3 Hp Hp / Sim / 40 C10 A - 24 V DC (R) - (85.X2) (7.2 FLA) (6.9 FLA)5 A - 24 V DC (R) - (85.X3)85.04 E106390 7 A - 277 V AC (GP) 1/8 Hp 1/3 Hp / Sim / 55 C7 A - 30 V DC (GP) (3.8 FLA) (3.6 FLA)86 E106390 / / / / Sim 2 35 ou 50 C99 E106390 / / / / Sim 2 ou 3 50 C72.01 - 72.11 E81856 15 A - 250 V AC (R) / Hp (250 V AC) / Sim 2 ou 3 50 C(4.9 FLA)80.01 - 11 - 21 E81856 8 A - 250 V AC (R) / Hp (250 V AC) / Sim 2 40 C80.41 - 91 (4.9 FLA)80.61 E81856 8 A - 250 V AC (GU;R) / 1/3 Hp (250 V AC) R300 Sim 2 40 C(3.6 FLA)80.82 E81856 6 A - 250 V AC (GU;R) / / B300 - R300 Sim 2 40 CInformaes Tcnicas GeraisVIX-2013, www.findernet.comInformaes Tcnicas GeraisCargas em corrente alternada trifsica: Cargas trifficas elevadas devemser comutadas preferencialmente por contatores conforme a normaEN60947-4-1. Os contatores so similares aos rels, mas eles tm suasprprias caractersticas, se comparados aos rels: Eles podem normalmente chavear diferentes fases ao mesmo tempo. Eles so dimensionalmente muito maior. Seu projeto e construo contemplam contatos com dupla abertura. Podem suportar determinadas condies de curto circuito. H contudo, em algumas aplicaes e algumas caractersticas de comutao, uma sobreposio entre o uso de rels e contatores.Contudo quando um rel comuta uma carga trifsica necessrio garantir uma correta coordenao de isolamento e evitar a utilizaodesnecessria de rels com verso NA com abertura de 3mm, a menosque a isolao proporcionada pelo contato NA seja exigida e analisa-da caso a caso.Motor Trifsico: Motores Trifsicos de elevada potncia so frequentementechaveados por contatores de 3 polos, onde existe uma alta isolao/separao entre fases. Contudo por motivo de espao e dimenso, sepode utilizar tambm, dependendo do caso, rels para comutar motorestrifsicos.TABELA 3Valores de potncia de motor versus sries de rels.Srie de Potncia de motor Grau de poluio Tenso derels (400 V 3 fases) impulsokW PS(hp)55.33, 55.13 0.37 0.50 2 456.34, 56.44 0.80 1.10 2 460.13, 60.63 0.80 1.10 2 3.662.23, 62.33, 62.83 1.50 2.00 3 4Srie 62 pode tambm chavear 1 hp 480 V 3 trifsico.Reverso de giro de motor: Deve existir uma particular ateno a reverso do motor, com inverso de pelo menos 2 fases, pois esta operao poder danificar os contatos, a menos que seja previsto umtempo de pausa antes da comutao. Portanto use um rel para um sentido de rotao e um outro rel para o outro sentido de rotao (veja diagrama seguinte). O mais importante ter um intervalo entre desenergizao de uma bobina e a energizao da outra bobina maiorque 50ms. Uma simples conexo eltrica entre as bobinas no dar oatraso necessrio. A utilizao de material de contato para altas correntes,pode melhorar a performace e confiabilidade.Nota:1. Para categoria AC3 (partida e parada), a reverso permitida somentese houver uma pausa de 50ms entre uma energizao em um sentido degiro e outra energizao em outro sentido de giro. Observe que onmero mximo de ciclos por hora de motor seja em acordo com a recomendao do fabricante do motor.2. Categoria AC4 (partida,frenagem,inverso e intermitencia) no possvel com rels ou pequenos contatores. Em particular, a inverso defases para frenagem resultar em um arco elevado curto circuitando asfases atravs dos contatos do rel ou contator.3. Em algumas circunstncias prefervel utilizar ts rels de contato simples, um por fase, para controlar cada fase individual, e aumentar aseparao entre fases adjacentes. (A pequena diferena de tempos entre a operao dos trs rels insignificante com o tempo muito maislento de operao em contatores). Comutao de diferentes tenses em um rel: possvel comutar tensesdiversas em um rel, por exemplo 230 VAC em um contato e 24VDC emum contato adjacente, a condio de isolamente entre os contatos adjacentes precisa ser pelos menos do nvel bsico. Todavia necessrioverificar o nvel de isolamento requerido pelo equipamento compatvel com o existente entre contatos adjacentes no rel. Considerea possibilidade de utilizar mais de um rel.Resistncia de contato: Medida segundo a categoria de contato (tabela4) nos terminais externos do rel. Trata-se de um valor estatstico, no podendo ser reproduzido. Na maioria das aplicaes, no tem efeito algum sobre confiabilidade. O valor tpico medido com 24 V e 100mA, de 50m. Categoria de contato segundo a EN61810-7: A eficcia com o qual o contato do rel fecha um circuito eltrico depende de vrios fatores, taiscomo material utilizado no contato, sua exposio a contaminao ambiente, seu formato, etc.. Portanto para garantir um funcionamento confivel, necessrio especificar uma categoria de contato, que define as caractersticas de uso. A categoria de contato definir tambmo nvel de tenso e corrente usada para medida da resistncia de contato. Todos os rels Finder so da categoria CC2. TABELA 4 Categorias de contatoCategoria Caractersticas da carga Medio da resistnciade contato do conntato CC0 Circuito seco 30 mV 10 mACC1 Carga baixa sem arco 10 V 100 mACC2 Carga elevada com arco 30 V 1 AIncorreta reverso de motor trifsico:A diferena entre as tenses de fasedurante a abertura dos contatos, juntocom o arco voltico, pode provocar umcuruto-circuito entre as fases.Correta reverso de motor trifsico:Tempo de pausa deve ser maior que50ms, e durante esse tempo nenhumdos 2 rels devem ter os contatos fechados.TABELA 5 Caractersticas dos materiais de contatoMaterial Propriedade Aplicao tpicaAgNi + Au(Prata Nquel folheada a ouro)AgNi(Prata Niquel)AgCdO(Prata xidode Cdmio)AgSnO2(Prata xidode estanho) - A base de prata nquel com revestimento de ouro- O ouro no atacado pela atmosfera industrial.- Com pequenas cargas, a resistnciade contato inferiore mais consistente em relao a outrosmateriais.NOTA: O revestimentode ouro totalmente diferente do capeamento de ouro de 0.2 m queoferece proteo somente na armazenagem, masum desempenho no melhorado durante a utilizaodo componente. - Material de contatopadro para a maioria das aplicaes de rel- Alta resistncia ao desgaste.- Mdia resistncia fuso.- Alta resistncia ao desgaste para cargas AC elevadas.- Boa resistncia a fuso.- Excelente resistnciaa fusoGrande variedade de aplicaes:- Faixa de pequenas cargas (onde o revestimento de ouro pouco atacado) de50mW(5V 2mA) a 1.5W/24V (carga resistiva).- Faixa de carga mdia na qual o revestimento de ouro atacado aps vrias operaes e a propriedade do AgNi bsico se torna dominante.NOTA: Para comutao de cargas baixas(por exemplo em isntrumentos de medio), recomendvel a conexo de 2 contatosem paralelo.