GABARITO COMENTADO SIMULADO ENEMVEST 2 ? texto, localizando nele informaes explcitas, bem

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    01-Sep-2018

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  • GABARITO COMENTADO SIMULADO ENEMVEST 2 SRIE

    N DA

    QUESTO ASSUNTO GABARITO HABILIDADE/COMENTRIO OU

    RESOLUO

    01 Texto e contexto D

    Competncia 1 Refletir sobre os elementos formais e os mecanismos da lngua em seus planos fonolgico, morfolgico-sinttico, lxico-semntico e textual, bem como sobre as condies de produo e de recepo das mensagens em contextos sociais de comunicao, a fim de desenvolver a capacidade de regular as prprias produes lingusticas. Habilidade 1 Entender a lngua como linguagem integradora do mundo e da prpria realidade e us-la para expressar-se adequadamente nos diferentes ambientes comunicativos. Nvel de dificuldade: Mdio Comentrio: No h informao sobre prazo maior para estudos de uma lngua estrangeira, nem a caracterizao do portugus como idioma mais fcil que o russo. A questo do nmero de falantes do portugus no mundo no mencionada. O destaque atual do Brasil, no mundo, cria condies atrativas para quem deseja conhecer ou trabalhar no Brasil.

    02 Pontuao C

    Competncia 1 Refletir sobre os elementos formais e os mecanismos da lngua em seus planos fonolgico, morfolgico-sinttico, lxico-semntico e textual, bem como sobre as condies de produo e de recepo das mensagens em contextos sociais de comunicao, a fim de desenvolver a capacidade de regular as prprias produes lingusticas. Habilidade 2 Reconhecer os processos da dinmica interacional, levando em considerao locutor, locutrio, os contextos em que a interao se d e os efeitos que provoca. Nvel de dificuldade: Mdio Comentrio: A vrgula na alternativa A separa oraes; na B e na E isola termos com valor adverbial; na D separa o aposto. No se separa com vrgula o sujeito do predicado, como ocorre na alternativa C.

    03

    Coeso, conector

    textual e relaes de

    sentido

    B

    Competncia 1 Refletir sobre os elementos formais e os mecanismos da lngua em seus planos fonolgico, morfolgico-sinttico, lxico-semntico e textual, bem como sobre as condies de produo e de recepo das

  • mensagens em contextos sociais de comunicao, a fim de desenvolver a capacidade de regular as prprias produes lingusticas. Habilidade 5 Dominar formas de expresso oral e escrita, levando em considerao os elementos do discurso e os propsitos comunicativos de cada produo oral e escrita. Nvel de dificuldade: Mdio Comentrio: Na fala da aluna, no h conectores que expressem ideias que se alternam, nem h indicao de alguma condio para que algo acontea. Da mesma forma no foram empregadas expresses que indiquem comparao, consequncia, conformidade, oposio, finalidade nem tempo. O conector porque indica a causa que gerou a impossibilidade de realizao da tarefa. O conectivo E foi empregado para acrescentar mais uma razo para justificar o problema citado anteriormente.

    04 Construo do sentido B

    Competncia 2 Compreender e analisar a formao do lxico portugus a partir do conhecimento dos dois tipos essenciais de palavras na lngua: as de significao interna, pouco ou nada responsveis por suas organizao e estrutura; e as de significao externa, em constante renovao, responsveis por expressar aes, nomear e caracterizar seres, fatos e acontecimentos. Habilidade 2 Entender o funcionamento da lngua portuguesa e as possibilidades de gerao de significados. Nvel de dificuldade: Mdio Comentrio: A imagem do passageiro assentado bem caracterizada, indicando sua condio de pessoa mais jovem e saudvel. A solicitao do senhor feita de forma clara e tambm pertinente diante dos traos fsicos que o caracterizam como um idoso, portanto, com direito ao assento preferencial em veculos do transporte pblico. Ao trocar o significado das palavras destacadas, o passageiro em questo beneficia-se do assento preferencial.

    05 Compreenso do

    discurso B

    Competncia 3 Analisar, interpretar e aplicar os recursos expressivos da linguagem, relacionando textos de diferentes gneros e tipos com seus contextos, mediante a natureza, funo, organizao, estrutura das manifestaes, de acordo com as condies de produo e recepo. Habilidade 4 Ler textos, interpretando-os e gerando inferncias. Nvel de dificuldade: Difcil

  • Comentrio: O equipamento apresentado diferencia-se das ltimas inovaes tecnolgicas, como o display e os equipamentos empregados em comandos de mquinas, por exemplo. O aparelho que supera tantos dispositivos tecnolgicos modernos apresentado como um produto experimental.

    06 Conectores textuais e

    relaes de sentido E

    Competncia 3 Analisar, interpretar e aplicar os recursos expressivos da linguagem, relacionando textos de diferentes gneros e tipos com seus contextos, mediante a natureza, funo, organizao, estrutura das manifestaes, de acordo com as condies de produo e recepo. Habilidade 8 Processar a leitura de um texto, localizando nele informaes explcitas, bem como inferir o sentido de uma palavra ou expresso, de uma informao nele implcita. Nvel de dificuldade: Mdio Comentrio: As referncias s funes do tablet e dos aparelhos celulares so exemplos para reforar a funo mais avanada do Touch. Para ressaltar esse equipamento, no so consideradas novidades ligadas a tipos de sofs, nem outras possibilidades oferecidas por um objeto qualquer. O texto cita vrias situaes em que a sensibilidade em uma superfcie provocada pelo uso de um aparelho experimental, o Touch.

    07 Processo de leitura A

    Competncia 3 Analisar, interpretar e aplicar os recursos expressivos da linguagem, relacionando textos de diferentes gneros e tipos com seus contextos, mediante a natureza, funo, organizao, estrutura das manifestaes, de acordo com as condies de produo e recepo. Habilidade 4 Ler textos, interpretando-os e gerando inferncia. Nvel de dificuldade: Difcil Comentrio: As imagens legitimam as proposies apresentadas pelos arquelogos. As pesquisas esto de acordo com a viso globalizada apresentada no cartum. As referncias escritas confirmam a estratificao social. A desigualdade social, verificada em pesquisas referentes ao perodo neoltico, faz parte da vida humana ao longo do tempo. A despeito das novas configuraes polticas e econmicas, o problema persiste.

    08

    Recursos da

    textualidade

    C

    Competncia 1 Refletir sobre os elementos formais e os mecanismos da lngua em seus planos fonolgico, morfolgico-sinttico, lxico-semntico e textual, bem como sobre as condies de produo e de recepo das mensagens em contextos sociais de

  • comunicao, a fim de desenvolver a capacidade de regular as prprias produes lingusticas. Habilidade 2 Reconhecer os processos da dinmica interacional, levando em considerao locutor, locutrio e os contextos em que a interao se d e os efeitos que provoca. Nvel de dificuldade: Mdio Comentrios: A produo da mensagem para veiculao em para-choques de caminho baseia-se em situaes casuais. A divulgao no tem por objetivo simplesmente informar. No depende de recursos intertextuais, no tem como referncia questes ligadas aceitabilidade nem a situaes habituais. A frase reproduz a inteno do autor em passar ao interlocutor um conceito de vida.

    09 Concordncia nominal E

    Competncia 2 Compreender e analisar a formao do lxico portugus a partir do conhecimento dos dois tipos essenciais de palavras na lngua: as de significao interna, pouco ou nada responsveis por suas organizao e estrutura; e as de significao externa, em constante renovao, responsveis por expressar aes, nomear e caracterizar seres, fatos e acontecimentos. Habilidade 1 Dominar as estruturas lexicais do portugus, reconhecendo seus elementos formadores e empregando os arranjos possveis, a fim de regular as prprias produes lingusticas. Nvel de dificuldade: Difcil. Comentrio: Nas alternativas anteriores, os determinados foram trocados pelos determinantes. J na alternativa E, o adjetivo virtual caracteriza o substantivo/nome universo.

    10 Concordncia verbal C

    Competncia 2 Compreender e analisar a formao do lxico portugus a partir do conhecimento dos dois tipos essenciais de palavras na lngua: as de significao interna, pouco ou nada responsveis por suas organizao e estrutura; e as de significao externa, em constante renovao, responsveis por expressar aes, nomear e caracterizar seres, fatos e acontecimentos. Habilidade 1 Dominar as estruturas lexicais do portugus, reconhecendo seus elementos formadores e empregando os arranjos possveis, a fim de regular as prprias produes lingusticas. Nvel de dificuldade: Fcil Comentrio: O verbo vender na voz passiva sinttica, construda com o pronome se, concorda normalmente com o seu sujeito. A correo deve ser feita no plural: Vendem-se.

  • 11

    Romantismo

    A

    Competncia 3 Analisar, interpretar e aplicar os recursos expressivos das linguagens, relacionando textos de diferentes gneros e tipos com seus contextos, mediante a natureza, funo, organizao, estrutura das manifestaes, de acordo com as condies de produo e recepo. Habilidade 9 Identificar pontos de vista diferentes, reconhecendo os pressupostos de cada interpretao. Nvel de dificuldade: Fcil Comentrio: A assertiva a letra A, pois a concepo de beleza no Romantismo era idealizada, j a concepo de beleza enunciada pela propaganda a de que a mulher precisa se sentir bem consigo mesma.

    12 Romantismo B

    Competncia 3 Analisar, interpretar e aplicar os recursos expressivos das linguagens, relacionando textos de diferentes gneros e tipos com seus contextos, mediante a natureza, funo, organizao, estrutura das manifestaes, de acordo com as condies de produo e recepo. Habilidade 4 Ler textos, interpretando-os e gerando inferncias. Nvel de dificuldade: Mdio Comentrio: A correta a letra B, pois o eu lrico da msica fala em amor inventado, criado por ele mesmo, o que no condiz com a realidade, assemelhando ideia de amor no Romantismo.

