ESTIMATIVA DA QUANTIDADE DE RESDUOS DE ? VI Congresso Brasileiro de Gesto Ambiental Porto Alegre/RS

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  • VI Congresso Brasileiro de Gesto Ambiental Porto Alegre/RS 23 a 26/11/2015

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    ESTIMATIVA DA QUANTIDADE DE RESDUOS DE CONSTRUO CIVIL GERADOS NO MUNICPIO DE JI-PARAN/RO

    Margarita Mara Dueas Orozco(*), Fbio Henrique Frederico * Universidade Federal de Rondnia - UNIR, Campus de Ji-Paran, margarita.unir@gmail.com RESUMO

    O crescimento da indstria da construo civil de grande importncia para a manuteno e sustentao da economia brasileira, contribuindo expressivamente com o Produto Interno Bruto (PIB) do pas. No entanto, a indstria explora grande quantidade de recursos naturais e traz com ela ampla produo de resduos, sendo os resduos de construo e demolio responsveis por aproximadamente 50% dos resduos slidos urbanos produzidos no Brasil. Dessa maneira, o presente estudo visou estimar a quantidade de resduos de construo civil (RCC) gerados no municpio de Ji-Paran (RO), atravs de duas metodologias. Na primeira metodologia, a quantificao dos resduos foi baseada no nmero de alvars de construo emitidos para as atividades construtivas licenciadas, no perodo de um ano e a segunda, a partir do movimento de cargas das empresas coletoras privadas atuantes na rea de estudo. O municpio de Ji-Paran (RO) apresentou uma gerao de 738 t/dia e 164 t/dia de RCC. Assim, o presente estudo contribui como passo inicial para o adequado gerenciamento de resduos de construo civil no municpio, uma vez que traz dados quantitativos destes resduos de construo e demolio, notadamente a sua gerao. Tal dado o ponto inicial para elaborar um plano de gesto especfico. Nesse contexto, ressalta-se que expressiva parcela dos resduos gerados na construo civil pode ser reaproveitada ou reciclada e verifica-se a importncia de destinar o entulho de forma adequada para minimizar a degradao do meio ambiente. PALAVRAS-CHAVE: RCC, RCD, entulho, gerenciamento de resduos. INTRODUO

    O setor da construo civil tem apresentado uma crescente expanso desde o ano 2004, quando houve incentivo ao investimento em obras de infraestrutura e moradia (Programa de Acelerao do Crescimento - PAC e Minha Casa, Minha Vida), em especial para a regio norte e nordeste com a construo das Usinas Hidreltricas de Santo Antnio e Jirau em Rondnia e a Refinaria de Abreu e Lima em Pernambuco. Esse crescimento representou 5,7% do Produto Interno Bruto (PIB) do pas, chegando a movimentar em sua cadeia produtiva R$ 349,4 bilhes de reais em 2012, alm de possuir 8,4% dos ocupados no Brasil (DIEESE, 2012). No entanto, pese aos benefcios econmicos e sociais derivados da construo civil, tal indstria uma das que mais explora recursos naturais e das que mais produz resduos. Estudos apontam que mais de 50% dos resduos slidos urbanos (RSU) gerados no Brasil so provenientes da construo civil (IBGE, 2010). Neste contexto, John (2000) descreve que de maneira geral, o impacto ambiental da construo civil proporcional a sua tarefa social. Por tais motivos, os resduos gerados neste setor, merecem uma ateno especial quanto ao seu manejo e disposio. Importante definir os resduos de construo civil (RCC), que so os resduos procedentes de construes, reformas e demolies de obras de construo civil, assim como os resultantes da preparao de terrenos, tais como solo, tijolos, concreto, areia, gesso, tintas, plsticos etc. Tambm so chamados de entulhos de obras, calia ou metralha, assim como de Resduos de Construo e Demolio (RCD) (BRASIL, 2002). Tal indstria, como j apontado, gera muito desperdio nos seus processos produtivos. Estima-se, que em pases desenvolvidos a quantidade mdia de resduos proveniente de edificaes novas inferior a 100 kg/m2, j no Brasil este ndice encontra-se em torno de 300 kg/m2 edificado (MONTEIRO et al., 2001). Segundo Piovezan Junior (2007), a nvel mundial, estimativas de gerao destes resduos apontam ndices muito variveis, assim como apresentados na Tabela 1.

