Introducao Ao Metodos Instrumentais de Analise

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    25-Nov-2015

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  • UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAUNIVERSIDADE FEDERAL DA PARABABACentro de Cincias Exatas e da Natureza Centro de Cincias Exatas e da Natureza

    Departamento de QuDepartamento de Qumicamica

    Disciplina: Disciplina: QuQumica Analmica Analtica IIItica IIIMinistrante: Ministrante: Prof. Prof. EdvanEdvan Cirino da SilvaCirino da SilvaPerPerodo:odo: 08.208.2

    Joo Pessoa Joo Pessoa -- PBPB

    EE--mail:mail: edvan@quimica.ufpb.bredvan@quimica.ufpb.br

    IntroduIntroduo aos Mo aos Mtodos todos Instrumentais de AnInstrumentais de Anlise Qulise Qumicamica

  • BibliografiaBibliografia

    1. Apostila de Qumica Analtica Instrumental

    2. D. A. Skoog e J. J. Leary - Princpios de AnliseInstrumental 5a Edio Artmed Editora S.A. Porto Alegre (RS), 2002.

    3. Otto Alcides Ohlweiler - Fundamentos de Anlise Instrumental - Livros Tcnicos e Cientficos, Rio de Janeiro, Brasil, 1981.

    4. M. L. S. S. Gonalves - Mtodos Instrumentais para Anlises de Solues - Anlise Quantitativa, Fundao Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal, 1990.

    MMTODOS INSTRUMENTAIS TODOS INSTRUMENTAIS -- BibliografiaBibliografia

  • MMTODOS INSTRUMENTAIS TODOS INSTRUMENTAIS -- BibliografiaBibliografia

    Cdigo: 26547Autor: Douglas A. Skoog; F. James Holler; Timothy A. NiemanISBN: 85-7307-976-2 Formato: 21x28 Ano: 2002 N. de pginas: 838VALOR ATUAL: R$ 189,00HOMEPAGE: http://www.artmed.com.br/WEB-PRODUTOS/resultado_busca.aspx

  • AMOSTRA ANALAMOSTRA ANALTICATICA pequena porpequena poro do material objeto da ano do material objeto da anlise qulise qumica mica que representa a compoque representa a composisio mo mdia qualitativa e dia qualitativa e quantitativa da populaquantitativa da populao.o.

    AMOSTRAGEMAMOSTRAGEM conjunto de operaconjunto de operaes para obter uma pequena pores para obter uma pequena poro o (amostra)(amostra) representativa da composirepresentativa da composio mo mdia do todo.dia do todo.

    ANALITOANALITO espespcie qucie qumica (mica (cclcio, por exemplolcio, por exemplo) presente na amostra () presente na amostra (p.e.p.e., , leiteleite) cuja concentra) cuja concentrao se deseja determinar em uma ano se deseja determinar em uma anlise.lise.

    SINAL ANALSINAL ANALTICO (ou SINAL)TICO (ou SINAL) -- Resposta instrumental Resposta instrumental propriedade do analito propriedade do analito (absorbncia, intensidade de emisso, etc.)(absorbncia, intensidade de emisso, etc.)

    MATRIZMATRIZ engloba todos os constituintes de amostra. Logo, alengloba todos os constituintes de amostra. Logo, alm do analito a m do analito a matriz contmatriz contm os outros componentes chamados m os outros componentes chamados concomitantesconcomitantes..

    SENSIBILIDADESENSIBILIDADE capacidade de um instrumento em distinguir entre capacidade de um instrumento em distinguir entre pequenas diferenpequenas diferenas na concentraas na concentrao de um analito.o de um analito.

    LIMITE DE DETECLIMITE DE DETECOO o menor no menor nvel de concentravel de concentrao o (ou quantidade)(ou quantidade)de analito detectde analito detectvel por um instrumento.vel por um instrumento.

    SELETIVIDADESELETIVIDADE refererefere--se ao quo um mse ao quo um mtodo analtodo analtico esttico est livre de livre de interferncias de outras espinterferncias de outras espcies presentes na matriz.cies presentes na matriz.

