Gnovidade - Edio 17

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    23-Jul-2016

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Msica, teatro e bate-papo sobre o relacionamento em famlia: homenagem aos pais em agosto. Em outubro, os olhos e as palavras se voltam Lngua Portuguesa, tema da Feira do Conhecimento.

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    Msica, teatro ebate-papo sobre o relacionamento em famlia: homenagem aos pais em agosto.Em outubro, os olhos e as palavras se voltam Lngua Portuguesa, tema da Feira do Conhecimento.

    Sorrisos na cumplicidadede se partilharo viver

    ANO 4 | NMERO 17 | setembro/2015

    Curso G9 - ITAJUB-MG

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    Sumrio02Sumrio

    03 Mensagem

    06Xadrez: o aprender em tabuleiros

    07Prtica pedaggica: Uso de aplicativos nas aulas de Matemtica

    08Capacitao: Vontade de saber, aprender, partilhar

    09Prtica pedaggica: S possvel o filosofar em alemo?

    10FICA: Charges e crnicas de alunas so premiadas

    11Prtica pedaggica: O desvendar da mama frica

    14Handebol: Meninos e meninas em quadra: pura diverso

    16 Feira do Conhecimento: Do principiar da lngua e outras histrias

    17Feira do Conhecimento: Variantes de uma mesma lngua

    18 + 19 Feira do Conhecimento: Lngua, a identidade de um povo

    20Feira do Conhecimento: Palavras de protesto a varar sculos

    21Feira do Conhecimento: O descobrir palavras na Arca de Vincius

    22Feira do Conhecimento: A magia das palavras nos poemas infantis

    23 Feira do Conhecimento: Brincando com as palavras em cantigas e parlendas

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    Feira do Conhecimento: Acreditar, provocar e colher

    Encontro de Corais: Vozes da Amrica Latina

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    Dia dos Pais: Caf, Prosa & Msica, que ideia maravilhosa!

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    PARLENDA EM CORES Rei capito, soldado ladro, moa bonita do meu corao: trecho da parlenda ilustrado pelos alunos Nicoly de Oliveira Borges e Zadrik Tibiri Silva dos Santos (F12). J Yarah Dias da Silva Lucas, da mesma turma, tomou como inspirao o trecho de outra parlenda: quem cochicha, o rabo espicha, quem reclama, o rabo inflama.

    Alunos e professores do Curso G9 aceitaram o desafio de navegar na diversidade e na beleza de nosso idioma a fim de apresentar a toda comunidade, na Feira do Conhecimento de 2015, o quo rica e importante a Lngua Portuguesa. Iniciaram a viagem por mares h muito navegados com a colaborao das lnguas celta, grega, rabe, galega e, sobretudo, a lngua latina. Atravessaram os oitocentos anos da ltima flor do Lcio com a preciosa colaborao de poetas e escritores medievais, clssicos e modernos.

    Partiram do sculo XIII com a certido de nascimento da Lngua Portuguesa redigida por D. Afonso II. Conheceram suas irms neolatinas, as lnguas espanhola, francesa, italiana, rome-na. Cruzaram, no sculo XV, com a Barca do Inferno e a trouxeram para os mares turvos do sculo XXI. Visitaram, no seiscentismo, a praia do Restelo e se abasteceram com as sbias palavras de um velho senhor, mais tarde complementadas pelas crticas nas Cartas de Critilo a Doroteu. Gil, Cames e Gonzaga retratam com maestria as mazelas dos dias atuais.Em seu dirio de bordo, constam as aventuras nas caravelas lusitanas rumo s ndias e suas estadias nos portos da frica, da Amrica e da sia, continentes em que a Lngua Portuguesa deixou sua preciosa herana em 10 pases.

    Em abril de 1500, leram a Carta de Caminha, documento oficial de nascimento do maior pas lusfono: o Brasil. A partir da, os navegantes participaram de uma grande transformao da Lngua Portuguesa, enriquecida com palavras indgenas, africanas, francesas, italianas, inglesas; os regionalismos; os dialetos; as grias e, at, o internets . Eles a chamaram de Portugus brasileiro. Convidaram para abrilhantar as reunies no convs os ilustres: Alencar, Machado, Oswald, Mrio, Chico, Adlia, Rosa, Manuel de Barros, Mia Couto e Fernando Pes-soa. Drummond e Saramago deixaram registrado que essa fantstica viagem s foi possvel porque o aluno A ajudou o aluno B que ajudou o professor C que ajudou a professora D que ajudou o aluno E que ajudou os demais alunos que foram ajudados pelos demais professores e formou-se assim a rede interdisciplinar do projeto pedaggico da Feira do Conhecimento de 2015 cujo tema 8oo anos da Lngua Portuguesa: do latim ao internets proporcionou grande troca de saberes.

    Maria Aparecida FernandesDiretora Pedaggica

    Gnovidade uma publicao quadrimestral do Curso G9.Envie sugestes, textos e fotos para gnovidade@curso-g9.com.br

    GNOVIDADEExpediente

    Gnovidade uma publicaoquadrimestral do Curso G9.Envie sugestes, textos e fotos paragnovidade@curso-g9.com.br

    Direo PedaggicaMaria Aparecida Fernandes

    Direo de PlanejamentoGiovanni Henrique Faria Floriano

    Direo AdministrativaHilson Hliz Dias Perlingeiro

    Conselho EditorialEstela Maria de Oliveira (Ensino Fundamental II), Marcia Gil de Souza (Ensino Mdio e Pr-vestibular), Nilceia J. Ribeiro C. Pereira (Educao Infantil e Ensino Fundamental I) e Ceclia C. R. Passos (Marketing)

    Jornalista ResponsvelBill Souza - (MTB 25.949 SP)

    Fotos:Bill Souza, Rafael Melo e Victor Bourdon

    Projeto GrficoContexto Assessoria em Comunicao(35) 3622-6827 e 8828-0861

    Capa:Foto: Victor Bourdon

    Nos passos da Lngua, prosa e poesia

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    Caf, Prosa & Msica, que ideia maravilhosa!

    O evento em ho-menagem aos Dia dos Pais , Caf, Prosa & Msica, reuniu depoimen-tos de alunos, apre-sentaes musicais, passeio de bicicleta e um bate-papo com psiclogo Jos Ronaldo Gonalves de Faria, pai da aluna Mirian Hono-rato Rodrigues de Faria (Turma F82), em 29 de agosto. Os objetivos das atividades foram valorizar os pais, aproximar as fa-mlias da vida escolar dos filhos e promover momentos de lazer e descontrao. As declaraes de Filho para Pai foram feitas pelos alunos Ana Lusa Duarte da Fonseca (Turma F52), Fernando Kauan Santos Costa (Turma F61), Maria Cecilia de Carvalho Mendona (Turma M12) e Guilherme Au-

    gusto Carvalho Camandu-caia (Turma M31)

    DIA DOS PAIS

    Quatro histrias, quatro mo-mentos deliciosamente emo-cionantes vividos na manh de 29 de agosto, no Curso G9, em comemorao ao Dia dos Pais. Foi uma homenagem simples, mas muito marcante. Ouvir aqueles depoimentos dos alunos sobre o Pai me fez ir ao passado, lembrar de meu Pai e me sentir extrema-mente emocionada. Creio que isso aconteceu com todos.

    Ouvir os depoimentos me fez pensar em como esses alunos so especiais porque possuem pais especiais. Hoje, as estruturas familiares esto bastante modificadas, mas esses alunos possuem pais envolvidos e presentes na

    vida de seus filhos.s vezes, nosso dia a dia passa

    to rpido, nossa vida passa como uma brisa que, de repente, j foi e no percebemos como, para o filho, uma boa noite, um bom dia, sentar-se mesa na hora do almoo (e que privilgio poder fa-zer isso com os filhos) e perguntar como foi o dia ficam na memria. Os depoimentos mostraram isso.

    Depois um momento de des-contrao e reflexo com o psi-clogo Jos Ronaldo que no me fez perceber o tempo passar. Foi muito bom mesmo!

    E o que ficou? Conseguimos conquistar nossos filhos com nosso exemplo? Cumprir sempre o que dizemos? Ter atitudes sem-

    pre coerentes? Somente atravs de nosso exemplo que teremos autoridade e crdito nas diversas situaes do dia a dia e tambm nas situaes mais complicadas. No tem erro! Se formos assim, nossa imagem ser refletida em nossos filhos!

    Parabns G9 pela manh gra-tificante! Parabns aos Pais pelo dia e pelos filhos to maravilhosos!

    Mais fotos do evento

    Marlia Gil de Souza Professora de Geografia do 9 ano Ensino Fundamental II Professora Ensino Mdio e PV Av da aluna Maria Eduarda (Turma F31)

    Fernando Kauan Aluno do 6 ano Ensino Fundamental II (Turma F61)

    Meu pai, meu amigo

    Meu nome Fernando. Hoje vou falar da minha famlia que um pouco diferente. Meus pais so divorciados, e eu moro com minha me.