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    Tabela 1: Gerao per capita de resduos de construo civil em diversos pases. Fonte: Piovezan Junior (2007)

    PAS GERAO DE RESDUOS

    (kg.hab-1.ano-1) Sucia 136 680

    Holanda 820 1300 EUA 463 584 Itlia 600 690 Japo 785 Brasil 230 - 760

    No Brasil, segundo a Associao Brasileira de Empresas de Limpeza Pblica e Resduos Especiais - ABRELPE (2013), foram coletadas mais de 117 mil ton.dia-1 de RCC, sendo 4.280 ton.dia-1 (3,7%) pertencentes regio Norte. No mesmo estudo, apresenta-se o ndice de gerao per capita do Brasil e da regio norte, como sendo 0,584 kg.hab-1.dia-1 e 0,252 kg.hab-1.dia-1, respectivamente. A variao, deve-se, entre outros, localizao de cada pas, sendo que alguns pases tem seu posicionamento na faixa equatorial e outros mais prximos aos polos, influenciando fortemente a escolha dos materiais utilizados nas obras e as tcnicas construtivas. Tais fatores afetam de maneira significativa as caractersticas dos RCC, notadamente sua quantidade e composio. Adicional a eles, o desenvolvimento econmico e tecnolgico da cidade-pas-regio, assim como as tcnicas de demolio e a sazonalidade, interferem indiretamente na composio do entulho (CABRAL E MOREIRA, 2011). Alm disso, a carncia de padronizao nos processos produtivos e a falta de qualificao profissional dos funcionrios que compem o ramo da construo civil, produzem o desperdcio de materiais, aumentando desta forma a gerao de RCC (SALAME, 2012). No entanto, tm surgido novas tendncias e novos conceitos ao respeito deste tema, falando-se atualmente de sustentabilidade das edificaes. Dentre tal conceito, promove-se que novas construes tenham projetos criativos e eficientes para todas as etapas da obra civil, onde se incluam aes de controle de matrias primas, reaproveitamento e reciclagem, visando gerar menor quantidade de desperdcios (JUNIOR E ROMANEL, 2013). Desta maneira, o objetivo do trabalho foi estimar a quantidade de resduos de construo civil (RCC) gerados na rea urbana do municpio de Ji-Paran (RO) atravs de duas metodologias diferentes, comparando os resultados obtidos. METODOLOGIA

    REA DE ESTUDO

    O local de estudo compreende a rea urbana do municpio de Ji-Paran, Rondnia, localizado na poro central do estado (Figura 1). Segundo o censo realizado em 2010, o municpio albergava uma populao de 116.610 habitantes (102.817 destes residindo na zona urbana). Estimou-se que em 2013 o municpio teria 128.000 habitantes (IBGE, 2010).

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    Figura 1 - Mapa de localizao do municpio de Ji-Paran (RO).

    Ji-Paran (RO) a segunda maior cidade do estado em nmero de habitantes, atrs apenas da capital Porto Velho e,

    devido a sua localizao central no estado, responsvel por grande fluxo populacional, alm de ser considerada um

    polo industrial e comercial para os municpios que esto em seu entorno (IBGE, 2006). A cidade est inserida na bacia

    do rio Machado, e os rios Machado e Urup fazem parte da rea urbana do municpio.

    ESTIMATIVA DA QUANTIDADE DE RCC GERADOS NO MUNICPIO

    A primeira metodologia utilizada para estimar a quantidade de RCC em Ji-Paran (RO), foi baseada no estudo de

    Corneli (2009) no municpio de Campo Mouro (PR) e na pesquisa feita por Pinto (1999) nas cidades de Santo Andr,

    So Jos do Rio Preto, So Jos dos Campos, Ribeiro Preto, Jundia (SP) e Vitria da Conquista (BA), em que o

    clculo da gerao de RCC, teve como referncia as atividades construtivas licenciadas, a partir do nmero de alvars

    de construo emitidos, em determinado perodo de tempo.

    Para o presente trabalho, o nmero de alvars de construo foi disponibilizado pela Secretaria de Planejamento

    Municipal de Ji-Paran SEPLAM. A partir da quantidade de alvars emitidos e a respectiva metragem das obras,

    pde-se estabelecer a quantidade de metros quadrados construdos em um ano no municpio em estudo. Essa metragem

    foi multiplicada pelo valor mdio de resduos provenientes de novas edificaes, valor este de 96 kg/m (Corneli, 2009),

    e assim, chegou-se ao valor estimado da quantidade de RCC gerados a partir dos alvars de construo, levantando,

    desta maneira, a quantidade de RCC provenientes de obras novas.

