JNB - Edio 17

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Edio 17 JORNAL NOSSO BAIRRO Segunda quinzena de Dezembro/2012

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  • Joinville - SC 2 quinzena - Dezembro - 2012 - Ano 01 - Edio 17D

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    Boca no Trombone

    Dona de casa, Patrcia Boll de Moreira, adotou a prtica de se-parar o lixo de sua casa h bastante tempo. Porm, segundo ela, h um ms e meio, o caminho da Engepasa, que faz a coleta do lixo reciclvel s quartas-feiras, no tem levado o lixo da moradora. (Leia mais...)

    Compartilhe este exemplar com um amigo - Distribudo em todos os bairros de Joinville

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    Problema com coleta seletiva da Engepasa

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    Municpio registra o segundo maior crescimento na com-parao entre os IPMs no ltimo ano. De todo o ICMS arrecadado pelo Governo do Estado, 25% so repassados aos municpios com base, justamente, no ndice do IPM. (Leia mais...)

    Regio04

    Araquari : geradora de ICMS

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    A estabilidade financeira de um as-salariado passa, necessariamen-te, pelo controle de gastos. Quando se tem uma renda mensal definida exige-se um controle mais cuidado-so das sadas financeiras. Os gastos de uma famlia deveria ser planejado com antecedncia (Leia Mais...)

    Economia06

    hora de controlar os gastos

    GRTIS

    www.jnbonline.com.br

    BAIRRONOSSO

    O jornal da comunidade

    Feliz Natal

    3436-0593 / 9964-3392Rua Santa Catarina, 588 Bairro Floresta

    Procurando por carro?

    Unio que faz o bemTorcida Organizada Unio Tricolor do Joinville

    Esporte Clube adota Cozinha ComunitriaNossa Senhora dos Migrantes e garante

    o Natal das crianas

  • Expediente:

    Gestor Executivo/Jornalista Responsvel:Jacson Carvalho (2452/SRTE-SC)

    Marcos Aurlio CostaExecutivo de ContasEmail: comercial@jnbonline.com.br

    Hudson H. BaptistaExecutivo de ContasEmail: hudson@jnbonline.com.br

    Projeto grfico e diagramao:Jacson Carvalho

    Ilze MoreiraJornalista - Colunista RepercussoEmail: ilze.moreira@gmail.com

    Ariane PereiraJornalista - Colunista FarejandoEmail: farejando@jnbonline.com.br

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    Rozane CamposJornalista - Colunista Esporte/AventuraEmail: esporteaventura@jnbonline.com.br

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    Major CoelhoMajor da PM, Comandante da 2 Companhia de Aviao da PM-SC Colunista PolciaEmail: policia@jnbonline.com.br

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    Camilla GonalvesReprter e Reviso de contedoEmail: jornalismo@jnbonline.com.br

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    WWW.JNBONLINE.COM.BREmail: jnb@jnbonline.com.br

    Fone: (47) 3467-5158 / (47) 9911-1016

    O JORNAL NOSSO BAIRRO publi-cado quinzenalmente e distribudo de-forma gratuita nos bairros de Joinville.Qualquer publicao por parte dos anunciantes e colunistas so de inteira responsabilidade dos que assinam.

    Filiado:

    Edio anterior:

    Mega SaldoNatal 2012

  • JOINVILLE

    Duas organizaes bem dife-rentes esto de mos dadas em Joinville. A Torcida Organizada Unio Tricolor do Joinville Esporte Clube (Jec) que se une para torcer pelo time da maior cidade do Esta-do e apoiar os jogadores, e, do outro lado, esto pessoas voluntrias na Cozinha Comunitria Nossa Senho-ra dos Migrantes, no bairro Jardim Paraso, que se unem para alimentar quase 100 crianas carentes da co-munidade.

    Cansados de serem rotulados como um grupo de pessoas que s busca violncia e confuso, mem-bros da Unio Tricolor decidiram unir foras para ajudar as crian-as da Cozinha Comunitria. Ns queremos mostrar o outro lado da torcida da Unio. o lema da nos-sa torcida mais que uma torcida, uma famlia, diz Wanderlei Mon-teiro de Souza, 39 anos, caldeireiro e conselheiro da Unio. Ele est h 11 anos na torcida e foi o primeiro presidente.

    No ms de outubro, quando se comemora o Dia das Crianas, um dos membros da Unio Tricolor que tambm voluntrio na Cozinha Comunitria recebeu um pedido de socorro da Cozinha Comunitria. Liguei pro Tio do Sindicato que sempre nos ajuda, conta a coorde-nadora da cozinha, Catarina Amaral. Em poucos dias os torcedores conse-guiram arrecadar brinquedos e levar alegria e diverso para as crianas. Foi uma maravilha, essas pessoas que nos ajudam caem do cu sempre na hora certa, diz a coordenadora.

    Conhecendo a realidade da comu-nidade, Wanderlei decidiu que a tor-cida poderia adotar aquela Cozinha Comunitria. Ficamos muito co-movidos com a realidade deles e ns vamos ajudar sempre, afirma. Para o Natal deste ano j esto garantidos os presentes de todos que escreve-ram a cartinha para o Papai Noel, todas as cartas foram adotadas pela Unio Tricolor, por meio da campa-nha Natal Unido mais Divertido. Na sexta-feira (14) foram entregues os presentes conseguidos atravs da campanha, e 200 lanches que tam-bm foram conseguidos atravs de uma parceria com um patrocinador. O que nos comoveu tambm foi o fato de que as crianas esto pedin-do por material escolar, chinelos de dedo, s algumas pediram brinque-dos, relata Wanderlei.

    Cozinha ComunitriaA Cozinha Comunitria Nossa

    Senhora dos Migrantes, no bairro Jardim Paraso, mantida pela Fun-

    dao Padre Luiz Facchini desde que foi concebida, h 17 anos. A coorde-nadora, Catarina Amaral, voluntria h 10 anos. Me sinto bem ajudando os outros, eu fao o que eu posso para ajudar as crianas e as famlias, con-ta. De segunda a sexta-feira a cozinha funciona, e Catarina chega por volta das 7h30, quando iniciam os prepara-tivos do almoo. So trs quilos de feijo, arroz, macarro, carne, bas-tante comida, diz.

    Quem frequenta a Cozinha Co-munitria precisa comprovar renda de at R$200 reais por pessoa que mora na residncia. A anlise fei-ta pelo departamento de Assistncia Social da Fundao Padre Luiz Fac-chini. Recebemos todos os alimen-tos da Fundao, eles que mandam

    pra ns, mas quando precisamos de outras coisas, como brinquedos, por exemplo, conseguimos com pessoas de fora, que fazem doao, e agora a Unio Tricolor vai nos ajudar muito, estamos muito felizes com a parce-ria, conta Catarina.

    Para Leidiane de Oliveira, que est desempregada e com um filho de 1 ano e meio uma ajuda e tanto. A comida muita boa, ns fazemos amizade e ajuda muito porque a ne-cessidade grande, conta. Leidiane comeou a frequentar a cozinha desde quando soube que estava grvida.

    A cozinha atende crianas de 0 a 15 anos, mes que acompanham filhos pequenos e gestantes. Atual-mente, quase 100 crianas almoam na cozinha diariamente.

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    Unio do bemTorcida Organizada Unio Tricolor garante o Natal das crianas da

    Cozinha Comunitria Nossa Senhora dos Migrantes

    Camilla Gonalves

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    jornalismo@jnbonline.com.br Joinville - 2 quinzena - Dezembro - 2012

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  • REGIO

    Uma boa notcia para Araquari: a Secretaria da Fazenda de Santa Catarina publicou no Dirio Oficial do Estado, na tera-feira (04), uma portaria com a verso definitiva do ndice de Participao dos Muni-cpios (IPM) para a distribuio do Imposto sobre Comercializao de Mercadorias e Servios (ICMS) entre as prefeituras catarinenses. Araquari foi a cidade que registrou o segundo maior crescimento na comparao entre os IPMs no lti-mo ano.

    De todo o ICMS arrecadado pelo Governo do Estado, 25% so re-passados aos municpios com base, justamente, no ndice do IPM. Em primeiro lugar, apareceu Ilhota, no Vale do Itaja, que ainda est sentin-do os reflexos da recuperao ps-enchente.

    Araquari, em funo da instala-o de diferentes empreendimentos, e Morro Grande (regio Sul), que registra movimento econmico em funo dos frigorficos de aves, fi-caram em segunda e terceira coloca-o em termos de crescimento, com 17,78% e 16,02%, respectivamente.

