EQUIPAMENTOS DE LABORATRIO DE QU ? Equipamentos de Laboratrio de Qumica 2 EQUIPAMENTOS DE

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    25-Jul-2018

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  • www.fabianoraco.oi.com.br Equipamentos de Laboratrio de Qumica 1

    Prof. Fabiano Ramos Costa Qumica No se Decora, Compreende!

    EQUIPAMENTOS

    DE LABORATRIO

    DE QUMICA

  • Equipamentos de Laboratrio de Qumica 2

    EQUIPAMENTOS DE LABORATRIO DE QUMICA

    Almofariz com Pistilo Usado na triturao e pulverizao de slidos.

    Alonga

    Serve para conectar o condensador ao frasco coletor nas destilaes, direcionando o fluxo de lquido.

    Anel ou Argola

    Usado como suporte do funil na filtrao.

    Aparelhagem de Destilao

    Montagem de aparelhos para uma destilao. utilizado, um condensador reto, uma alonga, um balo volumtrico, um adaptador para destilao e uma manta aquecedora.

    Balana Digital

    Para a medida de massa de slidos e lquidos no volteis com grande preciso.

    A balana analtica um dos instrumentos de medida mais usados no laboratrio e dela dependem

    basicamente todos os resultados analticos. As balanas analticas modernas, que podem cobrir faixas de preciso de leitura da ordem de 0,1

    g a 0,1 mg, j esto bastante aperfeioadas a ponto de dispensarem o uso de salas especiais para a pesagem. Mesmo assim, o simples emprego de circuitos eletrnicos no elimina as interaes do sistema com o ambiente. Destes, os efeitos fsicos so os mais importantes, pois no podem ser suprimidos.

    As informaes contidas neste texto visam indicar os pontos mais importantes a serem considerados nas operaes de pesagem. Localizao da Balana

    A preciso e a confiabilidade das pesagens esto diretamente relacionadas com a localizao da balana analtica. Os principais itens a serem considerados para o seu correto posicionamento so: Caractersticas da sala de pesagem

    Ter apenas uma entrada. Ter o mnimo de janelas possvel, para evitar a luz direta do sol e correntes de ar.

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    Ser pouco susceptvel a choques e vibraes.

    As condies da bancada

    Ficar firmemente apoiada no solo ou fixada na parede, de modo a transmitir o mnimo de vibraes possvel.

    Ser rgida, no podendo ceder ou vergar durante a operao de pesagem. Pode-se usar uma bancada de laboratrio bem estvel ou uma bancada de pedra.

    Ficar localizada nas posies mais rgidas da construo, geralmente nos cantos da sala. Ser antimagntica (no usar metais ou ao) e protegida das cargas eletrostticas (no usar

    plsticos ou vidros). As condies ambientais

    Manter a temperatura da sala constante. Manter a umidade entre 45% e 60% (deve ser monitorada sempre que possvel). No permitir a incidncia de luz solar direta. No pesar prximo a irradiadores de calor. Colocar as luminrias distantes da bancada, para evitar distrbios devido radiao trmica. O uso

    de lmpadas fluorescentes menos crtico. Evitar pesar perto de equipamentos que usam ventiladores (ex.: ar condicionado, computadores,

    etc.) ou perto da porta. CUIDADOS OPERACIONAIS Cuidados bsicos

    Verificar sempre o nivelamento da balana. Deixar sempre a balana conectada tomada e ligada para manter o equilbrio trmico dos circuitos

    eletrnicos. Deixar sempre a balana no modo stand by, evitando a necessidade de novo tempo de

    aquecimento (warm up). O frasco de pesagem

    Usar sempre o menor frasco de pesagem possvel. No usar frascos plsticos, quando a umidade estiver abaixo de 30-40%. A temperatura do frasco de pesagem e seu contedo devem estar mesma temperatura que a do

    ambiente da cmara de pesagem. Nunca tocar os frascos diretamente com os dedos ao coloc-los ou retir-los da cmara de

    pesagem. O prato de pesagem

    Colocar o frasco de pesagem sempre no centro do prato de pesagem. Remover o frasco de pesagem do prato de pesagem to logo termine a operao de pesagem.