    INTRODUINTRODUO O -- TerminologiasTerminologias

  • INTRODUINTRODUO O -- AnAnlise Qulise QumicamicaAnAnlise Qulise Qumicamica

    ComposiComposio quo qumica de amostrasmica de amostras

    MMtodo Qualitativotodo Qualitativo MMtodo Quantitativotodo Quantitativo

    Identifica espIdentifica espcies qucies qumicasmicas

    AtmicasAtmicas MolecularesMoleculares

    AnAnlise Elementarlise Elementar ElucidaElucidao Estruturalo Estrutural

    DeterminaDeterminao do teor o do teor do analito, etc.do analito, etc.

  • INTRODUINTRODUOO MMtodos Analtodos Analticosticos

    MMtodos Analtodos Analticosticos

    GravimGravimtricostricos TitulomTitulomtricostricos

    MMtodos Cltodos Clssicosssicos MMtodos Instrumentaistodos Instrumentais

    Objeto de estudo Objeto de estudo deste cursodeste curso!!

  • Amostrageme Seleo do

    Mtodo- Tratamento mecnico

    (pesagem, triturao, etc.)- Tratamento qumico

    (solventes, reagentes, etc.)

    Medida Analtica

    -Massa, propriedadeptica, eltrica, etc.

    Tratamento dos da-dos analticos

    Calibrao, validao dosresultados: trat. estatstico

    2

    1

    3

    4ANLISE QUANTITATIVA TPICA

    Tratamento Amostra

    Clssico: Mtodo gravim-trico, etc

    Instrumental: Mtodo ticoou eltrico, etc

    Problema Analtico

  • PANORAMA DE UMA MEDIDA ANALPANORAMA DE UMA MEDIDA ANALTICA INSTRUMENTALTICA INSTRUMENTAL

    Informaoanaltica

    Qualitativa Quantitativa

    Dados(espectros, leituras

    em mostradores, etc)

  • MMTODOS INSTRUMENTAIS TODOS INSTRUMENTAIS -- Propriedades MedidasPropriedades Medidas

  • MMTODOS INSTRUMENTAIS TODOS INSTRUMENTAIS -- ClassificaClassificaooMtodos Quantitativos Mtodos Espectroanalticos; Eletroanalticos; Radioanalticos; Termoanalticos; Cromatogrficos.Mtodos Qualitativos, de Identificao ou Caracterizao Espectroscopia no Infravermelho; Espectroscopia no UV-Visvel; de Ressonncia Magntica Nuclear; Raman Espectrometria de Massa Atmica ou Molecular, etc.

  • MMTODOS INSTRUMENTAIS TODOS INSTRUMENTAIS -- ClassificaClassificaooMtodos Espectroanalticos

    Baseiam-se em medidas de absoro e emisso da radiao UV-Visvel por espcies qumicas atmicas ou moleculares.

    a) Espectrometria Atmica Espectrometria Atmica ptica: Absoro, Emisso e

    Fluorescncia

    Espectrometria de Massa Atmica

    Espectrometria Atmica de Raios X: Absoro, Fluorescncia e Difrao

  • OBS: Espectroscopia

    Termo geral para a cincia que estuda a interao das diferentes formas de energia com a matria.

    b) Espectrometria Molecular Espectrometria Molecular Eletrnica: Absoro UV-VIS e

    Emisso por Luminescncia (Fluorescncia, Fosforescncia e Quimiluminescncia)

    Espectrometrias no Infravermelho e Raman Espectrometria de Massa Molecular Espectrometria de Ressonncia Magntica Nuclear

    MMTODOS INSTRUMENTAIS TODOS INSTRUMENTAIS -- ClassificaClassificaoo

  • Mtodos EletroanalticosSo aqueles baseados em medidas de propriedades

    eltricas (corrente, tenso e resistncia) das espcies qumicas.

    Potenciometria;

    Coulometria;

    Voltametria;

    Condutometria;

    Eletrogravimetria;

    Voltametria e potenciometria de redissoluo andica.

