Edio nmero 1695 - 17 de maro de 2013

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    14-Mar-2016

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  • REA CENTRAL de Macei, que j foi nobre no passado, a Avenida da Paz pode retomar sua valorizao imobiliria com investimentos pblicos e da iniciativa privada

    POOS E AUDES secos no Alto Serto no tero seus nveis de gua restabelecidos se a previso do Inpi for confirmada

    SANDRO LIMA

    ADAILSON CALHEIROS

    ADAILSON CALHEIROS

    DOMINGO

    MACEI - ALAGOAS 17 DE MARO DE 2013

    N 1695

    R$ 3,00

    EXEMPLAR DOASSINANTE

    tribunahoje.com

    TRIBUNAINDEPENDENTE

    Bom a parcialmente nublado com possiblidades de chuvas

    em reas isoladas

    00:38 0.6 06:51 1.8 13:06 0.6 19:17 1.7

    Mnima

    22Mxima

    32

    Mars

    TEMPO

    SOMENTE OITO PREFEITURAS DE ALAGOAS NO TM DIVIDA COM A UNIOPGINA 4

    Deputados estaduais deixam derecolher contribuio partidria

    Parlamentares ouvidos pela reportagem da Tribuna Independente admitiram que no contribuem financeiramente com seus partidos. Alguns deles chegam a desconhecer o compromisso. A nica exceo o deputado Dudu Hollanda (PSD). Estatutos de partidos polticos estabelecem cotas financeiras de contribuio para seus filiados, porm em alguns deles o repasse s feito por quem detm mandato

    legislativo. O percentual de contribuio chega a ser de 10% sobre a remunerao bruta. PGINA 5

    ORLA DA AVENIDA DA PAZ PODE SE TORNAR A NOVA PONTA VERDEOs novos empreendimen-tos e os recm-inaugu-rados na Avenida da Paz mostram um interesse especial do setor da cons--truo civil pela regio. Investidores afirmam que a rea tem potencial para ser uma nova Ponta Verde.

    PGINA 9

    PREVISO DE CHUVA AT MAIO NO NORDESTE ABAIXO DA MDIAA previso de chuvas para os prximos meses no Nor-deste, segundo o Inpe, no animadora para quem espera h mais de um ano pelo fim da estiagem. A probabilidade de precipi-taes abaixo da mdia de 40% at o final de maio.PGINA 10

    S VITRIA POR DOIS GOLS DE DIFERENA D TTULO AO ASACampinense e ASA deci-dem, na tarde deste domin-go, em Campina Grande (PB), o ttulo da Copa do Nordeste, que garante ao campeo vaga na Copa Sul-Americana. O time ara-piraquense precisa vencer por dois gols de diferena.PGINA 16

    ENTREVISTA

    Conquistas da categoria devem ser preservadas, diz Pedro IvensO presidente da Associao dos Magistrados de Alagoas (Alma-gis), juiz Pedro Ivens, reconhece que a Lei Orgnica da Magis-tratura precisa ser atualizada, mas defende que as mudanas preservem as conquistas e prer-rogativas da categoria.

    PGINA 2

    POUPANA: 0,4134%

    DLAR COMERCIALR$ 1,98 R$ 1,98

    DOLAR PARALELOR$ 2,04 R$ 2,11

    OURO:R$ 101,60

    FINANAS JUC DEFENDE APERFEIOAMENTO NA ESCOLHA DE MINISTROS DO STFPGINA 3

    MULHERES E MAIS JOVENS MUDAM PERFIL DE TAXISTA EM MACEIPGINA 11

    PESQUISA AFIRMA QUE CASAIS QUE ENGORDAM JUNTOS SO MAIS FELIZESPGINA 12

    DESENVOLVE TEM PROPOSTA PARA IMPORTAO DE MENOS ALIMENTOSPGINA 13

  • PolticaMACEI - DOMINGO, 17 DE MARO DE 2013POLTICA2

    Mudanas na Loman preocupamPresidente da Almagis, Pedro Ivens, pede cautela ao rotularem conquistas e prerrogativas como regalias

    SANDRO LIMA/ARQUIVO

    Presidente Pedro Ivens deixa claro que situao do magistrado alagoano de sobrecarga de trabalho

    EDITORIA DE POLTICACOM REDAO

    As frias de 60 dias anuais para juzes e procuradores privilgio concedido as duas categorias durante a ditadura militar podem estar perto do fim. Cresce dentro das cpulas do Judicirio e do Executivo um movimento para pr fim ao mais longo perodo de descanso remunerado de servidores pblicos.