    A leitura

    Verificar se o mostrador indica exatamente zero ao iniciar a operao. Tare a balana, se for preciso.

    Ler o resultado da operao to logo o detector automtico de estabilidade desaparea do mostrador.

    Calibrao

    Calibrar a balana regularmente, principalmente se ela estiver sendo operada pela primeira vez, se tiver sido mudada de local, aps qualquer nivelamento e aps grandes variaes de temperatura ou de presso atmosfrica. Manuteno

    Manter sempre a cmara de pesagem e o prato de pesagem limpos. Usar somente frascos de pesagem limpos e secos.

    Influncias Fsicas sobre as Pesagens

    Quando o mostrador da balana ficar instvel, seja por variao contnua da leitura para mais ou para menos ou simplesmente se a leitura estiver errada

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    ATENO: Voc estar observando influncias fsicas indesejveis sobre a operao. As mais comuns so: Temperatura

    Efeito Observado: O mostrador varia constantemente em uma direo. Motivo: A existncia de uma diferena de temperatura entre a amostra e o ambiente da cmara de

    pesagem provoca correntes de ar. Estas correntes de ar geram foras sobre o prato de pesagem fazendo a amostra parecer mais leve (chamada flutuao dinmica). Este efeito s desaparece quando o equilbrio trmico for estabelecido. Alm disso, o filme de umidade que cobre qualquer amostra, e que varia com a temperatura, encoberto pela flutuao dinmica. Isto faz com que um objeto frio parea mais pesado ou um objeto mais quente mais leve.

    Medidas corretivas: o Nunca pesar amostras retiradas diretamente de estufas, muflas, ou refrigeradores. o Deixar sempre a amostra atingir a temperatura do laboratrio ou da cmara de pesagem. o Procurar sempre manusear os frascos de pesagens ou as amostras com pinas. Se no for

    possvel, usar uma tira de papel. o No tocar a cmara de pesagem com as mos. o Usar frascos de pesagem com a menor rea possvel.

    Variao de massa

    Efeito Observado: O mostrador indica leituras que aumentam ou diminuem, continua e lentamente. Motivo: Ganho de massa devido a uma amostra higroscpica (ganho de umidade atmosfrica) ou

    perda de massa por evaporao de gua ou de substncias volteis. Medidas corretivas:

    o Usar frascos de pesagem limpos e secos e manter o prato de pesagem sempre livre de poeira, contaminantes ou gotas de lquidos.

    o Usar frascos de pesagem com gargalo estreito. o Usar tampas ou rolhas nos frascos de pesagem.

    Eletrosttica

    Efeito Observado: O mostrador da balana fica instvel e indica massas diferentes a cada pesagem da mesma amostra. A reprodutibilidade dos resultados fica comprometida.

    Motivo: O seu frasco de pesagem est carregado eletrostaticamente. Estas cargas formam-se por frico ou durante o transporte dos materiais, especialmente os ps e grnulos. Se o ar estiver seco (umidade relativa menor que 40%) estas cargas eletrostticas ficam retidas ou so dispersadas lentamente. Os erros de pesagem acontecem por foras de atrao eletrostticas que atuam entre a amostra e o ambiente. Se a amostra e o ambiente estiverem sob o efeito de cargas eltricas de mesmo sinal [+ ou -] ocorrem repulses, enquanto que sob o efeito de cargas opostas [+ e -], observam-se atraes.

    Medidas corretivas: o Aumentar a umidade atmosfrica com o uso de um umidificador ou por ajustes apropriados

    no sistema de ar condicionado (umidade relativa ideal: 45-60%). o Descarregar as foras eletrostticas, colocando o frasco de pesagem em um recipiente de

    metal, antes da pesagem . o Conectar a balana a um "terra" eficiente.