    A segunda metodologia consistiu na determinao do movimento de cargas das empresas privadas coletoras de RCC

    existentes no municpio, sendo que neste caso foi considerada apenas a parcela de entulho proveniente de reformas e

    demolies, pois a parcela proveniente das coletas de obras novas j estava sendo contabilizada nos alvars emitidos

    pesquisados na primeira metodologia, assim, evitou-se uma sobreposio destes valores.

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    Por meio do cadastro existente na prefeitura, obteve-se o quantitativo de empresas privadas coletoras de RCC operantes

    no municpio. No perodo de um ms, anotou-se o movimento de cargas em cada uma dessas empresas, mediante ficha

    de controle, na qual foram registrados dados da quantidade de caambas estacionrias recolhidas no perodo e tambm a

    origem da mesma, podendo ser de obras novas, reformas e demolies e outros (limpeza de terrenos, terra bruta).

    Para estabelecer a gerao de RCC a partir do movimento de cargas, utilizou-se o nmero de caambas estacionrias

    registradas pelas empresas, em seguida, adotou-se o volume mdio de 4,5 m (as empresas coletoras utilizam caambas

    que variam entre 4 e 5 m) e multiplicou-se esse valor pela massa especfica dos RCC, que em mdia de 1.200 kg/m

    (Monteiro et al., 2001). Assim, obteve-se o valor estimado da quantidade de RCC gerados a partir do movimento de

    cargas.

    RESULTADOS OBTIDOS

    ESTIMATIVA DA GERAO DE RCC A PARTIR DAS ATIVIDADES CONSTRUTIVAS LICENCIADAS

    Segundo os dados repassados pela SEPLAM, foram emitidas 1.700 licenas de construo, no perodo de 01.09.2012 a

    30.09.2013, perfazendo o total de 2.440.000 m. Conforme Corneli (2009), a taxa de gerao de resduos de construo

    de aproximadamente 96 kgm construdo. A mesma autora acrescenta que cerca de 15% das obras podem no

    apresentar cadastro junto prefeitura, sendo consideradas obras informais.

    Desta forma teve-se:

    Total de obras formais e informais: 2.440.000 m/ano + 15%: 2.806.000 m/ano

    Total anual de RCC: 2.806.000 m/ano * 0,096 t/m: 269.376 t/ano.

    RCC gerados ao dia: 269.376 t/ano / 365 dias/ano: 738 t/dia

    Pde-se observar que o valor estimado, atravs desta metodologia, demonstrou ser bastante expressivo, se comparado

    ao encontrado por Corneli (2009) na cidade de Campo Mouro/PR, onde obteve-se uma gerao de 29 t/dia. Vale

    salientar que, no momento da pesquisa, a cidade de Campo Mouro contava com cerca de 80.000 habitantes e

    atualmente Ji-Paran (RO) possui aproximadamente 116.000 habitantes; ainda assim, os valores denotam que a gerao

    de resduos em Ji-Paran (RO) est bem acima do valor encontrado por Corneli (2009).

    importante ressaltar, que os valores fornecidos pela SEPLAM sobre a quantidade de alvars emitidos para obras

    novas, incluem todo o montante de obras realizadas no municpio, isto , qualquer tipo de estrutura, desde construo de

    casas e prdios at pavimentao de ruas, galerias e pontes, fazendo com que o valor obtido seja superestimado, pois

    sabido que os aspectos construtivos destas inmeras construes geram diferentes quantidades e caractersticas de

    resduos.

    Portanto, a metodologia realizada em Campo Mouro/PR obteve nmeros mais coerentes devido cidade possuir um

    banco de dados especfico que discrimina o tipo de obra realizada, contribuindo assim para a pesquisa. Diferentemente

    de Ji-Paran (RO) que no possui um banco de dados organizado, contendo apenas um nmero total das obras do

    municpio.

