Jornal dos Bairros - 08 Abril 2016

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Jornal dos Bairros - 08 Abril 2016

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  • Itaja, 8 de abril de 2016 | Ano XXI | N 784Feito para todas as classes

    OpinioSinduscon lana o 3 Mega Salo do Imvel em Itaja na prxima semana | Pg. 2

    Neide UriarteAssociao da Terceira Idade da Fazenda faz caf de Pscoa | Pg. 6

    Projeto viabiliza aulas de violo e dana de rua gratuitas em Itaja

    Pg. 3

    Geral

    Greve dos servidores municipais de Itaja afeta principalmente a educao infantil

    At quinta-feira, categoria e Executivo no haviam entrado em acordo e j se somavam 24 creches fechadas | Pg. 5

    Pr-candidato a prefeito de Itaja, vereador Osvaldo Mafra (SD) aposta na boa votao feita no pleito para deputado para encabear a chapa de sua coligaoPg. 8

    Segundo infectologista, gripe A est mais severa que no ano passado

    Pg. 3

    Geral

    Pg. 3

    ACII entrega pedido de reduo das cadeiras na cmara no dia 12

    Geral

  • Ano XXI - edio 784 - 8 de abril de 2016

    WWW.JORNALDOSBAIRROS.TV

    2

    Wellington FlorianoDesculpem a sinceridade, mas paralisao no forma de manifestao, mas de egosmo. Infelizmente isso foi o que o povo brasileiro aprendeu com os polticos que nos governam, o dito se no fizerem isso eu paro meu trabalho. Tudo por um nico objetivo, tentar receber reconhecimento para si, enquanto pessoas sofrem em hospitais, a segurana acaba, escolas fechadas no elevam a evoluo do ser humano e o Brasil entra em uma vasta decadncia de princpios morais.Servidor pblico, empregado, mdico... Qualquer que seja a funo, j entram sabendo quanto vo ganhar e quais seus benefcios, para fazer feio dessa forma. Se esto incomodados com seu respectivo salrio, saiam e deem lugar para algum que realmente queira trabalhar e ser reconhecido por seu trabalho, no por sua ignorante maneira de cobrar (05-04-2016)

    Jornal dos Bairros

    www.jornaldosbairros.tv

    @jornalbairros

    T na rede

    Tomasia Rocha Tinha que ser rejeitada mesmo. Os servidores tm que se valorizar e no aceitar esmolas. Vamos luta, pessoal! (07-04-2016)Sobre a greve dos servidores pblicos em Itaja

    Emerson GonalvesEst em crise? Equilibre as contas, senhor prefeito, comeando pela exonerao de dezenas de cargos comissionados apadrinhados desse governo medocre. Muitos que esto l so inteis (07-04-2016)

    Opinio

    Diretor: Carlos Bittencourt | direcao@bteditora.com.brColaboradores: Neide Uriarte, Alexandre Balbino e Mariana LeoneEdio: Marjorie Basso | jornalismo@bteditora.com.br

    Diagramao: Solange Alves solange@bteditora.com.br

    Departamento Comercial: (47) 3344.8600

    Circulao: Itaja, Balnerio Cambori, Navegantes e regio.Fale conosco: Sugesto de temas, opinies ou dvidas: direcao@bteditora.com.br | jornalismo@jornaldosbairros.tv

    Jornal filiado Associao dos Jornais do Interior de Santa CatarinaRua Adolfo Melo, 38, Sala 901, Centro,Florianpolis, CEP 88.015-090Fone (48) 3029.7001 e-mail: adjorisc@adjorisc.com.br

    O Jornal do Bairros uma publicao da empresa Letras Editora Ltda. (ME), com sede na Rua Anita Garibaldi, 425Centro Itaja SC.Telefone: (47) 3344.8600 Site: www.jornaldosbairros.tv

    O Jornal dos Bairros no se responsabiliza pelos

    artigos assinados pelos seus colaboradores ou de

    matrias oriundas de assessorias de imprensa de

    rgos oficiais ou empresas particulares.

    Expediente

    Elton Seidel Verba da prefeitura prioridade nica e exclusiva para pagar os 21 vereadores, (encostados, porque depois que o nmero passou para 21 sumiram todos) (06-04-2016)

    Alexandre Balbinobalbinoitajai@gmail.com

    facebook.com/aschmitbalbino

    (47)3241.6338

    Imagem da semana

    Itajaiense Orlando Cruz o nico brasileiro em torneio que rene os oito melhores tenistas juvenis do mundo. Competio ocorre na cidade de Chengdu, na China, entre os dias 8 e 10

    Sinduscon promove lanamento do 3 Mega Salo do Imvel Itaja

    O Sindicato da Indstria da Construo Civil dos Municpios da Foz do Rio Itaja (Sinduscon) promove no dia 13 de abril, a partir das 19h30, no restaurante Zephyr Seafood & Sushi (Marina de Itaja), o lanamento do 3 Mega Salo do Imvel Ita-ja. Autoridades, empresrios da construo civil e fornecedores de tecnologias so aguardados na solenidade, que ir apresentar a estrutura e as novidades na programao do maior evento do setor na regio, que ocorre de 11 a 14 de agos-to, no Centreventos.

    A edio de 2016 do Mega Salo do Imvel contar com 130 estandes, apresen-tando os lanamentos e novidades dos segmentos imobilirio, de decorao e da indstria da construo civil. Os estandes esto sendo comercializados, sendo que aproximadamente 80% j esto reservados para empresas da regio. A ex-pectativa que neste ano mais de 40 mil pessoas visitem o salo.

    A realizao do Mega Salo do Imvel em um ano como o atual, marcado por desafios na economia brasileira, a forma que o setor tem de dar uma resposta de otimismo e criatividade a este momento de incertezas, criando novas oportu-nidades para divulgar os empreendimentos e gerar negcios, alm de valorizar suas marcas, produtos e servios.

    O Sinduscon pretende fazer do Mega Salo do Imvel um evento grandioso e inovador, que aproxime os construtores dos clientes e traga bons resultados para quem quer comprar e quem quer vender. Por isso, alm dos estandes para divulgao e comercializao dos lanamentos e novidades do setor, esto sendo programadas outras atraes, para todas as idades. Entre elas, uma agenda de pa-lestras, rodada de negcios para empreendedores, espao gastronmico e reas de recreao e convivncia para as famlias.

    Deus abenoe a todos vocs.

    Marcelo Roggia/Divulgao

  • 3WWW.JORNALDOSBAIRROS.TV

    Ano XXI - edio 784 - 8 de abril de 2016 Geral

    Cursos no contra turno escolarA Comisso do Bem-estar do Menor de

    Itaja (Combemi) abriu 80 vagas para cursos de contra turno escolar. As aulas so gratui-tas todas as teras e quintas-feiras, das 8h s 18h. O cursos se estendem at novem-bro, com turmas divididas em dois turnos. So 40 vagas para o perodo matutino e 40 vagas para vespertino. A Combemi oferece cursos de ingls, orientao profissional, logstica porturia, empreendedorismo, turismo e eventos, cidadania e informtica. Os alunos recebem uniforme e lanches to-das as tardes. As matrculas so vlidas para adolescentes entre 15 e 18 anos. Na hora da matrcula necessrio apresentar uma foto 3x4, atestado de matrcula escolar, cpias e originais do RG e CPF do aluno e do respon-svel, alm do comprovante de residncia e renda. A Combemi fica na rua Paulo Kleis Jnior, 268, no bairro So Vicente.