    Meu pai se casou novamente e hoje eu tenho uma irm de seis anos. Algumas pessoas me per-guntam se eu gosto mais da casa de minha me ou da casa de meu pai. Na verdade, gosto das duas, a nica diferena entre elas, so as pessoas com quem eu convivo.

    Bom, muitos pais, que vivem nessa situao, acham que no participam da vida do filho, mas no bem assim! Voc especial para ele de qualquer forma!

    Mesmo no morando na mesma casa, voc especial para seus filhos. Todo filho sabe que o pai pensa nele, tem afeto e carinho por ele. Sabe que toda manh, ele pensa em voc e se preocupa, pensando como voc est naquele momento!

    Ser pai no s morar junto e dar abrao toda manh (Isso seria timo, claro). Ser pai se preocu-

    par com seus filhos em momentos de dificuldades e de tristezas. tambm ter a responsabilidade de cuidar do filho.

    E como eu no sou pai, sou apenas filho, quero dizer que ser filho poder contar com seu pai no momento em que voc precisa, abra-lo quando ele est triste! , principalmente, estar com ele, e am-lo.

    O mais importante um aju-dar o outro, um contar com o ou-tro, pois assim que se estabelece uma boa relao entre pai e filho! E essa relao tem que ser eterna, para que, desde a infncia at a fase adulta, ns sejamos amigos, fieis um ao outro e principalmente confidentes.

    Pai, eu quero que saiba que voc especial, pois voc meu amigo, meu companheiro, a pes-soa com quem eu posso contar nos momentos de dificuldade! Obrigado pelos sacrifcios que voc fez por mim, pelos abraos e conversas! Te amo. Meu pai, meu melhor amigo!

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    Ana Lusa Duarte da Fonseca Aluna do 5 ano Ensino Fundamental I (Turma F52)

    Maria Cecilia de Carvalho Mendona Aluna do 1 ano Ensino Mdio (Turma M12)

    Ygor Lucas Gomes da Costa Aluno do 1 ano Ensino Mdio (Turma M12)

    Pai, o nosso heri, o nosso porto

    seguro. Podemos contar com ele em

    todas as horas. No importam as dificulda-

    des, nunca deixa nada faltar.Sempre d jeito em tudo.Ateno, amor e carinho tem

    de sobra em seu corao.Outra pessoa muito especial

    o nosso segundo Pai: o av.Aquele que tambm se preo-

    cupa conosco.Longe ou perto, est sempre

    presente.Aconselhando, rezando por

    ns e torcendo para que tudo d certo em nossa vida.

    Imagine! Ser pai e av.Quanta experincia de vida

    ele tem para nos contar.Amor e carinho, em dobro.Neste dia, to especial, ns,

    filhos e netos, agradecemos por tudo que fizeram e fazem por ns todos os dias.

    Deus os abenoe sempre!Continuem sendo essas pes-

    soas maravilhosas que so e cumprindo essa misso to im-portante.

    Dedico esta mensagem a to-dos os pais e av s aqui presentes, especialmente para os melhores do mundo: os meus!

    Amo vocs!

    Pai, quando ramos ainda muito pequenos, achvamos que era o nosso heri, talvez um heri de histrias em quadrinhos, aque-les que defendem as mocinhas, salva o mundo, prende bandidos e mata monstros. Mas, hoje, seu papel bem diferente embora continue heri.

    Heri por nos acordar toda manh na hora certa, heri por aguentar nossas bobeiras. Heri por nos amar do jeito que so-mos, por nunca desistir de ns. Vocs, pais, so aqueles que nos defendem, nos dizem no, nos aconselham e nos ensinam.

    Existem diversos estilos de pai, alguns mais fechados, que trabalham muito e por isso os vemos poucas vezes. Outros que esto sempre dispostos para fazer alguma piada, querendo alegrar nossos dias. E tambm aqueles que, mesmo distantes, nunca saem do nosso corao. O nico sentimento que no muda em todos os pais o amor imenso

    por ns, amor que ultrapassa qualquer barreira, amor que os faz verdadeiros heris.

    Hoje, agradeo, em nome de todos os filhos, por tudo o que re-presentam em nossa vida. Obriga-da por serem presentes para ns, por nos darem o melhor exemplo. Obrigada pelo amor, pela dedica-o e pelo companheirismo.

    Obrigada pela amizade de todas as horas. Por nos orientar, mostrar o melhor caminho; cami-nho agora no mais feito de passi-nhos, mas de lutas, de incertezas, de sonhos, de esperanas.

    Obrigada pai, por mais este ano ao meu lado.

    O nosso carinho a todos os outros pais.

    O churrasco do Curso G9, j tradicional, foi um momento de extrema interao e contato en-tre todos os alunos, pois, afinal, estvamos iniciando o segundo semestre e comemorando as atividades do primeiro, como a Gincana que foi muito gostosa.

    Durante o almoo, nos es-palhamos por todo o colgio, cada um procurando um lugar para se aconchegar com os amigos.

    Fomos muito bem servidos com fartura e boa comida, com a ateno de todos os funcion-rios, com limpeza e organizao e muita gentileza e sorriso no rosto.

    Alm do excelente chur-rasco, ouvimos durante todo o tempo uma agradvel msica executada por alguns membros da Orquestra Experimental. As msicas foram dos mais varia-dos estilos, atendendo a todos os gostos.

    Aps a refeio, grande parte dos alunos continuou na escola, o que proporcionou uma divertida tarde de conversas, brincadeiras e jogos coletivos.

    Esse almoo deixou eviden-te a unio dos alunos e como sadia e agradvel nossa relao com a escola.

    Meu pai, meu av

    Pais de toda hora, toda cor, todo jeito

    Juntar amigos em

    rodas de conversa

    Fotos do Churrasco

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    Xadrez: o aprender em tabuleiros

    Mais uma vez viajei para defender as cores do G9 na modalidade Xadrez. Era a fase estadual dos Jogos Escolares de Minas Gerais (JEMG), fui com outros colegas para Uberaba, no Tringulo Mineiro.

    O campeonato teve vrias ca-tegorias: Mdulo I e II, Feminino e Masculino, com uma mdia de 24 competidores em cada categoria, de diferentes regies do Estado.

    O caminho para chegar at a no foi fcil. Tivemos que passar pelas etapas Municipal, Micror-regional e Regional. E em cada fase vivamos ansiedade, alegria, determinao e, principalmente, orgulho em superar todos esses sentimentos e sairmos vitoriosos.

    Ter a oportunidade de parti-cipar e conquistar uma boa colo-cao em um campeonato desse nvel muito gratificante. Cada

    etapa e cada passo nos ajudam a amadurecer. Olho para trs e concluo que todos os treinamen-tos e experincias vividos em campeonatos passados ajudaram a alcanar grandes resultados e a adquirir certa maturidade em jogo, que s vm ao longo do tempo.

    Todos podem e conseguem aprender a jogar xadrez. Porm, receber um grande suporte e apoio do colgio um fato em especial, pois a escola apoia e incentiva esse esporte que traz muitos benefcios ao praticante.

    O projeto de Xadrez no G9, durante esses cinco anos de in-centivo, abriu-me vrias portas que permitiram conquistas e muita aprendizagem.

    timo ver como isso funcio-na para vrios alunos de diferen-tes idades.

    Ana Ceclia de Souza Faria Floriano Aluna do 2 ano Ensino Mdio (Turma M21)

    CONQUISTAS NO ESPORTE

    Guilherme Rafael Schumann Carvalho Aluno do 1 ano Ensino Mdio (Turma M11)

    Tudo comeou, neste ano de 2015, com uma folha que a coor-denao pedaggica passou em sala na qual constava opes dos esportes oferecidos pelo Curso G9 para o ensino mdio. Eu tinha que escolher qual esporte desejaria fazer para as aulas de Educao Fsica. Escolhi praticar o Wushu.

    Treinei durante cinco meses, s quartas-feiras, apenas no G9, depois o professor Slvio Kato me falou sobre o Campeonato de Wushu Kung-Fu e perguntou se eu desejaria participar. Aceitei o convite e me inscrevi.

    Na semana seguinte, aps a proposta do campeonato, fui

    chamado para treinar mais inten-samente na academia. Dediquei--me muito e acabei tomando mais gosto pelo esporte.

    Aps um ms de treinos mais pesados, chegou o dia do Campe-onato. Vesti uma roupa caracters-tica e fui para o local de apresen-taes. Fiquei muito nervoso e observei com ateno as pessoas com quem eu iria competir.

    Depois do tempo de adap-tao ao lugar de apresentao, fui logo chamado. Apresentei-me com muito foco. Fui classificado em segundo lugar, graas minha dedicao e confiana do profes-sor Slvio no meu potencial.

    Wushu, na cadncia e leveza dos movimentos

    A aluna Ana Ceclia, uma das medalhistas da Fase Estadual do JEMG

    Guilherme, com o professor do G9, Slvio Kato e sua esposa Lcia, e a aluna Yasmin: todos medalhistas no XXIV Campeonato Mineiro de Wushu Kung-fu

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    PRTICA PEDAGGICA

    _ Pode usar o celular, profes-sora Francisca?

