Lidere 4 Aula 1

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    18-Feb-2016

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Aula 01 - Curso Lidere 4.

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Igreja do PortoECM - Escola de Capacitao MinisterialLIDERE Nvel 4 - Lidere uma Clula vitoriosa

Aula 1 - A Igreja em Clulas

1. Qual a base bblica para Clulas?

a. Velho Testamento:

Jetro - x 18:13-27 - Delegao de autoridade: um, cuidando de 10 - lder; outro, de 100 -supervisor; e outro, de 1000 - coordenador.

b. Novo Testamento:

Jesus - Mt 16:18: Iniciou seu ministrio com um pequeno grupo de clula de 12 discpulos - Mc 3:13-14; Comissionou a Igreja - Jo 20:21. A misso de Jesus Cristo, recebida do Pai, tem, por conseguinte, a sua continuao na Igreja - Mt 28:18-20; Alicerou seu ministrio em relacionamentos, entre outras atividades que desenvolveu para estar presente com seus discpulos. Pode-se v-lo conversando, comendo e dormindo com eles durante o seu ministrio, que era muito ativo - Jo 1:39; 2:2; 4:7; Lc 6:12; 11:1. Andaram juntos em estradas, visitaram cidades, viajaram de barco, pescaram no mar da Galilia, oraram juntos, foram s sinagogas e ao templo. Fizeram viagens a Tiro e a Sidom - Mc 7:24; Mt 15:21, para o ...territrio de Decpolis... -Mc 7:31; Mt 15:29 - e para as ...regies de Dalmanuta, a sudeste da Galilia -Mc 8:10; e tambm para as ...aldeias de Cesaria de Filipe... - Mc 8:27, no nordeste; Local das Reunies: no templo sinagoga - e nas casas - At 2:42-47; Hb 5:42. No templo se reuniam para adorar a Deus, para ouvirem os ensinos e a pregao das Sagradas Escrituras. Nos lares, os recm-convertidos eram acolhidos e alimentados espiritualmente. Ali aprendiam a respeito de Jesus, suas necessidades eram supridas, recebiam cuidados e acompanhamento at se sentirem aptos para cuidarem com carinho de outros. No Novo Testamento encontramos uma variedade de textos que atestam a existncia de grupos pequenos: At 2:42-47 - partindo o po de casa em casa; At 5:42 - ... no templo e de casa em casa; At 20:20 - .... ensinando-vos publicamente e de casa em casa; Rm 16:3,5,10 - ....a igreja que est na casa deles; Cl 4:15 - ... a igreja que est em sua casa; Fm 1:2 - ... igreja que est em tua casa.