    Reduo no nmero de vereadores A Associao Empresarial de Itaja (ACII)

    atingiu a meta de adeses no abaixo-assi-nado que prope a reduo no nmero de vereadores no municpio. Foram 7 mil assi-naturas que permitem o envio do projeto Cmara de Vereadores. Caso seja aprovada, a reduo de 21 para 12 vereadores vai va-ler na prxima legislatura.

    O prazo de entrega do abaixo-assinado para o dia 12 de abril, mas a associao continua recolhendo assinaturas de eleito-res itajaienses. Para aderir ao projeto ne-cessrio informar nome completo, data de nascimento, CPF, nome da me, endereo, nmero do ttulo de eleitor, zona e seo eleitoral. Os principais pontos de coleta so a prpria sede da ACII, Cmara de Dirigen-tes Lojistas, Observatrio Social, Univali (em frente biblioteca), Terminal da Fazenda e Cordeiros, Terminal Rodovirio e na rua Her-clio Luz.

    Aulas gratuitas deviolo e dana de rua O Projeto Trade, por meio da Associao

    de Dana Trade, firmou parceria com a pre-feitura de Itaja e est oferecendo gratuita-mente aulas de dana de rua e violo. Sero cinco oficinas gratuitas disposio dos in-teressados. Os locais so a Igreja So Judas Tadeu (bairro So Judas) com uma oficina de dana de rua; Parquia So Cristvo (bairro Cordeiros), com oficina de dana de rua e violo, Parquia So Vicente de Paulo (bairro So Vicente), com aulas de violo e Instituto Grupo Polly (bairro Murta), com dana de rua. Sero oferecidas 100 vagas, para alunos a partir dos sete anos. Estas bol-sas so custeadas pela Fundao Cultural de Itaja, por meio do Programa Arte Bairros.

    As oficinas de dana de rua, sero minis-tradas pelos professores: Patrcia Rodrigues, na Igreja So Judas, teras e quintas, das 9h30 s 11h30, Juliano Correia de Paula, na Parquia So Cristvo, nas segundas, das 9h30 s 11h30 e 13h30 s 15h30 e Allan Douglas, no Instituto Grupo Polly, nas se-gundas, das 10h s 12h e das 15h s 17h. As oficinas de violo sero ministradas pe-los professores zio Gonalves, na Parquia So Vicente de Paulo, nas quintas-feiras, das 16h s 20h (quatro turmas de uma hora/aula cada) e Sergio Espezim, na Parquia So Cristvo, nas segundas, das 9h30 s 11h30 e das 13h30 s 15h30 (quatro turmas de uma hora/aula cada).

    As matrculas podero ser realizadas du-rante o dia e horrio da aula das oficinas, di-retamente com os professores e com limite de vagas de 28 alunos para as oficinas de violo.

    Aps o surto de gripe A (H1N1) em Santa Catarina, a Diretoria de Vigi-lncia Epidemiolgica (Dive) an-tecipou a campanha de vacinao contra o vrus influenza. Essa, segundo o infecto-logista do Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen, Ricardo Zimmermann, a preveno mais eficaz contra a doena. Outro ponto importante que o vrus sofre mutaes anualmente. Ento mesmo quem se vacinou no ano passado no est imune.

    impossvel prever a gravidade dos casos da influenza, isso porque existem diferenas epidemiolgicas, o que depende da capaci-dade de adaptao de um vrus:

    Existem dois tipos de gripe, o tipo A e o tipo B. Para cada tipo existem vrios sub-tipos. A gripe A est dividida entre os sub-tipos H1N1, H3N2, H5N1 e assim por diante.

    Segundo Zimmermann, as transforma-es epidemiolgicas impedem uma pre-veno em longo prazo contra a influenza. Em 2016, o fator preocupante que acarretou a antecipao da campanha nacional de vacinao foram os casos de gripe A antes do inverno, quando a doena se dissemina facilmente:

    A disseminao viral veio antes do in-verno, esse o problema maior. O vrus est circulando antes mesmo de aplicarmos as vacinas na populao.

    As mutaes virais so aleatrias, capaci-tando o vrus a criar uma doena mais severa a cada mudana. Segundo o mdico, a mu-tao de agentes infecciosos uma maneira

    de o vrus sobreviver no meio ambiente, pre-cisando do ser humano para se multiplicar e permanecer vivo:

    No podemos prever as mutaes vi-rais. Pode ser que ano que vem a gripe A seja pior, com casos mais graves. Isso depen-de do tipo de mutao que acontece a cada ano.

    SintomasOs sintomas da gripe so comuns em cada

    tipo e subtipo, sendo febre, dor de gargan-ta, coriza, tosses, dores musculares e indis-posio. Neste ano, a gripe A H1N1 possui gravidade maior em comparao aos anos anteriores, conforme Zimmermann. O subti-po H1N1 o mais comum em 90% dos casos hospitalares.

    Pessoas que apresentarem os sintomas da gripe devem procurar, primeiramente, atendimento nas unidades de sade para realizar uma triagem. Atendimentos em hospitais s devem ser feitos quando o pa-ciente apresentar febre alta e falta de ar, o que pode causar doenas graves:

    Esses sintomas colocam o paciente em risco de pneumonia associada ao vrus. Nesses casos, a internao indicada para tratamento e cuidados mdicos dentro do ambiente hospitalar.

    Devo ou no me vacinar?Quando j est instalada no corpo, a dose

    da vacina diminui a gravidade da doena. A vacina pode proteger de casos mais graves

    mesmo um ano aps a aplicao. A dose da vacina trivalente, cedida nas unidades de sade, protege apenas contra a influenza:

    Se existe uma doena imunopreve-nvel, todos devem se vacinar porque h grandes chances de preveno garante Ricardo.

    J em clnicas particulares, as doses co-mercializadas so das vacinas tetravalentes, que possui dois subtipos A e dois subtipos B. A vacinao pode ter um impacto positivo em longo prazo, reduzindo cada vez mais os casos de infeco pelos vrus influenza.

    PrevenoA preveno primria mais importante

    a vacinao, mas a populao deve se aten-tar para prevenes bsicas no dia a dia. Ao tossir ou espirrar necessrio cobrir a boca com um leno descartvel. O ato pode dis-seminar o vrus no ar, ou seja, o leno pode evitar a transmisso do vrus por gotculas respiratrias que ficam suspensas no ar. De acordo com o infectologista, esta a forma de contaminao mais comum da gripe.

    A higienizao das mos deve se tornar uma prtica corriqueira. O contgio por con-tato pouco frequente e eficaz, entretanto, pode acontecer caso voc toque em um objeto contaminado. necessrio lavar as mos com gua e sabo ou utilizar o lcool gel. Em casa ou no trabalho, a recomenda-o manter o ambiente bem arejado e dei-xar o ar circular. As chances de transmisso do vrus em locais fechados so maiores.

    Vacina contra a gripe a preveno primria mais eficaz, garante infectologista Devido ao aumento no nmero de mortes por gripe A, Ministrio da Sade antecipa vacinao em SC

    Vacinao O calendrio estava previsto para o dia 30 de abril, mas deve iniciar no dia 25. O Estado deve

    receber mais de 1 milho de doses da vacina, primeiramente aos grupos prioritrios.As doses da campanha de vacinao protegem contra dois tipos da influenza A, o H1N1 e o

    H3N2, alm do tipo B. Segundo a Dive, a dose segura e considerada uma das medidas mais efi-cazes na preveno da doena. Em Santa Catarina, as primeiras 754.130 doses sero distribudas entre 19 Gerncias Regionais de Sade. Aps a chegada da vacina em territrio catarinense, o processo de distribuio pode demorar at duas semanas.