    Constitucionalmente, 25% do ICMS arrecadado pelo Estado per-tence aos municpios e, para muitos deles, a parte mais expressiva da receita. O papel da Secretaria da Fa-zenda, no que se refere apurao dos ndices, tem sido, ao longo dos anos, o de fazer com que cada um dos municpios receba de fato aquilo que lhe pertence e esse ano no foi

    diferente, afirma o secretrio da Fa-zenda de Santa Catarina, Nelson Serpa.

    Joinville (9,72%), Itaja (7%) e Blumenau (5,19%) permanecem nas primeiras posies. Comple-tam ainda o ranking das dez cida-des com maior retorno de ICMS: Jaragu do Sul, Florianpolis, So Jos, Chapec, Brusque, Lages e Cricima, respectivamente.

    Araquari : geradora de ICMS

    Joinville - 2 quinzena - Dezembro - 2012 jornalismo@jnbonline.com.br

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    Municpio registra o segundo maior crescimento na comparao entre os IPMs no ltimo ano

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    A todos os nosso clientes, amigos e colaboradores

    FELIZ NATAL!

    Investimentos de R$ 2,12 bi para Portos de SC

    Os portos de Santa Catarina (Ita-ja, Imbituba e So Francisco do Sul) devem receber R$ 2,12 bi-lhes em investimentos da Unio e iniciativa privada at o ano de 2017, estando previstos R$ 1,34 bilhes para os anos de 2014 e 2015 e R$ 781 milhes para os anos de 2016 e 2017. O anncio foi feito na quinta-feira (06) em Braslia, pelo minis-tro chefe da Secretaria de Portos da Presidncia da Repblica, Lenidas Cristino, e pela presidenta Dilma Rousseff, durante o lanamento do Programa de Investimentos em Lo-gstica para Portos, em solenidade no Palcio do Planalto.

    Tambm j esto alocados re-cursos na ordem de R$ 447 milhes para obras de dragagens de manu-teno e aprofundamento nos por-tos catarinenses, por meio do Plano Nacional de Dragagem II, da SEP. Os servios sero licitados em 2013 e, segundo o ministro, com o dife-rencial de que, alm da dragagem dos canais de acesso e bacia de evo-luo, como ocorria anteriormente, esses servios tambm englobaro a

    dragagem dos beros de atracao. Em linhas gerais, o Programa

    de Investimento em Logstica para Portos, prev um novo marco re-gulatrio para os portos brasileiros, fortemente centrado no incentivo iniciativa privada. Cerca de R$ 54,2 bilhes sero aplicados em novos investimentos, arrendamentos e Terminais de Uso Privados (TUPs), sendo R$ 31 bilhes at 2014/2015 e R$ 23,2 bilhes entre 2016/2017. O programa foi implementado por medida provisria, que altera a Lei de Modernizao dos Portos Brasi-leiros, de 1993.

    Ainda esto previstos outros R$ 2,6 bilhes para investimentos em acessos hidrovirios, rodovirios, ferrovirios e em ptios de regula-rizao de trfego nos 18 principais portos pblicos brasileiros, sen-do R$ 1 bilho do Ministrio dos Transportes. O restante, segundo o governo, ser executado pelos es-tados e iniciativa privada. O ob-jetivo aumentar a eficincia e re-duzir os custos do setor, garante a presidenta Dilma. A expectativa do

    governo que essas medidas esti-mulem a modernizao da infra-estrutura porturia e promovam a competitividade da economia.

    Entre as principais medidas tcnicas apresentadas para a re-duo das tarifas e a maior en-trada de participantes no setor porturio esto o fim das diferen-ciaes entre cargas prprias e de terceiros nos terminais o que permitir portos totalmente pri-vados para competir com os por-tos pblicos , a flexibilizao da necessidade de uso dos prticos e um estmulo formao de novos profissionais dessa rea, o Pro-grama Nacional de Dragagem II e a licitao de novos portos, ten-do como princpio o menor valor de tarifa combinado com o maior volume de oferta. Queremos a maior movimentao de cargas possvel, com o menor custo. Porm, precisa ficar claro que o que no queremos e menor tarifa, mas tarifas competitivas e volu-mes expressivos, explica Dilma Rousseff.

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  • Parecia que a hora no passava, olhares de ansiedade atentos para o coordenador e para um dos professores do curso de Bombei-ros, Jackson Seidel. Depois de um ano de curso chegava a hora to esperada, receber a nova farda. Na grande maioria, jovens entre 18 e 24 anos que tem um desejo em co-mum, ser um bombeiro voluntrio.

    Reservar os domingos de um ano inteiro para aprender, se es-forar e dedicar o tempo precioso para fazer o bem. Muitos destes estudam e entre provas e compro-missos com o trabalho, o domingo estava reservado.

    Logo em seguida, depois do recebimento da farda, estes alunos j estavam esperando o momento para atuar. Depois de uma semana eles j estavam fazendo planto. Quem trabalha durante o dia fazia o planto noite e vice-versa. Al-guns j atuaram e puderam mostrar o que aprenderam no curso.

    s vezes penso, ser que ou-

    tros jovens no poderiam seguir este exemplo? Quantos pais no sa-bem mais o que fazer para ocupar a cabea do filho! Entre vdeo game, futebol, estudo, no sobra um tem-po para ele aprender a fazer o bem?

    A realidade que vivemos num tempo de juventude ociosa, e a velha frase perpetua, cabea parada oficina do diabo. Basta ler os noticirios para ver quantos crimes envolvendo jovens acon-tecem todos os dias. Drogas, as-saltos, furtos entre tantas coisas ruins. Acredito que temos que va-lorizar quem ainda se dedica para fazer o bem.

    O que mais me chama ateno que o curso gratuito, a inscrio gratuita e mesmo assim o nmero de alunos inscritos todo ano nem to grande assim em comparao com a populao da cidade. No curso, o aluno se prepara para en-frentar as mais adversas situaes que o bombeiro encontra no dia a dia. Resgate aqutico, combate a

    incndio, resgate de animais e ou-tras situaes.

    No prximo ano mais uma turma iniciar o curso, no site dos Bombeiros Voluntrios j esto

    abertas as inscries. Voc preen-che os dados, participa de uma sele-tiva no incio do ano e logo inicia o curso. Quer mais informaes? Apro-veite a dvida para visitar a institui-

    o e sentir de perto como ser bom passar algum tempo da sua vida se dedicando ao prximo. At a prxi-ma edio, desejo a todos um FE-LIZ NATAL, cheio de paz e amor.

    O exemplo a ser seguido - novos Bombeiros Voluntrios de Joinville

    Juventude de valor

    REALIDADE 05jnb@jnbonline.com.br Joinville - 2 quinzena - Dezembro - 2012Jacson Carvalho

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  • ECONOMIA06economia@jnbonline.com.br Joinville - 2 quinzena - Dezembro - 2012

    Ezequias Anacleto

    A estabilidade financeira de um assalariado passa, neces-sariamente, pelo controle de gas-tos. Quando se tem uma renda mensal definida exige-se um con-trole mais cuidadoso das sadas financeiras.

    Os gastos de uma famlia de-veria ser planejado com antece-dncia, sempre pensando em fa-zer sobrar dinheiro. No entanto, surgem alguns gastos inadiveis como um problema de sade, que exige, automaticamente, a com-pra de medicamento, ou, quem sabe, um conserto de encanamen-to que no se pode adiar.

    O ano est findando e uma boa hora para pensar num ano financeiramente diferente, con-trolando as contas na ponta do lpis ou na planilha do Excel, que tambm vale como ferramenta de controle. Pense num ano com so-bras financeiras, gastando cons-cientemente. O segredo gastar moderadamente e fazer sobrar. Aquilo que sobrar o que ser destinado para o investimento. Logo, falarei sobre opes de in-vestimentos.

    Vamos ao mtodo de controle das Finanas

    Domsticas: A primeira seo a de Gastos

    Fixos, ou seja, so todas contas com valores fixos, onde no se pode reduzir devido ao compro-misso assumido por um perodo. Este tipo de gasto (o Fixo) no deve ultrapassar os 50% da ren-da, perigoso ter mais da meta-

    de da renda comprometida. Fique atento.

    A segunda seo a de Gas-tos Variveis, ou seja, so todas contas com valores variveis, onde pode-se at promover uma reduo mas no a eliminao da conta no curto prazo. Exemplo clssico so as contas de gua e de Energia Eltrica. Podemos at diminuir, mas dificilmente conseguimos eliminar.

    A terceira seo a de Gas-tos Arbitrrios ou Eventuais, ou seja, so as contas no pla-nejadas que por conta do acaso tm que gastar dinheiro. Exem-plos disso so os medicamen-tos. Ningum saudvel compra remdio por comprar, porm a necessidade exige este gasto.

