Guia 2009 completo museus

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1. ABCMCAssociao Brasileira de Centros e Museus de CinciaCasa da CinciaCentro Cultural de Cincia e Tecnologia da UFRJ Museu da Vida Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz 2. Coordenao EditorialFatima BritoJos Ribamar FerreiraLuisa MassaraniPesquisaCarla AlmeidaCarolina Macedo ColaboraoOrganizaoCatarina ChagasLuisa MassaraniMuseu da Vida/FiocruzTexto FinalKtia MansurCarla AlmeidaCaminhos Geolgicos/DRM-RJProduo Editorial Maria Helena SteffaniFatima Brito Planetrio Prof. Jos Baptista PereiraSimone Martins Associao Brasileira de PlanetriosProjeto Grfico eMaurcio de Mattos SalgadoDiagramaoGrupo de Estudos e Pesquisa em Educao No FormalPaula Wienskoski e Divulgao em CinciasRevisoTnia Sampaio PereiraFernanda Cupolillo Instituto de Pesquisas Jardim Botnico do Rio de JaneiroSimone Martins Rede Brasileira de Jardins BotnicosIlustraesViviane Rachid GarciaMariana MassaraniParque Zoolgico Municipal Quinzinho de BarrosABCMC Associao Brasileira de Centros e Museus de Cinciawww.abcmc.org.br secretaria@abcmc.org.brApoioDepartamento de Difuso e Popularizao da Cincia e TecnologiaSecretaria de Cincia e Tecnologia para Incluso SocialFicha Catalogrfica elaborada pela Diviso de Processamento Tcnico - SIBI/UFRJC397 Centros e museus de cincia do Brasil 2009. -- Rio de Janeiro: Associao Brasileira de Centros e Museus de Cincia : UFRJ. FCC. Casa da Cincia : Fiocruz. Museu da Vida, 2009.232p.: il. ; 13 x 22,5 cm. 1. Museus de cincia - Brasil 2. Museus de cincia Aspectos educacionais. I. Brito, Fatima (coord.). II Ferreira,Jos Ribamar (coord.). III. Massarani, Luisa (coord.). CDD: 507.40981Nota dos Editores: as informaes contidas neste guia foram enviadas pelasrespectivas instituies, exceto quando indicada a fonte de pesquisa. 3. APRESENTAO, 5REGIES E ESTADOSCentro-Oeste, 7Distrito Federal 10 Gois 12 Mato Grosso do Sul 14Nordeste, 15 Alagoas 18 Bahia 20 Cear 27 Maranho 31 Paraba 32 Pernambuco 35 Piau 38 Rio Grande do Norte 39 Sergipe 42Norte, 45Amap 48 Amazonas 49 Par 51Sudeste, 55Esprito Santo 58 Minas Gerais 64 Rio de Janeiro 80 So Paulo 117Sul, 171 Paran 174 Rio Grande do Sul193 Santa Catarina 207CINCIA MVEL, 215ASSOCIAES, 217NDICE GERAL, 224COMO PARTICIPAR, 232 4. A rea de museus e centros de cincia marcada porum expressivo crescimento a partir da dcada de 1990no Brasil. Enquanto na dcada de 1980 os dedos da moeram mais do que suficientes para contar os centros emuseus interativos do pas, em 2005, na primeira versodeste guia, o nmero chegou a vrias dezenas. Se somarmos zoolgicos, jardins botnicos, plane-trios, aqurios, museus de histria natural e outros es-paos que exploram a cincia e a tecnologia, esse nmeroultrapassa 200, dos quais 190 esto registrados nestaverso atualizada do guia que est em suas mos. Destaque-se que coletar informaes sobre essasorganizaes no Brasil um trabalho de formigas. Hde esmiuar Brasil afora para identificar as diversasiniciativas, especialmente aquelas em cidades menores.Certamente, muitas ainda ficaram de fora as quais con-vidamos a entrar em contato para serem incorporadas listagem. Um aspecto que chama a ateno, no entanto, a distribuio desigual desses espaos de cincia nopas: a regio Sudeste concentra 112 das organizaeslistadas nesta edio; o Sul, 41. J nas demais regieso nmero bastante reduzido: Nordeste, 26; Centro-Oeste, 5; Norte, 6.Esperamos que este guia contribua para que essesespaos de cincia e lazer sejam valorizados e mais bemconhecidos.5 5. Fundao Jardim ZoolgicoDistrito Federal de BrasliaInaugurado em 1957, antes de aao pblico em geral, o zoolgico capital federal ficar pronta, o Jardim desenvolve projetos direcionados Zoolgico de Braslia foi a primeira a pessoas com necessidades espe- instituio com fins ambientais cria-ciais, que encontram outras formas da no Distrito Federal.de apreciar e aproveitar as suasCom uma rea de 140 hectares, atraes. Para levar alegria a quem abriga em distintos viveiros cerca no pode se locomover at o zoo- de 250 espcies de animais, entrelgico, a equipe de monitores e aves, rpteis e mamferos, em um voluntrios da instituio faz visitas total de, aproximadamente, 1.300 semanais a unidades hospitalares bichos. Entre eles, destacam-se os ou casas de terapias. representantes da fauna da Am- O zoolgico localiza-se ao rica do Sul, alguns sob ameaa delado do Santurio de Vida Silvestre extino. Em trs lagos artificiaisdo Riacho Fundo e do Parque das com ilhas, os visitantes podem ob- Aves. Ambos so geridos pela Fun- servar, ainda, macacos, marrecos,dao Jardim Zoolgico de Braslia, garas e outros animais. com rea total de 690 hectares.Alm de visitas guiadas aos viveiros e exposio permanente de animais empalhados, oferecidasAvenida das NaesVia L-4 Sul, Asa SulBraslia, DF, CEP 70610-100Tel. (61) 3345-2937Fax (61) 3345-3093 www.zoo.df.gov.br presi@zoo.df.gov.brVisitaotera a domingo 9:00h s 17:00hEntrada paga Associada SZB 10 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 6. Jardim Botnico de Braslia Distrito Federal Quando o arquiteto Lcio Cos- A rea de visitao pblicata projetou Braslia, j estava nos possui 526 hectares, com plantasseus planos a implantao de um nativas e exticas identificadas.jardim botnico. Mas a sua histria Nesse espao, o visitante convi-antecede fundao do Distrito Fe- dado a percorrer uma trilha ecol-deral: antes de os homens chega-gica de, aproximadamente, 4.500rem com as mquinas para cons-metros, onde formaes vegetaistruir a capital do pas, o cerrado j tpicas dos cerrados podem serestava l. justamente esse tipo deobservadas.ecossistema que ganha destaque H, ainda, o Orquidrio, o Her-no Jardim Botnico de Braslia. brio, o Centro de Visitante e a Apesar disso, demorou um Casa de Ch. Em seu Laboratriopouco a ser implementado na ci- Multidisciplinar, so desenvolvidasdade. O lugar para sua instalao pesquisas na rea de botnica,foi repensado, pesquisadores fo-ecologia e manejo de recursosram buscar ajuda no Jardim Bot-naturais, visando ao conhecimentonico do Rio... At que, em 1985,e preservao da vegetao donasceu a instituio, um espao deCerrado.pesquisa, educao ambiental elazer para a populao. SMDB Conjunto 12, Lago Sul Braslia, DF, CEP 71680-120 Tel. (61) 3366-2141 Fax (61) 3366-3831 www.jardimbotanico.df.gov.br faleconosco@jardimbotanico.df.gov.br Visitao tera a domingo 9:00h s 17:30h Entrada paga Centro-Oeste 11 7. Museu AntropolgicoGoisCriado em 1969, o Museu An- tais como antropologia social e cul-tropolgico da Universidade Fede- tural, arqueologia, etnolingustica,ral de Gois tem como objetivos educao indgena e museologia.principais apoiar e desenvolver a Possui, ainda, um rico acervo docu-pesquisa antropolgica na insti-mental, constitudo por fotos, v-tuio e organizar o seu acervo,deos, udios, imagens digitais, de-originrio dessas pesquisas.senhos tcnicos, produo carto-Desses objetivos, decorrem a- grfica, livros, entre outros.es de inventrio, documentao,Parte desse acervo est expos-segurana, preservao, divulga-ta em dois sales do museu. Umo do conhecimento cientfico edeles destinado exposio decomunicao de seu acervo a par-longa durao, Lavras e louvores,tir de recursos expogrficos e de e o outro reservado para mostrasaes educativo-culturais.temporrias.Esto sob a guarda do museucolees provenientes de coletasassistemticas e de pesquisas cien- Fonte:tficas realizadas em diversas reas, www.museu.ufg.brUniversidade Federal de Gois Av. Universitria, 1.166 Setor Universitrio Goinia, GO, CEP 74605-010 Tel. (62) 3209-6010 / 3209-6371 Fax (62) 3521-1891 / 3521-1892 www.museu.ufg.brVisitaosegunda a sexta 9:00h s 17:00h Entrada franca12CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 8. Planetrio da UniversidadeFederal de GoisGois Quem visitar o planetrio daum veculo de divulgao cientfi-Universidade Federal de Gois vaica e cultural por meio de cursos depoder acompanhar de perto os iniciao astronomia para o p-movimentos dos astros celestes.blico em geral, oficinas, seminrios,O espao conta com uma cpulasesses de observao ao telesc-de 12,5 metros de dimetro, onde pio, alm das projees do cu eso ministradas aulas e realizadas das palestras j mencionadas.projees dos programas elabora-O objetivo principal do plane-dos pela equipe do planetrio. trio popularizar e democratizar Em volta da cpula, h uma bi-o conhecimento da astronomia eblioteca, uma sala de exposioreas afins, divulgando informaotemporria, uma sala de estudo e atualizada, de modo a contribuiruma sala de aula, com 60 lugares,com a formao cientfica dos maisonde acontecem cursos e palestras. diversos grupos sociais. O planetrio, criado em 1970,desenvolve atividades de exten-so, ensino e pesquisa. Atua como Av. Contorno, s/n, Parque Mutirama Setor Central Goinia, GO, CEP 74055-140Tel./Fax (62) 3225-8085 / 3225-8028 www.planetario.ufg.brplanetario@planetario.ufg.br Visitaoescolas e outras instituies tera a sexta 8:30h s 10:00h e 14:00h s 15:30hsbados 11:00h pblico em geraldomingos 15:30h e 16:30h Entrada paga Centro-Oeste13 9. Mato Grosso do Sul Observatrio Solar Indgena Inaugurado em 2009, o Obser-A atividade inclui o relato da vatrio Solar Indgena da Univer- mitologia desses povos relacionada sidade Estadual do Mato Grosso do aos astros e suas constelaes. Sul (UEMS) localiza-se em um es-O principal objetivo do obser- pao de 1.000 metros quadrados, vatrio, que recebe crianas, jo- em frente ao prdio de adminis- vens e adultos, divulgar o conhe- trao da universidade e prximocimento astronmico das etnias a diversas aldeias da cidade de indgenas brasileiras e sua relao Dourados, onde vivem cerca de com o meio ambiente, aspectos da 13.000 ndios.cultura indgena que vm sendo Nesse espao, so realizadasresgatados por pesquisadores da observaes dos movimentos apa- universidade. rentes do Sol, diurno e anual, atra- vs da sombra de uma haste vertical (gnmon), para determinar o meio- dia solar, os pontos cardeais e as estaes do ano, como faziam os indgenas que habitavam o Brasil. Rodovia Dourados Itahum, Km 12 Cidade UniversitriaDourados, MS, CEP 79804-970 Tel. (67) 3902-2360 Fax (67) 3902-2364 www.uems.brpsilva@uems.brVisitao diariamente 8:00h s 12:00h e14:00h s 18:00h Entrada franca 14 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 10. Museu de Histria NaturalO Museu de Histria Natural da O museu contribui diretamenteUniversidade Federal de Alagoas com alguns cursos da universidade,(UFAL) foi criado em 1990 como um oferecendo estgios por meio dosrgo suplementar da instituioprogramas de iniciao cientfica.de natureza tcnico-cultural.O espao conta com expo-Desde ento, vem dando apoiosies permanentes que abrangemAlagoascientfico e cultural s atividades os recursos naturais de Alagoas, ade ensino, pesquisa, extenso e flora, fauna, minerais e fsseis docooperao tcnica, no campo dasestado. Possui, ainda, mostras itine-cincias naturais, aos estudantes,rantes de fsseis e de fotografiasprofessores, pesquisadores, tcni-da Caatinga.cos e comunidade em geral.Fontes:www.abcmc.org.br/mhnwww.ufal.edu.br/ufal Rua Aristeu de Andrade, 452, FarolMacei, AL, CEP 57021-090Tel. (82) 3221-2724 Fax (82) 3221-4172 Visitao segunda a sexta 8:00h s 18:00hEntrada franca Associado ABCMC18 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 11. Usina Cincia A Usina Cincia um exemplomental e Mdio, Programa de Popu-de como instituies de ensino su- larizao e Disseminao das Cin-perior podem dar uma luz ao en-cias Naturais e Programa de Incen-sino de cincias nas escolas. Criado tivo Experimentao em Cincias.em 1991, o centro tem sido umNesses programas, so desenvol-importante canal de interlocuo vidas vrias aes visando me- Alagoasentre a Universidade Federal delhoria do ensino de cincias emAlagoas e a rede de ensino funda-Alagoas, tais como: emprstimosmental e mdio do estado.de material didtico (kits experi- Com uma infraestrutura bsica mentais, fitas de vdeo, DVDs, li- sala de exposies, ncleo devros etc.), realizao de shows deinformtica, biblioteca, videoteca,qumica e de fsica, cursos de aper-laboratrio de qumica e de fsica,feioamento de professores e cicloncleo de astronomia e salas dede palestras.aula , recebe diariamente alunos Desde 1995, a Usina Cinciae professores de todo o estado, parceira do Centro de Estudosespecialmente da rede pblica de Astronmicos de Alagoas na di-ensino.vulgao da astronomia. O centro Seus esforos esto concentra-vem ensinando os conceitos des-dos em atividades associadas a trssa rea da cincia a todos os inte-programas principais: Programa deressados, no estado e at mesmoAperfeioamento de Professores defora de Alagoas.Cincias Naturais de Nvel Funda-Rua Aristeu de Andrade, 452, Farol Macei, AL, CEP 57021-090 Tel. (82) 3221-8488Fax (82) 3326-4159 www.usinaciencia.ufal.br usina.ciencia@fapeal.brVisitao segunda a sexta 8:00h s 12:00h e 13:00h s 17:00hEntrada franca Associada ABCMCNordeste19 12. Jardim Botnico de Salvador A presena de um espao budas trs colees plantas na-etnobotnico, dedicado ao estudo tivas do culto afro-brasileiro, plan-e exibio de espcies ligadas tas txicas e jardim sensorial ,cultura afro-brasileira, uma das que podem ser visitadas por meiocaractersticas que conferem ao Jar- de duas trilhas. Ao percorr-las,dim Botnico de Salvador uma sin-os visitantes entram em contatoBahiagularidade entre os jardins bot-direto com a Mata Atlntica enicos brasileiros. obtm informaes ambientais so- Inaugurado em 2002, tem co- bre a importncia e a conservaomo objetivo estudar e preservar adesse bioma.flora baiana, sob os aspectos bo- Entre as principais atividadestnicos, histricos e culturais, pro-realizadas no Jardim Botnico depiciando meios para realizao e Salvador, esto o levantamento dasdivulgao de pesquisas cientficascaractersticas socioeconmicas ee sua aplicabilidade no cotidianosocioambientais das populaespor meio da educao ambiental.do entorno e o levantamento e Em um total de 170.000 me-inventrio da flora existente emtros quadrados, quase todo ocupa-sua rea.do por Mata Atlntica, esto distri- Av. So Marcos, s/n, So MarcosSalvador, BA, CEP 41253-190 Tel./Fax (71) 3393-1266 www.jb.salvador.ba.gov.br/index.asp?pg=jbjardimbotanico@salvador.ba.gov.br Visitao diariamente 8:00h s 17:00h Entrada franca20CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 13. Museu Antares de Cinciae Tecnologia No hall de entrada, uma rpli- Entre as diversas atraes, es-ca do Meteorito de Bendeg en- to as palestras temticas e as ati-contrado em 1784, por Bernardino vidades orientadas no planetrio,da Motta Botelho, prximo cida-nos laboratrios de fsica, qumica ede de Monte Santo, Bahia dbiologia, nas exposies cientficasas boas vindas aos visitantes do e itinerantes e nos telescpios.BahiaMuseu Antares.Em uma das exposies per- Projeto de ensino, pesquisa e manentes, o Espao Natureza, osextenso universitria em desen- visitantes so apresentados a co-volvimento, desde 2007, no Ob- lees de ossos de rpteis, anf-servatrio Astronmico Antares dabios, mamferos, aves e peixes, queUniversidade Estadual de Feira depropiciam melhor compreenso daSantana (UEFS), o museu visa con-estrutura ssea desses animais.tribuir para melhoria, ampliao eO projeto inclui a construo devalorizao do ensino de cinciasum parque aeroespacial e de umae matemtica nas escolas pblicassrie de experimentos temticos ee privadas da Bahia. interativos de cincias. Rua da Barra, 925, Jardim CruzeiroFeira de Santana, BA, CEP 44015-430 Tel./Fax (75) 3624-1921www.uefs.br/antares museuantares@uefs.br Visitaosegunda a sexta8:00h s 12:00h e 14:00h s 18:00hObservaes nos telescpios quarta a sexta 19:00h s 21:00h Entrada paga (exceto instituies pblicas) Nordeste21 14. Museu de Arqueologiae Etnologia Um espao tricentenrio em O museu tambm organizadefesa da cultura, o Museu de Ar-exposies temporrias, promovequeologia e Etnologia da Univer- aes educativas, oferece cursos sidade Federal da Bahia (MAE/comunidade e realiza pesquisas nasUFBA) est instalado no prdio reas de arqueologia e etnologia.que abrigou, no sculo XVII, o Real Atendendo a demandas sociaisColgio dos Jesutas.Bahia e empresariais, o museu realiza di- Tem um acervo composto porversos tipos de servios e estudosseis colees que ressaltam os ves-arqueolgicos e antropolgicos as-tgios da primeira escavao feita sociados a licenciamentos ambien-no estado, em 1959. Esse materialtais para empresas, autarquias, pre-est distribudo em trs exposiesfeituras, fundaes, instituies depermanentes: de etnologia, com ensino e pesquisa.cermicas, cordes, tecidos, ador-nos, indumentrias, entre outrosobjetos; de arqueologia, compostade objetos utilitrios, azulejos, te-lhas, cachimbos, urnas funerrias, Fontes:entre outros; de arte rupestre.www.ufba.br www.universia.com.brTerreiro de Jesus, s/n, Prdio daFaculdade de Medicina, Pelourinho Salvador, BA, CEP 40025-010 Tel. (71) 3283-5530 / 3283-5533 www.ufba.br/instituicoes/ufba/maemae@ufba.brVisitaosegunda a sexta 9:00h s 18:00h sbados e domingos 10:00h s 17:00hEntrada paga22CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 15. Museu de Cincia & Tecnologia da BahiaUm dos primeiros museus in- A proposta do museu difun-terativos de cincia do Brasil come- dir o conhecimento nas reas demora 30 anos de atividades, em cincia e tecnologia por meio de2009, com a inaugurao de insta-atividades ldicas, interativas elaes e equipamentos. As novi-contextualizadas. Entre elas, des-dades incluem o auditrio Profes-tacam-se as visitas monitoradassor Roberto Santos e um simulador exposio permanente, mostras Bahiade terremoto.temporrias, sesses de filmes,Construdo em uma rea depeas teatrais, oficinas, debates,Mata Atlntica, o Museu de Cin- palestras, bem como assessoria acia & Tecnologia da Bahia preser-feiras de cincia nas escolas.va parte de sua vegetao, fauna eAlm disso, o museu, vinculadoespelhos dgua. Compondo o jar- Universidade do Estado da Bahia,dim externo, a Praa da Descober-vem se consolidando como impor-ta abriga as maiores peas do mu-tante suporte ao ensino, pesquisaseu. J no espao interno, a maior e extenso da instituio, incitandoparte do acervo distribuda em a curiosidade, promovendo o deba-salas de exposio e no hall central te e a democratizao da informaodo Pavilho de Cincias. entre a comunidade. Av. Jorge Amado, s/n, Imbu Salvador, BA, CEP 41710-050Tel./Fax (71) 3231-9368www.museu.uneb.br mc&t@listas.uneb.br Visitao segunda a sexta 8:00h s 11:30h e 14:00h s 17:30hEntrada franca Associado ABCMCNordeste23 16. Museu Geolgico da Bahia Uma visita ao Museu Geolgi- A instituio oferece cursos deco da Bahia um convite a conhe-gemologia, design de jias, joalhe-cer melhor o estado, por meio de ria e lapidao; realiza exposiesseus cristais, minerais e pedras pre-itinerantes em escolas e centrosciosas. So cerca de 2.000 peas culturais; faz anlises, consultorias,selecionadas do rico acervo do mu- laudos, avaliao tcnica e comer-Bahiaseu e distribudas em diversas ex- cial e confere pareceres e certifi-posies dentro do espao. Nos sa- cao de gemas e jias.les principais, encontram-se mos-Inaugurado em 1975, o museutras permanentes de rochas orna- busca difundir o conhecimento so-mentais e de fsseis.bre as geocincias, divulgar infor- O museu conta, ainda, com maes sobre os recursos mineraisum auditrio de 125 lugares, com disponveis e explorados no estado,projetor de vdeo e cinema de 16 desenvolver pesquisas e mostrar ae 35mm. Esse o ponto de partidanecessidade de preservar os mo-das visitas guiadas, que comeam numentos geolgicos da regio.com uma breve apresentao, se-Por fim, visa apoiar a produo eguida de vdeo sobre o tema a sercomercializao de gemas no es-abordado uma escolha feita emtado, oferecendo suporte aos pro-conjunto com a escola agendada.dutores, consumidores, comercian- tes e rgos pblicos.Av. Sete de Setembro, 2.195Corredor da VitriaSalvador, BA, CEP 40080-002Tel. (71) 3336-3498 / 3336-6922Fax (71) 3336-6689pesquisa@mgb.ba.gov.bratendimento@mgb.ba.gov.br Visitao tera a sexta 13:30h s 18:00h sbados e domingos 13:00h s 17:00h Entrada franca24CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 17. Universidade da Criana e do AdolescenteO dilogo entre cincia e arteAlm disso, realiza exposies o alicerce da proposta da Uni- itinerantes em diversos espaos p-versidade da Criana e do Adoles-blicos, como shoppings de gran-cente (UNICA). Por meio da arte, de circulao, articuladas com ao visitante estabelece uma relao Semana Nacional de Cincia emais prxima e ldica com o co-Tecnologia, democratizando o co-nhecimento cientfico. nhecimento cientfico e instigan- BahiaO espao foi inaugurado em do nos visitantes o interesse pelanovembro de 2000. Desde ento, descoberta.mantm uma exposio perma- Em 2007, teve incio o projetonente, com cerca de 50 expe- de ampliao da UNICA, que vairimentos interativos que exploramabranger novas reas do conheci-conceitos de fsica. mento, como matemtica, corpo humano, meio ambiente, qumica e energias sustentveis. Rua do Queimado, 17, LiberdadeSalvador, BA, CEP 40325-260 Tel./Fax (71) 3319-9730www.oaf.org.brunica@oaf.org.br Visitao segunda a sexta 8:30h s 11:30h e 14:30h s 17:30hEntrada franca Associada ABCMCNordeste25 18. Zoolgico de Salvador Inaugurado em 1958, o Zoo- Sua rea verde de cercalgico de Salvador hoje um cen-de 250.000 metros quadrados, in-tro de referncia e base de apoiocluindo remanescente secundrioa pesquisas relacionadas fauna e de Mata Atlntica. Esse cenrio de flora. Entre as principais atraes, grande beleza natural pode ser vis-esto 760 animais, incluindo 45 es-to pelo visitante nos 3.000 metrospcies de aves, 38 espcies de ma- de pista de passeio do parque.Bahiamferos e 25 espcies de rpteis. No espao, so realizadas ati- O zoolgico uma opo devidades de preservao e repro-lazer e refgio ecolgico no centroduo das diferentes espcies ani-de Salvador, reservado para a ex-mais; aes de conservao e en-posio de animais silvestres, emriquecimento do fragmento deespecial os ameaados de extinoMata Atlntica, de paisagismo, dee pertencentes fauna brasileira. ambientao de recintos e, em es- pecial, de educao ambiental.Rua Alto de Ondina, s/n, Ondina Salvador, BA, CEP 40170-110Tel. (71) 3116-7954 www.zoo.ba.gov.brVisitao tera a domingo e feriados 8:30h s 17:00hEntrada pagaAssociado SZB26CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 19. Museu do EclipseO Museu do Eclipse est situa- brasileira e estrangeira que estive-do no local em que foram feitas as ram na cidade e instrumentos uti-observaes da expedio britni-lizados pelos cientistas.ca durante o eclipse solar de 1919, Uma luneta que pertenceu afundamentais para a comprovaoHenrique Morize astrnomo queda Teoria Geral da Relatividade, dechefiou a comitiva brasileira deCearAlbert Einstein. 1919 em Sobral e diretor do Obser-Criado em 1999, pela Prefeitu- vatrio Nacional na poca tam-ra Municipal de Sobral, para a co- bm est no museu, alm de jornaismemorao dos 80 anos do fen- de novembro do mesmo ano, commeno, o museu um espao de os resultados das observaes dodivulgao histrica e cientfica da eclipse comprovando a teoria deRegio Nordeste. Einstein.A exposio permanente incluipainis contendo mapas e fotosde Sobral na poca do eclipse, Fonte:dos integrantes das expedies www.sobral.ce.gov.br Praa Oswaldo Rangel (Praa do Patrocnio), s/nSobral, CETel. (88) 3695-5205 Visitao tera a sexta 8:00h s 11:00he 14:00h s 17:00h sbados e domingos8:00h s 12:00h Entrada pagaNordeste 27 20. Parque Botnico do Cear A implementao do parque, tente. Todas as espcies florsticasem 1998, resultou de um conjuntoesto catalogadas com placas dede esforos. O primeiro passo foi identificao.dado pelo governo estadual doAs datas alusivas ao meio am-Cear, que destinou uma rea de biente, como a Semana da rvore190 hectares para o empreendi-e o Dia do Meio Ambiente, so co-Cearmento. Seguiu-se, ento, umamemoradas em parceria com esco-busca junto s empresas cearenses las pblicas e particulares, atravspara a arrecadao dos recursos da realizao de palestras, oficinas,necessrios para suas instalaes.exposio de trabalhos e outrasA primeira parceria veio da uni-atividades.dade local da Petrobras. A partir Com o objetivo de mostrar fon-de ento, seguiram-se vrias ade-tes alternativas de energia, dispeses e o Parque Botnico foi sede uma clula fotovoltaica paraconstituindo com recursos de em-iluminao por meio de energiapresas privadas, sem nus para osolar de um dos auditrios e umgoverno estadual.catavento como demonstrao de O parque dispe de centro de energia elica. Entre seus objeti-visitantes, salo de exposies,vos, esto: proteger a fauna e a flo-espao para piquenique perto do ra locais, servir como amostra dosespelho dgua e trilhas internas ecossistemas cearenses, fomentarrevestidas em pedra. Conta coma cultura ecolgica entre estudan-um orquidrio, um viveiro de plan-tes e professores e propiciar po-tas medicinais e viveiros parapulao um local de lazer e recre-produo de mudas nativas e deao de carter cultural.outras espcies. O circuito de visi-tao comea com uma explana-o sobre o parque e projeo defilmes educativos. Em seguida, iniciada a caminhada nas trilhas pa-ra observao da vegetao exis-Rodovia CE 090, Km 3 Caucaia, CE, CEP 60120-001 Tel. (85) 3342-3060 / 3421-5916 / 3421-5923www.sfiec.org.br/meioambiente/parque_botanico.aspparquebotanico@uol.com.br Visitaotera a domingo 8:00h s 17:00h Entrada paga(exceto alunos de escolas pblicas, idosos e colaboradores do Sistema FIEC)28 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 21. Planetrio Rubens de Azevedo O Planetrio Rubens de Aze-metro e capacidade para 86 poltro-vedo oferece diverso com inclu-nas e mais dois lugares para pes-so social. soas com necessidades especiais. Alm de realizar sesses p- Alm das sesses, o espao ofere-blicas sobre temas relacionados ce cursos de astronomia e obser-astronomia para crianas e adultos, vaes noturnas com telescpios. Cearo planetrio tem uma sesso espe- O planetrio, inaugurado emcfica para surdos e realiza ativida- 1999, integra um dos maiores com-des com portadores de necessi-plexos culturais do Cear, o Centrodades especiais.Drago do Mar de Arte e Cultura, As sesses so realizadas em localizado na Praia de Iracema, emuma cpula com 11 metros de di-Fortaleza.Rua Drago do Mar, 81Praia de Iracema Fortaleza, CE, CEP 60060-390Tel. (85) 3488-8639Fax (85) 3488-8599www.dragaodomar.org.br/planetarioplaneta@dragaodomar.org.brVisitaoescolas quarta a sexta manh e tarde pblico em geralsextas, sbados e domingos17:00h, 18:30h e 20:00hEntrada paga Nordeste 29 22. Seara da CinciaExperimentao, pesquisa, in-O Salo de Exposio o carro-teratividade, arte, cultura, conhe- chefe da Seara. Nesse espao, o vi-cimento. Nas atividades desenvol- sitante entra em ao, participandovidas pela Seara da Cincia, alu- de experimentos interativos denos e professores do ensino m- qumica e fsica. Alm disso, con-dio entram em contato com a vidado a conhecer algumas dasCearcincia por meio dos mais variadosprincipais caractersticas da Caatin-recursos pedaggicos. O concei- ga e ouvir os pssaros tpicos dato de interdisciplinaridade sai doregio, em um ambiente todo es-papel para ser literalmente manu- pecial que mimetiza um dos maio-seado pelos visitantes, seja nasres biomas do Brasil.exposies, nos laboratrios, nosConta, ainda, com laboratrioscursos, na orientao e preparaopara o ensino de qumica, fsica ede trabalhos para feiras de cincia biologia em cursos bsicos, ofere-ou nas apresentaes de teatro ecidos a 250 alunos por semestreshows cientficos.(80 horas/aula). Mantm um cur-Fundado em 1999, o espao deso de frias intensivo para alunosdivulgao cientfica e tecnolgi-e professores do ensino mdioca da Universidade Federal do Cea-e um grupo de teatro cientfico,r procura estimular a curiosidadeque apresenta peas em eventos,pela cincia, cultura e tecnologia, escolas etc. Tambm possui ummostrando suas relaes com o grupo de shows de cincias itine-cotidiano e promovendo a inter- rante que se apresenta a convite.disciplinaridade entre as diversasreas do conhecimento.Rua Paulino Nogueira, 315, bl. 1, trreo, Benfica Fortaleza, CE, CEP 60020-270 Tel. (85) 3366-7375 / 3366-7376Fax (85) 3366-7282 www.seara.ufc.brseara@seara.ufc.br Visitao segunda a sexta 8:00h s 12:00h e 14:00h s 18:00h(com agendamento) Entrada francaAssociada ABCMC30 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 23. Laboratrio de Divulgao Cientfica Ilha da Cincia Cercada de cincia por todosHoje, fazem parte das ativida-os lados, essa ilha est longe de des, alm do Mirim de Fsica, pa-ser isolada. Com uma programaolestras de divulgao cientfica, or-de divulgao cientfica que extra- ganizao de exposies cientfi-pola os limites do estado, realiza con- cas, orientao para exposies eferncias e mostras cientficas emfeiras de cincias e cursos de for- Maranhobairros, shopping centers, escolas, mao para professores.congressos e aldeias indgenas.A Ilha da Cincia confecciona Vinculada ao Departamento de seu prprio material didtico eFsica da Universidade Federal do constri experimentos sob enco-Maranho (UFMA), nasceu de umamenda para outros centros e mu-iniciativa em mbito nacional deseus de cincia do pas. Seu es-divulgao da cincia. Teve comopao constitudo de salo paraprimeira atividade, em 1992, o Cur- exposio permanente, sala deso Mirim de Fsica, com o objetivocomputao e auditrio. Quandode difundir o conhecimento cien-solicitada, leva seus experimentostfico na comunidade local, popu- para desenvolver atividades nolarizando e desmistificando a cin- interior do estado.cia e a tecnologia.Av. dos Portugueses, s/n, Campus Universitrio do BacangaCentro de Cincias Exatas e Tecnologia Depto. de Fsica, s. 101, bl. 3So Lus, MA, CEP 75080-580 Tel. (98) 2109-8290 / 2109-8222Fax (98) 2109-8200www.abcmc.org.br/ilhadacienciaoliva@ufma.brVisitaosegunda a sexta 8:00h s 22:00h sbados e domingos com agendamentoEntrada franca Associado ABCMC Nordeste 31 24. Jardim Botnico de Joo Pessoa Benjamim MaranhoUm imenso corao verde no Sua composio fitolgica meio da cidade. Essa a imagem formada por um complexo flors-para quem v do alto o jardim tico, em que h participao debotnico da capital paraibana, co-elementos no s da Mata Atln-nhecido como Mata do Buraqui- tica, como tambm espcies danho. Localizado prximo ao centro flora amaznica e da Hilia Baia-Parabada cidade, na formao geolgicana. Representantes da fauna brasi-do Baixo Planalto Costeiro, o leira tambm habitam o local, prin-maior remanescente contnuo decipalmente aves e insetos. Entre osMata Atlntica da Paraba. cor- mamferos, destacam-se preguias,tado pelo rio Jaguaribe, que, repre-saguis, cutias, raposas e morcegos.sado, forma o Aude do Buraqui- No grupo dos rpteis, as cobras e osnho, responsvel por parte do lagartos apresentam considervelabastecimento de gua de Joo variedade.Pessoa.Possui um prdio administra-Seus esforos esto concen- tivo, um centro de visitantes, umtrados na conservao da Mata salo de exposies e uma casaAtlntica do Nordeste. Coordena onde funcionam o laboratrio dee conduz aes e programas de botnica, o ncleo de educaopesquisa e educao ambiental,ambiental e a biblioteca. Os visitan-desenvolve e mantm coleestes podem usufruir do espao pordocumentadas de plantas da Ma-meio de incurses guiadas pelasta Atlntica e outros espcimes 12 trilhas existentes no local.botnicos apropriados zona cli-mtica da regio. Av. Pedro II, s/n, Mata do Buraquinho, Torre Joo Pessoa, PB, CEP 58040-440Tel. (83) 3218-7880 / 3218-7883Fax (83) 3218-5585www.sudema.pb.gov.br maquino_jb@yahoo.com.br Visitao segunda a sexta 8:00h s 17:00hsbados 8:00h s 12:00hEntrada franca32 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 25. Planetrio da Fundao Espao Cultural da Paraba Pessoas de todas as idades eAlm das projees na cpu-de todos os nveis de escolaridadela, o espao oferece exposies,esto convidadas a realizar uma oficinas, palestras e cursos infanto-viagem espacial. O embarque fei-juvenis de astronomia.to na cpula de 130 lugares do Pla-Desenvolve, ainda, a Semananetrio da Fundao Espao Cultu- de Astronomia e programas para Parabaral da Paraba (Funesc).estudantes dos nveis fundamental Inaugurado em 1982, o plane- e mdio e o pblico em geral.trio tem como finalidade principala divulgao e popularizao daastronomia e das cincias afins. Av. Abdias Gomes de Almeida, 800, Tambauzinho Joo Pessoa, PB, CEP 58042-100 Tel. (83) 3211-6263 Fax (83) 3211-6209www.paraiba.pb.gov.brplanetariopb2@ig.com.brVisitaotera a sexta 8:00h s 18:00hsbados e domingos 14:00h s 18:00hEntrada pagaAssociado ABP Nordeste 33 26. Vale dos Dinossauros O Vale dos Dinossauros As pegadas fossilizadas variamum dos mais importantes stiosde cinco centmetros possivel-paleontolgicos do mundo, com mente de dinossauros de tamanhocerca de 50 tipos de pegadas de semelhante ao das galinhas deanimais pr-histricos, espalhadashoje at 40 centmetros de com-por toda a bacia sedimentar doprimento a exemplo das pega-Parabario do Peixe, em uma extenso das de um iguanodonte de quatrode 700 quilmetros quadrados no toneladas, cinco metros de enver-alto serto da Paraba. gadura e trs metros de altura. A Ali viveram estegossauros, a-maior parte das pegadas pertencelossauros, iguanodontes e inmerasa dinossauros carnvoros.outras espcies de dinossauros,Uma das trilhas mais visitadasentre 250 e 65 milhes de anos a- pelos turistas e estudiosos que visi-trs. Eles desapareceram, mas seustam o Vale dos Dinossauros est norastros ficaram gravados no barro leito do rio do Peixe, na localidadede lagoas e na areia de rios em pe- denominada Passagem das Pedras,rodos chuvosos. Na seca, as pega-no stio Ilha, municpio de Sousa.das se solidificaram, resistiram schuvas seguintes, ganharam novascamadas de areia e barro trazido pe-Fontes:las enchentes, e hoje, fossilizadas,www.valedosdinossauros.com.brcontam a pr-histria da regio.http://acd.ufrj.brAlto Serto Paraibano Sousa, PB (444km da capital) Acesso pela BR 230 Tel. (83) 3522-3055 / 3522-1724 9903-9814 (Secretaria de Turismo) www.valedosdinossauros.com.br Visitao diariamente 7:00h s 16:00h Entrada franca 34CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 27. Espao Cincia MuseuInterativo de Cincia Um museu a cu aberto. Lo- Exposies e um Centro Educacio-calizado em uma rea privilegiada nal equipado com laboratrios dede 120.000 metros quadrados,matemtica, fsica, qumica, biolo-perto do mar e entre as cidades degia e informtica. Tambm possuiRecife e Olinda, em pleno mangue- dois observatrios astronmicosPERNAMBUCOPernambucozal pernambucano, as principais localizados fora da sua sede naatraes do Espao Cincia soTorre Malakoff, no Recife Antigo, eoferecidas em rea descoberta, em no Alto da S, em Olinda.contato com a natureza.Em uma concepo de edu- O espao, que completou dezcao que vai alm dos limites daanos em 2004, ganhou de aniver- sua sede, promove eventos, cur-srio a execuo de um plano de sos, oficinas, feiras e encontros deexpanso de sua estrutura fsica. cincias em escolas, shopping cen-Est organizado em duas trilhas:ters, universidades, parques, hospi-a Ecolgica e a da Descoberta. Atais e at nas ruas, atraindo grandeEcolgica explora a beleza do pblico. A inteno divulgar a pro-manguezal e os conceitos de meioduo cientfica nas escolas, capa-ambiente. citar professores e envolver comu- A Trilha da Descoberta dividi- nidades, tratando de assuntos deda em cinco reas temticas: gua,interesse geral ou de temas atua-Movimento, Percepes, Terra elizados em cincia, tecnologia eEspao. Conta com um Pavilho demeio ambiente. Complexo de SalgadinhoOlinda, PE, CEP 53111-970Tel. (81) 3301-6140Fax (81) 3301-6141www.espacociencia.pe.gov.br comunicacaoec@gmail.com Visitao segunda a sexta 8:00h s 17:00hsbados e domingos 13:30h s 17:00h Observatriossegunda a domingo 16:00h s 20:00h Entrada paga Associado ABCMC Nordeste 35 28. Jardim Botnico do RecifeUm testemunho vivo da bio- tem plantas de diversas texturas e diversidade da Mata Atlntica, oaromas com placas de identificao Jardim Botnico do Recife foi cria- em braille. do, em 1960, a partir da reformu-Possui, ainda, um orquidrio lao do Parque Zoobotnico dopara visitao, produo e permutaPernambuco Curado, que fazia parte do antigo de orqudeas e um meliponrio de Instituto de Pesquisa Agropecuriaabelhas nativas. No viveiro, so do Nordeste. Desde 1979, admi-produzidas mudas de essncias nistrado pela prefeitura da cidade. florestais, principalmente nativas,Sua mata constitui parte de um para emprego na recuperao de corredor florestal de Unidades de reas degradadas e arborizao da Conservao Municipais. Desen-cidade. volve atividades em educao am- A instituio cumpre papel im- biental, como caminhadas ecol- portante para o banco de germos- gicas, exposio permanente sobre plasma de mata atlntica da re- a Mata Atlntica, exibio de v- gio. As realizaes nas reas de deos com temas ambientais e visi- pesquisa cientfica, conservao tas aos viveiros de plantas medi- e educao ambiental possibilita- cinais e florestais.ram a admisso do jardim na RedeO jardim botnico conta comBrasileira de Jardins Botnicos e, um jardim sensorial, voltado a pes- por intermdio dessa, na Botanic soas com necessidades especiais,Gardens