    A partir do dia 25 de abril, a campanha de vacinao inicia para os grupos prioritrios. Sero vacinadas pessoas acima de 60 anos, crianas entre seis meses a 5 anos, gestantes, purperas (at 45 dias aps o parto), trabalhadores de sade, povos indgenas, portadores de doenas crnicas, presos e funcionrios do sistema prisional. Em Itaja, a aplicao gratuita da dose ocorre nas uni-dades de sade.

  • Ano XXI - edio 784 - 8 de abril de 2016

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    4 Publicao legal

    2.2 Ativos e Passivos circulantes e no circulantes - O ativo circulante apresentado pelo valor de custo ou de realizao. Os passivos circulantes e no circulante esto demonstrados pelos valores histricos, conhecidos ou calculveis.

    2.3 Impostos Federais - Os tributos e contribuies (IRPJ, CSLL, PIS e COFINS) foram apurados e reconhecidos segundo as normas do Lucro Real e observando o regime de competncia.

    2.4 Imobilizado - Os bens do imobilizado so reconhecidos pelo custo de aquisio e foram depreciados com base no mtodo linear com base em taxas determinadas em funo do prazo de vida til estimado dos bens, aceitas pelo mercado como adequadas.

    3. CONTAS A RECEBER O saldo lquido de R$ 19.053.718,38 representa os valores dos ativos adquiridos que esto previstos para recebimentos no decorrer de 2016.

    4. OBRIGAES

    4.1 - Instituies Financeiras

    4.2 - Fornecedores - A posio de Fornecedores em 31/12/2015 no valor de R$ 79.853,61 refere-se a aquisio ainda pendentes de pagamento as quais sero liquidadas no primeiro trimestre de 2016.

    5. OBRIGAES TRABALHISTAS E PREVIDENCIRIAS

    O saldo de obrigaes trabalhistas da empresa em 31/12/2015 composto de:

    6. OBRIGAES TRIBUTRIAS

    O saldo de obrigaes tributrias da empresa em 31/12/2014 composto de: Obrigaes Tributrias a Recolher:

    2015 2014Arrendamento Mertcantil - Bradesco - 33.924,98Banco Bradesco - Conta Garantida 1.006.905,87 500.000,00Banco Ita - Conta Garantida 2.234.960,25 1.032.373,44TOTAL 3.241.866,12 1.566.298,42

    INSTITUIES FINANCEIRAS

    2015 2014Pr-labore a pagar 3.505,00 3.221,00Contr. Previdenciria a recolher 1.319,90 1.212,70TOTAL 4.824,90 4.433,70

    OBRIGAES TRABALHISTAS E PREVIDENCIRIAS

    GLOBAL SECURITIZADORA S/ACNPJ sob n 09.628.563/0001-01

    RELATORIO DA ADMINISTRAO

    Os Diretores da GLOBAL SECURITIZADORA S/A., com sede localizada na Avenida Coronel Marcos Konder, n 1.207, sala 154, Centro, Itaja, Santa Catarina, CEP 88.301-303, com seus atos constitutivos devidamente arquivados na Junta Comercial do Estado de Santa Catarina sob n 42300032751 e inscrita no CNPJ sob n 09.628.563/0001-01, em cumpri-mento s disposies Estatutrias e s leis vigentes, apresen-tam o Balano Patrimonial, Demonstrao de Resultados, da Mutao do Patrimnio Lquido e do Fluxo de Caixa, refe-rentes ao exerccio social encerrado em 31 de dezembro de 2015, acompanhado das notas explicativas. Colocamo-nos a disposio dos senhores acionistas, para quaisquer outros esclarecimentos necessrios. A Diretoria.

    NOTAS EXPLICATIVAS S DEMONSTRAES CONTBEISRELATIVAS AO EXERCCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE

    2015.

    1. APRESENTAO DAS DEMONSTRAES CONTBEISAs demonstraes contbeis esto sendo apresentadas

    em Reais e foram estruturadas de acordo com as prticas contbeis adotadas no Brasil. Foram observados os dispositi-vos das Leis n 6.404/76, 11.638/2007 e 11.941/2009, e quan-do aplicveis as Normas Brasileiras de Contabilidade. No preparo das demonstraes contbeis foram observadas, quando cabvel, as diretrizes contidas nos Pronunciamentos Tcnicos emitidos pelo CPC e aprovados pelo Conselho Fe-deral de Contabilidade.

    2. PRINCIPAIS PRTICAS CONTBEIS Foi observado o regime de competncia dos exerccios na

    escriturao das transaes realizadas inclusive para o reco-nhecimento das receitas e apurao dos impostos federais, combinado com as seguintes principais diretrizes:

    2.1 Caixa e Equivalentes de Caixa - Caixa e equivalentes de caixa incluem: O saldo de caixa, depsitos bancrios vista e saldo de aplicaes financeiras.

    2.2 Ativos e Passivos circulantes e no circulantes - O ativo circulante apresentado pelo valor de custo ou de realiza-o. Os passivos circulantes e no circulante esto demons-trados pelos valores histricos, conhecidos ou calculveis.

    2.3 Impostos Federais - Os tributos e contribuies (IRPJ, CSLL, PIS e COFINS) foram apurados e reconhecidos segun-do as normas do Lucro Real e observando o regime de com-petncia.

    2.4 Imobilizado - Os bens do imobilizado so reconheci-dos pelo custo de aquisio e foram depreciados com base no mtodo linear com base em taxas determinadas em fun-o do prazo de vida til estimado dos bens, aceitas pelo mercado como adequadas.

    3. CONTAS A RECEBER O saldo lquido de R$ 19.053.718,38 representa os valores

    dos ativos adquiridos que esto previstos para recebimentos no decorrer de 2016.

    4. OBRIGAES

    8. DIVIDENDOS A PAGAR O valor de R$ 3.114.597,38 refere-se ao saldo de dividen-

    dos creditados em conta corrente e sero liquidados em 2016.

    9. OBRIGAES COM DEBENTURISTAS O valor de R$ 7.150.000,00 refere-se a debntures coloca-

    das no mercado junto a investidores, em carter particular e privado, sendo 62 debntures da srie nica, oriundas da Escritura da 2 Emisso, totalizando R$ 3.100.000,00; 55 debntures, oriundas da 3 srie da Escritura da 3 Emisso totalizando R$ 2.750.000,00 e, 26 debntures oriundas da 4 srie da Escritura da 3 Emisso totalizando R$ 1.300.000,00.

    10. RESERVA LEGAL A Reserva Legal foi constituda com a destinao de 5% do

    lucro lquido do exerccio, conforme determinao do artigo 193 da Lei n 6.404/76, tendo sido destinado at 31/12/2015 a importncia de R$ 900.000,00, ou seja, 20% do Capital So-cial.

    11. RECEITA OPERACIONAL LQUIDA Atendendo ao CPC 30 segue demonstrativo da Receita

    Bruta e as Receitas Lquidas apresentadas na Demonstrao do Resultado da empresa.