    MMTODOS INSTRUMENTAIS TODOS INSTRUMENTAIS -- ClassificaClassificaoo

  • Mtodos RadioanalticosSo os que se baseiam em medidas das

    radioatividades emitidas por espcies qumicas..

    Mtodos TermoanalticosBaseiam-se em medidas de calor emitido ou

    absorvido por espcies qumicas.

    Mtodos CromatogrficosSo aqueles baseados na combinao de um mtodo

    instrumental de anlise (espectrofotomtrico, por exemplo) com uma tcnica de separao, usando colunas empacotadas ou superfcies porosas.

    MMTODOS INSTRUMENTAIS TODOS INSTRUMENTAIS -- ClassificaClassificaoo

  • CONCEITO DE DOMCONCEITO DE DOMNIO DE DADOSNIO DE DADOS

    DomDomnio de Dadosnio de Dados

    Consiste nos diferentes modos de Consiste nos diferentes modos de codificar a informacodificar a informao eletricamente.o eletricamente.

    NoNo--eleltricostricos ElEltricostricos

    TiposTipos

    Veja a figura a seguir!Veja a figura a seguir!

  • CONCEITO DE DOMCONCEITO DE DOMNIO DE DADOSNIO DE DADOS

    Mapa dos domnios de dados

  • INSTRUMENTO ANALINSTRUMENTO ANALTICOTICO

  • CONVERSO ENTRE DOMCONVERSO ENTRE DOMNIO DE DADOSNIO DE DADOS

    A figura abaixo ilustra as converses entre os domnios de dados durante uma medida espectrofluorimtrica.

  • SINAIS E RUSINAIS E RUDODOToda medida analtica engloba:

    o sinal analtico ou sinal - porta informao sobre o analito o rudo - parte indesejada, pois informao espria e

    afeta o limite de deteco.Na figura abaixo (parte a), mostra-se o efeito do rudo

    sobre um sinal de uma corrente contnua. Na parte b, mostra-se um grfico terico da mesma corrente sem rudo.

  • ObservaoComo a intensidade mdia do rudo, N, praticamente

    independe da magnitude do sinal S, o efeito do rudo sobre o erro relativo de uma medida diminui com o aumento de S. Por isso, a relao sinal-rudo, S/N (Signal-to-Noise Ratio), mais til que o rudo sozinho para descrever qualidade da medida.

    Relao Sinal-RudoA relao sinal-rudo S/N dada porS / N = mdia / desvio-padro = xM / sNote que S/N corresponde ao inverso do desvio-padro

    relativo, RSD (Relative Standard Desviation). Ento,S / N = 1 / RSD

    SINAIS E RUSINAIS E RUDODO

  • difcil detectar um sinal quando S/N < 2 ou 3, como ilustrado na figura abaixo que mostra o espectro de RMN da progesterona com S/N 4,3 (grfico A) e 43 (grfico B).

    SINAIS E RUSINAIS E RUDODO

  • Os rudos que afetam uma anlise qumica podem se enquadrar em duas classes:

    TIPOS DE RUTIPOS DE RUDODO

    Rudo Qumico Rudo Instrumental

    Rudo QumicoOrigina-se de diversas variveis que afetam a qumica

    do sistema analtico (ex.: flutuao na umidade relativa, variaes no-detectadas na temperatura que afetam a posio de um equilbrio qumico, etc.)

    Rudo InstrumentalRudo relacionado aos componentes eletrnicos do

    instrumento de medida, ou seja, aos transdutores de entrada e de sada, fonte, etc.

  • TIPOS DE RUTIPOS DE RUDODO

    RuRudo Instrumentaldo Instrumental

    TTrmicormico

    TiposTipos

    ShotShot FlickerFlicker

  • CALIBRACALIBRAO EM ANO EM ANLISE QULISE QUMICA INSTRUMENTALMICA INSTRUMENTAL

    Calibrao: Uma Reviso para Qumicos Analticos, Qum. Nova, 19 (1996) 268.

