Historia da filosofia medieval

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    20-Jun-2015

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trabalho apresentado na diciplina do pe amadeu. por mim

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  • 1. HISTRIA DA FILOSOFIA . FILOSOFIA MEDIEVAL . A FILOSOFIA REBEE JUDA PRAF. Pe. AMADEU MATIASPOR: OSVALDO SANTOS

2. 3.

  • Durante a Idade Mdia, o pensamento rabe e judeu filosfico tinha tanta influncia no pensamento cristo, que foi uma mudana de orientao. O surgimento da filosofia rabe e judaica foi o resultado do contacto com o pensamento do mundo grego. A filosofia influenciou o cientfico, teolgico, jurdico, etc, uma vez que em todas essas reas foram usadas corretamente mtodos filosficos. Sua orientao era racionalista e carter religioso, j que seu objetivo era conciliar a filosofia com a teologia. Esses pensadores acreditavam que a tarefa da filosofia era ajudar a entender e mostrar a Deus disponibilizando a revelao de que aparece nos livros sagrados

4.

  • A fora do imprio poltico entre os rabes despertou a ambio da cincia no se contentam em enviar, queria ver. O cultivo da poesia e da arte se juntou ao estudo da filosofia, concentrando-se mais particularmente a de Aristteles, cujas obras havia traduzido, mas nem sempre com fidelidade.
  • Alkendi, Al-Farabi, Avicena, Ghazali, Abubekre, Averris e outros, indica a alta estima e que tinha entre a filosofia rabe. Embora os cristos estivessem quase sempre em guerra com os muulmanos, no faltando em momentos de trgua, que estabeleceu relaes entre os dois povos, que tambm vivem em um mesmo pas, era inevitvel que as idias de cada um fosse comunicada aos demais, ainda tinha que fazer na poeira dos combates.

5.

  • A tradio rabe combina algumas idias aristotlicas neoplatonismo e outras idias que foram inseridas pelo Isl. Alguns filsofos de peso como o persa al-Kindi, Al-Farabi e Avicena, Averris na Pennsula Ibrica, precisava de algumas
  • interpretaes de Aristteles, que posteriormente foram absorvidos por intelectuais judeus e cristos.
  • Os Muulmanos, como tambm, em menor medida, cristos e judeus, contribuiu para o folclore rabe e distanciadas entre si de acordo com seus dogmas filosficos, em vez de suas doutrinas religiosas. Quando o povo rabe governado a Espanha, a literatura rabe filosfica foi traduzido para o hebraico e lnguas latinas, contribuindo para o desenvolvimento da filosofia europeia contempornea. Na mesma poca no Egito, a tradio rabe foi cultivado por Ibn Khaldun e Maimnides.

6.

  • Devemos distinguir duas tendncias no pensamento islmico cedo. O primeiro Kalam, que lida principalmente com questes teolgicas do Isl eo outro falsafa, que incidiu sobre as interpretaes do aristotelismo e neoplatonismo. Houve tentativas subseqentes por parte dos filsofos, telogos trazer essas duas tendncias, em Avicena particular e Averroes, e outros no so to relevantes quanto as de Ibn al-Haytham (Alhacaba), Rayhan Abu al-Biruni, Tufail Ibn (Abubacer) e Ibn al-Nafis.

7.

  • Al-Kindi. Foi chamado o filsofo dos rabes e considerado o primeiro filsofo muulmano famoso da filosofia. Sua vida foi gasta no sculo IX, viveu em Basira, depois em Bagd, coincidindo com o apogeu cultural, no contribuiu para as tradues encomendado pelos califas. Morreu em 873. Foi um conhecimento enciclopdico, abrangendo praticamente todas as reas da aprendizagem de aritmtica, grego, geometria, astronomia, msica, tica, medicina, lgica, psicologia e assim por diante. Ainda fez um comentrio aos oito primeiros captulos do Almagesto de Ptolomeu, o grande livro sobre a arte, dando as realizaes cientficas gregas e reconhecendo que a filosofia grega envolveu uma busca da verdade. Ele tambm escreveu um relato de todos os tratados de Aristteles, "Sobre os livros de Aristteles.