Conservation International. que percebem o mundo de uma forma diferente, utilizando os ou- tros sentidos. Nesse jardim, exis-BR 232, Km 7, Curado Recife, PE, CEP 50000-230 Tel. (81) 3232-2529www.recife.pe.gov.br/meioambiente/jb_apresentacao.php dirmam_rec@hotmail.com Visitaotera a sexta 8:30h s 15:30h Entrada franca 36 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 29. Parque Estadual Dois IrmosUm parque, um zoolgico e um Na rea do parque, foi fundado,horto florestal formam o complexoem 1916, o Horto Florestal de Doisdo Parque Estadual Dois Irmos,Irmos, nas terras que pertenciamque ocupa uma rea total de 387,4ao Engenho Dois Irmos, de Ant-hectares da cidade do Recife, em nio e Toms Lins Caldas, um dosPernambucoPernambuco.primeiros fundados no Brasil, emUma visita ao parque um1577.convite para conhecer melhor o Em 1939, foi criado o Jardimecossistema da regio, com suasZoobotnico de Dois Irmos, pas-plantas e seus animais nativos, co-sando a se chamar Parque Doismo preguias, saguis, quatis e uma Irmos, em 1997. O parque se des-enorme variedade de pssaros. Ao taca, hoje, por suas atividades nastodo, so cerca de 850 animais,reas de educao ambiental e re-entre aves, rpteis e mamferos de produo de animais em cativeiro.mais de 120 espcies. Praa Farias Neves, s/n, Dois IrmosRecife, PE, CEP 52171-011 Tel. (81) 3301-6518 Fax (81) 3441-7696www2.parquedoisirmaos.pe.gov.br/web/parque Visitaodiariamente 8:00h s 16:00h Entrada paga(exceto escolas pblicas estaduais) Associado SZB Nordeste37 30. Fundao Museu do Homem Americano Um encontro emocionante e o percurso, o visitante conhece aimperdvel com a pr-histria. O histria da escavao do Boquei-patrimnio arqueolgico do Par-ro da Pedra Furada, stio arqueo-que Nacional Serra da Capivara,lgico mais antigo das Amricas.gerido pela fundao, constitu- No mezanino, esto expostas pe-do por cerca de 700 stios de pin- as pr-histricas, urnas funerriasturas rupestres pr-histricas, come esqueletos. Nas ltimas salas, soPiauat 12.000 anos, gravadas em pare- apresentados os ossos, as ima-des de rocha. As pinturas repre-gens desenhadas e a descriosentam aspectos do dia a dia, ritosda megafauna que viveu na re-e cerimnias dos antigos habitantesgio. A exposio se encerra comda regio, alm de figuras de ani- a biodiversidade atual.mais, alguns j extintos.Alm de preservar o parque, a Declarado Patrimnio Mundialfundao, criada em 1998, desen-pela UNESCO, o parque foi criado,volve pesquisa sobre a interaoem 1979, com a finalidade de pre-dos grupos humanos e o ambien-servar esse patrimnio arqueolgico, te, desde a pr-histria aos diasparcialmente aberto visitao. atuais, e carrega a misso de sen- A exposio permanente se sibilizar a populao para a pre-inicia com uma viso da evoluo servao da regio. Para isso,dos homindeos, uma apresentao promove palestras, encontros edas teorias de povoamento dasseminrios.Amricas, seguida da vida do ho-mem na regio durante o Pleisto-ceno e no Holoceno. ContinuandoCentro Cultural Srgio Motta, Campestre So Raimundo Nonato, PI, CEP 64770-000Tel./Fax (89) 3582-1612www.fumdham.org.br umdham@terra.com.br Visitao tera a domingo 9:00h s 17:00h Entrada paga38 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 31. Museu Cmara CascudoO Museu Cmara Cascudo temEm 1969, instalou-se na sede defi-por misso a conservao, inves-nitiva, ocupando uma parte do ter-tigao, exposio e divulgao reno da Sociedade de Assistnciado patrimnio histrico, natural eaos Filhos de Lzaros, no bairro doRio Grande do Nortecultural do Rio Grande do Norte Tirol.sob sua guarda. O museu presta servios cien-Vinculado Universidade Fe-tfico-culturais comunidade localderal do Rio Grande do Norte, foi e aos visitantes de outras locali-fundado em 1961, como Instituto dades, por meio de suas atividadesde Antropologia, por iniciativa dode ensino, pesquisa e extenso,ento reitor Onofre Lopes e dos bem como do atendimento aoprofessores Lus da Cmara Cascu- pblico em suas exposies. Seudo, Jos Nunes Cabral de Carvalho,acervo formado principalmenteNivaldo Monte e Verssimo de Melo.por colees arqueolgicas, geo-A ideia inicial era formar, nalgicas e paleontolgicas e serveuniversidade, um grupo de trabalhode suporte ao desenvolvimentointeressado no estudo de algumase atualizao das atividades cien-reas ainda pouco exploradas no tficas e pedaggicas do estado.estado, como a paleontologia, ageologia do quaternrio, a antro- Fonte:pologia cultural e a arqueologia. www.mcc.ufrn.brAvenida Hermes da Fonseca, 1.398, Tirol Natal, RN, CEP 59015-001 Tel. (84) 3222-0923 / 3215.2537www.mcc.ufrn.brmuseucc@mcc.ufrn.brVisitaotera a sexta 8:00h s 11:30h e 14:00h s 17:30hsbados e domingos 13:00h s 17:00hEntrada paga(exceto estudantes e professores de escolas pblicas) Nordeste39 32. Museu de Paleontologia Vingt-Un Rosado O Museu de Paleontologia da Desde ento, muitos pesqui-Escola Superior de Agricultura de sadores brasileiros e estrangeirosMossor (ESAM) foi criado com o vieram a se interessar pelo estudoobjetivo de expor as colees dedos fsseis do estado.Rio Grande do Nortefsseis existentes nessa escola, O Museu de Paleontologiafruto de alguns anos de trabalhoVingt-Un Rosado ocupa, atualmen-de campo realizado pelo setor dete, o pavimento superior do Edif-geologia. cio Ezequias Pegado Cortez, no Esses trabalhos foram viabili- campus da ESAM, e conta com cin-zados por iniciativa de Vingt-Unco salas, que ocupam uma rea deRosado, grande incentivador da136 metros quadrados. Trs dessaspaleontologia no Rio Grande dosalas so destinadas a exposiesNorte. Em 1961, devido a seu em-e duas, a atividades de preparaopenho, foi realizado o II Congres-de fsseis e pesquisa.so Brasileiro de Paleontologia, emMossor, ocasio em que foram fir-Fonte:madas as diretrizes da Sociedadehttp://acd.ufrj.brBrasileira de Paleontologia.Escola Superior de Agricultura de MossorAv. Francisco Mota, ed. Ezequias Pegado Cortez(Admin. Central) Mossor, RN, CEP 59625-300Tel. (84) 3315-1734 Visitao com agendamento Entrada franca 40CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 33. Planetrio de Parnamirim O Planetrio de Parnamirim As visitas guiadas ao planet-deu o pontap inicial s suas ativi- rio so orientadas por um profes-dades em janeiro de 2009. Vin- sor astrnomo, que d uma ver-culado Prefeitura Municipal de dadeira aula de astronomia nasRio Grande do NorteParnamirim, o espao est prepara- sesses escolares e sesses espe-do para receber estudantes, profes-ciais voltadas para pessoas comsores, turistas e pblico em geral.necessidades especiais. A institui- Realiza sob sua cpula sesseso tambm oferece programa deescolares, especiais e pblicas ecapacitao de mediadores.oferece cursos de astronomia pa-ra jovens, professores e o grandepblico, no intuito de enriquecer oconhecimento cientfico e cultural,por meio de pesquisa, msica, ci-nema e literatura. Av. Castor Vieira Rgis, s/n, Cohabinal Parnamirim, RN, CEP 59140-840Tel. (84) 3643-3931nenaparnamirim@hotmail.com Visitao tera a sexta 8:00h s 12:00h e 14:00h s 18:00h sbados 15:30h s 17:00h Entrada paga (exceto escolas municipais e estaduais)Nordeste 41 34. Casa de Cincia e Tecnologia da Cidade de Aracaju Integrante da mais nova ge-O outro a Experimentoteca,rao de centros de cincia do que abriga um complexo de varia-Brasil, a Casa de Cincia e Tecnolo- dos experimentos interativos quegia da Cidade de Aracaju (CCTECA)abordam conceitos de diversas -foi criada, em 2009, com o objetivoreas do conhecimento, entre elasde divulgar a cincia ao grande p-a fsica e a matemtica. Esse espa-Sergipeblico do estado de Sergipe.o conta, ainda, com uma sala de Possui uma rea total de 558informtica com dez computadores.metros quadrados, distribudos em A CCTECA desenvolve ativida-dois espaos principais. Um delesdes de educao cientfica voltadas o planetrio, com 31 lugares e ao grande pblico com o uso deprojetor digital, onde os visitan- experimentos interativos e didti-tes so apresentados aos conheci-cos, alm de oferecer sesses di-mentos e aos encantos do cu.rias em seu planetrio.Av. Oviedo Teixeira, s/n, JardinsAracaju, SE, CEP 49026-100Tel./Fax (79) 3217-3370 ccteca.planetario@yahoo.com.br Visitaotera a sexta 9:00h s 17:00hsbados e domingos 14:00h s 17:00h Entrada franca 42CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 35. Museu de Arqueologia de XingO Museu Arqueolgico de Xin-A unidade museolgica com-g (MAX) foi criado para estudar, posta, ainda, por um auditrio, on-preservar e divulgar o conhecimen-de so exibidos vdeos e exposi-to sobre a pr-histria do homemes audiovisuais relacionados aosbrasileiro, especialmente daquelestemas tratados no museu, e umaque viveram na regio do baixo Sorea para exposies temporriasSergipeFrancisco, muito antes da chegada sobre assuntos diversos.dos portugueses ao Brasil.J a unidade de pesquisa de-O museu tem duas reas prin-senvolve estudos arqueolgicoscipais: a unidade museolgica e a em vrias linhas: O So Francisco eunidade de pesquisa. Na primeira, seu povoamento pr-histrico, Auma exposio permanente conta, representao grfica em Xing,de forma didtica, um pouco sobre Os stios arqueolgicos, Os ani-a cultura e os hbitos dos povosmais pr-histricos da regio depr-histricos da regio. Essa uni- Xing, entre outras. Os resultadosdade encontra-se dividida por as- dessas pesquisas constituem os in-sunto: arte rupestre (pinturas e gra- gredientes principais do que ex-vaes na pedra), material ltico posto no museu.(em pedra), material cermico ematerial malacolgico (conchas eFonte:ossos). www.max.org.brRodovia Canind, Piranhas, Trevo da UHE, Xing Canind do So Francisco, SE, CEP 43200-000 Tel. (79) 2105-6448 Fax (79) 2105-6453 www.max.org.br max@ufs.br Visitaoquarta a domingo 9:00h s 16:30h Entrada paga Nordeste43 36. Centro de Pesquisas Museolgicas Museu Sacaca Vinte mil metros quadrados de dos castanheiros, o monumentoexposio a cu aberto e ambientes marabaixo, a casa da farinha, a casadiversos do ao visitante do Mu- dos Waipi, a praa das etnias e aseu Sacaca a oportunidade de vi- praa do Sacaca, onde possvelvenciar as diferentes realidades se deliciar com a comida e os sor-das comunidades tradicionais davetes de frutas da regio.Amaznia. Conta, ainda, com outras atra- Inaugurado em 2002, o museu es, como a maloca multiuso, on- tambm um espao de divulgao de acontecem as sesses de cpu-dos trabalhos realizados pelo Ins- la do planetrio mvel Maywakatituto de Pesquisas Cientficas e Tec- e as apresentaes do grupo cul-nolgicas do Estado do Amap.tural; a casa Aracy MontAlverne,Todas as aes que promove pes-destinada leitura e pesquisa; aquisa, preservao e divulgao casa das exposies, destinada abuscam a interao entre o saber mostras de curta e longa durao; ecientfico e o saber popular dos po- a casa da criao. Os projetos EntreiAmapvos amaznicos.na Roda e Conhecendo o Museu e Entre os espaos de visitao,os ciclos de palestras ministradasdestacam-se o stio arqueolgico por professores do instituto tam-Marac, a casa do ribeirinho, a casa bm fazem parte das atividades. Av. Feliciano Coelho, 1.509, Trem Macap, AP, CEP 68900-260Tel. (96) 3212-5361Fax (96) 3212-5362 www.iepa.ap.gov.br nubia.almeida@iepa.ap.gov.brVisitao tera a domingo 9:00h s 18:00h Entrada franca Associado ABCMC 48CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 37. Bosque da Cincia Inaugurado, em 1995, como de lazer com carter sciocientfi-parte das comemoraes do 40co e cultural, propiciando aos visi-aniversrio do Instituto Nacional de tantes interesse pelo meio ambien-Pesquisas da Amaznia (INPA), ote, alm de atrativos tursticos eBosque da Cincia tornou realidade entretenimento entre eles, tan-um antigo sonho do instituto: abrirque de peixe-boi, viveiro de arira-suas portas ao pblico.nhas e jacars. O bosque foi projetado para fo- Com uma rea de, aproxima-mentar e promover o desenvol-damente, 13 hectares, o bosquevimento do programa de Difuso possui trilhas educativas que doCientfica e de Educao Ambien- acesso s atraes do espao etal do INPA, ao mesmo tempo pre- oferecem informaes em relaoservando os aspectos da biodiver- fauna, flora e aos ecossistemassidade existente no local. amaznicos ali presentes. Um de seus objetivos ofere-Amazonascer populao uma nova opo Fonte: http://bosque.inpa.gov.br Av. Andr Arajo, 2.936, Petrpolis Manaus, AM, CEP 69083-000Tel. (92) 3643-3192Fax (92) 3643-3192 http://bosque.inpa.gov.br/principal.htm bosque@inpa.gov.br Visitao tera a sexta 9:00h s 12:00h e 14:00h s 17:00hsbados, domingos e feriados 9:00h s 16:00h Entrada paga(exceto grupos escolares com agendamento) Associado ABCMC Norte 49 38. Zoo Tropical Manaus Um zoolgico no meio da flo-Alm de apresentar a fauna a- resta, o Zoo Tropical Manaus res- maznica aos hspedes do hotel e gata os animais que, por diferentes comunidade local, o zoolgico motivos, no podem retornar aos desenvolve um programa de edu- seus habitats naturais na selva.cao ambiental, visando cons- Inaugurado em 1976, o zoo-cientizao dos visitantes quanto lgico pertence ao Tropical Hotel necessidade de conservao da Manaus, que construiu, em uma -fauna local. rea de 22.000 metros quadrados, O espao guarda algumas es- 15 recintos para abrigar os animais pcies em perigo de extino, co- em exposio. O espao conta, ain-mo a ona-pintada, a jaguatirica, o da, com uma rea conhecida co-macaco-aranha-da-barriga-branca mo Praa das guas, onde se en- e o mutum-cavalo. contram os rpteis do zoolgico.Amazonas Av. Coronel Teixeira, 1.320, Ponta NegraManaus, AM, CEP 69037-000 Tel. (92) 2123-5246 Fax (92) 3658-3034 www.tropicalhotel.com.brdcampista@osite.com.br Visitao diariamente 8:00h s 17:00h Entrada francaAssociado SZB50CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 39. Bosque Rodrigues Alves Com 150.000 metros quadra-pcies silvestres, especialmente asdos de extenso, o Bosque Rodri- que esto ameaadas. O bosquegues Alves uma importantepossui, ainda, milhares de esp-reserva natural de espcies vege-cies cultivveis de importncia eco-tais da floresta de terra firme do nmica e seus correspondentes sil-esturio amaznico. formado porvestres, como plantas frutferas euma floresta primria de terra medicinais.firme preservada desde o finalA fauna constituda por es-do sculo XIX, representativa da pcies brasileiras, tambm encon-flora regional. A grande maioria tradas na regio amaznica, abran-da vegetao oriunda de mata gendo animais em liberdade, ca-virgem antiga e h, tambm, algu-tiveiro e semicativeiro. Entre as es-mas plantas exticas, que forampcies da fauna livre, esto aves,introduzidas posteriormente. mamferos, rpteis, anfbios, inse- Entre as colees, esto mais tos e moluscos.de 80.000 espcies de plantas A instituio desenvolve, porParvasculares, principalmente orqu-meio de seus tcnicos, pesquisasdeas, cactos e outras suculentas,em diversas linhas.palmeiras, bulbosas, conferas e r-vores de regies temperadas e es- Av. Almirante Barroso, 2.453, Bairro do MarcoBelm, PA, CEP 66093-020 Tel. (91) 3241-6332 / 3241-6169Fax (91) 3242-0096www.belem.pa.gov.br/semma/bosque gab.semma@cinbesa.com.brVisitao tera a domingo e feriados 8:00h s 17:00hEntrada paga Norte 51 40. Museu Paraense Emlio GoeldiO sculo XIX foi o auge dascincias da informao e oferece expedies de naturalistas Ama- servios educativos, para distintos znia. Foi nesse contexto que inte- pblicos, que abordam temas de lectuais interessados no estudo dacincia e cultura. natureza e da cultura amaznica O museu recebe, alm da po- criaram, em 1866, em Belm, a As- pulao local, turistas e pesqui- sociao Philomatica, a primeira se-sadores de todo o pas e do mundo. mente do Museu Paraense EmlioO grande atrativo dar um passeio Goeldi. no amplo parque zoobotnico. Atualmente, um dos maiores nesse espao que so realizadas museus brasileiros, com cerca deexposies de longa durao 4,5 milhes de objetos tombados,que ficam em cartaz de dois a qua- reunidos em 17 grandes colees.tro anos e temporrias, alm de Entre as diversas atividades quediversas mostras itinerantes ou realiza, destacam-se a pesquisa vinculadas a eventos cientficos e cientfica, a ps-graduao e a con-de divulgao. Tambm possui umPar servao de acervos.campus de Pesquisa, em Belm, eAlm disso, desenvolve proje-uma Estao Cientfica, na Floresta tos e estudos nas reas de comu-Nacional de Caxiuan. nicao, educao, museologia e Av. Magalhes Barata, 376, So Brs Belm, PA, CEP 66040-170 Tel./Fax (91) 3249-6373 www.museu-goeldi.brcentrodevisitantes@museu-goeldi.br Visitaotera a domingo 9:00h s 17:00h Entrada pagaAssociado ABCMC52 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 41. Parque de Cincias Um museu interativo de cincia sensibilizar a populao para o usoque pudesse contribuir, por meiocorreto da gua potvel.de diversas aes, para a melhoriaJ o Incentivo Iniciao Cien-do ensino de cincia e da qualidade tfica destinado aos alunos quede vida das comunidades locais. voluntariamente integram o grupoFoi dessa demanda que nasceu, de guardies do meio ambiente,em 1995, o Parque de Cincias,no qual recebem reforo de conhe-localizado em um espao natural cimento em diversos assuntos vol-de 2,5 hectares de rea verde, na tados cincia.Vila dos Cabanos.O parque tambm oferece cur- As atividades desenvolvidassos de astronomia e para formaoso variadas e atingem um pbli-de monitores em centros e museusco amplo e diversificado. Na Aula de cincia; realiza exposies, pa-Passeio, professores e alunos dolestras em escolas e atividades cien-ensino fundamental e mdio par- tficas em praas pblicas. Entre asticipam de atividades ldicas, em atividades culturais, destaca-se aParque so trabalhados contedos apresentao de grupos e orques-extraclasse previamente elabora-tra de cmara.dos. O Movimento de Cidadaniapelas guas um passeio cicls-tico, cujo objetivo esclarecer eAv. Dom Romualdo Coelho, q. 372 Vila dos Cabanos Barcarena, PA, CEP 66447-000 Tel./Fax (91) 3252-3478ciparque@yahoo.com.brVisitaoteras, quintas, sbados e domingos9:30h s 16:30hEntrada paga Associado ABCMCNorte53 42. ESPRITO SANTO 43. Escola da Cincia Biologia e HistriaDemocratizar a cincia e per-espao, o visitante pode conhecer mitir, de forma ldica e interativa,as caractersticas do relevo de o acesso da populao aos conhe-Vitria, os stios arqueolgicos, as cimentos sobre os ecossistemas ereas de aterro, as reas verdes e o patrimnio histrico do Espritominiaturas de prdios histricos, Santo. Com essa proposta, a Secre-que esto expostas em uma ma- taria Municipal de Educao con-quete. Artefatos arqueolgicos, co- cebeu a Escola da Cincia Biolo-mo lana, machadinha e outros gia e Histria, que funciona no Sam-instrumentos cortantes, compem bo do Povo.o Espao da Pr-Histria, que des-No primeiro andar do prdio, taca esse perodo da histria de so representados, por meio deVitria. uma exposio viva, trs ecossis-Um dos objetivos principais da temas aquticos do Esprito Santo.escola estimular a conscincia e So cinco aqurios: dois de guaas aes de preservao ambiental. salgada, dois de gua doce e um Para isso, foi montado o Espao da de manguezal, com simulao deEducao Ambiental, que, por meio mar. Nesse mesmo local, so re-de atividades diversas, envolve o criados ambientes de fauna e florapblico de forma interativa. da Mata Atlntica e da Restinga, apresentando, inclusive, algumas espcies ameaadas de extino, como, por exemplo, a jaguatirica e o jacar-de-papo-amarelo.Esprito SantoNo segundo andar, a rea est reservada aos aspectos histricos de Vitria e do Esprito Santo. Nesse Av. Drio Loureno de Souza, 790 Sambo do Povo, Mrio CypresteVitria, ES, CEP 29026-080Tel. (27) 3332-1612Fax (27) 3381-6994 www.vitoria.es.gov.br/ecbh ecbh@vitoria.es.gov.brVisitaotera a sbado 8:00h s 12:00h e 14:00h s 18:00h domingos e feriados14:00h s 18:00hEntrada franca Associada ABCMC 58CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 44. Escola da Cincia Fsica A Secretaria de Educao de Tambm so realizadas expo-Vitria adverte: quem visitar a Es- sies temporrias, oficinas e mi-cola da Cincia Fsica vai ficarnicursos para professores, estudan-de cabelo em p, literalmente. E, tes e pblico em geral.ainda: sua sombra poder ser con-No auditrio, o visitante conhe-gelada! srio!ce, por meio de slides, um pouco No espao, localizado no Par-da histria de Vitria e do prdioque Moscoso, o visitante encon- que abriga a escola. Tombado pe-tra 43 instrumentos cientficos que lo Patrimnio Histrico Estadual edesmistificam a fsica como uma restaurado pela prefeitura de Vi-disciplina complicada, por meio detria, a prpria construo da d-estratgias ldicas e interativas.cada de 1950 registra um poucoAps conhecer os instrumentos,dessa histria.com a ajuda de monitores, o visi-tante poder explorar alguns prin-cpios, como inrcia, transforma-es de energia, propagao dosom, gravitao, formao de ima-gens, entre outros. Esprito SantoRua Jos de Anchieta, s/n Parque Moscoso, Centro Vitria, ES, CEP 29018-270 Tel./Fax (27) 3233-3556www.vitoria.es.gov.br/secretarias/educacaoecienciafisica@gmail.com Visitaotera a sbado8:00h s 12:00h e 14:00h s 18:00h domingos e feriados 14:00h s 18:00hEntrada francaAssociada ABCMC Sudeste59 45. Museu de Biologia Professor Mello LeitoSo 80.000 metros quadrados Integrado ao Instituto do Patri- de pura Mata Atlntica, em plenamnio Histrico e Artstico Nacio- regio onde o menino Augustonal desde 1984, o museu dedica-se Ruschi passeava pelas matas e ob- ao estudo, pesquisa e difuso da servava plantas e insetos. Anos biodiversidade do Esprito Santo, mais tarde, o naturalista capixabapreservao e ao enriquecimento ficaria famoso pelos seus estudos das suas colees cientficas, patri- com colibris habitantes frequen-mnio fsico e cultural, bem como tes da regio.ao desenvolvimento de aes vol-Visitado durante todo o anotadas para a conservao do meio por milhares de turistas e estudan- ambiente. tes, o museu foi criado em 1949 eSeu valioso acervo tem atrado constitui um dos marcos da luta doa ateno de pesquisadores de to- naturalista Ruschi pela preservao do o mundo. De suas colees, des- da natureza. Ao longo de sua vida,tacam-se as de beija-flores (cerca de ele identificou, registrou e catalo-1.700 exemplares), de morcegos gou centenas de espcies de ani-(1.300) e o herbrio (7.000 plan- mais e vegetais e teve destacadotas para estudo). As pesquisas papel na criao de parques e re- cientficas da instituio so divul- servas do estado, na conteno do gadas no Boletim do Museu de desmatamento e no alerta popu-Biologia Mello Leito e em outras lao sobre o impacto ambiental revistas nacionais e estrangeiras. dos grandes projetos industriais. O nome do museu uma homena- gem a seu professor e amigo, o m-Esprito Santo dico e zologo Cndido Firmino de Mello Leito.Av. Jos Ruschi, 4, CentroSanta Teresa, ES, CEP 29650-000Tel. (27) 3259-1182 / 3259-1696 Fax (27) 3259-1182 www.melloleitao.iphan.gov.brruschi@terra.com.br Visitao tera a domingo 8:00h s 17:00h Entrada paga 60CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 46. Ncleo de Cincias O Ncleo de Cincias um pro-O ncleo oferece, s escolas egrama de difuso e popularizaoao pblico em geral, aes e pro-da cincia da Pr-Reitoria de Ex- jetos direcionados melhoria dotenso da Universidade Federal do ensino de cincias, promovendo aEsprito Santo. participao, a criatividade, a ino- Promove e apia atividades e-vao e a cidadania.ducacionais de incluso social que Entre eles, destacam-se: feiraslevam cincia e tecnologia aos mais de cincias, teatro cientfico, mos-diversos segmentos da populao.tras de vdeos, minicursos, exposi-Alm disso, dispensa ateno es-es, oficinas, laboratrio virtualpecial ao pblico jovem e a estu- de cincias e a Experimentoteca,dantes de todas as idades, bem co-que promove a educao cientficamo estabelece parcerias com esco- atravs de prticas experimentais.las do ensino fundamental e mdiodo estado do Esprito Santo.Esprito Santo Universidade Federal do Esprito Santo Campus Universitrio Alaor Queiroz Arajo Av. Fernando Ferrari, 514, GoiabeirasVitria, ES, CEP 29075-910 Tel. (27) 3335-2332 / 3335-7877Fax (27) 3335-2332www.ufes.br/~nucleoc nucleoc@npd.ufes.brVisitaosegunda a sexta 8:00h s 18:00hAtividades gratuitasAssociado ABCMC Sudeste 61 47. Planetrio de VitriaAs sesses promovidas pelo Os equipamentos disponveis Planetrio de Vitria mostram apermitem mostrar, na cpula de sua beleza do cu, a grandiosidade dosala de projeo, o cu como seria Universo e a aventura do homem visto de qualquer ponto da superf- na sua explorao, sem deixar de cie da Terra e em qualquer tempo lado o conhecimento cientfico.passado, presente ou futuro. Alm Inaugurado em 1995, no campusdisso, possvel representar os mo- da Universidade Federal do Espritovimentos dos planetas, dos satli- Santo, vinculado Secretaria de tes de Jpiter e das estrelas cadentes Educao da Prefeitura de Vitriae apresentar imagens e animaes e ao Centro de Cincias Exatas dade fenmenos astronmicos. universidade. Em conjunto com o Observat-Alm de ser um espao de la-rio Astronmico da universidade, zer, disponibiliza aos visitantes infor- o Planetrio de Vitria desenvolve maes atualizadas sobre o que j se um intenso programa de atividades conhece sobre a cincia do cu e educativas, com cursos, oficinas, pa- os inmeros desafios e mistrios que lestras e exposies. Dentre elas, ele ainda guarda. Dessa forma, di- destaca-se a preparao de estu- funde os conhecimentos e estimuladantes do ensino fundamental e m- a curiosidade, a imaginao e o in-dio para a Olimpada Brasileira de teresse pelo estudo da natureza, Astronomia e Astronutica. servindo tanto para ampliar o co- nhecimento e a viso que o pblico em geral tem sobre o Universo, co- mo para complementar o ensinoEsprito Santo de cincias nas escolas. Campus da Universidade Federal do Esprito SantoAv. Fernando Ferrari, 514, Goiabeiras Vitria, ES, CEP 29075-973 Tel. (27) 3335-2489 Fax (27) 3227-2531planetariodevitoria@gmail.com Visitao escolas segunda a sexta 8:00h s 12:00h e 13:00h s 18:00hpblico em geral sextas 19:00h / sbados 16:00h e 18:00hdomingos e feriados 16:00h, 17:00h e 18:00h Entrada franca 62 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 48. Praa da Cincia Em uma praa de 8.500 me- radas por uma longa distncia; otros quadrados, crianas, jovens,joo-teimoso, um teste de equil-adultos e idosos brincam com e-brio; o prato-giratrio, que apre-quipamentos ldicos e, ao mesmosenta as foras envolvidas no movi-tempo, aprendem conceitos de mento de giro e tem capacidadecincia. So 11 instrumentos inte- para girar seis pessoas que quise-rativos de grandes dimenses, ins- rem sentir tais foras.talados ao ar livre, que possibili- Todos os equipamentos sotam aos visitantes uma vivncia bemmonitorados por pessoas que ex-prxima com os princpios cientficos. plicam os conceitos envolvidos nos Um dos mais visitados o pla-mesmos e convidam o visitante ano inclinado. Descendo por trs ca-test-los. Alm disso, a equipe dobos de ao, colocados em alturas programa ministra oficinas e mini-distintas, o usurio pode aprender cursos para professores, estudantesum pouco sobre algumas leis da e pblico em geral.fsica. Entre as demais atraes, esto:o girotec, que simula ausncia degravidade; o elevador de mo, queexplora o sistema de roldanas; osistema solar em escala; o espelhode som, atravs do qual as pesso-as podem conversar, mesmo sepa-Esprito Santo Av. Amrico Buaiz, s/n, Enseada do Su Vitria, ES, CEP 29020-420 Tel./Fax (27) 3345-0882www.vitoria.es.gov.br/secretarias/educacao/pracaciencia.htmpracaciencia@yahoo.com.brVisitao tera a sbado e feriados8:00h s 12:00h e 14:00h s 18:00h domingos 14:00h s 18:00h Entrada francaAssociada ABCMCSudeste 63 49. Centro de Cincias da Universidade Federal de Juiz de ForaAos ps do Morro do Cristo,Nas exposies temporrias e carto postal do municpio de Juizpermanentes, o visitante pode con- de Fora, foi criado, em 2006, o Cen-tar, caso deseje, com a orientao tro de Cincias da Universidade Fe- de mediadores. deral de Juiz de Fora, com a misso O espao conta, ainda, com sa- de despertar nos visitantes um olharlas de trabalhos manuais, inform- mais curioso, consciente, rigorosotica e audiovisual, alm de biblio- e crtico em relao cincia. teca, oficina mecnica, planetrioQuem visitar o espao, no vai inflvel e jardim sensorial. Esse lti- encontrar respostas prontas paramo proporciona a descoberta e a questes complexas da cincia. Pa-aprendizagem de vrias caracte- ra isso, ter que arregaar as man- rsticas relacionadas diversidade gas e colocar a mo na massa nasqumica, morfolgica e adaptativa atividades prticas de laboratriodos vegetais, por meio da percep- em qumica, fsica e biologia.o pelo tato e olfato.Minas GeraisRua Visconde de Mau, 300, Santa HelenaJuiz de Fora, MG, CEP 36015-260Tel. (32) 3229-7606www.centrodeciencias.ufjf.br centrodeciencias@ufjf.edu.brVisitaosegunda a sexta 8:00h s 18:00h Entrada franca64 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 50. Centro de Pesquisas PaleontolgicasLlewellyn Ivor Price e Museu dos Dinossauros Llewellyn Ivor Price foi atrado O Centro Price hoje uma re-para Uberaba, em meados dos anosferncia para pesquisadores do1940, quando, por acaso, oper- mundo inteiro. No seu acervo fs-rios encontraram fragmentos s- sil, esto depositadas mais de 1.500seos de um dinossauro prximo peas. Depois de coletadas, so i-estao ferroviria Mangabeira, nadentificadas, preparadas e disponi-regio norte da cidade de Ubera-bilizadas para estudo.ba. O paleontlogo gacho logoJ o Museu dos Dinossauros a-percebeu que havia ali um grandetrai visitantes pela caracterstica di-stio paleontolgico e comeou anmica de sua exposio. Alm dosrealizar escavaes e estudar a fun-tradicionais painis, fotos, gravu-do os achados.ras e textos explicativos, exibe fs- Com o intuito de dar continui- seis de diversos animais da faunadade ao trabalho de Price, que dei- regional e acrescenta, a cada ano,xou a regio em 1974, a prefeiturainformaes atualizadas e exem-de Uberaba iniciou, em 1991, a im-plares fsseis inditos produzidosplantao do Centro de Pesquisa pela equipe cientfica.L. I. Price, no bairro de Peirpolis,nas instalaes da antiga estaoferroviria do vilarejo. O prdio foitotalmente reformado para abrigaros laboratrios, o alojamento dos Fontes:pesquisadores, a administrao ewww.peiropolis.com.brhttp://acd.ufrj.bro Museu dos Dinossauros. Minas Gerais BR 262, Km 784, Peirpolis Uberaba, MG Tel./Fax (34) 3359-0105Visitaosegunda a sexta 8:00h s 17:00hsbados e domingos 8:00h s 18:00hEntrada paga Sudeste65 51. Fundao Zoo-Botnicade Belo HorizonteJardim Botnico, Jardim Zool-J o Parque Ecolgico, inaugu- gico e Parque Ecolgico, tudo issorado em maio de 2004, foi cons- na mesma rea verde. Sob a ge-trudo a partir de um projeto de rncia da Fundao Zoo-Botnica desassoreamento da Lagoa da de Belo Horizonte, os trs am-Pampulha e dividido em cinco bientes oferecem ao visitante lazer reas: esplanada, bosque, centro e melhor conhecimento sobre a de apoio, rea silvestre e proteo natureza que os rodeia. ambiental.Criada em 1991, junto com o Entre outras atividades da fun- Jardim Botnico, a fundao man-dao, destacam-se projetos de tm projetos educativos, cientfi-conservao (Enriquecimento Am- cos e culturais, que visam con- biental, Lobo-guar), flora (Educa- tribuir para a preservao da fauna o para Conservao da Caatinga e da flora e para a formao do Mineira) e educao (O Jardim cidado.Botnico vai Escola), alm deO Jardim Zoolgico possui um atividades diretamente voltadas ao plantel de mais de 200 espcies depblico (Bicho da Hora, Borbole- animais da fauna brasileira e mun-trio), entre outras. dial. Concentra colees, canteiros e estufas temticas de plantas en- dmicas, exticas e ameaadas de extino. Os dois espaos esto lo- calizados em uma rea de Cerrado e Floresta Estacional Semidecdua, sendo uma parte preservada.Minas Gerais Av. Otaclio Negro de Lima, 8.000, PampulhaBelo Horizonte, MG, CEP 31365-450 Tel. (31) 3277-7100 Fax (31) 3277-7258www.pbh.gov.br/zoobotanica fzbascom@pbh.gov.br VisitaoJardim Zoolgico e Jardim Botnico tera a domingo 8:30h s 16:00h Parque Ecolgicopblico geral: sexta a domingo 8:30h s 17:00hescolas (grupos agendados): tera a quinta 8:30h s 17:00h Entrada paga(exceto Parque Ecolgico)66CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 52. Laboratrio de Divulgao Cientfica Associar o conhecimento cien-realizadas no campus da UFMGtfico ao prazer da descoberta ae em outros espaos pblicos, co-proposta da equipe do Laboratrio mo shopping centers, praas, par-de Divulgao Cientfica da Uni-ques e escolas. O laboratrio pro-versidade Federal de Minas Gerais duz, ainda, livros e artigos, publi-(UFMG), em atividade desde 1998.cados em revistas nacionais e O laboratrio pesquisa e de- internacionais, sobre experimentossenvolve experimentos e protti-de baixo custo e novas estratgiaspos de baixo custo, abrangendo te-de divulgao cientfica e ensinomas da fsica, qumica, matemticade cincia.e tecnologia. A ideia usar esseDestaque para o livro Fsicamaterial em atividades ldicas emais que divertida, publicado pelainterdisciplinares, para professoresEditora da UFMG, com cerca dee alunos do ensino fundamental e100 experincias, que foi lanadomdio e para o pblico em geral.na Alemanha, pela Editora Aulis Entre as atividades, esto: ex-Verlag Deubner, e em breve terposies interativas, shows deuma verso em ingls.cincias, oficinas e teatro cientfico,Minas Gerais Av. Antonio Carlos, 6.627 Campus Pampulha, Pampulha,Belo Horizonte, MG, CEP 31270-901 Tel. (31) 3499-5675 / 3499-6604 Fax (31) 3499-5600 www.fisica.ufmg.br/divertidadivertida@fisica.ufmg.brVisitaosegunda a sexta 8:00h s 17:00h Entrada francaAssociado ABCMC Sudeste 67 53. Museu Arqueolgico da Regiode Lagoa Santa LapinhaUma visita ao Museu Arqueo-Os instrumentos primitivos fo- lgico da Lapinha uma viagem ram aprimorados e muitos chega- ao passado histrico da regio. As ram a ter perfeio artstica, assim relquias arqueolgicas reunidas como os objetos cermicos. Exem- no museu so evidncias dos n-plares desses instrumentos e cer- veis diversos de civilizaes quemicas compem o acervo do mu- viveram naquele local. seu, que conta tambm com fsseisA importncia dos stios ar-marinhos, vegetais e de animais da queolgicos de Lagoa Santa se de-regio; coleo de minerais e pe- ve ao achado Homem de Lagoa dras preciosas de vrias cidades, Santa. Estudos comprovam a exis-estados e pases; formaes calc- tncia de homens nessa regio h rias e animais empalhados. mais de 10.000 anos. Eles habita- O museu foi fundado em 1972 vam cavernas, alimentavam-se dae organizado pelo j falecido ar- caa e da pesca. Seus instrumen- quelogo Mihly Bnya, que traba- tos e armas eram feitos de madeira,lhou na regio e a estudou durante osso queimado, conchas, pedras e cerca de 40 anos. cristais de rocha. Posteriormente, abandonaram as cavernas e se Fonte: instalaram pelos vales do rio daswww.lagoasanta.com.br Velhas.Minas GeraisGruta da LapinhaAcesso pelo Km 44 da MG-010 (direo Serra do Cip)Lagoa Santa, MG Tel. (31) 3681-1363 Visitao tera a sexta 9:30h s 16:30h sbados e domingos 9:30h s 17:00h Entrada paga68CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 54. Museu da Loucura Instalado no lendrio Hospital No espao, h tambm umaColnia de Barbacena, o Museu da galeria de arte que oferece opor-Loucura resgata a histria do pri- tunidade para exposies de artis-meiro hospital psiquitrico de Mi- tas da regio e divulgao da grifenas Gerais, criado em 1903, uma sa-Pir Cri, composta por trabalhosga de mais de um sculo de sofri-manuais e de artesanato feitosmento e excluso. Estima-se que alipelos usurios do hospital.morreram cerca de 60 mil pessoas, O Museu da Loucura, inaugu-entre homens e mulheres, vtimas rado em 1996, busca criar um elodo agravo de superlotao, aban- entre a instituio e a sociedade edono e descaso.tem a expectativa de proporcionar Circulando pelas cinco salas do a quebra do estigma contra o por-museu, o visitante se depara com tador de sofrimento mental, des-objetos, documentos, fotografias,pertando reflexes sobre as fron-sons e instrumentos cirrgicos que teiras entre a loucura e a razo.ajudam a compreender melhor oscaminhos e os descaminhos dotratamento psiquitrico estabeleci-do em Minas Gerais no incio dosculo XX. Minas GeraisRua 14 de agosto, s/n, FlorestaBarbacena, MG Tel. (32) 3339-1611chpb.nep@fhemig.mg.gov.br Visitaodiariamente 8:00h s 12:00h e 13:00h s 17:30h Entrada francaAssociado ABCMCSudeste 69 55. Museu de Artes e OfcioUm lugar de encontro do tra- O museu est instalado na Es- balhador consigo mesmo, com sua tao Central de Belo Horizonte, histria e com o seu tempo. O Mu- por onde transitam milhares de seu de Artes e Ofcio abriga e di-pessoas diariamente. , assim, um funde um acervo representativo do espao coerente com a natureza universo do trabalho, das artes e da coleo, bem prximo ao dos ofcios do Brasil, desde o pe-trabalhador. rodo pr-industrial. So ferramen- Para abrig-lo, foram restaura- tas, utenslios, mquinas e equipa- dos dois prdios antigos tombados mentos que conduzem cada visi-pelo patrimnio pblico. A sua im- tante a uma identificao com o uni-plantao incluiu, ainda, a recupe- verso do trabalho ali referenciado. rao da Praa da Estao, marcoCriado a partir