2. O que uma Clula?

Para explicarmos o que uma clula, primeiramente precisamos dizer o que no clula. Clula no : Grupo de Orao - Este tipo de grupo est interessado somente em crescer no movimento de orao. Os grupos familiares so recheados de muita orao e os dons do Esprito fluem com liberdade; no entanto, quem vai ao grupo est se vinculando e crescendo como igreja. Precisamos saber que a orao e os dons so apenas os ingredientes; o prato principal ainda precisa ser preparado; Grupo de Estudo Bblico - Este tipo de reunio no estimula a comunho e geralmente so liderados por pessoas que se consideram grandes mestres e que gostam de demonstrar conhecimento teolgico; o incrdulo no bem-vindo. So estreis e no servem como estrutura de igreja; Grupo de comunho entre crentes ou Grupo de Crescimento - As pessoas interessadas neste tipo de grupo desejam um crescimento espiritual num ambiente fechado e exclusivista. Importante salientar que o crescimento apenas acontece quando estamos em contato e interagindo com o ambiente que nos rodeia; Grupo de cura interior e de apoio - Os que desejam participar deste tipo de grupo esto interessados em terapias para a cura de seus traumas emocionais. Neste tipo de grupo as pessoas tm um problema real e querem se livrar dele. So grupos semelhantes aos Alcolatras Annimos, em que as pessoas falam de seus problemas vez por vez, semana aps semana. Este tipo de grupo leva o amor, mas falha em levar os membros a Cristo; Ponto de Pregao - So grupos conhecidos como aquele em que as pessoas freqentam sem compromisso. Elas vm e vo, e o grupo apenas um ajuntamento. Tais grupos tm como deficincia bsica o fato de no compartilhar a realidade da vida do Corpo. Ento, o que clula? A clula a igreja que se rene aos domingos nos cultos de celebrao e durante a semana nas casas com o objetivo de evangelizar, confraternizar, edificar e servir; Clula RELACIONAMENTO, ESTILO DE VIDA! A clula uma estratgia eficaz de evangelizao, de discipulado e de pastoreio e no um sistema de governo de igreja. So grupos que se renem nos lares, escolas, empresas ou no trabalho, gerando vida e desempenhando um papel de grande importncia para alcanar pessoas para Cristo. Ali elas so cuidadas e pastoreadas por lderes capacitados pelo ECM; um grupo de cinco a quinze pessoas que se renem regularmente para cumprir os mandamentos das Escrituras de amar uns aos outros, estando ao mesmo tempo integralmente ligados a uma igreja local e com olhar voltado para o mundo. NEWMANN, Mikel. Alcanar a cidade. So Paulo: Vida Nova, 1993; O grupo busca ser uma comunidade e para isso precisamos entender que a clula muito mais do que reunio semanal. Quando nossa percepo do grupo limitada reunio semanal, ento no estamos envolvidos em comunidade. A vida em comunidade existe fora dos cultos e das reunies; O relacionamento mais importante que a reunio. no relacionamento que crescemos como servos, aprendemos a viver a vida crist, somos supridos e tambm suprimos os outros em amor; A clula visa edificao dos crentes - o foco o evangelismo e a multiplicao, mas o objetivo especfico da reunio a edificao; A clula almeja a multiplicao - apesar de a reunio no ser apenas evangelstica, todo o projeto final de edificao do grupo visa multiplicao: crentes comprometidos so crentes frutferos; A clula tem um lugar definido para a reunio, criando um senso de identidade, constncia e segurana; impossvel produzir um ambiente familiar se nos reunirmos a cada semana em uma casa diferente. Por isso, no basta ter um lugar de reunio, preciso que o grupo se rena numa base regular; A clula tende a ser homognea porque quando participamos de um grupo, buscamos nele aquelas caractersticas que nos identificam com os demais e nos sentimos muito mais vontade para compartilhar. Alm disso, ao evangelizar nossa tendncia priorizar pessoas do nosso crculo de amizade. Normalmente estudantes se renem com estudantes, profissionais com profissionais; se jovem, a tendncia evangelizar outro jovem, se casado vai procurar outro casado. Tambm devemos levar em conta o seguinte: As clulas no sobrevivem quando as funes substituem Jesus; Somente quando Jesus o centro que ela alcana todo o seu potencial e podemos dizer que uma clula verdadeira; A clula permite que a igreja aumente sua influncia e sua presena na sociedade; O alvo da clula a multiplicao. A multiplicao deve ser a principal motivao de toda clula.