    O presidente do Su-premo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbo-sa, em fevereiro, decidiu criar uma comisso especial para revisar e mandar para o Congresso Nacional projeto de lei sobre o assunto, um dos principais pontos da re-viso da Lei Orgnica da Magistratura Nacional (Loman).

    Quem sai em defesa das conquistas da magis-tratura foi o presidente da Associao dos Magis-trados Alagoanos (Alma-gis), juiz Pedro Ivens. Ele reconhece que a Loman precisa ser atualizada, porm preservando con-quistas e prerrogativas dos togados.

    Tribuna Independen-te - Qual a opinio do senhor em relao nova Loman (Lei Orgnica da Magistra-tura Nacional) e possibi-lidade de perda de alguns privilgios?

    Pedro Ivens - Num pri-meiro momento, importan-te frisar que os magistrados possuem prerrogativas e ga-rantias previstas na Lei Or-gnica da Magistratura Na-cional [Loman], assim como acontece em outras profis-ses que so regidas por es-tatutos e planos de carreira. No podemos comparar be-nefcios amparados em leis com privilgios e regalias. A Loman anterior Cons-tituio de 1988 e criao do CNJ, em 2004 e, por isso, muitos pontos precisam ser atualizados. Acredito que a nova Loman, ou Estatuto da Magistratura, melhor objeti-var o papel dos membros do Judicirio, suas garantias e prerrogativas. No entanto, a preocupao que vem geran-do debates entre membros da classe de que, em vota-o no Congresso Nacional, alguns direitos, conquista-dos com muita luta pela ca-tegoria, sejam suprimidos em razo do momento polti-co que envolve suposta crise entre o Poder Judicirio e os demais Poderes da Repbli-ca.

    T.I. - O que isso pode con-tribuir ou prejudicar a ma-gistratura?

    Pedro Ivens - Como afir-mei, a Loman/Estatuto da Magistratura trar ainda mais clareza ao papel do magistrado. Defendemos um regramento que estabe-lea, de forma objetiva, os deveres, direitos e garan-tias da categoria, devendo ainda especificar pontos como a carga processual de cada magistrado, o nmero de juzes por habitante, di-

    menso das frias, condies de trabalho, dentre outros detalhes que preservem a atuao do magistrado. Im-portante ainda ressaltar que garantias e prerrogativas, aliadas a uma remunerao compatvel com a alta res-ponsabilidade do cargo, so formas de atrair e motivar profissionais qualificados a passar por uma seleo ex-tremamente rgida, que o concurso pblico de provas e de ttulos para ingresso na carreira da magistratura. Em recente artigo publicado pelo colega Srgio Ricardo [presidente da Amages As-sociao dos Magistrados do Esprito Santo], sob o ttulo: Direitos dos Magistrados: tcnica de compensao pe-las limitaes do cargo, cuja leitura eu recomendo, ficam demonstrados, de forma bastante clara, que alguns direitos hoje tratados como privilgios, so conquistas que realam a importn-cia do cargo de magistrado, diante das vedaes legais e das aflies constantes da carreira. Garantias e prerro-gativas, muito longe de se-rem privilgios, servem para assegurar sociedade que seus magistrados estejam resguardados de influncias externas na proteo do es-tado democrtico de direito.

    T.I. - E a conduta do ma-gistrado alagoano, exem-plar? Existem muitos juzes punidos com aposentadoria compulsria, por exemplo?