    OBS: Para maiores detalhes, consultar o artigo da referncia abaixo:

    CalibraCalibrao:o: Processo que busca Processo que busca relacionar o sinal analrelacionar o sinal analtico medido tico medido com a concentracom a concentrao do analitoo do analito.. A A relarelao funcional (matemo funcional (matemtica) tica) constitui oconstitui o modelo de calibramodelo de calibrao.o.

  • CALIBRACALIBRAO EM ANO EM ANLISE QULISE QUMICA INSTRUMENTALMICA INSTRUMENTAL

    Regresso linear pelo Mtodo dos Mnimos Quadrados (MMQ)

  • CALIBRACALIBRAO EM ANO EM ANLISE QULISE QUMICA INSTRUMENTALMICA INSTRUMENTALPara cada resposta instrumentalPara cada resposta instrumental ((ou sinal ou sinal

    analanalticotico),), o modelo linear fornece uma estimativa o modelo linear fornece uma estimativa pelapela equaequao de regresso:o de regresso:

    i10i

    ^

    xbby +=

    bb00 ee bb11 = = estimativas dos coeficientes estimativas dos coeficientes linear e linear e angularangular da reta de regresso da reta de regresso

    == valor estimado ou previsto para a valor estimado ou previsto para a concentraconcentraoo das soludas solueses-- padro, xpadro, xii

    iy^

    onde:onde:

  • CALIBRACALIBRAO EM ANO EM ANLISE QULISE QUMICA INSTRUMENTALMICA INSTRUMENTAL

    ei = yi - (ye)i = yi b0 b1 xi

    O resduo deixado pelo modelo (reta) dado por:

    MMQ

    mnimoeSQ 2ir =

  • CALIBRACALIBRAO EM ANO EM ANLISE QULISE QUMICA INSTRUMENTALMICA INSTRUMENTAL

    ( )

    = 2i

    2i

    iiii1

    x)x(nyxyxnb

    n

    xbyb i1i0

    =

    Para minimizar SQr, deriva-se a funo emrelao a b1 e b0 e igualam-se as derivadas a zero obtendo-se:

    onde: n no total de medidas

  • CALIBRACALIBRAO EM ANO EM ANLISE QULISE QUMICA INSTRUMENTALMICA INSTRUMENTALEstimando a concentraEstimando a concentrao da amostrao da amostra

    1

    000)( b

    byxe

    =

    i10i

    ^

    xbby +=

    Por meio da equaPor meio da equao curva analo curva analticatica

    e do sinal anale do sinal analtico da amostra (ytico da amostra (y00), obt), obtmm--se:se:

  • FiguraFigura -- Estimando a concentraEstimando a concentrao da amostra graficamenteo da amostra graficamente

    CALIBRACALIBRAO EM ANO EM ANLISE QULISE QUMICA INSTRUMENTALMICA INSTRUMENTALCurva AnalCurva Analticatica

  • CALIBRACALIBRAO EM ANO EM ANLISE QULISE QUMICA INSTRUMENTALMICA INSTRUMENTALIntervalo de confianIntervalo de confianaa

    ++= 2

    20

    100 )(

    ])[(11)(mi

    mee

    xx

    xx

    nqbst

    xx

    O intervalo de confiana para a concentrao do analito na amostra dado por:

    Onde:q = no de medidas do sinal da mesma amostra; n = no de nveis de concentrao dos padres; xm = mdia das concentraes dos padres; (xe)0 = valor estimado da concentrao da amostra; s = desvio-padro das concentraes estimadas.

  • MMTODO ANALTODO ANALTICO TICO -- Figuras de MFiguras de MritoritoA tabela abaixo mostra as figuras de mrito

    fundamentais que podem ser usadas na escolha de um mtodo analtico.

    OBS.: Figuras de mrito so critrios (ou caractersticas) numrico(a)s para avaliar a eficincia de um instrumento ou mtodo analtico.

