Lucia Kubiak Leitura aos Portadores de Necessidades Especiais Auditiva Leitura aos Portadores de Necessidades Especiais Auditiva Curso de ps-graduao.

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    17-Apr-2015

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  • Lucia Kubiak Leitura aos Portadores de Necessidades Especiais Auditiva Leitura aos Portadores de Necessidades Especiais Auditiva Curso de ps-graduao em metodologias inovadoras aplicadas a educao na especificidade de educao especial,da faculdade Internacional de Curitiba-Facinter. Curso de ps-graduao em metodologias inovadoras aplicadas a educao na especificidade de educao especial,da faculdade Internacional de Curitiba-Facinter. Prof. Orientador: Frangie Iskandar Prof. Orientador: Frangie Iskandar Quedas do Iguau PR. Quedas do Iguau PR.
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  • INTRODUO A educao possui grande importncia no desenvolvimento integral do ser humano e interpretar e ler para os portadores de necessidades especiais, lhes dando condies para o pleno desenvolvimento da comunicao A educao possui grande importncia no desenvolvimento integral do ser humano e interpretar e ler para os portadores de necessidades especiais, lhes dando condies para o pleno desenvolvimento da comunicao
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  • Leitura aos portadores de necessidades especiais auditiva Molina(1987,p.10) reconhece a leitura tambm como um ato de reconhecer smbolos, mas, mais importante que isso, ela fala das inferncias que a leitura prope.
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  • Leitura Labial O portador auditivo, interpreta a leitura atravs das observaes dos movimentos, dos lbios, lngua, abertura da boca e expresso facial. O portador auditivo, interpreta a leitura atravs das observaes dos movimentos, dos lbios, lngua, abertura da boca e expresso facial.
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  • Produo da Fala Spinelli (1982,p.22)fala o primeiro passo quanto a esse processo e possibilitar o aumento da conscientizao em relao a regio oral, a fim de torn-lo aptos a realizar os movimentos coordenados e precisos que a articulao exige. Spinelli (1982,p.22)fala o primeiro passo quanto a esse processo e possibilitar o aumento da conscientizao em relao a regio oral, a fim de torn-lo aptos a realizar os movimentos coordenados e precisos que a articulao exige.
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  • A Educao de Surdos no Ensino Fundamental Segundo as professoras Cattani e Aguiar (1993,p.23) foi proposto a situao da leitura no sistema de ensino de primeiro grau em seis estados brasileiros. Onde todas as propostas analisadas reconhecem a importncia da leitura, onde interpretada as idias centrais de acordo de cada um,o leitor tem a sua opinio diferenciada do outro leitor onde cada um tem a sua concluso. Segundo as professoras Cattani e Aguiar (1993,p.23) foi proposto a situao da leitura no sistema de ensino de primeiro grau em seis estados brasileiros. Onde todas as propostas analisadas reconhecem a importncia da leitura, onde interpretada as idias centrais de acordo de cada um,o leitor tem a sua opinio diferenciada do outro leitor onde cada um tem a sua concluso.
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  • A proposta curricular para a leitura no ensino fundamental do Estado do Paran No currculo bsico da escola publica do Estado do Paran, percebe-se uma postura critica diante do uso do livro didtico, que a escrita e a leitura so tratadas numa viso profundamente artificial. No currculo bsico da escola publica do Estado do Paran, percebe-se uma postura critica diante do uso do livro didtico, que a escrita e a leitura so tratadas numa viso profundamente artificial.
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  • A histria da alfabetizao Em 1789 surgiu a associao da alfabetizao, por sua vez se preocuparam em criar uma escola para ensinar a ler, escrever e contar, mas somente em 1880 que este ato se efetivou por meio da promulgao das leis fundamentais que estabeleceram as bases da escola pblica obrigatria. Em 1789 surgiu a associao da alfabetizao, por sua vez se preocuparam em criar uma escola para ensinar a ler, escrever e contar, mas somente em 1880 que este ato se efetivou por meio da promulgao das leis fundamentais que estabeleceram as bases da escola pblica obrigatria.
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  • Ser alfabetizado ser leitor Segundo Barbosa (1994,p.56)que o objetivo dessa alfabetizao e proporcionar condies efetivas para que os indivduos possam enfrentar com competncia satisfatria as diversas situaes que o mundo lhe prope. Segundo Barbosa (1994,p.56)que o objetivo dessa alfabetizao e proporcionar condies efetivas para que os indivduos possam enfrentar com competncia satisfatria as diversas situaes que o mundo lhe prope.