    ESTIMATIVA DA GERAO DE RCC A PARTIR DO MOVIMENTO DE CARGAS

    A Prefeitura de Ji-Paran (RO) no oferece o servio de coleta de entulhos para a populao, sendo assim, a coleta de

    tais resduos no municpio realizada unicamente por empresas coletoras privadas. O municpio conta com cinco

    empresas cadastradas deste tipo. Como dito anteriormente, o registro do movimento de cargas foi realizado no perodo

    de um ms e consideraram-se 26 dias teis de trabalho no perodo, contando os sbados. Segue na Tabela 2, o registro

    do movimento de cargas das cinco empresas, assim como sua origem e sua quantidade mdia mensal e diria.

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    Tabela 2 Nmero e origem de caambas coletadas pelas empresas privadas em Ji-Paran (RO), 2013.

    Empresas

    Origem das caambas Total

    (Unidades)

    Quantidade

    mdia mensal (m/ms)

    Quantidade mdia diria

    (m/dia) Obras Novas

    Reformas e Demolies

    Outros

    A 17 40 91 148 666 25,6

    B 124 148 154 426 1.917 73,7

    C 18 52 52 122 549 21,1

    D 30 34 22 86 387 14,8

    E 0 6 2 8 36 1,4

    Total 189 280 321 790 3.555 136,7

    Atravs dos dados da Tabela 1 e considerando uma massa especfica de 1.200 kg/m (Monteiro et al., 2001), estimou-se

    uma gerao de RCC de 39,3 t/dia para obras novas, o que representa 23,9% das caambas recolhidas; 58,2 t/dia de

    RCC para reformas e demolies, o que equivale a 35,5% e, finalmente, obteve-se uma gerao de 66,7 t/dia de RCC

    para a classe outros, o que corresponde a 40,6% dos resduos recolhidos pelas empresas coletoras. A Figura 2

    esquematiza o percentual de caambas encontrado na anlise.

    Figura 2 - Percentual de caambas analisadas em Ji-Paran (RO) durante um ms em 2013.

    Desta maneira, estimou-se, por meio do movimento de cargas e considerando a gerao de 3.555 m/ms que equivalem

    a 136,7 m/dia, uma gerao de RCC de 164 t/dia.

    Ressalta-se ainda que este valor pode ser maior, visto que comum visualizar na cidade carrinhos de trao animal

    fazendo o transporte desses resduos, alm de que muitos moradores utilizam os RCC para fazerem tapa buracos e

    conserto de ruas no pavimentadas que so danificadas pelas guas pluviais.

    Ao comparar os valores obtidos pelas duas metodologias, percebe-se grande diferena. No primeiro valor, isso se deve

    ao fato que os dados fornecidos pela Secretaria de Planejamento Municipal para o nmero de alvars emitidos para

    obras novas, inclui todo o montante de obras desenvolvidas no Municpio, desde construo de casas, prdios,

    pavimentao de ruas, galerias, pontes e qualquer outro tipo de construo, fazendo com que esse valor seja

    superestimado, pois, sabido que os aspectos construtivos destas inmeras construes geram diferentes quantidades e

    caractersticas de resduos.

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    Ressalta-se, ento, que o estudo realizado em Campo Mouro (PR) obteve nmeros mais coerentes devido cidade

    possuir um banco de dados descriminando o tipo de cada obra realizada, podendo estas, ser buscadas separadamente,

    contribuindo para a pesquisa. Diferentemente de Ji-Paran (RO) que no possui um banco de dados organizado,

    contendo apenas um nmero total das obras do municpio.

    Desta forma, para no superestimar os resduos gerados no municpio de Ji-Paran (RO), acredita-se ser mais coerente o

    resultado encontrado atravs dos dados encontrados junto ao levantamento das empresas coletoras, sendo assim, a

    estimativa de gerao de RCC para o municpio o gerado pela soma dos valores das caambas provenientes das

    diferentes origens analisadas.

    Por outra parte, durante a realizao da pesquisa, ao entrar em dilogo com os proprietrios e trabalhadores das

    empresas coletoras foi possvel verificar algumas prticas realizadas por essas empresas. Ests prticas esto descrita no

    fluxograma da Figura 3.

    Figura 3 Prticas realizadas com os RCC de Ji-Paran (RO).

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    CONCLUSES

    Com a primeira metodologia utilizada, obteve-se uma gerao de RCC no municpio de Ji-Paran (RO) de 738 t/dia,

    enquanto que com a segunda metodologia, estimou-se uma gerao de RCC de 164 t/dia. Os valores no so

    comparveis por dois motivos: 1) os dados informados pela SEPLAM no distinguem o tipo de construo realizada,

    superestimando o montante de RCC, 2) a segunda metodologia inclui RCC provenientes de obras novas, reformas e

    demolies e outros, enquanto a primeira metodologia s inclui RCC de obras novas.