3. Quais os objetivos de uma Clula? As clulas conduzem as pessoas a um comprometimento real com o Senhor Jesus Cristo e de uns para com os outros. Esta estratgia leva permanncia dos crentes na Igreja e promove um crescimento espiritual nos novos membros, bem como um crescimento numrico sustentvel, evitando a evaso, fechando a porta dos fundos, para que as pessoas conheam a Deus e tenham intimidade com ele; A comunho fortalece o Corpo de Cristo e traz unidade do Esprito, conforme vemos no livro de Atos e de Efsios. Esta comunho tem motivo duplo: ajudar e ser ajudado, edificar e ser edificado. No grupo h crescimento espiritual, aprendizado prtico e comunho em amor. A expresso uns aos outros, no Novo Testamento - Rm 12.10; I Pe 1.22; I Jo 3.23 -, refere-se a mandamentos, a aprofundamento de relacionamentos entre irmos. Isso se torna possvel quando a famlia da f se aproxima e caminha em comunho, como os crentes da Igreja Primitiva; medida que a Igreja cresce numericamente, Deus abenoa o seu Corpo com os diferentes dons, utilizando-os na sua edificao - Ef 4:11-14. Atravs das clulas todos podero exercer seus dons e os relacionamentos vo se estreitando, criando um clima de apoio e ajuda mtua. O impacto da igreja grande e cheia do Esprito Santo impressiona, mas o cuidado pastoral se tornar muito mais eficaz no relacionamento desenvolvido nas clulas. Queremos que cada membro seja pastoreado, cuidado e amparado e isso s se materializa nas clulas; Assim, as clulas foram criadas: Para desenvolver o esprito comunitrio, nutrindo seus membros, capacitando-os a serem testemunhas do evangelho e do poder de Deus; Para que seus membros se tornem ntimos, ajudando-se mutuamente, praticando o amor e o servio, aprendendo a orar, perdoar, amar o prximo, compartilhar a f, suas necessidades, enxergar as necessidades do irmo e exercitar os dons espirituais; Para que seus membros sejam levados ao treinamento de liderana, multiplicando as clulas; Para desenvolver a viso de ministrio para o servio, assim como o evangelismo e o discipulado.

A. COMUNHO

Desenvolvimento de vida compartilhada, alvos comuns e aliana mtua. Isso significa fomentar o amor de uns pelos outros; A comunho retira as impurezas - Em primeiro lugar, assim como o sangue tem o poder de retirar as impurezas do nosso organismo, a vida de Deus circulando entre membros do corpo expele todo tipo de impureza na vida dos membros. Quanto mais a vida de Deus fluir em um grupo, maior ser a expresso da santidade pessoal. A vida de Deus se manifesta plenamente nos relacionamentos. Quando estamos conectados uns aos outros, em vnculos de amor comum vivermos a vida espontaneamente, eliminando as impurezas do pecado. Se tudo na igreja se resume em fazer coisas, ento nos tornamos uma organizao morta. Uma organizao morta apenas uma instituio, um monumento. Mas um corpo existir quando formos membros uns dos outros, pois ajudados e consolidados pelo auxlio de toda junta, efetua o seu prprio crescimento pela vida de Cristo Rm 12:5; Ef: 4:16; A comunho mata os germes - Um dos componentes do sangue so os leuccitos ou glbulos brancos, cuja funo promover a defesa do organismo celular Em outras palavras, eles so os agentes de defesa do corpo