    Magnetismo

    Efeito Observado: Baixa reprodutibilidade. O resultado da pesagem de uma amostra metlica depende da sua posio sobre o prato da balana.

    Motivo: Se o material for magntico (ex.: ferro, ao, nquel, etc.) pode estar ocorrendo atrao mtua com o prato da balana, criando foras que levam a uma medida errnea.

    Medidas corretivas: o Se possvel, desmagnetize as amostras ferromagnticas. o Como as foras magnticas diminuem com a distncia, separar a amostra do prato usando

    um suporte no-magntico (ex.: um bquer invertido ou um suporte de alumnio). o Usar o gancho superior do prato da balana, se existir.

    Gravitao

    Efeito Observado: As pesagens variam de acordo com a latitude. Quanto mais prximo do equador maior a fora centrfuga devido rotao da Terra, que se contrape fora gravitacional. Desta forma, a fora atuando sobre uma massa maior nos plos que no equador. As pesagens dependem tambm da altitude em relao ao nvel do mar (mais exatamente, em relao ao centro

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    da Terra). Quanto mais alto, menor a atrao gravitacional, que decresce com o quadrado da distncia.

    Medidas corretivas: o Pesagens diferenciais ou comparativas ou de preciso, efetuadas em diferentes latitudes ou

    altitudes (ex.: no trreo e em outros andares de mesmo prdio) devem ser corrigidas.

    ( )( ) st

    th m

    hr

    rm

    += 2

    2

    ms = massa medida ao nvel do solo . rt = raio da Terra (~ 6.370 km). h = altura do local onde se fez a medida (m). mk = massa medida a uma altura (h), em relao ao nvel do solo.

    Empuxo

    Efeito Observado: O resultado de uma pesagem feita em ar no o mesmo que no vcuo. Motivo: Este fenmeno explicado pelo princpio de Arquimedes, segundo o qual "um corpo

    experimenta uma perda de peso igual ao peso da massa do meio por este deslocado". Quando materiais muito densos (ex.: Hg) ou pouco densos (ex.: gua) so pesados, correes devem ser feitas, em favor da preciso.

    Medidas corretivas: o Pesagens diferenciais ou comparativas ou de muita preciso, efetuadas em dias diferentes,

    devem sempre ser corrigidas com relao ao empuxo, levando-se em conta a temperatura, a presso e a umidade atmosfricas. Os trabalhos comuns de laboratrio geralmente dispensam estas medidas.

    Balo de Fundo Chato

    Utilizado como recipiente para conter lquidos ou solues, ou mesmo fazer reaes com desprendimento de gases. Pode ser aquecido sobre o TRIP com TELA DE AMIANTO.

    Balo de Fundo Redondo

    Utilizado principalmente em sistemas de refluxo e evaporao a vcuo, acoplado a ROTAEVAPORADOR.

    Balo Volumtrico

    Possui volume definido e utilizado para o preparo de solues em laboratrio.

    Bquer

    de uso geral em laboratrio. Serve para fazer reaes entre solues, dissolver substncias slidas, efetuar reaes de precipitao e aquecer lquidos. Pode ser aquecido sobre a TELA DE AMIANTO.

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    Bico de Bunsen a fonte de aquecimento mais utilizada em laboratrio. Mas contemporaneamente tem sido substitudo pelas MANTAS E CHAPAS DE AQUECIMENTO.

    O bico de Bunsen um dispositivo usado em qumica para efetuar aquecimento de solues em laboratrio. O bico de Bunsen foi aperfeioado por Robert Wilhelm Bunsen, a partir de um dispositivo desenhado por Michael Faraday. Em biologia, especialmente em microbiologia e biologia molecular, usado para manuteno de condies estreis quando da manipulao de microorganismos, DNA, etc.