    A rotina mensalTodo incio de ms deve-se

    colocar na ponta do lpis os gastos previstos para o ms. Pense em maneiras de reduzir os gastos variveis, eliminar gastos eventuais como compras desnecessrias, tente diminuir os passeios, gastos com restau-rantes e outros.

    Em 2013, voc ter uma gran-de oportunidade de comear di-ferente. Pense com carinho no seu dinheiro. Afinal, cuidar do seu dinheiro de sua responsa-bilidade, somente sua.

    Tome conta de seu dinheiro, que um dia seu dinheiro tomar conta de voc (A.D.).

    O oramento domstico o primeiro passo para o sucesso financeiro

    hora de controlar os gastos

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  • POLTICA 07politica@jnbonline.com.br Joinville - 2 quinzena - Dezembro - 2012

    Jeferson Corra

    Frase

    A verdade que no h verdade. Pablo Neruda, poeta chileno.

    Vereador por seis mandatos e se encaminhando para o stimo, Odir Nunes (PSD) est h 20 anos na Cmara de Verea-dores. Nestes ltimos dois anos (2011/2012) assumiu o cargo de presidente do legislativo joinvi-lense. Ao assumir a funo, Nu-nes revelou-se um administrador e reforou ainda mais perfil po-ltico ao afinar o discurso com o prefeito Carlito Merss, que antes no economizava crticas. Nas eleies municipais, Nunes so-freu retaliao do prprio partido por no apoiar a candidatura de Kennedy Nunes no primeiro tur-no.

    Prestes a entregar o cargo de presidente, entrevistei Odir Nu-nes em seu gabinete para fazer o balano do mandato. Ele abusou das frases feitas, mas no fugiu das perguntas mais picantes.

    Qual foi a marca da sua gesto frente da Cmara?Odir Nunes: Busquei a eficin-

    cia na gesto. Foi dado metas, encaixei os funcionrios tcnicos nos cargos de confiana. Entrego o cargo com uma Cmara mais transparente. Fiz a distribuio das economias para entidades as-sistenciais. Isso transparncia. O papel da Cmara unir as en-

    tidades e lutar pelos interesses da cidade.

    Antes de assumir a presidn-cia, o senhor criticava o gover-no do prefeito Carlito Merss, mas depois mudou de postura. Por qu?Odir Nunes: O presidente da Cmara tem que se portar como um magistrado. Sempre fiz uma oposio experiente. Como pre-sidente, sofri presso do meu partido para no dar andamento nos projetos da prefeitura, mas nunca cedi. Foi o caso da apro-vao dos 14 milhes de reais para o Ipreville. Pela experin-cia que tenho como vereador, no compactuo com a mxima quanto pior melhor.

    Aproveitando o assunto de oposio, o senhor teve pro-blemas na campanha por no apoiar Kennedy Nunes, do seu partido?Odir Nunes: Sempre falei para os apoiadores da minha campa-nha: uma coisa saber tocar arpa e outra tocar a prefeitu-ra (Kennedy toca arpa). Tive problemas por no sugerir o candidato a prefeito nos meus panfletos. O partido no me ajudou financeiramente e qua-

    se fiquei sem a exibio na TV.Na presidncia da Cmara, o senhor tem perfil de detalhis-ta. Concorda com isso?Odir Nunes: Pequenos detalhes fazem a diferena. Eu gosto de cuidar dos detalhes. As pessoas no veem o macro, veem o mi-cro. Tenho olho de guia. Tornei a Cmara mais moderna. Cria-mos a Escola do Legislativo. O que pblico no deve ser es-condido. Em breve, teremos os sistemas de controle de fluxo de pessoas (colocao de catraca). Estamos em fase de licitao para contratao da empresa que vai instalar os equipamentos.

    O senhor continua concordan-do com a permanncia de 19 vereadores ao invs de 25?Odir Nunes: Dezenove est

    bem representado. Acredito que quantidade no sinnimo de eficincia. O vereador que no produziu, a sociedade expurgou.

    Quem ser o novo presidente da Cmara de vereadores?Odir Nunes: No estou me ma-nifestando sobre este assunto. Mas deixo uma mensagem que li em algum lugar: Comear para todos, continuar para al-guns e vencer para os heris.

    Prestes a entregar o cargo de presidente da Cmara, vereador fala do mandato e campanha eleitoral

    A lngua solta de Odir Nunes

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    Entrevista exclusiva

  • Os feriados de final de ano e a proximidade das frias escolares aumentam o nmero de veculos nas rodovias de todo o Pas e a Polcia Rodoviria Federal (PRF) comea a plane-jar as estratgias para o perodo festivo e de frias. Um dos pri-meiros pontos ser o reforo do policiamento em trechos crticos das estradas. Nesta poca, a PRF trabalha com todo o seu efetivo, suspendendo frias e com escalas de reforo extraordinrias, diz o Assessor de Imprensa da PRF, inspetor Fabiano Moreno.

    Segundo ele, nesses perodos, as pessoas acabam abusando do lcool e a imprudncia aumenta. Por isso, a Lei Seca ser um dos principais instrumentos de fisca-lizao. Sem dvida a chamada Lei Seca uma das principais armas da PRF na reduo de aci-dentes.

    O inspetor lembrou que o mo-torista alcoolizado se envolve em acidentes mais graves, por isso a fiscalizao ser rigorosa. Ele disse que o condutor que apre-sentar sinais de embriaguez e se negar a fazer o teste do bafme-tro ter a carteira suspensa por um ano e estar sujeito multa de R$ 957.

    Fabiano Moreno disse tambm que os motoristas que pretendem pegar a estrada nos dias de festa no podem esquecer os cuidados com o carro, mas o principal sa-ber se tm condio fsica e psi-colgica para fazer a viagem.

    Ele lembrou que a negligncia, a imprudncia e a impercia do condutor so as maiores causas de

    acidentes. No checar o veculo e os equipamentos de segurana; fazer manobras e ultrapassagens em locais proibidos; dirigir em excesso de velocidade e sem co-nhecer as rodovias podem trazer consequncias graves. O fator humano o que mais contribui para os acidentes.

    O inspetor tambm alerta para o perigo de dirigir noite. Segun-do ele, embora a maioria dos aci-dentes acontea de dia, noite os casos so mais graves, com maior nmero de mortos e mais demora no socorro. O motorista tende a se exceder na velocidade. noite o motorista v a rodovia em par-celas, s at onde o farol ilumina e seu tempo de reao menor. H tambm o fator cansao.

    Segundo o inspetor, nas rodo-vias mais movimentadas que le-

    vam ao litoral, nas reas urbanas e em regies de serra com muitas curvas, a ateno deve ser dobra-da. Trecho perigoso aquele em que o motorista superestima a sua capacidade de dirigir e subestima as adversidades. Quando o moto-rista baixa a ateno, ele torna o trecho perigoso.

    O inspetor recomenda que an-tes de viajar o motorista se infor-me sobre o destino, as condies de tempo, a expectativa de sada de veculos, verifique onde h postos de apoio e anote tambm os nmeros de emergncia da re-gio. O telefone de emergncia da PRF 191, a ligao pode ser feita de celular e gratuita. Em vrios estados a PRF tem o Twitter, cujo endereo sempre @prf191 mais a sigla do estado. [ ABN NEWS ]

    VECULOS2 quinzena - Dezembro - 2012 Joinville - jornalismo@jnbonline.com.br

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    PRF alerta motoristas que vo viajar

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  • POLCIApolicia@jnbonline.com.br Joinville - 2 quinzena - Dezembro - 2012

    Em nosso artigo da edio an-terior falamos algumas coisas a respeito do sistema prisional. Mas, qual seria a soluo? Na verdade, um tema que possui vrias vertentes ideolgicas, po-rm devemos lembrar-nos de nos-sa Constituio, que prev que o sistema prisional deve ter a capa-cidade de reinserir os apenados sociedade em condies de serem absorvidos pelo mercado formal de trabalho, pois, consideram a criminalidade consequncia da falta de oportunidade, e que se o estado propiciar tais condies o cidado no voltaria a cometer crimes.

    No h como negarmos que, em alguns casos seria sim poss-vel, mas em sua grande maioria esta afirmativa no possvel, e por isto no podemos vitimizar o criminoso e criminalizar a socie-dade. E isto vem se tornando um discurso costumeiro.