humano e tm a propriedade de atacar e destruir os germes invasores do organismo. Semelhantemente, a vida de Deus, que circula entre os membros do corpo de Cristo, destri as setas do diabo e expulsa os demnios invasores. Cada membro precisa compreender a importncia de estarmos juntos, de ministrarmos uns aos outros, de funcionarmos como um s corpo e no tem nada a ver com o prdio, uma relao viva desenvolvida nas clulas; A comunho alimenta as clulas - Assim como os membros do corpo humano so supridos e alimentados pelo sangue, a vida de Deus tambm supre e alimenta os membros do Corpo de Cristo, na comunho uns com os outros. Os membros podem ser muitos, mas a vida que circula entre eles a mesma: a vida de Deus. Muitos podem argumentar que so alimentados nos cultos pela Palavra ministrada, e isto bom e necessrio. Mas h um tipo de fortalecimento que mais que aprender algo novo, ver e ouvir repetidamente o mesmo ensino, no relacionamento espontneo entre irmos. A comunho alimenta o membro e fortalece a vida; A comunho traz energia - Ainda que a forma e o estilo de comunho possam variar, o crente que no experimenta uma vida de intimidade numa clula j perdeu o real sentido do que significa ser membro do corpo. Quando estamos vinculados uns aos outros, somos supridos de energia e vigor espiritual. O poder de Deus a sua prpria vida, liberada na comunho. Uma coisa a orao individual, outra, muito diferente e mais poderosa, a orao em um grupo. O mesmo se pode dizer da adorao, do louvor e da celebrao. O sangue da vida de Deus o poder disponvel a todos quando estamos conectados no corpo; A comunho mantm a temperatura Assim como o sangue tem a propriedade de manter a temperatura do corpo humano, uma clula cheia de vida, invariavelmente, um lugar quente, cheio do fogo do Esprito. Quando no h vida, os membros se tomam frios; mas onde o sangue circular, a temperatura se elevar. Existem muitas pessoas que se esfriaram porque esto ss. Individualismo, definitivamente, uma palavra que no combina com cristianismo. Uma brasa sozinha logo se apaga. curioso que a Bblia fala muito mais de comunho na igreja do que de evangelismo. Talvez a melhor estratgia de evangelismo seja a verdadeira e genuna comunho entre os irmos. Jesus disse que o mundo nos reconheceria como seus discpulos se nos amssemos uns aos outros. na comunho que testemunhamos esse amor; Voc notou quantas coisas a vida de Deus pode operar em ns? Basta que os membros estejam devidamente ligados pelo auxlio de toda junta, segundo a justa cooperao de cada parte - Ef 4:16. Precisamos ser cuidadosos para que a nossa comunho no se transforme em clube social e, assim, sermos distrados por outras coisas. Tudo isso foi dito para mostrar o quanto so importantes os vnculos de comunho na Igreja. Por isso, cada lder deve priorizar a comunho do seu grupo. Cada membro da clula deve estar vinculado a outro membro em amor. Cada um deve ter a quem se sujeitar em amor para receber edificao pessoal e suprimento. O supervisor natural de uma pessoa aquele que o ganhou para Cristo, mas mesmo aqueles que j tm muitos anos de convertidos devem se submeter a outro que seja reconhecido como mais maduro e experiente na f. No deve existir ningum sem vnculo.