    _ Celular em sala de aula proibido, Margarida.

    Ah, quantas vezes vocs j devem ter vivenciado essa si-tuao! Na gesto de uma sala de aula do sculo XXI, o grande desafio est sendo aliar tecnologia e aprendizagem, despertar a moti-vao dos alunos e a sua interao com o grupo. Resolvi encarar o desafio e usar a tecnologia para ensinar atravs de aplicativos que os alunos baixam no celular.

    Pedi a eles que trouxessem o celular. Todos ficaram admirados.

    _ Agora pode usar o celular em sala, professora? Que delcia!

    _ Pode sim, mas o uso vai ser pedaggico. Vocs vo gostar.

    Trabalhei construo e an-lise de grficos das funes do 1 grau e do 2 grau, usando o aplicativo Funo Grfico Plot-ter para que os alunos constru-ssem seus prprios conceitos. A primeira tarefa era baixar o aplicativo no prprio celular. Alguns baixaram o Plotter, outros j foram para aplicativos mais avanados como Curve Plotter, Function Plot e Ezy Graphs. O aluno Giovany Rotella, da Turma M11, foi um dos que baixou um aplicativo avanado.

    E o dia chegou. Os alunos

    estavam eufricos. Comeamos a trabalhar e, de repente, trava tudo! O que fazer? Segui o sbio conselho dos alunos, experts em tecnologia: - desligue o ce-lular, professora. Desligamos e ligamos novamente, deu certo. Oba! Esse aplicativo avanado melhor e mais fcil, professora, disse o Giovany. E a partilha se fazia presente constantemente.

    Alguns no tinham celular com recurso para essa funo, ento fizeram o estudo em grupo. Tive uma aluna que no quis apren-der usando a tecnologia. E os obstculos e facilidades foram aparecendo, alegrando-me e me surpreendendo. Professora, essa aula foi massa, disse o caro, da M12. Que delcia ouvir isso!

    E a aula foi essa troca gos-

    tosa entre professora e aluno, um aprendendo com o outro, motivados, atuantes, interagindo intensamente, superando todos os desafios que aulas nesse con-texto impem. O tempo me dir os resultados, mas acredito que um dos caminhos para as aulas no sculo XXI seja esse. E, de quebra, resolvemos o eterno problema do uso do celular durante as aulas.

    Francisca I. de A. Batista Professora de Matemtica do 1 ano Ensino Mdio

    Cynthia Siqueira Corra e Jos Mrio da Silva Nascimento Alunos do 3 ano Ensino Mdio (Turma M32)

    Uso de aplicativos nas aulas de Matemtica

    Alunos da Universidade Fede-ral de Itajub (Unifei) estiveram no Curso G9, em agosto, para apresentar um projeto que est sendo desenvolvido por eles na universidade. O aluno que quer fazer parte do projeto se submete a uma avaliao dos membros da equipe que monta um carro. Esses candidatos tm que ser estudan-tes da Unifei.

    O projeto chama-se Frmula SAE, baseia-se na construo de

    um carro de corrida e coloca em prtica fundamentos vistos em sala de aula. A equipe conta com o apoio da universidade e com patrocinadores que ajudam na confeco e na doao de algumas peas, pois se trata de um projeto muito caro.

    Hoje, eles contam com um carro de motor combusto de 600cc, que j est em funcio-namento e participa de compe-ties. Eles esto trabalhando

    tambm com um motor eltrico para competir em outra categoria. As competies no so apenas corridas, so provas que avaliam a performance do carro, como velocidade, agilidade e menor consumo de combustvel, por exemplo.

    Conhecer um pouco esse projeto foi muito bom para ns e o objetivo da palestra foi alcanado. Alm de ser muito interessante, despertou nossa curiosidade para

    o assunto, dando-nos uma grande vontade de conhecer mais esse tema, o curso e a universidade. A palestra tambm nos deu a opor-tunidade de conhecer melhor o funcionamento dos cursos de En-genharia, os projetos curriculares que existem e dos quais podemos fazer parte para enriquecer nosso currculo, para adquirir mais co-nhecimento e para nos informar melhor sobre o trabalho de um engenheiro na prtica.

    Bate-papo com alunos da Unifei

    A surpresa foi a primeira reao, depois veio o participar da aula com brilhos nos olhos: a tecnologia como aliada em sala de aula

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    CAPACITAO

    Vontade de saber, aprender, partilhar

    O professor nunca pode deixar de ser aluno. Quando ele perde a vontade de aprender e de se renovar, deve repensar sua profisso. O Seminrio de Atualizao de Professores, re-alizado em agosto, na Facamp, lembrou-me de como bom me sentar em uma cadeira de sala de aula e ouvir, entrar no mundo do professor, receber dele ensinamento, experincia, conhecimento.

    A primeira palestra do dia era intitulada Desafios e dificul-dades do professor de Portugus do Ensino Mdio, ministrada por Jos Hamilton Maruxo Jr., professor e escritor de livros didticos. Com a imensa res-ponsabilidade de substituir o to esperado Zuenir Ventura, jornalista e escritor, que no pde comparecer ao evento, o professor fez de sua palestra uma conversa em que professo-res de todo o Brasil trocavam ex-perincias. confortante saber que as dificuldades pelas quais passamos no so exclusivas de nosso meio ou de nossa escola. Melhor ainda concluir que

    todas as dificuldades sero cer-tamente superadas, pois outra caracterstica que um professor deve ter e manter a esperana. inspirador sair de uma palestra com a impresso de que pode mudar o mundo. Ser mesmo s impresso?

    Severino Antnio, escritor e educador, foi quem ministrou a segunda palestra da rea de Ln-

    gua Portuguesa, cujo tema era: Leitura, Interdisciplinaridade e Autoria: Uma escrita potica e digo sem hesitar que foi uma das melhores palestras a que assisti na vida. O professor deu uma aula sobre como dar aula. Pro-vocou em ns, participantes, a vontade de aprender, de mostrar poesia aos nossos alunos com paixo. Sa de l pensando em

    versos, em imagens, em mlti-plas leituras, com aquela ansie-dade de mostrar o que aprendi, de no guardar para mim todo aquele conhecimento. Pensando bem, essa outra caracterstica inerente ao professor: a vontade de passar o que sabe to gran-de quanto a vontade de saber. O professor no cabe em si, ele transborda.

    Bruna Carvalho de Moraes Professora de Lngua Portuguesa 1 ano Ensino Mdio

    Victria Braga de Azevedo Aluna do Pr-Vestibular

    Professor, companheiro das horas e sonhos

    Em oito anos que estudo no Curso G9, tive aulas com quarenta e seis professores. Cada um com suas caracte-rsticas particulares: contar piadas, criar letras, fazer design diferente no quadro. Durante a vida de estudante, passamos mais tempo em sala de aula do que na nossa prpria casa e convivemos mais com os professores do que com nossos pais. Acaba surgindo uma relao de amor e carinho, diferente de

    qualquer outro sentimento no mundo. Diferente do amor entre amigos, irmos, namorados, pais e filhos, um amor de professor e aluno.

    Eles so to magnf i -cos no que fazem, que ns, alunos, gostaramos que o mundo todo os conhecesse para ver o quo geniais e maravilhosos so. J eles, professores, torcem, ensi-nam, puxam a orelha, fazem piadas, compem msicas

    com a matria, fazem de tudo para que possamos che-gar o mais longe possvel, e conquistar os nossos sonhos.

    A pacincia uma vir-tude, e todos eles foram agraciados com ela. A mes-ma pergunta pode ser feita trinta vezes (menos!) que eles iro explicar de manei-ras diferentes para que, de algum modo, entendamos o que ensinam. Como fun-ciona o Ciclo de Krebs? O porqu da fora normal se

    anular com o peso. Por que, cargas dgua, no se separa sujeito e predicado com vrgula? Nem mencionemos as etapas interminveis para se descobrir o X da questo, literalmente?

    A palavra que se destaca neste dia, especialmente de-dicado a vocs, professores, obrigada. Por dedicarem sua vida a ensinar, transmitir todo o conhecimento que vo-cs obtiveram. Muito, muito obrigada.

    Grupo de professores e funcionrios que participou do seminrio de atualizao pedaggica em Campinas

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    PRTICA PEDAGGICA

    S possvel o filosofar em alemo?

    O que ensina a Filosofia? Uma das maiores autoridades do pensamento filosfico no sculo XIX, Immanuel Kant, se tornou clebre por afirmar que no se ensina a filosofia, ensina-se o filosofar. No quero contrariar o grande mestre, mas Kant viveu em um contexto em que o pensamento filosfico estava restrito ao crculo acadmico. No contexto atual, de obrigato-riedade do ensino da disciplina na educao bsica, a proposta kantiana encontra desafios, pois no s o ambiente de ensino se transformou, mas as prprias necessidades que orientam o ensino.