    GLOBAL SECURITIZADORA S/ACNPJ sob n 09.628.563/0001-01

    RELATORIO DA ADMINISTRAO

    Os Diretores da GLOBAL SECURITIZADORA S/A., com sede localizada na Avenida Coronel Marcos Konder, n 1.207, sala 154, Centro, Itaja, Santa Catarina, CEP 88.301-303, com seus atos constitutivos devidamente arquivados na Junta Comercial do Estado de Santa Catarina sob n 42300032751 e inscrita no CNPJ sob n 09.628.563/0001-01, em cumprimento s disposies Estatutrias e s leis vigentes, apresentam o Balano Patrimonial, Demonstrao de Resultados, da Mutao do Patrimnio Lquido e do Fluxo de Caixa, referentes ao exerccio social encerrado em 31 de dezembro de 2015, acompanhado das notas explicativas. Colocamo-nos a disposio dos senhores acionistas, para quaisquer outros esclarecimentos necessrios. A Diretoria.

    ATIVO 2015 2014CIRCULANTE 19.096.797,76 20.574.217,67 Disponibilidades 43.079,38 346.713,90 Clientes 19.053.718,38 20.227.503,77NO CIRCULANTE 1.112.892,88 930.238,78 Realizvel a Longo Prazo 54.807,43 198.273,87 Imobilizado 1.047.952,42 720.167,24 Intangvel 10.133,03 11.797,67TOTAL DO ATIVO 20.209.690,64 21.504.456,45

    PASSIVO 2015 2014CIRCULANTE 7.267.310,02 2.629.039,17 Instituies Financeiras 3.241.866,12 1.566.298,42 Fornecedores 79.853,61 45.310,70 Obrigaes Sociais 4.824,90 4.433,70 Obrigaes Tributrias 23.176,16 463.200,99 Contas Correntes 3.114.597,38 117.346,38 Credores Diversos 802.991,85 432.448,98NO CIRCULANTE 7.150.000,00 4.200.000,00 Debenturistas 7.150.000,00 4.200.000,00PATRIMNIO LQUIDO 5.792.380,62 14.675.417,28 Capital Social 4.500.000,00 4.500.000,00 Reserva de Contingncia - 6.947.693,44 Reserva de Lucros 8.926,28 9.200,15 Reserva Legal 900.000,00 900.000,00 Resultado do Exerccio 383.454,34 2.318.523,69

    TOTAL DO PASSIVO 20.209.690,64 21.504.456,45

    BALANO PATRIMONIAL PELA LEGISLAO SOCIETRIAEM REAIS - 31/12/2015

    2015 2014RECEITA OPERACIONAL BRUTA 5.616.235,88 19.894.878,72 Receita de Securitizao 5.616.235,88 19.894.878,72DEDUES DE VENDA (204.992,61) (726.163,13) -Impostos(PIS, COFINS) (204.992,61) (726.163,13)RECEITA OPERACIONAL LQUIDA 5.411.243,27 19.168.715,59DESPESAS OPERACIONAIS (3.659.351,19) (6.927.648,51) Despesas Administrativas (4.626.881,87) (6.632.079,22) Despesas Tributrias (187.959,05) (281.024,87) Outras Despesas (1.944.195,97) (14.544,42) Outras Receitas 3.099.685,70 -LUCRO OPERACIONAL 1.751.892,08 12.241.067,08RESULTADO FINANCEIRO (1.187.458,57) (1.455.804,61) Receitas Financeiras 329.522,79 523.460,10 Despesas Financeiras (1.516.981,36) (1.979.264,71)LUCRO/PREJ. ANTES DA CSLL/IRPJ (180.979,17) 10.785.262,47 Proviso p/Contribuio Social (54.259,19) (261.976,14) Proviso p/Imposto de Renda (126.719,98) (504.762,64)LUCRO/PREJ. ANTES DA DISTRIBUIO 383.454,34 10.018.523,69 Dividendos Antecipados - (7.700.000,00)LUCRO/PREJUZO DO EXERCCIO 383.454,34 2.318.523,69

    PELA LEGISLAO SOCIETRIA - EM REAIS DEMONSTRAO DE RESULTADO EM 31/12/2014

    Cap. Social Reservas TotalSaldo em 31/12/2014 4.500.000,00 10.175.417,28 14.675.417,28Baixa Reserva de Contingncia (6.947.693,44) (6.947.693,44)Dividendos (2.318.249,82) (2.318.249,82)Resultado do Exerccio 383.454,34 383.454,34Dividendos - -Saldo em 31/12/2015 4.500.000,00 1.292.928,36 5.792.928,36

    DEMONSTRAO DAS MUTAES DO PATRIMNIO LQUIDO31/12/2015 EM REAIS

    NOTAS EXPLICATIVAS S DEMONSTRAES CONTBEISRELATIVAS AO EXERCCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015.

    1. APRESENTAO DAS DEMONSTRAES CONTBEISAs demonstraes contbeis esto sendo apresentadas em Reais e foram estruturadas de acordo com as prticas contbeis adotadas no Brasil. Foram observados os dispositivos das Leis n 6.404/76, 11.638/2007 e 11.941/2009, e quando aplicveis as Normas Brasileiras de Contabilidade. No preparo das demonstraes contbeis foram observadas, quando cabvel, as diretrizes contidas nos Pronunciamentos Tcnicos emitidos pelo CPC e aprovados pelo Conselho Federal de Contabilidade.

    2. PRINCIPAIS PRTICAS CONTBEIS Foi observado o regime de competncia dos exerccios na escriturao das transaes realizadas inclusive para o reconhecimento das receitas e apurao dos impostos federais, combinado com as seguintes principais diretrizes:

    2.1 Caixa e Equivalentes de Caixa - Caixa e equivalentes de caixa incluem: O saldo de caixa, depsitos bancrios vista e saldo de aplicaes financeiras.

    2.015 2.014

    383.454,34 10.018.523,691.047.847,39- 115.702,31

    664.393,05- 10.134.226,001.279.976,61 12.120.375,84

    - -2.962.703,15 1.527.804,47-

    (=) Caixa Gerado pelas Atividades Operacionais 3.578.286,71 20.726.797,37Atividades de Investimentos(+) Recebimento Venda Imobilizado 3.099.685,70 42.000,00(-) Imobilizado 2.340.683,63- 151.560,71- (=) Caixa Gerado nas Atividades de Investimentos 759.002,07 109.560,71- Atividades de Financiamento(+) Debentures 2.950.000,00 3.750.000,00- (+) Emprestimo Obtido 1.675.567,70 2.299.985,55- (-) Dividendos Distribuidos 9.266.491,00- 14.150.000,00- (-) Juros s/ Debentures - 161.681,51- (=) Caixa Gerado nas Atividades de Financiamento 4.640.923,30- 20.361.667,06- CAIXA LIQUIDO DO PERIODO 303.634,52- 255.569,60SALDO DO CAIXA NO INICIO DO PERIODO 346.713,90 91.144,30SALDO DO CAIXA NO FINAL DO PERIODO 43.079,38 346.713,90

    (+/-) Aumento/Diminuio em Contas a Pagar

    GLOBAL SECURITIZADORA S.ADEMONSTRAO DO FLUXO DE CAIXA EM 31/12/2015

    Atividades OperacionaisLucro/Prejuizo Liquido do ExercicioAjustes do Lucro/Prejuizo Liquido(=) Lucro/Prejuizo Ajustado(+/-) Aumento/Diminuio em Contas a Receber(+/-) Aumento/Diminuio em Estoque

    7. OUTRAS OBRIGAES

    8. DIVIDENDOS A PAGARO valor de R$ 3.114.597,38 refere-se ao saldo de dividendos creditados em conta corrente e sero liquidados em 2016.