- Resistiva e ligeiramente indutiva- Corrente nominal at 12A- Corrente de pico de at 25A- Cargas indutivas e motor- Corrente nominal at 30A- Corrente de pico de at 50A- Cargas capacitivas e lmpadas- Cargas com corrente de pico muito alta(at 120A).VIIX-2013, www.findernet.com0 tenso mnimatenso de nooperaotensonominaltensomximafaixa de no operao faixa indefinida faixa operaoTENSO DE ENERGIZAO0 tenso de desoperaoobrigatriotenso deretenotensonominalmximatensofaixa de desoperaofaixa indefinida de operaofaixa de operaoTENSO DE DESENERGIZAOTenso de no operao: O maior valor da tenso de bobina no qual orel no ir operar (no especificado no catlogo). Tenso mnima de funcionamento: O menor valor da tenso de entradano qual o rel ir operar.Tenso mxima: A tenso mais alta aplicada que o rel pode suportardependendo da temperatura ambiente (veja curvas R).Tenso de reteno (tenso de no liberao): O valor de tenso da bobina a partir do qual o rel (previamente ativado com uma tenso dentro da faixa de operao), no desopere. Tenso de desoperao (tenso de liberao): O valor de tenso debobina a partir do qual o rel (previamente ativado com uma tenso nafaixa de operao) definitivamente apresentar um desligamento.O mesmo valor percentual aplicado a corrente nominal, d uma indicaoda mxima corrente de disperso admitida no circuito da bobina. Resistncia da bobina: O valor nominal da resistncia da bobina sob temperatura ambiente padro de 23C. Tolerncia de 10%.Absoro nominal da bobina: O valor nominal de corrente da bobina,quando energizada com tenso nominal (frequncia de 50Hz parabobinas em AC).Informaes Tcnicas GeraisCaractersticas da bobinaTenso nominal: O valor nominal da tenso no qual o rel foi projetadoe a operao adequada. As caractersticas de operao e utilizaoso referentes tenso nominal.Potncia nominal: O valor de potncia em DC(W) ou potncia aparenteem AC (VA com armadura fechada), absorvida pela bobina a 23C ea tenso nominal.Faixa de operao: A faixa de tenso de entrada, em aplicaes de tenso nominal, na qual o rel funciona em toda faixa de temperaturasambiente, de acordo com a classe de operao:- classe 1: (0.8...1.1)UN- classe 2: (0.85...1.1)UNEm uma aplicao na qual a tenso da bobina no se encontra na tenso nominal , as curvas R mostram a relao de mxima tenso debobina permitida e a tenso de arranque (sem pr-energizao), versus temperatura ambiente.Testes trmicos: Clculo da elevao de temperatura (T) feita pelamedio da resistncia da bobina em um forno com temperatura controlada (sem ventilao) at que um valor estvel seja obtido (nomenos que 0.5K de variao em 10 minutos).Que : T = (R2 - R1)/R1 x (234.5 + t1) - (t2 - t1)Onde: R1=Resistncia InicialR2= Resistncia finalt1=Temperatura inicialt2 temperatura finalRel monoestvel: um rel que apresenta mudana no estado de contato quando energizamos sua bobina, e retorna ao estado inicial quando desenergizamos sua bobina.Rel biestvel: Um rel que apresenta mudana do estado do contato apsenergizaao da bobina, retm o estado do contato apos desenergizao.Para voltar ao estado original dos contatos necessrio uma nova energizao da bobina com uma tenso adequada.Rel passo a passo (exemplo rel de impulso): Um rel onde os contatosretm o estado devido a um travamento mecnico. Uma sucessiva energizao da bobina causa mudanas dos contatos, aberturas efechamentos. Rel de remanncia: um rel biestvel, onde os contatos mantm seuestado operado (ou Set), devido ao campo magntico residual que o ncleo da bobina mantm, devido a uma corrente em DC no circuito dabobina. Para desoperao do contato (Reset) necessrio passar umacorrente DC de menor intensidade e em sentido oposto no circuito da bobina do rel. Para alimentao em AC , a magnetizao efetuadaatravs de um diodo para fornecer uma corrente DC, enquando a desmagnetizao feita aplicando uma corrente AC de menor intensidade no circuito da bobina. IsolaoEN/IEC61810-1 Norma geral de rels:A IEC61810-1 se aplica a rels eletromecnicos elementares (rels tudoou com nenhum tempo especificado), para incorporao no euquipamento. Essa norma define os requisitos bsico funcionais requeridos para segurana e aplicaes em todas as reas da engenharia eltrica e eletrnica, como: indstria de equipamentos em geral dispositivos eltricos mquinas eltricas aplicaes eltricas para uso domstico e similares. equipamentos para tecnologia da informao (TI), e para escritrios equipamentos para automao de edifcios equipamentos para automao em geral equipamentos para instalao eltrica equipamento mdico equipamento de controle e comando telecomunicaes veiculos transportes (ex.: ferrovias)......Funo de isolamento do rel: Umas das funces principais de um rel ligar e desligar diferente circuitos eltricos, garantindo um nvel elevado de separao eltrica entre os vrios circuitos. necessrio considerar o nvel de isolao apropriado para a aplicao e comparar com a isolao que o rel est especificado. No caso de relseletromecnicos as reas de isolao geralmente consideradas so: isolamento entre bobinas e todos os contatos dados do catlogo - Isolamento entre bobina e contatos isolamento entre contatos fisicamente adjacentes, mas eletricamente separados de um rel muticontatos. Rigidez dieltrica entre contatos adjacentes Isolao entre contatos abertos (se aplica no contato NA, e no contato NF quando a bobina energizada).Dados de catlogo Rigidez dieltrica entre contatos abertos. VIIIX-2013, www.findernet.comInformaes Tcnicas GeraisIXNvel de isolamento:Existem vrias maneiras de especificar ou descrever ou descrever o nvel de isolao oferecido, ou exigido de um rel:Coordenao de isolamento: Com base na tenso de impulso que pode estar presente nas linhas de alimentao do equipamento e a limpezaquanto a tenses de impulso imediatamente prxima ao rel no equipamento,e como consequncia, requer um nvel apropriado de separao entre circuitos,em termos de distncias entre terminais e qualidade dos materiais utilizadosetc. (veja informao abaixo Coordenao de isolamento).Tipo de isolamento: Seja para os equipamentos ou para os componentes como os rels, existem diferentes tipos (ou nveis) de isolaoque podem ser requeridos entre os vrios circuitos. O tipo apropriado depender da funo especfica que est sendo executada, os nveis detenses envolvidos, e como consequncia a segurana associada. Osvrios tipos de isolamento so listados abaixo, e so apropriados paracada Srie de rel, so especifiados nas informaes do rel, precisamentena Tabela "Isolao" da seo Caractersticas Gerais. Isolamento funcional: isolamento entre peas condutoras, que necessrio para o funcionamento correto do rel.Isolamento bsico: se aplica a partes vivas (energizadas) para proveruma proteo bsica contra choques eltricos.Isolamento suplementar: isolamento independente aplicado alm doisolamento bsico a fim de fornecer proteo contra choques eltricosem uma eventual falha da isolao bsica.Duplo isolamento: isolao que compreende a isolao bsica e isolao suplementar.Isolamento reforado: Um simples sistema de isolamento que aplicado entre as partes vivas (energizadas), promove um grau de proteo contra choque equivalente ao isolamento duplo.