    No entanto, o presente estudo contribui como passo inicial para o adequado gerenciamento de resduos de construo

    civil em Ji-Paran (RO), uma vez que traz dados quantitativos dos resduos de construo civil, notadamente a sua

    gerao, sendo esta de 164 toneladas por dia.

    Assim, o estudo aponta que o municpio deixa de explorar economicamente tal quantidade de RCC, a qual poderia ser

    processada com a implementao de uma usina de reciclagem de RCC, trazendo renda e oportunidade de emprego,

    alm do benefcio na mitigao dos impactos negativos sobre o meio ambiente.

    REFERNCIAS BIBLIOGRFICAS

    1. ASSOCIAO BRASILEIRA DE EMPRESAS DE LIMPEZA PBLICA E RESDUOS ESPECIAIS (ABRELPE). Panorama Nacional de Resduos Slidos 2013. Disponvel em: . Acesso em: set. de 2015. 2. BRASIL. Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA). Resoluo n 307, de 05 de julho de 2002. Braslia: Dirio Oficial da Unio, 2002. 3. CABRAL, A. E. B.; MOREIRA, K. M. V. Manual sobre os Resduos Slidos da Construo Civil. Sindicato da Indstria da Construo Civil do Cear - SINDUSCON CE. 2011. 4. CORNELI, V. M. Anlise da gesto de resduos de construo e demolio no municpio de Campo Mouro/Paran. Maring. UEM. 2009. Dissertao (Programa de Ps-graduao em Engenharia Urbana). Universidade Estadual de Maring. 2009. 5. DIEESE - DEPARTAMENTO INTERSINDICAL DE ESTATSTICA E ESTUDOS SOCIOECONMICOS. Estudo Setorial da Construo Civil, N. 65, Maio de 2013. So Paulo: 2012. 6. IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica. Censo 2010. Disponvel em: < http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/censo2010/tabelas_pdf/total_populacao_rondonia.pdf > Acesso em: 01 Set. 2013. 7. IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica. Censo Agropecurio 2006. Disponvel em: < http://cidades.ibge.gov.br/xtras/perfil.php?lang=&codmun=110012&search=rondonia|ji-parana > Acesso em: 01 Set. 2013. 8. JOHN, V. M. Reciclagem de resduos na construo civil: Contribuio metodologia de pesquisa e desenvolvimento. So Paulo: USP, 2000. Tese (Livre docncia). Departamento de Engenharia de Construo Civil. Escola Politcnica da Universidade de So Paulo. 2000. 9. MONTEIRO, J. H. P.; FIGUEIREDO, C. E. M.; MAGALHES, A. F.; MELO, M. A. F.; BRITO, J. C. X.; ALMEIDA, T. P. F.; MANSUR, G. L. Manual de gerenciamento integrado de resduos slidos. Rio de Janeiro: IBAM, 2001. 200 p. 10. PINTO, T. P. Metodologia para a gesto diferenciada de resduos slidos da construo urbana. So Paulo: USP, 1999. Tese (Doutorado). Escola Politcnica da Universidade de So Paulo. Departamento de Engenharia de Construo Civil. 1999. 11. PIOVEZAN JUNIOR, G. T. A. Avaliao dos resduos da construo civil (RCC) gerados no municpio de Santa Maria. Santa Maria: UFSM, 2007. Dissertao de Mestrado Programa de Ps-Graduao em Engenharia Civil. Centro de Tecnologia Programa de Ps-Graduao em Engenharia Civil. 2007. 12. ROMANEL, C.; JUNIOR, J. B. V. Sustentabilidade na indstria da construo: uma logstica para reciclagem dos resduos de pequenas obras. Revista Brasileira de Gesto Urbana, v. 5, n. 2, p. 27-37, 2013. 13. SALAME, A. Reaproveitamento de resduos slidos da construo civil no estado de Rondnia estudo de caso no

    municpio de Vilhena. Ji-Paran: UNIR, 2012. Monografia (Bacharel em Engenharia Ambiental), Departamento de

    Engenharia Ambiental, Universidade Federal de Rondnia, 2012.