    Pedro Ivens - No, ab-solutamente. O nmero pre-ciso somente seria possvel apresentar mediante uma pesquisa nos arquivos do Tribuna de Justia/AL, mas posso afirmar que os casos de aposentadoria compulsria, como forma de punio, che-gam a um percentual despre-zvel em relao atuao da magistratura alagoana em todos os tempos.

    T.I. - A regra que permi-te a advogados e promotores de Justia chegar ao cargo de desembargador de tri-bunais estaduais ou federal est prestes a mudar. Com a justificativa de tornar a disputa mais democrtica, projeto de lei pode determi-nar eleio direta, universal e secreta dos representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e do Ministrio Pblico ao posto.

    Pedro Ivens - Quanto ao projeto de Lei citado, numa leitura rpida, constata-se que ele visa democratizar a formao da lista sxtupla dos candidatos aos cargos de desembargador, pelo Quinto Constitucional, das classes do Ministrio Pblico e OAB, permanecendo a escolha da lista trplice pelo Tribunal respectivo, e escolha final pelo chefe do Executivo. Na prtica, no sei em outros Estados, mas isso j vem sendo aplicado em Alagoas pela OAB local. Na escolha da ltima vaga do quinto no TJ/AL, pertencente clas-

    PMDB antecipa palanques

    A campanha de 2014 comeou. Enquanto os holofotes esto sobre Dilma Rousseff, Acio Neves e Eduardo Campos, o vice-presi-dente Michel Temer, presidente licenciado do PMDB, e o senador Valdir Raupp (RO), que o representa, comeam a percorrer as capitais e cidades-polo de cada estado semana que vem. O objetivo fortalecer potenciais candidatos aos governos e iniciar tratativas para coalizes. A meta fechar ao menos 20 pr-candidaturas a governo do estado.

    PalanqueO senador Raupp emenda, sobre o projeto PMDB 2014: E a ordem composio onde houver cabea da chapa.

    Radar ligadoEduardo Campos (PSB) faz pesquisa diria. E coloca olheiros para verificar in loco as aes dos secretrios no Recife e entorno. As orelhas fervem nas reunies.

    Recado geralDo deputado Givaldo Carimbo, que conversou com Renan Calheiros: objetivo votar agora projetos importantes para os governadores. que ano que vem nada vai andar.

    Ralo amaznicoA Controladoria Geral da Unio encontrou problemas de desvio de verba para Educao e Sade em todos os 30 municpios do Amazonas fiscalizados, aps sorteio, nos ltimos anos. No Brasil, o percentual de cidades encrencadas , em mdia, de 80%. A CGU deve fechar o cerco na regio. Ou em breve a Polcia Federal..

    Forno... Se o prefeito de BH no entrar mesmo no preo para o governo de Mi-nas, Eduardo Campos ter problemas de encontrar candidato. Cotada, Maria Elvira Salles, do PSB Mulher, sofre restries na cpula nacional por ser recm-chegada ao partido.

    ... mineiroOutro nome soprado pelos socialistas bem vindo. Trata-se do deputa-do Julio Delgado, que disputou a presidncia da Cmara. Mas egresso de Juiz de Fora, seu nome no tem penetrao no eleitorado de Belo Horizonte.

    Uma eternidadeO Senado vai aprovar na tera substitutivo que cria regras transitrias para repasse do FPE, vlidas at 2017. Ou seja, tempo suficiente para Estados brigarem mais.

    GuerraSobre a desonerao da cesta, o lder da Minoria, Nilson Leito (PSDB--MT), chama Dilma de mesquinha por ser apropriar de ideias da oposi-o. O PT se cala.

    Palestrante O lder do DEM na Cmara, deputado Ronaldo Caiado (GO), vai ao Esprito Santo na Quarta, palestrar sobre o Cdigo Florestal. O pblico ser formado por prefeitos e secretrios. Ser ciceroneado pelo deputa-do Camilo Cola (PMDB-ES).