8.

  • Com ele foram introduzidos elementos estranhos ao pensamento da poca. Filosofia considerado como um conhecimento coerente com a verdade revelada e foi a primeira a centrar a sua abordagem nas relaes entre religio e da filosofia Al-Kindi, como Aristteles, considerou que o ltimo grau da da filosofia a teologia, o conhecimento da causa em primeiro lugar: "No conhecimento da verdadeira natureza das coisas incluindo o conhecimento da divindade, o conhecimento da a unicidade de Deus e o conhecimento da virtude e tambm um conhecimento profundo de tudo o que til (sobre a filosofia primeira). Portanto, a filosofia um conhecimento terico e prtico.

9.

  • Al-Farabi o segundo grande nome da da filosofia rabe, nasceu no segundo tero do sculo IX. Ele estudou e ensinou em em Bagd e em seguida, foi a Damasco, onde morreu em 950. Traduzindo e comentando o neoplatnico Porfrio e o Organon de Aristteles, escreveu tratados sobre a inteligncia e o inteligvel, a alma, e assim por diante. Uma de suas obras mais significativas a harmonia entre o divino, Plato e Aristteles, sbio, pensando que o pensamento aristotlico, ele concordou com Plato. Al-Farabi criar a distino entre essncia e existncia, que foi um marco na histria da metafsica. Para fazer esta distino foi baseada em uma lgica de observao de Aristteles: a noo de que uma coisa (sua essncia) no inclui o fato de que essa coisa existe (existncia). Se fosse assim, o suficiente para saber o que o homem saber que o homem existe, e isso no verdade.

10.

  • Ns no temos nenhuma prova da existncia das coisas at chegarmos a uma percepo pelos sentidos. Portanto, no um acidente da essncia. Uma caracterstica fundamental da da filosofia da Al-Farabi a sua natureza poltica. Claramente influenciado por Plato quis construir um Estado de bases filosficas. Filosofia o caminho para alcanar uma sociedade perfeita, identificou a figura do governante, o filsofo Plato para orientar profeta muulmano. A cidade ideal seria uma organizao nica que ramificara toda a humanidade e que atingem o homem integral e racional.

11.

  • Avicena foi para Sorsan, onde abriu uma escola pblica e deu incio ao seu clebre Cnone de medicina. Obrigado a abandonar a cidade em virtude das desordens que surgiram, dirigiu-se para Hamadan, onde foi designado Visir do prncipe dessa localidade.

12.

  • Avicena compe ento vrias
  • partes da sua grande obra sobre A Cura (AI Scif). Depois da morte do seu
  • protetor, partiu para Ispahan, onde se torna secretrio do prncipe, que acompanhou freqentemente nas suas expedies. Estas viagens contriburam para perigar a sua sade, j de si comprometida por uma vida agitada.

13. Avicena 14.

  • A atividade de Avicena estende-se a todos os campos do saber. O seu Cnone de medicina foi a obra clssica da medicina medieval.
  • As obras que interessam filosofia so o Livro da Cura (AI Scf) e o Livro da Libertao (AI-Najah): o primeiro era uma vasta enciclopdia de cincias filosficas em dezoito volumes; o segundo, dividido em trs partes, era um resumo do primeiro.

15.

  • traduzem a Lgica, uma parte da Fsica, a Metafisica, o De caelo e muitos dos escritos cientficos.
  • Rpidamente, entre o fim do sculo XII e o princpio do sculo XIII, o Ocidente cristo vem a conhecer, atravs destas tradues de Avicena, quase toda a obra de Aristteles, de que apenas conhecia a lgica.

16.

  • Entre estas tm importncia para a filosofia: Tratados msticos;
  • Epstola das definies, Livro de cincia; Livro das directivas e das notas;
  • Lgica oriental, que parte de uma grande obra perdida, Juizo imparcial entre os orientais e os ocidentais.

17.