    13 Romantismo C

    Competncia 3 Analisar, interpretar e aplicar os recursos expressivos das linguagens, relacionando textos de diferentes gneros e tipos com seus contextos, mediante a natureza, funo, organizao, estrutura das manifestaes, de acordo com as condies de produo e recepo. Habilidade 1 Compreender os sistemas simblicos das diferentes linguagens e us-los como meios de interao, de organizao cognitiva de leitura da realidade. Nvel de dificuldade: Mdio Comentrio: A assertiva a letra C, pois a msica que tem as caractersticas da primeira fase do Romantismo brasileiro, que a exaltao das belezas naturais do pas.

    14 Realismo A

    Competncia 1 Refletir sobre os elementos formais e os mecanismos da lngua em seus planos fonolgico, morfolgico-sinttico, lxico-semntico e textual, bem como sobre as condies de produo e de recepo das mensagens em contextos sociais de comunicao, a fim de desenvolver a capacidade de regular as prprias produes

  • lingusticas. Habilidade 8 Valorizar a lngua portuguesa como fonte de legitimao de acordos e condutas sociais e como representao simblica de experincias humanas manifestas nas formas de sentir, pensar e agir na vida social. Nvel de dificuldade: Difcil Comentrio: A opo A apresenta traos de ironia, que dizer o contrrio daquilo que se pensa, tais como boa Conceio e a santa, apelidos de D. Conceio. Mas, no discorrer do pargrafo, percebe-se que a personagem diferente e, ao final, alude-se s aparncias salvas, manuteno das aparncias, manifestao crtica do narrador.

    15 Parnasianismo D

    Competncia 3 Analisar, interpretar e aplicar os recursos expressivos das linguagens, relacionando textos de diferentes gneros e tipos com seus contextos, mediante a natureza, funo, organizao, estrutura das manifestaes, de acordo com as condies de produo e recepo. Habilidade 4 Ler textos, interpretando-os e gerando inferncias. Nvel de dificuldade: Mdio Comentrio: A assertiva a letra D, tendo em vista que o poeta se conscientiza de sua condio existencial, por meio de um lirismo como podemos perceber pelas palavras: tolice, timidez, hipocrisia ou virtude. Diferentemente da impassibilidade dos poetas de seu tempo, Bilac, no poema em questo, subjetivo.

    16 Simbolismo A

    Competncia 3 Analisar, interpretar e aplicar os recursos expressivos das linguagens, relacionando textos de diferentes gneros e tipos com seus contextos, mediante a natureza, funo, organizao, estrutura das manifestaes, de acordo com as condies de produo e recepo. Habilidade 7 Reconhecer diferentes formas de tratar uma informao na comparao de textos que tratam do mesmo tema, em funo das condies em que ele foi produzido e daquelas em que ser recebido. Nvel de dificuldade: Mdio Comentrio: A assertiva a letra A, pois o simbolismo busca sugerir em vez de delinear, enfatiza aspectos. bem prpria da poca a arte impressionista, na qual o pintor no delimita imagens, mas com suas pinceladas esparsas sugere o ambiente retratado, que mais bem visto de longe do que de perto. A msica de Caetano usa domesmo procedimento, sugere as cores que, prioritariamente, aparecem antes dos

  • substantivos.

    17 Parnasianismo E

    Competncia 1 Refletir sobre os elementos formais e os mecanismos da lngua em seus planos fonolgico, morfolgico-sinttico, lxico-semntico e textual, bem como sobre as condies de produo e de recepo das mensagens em contextos sociais de comunicao, a fim de desenvolver a capacidade de regular as prprias produes lingusticas. Habilidade 7 Reconhecer o vnculo entre o contexto histrico e sociocultural e as produes artsticas de determinado perodo, percebendo suas rupturas e continuidades ao longo do tempo. Nvel de dificuldade: Difcil Comentrio: A assertiva a letra E, pois a viso do eu lrico que a vida penosa, fazendo com que o ser humano seja esmagado por ela.

    18 Naturalismo B

    Competncia 3 Analisar, interpretar e aplicar os recursos expressivos das linguagens, relacionando textos de diferentes gneros e tipos com seus contextos, mediante a natureza, funo, organizao, estrutura das manifestaes, de acordo com as condies de produo e recepo. Habilidade 4 Ler textos, interpretando-os e gerando inferncias. Nvel de dificuldade: Fcil Comentrio: A alternativa correta a letra B, pois o naturalismo leva em conta o ambiente em que as pessoas vivem.

    19 Ingls Modals

    A

    Competncia 3 Compreender que a lngua no se realiza em um vcuo social e demanda, portanto, engajamento discursivo dentro de situaes de produo de sentido e consequente adequao da linguagem s situaes de interao. Habilidade 1 Conhecer e usar as funes comunicativas de itens lexicais e gramaticais. Nvel de dificuldade: Fcil Comentrio: Para entender que a alternativa A a correta, o aluno precisa analisar o verbo should e saber que este verbo veicula a ideia de sugesto, conselho e o que moralmente aceito. Ao informar que as pessoas negras devem se valorizar, se sentirem orgulhosas de si mesmas independentemente de qualquer coisa, a alternativa A se contrape s demais, que apresentam ideias irreais de como lidar com o racismo e/ou sugerem o abandono de aspectos da cultura negra, assemelhando-se aos brancos, para evitar o preconceito e a discriminao.

  • 20 Ingls Future C

    Competncia 1 Compreender os elementos formais e os mecanismos da lngua em seus planos lxico-sistmicos, morfolgicos, sintticos e fontico-fonolgicos, bem como as condies de produo e de recepo desses elementos em contextos sociais de comunicao, a fim de regular as prprias produes lingusticas. Habilidade 2 Reconhecer e produzir funes sociocomunicativas de itens gramaticais. Nvel de dificuldade: Fcil Comentrio: preciso considerar que o futuro com going to expressa aes, situaes e eventos mais planejados e premeditados, contrastando o futuro com will, que expressa um baixo de nvel de premeditao e planejamento. Na tira, esse aspecto lingustico vai se somar a um aspecto situacional que evidencia que postar contedo em seu blog (blogging) um hbito constante para o cachorrinho adolescente afeioado conectividade. Na sequncia das cenas, pela prontido aparente com que ele reage ao gato, recorrendo ao blog para depreci-lo online, est claro que esse comportamento um hbito corriqueiro, fazendo desse comportamento um plano j pensado para reagir diante de uma situao no mundo real. A alternativa C nica que evidencia ambos aspectos, lingustico e situacional. Todas as demais contrariam algum desses aspectos ou no podem ser embasadas pela tira.

    21 Ingls Text comprehension B

    Competncia 1 Compreender os elementos formais e os mecanismos da lngua em seus planos lxico-sistmicos, morfolgicos, sintticos e fontico-fonolgicos, bem como as condies de produo e de recepo desses elementos em contextos sociais de comunicao, a fim de regular as prprias produes lingusticas. Habilidade 1 Reconhecer e produzir funes sociocomunicativas de itens lexicais. Nvel de dificuldade: Difcil Comentrio: preciso compreender e observar a versatilidade do verbo go que, no ttulo, no traz muito da ideia de movimento, mas sim de tornar-se, transformar-se: uma propriedade deste verbo que, na lngua coloquial/falada, assemelha-se muito ao verbo become. Entendendo o assunto do texto que trata do IPO (initial public offering oferta pblica inicial) do Facebook, que deixou de ser uma propriedade exclusiva de Mark Zuckerberg, mas agora tambm pertence aos acionistas/investidores que adquiriram suas aes, pode-se perceber a alternativa B como verdadeira em detrimento das demais. As alternativas A, C, D e E abordam o Facebook como o site de relacionamento que todos

  • conhecem e/ou do qual se utilizam, dados que no podem ser evidenciados pelo texto, ao passo que a alternativa B mostra o site como uma empresa que (como outra qualquer) abre o seu capital na bolsa de valores, foco principal do texto.

    22 Ingls Passive D

    Competncia 2 Compreender, interpretar e aplicar os recursos expressivos da linguagem revelados nas rotinas interacionais de textos orais e escritos de acordo com as condies de produo e recepo. Habilidade 4 Produzir textos escritos. Nvel de dificuldade: Mdio Comentrio: Ao lidar com a voz passiva, preciso levar em considerao que ela um espelho da voz ativa, diferenciando-se pelo fato que retira o foco/nfase de sobre o agente e coloca sobre a ao em si mesma. Dessa forma, preciso manter o mesmo tempo verbal, fazendo-se apenas as adequaes construo da voz passiva. Todas as alternativas so frases sintaticamente/gramaticalmente possveis, mas a nica que manteve o Present Perfect da voz ativa foi a alternativa D.

    23 Ingls Simple Past x Present

    Perfect C

    Competncia 2 Compreender, interpretar e aplicar os recursos expressivos da linguagem revelados nas rotinas interacionais de textos orais e escritos de acordo com as condies de produo e recepo. Habilidade 2 Reconhecer as estruturas internas do texto como elemento de construo de sentido. Nvel de dificuldade: Mdio Comentrio: Somente a alternativa C apresenta as definies aplicadas corretamente a oraes com Simple Past e Present Perfect, respectivamente. As demais alternativas aplicam as definies desses tempos verbais a oraes que no foram escritas com estes tenses. Alm de compreender os efeitos de sentido desses tempos verbais, imprescindvel que o aluno tambm perceba a construo (forma) deles na orao.