    Diretas da OABCumprindo promessa de campanha, o presidente da OAB, Marcus Vincius Furtado, criou a Comisso Especial de Reviso do Sistema Eleitoral da Ordem. A ideia implantar eleio direta para a presidncia do Conselho Federal.

    Boletim ruralEnquanto a Monsanto trava briga judicial para cobrar pelo uso de sementes transgnicas, produtores gachos apostam no gro agrocol-gico, sem uso de agrotxicos. E vo colher 14,5 mil toneladas de arroz orgnico.

    Tribuna & palanqueEmbora negue interesse no governo, o senador Pedro Taques (PDT--MT) tem reforado as crticas s polticas locais do Mato Gross. Pobre estado rico, que tem 29 milhes de cabeas de gado, mas, segundo ele, fracas aes na Educao.

    Por enquantoSobre uma pr-candidatura, Taques diz que todo dia algum o lana. muito cedo para falar em candidatura. Estou preocupado com o meu mandato, esquiva-se.

    TRFsTem dedo do ministro Joaquim Barbosa e de governadores do Sul a aprovao no Congresso dos novos TRFs.

    Ponto FinalO Papa j treina portugus para falar na Jornada Mundial da Juventude no Rio.

    se dos advogados, a lista sxtupla foi eleita por voto secreto dos advogados ala-goanos, dentre os candidatos inscritos que preenchiam os requisitos para concorrer ao cargo. Essa experincia ado-tada pela OAB/AL me pare-ceu exitosa.

    T.I. - Como a situao do magistrado alagoano hoje?

    Pedro Ivens - Hoje, a ca-rncia de servidores e de ma-gistrados tem causado uma dificuldade muito grande na prestao jurisdicional no 1o grau. Temos um dficit de, no mnimo, 50% de servido-res, principalmente nas co-marcas do interior, e ainda, aproximadamente, 19 cargos vagos na magistratura, alm dos juzes que esto afas-tados de sua jurisdio por estarem exercendo funes no Tribunal de Justia (au-xiliares da presidncia, Cor-regedoria e Funjuris), bem como no meu caso que, por permissivo legal, me afastei para assumir a direo da Almagis. Tem ainda os que esto de frias, de licena mdica, licenciados para a realizao de mestrado ou doutorado, sem contar com alguns afastamentos disci-plinares. Isso tem gerado um enorme entrave no exerccio da magistratura em Alago-as, pois h colegas que che-gam a responder por duas ou trs comarcas/varas ao mes-mo tempo, o que, obviamen-te, gera uma sobrecarga.

    Com MArcos Seabra e Vinicius Tavareswww.colunaesplanada.com.brcontato@colunaesplanada.com.brTwitter @leandromazzini

    TRIBUNAINDEPENDENTE

    ESPLANADALEANDRO MAZZINI - contato@colunaesplanada.com.br

    [Corpo reduzido de tra-balho] Isso tem gerado um enorme entrave no exer-ccio da magistratura em Alagoas, pois h colegas que chegam a responder por duas ou trs comarcas/varas ao mesmo tempo, o que, obviamente, gera uma sobrecarga

    Hoje, a carncia de servi-dores e de magistrados tem causado uma dificul-dade muito grande na prestao jurisdicional no 1o grau. Temos um dficit de, no mnimo, 50% de servidores, principalmente nas comarcas do interior

    [Aposentadoria com-pulsria] Os casos de aposentadoria com-pulsria, como forma de punio, chegam a um percentual desprezvel em relao atuao da magistratura alagoana em todos os tempos

    Defendemos um regramento que estabelea, de forma objetiva, os deveres, direitos e garantias da categoria, devendo ainda especificar pontos como a carga processual de cada magistrado, o nmero de juzes por habitante, dimenso das frias, condies de trabalho, dentre outros detalhes que preservem a atuao do magistrado

    PEDRO IVENSPRESIDENTE DA ALMAGIS

  • Sobre a proposta de al-terar a forma de escolha dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente da Associao dos Magistrados Alagoanos (Almagis), juiz Pedro Ivens, foi procurado pela Tribuna para apresentar sua avalia-o.