(Normalmente o tipo de isolamento apropriado vem definido na normapadro do equipamento).Teste de rigidez dieltrica e de tenso de impulso: Utilizado como testede rotina de tipo para verificar o nvel de isolamento entre os diversoscircuitos. Tende a ser o mtodo historicamente mais utilizado para verificar o nvel adequado de isolamento. Contudo existem ainda algunsrequerimentos de rigidez dieltrica encontrados em ambos, na coordenao de isolamento e no nvel de isolamento.Coordenao de isolamento: Em acordo com EN61810-1 e IEC60664-1:2003, as caractersticas de isolamento oferecidas por umrel pode ser descritas por somente dois parmetros Tenso de impulso nominal e o Grau de Poluio.Para assegurar a correta coordenao de isolamento entre o rel e a aplicao, o projetista do equipamento (usurio do rel) deve determinara Tenso de impulso nominal apropriada para sua aplicao, e o Graude contaminao do microambiente no qual o rel ser instalado. O projetista deve combinar os dois valores com os valores correspondentesfornecidos pelos dados do rel. Tabela Isolao da seo Caractersticas Gerais. Tenso nominal de impulso: Para estabelecer a tenso nominal de impulsodeve-se consultar a norma padro do equipamento que deve prescreveresses valores. Alternativamente pode-se usar a tenso nominal de impulsoda tabela 6 e com o conhecimento da tenso de alimentao do sistemae da categoria de sobretenso, determina a apropriada tenso de impulso nominal.Categoria de sobretenso: descrita pela IEC60664-1 mas tambm resumida em notas de rodap da tabela 6. Alternativamente pode ser especificado pela norma padro do equipamento.Grau de poluio: considerado a partir da regio imediatamente em volta ao rel (referida a tabela 7).Ento confira para o rel as especificaes apropriadas (ou melhor), paratenso de impulso nominal e grau de poluio.Tenso nominal do sistema de alimentao: Descreve a fonte de alimentao do sistema, ento 230/400V AC se refere (ou provvel ser) a um transformador trifsico com ligao do neutro. umainformao importante (em conjunto com a categoria de sobretenso) determina o nvel da tenso de impulso que pode existir na linha. Noimplica que o rel pode ser possa ser usado na mxima tenso do sistema. Isso confirmado na tenso nominal de isolamento.Tenso nominal de isolamento: Valor de referncia, indicando que o isolamento do rel adequado para manusear at esse nvel de tenso.Essa tenso nominal de isolamento selecionada de uma lista devalores preferidos. Para rels Finder, 250V e 400V so valores preferidos e acima das tenses de 230V L-N (fase Neutro) e 400 V L-L (fase fase) comumente encontradas na prtica. TABELA 6 Tenso nominal de impulso(1) de acordo com IEC 60038.Observaes: A descrio das categorias de sobretenso so para informao. A categoria de sobretenso efetiva deve ser tratada e considerada pela norma do produto onde o rel ser aplicado. Categoria de sobretenso I: Se aplica para equipamentos para instalaesem edifcios (civis). mas onde medidas foram feitas (na instalao ou noequipamento) para limitar sobretenses transitrias no nvel indicado.Categoria de sobretenso II: Se aplica para equipamentos para instalaes em edifcios (civis).Categoria de sobretenso III: Aplica-se a equipamentos em instalaesfixas e para casos onde um mais alto grau de disponibilidade (uso) doequipamento esperado.Categoria de sobretenso IV: Aplica-se a equipamentos para o uso prximo ou na prpria instalao eltrica, na entrada que vem da redede distribuio de energia. TABELA 7 Grau de poluio.Grau de Condies do ambiente imediatamente em volta do rel.poluio1 No h poluio ou somente poluio seca no condutiva.A poluio no tem nenhuma influncia.2 Existe somente poluio no condutiva exceto condutividadetemporria ocasionada pela condensao.3 Existe poluio condutiva ou seca. A contaminao no condutiva torna-se condutiva devido a condensao esperada.Dependendo da norma referente ao produto, os graus de poluio 2 e3 so prescritos para o equipamento. Por exemplo, EN50178 (aparelhos eletrnicos usados em instalaes de potncia) prescreve, sobcondies normais, o grau de poluio 2.Exemplos da especificao da tenso de impulso nominal e do grau decontaminao:- 4kV/3 (rel projetado para suportar tenses de impulso nominal de 4kVe grau de contaminao 3).- 4 - 2.5kV/3 (rel projetado para suportar tenses de impulso nominal de4 e 2.5kV e grau de contaminao 3).Caso somente uma tenso nominal seja dada, o valor ser referente relao de todos os circuitos eltricos entre si e em relao s superfciesacessveis. Caso dois valores sejam indicados para a tenso de impulso nominal, o primeiro valor ser referente relao dos contatos entre si, emrelao s superfcies acessveis e em relao a outros circuitos eltricos. Osegundo valor ser referente a relao entre bobina e as superfciesacessveis e outros circuitos eltricos. Rigidez dieltrica: Pode ser descrita em termos de uma tenso de impulso (1.2/50 s) de teste. (A correspondncia entre as tenses alternada de teste e tenso de impulso est relacionada no anexo a tabela120 a 240 125 a 250 0.8 1.5 2.5 4230/400 250/400 1.5 2.5 4 6277/480 320/500 1.5 2.5 4 6Tenso nominal dosistema de alimentao(1) Tenso nominal de impulso kVCategoria de sobretensoI II III IVTensonominal deisolamentoVSistematrifsicoSistemamonofsicoX-2013, www.findernet.comXInformaes Tcnicas GeraisA.1 da norma IEC60664-1). Todos os rels Finder passam por um testede 100% executado em 50Hz com tenso alternada aplicada entre todos os contatos e a bobina, entre contatos adjacentes e entre contatosabertos. A corrente de disperso deve ser menor que 3mA. Os testes detipo so executados com as tenses alternada e de impulso. Grupo de isolamento: Antiga classificao em Grupo de Isolamento (como C 250), prescrita na antiga edio da norma