    A mentalidade mercadol-gica atual aplicada educao se coloca como verdadeiro obs-tculo ao ensino do filosofar. Nesse contexto, a pergunta inicial se reformula: o que pode ensinar a Filosofia? O modelo conteudista obriga o ensino de Filosofia a se focar na exposio terica dos autores filosficos. Kant estaria decepcionado, pois essa uma prtica acrtica que no estimula a reflexo, a apli-cao de contedos leitura da realidade e sua transformao.

    Preocupado com a forma-o humana de seus alunos, e buscando um ensino de Filosofia que no contemple apenas as necessidades momentneas exigidas nos vestibulares, o Curso G9 adotou, a partir do terceiro bimestre, um processo de recuperao diferenciado para a disciplina. Ao invs de reproduzir a frmula: aula ex-positiva prova conteudista, a escola possibilita aos alunos em dificuldade um recuperar em ao, proposta de usar a Filo-sofia para o desenvolvimento de habilidades e competncias a partir da leitura direta de textos filosficos e de debates sobre situaes-problema nas quais os contedos possam ser aplicados.

    O professor avaliar, para efeito de nota, a memorizao, a interpretao e a argumen-tao dos alunos, criando um ambiente favorvel assimila-o de contedos por prticas pedaggicas diversificadas que o ambiente de sala de aula no permite. Pretende-se, assim, sair do senso comum do ensino de Filosofia. Mais do que agradar a Kant, dar aos nossos alunos os recursos necessrios para que, em qualquer momento de sua vida, consigam compreender o mundo, localizar-se nele e agir de forma consciente e coerente. Portanto, ensinar o filosofar coa-duna o projeto pedaggico da es-cola: educar para transformar.

    Petrus Ferreira Ricetto Professor de Filosofia e Histria Ensino Mdio

    OLHAR HISTRICO Argumentao, raciocnio lgico, oratria e tcnica em pesquisa foram algumas das habilidades trabalhadas pelos alunos do 9 ano do Ensino Fundamental II do Curso G9 durante a preparao e execuo de um Jri Simulado. A tradicional atividade, realizada todos os anos na disciplina de Histria, trabalhou o tema a Era Vargas. A proposta que os alunos pesquisassem o assunto, buscassem novas informaes, montassem defesa e acusao, levassem testemunhas e reunissem provas. Houve a participao e colaborao de familiares, diretores, alunos de outros anos e, tambm, de ex-alunos do G9 que se dividiram em papis de jurados e testemunhas.

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    Captulo 2015

    Eu escrevo certo por linhas tortas. Depois do ponto final que coloquei na novela da Terra, resolvi escrever uma pequena concluso para encerrar de vez Minha pesquisa sobre experi-ncias sociais que foram pelo mesmo caminho de Judas.

    Os criei a partir do barro, o que, confesso, no foi uma boa ideia, pois no fim ao p retorna-

    ram. Mas no sem antes destruir o belo jardim que deixei para eles viverem.

    Tudo comeou com aquela cobra que criei acidentalmente, num momento de estresse, quan-do Ado e Eva no conseguiam entender minhas lies sobre amor e respeito. Da em diante as coisas foram de mal a pior; eles passaram a matar os animais e uns aos outros, iludidos pelo poder da dominao. Resolvi, ento, dar um banho de gua fria em toda aquela gente.

    Pensei que eles haviam aprendido a lio, mas, nos anos que se seguiram, os erros vol-taram a se repetir. Portanto,

    eles foram responsveis por seu prprio fim.

    Mas uma coisa Me deixou intrigado, em meio a tantas es-colhas e atitudes erradas, alguns deles, ao longo dos vrios anos da existncia humana, ainda tinham esperana. Esse sentimento os uniu, passaram ento a lutar por um mundo melhor e, apesar de todas as barreiras, nunca duvida-ram de que tudo poderia mudar.

    E pela esperana dessas pessoas que Eu no consigo terminar minha concluso. Pois, aps um ponto final, h sempre a possibilidade de se escrever um novo pargrafo; ento, quem sabe no reescrevo essa histria.

    Isabela Carvalho Oliveira de Almeida Aluna do 1 ano Ensino Mdio (Turma M11)

    Nicole Carvalho de Souza Aluna do 2 ano do Ensino Mdio (Turma M21) Equipe Gina do Palito

    FICA

    Olimpada de Histria: a essncia

    em uma narrativa de vida

    Quando estvamos realizan-do uma das atividades para a prova da Olimpada de Histria, ainda em maio, minha equipe se deparou com o mesmo sen-timento, todas disseram: Cara, seria muito bom se a gente fosse para a Unicamp. E, assim, acho que previmos o futuro, pois uma grande porta da felicidade se abriu quando recebemos a no-

    tcia de que nossa equipe tinha sido classificada para a fase final da ONHB. O sentimento parecia no caber dentro de ns, foi uma sensao realmente inexplicvel.

    Logo fomos acolhidos com carinho e competncia pela professora Patrcia Ribeiro, a qual nos passou livros, dossis e revistas para o nosso apro-fundamento no tema. Tivemos

    reunies, debates e discusses sobre preconceito, que foi o tema central dessa olimpada. Esse assunto foi muito provei-toso, visto que comportamento to frio e inaceitvel ainda se apresenta, muitas vezes, em nosso cotidiano.

    A partir disso, seguimos para Campinas, para a to esperada fase final. Com uma mistura de

    felicidade, medo e coragem, enfrentamos diversas equipes, to fortes quanto as nossas (lem-bro que o G9 teve trs equipes selecionadas para a fase final). Embora no tenhamos conquis-tado uma medalha, o mais emo-cionante foi sentir a essncia de vrios Estados em um s lugar e se arrepiar junto com a vitria de equipes to competentes.

    Trs alunas do Curso G9 foram premiadas no con-curso intitulado Narrativas do Fim, promovido pelo FICA (Festival Integrado de Cultura e Arte). So elas: Isabela Carvalho Oliveira de Almeida, do 1 ano do Ensino Mdio (Turma), na categoria Crnicas, e Lour-des Caroline Ribeiro San-ches da Silva (Turma M22) e Giulia Marra DMartins (Turma M21) ambas do 2 ano , na categoria Charges. O objetivo do concurso foi estimular os estudantes das noves cidades participantes a criar obras com o tema: E depois do fim? A premia-o foi entregue na Mostra Literria, em Gonalves, em 30 de agosto. Isabela teve apoio da professora Bruna Machado Moraes, e Lourdes e Giulia, da pro-fessora Tereza Francisca de Siqueira Montalvo.

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    lia M

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    O desvendar da mama frica

    Bruna Xavier Medeiros Professora de Histria e Geografia 7 ano do Ensino Fundamental II

    Professora Lcia Marques Professora de Msica Educao Infantil e Ensino Fundamental I

    PRTICA PEDAGGICA

    Flauteando pelos cantos do G9

    O que eu sei sobre a fri-ca? Essa foi pergun-

    ta inicial do trabalho i n te rd i s c i p l i n a r

    real izado pela Turma F72 no 2 bimestre. Mas afinal o

    que sabemos sobre a frica? Ser que ainda a confundimos com um pas? Ser que sua histria comea com a chegada dos portugue-ses? Ou o que

    vimos em filmes ou

    l e m o s

    sobre as mazelas de seu povo nos tm mantido ignorantes e afastados da realidade desse continente?

    Essa obscuridade se chama single-story, que, em outras pa-lavras, significa, verso nica. Ela resulta da falta de credibilidade que temos dado aos artistas e intelectuais africanos quando desacreditamos na capacida-de narrativa deles. Sem essa barreira, haveria histrias em abundncia para escolhermos. A fim de fugirmos desse lugar comum, precisamos revisitar a frica. Uma dica para instigar os alunos foi assistir ao filme Kiriku e a feiticeira, que, devido gran-de receptividade, tem gerado muitos comentrios.

    E s s e f i l m e narra a histria de um me-nino destinado a salvar seus familiares da terrvel feiticeira Karab que havia secado a fonte dgua, devorado todos os homens e exigido as joias das mulheres. Para alcanar seu objetivo, Kiriku enfrenta vrios perigos, alm de ter de superar a raiva e o rancor que sente por Karab, pois essa uma condio para salvar sua famlia.

    A produo musical nas aulas de flauta doce sempre uma descoberta surpreen-dente:

    _ Tia, olha estou conse-guindo o som do d grave!

    _ Tia, escute a msica que eu fiz?

    _ Gente, olhem o amigo conseguiu, diz Gabriela na aula realizada em pequenos

    grupos, nos quais um aluno motiva o outro a tocar corre-tamente.

    Fizemos um flauteando pelo G9 em pequenos gru-pos, estimulando o respeito ao fazer do outro, ao espao do outro e, principalmente, lembrando aos alunos que o bom desempenho do grupo depende da unio de todos.