    Alis, vitimizar empobrecer qualquer discusso em qualquer rea. Temos que compreender a natureza humana e como ela se comporta de acordo como o seu meio. Inclusive alguns tericos afirmam com assertividade que o homem influenciado pelo meio e que a exceo no regra. Po-rm, esta exceo deve sim ser exemplo para verificar quais fa-tores levaram a ele ser diferente dos demais e, em virtude disto, adotar medidas pblicas para que se transforme a exceo em rotina. Um exemplo disto so jo-vens que tm origem em famlias humildes, moradores de reas de risco e se tornam pessoas bem su-cedias.

    E, voltando aos presdios; em uma matria apresentada em uma emissora de televiso, sobre pre-sos que, alm das roupas listra-das de branco e preto, usavam cuecas e meias cor de rosa nos Estados Unidos no estado do Ari-zona, que est instalada em uma rea desertificada, os apenados dormiam em barracas, refeies controladas, sem direito a visitas ntimas, sem televiso, onde era proibido fumar e efetuavam tra-balhos acorrentados. O reprter perguntou ao administrador: O senhor no acha desumano eles estarem nessas condies? E o diretor respondeu: Um soldado do exrcito americano correto, que defende a ptria e a demo-cracia, vive em tempos de guerra no front em situaes piores que esta. Porque eles teriam direito a tratamento diferente? Se quise-

    rem conforto, que voltem a serem cidados.

    Quem um cidado, que cum-pre com a suas obrigaes respei-tando regras, aprova a afirmativa como aprovei. bom lembrar que o presdio administrado pelo Xerife que eleito e, neste caso, ele foi por cinco vezes eleito, ou seja, sempre obtendo aprovao da sua comunidade.

    O discurso vitimizando o cri-minoso , sem dvida, pelo me-nos para muitos dos brasileiros, um absurdo, pois querem dar a um criminoso tratamento melhor do que dado ao cidado. O ci-dado deve ter em mente que ao cometer um delito ser punido e cumprir a pena. Isto no ocorre no Brasil.

    Em primeiro lugar, deve o es-tado brasileiro levantar qual o dficit carcerrio e providenciar sua readequao, porm no a simples retirada dos que l es-to que ir resolver o problema, como defendem muito juristas.

    Senhores leitores, que tm seus filhos em escolas pblicas e privadas, analisem e respondam de qual escola estou falando e va-mos ver se acertam? Bem, falo de um local onde possuem salas de aula adequadas para quantidade de alunos, possuindo ginsio de esportes coberto para vrias mo-dalidades, uma rea de lazer, um local para trabalhos manuais, tea-tro ao ar livre (do tipo da Grcia antiga), enfermaria. E a, os se-nhores tem alguma ideia? Existe algum assim em Joinville? Teria uma estrutura destas nos planos de governo dos candidatos a pre-feito ou do nosso governo do es-

    tado? Acham que no? Pois bem, senhores, existe sim, um local como este aqui mesmo, em Joinville. E no uma escola, uma unidade prisional que est sendo construda na rea rural de Joinville, prxima Rodovia do Arroz! Se no me falha a me-mria, pelas caractersticas, ser para menores. Pois bem, nossos filhos o meu, o seu, no possuem estruturas como esta, porm se ele cometer um delito a ter? Que inverso de valores esta? No quero com isto dizer que isto no seria o correto, porm, o Estado abandonar o cidado e abraar o apenado? No posso concordar. Seria dizer aos jo-vens, aos infratores e crimino-sos o seguinte: Cometam cri-mes, se organizem e o estado lhe dar tudo que tens direito!

    A cada dia que passa, senhor leitor, estamos mais e mais re-fns daquele que comete cri-mes. Eles possuem, na verdade, mesmo com todas as precarie-dades das prises brasileiras, mais direitos que ns, caro leitor. Vivemos em um tempo de impunidades, onde eu no queria, mas, infelizmente, de-terminados crimes compensam. Enquanto senhores de idade tra-balham a varrer ruas, limpam esgotos e ganham um salrio m-nimo, isto no desumano, mas, colocar um preso a fazer tais ser-vios desumano, humilhante, ofende a dignidade humana?

    No h como negarmos que Ordem e Progresso so afirma-tivas que deixaram a muito de existir em nossa bandeira na-cional.

    Major Coelho

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  • ESPORTE/AVENTURA

    Uma aventura radical e gelada, esse o tema deste esporte, pra-ticado nas encostas mais inclinadas e pouco exploradas do mundo. Riscar a neve e explorar a tcnica do Sk ou do Snowboard em uma situao perigosssima faz parte da prtica do Heliski.

    Para a prtica desta modalidade preciso muita coragem para despen-car em neves novas dos mais altos cumes nevados, alm disso, o uso de um ski e um helicptero so essn-cias.

    O Heliski , sem dvida, o mais extremo dos esportes brancos, para quem busca curtir a natureza e a neve em seu estado bruto. Um helicpte-ro leva os aventureiros a cumes de lugares praticamente inexplorados e aptos para realizar descidas por neve virgem. O relevo das montanhas pos-

    sui obstculos naturais que proporcio-nam uma emoo sem limites.

    Este esporte no novo, j pra-ticado h uns 40 anos no Canad, Estados Unidos e Europa, e h pou-co tempo no Chile e Argentina. Mas cada vez mais pessoas esto atrs de arriscar-se nesta aventura. No Canad o heliski mais popular, com 90% do mercado mundial de esportistas.

    A equipe composta pelo pilo-to do helicptero e por um guia de montanha profissional e devidamente qualificado, que orienta os esportis-tas sobre os procedimentos no caso de avalanches e define o percurso a ser percorrido para evitar reas com geleiras, fendas ou outros tipos de pe-rigo.

    fundamental que se tenha expe-rincia em esporte de neve. O esporte exige um domnio bastante elevado

    do Sk e uma boa familiaridade com o equipamento e as tcnicas do espor-te. Tambm preciso estar em boa condio fsica, devido aos efeitos da altitude, a dificuldade da descida e a extenso do percurso. Para quem cur-te o frio e a neve essa , sem dvida, uma super aventura radical.

    2 quinzena - Dezembro - 2012 Joinville - esporteaventura@jnbonline.com.br

    Rozane Campos

    Esporte praticado h mais de 40 anos no Canad, EUA e Europa

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    HeliSki

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  • ESPORTE 11esporte@jnbonline.com.br Joinville - 2 quinzena - Dezembro - 2012Marcelo Santos

    Mais informaes ligue agora mesmo!

    Na tera-feira (11), o Con-selho Estadual do Esporte (CED) divulgou as datas dos 53s Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc) em Joinville. Anfitri em 1963, 69, 86 e 92, a maior cidade do Estado rece-ber a competio poliesportiva pela quinta vez de 20 a 30 de novembro de 2013.

    Em 2012, os Jasc ocorreram

    em Caador/SC e injetaram mais de R$6 milhes na econo-mia do municpio sede. No to-tal, foram 4,5 mil atletas e quase 7 mil envolvidos disputando os 47 trofus durante os 11 dias de disputa. No tenho dvidas que Joinville realizar o melhor Jasc da histria, resumiu Jorge Luis do Nascimento, presidente da Fundao de Esportes, Lazer

    e Eventos de Joinville (Felej).Alm de sediar a competio,

    Joinville estar na luta pelo tro-fu geral dos Jasc, ttulo que no conquista desde 93. O trabalho de base vem sendo feito e os resultados foram conquistados. Esperamos conquistar o ttulo em casa assim como em 92, completou o dirigente. [Gabriel Fronzi]

    APARTAMENTOS A PARTIR DE R$ 85 MIL

    Datas definidas para a 53 edio do Jasc

    em Joinville

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  • O aniversrio de Jesus, nascido h 2012 anos, vi-veu como homem por 33 anos e cumprindo seu propsito na terra foi crucificado e morto e, ao terceiro dia, ressuscitou para alegria de toda humanida-de. O Natal para comemorar a vida dada por Deus a todos ns, atravs do seu filho nico, Jesus.

    Mas o comrcio tomou con-ta deste momento to especial para reflexo sobre a vida e o nascimento de Jesus Cristo. Dentro deste esprito comercial de Natal onde as pessoas j es-to h muitos dias correndo nas lojas atrs de presentes para si e para os filhos, pais, amigos, patres, amigos secretos e no secretos, quero aqui, escrever sobre o meu desejo do presen-te que gostaria de ganhar neste Natal comercial.

    Peo a Deus um presente es-pecial para os que sofrem com a misria, o abandono, o des-caso, o rfo, a viva e os que esto margem da negligncia total. Meu presente para as pessoas que precisam de um atendimento mdico de emer-

    gncia mais rpido, eficiente e humanizado. para aqueles que esto nas filas h pelo me-nos dois anos esperando para serem operados.