VDE 0110. Essa classificao est sendo largamente substituda pela modalidade maisrecente de Coordenao de Isolamento como j descrito.SELV, PELV e separao segura: A coordenao de isolamento como descrito assegura um correto isolamento entre circuitos , mas no assegura proteo contra contatos intencionais versus os circuitos isolados ou contra qualquer problema no isolamento e que possa provocar alto risco. Em aplicaes de alto risco (por exemplo iluminaes de piscinas ou sistemas eltricos em banheiros), existe a necessidade especial de um sistema de alimentao (SELV ou PELV) queso intrinsicamente seguro, trabalhando a baixa tenso e com um nvelmais alto de isolamento fsico entre os circuitos. O Sistema SELV (Baixssima tenso de segurana): O Sistema projetado com um isolamento duplo ou reforado e assegurado uma separao segura de circuitos perigosos segundo as regulamentaespara circuitos SELV. A tenso SELV (no qual isolada do terra) deve serderivada de um transformador com um isolamento duplo ou reforadoentre enrolamentos, outros requisitos de segurana exigidos est especificado na norma.Nota: O valor para a tenso de segurana pode diferir ligeiramentesegundo a particular aplicao ou da norma do equipamento.O Sistema PELV (Baixssima tenso de proteo), como o sistema SELV requer um projeto que garanta um baixo risco de um contato acidentalcom alta tenso, mas a diferena do sistema SELV, apresenta uma cocesso quanto ao uso do fio terra. Como o SELV, o tranformadorpode ter enrolamentos separados por um isolamento duplo ou reforado, ou pode ser utilizado uma proteo condutiva protegida pelaconexo ao terra.Considere o caso que uma tenso de linha de 230V e uma baixa tenso (por exemplo 24V) esto presentes em um mesmo rel. Todos osrequisitos a seguir referentes ao rel, incluindo a fiao, devem ser satisfeitos: A baixa tenso e o 230 V devem ser separados por um isolamento duplo ou reforado. Isso significa que entre os 2 circuitos eltricos deveexistir uma rigidez dieltrica de 6kV(1.2/50 s), uma distncia de5.5mm preenchida por ar e dependendo do grau de poluio e do material usado, uma distncia de trilhamento adequada. Os circuitos eltricos no interior do rel devem estar protegidos contra qualquer possibilidade de curto -circuito, causada, por exemplo, por uma pea de metal solta. Isso possvel por meio de umaseparao fsica dos circuitos em cmaras isoladas no interior do rel. No caso de rels montados em placas de circuito impresso, a distncia adequada entre trilhas conectadas a baixa tenso e as trilhas conectadas s outras tenses deve ser ser garantida. Alternativamente uma barreira aterrada pode ser colocada entre aspartes perigosa e seguras dos circuitos.Embora paream muito complexas, com as opes de isolamento oferecidas por alguns rels Finder, o usurio somente precisa considerar os dois ltimos tens. O posicionamento das conexes de bobina e de contato em lados opostos nos rels e nos soquetes possibilitaa fcil separao das conexes em duas canaletas de fios separadas.Dados tcnicos gerais Ciclo: Acionamento e subsequente liberao do rel. Ao longo do cicloa bobina ativada e desativada, e o contato opera, fechando, abrindoe fechando novamente o circuito.Perodo: O intervalo de tempo correspondente a um ciclo.Fator de atividade: Durante a operao do ciclo, o DF a razo entreo tempo em que a bobina est ativa e um perodo. No caso da atividadecontnua DF=1.Operao contnua: Representa a condio que a bobina permanentemente energizada, ou energizada por um tempo suficientepara que o rel chegue em um equilbrio trmico.Vida mecnica: Teste executado por meio da energizao da bobina devrios rels entre 5 a 10 ciclos por segundo sem qualquer carga aplicadaaos contatos. Determina a durabilidade mxima do rel para casos em quea durabilidade eltrica dos contatos no considerada. O propsito doteste para verificar a robustez da parte mecnica, soldas, eventual campomagntico residual, etc. A vida eltrica mxima pode ser prxima a vidamecnica no caso em que a carga eltrica nos contatos muito pequena. Tempo de operao: Tempo mdio (com alimentao nominal da bobina em DC) para o contato NA fechar, a partir do momento em quea bobina energizada. Neste tempo no est incluso o tempo debounce. Ver grfico.Tempo de desoperao- Para rels com contatos reversveis: tempo mdio (aps retirada a tenso DC na bobina) para retorno do contato NF a sua posio de inicial. No incluso tempo de bounce (ver grfico).- Para rels com contato NA: tempo mdio (aps retirada a tenso DCna bobina) para retorno do contato NA a sua posio inicial. No incluso tempo de bounce (ver grfico).Nota: O tempo mdio de desoperao aumentar se um diodo de supresso ligado em paralelo com a bobina (mdulos de proteo comdiodo, ou LED + diodo, ou rels montados em PCI com ligao de umdiodo em paralelo). Tempo de bounce: Tempo mdio da durao do bounce (repique) dos contatos antes de atingir um estado estvel. Diferentes valores se aplicampara os contatos NA e NF. TATempo de operaoTB Tempo de bounce contato NATC Tempo de desoperao (tipo NA)TD Tempo de desoperao (tipo reversvel)TE Tempo de bounce para contato NFTemperatura ambiente: A temperatura da rea imediatamente vizinha aorel. No necessariamente corresponde a temperatura ambiente interna ou externa ao invlucro onde o rel est instalado. Para medir exatamente a temperatura ambiente que o rel est operando, necessrio remover o rel de onde ele est instalado, mantendo a energizao de todos os outros rels e componentes montados no invlucro ou painel onde estava o rel retirado. Medir a temperatura na posio que estava o rel, dar a verdadeira temperaturaambiente no qual o rel est trabalhando.Faixa de temperatura ambiente: A faixa de valores de temperatura narea prxima em que o rel est instalado e para o qual o funcionamentodo rel gerantido. OperaoBobinaNFNAContatoDesoperaoX-2013, www.findernet.comInformaes Tcnicas GeraisFaixa de temperatura de armazenagem: Essa pode ser tomada como afaixa de temperatura ambiente com os limites superior e inferior variando em 10C.Proteo ambiental: segundo a EN 61810-1.A categoria RT descreve o grau hermtico do invlucro do rel:Categoria de proteo dos invlucros: em acordo com a EN 60529.O primeiro dgito referente proteo contra a entrada de objetos slidos e contra o acesso de objetos perigosos ao rel. O segundo dgito referente a utilizao contra a entrada de gua. A categoria IP referente a utilizao normal, em soquetes (bases) de rel ou placasde