da doao ao inaugural da cidade, que, cada vez patrimnio pblico de mais de mais, se consolida como espao 2.000 peas, pela colecionadora destinado a eventos e manifesta- e empreendedora cultural Angela es culturais. Gutierrez, o museu revela a riqueza da produo popular, os fazeres, os Fonte: ofcios e as artes que deram origem www.mao.org.br a profisses contemporneas.Minas GeraisPraa Rui Barbosa, s/n (Praa da Estao), CentroBelo Horizonte, MG, CEP 30160-000Tel. (31) 3248-8600www.mao.org.brinfo@mao.org.br Visitao teras, quintas e sextas 12:00h s 19:00hquartas 12:00h s 21:00hsbados, domingos e feriados 11:00h s 17:00h grupos escolares agendados tera a sexta 9:00h s 12:00h Entrada paga(exceto escolas pblicas e ONGse, aos sbados, pblico em geral)70 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 56. Museu de Cincia e Tcnica da Escola de Minas A histria do Museu de Cin- O complexo composto porcia e Tcnica se confunde com a his- vrios museus e salas dedicadastria da Escola de Minas, criada, em a diversas reas da cincia 1874, pelo Imperador D. Pedro II,eletrotcnica, histria natural, me-com os incentivos de Gorceix, mi-talurgia, minerao, mineralogia,neralogista francs que veio ao Bra- siderurgia, topografia e astrono-sil ministrar as disciplinas de mine-mia , alm de um observatrioralogia e geologia na instituio. astronmico. Quando a Escola de Minas seA instituio possui, ainda, umauniu Escola de Farmcia para criar biblioteca especializada e oferecea Universidade Federal de Ouro visitas monitoradas s exposies,Preto (UFOP), ambas foram transfe- cursos e oficinas, alm de realizarridas para o novo campus univer- eventos com temticas relaciona-sitrio do Morro do Cruzeiro. Na das ao contedo do museu.antiga sede da escola, ficaram ins-talados os museus que formam ho-je o complexo museolgico do Mu- Fonte:seu de Cincia e Tcnica da UFOP. www.museu.em.ufop.brMinas Gerais Universidade Federal de Ouro Preto Praa Tiradentes, 20, CentroOuro Preto, MG, CEP 35400-000Tel./Fax (31) 3559-3119 / 3559-1597 www.museu.em.ufop.br/museumuseu@ufop.brVisitaotera a domingo 12:00h s 17:00hObservatrio Astronmicosbados 20:00h s 22:00hEntrada paga Associado ABCMC Sudeste 71 57. Museu de Cincias da TerraAlexis DorofeefO Museu de Cincias da pblico e o museu, eles oferecem Terra Alexis Dorofeef foi criado, visitas guiadas, que devem ser em 1993, a partir da coleo de agendadas previamente. minerais e rochas da UniversidadeEntre as atividades desenvol- Federal de Viosa (UFV).vidas no museu, destacam-se osInstalado em uma casa da anti- cursos de extenso para professo- ga vila de professores da universi- res do ensino bsico, minicursos e dade, conta com dois sales para ex-oficinas de capacitao de profissio- posies de longa durao, um es- nais e estudantes e o desenvolvi- pao interativo, uma sala de expo-mento de projetos temticos em sies temporrias e outra de v- escolas. Tambm so realizadas ati- deo, com capacidade para 30 pes-vidades relacionadas a grandes soas. Possui biblioteca, que tam- eventos, como a Semana Nacional bm funciona como videoteca, ede Museus, a Primavera de Museus um amplo quintal. e a Semana Nacional de Cincia eH monitores disposio dosTecnologia. visitantes, no horrio de funciona- mento do museu. Alm de tirar d- vidas e estimular o dilogo entre oMinas GeraisVila Giannetti, casa 31Campus Universitrio UFV Viosa, MG, CEP 36570-000 Tel. (31) 3899-2662 Fax (31) 3899-2648 www.mctad.ufv.br mctad@ufv.brVisitaosegunda a sexta 8:00h s 12:00h e 14:00h s 18:00h (outros dias e horrios com agendamento)Entrada francaAssociado ABCMC72 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 58. Museu de Cincias Morfolgicas Difundir o conhecimento da vdeo, que ajudam na observaoestrutura e do funcionamento do da estrutura organizacional do cor-organismo humano a proposta po humano, em diferentes nveis.do Museu de Cincias Morfolgi-Grande parte das atividadescas, criado em 1989, no mbito de educativo-pedaggicas desen-um projeto de pesquisa do Insti-volvida com base nesse acervo.tuto de Cincias Biolgicas da Uni- Entre elas, destacam-se atividadesversidade Federal de Minas Gerais.ldicas e oficinas para estudantes Em suas exposies, explorade diferentes nveis de escolaridadediferentes formas de abordar a vi-e capacitao de professores deda, procurando reformular concei- cincias.tos sobre sade, qualidade de vi-No quesito incluso social, oda, patrimnio, educao e pre- museu desponta como uma refe-servao. rncia, desenvolvendo diferentes Fazem parte da exposio per-projetos socioeducacionais e demanente: peas anatmicas huma- pesquisa que envolvem o pbliconas, embries e fetos em diferen- infantil, adolescentes e jovens emtes estgios de desenvolvimento;situao de risco social, idosos efotomicrografias de clulas e teci- pessoas com mltiplas deficincias,dos em microscopia de luz e ele-especialmente visuais.trnica; equipamentos de udio eMinas GeraisAv. Antonio Carlos, 6.627, PampulhaBelo Horizonte, MG, CEP 31270-910Tel./Fax. (31) 3409-2776www.icb.ufmg.br/cenex/museumor.htm mcm@icb.ufmg.br Visitao tera a sexta 8:00h s 12:00h e 13:30h s 17:00hteras 18:30h s 22:00h Entrada paga Associado ABCMC Sudeste 73 59. Museu de Cincias Naturaisda PUC MinasEstimular a formao de uma O jacar-gigante o maior cro- conscincia crtica quanto neces- codilo j encontrado at hoje , rp- sidade de preservao do patrim- teis voadores e o esqueleto de um nio natural, histrico e cultural dodinossauro carnvoro que viveu na Brasil uma das misses do museu,Amrica do Sul so alguns dos per- criado, em 1983, como um espao sonagens que frequentam A era interdisciplinar da Pontifcia Uni- dos rpteis, cujo tema o domnio versidade Catlica de Minas Geraisdesses bichos sobre a Terra. (PUC Minas). Suas exposies, pes- A histria natural de Minas quisas em zoologia, paleontolo- Gerais contemplada nas exposi- gia e biologia da conservao e es Peter Lund: memrias de um atividades educativas e culturais naturalista; Cavernas: espaos sub- procuram atrair o interesse dos terrneos de vida; Arqueologia visitantes para as cincias naturais. pr-histrica mineira; Tatu gigan-O museu abriga um acervo ricote o smbolo do museu e O Cer- de zoologia, uma coleo de pa- rado mineiro sob o olhar de Gui- leontologia com mamferos domares Rosa. A fauna extica Pleistoceno da Amrica do Sul e explorada nas exposies Elefan- colees de vertebrados da faunates, Ourio-cacheiro e Baleias. atual, com anfbios, rpteis, aves e mamferos. Essas peas so as principais atraes das exposies de longa durao.Minas Gerais Av. Dom Jos Gaspar, 290, p. 40Corao EucarsticoBelo Horizonte, MG, CEP 30535-901 Tel. (31) 3319-4152Fax (31) 3319-4983www.pucminas.br/museumuseu@pucminas.br Visitao tera a sexta 8:30h s 17:00h quintas 13:00h s 21:00hsbados e feriados 9:30h s 17:00h Entrada paga Associado ABCMC74 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 60. Museu de Histria Natural e Jardim Botnico da UFMG Cincia, educao, meio am- H tambm espao para expo-biente e arte constituem os pilares sies temporrias e atividades sa-principais da proposta do museu zonais. O projeto 4 Estaes pro-e jardim botnico da Universidade move, a cada estao do ano, dife-Federal de Minas Gerais (UFMG). rentes eventos, que trazem vida e Criado em 1968, o complexo dinamismo ao museu.possui uma rea total de 60 hec- O museu tambm um espaotares, ocupada por Mata Atlntica,de desenvolvimento de pesquisasna qual h trilhas a serem percor-nas reas de botnica, arqueolo-ridas pelos visitantes. Alm da reagia, cartografia, museologia e arteverde, o espao conta com cinco ambiental.exposies permanentes: Mineralo-gia, Arqueologia, Paleontologia, Qu-mica na cabea e Fsica divertida.Minas GeraisRua Gustavo da Silveira, 1.035, Santa InsBelo Horizonte, MG, CEP 31080-010Tel. (31) 3409-7612 / 3409-7611Fax (31) 3409-7613www.mhnjb.ufmg.br dir@mhnjb.ufmg.br Visitao tera a sexta 9:00h s 12:00h e 13:00h s 16:00h sbados e domingos 10:00h s 17:00h Entrada paga Associado ABCMC Sudeste 75 61. Museu de Mineralogia Professor Djalma GuimaresO Museu de Mineralogia Prof. soais e de pesquisa do pioneiro Djalma Guimares ocupa trs anda- da geocincia brasileira. O espa- res do prdio Rainha da Sucata, o conta, ainda, com um auditrio, edificao de estilo ps-modernoutilizado para cursos e diversas que compe a paisagem da capi-atividades realizadas no museu, tal mineira.tais como visitas monitoradas eSeu acervo constitudo por exibio de filmes. cerca de 3.000 amostras de mine- O principal objetivo do museu rais, rochas, minrios, gemas, tornar conhecida dos cidados fsseis e meteoritos, sendo 80% de Belo Horizonte a produo mi- deles procedentes de terras mi- neral do estado de Minas Gerais, neiras. Parte do acervo foi herdada destacando sua importncia hist- da exposio existente na antigarica, econmica e cultural no cenrio Feira Permanente de Amostras, mineiro, nacional e internacional. extinta nos anos 1960.As amostras encontram-se organizadas no Salo da Coleo Fonte: Permanente. Na Sala Memorialhttp://portalpbh.pbh.gov.br Djalma Guimares, h objetos pes-Minas GeraisAv. Bias Fortes, 50, Centro Belo Horizonte, MG, CEP 30170-010 Tel. (31) 3271-3415museumin@pbh.gov.br Visitaotera a sexta 8:00h s 17:00hsbados 9:00h s 17:00h domingos 10:00h s 17:00h Entrada franca76CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 62. Oi FuturoInaugurado em 2007, o Oi Fu-O Oi Futuro de BH conta, tam-turo de Belo Horizonte possui abm, com o Museu das Teleco-mesma vocao do seu congnere municaes. Nele, os visitantes sono Rio de Janeiro (ver p. 115): serapresentados a cones e testemu-ponto de encontro entre arte,nhos da evoluo das telecomuni-cultura, tecnologia e cidadania. O caes e suas tecnologias, um pro-complexo cultural, localizado no cesso que avana em ritmo acele-prdio da empresa Oi, na capital rado: dos telefones a manivela,mineira, composto de uma srie disco e teclado, que transportavamde espaos.apenas a voz humana, ao aparelhoA Galeria de Arte Contempo-que hoje caminha com o homem.rnea um deles. Em cada expo- O museu possui um programasio, mltiplas possibilidades soeducativo que tem como propostaexploradas, tendo como conceitodesenvolver e implantar uma aocomum a convergncia de lingua-educativa direcionada aos diversosgens. No Multiespao, o pblicotipos de pblico que frequentam omarca encontro com o pensamen- Oi Futuro e o Museu das Teleco-to, nos papos do Oi Cabea, quemunicaes, assim como dar aces-rene, quinzenalmente, perfor- so a novos e diferentes pblicosmances multimdias, oficinas e pa- atravs de programas de sensi-lestras sobre temas contempor-bilizao, integrao e informao.neos. O Teatro Klauss Vianna, porsua vez, o elo de convergnciaentre as diversas expresses ar-tsticas que convivem no centro.Minas GeraisAv. Afonso Pena, 4.001, MangabeirasBelo Horizonte, MG, CEP 30130-008Tel. (31) 3229-3131Fax (31) 3229-7696 www.oifuturo.org.br/museu Visitaotera a domingo 11:00h s 20:00h Museu das Telecomunicaestera a domingo 11:00h s 17:00h Entrada franca Sudeste 77 63. Parque da Cincia de IpatingaLocalizado em um complexoAs principais atividades de- de lazer projetado pelo paisagista senvolvidas no parque so: expo- Roberto Burle Marx, o Parque sies temporrias, substitudas se- Ipanema, o Parque da Cincia demestralmente; Astronomia no Par- Ipatinga , ao mesmo tempo, umaque, que inclui cursos e obser- atrao turstica e um convite pa- vaes telescpicas, no ms de ra a compreenso de fenmenosjunho, para estudantes e o pbli- cientficos. Inaugurado em 2000, co geral; Feira de Cincia Pequeno foi concebido dentro das polticas Inventor, na qual alunos da regio pblicas municipais para a divul-criam equipamentos que ficam ex- gao da cincia e concretizadopostos no parque, e a Semana por um convnio entre a prefei-Nacional de Cincia e Tecnologia. tura e a Universidade Federal deO espao possui, ainda, uma Viosa, por meio da Secretaria Mu- Infoteca, onde so ministradas au- nicipal de Educao, Cultura, Es-las de informtica para alunos e porte e Lazer. professores da rede municipal deParte de seu acervo fica em ensino; a Experimentoteca, um um galpo e, outra parte, ao arlaboratrio de cincias mvel livre. Os visitantes so orientadosemprestado s escolas para enri- por monitores que procuram ex- quecer as aulas de cincias; e plicar, com linguagem acessveluma minibiblioteca, com acervo e de forma ldica, os processosde cunho cientfico destinado a e os conceitos cientficos por trsprofessores. de cada experimento. Os mdulos todos interativos abrangem asMinas Gerais reas da fsica, qumica, biologia, astronomia e matemtica. Av. Burle Max, s/n, Parque IpanemaIpatinga, MG, CEP 35162-011 Tel./Fax (31) 3829-8365www.ipatinga.mg.gov.br(link Parque Ipanema)parquedaciencia@ipatinga.mg.gov.br Visitaotera a sexta 8:00h s 17:30h Entrada francaAssociado ABCMC78CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 64. Parque da Cincia de Viosa literalmente um choque visi-O parque conta com salas detar o Parque da Cincia de Viosa! aula, laboratrios, uma cpula comAli, uma das principais atraes um telescpio newtoniano de 18cm uma mquina eletrosttica de de dimetro para observao eWinshurst, que recebe os visitantesum giroscpio humano. Em suadistribuindo choques eltricos.rea externa, trata da temtica am- Desde 1998, mantm expo-biental, atravs de maquete dasio permanente com experimen-bacia hidrogrfica, aqurio e bor-tos interativos que procuram mos-boletrio.trar fenmenos cientficos interes-Alm de receber visitantes,santes, de forma contextualizada serve como espao para a forma-e divertida, para que os visitanteso continuada de professores.descubram e se inspirem. A pro-Com o apoio da Universidade Fe-posta colocar a cabea para fun- deral de Viosa (UFV), pretendecionar, despertando a curiosidadeformar uma rede de museus in-e propiciando experincias bem-terativos de cincia no estado desucedidas de explorao e apro-Minas Gerais.priao do mundo fsico a pessoasde diferentes faixas etrias e grausde formao. Minas GeraisAv. P. H. Rolfs, s/n, Campus UFV Viosa, MG, CEP 36570-000Tel. (31) 3899-2699 / 3899-2499www.ufv.br/crp epassos@ufv.brVisitaosegunda a sexta 8:00h s 12:00he 14:00h s 18:00h Entrada francaAssociado ABCMCSudeste 79 65. CASA DA CINCIA CENTRO CULTURALDE CINCIA E TECNOLOGIA DA UFRJ A cincia uma importanteFoco, a exibio de filmes com interpretao do mundo que nosos mais variados temas propor- cerca e faz parte do contexto cul-ciona instigantes debates. O site tural da humanidade. Sua relaoPoranduba trar a histria da cin- indissocivel com o cotidiano trazcia e das tcnicas no Brasil. A s- questes sobre os riscos e bene-rie de livros Terra Incgnita discu- fcios que envolvem o fazer cien- te divulgao cientfica, a Revista tfico. Conhecer, refletir e interferir Cincia para Poetas rene artigos, no campo da cincia experimen-quadrinhos, entrevistas, saber po- tar e viver plena cidadania.pular e arte, explorando possibili- Perguntas, dvidas e caminhos dades de leitura, e materiais did- a serem descobertos... Nem sem- ticos so produzidos para diver- pre encontramos as respostas, mas sificar o trabalho em sala de aula. importante experimentar, paraUltrapassando seus muros, a errar e acertar, para criar novas Casa da Cincia vai a praas, bares, possibilidades. Com esse desafio, ruas e escolas, em parceria com a Casa da Cincia da UFRJ busca instituies, empresas, ONGs e o dilogo e o debate entre dife-prefeituras, realizando atividades rentes reas do conhecimento, es- como a Semana Nacional de Cincia timulando a curiosidade e o ques- e Tecnologia e Caminhos de Darwin, tionamento do pblico.um roteiro turstico, educacional Um espao onde a troca de e cientfico em cidades do estado experincias se traduz no prazer da do Rio de Janeiro por onde Charles descoberta. Exposies, audiovi-Darwin passou, em 1832, em sua viagem a bordo do Beagle.Rio de Janeiro sual, oficinas, artes cnicas, msica, palestras, seminrios, cursos, pu- blicaes, turismo cientfico... Um encontro entre arte, cincia e cul- tura, construindo uma relao mais estreita entre sociedade e conhecimento cientfico. A srie Cincia para Poetas apresenta palestras que estimulam Rua Lauro Mller, 3, Botafogo o interesse e a imaginao. NoRio de Janeiro, RJ, CEP 22290-160 Cincia por A, linguagem audio- Tel./Fax (21) 2542-7494 visual, produo cientfica, edu-www.casadaciencia.ufrj.br cao e comunicao so alguns casadaciencia@casadaciencia.ufrj.br dos fios tecidos na reflexo sobre Visitao cincia. O Palco da Cincia um tera a sexta 9:00h s 20:00h espao para grupos de artes c- sbados, domingos e feriados nicas e msica que tm a cin-10:00h s 20:00h cia como elo condutor do espe-Entrada francaAssociada ABCMC tculo. No cineclube Cincia em 80 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 66. Casa da Descoberta Explore e descubra. Esse omuseu e escola. Recebe alunos demote da Casa da Descoberta, liga-todas as faixas etrias, de escolasda ao Instituto de Fsica da Univer- pblicas e particulares de Niteri esidade Federal Fluminense (UFF). arredores.Em suas instalaes, expe expe-As visitas so guiadas por mo-rimentos interativos de fsica, qu- nitores orientados a no usar jar-mica, biologia e matemtica. A ges cientficos para explicar oscasa tambm utiliza o auditrioconceitos envolvidos em cada equi-do Instituto de Geocincias para pamento. A ideia ressaltar a alter-promover o projeto Cincia paranativa de uma abordagem no for-Todos, que consiste em uma srie mal no ensino de cincias.de palestras sobre diversos temasAlm das visitas e das ativi-cientficos, proferidas em lingua- dades ao ar livre, o centro exibe v-gem acessvel, por professores deos da Mostra Ver Cincia, man-da prpria universidade. No espa- tm o Clube de Computao, de-o ao ar livre, realiza observaes senvolve projetos educativos edo cu. promove palestras, seminrios e Criada em 2000 para despertar atividades itinerantes em outraso interesse da comunidade pela a-comunidades.prendizagem da cincia e suas apli-caes no mundo atual, tambmprocura intensificar a relao entreRio de Janeiro Campus da Praia Vermelha, UFF Av. Litornea, s/n, Boa Viagem Niteri, RJ, CEP 24340-520Tel. (21) 2629-5809 Fax (21) 2629-5887 www.casadadescoberta.uff.br descubra@if.uff.br Visitao segunda a sexta 9:00h s 12:00h e 14:00h s 17:00h ltimo sbado do ms 9:00h s 17:00h Entrada francaAssociada ABCMCSudeste81 67. Centro Cultural da SadeUm espao cultural de comu-dos principais temas da sade nicao, documentao e informa-pblica, mostrando sua evoluo, o, que favorece o debate, a pro-situao atual e resultados. Tais duo e a disseminao do saber atividades tambm visam de- da sade pblica. Criado pelo Mi- mocratizao e universalizao nistrio da Sade, em 2001, o da informao em sade, desmis- centro procura ampliar a viso so-tificando doenas e fortalecendo bre a sade para outros camposas prticas preventivas. do conhecimento e da atividadeO centro atua como divulgador humana, destacando-se reas te- dos servios de informao pres- mticas como: artes, meio ambien- tados pela esfera federal, desenvol- te, cidadania, violncia, trabalhove produtos informativos em fun- etc. Busca, ainda, inserir o tema o da demanda dos usurios e sade na pauta cultural do Centro adequados a portadores de ne- Histrico do Rio de Janeiro.cessidades especiais. Empreende,Para isso, realiza em sua sede ainda, aes de fomento, estudo, e em outros espaos culturais intercmbio, capacitao e pesqui- mostras, eventos culturais, tc-sa em sade pblica. nicos e cientficos, exibio de v- deos, cursos e palestras, que apresentam uma abordagem his- trica e educativa das polticas eRio de JaneiroPraa Marechal ncora, s/n, Centro Rio de Janeiro, RJ, CEP 20021-200Tel. (21) 2240-5568 Fax (21) 2240-2845 / 2240-2813 www.ccs.saude.gov.brccs@ccs.saude.gov.brVisitaotera a sexta 10:00h s 18:00hsbados 10:00h s 17:00hEntrada francaAssociado ABCMC 82CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 68. Centro Cultural LightInstalado em prdio histrico Desde 2002, desenvolve o pro-no centro do Rio de Janeiro, o espa- jeto Circuito Light para Estudantes,o busca oferecer ao visitante umdirecionado a alunos dos ensinospasseio ldico por informaes,fundamental e mdio. Por meio defotos, vdeos, mveis, equipamen-visitas agendadas, grupos de estu-tos e experimentos relacionados dantes percorrem o espao em umhistria da eletricidade.circuito especial, pertinente e es-Abriga com uma srie de expo-pecfico para as respectivas faixassies permanentes que introdu-etrias.zem o visitante no mundo da ener- O centro tambm oferece gra-gia eltrica, contam a histria dostuitamente, em suas instalaes,servios prestados pela Light shows musicais e peas teatrais,empresa distribuidora de energia com o intuito de disseminar a cul- no Rio de Janeiro e apresentam a tura entre a populao fluminense.evoluo dos transportes coletivosno estado.Rio de JaneiroAv. Marechal Floriano, 168, CentroRio de Janeiro, RJ, CEP 20080-002 Tel. (21) 2211-7295 Fax (21) 2211-4420 www.light.com.br eventos@light.com.br Visitao segunda a sexta 11:00h s17:00h Entrada francaSudeste83 69. Espao Cincia InterativaInaugurado em 2002, na Baixa-at escolas, praas e eventos p- da Fluminense, o Espao Cincia In- blicos e participado ativamente terativa um centro de divulgaoda Semana Nacional de Cincia cientfica que funciona dentro do e Tecnologia, que ocorre, anual- campus de Nilpolis do Institutomente, no ms de outubro. Federal de Educao, Cincia e Tendo a filosofia educacional Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ).como fio condutor, o centro bus-Abriga uma exposio perma-ca contribuir para a formao nente com dezenas de aparatos inicial e continuada de docentes, ldicos e interativos relacionadosalm de servir como laboratrio fsica, qumica, biologia, educa- de educao e de eventos cien- o ambiental, entre outras reas.tficos e culturais. Visa, ainda, co- Tambm possui espao para ex- laborar para o enriquecimento posies temporrias com temasdo ensino de cincias por meio diversos. do emprstimo de parte de seuO espao desenvolve o pro- acervo para as escolas da regio. jeto Cincia Itinerante, que tem le- vado a cincia de forma divertidaRio de Janeiro Rua Lucio Tavares, 1.045, Centro Nilpolis, RJ, CEP 26530-060 Tel. (21) 2691-9804 Fax (21) 2691-6396 espacocienciainterativa@gmail.comVisitaosegunda a sexta 9:00h s 17:00h Entrada franca 84CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 70. Espao Cincia Viva No Espao Cincia Viva, a or-realiza oficinas de capacitao pa-dem mexer em tudo. Primeiro ra professores, saraus de cincia emuseu participativo de cincias doarte e eventos ou exposies te-Rio de Janeiro, nasceu em 1983mticas em suas instalaes, empara divulgar e estimular a expe- outras instituies e em locais derimentao e a descoberta da cin-grande acesso de pblico.cia. Para isso, disponibiliza aos visi-Em colaborao com a Funda-tantes experimentos simples, inte-o CECIERJ Centro de Cinciasrativos e ldicos.do Estado do Rio de Janeiro e Em todas as atividades desen-outros centros e museus de cincia,volvidas, parte-se do princpio departicipa no projeto Praa daque a compreenso da natureza Cincia Itinerante; em parceria um anseio do ser humano, talcom o Centro Cultural Banco docomo as artes e os jogos, e que Brasil, participa da mostra anuala cincia uma atividade criativade filmes cientficos Ver Cincia;acessvel a todos.alm de se envolver em ativida- O espao mantm exposiodes do Clube de Astronomia, ex-permanente, com cerca de 50 m- posies de arte, grupo de teatrodulos interativos em fsica, mate-e outras.mtica, percepo, biologia, sexua-lidade, astronomia e msica. Almdas visitas orientadas exposio, Rio de Janeiro Av. Heitor Beltro, 321, Tijuca Rio de Janeiro, RJ, CEP 20550-000Tel./Fax (21) 2204-0599 www.cienciaviva.org.brmuseu@cienciaviva.org.brVisitaosegunda a sexta 9:30h s 11:30h e 14:00h s 16:00hClube de Astronomia - quartas 19:00h Sbado da Cincia - ltimo sbado do ms 14:00h s 17:00hEntrada paga (visitas agendadas de escolas e grupos)Entrada franca(eventos patrocinados e outros)Associado ABCMC Sudeste85 71. Espao COPPE Miguel de SimoniTecnologia e Desenvolvimento O trabalho desenvolvido pelo Mundo Virtual subdividida, apre- centro busca mostrar que at pes-sentando em mdia dois expe- quisas tecnolgicas de alto grau rimentos. Elas buscam mostrar a de complexidade podem ser com- inter-relao entre a produo tec- preendidas pelo pblico leigo. Sua nolgica e sua aplicao direta na exposio permanente, dividida emvida cotidiana e materiais expo- seis mdulos, apresenta os resul-grficos que destacaram a perspec- tados das pesquisas em tecnologiativa scio-histrica dos avanos da e suas aplicaes cotidianas, realiza- tecnologia, dentro de uma proposta das nos laboratrios do Instituto Al-reflexiva e crtica. berto Luiz Coimbra de Ps-Gradua- Para alcanar a compreenso o e Pesquisa em Engenharia dade estudantes e docentes do ensi- Universidade Federal do Rio de no mdio e tcnico, pblico-alvo da Janeiro (COPPE/UFRJ), um dos maio- iniciativa, os materiais e os experi- res centros de pesquisa de enge- mentos apresentados so tratados nharia do Brasil.pedagogicamente. Alm disso, mo- Cada rea temtica Mecanis-nitores estudantes de graduao mos e Organismos; Sociedade edas reas apresentadas em cada Meio Ambiente; Informao e Co-mdulo so instrudos para traba- nhecimento; Trabalho, Servios e lhar a dinamizao das atividades. Entretenimento; Matria e Energia;Rio de JaneiroAv. Brigadeiro Trompowsky, s/n, CT, bl. 1, s. 238 Cidade Universitria, Ilha do FundoRio de Janeiro, RJ, CEP 21945-970 Tel. (21) 2562-8230 Tel./Fax (21) 2562-8296 www.espaco.coppe.ufrj.br esp@espaco.coppe.ufrj.brVisitaotera a sexta 10:00h s 17:00h(com agendamento)Entrada francaAssociado ABCMC 86 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 72. Espao Cultural da Marinha Ao visitar o Espao Cultural daJ no segundo, mergulha noMarinha, o visitante convidado a conjunto de peas resgatadas emembarcar em uma viagem pela his- diferentes stios arqueolgicos detria do Brasil. Logo na entrada, anavios naufragados na costa brasi-Galeota D. Joo VI o transporta ao leira entre 1648 e 1916. A ambien-sculo XIX. Construda em 1808,tao da mostra visa dar ao visitanteem Salvador, a embarcao movida uma ideia da vida a bordo nas em-a remos serviu para deslocamentosbarcaes antigas, ressaltando asda Famlia Real pela Baa de Guana-dificuldades e descobertas daque-bara e esteve em uso at os primei-les que realizaram grandes traves-ros governos republicanos. sias ocenicas. Continuando a viagem, o visi-O passeio continua a bordo dotante apresentado aos outros doisNavio-Museu Bauru, antigo contra-mdulos do espao: Histria da Na- torpedeiro que participou da Se-vegao e Arqueologia Subaqu- gunda Guerra Mundial; do Subma-tica. No primeiro, pode observar a rino-Museu Riachuelo, atracado noevoluo das embarcaes, desdecais do espao; e do Helicptero-os meios mais primitivos aos mo- Museu Rei do Mar, pousado no esta-dernos petroleiros.cionamento. Fonte: www.mar.mil.br Rio de Janeiro Av. Alfred Agache, s/n, CentroRio de Janeiro, RJ, CEP 20021-000 Tel. (21) 2233-9165 Fax (21) 2104-6721www.mar.mil.br/dphdm Visitaotera a domingo 12:00h s 17:00hEntrada francaSudeste 87 73. Espao da Cincia Maria de LourdesCoelho Anunciao de So Joo da Barra Seis aqurios de gua doce eA seo de biologia conta com um oceanrio, com peixes naturais, lupas, microscpios, cmera e duas nativos e exticos, esto entre os televises. O acervo expositivo principais atrativos do Espao dacomposto tambm por 20 experi- Cincia de So Joo da Barra, um mentos interativos na rea de fsica, polo regional de divulgao cien-telescpios, jogos matemticos e tfica e de pesquisa em ensino decomputadores para consulta, com cincias.acesso Internet. Coordenado pela FundaoO espao oferece visitas guia- Cecierj (ver p. 92), em parceria das ao pblico escolar e realiza pa- com a prefeitura local e com o lestras sobre temas relacionados apoio de professores da Univer-cincia e tecnologia direcionadas sidade Estadual do Norte Flumi-ao grande pblico. nense, o espao dispe de expe- rimentos que exploram conceitos de fsica, biologia e matemtica.Rio de JaneiroAv. Atlntica, s/n, Balnerio de Atafona So Joo da Barra, RJ, CEP 20200-000Tel. (22) 2741-0289Visitaotera a domingo 9:00h s 17:00h durante o verotera a sexta 9:00h s 19:00hsbados e domingos 9:00h s 20:00h Entrada francaAssociado ABCMC 88 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 74. Espao da Cincia de ParacambiO Espao da Cincia de Para-O espao dispe de bancadacambi um centro de cincias in-de microscopia, jogos matemti-terativo, instalado e coordenado cos, um setor de informtica educa-pela Fundao Cecierj (ver p.tiva e cerca de 40 experimentos92), em parceria com a prefeiturainterativos de fsica e qumica.local.Tambm oferece visitas guiadasO centro integra um grande para grupos escolares com agenda-complexo educacional que funcio- mento prvio.na no prdio da antiga CompanhiaTxtil Brasil Industrial da cidade.Rio de Janeiro Centro Tecnolgico Universitrio de Paracambi Rua Sebastio de Lacerda, s/n, Fbrica Paracambi, RJ, CEP 26600-000Tel. (21) 2683-2885 www.cederj.edu.br/fundacaocecierjVisitaosegunda a sexta 9:00h s 17:00h Entrada francaAssociado ABCMC Sudeste 89 75. Espao da Cincia de Trs RiosA antiga estao de trem dematemticos, experimentos intera- Trs Rios, conhecida como Casa de tivos de fsica e um planetrio fixo, Pedra, foi reformada para acolher que oferece aos visitantes uma via- o Espao da Cincia, que ocupa ogem aos mistrios do cu. imvel histrico desde 2002.Coordenado pela FundaoO espao uma espcie de la-Cecierj (ver p. 92), em parceria boratrio, onde os visitantes so es- com a prefeitura local, est aberto timulados a fazer experimentos de visitao com a proposta de fsica, qumica e biologia, alm de atendimento ao pblico em geral, resolver problemas matemticos. mas com as atividades direcio-No setor de biologia, h uma nadas prioritariamente para a rede bancada de microscopia, com lu- escolar da regio. pa, microscpios, cmera e tele- viso. O espao conta com jogosRio de JaneiroRua Baro de Entre Rios, s/n, Centro Trs Rios, RJ, CEP 25802-315Tel. (24) 2252-0357 marlicbiaqqi@hotmail.com Visitao segunda a sexta 9:00h s 17:00hEntrada franca Associado ABCMC 90CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 76. Espao UFF de CinciasUm espao de convivncia, a-por seu trabalho de difuso cien-berto ao conhecer, que possibilita atfica, surgiu a necessidade deconfluncia entre os diversos sabe- um espao fsico que atendesse ares da cincia, da esttica e da ti- tais demandas. Assim nasceu, emca. O Espao UFF de Cincias o so-1989, o Espao UFF de Cincias.matrio de diversas atividades queO espao conta com sala detiveram incio na dcada de 1980, aula; auditrio; espao para expo-no mbito do Programa Integraosio; dois laboratrios, onde seda Universidade ao Ensino de Pri- encontram maquetes e materiaismeiro Grau, do Ministrio da Edu- utilizados nas aulas e oficinas; umacao. Ao longo do programa, fo-pequena biblioteca, com aproxi-ram realizados cursos em diversos madamente 1.000 livros; e ummunicpios do Rio de Janeiro, com ateli-oficina, onde so construdosa proposta de levar aos professores e guardados kits e outros materiaisda rede pblica do estado os resul- didtico-pedaggicos.tados mais recentes das pesquisasDentre as suas atividades, aem ensino de cincias realizadasde maior relevncia a formaona instituio.inicial e continuada de professoresNesse sentido, uma equipe in- por meio de disciplinas da licencia-terdisciplinar de professores da Uni- tura, cursos e oficinas de atualizaoversidade Federal Fluminense (UFF)(realizadas no prprio centro e emcomeou a desenvolver atividadesatividades de interiorizao).experimentais e a elaborar mate-rial instrucional. Por conta do cres-cimento da equipe e da demandaRio de Janeiro Av. Jansen de Melo, 174, Centro Niteri, RJ, CEP 24030-150 Tel. (21) 2629-2313 / 2629-9611www.uff.br/espacouffcienciasespauff@vm.uff.br Visitao segunda a sexta 9:00h s 17:00h (com agendamento)Entrada franca Associado ABCMC Sudeste 91 77. Fundao Cecierj Centro de Cinciasdo Estado do Rio de JaneiroPopularizar a cincia para que a seleciona alunos da Rede Pblica sociedade participe de forma cida-Estadual do Ensino Mdio para au- d das questes e decises relati-xiliar em pesquisas cientficas de vas ao desenvolvimento da cincia diferentes instituies do esta- e da tecnologia no estado o com-do; Programa Espao da Cincia, promisso da fundao. que busca a interiorizao de mu-Criada em 2002, busca promo- seus com atividades que integram ver a expanso e a interiorizao docincia, tecnologia e arte; Progra- ensino gratuito e de qualidade no ma Praa da Cincia Itinerante, estado do Rio de Janeiro, por meiodesenvolvido em parceria com as de cursos de extenso, graduao, secretarias de educao dos muni- ps-graduao, atividades curricu-cpios visitados, onde so ofere- lares e extracurriculares, presen-cidas oficinas de reciclagem e a- ciais ou distncia. tualizao de professores, assim como uma exposio interativa deA divulgao cientfica concre- cincias. tiza-se por meio de programas e projetos, tais como: Mostra Ver Cincia, uma mostra de vdeos te- mtica itinerante que rene os mais representativos programas e s- ries de divulgao cientfica veicu- lados pela televiso em todo o mun- do; Programa Jovens Talentos, queRio de Janeiro Rua Visconde de Niteri, 1.364, Mangueira Rio de Janeiro, RJ, CEP 22241-020Tel. (21) 2568-1226Fax (21) 2568-0725www.cederj.edu.br/fundacaocecierj cederj@cederj.rj.gov.br Visitao segunda a sexta 8:00h s 18:00hEntrada franca Associada ABCMC 92CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 78. Fundao Jardim ZoolgicoRIOZOO Inaugurado em 1945, o Jardim vao do meio ambiente, investin-Zoolgico do Rio de Janeiro o maisdo em programas de educao,antigo do Brasil. Situado no Parque qualidade de vida e pesquisa, ba-da Quinta da Boa Vista, antiga resi-seando-se sempre no conceitodncia da famlia imperial portu- Conhecer para preservar.guesa, oferece uma rica mistura de O zoolgico oferece diversoshistria e fauna exuberantes. roteiros de visitao, inclusive no- O zoolgico, transformado em turnos, voltados a diferentes fai-Fundao RIOZOO em 1985, abran- xas etrias. H, por exemplo, oge uma rea de 138.000 metros roteiro minifazenda, para todasquadrados, onde esto mais de as idades, no qual os visitantes2.000 animais, distribudos entre conhecem e interagem com ani-rpteis, mamferos e aves. No se- mais domsticos, e o roteiro dostor de fauna, reproduzem-se es- animais selvagens, voltado parapcies raras e ameaadas de ex- maiores de oito anos. So reali-tino, como urubu-rei, ararajuba zadas, ainda, atividades para ter-e cachorro-do-mato-vinagre. ceira idade e portadores de neces- Mais do que ser apenas uma vi- sidades especiais.trine de animais, a fundao buscadesenvolver o respeito e a preser-Rio de JaneiroParque Quinta da Boa Vista, s/n, So CristvoRio de Janeiro, RJ, CEP 20940-040 Tel. (21) 3878-4200 www.rio.rj.gov.br/riozooriozoo@pcrj.rj.gov.br Visitao tera a domingo 9:00h s 16:30h Entrada pagaAssociada SZBSudeste93 79. Fundao Museu daImagem e do Som Preservar a memria musicalA sede original, prxima e visual da cidade do Rio dePraa XV, dispe de sala de expo- Janeiro. Essa a principal missosies temporrias, sala de atendi- do Museu da Imagem e do Som mento pesquisa, salas de vdeo, (MIS), inaugurado em 1965, pelo auditrio com projetores de cine- ento governador do estado da ma, alm de rea com o acervo de Guanabara, Carlos Lacerda, como fotografias, partituras, recortes de parte das comemoraes do IVjornal, livros, documentos textuais Centenrio da cidade do Rio dee vdeos. Em 1989, foi criado ou- Janeiro.tro espao para o MIS, na Lapa, a- Algumas colees foram ad-tual sede administrativa. Ele abri- quiridas para a sua inaugurao,ga o acervo da Rdio Nacional, dis- como as fotos de Augusto Maltacos, fitas de udio e objetos tridi- sobre o Rio Antigo; o acervo do mensionais. radialista Henrique Foris Domin-O MIS conta, ainda, com um gues, o Almirante, e a coleo de programa de vdeos educativos discos raros do pesquisador devoltado a grupos escolares e da msica popular brasileira Lcio terceira idade. Os interessados de- Rangel. Outras colees foram in- vem entrar em contato com a ad- corporadas ao longo do tempo, co- ministrao do museu para agendar mo a da Rdio Nacional, com a me- a atividade. mria da poca de ouro do rdio no Brasil, e a Coleo Jacob do Ban- dolim, acervo particular mais im- portante sobre a memria do choro.Rio de Janeiro Alm de abrigar importante a- cervo audiovisual, o prprio prdio uma das preciosidades de sua coleo. Trata-se de um exemplar histrico dos edifcios construdos para abrigar a Exposio do Cen- tenrio da Independncia do Bra- sil, realizada em 1922. Rua Visconde de Maranguape, 15 2 andar, Lapa Rio de Janeiro, RJ, CEP 20021-390Tel. (21) 2332-9508Fax (21) 2332-9520www.mis.rj.gov.brmis@mis.rj.gov.brVisitaosegunda a sexta 11:00h s 17:00hEntrada franca 94CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 80. Fundao Planetrio da Cidade do Rio de Janeiro No planetrio do Rio de Janeiro,Criada em 1970, a fundaoos visitantes ficam literalmente nasconta, ainda, com