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  • Alfabetizao de surdos No decorrer dos anos diferentes vises da pessoa surda foram surgindo, com metodologia de trabalho. Durante muito tempo via-se a surdez como uma doena, onde os surdos aps alguns anos eram excludos do meio social. Passando o tempo isso foi mudando dando espao para o surdo, em busca de uma alfabetizao de qualidade para todos os alunos especiais, fazendo com que eles no sejam diferenciados do meio social. No decorrer dos anos diferentes vises da pessoa surda foram surgindo, com metodologia de trabalho. Durante muito tempo via-se a surdez como uma doena, onde os surdos aps alguns anos eram excludos do meio social. Passando o tempo isso foi mudando dando espao para o surdo, em busca de uma alfabetizao de qualidade para todos os alunos especiais, fazendo com que eles no sejam diferenciados do meio social.
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  • Lngua de sinais A lngua de sinais d espao a seus usurios como uma linguagem oral, pela qual expressam idias que recebem facialmente as impresses complexas e abstratas. A lngua de sinais d espao a seus usurios como uma linguagem oral, pela qual expressam idias que recebem facialmente as impresses complexas e abstratas.
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  • Comunidade surda Seja qual for o tipo de educao recebida, especial ou no, o surdo, deve ser respeitado pelas suas potencialidades, obtendo oportunidades tanto quanto a de um ouvinte. Seja qual for o tipo de educao recebida, especial ou no, o surdo, deve ser respeitado pelas suas potencialidades, obtendo oportunidades tanto quanto a de um ouvinte. Uma das leis do ano de 1857, amparado pela lei n 939 na data de 23 de setembro, no Brasil, foi fundado pelo decreto Lei n 200 o Instituto Nacional de Surdos mudos, atual Instituto Nacional de Surdos INES que utiliza a lngua de sinais Uma das leis do ano de 1857, amparado pela lei n 939 na data de 23 de setembro, no Brasil, foi fundado pelo decreto Lei n 200 o Instituto Nacional de Surdos mudos, atual Instituto Nacional de Surdos INES que utiliza a lngua de sinais
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  • Metodologia Pesquisa bibliogrfica: Para desenvolvimento desse estudo foi adotado a metodologia de pesquisa bibliogrfica por meio de leituras, artigo, livros, revistas entre outros. Pesquisa bibliogrfica: Para desenvolvimento desse estudo foi adotado a metodologia de pesquisa bibliogrfica por meio de leituras, artigo, livros, revistas entre outros. Pesquisa de campo: A pesquisa realizada na associao de surdos (ASQ), com uma turma de 17 alunos entre 11 e 16 anos, localizado a rua quiri de Quedas do Iguau PR, com os seguintes instrumentos: livros, revistas, vdeo, texto, desenhos e recortes. Pesquisa de campo: A pesquisa realizada na associao de surdos (ASQ), com uma turma de 17 alunos entre 11 e 16 anos, localizado a rua quiri de Quedas do Iguau PR, com os seguintes instrumentos: livros, revistas, vdeo, texto, desenhos e recortes.
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  • Analise de Dados Ao estabelecer este trabalho com a turma do (ASQ) associao de surdos de Quedas do Iguau, na qual apliquei algumas atividades diferenciadas relacionadas a textos de literatura infantil, onde identifiquei que os alunos possuem dificuldade de leitura,tendo em vista os educandos no esto preparados a uma alfabetizao adequada. Sendo assim em algumas atividades os alunos encontraram dificuldade no desenvolvimento. Somente na atividade de linguagem de sinais que os educandos obtiveram sucesso. Ao estabelecer este trabalho com a turma do (ASQ) associao de surdos de Quedas do Iguau, na qual apliquei algumas atividades diferenciadas relacionadas a textos de literatura infantil, onde identifiquei que os alunos possuem dificuldade de leitura,tendo em vista os educandos no esto preparados a uma alfabetizao adequada. Sendo assim em algumas atividades os alunos encontraram dificuldade no desenvolvimento. Somente na atividade de linguagem de sinais que os educandos obtiveram sucesso. Ao
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  • Concluso No desenvolver das leituras, e feita analises sobre o problema proposto na pesquisa, acredita-se que nas classes de surdos esse processo passa a ser de compreenso de todos. No desenvolver das leituras, e feita analises sobre o problema proposto na pesquisa, acredita-se que nas classes de surdos esse processo passa a ser de compreenso de todos.
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  • Algumas referncias BUENO, J.G. Alfabetizao do deficiente auditivo: So Paulo: PUCSP, 1992. BUENO, J.G. Alfabetizao do deficiente auditivo: So Paulo: PUCSP, 1992. GES, M.C.R.linguagem, surdes e educao. Campinas: autores associados, 1996. GES, M.C.R.linguagem, surdes e educao. Campinas: autores associados, 1996. LEFFA, Vilson J Aspecto da leitura. Uma perspectiva psicolnguistica. Porto Alegre: Sagra, 1996. LEFFA, Vilson J Aspecto da leitura. Uma perspectiva psicolnguistica. Porto Alegre: Sagra, 1996. SACKS, O.Vendo vozes: uma jornada pelo mundo dos surdos. Rio de Janeiro: Imago, 1998. SACKS, O.Vendo vozes: uma jornada pelo mundo dos surdos. Rio de Janeiro: Imago, 1998. VYGUTSKY, L.S.A Formao social da mente. So Paulo: Martins Fontes, 1996. VYGUTSKY, L.S.A Formao social da mente. So Paulo: Martins Fontes, 1996.

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