    Como no consegui fa-zer uma leitura da ntegra da proposta, que me parece ainda vai ser protocolada no Congresso Nacional, no tenho como emitir uma opi-nio mais profunda a respei-to, porm entendo bastan-te razovel a pretenso da OAB, pontuou.

    A ideia, de acordo com Ivens, sucintamente, de se retirar a indicao, que hoje prerrogativa somente da Presidncia da Repbli-ca, com aprovao do Sena-do, para que listas trplices sejam encaminhadas Pre-sidncia para a escolha, se-guindo-se para a aprovao do Senado. Creio ser salutar a ideia, que repito, no tive a oportunidade de fazer uma leitura da proposta, pois a apresentao de listas tr-plices me parece ser mais democrtica, no que pode trazer bons frutos, disse o magistrado.

    A reportagem quis que o

    presidente da Almagis ento explanasse sobre a situao da magistratura local, para se inserir num futuro pa-tamar de mudana da Lei Orgnica da Magistratura Nacional (Loman).

    Ivens salienta que no ms de janeiro deste ano, por exemplo, em razo da alterao na resoluo que trata das substituies, que est sendo aperfeioada, teve colega que chegou a responder por seis varas ao mesmo tempo.

    O presidente da Almagis lembra que as demandas aumentam em progresso geomtrica, principalmente com o avano tecnolgico (in-ternet, processos virtuais) e na mesma medida surgem metas e suas cobranas. Ou seja, essa relao entre de-mandas/metas/cobranas e nmero de magistrados/ser-vidores imensamente des-proporcional. Ainda assim, conforme relatrio de ativi-dades do Judicirio relativo ao ano de 2011, apresentado sociedade pelo CNJ no fim do ano passado, a magistra-tura alagoana manteve sua produtividade dentro da m-dia nacional e isso fruto do compromisso, da presteza, do preparo tcnico dos nos-sos juzes, explicou. (EP)

    EDITORIA DE POLTICACOM REDAO

    A Ordem dos Advoga-dos do Brasil (OAB) quer alterar a forma de escolha dos ministros do Supremo Tribunal Fed-eral (STF). Uma proposta de emenda Constituio (PEC) foi formulada pela entidade e prev a formao de lista trplice com os no-mes dos indicados, para a escolha pela Presidncia da Repblica. Essas lis-tas seriam feitas a partir de indicaes do Conselho Nacional de Justia (CNJ), Conselho Nacional do Ministrio Pblico (CNMP) e do Conselho Federal da OAB. Pela regra atual, um ministro escolhido pelo presidente da Repblica.

    Conforme salientou o chefe do Ministrio Pbli-co Estadual, Srgio Juc, o modelo atual eficiente, porm, segundo ele, vai de-pender muito do descortnio da Presdncia da Repblica. Tivemos recentemente a nomeao de um excelente ministro, o Teori Zavascki, porm, anteriormente, quem foi nomeado foi um advogado de um partido [Dias Toffolli]. Isso assusta, disse o procu-rador geral de Justia alago-ano.

    Seguindo seu pensamen-to Juc amplia sua explica-o dizendo que, por exem-plo, haja um apelo interno dos Tribunais - por fora poltica - querer nomear Jos Dirceu - condenado por cor-rupo - ministro do STF. Hipoteticamente possvel! Vai ser nomeado, sem pro-blema. Ele bacharel em Di-reito e o Senado vai aprovar. Nada contra Dirceu, mas j o imaginaram no STF, e nada impede. Os requisitos consti-tucionais no impedem essa possibilidade, fundamen-tou.

    APERFEIOARO que se deve aperfeioar

    esse modelo de eleio, enten-de Srgio Juc. O Direito dinmico. Hoje tudo depende do arbtrio de uma pessoa, l-gico, que tem o Congresso Na-cional ainda tem a arguio feita pelos parlamentares, comentou. Questionado se o Executivo deveria sair deste processo de escolha, o procu-rador-geral de Justia refuta.