o Museu do Uni-nuvens. Em suas sesses de cpu-verso, sala de observao solar, te-la, acomodados em poltronas recli-lescpios para observao celeste,nadas, experimentam a sensao de biblioteca, espao de leitura e salasestarem imersos no espao.de aula para iniciao cientfica e A Fundao Planetrio possui atualizao de professores.trs cpulas para a projeo do cu: Alm disso, oferece cursos deduas localizadas em sua sede na G- astronomia para o pblico em ge-vea e a outra instalada em Santaral, colnia de frias para crian-Cruz, desde janeiro de 2009. As as e desenvolve o projeto Dor-duas primeiras funcionam com pro- mindo com as Estrelas, em quejetores opto-mecnicos e tm capa-crianas de sete a 11 anos dormemcidade para 390 pessoas. A de San-uma noite na instituio e par-ta Cruz, com 88 lugares, conta comticipam de diversas atividades.projetor digital de ltima gerao. Rio de Janeiro Unidade Gvea Rua Vice-Governador Rubens Berardo, 100, Gvea Rio de Janeiro, RJ, CEP 22451-070 Unidade Santa CruzRodovia Mrio Covas, Km 1, Santa Cruz Rio de Janeiro, RJ, CEP 23565-130Tel. (21) 2274-0046Fax (21) 2529-2146 www.rio.rj.gov.br/planetario planetario@rio.rj.gov.brVisitao Unidade Gveatera a sexta 9:00h s 17:00hsbados e domingos 15:00h s 18:00h Unidade Santa Cruzquintas e sextas 10:00h s 16:00hsbados e domingos 14:00h s 16:00hEntrada pagaAssociada ABCMC Sudeste95 81. Instituto de Pesquisas Jardim Botnico do Rio de JaneiroAclimatar as especiarias vindas Entre outras atividades, realiza das ndias Orientais. Foi com esseestudos sobre as comunidades ve- objetivo que, em 13 de junho de getais das diversas regies do pas; 1808, D. Joo VI criou o Jardim depesquisa a biologia e a tecnologia Aclimao, que logo passou a se de sementes de plantas diversas; chamar Real Horto e, em seguida,promove o intercmbio de espcies Real Jardim Botnico. As primeirase de informaes com instituies plantas do jardim vieram das ilhasafins, internacionais e nacionais; de- Maurcio, um presente de Luiz senvolve aes de educao ambi- de Abreu Vieira e Silva para o en-ental e outras voltadas popula- to prncipe regente. Entre elas, rizao da cincia botnica. Figuram estava a Palma Mater, conhecida na sua lista de visitantes ilustres, popularmente como palmeira im-Albert Einstein, Charles Darwin e a perial, por ter sido plantada peloRainha Elisabeth, entre outros. prprio D. Joo. Em 2008, o instituto inaugurouHoje, o Jardim Botnico abre o Museu do Meio Ambiente, que suas portas para visitao pblicatem como misso estimular o de- em sua coleo cientfica. So cer- senvolvimento de uma conscincia ca de 9.000 rvores e arbustos re-pblica sobre os grandes temas e presentantes de 1.700 espcies ve-problemas socioambientais no ter- getais procedentes dos diversos ritrio brasileiro e no mundo. biomas brasileiros e de vrios luga- res do mundo. Conta, ainda, com colees especializadas vale a pena dar uma volta pelo bromeli-Rio de Janeiro rio, orquidrio e cactrio, onde possvel conhecer cerca de 5.500 plantas pertencentes a 1.100 esp- cies! A misso da instituio promover, realizar e divulgar o en- sino e as pesquisas sobre os re- cursos florsticos do Brasil, visando ao conhecimento e conservao da biodiversidade, bem como man- ter as colees cientficas sob suaRua Pacheco Leo, 915, Jardim Botnico responsabilidade. Rio de Janeiro, RJ, CEP 22460-030Tel. (21) 2511-0511Fax (21) 2259-5041 www.jbrj.gov.br jbrj@jbrj.gov.br Visitao diariamente 8:00h s 17:00h Entrada paga 96CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 82. INSTITUTO VITAL BRAZIL Criado em 1919, o Instituto VitalO instituto oferece, ao pbli-Brazil busca passar conhecimentosco em geral e comunidade estu-gerais e especficos, com nfase dantil, sesses de palestras, cursos,em biologia, ecologia e zoologia seminrios, exposies e desen-mdica, sobre cobras, aranhas evolvimento de projetos afins.escorpies. O circuito de visitao Democratizar o acesso cin-conta com exposio permanente cia, em uma perspectiva de in-de animais peonhentos e ofere-cluso social, e proporcionar o co-ce a rara oportunidade de presen-nhecimento sobre a biologia dosciar a retirada de venenos dessesanimais peonhentos e a histriaanimais, alm de ver de perto ado grande cientista Vital Brazil,maior serpente venenosa das Am- despertando o interesse pela pes-ricas, a surucucu pico-de-jaca.quisa, esto entre os principais O circuito tambm conta com objetivos do espao, que tambmum viveiro de ptons e jiboias e a pretende enriquecer o currculobiblioteca, onde h um rico acervo escolar por meio das atividadescientfico e uma pequena mostraoferecidas.de objetos utilizados pelo cientistaVital Brazil, fundador do instituto.O prdio sede do IVB tambm atrao. Trata-se de um importanteexemplar da arquitetura modernabrasileira. Rio de JaneiroRua Maestro Jos Botelho, 64, Vital BrazilNiteri, RJ, CEP 24230-410Tel. (21) 2711-9223Fax (21) 2711-9092www.ivb.rj.gov.br luis.eduardo@ivb.rj.gov.br Visitao Exposio de peonhentossegunda a sexta 830h s 16:30hsbados, domingos e feriados 8:00h s 12:00hExtrao de veneno sextas 10:00h Visita guiada ao serpentrio primeira sexta de cada ms 11:00hEntrada francaAssociado ABCMCSudeste97 83. Jardim Botnico da UniversidadeFederal Rural do Rio de Janeiro Em um espao aconchegante dantes estagirios do Projeto Edu- atrs do prdio administrativo da cao Ambiental e assiste a uma Universidade Federal Rural do Rio palestra sobre a histria e funcio- de Janeiro (UFRRJ), est localizado,namento do jardim botnico. De- desde 1978, o jardim botnico dapois, visita as colees e o centro instituio.de produo de mudas. Composto de extensos grama- Por pertencer a uma instituio dos intercalados por um lago e ilha de ensino superior, o Jardim Bot- artificial, bromelirio, orquidrio,nico da UFRRJ dedica-se difuso sementeira, viveiro de mudas edo ensino, pesquisa, extenso e colees botnicas vivas e mortas,educao ambiental, sem esquecer, o espao est aberto a todos que se claro, de proporcionar momen- interessam pelas cincias agrriastos de puro lazer a seus visitantes. e especialmente pela botnica. O jardim botnico oferece vi- sitas guiadas, nas quais o visitante recebido por um grupo de estu-Rio de Janeiro Rodovia BR 465, Km 7, Campus UniversitrioSeropdica, RJ, CEP 23890-000Tel. (21) 3787-4028 / 2682-1210 r. 3492 Fax (21) 2682-1120 www.ufrrj.brjbrural@ufrrj.br Visitaosegunda a sexta7:30h s 11:30h e 13:00h s 17:00h Entrada franca 98CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 84. Museu AeroespacialSituado no Campo dos Afon- com cerca de 1.000 objetos, entresos, em pleno bero da aviao mi- os quais aeronaves antigas, arma-litar, o Museu Aeroespacial dedica-mento areo, pinturas e peas quese a pesquisar, preservar e divul- retratam a histria da aviao.gar a memria e a cultura da aero-Anexados ao prdio principal,nutica brasileira. Embora tenha cinco hangares abrigam 81 aerona-sido idealizado na dcada de ves, uma biblioteca e o arquivo his-1940, pelo ento ministro Salgadotrico do museu, aberto ao pblicoFilho, sua implementao s se para pesquisa.concretizou em 1976, ano de suaO museu integra, atualmente,inaugurao. o campus da Universidade da ForaO prdio principal, antiga Divi- Area e est subordinado adminis-so de Instruo de Voo da Escolatrativamente ao Instituto Histrico-de Aeronutica, conta com 11 salas Cultural da Aeronutica.de exposio. Nessas salas, est ex-posta parte da coleo do museu,Rio de JaneiroAv. Marechal Fontenelle, 2.000Campo dos Afonsos, Sulacap Rio de Janeiro, RJ, CEP 21740-000Tel. (21) 2108-8954 / 2108-8955 / 2108-8960Fax (21) 2108-8967www.musal.aer.mil.br musal@musal.aer.mil.br Visitaotera a sexta 9:00h s 15:00hsbados, domingos e feriados 9:30h s 16:00h Entrada francaSudeste99 85. Museu Arqueolgico de AraruamaA cidade de Araruama pos-ocupao da Regio dos Lagos, so- sui um importante patrimnio ar-bretudo a vida e o legado dos n- queolgico, constitudo por cerca dios Tupinambs. de 20 stios cadastrados. Com o ob-So urnas funerrias, louas, jetivo de resgatar a cultura e a au-peas em cermica e utenslios di- toestima da comunidade local e de versos, alm de pinturas restau- divulgar esse patrimnio histrico, radas. Painis informativos refor- foi inaugurado, em 2006, o Museuam o aprendizado e funcionrios Arqueolgico de Araruama. e estagirios oferecem auxlio aosLocalizado em um prdio de visitantes que buscam informaes caractersticas neoclssicas, datadocomplementares. de 1862 e tombado pelo Instituto Alm das peas de valor hist- Estadual do Patrimnio Cultural, orico, a estrutura do museu inclui museu conta, por meio de artefa-biblioteca virtual, biblioteca espe- tos encontrados nos stios arqueo-cfica sobre a cultura Tupinamb e lgicos de Araruama, a histria dasalo de exposies temporrias.Rio de JaneiroRodovia RJ-124, Km 25Fazenda Aurora, Morro Grande Araruama, RJ, CEP 28970-000Tel. (22) 2764-6350 cultura@araruama.rj.gov.br museu@araruama.rj.gov.brVisitaotera a domingo 9:00h s 17:00hEntrada franca 100 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 86. Museu Casa de Benjamin Constant Uma casa de chcara cons-O arquivo tem cerca de 24.000truda em 1860, onde viveu Ben-documentos e 3.000 fotografias,jamin Constant lder do movi-divididos em quatro mdulos mento republicano e o primeiro Benjamin Constant, Famlia Benja-ministro de Guerra do Brasil ,min Constant, Jos Bevilaqua (seuabriga desde 1986, o museu.genro) e Pery Constant Bevilaqua Sua proposta museolgica (seu neto) , importantes fontesa reconstituio do ambiente do- para a histria social, poltica emstico da famlia Benjamin Cons-cultural do Brasil de meados dotant e a divulgao de sua vida esculo XIX ao incio da dcada deobra, por meio de pesquisa, pu-1990.blicaes e exposies. Doado por A rea arborizada de 10.651familiares e terceiros, o acervo metros quadrados que circundacomposto por mobilirio, pintura,o museu deliciosa para o lazerindumentria e objetos de poca. e est aberta diariamente aos visitantes. Rio de JaneiroRua Monte Alegre, 255, Santa Teresa Rio de Janeiro, RJ, CEP 20240-320Tel. (21) 2242-0062Tel./Fax (21) 2509-1248 museubenjaminconstant@iphan.gov.brVisitaoquarta a domingo 13:00h s 17:00hEntrada paga(aos sbados, entrada franca)Sudeste 101 87. Museu da GeodiversidadePor que, onde e como ocor-O objetivo estreitar os laos rem os desastres naturais, comoentre a sociedade e a universidade terremotos, furaces e vulces?e, assim, viabilizar a compreenso O Museu da Geodiversidade da de que o planeta Terra est em Universidade Federal do Rio de constante evoluo e que no h Janeiro (UFRJ) busca explicar essesuma separao entre a vida e o fenmenos ao mesmo tempo emsubstrato onde ela se desenvolve que retrata a histria geolgica doe o homem atua. planeta Terra. Inaugurado em 2008, o museuO museu guarda uma cole-atende a diversos pblicos. Os es- o de, aproximadamente, 20.000tudantes, em particular, tm a pos- peas, entre minerais, rochas, so- sibilidade de realizar trabalhos es- los e fsseis, alm de fotografias,colares a partir da observao e do instrumentos de uso em geocin-estudo das colees expostas. cias, mapas, documentos e livros raros. Parte desse acervo expos- ta ao pblico no intuito de demo- cratizar e divulgar o conhecimento acadmico produzido dentro da universidade.RIO DE JANEIROInstituto de Geocincias da UFRJ Av. Athos da Silveira Ramos, 274Cidade Universitria, Ilha do Fundo Rio de Janeiro, RJ, CEP 21941-916 Tel. (21) 2598-9464 / 2598-3093 Fax (21) 2598-9465 www.geologia.ufrj.br/museumuseugeodiversidade@geologia.ufrj.br Visitao segunda a sexta 8:30h s 16:30hEntrada franca102 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 88. Museu da Justia do Estadodo Rio de Janeiro O Museu da Justia do Esta- O museu conta, hoje, com maisdo do Rio de Janeiro, inauguradode 20.000 processos judiciais cveisem 1988, tem por misso resga-e criminais, principalmente do s-tar, preservar e divulgar a me- culo XIX e incio do sculo XX, emria do Judicirio fluminense, cerca de 1.600 livros de atos judi-proporcionando a pesquisadores, ciais, sendo os mais antigos o pri-historiadores, magistrados e ao meiro livro de termos de possepblico em geral o acesso a fontesdos desembargadores da Relaohistricas da Justia do estado.do Rio de Janeiro (1752) e o pri- Seu acervo constitudo demeiro livro de termos de posse dosprocessos judiciais, livros e peri-ministros da Casa da Suplicaodicos, documentos, fotografias edo Brasil (1808).objetos diversos relacionados comAs exposies permanentes efatos significativos e personalida- temporrias, distribudas por trsdes de destaque da Justia do Rio ambientes o Salo Nobre, o Salode Janeiro, assim como arquivos dos Espelhos e o Salo do antigosonoros e visuais com depoimen- Plenrio , versam sobre a atuaotos de magistrados e outras perso-do Poder Judicirio no Brasil e nonalidades ligadas histria do Rio de Janeiro, desde o perodoJudicirio fluminense.colonial at os dias atuais, e retra-tam personalidades e acontecimen-tos relacionados histria do Ju-dicirio fluminense. RIO DE JANEIRO Rua Dom Manuel, 29, 3 andar, Centro Rio de Janeiro, RJ, CEP 20010-090 Tel. (21) 3133-3768 / 3133-3767Fax (21) 3133-3766 www.tj.rj.gov.brmuseudajustica@tj.rj.gov.brVisitaosegunda a sexta 11:00h s 17:30hEntrada francaSudeste 103 89. Museu da Qumica Professor Athos da Silveira RamosUm arquivo documental, ou-Alm de realizar exposies tro bibliogrfico e insumos de labo-itinerantes em eventos e locais p- ratrio constituem a base do acer-blicos, o museu est aberto visi- vo do Museu da Qumica Professortao de sua sede, no 7o andar do Athos da Silveira Ramos, criado bloco A do Centro de Tecnologia, em 2001, durante a IX Semana de onde cerca de 400 peas se encon- Qumica do Instituto de Qumica tram expostas. da Universidade Federal do Rio deA qumica compe apenas Janeiro (UFRJ). uma parte da histria cientfica eBatizado em homenagem a um tecnolgica do Brasil, mas a recu- dos fundadores do instituto, temperao de sua memria tem re- por objetivos preservar o passado velado que o pas tem um passado histrico da qumica brasileira, em rico nessa rea. particular no Rio de Janeiro, estimu- lar a realizao de pesquisas e pro- jetos de curso sobre a histria e a evoluo da qumica e fomentar a curiosidade de alunos do ensino Fonte: fundamental e mdio sobre essahttp://server2.iq.ufrj.br cincia.Rio de JaneiroDepartamento de Qumica AnalticaInstituto de Qumica da UFRJ Centro de Tecnologia, bl. A, s. A-517Ilha do Fundo Rio de Janeiro, RJ, CEP 21949-900 Tel. (21) 2562-7555 / 2562-7862Fax (21) 2562-7262http://server2.iq.ufrj.br/museujulio@iq.ufrj.br Visitao com agendamento Entrada franca 104 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 90. Museu da Repblica Residncia de diversos presi-Em janeiro de 2005, assinoudentes, sede de governos e palco convnio com a Fundao Carlosde importantes acontecimentosChagas Filho de Amparo Pesquisahistricos, o Palcio do Catete do Estado do Rio de Janeiro (Faperj)onde est sediado o Museu da e a Secretaria de Cincia, Tecnolo-Repblica hoje um espao degia e Inovao do Estado, para apesquisa, ensino, cultura, lazer e realizao de encontros de pesqui-divulgao cientfica. sadores, conferncias, exposies, De portas abertas desde 1961, seminrios e outros eventos desuas principais atividades esto re- cincia e tecnologia nas depen-lacionadas coleta, ao registro, dncias do Palcio.preservao, pesquisa e expo- Oferece cursos em diversassio de bens culturais que ajudam reas, eventos culturais, musicaisa contar a trajetria da Repblica e artsticos, mostras de cinema eno pas. As exposies so devdeos. Conta, tambm, com umacurta e longa durao. brinquedoteca, destinada ao p- O Departamento de Ao eblico infantil, e uma livraria, queDifuso Pedaggica desenvolvetambm funciona como editora.projetos e atividades, para inte-Destaque especial para os jardinsragir com o pblico de um modo um passeio delicioso para todasgeral e com alunos e professores as idades!da rede pblica e particular deensino, em especial. Rio de JaneiroRua do Catete, 153, CateteRio de Janeiro, RJ, CEP 22220-000 Tel. (21) 2558-6350 Fax (21) 2285-0795 www.museudarepublica.org.brmuseu@museudarepublica.org.brVisitaotera a sexta 10:00h s 17:00h sbados, domingos e feriados14:00h s 18:00hEntrada pagaSudeste 105 91. Museu da VidaO Museu da Vida a ponteflexo sobre a divulgao cientfi- entre a Fundao Oswaldo Cruz a ca; Ncleo de Estudos de Pblico e maior instituio de sade pblicaAvaliao em Museus, no qual se do Brasil, vinculada ao Ministrio da desenvolvem estudos para avaliar o Sade e a sociedade. Criado empblico que visita o museu; Servio 1999, um espao de integrao de Design e Produtos de Divulgao entre cincia, cultura e sociedade. Cientfica, destinado ao desenvolvi- Integra a Casa de Oswaldo Cruz, mento de multimdias e outros centro de pesquisa, documentaoprodutos. O setor de Museologia e informao, dedicado memria, centraliza os esforos de criao e histria das cincias biomdicasmontagem de exposies e res- e da sade pblica e educao e ponsvel pela Reserva Tcnica. divulgao em cincia e sade.O Cincia Mvel amplia o pbli-As exposies, peas de teatro co do museu, levando, em um cami- e atividades ldicas e interativas ofe- nho, exposies, jogos, mdulos recidas pelo museu visam oferecer interativos, multimdias, vdeos cien- aos visitantes a compreenso do tficos, contadores de histrias e pa- processo e dos avanos cientficoslestras para todo o Sudeste do pas. e dos seus impactos no cotidiano. O museu possui dois cursos de Busca, sobretudo, ampliar o nvel capacitao: Curso de Especializa- de participao da sociedade em o em Divulgao da Cincia, da questes ligadas cincia, sade Tecnologia e da Sade (lato sensu), e tecnologia. em parceria com a Casa da CinciaO circuito de visitao tem in- da UFRJ, a Fundao CECIERJ e oRio de Janeiro cio no Centro de Recepo, onde MAST; Curso de Formao de Mo- o visitante recebe informaes enitores para Museus e Centros de orientaes e pode embarcar noCincia, para jovens de 16 a 21 anos, Trenzinho da Cincia para conhecermatriculados no ensino mdio de os quatro espaos temticos doescolas pblicas. museu: Passado e Presente, Parque da Cincia, Cincia em Cena e Bio- descoberta. Os espaos possuem Av. Brasil, 4.365, Manguinhos exposies permanentes que abor- Rio de Janeiro, RJ, CEP 21045-900 Tel. (21) 3865-2121 dam temas como biodiversidade,Agendamento: (21) 2590-6747 evoluo, energia, arte e cincia,Fax (21) 3865-2170 percepo sensorial, ptica, histriawww.museudavida.fiocruz.br da cincia, histria institucional etc.museudavida@coc.fiocruz.brConta, ainda, com: Servio deVisitao Educao em Cincias e Sade, quesbados 10:00h s 16:00h faz a articulao entre professores,agendada escolas e o museu; Ncleo de Estu- tera a sexta 9:00h s 16:30h dos da Divulgao Cientfica, dedi- Entrada francaAssociado ABCMC cado a promover o debate e a re- 106CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 92. Museu de Arqueologia de Itaipu O Museu de Arqueologia de O museu se encontra nas pro-Itaipu est instalado nas runasximidades do Stio Arqueolgicodo antigo Recolhimento de Santa Duna Grande (escolhido como mo-Teresa instituio fundada, emnumento-smbolo da arqueologia1764, para abrigar rfs, mes sol- pr-histrica brasileira) e do Mor-teiras e mulheres que pretendiamro das Andorinhas (parte do Par-seguir a vida religiosa.que Estadual da Serra da Tiririca), Inaugurado em 1977, o museuduas fontes de conhecimento dasconta com duas salas de expo- quais o museu se aproveita parasio. Uma est instalada na ca-explorar com seus visitantes, sejapela do antigo Recolhimento, quenas visitas escolares ou em ativi-se encontra, no momento, em dades pontuais ao longo do ano.restaurao para receber a novaPor meio de suas exposies,exposio de longa durao do visitas orientadas, atividades demuseu, Percursos do tempo. Apesquisa, divulgao e preserva-outra sala destinada a exposies o do seu entorno e trabalhos comtemporrias.as escolas, o museu visa promovera valorizao da memria das ocu-paes humanas pr-cabralinas eposteriores de Niteri.Rio de Janeiro Praa de Itaipu, s/n, Itaipu Niteri, RJ, CEP 24340-005Tel./Fax (21) 2709-4079mai@iphan.gov.brVisitao segunda a sexta 13:00h s 17:00hEntrada paga (exceto alunos de escolas pblicas) Sudeste 107 93. Museu de Astronomia E Cincias Afins Parte de um conjunto paisa-Realiza exposies permanen- gstico e arquitetnico compostotes e temporrias, montadas com por 12 prdios, construdos na d-diferentes recursos de comunica- cada de 1920, e tombado pelo Ins- o visual e interatividade, e conta tituto do Patrimnio Histrico e Ar-com uma biblioteca especializada tstico Nacional, o Museu de Astro- em suas reas de atuao: histria nomia e Cincias Afins (MAST) tem da cincia, educao, divulgao sob sua guarda um dos acervos cientfica e preservao do patri- mais importantes da cincia e damnio. Esses espaos so abertos tecnologia no Brasil. regularmente, atendendo tanto s As colees preservadas so demandas da comunidade geral constitudas de instrumentos tcni- como s de pesquisadores. cos e cientficos, muitos dos quaisO museu promove, ainda, pro- acompanharam a trajetria do Ob-gramas de divulgao cientfica servatrio Nacional desde a sua fun-que procuram contemplar o debate dao, em 1827 (com o nome de sobre as questes cientficas de in- Observatrio Imperial), at mea-teresse do pblico. dos da dcada de 1920. Outra preciosidade seu acervo docu- mental. O museu tem localizado, obtido por doao, organizado, pesquisado e divulgado diversas colees, particulares e institucio- nais, que so fonte importante de referncia sobre a histria da cinciaRio de Janeiro no Brasil e a atuao cientfica do pas no panorama internacional.Rua General Bruce, 586, So CristvoRio de Janeiro, RJ, CEP 20921-030 Tel. (21) 2580-7010 Fax (21) 2580-4531 www.mast.br mast@mast.br Visitao teras, quintas e sextas 10:00h s 17:00hquartas 10:00h s 20:00h sbados 14:00h s 20:00h domingos e feriados 14:00h s 18:00hEntrada franca Associado ABCMC 108CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 94. Museu de Cincias da Terra Palcio da Geologia: assim Possui, ainda, grande quanti-conhecido o prdio histrico tom-dade de documentos histricosbado como patrimnio cultural, relacionados ao desenvolvimentoque guarda, desde 1907, as cole- do conhecimento geolgico does de minerais, fsseis e mate-pas, tais como: mapas, cadernetasriais relacionados memria geo-de campo, anotaes e manuscri-lgica do pas.tos elaborados pelos pioneiros da O museu, inaugurado emgeologia brasileira.1992, tem como principal missoSua importncia cultural, no en-preservar, promover e divulgar o tanto, no se resume existnciaconhecimento geolgico e as geo- de um vasto acervo. Entre suas ati-cincias no pas. Do acervo de vidades principais, esto a pro-minerais e rochas, constam mi- moo de exposies permanen-lhares de amostras coletadas nos tes, temporrias e mostras itine-mais diversos pontos do territrio rantes e a realizao de pesquisasnacional, incluindo espcimes quecientficas.foram reconhecidos e classifica-dos, pela primeira vez, no Brasil.O acervo de meteoritos degrande relevncia cientfica e oacervo de fsseis tem cerca de35.000 espcimes j catalogados.Rio de JaneiroAv. Pasteur, 404, UrcaRio de Janeiro, RJ, CEP 22290-160 Tel. (21) 2295-7596 Fax (21) 2295-4866dac@abc.org.br Visitaotera a domingo 10:00h s 16:00h Entrada francaSudeste109 95. Museu de Stio ArqueolgicoSambaqui da TariobaInaugurado em 1998, o Museu Possui uma rea escavada de de Stio Arqueolgico Sambaqui esqueleto e mostra de objetos de um registro in situ da histriaadorno, ostras gigantes, conchas e do municpio de Rio das Ostras e,pedras que caracterizam a ocupao portanto, tornou-se um instrumen-de uma antiga civilizao estimada to importante de estudos.entre 2.000 e 4.000 anos.O museu conta com exposio O museu desenvolve uma srie permanente de peas catalogadasde atividades Encontro de Ar- por poca, origem e denominaoqueologia, Oficinas de Gesto de pelo Instituto de Arqueologia Bra- Acervo de Museus, Debates e sileira, em reconstituio da pr- Paletras , com o objetivo de histria da regio.preservar e difundir a histria dopovo riostrense e fortalecer suaidentidade cultural.Rio de Janeiro Rua Dr. Bento Costa Jr., 70, Centro Rio das Ostras, RJ, CEP 28890-000Tel. (22) 2764-6350Fax (22) 2764-7115 www.culturariodasostras.com.br rocha.selma@gmail.com Visitao segunda a sexta 9:00h s 18:00hsbados e domingos 14:00h s 18:00h Entrada paga 110CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 96. Museu Escola Politcnica A mais antiga escola de enge- O museu conta com servio denharia do pas tem muita histria documentao, atravs do qual para contar.possvel encontrar vdeos relacio- Mais de 600 itens reunidos nonados a diversos temas ligados museu, inaugurado em 1977, reve-engenharia, que servem de apoiolam sua trajetria e seu desenvol-didtico aos cursos de engenhariavimento cientfico e tecnolgico. e eventos promovidos pela escola.So documentos, fotografias, te-Em seu acervo documental, estolas, mobilirio e instrumentos dosreunidos livros de matrculas, atas,laboratrios remanescentes da -avisos e portarias que registram apoca das antigas instituies devida acadmica e administrativa daensino de engenharia do pas. instituio desde 1811. A exposio permanente A Es-Mantm constante intercm-cola Politcnica e sua histria exi-bio com outras instituies, a fimbe modelos de locomotivas a va- de promover exposies, eventospor e vages dos anos 1860; repro-e pesquisas. Essas atividades tmdues das primeiras radiografias como objetivo aproximar o conhe-feitas nas Amricas, datadas de cimento dos alunos de graduao1896; lmpadas de arco voltaico,e do ensino mdio sobre o passadode 1872; coleo de teodolitos eda engenharia.fongrafos e mquinas eletrosts-ticas de Wimshurst. Rio de JaneiroAv. Athos da Silveira Ramos, 149 Centro de Tecnologia, bl. A, 2 and., Ilha do FundoRio de Janeiro, RJ, CEP 21945-970 Tel. (21) 2562-7723 Fax (21) 2562-7718 www.poli.ufrj.br/politecnicamuseu.php museuee@ct.ufrj.br Visitao segunda a sexta 8:00h s 16:00hEntrada franca Sudeste111 97. Museu Histrico NacionalAlm de ser guardio de ves-A instituio rene em seu tgios e evidncias de toda a tra- acervo mais de 287.000 itens, jetria histrica do Brasil, o prprio entre os quais a maior coleo de museu traz em seus muros umnumismtica da Amrica Latina. pedao da histria do pas. OEm 9.000 metros quadrados conjunto arquitetnico que o abri- de rea aberta ao pblico, conta ga se desenvolveu a partir docom galerias de exposies per- Forte de Santiago, na Ponta do manentes e temporrias. Mantm Calabouo, um dos pontos estra-uma biblioteca especializada em tgicos para a defesa da cidade do histria do Brasil, histria da arte, Rio de Janeiro.museologia e moda, com impor- fortificao inicial veio setantes documentos manuscritos, juntar a Casa do Trem, destinada aquarelas, ilustraes e fotografias, guarda do trem de artilharia,entre as quais exemplares de Juan e, mais tarde, o Arsenal deGutierrez, Augusto Malta e Marc Guerra. No incio do sculo XX,Ferrez. As reas de reserva tcnica, com a transferncia do Arsenal laboratrio de conservao e res- para a Ponta do Caju, abriu-se taurao e numismtica (cole- caminho para a adaptao doo de moedas e outros valores conjunto s suas novas funes:impressos) podem ser consultadas, Pavilho das Grandes Indstrias da mediante agendamento prvio. Exposio Internacional de 1922. Por determinao do presidente Epitcio Pessoa, o pavilho abri- gou o ncleo inicial do MuseuRio de Janeiro Histrico Nacional. Com o encer- ramento da exposio, o museu veio ocupando progressivamente toda a rea.Praa Marechal ncora, s/n, Centro Rio de Janeiro, RJ, CEP 22021-200Tel./Fax (21) 2550-9220 www.museuhistoriconacional.com.brmhn02@visualnet.com.brVisitaotera a sexta 10:00h s 17:30h sbados, domingos e feriados14:00h s 18:00hEntrada paga 112CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 98. Museu Nacional Em 1818, ano em que Mary cerca de 12 milhes de itens, comoShelley publicava seu romance g- base de suas exposies pblicastico Frankenstein e era fundado o e de um permanente trabalho demais antigo peridico cientficoinvestigao sobre o patrimnio na-norte-americano The Americantural e social do planeta.Journal of Science , D. Joo VI Algumas salas encontram-secriou, no Rio de Janeiro, o Museu fechadas por motivo de obras, co-Real. Seu objetivo era impulsionarmo as de ictiologia, herpetologia,o desenvolvimento cientfico na-ornitologia e anatomia comparadacional, grande promotor do pro- e biodiversidade. Mas o visitantegresso. ainda tem muito a conhecer nos Inicialmente sediado no Campomdulos de mastozoologia, evolu-de SantAna, o museu foi transferi- o humana, Egito Antigo, Galeriado em 1892, aps a Proclamao da Greco-Romana, arqueologia brasi-Repblica, para a antiga residncia leira, arqueologia pr-colombiana,da Famlia Real, o Palcio Imperial culturas do Pacfico, frica, etnolo-da Quinta da Boa Vista, passando agia regional e etnologia indgena.se chamar Museu Nacional. Alm do Prdio do Palcio, o museu uma instituio de ensino edispe de outros espaos dentropesquisa, vinculada Universidadeda Quinta, como o Horto BotnicoFederal do Rio de Janeiro (UFRJ), e prdios de apoio, Departamentoque abriga vastas colees de his-de Vertebrados e Biblioteca.tria natural e antropologia, comRio de Janeiro Quinta da Boa Vista, s/n, So Cristvo Rio de Janeiro, RJ, CEP 20940-040Tel. (21) 2562-6042Fax (21) 2254-4320 www.museunacional.ufrj.brmuseu@mn.ufrj.br Visitao tera a domingo 10:00h s 16:00h Entrada paga(exceto escolas pblicas, maiores de 60 anos, menores de dez anos, deficientes e descontos para escolas particulares) Sudeste113 99. Museu OceanogrficoA ideia para a criao do Mu- No acervo do museu tambm seu Oceanogrfico de Arraial do h equipamentos oceanogrficos Cabo partiu de alguns pesquisa- e diversos organismos marinhos dores que, aps tentativa frus- coletados na regio. O museu trada de salvar uma orca enca-possui, ainda, painis, publicaes lhada em Cabo Frio, em 1981,e filmes cientficos sobre oceanos. decidiram colocar em exposio O espao passou por uma o esqueleto de seis metros do grande reforma, concluda em animal. 2001, ocasio em que incorporouUm ano depois, o museu foi o prdio em anexo, batizado de inaugurado na antiga sede do Pro- Espao Cultural Amaznia Azul. O jeto Cabo Frio, embrio do Institutoprdio tem dois andares, salo de de Estudos do Mar Almirante Paulo exposies e auditrio. Moreira, onde o esqueleto da orca encalhada permanece at hoje. Fontes: www.ieapm.mar.mil.br www.arraialdocabo-rj.com.brRio de JaneiroPraa Daniel Barreto s/n, Praia dos Anjos Arraial do Cabo, RJ, CEP 28930-000Tel. (22) 2622-9089 / 2622-9087www.ieapm.mar.mil.br/museu.htmmuseu@ieapm.mar.mil.brVisitaotera a sexta 9:00h s 17:00h sbados e feriados 13:00h s 18:00hEntrada paga 114 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 100. Oi Futuro O Oi Futuro foi concebido co- Em 2000, o Museu do Telefonemo um espao de convergncia, optou pela revitalizao de suasdedicado arte, tecnologia, ao atividades e do prprio ambienteconhecimento e cidadania (ver em que elas se realizavam. Ficoup. 77, Oi Futuro, MG).fechado durante alguns anos para Seu objetivo levar o pblico reabrir, em 2005, com cara nova, no-a vivenciar experincias sensoriais me novo e propostas museolgicasem suas modernas instalaes, que e museogrficas inovadoras.incluem galerias de arte, teatro, mu-Com o acervo original, criou-seseu, biblioteca e cyber restaurante.o Museu das Telecomunicaes, a- A histria do centro confunde- locado no sexto nvel do espao.se com a histria da prpria teleco-Trata-se de um local de memria emunicao no Brasil. O prdio emexperimentao, que incorpora asque est localizado foi construdomais avanadas tecnologias e ten-em 1918, para sediar a Estaodncias museogrficas para contarBeira-Mar, da antiga Companhiaa aventura da comunicao huma-Telefnica Brasileira. Em 1981, pas-na. Documentos, objetos histricossou a abrigar o Museu do Telefone,e cerca de 120 vdeos conduzem oum centro de preservao e resgatevisitante a uma empolgante viagemda histria da telefonia no Brasil. virtual em um nico ambiente.Rio de JaneiroRua Dois de Dezembro, 63, Flamengo Rio de Janeiro, RJ, CEP 22220-040Tel. (21) 3131-3060 / 3131-3050Fax (21) 3131-3099www.oifuturo.org.brfaleconosco@oifuturo.org.br Visitaotera a domingo 11:00h s 20:00h Museu das Telecomunicaestera a domingo 11:00h s 17:00h Entrada franca Sudeste 115 101. SESCincia O projeto SESCincia foi cria-A participao do visitante do em 1987, com o objetivo denessas mostras incentivada na proporcionar o contato direto do verdade, considerada indispens- pblico com os fenmenos e ex- vel dentro da concepo do espa- perimentos cientficos, propondo o. Nelas, o conhecimento cient- um novo sentido ao aprendizado fico apresentado como parte do das cincias.cotidiano. A programao inclui Um dos elementos mais im-visita ao acervo, realizao de ofi- portantes do projeto so as mos- cinas, exibio de vdeos cientficos tras cientficas, que tm como e apresentao de, pelo menos, principais caractersticas o carter um seminrio. ldico, a interatividade e a iti- Alm das mostras cientficas nerncia. Alm de percorrer as itinerantes, o SESCincia viabilizou capitais brasileiras, tambm so a implementao, em diversas ci- apresentadas em cidades de pe- dades brasileiras, de espaos per- queno e mdio portes, no interiormanentes de vivncia cientfica, das cinco regies do pas. chamados de Salas de Cincia,onde h uma sistematizao deatendimento a escolas e ao pbli-co espontneo, com diferentesatividades.Rio de JaneiroGerncia de Educao e Ao SocialAv. Ayrton Senna, 5.555, Barra da Tijuca Rio de Janeiro, RJ, CEP 22775-004 Tel. (21) 2136-5210 / 2136-5394www.sesc.com.br asebilia@sesc.com.br Visitao com agendamento Entrada francaAssociado ABCMC 116 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 102. Aqurio de So PauloQuem nunca viu um jacar albi-planeta em seus primrdios. Nono ou uma tartaruga veloz e agres-Vale dos Dinossauros, os visitantessiva, que morde at seres humanos,se deparam com os enormes ani-tem agora a oportunidade de con-mais pr-histricos. J o espaoferir essas raridades no Aqurio de Evoluo do Homem reservadoSo Paulo, inaugurado em 2006.s vrias formas que o ser hojeO aqurio exibe 1.600 animais intitulado Homo sapiens teve node 250 espcies representantes dosdecorrer dos sculos.diversos biomas brasileiros, incluin-Alm de visitas guiadas pelosdo Pantanal, Amaznia, mangues e, setores, o aqurio oferece passeios claro, oceanos. noturnos s sextas-feiras. Com umaO complexo tambm possui olanterna especial emprestada aMuseu de Paleontologia, onde es-cada visitante, as diversas esp-queletos de gigantes dinossauroscies expostas no complexo podemdo a ideia exata da dimenso des-ser vistas durante a noite, exi-ses animais que povoaram nossobindo seus hbitos noturnos, emum passeio emocionante. So PauloRua Huet Bacelar, 407, Ipiranga So Paulo, SP, CEP 04275-000Tel./Fax (11) 2273-5500 www.aquariodesaopaulo.com.br aquario@aquariodesaopaulo.com.brVisitaodiariamente 9:00h s 18:00hEntrada paga Associado SZB Sudeste117 103. Aqurio de Ubatuba No h visitante que resista aoPara quem no se contenta emandar desajeitado dos pinguins e olhar, a notcia boa que, nesse a-ao olhar hipnotizador dos jacarsqurio, permitido interagir. Umdo Aqurio de Ubatuba, criado em dos tanques abriga animais inofen-1996 com o objetivo de contribuirsivos, que podem ser tocados pe-para a preservao dos ambientes los visitantes, com orientao doaquticos, por meio da educaomonitor.ambiental e da pesquisa aplicada. O aqurio oferece visitas guia- Quem visita o aqurio tem a das, que podem incluir a observaooportunidade de conhecer de per- e o reconhecimento de um de seusto um pouco do complexo mundoambientes e o estudo do meio am-marinho. So 150 espcies distribu- biente local. Essa ltima opo dedas em 11 tanques de gua doce visitao requer o mnimo de doise 12 de gua salgada. Nesse mer-dias para realizar atividades refe-gulho, certo se deparar com ilus- rentes aos ambientes costeiros, comtres representantes da fauna costeiravisita ao mangue, praia, trilhas nae marinha, inclusive com espciesmata, mergulho, cachoeiras e par-ameaadas de extino, como aques estaduais.estrela-do-mar e o tubaro-lixa.So Paulo Rua Guarani, 859, ItaguUbatuba, SP, CEP 11680-000Tel. (12) 3832-1382 / 3832-7491 Fax: (12) 3832-7491www.aquariodeubatuba.com.brstaff@aquariodeubatuba.com.br Visitao ano letivodomingo a quinta 10:00h s 20:00hsextas, sbados e feriados 10:00h s 22:00hfrias escolares diariamente 10:00h s 22:00h Entrada paga Associado ABCMC e SZB118 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 104. Aqurio do Guaruj A educao, a pesquisa e o la-Uma das maiores atraes zer so os alvos principais do Aqu- o Oceano, tanque com 800.000 li-rio do Guaruj, tambm conhecido tros de gua salgada, construdocomo Acqua Mundo, um dos maio- especialmente para a exibio deres aqurios da Amrica Latina.grandes cardumes e peixes de mar Inaugurado em 2000, expe v- aberto, como tubares ocenicos.rias espcies de animais aquticos,O aqurio oferece visitas guia-representativas dos mais diversosdas aos seus 49 recintos, vdeos e-ambientes e grupos zoolgicos