    24 Ingls Direct and indirect

    speech/Engrenagem B

    Competncia 2 Compreender, interpretar e aplicar os recursos expressivos da linguagem revelados nas retinas interacionais de textos orais e escritos de acordo com as condies de produo e recepo. Habilidade 2 Reconhecer as estruturas internas do texto como elemento de construo de sentido. Nvel de dificuldade: Mdio Comentrio: Na alternativa A, a substituio altera o sentido da frase, ao passo que say

  • reporta declaraes e ask perguntas. A alternativa B est correta porque tell e inform possuem o mesmo comportamento sinttico e ambos so usados para comunicar uma informao a algum. Na alternativa C, a substituio de add (acrescentar) e beg (implorar) alterar o significado da frase, deixando o sentido confuso. O mesmo se repete na alternativa D com a substituio de explain (explicar) por complain (reclamar). Na alternativa E, apesar de tell e advice terem o mesmo comportamento sinttico, eles alteram substancialmente o sentido da frase, deixando-a confusa.

    25 Ingls

    Passive/Text

    comprehension/

    Engrenagem

    E

    Competncia 3 Compreender que a lngua no se realiza em um vcuo social e demanda, portanto, engajamento discursivo dentro de situaes de produo de sentido e consequente adequao da linguagem s situaes de interao. Habilidade 1 Conhecer e usar as funes comunicativas de itens lexicais e gramaticais. Nvel de dificuldade: Difcil Comentrio: Uma vez que a frase passiva, percebe-se que a ao no provm do sujeito passivo (Detail in the sub-atomic wreckage from these impacts), e que o agente da ao no est mencionado nesta orao. Dessa forma, todas as alternativas A, B, C e D esto incorretas porque colocam elementos da frase como executores da ao, alm de misturar os elementos criando novos significados. Pelo texto, vemos que a ideia expressa na alternativa E uma expectativa dos pesquisadores e cientistas que trabalham com o LHC e so eles o agente desta ao.

    26 Ingls Connectives A

    Competncia 2 Compreender, interpretar e aplicar os recursos expressivos da linguagem revelados nas rotinas interacionais de textos orais e escritos de acordo com as condies de produo e recepo. Habilidade 2 Reconhecer as estruturas internas do texto como elemento de construo de sentido. Nvel de dificuldade: Mdio Comentrio: preciso identificar a alternativa na qual a categorizao do conectivo esteja correta e a proposta de substituio daquele conectivo seja gramaticalmente correta e no altere o significado da frase. Uma vez que, em B, because no pode ser substitudo por however; em C, but no pode ser substitudo por moreover; em D, so no denota cause e, em E, and no pode ser substitudo por or, resta a alternativa A, na qual for instance e for example denotam exemplificao e, ao substiturem um ao outro, no fazem mais que uma leve diminuio no nvel de formalidade da frase.

  • 19

    Espanhol Interpretao de textos A

    Competncia 5 Utilizar los tres niveles de competencia: interactiva, gramatical y textual. Habilidade 6 Leer e interpretar. Nvel de dificuldade: Difcil Comentrio: A questo avalia a habilidade de leitura do aluno. O ttulo do texto Celebracin de la subjetividad j anuncia o tema central, que a reivindicao do lugar da subjetividade na construo do conhecimento cientfico. O desfecho do texto, quando o poeta afirma que a obsesso pela razo e pela objetividade um tipo de f cega, tambm deve ser lido como uma crtica s estratgias de poder da cincia, que impem o uso da razo e da objetividade no mtodo cientfico, controlando e domesticando o fazer cientfico. Assim, a nica alternativa cuja afirmao confirma o tema central do texto a letra A.

    20

    Espanhol Interpretao de textos C

    Competncia 11 Desenvolver capacidad de

    inferencia y de verificacin de lo inferido.

    Habilidade 6 Leer e interpretar. Nvel de dificuldade: Mdio Comentrio: A questo avalia a habilidade de leitura do aluno. O poeta diz que os que tm a objetividade como uma religio usam isso como estratgia para serem objetos (frios, sem emoes) e, assim, evitarem a dor humana, to prpria das relaes afetivas. Sendo assim, as alternativas A e B podem ser descartadas, j que afirmam que o poeta problematiza a subjetividade e no a objetividade. J a alternativa D est errada porque afirma que aqueles que tm obsesso pela objetividade se recusam a ser somente objetivos, quando justamente o que procuram. J a alternativa E afirma algo sobre religiosidade, tema ausente no texto. A nica alternativa possvel a letra C.

    21

    Espanhol Interpretao de textos B

    Competncia 5 Utilizar los tres niveles de competencia: interactiva, gramatical y textual. Habilidade 6 Leer e interpretar. Nvel de dificuldade: Difcil Comentrio: A questo avalia a habilidade de leitura do aluno. Se o escritor percebe que suas emoes esto explcitas em seu texto, ento porque sua subjetividade no foi reprimida. Assim, as alternativas A e D j podem ser descartadas. J as alternativas C e E esto erradas porque afirmam apenas as dores do escritor e ignoram sua meno ao amor. A alternativa correta a letra B.

    22

    Espanhol Gramtica D

    Competncia 18 Utilizar el espaol de manera interactiva, gramatical y textual.

  • Habilidade 23 Analizar y diferenciar las caractersticas propias de la lengua espaola en sus diferentes normas. Nvel de dificuldade: Fcil Comentrio: A questo avalia o conhecimento do aluno sobre os usos dos pronomes de tratamento. O senhor da charge trata os leitores por vosotros (segunda pessoa do plural), que pronome de tratamento informal. Portanto, a alternativa correta a letra D.

    23

    Espanhol Gramtica C

    Competncia 18 Utilizar el espaol de manera interactiva, gramatical y textual. Habilidade 23 Analizar y diferenciar las caractersticas propias de la lengua espaola en sus diferentes normas. Nvel de dificuldade: Mdio Comentrio: A questo avalia o conhecimento do aluno sobre conjugao e usos dos verbos. Assim, ele poder resolv-la apenas com a observao da forma verbal utilizada ou com a anlise do contexto.

    24

    Espanhol Interpretao de textos B

    Competncia 11 Desenvolver capacidad de inferencia y de verificacin de lo inferido. Habilidade 19 Leer e interpretar textos en lenguaje denotativo y connotativo. Nvel de dificuldade: Mdio Comentrio: A questo avalia a habilidade de leitura do aluno. A charge irnica, pois coloca um senhor, que pode ser um banqueiro ou um poltico, afirmando que o capitalismo renascer das cinzas (referncia destruio) daqueles a quem se dirige (cidados).

    25

    Espanhol Interpretao de textos E

    Competncia 11 Desenvolver capacidad de inferencia y de verificacin de lo inferido. Habilidade 19 Leer e interpretar textos en lenguaje denotativo y connotativo. Nvel de dificuldade: Fcil Comentrio: A questo avalia a habilidade de leitura do aluno. A comparao com o pssaro remete capacidade de voar, o que est associado liberdade.

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    Espanhol Gramtica A

    Competncia 18 Utilizar el espaol de manera interactiva, gramatical y textual.

    Habilidade 23 Analizar y diferenciar las caractersticas propias de la lengua espaola en sus diferentes normas. Nvel de dificuldade: Mdio Comentrio: A questo avalia o conhecimento

  • do aluno sobre usos e significados dos conectores ou sua capacidade de perceber o sentido pelo contexto. Pero um conector de oposio.

    27 Termos de uma PA C

    Competncia 2 Desenvolver a capacidade de enfrentamento de situaes complexas de acordo com modos prprios da atividade matemtica, como a explorao sistemtica de alternativas, a preciso na linguagem, a flexibilidade para modificar o ponto de vista ou a perseverana na busca de solues. Habilidade 1 Identificar, em dada situao-problema, as informaes ou variveis relevantes e elaborar possveis estratgias para resolv-la. Nvel de dificuldade: Mdio Resoluo: Como o aumento constante, teremos uma PA em que a1 = 4 e a36 = 18. Para determinar a razo da PA, basta fazer a36 = 4 + 35r 18 = 4 + 35r 14 = 35r r = 0,4 Para saber a distncia percorrida na 9 semana, deve-se calcular o termo a9. a9 = 4 + 8r a9 = 4 + 8 . 0,4 a9 = 4 + 3,2 a9 = 7,2.

    28 Soma dos termos de

    uma PA A

    Competncia 2 Desenvolver a capacidade de enfrentamento de situaes complexas de acordo com modos prprios da atividade matemtica, como a explorao sistemtica de alternativas, a preciso na linguagem, a flexibilidade para modificar o ponto de vista ou a perseverana na busca de solues. Habilidade 1 Identificar, em dada situao-problema, as informaes ou variveis relevantes e elaborar possveis estratgias para resolv-la. Nvel de dificuldade: Mdio Resoluo: Para determinar a distncia total, deve-se calcular a soma dos 36 termos da PA. Portanto: S36 = [(a1 + a36) . 36] : 2 S36 = [ (4+18) . 36]:2 S36 = 22 . 18 S36 = 396 Esse valor est mais prximo de 356, que a distncia entre Aracaju e Salvador.

    29 Termos de uma PA D

    Competncia 2 Desenvolver a capacidade de enfrentamento de situaes complexas de acordo com modos prprios da atividade matemtica, como a explorao sistemtica de alternativas, a preciso na linguagem, a flexibilidade para modificar o ponto de vista ou a perseverana na busca de solues.

  • Habilidade 3 Selecionar e utilizar instrumentos de clculo, representar dados e utilizar escalas, fazer estimativas, elaborar hipteses e interpretar os resultados. Nvel de dificuldade: Difcil Resoluo: Se a1 = 2a5 e a5 = a1 + 4r, a5 = -4r. Para determinar a3, deve-se escrev-lo em funo de a5, ou seja, a3 = a5 2r, a3 = -6r. Logo, a3 deve ser um mltiplo de 6.