  • A dominao muulmana na Espanha durante o sculo XII trouxe a cincia rabe Europa. Com Averrois, as universidades medievais redescobrem o pensamento grego

18. AVERRIS cultuou a tradio da antiguidade clssica,transmitido-a,enriquecida e modificada, Idade Mdia Crist.Pregouo universalismo cultural e a coexistncia das trs grandes religies monotestas: judasmo,cristianismo, islamismo 19.

  • Duas dissertaes sobre a unio do intelecto separado com o homem; Uma dissertao sobre o problema de se saber "se possvel que o intelecto(intelecto material ou hlico) compreenda as formas separadas ou abstractas"-
  • Uma refutao do texto de Avicena Sobre a diviso dos seres.

20.

  • Um tratado sobre o acordo da religio com a filosofia; 8.Um tratado sobre overdadeiro significado dos dogmas da religio, escrito em Sevilha em 1179.
  • ao acto, desenrrola-se independente e separadamente da alma humana, que se limita a reflecti-lo imperfeita e parcialmente. O processo integral posto directamente em movimento e mantido pelo intelecto activo. A aco deste comparada por Averris.

21.

  • AVERRIS: A DOUTRINA DO INTELECTO
  • A doutrina que os escolsticos latinos recolheram como sendo tpica do
  • averrosmo a do intelecto. Com ela, Averris, distingue-se das interpretaes que dominam a filosofia rabe de Al Kindi a Ibr-Tofail.
  • Para estes filsofos, o Intelecto agente a ltima emanao divina e por isso uma
  • substncia separada de toda a matria e da prpria alma humana, pertencendo
  • ao nmero das substncias divinas.

22.

  • A esta doutrina que se encontra exposta e defendida, com poucas variantes, nos filsofos tratados atrs, Averris vem
  • trazer uma modificao substancial: o intelecto material ou hlico no a
  • alma humana. E no pela mesma razo porque no o o intelecto ativo:

23. Ao contrrio dos cristos, os rabes no queriam mutilar a cultura grega em funo de seus interesses. Foram eles que a levaram ao ocidente, com a invaso cultural que realizaram. Desse choque, desse conflito, inicia-se um novo tipo de vida intelectual, chamadaESCOLSTICA,que procura conciliar a razo histrica com a f crist. (GADOTTI, 1999, p. 55) OBSERVAO 24.

  • Maimonides Ele nasceu em 1135 em Crdoba, mas teve que sair da Espanha por causa da intolerncia dos almorvidas refgio em Fez e depois se mudou para o Cairo, onde morreu em 1204. Sua inspirao, como os filsofos anteriores, no neo-aristotlica e dominou desde o primeiro. Maior influncia no prximo sculo os filsofos cristos, principalmente Toms de Aquino. Segundo Maimnides, embora a Lei e a da filosofia so de natureza diferente para se reconciliar, o objetivo da da filosofia a demonstrao e confirmao da lei pode provar que Deus existe e que um e incorpreo. Muito parecido com a Al-Farabi afirma que as coisas existentes so contingentes e, portanto, a alegao da existncia de um ser necessrio.

25. 26.

  • A existncia de Deus demonstrado, independentemente de o mundo eterno ou foi criado ex nihilo no tempo. Enfim, nega que o mundo eterno, contingente e o resultado da livre vontade de Deus.
  • Em Deus, sabemos que existe, mas no sei o que , s podemos falar dos atributos acumulada negativa, isto , negando todas as imperfeies, pelo que sabemos, pelo menos, o que no . Esta doutrina mostra a preocupao judaica para prevenir qualquer ataque unidade de Deus.
  • No que diz respeito aos seres humanos, Maimnides declara que cada pessoa tem uma capacidade intelectual que varia em funo do mrito e se encontra com o intelecto agente aps a morte. A imortalidade no pertence ao homem individual, porque se o assunto (como corprea sensvel) o que nos individualiza, a morte ea podrido apenas o intelecto puro. O homem no imortal como um indivduo, mas apenas como parte do intelecto ativo. Esta doutrina totalmente rejeitada por Toms de Aquino no sculo XIII.

27.