    Ao assistirmos ao filme Kiriku e a feiticeira, aprendemos muito sobre os costumes, as lendas, o modo de se vestir, as supersties e a coragem do povo africano. Com base em nossos estudos, percebemos que a histria da frica no gira em torno da escravido, da fome e do sofrimento, mas sim da cultura, da alegria e da persistncia.Anna Lara Oliveira Pinto e Luma de Oliveira DiasAlunas do 7 ano Ensino Fundamental II

    (Turma F72)

    Cartaz de divulgao do

    filme Kiriku e a feiticeira

    Hora de assoprar e dedilhar as notas na flauta doce

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    2015 O talento e a emoo dos

    coros de vozes arrancaram aplausos e elogios do pblico presente nas apresentaes realizadas durante o Encontro de Corais no Curso G9 Vozes Abertas da Amrica Latina, em 26 de agosto. O encontro uma extenso, em Itajub, do Festival e Concurso Inter-nacional de Corais (Ameride), realizado em So Loureno.

    Parceiro do evento h trs anos, o Curso G9 busca promo-ver intercmbio cultural por meio da msica e da arte entre os alunos da escola e os visitan-tes dos corais participantes do festival. As apresentaes so abertas comunidade.

    O Encontro de Corais foi aberto pela Orquestra Expe-rimental do Curso G9, regida pelo maestro Joo Csar da Silva. Logo a seguir, houve a apresentao do Coro G9 Em-Canto, sob a regncia da ma-estrina Ana Lusa Fernandes. Ainda foram recebidos dois corais internacionais: Sexteto Ad Genua, do Chile, regido pelo maestro Andrs Bahamondes, e o Grupo Coral Matiz Vocal, da Venezuela, que tem como regente o maestro Luis Mon-tesinos.

    Para a aluna do 5 ano do Ensino Fundamental l, Sofia Silva Conssigno-li Marx, apresentar no Ameride foi uma experincia muito importante para o aprendizado e cres-

    cimento dos participantes. Gostei bastante que o G9 tenha proporciona-do essa oportunidade para ns. Realizar esse encontro entre alunos, professores e os corais internacionais beneficia a todos. Alm de co-nhecer novas pessoas,

    desenvolvemos nossa res-ponsabilidade e segurana

    para apresentar em pblico, contou.

    ABERTURA - A abertura do Festival deste ano acon-teceu na Igreja Matriz de So Loureno, com a apresentao da Orquestra Experimental do G9, em 24 de agosto. Foi a primeira apresentao fora

    dos palcos do colgio porque, nas duas edies anteriores, a Orquestra se apresentou no G9. J o Coro G9 EmCanto fez sua segunda apresentao em So Loureno, dia 28, como uma das atraes do Concerto Social, que foi realizada na Catedral de Bambu, no Parque das guas.

    Vozes da Amrica LatinaRafael Melo Assessoria de Comunicao

    ENCONTRO DE CORAIS

    Ficamos felizes em trazer um pouco da

    nossa cultura e conhecer a cultura brasileira por

    meio da msica. Os jovens que esto participando

    desse momento levaro a experincia para vida toda.

    Lus MontesinosMaestro do Coral

    Matiz Vocal

    Foi realmente maravilhoso estar aqui. Fiquei encantada pelo trabalho desenvolvido

    com esses jovens aqui no G9. Tivemos uma troca

    muito rica.Carolina Martnez

    Contralto do Sexteto Ad Genua

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    Ana Lusa Fernandes Maestrina do Coral G9 EmCanto

    EmCanto no palco: cantar, aprender

    Agosto foi muito significa-tivo ao canto coral de nossa escola. Nossos alunos tiveram a oportunidade de se enrique-cer entrando em contato com grupos de outros pases e de diferentes culturas atravs do Ameride-2015.

    Nossa escola, parceira nes-se projeto, nos proporcionou essa possibilidade, esse alimen-to, esse presente!

    Compreender a msica do prximo o primeiro pas-so para o aprimoramento da prpria tcnica. Assim, a parti-cipao do grupo no Ameride foi um passo muito importante na nossa formao, pois nos engrandecemos imensuravel-mente e nos alimentamos de cultura, palavra to esquecida em meio a tantos problemas polticos e sociais.

    Pudemos compartilhar nossas riquezas culturais como a msica de Uiles de Moraes e Gildes Bezerra, poeta e compo-sitor da nossa cidade, e ainda mostrar um pouquinho da msica popular brasileira com Tom Jobim e L Borges.

    A msica eleva nosso ser e nos transforma. Nos ensina a perceber o outro, ser soli-drio e internalizar valores imprescindveis ao convvio em sociedade. Parabns ao Curso G9 pela iniciativa e pelo investimento na formao do cidado como um todo. A m-sica , sem dvida, ferramenta de transformao!

    realmente lindo ver uma iniciativa que leva esse tipo

    de apresentao a todos e cria uma oportunidade nica para que os

    jovens tenham contato com corais internacionais. Os alunos ficam bastante entusiasmados, aprendem bastante e se sentem valorizados em poder mostrar seus talentos. Esse incentivo msica muito importante para desenvolver e

    disseminar nossa cultura.Eliene de Carvalho Simes

    Me do aluno do 8 ano do Ensino Fundamental II,

    Felipe Monteiro (Turma F82)

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    Daniel de Lima Nogueira Aluno do 1 ano Ensino Mdio (Turma M11)

    HANDEBOL

    Meninos e meninas em quadra: pura diverso

    O 1 Torneio Interno de Handebol Misto, promovido pela Liga de Handebol Misto do Curso G9, foi um evento esplndido o qual envolveu participantes de diversas idades e turmas.

    A boa notcia que podia misturar meninos e meninas e tambm alunos do Ensino Mdio e do 9 ano do Ensino Funda-mental II. Isso foi muito bacana.

    Quando o torneio foi divul-gado, houve um grande entu-siasmo na organizao de times de meninos e meninas. Eu e alguns colegas montamos uma equipe e foi muito divertido, a

    Equipe Touro Vermelho. Times assim fazem com que se tenham equipes no s superiores, mas tambm incorporadas por ami-gos e amigas.

    A iniciativa foi contagiante e revelou bons jogadores para as competies externas, como os Jogos de Primavera, alm de ter fortalecido o esprito esportivo, competitivo e o trabalho em grupo.

    No dia 24 de agosto, foram concludas as duas etapas do Torneio com muito xito e sucesso, com jogos bastante disputados e resultados pol-micos, mas com muita satisfa-

    o por parte dos jogadores.No prximo torneio, meu

    time se inscrever de novo,

    dessa vez mais maduro e expe-riente e com maiores chances de vencer.

    Times do colgio recebem atletas: treinamento para as competies oficiais do segundo semestre

    Atividade esportiva integra alunos em clima de amizade e confraternizao

    Emanuelly Goulart Avelar Carolina Cruz Vieira Maroh Alunas do 9 ano Ensino Fundamental II (Turma F91)

    Esforo e treino fazem a diferena

    Recebemos em nossa escola, em agosto, um time de Handebol da cidade de Conceio dos Ouros para uma partida amistosa. O ob-jetivo foi treinarmos para os Jogos de Primavera. Sabamos que seria uma disputa acirrada, uma revan-che de encontros anteriores no JEMG cujos placares favoreceram a equipe do G9.

    Desta vez, infelizmente, no tivemos o resultado esperado, pois enfrentamos uma equipe que atualmente treina com a frequn-cia de trs a quatro vezes por se-

    mana, durante trs horas dirias. Essa a prova de que o esforo e o treinamento nos esportes fazem a diferena nos resultados.

    Para ns atletas, foi um gran-de aprendizado, pois sentimos que nem todas as nossas compa-nheiras tm a mesma garra e o esprito de equipe, sentimentos, insistentemente, reforados por nossa treinadora, a professora Valncia. importante que nosso grupo se fortalea, pois esse time, provavelmente, ser nosso adver-srio nas prximas competies.

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    Trabalhar com a metodolo-gia de projetos acolher as di-ferenas, reconhecer que cada estudante nico, que aprende de forma diferente e que vive em um contexto prprio; respeitar as individualidades numa situao de grupo.

    Ao trabalhar com projetos, o professor tem a funo de mediador, de facilitador e de articulador do conhecimento; ele deve provocar os alunos para que aprendam a partir de seus prprios questionamentos e fazer com que o estudante extrapole a prpria expectativa em relao ao tema estudado ou ao problema a ser resolvido.

    Nesse processo, o pro-fessor mediador deve estar atento interdisciplinarida-de, ao compartilhamento de ideias, ao conhecimento e s

    habilidades dos alunos, ao uso de tecnologias, ao exerccio da responsabilidade entre os elementos dos grupos para o desenvolvimento do trabalho.

    importante que os alunos saibam da necessidade de se ter esprito empreendedor, de ser criativo e de ter disciplina para gerenciar o tempo e sua agenda de compromissos. Tam-bm fundamental a orien-tao para que mantenham o foco, mas devem ter liberdade para escolher a direo a ser seguida e para selecionar as paisagens que queiram apre-sentar.

    Ao professor cabe avaliar, continuamente, junto a seus alunos, os processos de ensino--aprendizagem e estimular que reconheam o que precisou fazer para alcanar os objeti-

    vos individuais e coletivos. O professor deve ser o parceiro intelectual e o apoiador

    de decises do grupo, como sugere Scrates: um parteiro de ideias.