    9. OBRIGAES COM DEBENTURISTASO valor de R$ 7.150.000,00 refere-se a debntures colocadas no mercado junto a investidores, em carter particular e privado, sendo 62 debntures da srie nica,oriundas da Escritura da 2 Emisso, totalizando R$ 3.100.000,00; 55 debntures, oriundas da 3 srie da Escritura da 3 Emisso totalizando R$ 2.750.000,00 e, 26debntures oriundas da 4 srie da Escritura da 3 Emisso totalizando R$ 1.300.000,00.

    10. RESERVA LEGALA Reserva Legal foi constituda com a destinao de 5% do lucro lquido do exerccio, conforme determinao do artigo 193 da Lei n 6.404/76, tendo sido destinado at 31/12/2015 a importncia de R$ 900.000,00, ou seja, 20% do Capital Social.

    11. RECEITA OPERACIONAL LQUIDAAtendendo ao CPC 30 segue demonstrativo da Receita Bruta e as Receitas Lquidas apresentadas na Demonstrao do Resultado da empresa.

    2015 2014COFINS a Pagar 14.835,37 153.764,48CSLL a Pagar - 93.482,45IRPJ a Pagar - 178.254,36IRRF a Recolher-Pessoa Fsica 20,74 698,45IRPF a Recolher-Pessoa Jurdica 1.241,96 1.020,64PCC/rf a Recolher 3.863,76 2.664,97PIS a Pagar 3.214,33 33.315,64TOTAL 23.176,16 463.200,99

    OBRIGAES TRIBUTRIAS

    2015 2014Depsitos no Identificados 101.124,20 191.185,93 Rendimento de Debntures a Pagar 539.824,06 216.573,05 Outros valores a Pagar 162.043,59 24.690,00 TOTAL 802.991,85 432.448,98

    OUTRAS OBRIGAES

    12. LUCRO DO EXERCCIO E DIVIDENDOSA Diretoria da companhia alocou nesta conta, o valor liquido do lucro apurado no exerccio de 2015, cujo valor, aps as dedues previstas no estatuto restou R$ 383.454,34 o qual ficar a disposio da Assembleia Geral Ordinria, para deliberaro sobre sua destinao.

    13. PATRIMONIO LQUIDO13.1 - Capital Social - O capital social subscrito e integralizado em 31 de dezembro de 2014 de R$ 4.500.000,00 representado por 4.500.000 aes ordinrias nominativas de valor nominal unitrio de R$ 1,00.

    13.2 - Abaixo demonstramos o lucro por aes:

    Blumenau, 31 de dezembro de 2015

    Bernardo Urbanski Clvis Jos Ortigara Tarcisio ZontaDiretor Presidente Diretor Vice-Presidente Contador CRC/SC 761/O-9

    2015 2014RECEITA BRUTA 5.616.235,88 19.894.878,72(-) DEDUES DA RECEITA (204.992,61) (726.163,13)PIS (36.505,53) (129.316,74)COFINS (168.487,08) (596.846,39)(=) RECEITA LQUIDA 5.411.243,27 19.168.715,59

    RECEITA OPERACIONAL LQUIDA

    2015 2014Lucro Lquido 383.454,34 10.018.523,69 4.500.000 4.500.000 4.500.000 Lucro Bsico e diludo por ao 0,09 2,23

    LUCRO POR AO

    2015 2014RECEITA OPERACIONAL BRUTA 5.616.235,88 19.894.878,72 Receita de Securitizao 5.616.235,88 19.894.878,72DEDUES DE VENDA (204.992,61) (726.163,13) -Impostos(PIS, COFINS) (204.992,61) (726.163,13)RECEITA OPERACIONAL LQUIDA 5.411.243,27 19.168.715,59DESPESAS OPERACIONAIS (3.659.351,19) (6.927.648,51) Despesas Administrativas (4.626.881,87) (6.632.079,22) Despesas Tributrias (187.959,05) (281.024,87) Outras Despesas (1.944.195,97) (14.544,42) Outras Receitas 3.099.685,70 -LUCRO OPERACIONAL 1.751.892,08 12.241.067,08RESULTADO FINANCEIRO (1.187.458,57) (1.455.804,61) Receitas Financeiras 329.522,79 523.460,10 Despesas Financeiras (1.516.981,36) (1.979.264,71)LUCRO/PREJ. ANTES DA CSLL/IRPJ (180.979,17) 10.785.262,47 Proviso p/Contribuio Social (54.259,19) (261.976,14) Proviso p/Imposto de Renda (126.719,98) (504.762,64)LUCRO/PREJ. ANTES DA DISTRIBUIO 383.454,34 10.018.523,69 Dividendos Antecipados - (7.700.000,00)LUCRO/PREJUZO DO EXERCCIO 383.454,34 2.318.523,69

    PELA LEGISLAO SOCIETRIA - EM REAIS DEMONSTRAO DE RESULTADO EM 31/12/2014

    Cap. Social Reservas TotalSaldo em 31/12/2014 4.500.000,00 10.175.417,28 14.675.417,28Baixa Reserva de Contingncia (6.947.693,44) (6.947.693,44)Dividendos (2.318.249,82) (2.318.249,82)Resultado do Exerccio 383.454,34 383.454,34Dividendos - -Saldo em 31/12/2015 4.500.000,00 1.292.928,36 5.792.928,36

    DEMONSTRAO DAS MUTAES DO PATRIMNIO LQUIDO31/12/2015 EM REAIS

    2.2 Ativos e Passivos circulantes e no circulantes - O ativo circulante apresentado pelo valor de custo ou de realizao. Os passivos circulantes e no circulante esto demonstrados pelos valores histricos, conhecidos ou calculveis.

    2.3 Impostos Federais - Os tributos e contribuies (IRPJ, CSLL, PIS e COFINS) foram apurados e reconhecidos segundo as normas do Lucro Real e observando o regime de competncia.

    2.4 Imobilizado - Os bens do imobilizado so reconhecidos pelo custo de aquisio e foram depreciados com base no mtodo linear com base em taxas determinadas em funo do prazo de vida til estimado dos bens, aceitas pelo mercado como adequadas.

    3. CONTAS A RECEBER O saldo lquido de R$ 19.053.718,38 representa os valores dos ativos adquiridos que esto previstos para recebimentos no decorrer de 2016.

    4. OBRIGAES

    4.1 - Instituies Financeiras

    4.2 - Fornecedores - A posio de Fornecedores em 31/12/2015 no valor de R$ 79.853,61 refere-se a aquisio ainda pendentes de pagamento as quais sero liquidadas no primeiro trimestre de 2016.

    5. OBRIGAES TRABALHISTAS E PREVIDENCIRIAS

    O saldo de obrigaes trabalhistas da empresa em 31/12/2015 composto de:

    6. OBRIGAES TRIBUTRIAS

    O saldo de obrigaes tributrias da empresa em 31/12/2014 composto de: Obrigaes Tributrias a Recolher:

    2015 2014Arrendamento Mertcantil - Bradesco - 33.924,98Banco Bradesco - Conta Garantida 1.006.905,87 500.000,00Banco Ita - Conta Garantida 2.234.960,25 1.032.373,44TOTAL 3.241.866,12 1.566.298,42

    INSTITUIES FINANCEIRAS

    2015 2014Pr-labore a pagar 3.505,00 3.221,00Contr. Previdenciria a recolher 1.319,90 1.212,70TOTAL 4.824,90 4.433,70

    OBRIGAES TRABALHISTAS E PREVIDENCIRIAS

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    Ano XXI - edio 784 - 8 de abril de 2016

    Mariana Leonecancercomalegria@hotmail.com

    Cancercomalegria

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    Geral

    A greve dos servidores pblicos mu-nicipais completou quatro dias na ltima quinta-feira e apesar de os canais de negociao permaneceram aber-tos, no houve acordo entre prefeito e ser-vidores at ento. Quem sofre com isso a populao que encontrou escolas e unida-des de sade fechadas durante a semana, alm de outros servios prejudicados.