    30 Anlise combinatria E

    Competncia 3 Contextualizar as Cincias no mbito sociocultural, na forma de anlise crtica das ideias e dos recursos da rea e das questes do mundo que podem ser respondidas ou transformadas por meio do pensar e do conhecimento matemtico. Habilidade 1 Compreender a Cincia e a tecnologia como partes integrantes da cultura humana contempornea. Nvel de dificuldade: Fcil Resoluo: C = 6 x 3 = 18

    31 Termo geral de uma PG D

    Competncia 4 Reconhecer a realidade como diversificada sendo capaz de compreender e agir sobre ela, de analisar geometricamente um ambiente, de lidar com a posio, a orientao, a forma e o tamanho. Habilidade 1 Identificar e interpretar fenmenos de qualquer natureza expressos em linguagem geomtrica, fazer estimativas, elaborar hipteses e interpretar os resultados. Nvel de dificuldade: Mdio Resoluo: As medidas dos lados dos pentgonos esto em progresso geomtrica de razo q = 0,4. Logo, se a1 = 10 (lado do primeiro pentgono) e deseja-se calcular o lado do quarto pentgono (a4) deve-se resolver a seguinte equao: a4 = a1 . q

    3

    a4 = 10 . (0,4) a4 = 10 . 0,064 a4 = 0,64. Para determinar o permetro, basta multiplicar esse valor por 5, encontrando 3,2.

    32 Anlise combinatria C

    Competncia 1 Dominar a leitura, a interpretao e a produo de textos, nas mais diversas formas, incluindo os caractersticos da expresso matemtica (numrica, grfica, geomtrica, lgica, algbrica, probabilstica) a fim de se comunicar de maneira precisa e rigorosa. Habilidade 5 Elaborar comunicaes escritas para relatar, analisar, questionar e sistematizar eventos, fenmenos e

  • experimentos. Nvel de dificuldade: Mdio Resoluo: Como o alfabeto tem 26 letras e devemos ter cdigos diferentes para letras maisculas e minsculas. Necessitaremos de 52 combinaes, portanto o nmero mnimo de algarismos dever ser uma potncia de 2 maior que 52. A menor potncia de 2 que temos depois de 52 64. Logo, 2

    6. Portanto,

    a quantidade mnima de dgitos 6.

    33 Probabilidade D

    Competncia 3 Contextualizar as Cincias no mbito sociocultural, na forma de anlise crtica das ideias e dos recursos da rea e das questes do mundo que podem ser respondidas ou transformadas por meio do pensar e do conhecimento matemtico. Habilidade 2 Reconhecer e avaliar o carter tico do conhecimento cientfico e tecnolgico, suas relaes com as Cincias, seu papel na vida humana, sua presena no mundo cotidiano e seus impactos na vida social, e utilizar esse conhecimento no exerccio da cidadania. Nvel de dificuldade: Fcil Resoluo: Para saber a probabilidade, deve-se dividir o valor correspondente ao nmero de exames que do positivo e as mulheres no possuem o cncer (99) pelo total de exames positivos

    (108). Dessa forma, o resultado 11

    12.

    34 Relaes e reas em

    figuras planas B

    Competncia 4 Reconhecer a realidade como diversificada sendo capaz de compreender e agir sobre ela, de analisar geometricamente um ambiente, de lidar com a posio, a orientao, a forma e o tamanho. Habilidade 1 Identificar e interpretar fenmenos de qualquer natureza expressos em linguagem geomtrica, fazer estimativas, elaborar hipteses e interpretar os resultados. Nvel de dificuldade: Difcil Resoluo: Para calcular o custo da insero da logomarca no site, deve-se calcular a rea do retngulo. Como a altura do retngulo igual ao dimetro do crculo, devemos determinar essa medida. No crculo existe um tringulo retngulo inscrito com catetos medindo 60 e 80 pixels. Como a hipotenusa desse tringulo corresponde ao dimetro do crculo, o mesmo pode ser determinado utilizando-se o Teorema de Pitgoras. O valor encontrado para o dimetro (que igual altura do retngulo) ser 100 pixels. Como a largura do retngulo igual ao triplo de sua altura, sua medida ser 300 pixels. Dessa forma, a rea

  • do retngulo ser 30.000 pixels. Multiplicando-se esse valor por R$ 0,01, encontra-se o valor da divulgao, que ser de R$ 300,00.

    35 Progresses

    geomtricas C

    Competncia 1 Dominar a leitura, a interpretao e a produo de textos, nas mais diversas formas, incluindo os caractersticos da expresso matemtica (numrica, grfica, geomtrica, lgica, algbrica, probabilstica) a fim de se comunicar de maneira precisa e rigorosa. Habilidade 1 Ler, articular e interpretar smbolos e cdigos em diferentes linguagens e representaes: sentenas, equaes, esquemas, diagramas, tabelas e grficos. Nvel de dificuldade: Mdio Resoluo: Como o crescimento da populao em progresso geomtrica, esse comportamento representado por uma funo exponencial. Logo, a curva que correspondente a esse crescimento do grfico da letra C.

    36 Probabilidade A

    Competncia 2 Desenvolver a capacidade de enfrentamento de situaes complexas de acordo com modos prprios da atividade matemtica, como a explorao sistemtica de alternativas, a preciso na linguagem, a flexibilidade para modificar o ponto de vista ou a perseverana na busca de solues. Habilidade 1 Identificar, em dada situao-problema, as informaes ou variveis relevantes e elaborar possveis estratgias para resolv-la. Nvel de dificuldade: Fcil Resoluo: Para determinar o total de possibilidades, deve-se calcular a combinao de 5 elementos tomados trs a trs. Logo, o resultado ser 10. Apenas um conjunto de trs fios desarma a bomba. Dessa forma, a probabilidade 1 em 10. Logo, 10%.

    37 Sistemas Lineares C

    Competncia 1 Dominar a leitura, a interpretao e a produo de textos, nas mais diversas formas, incluindo os caractersticos da expresso matemtica (numrica, grfica, geomtrica, lgica, algbrica, probabilstica) a fim de se comunicar de maneira precisa e rigorosa. Habilidade 1 Ler, articular e interpretar smbolos e cdigos em diferentes linguagens e representaes: sentenas, equaes, esquemas, diagramas, tabelas e grficos. Nvel de dificuldade: Difcil Resoluo: Para encontrar a pontuao de cada questo (fcil, mdia e difcil), deve-se resolver o sistema

  • 6

    1132

    1942

    zx

    yx

    zyx

    No sistema, x, y e z so as pontuaes das questes fcil, mdia e difcil, respectivamente. Sendo assim, obtm-se 1, 3 e 5. Ento, a resposta ser 9.

    38 Relaes e reas em

    figuras planas D

    Competncia 4 Reconhecer a realidade como diversificada sendo capaz de compreender e agir sobre ela, de analisar geometricamente um ambiente, de lidar com a posio, a orientao, a forma e o tamanho. Habilidade 2 Selecionar e utilizar instrumentos de medio e de clculo, representar dados e utilizar escalas. Nvel de dificuldade: Mdio Resoluo: Para determinar a rea do passeio, deve-se calcular a rea do crculo maior (praa + passeio) cujo raio igual a 85 m e dela subtrair a rea da praa, que tem raio 80 m. Fazendo-se os clculos fica:

    85 - 80 = (85 + 80) (85 80) = 165 . 5

    = 825

    39

    A ordem imperial no

    Brasil

    Os caminhos da poltica

    imperial brasileira: da

    Regncia

    Proclamao da

    Repblica As revoltas

    regenciais.

    A

    Competncia 8 Atuar como um indivduo consciente de seus direitos e deveres, compreendendo a importncia de sua contribuio para a construo de uma sociedade mais justa. Habilidade 2 Compreender a cidadania em uma perspectiva histrica, como resultado de lutas, confrontos e negociaes, e constituda por intermdio de conquistas sociais de direitos. Nvel de dificuldade: Difcil. Comentrio: A Balaiada foi uma revolta de carter popular, ocorrida entre 1838 e 1841, no interior da ento Provncia do Maranho, no Brasil, e que aps a tentativa de invaso de So Lus, dispersou-se e estendeu-se para a vizinha provncia do Piau. Foi feita por pobres da regio, escravos, fugitivos e prisioneiros. O motivo era a disputa pelo controle do poder local. A definitiva pacificao s foi conseguida com a anistia concedida pelo imperador aos revoltosos sobreviventes. A causa foi a misria promovida pela crise do algodo.

    40

    A ordem imperial no

    Brasil

    C

    Competncia 4 Compreender e analisar as inter-relaes entre fatos polticos, econmicos e socioculturais que caracterizam a trajetria das sociedades humanas. Habilidade 4 Analisar problemticas atuais, relacionando-as s de outros momentos histricos. Nvel de dificuldade: Difcil.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/1838http://pt.wikipedia.org/wiki/1841http://pt.wikipedia.org/wiki/Maranh%C3%A3ohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Brasilhttp://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Lu%C3%ADs_(Maranh%C3%A3o)http://pt.wikipedia.org/wiki/Piau%C3%AD

  • Os caminhos da poltica

    imperial brasileira: da

    Regncia

    Proclamao da

    Repblica O Segundo

    Reinado.

    Comentrio: Alm de tirar do poder a Regncia Una do Partido Conservador, a coroao de Dom Pedro II permitiu a estabilizao poltica do pas, centralizando as atenes na figura do jovem imperador. Das revoltas regenciais que ainda subsistiam, a Balaiada terminou em 1841 e a Farroupilha em 1845.