    Devemos lutar por um sistema que permita um bom aparelhamento dos poderes, pois alm dos requisitos for-mais, h os requisitos sub-jetivos. No podemos eleger algum que tenha transgredi-do a lei, por exemplo. Por isso que o modelo deve ser aper-feioado, frisou.

    SANDRO LIMA

    DIVULGAO

    Juc argumentou a possibilidade de eleio de indesejveis na Corte

    Almagis elogia proposta, mas lembra situao dos juzes em Alagoas

    MUDANA

    Pedro Ivens entende como salutar a proposta

    STF: OAB quer alterar escolha de ministrosExecutivo no teria mais interferncia nas listas encaminhadas pelos segmentos

    ELEIO STFOAB/AL no se pronunciou sobre PECPor trs semanas, a seccio-nal alagoana da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/AL) foi procurada para falar sobre a proposta de alterao da escolha dos ministros do STF. Entretanto, no tivemos resposta. Perguntas foram enviadas por email, mas at o fechamento desta edio, as respostas do presidente da OAB/AL, Thiago Bomfim, no foram encaminhadas. Ligaes telefnicas tambm foram feitas, mas elas no foram completa-das. A Tribuna est a disposio para expor seu posicionamento.

    UTOPIASistema atual tem que mudarConforme fundamentou o procurador-geral de Justia, Sr-gio Juc, o sistema hoje permite a eleio de um chefe de quadrilha. Temos que aperfeioar o mode-lo. Somos profissionais do Direito e o nosso objetivo de moder-nizar o sistema jurdico. Talvez, de acordo com ele, seja uma utopia almejar isso, mas que seja prximo da perfeio. Temos que fornecer homens probos e retos para cargos em Tribunais. Ele no a favor da excluso do Executivo do processo de esco-lha dos ministros do STF.

    Questo de interpretao

    De Eliane Cantanhede, na Folha de So Paulo: Todos os gover-nos se sentem injustiados e nenhum aceita crtica. Nos do PT, pior ainda: quem no parceiro vira adversrio, quando no inimigo. C pra ns, nem o papa Bento 16 escapou. Dito isso, Mercadan-te (Educao) e Tereza Campello (Desenvolvimento Social) tm alguma razo quando reclamam do ranking do IDH (ndice de Desenvolvimento Humano) dos pases. Mas no toda. Tm razo ao dizer que o Pnud, da ONU, usa dados defasados, no capta a rpida incluso no Brasil e acaba sendo injusto. Em vez de desmentir, o Pnud admite que utiliza dados antigos --por uma questo de isonomia com os outros pases. Mas os ministros no tm razo quando ignoram que, se o Brasil evolui na rea social, os demais tambm progridem, e muito. Nos Bric, houve enormes avanos nas ltimas dcadas. Na Amrica do Sul, idem. O Brasil no uma ilha, nem tem vitrias e mritos sozinho. O aumento da classe mdia, por exemplo, mundial, apesar do oba-oba interno... Pelos resultados divulgados ontem o Brasil evolui positivamente desde 1980, cresceu 23,7% desde 1990 e est no bloco de pases com IDH alto. Ainda assim, continua em 85 lugar entre 187 pases --atrs, aqui na regio, de Chile, Argentina, Uruguai, Venezuela e Peru. (No bastassem Maradona, Messi, os Prmios Nobel e agora o papa Francisco...) Vamos convir. Alm de ficar atrs de todos esses cinco sul-americanos no IDH, ficou tambm no ndice de crescimento do PIB de 2012. E isso, apesar do legtimo esperneio, no deve ser pura coincidncia, certo?

    GentilezaDeclarao de Dilma Rousseff na visita a Alagoas: fundamental, quando a gente dirige um pas do tamanho do Brasil, que a gente faa parcerias. Da a importncia da parceria que ns estabelecemos com o governador, com os parlamentares, o nosso senador Fernando Collor, o senador Renan Calheiros, o senador Benedito de Lira.