    O bico de Bunsen queima em segurana um fluxo contnuo de gs sem haver o risco da chama se propagar pelo tubo at o depsito de gs que o alimenta. Normalmente o bico de Bunsen queima gs natural, ou alternativamente um GPL, tal como propano ou butano, ou uma mistura de ambos. (O gs natural basicamente metano com uma reduzida quantidade de propano e butano).

    Diz-se que a rea estril do bico de bunsen seja de 10 cm. Quando a janela do Bico de Bunsen est fechada sua chama igual de uma vela, pois apenas queima o oxignio que esta em volta e sua chama fica mais fraca.

    Os bicos de Bunsen esto sendo substitudos hoje em dia por outros sistemas de aquecimento

    usando energia eltrica. Sistemas eltricos so mais seguros pois no produzem chamas, eliminando assim o risco de reaes no controladas. Tambm so mais eficientes que os bicos de Bunsen pois conseguem atingir temperaturas muito mais altas, e em uma rea muito mais abrangente do que a chama atingiria. Os bicos de Bunsen ainda so muito usados em laboratrios devido velocidade com que conseguem atingir altas temperaturas e tambm para esterilizao de materiais.

    Bureta Aparelho utilizado em anlises volumtricas. Uma bureta um instrumento de medio e transferncia rigorosa de volumes lquidos.

    Cadinho

    Pea, geralmente de porcelana, cuja utilidade aquecer substncias a seco e com grande intensidade, por isto pode ser levado diretamente ao BICO DE BUNSEN.

    Cpsula de Porcelana

    Pea de porcelana usada para evaporar lquidos das solues.

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    Chapa Eltrica e Agitador utilizada para o aquecimento de substncias de uma forma em geral, principalmente as substncias inflamveis. Esta a forma mais comum e segura de aquecimento em um laboratrio de qumica, atualmente. Ela tambm pode ser utilizada para o agitamento de solues, aquecidas ou no.

    Condensador

    Utilizado na destilao, tem como finalidade condensar vapores gerados pelo aquecimento de lquidos.

    Dessecador Usado para guardar substncias em atmosfera com baixo ndice de umidade. Um dessecador um recipiente fechado que contm um agente de secagem chamado dessecante. A tampa engraxada (com graxa de silicone) para que feche de forma hermtica. utilizado para guardar substancias em ambientes com baixo teor de umidade.

    O agente dessecante mais utilizado a slica, que deve estar na colorao azul (seca). Quando a slica fica na colorao avermelhada, significa que j est saturada de gua, impossibilitando que a mesma absorva a gua do interior do dessecador. Como auxlio ao processo de secagem de substncias, comum o acoplamento de uma bomba de vcuo para reduzir a presso no interior do dessecador, quando o mesmo apresenta uma vlvula para esta finalidade na tampa. Aps o vcuo desejado, a vlvula fechada e a bomba de vcuo desacoplada.

    Seu uso mais comum se d nas etapas de padronizao de solues, onde um sal de uma determinada substncia aquecido em estufa e posteriormente posto para esfriar sob presso reduzida no interior do dessecador. O resfriamento a presso reduzida e no interior do dessecador impede a absoro de gua pelo sal enquanto sua temperatura se iguala ambiente, para que seja posteriormente pesado.

    Erlenmeyer Utilizado em titulaes, aquecimento de lquidos e para dissolver substncias e proceder reaes entre solues.

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    Estante para Tubo de Ensaio usada para suporte de os TUBOS DE ENSAIO.

    Funil de Bchner

    Utilizado em filtraes a vcuo. Pode ser usado com a funo de FILTRO em conjunto com o KITASSATO.

    Funil de Haste Longa Usado na filtrao e para reteno de partculas slidas. No deve ser aquecido.

    Funil de Separao

    Utilizado na separao de lquidos no miscveis e na extrao lquido/lquido.

    Garra de Condensador

    Usada para prender o condensador haste do suporte ou outras peas como bales, erlenmeyers etc.

    Kitassato

    Utilizado em conjunto com o FUNIL DE BUCHNER em FILTRAES a vcuo.