circuito impresso. Para soquetes (bases), IP20, significa que o soquete (base) finger-safe (VDE 0106).IP Exemplos:IP 00 = Sem proteo.IP 20 = Protegido contra objetos slidos de 12,5mm e maiores. Sem proteo contra gua.IP 40 = Protegido contra objetos slidos de 1mm e maiores. No protegido contra a gua.IP 50 = Protegido contra poeira (O ingresso de poeira no totalmente evitada, mas no ocorrer em quantidade suficiente para inter ferircom a operao satisfatria do rel). No protegido contra gua.IP 51 = Como o IP 50, mas com proteo contra a queda vertical de gotas de gua.IP 54 = Como o IP 50, mas com proteo contra borrifos de gua em todas direes ( permitido um limitado ingresso).IP 67 = Totalmente protegido contra poeira (a prova de poeira) e protegido contra os efeitos de imerso temporria na gua.Resistncia de vibrao: O mximo nvel de vibrao senoidal, especificado em uma faixa de frequncia, no qual pode ser aplicado aorel no eixo X, sem que a abertura dos contatos (NA no caso de bobina excitada e NF no caso de bobina desexcitada) seja superior a10 s. O eixo X o eixo perpendicular ao lado do rel que contm osterminais). A resistncia vibrao geralmente mais alta para o estado energizado do que para o estado desenergizado. Informaessobre outros eixos e faixas de frequncia, sob solicitao. A nvel de vibrao dado em termos da mxima acelerao da vibrao senoidal,g ( exepressa em funo de g= 9.81m/s2) acelerao da gravidadenas proximidades da Terra). Nota: O procedimento normal de teste de acordo com a IEC 60068-2-6, prescreve para limitar o mximo deslocamento pico a pico para valores baixos na faixa de frequncia. Resistncia a choque: O mximo valor do choque mecnico (forma deonda meia senide 11ms) permitida no eixo X sem o contato se abrir pormais de 10 s. Dados para outros eixos sob solicitao.Posio de instalao: Caso no seja expressamente indicada, qualquerposio de instalao permitida (desde que corretamente retido,por exemplo por um clip de reteno quando o rel montado em base).Potncia dissipada para o ambiente: O valor da potncia dissipada dorel com a bobina energizada (sem corrente no contato, ou com correntenominal atravs de todos contatos NA). Esses valores podem ser utilizadosno planejamento referente as condies trmicas dos painis. Distncia instalada entre rels montados em placas de circuito impresso:Essa a distncia de instalao mnima sugerida, caso vrios rels sejam montados na mesma placa de circuito impresso deve-se tomar cuidado para que os componentes instalados na placa no aqueam osrels.Torque: O mximo valor do torque que pode ser aplicado para fixaodos parafusos dos terminais, segundo a EN 60999, 0.4 Nm, para parafusos M2.5; 0.5 Nm, parafusos M3; 0.8 Nm; 1.2 Nm, para parafusos M4. O teste de torque est indicado no catlogo. Normalmenteum aumento de 20% do valor aceitvel.Tanto chave de fenda quanto Phillips pode ser utilizada para os parafusos.Dimenses mnimas dos fios: Para todos os tipos de terminais, a mnimaseo permitida 0.2 mm2.Dimenses mximas dos fios: A seo transversal mxima dos cabos (slido ou flexvel, sem conectores) que pode ser conectada a cada terminal. Para uso com conectores, a seo transversal do fio deve serreduzida (por exemplo, de 4 para 2.5 mm2, de 2.5 para 1.5 mm2, de1.5 para 1 mm2). Conectando mais de um fio: EN60204-1 permite a introduo de 2 oumais fios no mesmo terminal. Todos produtos Finder so projetados paraque cada terminal aceite 2 ou mais fios, exceto os com conexo mola.Terminal em forma de caixa: Os fios so colocados em terminalfixador, reteno eficaz de fios slidos, flexvel e em lao, mas no apropriado para fios que usam terminais bifurcados. Terminal em forma de chapa: Os fios so conectados sob pressode uma chapa. Eficaz para fios com terminais bifurcados e para fios slidos, mas no adequado para fios flexveis.Terminal a mola: Fiao fixada sob presso de uma mola. Umnico fio rgido ou com terminal a ele crimpado ou um fio flexvel. O terminal pode ser temporariamente aberto pela insero de uma ferramenta (pequena chave de fenda), enquanto o fio inserido. Somenteum fio pode ser conectado por terminal.SSR- Rel de Estado SlidoRel de estado slido SSR (Solid State Relay): Um rel que utiliza tecnologiade semicondutores, ao invs da eletromecnica. Em particular, a carga chaveada por um semicondutor e consequentemente esses rels no sosujeitos queima dos contatos e no existe nenhuma migrao de material de contato. SSRs so adequados para comutar em alta velocidade e possuir uma vida ilimitada. Todavia, SSRs para comutaoem cargas DC so sensveis a inverso de polaridade, portanto necessrio ateno a mxima tenso de bloqueio permitida.Opto acoplador: Para todos rels SSR no catlogo, a isolao eltrica entre entrada e sada garantida pelo uso de um de um opto-acoplador.Campo de tenso de comutao: A mnima e mxima tenso para a tenso de comutao na carga. Mnima corrente de chaveamento: O mnimo valor de corrente na carganecessrio para assegurar uma correta comutao na carga. Consumo nominal de corrente: O valor nominal da corrente de entrada,a 23C e com tenso nominal aplicada.Tenso mxima de bloqueio: O mximo nvel da tenso de sada (carga) que pode ser aplicvel ao SSR. Categoria de proteoambientalRT 0 Rel abertoRT I Rel protegido contra pRT II Rel a prova de fluxoRT III Rel lavvelRT IV Rel seladoRT V Rel hermeticamenteselado.ProteoRel no provido de invlucro.Rel provido de invlucro, que protege o mecanismo contra p.Rel que pode ser soldado automaticamente(a onda) sem risco de entrada de fluxo.Rel que pode ser soldado automaticamente e posteriormente lavado para remover os resduos defluxo, sem o risco de entrada de fluxo ou solventesde lavagem. Rel privado de fugas contra a atmosfera externaRel selado hermeticamente ao nvel mximo.Categoria para aplicaes especiais.XIX-2013, www.findernet.comInformaes Tcnicas GeraisRel com contatos guiados (ligados mecanicamente)ou rel de seguranaUm rel com contatos guiados um tipo especial de rel, que deve satisfazer os requisitos de uma norma especfica de segurana EN.Esses rels so utilizados em sistemas de segurana para garantir a suasegurana e confiabilidade operacional, contribuindo para um ambientede trabalho seguro.Este rel deve possuir pelo menos um contato guiado NA e um NF. Estescontatos devem estar ligados mecanicamente, de tal modo que se um doscontatos abrir o outro impedido de fechar (e vice-versa).Este requisito fundamental, a fim de identificar com exatido o funcionamento