    41

    A ordem imperial no

    Brasil

    Os caminhos da poltica

    imperial brasileira: da

    Regncia

    Proclamao da

    Repblica O Segundo

    Reinado.

    A

    Competncia 2 Compreender as transformaes dos espaos geogrficos como produto das relaes socioeconmicas e culturais de poder. Habilidade 7 Identificar os significados histrico-geogrficos das relaes de poder entre as naes. Nvel de dificuldade: Mdio. Comentrio: No ano de 1862, Solano Lpez chegou ao poder com o objetivo de dar continuidade s conquistas dos governos anteriores. Nessa poca, um dos grandes problemas da economia paraguaia se encontrava na ausncia de sadas martimas que escoassem a sua produo industrial. Os produtos paraguaios tinham que atravessar a regio da Bacia do Prata, que abrangia possesses territoriais do Brasil, Uruguai e Argentina. Visando melhorar o desempenho de sua economia, Solano pretendia organizar um projeto de expanso territorial que lhe oferecesse uma sada para o mar. Dessa maneira, o governo paraguaio se voltou produo de armamentos e a ampliao dos exrcitos que seriam posteriormente usados em uma batalha expansionista.

    42

    A ordem imperial no

    Brasil

    A introduo do trabalho

    livre no Brasil O

    movimento abolicionista.

    B

    Competncia 4 Compreender e analisar as inter-relaes entre fatos polticos, econmicos e socioculturais que caracterizam a trajetria das sociedades humanas. Habilidade 2 Estabelecer relaes de continuidade/ruptura, permanncias/mudanas nos processos histricos relativos aos sculos XX e XXI, referentes ao Brasil. Nvel de dificuldade: Mdio. Comentrio: Aps a abolio, a vida dos negros brasileiros continuou muito difcil. O estado brasileiro no se preocupou em oferecer condies para que os ex-escravos pudessem ser integrados ao mercado de trabalho formal e assalariado. Muitos setores da elite brasileira continuaram com o preconceito. Prova disso foi a preferncia pela mo de obra europeia, que aumentou muito no Brasil aps a abolio. Portanto, a maioria dos negros encontrou grandes dificuldades para conseguir empregos e manter uma vida com o mnimo de condies necessrias (moradia e educao principalmente).

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_Conservadorhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lutas_e_revolu%C3%A7%C3%B5es_no_Brasilhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Balaiadahttp://pt.wikipedia.org/wiki/1841http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Farroupilhahttp://pt.wikipedia.org/wiki/1845

  • 43

    A ordem imperial no

    Brasil

    A economia do Brasil

    imperial A economia

    cafeeira.

    D

    Competncia 7 Compreender o mundo do trabalho em sua diversidade social, econmica, poltica e cultural, analisando as diferentes formas de produo e as relaes de trabalho intrnsecas a elas e suas implicaes na forma de ocupao dos espaos e na organizao da vida individual e coletiva nas sociedades histricas. Habilidade 1 Identificar as formas de produzir e a diversidade das relaes de trabalho na sociedade brasileira entre os sculos XIX e XX. Nvel de dificuldade: Difcil. Comentrio: No Vale do Paraba, a produo cafeeira se estabeleceu no trip monocultura, latifndio e trabalho escravo. O modelo comumente conhecido como Plantation foi utilizado nas reas de colonizao portuguesa.

    44

    A ordem imperial no

    Brasil

    A introduo do trabalho

    livre no Brasil.

    A

    Competncia 8 Atuar como um indivduo consciente de seus direitos e deveres, compreendendo a importncia de sua contribuio para a construo de uma sociedade mais justa. Habilidade 1 Perceber-se como um ser social que, ao mesmo tempo, transforma a sociedade e est sujeito a ela. Nvel de dificuldade: Difcil. Comentrio: A criao desta Lei transforma a situao na poca, isso porque garantiu os interesses dos grandes proprietrios do Nordeste e do Sudeste, que estavam iniciando a promissora produo do caf. Foi definido que as terras ainda no ocupadas passavam a ser propriedade do Estado e s poderiam ser adquiridas atravs da compra nos leiles, mediante pagamento vista, e quanto s terras j ocupadas, estas podiam ser regularizadas como propriedade privada.

    45

    A ordem imperial no

    Brasil

    Os caminhos da poltica

    imperial brasileira: da

    Regncia

    Proclamao da

    Repblica O Segundo

    Reinado.

    B

    Competncia 5 Valorizar a diversidade cultural como direito dos povos e dos indivduos sua identidade, manifestando atitudes de tolerncia e de respeito por outras culturas, sem renunciar a um juzo crtico sobre elas. Habilidade 5 Avaliar criticamente as diferenas culturais entre as sociedades humanas, rejeitando qualquer discriminao baseada em princpios de superioridade de etnias, gnero, crenas e outras caractersticas individuais e sociais. Nvel de dificuldade: Difcil. Comentrio: No incio do sculo XIX, foram trazidos imigrantes europeus para o Brasil, como experincias-piloto de um projeto civilizatrio que visava incorporar sociedade

  • brasileira uma tica do trabalho, ao branqueamento da populao e eliminao, os vestgios indesejados da presena negra e indgena no pas.

    46

    A ordem imperial no

    Brasil

    Os caminhos da poltica

    imperial brasileira: da

    Regncia

    Proclamao da

    Repblica O Segundo

    Reinado.

    C

    Competncia 6 Compreender a complexidade das relaes de poder entre os sujeitos histricos nas diversas formaes sociais e nas relaes entre as sociedades e sua vinculao com os diferentes modos de apreenso e da construo do mundo historicamente constitudo e suas respectivas interpretaes. Habilidade 1 Identificar as relaes de poder exercidas nas diversas instncias da sociedade brasileira entre os sculos XIX e XXI, como as do mundo do trabalho e as das instituies polticas, sociais e religiosas. Nvel de dificuldade: Mdio. Comentrio: A Questo Militar foi uma sucesso de conflitos entre 1884 e 1887, suscitados pelos embates entre oficiais do Exrcito Brasileiro e a Monarquia, conduzindo a uma grave crise poltica que culminou com o fortalecimento da campanha republicana. Foi uma das questes que assinalaram a crise do regime imperial no Brasil, conduzindo Proclamao da Repblica em 1889.

    47

    A nova ordem

    republicana no Brasil

    A Repblica dos

    excludos O processo

    econmico brasileiro

    entre 1889 e 1930.

    D

    Competncia 3 Interpretar, analisar e criticar fontes documentais de natureza diversa: verbal, pictrica, estatstica, cartogrfica, etc. Habilidade 3 Ler, interpretar e analisar imagens, associando-as aos textos historiogrficos relativos ao processo histrico brasileiro dos sculos XX e XXI. Nvel de dificuldade: Fcil Comentrio: Como o voto era aberto, os eleitores eram pressionados e fiscalizados por capangas do coronel para que votassem nos candidatos indicados. O coronel tambm utilizava outros "recursos" para conseguir seus objetivos polticos, tais como: compra de votos, votos fantasmas, troca de favores, fraudes eleitorais e violncia.

    48

    Era Vargas

    A construo de um

    Brasil novo O Estado

    interventor.

    C

    Competncia 2 Compreender o processo de construo do conhecimento histrico e do discurso historiogrfico e suas implicaes na construo do saber histrico escolar. Habilidade 2 Analisar as dinmicas do processo histrico relativo aos sculos XX e XXI no Brasil. Nvel de dificuldade: Mdio. Comentrio: A Revoluo de 1932, ou Guerra Paulista, foi o movimento armado ocorrido no Estado de So Paulo, entre os meses de julho e outubro de 1932, que tinha por objetivo a

    http://pt.wikipedia.org/wiki/1884http://pt.wikipedia.org/wiki/1887http://pt.wikipedia.org/wiki/Ex%C3%A9rcito_Brasileirohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil_Imp%C3%A9riohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Proclama%C3%A7%C3%A3o_da_Rep%C3%BAblica_Brasileirahttp://pt.wikipedia.org/wiki/1889

  • derrubada do Governo Provisrio de Getlio Vargas e a promulgao de uma nova constituio para o Brasil. Foi uma resposta paulista Revoluo de 1930, a qual acabou com a autonomia de que os estados gozavam durante a vigncia da Constituio de 1891.

    49

    Era Vargas

    A construo de um

    Brasil novo Do

    Governo Provisrio ao

    Golpe de 1937.

    D

    Competncia 6 Compreender a complexidade das relaes de poder entre os sujeitos histricos nas diversas formaes sociais e nas relaes entre as sociedades e sua vinculao com os diferentes modos de apreenso e da construo do mundo historicamente constitudo e suas respectivas interpretaes. Habilidade 3 Analisar a construo histrica dos conceitos de cidadania e o processo de constituio da participao poltica ao longo da histria do Brasil nos sculos XX e XXI. Nvel de dificuldade: Fcil. Comentrio: O voto secreto foi institudo pela Constituio Brasileira de 1934, a qual representou um grande avano democrtico para a poca. Ela tambm estabeleceu a obrigatoriedade do voto para maiores de 18 anos e o direito de voto para as mulheres.

    50 Agropecuria Brasil e

    Mundo E

    Competncia 2 Compreender o cenrio mundial, construdo em diferentes tempos, enfocando principalmente processo contemporneo, permeando diferentes prticas e agentes que resultam em profundas mudanas na organizao do espao geogrfico. Habilidade 4 Analisar as grandes transformaes econmicas ao longo do tempo e do espao, provocadas pelas alteraes nos processos produtivos. Nvel de dificuldade: Fcil Comentrio: A atividade agropecuria brasileira vem a cada ano aumentando sua produtividade devido aos novos investimentos tecnolgicos e de pesquisa cientifica feitos neste setor. Entretanto, o uso dessas tecnologias no est disposio de todos os agricultores, devido ao seu alto custo, sendo amplamente utilizado pelas empresas agrcolas comerciais e de plantations que dispem de recursos para investir e que fazem desta atividade um negcio lucrativo.