    Como de costume, a Educao foi a prin-cipal rea afetada. Logo no primeiro dia de greve, mais de 80% dos funcionrios da educao infantil pararam as atividades. No ltimo balano da prefeitura, divulgado na quinta, a adeso greve era de 64% na Se-cretaria de Educao, com trs Centros de educao Infantil fechados.

    Outras unidades de ensino apresentaram atendimento parcial, com algumas classes sem aulas. Como previsto em lei que no se pode unir alunos de idades escolar dife-rentes, tampouco as salas de aula podem ser ocupadas por mais de 25 crianas, mes-mo com escolas abertas muito pais tiveram de voltar com seus filhos para casa.

    O primeiro dia de salas de aula fechadas foi na segunda-feira, quando o Sindicato dos Servidores Pblicos de Itaja confirmou a paralisao dos efetivos. A greve teve for-te influncia nas escolas municipais, com maior agravo nos Centros de Educao In-fantil (CEIs). Durante a semana, escolas per-maneceram sem aula e algumas abriram as portas com atendimento parcial.

    Apesar de anunciada, a paralisao pe-gou de surpresa os pais de alunos do CEI Rosana Aparecida de Souza, no bairro So Joo. De acordo com uma me de um alu-no, que preferiu no ser identificada, as portas do centro de educao sequer foram abertas na segunda-feira. Por sorte a vende-dora teve com quem deix-lo:

    Se no tivesse a minha me para cui-dar iria ficar bem complicado. Eu precisaria faltar o trabalho e isso seria descontado do meu salrio.

    Na quinta-feira a paralisao manteve 24 CEIs sem aulas. No houve escolas comple-

    tamente fechadas, todas permaneceram atendendo total ou parcialmente.

    Na rea da sade, o ltimo balano da prefeitura registrou 19,75% dos servidores paralisados. At a quarta-feira, duas unida-des do bairro Cidade Nova permaneciam sem atendimento. A comunidade dos bair-ros Nossa Senhora das Graas, Espinheiros e Imaru tambm sofreram com a falta de atendimento nos postos de sade. Algumas unidades funcionaram com 30% do quadro efetivo.

    At o fechamento desta edio, a ltima proposta feita pelo prefeito Jandir Bellini era de reajuste salarial de 7% e mais 10,36% de aumento no vale alimentao, rejeitada pelos servidores em assembleia. Segundo o membro da direo do sindicato da classe, Otvio Denegredo, a categoria, agora, luta pela reposio e os servidores aguardam uma nova reunio com o Executivo.

    Os servidores pblicos municipais parali-saram as atividades na segunda-feira, s 8h. Desde ento, os grevistas mantm tendas erguidas em frente prefeitura de Itaja. Os funcionrios que aderiram paralisao j estavam em estado de greve desde mar-o. Os 7% de reajuste, ltima proposta do prefeito, seriam divididos em duas parcelas, sendo 4% pago em maio e 3% em novem-bro.

    Balano da greveDos tem 6.201 servidores, de acordo com

    a prefeitura, 1.650 esto em greve, o que corresponde a 26,60% de adeso. As se-cretarias com a maior adeso so Sade e Educao. Nesta ltima 1.226 profissionais aderiram greve, ou seja, 64% do total.

    At quinta-feira, 24 creches estavam fechadas. As escolas estavam todas fun-cionando total ou parcialmente. O CEI La Leal de Souza o nico que funciona 100%. Na sade a adeso foi de 340 servidores, 21,82% do total. As unidades com maior adeso so: Cidade Nova 1, Cidade Nova 2, Nossa Senhora das Graas, Espinheiros e Imaru.

    O amor ao prximo

    Deixe todos em paz. Por que o ser humano tem a malfica mania de cuidar da vida do outro e no cuidar do outro? H uma imensa diferena entre esses dois horizontes. O que voc tem com a vida do outro? Por que que se incomoda com o tamanho da saia daquela mulher? Se preocupe com o tamanho das necessidades que h den-tro dela.

    No sei por que te incomoda a liberdade de expresso dos seres ao seu redor, no sei por que tanto se prende a uma pessoa amada e esquece daquela que sofre por falta de amor. No sei por que te insultas mais com a verdade, do que com os enganos da vida.

    Ests sempre preocupado se s negra ou branco, se gostas de ho-mem ou de mulher, se s pobre ou rico, bonito ou feio, qual cargo ocupa ou qual o seu sobrenome. Do que vale isso?

    Dizem que vemos o que somos, por isso bom que se investigue o que est por trs do seu espanto, do seu escndalo. Claro que cada um sabe o que faz com seus desejos, mas deixe cada um em sua paz. Caso no consiga oferecer a paz, plante a paz nessa guerra que no se denomina, mas que est matando tantos humanos. um verda-deiro terror urbano que ningum aguenta mais.

    Eu acredito que para acabar com essa guerra tem que trabalhar na profisso divina do bem, com principal requisito o amor ao prxi-mo. Esse o grande segredo. Tem que ter amor incondicional ao seu irmo. Existem situaes em que voc encontra o indivduo bravo, muitas vezes agressivo, debilitado, com dores, se sentindo sozinho e ele precisa unicamente de amor, nada mais. Amor a palavra de poder. O amor tem pacincia, tem prazer em trabalhar pelo outro, compensa qualquer problema.

    O carter e a inteligncia podem impressionar as pessoas, mas o amor que damos a algum que nos faz brilhantes e inesquecveis. O amor torna as pessoas indispensveis. Assim, se voc quiser acender um sorriso, iluminar um corao ou acordar a esperana em algum precisa se lembrar de uma coisa: as pessoas se alegram com sua in-teligncia, apreciam o seu carter, mas precisam mesmo do seu amor.

    O comentarista John Gill faz uma pertinente considerao: le-gtimo e bom expressarmos nosso amor uns aos outros e todos, em palavras, empregar boas palavras e linguagem corts, falando de maneira afetuosa, especialmente aos que esto aflitos; mas no de-vemos ficar somente nisso, pois de nada adiantar dizer aos neces-sitados, ide e fartai-vos e no lhes darmos nada alm de palavras.

    Amar ao prximo traz benefcios. Reconhecemos que somos da verdade, bem como tranquilizaremos o nosso corao; os benefcios so resultados da prtica do amor, nos traz a certeza da salvao.

    Quem consegue expressar misericrdia, algo que no era possvel antes, tem a certeza de que est nas mos de Cristo. Nos oferece a tranquilidade da conscincia diante de Deus.

    Portanto, cabem as perguntas: amamos de fato e de verdade? Nossas obras tem demonstrado que somos cristos? O amor de que tanto falamos se manifesta atravs de misericrdia para com os ca-rentes?