    Estela Maria de Oliveira Coordenadora Pedaggica Ensino Fundamental II

    Feira do ConhecimentoAcreditar, provocar e colher

    Do latim ao portugus: sculos de histria

    As razes da Lngua Portugue-sa, esse o subtema da Feira do Conhecimento que foi trabalhado pela Turma F61.

    A fim de bem entendermos as origens da Lngua Portuguesa, buscamos na Histria a formao de Portugal e a atuao de D. Henrique, de D. Afonso e de D. Dinis, reis importantes para a consolidao da lngua e do pas lusitanos.

    Visitamos, com a ajuda da Literatura, o Trovadorismo a fim de nos reabastecermos com o lrico e o satrico da poesia dos trovadores. Ainda com o auxlio dessa arte da palavra, reportamos atravs da leitura s Novelas de Cavalaria a fim

    de acompanhar o Rei Artur e os Cavaleiros da Tvola Redonda em suas fantsticas aventuras. Mas no permanecemos na Idade Mdia, pois encontramos trovadores contemporneos na nossa msica popular e no cordel nordestino.

    Viajamos pelo mundo da Etimologia para enriquecer nosso estudo. Atravs dela, aprende-mos muitas palavras de origem celta, grega, rabe e latina. Fi-quem tranquilos, pois durante a apresentao de nossa pesquisa, na Feira, ns as apresentaremos a todos vocs. Temos certeza de que ficaro encantados.

    Nossas pesquisas foram alm das origens de nosso idio-

    ma, pois esse subtema facilitou a interdisciplinaridade, por isso a Matemtica tambm nos auxiliou, atravs de grficos, a descobrir a frequncia das vo-gais, das consoantes e da posio

    de slabas tnicas nas palavras de nossa rica Lngua Portuguesa.

    Texto sob orientao das professoras Mara Carvalho Carneiro Silva e Camila Aparecida dos Santos Pereira.

    Texto Coletivo 6 ano Ensino Fundamental II (Turma F61)

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    Alunos do 6 ano do Ensino Fundamental II durante apresentao banca de avaliao: pesquisa e dedicao proposta da Feira

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    Pesquisar para a Feira do Conhecimento muito diverti-do. Aprendemos que a Lngua Portuguesa foi formada a partir do Latim com a mistura de ou-tras lnguas, como as dos povos Celta, Galego, Grego e outros. Nosso subtema foi a parte his-trica e ns amamos Histria. Estudar a formao de nossa lngua fez com que tivssemos mais dedicao e vontade de mostrar o que pesquisamos. A apresentao para a banca foi incrvel. Apresentar o nosso conhecimento sobre o tema para pessoas importantes da escola foi muito legal. Tambm aprendemos muito com as ex-plicaes que a professora Fer-nandes e o professor Giovanni nos deram. Estamos esperando uma aula que a professora Fer-nandes prometeu sobre uma parte dos Lusadas.

    Aprendemos muitas coi-sas que no seriam vistas nas aulas, como a etimologia das palavras, e foi atravs dela que descobrimos a origem francesa, germnica, rabe e celta, por exemplo, de muitas palavras. No foi s Lngua Portuguesa, esse tema incluiu estudos de Cincias, de Ma-temtica, de Geografia e de Histria.

    Foi interessante conhecer as Cantigas de Amor, de Amigo, de Maldizer e de Escrnio; o que vassalagem; o Trovado-rismo; as Novelas de Cavalaria; a histria e a formao de Portugal; e os feitos do rei Dom Henrique.

    Trabalhar em grupo muitas vezes foi legal quando cada um fazia a sua parte e no ficava muito para ningum. Mais pessoas tinham mais ideias,

    fomos um na casa do outro, cada um executava o que sabia fazer melhor, nos divertimos muito. Quase perfeito, quase, pois sempre tem algum que discordava ou, s vezes, no colaborava tambm. Mas, no final deu tudo certo, ficamos at mais amigos do que antes.

    Nossos professores nos motivaram bastante, tiraram nossas dvidas e nos orienta-ram sempre.

    Enfim, aprendemos muito, teatro, msica, at Matemtica

    misturada com Portugus e estamos ansiosos e motivados esperando um grande pblico nesta Feira. Nossos estudos ainda no terminaram, va-mos estudar mais e confeccio-nar maquetes, jogos e muitas curiosidades para mostrar a todos os visitantes.

    Texto sob orientao do professor de Matemtica Vicente Carlos Martins, do 6 ano Ensino Fundamental II, Ensino Mdio e Pr Vestibular.

    Texto Coletivo 6 ano Ensino Fundamental II (Turma F62)

    Do principiar da lngua e outras histrias

    Muita pesquisa, trabalho em equipe e superviso da rea pedaggica marcam as atividades da Feira do Conhecimento

    Navegar pelas influncias da lngua

    No incio do ano, estvamos aguardando, ansiosos, pela apre-sentao do tema da Feira do Co-nhecimento, pois h sempre algo novo e legal a cada edio, alm de ser uma excelente oportunidade de aprendizado.

    Assim, partimos na Asa Bran-ca de Lus Gonzaga para um gran-de voo rumo aos encantos da Lngua Portuguesa. Foram muitos desafios e descobertas.

    Comeamos a nossa trajetria pela chegada dos colonizadores portugueses ao Brasil, que, por sua vez, nos trouxeram a lngua de Cames. Do Tupi-Guarani, seguimos para os pases africanos de lngua oficial portuguesa e encontramos D. Joo VI com a sua

    bagagem de franceses. Quantas novidades! Povos to diferentes... Costumes to estranhos aos olhos de nossa Terra.

    Ao longo dos trs bimestres, foram feitas inmeras pesquisas em livros, em vdeos, em artigos on-line e impressos. Lemos o livro Por mares h muito navegados, uma releitura de Os Lusadas. Foram lidas, tambm, lendas indgenas, contos africanos, o romance O Guarani e algumas fbulas de La Fontaine. Todo esse conhecimento teve como objetivo analisar os grupos que contribu-ram para a formao do Brasil e de nossa lngua.

    A apresentao de nossas pesquisas para a banca de avalia-

    o da escola foi de grande valor, pois aprendemos que o trabalho em grupo e a observao das habilidades de cada um nos faz crescer como pessoas.

    Esperamos que a concluso de nossas atividades para a Feira do Conhecimento possa desper-tar os visitantes para a beleza e a importncia da nossa Lngua Portuguesa. Afinal, temos muito, muito mais histrias para contar!

    Texto com superviso das professoras Silvnia Maria Pereira Ribeiro (Lngua Portuguesa), Bruna Xavier Medeiros (Geografia e Histria) e Tamara Moraes Amorim Santos (Matemtica)

    Texto Coletivo Alunos do 7 ano Ensino Fundamental II (Turmas F71 e F72)

    Vale a criatividade na apresentao do trabalho: flauta e encenaes teatrais estiveram presentes no trabalho das Turmas F71 e F72

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    O ponto de partida para o nosso trabalho aconteceu em maro, depois que assistimos a uma palestra com a professora Maria Aparecida Fernandes. Ela nos contou sobre a impor-tncia da obra Os Lusadas para o estudo da histria da Lngua Portuguesa e at para chegarmos compreenso do internets.

    Como nosso subtema Vo-cabulrio de diferentes grupos, perguntamos s nossas famlias sobre diferentes termos utiliza-dos por seus membros no dia a dia. A partir do conhecimento do vocabulrio de cada grupo

    familiar, passamos a pesquisar o vocabulrio de diferentes grupos. Vimos a riqueza do vocabulrio regional, como por exemplo o caipira. Conhecemos palavras especficas de algumas profisses, dos esportes que praticamos, das tribos sociais e dos jovens.

    A leitura de referncia foi o livro Insnia de Marcelo Carneiro da Cunha. A histria narrada sob o ponto de vista de Cludia, uma adolescente que utiliza diversas grias nas conversas com os amigos e nas redes sociais. O livro muito legal. Gostamos muito dele

    porque o enredo apresentado bastante parecido com as nossas histrias pessoais e a linguagem tambm a mes-ma que usamos. A professora Pollyanna, nossa orientadora da feira, conseguiu entrar em contato com o autor e, talvez, ele venha visitar a exposio de nosso trabalho. Marcelo recomendou que assistssemos ao filme baseado nesse livro. Nosso prximo passo, depois da apresentao banca, ser essa atividade.

    Com esse trabalho, apren-demos que existem variedades lingusticas que no conheca-

    mos antes e que usamos termos dos mais variados grupos numa mesma frase. Estamos gostando muito do que aprendemos!