    GrandezaReconhecidamente, To Vilela tem recebido apoio incondicional de Dilma Rousseff, como recebia de Lula. isso que tem possibilitado a execuo de obras e aes. O governador tem citado, em discursos e entrevistas, que os recursos investidos, em sua quase totalidade, so da Unio e que o Estado participa com uma parcela mnima.

    ImprensadoAlexandre Toledo, que deixou a secretaria da Sade para ser deputado federal, sempre foi um das figuras de expresso do PSDB, chegando a presidir o diretrio regional do partido. Com a opo pela Cmara, perdeu os cargos no governo e ficou isolado, politicamente. E no tem, ao que parece, vocao para passar para a oposio.

    EspaoO PSB tem poucos filiados no exerccio de mandato em Alagoas, mas est bem contemplado na estrutura do governo. A ex-prefeita Ktia Born secretria da Mulher e dos Direitos Humanos, o ex-deputado Alberto Sexta feira ocupa a secretaria do Trabalho e o deputado federal Givaldo Carimbo indicou o secretrio a Paz.

    CobranaAtravs das redes sociais, o procurador de estado e advogado Mrcio Guedes anda cobrando da direo da OAB/AL a realizao da eleio para a vaga no Tribunal Regional do Trabalho, pelo quinto constitucio-nal. A diretoria da entidade mudou a comisso que tratava do processo eleitoral e no h previso para o dia da eleio.

    TacarunaRepercutiu muito, em Pernambuco, a indicao da alagoana Beatriz Ivo, diretora de jornalismo da TV Jornal, para o prmio Tacaruna Mulher, insti-tudo pelo Shopping Tacaruna. Beatriz, filha do tambm jornalista Jos Aldo Ivo, foi contemplada na categoria Comunicao. A premiao foi no Dia Internacional da Mulher, oito de maro.

    ReconhecimentoO site catarinense www.colunaonline.com.br, um dos mais acessados dentre os que tratam de turismo no Brasil, destacou, esta semana, exe-cutivos de hotis que melhor se relacionam com os clientes. Dentre os oito h dois de Alagoas: Ricardo Almeida, do Salinas Resort Maragogi, e Ana Nbili, do Jatica Resort Macei.

    MACEI - DOMINGO, 17 DE MARO DE 2013 POLTICA 3 TRIBUNAINDEPENDENTE

    * O cantor Vander Lee o personagem enfocado hoje no programa Aplauso,que vai ao ar na Educativa FM, das 10 horas ao meio-dia, e na Difusora AM, das 18 s 20 horas. Com produo de Givaldo Klber e apresentao de Elias Ferreira.

    * A banda alagoana M Fio, especializada em forr, festeja hoje 12 anos de criao, com show no Maikai Choparia, s 20 horas. Participao de vrios outros grupos musicais, como Affarra e Rafael & Gabriel. Informa-es: 3305-4400.

    * Hoje, s 11 horas, na cidade de Traipu, acontece o lanamento de Mi-croprojetos do So Francisco, livro escrito por Luana Teixeira e ilustrado por Cris K. O livro, voltado ao pblico infantil, ser distribudo em escolas pblicas, gratuitamente.

    * Hoje o ltimo dia da presena do projeto Cine Sesi Cultural na cidade de Arapiraca. s 18h30m, em frente ao Ginsio Municipal, sero exibidos trs filmes. O projeto tem 10 anos e se prope a levar filmes a cidades onde no h cinemas.

    * O espetculo infantil Tchuplin O Mistrio para Salvar o Ponto Azul volta a ser apresentado hoje, s 17 horas, no Centro Cultural do Sesi, na Pajuara. A temporada vai at o final de maio, com exibies aos sbados e domingos. Informaes: 9973-9923.

    * De amanh age 5 feira, dia 21, acontece o curso Planejamento e Gerenciamento de Incubadoras, voltado a instituies que desejam implantar incubadora de empresas. Das 8 s 18 horas, na Casa da Indstria Napoleo Barbosa, sede da FIEA.