B. EDIFICAO

A clula oferece o ambiente para o crescimento espiritual, aprendizado prtico de disciplina e amor atravs do ouvir a palavra de Deus e do comprometimento com as funes e privilgios da igreja local; Este o segundo objetivo da clula: compartilhar a palavra de Deus com vida. Ou seja, no ensinar muito, mas ensinar de forma correta, com revelao; Cada clula precisa ter um nvel forte de compartilhamento da Palavra. Quando falamos de nvel, no nos referimos erudio nem cultura dos irmos, mas ao fogo que queima quando a palavra ministrada. Quando temos o corao incendiado pela palavra, contagiamos todo o grupo; O ensino ministrado deve ser fruto de revelao. O lder no precisa saber muito, mas aquilo que ele falar, por mais simples que seja, deve ser de corao, fruto da luz de Deus no seu esprito, uma palavra forte, no necessariamente profunda ou erudita. Talvez o grupo no tenha aprendido algo profundo, mas foram ministrados de forma correta.

C. EVANGELISMO

A clula o lugar onde inserimos novos membros. onde alimentamos, guardamos e suprimos os novos irmos. Isso significa ganhar almas perdidas O novo convertido precisa de cinco cuidados bsicos: Alimento - Todo novo convertido necessita de uma dieta equilibrada. Se no for alimentado nesta fase inicial da vida espiritual, poder tomar-se um crente problemtico, se no morrer antes, de inanio. Na clula eles so alimentados com palavras de f, de encorajamento e de nimo; Proteo - Alm de alimento, o recm-nascido precisa de proteo. A rotatividade na igreja fruto de falta de cuidado e proteo. O lobo entra e leva a ovelha, pois no h pastores guardando o rebanho. Lderes de clula so pastores vigiando o rebanho. At que o novo convertido aprenda a caminhar sozinho, fundamental a proteo de um pai espiritual; Ensino Aqui o termo ensino no se refere simplesmente ao aprendizado de doutrinas, mas aquisio de hbitos espirituais. O ensino aponta para a conduta e as atitudes que devem ser desenvolvidas no novo crente. Se quando criana o crente no foi ensinando a ser dizimista, por exemplo, vai ser difcil mud-lo depois de adulto na f. na clula que a criana espiritual recebe o ensino; Disciplina - Todo novo convertido deve ser alimentado, protegido, ensinado e tambm corrigido, quando sair do padro da Palavra. A clula o ambiente propcio para ser corrigido em amor; Amor - Por ltimo, a criana na f precisa ser amada. Quase todos vm para a vida da igreja com suas emoes destrudas. Entretanto, o amor paciente dos irmos na clula restaura a alma. Uma criana s recebe amor e suprimento adequado em um ambiente familiar. E a proposta das clulas justamente esta: ser uma famlia vinculada pelo amor. Neste ambiente familiar nossos filhos sero supridos e nenhum deles se extraviar.

D. SERVIO

Cada crente um ministro e cada um recebeu um dom. Na clula, os dons so exercitados para o servio mtuo; Muita gente pensa que servir a Deus fazer coisas na igreja como cantar, orar e pregar. Poucos percebem que servimos a Deus quando exercitamos nossos dons e conhecimentos para ajudar e edificar as pessoas. So tantas as possibilidades de ajuda mtua e servio que no poderamos enumer-las aqui; Jesus disse que seramos conhecidos como seus discpulos se nos amssemos uns aos outros. No existe melhor forma de expressar esse amor do que servindo os nossos irmos; Quando uma clula atinge estes quatro objetivos: comunho, edificao, evangelismo e servio, ela se torna uma pedao do cu na terra.

4. Qual a estrutura de uma Clula?

A. LDER a pessoa mais importante de uma igreja em clulas, pois quem est verdadeiramente na linha de frente. ele quem d ateno personalizada aos membros de sua clula, quem dirige as reunies. o lder tambm quem exerce, na clula, os princpios bblicos de um pastor; Os lderes de clula, em vez de ensinar uma lio bblica, dirigem o processo de comunicao, oram pelo grupo, visitam os membros da clula e alcanam pessoas perdidas para Cristo, juntamente com seus auxiliares; Sua responsabilidade principal gerar novos lderes: perceber a potencialidade das pessoas, envolvendo-as no dia-a-dia da clula, acompanhando-as e treinando-as para transform-las em novos lderes; Para ser um lder de clula os requisitos so mnimos e todo cristo pode alcan-los com facilidade. So eles: ser nascido de novo, ser batizado, ter bom testemunho, ser membro da igreja, estar comprometido com ela e ser capacitado pelo curso de treinamento do ECM.

B. LDER EM TREINAMENTO

a pessoa que se tornar o novo lder e deve ser um dos membros da clula. No processo de treinamento devero ser-lhe delegadas certas funes da clula. No caso da ausncia do lder o lder em treinamento quem ir substitu-lo; Ainda que a pessoa parea inadequada no momento, deve ser designada e preparada para liderar uma nova clula;

A CLULA QUE NO TEM UM LDER EM TREINAMENTO DIFICILMENTE IR MULTIPLICAR-SE!

C. ANFITRIO

a pessoa que abre as portas da sua casa para as reunies, alm de ser um fiel colaborador do lder, no sentido de ganhar seus familiares e amigos para traz-los clula; Dever ter um bom relacionamento com os membros da clula e responsvel por receber e dar-lhes as boas-vindas, sempre se preocupando em criar um ambiente agradvel e acolhedor.

D. SECRETRIO

a pessoa responsvel por preencher os relatrios da clula, acompanhar datas importantes como aniversrios e outras, fazer escala de lanches, auxiliar o lder no acompanhamento das pessoas, principalmente quando faltam. Dever estar sempre atento s necessidades da clula.