    51 A dinmica da crosta

    terrestre C

    Competncia 1 Analisar as relaes existentes entre os aspectos fsicos, econmicos e sociais no espao geogrfico com base na observao do espao e da interao entre todos esses processos. Habilidade 4 Reconhecer os fenmenos naturais com base na interpretao do espao

  • geogrfico. Nvel de dificuldade: Mdio Comentrio: As correntes de conveco se formam devido diferena de densidade e temperatura no manto, que aquecido pelo ncleo terrestre. Esta dinmica resultar no consequente movimento das placas tectnicas, que so deslocadas devido ao das correntes de conveco, que funcionam como engrenagens nesta movimentao.

    52 Agropecuria e energia D

    Competncia 2 Compreender o cenrio mundial, construdo em diferentes tempos, enfocando principalmente processo contemporneo, permeando diferentes prticas e agentes que resultam em profundas mudanas na organizao do espao geogrfico. Habilidade 5 Conhecer o processo produtivo, utilizando as diversas fontes de energia do Brasil. Nvel de dificuldade: Mdio Comentrio: O biodiesel uma fonte de energia considerada alternativa e menos poluente que as fontes convencionais derivadas do petrleo. Entretanto, o aumento do cultivo de oleaginosas para produo de biodiesel em detrimento das lavouras alimentcias pode contribuir para reforar as desigualdades no campo, uma vez que muitos trabalhadores no teriam acesso a terras para cultivo de alimentos, o que pode resultar em xodo rural.

    53 Aspectos

    climatobotnicos A

    Competncia 1 Analisar as relaes existentes entre os aspectos fsicos, econmicos e sociais no espao geogrfico com base na observao do espao e da interao entre todos esses processos. Habilidade 4 Reconhecer os fenmenos naturais com base na interpretao do espao geogrfico. Nvel de dificuldade: Difcil Comentrio: A floresta de conferas, tambm conhecida como taiga, pode ser encontrada na zona climtica temperada. As baixas temperaturas e umidade contribuem para a pequena diversidade de espcies resultando, desta forma, em uma formao vegetao homognea que se adapta s condies climticas locais e que devido antiga e intensa urbanizao se encontra bastante devastada pela ao humana.

    54 Aspectos

    climatobotnicos A

    Competncia 4 Interpretar os cdigos especficos da Geografia para uma integrada viso do espao geogrfico com uma viso atual, enfocando a dinmica tecnolgica. Habilidade 2 Compreender os diversos

  • cdigos utilizados na Geografia. Nvel de dificuldade: Difcil Comentrio: A circulao geral da atmosfera ocorre devido ao aquecimento diferenciado das regies terrestres que diminuem medida que aumenta a latitude, e vice-versa, j a direo e o deslocamento dos ventos em ambos os hemisfrios so influenciados pelo movimento de rotao da Terra.

    55 Aspectos

    climatobotnicos E

    Competncia 3 Interpretar o cenrio brasileiro e mundial, construdo em diferentes tempos, enfocando principalmente o processo contemporneo, permeando diferentes prticas e agentes que resultam em profundas mudanas na organizao do espao geogrfico. Habilidade 1 Reconhecer os fenmenos naturais com na interpretao do espao geogrfico, enfocando o Brasil e suas regies. Nvel de dificuldade: Mdio Comentrio: O Domnio dos Cerrados ocupa a regio central do Brasil, em reas de solo cido e clima tropical semimido marcado pelos invernos secos e veres chuvosos. Este domnio apresenta grande diversidade de espcies com vegetao de mdio porte, esparsa, com galhos tortuosos, razes profundas e caules cobertos por cortia.

    56 A dinmica da crosta

    terrestre B

    Competncia 3 Interpretar o cenrio brasileiro e mundial, construdo em diferentes tempos, enfocando principalmente o processo contemporneo, permeando diferentes prticas e agentes que resultam em profundas mudanas na organizao do espao geogrfico. Habilidade 2 Relacionar o trabalho natural e humano ao processo de transformao do espao geogrfico, privilegiando o territrio brasileiro. Nvel de dificuldade: Fcil Comentrio: O relevo terrestre constantemente transformado ao longo do tempo geolgico por agentes internos e externos. Na letra da msica, so citados agentes externos tais como a gua da chuva e o vento que so responsveis pelo desgaste do relevo atravs do intemperismo fsico e qumico das rochas, esculpindo formas de relevo tais como o Po de Acar e o Corcovado.

    57 Aspectos

    climatobotnicos D

    Competncia 3 Interpretar o cenrio brasileiro e mundial, construdo em diferentes tempos, enfocando principalmente o processo contemporneo, permeando diferentes prticas e agentes que resultam em profundas mudanas na organizao do espao geogrfico.

  • Habilidade 3 Analisar as relaes entre preservao e degradao da vida no planeta, relacionando o Brasil e o mundo. Nvel de dificuldade: Mdio Comentrio: o domnio dos Mares de Morro, representado na imagem, estava originalmente localizado ao longo do litoral brasileiro, de nordeste a sudeste, sendo esta uma regio de ocupao histrica e densamente povoada, fatores que, dentre outros, contriburam para a devastao de grande parte deste domnio que apresenta, em suas reas remanescentes, grande biodiversidade.

    58 A dinmica da crosta

    terrestre B

    Competncia 1 Analisar as relaes existentes entre os aspectos fsicos, econmicos e sociais no espao geogrfico com base na observao do espao e da interao entre todos esses processos. Habilidade 4 Reconhecer os fenmenos naturais com base na interpretao do espao geogrfico. Nvel de dificuldade: Mdio Comentrio: O tempo de formao do solo pode ser relacionado a vrios fatores, dentre os quais devem ser consideradas as condies de calor e umidade que iro contribuir para a intemperizao da rocha matriz. Uma vez intemperizada, os horizontes iro se formar, sendo que o horizonte B ser cada vez mais profundo medida que o solo for se tornando mais maduro. J o horizonte A ir concentrar a maior quantidade de matria orgnica.

    59 Aspectos

    climatobotnicos A

    Competncia 3 Interpretar o cenrio brasileiro e mundial, construdo em diferentes tempos, enfocando principalmente o processo contemporneo, permeando diferentes prticas e agentes que resultam em profundas mudanas na organizao do espao geogrfico. Habilidade 1 Reconhecer os fenmenos naturais com base na interpretao do espao geogrfico, enfocando o Brasil e suas regies. Nvel de dificuldade: Fcil Comentrio: O climograma I apresenta elevados ndices de temperatura e pluviosidade ao longo de todo o ano, caracterstica do clima Equatorial. J o climograma II apresenta veres chuvosos e invernos secos, caracterstica marcante do clima Tropical.

    60 Agropecuria e energia B

    Competncia 2 Compreender o cenrio mundial, construdo em diferentes tempos, enfocando principalmente processo contemporneo, permeando diferentes

  • prticas e agentes que resultam em profundas mudanas na organizao do espao geogrfico. Habilidade 1 Analisar as diferentes fontes de energia em seus aspectos humanos, sociais, polticos e econmicos, priorizando a geopoltica do sculo XXI. Nvel de dificuldade: Mdio Comentrio: a reciclagem de latas de alumnio no Brasil uma importante fonte de trabalho e renda, principalmente para a populao carente. Esta atividade tambm contribui para reduzir os impactos causados pela minerao na extrao da bauxita, alm de aumentar a vida til dos aterros sanitrios.

    61

    Principais viroses

    humanas e noes de

    imunologia

    C

    Competncia 6 Utilizar os conhecimentos sobre os elementos fsicos e os seres vivos para desfrutar do ambiente natural, assim como participar de iniciativas destinadas a conserv-lo e a melhor-lo. Habilidade 2 Associar a qualidade de vida, em diferentes faixas etrias e em diferentes regies, a fatores sociais e ambientais que contribuam para isso. Nvel de dificuldade: Fcil Comentrio: A hepatite C causada por um vrus transmitido principalmente pelo sangue contaminado.Para que o vrus da hepatite realmente seja eliminado, necessrio que a estufa (local onde se esteriliza os alicates) esteja a 170 C e o procedimento dure de uma a duas horas. muito comum que as manicures cortem a cutcula e acabem lesionando o local (tirem bife). Estudos mostram que o vrus das hepatites B e C sobrevivem por at 3 dias nos instrumentos. Portanto, clientes contaminados com o vrus da hepatite que forem cortados acabam infectando os alicates e transmitindo indiretamente o vrus para outras pessoas.

    62 Micorrizas e liquens

    (micorrizas) E

    Competncia 4 Construir estratgias pessoais na busca da resoluo de problemas: identificando o problema, formulando hipteses, planejando a realizao de atividades, sistematizando e analisando resultados. Habilidade 2 Utilizar na linguagem corrente informaes cientficas apresentadas em diferentes linguagens a respeito de processos naturais ou induzidos pela atividade humana. Nvel de dificuldade: Mdio Comentrio: As plantas micorrizadas so mais eficientes na absoro de nutrientes, especialmente o fsforo, que as plantas no micorrizadas. As hifas das micorrizas possuem sistema de vacolos (bolsa) que armazenam fsforo, que participa da

  • produo de ATP (fonte de energia) e transporte de nutrientes nas razes e hifas. As micorrizas so ainda responsveis pela absoro de outros nutrientes como potssio, zinco, cobre, boro, amnia e possivelmente nitrato, mangans, clcio, magnsio e sulfato.