colgicos, palestras, oficinas e mini-como tubares, pinguins, peixescursos. Alm disso, desenvolve ati-de gua doce e salgada, tartarugas,vidades extramuros, como trilhas ejacars e cobras. Entre invertebra-passeios de barco no canal de Ber-dos, peixes, aves e mamferos, so,tioga. E ainda: de sbado para do-ao todo, 235 espcies e 8.000mingo, crianas de quatro a 14 anosanimais em exposio.podem dormir no aqurio para observar o comportamento dos ani- mais durante o perodo noturno! So PauloAv. Miguel Estefno, 2.001, Praia da EnseadaGuaruj, SP, CEP 11440-531Tel./Fax (13) 3351-8867 www.acquamundo.com.br rossana@aquarioguaruja.com.brVisitaoano letivo tera a quinta 10:00h s 18:00h sextas e domingos 10:00h s 20:00hsbados 10:00h s 21:00h frias escolaresdiariamente 10:00h s 22:00hEntrada pagaAssociado SZBSudeste 119 105. Bosque e Zoolgico MunicipalDr. Fbio de S Barreto Se voc estiver passeando pe-adas de extino, como o lobo-lo Bosque e Zoolgico Municipal deguar, o jacar-do-papo-amarelo,Ribeiro Preto e, de repente, se de-o tamandu-bandeira e a ona-parar com um macaco grande epintada.barbudo, no se assuste, ele noEntre as espcies da flora repre-fugiu da jaula! Nesse zoolgico,sentadas no bosque, esto perobasdiversas aves, rpteis, invertebra- centenrias, jequitibs, ips e jato-dos e mamferos, inclusive o maca-bs, todas nativas. Mas tambm hco bugio (o grande e barbudo!), so espcies exticas que foram intro-mantidos em total liberdade.duzidas para compor a paisagem. Inaugurado em 1941, o zool- Como h muitos animais em li-gico ocupa uma rea de 19.000 me- berdade, o visitante deve ser maistros quadrados do Parque do Morro cuidadoso do que nunca com o quede So Bento, com rea total de deixa pelo caminho. So frequen-218.000 metros quadrados. Conta tes os acidentes com animais quecom 120 espcies de animais. Entreingerem alimentos e objetos dei-elas, algumas se encontram amea-xados para trs.So PauloRua Liberdade, s/n, Campos ElseosRibeiro Preto, SP, CEP 14085-250 Tel./Fax (16) 3636-2283www.ribeiraopreto.sp.gov.brdiveducacaoambiental@meioambiente.pmrp.com.br Visitaoquarta a domingo 9:00h s 17:00h Entrada francaAssociado SZB120 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 106. Catavento Cultural e Educacional Universo, Vida, Engenho e So-em 3D; o laboratrio de qumica,ciedade so os quatro eixos que onde so realizados experimentos;movem o Catavento, espao cultu-a seo de eletromagnetismo, on-ral e educacional inaugurado em de o visitante fica literalmente de2009, no antigo Palcio das Inds-cabelo em p; e o aqurio com pei-trias, no centro da capital paulista. xes de gua salgada. Em 8.000 metros quadrados,A proposta do museu apre-esses quatro temas so abordadossentar ao pblico de modo atraen-de diversas formas, em 250 ins- te, incisivo e interativo conheci-talaes. Todas utilizam vdeos,mentos cientficos e culturais, almpainis e maquetes como suporte de ser tambm um espao de refe-para proporcionar ao visitante um rncia para o estudo e o aprendi-ensinamento incisivo ou criar uma zado da cincia e da cultura, pro-perplexidade motivadora.movendo e divulgando a educao Entre as atraes principais,nessas reas especficas.esto o miniplanetrio; o passeiodigital, que mostra o Rio de Janeiro So PauloPalcio das Indstrias Parque Dom Pedro II, s/n, Centro So Paulo, SP, CEP 03003-060 Tel. (11) 3246-4048 Fax (11) 3246-4138 www.cataventocultural.org.br faleconosco@cataventocultural.org.br Visitao tera a domingo 9:00h s 17:00h Entrada paga Sudeste121 107. Centro de Cincias de AraraquaraFruto de convnio estabele- prstimo de kits de cincia e vdeoscido, em 1989, entre a Secretaria didticos para serem exploradosde Cincia, Tecnologia e Desenvol-em sala de aula.vimento Econmico do Estado de Aos alunos, oferece orientaoSo Paulo e a Universidade Estadual para montagem de feiras de cinciasPaulista (Unesp), o centro um e para a elaborao de trabalhos es-local de estmulo ao uso da expe- colares. J o Planto de Dvidas in-rimentao no ensino de cinciasclui aulas de reforo ministradas pe-do ensino fundamental e mdio. As los monitores aos alunos de ensinoexposies permanentes de bio-fundamental, mdio e superior. A-logia, mineralogia e paleontologia, lm disso, desenvolve programasos kits experimentais, o telescpio como Cincia vai Escola, em quepara observae astronmicas e as monitores realizam atividades men-diversas atividades desenvolvidas sais nas escolas participantes.tm como objetivo a divulgao Coordenado por docentes dodo conhecimento cientfico e tec-Instituto de Qumica da Unesp, onolgico ao pblico de uma formacentro conta, tambm, com biblio-geral e, em particular, ao pblicoteca, revistas e livros de divulgaoescolar.cientfica, vdeos, recursos multim-Preocupado com a capacitaodia e atividades culturais abertas ade professores, o centro oferece cur- toda a comunidade.sos de extenso para esse pbli-co. Possui, ainda, sistema de em-So PauloAv. Dr. Bernardino A. Almeida, s/n Jardim Santa Lcia Araraquara, SP, CEP 14800-540Tel. (16) 3322-4812Fax (16) 3322-7932 www.iq.unesp.brdqgiluiz@iq.unesp.brVisitaosegunda a sexta 8:00h s 12:00he 14:00h s 18:00h Entrada franca122 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 108. Centro de Divulgao Cientfica e CulturalNesse espao interativo decincias, atividades de informtica,cincia, a ordem colocar a moexposio interativa de fsica e dena massa! Criado em 1980, o ecologia, minicursos, plantes deCentro de Divulgao Cientfica e auxlio a alunos, visitas cientficasCultural (CDCC) nasceu em uma monitoradas s exposies e ca-pequena sala do prdio histricopacitao para professores. O CDCCalugado pela Universidade de Sotambm edita a Revista EletrnicaPaulo (USP) de So Carlos, para de Cincias.estreitar os laos entre universi- A divulgao cultural realiza-dade, escolas e comunidade local, da por meio de sesses de cineclu-facilitando o acesso da populao be, exposies itinerantes, cursosaos meios e aos resultados da de fotografias e atividades ldicas.produo cientfica e culural daAtravs de sua biblioteca, disponi-instituio.biliza ao pblico um acervo de livrosUm dos primeiros projetos de- e peridicos com nfase nas cin-senvolvidos foi a Experimentoteca,cias e coordena os projetos educa-um laboratrio de cincias, com kitscionais de Contao de Histrias evoltados para o ensino de qumica,Incentivo Leitura. Conta, ainda,fsica e biologia. Atualmente, h uni-com um Observatrio Astronmicodades espalhadas por todo o pas. aberto ao pblico, no campusAo longo dos anos, as ativi-da USP.dades demandaram mais espaoe hoje ocupam todo o prdiohistrico. Envolvem programaeseducativas, como olimpadas de So PauloRua 9 de julho, 1.227, Centro So Carlos, SP, CEP 13560-590 Tel./Fax (16) 3372-3910 / 3373-9772 www.cdcc.sc.usp.br diretoria@cdcc.sc.usp.brVisitaosegunda a sexta 8:00h s 18:00h sbados 9:00h s 12:00h Entrada francaAssociado ABCMCSudeste 123 109. Centro Integrado de Cincia e CulturaDois observatrios astronmicos,Nos espaos interativos de cin-um planetrio e espaos interativos cias, so desenvolvidas atividadesde cincia compem o Centro Inte- cientficas e culturais, que abrangemgrado de Cincia e Cultura (CICC),as reas de fsica, qumica, mate-criado em 1998 e reinaugurado emmtica, biologia, computao e lin-2008 com uma srie de novidades.guagens.Um dos observatrios tem um O objetivo do centro criar con-domo de cinco metros de dimetrodies para o aprendizado dentroe telescpio computadorizado, de uma viso integradora e trans-com abertura de 16 polegadas, e o disciplinar das cincias, alm de es-outro tem seis telescpios compu- timular a difuso do conhecimentotadorizados, com aberturas de setecientfico por meio de prticas ino-e de dez polegadas. J o planetrio vadoras de ensino e de apren-conta com uma cpula de projeodizagem.de 11 metros de dimetro, com ca-pacidade para 96 pessoas e cincolugares reservados para cadeirantes.So Paulo Av. Joo Batista Vetorazzo, 500, Distrito Industrial So Jos do Rio Preto, SP, CEP 15035-470 Tel. (17) 3232-9426 / 3212-7148Fax (17) 3232-9426www.centrodeciencias.org.bradministrao@centrodeciencias.org.brVisitao quartas e sextas 8:00h s 17:00hquintas 13:00h s 22:00hsbados e domingos 13:00h s 19:00h (em outros horrios, agendamento de escolas) Entrada franca124 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 110. Centro Interdisciplinarde Cincia de Cruzeiro O Centro Interdisciplinar deO Centro Paula Souza, voltadoCincia foi criado, em 1986, para para educao tecnolgica e res-dar apoio pedaggico s ativida-ponsvel por essa iniciativa, admi-des desenvolvidas por professo- nistra 108 Escolas Tcnicas Esta-res em sala de aula. Conta comduais (ETEs) e 17 Faculdades de Tec-espao para exposio permanen- nologia (Fatecs) no estado de Sote, bancadas para experimentosPaulo. As ETEs atendem a cercaem fsica, biologia, qumica e ele- de 90.000 estudantes nos nveistricidade e rea para oficina e de ensino mdio e tcnico, paraalmoxarifado. O centro desenvol-os setores industrial, agropecuriove, produz e adapta equipamentose de servios, em aproximadamen-cientficos feitos com materiaiste 50 habilitaes. Nas Fatecs, maisalternativos. de 14.000 alunos esto distribu- Para aqueles que queremdos em 19 cursos superiores deaprender a fazer seu prprio equi-graduao.pamento, o centro oferece cursosde capacitao em montagem deequipamentos cientficos e no seuuso pedaggico. So Paulo Rua Oto Barcellos, s/n, CentroCruzeiro, SP, CEP 12730-010Tel./Fax (12) 3144-1207 www.ceeteps.brcema@hexato.com.br Visitao segunda a sexta 14:00h s 17:30hsbados 7:00 s 12:00(com agendamento) Entrada francaAssociado ABCMC Sudeste125 111. Estao CinciaUm convite para viajar pelo Instalado oficialmente em 1987,mundo da cincia, um espao de o centro nasceu com o desafio deinformao e diverso. Essa adivulgar a cultura e a arte para oideia por trs do nome do centro grande pblico e oferecer aos visi-interativo de cincias paulista, ba- tantes especialmente estudantestizado pelo publicitrio Washingtonde ensino fundamental e mdio Olivetto. Estao tambm pelaa oportunidade de conhecer e vi-sua proximidade com as estaesvenciar aspectos da cincia produ-ferroviria e de metr, no bairro da zida dentro e fora das universidades.Lapa. Sua localizao tambm temPara tanto, apresenta exposi-histria...es permanentes e temporriasA estao est instalada emem diversas reas do conhecimen-galpes construdos, no incio doto; disponibiliza exposies itine-sculo XX, para abrigar uma tecela-rantes e laboratrios portteis paragem. Ao longo dos anos, foramaulas; desenvolve programas edu-utilizados por diferentes rgos docativos, como o Mo na Massa e ogoverno para desempenhar diver-Projeto Clicar; oferece cursos; co-sas funes. Em 1986, atendendo amercializa softwares educacionaisuma reivindicao da comunidadee livros de divulgao cientfica;cientfica de So Paulo, o governo trabalha com a criao, a montagemdo estado cedeu o uso do imvele a apresentao de peas teatraisao Conselho Nacional de Desenvol-com temas cientficos e promovevimento Cientfico e Tecnolgico eventos e atividades de popula-(CNPq), para a criao da Estaorizao da cincia.Cincia.So PauloRua Guaicurus, 1.394, Lapa So Paulo, SP, CEP 05033-002Tel. (11) 3673-7022Fax (11) 3673-2798www.eciencia.usp.br info@eciencia.usp.br Visitao tera a sexta 8:00h s 18:00h sbados, domingos e feriados 9:00h s 18:00h Entrada paga Associada ABCMC126 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 112. Jardim Botnico Valmor de Souza de Jundia Inaugurado em 2004, o JardimEntre os objetivos do jardimBotnico de Jundia um espao e- botnico est o de intensificar ascolgico voltado para a populao. aes de conservao, pesquisaCom quase 120.000 metros quadra- cientfica e de incentivo e difusodos, tem um importante papel nas do conhecimento da flora, princi-atividades educacionais, de culturapalmente regional, com espciese de pesquisa. , tambm, um local da Mata Atlntica que compem aagradvel de entretenimento, on- Serra do Japi.de o visitante pode contemplar asA proposta promover a con-belezas naturais, conhecendo impor-servao por meio do estabeleci-tantes espcies da flora brasileira. mento, da manuteno e do desen- As instalaes previstas no pro-volvimento de uma coleo vivajeto do jardim botnico esto sen- bem documentada de espcies ve-do aos poucos implementadas. getais regionais e no regionaisO espao j conta com palmeirasadaptadas s condies climticasimperiais e outras centenas de locais e desenvolver pesquisa cien-plantas, alm de labirintos de ervas tfica com as espcies. Visa, ainda,medicinais e aromticas, cascata,difundir o conhecimento botnico elagos, jardim japons e trilhas. Con-ecolgico em geral, por meio de vi-tar, ainda, com diversas estufas, sitas guiadas, atividades educacio-espao para espcies raras e jardins nais, cursos e palestras.portugus, africano, italiano, alemoe rabe. So Paulo Av. Antnio Frederico Ozanan, 6.700, Vila LacerdaJundia, SP, CEP 13215-250Tel. (11) 4582-3581Fax (11) 4589-8520 www.jundiai.sp.gov.brsmsp_botanico@jundiai.sp.gov.brVisitaodiariamente 8:00h s 18:00hEntrada franca Sudeste127 113. Jardim Botnico de So Paulo Um grande observatrio paraO Jardim Botnico tambmse aprender mais sobre botnica edispe de bosques de pau-brasil,ecologia e um dos mais bonitos orquidrio de visitao pblica, quepontos tursticos da capital paulista, abriga, alm de orqudeas, brom-o Jardim Botnico rene colees lias e outras epfitas, Trilha da Nas-de plantas nativas e exticas em cente, Jardim dos Sentidos e lagos360.000 metros quadrados de rea formados pelas nascentes do riachoverde. do Ipiranga. Est localizado no Parque Esta-Os visitantes tambm podemdual das Fontes Ipiranga, gua Fun-conhecer o Museu Botnico, ador-da uma reserva de Mata Atlntica nado com vitrais e paredes de altoque guarda as nascentes do Riachorelevo, retratando plantas da floraIpiranga, cenrio da Independncia brasileira. O jardim, com seu aromado Brasil. Essa reserva abriga ani-e suas cores, recanto ideal paramais selvagens, como macacos,um bom relaxamento.bichos-preguia, ourios, gambs,tucanos, maritacas, garas e outros,que vivem soltos na rea.So PauloAv. Miguel Estfano, 3.031, gua FundaCaixa Postal 4005, So Paulo, SP, CEP 04301-012Tel. (11) 5073-6300 r. 229 e 252Fax (11) 5073-6300 r. 252www.ibot.sp.gov.br/Index.htm faleconosco@ibot.sp.gov.br Visitaoquarta a domingo e feriados 9:00h s 17:00h Entrada paga128CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 114. Jardim Botnico do Instituto Agronmico Solucionar problemas inerentes plasma, comandada por um grupo rea agrcola. Com essa misso, o de curadores especialistas nas cul-Jardim Botnico do Instituto Agro-turas. Possui, ainda, curadorias denmico de Campinas realiza pes- colees cientficas, como o Herb-quisas para a conservao de esp-rio de Plantas, o Herbrio Micol-cies agrcolas, preservao e uso gico e a Coleo de Insetos.sustentvel de espcies nativas, O jardim possui trs espaoscom especial ateno s que este- distintos: o primeiro destinado ajam em risco de extino. Alm dis- pesquisas cientficas e, portanto,so, dedica-se ao intercmbio e no est aberto visitao; o segun-quarentena de plantas, caracteri- do engloba a rea de trnsitozao de bancos de germoplasmaasfaltada e os herbrios, abertos e identificao taxonmica. visitao com agendamento prvio Em suas instalaes, h diversas e sob monitoria; o terceiro aindacolees de plantas agrcolas e uma est em fase de construo e serrede de Bancos Ativos de Germo- destinado ao pblico em geral. So PauloAv. Baro de Itapura, 1.481, Guanabara Caixa Postal 28, Campinas, SP, CEP 13001-970 Tel. (19) 3231-5422 Fax (19) 3231-4943www.iac.sp.gov.br/Centros/Cec/JNB/apres.htmveiga@iac.sp.gov.br Visitao com agendamento Entrada franca Sudeste129 115. Jardim Botnico do Institutode Biocincias de Botucatu De um modesto pomar paraEm 2000, foi inaugurado o her-cultivo de plantas usadas em aulasbrio Irina D. Gemtchujnicov, hojeprticas, nasceu, em 1974, o Jardim com cerca de 20.000 exsicatas (e-Botnico do Instituto de Biocin- xemplar dessecado de uma plantacias, ligado Universidade Esta- qualquer). No mesmo ano, ganhoudual Paulista (Unesp) de Botucatu.um lago para introduo de plantas Entre as prioridades estabele- e animais aquticos. O herbrio e ocidas na poca de sua criao, fica-jardim botnico so fontes de ma-ram as de preservar e recuperar asterial didtico e cientfico, incluindoreas j existentes com vegetao o desenvolvimento de monogra-natural e desenvolver atividades de fias, dissertaes e teses e outraspesquisa, ensino e extenso.pesquisas de docentes e estagirios. Conta com colees de gimnos- A instituio desenvolve, ainda,permas, rvores brasileiras, orqu- projeto de educao ambiental di-deas, bromlias e cactceas da re-recionado comunidade botuca-gio. O visitante tambm pode ob- tuense, principalmente para escolasservar os remanescentes da vege-municipais, estaduais e particulares.tao natural recuperados.So Paulo Distrito de Rubio Junior, s/nCaixa Postal 510, Botucatu, SP, CEP 18618-000 Tel. (14) 3811-6265 / 3811-6177Fax (14) 3811-3744www.ibb.unesp.br/jardimbotanicojb-ib@ibb.unesp.br Visitao diariamente 9:00h s 17:00h (exceto de dezembro a fevereiro) Entrada franca130 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 116. Jardim BotnicoMunicipal de Bauru Criado em 1994, o Jardim Bot- Mantm atividades de educa-nico Municipal de Bauru tem 321o ambiental, no intuito de trans-hectares de vegetao nativa, re-mitir conhecimentos relacionados manescente de uma rea adquirida importncia da proteo naturezapelo municpio no incio do sculo e de pesquisas que visam ao conhe-XX, com a finalidade de preservarcimento, entendimento e avaliaomananciais para garantir o abaste- dos ambientes naturais.cimento de gua potvel para oPossui um viveiro para produ-vilarejo de Bauru. o de plantas nativas e ornamen- Com ricas colees vegetais,tais, para manuteno de suasorquidrio, praas, trilhas ecolgi- praas e desenvolvimento de pro-cas e herbrio, o jardim botnico jetos de recuperao de reas de-uma tima opo de lazer, alm degradadas, dentro e fora do jardimser referncia em conservao de botnico.plantas e ambientes naturais regio-nais e pesquisas na rea de botnica.So Paulo Rod. Joo Ribeiro de Barros, Km 232, Tangars Bauru, SP, CEP 17035-245Tel. (14) 3281-3358jbbauru@ibest.com.brVisitaodiariamente 8:00h s 16:30hEntrada franca Sudeste 131 117. Jardim Botnico Municipal de Paulnia Adelelmo Piva Jr. Uma fazenda localizada no Plantas herbceas reconhecidas co-municpio de Paulnia, interior de mo medicinais so cultivadas emSo Paulo, o bero do Jardim Bo- canteiros especficos para exposi-tnico Adelelmo Piva Jnior. Inau- o e reproduzidas para forneci-gurado, em 1992, pela prefeitura mento a pessoas interessadas.municipal, preservou as espciesAtualmente, o jardim desem-arbreas existentes, tanto exticaspenha papel bastante diversificado,como nativas.destacando-se o estudo da flora re- Nesse espao, so encontrados gional, o desenvolvimento de pro-exemplares de paineiras, jatobs,jetos de paisagismo de parques eabacateiros, jabuticabeiras, entre jardins e a elaborao de projetosoutros. Depois, foram introduzidas de arborizao urbana e recupe-espcies do Cerrado, da bacia do rao de reas degradadas. Realiza,Rio Paran, da Mata Atlntica, daainda, coleta de sementes, princi-Floresta Amaznica, da Caatinga, palmente de espcies nativas, parados Campos de Altitude e outrasreproduo no viveiro municipal.de ocorrncia extica. Em seus programas de educao H tambm colees de arbus-ambiental, atende a escolas do mu-tos, herbceas, lianas e palmeiras.nicpio e da regio.So Paulo Rodovia Roberto Moreira, 575, Jardim Vista Alegre Paulnia, SP, CEP 13140-000 Tel. (19) 3844-4168 / 3833-2093www.paulinia.sp.gov.br jmiachir@uol.com.br Visitao segunda a sexta 8:00h s 17:00hEntrada franca132CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 118. Jardim Botnico Municipal de Santos Chico Mendes Em seus 90.000 metros quadra- Em 1994, o parque foi trans-dos, o Jardim Botnico Municipalformado no jardim botnico, rece-de Santos Chico Mendes mantm bendo o nome atual. Hoje, a ins-um acervo vivo de cerca de 300tituio dedica-se preservao deespcies vegetais, divididas em espcies nativas, especialmente da20 colees. Ganham destaque as Mata Atlntica.espcies da Mata Atlntica, o bos- Conta com espao para ativi-que de pau-brasil, as rvores dedades educativas, cursos e oficinas,madeira de lei e os 65 tipos dife-sala de exposies, trilha ecolgica,rentes de palmeiras, inclusive atrs lagos, coleo de plantas aqu-imperial. ticas, ludoteca ecolgica, alame- O jardim botnico fruto do das com 1.120 metros para ati-primeiro horto municipal de San-vidades esportivas e parque infantil.tos, criado em 1925. A partir deOferece visitas guiadas e curso de1973, a produo de mudas parajardinagem.os jardins da cidade e arborizaourbana passou a ser realizada nobairro Bom Retiro, onde atualmen-te funciona o jardim. So Paulo Rua Joo Fracaroli, s/n, Bom Retiro Santos, SP, CEP 11089-230Tel. (13) 3203-2905 / 3203-6728 / 3299-7878 Fax (13) 3203-2905www.santos.sp.gov.brjbotanico-semam@santos.sp.gov.br Visitao diariamente 8:00h s 18:00h Entrada francaSudeste 133 119. Museu Botnico Dr. JooBarbosa Rodrigues parada obrigatria para ose essncias vegetais, destacando-sevisitantes do Jardim Botnico de a importncia econmica de cadaSo Paulo. Construdo em 1942, o uma delas.prdio chama a ateno pela dis-Uma retrospectiva histrica po-posio das salas, em forma de de ser acompanhada em uma decruz. Suas paredes externas, igual-suas salas, onde mveis, objetosmente atrativas, mostram ilustra-antigos e fotografias revivem a tra-es em alto relevo de represen- jetria de criao do Jardim Botni-tantes da flora nativa.co de So Paulo, do Instituto de Seu acervo exibe os ecossis-Botnica e do Parque Estadual dastemas que ocorrem no estado Fontes do Ipiranga.Mata Atlntica, Cerrado, Mata Ciliar, O museu tem forte atuao noManguezal e Vegetao do Litoral meio educativo. Desenvolve uma, por meio de amostras de plantas srie atividades de educao am-secas, sementes e frutos mais carac- biental e oferece visitas monitora-tersticos dessas formaes vege-das para estudantes e o pblico emtais. Conta, ainda, com amostras degeral.algas, fungos, madeiras, fibras, leosSo Paulo Rua Miguel Stfano, 3.031, gua Funda So Paulo, SP, CEP 04301-012 Tel./Fax (11) 5073-6300 r. 252www.ibot.sp.gov.brbotanico@ibot.sp.gov.br Visitaoquarta a domingo 9:00h s 17:00h Entrada paga134CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 120. Museu da Lngua Portuguesa Como a lngua de um povo, nio tombado como marco da his-que um patrimnio intangvel e tria e das relaes culturais daimaterial, pode ser guardada e exi-cidade e do pas.bida em um museu? InauguradoO primeiro andar do museu em 2006, o Museu da Lngua Portu-dedicado s exposies tempor-guesa tem a resposta.rias. No segundo andar, encontra-se Sua concepo expogrfica a grande galeria, com uma tela debaseada em tecnologia de ponta 106 metros com projees simul-e recursos interativos para a apre-tneas de filmes que mostram asentao de seus contedos. Alngua portuguesa no cotidiano deideia por trs dos aparatos fazerseus usurios, alm de outras atra-com que as pessoas se surpreen-es. O terceiro e ltimo andar dodam e descubram aspectos damuseu conta com um auditrio elngua que falam, leem e escrevem, com a Praa da Lngua, compostabem como da cultura do pas em de imagens projetadas e udio.que vivem. O museu est instalado no pr-Fontes:dio da Estao da Luz, em So Pau- www.museulinguaportuguesa.org.brlo, um edifcio centenrio, patrim- www.estacaodaluz.org.br So PauloPraa da Luz, s/n, CentroSo Paulo, SP, CEP 01120-010 Tel. (11) 3326-0775 www.estacaodaluz.org.br museu@museudalinguaportuguesa.org.brVisitaotera a domingo 10:00h s 18:00hEntrada paga(exceto aos sbados)Sudeste 135 121. Museu de Anatomia HumanaProfessor Alfonso Bovero A histria do italiano Alfonso que compem o organismo huma-Bovero se confunde com a histria no. No acervo, h tambm obrasda Faculdade de Medicina da Uni-raras. Merece destaque o originalversidade de So Paulo (USP). do Humanae corporis fabrica, deDesde que foi contratado para Andras Vesalius, datado de 1543,assumir a cadeira de Anatomia considerado de fundamental im-Descritiva na instituio, em 1914, portncia para o desenvolvimentoo professor se preocupou em criar da medicina.um acervo de peas anatmicasO museu atende comunida-que servissem de material parade por meio do desenvolvimentosuas aulas. e da participao em projetos, tais Com o passar dos anos, esse a- como: Fins de Semana e Feriadoscervo, mantido e incrementado por em Museus e Acervos da Cidadeseus alunos, foi transformado noUniversitria USP; Universidademuseu anatmico, que, desde 1999Aberta Terceira Idade; Educao quando foi transferido para o Insti-para a Sade e Cidadania. Tambmtuto de Cincias Biomdicas da USPpresta assessoria para o uso de, leva seu nome e preserva sua tcnicas especiais de preparao ememria.conservao. So cerca de 1.500 peas, sepa-radas e catalogadas de acordo comos diferentes sistemas e aparelhosSo PauloAv. Prof. Lineu Prestes, 2.415 Cidade Universitria, ButantSo Paulo, SP, CEP 05508-900 Tel. (11) 3091-7360 Fax (11) 3091-7753www.icb.usp.br/museumah@icb.usp.brVisitaotera a sexta 9:00h s 16:30h sbados, domingos e feriados 10:00h s 12:00h e 13:00h s 15:00hEntrada paga(exceto professores, alunos e funcionrios da USP)136CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 122. Museu de Arqueologiae Etnologia O acervo de cerca de 120.000 Programas de formao, capa-peas o carro-chefe do museu,citao e treinamento profissionalcomposto por colees de Etno- so oferecidos aos professores dalogia Brasileira e Africana, Arqueo- regio, que tambm recebem au-logia do Mediterrneo e Mdio- xlio para utilizao de exposi-Oriente e Arqueologia Americana. es, kits didticos, publicaes Criado em 1989, o Museu depedaggicas e Videoteca Didtica,Arqueologia e Etnologia da Univer- desenvolvidos no museu.sidade de So Paulo (MAE/USP) seAlm disso, desenvolve traba-estrutura em duas grandes reas: lho voltado para idosos e para asdiviso cientfica, voltada para o comunidades dos arredores e dotrabalho cientfico de arqueologia interior do estado. As exposies,e etnologia, e diviso de difusopermanentes e temporrias, abran-cultural, destinada a pesquisas a- gem as reas de qumica, biologia,plicadas no campo da museologiageologia, cincias humanas e so-e da educao, alm de projetosciais e museologia.de divulgao do conhecimentoproduzido na instituio. Grandeparte da pesquisa realizada desenvolvida nos cursos de gra-duao, ps-graduao, especiali-zao e extenso universitria, nasreas de arqueologia, etnologia emuseologia. So PauloAv. Prof. Almeida Prado, 1.466 Cidade Universitria, ButantSo Paulo, SP, CEP 05508-070 Tel. (11) 3091-2899Fax (11) 3091-4888www.mae.usp.brmae@edu.usp.brVisitaotera a sexta 9:00h s 17:00hEntrada pagaAssociado ABCMCSudeste 137 123. Museu de Cincias da NaturezaJos Bonifcio de Andrada Silva Um local para se adquirir cul- Esto expostas no museu cole-tura, fazer pesquisas, divulgar tra-es de minerais, conchas, fsseis,balhos e interagir com a natureza.meteoritos e rochas vulcnicas pro-Criado em 2001, o Museu de Cin-venientes de diversos pases. Almcias da Natureza (Jobas) busca ofe- de obter informaes por meiorecer um atendimento diferenciado desse acervo, o visitante convi-no que diz respeito exposio dodado a participar de experimentos,acervo e sua integrao com a palestras, cursos, campanhas eco-natureza e a comunidade.lgicas, debates, excurses moni- Seu principal objetivo trans-toradas e atividades de educaoformar o novo espao cultural e ambiental.educativo de So Vicente em uma O espao tambm busca agirreferncia na divulgao das cin-de forma a complementar o ensinocias naturais e na preservao da formal nas escolas, faculdades e uni-natureza e torn-lo um importante versidades, sobretudo nas reas deatrativo turstico da cidade e da cincias naturais.Baixada Santista.Fonte:www.museujobas.hpg.ig.com.brSo Paulo Rua Embaixador Pedro de Toledo, s/n Praia do GonzaguinhaSo Vicente, SP, CEP 11320-440Tel. (13) 9116-7498 / 9142-2478 / 3469-1400 www.museujobas.hpg.ig.com.br Visitao tera a sexta 10:00h s 18:00h sbados, domingos e feriados 10:00h s 19:00h Entrada franca138 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 124. Museu de Geocincias O terceiro maior meteorito do de minerais e meteoritos utilizadosBrasil, o Itapuranga, com 628 qui- em pesquisas dos docentes dolos, uma das principais peas do instituto e como laboratrio de aulasMuseu de Geocincias da Univer-prticas para diversas disciplinassidade de So Paulo (USP), que de graduao e ps-graduao depossui um dos mais importantes unidades da USP e de outras insti-acervos do gnero do pas. tuies universitrias. A coleo comeou a ser for- Alm da vocao didtica emada em 1934, por iniciativa docientfica, o museu procura cola-professor de mineralogia e pe- borar com a comunidade, aten-trologia Ettore Onorato, da entodendo a alunos do ensino funda-Faculdade de Filosofia, Cincias e mental e mdio da cidade deLetras da USP. Atualmente, conta So Paulo, do interior e de outroscom 45.000 amostras de minerais, estados do Brasil e oferecendominrios, gemas, rochas, espeleo-orientaes e consultorias sobretemas, meteoritos, alm de umassuntos geolgicos e de meiogrande nmero de fsseis.ambiente. Desde 1991, o museu ocupa oprimeiro andar do edifcio principaldo Instituto de Geocincias da USP,Fonte:onde funciona como depositrio www2.igc.usp.brSo PauloRua do Lago, 562, 1 andar, Cidade UniversitriaSo Paulo, SP, CEP 05508-080 Tel. (11) 3091-3952Fax (11) 3091-4670 www2.igc.usp.br/museu/home.php mugeo@edu.usp.brVisitaotera a sexta 8:00h s 17:00h sbados, domingos e feriados 10:00h s 16:00hEntrada pagaSudeste139 125. Museu de Histria Natural O Museu de Histria NaturalTocando os Animais, por exem-foi criado em 1938 e desempenha plo, destina-se a crianas da pr-papel importante como divulgadorescola e do ensino fundamental e a-de conhecimentos sobre a fauna epresenta as caractersticas fsicas ea flora, alm de promover a sua con-biolgicas e o comportamento deservao e desenvolver programasalguns grupos de animais, que po-voltados educao ambiental.dem ser manipulados. Conta com exposies perma-A atividade Animais Peo-nentes sobre espcies em extino,nhentos indicada para alunos dodiversidade de aves, Mata Atlntica,6o ao 9o ano, que podem conhecerCerrado, Pantanal, Floresta Amaz-as caractersticas biolgicas dos ani-nica, Litoral Paulista e Peixes, alm mais peonhentos, como cobras eda exposio de fsseis.escorpies, e obter informaes so- Oferece, ainda, atividades dire- bre acidentes, tratamentos e pre-cionadas a diferentes faixas etrias. venes a eles relacionados.So Paulo Rua Cel. Quirino, 2, Bosque dos JequitibsCampinas, SP, CEP 13025-004 Tel. (19) 3295-5850Fax (19) 3251-9849 www.campinas.sp.gov.br/cultura/museus/mhn museuaquario@terra.com.br Visitaotera a domingo e feriados 9:00h s 12:00he 13:00h s 17:30h Entrada paga Associado SZB140 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 126. Museu de Histria Natural de Taubat Criado em 2004, o Museu de Esse acervo se juntou a umaHistria Natural de Taubat fruto coleo de esqueletos e a outrade iniciativa do pesquisador Her- de animais taxidermizados, impul-culano Alvarenga. Em meados dos sionando a criao de um museuanos 1970, ele descobriu, restau- para abrigar todo o material.rou e estudou o esqueleto quase A exposio permanente, quecompleto de uma gigantesca aveocupa cerca de 600 metros qua-fssil, batizada pelo prprio dedrados, busca conduzir o visitanteParaphysornis brasiliensis. por todas as eras e perodos geo- Aps sua descrio, o Para-lgicos, mostrando fsseis e re-physornis ganhou grande notorie-presentando os principais fatosdade na comunidade cientfica.evolutivos de cada um desses mo-Vrias rplicas foram feitas e per- mentos. O espao conta, ainda,mutadas com diversos museus docom um auditrio para exibio demundo. O resultado foi a aquisiofilmes, palestras e apresentaesde um rico acervo que, com o tem- diversas.po, foi sendo acumulado na casado pesquisador. Fonte:www.museuhistorianatural.com So Paulo Rua Juvenal Dias de Carvalho, 111, Jardim do SolTaubat, SP, CEP 12070-640 Tel. (12) 3631-2928www.museuhistorianatural.comVisitao tera a domingo 10:00h s 17:00hEntrada paga Sudeste141 127. Museu de MicrobiologiaUma viagem interativa ao mun- e revelam o que so os chamadosdo escondido dos micro-organismos germes ou micrbios. desde o primeiro microscpio atO Laboratrio o espao maisas atuais conquistas da cincia.atraente. Equipado com aparelhosInaugurado em 2002, o museu e materiais de um laboratrio cien-faz parte do complexo cientficotfico de verdade, possibilita aosdo Instituto Butantan e tem comoalunos do ensino mdio, acompa-misso estimular a curiosidade cien-nhados de seus professores de bio-tfica e o interesse dos alunos pelalogia, ampla interatividade por meiomicrobiologia, tornando agradvel de experincias orientadas pelose interativo o ensino desse ramo da monitores. Os trabalhos so reali-biologia. Voltado tambm para o p- zados com turmas de at 15 alunos,blico geral, visa promover maiorque utilizam microscpios indivi-entendimento das cincias biolgi-duais. Foi criado especialmente pa-cas e divulgar as atividades desen- ra esses trabalhos um Kit de Expe-volvidas pelo instituto.rincias, que possibilita ao alunoModelos gigantes tridimensio- visitante realizar vrios experi-nais de bactrias, vrus e protozo-mentos cientficos, integrando con-rios, equipamentos e painis ocu- ceitos, equipamentos e materiais.pam o espao de exposies, que So oferecidos, tambm, cursos deexplicam as bases da microbiologiacapacitao para professores.So Paulo Av. Vital Brasil, 1.500, Butant So Paulo, SP, CEP 05503-900Tel./Fax (11) 3726-7222 r. 2155www.butantan.gov.br museumicrobiol@butantan.gov.brVisitaotera a domingo 9:00h s 16:30hEntrada paga142 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 128. Museu de Minerais e Rochas Heinz Ebert Uma porta permanentemen- Atualmente, o acervo est di-te aberta comunidade, o Museuvidido em cinco mdulos: Sala dede Minerais e Rochas Heinz Ebert,Exposio e Saguo de Exposio,da Universidade Estadual Paulistacom amostras de minerais e rochas;(Unesp), cumpre importante papel Litoteca, onde esto armazenadasde elo entre a cincia e a sociedade,amostras e replicatas das rochas,apresentando o esprito cientfico,minrios e minerais dos projetoscompartilhando as descobertas da de pesquisa em andamento ou jcincia e estimulando no visitante encerrados; Laboratrios Didticos,o desejo de entender, apreciar, par- com salas e amostras que atendemticipar e conservar a natureza.aos alunos das disciplinas Mine- Embora o museu propriamente ralogia, Petrologia e Geologia Eco-dito s tenha sido criado no incionmica; Mapoteca, onde estodos anos 1970, com o curso dearquivados os relatrios de ma-geologia da ento Faculdade de Fi- peamento geolgico de reaslosofia, Cincias e Letras de Rio Cla- investigadas em partes do estadoro, seu acervo comeou a ser for-de So Paulo e adjacncias.mado em 1950, quando o qumicoe gelogo alemo Heinz Ebert che-gou ao Brasil e iniciou uma coleoFonte:pessoal de minerais e rochas.www.rc.unesp.br Docente do curso de geologiada faculdade, Heinz Ebert transferiupara o museu toda a sua coleo,que, desde ento, encontra-se emSo Paulocontnua ampliao e recebe inin-terruptas doaes. Departamento de Petrologia e MetalogeniaAv. 