E. MEMBROS

So os irmos e os amigos de quem o lder deve cuidar. Os membros so os braos extensivos da clula para atrair novos convidados.

5. Qual a estrutura de uma Igreja em Clulas? Disciplina submeter-se s normas e aos princpios do modelo de igreja em clula. Podemos comparar o modelo de clula com um exrcito. Para que um exrcito possa ter vitria necessrio que seus integrantes sejam disciplinados; Importante: medida que cresce o nmero de membros na igreja, aumenta a possibilidade de haver falhas, erros ou deformaes no sistema de clulas; Com o crescimento das clulas a distncia entre o Pastor Presidente e os membros cada vez maior. Assim, a nica maneira de se preservar a viso, de se manter a unidade no trabalho das clulas atravs de uma superviso e um controle para desenvolver uma disciplina de trabalho que o torne mais eficiente.

A. SUPERVISOR DE SETOR Setor o grupo formado por aproximadamente dez clulas; Supervisor de Setor aquele que ou j foi um lder bem-sucedido, que j tenha multiplicado sua clula duas ou mais vezes. a pessoa encarregada de supervisionar algumas clulas, geralmente as que ele mesmo gerou; O supervisor rene-se quinzenalmente com seu GD, Grupo de discipulado, em que desenvolve um acompanhamento pastoral com seus lderes e tambm ajuda na administrao das clulas do seu setor; tambm responsvel por visitar constantemente as clulas do seu setor e por acompanhar e dar suporte ao lder. O supervisor deve manter uma estreita relao com cada lder, como tambm com os seus superintendentes; Mais funes do Supervisor: Deve ser muito cuidadoso, examinando a sade das clulas do seu setor. Deve se preocupar sempre em guardar e manter a viso de clula; Deve se empenhar em realizar reunies peridicas diversificadas, desafiadoras e cheias do Esprito Santo; Deve cuidar permanentemente do estado fsico, espiritual e material dos lderes; Deve ter uma dedicao cuidadosa no crescimento do setor; Deve apresentar um relatrio mensal aos seus lderes sobre o avano do setor; Deve ajudar os membros do seu setor na soluo de seus problemas e necessidades, por mais simples que paream. O alvo do Supervisor: deve ser capaz de identificar e desenvolver o potencial de cada membro das suas clulas para que estes se tornem lderes de clula. Tem o alvo constante de crescer e multiplicar seu setor; Suplente: O supervisor pode substituir o lder quando este, por fora maior, no puder exercer a sua funo, mas nunca deve assumir a clula de maneira permanente. A responsabilidade do supervisor com o setor e no com a clula.

B. COORDENADOR DE REA

O Coordenador de rea, tem, sob sua responsabilidade, o cuidado de diversos setores, junto com os respectivos supervisores, lderes e membros; Suas funes so pastorais e sua obrigao zelar pelo bem-estar da sua rea, ao mesmo tempo em que cuida do seu crescimento e da multiplicao; Outras funes do Coordenador: Deve preparar e oferecer material para os supervisores e lderes da sua rea; Deve promover seminrios e reunies para ajudar no crescimento dos seus lderes; Deve manter seu controle de resultados de avano totalmente atualizado; Deve organizar e dirigir Encontros com Deus, com o objetivo de evangelizar pessoas e integr-las nas clulas; Alm disso, o Coordenador deve estar capacitado para o trabalho com as clulas, para ajudar os membros da sua rea e encontrar respostas para suas dvidas ou perguntas.

C. O PASTOR DE REDE E O PASTOR PRESIDENTE

Seu trabalho principal ser dependente da direo de Deus para a realizao de suas obras na Igreja e nas Clulas; Alimentam a viso e fortalecem os princpios do modelo da igreja em clulas, ensinando e respondendo a diversos anseios; Estabelecem metas a serem alcanadas pelas clulas; Renem-se periodicamente com cada Coordenador para examinar o desenvolvimento do trabalho celular.