    O amor o termmetro da vida que se leva com Deus. Amar agir, amar nos d tranquilidade porque ele comprova que fomos trans-formados pelo Senhor e capacitados para o exerccio do amor. Que o Senhor atue no nosso corao e retire dele tudo o que nos impede de amarmos verdadeiramente.

    Seja livre. Doe amor e distribua paz.

    Educao um dos setores mais afetados com a greve dos servidores pblicos

    Pais de alunos reclamam de centros infantis fechados e enfrentam quarto dia sem aulas

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    6

    Neide Uriarte

    Especial

    Associao da Terceira Idade da Fazenda A Associao da Terceira

    Idade da Fazenda realizou uma confraternizao de Pscoa, reunindo as idosas que frequentam as reunies

    durante todo o ano. Um convidado muito especial fez a alegria de todas,

    o empresrio Guto Dalquio, que j foi vice-prefeito de Itaja. Ele e sua esposa J estavam acompanhando

    a voluntria Mria Dalquio. A presidente Dolores Schmitt Stein fez uso da palavra. Aproveitamos para cumprimentar a Dona Dolores que

    completou 90 anos de vida, no ltimo domingo, dia 4 de abril.

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    neidefestas@matrix.com.br

    Neide Pasold Uriarte

    (47)9977.2390

    Especial

    3 Festa da Sardinha no Itamirim

    O Itamirim Clube de Campo completou 44 anos de fundao, no dia 28 de maro. A data foi comemorada no ltimo sbado, dia 2 de abril, quando foi realizada

    a 3 Festa da Sardinha. Um evento muito bem organizado pela diretoria do clube. O msico Er

    Teixeira animou a festa, com o seu vasto repertrio, agradando todos os convidados. Houve sorteios de

    bicicletas para as crianas e tarde foi cantado o parabns por toda diretoria, associados, funcionrios e convidados. Em seguida foram servidas 10 tortas de

    aniversrio, nos mais diversos sabores.

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    8 Entrevista

    Jornal dos Bairros Como esto as tratati-vas com o PMDB, que tambm gostaria de fazer parte da composio, mas parece que os tuca-nos ainda no aceitaram?

    Osvaldo Mafra O PMDB e qualquer ou-tro partido s estar dentro dessa coligao se pensar igual a ns, sem ideias prontas, mas sim pensando no municpio. Se vier com conversas sobre cargos pblicos, j est fora do nosso pro-jeto. Conversamos com diversos outros partidos porque necessria a construo de uma aliana para reverter o atual quadro poltico da cidade. Essa aliana deve trazer benefcios para a cidade.

    Jornal dos Bairros Quantos vereadores o SD pretende lanar neste ano?

    Osvaldo Mafra Temos 32 candidatos. Nosso partido vai concorrer com uma chapa cheia. J es-tamos com todos os nomes dos nossos pr-can-didatos, que esto em todos os segmentos, seja sade, educao, em defesa dos animais, esporte e lazer, entre outros. uma variedade de candi-datos, homens e mulheres, que esto envolvidos em alguma ao dentro da sociedade. Ns abran-gemos quase todos os bairros de Itaja, em igrejas evanglicas e catlicas, para fazermos uma misci-

    genao bem ampla da socie-dade de Itaja. Boa parte dos nossos candidatos no tiveram nenhum contato com eleies anteriores, so pessoas novas. Apenas trs pr-candidatos j concorreram em outras elei-es, o demais so novos, mas que sempre foram envolvidos no procedimento eleitoral. So pessoas que tm uma ficha de trabalho a favor de Itaja.

    Comeamos a trabalhar em 2015 com nossa nominata. Trabalhamos com um projeto de governo novo para o mu-nicpio. O mais importante so as demandas da populao, queremos saber o que o povo

    quer, quais so as prioridades. Queremos uma proposta simples, de fcil entendimento e que seja exequvel. Queremos um projeto que possa-mos cumprir, porque a mentira ser algo que no vamos admitir na prxima eleio municipal. J bastam as mentiras do governo federal, do gover-no estadual e do nosso governo municipal. So propostas mentirosas que nunca so cumpridas. Ns vamos trabalhar em cima da verdade.

    Um dos primeiros trabalhos para compor a nominata foi realizar uma comisso para buscar novas pessoas, que tivessem ligao com as reas da sade, educao, segurana pblica, mobi-lidade urbana, etc. Realizamos pesquisas com a populao para saber o que a populao de Itaja precisa. Qual o ponto prioritrio do nosso muni-cpio? Temos que fazer o que a populao deseja e no o que o governante quer que seja feito.

    Jornal dos Bairros Visto que PSDB, PR e Soli-dariedade esto juntos, quais so os dois nomes que devem sair para uma disputa na majorit-ria, o seu com o Deodato Casas (PSDB) ou o Deo-dato com o Maurilio Moraes (PR)?

    Osvaldo Mafra Eu aposto na minha candi-datura, isso porque Itaja tem entendido o nosso trabalho. No ltimo pleito eleitoral, em 2014, o extrato eleitoral de Itaja foi meu, com mais de 25 mil votos s para deputado federal. Eu consegui mais votos que o Cludio Vignatti, candidato a governador pelo PT, e outros candidatos. Acima de mim s conseguiram mais votos o governador Raimundo Colombo e os candidatos a senadores Paulinho Bornhausen e Paulo Bauer. Esse extrato eleitoral de Itaja me pertence. No tenho dvidas de que serei o escolhido para disputar como candi-dato a prefeito, at porque as minhas ideias fecham com o PSDB e com o PR. Ns buscamos uma unida-de para reverter o quadro poltico na cidade.

    Jornal dos Bairros E quem o senhor gostaria que fosse seu vice?

    Osvaldo Mafra Qual-quer um, desde que tenha o pensamento de fazer uma poltica nova para o municpio e dar um cho-que de gesto nessa pre-feitura, porque ns podemos fazer isso. No po-demos ter uma prefeitura com 34 secretarias, trs autarquias e duas fundaes. Ns precisamos que Itaja tenha esse choque, que diminua o nmero de secretarias e unifique fundaes com o mesmo propsito. Turismo, Cultura e Fundao Gensio Miranda Lins tm o mesmo intuito, ento poss-vel diminuir esse nmero. O prximo prefeito tem que ter coragem de assumir esse servio com a sociedade, deve diminuir a mquina pblica. Car-gos comissionados no so para agradar e bene-ficiar partidos polticos alinhados. Devemos fazer poltica para o povo, no para os partidos. [E isso possvel?] Fazemos um projeto poltico sem dis-cutir com quais os cargos cada partido deve ficar. Nossas conversas so to sadias que nem discuti-mos o rateio de vagas na prefeitura. impossvel fazer poltica sincera se pensarmos o que eu vou ganhar com isso?.

    impossvel fazer poltica sincera se pensarmos o que eu vou ganhar com isso?

    mgoas que tenho com esse governo municipal. Esse restaurante era amplo, era um programa para valorizar a produo de nossos agricultores locais. Teramos as cozinhas comunitrias, instala-das em bairros mais carentes; tudo seria subsidia-do pelo governo federal. Se existiu esse recurso, era para ser usado. Poderamos expandir a me-renda escolar das nossas crianas. Esse programa ia beneficiar muitas pessoas, por isso que me sinto indignado com o fim do restaurante popu-lar. Era um programa que seria pago pelo gover-no federal, ento a justificativa do prefeito Jandir em dizer que gastaramos cerca de R$ 1,5 milho com o restaurante popular falsa. E outra: R$ 1,5 milho no nada em comparao aos contratos inteis da prefeitura. Estamos falando sobre R$ 130 mil por ms. Um povo bem alimentado, bem cuidado, tem menor incidncia em procurar aten-dimento mdico. A prpria educao melhora, o rendimento das crianas melhor. Era um pro-grama maravilhoso. O governo do Jandir para a classe mdia alta, no para os pobres.