24-A, 1.515, Bela Vista Rio Claro, SP, CEP 13506-900Tel. (19) 3526-2809Fax (19) 3524-9644www.rc.unesp.br/museudpmmuseumr@rc.unesp.brVisitao(com agendamento)teras tarde quarta a sexta manh e tarde Entrada francaSudeste143 129. Museu de Paleontologia de MarliaSituado no centro-oeste do es-Instalado no prdio anexo Se-tado de So Paulo, o Museu de Pa- cretaria Municipal de Cultura e Tu-leontologia surgiu a partir de vrios rismo da cidade, ocupa uma rea de,achados paleontolgicos feitos na aproximadamente, 50 metros qua-regio de Marlia, incluindo ossosdrados e abriga dezenas de fsseis,de dinossauros, crocodilomorfos e 40 deles em exposio.ovos. Hoje, Marlia conhecida pelaO historiador William Nava, que comunidade cientfica por seu po-se deparou em 1996 com parte do tencial paleontolgico e tem seu no-esqueleto de um crocodilomorfome gravado no mapa da paleon-primitivo, foi o grande incentivadortologia brasileira.e idealizador do museu, criado em2004 pela Prefeitura de Marlia.Fonte:http://cienciahoje.uol.com.br/90598So PauloAv. Sampaio Vidal, 245, Centro(anexo Biblioteca Municipal)Marlia, SP, CEP 17500-021 Tel. (14) 3402-6600 r. 6614Visitaosegunda a sexta 8:30h s 19:00h Entrada franca144 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 130. Museu de Paleontologiade Monte Alto A cidade de Monte Alto est lhidos nos afloramentos da regioassentada sobre rochas que se for- e que esto distribudos em 85maram a partir do final do perodo vitrines. Conta, tambm, com fs-Cretceo (entre 65 e 85 milhes de seis da Chapada do Araripe, noanos atrs), era geolgica que re- Cear, e de outras localidades dopresenta o fim dos grandes rpteis.Brasi. O grande nmero de fsseis O museu mantm convnioencontrados casualmente e a par- com a Universidade Federal do Riotir de escavaes na regio levou de Janeiro e com a Universidadecriao, em 1922, do Museu de Pa-Estadual Paulista de Rio Claro, vi-leontologia de Monte Alto. Hoje, sando ao intercmbio cientfico.o museu realiza pesquisa cientficaTem, ainda, o apoio da Prefeiturae divulga a paleontologia e a geo- Municipal de Monte Alto e da co-logia entre os estudantes, promo-munidade montealtense.vendo palestras e debates sobre oassunto. O acervo do museu compos- Fontes:to basicamente de ossos de dinos-http://acd.ufrj.brsauros saurpodes, moluscos bival- www.montealto.sp.gov.brves, tartarugas e crocodilos reco- So PauloPraa do Centenrio, s/n, Centro de Artes Monte Alto, SP, CEP 15910-000 Tel. (16) 3242-7845 / 3242-1123 r. 25 Visitaotera a domingo 13:00h s 17:00h Entrada paga Sudeste145 131. Museu de Zoologiada universidade de so paulo A coleo do Museu de Zoo- meio lquido ou a seco, o museulogia tem longa histria. Ela come- realiza pesquisas cientficas e res-ou a ser formada em 1870, pelo ponsvel pela Estao Biolgica derico comerciante Joaquim Sertrio,Boracia, uma reserva de Mataque, em 1890, vendeu-a ao Conse-Atlntica no estado de So Paulo.lheiro Francisco de Paula Mayrink. O museu mantm, ainda, umaEste, por sua vez, doou a coleo aobiblioteca especializada, publica-Governo do Estado de So Paulo. es, exposies pblicas e aten- Esse acervo fez parte do Museu dimento educativo, atuando naPaulista at 1941, quando foi trans-ps-graduao da universidade,ferido para o edifcio histrico queoferecendo disciplinas para gradua-ocupa hoje. Em 1969, o museu pas- o, cursos de extenso e estgiossou a fazer parte da Universidade dede aperfeioamento e de iniciaoSo Paulo e recebeu o nome atual. cientfica. Alm de manter, conservar eexibir parte de suas colees zoo-lgicas, com cerca de oito milhesFonte:de exemplares conservados emwww.mz.usp.brSo Paulo Avenida Nazar, 481, Ipiranga So Paulo, SP, CEP 04263-000 Tel./Fax (11) 2065-8100 / 2065-8140www.mz.usp.br smn@usp.br Visitaotera a domingo 10:00h s 17:00h Entrada paga146 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 132. Museu Dinmico de Cincias de CampinasO foco principal das atividades O museu foi criado em 1982,do Museu Dinmico de Cincias de por meio de um convnio firmadoCampinas a divulgao da astro-entre a Prefeitura Municipal denomia. Para abordar o tema de for- Campinas, a Universidade Estadualma ldica e prazerosa, o museu de Campinas, a Fundao de De-conta com um planetrio com sala senvolvimento da universidade ede projeo, auditrio e saguo de a Academia de Cincias do Estadoexposies.de So Paulo.Na sala de projeo, ocorremO museu conta, tambm, comquase que diariamente as sesses o Espao Cincia Escola, com ativi-de cpula, nas quais os visitantes dades desenvolvidas em labora-so convidados a viajar pelo trios de fsica, qumica, biologia eUniverso sem sair de suas poltro-informtica.nas. J no auditrio, so realizadaspalestras e demonstraes.So PauloAv. Heitor Penteado, s/n, porto 7 Parque TaquaralCampinas, SP, CEP 13075-460 Tel./Fax (19) 3252-2598 planetrio_campinas@yahoo.com.br Visitaosegunda a sexta 8:00h s 17:30h (com agendamento) sesses pblicas de cpula domingos 16:00h e 17:00h Entrada paga (exceto escolas da rede municipal deCampinas e entidades filantrpicas) Associado ABCMCSudeste147 133. Museu e Centro de Cincias,Educao e Artes Luiz de Queiroz A casa representa a histria ambientais e sociais aplicadas da pesquisa em cincias agrrias. atravs de exposies temticas Criado em 1984, o museu busca e desenvolve programas, projetosresgatar o passado que alicera o e eventos culturais, integrando aconhecimento cientfico agrcola, universidade e a comunidade.expondo documentos, icnografias, O espao reservado a mostrasmveis e materiais de pesquisa. temporrias aberto aos artistas Com as perspectivas da novaplsticos de Piracicaba que tiveremconcepo de museus e centros deinteresse em mostrar seu trabalhocincia, idealizou-se um espao ondee tambm a exposies do prprioa formao escolar do estudante acervo da instituio. A histria dopudesse ser ampliada, com possi-fundador da Escola Superior debilidades de complementao e Agricultura e patrono do museu,enriquecimento cultural. Para isso, Luiz de Queiroz, resgatada emoferece a vivncia e a interativida-exposio permanente e aberta de no campo das cincias agrrias,visitao pblica.So Paulo Av. Pdua Dias, 11, Agronomia Piracicaba, SP, CEP 13418-900 Tel. (19) 3429-4305 Fax (19) 3422-5924 www.esalq.usp.br/svcex/ museumuseulq@esalq.usp.brVisitaosegunda a sexta 8:00h s 17:00h(com agendamento) Entrada franca148 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 134. Museu Exploratrio de Cincias Um espao de educao, in- Um segundo projeto itinerante,cluso social e divulgao cientfica, a Oficina Desafio, deu continuidadeo museu nasceu, em 2005, com misso do museu, buscando esti-o objetivo de enriquecer a cultura mular o uso da criatividade e de con-cientfica, desmistificando antigosceitos aprendidos na escola na so-paradigmas e estimulando a curio-luo de problemas concretos. Asidade e a construo do pensa-atividade, realizada em um cami-mento crtico naqueles que frequen-nho que se transforma em oficina,tam o espao.consiste em procurar soluo para Invertendo a ordem dos acon-um determinado desafio que devetecimentos, o museu iniciou suas a-envolver a construo e operaotividades antes de se instalar fisi- de um artefato.camente. O seu primeiro projeto, aA NanoAventura e a OficinaNanoAventura, j apresentou a na-Desafio funcionam na sede oficial donocincia e a nanotecnologia paramuseu, no campus da Universidadevrias crianas e jovens brasileiros.Estadual de Campinas (Unicamp), eEm uma sala de realidade virtual,requerem agendamento prvio. Aum grupo de, no mximo, 48 pes-Oficina Desafio tambm pode sersoas convidado a explorar o mun- realizada em escolas, dependendodo nanoscpico por meio de jogos,da infraestrutura local.imagens, msicas e simulaes, demaneira ldica e interativa.So PauloCidade Universitria Zeferino Vaz, Baro GeraldoCampinas, SP, CEP 13083-970 Tel. (19) 3521-5179 Fax (19) 3521-4789www.mc.unicamp.brmc@reitoria.unicamp.br Visitao segunda a sexta 8:30h s 17:30h Entrada paga Associado ABCMCSudeste149 135. Museu GeolgicoValdemar Lefvre Conhecer os temas ligados s Equipamentos geolgicos dogeocincias, apreciar a beleza dosculo passado, fotografias anti-mundo mineral e, ainda, adquirir gas, mapas, colees de minerais,noes de evoluo sobre as for- de rochas e de fsseis so algunsmas de vida que existiram nosdos principais componentes do seudiversos perodos geolgicos doacervo.planeta so timos motivos para Alm das exposies perma-visitar o Museu Geolgico Valdemar nentes, que exibem parte do acervoLefvre. da instituio, o museu oferece, ao Mais conhecido como Mugeo,pblico, escolas e instituies edu-o museu foi criado em 1967. No cativas, oficinas monitoradas deentanto, parte importante de seu sensibilizao, desenvolvidas comacervo comeou a ser formado bem base em uma coleo didtica deantes disso, tendo origem na Co- rochas, minerais e fsseis, e na ex-misso Geogrfica e Geolgicaposio de temas ligados s geo-(1886-1931), que realizou pesqui-cincias e questo ambiental.sas e levantamentos detalhadossobre o solo, clima, geomorfologia,Fonte:geologia e hidrografia de Sowww.mugeo.sp.gov.brPaulo.So PauloAv. Francisco Matarazzo, 455Parque da gua Branca, Perdizes So Paulo, SP, CEP 05001-300 Tel. (11) 3872-6358 Fax (11) 3673-6797www.mugeo.sp.gov.br ferpires@igeologico.sp.gov.brVisitao tera a domingo 9:00h s 17:00h Entrada franca (exceto visitas guiadas)150CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 136. Museu Oceanogrfico Embarcaes, aqurios e ins-dos oceanos. O Saguo Principaltrumentos de coleta e observao conta com equipamentos oceano-do fundo do mar convidam o visi- grficos, painis e maquetes retra-tante a um mergulho no conheci-tando os subecossistemas do li-mento marinho. toral de So Paulo. O Corredor de Aberto ao pblico em 1988, oProjetos de Pesquisas expe osmuseu foi criado para dar suporteprincipais programas desenvolvi-s atividades de ensino fundamen-dos pelo instituto. J a Sala detal e mdio do estado de So Paulo,Aqurios simula uma gruta comdar apoio s atividades de ensino, aqurios marinhos que apresen-pesquisa e extenso de servios tam os principais ambientes oce-comunidade e difundir as pesquisas nicos e os seus organismos maisdesenvolvidas pelo Instituto Ocea- caractersticos.nogrfico da Universidade de SoEntre as suas atividades prin-Paulo. cipais, esto: visitas monitoradas O acervo dividido em mdu-ao acervo da exposio permanen-los e conta com recursos visuais e te, realizao de exposies itine-instrumentais para mostrar a estru-rantes, emprstimo de materialtura, a dinmica e a biodiversidadedidtico e excurses ecolgicas.So Paulo Praa do Oceanogrfico, 191 Cidade Universitria Butant, SP, CEP 05508-120 Tel. (11) 3091-6587 Fax (11) 3032-3092www.io.usp.br/museu/museu.htmsergiotc@usp.br Visitaotera a sexta 9:00h s 17:00h sbados, domingos e feriados 10:00h s 16:00h Entrada franca Sudeste 151 137. Museu Paulista Meses aps a proclamao daque buscam compreender aspectosIndependncia, em 7 de setembro importantes da sociedade brasi-de 1822, surgiu a ideia de se cons- leira, segundo trs linhas bsicas detruir um monumento em home- pesquisa: Cotidiano e Sociedade,nagem ao marco histrico, no pr- Universo do Trabalho e Histria doprio local onde a Independncia foraImaginrio.proclamada, s margens do rio do Alm da pesquisa, a instituioIpiranga. Por falta de verbas e dese dedica divulgao do seu acer-consenso quanto ao tipo de monu-vo e do conhecimento que ele per-mento a ser erguido, a proposta smite gerar, realizando exposies,se concretizou 68 anos depois, comcursos e publicaes.a inaugurao do edifcio-monu- O Museu Paulista promove se-mento que desde ento abriga ominrios e outros eventos, bem co-Museu Paulista da Universidade demo presta servios comunidade,So Paulo (USP), conhecido tambmatendendo a instituies, pesquisa-como Museu Ipiranga.dores, professores, estudantes e O museu conta com um acervopblico em geral.de cerca de 125.000 itens, entreobjetos, iconografia e documentos,Fonte:abrangendo desde o sculo XVI atwww.mz.usp.brmeados do sculo XX. Esse ricoacervo a base de diversos estudosSo Paulo Parque da Independncia, s/n, Ipiranga So Paulo, SP, CEP 04218-970Tel. (11) 2065-8000Fax (11) 2065-8051 / 2065-8054www.mp.usp.br/index.htmmp@edu.usp.br Visitaotera a domingo e feriados 9:00h s 17:00h Entrada paga152 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 138. Observatrio AstronmicoMunicipal de Diadema Um espao de congregaote mvel, equipamentos de pro-para todas as pessoas interessadas jeo, maquetes, psteres e bi-em astronomia. Administrado pela blioteca especializada. Visando Sociedade de Astronomia e Astro- melhoria do ensino de astronomiafsica de Diadema, o observatrioem todos os nveis, produz apostilasdesenvolve uma srie de ativida- de astronomia bsica para alunosdes que visam estimular e cultivar o e professores e desenvolve proje-interesse e o estudo da rea.tos didticos. Desde a sua inaugurao, emA Sociedade de Astronomia e1992, vem promovendo uma s- Astrofsica de Diadema, por meiorie de eventos, como sesses dedo observatrio, procura instalarobservao para pblicos diferen-laboratrios e grupos de pesquisaciados, palestras, oficinas, mesas-onde os scios possam encontrarredondas, sesses de vdeo deas facilidades tcnicas e materiaisdivulgao cientfica, exposies, para a construo de instrumentosconferncias e cursos. Alm disso, de observao e medidas. Visa con-organiza eventos especficos por tribuir, assim, para melhor desem-ocasio de fenmenos especiais,penho do setor no sistema cientficotais como: eclipses solares e lu-brasileiro.nares, chuvas de meteoros e o cho-que do Cometa Shoemaker-Levycom Jpiter, em 1994. Para realizao das atividades,o observatrio dispe de monitorestreinados, telescpio de mdio por- So Paulo Av. Antonio Silvio Cunha Bueno, 1.322Jardim Inamar Diadema, SP, CEP 09970-160Tel./Fax (11) 4043-6457www.observatorio.diadema.com.brobservatoriosaad@diadema.com.br Visitaosegundas, teras e quintas 14:00h s 17:30h e 19:30h s 21:30h (com agendamento)Entrada franca Associado ABCMCSudeste 153 139. Parque de Cincia e Tecnologia da USP Para quem acha que no restaAs atividades de educao norea verde na metrpole paulista, formal e divulgao cientfica doesse j um bom motivo paracentro, criado por iniciativa da Uni-conhecer o Parque de Cincia eversidade de So Paulo, em 2001,Tecnologia da Universidade de visam contribuir para a promooSo Paulo (Parque CienTec/USP). do desenvolvimento socioecon-Situado no Parque Estadual das Fon- mico do pas, instruindo e desper-tes do Ipiranga, o centro tem cerca tando vocaes para a cincia e ade 120 hectares de mata nativa, tecnologia.alm de construes de reconhe-Alm de promover a cincia,cido valor histrico que datam dasa cultura e o lazer, o parque dcadas de 1930 e 1940. responsvel por manter e preser- Mas esse no o nico motivovar a reserva de biodiversidade, asque leva pessoas de todas as ida- edificaes, o registro histrico dodes, classes sociais e formaes ao Instituto de Astronomia, Geofsicaparque cientfico. As atraes soe Cincias Atmosfricas da USP,diversas: Alameda do Sistema So-que, em 2002, foi transferido pa-lar, com esculturas representan-ra o campus principal da cidadedo os planetas, o Sol e a Lua; tri- universitria.lhas ecolgicas planejadas e mo-nitoradas; bacia hidrogrfica e esta-o hidrolgica, em escala natural;reas de exposies permanentes;estao meteorolgica (com regis-tros desde a dcada de 1930); entreSo Paulooutras. Av. Miguel Stefano, 4.200, gua Funda So Paulo, SP, CEP 04301-904Tel. (11) 5077-6312Fax (11) 5073-0270 www.parquecientec.usp.brparquecientec@usp.br Visitaotera a sbado 9:00h s 17:00h domingos especiais com programao nica Entrada paga (escolas particulares e pblico externo) Associado ABCMC154 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 140. Parque Ecolgico de So CarlosDr. Antonio Teixeira Vianna Promover a conservao da Alm de visitas monitoradasfauna brasileira por meio da edu- promovidas por professores decao ambiental e do lazer contem-educao ambiental, o parque ofe-plativo a proposta do Parque Eco- rece uma srie de cursos comu-lgico de So Carlos. nidade, tais como: fotografia da na- Criado em 1976, o parque a-tureza, biologia de rpteis, biologiabriga 106 espcies de animais, em de aves e animais peonhentos.300.000 metros quadrados de - Algumas atividades so espe-rea de Cerrado modificada e decialmente destinadas ao pblicoMata Ciliar em vrios estgios de infanto-juvenil, como os acampa-conservao.mentos de vero e de inverno, tea-tro infantil, pintura, entre outras. So PauloEstrada Municipal Guilherme Scatena, Km 2 EspraiadoSo Carlos, SP, CEP 13560-970 Tel. (16) 3361-4456 Fax: (16) 3361-2429 www.pesc.org.br pesc@pesc.org.brVisitaotera a sbado 8:00h s 16:30hdomingos 8:00h s 17:30hEntrada franca Associado SZB Sudeste155 141. Parque Ecolgico Municipal de Americana Cid Almeida Franco Lar de diversos grupos de ani-espcies de aves livres e comuns namais, o Parque Ecolgico Municipal cidade, que encontram ali as con-de Americana se instalou em 1984,dies ambientais adequadas paraem uma rea recuperada, repletaa sua sobrevivncia. Pequenos ani-de lagos e nascentes.mais, como tatus, papagaios e So cerca de 120.000 metros saguis, tambm podem ser obser-quadrados, que abrigam 500 ani-vados em espaos prprios ou emmais de 100 espcies diferentes. liberdade.Em grande parte, so animais da Entre os principais objetivosfauna brasileira; algumas delas, do espao esto a reproduo deespcies em perigo de extino.espcies ameaadas e a educao Alm dos animais mantidos emambiental.cativeiro, que recebem cuidadosespeciais, o parque recebe inmerasSo Paulo Av. Brasil, 2.525, Centro Americana, SP, CEP 13468-000Tel. (19) 3406-2075 / 3461-7503 www.americana.sp.gov.br pema@americana.sp.gov.br Visitao tera a domingo 8:00h s 17:00h Entrada francaAssociado SZB156CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 142. Parque Municipal Antonio de Pdua NunesEm uma pequena ilha fluvial a conservao das espcies dano rio Pardo, conhecida como Ilha regio. A instituio participa doSo Pedro, instalou-se, em 1986, oplano de manejo dos pequenosminizoolgico do Parque Munici- felinos brasileiros, reproduzindopal Antonio de Pdua Nunes. em cativeiro animais como aO zoolgico abriga 22 espciesjaguatirica e o gato-do-mato, parade animais. Entre elas, h algumasa sua reintroduo na naturezaque sofrem ameaa de extino,com segurana.como o macaco-aranha.As visitas monitoradas ao par-Um dos principais espaos que so conduzidas por alunos dede lazer para a populao de Sobiologia e devem ser previamenteJos do Rio Pardo, o zoolgico, agendadas.alm de entretenimento, promove So Paulo Rua Andr Luis, s/n, Joo de SouzaSo Jos do Rio Pardo, SP, CEP 13720-000 Tel. (19) 3681-6660 Fax (19) 3682-7800smfabio@uol.com.br Visitao tera a domingo 9:00h s 17:00h Entrada francaAssociado SZBSudeste 157 143. Parque Zoobotnico Orquidrio Municipal de Santos A vegetao exuberante, comOferece, ainda, visitas guiadas,espcies brasileiras e exticas, a atividades nas reas de botnica,coleo de orqudeas com cerca deeducao ambiental e zoologia e5.000 exemplares e diversas es-oficinas especiais para portadores depcies de animais espalhadas pelodeficincia visual e paralisia cerebral.espao j bastariam para atrair mo- O parque foi criado, em 1945,radores e turistas ao Parque Zoo-com o objetivo de contribuir para abotnico de Santos, em So Paulo.conservao da biodiversidade por Os atrativos, no entanto, no meio de aes que envolvam pre-param por a. Com cerca de 20.000ferencialmente espcies da fauna emetros quadrados de rea verde flora locais e de um forte trabalhoem meio ao centro urbano, o par- de educao.que possui um museu com peastaxidermizadas, um formigueiro ematividade e uma biblioteca espe-cializada na temtica ambiental.So PauloPraa Washington, s/n, Jos MeninoSantos, SP, CEP 11065-600Tel. (13) 3237-6970Fax: (13) 3225-1353orquidrio-setur@santos.sp.gov.br Visitao tera a domingo 8:00h s 18:00hfrias escolares diariamente 8:00 s 18:00 Entrada pagaAssociado SZB e RBJB158CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 144. Parque Zoolgico Municipal Quinzinho de Barros O Parque Zoolgico Municipal fauna nacional so o ponto forte doQuinzinho de Barros foi escolhi-zoolgico, com especial destaquedo, por votao popular, o smbolopara os ameaados de extino.de Sorocaba. Inaugurado em 1968, O zoolgico desenvolve di-destaca-se por oferecer recreao versos programas, alcanandosaudvel e contato com a natureza,todas as faixas etrias. H visitasprogramas de educao ambien- orientadas, que podem incluir,tal e colaborao com pesquisas,alm de um passeio pelo zoolgi-gerando conhecimento sobre com- co, caminhada pela mata, visitaportamento, reproduo e fisiolo- cozinha e ao museu. J nogia dos animais. Tem importante Tranzoo, so realizadas gincanas,atuao conservacionista em nvel exposies, teatro, cursos e ou-nacional e mundial, por meio de tras atividades durante as friasplanos de manejo, tanto em cati-escolares.veiro como na natureza. Em outros programas, como O parque possui uma rea Zoo vai Escola e Zooterapia, a e-de, aproximadamente, 130.000quipe e os voluntrios do zoolgi-metros quadrados, dos quais cerca co levam um pouco do que h nade 17.500 so ocupados por um instituio para alm de seus mu-lago e 38.700, por mata secun-ros. No primeiro, so realizadasdria, onde habitam diversos ani- atividades em escolas e, no segun-mais, como saguis, bugios, bichos-do, em instituies de sade.preguia, gambs, garas, cutias,e pequenas cobras. Os animais da So Paulo Rua Theodoro Kaisel, 883, Vila HortnciaSorocaba, SP, CEP 18020-268Tel./Fax (15) 3227-5454www.zoologicosorocaba.com.brpzmqb0@yahoo.com.br Visitao tera a domingo 8:00h s 17:00h Entrada pagaAssociado SZBSudeste 159 145. Parque Zoolgico Municipal de BauruFundado em 1980, o zoolgico O objetivo principal da insti-de Bauru est localizado em meiotuio garantir s geraes futurasa uma rea preservada de cerrado, um banco gentico das espciesque serve de abrigo para um grandeda fauna brasileira selvagem pre-nmero de animais tpicos da faunaservadas fora de seus habitatsbrasileira. naturais (ex-situ). Por meio de seuPossui orquidrio, pinguinriotrabalho de educao ambiental,e uma rea reservada para rpteis.busca ainda despertar o mais cedoEsses e outros ambientes podempossvel, em crianas e jovens, aser visitados livremente ou com a conscincia ecolgica.orientao de guias do zoolgico.Alm de conhecer as espciesmantidas em cativeiro, o visitantepoder se deparar, a qualquer mo-mento, com cutias, quatis, tucanos esaguis, que, embora no pertenamao zoolgico, j fazem parte de suapaisagem.So Paulo Rod. Comandante Joo Ribeiro de Barros, Km 232,5Vargem Limpa Bauru, SP, CEP 17100-000 Tel./Fax (14) 32035229zoobauru@ibest.com.brVisitaotera a domingo 8:00h s 16:30hEntrada paga Associado SZB160 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 146. Planetrio Aristteles Orsini Inaugurado em 1957, o Plane-O planetrio est associado trio Aristteles Orsini o mais Escola Municipal de Astrofsica Pro-antigo dos planetrios brasileiros. fessor Aristteles Orsini, tambmEst localizado no Parque Ibira-no Ibirapuera, que conta com au-puera, em um prdio de importn-ditrio de 100 lugares e trs salascia histrica, cientfica e cultural. de aula. Juntos, realizam cursos, Possui uma cpula de 18 me-oficinas e palestras, alm de ativi-tros de dimetro, na qual so reali-dades mensais de observao ezadas quase diariamente sesses reconhecimento do cu e saraus,de projeo do cu, para estudan- com msica, poesia e, claro, muitates e o pblico em geral. As sessesastronomia!comportam at 290 pessoas. O espao dedica-se no ape-nas popularizao de contedocientfico, mas tambm busca esti-mular a reflexo e discusso sobreo papel da cincia e da tecnologiana sociedade e no mundo de hoje. So PauloAv. Pedro lvares Cabral, s/n, p. 10, Parque IbirapueraSo Paulo, SP, CEP 04094-000Tel. (11) 5575-5425 / 5575-5206Fax (11) 5575-5425 www.prefeitura.sp.gov.br/planetarios svmaplanetariodoibirapuera@prefeitura.sp.gov.brVisitao escolas tera a quinta 9:30h, 11:30h, 13:30h e 15:30hpblico em geral sbados, domingos e feriados 15:00h, 17:00h e 19:00hEntrada paga Sudeste161 147. Sabina Escola Parquedo ConhecimentoNa Sabina Escola Parque docias da Vida (com aqurio, pingui-Conhecimento, aberta ao pblico nrio, tanque de toque e serpen-em 2007, os visitantes participam trio), Microbiologia, Espao dedo processo de construo do co-Artes e Cincias Fsicas e Tecno-nhecimento dentro de uma pro- lgicas. Um planetrio digital, composta ldica e prazerosa de apren-capacidade para 250 pessoas, inte-dizagem.grar em breve o complexo.O espao interno, com 11.000 O visitante da Sabina podemetros quadrados, conta com equi- escolher entre dois tipos de visita:pamentos interativos, exposiesa exploratria ou a focada. A pri-temporrias e de longa durao, meira uma visita mais global aolaboratrios, biblioteca multimdia,espao e inclui os cincos setores. Jauditrio e salas de aula. Tudo as visitas focadas so agendadas,em um grande pavilho de dois de acordo com temas ou projetos jandares.desenvolvidos em sala de aula, porA rea de exposio encontra- professores que buscam a Sabinase dividida em cinco reas: Cinciaspara aprofundar os conhecimentosda Terra e Sustentabilidade, Cin-dos alunos.So PauloRua Juqui, s/n (altura do n. 135), ParasoSanto Andr, SP, CEP 09181-730 Tel. (11) 4422-2000 Fax (11) 4425-6671www.santoandre.sp.gov.br sabina@santoandre.sp.gov.br Visitao tera a sexta 8:30h s 17:30h sbados, domingos e feriados 9:00h s 17:30h (bilheteria fecha s 16:00h) Entrada paga Associada ABCMC162 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 148. Tecnorama Cincia e muita diverso. o dade, exploram conceitos de ele-que voc encontra nesse parque tricidade, tica, hidrulica, mec-cientfico em guas de Lindia.nica, eletromagnetismo, espelhos,Possui casa dos espelhos, lmpadasom e matemtica.mgica, ciclone, anel saltador, jo- O Tecnorama no restrito agos de quebra-cabea e outras brin-pessoas que estudam ou gostamcadeiras, para discutir conceitos de de cincias, mas estende-se a todosfsica e matemtica. que queiram observar e interagir Na Casa Maluca, por exemplo,com situaes diferentes. Almo desafio permanecer em p sem de um centro educativo, um localficar tonto. No Tnel, o visitante vai de lazer que recebe muitos turis-sentir a sensao de estar no meio tas, alunos e professores. O centrode um terremoto. O que ele vai presta consultoria para o desen-aprender que se trata de puravolvimento de experimentos eiluso de tica. comercializa acessrios, itens, pe- So cerca de 250 experimen- as e know-how de seus prpriostos interativos em exposio per-projetos.manente, que, alm da curiosi-So PauloAv. Paulista, 1.801, Moreiras guas de Lindia, SP, CEP 13940-000 Tel./Fax (19) 3824-2986www.tecnorama.com.brreservas@tecnorama.com.brVisitaosegunda a sexta 8:00h s 12:00he 13:00h s 17:00h sbados e frias escolares 13:00h s 18:00h Entrada paga Associado ABCMCSudeste163 149. Zoolgico do Municpiode So Bernardo do Campo Inaugurado em 1985, o zoo deAlm do trabalho com os ani-So Bernardo do Campo destina-mais, o parque desenvolve umase, alm da visitao, pesquisa e srie de atividades de educaoreproduo de animais selvagens.ambiental, com o objetivo de esti- O espao conta com cerca demular a valorizao e a conservao60 espcies de animais, entre da Mata Atlntica que ainda existerpteis, aves e mamferos perten- na regio.centes fauna brasileira. Algumas O zoolgico abriga, ainda, umdas espcies raras que vivem no museu para visitas monitoradas.zoolgico encontram-se em perigode extino e, por isso, so repro-duzidas em cativeiro. Entre elas,destacam-se a jaguatirica, o lobo-guar, o cachorro-vinagre, a arara-azul e o papagaio-chau.So PauloRua Portugal, s/n, Rio Grande So Bernardo do Campo, SP, CEP 09832-400 Tel./Fax (11) 4354-9087 zoo.saobernardo@gmail.comVisitao tera a domingo 10:00h s 17:00hEntrada paga164 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 150. Zoolgico Municipal Dr. Flvio Leite Ribeiro Vinculado Prefeitura Municipalgrandes mamferos. Os setoresde Araatuba, o Zoolgico Munici-2 e 3 abrigam animais do Cerrado,pal Dr. Flvio Leite Ribeiro foi inau- tais como: emas, antas, cachorros-gurado em 1963 e tem comodo-mato, capivaras, queixadas e atobjetivo principal promover a edu- um hipoptamo. No setor 4, encon-cao ambiental para toda a comu-tram-se os jacars e os primatas.nidade e, especialmente, para oO setor 5 o das aves, que incluempblico escolar. aves de rapina, seriemas e paves. Em uma rea de 117.000 me- Em uma rea reservada de r-tros quadrados, abriga cerca devores nativas da regio, o visitante40 espcies de animais, entre as poder conviver com animais man-quais algumas que correm risco detidos em liberdade, como saguis,extino, como a ona-parda e obugios, ourios, teis, cutias, bichos-gato-do-mato.preguia e diversos tipos de aves. O zoolgico dividido em cinco Na rea, tambm h uma lagoa on-setores. O setor 1 corresponde aos de vivem peixes, cgados e jacars.So PauloRua do Fico, s/n, Dona AmliaAraatuba, SP, CEP 16015-100 Tel. (18) 3621-4488 Fax (18) 3625-5581 zooata@yahoo.com.brVisitaodiariamente 7:00h s 17:00hEntrada francaSudeste165 151. Zoolgico Municipal Luiz Gonzaga Amodo Campos Aberto ao pblico em 1988, o Vinculado ao Departamento deZoolgico Municipal Luiz Gonzaga Meio Ambiente da Prefeitura Muni-de Amodo Campos um doscipal de Mogi Mirim, a instituioprincipais pontos tursticos de Mogi implantou, em 1997, um programaMirim, em So Paulo. de educao ambiental que inclui O zoolgico conta com cerca cursos, eventos, exposies e ou-de 40 espcies de animais, distri- tras atividades que atendem a p-budos em 30 recintos, em umablicos diversificados.rea de bosque e lago de 80.000 O zoolgico mantm parceriasmetros quadrados. Possui, ainda, com instituies de ensino para es-uma sala de aula com animais taxi- tgios e pesquisa e visa conser-dermizados, aberta de segunda avao de espcies, bem como aosexta-feira. Os interessados em vi-lazer da populao, claro!sitar o espao sob a orientao deum monitor devem agendar pre-viamente.So Paulo Rua Vereador Simo Ferreira Alves, 11 Jardim Primavera Mogi Mirim, SP, CEP 13800-000Tel. (19) 3805-4730 www.mogimirim.sp.gov.br zoologico@mogimirim.sp.gov.brVisitaodiariamente 7:00h s 17:00hEntrada franca Associado SZB166 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 152. Zoolgico Municipal de Gara Conhecer os animais para me- das, os grupos obtm informaeslhor respeit-los o lema do Zoo-sobre alimentao, hbitos e distri-lgico Municipal de Gara, locali-buio geogrfica dos animais, almzado dentro do Bosque Municipal de descobrirem diversas curiosida-da cidade.des sobre eles. Inaugurado em fins da dcadaO zoolgico possui estaciona-de 1980, o zoolgico abriga 18mento, banheiro pblico, parqueespcies de animais, totalizandoinfantil e rea para piquenique.97 indivduos, em 18 viveiros. Esses espaos podem ser visi-tados livremente ou com a orienta-o de monitores. Nas visitas guia-So Paulo Rua Vital Soares, s/n, Willians Gara, SP, CEP 17400-000 Tel. (14) 3406-1401 / 3471-3499Fax (14) 3406-1401sama@prefgarca.sp.gov.br Visitaotera a domingo e feriados8:00h s 16:30h Entrada franca Associado SZB Sudeste 167 153. Zoolgico Municipal de LimeiraCerca de 20.000 metros qua-A rea faz parte da antiga ch-drados de rea arborizada ambien- cara pertencente Dona Maria The-tam espcies nativas e exticas noreza de Barros Camargo, prefeita deZoolgico Municipal de Limeira. Limeira em 1937, sendo a primeiraSo em torno de 250 animais deprefeita do Brasil. Aps a doao da55 espcies distintas, entre as quais rea Prefeitura Municipal, o localalgumas ameaadas de extino.foi transformado em zoolgico,O espao possui uma nascenteinaugurado em 1968.que abastece os dois lagos do par- Entre os principais objetivos doque, os quais abrigam tanto ani-zoolgico, esto: conservar a faunamais do zoolgico quanto aves que e a flora, promover a educao am-procuram o parque na poca de biental, reproduzir espcies, realizarreproduo. pesquisa e, claro, proporcionarmomentos de lazer para quem mo-ra ou visita a cidade.So Paulo Rua Boa Morte, 117, Centro Limeira, SP, CEP 13480-180 Tel./Fax (19) 3442-7418 zoo_limeira@ig.com.br Visitao tera a domingo 9:00h s 17:00h Entrada francaAssociado SZB168 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 154. Zooparque ItatibaO Zooparque Itatiba, aberto ao Alm dos animais, o parquepblico desde 1994, garantia deconta com restaurante, lanchonete,aprendizagem, conscientizao eparque infantil e loja de artesanato.entretenimento para toda a famlia.O zoolgico oferece, ainda,Em uma rea de 500.000 me- programas e cursos de educaotros quadrados, convivem mais de ambiental destinados a crianas,1.400 animais em semiliberdade,estudantes e professores, que vi-em recintos que reproduzem seussam conscientizar a todos da ne-habitats naturais. Esto represen- cessidade de preservao da flora,tados no espao ecossistemas co- fauna e de todo o meio ambiente.mo o Cerrado, a Savana Africana eo Bosque de Pinheiros australianos.So Paulo Stio Paraso das Aves Rod. D. Pedro I, Km 95,5, Paraso das AvesItatiba, SP, CEP 13252-800Tel. (11) 4495-8299 / 4495-8311 3323-6214 / 3323-6215 / 3323-6216 www.zooparque.com.brzooparque@zooparque.com.brVisitaodiariamente 9:00h s 17:00hEntrada paga Associado SZB Sudeste 169 155. Paran 156. Jardim Botnico Municipal FranciscaMaria Garfunkel Rischbieter Dono de um dos ltimos rema-recuperao de ecossistemas de- nescentes da floresta com araucria,gradados e oferece comunidade o Jardim Botnico de Curitiba, inau-uma opo a mais de lazer. Conta, gurado em 1991, possui uma estu-ainda, com espaos anexos, como fa com espcies caractersticas dao Museu Botnico Municipal e o Floresta Atlntica, canteiros emEspao Cultural Frans Krajcberg. estilo francs composto por flores Desde 2007, no mbito do pro- da poca e dois lagos um delesgrama Biocidade, o Jardim Botnico destinado ao cultivo de plantas dedica-se propagao de plantas aquticas.ornamentais nativas, principalmen- Conta, tambm, com o Jardim te espcies paranaenses. Para das Sensaes, que estimula, portanto, foi implantado um novo meio do contato com as plantas, o jardim demonstrativo e uma estufa tato, o olfato e a audio dos visi-de trabalho para o estudo do ciclo tantes. O espao abriga coleesda vida, dos hbitos de cresci- de plantas em formao das mais mento, dos padres de desenvol- diferentes regies, propiciando a vimento e dos mtodos de pro- conservao de espcies nativas,pagao dessas plantas. raras e ameaadas de extino. A instituio promove a visita- o pblica livre e orientada, pos- sibilitando o conhecimento formal e informal dentro de uma progra- mao especfica de educao am- biental. Realiza exposies peri- dicas, colabora no desenvolvimento de pesquisas florestais voltadas Av. Engenheiro Ostoja Roguski, s/n Curitiba, PR, CEP 80210-390Paran Tel. (41) 3264-6994 Fax (41) 3362-4568www.curitiba.pr.gov.br emarcelino@smma.curitiba.pr.gov.br Visitao diariamente 6:00h s 21:00h (vero) 6:00h s 20:00h (inverno)Entrada franca 174 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 157. Museu Botnico Municipal Um centro de identificao, es- biblioteca com material para consul-tudo e divulgao da flora brasileira. ta e o maior herbrio da flora para-O museu teve sua origem a partir naense, formado por uma coleo,da coleo particular do botnicodevidamente identificada, catalo-Gerdt Hatschbach, iniciada em 1949 gada e conservada, de aproxima-e doada ao municpio de Curitiba,damente 300.000 exsicatas (exem-em 1965. plar dessecado de uma planta). A primeira sede funcionou noDispe, ainda, de uma coleo dePasseio Pblico at 1975, quando foi amostras de madeira (xiloteca) etransferida para o Horto Municipal dooutra de frutos (carpoteca).Guabirotuba. Em 1992, com a cria- Muitas espcies do herbrioo do Jardim Botnico Municipal,j foram extintas ou so raridades.reservou-se um espao de, aproxi-Incluem-se, tambm, exemplaresmadamente, 1.450 metros quadra-coletados por botnicos no incio dodos para a instalao do Museu sculo passado. Seu objetivo prin-Botnico.cipal o levantamento da flora do O espao conta com salas para estado do Paran.a realizao de exposies, audit-rio para palestras e conferncias, Av. Engenheiro Ostoja Roguski, s/n, Jardim BotnicoCuritiba, PR, CEP 80210-390Tel. (41) 3362-1800Fax (41) 3264-7365www.curitiba.pr.gov.bmuseubotanico@smma.curitiba.pr.gov.br Paran VisitaoHerbriosegunda a sexta 7:00h s 12:00h e 13:00h s 18:00hSalo de exposiessegunda a sexta 7:00h s 12:00h e 13:00h s 18:00h sbados, domingos e feriados 8:00h s 18:00hEntrada franca(eventualmente cobrada uma taxa) Sul175 158. Museu da Bacia do ParanO Museu da Bacia do Paran, Av. Brasil, no centro de Maring criado em 1979, um espao cultu- e remontada no campus univer- ral para a preservao da memriasitrio, exatamente como era. de Maring e luta pela conservao O acervo do museu, tambm do patrimnio cultural da regio.doado pela CMNP, inclui fotografias, rgo suplementar da Universida- fragmento de troncos vegetais da de Estadual de Maring (UEM), ofloresta nativa, material bibliogrfi- museu est aberto a toda a comuni- co, udio e visual, aparelhos e equi- dade, com exposies temporrias pamentos topogrficos, muitos de- e permanentes. les referentes histria da cidade,Sua sede , nada mais nadautenslios de trabalho, lazer e do- menos, do que a primeira casa de mstico doados por seus primeiros madeira construda em Maring, habitantes. doada pela Companhia Melhora-O museu desenvolve uma s- mento Norte do Paran (CMNP),rie de atividades com o objetivo de empresa responsvel pela coloni- ampliar esse acervo. zao da regio norte do Paran, UEM. A casa foi desmontada, removida de seu local original Av. Colombo, 5.790, Zona SeteMaring, PR, CEP 87020-900Tel. (44) 3261-4294Paranwww.mbp.uem.brsec-mbp@uem.br Visitao segunda a sexta 8:00h s 11:00he 14:00h s 17:00h sbados e domingoscom agendamento Entrada franca 176CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 159. Museu de Cincia e Tecnologiade Londrina Centro de cincias, planetrio e Alm das atividades que ofere-observatrio. cincia para todos osce em suas instalaes, conta comgostos!um Museu Itinerante, que possibi- Inaugurado em 2005, o museu lita experincias didticas inova-conta com trs espaos de divulga- doras, em educao formal e noo cientfica. O centro de cincias fi- formal, para estudantes e professo-ca no campus da Universidade Esta- res de colgios da regio. Desen-dual de Londrina, em uma rea de volve, ainda, o projeto Museu na2.000 metros quadrados, com espa-Escola, que leva os experimentoso para exposies e realizao de do museu at escolas pblicas eatividades. O observatrio foi insta-particulares de Londrina e cidadeslado, em maio de 2007, ao lado doprximas.centro de cincias. J o planetrio lo- Integrador importante da uni-caliza-se no centro da cidade. versidade com instituies de ensi- O museu visa atuar na melhoriano bsico e superior e empresas p-da educao cientfico-tecnolgica blicas e privadas, pretende, tambm,em