    Meu presente para as crian-as que nascem em lares des-trudos, sem estrutura de amor, que acabam sendo maltratadas porque os pais esto sem con-dies emocionais para cuidar delas. Meu presente para os idosos que so tratados com desrespeito pela famlia e so-frem maus tratos de todos os nveis.

    Meu presente para os jo-vens que sem perspectivas de futuro por causa da falta de oportunidades se metem nas drogas, viram moradores de rua, viram criminosos e se perdem na estrada dos anos de vida e nunca podero ser um profissional, um pai ou uma me de famlia.

    Meu presente para todos que se perderam por algum mo-tivo e no tiveram foras para voltar e recomear. Pelos fra-cos que no enxergaram uma sada para o que estavam vi-vendo. Meu presente para os

    oprimidos e desajustados que sofrem sem saber por que, nem sabendo o motivo da dor na alma, mas sentem dio, revol-ta e se isolam da vida, achando que a morte o melhor e vo para o suicdio como fim do so-frimento.

    Gostaria de poder oferecer para todas essas pessoas a paz, a alegria, o conforto, consolo e a esperana diria. Mesmo que o dia esteja mal, que sintam a paz que acalma e fortalece.

    Eu no tenho isso para dar a ningum. Nem a mim mesma, mas eu sei quem pode dar, quem tem em abundncia e sente pra-zer em fazer as pessoas felizes. Essa pessoa DEUS, com to-das as letras posso afirmar que neste Natal, eu desejo que Deus more no corao de cada um dos meus amigos, e no corao de todas as pessoas. Isso far a diferena todos os dias, no s no Natal, mas nos dias de todos os anos. Este o meu presente pra voc. Uma orao a Deus, para que os dias futuros sejam melhores, mais humanos e me-nos violentos. Feliz Natal e um Ano Novo recheado de paz.

    REPERCUSSO

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  • 15

    Eu Respondo

    No temos reclamao dessa

    rua, afirma gerente

    A equipe de jornalismo do JOR-NAL NOSSO BAIRRO entrou em contato com a administrao da em-presa Engepasa Ambiental, gerente Luiz Antonio Weinand. Segundo ele, no mesmo dia em que relatamos o problema, uma equipe foi envia-da para a Rua Rudinei Vieira, onde mora a reclamante, para fazer en-trevista com os moradores, a fim de

    saber sobre a eficincia do servio prestado pela empresa. No enten-do porque existe essa reclamao se 12 moradores dessa rua foram entre-vistados e responderam que no tm problema com a coleta de lixo reci-clvel, conta o gerente.

    Segundo ele, o que acontece fre-quentemente catador de papelo e latinha que vasculha os sacos de lixo antes de chegar o caminho da Engepasa. Mas mesmo assim nos-sos funcionrios levam os sacos que estiverem em frente s casas, mesmo que abertos, explica. Weinand conta que acontecem casos de funcionrios que so demitidos e no devolvem o uniforme para a Engepasa, e com esse mesmo uniforme vo trabalhar

    em caminho para coletar resduos reciclveis das residncias e vender. Talvez isso tambm pode ter acon-tecido, justifica. Qualquer reclama-o sobre os servios prestados pela Engepasa Ambiental, o telefone para contato 3436-8090.

    A Reciclagem do Lixo compreen-de uma srie de atividades de coleta, separao ou processamento de ma-teriais que se tornariam lixo. Com a reciclagem, esses materiais podem ser usados como matria prima na manufatura de novos produtos. O principal objetivo dos processos de reciclagem a reintegrao dos re-sduos slidos no ciclo de produo e consumo, pelo princpio dos 3 Rs: Reduzir, Reutilizar, Reciclar.

    Nome: Luiz Antonio WeinandFuno: Gerente Engepasa Ambiental

    Dona de casa, Patrcia Boll de Moreira, adotou a pr-tica de separar o lixo de sua casa h bastante tempo. Est sempre atenta aos dias corretos de coleta do lixo reciclvel e j instruiu a filha mais velha, de nove anos de idade a ajud-la na separao e organizao dos resduos.

    Porm, segundo ela, h um ms e meio, desde que voltou a morar no bairro Itaum, na Rua Rudinei Vieira, o caminho da Engepasa, que faz a coleta do lixo reciclvel s quartas-

    feiras, no tem levado o lixo da moradora. Os funcionrios vm at o lixo e reviram tudo, abrem os sacos de lixo e no levam nada, conta. A morado-ra suspeita que os funcionrios levam somente o que querem, como latinhas de alumnio, por exemplo, que sempre so sele-cionadas e coletadas por eles.

    complicado porque eu ar-mazeno o lixo dentro da minha casa, porque eles s vm nas quartas, e quando eu coloco ali na frente eles no levam, se for assim eu vou parar de separar o meu lixo, relata a morado-ra. Patrcia conta que sua filha

    de nove anos tambm pergun-ta pra ela o motivo de os sacos de lixo continuarem no porto de casa no dia seguinte. Eu incentivo e ensino meus filhos pra reciclarem tudo o que pude-rem, mas at eles esto vendo que o trabalho deles em vo, lamenta.

    Alm disso, Patrcia j ten-tou entrar em contato com a empresa Engepasa e, segundo ela, nunca conseguiu conversar com algum responsvel. Eles me deixam esperando, eu fico ouvindo uma musiquinha e de-pois de alguns minutos a liga-o cai, a eu desisto, explica.

    Eu Reclamo

    Problema com coleta seletiva da Engepasa

    Nome: Patrcia Boll MoreiraProfisso: Dona de casaBairro: Itaum

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    BOCA NO TROMBONEEnvie sua sugesto de matria para jornalismo@jnbonline.com.br

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    estimao e seus proprietrios vo mui-to alm da boa alimentao e dos cari-nhos dirios. Estas relaes tornaram-se verdadeiros laos de famlia, onde os animais saram dos quintais e passaram a frequentar o interior de nossos lares, dividindo com nossa famlia os espaos no sof da sala, na nossa cama, em nosso carro e at mesmo na mesa de jantar.

    Aps iniciado tal processo de ver-ticalizao das cidades, este convvio mais prximo de ns torna-se certo e inevitvel. Assim sendo, temos o dever e o direito de proporcionar para toda esta famlia uma qualidade de vida adequa-damente saudvel.

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    Conheo algumas pessoas que, quando chega o fim do ano, esquecem que tm bicho de estimao e viajam sem cuidar para que o animal fique num lu-gar tranquilo e seguro. Se voc uma dessas pessoas, no faa isso! Os cachorros, gatos e outros bichos domesticados pelo ho-mem j deixaram seus instintos de sobrevivncia naturais no pas-sado. Principalmente no caso dos cachorros, eles vo sentir muito a sua falta e sofrer por isso, porque eles no entendem onde voc est indo e pensam at que voc os est aban-donando.

    O ideal deixar o bicho com uma pessoa e em um a m b i e n t e ao qual ele j esteja acos tuma-do, mas, se no hou-ver essa opo deixe-o num hotelzinho de confiana. Jamais o deixe sozinho em casa

    com um monte de rao e gua achando que ele saber dividir as pores! Ele vai comer tudo no primeiro dia, podendo at passar mal, e vai ficar com fome nos dias seguintes.

    PreparaoSe voc nunca se separou do

    seu animal para viajar, as prin-cipais dicas so: leve-o ao local vrias vezes antes e v se ausen-tando cada vez por mais tempo, para que ele fique acostumado. Quando deix-lo no hotel ou casa d e a m i g o s , d e i x e

    vrios brinquedos favoritos. No esquea de levar uma pea de roupa com o seu cheiro: vai dei-x-lo muito menos ansioso. Isso tambm vale para os gatos!

    CautelaEscolha o lugar com muito cri-

    trio, para que sua viagem tam-bm seja tranquila e voc no precise ficar se preocupando com o seu bichinho. E, no menos im-portante, o animal deve ser trata-do como um fugitivo em poten-cial, pois como ele estar em um lugar diferente e longe de voc,

    pode tentar fugir. Vigilncia constante previne fugas, mas uma plaquinha de identifi-cao tambm no uma m ideia.

    Com tudo isso feito, faa suas malas e aproveite!

    Agradecemos a todos nossos clientes pelaparceria e desejamos um Feliz Natal e um Ano Novo de muita paz e prosperidade! No deixe seu amigo em qualquer lugar!