    63 Os protozorios D

    Competncia 9 Valorizar o conhecimento cientfico como um processo de construo ligado s caractersticas e s necessidades da sociedade em cada momento histrico e sujeito evoluo e reviso contnuas. Habilidade 2 Descrever diferentes seres vivos que habitam diferentes ambientes, segundo suas caractersticas ecolgicas. Nvel de dificuldade: Fcil Comentrio: O protozorio Trichonympha possui flagelos que o auxiliam na locomoo e captura de alimento. Assim como o Trypanosoma, o Trichonympha pertence ao filo Zoomastigfora.

    64 Caractersticas gerais e

    fisiologia das bactrias B

    Competncia 8 Valorizar a sociedade e a natureza, reconhecendo suas interaes no espao em diferentes contextos histrico-geogrficos. Habilidade 2 Interpretar, em fontes diversas, diferentes representaes dos fenmenos naturais. Nvel de dificuldade: Difcil Comentrio: A transformao ocorre quando uma bactria incorpora molculas de DNA existentes em seu meio e esta passa a ter novas caractersticas. As bactrias R incorporaram o DNA das bactrias S e por isso passaram a causar a morte dos ratos.

    65 Micorrizas e liquens

    (liquens) D

    Competncia 9 Valorizar o conhecimento cientfico como um processo de construo ligado s caractersticas e s necessidades da sociedade em cada momento histrico e sujeito evoluo e reviso contnuas. Habilidade 4 Relacionar diferentes seres vivos aos ambientes que habitam, considerando caractersticas adaptativas e interferncias humanas. Nvel de dificuldade: Mdio Comentrio: Os liquens so extremamente sensveis a alteraes ambientais. So os melhores bioindicadores conhecidos dos nveis de poluio area. Eles so muito sensveis poluio ambiental. Assim, a presena de liquens sugere baixo ndice de poluio, enquanto seu desaparecimento sugere agravamento da poluio ambiental.

    66 Morfofisiologia vegetal C Competncia 2 Compreender as Cincias Naturais como construes humanas,

  • relacionando o desenvolvimento cientfico e tecnolgico ao longo da histria com as transformaes econmicas e sociais, de maneira autnoma, crtica e criativa. Habilidade 3 Analisar diferentes interpretaes de senso comum e cientfico sobre prticas sociais, como formas de produo e hbitos pessoais. Nvel de dificuldade: Mdio Comentrio: Na lista da cozinheira esto: - 3 Razes: beterraba, cenoura e mandioca. - 2 Caules: batata-inglesa e cebola. - 1 Folha: alface. - 2 Frutos: chuchu e pimento. - 1 Semente: feijo.

    67 Reproduo: flor, fruto e

    semente D

    Competncia 8 Valorizar a sociedade e a natureza, reconhecendo suas interaes no espao em diferentes contextos histrico-geogrficos. Habilidade 2 Interpretar, em fontes diversas, diferentes representaes dos fenmenos naturais. Nvel de dificuldade: Mdio Comentrio: O coco da Bahia representa um disporo flutuante: com peso especfico baixo, devido leveza do endosperma, espaos areos internos ou tecidos suberosos. Em gua salgada, os disporos so mais pesados. Caractersticas: endocarpo duro protege o embrio; mesocarpo fibroso serve para flutuao; endosperma lquido a proviso nutritiva.

    68 Critrios de

    classificao animal D

    Competncia 2 Compreender as Cincias Naturais como construes humanas, relacionando o desenvolvimento cientfico e tecnolgico ao longo da histria com as transformaes econmicas e sociais, de maneira autnoma, crtica e criativa. Habilidade 5 Construir e utilizar modelo explicativo de determinada cincia natural para compreender diferentes fenmenos. Nvel de dificuldade: Difcil Comentrio: A partir da bifurcao, possvel perceber que os animais que possuem sistema digestrio completo foram divididos em protostomados (lado esquerdo) e deuterostomados (lado direito).

    69 Classificao das

    plantas B

    Competncia 8 Valorizar a sociedade e a natureza, reconhecendo suas interaes no espao em diferentes contextos histrico-geogrficos. Habilidade 2 Interpretar, em fontes diversas, diferentes representaes dos fenmenos naturais.

  • Nvel de dificuldade: Mdio Comentrio: A partir da imagem, possvel perceber que as engrenagens so liberadas com o vento e que quando caem no solo germinam. Por meio dessa interpretao possvel perceber que as engrenagens representam as sementes das angiospermas.

    70 Ciclo reprodutivo dos

    vrus D

    Competncia 7 Utilizar conhecimentos sobre o funcionamento do corpo humano para desenvolver e fortalecer hbitos de cuidado e de sade corporal que propiciem um clima individual e social saudvel. Habilidade 1 Reconhecer funes e localizao de diferentes rgos ou sistemas do corpo humano, suas disfunes ou doenas a eles relacionados. Nvel de dificuldade: Difcil Comentrio: Os vrus so parasitas intracelulares obrigatrios, por no possurem metabolismo prprio. No caso de o HIV ser um retrovrus que ataca os linfcitos T auxiliadores, clulas de nosso sistema imunolgico, o DNA, produzido a partir do RNA viral, penetra no ncleo do linfcito e integra-se a um dos cromossomos (provrus) e, dessa forma, comanda a fabricao de novas molculas de RNA viral e da enzima transcriptase reversa e, portanto, a fabricao das protenas dos capsdeos e a origem de novos vrus. Os novos vrus formados so expelidos das clulas e podem infectar outras.

    71 Energia E

    Competncia 1 Reconhecer e utilizar adequadamente, na forma oral e escrita, smbolos, cdigos e nomenclatura da linguagem cientfica. Habilidade 4 Reconhecer as diversas formas de energia e suas transformaes. Nvel de dificuldade: Fcil Resoluo: A figura representa uma usina nuclear. A identificao pode ser feita pela presena do reator, onde ocorre a fisso do urnio.

    72 Energia B

    Competncia 1 Reconhecer e utilizar adequadamente, na forma oral e escrita, smbolos, cdigos e nomenclatura da linguagem cientfica. Habilidade 3 Estabelecer a separao entre o domnio cientfico e o cotidiano para a definio de significados. Nvel de dificuldade: Mdio Resoluo: A capacidade trmica de um corpo o quociente entre a quantidade de calor recebida ou cedida por ele e a variao de temperatura sofrida. Assim, sua temperatura varia muito pouco com a

  • absoro ou liberao de grande quantidade de calor.

    73

    Calor e termodinmica

    Estado de agregao

    das molculas e as

    interaes atmicas e

    moleculares.

    A

    Competncia 3 Identificar, em dada situao-problema, as informaes ou variveis relevantes e possveis estratgias para resolv-la. Habilidade 2 Escolher, entre uma srie de conceitos fsicos, aqueles que so relevantes para uma dada classe de situaes. Nvel de dificuldade: Mdio. Resoluo: La Paz possui menor presso atmosfrica que So Paulo, pois se encontra a uma altitude maior, em relao ao nvel do mar. Sendo menor a presso externa sobre a substncia, as molculas de vapor tero maior facilidade para atingir a superfcie, ou seja, iniciar o processo de ebulio.

    74 Dilatao trmica E

    Competncia 2 Selecionar e utilizar instrumentos de medio e de clculo, representar dados e utilizar escalas, fazer estimativas, elaborar hipteses e interpretar resultados. Habilidade 1 Reconhecer instrumentos de laboratrio e suas principais aplicaes em contextos cientficos e cotidianos. Nvel de dificuldade: Fcil Resoluo: Com a anlise da figura, pode-se perceber que, com o aquecimento, a lmina curva-se para baixo. Assim, a lmina superior A tem que ser feita com um material que possua coeficiente de dilatao maior que o da lmina inferior B. Quanto maior o coeficiente de dilatao linear, maior ser a variao do comprimento para uma mesma variao de temperatura.

    75 Energia D

    Competncia 3 Identificar, em dada situao-problema, as informaes ou variveis relevantes e possveis estratgias para resolv-la. Habilidade 3 Prever resultados de uma dada abordagem em resoluo de problemas. Nvel de dificuldade: Mdio. Resoluo: Potncia:

    Trabalho:

    Tempo:

  • w = mgh mgh0 w = 720.000 0= 720.000J, logo a potncia :

    76 Gases E

    Competncia 3 Identificar, em dada situao-problema, as informaes ou variveis relevantes e possveis estratgias para resolv-la. Habilidade 1 Organizar os dados diante de uma situao-problema. Nvel de dificuldade: Mdio Resoluo: Durante o aquecimento do botijo de gs, a presso interna do gs aumenta consideravelmente. Mesmo sabendo que ocorre a dilatao trmica do botijo, seu valor pode ser desconsiderado em relao dilatao sofrida pelo gs. Com esse aumento brusco de presso, o recipiente no suporta e explode.

    77 Transferncia de calor D

    Competncia 4 Reconhecer, utilizar, interpretar e propor modelos explicativos para fenmenos ou sistemas naturais ou tecnolgicos. Habilidade 2 Construir e testar hipteses cientficas acerca dos fenmenos fsicos. Nvel de dificuldade: Mdio Resoluo: O calor passa atravs da cuia de cristal por conduo trmica. Com o uso da luva de amianto, o homem est criando uma barreira isolante entre a superfcie externa da cuia e suas mos.

    78

    As Leis da

    Termodinmica e as

    mquinas trmicas

    A

    Competncia 1 Reconhecer e utilizar adequadamente, na forma oral e escrita, smbolos, cdigos e nomenclatura da linguagem cientfica. Habilidade 5 Utilizar-se da linguagem grfica para interpretar e solucionar problemas. Nvel de dificuldade: Difcil Resoluo: A transformao AB est sobre uma isoterma, logo uma transformao isotrmica. O fato de estar expandindo significa que recebeu calor, uma vez que a expresso U = Q w fica igual a Q = W, j que a variao da energia interna nula. Como o trabalho realizado pelo gs (expanso), a quantidade de calor fica positiva, ou seja, ele est recebendo calor.