    Critrio Figura de Mrito

    1. Preciso Desvios-padro absoluto e relativo, coeficiente de variao, variana

    2. Tendncia Erros sistemticos absoluto e relativo

    3. Sensibilidade Sensibilidades de calibrao e analtica

    4. Limite de deteco Branco mais trs vezes o desvio-padro dos sinais do branco

    5. Faixa dinmica Limite de quantificao at o limite de linearidade

    6. Seletividade Coeficiente de seletividade

  • MMTODO ANALTODO ANALTICO TICO -- Figuras de MFiguras de Mritorito

    Tabela - Figuras de mrito para a preciso de mtodos analticos

  • MMTODO ANALTODO ANALTICO TICO -- Figuras de MFiguras de MritoritoSensibilidade

    Segundo a IUPAC a sensibilidade de calibrao dada pela inclinao da curva analtica, mas essa definio falha por no considerar a preciso das medidas individuais.

    Para resolver esse problema, Mandel e Stiehlerpropuseram a sensibilidade analtica , , definida por

    = b1 / sonde s o desvio-padro da medida e b1 representa a inclinao da curva analtica.

    Como vantagens da sensibilidade analtica destacam-se: menor susceptibilidade aos fatores de amplificao do sinal seu valor independe das unidades de medida de s.

    E como desvantagem temos: dependncia da concentrao (C), pois s pode variar com C

    Sensibilidade Analtica x Sensibilidade de Calibrao

  • Limite de DetecoO sinal mnimo distinguvel, Sm, do branco dado por:Sm = SMbr + k sbr (k = 3 com 95% de confiana*)

    onde SMbr e sbr so o sinal mdio e o desvio-padro das medidas do branco, respectivamente.

    Realizam-se 20 a 30 medidas do branco para obter sbr. Por fim, o valor de Cm, definido quantitativamente como

    limite de deteco, encontrado pela expressoCm = (Sm - SMbr) / b1 = 3 sbr / b1

    que derivada da equao de uma curva analtica.

    Determinao Experimental de Smv

    MMTODO ANALTODO ANALTICO TICO -- Figuras de MFiguras de Mritorito

    (*) Segundo Kaiser, a distribuio no pode ser estritamente normal para

    os resultados das medidas do branco. Por isso, o valor 3 adotado para o k.Ref.: H. Kaiser, Anal. Chem. 1987, 42, 53A

  • Faixa Dinmica a faixa que se estende do limite de quantificao

    (LOQ limit of quantitation) at onde ocorre um desvio da linearidade (LOL - limit of linearity). O LOQ = 10 sbr

    A figura abaixo ilustra graficamente a faixa dinmica, bem como LOQ e LOL.

    MMTODO ANALTODO ANALTICO TICO -- Figuras de MFiguras de Mritorito

    Em termos de concentrao:

    CD = 10 sbr / b1

  • SeletividadePara avaliar quantitativamente a influncia dos

    interferentes qumicos, considere uma amostra que contm

    um analito A sujeita aos interferentes B e C. Ento o sinal instrumental total dado por

    S = mA CA + mB CB + mC CC + Sbronde:

    - CA, CB e CC so as concentraes das espcies A, B e C

    - mA, mB e mC so suas sensibilidades de calibrao

    - Sbr o sinal do instrumento para o branco

    MMTODO ANALTODO ANALTICO TICO -- Figuras de MFiguras de Mritorito

  • Coeficiente de SeletividadeO coeficiente de seletividade para A com relao a i

    (interferente), ki,A, dado por: ki,A = mi / mAde modo que

    S = mA (CA + kB,A CB + kC,A CC + ... + ki,A Ci) + Sbr

    pode assumir valores prximos 0 (baixa interferncia) atmaiores que 1 (alta interferncia)

    assume valor negativo quando a interferncia promove uma reduo no sinal do analito

    uma figura de mrito importante, embora no seja usada habitualmente, exceto para caracterizar o desempenho de eletrodos on-seletivos.

    Observaes Sobre ki,A

    MMTODO ANALTODO ANALTICO TICO -- Figuras de MFiguras de Mritorito

  • A Natureza da A Natureza da Radiao Eletromagntica (REM)

    REM um tipo de energia transmitida atravs do espao a velocidades altssimas.

    REM pode apresentar propriedades:

    Ondulatrias - Interferncia, difrao, reflexo, refrao, polarizao, etc.