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  • EMPREGOemprego@jnbonline.com.br Joinville - 2 quinzena - Dezembro - 2012Rosangela Chiodini

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    Se diferenciar no mercado competi-tivo do trabalho no tarefa fcil. Impressionar positivamente na entre-vista de emprego requer alguma habi-lidade, e acima de tudo a tranquilidade necessria para falar com propriedade.

    A entrevista, sem dvida, o momento mais tenso para quem pro-cura por uma oportunidade de traba-lho ou recolocao. A impresso que o entrevistador vai ter do profissional durante a conversa pode determinar a continuidade do processo para a vaga to desejada. interessante se ter em mente um roteiro com dicas para faci-litar todo o processo.

    Cada consultoria ou empresa possui um ritmo prprio de avaliao e questionamentos que sero feitos para determinar os potenciais can-didatos, de acordo com a cultura da empresa e requisitos tcnicos e com-portamentais esperados do futuro colaborador.

    DICAS:

    1) Nunca se coloque na condi-o de vtima do sistema; voc no um DESEMPREGADO, voc um PROFISSIONAL EM BUSCA DE NOVAS OPORTUNIDADES. Essa postura faz com que sua apresentao passe uma energia mais positiva, mais confiante.

    2) Busque informaes sobre a empresa que voc tem interesse, co-nhea seu modelo de gesto. Pense: eu combino com essa empresa?. Muitos profissionais arrependem-se depois de ter trabalhado alguns meses, pedem demisso e incorrem no mes-mo erro diversas vezes, criando uma instabilidade que no bem vista pelo mercado de trabalho. Logicamente algumas situaes requerem maior ur-gncia na manuteno da famlia, mas

    isso no pode acontecer a cada quatro ou cinco meses. Buscar novas experi-ncias profissionais no significa brin-car com sua carreira profissional.

    3) Pegue um papel e liste seus pontos fortes e fracos, mantenha-os em mente, avalie-os com cuidado. Se voc for questionado nesse sentido, no necessrio que voc mencio-ne o fato, por exemplo, de voc ser algumas vezes um pouco desorgani-zado, mas pode honestamente dizer que procura manter-se organizado agendando todos os procedimentos de maneira descritiva.

    4) Procure usar roupas bem cuidadas. No necessrio roupas de marca, o importante que sejam confortveis, discretas e bem passa-das. No caso das mulheres, cuidado com os excessos, como maquiagem muito carregada, saias curtas ou de-cotes ousados. Para os homens, cala-do adequado, uso de calas e camisas em cores discretas. No recomen-dvel o uso de bons, bermudes e chinelos, que do um ar descon-trado demais. Afinal voc no est de frias, mas procura de trabalho. Sobriedade a essncia do sucesso nesse caso.

    5) Apresente-se para a entrevista com alguns minutos de antecedncia. Em mdia 10 a 15 minutos, causam uma tima impresso porque de-monstra interesse e responsabilidade. voc que est sendo avaliado, no a empresa. Confira o trajeto at a em-presa e calcule o tempo necessrio para no haver atrasos. Justificativas como a do trnsito complicado, no so interessantes na sua avaliao.

    6) Quando apresentar-se para a entrevista evite termos como queri-da ou meu bem, pois transmitem uma falsa impresso de intimidade.

    7) Deixe chicletes, balas e cigar-

    ro em casa.8) O celular dever ser DESLI-

    GADO antes da entrevista. 9) interessante saber o nome de

    quem vai entrevist-lo. 10) Mostre autoconfiana e entu-

    siasmo. Pense antes de responder. 11) Grias so terminantemente

    proibidas.12) No minta em nenhuma hi-

    ptese, porque em geral o entrevis-tador descobre... Seja voc mesmo, porque autenticidade sempre rende bons frutos.

    13) Se perguntarem algo que voc no sabe, seja sincero e diga que ficou curioso e vai procurar se informar.

    14) Jamais fale mal de empre-sas anteriores.

    15) Deixe o selecionador men-cionar salrio e benefcios. No necessrio perguntar. Se houver qual-quer dvida, depois de passadas essas informaes, voc poder comentar se acha aceitvel ou no. No interrompa o entrevistador.

    16) Pergunte quais so as res-ponsabilidades e metas do cargo e se houver alguma atividade que voc no estiver apto, diga que far um cur-so se precisar para atualizar-se. Apro-veite, em seguida, para explicar por-que suas qualificaes se encaixam no perfil da vaga.

    O importante voc estar pre-parado emocionalmente para uma jornada diria de buscas. Pense nessa procura como seu emprego, trace me-tas, defina horrios para enviar curr-culos ou ir s consultorias. Mantenha seu currculo sempre atualizado. Com esses cuidados voc certamente encontrar aquele emprego que tanto almeja. Vai ser fcil? Com certeza no, mas voc estar, com certeza, mais preparado.

    Dicas para uma boa entrevista

    Preparado para enfrentar o mercado de trabalho?

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    A equipe do JNB deseja a voc muita paz, sade e amorneste Natal!

    Feliz Natal e um Ano Novo cheio de esperana!

  • Joinville - 2 quinzena - Dezembro - 2012 turismo@jnbonline.com.br

    18 TURISMOElaine Cristina Borges Scalabrini

    As frias esto chegando e hora de se programar. Alguns optam por viagens longas, mas outros, por dife-rentes condies, precisam fazer viagens mais curtas. Se este o seu caso, j pensou em focar seu passeio na re-gio norte de Santa Catarina, onde Joinville est localiza-da?

    Em um dia ou em um fi-nal de semana voc aproveita e conhece paisagens da serra e do mar, pois num raio de 100 quilmetros possvel ir das montanhas s praias. A re-gio turstica conhecida como Caminho dos Prncipes ri-qussima em belezas naturais.

    Comeando pela regio da serra que belssima, no deixe de visitar as cidades de Campo Alegre e So Bento do Sul. A primeira aconchegan-te e tem restaurantes com co-

    mida caseira, a segunda tem uma beleza mpar, no deixe de subir as escadarias da igre-ja central para ter uma bela vista da cidade. O interessan-te passar uma noite num dos hotis fazenda da regio.

    J descendo a serra pos-svel conhecer um pouco da rea rural de Joinville, algu-mas propriedades esto pre-paradas para receber turistas, aproveite para degustar as de-lcias da culinria germnica.

    No centro da cidade co-nhea a Rua das Palmeiras, viva um dia de turista e leia a histria do local nas placas afixadas; em frente o Museu da Imigrao conta a histria de Joinville e de seus imi-grantes.

    O roteiro das praias me-rece uma coluna especfica, mas vamos dar uma pitada do que se tem para fazer. Pri-

    meiro aproveite Barra do Sul para um mergulho refrescan-te e para degustar um cama-ro a beira mar. Seguindo em frente, voc precisa conhe-cer o centro histrico de So Francisco do Sul, considerada uma das mais antigas cidades do pas e ainda preserva os casarios histricos. Se voc gosta mesmo de praia, pode-r mergulhar e tomar um sol em Enseada, Ubatuba, entre outras.

    Gostaria de destacar que a coluna de hoje servir para deixar um gostinho para que vocs leiam as prximas. Hoje dei uma rpida ideia do que se tem pela regio, a par-tir da outra edio detalharei cada um dos atrativos que temos por aqui. Voc ficar encantado e ver quanta coisa podemos descobrir sem preci-sar ir to longe!

    As belezas do norte catarinense

    Praia da Boca da Barra em Balnerio Barra do Sul

    Pr do sol na praia da Enseada em So Francisco do Sul

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  • Envie sua foto para jnb@jnbonline.com.br Joinville - 2 quinzena - Dezembro - 2012

    Rol...

    Servimos buffet de segunda a sbado das 11h s 15h

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    Reservas e tele-entrega

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  • Venha conhecer a mais nova academia do floresta

    Em frente Caixa Econmica Federal

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    Rua: Santa Catarina 557 Floresta - Joinville3804 0564 / 3804 0524

  • 21

    O vero uma das estaes mais esperadas do ano e, para evitar problemas com a sua sade, impor-tante ficar atento com a alimentao, ingerindo alimentos com baixas calo-rias e evitando os gordurosos.

    Nos dias quentes, em consequn-cia da elevao da temperatura cor-poral e transpirao excessiva, nosso corpo acaba tendo uma maior perda de lquidos e minerais, por isso a im-portncia de aumentar e ingesto de lquidos.

    No espere sentir sede para ingerir gua, pois um sinal de que o orga-nismo est precisando de reposio hdrica. Quando as perdas so maio-res do que a reposio o organismo desidrata ocasionando danos sade, e, em casos extremos, pode ser fatal.

    Dicas para manter-se sempre hidratado:

    - Beber gua com frequncia, em pequenos volumes e sempre fresca. Andar com uma garrafinha de gua uma boa estratgia.