    Esperamos voc aqui pra bater o ponto! Vai ser maneiro! No vamos contar mais pra no dar spoiler, mas se voc no vier, vai ser a maior furada! Deixa de ca e venha glr! Blz?! Fal! ;)

    Texto com a coordenao dos profes-sores Pollyanna Marcondes Freitas Leite (Cincias) e Alexsandro de Souza (Educao Fsica)

    Texto Coletivo Alunos do 8 ano Ensino Fundamental II (Turma F82)

    Variantes de uma mesma lngua

    Antes da apresentao banca, momento para treinar e repassar toda a pesquisa: cuidado em busca da qualidade do trabalho

    O teatro foi a linguagem escolhida pela turma F81 para

    mostrar o trabalho feito: portugus de

    maneira ldica

    Diviso de responsabilidades: a troca de saberes

    Ao trabalhar a Feira do Conhecimento com a Turma F81, responsvel pelo sub-tema Lnguas romnicas ou neolatinas e dialetos, pude compreender o quo desejosos de aprendizagens significativas era o olhar de cada aluno dessa turma. Todos os dias, eu me surpreendia com a riqueza dos contedos pesquisados por eles. Tais pesquisas, ao serem levadas para a sala de aula, transformavam esse ambiente num espao de experimenta-es no qual prevalecia a troca de conhecimento.

    No dia da apresentao para a banca examinadora,

    os alunos se prepararam em conjunto e desenvolveram um dilogo entre cinco alunos, que norteavam a apresentao, e os demais da turma. Foi mui-to prazeroso presenciar esse momento visto que, com tal interao, todos os alunos ti-veram a oportunidade de com-partilhar os conhecimentos adquiridos sobre o rico tema. E mais, pude de fato aprender com eles, pois, quando dvidas em mim surgiam, os alunos se empenhavam na busca de solues, de novos caminhos que apontassem resultados corretos.

    A palavra responsabilidade

    foi a que definiu a turma, afinal os alunos se comprometeram significativamente com o papel que a eles lhes foi atribudo. E, dessa forma, fui surpreendida, pois as incertezas e inseguran-as que antes me atormen-tavam se transformaram em alegria e satisfao.

    Laila de Souza Assis Professora de Matemtica do 8 ano Ensino Fundamental II

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    A medida do amar o co-nhecer. Nunca esse ditado po-pular se tornou to verdadeiro quanto neste ano. Os alunos, cheios de todo o conhecimento gerado pelas pesquisas sobre os 800 anos da Lngua Portuguesa, aprenderam a am-la porque a conheceram mais profunda-mente.

    Descobriram que a lingua-gem um instrumento poderoso que usamos para comunicar o que pensamos e sentimos; que nela que construmos nossa imaginao; que nela que apuramos nossa sensibilidade e nossos dons artsticos; que nela que nossos ideais so divul-gados, dentre tantas outras apli-caes que a lngua oportuniza.

    Uma turma descobriu que o portugus antigo fascinante quando estudaram Gil Vicente, S de Miranda, Cames. Um subgrupo leu O Auto da barca do inferno, fez uma releitura, adaptou o roteiro para uma pea de teatro e dramatizou esse clssico da Lngua Portuguesa. O aluno Bruno Mouallem da M12 disse que eu tenho um livro de Cames em casa e vejo a evoluo dos textos antigos com os modernos, bem diferente.

    Outra turma conheceu e amou o estrangeirismo, os vcios de linguagem, o preconceito lin-gustico. Quanta riqueza possui uma lngua, ela a identidade de um povo, afirmou Gabrielli, aluna da M11, numa apresen-

    tao Banca de Avaliao da Feira.

    PORTUGUS MODERNO - Os alunos do 2 ano tambm se deliciaram com o portugus moderno ao descobrirem e amarem Drummond, Guima-res Rosa, Saramago, Mia Couto, Chico Buarque, Adlia Prado, Manoel de Barros e Fer-nando Pessoa. Aprendemos a analisar os textos desses gnios da literatura e percebemos o quanto eles inovaram a Lngua Portuguesa, afirmou Ana Cec-lia, da M21. E a comunicao na atualidade? Ah, eles tambm se encantaram ao estudar a comunicao impressa, digital, visual, musical, coloquial e das

    redes sociais. Ns tivemos sorte ao pesquisar esse tema sobre comunicao, porque vimos o uso da lngua para comunicar atravs de palavras, imagens, sons, propagandas, para usar nas redes sociais com o famoso internets. O tema atual, mas difcil porque novo demais para avaliar, disse Leonardo, da M22.

    E tem aquela equipe com-posta por alunos do 1 e 2 ano do Ensino Mdio, que descobriu a riqueza cultural dos pases lusfonos, ao buscar seus costumes, sua arte, sua msica, suas peculiaridades na lngua. Vo expor toda a arte plstica desses pases sob a batuta da professora de Arte,

    Marcia Gil de Souza Coordenadora Pedaggica Ensino Mdio e PV

    Lngua, a identidade de um povo

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    Anabel. Pesquisamos sobre a Guin Equatorial, Macau e Goa e ficamos com vontade de visitar esses pases para comprovar a cultura, a alegria e as cores deles. O problema maior agora decidir as artes plsticas que mostraremos, pois a diversidade to gran-de que fica difcil escolher o que mais caracteriza a Guin Equatorial, Macau e Goa, disse Kellen, da M22.

    LOGO - O logotipo da feira foi escolhido por toda a escola num sistema de voto em urna eletrnica desenvolvido pelo Laboratrio de Informtica. Sua criao difcil, pois o smbolo deve comunicar ime-

    diatamente toda a ideia do projeto. A professora Anabel assumiu o desafio com os alunos do 2 ano e ajudou-os a sintetizar a proposta geral da Feira, traduzindo-a em forma de logotipo. Tivemos 31 projetos, dos quais 5 foram escolhidos para votao. O vencedor foi o logotipo das alunas Carolina Silveira, Kellen e Marcella, da M22. No incio tnhamos feito uma caravela, depois pensamos melhor e de-cidimos criar o livro e o com-putador como um corpo s. O que ficou mais interessante que a frase do latim ao inter-nets ficou exatamente acima do livro e do computador, respectivamente. Adoramos

    essa coincidncia, afirmou a aluna Carolina Silveira Lima.

    SPOTS - Mas precisamos de propaganda para anunciar e convidar toda a comunidade itajubense, para a exposi-o do projeto. A professora Bruna orientou os alunos do 1 ano do Ensino Mdio e eles criaram dilogos que se transformaram em spots para propaganda nas rdios. Esses spots foram gravados no prprio Curso G9 usando a voz dos alunos da M11 e M12. Ficou to bom que d gua na boca de vontade de saber tudo a respeito das pesquisas.

    Enfim, chegando setem-bro, depois de uma jornada de

    agonia e xtase, aprendemos a amar mais e melhor esse organismo vivo que a lngua, que se moderniza atravs de interaes, enriquecimentos e emprstimos que vo acon-tecendo com o passar dos anos. E agora, j na reta final, contraditoriamente fincamos um marco inicial nessa viagem em busca de respostas para as curiosidades e dvidas, inquietas dentro de ns, sobre a histria e evoluo da amada Lngua Portuguesa.

    Convidamos todos vocs a embarcarem nessa jornada interminvel de conhecimento e amor pela lngua de nosso pas e de muitos outros pases irmos. Boa viagem!

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    Todos os anos, para o pro-jeto da Feira do Conhecimento, enfrentamos um grande de-safio: desenvolver um tema, primeira vista no muito interessante para alguns, atra-vs de um trabalho criativo e atraente que possa conquistar a ateno e a curiosidade de todos. Este ano, foi proposta turma F92 a pesquisa acerca da expanso da Lngua Portuguesa e, como leitura de referncia, escolheu-se a obra Cartas Chilenas de Toms Antnio Gonzaga.

    A princpio no foi fcil en-tender o contexto das Cartas, no entanto, conforme fomos analisando, foi possvel esta-belecer uma relao da forma de expresso do sculo XVIII com os protestos registrados nas letras veladas das msicas da ditadura militar e da crtica direta dos versos da atualida-de. Percebemos que, apesar

    das vrias modificaes que ocorrem na lngua e na forma de se manifestar, as crticas scio-polticas, em sua essn-cia, so as mesmas.

    As crticas sempre existiram e continuaro em evidncia, pois o povo constantemente encontra novas formas de se manifestar. No caso dos escrito-res lusfonos, encontramos em Cames o repdio glria de mandar, v cobia; em Gon-zaga, os desmandos morais e administrativos do Governador da capitania de Minas Gerais; em Chico Buarque e Gilberto Gil, o grito de cale-se no Clice; em a misria s existe porque tem corrupo/ o de-semprego s aumenta porque tem corrupo est o protesto de Gabriel Pensador, na inter-net, a multiplicao do grito: vem pra rua o protesto ex-presso pela Lngua Portuguesa do clssico ao internets.

    Texto Coletivo 9 ano Ensino Fundamental II (Turma F92)

    Palavras de protesto a varar sculos

    Feira do Conhecimento: preparao inclui apresentao para os colegas e para a banca de avaliao

    Pesquisa incluiu visita ao Stio do Pica-Pau Amarelo: conhecer a lngua por meio da obra do escritor

    A lngua Portuguesa na obra de Monteiro Lobato

    Os alunos dos quintos anos trabalham juntamente com as professoras Dbora e Camila a Literatura Infantil atravs da obra deste pioneiro da literatura infan-til no Brasil, Jos Bento Monteiro Lobato.

    O projeto das turmas F51 e F52 prope mostrar a impor-tncia do autor Monteiro Lobato para a literatura infantil brasileira.