    79

    As Leis da

    Termodinmica e as

    mquinas trmicas.

    A

    Competncia 3 Identificar, em dada situao-problema, as informaes ou variveis relevantes e possveis estratgias para resolv-la. Habilidade 2 Escolher, entre uma srie de

  • conceitos fsicos, aqueles que so relevantes para uma dada classe de situaes. Nvel de dificuldade: Difcil Resoluo: Para avaliar a eficincia de uma mquina trmica, importante saber que parte da energia produzida pelo combustvel transformada por ela em trabalho til. Quanto mais energia for convertida em trabalho, mais eficiente o motor. Conclui-se ento que a eficincia a relao entre a energia que se aproveita e a energia total recebida.

    80

    Dilatao trmica

    C

    Competncia 4 Reconhecer, utilizar, interpretar e propor modelos explicativos para fenmenos ou sistemas naturais ou tecnolgicos. Habilidade 2 Construir e testar hipteses cientficas acerca dos fenmenos fsicos. Nvel de dificuldade: Mdio Resoluo: As placas de concreto ou asfalto usadas na construo de vias de circulao sofrem dilatao quando submetidas a variaes de temperatura. Sendo assim, o espaamento entre as fendas diminui com o aumento das placas. Esse aumento depende da variao de temperatura e das dimenses iniciais das placas.

    81 Clculos envolvendo

    Mol e suas correlaes A

    Competncia 3 Identificar fenmenos naturais ou grandezas em dado domnio do conhecimento qumico, estabelecer relaes, identificar regularidades, invariantes e transformaes desenvolvendo a capacidade de pensar cientificamente, relacionando fenmenos e teorias, modelo e realidade, formulando hipteses e meio para test-las. Habilidade 4 selecionar e utilizar instrumentos de medio e de clculo, representar dados e utilizar escalas, fazer estimativas, elaborar hipteses e interpretar resultados. Nvel de dificuldade: Mdio Resoluo: 3,5 bilhes de toneladas correspondem a 3,5 x 10

    9 toneladas.

    Esse valor corresponde a 3,5 x 109x10

    6 g =

    3,5 x 1015

    g 44 g de CO2 1 mol 3,5 x 10

    15g X X = 7,9 x 10

    13

    mol

    82

    Estequiometria

    envolvendo reagente

    impuro

    D

    Competncia 3 Identificar fenmenos naturais ou grandezas em dado domnio do conhecimento qumico, estabelecer relaes, identificar regularidades, invariantes e transformaes desenvolvendo a capacidade de pensar cientificamente, relacionando fenmenos e teorias, modelo e realidade,

  • formulando hipteses e meio para test-las. Habilidade 5 Articular, integrar, e sistematizar fenmenos e teorias identificando e relacionando aspectos qumicos, fsicos e biolgicos qualitativos e quantitativos. Nvel de dificuldade: Mdio Resoluo: 50 kg de CaCO3 10% impuro significa uma massa pura de 45 Kg. 45 Kg equivale a 4,5 x 10

    4 g

    1mol de CaCO3 corresponde a 100 g desse sal 100 g de CaCO3 2 mol de H2 4,5 x 10

    4 g de CaCO3 X

    X = 900 mol de H2

    83

    Termoqumica

    reconhecimento de

    processo exotrmico

    B

    Competncia 1 Dominar a leitura, interpretao e produo de textos e comunicao da Qumica e da tecnologia qumica veiculados em diferentes meios, incluindo smbolos, cdigos e nomenclatura cientfica, a fim de comunicar de maneira precisa e rigorosa. Habilidade 2 Ler, selecionar, interpretar e fazer uso apropriado de informaes e dados apresentados em diferentes linguagens ou formas de representao, como smbolos, frmulas, equaes qumicas, tabelas, grficos, esquemas e equaes. Nvel de dificuldade: Fcil Resoluo: o processo descrito exotrmico, logo a reao pode ser representada pela equao: A + B calor AB Outras representaes possveis seriam: A + B AB + calor ou A + B AB H

  • 85

    Solues

    Clculo

    de concentrao

    D

    Competncia 4 Desenvolver a capacidade de investigao qumica (de forma emprica ou mental) e de enfrentamento de situaes-problema envolvendo o ciclo de vida dos objetos (produo, transformao, utilizao e descarte) e suas implicaes para o ambiente fsico, econmico e social. Habilidade 1 identificar as transformaes ou variveis relevantes em uma situao-problema e elaborar possveis estratgias para equacion-la ou resolv-la. Nvel de dificuldade: Mdio Resoluo: A massa molar do KOH = 56 g/mol Em 11,2 g dessa base, existe 0,2 mol, logo, para calcularmos a concentrao em mol/L, basta dividirmos o nmero de mols pelo volume da soluo. No caso: 0,2 mol/5 litros C = 0,04 mol/L Como o KOH se dissocia em K

    + e OH

    - na

    proporo de 1:1, a concentrao do on K+

    tambm ser igual a 0,04 mol/L.

    86

    Estequiometria

    envolvendo relao de

    massa e energia

    E

    Competncia 4 Desenvolver a capacidade de investigao qumica (de forma emprica ou mental) e de enfrentamento de situaes-problema envolvendo o ciclo de vida dos objetos(produo, transformao, utilizao e descarte) e suas implicaes para o ambiente fsico, econmico e social. Habilidade 1 identificar as transformaes ou variveis relevantes em uma situao-problema e elaborar possveis estratgias para equacion-la ou resolv-la. Nvel de dificuldade: Mdio Resoluo: H2(g) + O2(g) H2O() H = 286 kJ/mol 2 g de H2 libera 286 kJ 100 g X X = 14.300 kJ CH4(g) +2 O2(g) CO2(g) +2 H2O(l) H = 890 kJ/mol 16 g de CH4 libera 890 kJ X libera x14.300 kJ X = 64,3g de CH4

    87 Diluio de solues A

    Competncia 3 Identificar fenmenos naturais ou grandezas em dado domnio do conhecimento qumico, estabelecer relaes, identificar regularidades, invariantes e transformaes desenvolvendo a capacidade de pensar cientificamente, relacionando fenmenos e teorias, modelo e realidade, formulando hipteses e meio para test-las. Habilidade 4 Selecionar e utilizar instrumentos de medio de clculo, representar dados e utilizar escalas fazer estimativas elaborar hipteses e interpretar resultados.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Quilojoule_por_mol

  • Nvel de dificuldade: Mdio Resoluo: No caso, os alunos vo realizar uma diluio utilizando apenas 1 litro da soluo original. C1.V1 = C2.V2 40g/L x 1 L = 2 g/L x V2 V2 = 20 L V de gua adicionado ser: 20 L 1 L = 19 L

    88 Propriedades coligativas C

    Competncia 1 Dominar a leitura, interpretao e produo de textos e comunicao da Qumica e da tecnologia qumica veiculados em diferentes meios, incluindo smbolos, cdigos e nomenclatura cientfica, a fim de comunicar de maneira precisa e rigorosa. Habilidade 2 Ler, selecionar, interpretar e fazer uso apropriado de informaes e dados apresentados em diferentes linguagens ou formas de representao, como smbolos, frmulas, equaes qumicas, tabelas, grficos, esquemas e equaes. Nvel de dificuldade: Fcil Resoluo: Dentro da panela de presso, a presso elevada, logo a gua, para entrar em ebulio, necessita de temperatura mais alta. Em presses maiores do que 1 atm a temperatura de ebulio da gua ser maior do que 100 C e, por esse motivo, o alimento vai cozinhar mais depressa.

    89 Propriedades coligativas C

    Competncia 3 Identificar fenmenos naturais ou grandezas em dado domnio do conhecimento qumico, estabelecer relaes, identificar regularidades, invariantes e transformaes desenvolvendo a capacidade de pensar cientificamente, relacionando fenmenos e teorias, modelo e realidade, formulando hipteses e meio para test-las. Habilidade 3 Reconhecer, utilizar, interpretar e propor modelos para situaes-problema, fenmenos ou sistemas naturais ou tecnolgicos. Nvel de dificuldade: Difcil Resoluo: Nos lagos de gua salgada, a gua evapora com maior dificuldade, pois nesses lagos a presso de vapor da gua menor, uma vez que a concentrao de sais maior; a taxa de evaporao da gua menor e o efeito tonoscpico mais acentuado.

    90 Cintica qumica E

    Competncia 2 Analisar, argumentar e posicionar-se criticamente em relao a temas de Qumica e tecnologia qumica, considerando o carter tico do conhecimento cientfico e tecnolgico a fim de utilizar esse conhecimento no exerccio da cidadania. Habilidade 1 Analisar, argumentar e posicionar-se diante de informaes ou problemas relacionados Qumica, argumentar apresentando razes e justificativas.

  • Nvel de dificuldade: Mdio Resoluo: Nas florestas, o incndio se propaga com facilidade quando a umidade do ar est baixa, ou seja, se o ar est com pouco vapor de gua. Se o terreno for inclinado, essa topografia ajuda na propagao das chamas. Se houver muitos gravetos e folhas secas, o incndio ter facilidade para se propagar porque, assim, a superfcie de contato fica maior. Se a concentrao de combustveis for alta, e a concentrao de oxignio tambm for alta, teremos muita dificuldade de apagar o incndio, j que um incndio autossustentvel quando houver o tringulo: combustvel, comburente e calor.

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