    - Aumentar o consumo de frutas e legumes frescos: estes alimentos so ricos em gua, minerais e eletrlitos, importantes para manter a hidratao por mais tempo. Sucos mais elabo-rados so uma tima opo, crie e prepare sucos diversos: abacaxi com hortel, melancia com limo, laranja com maracuj, laranja com cenoura, limo com gengibre e couve com li-mo so boas combinaes.

    - Beber gua de coco: esta uma tima maneira de manter a hidratao em dias muito quentes, pois a com-posio qumica da gua de coco a mais prxima da composio dos l-quidos corporais, mantendo tambm a boa hidratao das clulas.

    - Aproveite o calor para consumir vegetais crus, forma na qual preser-vam a maior quantidade de nutrientes.

    Alimentos que devem ser privilegiados

    - Os alimentos que devem ser privilegiados no vero so as frutas, verduras e legumes, pois so timas fontes de vitaminas, minerais e fibras, alm de serem alimentos refrescantes que combinam com a alta temperatu-

    ra do vero. Abuse das folhas ver-des e legumes - de preferncia crus. Cuidado com o tempero das saladas. Evite molhos prontos e maionese, substitua-os por azeite, limo, vinagre e molhos base de iogurte.

    - Os cereais integrais tambm so boas opes para o vero j que combinam com saladas e pratos frios em geral. Na hora de comprar, opte pelos pes, cereais matinais e arroz integrais no lugar de doces, massas e arroz branco.

    - As carnes magras so as mais in-dicadas para esta poca, pois so mais facilmente digeridas evitando descon-fortos, alm de serem mais saudveis. Opte pelas carnes brancas de aves, peixes, e cortes de carne vermelha magra.

    - As sobremesas mais refrescantes so as melhores opes para o vero: opte sempre por frutas ou doces base de frutas, tais como: sorvetes de frutas no palito, compotas geladas ou saladas de frutas etc.

    Alimentos que devem ser evitados

    - Evite os molhos base de maio-nese e creme de leite, ricos em gordu-ras e calorias, e prefira molhos base de iogurte para saladas e tomate para massas, por exemplo. As gorduras vegetais, como azeite, leo de giras-sol, canola e soja podem ser utiliza-dos, pois so mais saudveis do que as gorduras de origem animal.

    - Retire a pele das carnes de aves, evite a carne de porco, embutidos e carnes vermelhas gordas como a picanha e maminha.

    - Substitua as frituras, que no combinam com o clima quente do vero, por grelhados, assados e co-zidos.

    - Cuidado com os petiscos salgados muito consumidos nos aperitivos, tais como: amendoim e castanhas, salgadinhos, embutidos e queijos amarelos. Estes alimentos retm lquidos, deixando um aspecto de inchao no corpo. Eles tambm contm bastante sdio, gordura e so bastante calricos.

    No vero, manter uma dieta equili-brada um desafio, por isso procure deixar a alimentao mais saudvel substituindo alguns alimentos, dando preferncia aos alimentos frios, crus ou gelados; abuse das saladas, frutas e sucos e fique longe das feijoadas, chocolates, sufls e frituras.

    Lembre-se tambm destas dicas:

    - Consuma carboidrato em 60% das refeies do dia, pois gera ener-gia e ativa o metabolismo;

    - Faa entre cinco e seis refeies de pequeno volume por dia estimu-la o metabolismo e aumenta o gasto energtico;

    - Evite o consumo excessivo de acar, bem como de carnes gordas, queijos gordurosos.

    SADECicelly Truppel

    Rua Alexandre Dohler, 129 Sala 1005 10 andar Fone: 3028-3894

    - Dra. Suely Keiko Kohara CRM: 5682 Responsvel Tcnica- Dra. Goretti Silveira Rodrigues CRM 6175- Dra. Rejane Baggenstoss CRM 6973- Dra. Brbara Vicente de Souza CRM 12403

    saude@jnbonline.com.br Joinville - 2 quinzena - Dezembro - 2012

    Atendemos os convnios:

    Bradesco Unimed Agemed Vitaserv Assefaz SC-Sade Sindicatos Planos assistenciais Convnio Werner Particulares Sociais

    Horrio de atendimento

    Segunda - sexta / 6h30 - 18h30 Sbado / 7h00 - 12h00

    Endereos

    Rua: Tenente Paulo Lopes, 200 - Bairro: Boa vista (47)3434-1293

    Rua: Tuiuti, 1447 - Bairro: Aventureiro (47)3467-7152

    www.laboratoriowerner.com.br

    Nutrio no VeroDicas para uma alimentao saudvel

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  • MODAGeizieli Neumann

    Foi das tesouras dos estilistas Andr Courrges e Mary Quant que, em 1964, surgiu a minissaia, grande vedete dos anos 60. Eles subiram o comprimento das saias de suas colees de vero cerca de 15 centmetros acima dos joelhos, fazendo da pea sucesso absoluto, principalmente entre as jovens.

    No incio, Mary Quant usava as prprias peas que eram bem mais curtas que as de Courrges cerca de 30 centmetros acima dos joelhos e, depois, acabaram caindo no gosto de famosas modelos da poca que ajudaram a divulgar o modelito.

    Como uma verdadeira febre, a nova mania ganhou o mundo. Responsvel pela criao de trajes sempre em perfeita harmonia com a dcada de 60: coloridos, simples e bem coordenados, representando a jovem moda britnica, a estilista tambm tornou populares as meias-calas coloridas, as blusas canela-das e os cintos usados nos quadris.

    Dentre as modelos desse tipo de saia destacou-se Twiggy, que acabou virando o smbolo da mini. Nascida em Londres, foi referncia de beleza em meados dos anos 60. Eleita o rosto em 1966, se tornou em pouco tempo o smbolo da d-cada e arrasa o mundo da moda dos EUA.

    No incio dos anos 70 as saias diminuram ainda mais, at se trans-formarem em microssaias. Vale destacar, para uma maior diferen-ciao, que mini aquela saia que termina bem acima do joelho, mas no chega a ser uma micro.

    Aps muitas idas e vindas, diver-sos modelos, cores e formatos, as minissaias voltam com fora total nesse vero. Agora aproveitar e deixar o andar livre, leve e solto!

    Tipos de saia:Saia lpis: Talvez um dos mode-

    los mais utilizados, principalmente por quem trabalha com traje social, esse modelo vem ajustado ao corpo, se afunilando prximo aos joelhos.

    Saia em A ou evas: O mode-lo leva o nome de em A por ter o formato da letra. Ele desce abrindo a partir da cintura, mais ampla na parte de baixo. Ela tima para dis-farar o quadril, j que mais lar-guinha nessa regio.

    Saia tulipa: Nesse modelo de saia as pregas ficam na parte do cs e somem ao longo do comprimen-to, criando um certo volume pea. Ideal para quem no tem muito qua-dril e magrinha, pois cria volume na parte de baixo. Alie a pea a uma parte de cima mais sequinha.

    Saia reta: Esse modelo de saia,

    como o prprio nome diz, vem reto do quadril at a barra, tendo sua mo-delagem em forma de tubo e ajus-tada cintura por meio de pences. Um timo tipo de saia para todos os tipos de corpo. Alm de, claro, ser considerada uma pea clssica.

    Saia God: Modelo de saia que ficou famoso nos anos 50, com o estilo Dior, ela rodada e com bas-tante volume, criando um efeito rodado. tima para quem no tem muito quadril, e para disfarar om-bros largos. Para quem tem o qua-dril mais largo s tomar cuidado com o modelo dessa saia, optando

    por um menos rodado, sendo timo tambm para as cheinhas.

    Saia Envelope: Esse aquele modelo em que uma parte de teci-do se sobrepe outra ao fechar, por meio de boto, lao ou algo do gnero. Muitos de seus mo-delos so timos para disfarar o quadril, desde que com o modelo correto. O ideal usar a saia no tamanho certo para que no so-bre, nem aperte demais. Ns que determinamos a medida da saia ao fechar. Gosto da ideia da blusa por dentro desse modelo de saia, como nos exemplos abaixo.