todos os nveis de ensino, comagregar pessoas e atividades na con-uma perspectiva ampla, explorandosecuo de objetivos comuns emas interfaces entre cincia, tecnologiaensino, pesquisa e extenso.e cultura. Rodovia Celso Garcia Cid Pr, 445, Km 380Campus UniversitrioCaixa Postal 6001, Londrina, PR, CEP 86051-990ParanParanTel./Fax (43) 3371-4804 www.mctlondrina.uel.br renop@uel.br Visitao(temporariamente fechado para atendimento) Museu na Escolasegundas e teras 9:00h s 11:00he 15:00h s 17:00h Sul177 160. Museu de Cincias Naturaisda Universidade Federal do Paran Painis, balces, vitrines, mode-O elemento da ao interativa los, fsseis e peas taxidermizadas o monitor, que faz a intermediao so as principais atraes do espaoentre o visitante e o material expo- expositivo do museu. Criado emsitivo, fazendo-o relacionar, refletir, 1994, desenvolve atividades de en-raciocinar e desenvolver sua cria- sino, pesquisa e extenso nas reas tividade ao longo da viagem entre de educao cientfica, populariza- os seres vivos. o da cincia e outras reas espe-O museu desenvolve um pro- cficas das cincias biolgicas.grama de educao cientfica e po- Entre as atraes, est uma gran- pularizao da cincia, o Cincia vai de parede com dez lculos indivi- Escola, que visa contribuir para a dualizados, constitudos de terrrios,melhoria da educao cientfica no aqurios e aquaterrrios, onde o visi-pas. No mbito do programa, so tante recebe orientaes sobre ani- realizadas oficinas, cursos, exposi- mais vivos, como serpentes, lagar-es itinerantes, seminrios, pales- tos, tartarugas, peixes, anfbios e ou- tras, prticas interativas, entre outras tros. Possui, ainda, um terrrio exter- atividades, para professores do en- no com plantas da regio da Serra sino fundamental e mdio. do Mar, alguns animais vivos e um pequeno tanque com gua.Campus Centro Politcnico Setor de Cincias Biolgicas, Jardim das Amricas Caixa Postal 19031, Curitiba, PR, CEP 81531-980Tel. (41) 3361-1628ParanFax (41) 3266-2042 www.bio.ufpr.brbiomuseu@ufpr.br Visitao segunda a sexta8:30h s 12:30h e 13:30h s 17:00hEntrada franca Associado ABCMC 178CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 161. Museu de Cincias Naturaisde Guarapuava Situado em uma reserva ecol- marinhos. J a coleo entomol-gica de 100 hectares, com cerca de gica Hiplito Schneider contm3.800 araucrias preservadas, rvo-cerca de 14.000 insetos emres nativas e fauna rica e variada, oexposio.museu faz parte do roteiro tursticoO museu tambm conta comparanaense. Desde a sua criao, a sala do diorama ambiental, ondeem 1997, j recebeu, aproximada- esto expostos animais taxidermiza-mente, 300.000 visitantes, entre es- dos caractersticos da regio, com-tudantes, turistas e pblico em geral. pondo o ecossistema da Floresta de Duas colees permanentes Araucria.relacionadas histria natural so O pblico escolar tem tratamen-apresentadas aos visitantes. A co- to vip. O museu recebe grupos deleo Joo Jos Bigarella com- estudantes de diversas faixas et-posta por trs salas expositivas rias, mostrando seu acervo e apli-com amostras de rochas, minerais,cando oficinas educativas na reafsseis, conchas e outros animaisambiental. Parque Municipal das Araucrias BR 277, Km 343, Primavera Guarapuava, PR, CEP 85050-450Tel. (42) 3624-3262 Fax (42) 3623-8644 Paran www.unicentro.br/museu museu@unicentro.brVisitaotera a sexta 8:00h s 11:30h e 13:00h s 17:30hsbados, domingos e feriados13:00h s 18:00h Entrada franca Sul179 162. Museu de Histria Natural Capo da ImbuiaO Museu de Histria Natural painis, ao longo da trilha, mostram Capo da Imbuia integra e se as relaes entre fauna e flora em confunde com o bosque de mesmo uma floresta de araucrias. nome sua volta. Em uma rea Na rea interna do museu, de 39.000 metros quadrados,exposies enfocam o ecossistema onde imbuias, canelas e pinheirosbrasileiro e mostram exemplares centenrios so preservados, bos-empalhados de animais como a que e museu despontam como ona, a ema e o tamandu. tima opo de lazer e importante O museu tambm desenvolve referncia cientfica sobre o meiopesquisas em zoologia, voltadas ambiente.principalmente para espcies emUma das principais atraes doextino. espao o Caminho das Araucrias, uma trilha de 400 metros de comprimento por dentro de um bosque natural de araucrias, comFonte: mata densa, onde 12 vitrines e www.curitiba-parana.netParanRua Benedito Conceio, 407Capo da ImbuiaCuritiba, PR, CEP 82810-080Tel. (41) 3366-3133 Visitao tera a domingo 9:00h s 17:00h Entrada franca 180CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 163. Museu de Histria Natural Mozart de Oliveira Vallim Os animais taxidermizados soseus componentes e sobre o com-a grande atrao do Museu de His- portamento dos animais. Os defi-tria Natural de Cornlio Procpio, cientes visuais tm a oportunidadecriado em 2002, com o objetivo de de manipular as peas para iden-promover a interao plena entre otificao das espcies. O som dehomem e o meio ambiente.cantos de aves e de vocalizao ani- So 300 exemplares, distribu- mal embala as visitas.dos em cinco dioramas Pantanal, O museu tambm conta comCerrado, Mata Atlntica, Amaznia exposies de arqueologia, antro-e Extico , com vegetao e subs-pologia indgena, osteologia com-trato correspondentes s regies. parativa, embriologia, artes plum- Os monitores orientam e forne- rias, artefatos e tranados dos silv-cem aos visitantes de todas as ida- colas amaznidas, onde osdes informaes sobre os biomas e visitantes so orientados por guias. Margem da Estrada de Ferro(antiga Estao da R.V.P.S.C.), CentroParanCornlio Procpio, PR, CEP 86380-000 Tel. (43) 3904-1124galdinomhn@yahoo.com.br Visitaotera a sexta 9:00h s 12:00he 14:00h s 17:00hsbados e domingos 14:00h s 17:00h Entrada francaSul181 164. Museu Dinmico InterdisciplinarO museu nasceu, em 2003, com de cincia. Oferece, ainda, cursos a misso de fortalecer o desenvolvi-de capacitao para professores do mento de atividades de ensino, pes- ensino fundamental e mdio, alm quisa e extenso na Universidadede promover e participar de eventos Estadual de Maring, reunindo es- cientficos voltados comunidade foros de diversas reas. leiga e escolar.Nesse contexto, promove even-Os ambientes interativos, com tos de integrao entre cincia, arte exposies permanentes e tempo- e educao e contribui para o de- rrias, abordam temas como: mor- senvolvimento de estudos e inova- fologia humana e animal, normal e es pedaggicas. Integra em suas patolgica; educao para sade; aes alunos de diversos cursos defsica; astronomia; qumica; antro- graduao, em especial os de prticapologia anatmica e cultural; plan- de ensino, em palestras, cursos e de- tas medicinais; cultivo de orqudeas mais atividades cientficas e culturais e bromlias; artes plsticas e artes oferecidas. cnicas.Atende a alunos de ensino fun- damental e mdio, por meio de visitas monitoradas agendadas, e presta assessoria a feiras e mostras Av. Colombo, 790, bl. 101, s. 1, Zona 7 Maring, PR, CEP 87020-900Tel./Fax (44) 3261-4930 / 3261-4930www.mudi.uem.br/cms/index.php/home.htmlParan simolinari@uem.brVisitaotera a sexta 8:00h s 11:30h e 13:30h s 17:00h quartas 8:00h s 11:30h, 13:30h s 17:00h e 19:30h s 22:00h domingos 14:00h s 18:00hEntrada francaAssociado ABCMC 182CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 165. Museu e Aqurio Marinho Itinerante Cristina Portela Um laboratrio mvel dentro de A ideia que os alunos se in-um nibus de turismo. Essa a ideia teressem pelas informaes e en-inovadora do Museu e Aqurio Mari- tendam conceitos importantes danho Itinerante, na estrada desde biologia em um contexto prtico.2000. Dentro do museu, ou melhor,Alm disso, o museu itinerantedo nibus, estudantes tm aulas pr- busca contribuir para a conscien-ticas com vrias espcies marinhas,tizao ambiental de uma maneiramateriais taxidermizados, empalha- dinmica.dos e algumas espcies vivas. A visita do museu realizada Parte desse acervo composta em tempo pr-determinado e podede animais que foram mortos em ser facilmente adaptada ao planeja-rede de pescadores: alguns de pescamento do professor. H atividadespredatria, outros, acidentalmente,especficas para educao infantil,vtimas de derramamento de petr-ensino fundamental, ensino mdioleo e encontrados na beira da praia. e graduao. Embora tenha os estu-Os animais vivos so comprados emdantes como principal pblico-alvo,loja de aqurios.o museu pode estacionar em feiras, congressos e eventos diversos.Paran Rua Henrique Correia, 350, Bairro AltoCuritiba, PR, CEP 82840-270Tel. (41) 3082-0609 museucrismar@ibest.com.br Visitao com agendamentoAtividade paga Sul 183 166. Museu Histrico MunicipalJoo RissattiO Museu Histrico Municipal Jo- Em exposio permanente, en- o Rissati nasceu para contar a his-contram-se documentos de vrios tria do povo de Cafeara, cujo nome tipos escritos, fotos etc. que re- representa uma homenagem ao ca- gistram o modo de vida religio, f, do qual o municpio paranaensevestimentas e costumes dos ha- era grande produtor.bitantes locais.Desde 2004, ano de sua criao, O museu est localizado dentro o museu desenvolve atividades deda Escola Municipal de Cafeara. catalogao de acervo, gravao de pronunciamentos dos primeiros mo- radores da regio e de relatos es- critos de histrias do municpio. Rua Mathias Aparecido Fogaa, 162, CentroParanCafeara, PR, CEP 86640-000Tel. (43) 3625-1115Fax (43) 3625-1000 / 3625-1190secmedcaf@ig.com.brVisitaosegunda a sexta 8:00h s 12:00he 13:00h s 17:00h Entrada franca 184 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 167. Museu Interdisciplinar de CinciasUma visita a esse museu repre-Para cumprir tais misses, rea-senta a oportunidade de conhecer,liza exposies permanentes e tem-na prtica, aquilo que a maioria das porrias de colees de animais epessoas j leu nos livros escolares. O peas anatmicas; recebe visitas es-museu nasceu, em 2003, na Univer-pontneas e agendadas; oferecesidade Paranaense (UNIPAR), se-treinamento de acadmicos paraguindo uma tendncia mundial demonitorar e investigar o perfil dosformao de instituies de difusovisitantes e a eficincia de apren-cientfica.dizado durante a visitao.Embora jovem, j tem traadoDesenvolve anualmente o pro-seus objetivos principais: divulgargrama Cincia no Museu, que envol-para a populao da regio a ve a realizao de oficinas temticasnecessidade de melhor educao para alunos do ensino fundamentalcientfica para conservao do meioe objetiva a ampliao dos conheci-ambiente e da sade humana; des- mentos cientficos.pertar nos visitantes, especialmentealunos do ensino bsico, o interessepelas cincias e pelo mundo ao seuredor; fazer com que os alunos dagraduao envolvidos transformem-se em profissionais comprometi-dos com a alfabetizao cientficapermanente. Pa. Mascarenhas de Moraes, 4.282, bl. A, trreo, Centro Umuarama, PR, CEP 87502-210Tel. (44) 3621-2828 r. 1470Paran Fax (44) 3621-2849 www.unipar.br mic-umu@unipar.br Visitao segunda a sexta 7:30h s 11:30h e 13:00h s 17:00hEntrada franca Associado ABCMC Sul 185 168. Museu ParanaenseGuardio da histria do Paran,Realiza projetos e atividades cul- o museu mais antigo do estado. turais, atingindo os diversos seg- Inaugurado, em 1876, no Largo da mentos sociais. Possui laboratrios, Fonte hoje, Praa Zacarias , contabiblioteca, auditrio e salas de ex- com um acervo de 600 peas,posies permanentes e tempor- entre objetos, artefatos indgenas,rias. O maior destaque est no Pa- moedas, pedras, insetos, pssaros evilho da Histria do Paran, que tra- borboletas.a a linha do tempo desde a pr-Desde a sua inaugurao, ocu- histria at o incio do sculo XX, pou seis sedes, at se fixar na atual, com a integrao dos imigrantes ao o Palcio So Francisco. So trs edi- estado. fcios de trs pavimentos. O primei-O Museu Paranaense tambm ro, de estilo ecltico, foi construdo desenvolve estudos nas reas de ar- em 1927 e serviu de sede do gover- queologia, antropologia, histria e no estadual entre 1938 e 1953. Emnumismtica. 1960, foi construdo um anexo; em 2002, o outro. Rua Kellers, 289, Centro Curitiba, PR, CEP 80410-100 Tel. (41) 3304-3300 / 3304-3308 Fax (41) 3304-3317www.museupr.pr.gov.brmuseupr@pr.gov.brParan Visitao tera a sexta 9:00h s 17:00hsbados, domingos e feriados11:00h s 15:00h Entrada paga(exceto aos sbados) Associado ABCMC 186CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 169. Observatrio Astronmico e Planetrio do Colgio Estadual do Paran Um prdio em forma de pir-Sob a gide do observatrio,mide e outro em forma de nave es-encontra-se o Clube de Astronomiapacial chamam a ateno de quemdo Colgio Estadual do Paranvisita ou estuda no Colgio Estadual (Cacep), concebido com o intuitodo Paran. O primeiro a sede dode agremiar interessados e entu-planetrio do colgio, inauguradosiastas da astronomia, para a trocaem 1978, com 90 metros quadrados de ideias e informaes sobre ase capacidade para 63 espectadores. cincias espaciais. O clube realiza O segundo prdio abriga o Ob- encontros duas vezes por ms.servatrio Astronmico, em funcio-Tanto o planetrio quanto o ob-namento desde 1994. Com 120servatrio oferecem visitas guiadasmetros quadrados, est equipadoe atividades previamente agenda-para o ensino de astronomia e cin-das de acordo com a faixa etriacias afins e para programas de pes-dos visitantes.quisa em apoio aos grandes obser-vatrios do Brasil e do exterior.Avenida Joo Gualberto, 250, Centro Curitiba, PR, CEP 80030-000 Tel. (41) 3304-8912 / 3304-8941Fax (41) 3304-8945www.cep.pr.gov.br oacep@cep.pr.gov.br Paran Visitaosegunda a sextasesses com agendamento para escolas e faculdadessbados 19:00h s 23:00h Observaes nos telescpios quarta a sexta 19:00h s 21:00h Entrada franca (exceto instituies privadas) Sul187 170. Parque da Cincia Newton Freire MaiaNo Parque da Cincia NewtonNa rea externa, encontram-se o Freire Maia, a interao do pblico Palco Paran e o Espao Indgena. O com o contedo do museu no acon- primeiro consiste em uma maquete tece apenas manualmente. Ali, o vi- de 5.000 metros quadrados do Pa- sitante convidado a refletir sobre aran, na qual esto representados o cincia e a tecnologia enquanto pro-relevo, a hidrografia, as sedes de to- cessos histricos e atividades huma-dos os municpios, os planaltos e as nas e a analisar criticamente os im-principais rodovias do estado. O Es- pactos sociais, ambientais e culturaispao Indgena conta com habitaes de suas aplicaes. de tradies guarani, kaingang, xa-Criado em 2002, o parque vante e um observatrio astronmi- composto por cinco pavilhes In-co guarani. troduo, Cidade, Energia, gua e Entre as aes desenvolvidas no Botnica. Neles, o visitante se depa- parque, esto visitas monitoradas a ra com diversos experimentos, pai-seu acervo interno e externo, ofi- nis, maquetes, entre outros equi-cinas e eventos de divulgao cien- pamentos. O pavilho de Energia tfica. O espao tambm tem sido uti- conta com um planetrio com capa- lizado por professores de diversas cidade para 25 pessoas, onde reas como complemento para uma apresentada a interpretao dos n- variada gama de assuntos tratados dios brasileiros sobre a astronomia.no ambiente escolar. Estrada da Graciosa, 7.400, Km 20Jardim Boa vista Pinhais, PR, CEP 83327-000Paran Tel./Fax (41) 3666-6156 www.pnfm.pr.gov.br pnfm@pnfm.pr.gov.brVisitaotera a sbado 8:30h s 12:00h e 13:30h s 17:00hquartas e quintas 19:00h s 22:00hEntrada franca 188CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 171. Planetrio de Londrina O Planetrio de Londrina, inau- cincias e cursos direcionados a di-gurado em 2007, um projeto deferentes faixas etrias, nos quais soextenso da Universidade Estadualusados materiais produzidos pelade Londrina. Seu objetivo principalprpria equipe do planetrio. divulgar, de maneira ldica, o co- So realizadas oficinas de astro-nhecimento da astronomia e auxiliarnomia, brincadeiras e atividades l-na melhoria da qualidade do ensino dicas sobre temas relacionados nas escolas da regio. rea. H, ainda, palestras aos sba- O planetrio funciona no centro dos, aps a sesso de cpula, e ob-da cidade de Londrina, em espao servaes do cu com telescpiocedido pela Prefeitura. Tem uma c-ptico, no ptio do planetrio, naspula com 10 metros de dimetro e noites de tera-feira.uma sala de atendimento. O espao oferece sesses decpula, visitas guiadas por plane-taristas que tm formao em f-sica e ps-graduao em ensino de Rua Benjamin Constant, 800, CentroLondrina, PR, CEP 86010-350Tel. (43) 3344-1145 / 3326-0567 Fax (43) 3326-0567 Paran www2.uel.br/cce/mct/planetarioplanetrio@uel.br Visitao segunda a sexta 8:00h s 12:00he 14:00h s 18:00h Entrada paga(exceto escolas municipais e entidades filantrpicas) Sul189 172. Planetarium Atividades CulturaisEm escolas, shopping centers, Em atividade desde 1995, o praas, feiras... O planetrio itine- planetrio mvel busca incentivar rante pode ser montado em prati-o gosto pelas cincias, utilizando a camente qualquer espao. Para isso, astronomia como meio, em um pro- basta que o local escolhido tenha cesso inter e transdisciplinar. pelo menos 64 metros quadrados,Alm das projees do cu, ofe- rea ocupada pelo planetrio aps a rece curso de capacitao em astro- sua instalao. nomia para professores do ensinoCom estrutura desmontvel, fundamental e do ensino mdio. no inflvel, em forma de um hemis- frio, o Planetarium tem capacidade para receber 56 pessoas a cada projeo.Rua Luiz Gonzaga, 26, Manoel GonalvesParanLondrina, PR, CEP 86082-025 Tel./Fax (43) 3348-4896 www.teatrodasestrelas.com.brplanetario@teatrodasestrelas.com.br Visitao com agendamentoAtividade paga 190 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 173. Polo AstronmicoCasimiro Montenegro Filho No por acaso que o novo es- Entre as atividades oferecidas nopao de cincias de Foz do Iguau, espao, esto: sesses dirias de pla-Paran, chama-se Polo Astronmico. netrio, cursos de capacitao paraAli se concentram um observatrioprofessores e oficinas temticas, to-com telescpio de 29 centmetros,das com o objetivo de disseminar aum planetrio com capacidade paracincia astronmica.73 pessoas e um espao para expo- O Polo Astronmico est inte-sies permanentes e temporrias.grado ao Parque Tecnolgico de Itai- Isso sem falar no relgio de sol, pu. Seu nome uma homenagemque revela as horas por meio daao marechal Casimiro Montenegrosombra do visitante, e na estaoFilho, criador do Instituto Tecnolgicometeorolgica, que apresenta as di-de Aeronutica (ITA) e do Centroversas tcnicas de registro e leituraTcnico Aeroespacial (CTA).de dados por meio de instrumentosanalgicos. O polo conta, ainda,com biblioteca especializada, audi-trio, anfiteatro e ptio externo paraa observao do cu estrelado aolho nu e com binculo.Av. Tancredo Neves, 6.731, Jardim Itaipu Foz do Iguau, PR, CEP 85867-900ParanTel. (45) 3576-7203Fax (45) 3520-6668 www.pti.org.br poloastronomico@pti.org.brVisitao segunda a domingo 9:00h s 21:00hEntrada paga Sul 191 174. Zoolgico Bosque Guarani O Zoolgico Bosque Guarani,O zoolgico conta, ainda, com inaugurado em 1996, um exemploum anfiteatro para apresentaes de recuperao de uma rea que, artsticas e um parque infantil. antes degradada, foi transformadaEntre as principais atividades em um espao de lazer, educao oferecidas no espao, esto as visi- ambiental e turismo.tas monitoradas por educadores Para conhecer as cerca de 40ambientais, para alunos de escolas espcies de animais do zoolgico, pblicas, creches e grupos agen- os visitantes so convidados a per- dados, e as exposies temporrias correr trilhas ecolgicas ao longosobre diferentes temas ecolgicos e dos 40.000 metros quadrados decultura local. rea verde pertencentes ao par- que. So 21 recintos de animais sil- vestres, incluindo macacos, onas, tucanos, araras, papagaios, emas, garas, sabis, cisnes e gralhas, entre outros. Rua Tarob, 875, CentroParanFoz do Iguau, PR, CEP 85851-220 Tel./Fax (45) 3901-3383sidneibio@hotmail.comVisitao segundas 12:00h s 18:00htera a domingo 9:00h s 18:00hEntrada franca Associado SZB 192 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 175. Jardim Botnico da UniversidadeFederal de Santa Maria O Jardim Botnico da Universi- Atualmente, a instituio con-dade Federal de Santa Maria (UFSM),centra esforos no resgate dos da-fundado em 1981, abriga em seu dos e na construo do registro deacervo cerca de 500 espcies bot- acervo dos cerca de 2.500 exem-nicas. Entre elas, esto espcies me-plares da coleo. Em colaboraodicinais de uso popular, rvores de u- com o Centro de Artes e Letras daso corrente em paisagismo e exem-universidade, atualizar o seu pro-plares de espcies endmicas ougrama de comunicao visual paraameaadas de extino. identificar os espcimes e divulgar Dentro da misso do jardim bo-melhor o seu trabalho.tnico, a conservao da flora regio- O jardim botnico um espaonal o ponto-chave. Aliam-se a isso de lazer aberto permanentemente o trabalho de educao ambiental visitao pblica, no horrio doem que se prope o uso do espao expediente da UFSM, e disposiocomo sala de aula para o ensinopara a realizao de projetos con-fundamental, mdio e superior ejuntos nas reas de educao am-o estmulo realizao de pesquisas biental e conservao do patrimnioem ecologia e biodiversidade.cultural e da biodiversidade. Centro de Cincias Naturais e ExatasRio Grande do Sul Av. Roraima, 1.000, Campus Camobi Santa Maria, RS, CEP 97105-900Tel. (55) 3220-8339 r. 208 e 209Fax (55) 3220-8628 http://w3.ufsm.br/ccne/?secao=jardimjardimbotanico@mail.ufsm.br Visitao segunda a sexta 8:00h s 12:00h e 13:00h s 17:00hEntrada franca Sul 193 176. Jardim Botnico de Lajeado Despertar o interesse da comu-A pesquisa cientfica realizadanidade pelo resgate do meio am- no Jardim Botnico fruto de par-biente e primar pela postura tica do ceria com o Museu de Cincias Na-ser humano perante a natureza. Es-turais do Centro Universitrio Univa-sas so as principais misses do Jar- tes. Entre os principais projetos de-dim Botnico de Lajeado.senvolvidos, esto: levantamento Criado em 1995, tem como r- botnico e da fauna locais, invent-vore smbolo o geriv, em funorio e monitoramento da avifauna,de sua ampla distribuio por quase desenvolvimento de metodologiatodas as formaes vegetais do Riode recuperao e levantamento dasGrande do Sul, sendo bastante co- espcies das famlias de bromlias,mum nas reas de mata e capoei- cactos e orqudeas.res do Jardim Botnico. Em seuUma das mais importantes atua-aniversrio de um ano, foi plantada es tem sido o trabalho de edu-uma alameda de gerivs, mais um cao ambiental realizado com asdos charmes do lugar. escolas da regio. Para seus alunos, Seu acervo est distribudo em o jardim promove visitas guiadas scolees vivas: Coleo Botnicatrilhas de interpretao ambiental eCientfica da Mata Atlntica, Coleo desenvolve atividades extraclasse.Botnica Cientfica de Savana, Cole-o Botnica Cientfica de Exticas,Coleo Botnica de Bromlias, Or-qudeas e Cactos.Av. Carlos Sphor, s/n, RST 413Rio Grande do Sul Moinhos dgua Lajeado, RS, CEP 95900-000 Tel. (51) 3982-1107www.lajeado-rs.com.brmeio.ambiente@msbnet.com.br Visitao segunda a sexta 8:00h s 11:30he 13:30h s 16:45hsbados e domingos 14:00h s 18:00h Entrada franca194 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 177. Museu Anchieta de Cincias Naturais Agosto de 1937. Eram 16:30h,Hoje, conta com exposio per-em uma lmpida e amena tarde de manente, sala de aula, laboratrio,inverno, quando, de repente, um jardim interno e sala ldica em fa-forte estrondo, precedido de um se de implantao. Em um prdiotrovo, fez com que os habitantes anexo, abriga colees cientficasde Putinga, no Rio Grande do Sul, abertas visitao.se entreolhassem surpreendidos e O museu est dividido em doisatemorizados. O que havia aconte- setores: o cientfico, responsvel pe-cido? A queda de um avio? Um las colees cientficas, todas comraio? Muitas foram as hipteses le- caractersticas regionais, acessvel so-vantadas. Mas o que se testemu- mente aos pesquisadores vincula-nhava naquele momento era umdos a instituies cientficas; e o se-excepcional acontecimento: a que- tor de educao, que engloba ex-da de um meteorito. Um de seusposio permanente, atividades ex-fragmentos, com cerca de nove qui-tracurriculares (cursos, palestras elos, uma das peas que mais des-sadas de campo), projetos em con-perta a curiosidade dos visitantes do junto com outras instituies deMuseu Anchieta. ensino e pesquisa (exposies tem- Idealizado pelo padre Pio Buck,porrias) e confeco de materiaisem 1917, o museu vinculado ao didticos variados.Colgio Anchieta. Na poca de suafundao, tinha como principaisatividades a pesquisa e a organiza-o de colees formadas a partirde exemplares da fauna e da florado estado.Av. Nilo Peanha, 1.521, Trs FigueirasCaixa Postal 358Rio Grande do SulPorto Alegre, RS, CEP 90001-970Tel. (51) 3328-7455 r. 251 Fax: (51) 3328-1120www.colegioanchieta.g12.br museuanchieta@colegioanchieta.g12.brVisitaosegunda a sexta 8:00h s 12:00he 13:30h s 18:00hEntrada pagaAssociado ABCMCSul195 178. Museu Arqueolgicodo Rio Grande do SulDivulgar a arqueologia e ofe-coleo de fragmentos da cermicarecer material para a pesquisa cien- Marajoara e de Santarm; vestgiostfica. Essa a misso do Museu arqueolgicos do Peru e do Mxico;Arqueolgico do Rio Grande do Sule artefatos etnogrficos coletados(MARSUL), criado em 1966, a partir entre indgenas do Mato Grosso.de acervo do arquelogo EuricoConta, ainda, com esqueletosThefilo Miller. Depois de sediado humanos coletados nas pesquisas,na prpria residncia de Miller e de alguns com mais de 4.000 anos deter seu acervo abandonado duranteidade.anos, o museu foi transferido, emUma srie de atividades did-1977, para a sede atual, situada em tico-pedaggicas oferecida, so-uma rea verde de 10 hectares. bretudo para turmas de ensino fun-Vinculado Secretaria de Esta-damental e mdio das redes esta-do da Cultura, possui um acervo ar-duais e municipais. Elas incluem pa-queolgico constitudo por centenaslestras (previamente agendadas)de artefatos doados por particulares;sobre a pr-histria do Rio Grandevestgios arqueolgicos oriundos dedo Sul; visitas guiadas pela expo-stios pesquisados no Rio Grande dosio; manipulao de artefatosSul, Santa Catarina, Mato Grosso, Ron- arqueolgicos e etnogrficos; e ofi-dnia e Amazonas; artefatos prove- cinas espordicas de arqueologia.nientes do Museu Jlio de Castilhos;Rio Grande do Sul RS 020, Km 58, Caixa Postal 197 Taquara, RS, CEP 95600-000 Tel./Fax (51) 3542-1553 Fax (51) 3542-1034 www.sedac.rs.gov.brmarsul@faccat.brVisitaotera a domingo 9:00h s 18:00hEntrada franca196CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 179. Museu da Tecnologia No Museu da Tecnologia da Uni-Alm de apresentar a evoluoversidade Luterana do Brasil (Ulbra),dos automveis ao longo de um s-o visitante convidado a realizar culo de industrializao, o museuuma viagem no tempo e conhecer mostra, por meio dos veculos ex-alguns desenvolvimentos tecnol- postos, os avanos tecnolgicosgicos que marcaram a histria da incorporados com o passar doshumanidade nos ltimos 200 anos. anos e, ainda, o estgio social e Em uma rea de 9.346 metros econmico de cada poca.quadrados, abriga cerca de 320 ve-Alm dos automveis, o museuculos, entre carros de passeio, utili- tem exposies de relgios e detrios e motos. Raridades de marcasequipamentos ligados rea da co-famosas da indstria mundial, co-municao, como rdios, cmerasmo Rolls-Royce, Corvette, Jaguar,fotogrficas, mquinas de escrever,Mercedes e Cadillac, esto expostasprojetores cinematogrficos, entrejunto a veculos que representam outros.marcos da histria da indstria au-tomobilstica nacional, como Ford, Fonte:Chevrolet, Volkswagen e Fiat.www.ulbra.brRio Grande do Sul Av. Farroupilha, 8.001, Bairro So JosCanoas, RS, CEP 92450-900Tel. (51) 3477-4000 r. 2604www.ulbra.br/museudatecnologia museu@ulbra.br Visitaotera a domingo 10:00h s 17:00h Entrada paga Sul 197 180. Museu de Cincias eTecnologia da PUCRSA melhor descoberta aquelamentos interativos, distribudos emque a gente faz. Esse o lema do 22 reas do conhecimento. DeMuseu de Cincia e Tecnologia daexperimento em experimento, oPUCRS, um dos maiores espaos in- visitante vai sendo apresentado, deterativos de cincias do Brasil.forma estimulante, a fenmenos na-Quem visita o museu, hoje con-turais e s relaes do homem comcentrado em uma rea de 22.000o mundo.metros quadrados, no pode ima-A pesquisa tambm faz parte doginar que ele nasceu em uma pe- dia a dia do museu. Em seu con-quena sala da Pontifcia Universida-junto de laboratrios, so realizadosde Catlica do Rio Grande do Sulestudos em aquacultura, arqueolo-(PUCRS), a partir de uma cole-gia, botnica, cincias da terra, ento-o pessoal. Mas verdade. Emmologia, herpetologia, paleontolo-1960, quando o bilogo Jeter Berto- gia, ictiologia, mastozoologia eletti foi estudar na instituio, levou ornitologia. Tambm apoia a reali-junto sua coleo de animais, rochaszao de feiras, mostras e exposi-e minerais. Ele estava decidido a es cientficas nas escolas do Riocriar um museu de cincias dentro Grande do Sul, estabelece intercm-da universidade, o que ocorreu de bios com instituies congneresfato em 1967. e presta servios e consultorias emMas foi em 1993 que o museu reas diversas.ganhou as instalaes atuais. Comcinco pavimentos e dois mezaninos,o prdio abriga o acervo cientfico edidtico do museu, exposies, feirasde cincias, laboratrios de pesquisae de capacitao de professores,oficinas e administrao.A exposio permanente agrande atrao. Em constante atua-lizao, rene cerca de 700 experi-Rio Grande do Sul Av. Ipiranga, 6.681, prdio 40, PartenonPorto Alegre, RS, CEP 90619-900 Tel. (51) 3320-3521 Fax (51) 3320-3903www.pucrs.br/mct mct@pucrs.br Visitaotera a domingo 9:00h s 17:00h Entrada pagaAssociado ABCMC198CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 181. Museu de Cincias Naturais Despertar o esprito cientficoSua sala de exposies abrigae o amor natureza, difundindocolees de rochas, minerais e fs-conhecimentos, valores e compor- seis, uma representao do siste-tamentos voltados preservaoma solar e cinco dioramas repre-dos recursos naturais que com- sentando os ecossistemas do esta-pem os ecossistemas do Riodo. O Museu Interativo Itinerante,Grande do Sul. Com essa pro- localizado no andar inferior do pr-posta, nasceu, em 1984, o Mu-dio, conta com sala de multimdia,seu de Cincias Naturais da Uni- que explora conhecimentos nasversidade de Caxias do Sul (UCS),reas da fsica, qumica e biologia.um centro de estudos na rea das Tambm nesse andar est localiza-cincias biolgicas, com finalida- do o UCS Aquarium, um conjuntodes culturais, acadmicas e de di- de 21 aqurios que abriga umafuso do conhecimento. populao de 2.600 indivduos, de O museu apoia as atividades 90 espcies diferentes, provenientesdos cursos de graduao e ps- de regies de quase todo o planeta.graduao da universidade na rea Apesar de estar instalado nodas cincias naturais e contribuicampus universitrio, o museu fun-para o enriquecimento do ensinociona como espao de lazer abertodas cincias, por meio da oferta a toda a comunidade e procura es-de atividades de capacitao paratabelecer uma nova relao destaprofessores e da cesso de materialcom o ambiente natural.didtico especializado a escolas einstituies da comunidade. Rio Grande do Sul Rua Francisco Getlio Vargas, 1.130, Petrpolis Caxias do Sul, RS, CEP 95070-560Tel./Fax (54) 3218-2142 www.ucs.br grschuur@ucs.br Visitao tera a sexta 8:00h s 11:30h e 13:30h s 18:00h sbados 9:00h s 11:30h e 14:00h s 18:00h domingos e feriados 14:00h s 18:00hEntrada Franca Sul199 182. Museu de CinciasNaturais ceclimarO Museu de Cincias Naturais J o acervo paleontolgico foi inaugurado, em 1983, por inicia- composto por peas fsseis e pai-tiva do naturalista Iraj Damianinis explicativos, que fornecem di-Pinto. Professor da Universidade versas pistas sobre o passado doFederal do Rio Grande do Sul, eleBrasil e, especialmente, do Rio Gran-sentia necessidade de um espaode do Sul. H, tambm, amostras depara apresentar ao pblico o materialrochas e minerais.fssil existente nas gavetas da uni- Parte importante dessa coleoversidade, com o objetivo de difun-est em exibio no museu, que po-dir cultura e conhecimento.de ser visitado com a orientao deVinculado ao Centro de Estudos mediadores ou livremente. A ins-Costeiros, Limnolgicos e Marinhos tituio tambm realiza exposies(Ceclimar), o museu conta comitinerantes em escolas e duranteum acervo em zoologia e biologia eventos festivos da regio.aqutica, constitudo principalmen-te por vertebrados taxidermizados,esqueletos de animais marinhos, Fonte:invertebrados preservados e aqu- www.ufrgs.brrios marinhos e de gua doce.Av. Tramanda, 976Imb, RS, CEP 95625-000Rio Grande do SulTel./Fax (51) 3627-1309 / 3627-5384 www.ufrgs.br/ceclimar/museu.htm ceclimar@ufrgs.brVisitaojaneiro e fevereirotera a domingo 15:00h s 19:00hmaro a dezembro segunda a sexta 8:30h s 11:30h e 14:00h s 17:00hEntrada paga200 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 183. Museu de Cincias Naturais da Fundao Zoobotnica do RS Com um acervo constitudo porbinetes, espao para oficinas e sa-432.000 exemplares de animais e las de colees cientficas e expo-plantas, o museu atua desde 1955sies permanente e temporrias.como um rgo de pesquisa e de As exposies museogrficasdifuso cientfica, abrindo suas por- esto disponveis ao pblico em ge-tas para estudantes e comunida- ral e escolar, sendo que para estede em geral.ltimo as visitaes so agendadas Situado dentro do Jardim Bot- previamente. A exposio de lon-nico de Porto Alegre, desenvolvega durao em cartaz traz exem-estudos sobre a biodiversidade, in- plares e informaes sobre a faunacluindo a fauna e a flora (atual ee flora do Rio Grande do Sul. O mu-fssil) e os ecossistemas terrestresseu tambm empresta parte de seue aquticos.acervo para a realizao de expo- Conta com uma rea de, apro- sies itinerantes em reas pbli-ximadamente, 3.000 metros qua-cas, como praas ou instituiesdrados, incluindo laboratrios, ga- escolares. Rio Grande do Sul Rua Dr. Salvador Frana, 1.427, Jardim BotnicoPorto Alegre, RS, CEP 90690-000 Tel./Fax (51) 3320-2033 www.fzb.rs.gov.br/museu mcn@fzb.rs.gov.br Visitaotera a domingo 9:00h s 18:00h Entrada pagaAssociado ABCMCSul 201 184. Museu de Geologia Para os interessados em saber Seu acervo rene minerais demais sobre pedras preciosas, cris-23 estados brasileiros e de 52tais e fsseis, o Museu de Geologia pases, incluindo raridades, como uma tima opo. Inaugurado tectitos, meteoritos e minerais deem 1995, o museu do Servio brax (que o Brasil no produz),Geolgico do Brasil/CPRM tem poralm de pedras preciosas brutasmisso promover a divulgao das(100 tipos) e lapidadas (62 tipos).geocincias, mostrando a belezaA lulzaquita, mineral que sedo reino mineral e difundindo seustornou conhecido no incio defundamentos cientficos.2000, est l tambm e talvez Alm de exibir belos cristais eseja o nico espcime no Brasil.exticos arranjos de minerais, oO acervo tambm inclui mineraismuseu realiza exposies, pales-menos raros, embora mais famo-tras em escolas, intercmbio comsos, como ouro (em forma deoutros museus e colecionadorespepita) e diamante.e mantm um servio gratuito deorientao tcnica e cientfica so-bre questes relativas a minerais,Fonte:www.cprm.gov.brrochas e fsseis.Rio Grande do SulRua Banco da Provncia, 105, Santa TeresaPorto Alegre, RS, CEP 90840-030Tel. (51) 3406-7300Fax: (51) 3406-7312museugeo@pa.cprm.gov.brVisitao segunda a sexta 9:00h s 12:00h e 14:00h s 17:00h Entrada franca202 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 185. Museu de Mineralogia e Petrologia Luiz Englert Minerais, rochas, meteoritos ea extino da Escola de Engenhariaminrios so a base do acervo do e a criao do Instituto de Geocin-museu, que rene 3.600 unidades, cias, a coleo, j com novas aqui-entre peas doadas, adquiridas e sies, foi transferida para um novocoletadas pelo prprio museu.prdio, onde passou a funcionar o Essa coleo tem longa his- curso de geologia.tria. Comeou em 1909, com o Em uma sala desse prdio, fo-Gabinete de Mineralogia do pro-ram reunidas todas as colees ad-fessor Luiz Englert, que lecionava quiridas ao longo dos anos, for-diversas disciplinas na Escola demando um acervo nico usado paraEngenharia do Rio Grande do Sul. fins didticos. Em 1972, foi aberto Por muito tempo, essa coleo, visitao pblica. Atualmente,junto a outras adquiridas no ex- alm de conservar seu acervo, oterior, ficou guardada no Institutomuseu promove exposies eEletrotcnico do estado e servia co- outras atividades de divulgaomo auxlio s aulas do curso decientfica ao pblico escolar e geologia. Na dcada de 1970, com comunidade em geral. Rio Grande do Sul Av. Sarmento Leite, 425, CentroCaixa Postal 15001 Porto Alegre, RS, CEP 91501-970 Tel./Fax (51) 3308-4087www.museumin.ufrgs.br heinrich.frank@ufrgs.br Visitao segunda a sexta 13:30h s 18:00h Entrada franca Associado ABCMC Sul203 186. Museu ZoobotnicoAugusto Ruschi Quem foi que disse que no Vinculado ao Instituto de Cin-podemos aprender brincando?cias Biolgicas da Universidade deQuem pergunta Formiguito, o no- Passo Fundo, dispe de duas salas devo mascote do Museu Zoobotnico exposio, dois laboratrios e trsAugusto Ruschi (Muzar). Ele con-salas de colees, alm das depen-vida o