incorreto de um circuito. Por exemplo, uma falha de umcontato NA ao abrir (fuso do contato) identificada pela falha nofechamento do contato NF, desse modo sinalizando uma anomalia operacional. Sob tais circunstncias, a norma exige que seja mantida umadistncia entre contato de 0.5 mm. A EN 50205 a norma que estabelece os requisitos para rels com contatos guiados, e ela descreve dois tipos:- Tipo A: onde todos os contatos so guiados- Tipo B: onde somente alguns contatos so guiadosDe acordo com a EN50205, em um rel com contatos reversveis, apenas o NA de um contato e o NF de outro contato podem ser considerados como contatos guiados. Portanto, uma vez que existem outros contatos alm dos contatos ligados mecanicamente, o rel Srie50 classificado como Tipo B.No entanto, os rels da Srie 7S fornecem contatos NA e NF e por issoso classificados como Tipo A. Rels de Monitorao e Medio Tenso de alimentao controlada: A tenso da fonte externa que estsendo monitorada e que est tambm alimentando o produto (No aplicvel para o rel universal de monitoramento de tenso 71.41). Controle de assimetria trifsico: Em um sistema trifsico, existe assimetria,se ao menos um dos trs fasores de tenso fase-fase no est defasadoem 120 em relao aos outros dois fasores.Campo de controle: Para rels de monitoramento, representa um valor fixo ou ajustvel de nveis de tenso, corrente ou assimetria de fase que definem os limites do campo de funcionamento do produto. Valores fora do campo de funcionamento causaro a abertura do contato NA(depois de um intervalo de tempo decorrido).Tempo de atuao ON: Para rels de monitoramento de sub e sobre tenso, o tempo de retardo selecionvel, em alguns modelos, para assegurar que o rel de sada no comute muito rapidamente, o que poderia causar um superaquecimento e danificao do equipamento protegido.Tempo de retardo na partida (T2): Para rels de monitoramento de corrente 71.51, a deteo de uma corrente inicial fora dos limites estabelecidos ignorada por um perodo de tempo T2. Deve-se ignoraras correntes de pico de partida que ocorrem quando acionamos lmpadasde vapor de sdio, motores, etc.Retardo de atuao: Para os rels de controle refere-se ao tempo paraa sada do rel abrir o contato NA, dependendo das condies de monitoramento estabelecidas. Para alguns modelos de rel de monitoramento, um tempo curto exigido (como para o 72.31 menor0.5s), ou no caso do 71.41 um longo tempo de retardo adequado (de 0.1 a 12 s ajustveis). Para rels com tempo de atuao OFF maior,despreza-se momentneas excurses dos valores medidos/monitoradosfora dos limites estabelecidos. Tempo de Retardo (Srie 72): Tanto para aplicaes residnciais ou industriais apropriado o uso de um tempo de retardo curto se o reservatrio for de pequenas dimenses e a variao do nvel do lquido for rpido. Em aplicaes com reservatrios muito grandes, paraevitar uma freqncia de comutao da bomba elevada, aconselhvela utilizao do tipo 72.01 com um tempo de reatrdo de 7 segundos.Note que um breve tempo de retardo garante sempre um controle realmais prximo do nvel que deseja controlar, mais com uma freqnciade comutao maior. Tempo de reao: Para rels de monitoramento, esse o mximo tempoque a eletrnica interna ao produto responde a mudanas do valormonitorado.Memorizao de defeito: Para rels de controle, selecionada essa funo,inibir a reatuao automtica do rel. Essa reatuao somente poderser feita manualmente.Histerese ajustvel: Para rels de controle tipo 71.41 e 71.51 o percentual do valor regulado ao nvel monitorado no qual o rel abrirou fechar novamente, sendo ajustado na programao (ver diagramade funcionamento).Rel de proteo trmica: Monitora sobre temperaturas via um sensor resistivo PTC, com verificao tambm se PTC entrou em curto-circuito ouse est aberto.Rel controle de nvel: Controla o nvel de lquidos condutivos, medindoa resistncia entre 2 ou 3 eletrodos. Tenso de eletrodos: Para rel de controle de nvel, corresponde ao valor nominal da tenso entre eletrodos. Nota: A tenso alternada paraevitar o efeito da eletrlise, do lquido monitorado. Corrente de eletrodos: Para rel controle de nvel, corresponde ao valornominal (AC) da corrente entre eletrodos.Mxima sensibilidade: Para o rel de controle de nvel, a mxima sensibilidade corresponde a mxima resistncia entre os eletrodos queser reconhecida como indicando a presena de lquido. Esse parmetropode ser fixo ou ajustvel dependendo do modelo do produto.Sensibilidade fixa ou ajustvel: Para determinar a resistncia entre oseletrodos B1-B3 e B2-B3 usado para determinar se existe um lquidocondutivo entre os eletrodos. A sensibilidade fixa (para modelo 72.11)ou um valor ajustvel (tipo 72.01). Esse ltimo (72.01) utilizado paraaplicaes onde necessrio distinguir a espuma do lquido.Lgica de segurana positiva: Lgica positiva, significa que o contato fechado, se o nvel ou parmetro que est sendo monitorado est dentro da faixa especificada. O contato se abre, depois de um retardode tempo se o nvel ou parmetro sair fora da faixa especificada. TemporizadoresRegulagem de temporizao: Faixa na qual possvel determinar a temporizao por meio das escalas de tempo. Repetibilidade: A diferena entre o limite superior e inferior com base emvrias medies de tempo de temporizador especfico sob condies idnticas. Normalmente, a repetibilidade indicada como uma porcentagem de um valor mdio de todos valores medidos.Tempo de retorno: O mnimo tempo necessrio antes de reiniciar afuno de temporizao com a preciso definida aps a energia de entrada ter sido retirada. Impulso mnimo de controle: A mnima durao do impulso mnimo (terminal B1) necessrio para garantir a concluso da funo de temporizao definida.Preciso de fundo de escala: A diferena entre o valor medido do tempo especificado e o valor de referncia ajustado na escala.Rels Sensveis a LuzAjustes de limiares: Para os rels sensveis a luz, trata-se do nvel de iluminao, expresso em Lx, para o qual o rel ser ativado e desativado.Os nveis preestabelecidos e a faixa de limiares correspondente que podem ser ajustada por meio do regulador esto indicados no catlogo.XIIX-2013, www.findernet.comInformaes Tcnicas GeraisTempo de resposta: Para rels sensveis a luz, trata-se do atraso entre amudana de estado em um circuito eletrnico sensvel a variao da luz(normalmente indicada pela mudana no estado de um LED) e a comutao do contato de sada do rel. Isso necessrio para eliminara possibilidade do rel de sada responder