    - Moda masculina- Moda feminina- Moda infantil- e para toda famlia

    Preo nico de R$10 (a pea)

    Estrada Lagoinha, 425Morro do Meio

    - Corte Masculino- Corte Feminino- Hidratao- Blindagem Capilar- Escova Progressiva- Manicure- Pedicure

    Rua: Tuiuti, 1590, Aventureiro (em frente a Madereira Sinop)

    3435-6632

    A cada R$ 20,00 em compras ganhe um cupom para concorrer no dia 22/12:

    1 bicicleta 1 cafeteira 2 video game new com 40 jogos 2 faqueiros 2 pranchas de alisar cabelo

    Joinville - 2 quinzena - Dezembro - 2012 moda@jnbonline.com.br

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    Minissaia

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    Conhea diversos tipos e descubra qual combina mais com voc

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  • PRATO FEITOpratofeito@jnbonline.com.br Joinville - 2 quinzena - Dezembro - 2012

    Ingrid Passos Hille

    Fim de ano uma poca em que muita gente costuma dar uma ge-ral na casa, organizar armrios, jogar papis fora, separar roupas para doar e por a vai. E um local que s vezes fica esquecido nessa organizao a geladeira. Alm de limp-la periodi-camente, imprescindvel que os ali-mentos estejam armazenados correta-mente para que tenham sua qualidade preservada.

    As diversas reas do eletrodoms-tico possuem diferentes temperaturas. Por isso, existem regies especficas para cada produto. Se no forem ar-mazenados corretamente, os alimen-tos podem ter suas caractersticas alteradas, estragarem ou at mesmo sofrerem contaminao por micro-organismos.

    A primeira prateleira, em geladei-ras convencionais, costuma ser a zona mais gelada. Ela ideal para alimen-tos que precisam de baixa temperatu-ra constante, como queijos, maionese, alimentos pr-cozidos, carnes e pats.

    Logo abaixo, temos uma zona fria, com temperatura intermediria. Aproveite para armazenar iogurtes, leite, sucos de frutas, ovos e man-teiga. Nessa regio, a temperatura preserva a qualidade, sem alterar as caractersticas do alimento.

    As prateleiras do meio para bai-xo so ideais para alimentos que no perecem rapidamente ou que no po-dem receber baixa temperatura dire-tamente, como no caso dos vegetais. As gavetas inferiores protegem e pre-servam as frutas, verduras e legumes.

    J na porta da geladeira, opte por guardar garrafas de sucos, molhos, condimentos, geleias, refrigerantes e cervejas.

    Alm de dispor os alimentos nas reas corretas, importante proteger os alimentos dentro de recipientes plsticos ou de vidro, pois evitam que resduos sujem o refrigerador e impe-dem a propagao de odores.

    Fontes: www.sonutricao.com.brwww.organizesuavida.com.br

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    Geladeira organizada

    FEITO COM AMORfestas

    BolosTortasDocinhosEmpadoSalgados fritosSalgados assadose muito mais

    Encomendas:

    3465-0997Entrega em domiclio

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  • CONTRATAES IMEDIATAS300 AUXILIARES/OPERADORES DE PRODUO

    ANALISTA DE OPERAESEnsino superior cursando ou completo. Necessria experincia com Gesto de escalas de motorista, controle de jornada de traba-lho, controle de KM rodado de cada funcionrio, programao de rota e monitoramento de frota.

    CONFERENTE DE ESTACIONAMENTO ROTATIVO Ensino fundamental completo. No necessria expe-rincia na funo. Para atuar 06 horas por dia.

    COORDENADOR DE QUALIDADEEnsino tcnico ou superior completo. Desejvel conhecimento na rea txtil.

    ESTAGIRIO TCNICO EM MECNICA OU ELETROMECNICAOportunidade de estgio at o limite do curso.

    ESTAGIRIO TCNICO EM SEGURANA DO TRABALHOOportunidade de estgio at o limite do curso.

    ESTAGIRIO TECNOLOGIA DA INFORMAOIndispensvel estar cursando superior em Cincias da Compu-tao, Engenharia da Computao, Sistemas de Informao ou Administrao de Empresas.

    FONOAUDILOGONo necessrio experincia na funo. Apenas formao.

    INSPETOR DA QUALIDADE No necessria experincia. Ensino mdio completo. Possui carro e disponibilidade para viagens.

    VAGAS COMERCIAIS:

    SUPERVISOR COMERCIAL Experincia na funo. Ensino Superior Completo. De-sejvel conhecimento na rea txtil. Dispo-nibilidade para viagens.

    VENDEDOR Experincia na funo. De-sejvel superior completo ou cursando. Disponibilidade para viagens. Conheci-mento em locao de equipamentos, ven-das de veculo e acessrios automotivos.

    VAGAS OPERACIONAIS/PRODUO:

    AJUDANTE DE DEPSITO/CARGA E DESCARGA No necessrio experi-ncia.

    AJUDANTE DE OPERAES Para em-presa de concreto. Servios gerais.

    AJUDANTE DE PRODUO Para rea

    automotiva. Vagas abertas para 2 turno. Salrio + benefcios.

    AJUDANTE GERAL Para trabalhar com enlonamento de caminhes. No neces-srio experincia.

    ALMOXARIFE Necessrio ensino mdio completo e conhecimento na funo.

    AUXILIAR DE COZINHA Desejvel expe-rincia na rea e residir em Pirabeiraba ou regies prximas.

    AUXILIAR DE SERVIOS GERAIS - No necessria experincia na funo.ESTOFADOR Ensino fundamental com-pleto. Experincia na funo.

    ESTOQUISTA Ensino mdio completo. No necessria experincia na funo.

    EXPEDIO No necessria experin-

    cia na funo. Ensino mdio completo.

    LIXADOR Necessrio ensino mdio com-pleto. Necessria experincia em produ-o.

    MECNICO DE CAMPO PARA MQUINAS PESADAS Experincia em mecnica de empilhadeiras, caminhes etc.

    OPERADOR DE PRODUO (PARA FUNDIO E GALVNICA) Necessrio ensino fundamental completo. Desejvel experincia na funo.

    OPERADOR DE PRODUO Necessrio ensino mdio completo, desejvel tcnico mecnico (cursando). Conhecimento em usinagem convencional e instrumentos de medio.

    REPOSITOR Necessrio ensino mdio completo ou cursando. Para atuar em su-

    permercado, revezamento 6x1.

    SOLDADOR Necessrio ensino mdio completo. Necessria vivncia com Solda MIG.

    VAGAS TCNICAS/ESPECIALISTAS:

    ANALISTA DE NEGCIOS - Ensino su-perior em Administrao Economia ou Engenharia de Processos. Necessrio conhecimento em formao de preos, prazos, taxas, impostos e demais rotinas comerciais. Ordens de compra, pedidos e anlise de demanda X capacidade de produo. Bons conhecimentos em Excel e dados estatsticos.

    ANALISTA DE SISTEMAS Necessrio en-sino superior completo ou em andamento, preferencialmente em Cincias da Compu-tao ou Engenharia.

    ASSISTENTE ADMINISTRATIVO Neces-srio ensino mdio completo e conheci-mento em rotinas administrativas.

    ASSISTENTE FINANCEIRO Desejvel superior completo ou em andamento. Ne-cessrio conhecimento em rotinas adminis-trativas e financeiras.

    BALANCEIRO Necessrio ensino mdio completo, experincia na funo e conheci-mento em logstica, informtica e liderana.

    ESTGIO Necessrio estar cursando Ar-quitetura, Engenharia Civil ou designer.

    TCNICO DE MANUTENO Necessrio tcnico completo em Telecomunicaes, Eletrotcnica, Eletrnica, Informtica, Me-catrnica, Redes de computadores ou Ele-tromecnica. Necessrio possuir CNH B.

    MAIS...URGENTE

    DOCOL METAIS SANITRIOS CONTRATA COM URGNCIA:OPERADORES DE PRODUOPARA DIVERSOS SETORES.

    URGENTE

    04 vagas para Operador de Televendas

    Ensino Mdio CompletoDesejvel conhecimento na funo.

    Empresa Opentech contrata:

    Operador de Monitoramento de Veculos. Vagas para todos os

    turnos. No necessrio possuir experincia.

    Empresa Ciser contrata:AUXILIARES DE PRODUO

    No necessrio experincia.

    AUXILIARES DE PRODUO - GALVANIZAO

    Vaga para todos os turnos. Ir trabalhar na unidade do Parque Perini.

    Empresa FRANKE SISTEMAS DE COZINHAS, em parceria com a

    ORCALI RH contrata com urgncia:AUXILIAR DE PRODUO

    No necessrio experincia. Em-presa no exige escolaridade.

    Empresa OTM contrata:

    AJUDANTE DE CARGA E DESCARGAVagas para todos os turnos. No

    necessrio experincia

    Orcalli/Back RH Unidade Joinville

    Rua Dona Francisca 952 Bairro Sagua Joinville.Atendimento de segunda a sexta-feira das 08h s 18h sem fechar para o almoo.

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