    Corpusculares - Absoro e emisso da REM por espcies qumicas, etc.

  • REM REM -- O Modelo OndulatO Modelo Ondulatriorio

    CampoMagntico

    CampoEltrico E

    M

    Radiao Plano Polarizada

    Radiao No Polarizada

    M

    E

  • Tempo ou distncia

    , comprimentode onda

    Representao bidimensional do campo eltrico

    Amplitude (A)

    y = A sen(2pi t + )

    y

    REM REM -- O Modelo OndulatO Modelo Ondulatriorio

    Energia quadrado de A

  • REM REM -- Parmetros OndulatParmetros Ondulatriosrios

    O movimento ondulatrio caracterizado pelosseguintes parmetros:- comprimento de onda ()- perodo (p)- freqncia () = 1 / p- velocidade da onda (vi ) vi = i (i = meio material

    qualquer). No vcuo vi independe de e alcana o

    seu seu mximo (3 x 108 m/s);- ndice de refrao (ni=c / vi ) nslidos > nlquidos > ngases- amplitude (A) - potncia radiante (P) proporcional a lAl 2.

  • REM REM -- O Modelo OndulatO Modelo Ondulatriorio

    Na figura abaixo, ilustra-se o efeito da mudana do meio sobre a REM.

  • REM REM -- O Modelo OndulatO Modelo Ondulatriorio

    RefraRefraooDensidade dos meios:Densidade dos meios:

    MM22 > M> M11

    A Lei de Snell explica a A Lei de Snell explica a magnitude da reframagnitude da refrao:o:

    1

    2

    1

    2

    2

    1

    v

    v

    n

    n

    sen

    sen==

  • REM REM -- O Modelo OndulatO Modelo Ondulatriorio

    Construtivas quando aumenta amplitude (caso a). Destrutivas quando diminui a amplitude (caso b). OBS: Se ocorrer um cancelamento, a interferncia destrutiva

    total (caso c).

    InterfernciasInterferncias

  • REM REM -- O Modelo CorpuscularO Modelo Corpuscular

    Todavia, fenmenos ticos, tais como: o efeito fotoeltrico (elucidado por Einstein) absoro e emisso de luz por espcies qumicasso explicados usando o modelo corpuscular da REM.

    De acordo com esse modelo, a REM constituda de partculas, denominadas ftons.

    A energia de um fton dado pela equao de Planck:E = h

    onde: h a constante de Planck (h = 6,6256 x 10-34 J s) freqncia de radiao (em s-1 ou Hz)

    Se a REM se propaga no vcuo, temos:E = h c/

    onde: c a velocidade de propagao da REM no vcuo o comprimento de onda.

  • REM REM -- O Modelo CorpuscularO Modelo Corpuscular

    Efeito fotoelEfeito fotoeltricotrico

  • REM REM -- O Modelo CorpuscularO Modelo Corpuscular

    Efeito fotoelEfeito fotoeltricotrico

    2

    21

    mvh o+=

    Aplicando a lei da conservaAplicando a lei da conservao da energia:o da energia:

    o o = = funfuno trabalhoo trabalhoohmv =

    2)2/1(ouou

  • REM REM -- O Modelo CorpuscularO Modelo Corpuscular

    Efeito fotoelEfeito fotoeltricotrico

  • REM REM -- O Modelo CorpuscularO Modelo Corpuscular

    Efeito fotoelEfeito fotoeltricotrico

  • 1021 107 , HzEnergia

    1019 1016 1015

    visvel NIR MID

    Raios X1012 109

    Microondas

    UV

    Raios

    Espectro EletromagnEspectro Eletromagnticotico

    Distribuio da REM em funo do comprimento de onda ou da freqncia (figura abaixo).