desnecessariamente a mudanas momentneas do nvel de iluminao do ambiente.Programadores Horrios Tipo com 1 ou 2 contatos: O tipo (12.22) pode ter programas diferentespara cada contato.Tipos de programaoDirio: A sequncia do programa elaborado se repete diariamente.Semanal: A sequncia do programa elaborado se repete semanlmente.Programas: Para programadores horrios, o nmero mximo de programas que podem ser armazenados na memria. O programapode ser utilizado para mais de um dia (isto segunda,tera,quarta, quinta e sexta-feira), mas somente usar uma locao de memria. Para programadores horrios eletromecnicos, o mximo nmero de programas (comutaes) em um dia.Intervalo mnimo de programao: Para programadores horrios, o intervalo de tempo mnimo que que pode ser programado.Reserva de carga ou capacidade de backup: O tempo durante, depoisde cortada a alimentao,para qual o programador conservar os programas e ajustes de horrio. Rels de Impulso e Minuterias eletrnicasMnima/Mxima durao do impulso: Para rels de impulso um mnimo e mximo perodo de tempo para energizao da bobina. A informao de mnima durao do impulso necessria para garantirum completo acionamento mecnico para acontecer um passo, enquantoa informao de mxima durao do impulso necessria para que noocorra um aquecimento demasiado da bobina, provocando-lhe danos.Com Minuterias eletrnicas, no existe nenhum limite de durao mximo do impulso.Mximo nmero de botes pulsadores: Para rels de impulso e minuterias, trata-se do nmero mximo de pulsadores luminosos (com umaabsoro de corrente Informaes Tcnicas GeraisCategorias de aplicaes sujeitas as diretivas RoHS e WEEECategorias de equipamentos eltricos e eletrnicos incluidos nas diretivas- Grandes eletrodomsticos- Pequenos eletrodomsticos- Equipamentos de informtica e telecomunicaes- Equipamentos de consumo- Equipamentos de iluminao- Instumentos eltricos e eletrnicos (com exceo de utenslios industriaisfixos de grande porte)- Brinquedos, equipamentos para lazer e esporte- Distribuidores automticos- (Somente WEEE) dispositivos mdicos (com exceo de todos produtosimplantados e infectados)- (Somente WEEE) Instrumentos de monitorao e controle (por exemplocontroles de painis)Conformidade dos Produtos Finder a Diretiva RoHSDepois de um perodo de transio de dezembro de 2004 at Junhode 2006, todos os produtos Finder desde a ltima data esto inteiramente em acordo com a diretiva RoHS. CADMIOSeguindo a deciso da Comisso europia 2005/747/EC de21/10/2005, o cdmio e seus compostos so permitidos em contatoseltricos.Consequentemente rels com contatos em AgCdO so aceitveisem todas aplicaes. Contudo se necessrio a maioria dos rels Finder disponvel em verses Free Cadmim-free (Livre de Cdmio, por exemploAgNi ou AgSnO2). Mas o AgCdO possui um timo equilbrio entre capacidade de comutao e vida eltrica por exemplo para solenides, cargas indutivas em geral (particularmente em DC), motores e cargas resistivas com valores elevados. Alternativamente materiais como o AgNie AgSnO2, nem sempre oferecem a mesma performace para a vida eltrica como o AgCdO, dependendo da carga e da aplicao (vejatabela 5 Caractersticas dos contatos). Diretivas WEEEA diretiva europia 2002/96/CE de 27 Janeiro de 2003 (Conhecidacomo a diretiva WEEE - Waste Electrical and Electronic Equipment refugo de equipamentos eltricos e eletrnicos) no aplicvel aos produtos Finder pois so componentes e no equipamentos.Categorias S I L e P LAs categorias S I L e P L relacionam-se a confiabilidade estatstica de sistema de Controles Eltricos Relativos a Segurana (SRECS), e no diretamente a componentes, como rels, usados em tais sistemas. No portanto possvel, ou apropriado indicar as categorias P L ou S I L para rels. Categorias S I L ou P L referem-se somente para SRECSe podem somente se calculadas pelo projetista do sistema. Contudo a seguinte seco pode ser til para todos os engenheiros que incorporam rels Finder em seus sistemas SRECS.O nvel de teste V (valor de pico de impulso simples) so descritos nasnormas de produto correspondentes:- EN 61812-1 para temporizadores eletrnicos;- EN 60669-2-1 para rels de impulso e rels eletrnicos;- EN 61000-6-2 (padro geral referente a imunidade no ambiente industrial) referente a outros produtos eletrnicos para aplicaes industriais- EN 61000-6-1 (padro geral referente imunidade no ambiente domstico)referente a outros produtos eletrnicos para aplicaes domsticas.Os produtos eletrnicos Finder esto em acordo com as diretrizes de EMCeuropias 2004/108/EC e possuem recursos, com nveis de imunidademuitas vezes superiores aos prescristos nas normas mencionadas acima. No obstante, no impossvel que alguns ambientes de trabalho imponham nveis referentes a distrbios que excedam os nveis garantidos de modo que o produto seja imediatamentedestrudo. Deve-se considerar que os produtos Finder no so indestrutveis sob quaisquer circunstncias. O usurio deve prestarateno aos distrbios nos sistemas eltricos e reduz-los ao mnimo possvel. Por exemplo, utilizar circuitos de supresso de arco nos contatosdas chaves, rels ou contatores, pois esses podem produzir sobretensesdurante a abertura dos circuitos eltricos (especiamente no caso de cargas muito indutivas ou cargas em DC). Tambm deve-se dar atenoao posicionamento dos componentes e dos cabos de modo a limitar osdistrbios e sua propagao. Regras EMC: Os projetistas devem assegurar que as emisses dos painisou dos equipamentos no excedam os limites estabelecidos na EN 61000-6-3 (norma geral referente as emisses em ambientes domsticos) ou EN 61000-6-4 (norma geral referente a emisses industriais) ou qualquer norma EMC especfica referente ao produto.Confiabilidade (MTTF e MTBF para equipamento)MTTF - Tempo mdia para falha (Mean Time To Failure): A predominantefalha para rels eletromecnicos atribuida para o desgaste dos contatosdo rel. Isto pode ser expresso em termos do MCTF (Mdia de ciclos realizados para ocorrer falha - Mean Cycles To Failure). Com o conhecimento da frequncia de operao(ciclo) do rel com o equipamento,o nmero de ciclos pode ser transformado em um respectivo tempo, dando o valor MTTF para o rel nessa aplicao. Veja pargrafo B10abaixo para informao de como estimar o MCTF para rels Finder. MTBF -Tempo mdio entre falhas (Mean Time Between Failures) Rels sogeralmente considerados itens no reparveis e consequentemente requerem substituio na ocorrncia de falha. Consequentemente se umrel usado em um equipamento for