    Jornal dos Bairros O senhor comeou a tra-balhar muito cedo, aos sete anos. Apesar de ser considerada uma situao de vulnerabilidade, hoje em Itaja ainda existem crianas traba-lhando. O senhor concorda com o trabalho in-fantil como forma de auxiliar a famlia e de im-pedir que a criana esteja no cio?

    Osvaldo Mafra Na minha poca era neces-srio trabalhar; ou trabalhava ou passava fome. Meu pai, uma pessoa de pouca instruo, tinha um emprego que no lhe rendia um grande sa-lrio. Eu era obrigado a trabalhar para ajudar em casa. O mundo mudou, mas o Estado no faz a sua parte. O Estado no d possibilidade de as famlias terem uma vida com qualidade. Eles no deixam os jovens entre 14 e 15 trabalharem, mas no do assistncia famlia. O Estado reprime quem coloca a juventude a trabalhar, mas nega a contrapartida de ajudar essas pessoas. O governo combate o trabalho infantil, mas no faz a parte social. Santa Catarina o Estado com maior n-mero de trabalho infantil, segundo o IBGE. Isso porque nossa cultura diferenciada. Na agricul-tura familiar comum todos trabalharem desde pequenos. Ningum quer ficar parado. A inci-dncia da criminalidade muito forte em Santa Catarina por conta da falta de ocupao. Como vamos ter uma educao de qualidade e ocupar nossa juventude se o perodo escolar de quatro horas dirias? A criana fica ociosa no contra tur-no escolar. A criana fica merc dos cuidados da famlia ou merc da criminalidade. As crianas ocupadas tm menos contato com o crime. por isso que lutamos por uma escola integral. Preci-samos de um perodo pedaggico e outro pero-do com cursos culturais, esportivos, entre outros. Queremos que as crianas tenham vontade de ir escola. Devemos reformular a grade curricular nas escolas, torna-las atrativas aos alunos e tam-bm aos pais.

    Jornal dos Bairros Na sua opinio, o mo-delo de segurana pblica municipal tambm deve mudar?

    Osvaldo Mafra Precisamos construir a nossa guarda comunitria, ou seja, a Polcia Militar deve trabalhar uma integrao entre policiais e comu-nidade dos bairros. Os policiais devem conhecer o morador daquele bairro e o morador precisa conhecer o policial, assim ele sabe quem ronda o bairro. Hoje, o efetivo da PM horrvel, baixo. Ns precisamos de efetivo e estmulo. A polcia deve estar dentro do bairro; um policial dissemi-na a sensao de segurana em uma comunida-de, esse o modelo correto. Hoje, a PM descom-prometida com a regio, com os nossos bairros. Em um dia, a viatura passa com dois policiais, j amanh ela vai rondar com policiais diferentes em um determinado bairro. O morador nunca vai saber quem aquele policial.

    Se instalarmos uma guarita em cada entrada de bairro ou algo que simbolize o policiamento naquele lugar gera uma segurana. Podemos di-minuir a criminalidade. Precisamos incentivar o trabalho dos policiais e fazer do morador um alia-do da PM. Pode haver essa troca de informaes, o morador pode informar sobre pessoas desco-nhecidas no bairro. Isso faz com que a ao seja mais rpida. Antes de coibir ns j vamos reprimir a ao.

    Nascido e criado no bairro Salseiros, em Itaja, o vereador Osvaldo Mafra (SD), 52 anos,

    sempre trabalhou em prol da comunidade carente. Filiado ao Partido Solidariedade h

    trs anos, o parlamentar mantm os mesmos projetos, agora mais elaborados, para favorecer

    quem ainda no tem voz ativa na sociedade. Pr-candidato prefeitura de Itaja, rene

    confiana, aliados e planos para modificar o governo itajaiense. Em entrevista do Jornal

    dos Bairros, o vereador fala sobre o projeto do Solidariedade para Itaja, das mgoas com o

    atual governo municipal, projetos j realizados na Cmara dos Vereadores e previses para as

    prximas eleies municipais.

    PerfilOsvaldo Mafra

    O Estado reprime

    quem coloca a juventude a trabalhar, mas nega a

    contrapartida de ajudar essas

    pessoas

    Jornal dos Bairros Na sua trajetria o se-nhor tambm criou o Centro de Atendimento aos Trabalhadores (CAT). Podemos dizer que a classe operria a mais numerosa entre seus eleitores?

    Osvaldo Mafra Sim, nossas pesquisas com-provam isso. Meus eleitores so a classe mdia e classe mdia baixa e as pessoas pobres. Isso por-que eu acredito em um futuro melhor. Minhas aes trazem melhorias e qualidade de vida a essas pessoas. Meus eleitores acreditam em mim porque me conhecem, j sabem como funciona o meu trabalho.

    Jornal dos Bairros Tendo em vista essa par-cela da populao, a mobilidade urbana em Ita-ja algo que preocupa?

    Osvaldo Mafra Com certeza, at porque o transporte pblico no nosso municpio horrvel. um modelo que precisa ser revisto totalmente porque, hoje, no atende a nossa populao. A prefeitura leva os servios pblicos, como se-cretarias, para dentro da cidade, interferindo no fluxo migratrio para o Centro. Isso nos perturba e nos atrapalha. Precisamos levar esses servi-os para fora da cidade, para outras localidades, melhorando a mobilidade urbana. Precisamos pensar a mobilidade com estudos profundos. Te-mos que pensar em solues a longo prazo, que durem mais anos. Qualquer investimento que a prefeitura faa deve ser duradouro. Hoje, ns no pensamos Itaja desse jeito. Ns queremos fazer investimentos para 10, 15 anos. A falta de apro-veitamento pblico, em Itaja, enorme, visvel um desperdcio do dinheiro pblico em nosso municpio.

    Jornal dos Bairros Um projeto seu que con-templa a classe trabalhadora o restaurante popular. Por que ele no saiu do papel?

    Osvaldo Mafra Criamos essa ideia para aju-dar a populao de Itaja a ter um estabelecimen-to que vendesse uma refeio por R$ 2, atenden-do cerca de 2 mil pessoas diariamente. Estamos falando em torno de 500 mil pessoas atendidas por ano no restaurante. Eu trouxe um recurso de em mdia R$ 2 milhes, que estava alocado para a prefeitura fazer o restaurante popular. Demorou para a Caixa Econmica Federal liberar este recur-so, mas ns conseguimos a liberao. Eu estive diversas vezes em Braslia, com recursos prprios, para conseguir a liberao da Caixa. Fizemos os trmites, tudo dentro da legislao, escolhemos uma empresa por meio de edital de licitao, tudo foi homologado. S faltava iniciar as obras, mas o prefeito Jandir Bellini fez algo surpreendente. Ele mandou uma correspondncia ao Ministrio do Desenvolvimento Social cancelando o convnio com eles. Automaticamente, ns perdemos o restaurante popular. Ns tivemos que devolver o recurso. Como estava na conta da prefeitura, na poca tinha rendido uns R$ 3 milhes. Tudo foi devolvido porque o prefeito no quis executar as obras do restaurante. Essa uma das maiores