    LUZ

  • Espectro EletromagnEspectro Eletromagntico e Tipos de Transitico e Tipos de Transioo

    - rotaes moleculares1011 - 1081x10-3 - 10,1 - 100 cmMicroondas

    - rotaes moleculares e vibraes fracas

    6x1012 - 10115x10-5 - 1x10-3

    50 - 1000 mI.V. Afastado

    - vibraes moleculares1,2x1014 -6x1012

    2,5x10-6 -5x10-5

    2,5 - 50 mI.V.Intermedirio

    - vibraes moleculares4x1014 -1,2x1014

    7,5x10-7-2,5x10-6

    0,75 - 2,5 mI.V. Prximo

    - eltrons de valncia7,5x1014 -4x1014

    4x10-7 -7,5x10-7

    400 - 750 mVisvel

    - eltrons de valncia1015 -7,5x1014

    2x10-7 - 4x10-7

    200 - 400 mU. V. prximo

    - eltrons das camadasintermedirias

    1016 - 101510-8 - 2x10-710 - 200 mU. V. Afastado

    - eltrons de orbitais internos(1s, 2s, etc.)

    1020 - 101610-12 - 10-810-2 - 102 AoRaio-X

    HertzMetroUnidadeUsual

    TRANSIESRADIAOFAIXAS

  • Espectro EletromagnEspectro Eletromagntico e Tipos de Transitico e Tipos de Transioo

    e-

    e-

    Estado fundamental(Efund)

    Estado excitado(Eexc)

    Absoro Emisso

    e-

    e-

    exc fundfton

    hcE E E E= = =

    fton

    hc

    E =

  • Radiao policromtica Composta de vrios . Radiao monocromtica Composta de um nico .

    Cores primrias Vermelho, verde e azul.

    Magenta = vermelho + azul Ciano = verde + azul Amarelo = vermelho + verde

    Tipos de REM e Conceitos de CoresTipos de REM e Conceitos de Cores

    Cores secundrias Resultam da combinao de duas cores primrias com igual intensidade, isto :

    Cor espectral pura Cor da radiao monocromtica na regio do visvel.

    Cor A cor no uma caracterstica de um objeto ou da luz, mas uma percepo humana, ou seja, uma sensao.

  • REM REM Cores SecundCores Secundriasrias

  • Tipos REM e Conceitos de CoresTipos REM e Conceitos de Cores

    Cor oposta a uma secundria cor primria que no entrou em sua composio.

    Exemplos:

    Cor branca resultante da combinao das cores primrias com mxima intensidade.

    ou cor branca combinao de qualquer cor secundria com sua oposta.

    - a cor verde oposta ao magenta- a vermelha oposta ao ciano- a cor azul oposta ao amarelo

  • REM REM -- Conceito de Cor ComplementarConceito de Cor Complementar

    Cor complementarResulta da interao entre um feixe de luz branca

    (policromtica) e o material absorvente, ou seja, a radiao emergente ser um complemento da radiao branca menos a radiao absorvida por uma ou mais substncias.

    Assim, a cor de uma soluo colorida que nossos olhos percebem uma cor complementar da radiao absorvida.

    Um exemplo: a cor vermelho-prpura das solues de KMnO4 relaciona-se com a uma absoro mais intensadessa substncia na regio verde ( = 525 nm).

    OBS.: OBS.: Cor ComplementarCor Complementar um conceito um conceito til em til em espectrometria molecular espectrometria molecular UVUV--VISVIS..

  • REM REM -- Conceito de Cor ComplementarConceito de Cor ComplementarA Tabela abaixo mostra as A Tabela abaixo mostra as cores da radiacores da radiao viso visvelvel em em

    funfuno dos intervalos de o dos intervalos de , bem como suas bem como suas cores complementarescores complementares..

    turquesaVermelho617 780

    turquesalaranja-avermelhado

    597 - 617azul-esverdeadoalaranjado587 - 597azullaranja-amarelado580 - 587azulamarelo576 - 580

    violetaamarelo-esverdeado

    571 - 576prpuraamarelo-verde559 - 571

    prpura-avermelhado

    verde-amarelado530 - 559vermelho-prpuraverde498 - 530vermelhoverde-azulado493 - 498

    vermelho-alaranjado

    turquesa487 - 493alaranjadoazul-esverdeado482 - 487amareloazul465 - 482verde-amarelovioleta400 - 465

    ComplementoCorIntervalo aproximado de (nm)