    Ele que foi o primeiro a se preocu-par em usar a Lngua Portuguesa para narrar em suas histrias as coisas da prpria terra. Visto que antes, as crianas liam clssicos estrangeiros, traduzidos para o portugus e que mostravam uma outra realidade, distante do cotidiano brasileiro. A partir do sculo XX, Lobato muda o cenrio da literatura infantil.

    Iniciando as atividades, a professora Fernandes falou aos alunos sobre a histria da Lngua Portuguesa. Em seguida, iniciou--se a pesquisa sobre o autor Monteiro Lobato e a sua obra. Leituras de suas obras esto sendo realizadas. Uma viagem ao Museu Histrico, Folclrico e Pedaggico Monteiro Lobato, em Taubat, trouxe uma motivao

    ainda maior para o projeto. Com os conhecimentos ad-

    quiridos, os alunos esto pre-parando uma exposio para informar toda a comunidade. momento de trocar ideias e de deixar que a criatividade e a dedicao aos trabalhos falem mais alto.

    Venha conhecer mais sobre esse grande escritor e sua obra.

    Dbora Duarte Pereira Professora de Lngua Portuguesa Camila Aparecida dos Santos Pereira Professora de Cincias Ensino Fundamental I

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    Professoras produziram uma pea teatral para falar sobre a Lngua Portuguesa para as crianas da Educao Infantil

    A lngua, a qual falamos todos os dias, completou 800 anos e, ao longo de sua histria, contribuiu para fortalecer a sensao de pertencimento de um povo, pa-trimnio comum dos pases que a utilizam.

    No decorrer desses anos, quantos escritores, poetas, com-positores, msicos, dentre outros artistas se expressaram atravs da lngua, encantando, sensibilizan-do, deixando heranas culturais e marcas em cada poca, possibili-tando a aproximao de pessoas e pases que utilizam a Lngua Portuguesa.

    Tendo por inspirao toda essa riqueza presente em nosso idioma e em nossa histria, uti-lizamos uma pea teatral para apresentar aos pequenos a origem e a evoluo da nossa lngua.

    Ao percorrer esse caminho, cercado de vida, ao e poesia, nos lembramos de Vincius de Mo-raes, que ocupa um lugar singular na histria da poesia brasileira, que fez dos seus versos msica, que escreveu para adultos, e fez parcerias de sucesso, mas tambm teve um olhar para as crianas e com amor e afeto nos conquistou com sua arte.

    Convidamos vocs para entra-rem nessa casa feita com muito esmero e que at tem um teto ro-

    deado de afeto, onde o pato pinta o caneco e a foca, se tem uma bola em seu nariz, fica facilmente feliz, as borboletas coloridas brilham na luz, e o girassol, sempre que o Sol pinta de anil todo o cu, se torna um gentil carrossel.

    Apreciem nossa lngua nessa mistura de cores, de sensibilidade, de amor e descubra o significado das palavras que permeiam nosso cotidiano.

    Texto Coletivo Professoras da Educao Infantil

    O descobrir palavras na Arca de Vincius

    A comunicao nas diferentes geraes

    Como falar da evoluo da Lngua Portuguesa sem pensar nas formas de linguagens do homem desde o tempo das cavernas at os dias atuais?

    Ao tratarmos da evoluo da Lngua Portuguesa, da sua origem ao Internets, pa-ralelamente, nos deparamos com a evoluo dos meios de comunicao.

    Aps a inveno da escri-ta, as informaes comearam a circular atravs da troca de

    cartas. Elas so consideradas o meio de comunicao mais antigo do mundo. No se sabe exatamente quando elas sur-giram. Sabemos que o registro mais antigo de carta no Brasil foi a carta escrita por Pero Vaz de Caminha, relatando ao rei de Portugal, D. Joao VI, o des-cobrimento do Brasil. Naquela poca, as cartas levavam me-ses at chegar ao destinatrio.

    Nas aulas de Lngua Por-tuguesa na Turma F41, os

    alunos receberam a proposta de indagar parentes e amigos que usaram cartas na juventu-de e ainda as tm guardadas. Descobriram ento que as cartas no traziam somente informaes ou notcias de um parente que morava distante, elas iam ou vinham recheadas de surpresas. Ficaram sabendo que era enorme a mistura de emo-es ao receber uma carta. Lembraram-se do friozinho

    na barriga quando se tratava de uma carta de amor. Coisas daquela poca. Inexplicveis! Foram lidas, em nossa sala de aula, algumas cartas cedidas por pessoas conhecidas, so cartas escritas h mais de cinquenta anos.

    A proposta da turma apresentar esse objeto de estudo e como ele se modifi-cou ao longo do tempo, bem como as mudanas ocorridas nas formas de se comunicar.

    Maria de Lourdes Siqueira de Almeida Professora de Lngua Portuguesa do 4 ano e de Arte do 2, 3 e 4anos Ensino Fundamental I

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    A poesia um meio privi-legiado para despertar o amor pela lngua materna e pela leitu-ra. As estrofes, a rima, o ritmo, a sonoridade, os sentimentos que elas despertam e tudo o mais

    que ela envolve permitem a des-coberta das potencialidades da linguagem. Essas descobertas, que tanto encantam aos leitores, adquirem assim um carter ldi-co na mo das crianas.

    Brincar com sons, descobrir novas ressonncias, ouvir e ler pequenas histrias em versos, memorizar poemas preferidos, desvendar imagens e sentimen-tos contidos nas palavras so

    situaes de adeso imediata daqueles que se envolvem com a poesia e que se deixam render por ela.

    Ana Claudia Moreira Costa Professora do 3 ano e Vanessa Maduro de A. Dalla Rosa, Professora do 2 ano Ensino Fundamental I

    A magia das palavras nos poemas infantis

    A minha classe foi sala do 3 ano para

    descobrir a histria da Lngua Portuguesa. Quando tocamos na porta, eu vi um mapa

    enorme pendurado no quadro. Tambm foi

    apresentado um teatro e tinha uma joaninha

    que se chama Josefina. Assim ficamos sabendo

    da histria da Lngua Portuguesa.

    Isadora Alvarenga e SilvaAluna do 2 ano

    Ensino Fundamental I(Turma F21)

    O 2 ano da professora Vanessa veio at a nossa sala para podermos ouvir a

    professora Fernandes contar a histria da

    Lngua Portuguesa. Foi muito interessante.

    Maria Eduarda Damas Caetano

    Aluna do 3 ano Ensino Fundamental I

    (Turma F31)

    Elisa Valena de Lorenci, 3 ano

    Theo de Oliveira Dias, 3 ano

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    Atravs do vdeo educativo Muzzy em que o personagem fala diversas lnguas, os alunos atentaram para as diferentes formas de comunicao. Conhe-ceram, tambm, um pouco, da origem da Lngua Portuguesa apresentada pela professora Maria Aparecida Fernandes. A partir da, os alunos do 1 ano comearam a pesquisar para saber mais sobre a origem e a evoluo da nossa lngua. Descobriram que a lngua viva e que se transforma a todo

    momento. Os alunos aprofundaram

    o estudo, partindo da msica como forma de comunicao e expresso de um povo e das parlendas e cantigas, gneros de tradio oral, que acompa-nham as brincadeiras infantis desde muito cedo.

    As parlendas e cantigas, especialmente as regionais, valorizam as manifestaes populares e as transformaes da nossa a lngua, alm de combinar sons, melodia e ritmo.

    A nossa turma se reuniu com a turma da tia Cleusa e ns recebemos a professora Fer-nandes para uma palestra. Ela nos ensinou muita coisa sobre a Lngua Portuguesa.

    Ns aprendemos que a Lngua Portuguesa fez 800 anos no ano passado. A me da Lngua Portuguesa o Latim, que nasceu na regio do Lcio, na Itlia.

    As irms da Lngua Portu-guesa so as lnguas: espanho-la, francesa e italiana, pois elas tambm nasceram do Latim.

    Quando Pedro lvares Ca-bral descobriu o Brasil e os portugueses vieram para c, eles ensinaram a Lngua Por-tuguesa para os ndios.

    Hoje as pessoas s falam Latim no Vaticano, mas ela no uma lngua morta, pois na Lngua Portuguesa existem v-rias palavras que vm do latim, como: aluno, nibus, grtis.

    Os nomes de alguns co-legas tambm tm origem

    do latim, como: Clara, Pedro, Lucas, Paulo.

    At mesmo nos produtos do supermercado encontramos

    palavras do latim, como: bono, magnum, bis, lux.

    Foi muito legal aprender tudo isso.

    Texto escrito com a superviso da pro-fessora Ludmila Oliveira Grassi.

    Cleusa Mariano 1 ano Ensino Fundamental I (Turma F12)

    Texto Coletivo Alunos do 1 ano Ensino Fundamental I (Turma F11)

    Brincando com as palavras em cantigas e parlendas

    Tudo sobre a Lngua Portuguesa

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    Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 45 - Itajub - MG

    (35) 3623-1877

    www.curso-g9.com.br