substtuido, o valor MTTF seria apropriado no clculo do MTBF (tempo mdio entre falhas ) para o equipamento.B10 - 10% de falha no tempo de vida: A vida eltrica do contato para um relFinder, como indicado na curva F, pode ser estimada pelo mtodo estatsticoB10, que representa o tempo previsto que 10% da populao de rels apresente falha. Existe uma relao entre esse valor e o MCTF, e geralmentepara um rel Finder essa relao aproximadamente MCTF = 1.4 x B10. Veja a curva de vida eltrica F para mais informaes. Compatibilidade com as diretivas RoHS e WEEETais diretivas recentemente aprovadas pela Unio Europia para reduzir substncias perigosas contidas em equipamentos eltricos eeletrnicos- deduzindo riscos a sade e ao ambiente, e garantindo o reuso,reciclagem, ou eliminao final do equipamento com segurana.Diretiva RoHSA partir de 1 Julho 2006, a diretiva Europia 2002/95/CE datada 27janeiro 2003 (conhecidas como diretivas RoHS- Restries de susbtnciasperigosas Restriction of Hazardous Substances) e suas emendas2005/618/EC, 2005/717/EC, 2005/747/EC limita o uso de substncias, consideradas potencialmente perigosas a sade humana secontida em equipamentos eltricos e eletrnicos. Os materiais restritos so: Chumbo Mercrio Cromo Hexavalente PBB (Bifenil polibromurato) PBDE (ter difenil polibromato) Cdmio (com certas excees, incluindo contatos eltricos) XIVX-2013, www.findernet.comXVInformaes Tcnicas GeraisClasses S I L em acordo com a EN 61508A norma EN 61508-2 descreve os requisitos para segurana para sistemas eltricos e eletrnicos programveis (SRECS). uma normamuito geral que descreve alguns dos 350 aspectos diferentes que precisamser considerados para definir a segurana e desempenho requeridos atais sistemas.O S I L (Safety Integrity Level) - Nvel de Integridade de Segurana, classifica uma de 4 classes (S I L 0 a S I L 3) os perigos e riscos so devidos a um particular mal funcionamento da aplicao. Isso gera porsua vez a necessidade para alguns SRECS associados de garantir umapropriado nvel de confiabilidade. Aplicaes onde as consequnciasde uma falha do sistema de controle associado como mnima (S I L 0)pode tolerar uma probabilidade estatstica alta de haver uma falha nosistema de controle. Ao contrrio, aplicaes onde as consequncias soperigosas de uma falha associado como muito alta (S I L3) no podetolerar qualquer outro sistema de controle com a mais alta confiabilidadeestatstica. A confiabilidade do sistema de controle especificado emtermos da probabilidade estatstica de uma falha perigosa do sistemapor hora.Nota: EN61508 no uma norma prescrita da Diretiva Europeia demaquinria porque primeiramente destinada a sistemas complexos como plantas qumicas e centrais eltricas, ou para uso como normagenrica para outras aplicaes.Classes P L- segundo a EN 13849-1A EN 13849-1 pretende especificamente cobrir mquinas e plantas deprocessos.Similar a EN 61508 essa classifica o perigo e os riscos em uma de cinco (Performance Level - Nvel de desempenho) classes. Descreve paracada classe a confiabilidade requerida para cada sistema de controle,definido em termos de probabilidade estatstica de falha perigosa dosistema por hora.Pontos em comum entre EN 61508 e EN 13849-1O valor numrico para probabilidade estatstica de uma falha perigosado sistema por hora so os mesmos para EN 61508 e EN13849-1. S IL 1 corresponde a PL B e PL C,S I L2 corresponde a PL D e S I L 3 corresponde a PL E. Ambas normas definem a probabilidade estatsticade um SERCS falhar, e no a falha de um componente. responsabilidadedo projetista do sistema assegurar que a falha de um componente nocomprometa o nvel previsto de integridade e segurana do sistema.SIL IEC EN 61508 Probabilidade estatstica de uma PL EN 13849-1(Nvel de falha perigosa do sistema por hora (Nvel de Integridade de Desempenho)Segurana)Nenhumrequisito 10-5 < 10-4 Adesegurana1 3 x 10-6 < 10-5 B 10-6 < 3 x 10-6 C2 10-7 < 10-6 D3 10-8 < 10-7 EConfiabilidade de ComponentesO projetista do sistema de controle precisa considerar a confiabilidadedos componentes. A falha mais facilmente previsvel para um rel tendo uma carga mdia -alta em seu contato. Todavia como descrito nanorma de confiabilidade para rels EN 61810-2:2005, os rels no soreparveis, e preciso ter ateno pra esse fato para estimar a probabilidade estatstica de uma falha perigosa do sistema por hora.Veja seco de Confiabilidade.Resumo Classificaes SIL e PL so aplicados a sistemas e no componentes. Classificao PL se aplica a mquinas e plantas de processo, enquanto a classificao SIL se refere a sistemas complexos. EN 13849, que define a classificao PL deve entrar em vigor em 2009e ser orbrigatria, portanto os fabricantes de componentes deverofornecer as informaes de confiabilidade. Para rels o nmero de ciclos de comutao antes da falha predominantemente determinado pela vida dos contatos, e consequentemente dependente das cargas nos contatos. As curvasF no catlogo Finder pode ser considerada como uma estimativa parafornecer um valor para B10 para uma distribuio estatstica da vidaeltrica do tipo Weibull (para uma carga 230V AC1), do qual o MCTF pode ser obtido e finalmente o clculo da probabilidade estatstica de uma falha perigosa do sistema por hora para o sistemade controle.X-2013, www.findernet.comXVIInformaes Tcnicas GeraisCertificaes e homologaes de produtosX-2013, www.findernet.comEUCEAsociacin de Normalizacin y Certificacin, A.C.ANCE MexicoChina quality CertificationCentreCCC ChinaCanadian StandardsAssociationCSA CanadaUL International Demko D DenmarkEuropean Norms ElectricalCertificationENEC EuropeEurAsian Certification EACRussia, Belarus andKazakhstanElectrotechnical Testing Institute EZU Czech RepublicSGS Fimko FI FinlandGermanischer Lloyds GL GermanyGost GOST RussiaIstituto Italiano del Marchiodi QualitIMQ ItalyLaboratoire Centraldes Industries ElectriquesLCIE FranceLloyds Register of Shipping LloydsRegisterUnitedKingdomNemko N NorwayRegistro Italiano Navale RINA ItalyUnderwriters Laboratoires UL USAVDE Prf- und Zertifizierungsinstitut ZeichengenehmigungVDE GermanyUSACanadaUnderwriters Laboratoires ULIntertek Testing Service ETL SemkoS SwedenTVRheinlandTUV GermanyPara mais informaes acesse o nosso site www.valentinotecnica.com.brou envie um e-mail para releservice@hotmail.com 2014 todos os direitos reservados - cpia proibida sem a autorizao por escrito da ValentinoTcnica Ltda

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