    Manta Aquecedora

    Equipamento usado juntamente com um balo de fundo redondo; uma fonte de calor que pode ser regulada quanto temperatura.

    Pina de Madeira Usada para prender o TUBO DE ENSAIO durante o aquecimento.

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    Pina Metlica Usada para manipular objetos aquecidos.

    Pipeta

    H dois tipos clssicos de pipetas:

    pipetas graduadas: possuem uma escala para medir volumes variveis;

    pipetas volumtricas: possuem apenas um trao final, para indicar o volume fixo e final indicado por ela, sendo estas mais rigorosas que as graduadas.

    Graduada Volumtrica

    Para utilizar uma destas pipetas tambm necessrio uma prpipeta ou pompete, um pipet-aid ou

    um macro-filler. Estes podem ser colocados na ponta superior da pipeta, produzindo um abaixamento da presso de seu interior e provocando a aspirao do lquido de tal forma a preencher a pipeta no volume desejado.

    Um outro tipo de pipetas, usado especialmente em laboratrios de biologia, bioqumica ou quando h a necessidade de se transferir volumes muito reduzidos, a micropipeta (imagem acima). Esta permite medir pequenos volumes, da ordem de microlitros, porm, com preciso e exatido geralmente inferiores s obtidas pelas pipetas graduadas e volumtricas de maior volume. Este tipo de pipeta utiliza pontas (no Brasil chamadas de ponteiras) descartveis, feitas de polipropileno. O lquido aspirado por elas no entra ou no deve entrar no corpo principal da micropipeta, sob risco de adulter-la e descalibr-la.

    Para biologia molecular, so utilizadas pontas com um filtro de polipropileno para no haver uma contaminao da micropipeta. A micropipeta pode ser digital e eletrnica. A maioria das micropipetas so monocanais mas tambm existem micropipetas multicanais (8 e 12 canais). A micropipeta mais precisa do mundo uma pipeta que mede zeptolitros e foi inventada pelo Brookhaven National Laboratory.

    Pisseta ou Frasco Lavador Usada para lavagens de materiais ou recipientes atravs de jatos de gua, lcool ou outros solventes.

    Proveta ou Cilindro Graduado

    Serve para medir e transferir volumes de lquidos. No pode ser aquecida.

    Suporte Universal

    Utilizado em operaes como:

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    Filtrao, Suporte para Condensador, Bureta, Sistemas de Destilao etc. Serve tambm para sustentar peas em geral.

    Tela de Amianto Suporte para as peas a serem aquecidas. A funo do amianto distribuir uniformemente o calor recebido pelo BICO DE BUNSEN.

    Tubo de Ensaio

    Empregado para fazer reaes em pequena escala, principalmente em testes de reao em geral. Pode ser aquecido com movimentos circulares e com cuidado diretamente sob a chama do BICO DE BNSEN.

    Trip

    Sustentculo para efetuar aquecimentos de solues em vidrarias diversas de laboratrio. utilizado em conjunto com a TELA DE AMIANTO.

    Vidro de Relgio

    Pea de Vidro de forma cncava usada em anlises e evaporaes. No pode ser aquecida diretamente.

    Fonte

    http://www2.fc.unesp.br/lvq/prexp02.htm#BICO%20DE%20BUNSEN. Acesso em 11/03/2008. http://www.mundodoquimico.hpg.ig.com.br/vidrarias.htm. Acesso em 11/03/2008 http://www.quiprocura.net/laboratorio/index1.htm. Acesso em 11/03/2008. http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/5/5f/Lab_bench.jpg. Acesso em 11/03/2008. http://pt.wikipedia.org/wiki/Pipeta. Acesso em 11/03/2008. http://pt.wikipedia.org/wiki/Dessecador. Acesso em 11/03/2008. http://www.chemkeys.com/bra/ag/tda_8/udba_1/udba_1.htm. Acesso em 11/03/2008.

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