visitante a conhecer suasdncias administrativas. O museucolees de animais, plantas, ro- recepciona a comunidade em geralchas e minerais, de forma praze-com exposies, palestras, semin-rosa e interativa.rios, cursos e outras atividades. Inaugurado em 1975, o museu Alm disso, oferece oportuni-foi batizado com o nome do natu-dades de formao continuada eralista Augusto Ruschi um dos integral, apia pesquisas nas reasbrasileiros que mais lutou pela pre-de botnica, zoologia e informticaservao da natureza como for-educativa e realiza emprstimo dema de perpetuar suas aes. En- material zoobotnico, geolgico etre suas misses, est preservar opaleontolgico.patrimnio natural brasileiro, ge-rando e difundindo conhecimentocientfico comunidade e cola-borando na formao continuadade professores da regio.Rio Grande do Sul Campus Universitrio, BR 285, Km 171, So Jos Passo Fundo, RS, CEP 99001-970 Tel. (54) 3316-8316 Fax (54) 3316-8327www.upf.br/muzar muzar@upf.br Visitaosegunda a sexta 8:00h s 12:00h, 13:30h s 17:30h e 18:30h s 22:30hEntrada franca204 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 187. Ncleo Antrtico Parte de um amplo projeto Tambm fornece suporte sde divulgao cientfica que envol- atividades de ensino, pesquisa eve a Comisso Interministerialextenso da UFSM referentes aopara os Recursos do Mar e a Uni-Continente Antrtico e ao Proantarversidade Federal de Santa Mariae dispe de toda a infraestrutura(UFSM), o ncleo foi criado, em da universidade, como biblioteca1997, para tornar o Programa An-central, auditrios, departamentotrtico Brasileiro (Proantar) maisde material e patrimnio e oficinas,conhecido entre a comunidadeentre outros setores.estudantil, as autoridades e a po- Alm de divulgar o Proantar, opulao em geral. ncleo procura incentivar a pesqui- Localizado no campus univer- sa e o conhecimento das riquezassitrio, exibe a exposio perma- da Antrtica e sua importncia pa-nente O Brasil na Antrtica, com cer- ra a humanidade, por meio de pa-cade 100 painis (fotografias, ps- lestras, seminrios, cursos, expo-teres, cartes postais, mapas, ima- sies e do apoio a publicaesgens de satlites, selos, patches e sobre o assunto.adesivos, azulejos comemorativos,artigos cientficos e de divulgao),roupas para neve, amostra devegetais inferiores, amostras derochas, exemplares da fauna e daflora marinha, coleo de pinguins,medalhas e livros. Faixa de Camobi, Km 9 Campus Universitrio, prdio 19CamobiRio Grande do Sul Santa Maria, RS, CEP 97105-900 Tel. (55) 3220-8686 Fax (55) 3220-8014 www.ufsm.br/antarticancleo@antartico.ufsm.brVisitaosegunda a sexta 8:30h s 11:30he 13:30h s 17:30h Entrada francaAssociado ABCMCSul205 188. Planetrio Prof. JosBaptista PereiraUma nave espacial pousada noO planetrio conta com umasolo, rodeada por jardins, espelhosala de projeo de 120 lugares,dgua, relgio de sol e rosa dos salo de exposies e sala de 60ventos. Essa a imagem que selugares para palestras e cursos.tem ao visitar o Planetrio Prof. Tem importante atuao na divul-Jos Baptista Pereira, localizado nogao e popularizao da astro-campus da Universidade Federalnomia e cincias afins para a co-do Rio Grande do Sul (UFRGS). munidade escolar local e pblicoEsse foi um dos primeiros pla-em geral, por meio de programasnetrios fixos a ser instalado no de planetrio, oficinas, palestras,Brasil, no ano de 1972, quandocursos, exposies e observaoainda havia poucos exemplares do cu com telescpios.no mundo. Naquele mesmo ano,O nome do planetrio umaum pouco antes de sua inaugura- homenagem ao professor de en-o, recebeu a ilustre visita dos as- genharia da UFRGS Jos Baptistatronautas norte-americanos JamesPereira, pelo seu trabalho em prolLovell, tripulante da Apolo 13, e da astronomia no estado do RioDonald Slayton, diretor de tripulao Grande do Sul.de voo da NASA.Rio Grande do Sul Av. Ipiranga, 2.000, Santana Porto Alegre, RS, CEP 91160-091 Tel. (51) 3308.5384Fax (51) 3308.5387www.planetario.ufrgs.br planetario@ufrgs.brVisitaotera a sexta 9:00h s 18:00h domingos 15:00h s 19:00hEntrada paga206 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 189. Fundao Ecolgica eZoobotnica de BrusquePercorrendo trilhas pavimen-O complexo foi inauguradotadas em meio mata, os visitan-em 1992. Alm de uma boa opotes da Fundao Ecolgica e Zoo- de entretenimento, visa divulgarbotnica de Brusque conhecem osconhecimento, preservar a fauna erecintos das diversas espcies dea flora, desenvolver pesquisa e pro-animais em exposio no parque.mover a educao.No percurso, encontram-se umO setor de educao am-bromelirio, um orquidrio, lagoas,biental oferece palestras e outraslaboratrios para reproduo deatividades que buscam fazer daanimais ameaados de extino, visita ao parque uma fonte deuma clnica veterinria, biotrios e conhecimento e entretenimento,outros. Se a opo for uma visitauma vez que os saberes adquiridosguiada, ser possvel conhecer,por meio da vivncia com plantasaprender e tirar dvidas com ose animais faro parte da memriaguias bilogos do parque.dos visitantes. Rua Manoel Tavares, s/n, CentroSanta CatarinaSanta CatarinaBrusque, SC, CEP 88350-460Tel. (47) 3351-1481 Fax (47) 3355-5640 www.zoobrusque.com.brf_ulber@yahoo.com.brVisitaodiariamente 8:00h s 18:00hEntrada paga Associada SZB Sul 207 190. Museu da Terra e da Vida Inaugurado em 1998, na cidade ambientais e biolgicos ocorri- catarinense de Mafra, o Museu dados durante o Paleozico Superior Terra e da Vida exibe fsseis e evi-(cerca de 250 milhes de anos dncias geolgicas encontradas no atrs), na regio Sul do pas. Sul do Brasil, datadas de cerca de O espao expositivo conta 300 milhes de anos.com, aproximadamente, 250 me- So, aproximadamente, 5.000 tros quadrados, divididos em qua- peas que contam a histria datro sees: Universo, Geologia, evoluo da vida e do planeta,Evoluo da Vida e Vida Atual. desde mais de 1 bilho de anos atNo museu, tambm so ministra- os tempos atuais. das oficinas de paleontologia para A exposio permanente do crianas, nas quais so abordadas museu, que integra o Centro Pa- questes ambientais atuais. leontolgico de Mafra da Univer- sidade do Contestado, aborda comFonte: maior destaque os acontecimentoswww.mfa.unc.brCentro Paleontolgico de MafraUniversidade do Contestado Av. Pres. Nereu Ramos, 1.071, Jardim do Moinho Mafra, SC, CEP 89300-000Santa CatarinaTel. (47) 3641-5514Fax (47) 3641-5500cenpaleo@mfa.unc.brVisitao segunda a sexta 8:00h s 11:30h e 13:00h s 17:00h sbados, domingos e feriados 13:00h s 16:30hEntrada franca(exceto em exposies especiais) 208 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 191. Museu do Homem do Sambaqui Padre Joo Alfredo Rhor Tudo comeou em 1907, quan-Destacam-se esqueletos reti-do o padre Frederico Maute foi caar rados de stios arqueolgicos des-borboletas, besouros e cobras, cobertos pelo Padre Rohr na ilha ecom duas caixas de gravatas va-no interior do estado catarinense,zias. A partir dessa pequena cole- urnas funerrias, sepultamentos in-o de animais, nasceu o Museu dodgenas, artefatos indgenas lticosColgio Catarinense, hoje chama- e fragmentos cermicos. O museudo Museu do Homem do Samba-dispe, ainda, de uma rea dequi Padre Joo Alfredo Rohr, emanimais empalhados e coleeshomenagem s descobertas ar- de moedas, moluscos, rochas equeolgicas de outro padre, res- vestes litrgicas antigas.ponsvel pela organizao de todo A principal misso da institui-o seu acervo a partir de 1964. o preservar e divulgar a pr- Especializado em arqueologiahistria do litoral sul do Brasil.pr-histrica, conta com cerca deAssim, procura fornecer subsdios5.000 peas, algumas com, aproxi-para a compreenso da ocupaomadamente, 8.000 anos. Grandedo territrio catarinense, por meioparte delas est exposta, em ca- da exposio de seu acervo e dorter permanente, no quarto andardesenvolvimento de pesquisas.do Colgio Catarinense, onde ficao museu. Santa Catarina Rua Esteves Jnior, 711, CentroFlorianpolis, SC, CEP 88015-906 Tel. (48) 3251-1516 Fax (48) 3251-1530www.pmf.sc.gov.br museu@colegiocatarinense.g12.br Visitao segunda a sexta 13:30h s 17:30h Entrada franca Sul209 192. Museu Oceanogrfico UnivaliLocalizado no Balnerio Piar-cimes diretamente no museu ou ras, ao norte do litoral catarinense,em suas respectivas instituies, o Museu Oceanogrfico da Univer- por meio de emprstimos. sidade do Vale do Itaja (Univali) O museu ocupa dois andares realiza atividades expositivas, edu- do prdio principal da Univali/Bal- cativas, de pesquisa, documenta- nerio Piarras. Alm de oito salas o e conservao do patrimniopara colees cientficas, conta natural. Tudo isso dando nfase com um laboratrio de pesquisa, fauna marinha brasileira, especial-um laboratrio de processamento, mente da regio Sul. uma biblioteca especializada e umSeu acervo composto essen-auditrio com 200 lugares. cialmente por espcies marinhas, O espao recebe, sobretudo, incluindo as de ambientes costeiros, estudantes, professores e pesqui- pelgicos (mar aberto), de oceanosadores, mas est aberto a todos profundo e ilhas ocenicas. Dividi-os interessados em conhecer me- do em cinco colees Inverte-lhor o mundo submerso, bastan- brados, Peixes, Rpteis, Aves e Ma-do, para visit-lo, fazer agenda- mferos , est aberto a especialis- mento prvio. tas que queiram examinar esp-Santa CatarinaAv. Sambaqui, 318, Santo Antnio Balnerio Piarras, SC, CEP 88380-000Tel./Fax (47) 3261-1287 www.univali.br/museuoceanograficosoto@univali.brVisitaosegunda a sexta 8:00h s 12:00he 13:30h s 17:30h Entrada franca 210 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 193. Parque Viva a Cincia O Parque Viva Cincia foi inau-portas aos estudantes do ensinogurado em outubro de 2008 e fundamental, mdio e superiorconta com dez brinquedos educa- que participam do projeto Venhativos, dispostos ao ar livre entre oConhecer a UFSC. Os visitantes re-planetrio e o observatrio astro-cebem explicaes e visualizamnmico da Universidade Federaluma srie de experimentos, sele-de Santa Catarina (UFSC). Trabalhacionados de acordo com o grau deem estreita colaborao com ou- escolaridade.tras iniciativas de divulgao e edu-Os mediadores do parque a-cao em cincias da universidade.tuam diretamente na realizao A mais antiga delas, o Labora- das oficinas de desenvolvimentotrio de Instrumentao, Divulga- de atividades do Ba de Cincias,o e Experimentao em Fsicaum projeto do Departamento de F-(Labidex), funciona h cerca de 20sica da UFSC que busca inserir ati-anos como um espao destinado a vidades experimentais regulares novivenciar a cincia atravs de ex-ensino de cincias no ensino fun-perincias. Aberto aos alunos dadamental.instituio e a visitas de escolas O planetrio e o observatriode ensino fundamental, mdio eastronmico, integrados no mesmosuperior, desenvolve atividades espao do parque, complemen-experimentais que convidam os tam as aes no que se refere jovens a interagir com o universo astronomia.cientfico. O Laboratrio de Instrumen-tao, Divulgao e Experimen-tao em Qumica (Quimidex) tam-bm faz parte do circuito de divul-gao e educao cientfica daUFSC. Inaugurado em 2000, abre as Pr-Reitoria de Pesquisa e Extenso Santa CatarinaUniversidade Federal de Santa CatarinaCampus Universitrio TrindadeFlorianpolis, SC, CEP 88040-900 Tel. (48) 3721-6806 Fax (48) 3721-9946 Visitaosegunda a sexta 8:00 s 18:00 (com agendamento)Entrada francaSul 211 194. Planetrio da UniversidadeFederal de Santa Catarina No h idade certa para conhe- Junto ao planetrio, atua o cer melhor o nosso imenso Univer- Grupo de Estudos de Astronomia, so. O planetrio da Universidadeformado por astrnomos amado- Federal de Santa Catarina prova res que se dedicam pesquisa, ao disso. Ali, crianas, jovens, adultos ensino e divulgao da astrono- e pessoas da melhor idade se di-mia, ministrando cursos semestrais vertem enquanto compartilham in-e palestras semanais. formaes sobre os planetas, o Sol Entre as principais atividades e o Cosmo.desenvolvidas pelo planetrio, es- Criado em 1970, pelo Depar- to: atendimento dirio s escolas, tamento de Geocincias da uni-com sesses para estudantes e pro- versidade, o planetrio conta com fessores; sesses regulares para o duas salas: uma, de projeo, pblico em geral, s quartas-feiras, construda especialmente para no perodo noturno; realizao de simular o cu noturno; outra, paracursos e palestras; acompanha- cursos e palestras. Cada uma temmento e divulgao dos principais capacidade para 40 pessoas. fenmenos astronmicos. Departamento de GeocinciasSanta CatarinaCampus Universitrio, Trindade Florianpolis, SC, CEP 88040-970Tel./Fax (48) 3721-9241www.cfh.ufsc.br/~planetar planetar@cfh.ufsc.br Visitao segunda a sexta manh, tarde e noite (com agendamento) Entrada franca212CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 195. Sala de Cincia O pensar, o prazer, a curiosida- oficinas temticas, palestras ede e a vivncia concreta. Resgatarseminrios, mostras cientficas,sensaes adormecidas, mas sem- pesquisa, publicaes, assessoriapre presentes, contribuindo paradidtico-pedaggica e programaa formao de cidados ativos,de itinerncia.crticos e preparados para os desa-Toda a programao conta comfios da vida. Essa a ideia por trs uma equipe de monitores que,da Sala de Cincia, um projeto de alm de auxiliar nas visitaes eeducao do Servio Social do Co- oficinas, ajuda os estudantes namrcio (SESC) de Santa Catarina,construo de um experimentoque, desde 1999, atende de crian- cientfico.as de trs anos a grupos da ter- O projeto prev, tambm, umceira idade.trabalho ativo voltado para a for- Trata-se de um espao perma- mao contnua de educadores,nente que contm equipamentos por meio de cursos, palestras e se-de carter cientfico, com foco minrios na rea de cincias.nas reas de fsica, qumica,matemtica ebiologia, disposio do visitante. Entre asatividades desenvolvidas, esto:Travessa Syriaco Atherino, 100, Centro Florianpolis, SC, CEP 88020-180 Tel./Fax (48) 3222-0788 / 3222-0370 r. 214 Santa Catarina www.sesc-sc.com.br reginaduarte@sesc-sc.com.brVisitaosegunda a sexta 8:00h s 12:00h e 13:30h s 17:30h(flexvel para atendimento especfico) Entrada franca (exceto em algumas mostras)Associada ABCMCSul 213 196. Zoolgico Pomerode O Zoolgico Pomerode nas- como tamandu-bandeira, puma, ceu em 1932, em uma lagoa nos ararajuba e gato-maracaj. fundos da casa do ento poltico Desde 2002, a instituio tam- catarinense Hermann Weege, on-bm desenvolve programa de de ele mantinha diversos animaiseducao ambiental voltado, prin- domsticos. Alguns animais nati-cipalmente, s crianas, visando vos da regio tornaram-se fiis fre-desenvolver a conscincia ambien- quentadores do local, o que moti- tal e o respeito por todas as formas vou Weege a construir o zoolgico.de vida. Na poca, foram trazidos maisAlm do trabalho com o pbli- animais da regio e outros, impor-co, o esforo de conservao in- tados da Europa, para aumentar aclui atividades envolvendo direta- coleo da famlia Weege. Atual-mente a fauna, como a reproduo mente, a instituio conta com 230em cativeiro de espcies ameaa- espcies de animais. Entre elas, h das, destacando-se a jacutinga e o espcies em perigo de extino, papagaio-charo.Rua Hermann Weege, 180, CentroSanta Catarina Pomerode, SC, CEP 89107-000Tel. (47) 3387-2659 / 3387-4260 Fax (47) 3387-4260 www.pomerzoo.org.bradministracao@pomerzoo.org.brVisitaodiariamente 8:00h s 19:00hEntrada paga Associado SZB 214 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 197. Viajando pelo Brasil O Brasil um pas de dimenses continentais, com grandesdesigualdades regionais e sociais que dificultam o acesso de parcelaimportante da populao a temas de cincia e tecnologia. Atividadescomo a Semana Nacional de Cincia e Tecnologia e as reunies anuais daSociedade Brasileira para o Progresso da Cincia (SBPC) demonstram ointeresse e a demanda por informaes cientficas em uma linguagem defcil entendimento. Pesquisa realizada sobre a percepo pblica da cincia no Brasilmostra que apenas uma pequena parcela da populao tem acesso amuseus e centros de cincia; que existe interesse pela rea, mas no hcomo visitar essas instituies pelo simples fato de no existirem em suascidades. As unidades mveis surgem como alternativa importante paraenfrentar o desafio de divulgar a cincia nessas localidades. Com essaperspectiva, vem crescendo a utilizao de caminhes, nibus, vans emicro-nibus, especialmente equipados para esse fim. Diversas iniciativas vm rompendo os limites dos grandes centrosurbanos, chegando a pequenas e mdias cidades, a zonas rurais eperiferias das grandes cidades e estimulando crianas, jovens e adultosa conhecer e se interessar pelo universo cientfico. Esse movimentofortalece o processo de democratizao da cultura cientfica e se constituiem uma ferramenta importante no campo da popularizao da cinciaem nosso pas. Conhea alguns dos projetos do Cincia Mvel:l ABCMC INTERATIVA (Associao Brasileira de Centros e Museus de Cincia)pavao@ufpe.br - www.abcmc.org.brl CAMINHO COM CINCIA (Universidade Estadual de Santa Cruz, BA)nestorcorreia@uesc.br - delmira@uesc.br - stuchi@uesc.brCincia Mvel 215 198. CARAVANA DA CINCIA (Fundao CECIERJ)lmonica@cederj.rj.gov.br www.cederj.edu.br/fundacaocecierjl CINCIA MVEL VIDA E SADE PARA TODOS (Museu da Vida/Casa de OswaldoCruz/Fiocruz) cienciamovel@coc.fiocruz.be www.museudavida.fiocruz.brl CINCIA MVEL MUSEU DE CINCIAS E TECNOLOGIA (Universidade do Estado daBahia) museu@listas.uneb.br - www.museu.uneb.br/cienciamovel.jspl CINCIA MVEL Espao Cincia (Secretaria C&T e Meio Ambiente, PE)ansipaula@gmail.com - www.espacociencia.pe.gov.brCINCIANA ESTRADA EDUCAO ECIDADANIA(Centro de Pesquisas GonalolMoniz/Fiocruz, BA) vannier@cpqgm.fiocruz.brl CINCIA PARA POETAS NAS ESCOLAS (Casa da Cincia da UFRJ)escolas@casadaciencia.ufrj.br - www.casadaciencia.ufrj.brCIRCUITO DA CINCIA (Secretaria de Estado de Cincia e Tecnologia, MT)lwww.secitec.mt.gov.brl CLOROFILA CIENTFICA E CULTURAL DOS MANGUES DO PAR (Universidade FederalRural da Amaznia)ongnovoscurupiras@novoscurupiras.org.br - www.novoscurupiras.org.brl EXPERIMENTOTECA MVEL (Instituto de Fsica/Universidade de Braslia)jemartn@fis.unb.br - http://rcef.fis.unb.brl LABORATRIO ITINERANTE TECNOLOGIA.COM.CINCIA (Universidade Federal doRio Grande do Sul) skastes@if.ufrgs.brLABORATRIO MVEL DE ARQUEOLOGIA (Universidade Federal de Pernambuco)lmarcos@magmarqueologia.pro.br - www.magmarqueologia.pro.brMUSEU ITINERANTE PONTO (Centro de Difuso da Cincia/Universidade Federal delMinas Gerais) Fax: (31) 3499-5176l MUSEU NA ESCOLA PLANETRIO ITINERANTE (Museu de Cincias e Tecnologia deBraslia/Universidade de Braslia)cassio@unb.br - claranjeiras@gmail.com - http://rcef.fis.unb.brOFICINA DESAFIO (Museu Exploratrio de Cincias/Universidade Estadual de Campinas)lmfirer@ime.unicamp.br - www.unicamp.brl PROMUSIT PROJETOMUSEU ITINERANTE(Pontifcia Universidade Catlica do RioGrande do Sul) promusit@pucrs.br - www.met.pucrs.brPRAA DA CINCIA ITINERANTE (Fundao CECIERJ)lmonica@cederj.rj.gov.br - www.cderj.edu.br/fundacaocecierjl SANGUE NA RUA (Faculdade de Medicina de Botucatu/Universidade Estadual de SoPaulo/Secretaria Municipal de Educao Regional da Secretaria Estadual de Educao)hokama@fmb.unesp.br - www.hematologico.com.brl SESCincia (Departamento Nacional/Diviso de Educao)loliveira@sesc.com.br - www.sescrj.com.br216CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 199. Associao Brasileira de Centros e Museus de Cincia A popularizao da cincia no Brasil tem crescido nos ltimos anos ese espalha em todo o territrio nacional por meio de aes e atividadesdesenvolvidas por instituies de pesquisa e de ensino, secretarias decincia e tecnologia, centros e museus de cincia e grupos de teatro,msica e dana. Amplia-se, tambm, o acesso a temas cientficos atravsde revistas, jornais, TV e Internet, alm da demanda da populao poressas informaes em uma linguagem acessvel e de fcil entendimento. A Associao Brasileira de Centros e Museus de Cincia (ABCMC)surgiu para unir ideias, compartilhar experincias e projetos, bem comopossibilitar o intercmbio de recursos e informaes. Identificar, interferire compreender, criticamente, as possibilidades e os limites do sabercientfico na nossa histria fazem parte da construo da cidadania. A colaborao entre as diversas instituies tem infludo em umapoltica nacional de popularizao da cincia, fortalecido sua importnciapara o desenvolvimento do pas e contribudo para uma percepo dacincia em todas as suas dimenses. Esses espaos atendem a um pblicodiverso que inclui todos os interessados e um nmero significativo dealunos e professores da rede escolar uma atuao importante para oensino no pas. Dentre as atividades desenvolvidas, destaca-se o Circo CinciaPopular, com exposies, oficinas, vdeos e experimentos dos associados,instalado durante as reunies anuais da Sociedade Brasileira para oProgresso da Cincia (SBPC). A exposio ABCMC Interativa viaja porcidades brasileiras, principalmente aquelas que no possuem museuou centro de cincia, e, em breve, Darwin Mvel estar disponvel paracircular pelo pas. A associao mantm um portal com jogos, chat, frunsde discusses e minisites temticos, com uma linguagem que atendea estudantes, professores e pesquisadores, alm de dados sobre seusassociados e aes no campo da popularizao da cincia.www.abcmc.org.brsecretaria@abcmc.org.br218 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 200. Associao Brasileira de Divulgao Cientfica Um frum para discusso e desenvolvimento de estratgias emdivulgao cientfica, a Associao Brasileira de Divulgao Cientfica(ABRADIC) foi criada, em 2001, como decorrncia do trabalho do NcleoJos Reis de Divulgao Cientfica da Escola de Comunicao e Artes daUniversidade de So Paulo. Surgiu com o objetivo de impulsionar o crescimento das diferentesatividades na rea em todo o pas, que inclui jornalismo cientfico, mdiaseletrnicas, cursos, oficinas, seminrios, congressos, exposies, feiras decincias etc. Procura dar apoio terico e institucional s variadas entidadesligadas divulgao cientfica e aos pesquisadores interessados no tema. Entre suas atividades principais, h a produo de publicaescomo o Notcias ABRADIC boletim eletrnico disponvel na pgina daassociao e a coleo de livros Temas da Cincia Contempornea,lanada em 2004 com Divulgao cientfica na sociedade performtica,de Glria Kreinz. A associao promove, ainda, encontros e congressos internacionaisde divulgao cientfica, estabelecendo contatos com entidades similaresno exterior.Av. Prof. Lcio Martins Rodrigues, 443, bl. 9, s. 15Cidade Universitria So Paulo, SP, CEP 05508-900 Tel. (11) 3091-4021 / 3091-4270Fax (11) 3091-4329 www.eca.usp.br/nucleos/njr/abradic noticias_abradic@hotmail.comAssociaes 219 201. Associao Brasileira de Jornalismo Cientfico A Associao Brasileira de Jornalismo Cientfico (ABJC) tem comoobjetivo promover o debate, o estudo e a pesquisa do jornalismocientfico no Brasil e qualificar a prtica nessa rea, mobilizando, paraisso, jornalistas, professores, pesquisadores, estudantes e interessados. Fundada em 1977, realiza congressos, seminrios e cursos, bemcomo a edio de publicaes (anais de congressos, livros etc.), buscandocontribuir, criticamente, para a anlise da poltica cientfica brasileira,em especial para a construo de uma poltica de divulgao cientfica,comprometida com a alfabetizao cientfica e a democratizao doconhecimento. O principal evento da ABJC o Congresso Brasileiro de JornalismoCientfico, que ocorre a cada dois anos. A associao tambm temrealizado encontros regionais, buscando consolidar a massa crtica emjornalismo cientfico em todo o pas. A ABJC participa regularmente das reunies da Sociedade Brasileirapara o Progresso da Cincia (SBPC), com cursos, mesas-redondas eoutras atividades, e est associada Federao Brasileira das AssociaesCientficas e Acadmicas de Comunicao.Rua Cipriano Barata, 1.403, Vila MarianaSo Paulo, SP, CEP 04205-001 Tel. (11) 3020-9461 / 3020-9468www.abjc.org.brabjc@abjc.org.br220CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 202. Associao Brasileirade PlanetriosA divulgao e o ensino da astronomia motivaram a fundao daAssociao Brasileira de Planetrios (ABP), em 1996. Atualmente, pla-netaristas, estudantes, professores e pesquisadores esto voltados construo de elos de intercmbio entre os planetrios brasileiros eoutras associaes, para troca de informaes e colaborao mtua.A associao promove reunies e encontros em todo o pas e produzpublicaes para a divulgao da importncia cultural e educacional dosplanetrios e da astronomia, alm de incentivar e assessorar instituiese pessoas interessadas na instalao de novos planetrios.Fonte:www.planetarios.org.brwww.planetarios.org.br contato@planetarios.org.brAssociaes 221 203. Rede Brasileirade Jardins BotnicosA Rede Brasileira de Jardins Botnicos (RBJB) fruto de um trabalhopioneiro de ampliao e estimulo cooperao entre jardins botnicose instituies que mantm colees cientficas de plantas vivas. Fundadaem 1991, entre seus objetivos, esto: promover a cooperao entrejardins botnicos e instituies afins; estimular o estudo da botnica e aconservao da biodiversidade; apoiar a criao e o desenvolvimento denovos jardins botnicos.Em todo o pas, pesquisadores, tcnicos e administradores dessasinstituies so beneficiados pela constante troca de informaes eexperincias que a rede possibilita. O resultado desse trabalho sereflete em nmeros: na poca da sua criao, no mais de 300 pessoastrabalhavam com jardins botnicos no Brasil. Hoje, so mais de 3.000profissionais nessa atividade.Formada atualmente por 34 instituies, a RBJB est aberta filiao de novos membros, entre jardins botnicos, arboretos, hortos einstituies afins.Fonte:www.rbjb.org.brRua Pacheco Leo, 915, Jardim Botnico Rio de Janeiro, RJ, CEP 22460-030Tel./Fax (21) 2294-8696www.rbjb.org.br mcosta@rbjb.org.br222 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 204. Sociedade de Zoolgicos do Brasil Fundada em 1977, a Sociedade de Zoolgicos do Brasil (SZB) contacom um grande nmero de scios, entre zoolgicos, parques ecolgicose aqurios espalhados por todo o Brasil. Essa interao possibilitano apenas o acesso a um acervo aproximado de 40.000 animais emcativeiro, como tambm um grande desenvolvimento cientfico na reado conhecimento das espcies cativas. H poucos exemplos no mundode associaes com to grandes dimenses. O trabalho desenvolvido pela sociedade busca congregar zoolgicos,instituies e pessoas interessadas na preservao e difuso da faunabrasileira, trabalhar pelo desenvolvimento dos zoolgicos brasileiros eauxiliar atividades que visem melhoria e expanso dos trabalhos. A SZB tambm est voltada para a elaborao de confernciaspblicas e crculos de estudos sobre educao ambiental e conservaoda fauna.Fonte:www.szb.org.br Av. Nuno de Assis, 1.460, Jardim SantanaBauru, SP, CEP 17020-310Tel./Fax (14) 3203-5229 www.szb.org.brluiz.pires@terra.com.br / presidenciaszb@terra.com.br Associaes223 205. AAssociao Brasileira de Centros e Museus de Cincia (RJ), 218Associao Brasileira de Divulgao Cientfica (SP), 219Associao Brasileira de Jornalismo Cientfico (SP), 220Associao Brasileira de Planetrios (SP), 221Aqurio de So Paulo (SP), 117Aqurio de Ubatuba (SP), 118Aqurio do Guaruj (SP), 119 bBosque da Cincia (AM), 49Bosque e Zoolgico Municipal Dr. Fbio de S Barreto (SP), 120Bosque Rodrigues Alves (PA), 51 cCasa da Cincia Centro Cultural de Cincia e Tecnologia da UFRJ (RJ), 80Casa da Descoberta (RJ), 81Casa de Cincia e Tecnologia da Cidade de Aracaju (SE), 42Catavento Cultural e Educacional (SP), 121Centro Cultural da Sade (RJ), 82Centro Cultural Light (RJ), 83224 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 206. Centro de Cincias da Universidade Federal de Juiz de Fora (MG), 64Centro de Cincias de Araraquara (SP), 122Centro de Divulgao Cientfica e Cultural (SP), 123Centro de Pesquisas Museolgicas Museu Sacaca (AP), 48Centro de Pesquisas Paleontolgicas Llewellyn Ivor Pricee Museu dos Dinossauros (MG), 65Centro Integrado de Cincia e Cultura (SP), 124Centro Interdisciplinar de Cincia de Cruzeiro (SP), 125Cincia Mvel (RJ), 215 EEscola da Cincia Biologia e Histria (ES), 58Escola da Cincia Fsica (ES), 59Espao Cincia (PE), 35Espao Cincia Interativa do IFRJ (RJ), 84Espao Cincia Viva (RJ), 85Espao COPPE Miguel de Simoni Tecnologia e Desenvolvimento (RJ), 86Espao Cultural da Marinha (RJ), 87Espao da Cincia Maria de Lourdes Coelho Anunciaode So Joo da Barra (RJ), 88Espao da Cincia de Paracambi (RJ), 89Espao da Cincia de Trs Rios (RJ), 90Espao UFF de Cincias (RJ), 91Estao Cincia (SP), 126 FFundao Cecierj Centro de Cincias do Estado do Rio de Janeiro (RJ), 92Fundao Ecolgica e Zoobotnica de Brusque (SC), 207Fundao Jardim Zoolgico de Braslia (DF), 10Fundao Jardim Zoolgico RIOZOO (RJ), 93Fundao Museu da Imagem e do Som (RJ), 94Fundao Museu do Homem Americano (PI), 38Fundao Planetrio da Cidade do Rio de Janeiro (RJ), 95Fundao Zoo-Botnica de Belo Horizonte (MG), 66 ndice Geral 225 207. IInstituto de Pesquisas Jardim Botnico do Rio de Janeiro (RJ), 96Instituto Vital Brazil (RJ), 97JJardim Botnico Valmor de Souza de Jundia (SP), 127Jardim Botnico da Universidade Federal de Santa Maria (RS), 193Jardim Botnico da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (RJ), 98Jardim Botnico de Braslia (DF), 11Jardim Botnico de Joo Pessoa Benjamim Maranho (PB), 32Jardim Botnico de Lajeado (RS), 194Jardim Botnico de Salvador (BA), 20Jardim Botnico de So Paulo (SP), 128Jardim Botnico do Instituto Agronmico (SP), 129Jardim Botnico do Instituto de Biocincias de Botucatu (SP), 130Jardim Botnico do Recife (PE), 36Jardim Botnico Municipal de Bauru (SP), 131Jardim Botnico Municipal de Paulnia Adelelmo Piva Jr. (SP), 132Jardim Botnico Municipal de Santos Chico Mendes (SP), 133Jardim Botnico Municipal Francisca Maria Garfunkel Rischbieter (PR), 174 lLaboratrio de Divulgao Cientfica (MG), 67Laboratrio de Divulgao Cientfica Ilha da Cincia (MA), 31226CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 208. mMuseu Aeroespacial (RJ), 99Museu Anchieta de Cincias Naturais (RS), 195Museu Antares de Cincia e Tecnologia (BA), 21Museu Antropolgico (GO), 12Museu Arqueolgico da Regio de Lagoa Santa Lapinha (MG), 68Museu Arqueolgico de Araruama (RJ), 100Museu Arqueolgico do Rio Grande do Sul (RS), 196Museu Botnico Dr. Joo Barbosa Rodrigues (SP), 134Museu Botnico Municipal (PR), 175Museu Cmara Cascudo (RN), 39Museu Casa de Benjamin Constant (RJ), 101Museu da Bacia do Paran (PR), 176Museu da Geodiversidade (RJ), 102Museu da Justia do Estado do Rio de Janeiro (RJ), 103Museu da Lngua Portuguesa (SP), 135Museu da Loucura (MG), 69Museu da Qumica Professor Athos da Silveira Ramos (RJ), 104Museu da Repblica (RJ), 105Museu da Tecnologia (RS), 197Museu da Terra e da Vida (SC), 208Museu da Vida (RJ), 106Museu de Anatomia Humana Professor Alfonso Bovero (SP), 136Museu de Arqueologia de Itaipu (RJ), 107Museu de Arqueologia de Xing (SE), 43Museu de Arqueologia e Etnologia (BA), 22Museu de Arqueologia e Etnologia (SP), 137Museu de Artes e Ofcio (MG), 70Museu de Astronomia e Cincias Afins (RJ), 108Museu de Biologia Professor Mello Leito (ES), 60Museu de Cincia & Tecnologia da Bahia (BA), 23Museu de Cincia e Tcnica da Escola de Minas (MG), 71Museu de Cincia e Tecnologia de Londrina (PR), 177Museu de Cincias da Natureza Jos Bonifcio de Andrada Silva (SP), 138Museu de Cincias da Terra (RJ), 109Museu de Cincias da Terra Alexis Dorofeef (MG), 72Museu de Cincias e Tecnologia da PUCRS (RS), 198ndice Geral227 209. Museu de Cincias Morfolgicas (MG), 73Museu de Cincias Naturais (RS), 199Museu de Cincias Naturais Ceclimar (RS), 200Museu de Cincias Naturais da Fundao Zoobotnica do RS (RS), 201Museu de Cincias Naturais da PUC Minas (MG), 74Museu de Cincias Naturais da Universidade Federal do Paran (PR), 178Museu de Cincias Naturais de Guarapuava (PR), 179Museu de Geocincias (SP), 139Museu de Geologia (RS), 202Museu de Histria Natural (AL), 18Museu de Histria Natural (SP), 140Museu de Histria Natural Capo da Imbuia (PR), 180Museu de Histria Natural de Taubat (SP), 141Museu de Histria Natural e Jardim Botnico da UFMG (MG), 75Museu de Histria Natural Mozart de Oliveira Vallim (PR), 181Museu de Microbiologia (SP), 142Museu de Minerais e Rochas Heinz Ebert (SP), 143Museu de Mineralogia e Petrologia Luiz Englert (RS), 203Museu de Mineralogia Professor Djalma Guimares (MG), 76Museu de Paleontologia de Marlia (SP), 144Museu de Paleontologia de Monte Alto (SP), 145Museu de Paleontologia Vingt-Un Rosado (RN), 40Museu de Stio Arqueolgico Sambaqui da Tarioba (RJ), 110Museu de Zoologia da Universidade de So Paulo (SP), 146Museu Dinmico de Cincias de Campinas (SP), 147Museu Dinmico Interdisciplinar (PR), 182Museu do Eclipse (CE), 27Museu do Homem do Sambaqui Padre Joo Alfredo Rhor (SC), 209Museu e Aqurio Marinho Itinerante Cristina Portela (PR), 183Museu e Centro de Cincias, Educao e Artes Luiz de Queiroz (SP), 148Museu Escola Politcnica (RJ), 111Museu Exploratrio de Cincias (SP), 149Museu Geolgico da Bahia (BA), 24Museu Geolgico Valdemar Lefvre (SP), 150Museu Histrico Municipal Joo Rissatti (PR), 184Museu Histrico Nacional (RJ), 112Museu Interdisciplinar de Cincias (PR), 185Museu Nacional (RJ), 113228 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 210. Museu Oceanogrfico (RJ), 114Museu Oceanogrfico (SP), 151Museu Oceanogrfico Univali (SC), 210Museu Paraense Emlio Goeldi (PA), 52Museu Paranaense (PR), 186Museu Paulista (SP), 152Museu Zoobotnico Augusto Ruschi (RS), 204nNcleo Antrtico (RS), 205Ncleo de Cincias (ES), 61OObservatrio Astronmico e Planetriodo Colgio Estadual do Paran (PR), 187Observatrio Astronmico Municipal de Diadema (SP), 153Observatrio Solar Indgena (MS), 14Oi Futuro (MG), 77Oi Futuro (RJ), 115 PParque Botnico do Cear (CE), 28Parque da Cincia de Ipatinga (MG), 78Parque da Cincia de Viosa (MG), 79Parque da Cincia Newton Freire Maia (PR), 188Parque de Cincia e Tecnologia da USP (SP), 154Parque de Cincias (PA), 53Parque Ecolgico de So Carlos Dr. Antonio Teixeira Vianna (SP), 155Parque Ecolgico Municipal de Americana Cid Almeida Franco (SP), 156Parque Estadual Dois Irmos (PE), 37Parque Municipal Antonio de Pdua Nunes (SP), 157 ndice Geral229 211. Parque Viva a Cincia (SC), 211Parque Zoobotnico Orquidrio Municipal de Santos (SP), 158Parque Zoolgico Municipal Quinzinho de Barros (SP), 159Parque Zoolgico Municipal de Bauru (SP), 160Planetrio Aristteles Orsini (SP), 161Planetrio da Fundao Espao Cultural da Paraba (PB), 33Planetrio da Universidade Federal de Gois (GO), 13Planetrio da Universidade Federal de Santa Catarina (SC), 212Planetrio de Londrina (PR), 189Planetrio de Parnamirim (RN), 41Planetrio de Vitria (ES), 62Planetrio Prof. Jos Baptista Pereira (RS), 206Planetrio Rubens de Azevedo (CE), 29Planetarium Atividades Culturais (PR), 190Polo Astronmico Casimiro Montenegro Filho (PR), 191Praa da Cincia (ES), 63 RRede Brasileira de Jardins Botnicos (RJ), 222 sSabina Escola Parque do Conhecimento (SP), 162Sala de Cincia (SC), 213Seara da Cincia (CE), 30SESCincia (RJ), 116Sociedade de Zoolgicos do Brasil (SP), 223 TTecnorama (SP), 163230CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 212. uUniversidade da Criana e do Adolescente (BA), 25Usina Cincia (AL), 19vVale dos Dinossauros (PB), 34zZoo Tropical Manaus (AM), 50Zoolgico Bosque Guarani (PR), 192Zoolgico de Salvador (BA), 26Zoolgico do Municpio de So Bernardo do Campo (SP), 164Zoolgico Municipal Dr. Flvio Leite Ribeiro (SP), 165Zoolgico Municipal Luiz Gonzaga Amodo Campos (SP), 166Zoolgico Municipal de Gara (SP), 167Zoolgico Municipal de Limeira (SP), 168Zoolgico Pomerode (SC), 214Zooparque Itatiba (SP), 169ndice Geral231 213. Todas as grandes descobertas cientficas so resultado de muito trabalho em equipe.Todas as grandes conquistas, tambm. Associe-se Associao Brasileira de Centros e Museus de Cincia(ABCMC) e faa parte de uma equipe empenhada em grandes conquistasna luta pela popularizao da cincia em nosso pas. Uma equipe queacredita que a articulao entre os espaos formais e no formais deensino pode contribuir para uma poltica de incluso social e na construode uma sociedade mais democrtica. Como scio, voc, ou sua instituio, ter uma srie de benefcios,tais como: influir nas decises polticas que direcionam a disseminao doconhecimento cientfico no pas; participar de atividades de cooperaoregionais, nacionais e internacionais; refletir e propor solues paraos problemas e as perspectivas dos centros, museus e programas depopularizao da cincia. Alm disso, poder contribuir na formao eatualizao de profissionais da rea, bem como na elaborao, edioe publicao de materiais que reflitam e divulguem o conhecimentocientfico e tecnolgico. No deixe de participar! Profissionais e instituies que trabalhem compopularizao da cincia podem se associar. s preencher o formulriodisponvel no portal www.abcmc.org.br e envi-lo preenchido, comdocumentos que comprovem sua atuao na rea. Se quiser que sua instituio seja includa na prxima edio do guiade Centros e museus de cincia do Brasil, entre em contato pelo e-mailsecretaria@abcmc.org.br. Este livro foi composto nas fontes Fritz Quadrata e LD Red Hatters Hand diagramado no InDesign CS3. Foi impresso em papel Couch Matte 90g e a capa, em Supremo 250g.232