    * A TV Gazeta vai transmitir, ao vivo, s 16 horas de hoje, a difcil mis-so do ASA, que tem de vencer o Campinense, em Campina Grande, para ganhar a Copa do Nordeste. s 17 horas, no Trapicho, acontece o primeiro clssico CRB x CSA do ano.

    O Eduardo Campos faz campanha eleitoral com o dinheiro da Dilma. A Dilma paga e ele vira lder nacional.CARLOS ZARATTINIDeputado federal (PT-SP) e relator da Lei dos Royal-ties, sobre a proposta, defendida ostensivamente pelo governador de Pernambuco, pela qual os estados no produtores de petrleo receberiam uma antecipao de receita

    FLAVIO GOMES DE BARROS - flavio.gb@ig.com.br

    Conjuntura

  • Municpios se preparam para receber recursosBurocracia excessiva que dificulta a captao de verbas federais

    AMAApoio Institucional ajuda municpos O Apoio Institucional foi criado na gesto do ento prefeito Lu-ciano Barbosa (PMDB), quando presidente da AMA, para ajudar os municpios na captao dos recursos federais. Na gesto do prefeito de Jequi da Praia, Marcelo Beltro (PTB), o programa est mais participati-vo. Os GMCs so capacitados para a elaborao e execuo de projetos em diversas reas. Segundo a coordenadora do programa, Helena Virgnia, percebe-se um avano do pro-grama, do incio at agora.

    DE OLHOEmendas so pleiteadas por gestores De olho nas emendas parlamen-tares, prefeitos esto trabalhan-do para tentar tirar os munic-pios do Cauc, como o caso do prefeito Marcius Beltro (PDT). Quando assumiu o Executivo em janeiro deste ano, encontrou nove restries, das quais j conseguiu se livrar de duas. Es-tamos trabalhando para resolver a situao at o final deste ms, para pleitear as emendas, ex-plicou Mrcius Beltro. Com as restries no Cauc, nem assina contrato, concluiu.

    Mecanismo de presso

    A utilizao de abaixoassinado via on-line comeou a ganhar fora no pas com a Lei da Ficha Limpa. Foram quase dois milhes de assinaturas que acabaram convertendo em lei um anseio popular. E a classe poltica ainda no sabe exatamente como lidar com este mecanismo de presso. Agora, mais de um milho e 600 mil pessoas colocaram o nome contrrios permanncia do senador Renan Calhei-ros (PMDB-AL) na presidncia do Senado. Quase 500 mil j assinaram outra petio para destituir o pastor Marco Feliciano (PSAC-SC) da presidncia da Comisso de Direitos Humanos. Este fenmeno virtual desperta a desconfiana de setores da sociedade que temem que os abaixoassinados enfraqueam as formas tradicionais de protesto, como intervenes urbanas ou marchas de protesto. Por outro lado cientistas polticos consideram que a internet consolidou um novo espao pblico para o debate e a formao de opinio e dever provocar uma transfor-mao na forma de se fazer poltica. Nesse embalo, duas das maiores ONGs de abaixoassinados se instalaram no Brasil. A Avaaz ONG internacional de ativismo poltico on-line tem 20 milhes de seguidores, sendo trs milhes no pas. J a Change.org tem um contingente de 23 milhes de seguidores com 400 mil brasileiros, e ambas hospedam vrias peties on-line. Agora existe uma movimentao no Congresso para que seja criada uma PEC para incorporar as peties on-line ao processo legislativo. Ela ser batizada de Medida de Urgncia Popular e poder dar a sustentabilidade constitucional a este mecanismo de presso via internet.

    Represso ao narcotrficoOferecer melhores condies de trabalho e de estrutura para que o combate ao narcotrfico tenha maior efetividade. Esse o objetivo de criao da Coordenadoria de Represso ao Narcotrfico que vai ser criada pela Delegacia Geral da Polcia Civil. A coordenao deve ficar a cargo do delegado da Polcia Civil Jobson Cabral, que atualmente est frente da Delegacia de Combate aos Entor-

    pecentes. Com a Coordenadoria ser possvel intensificar o combate ao trfico com a troca de informaes entre os diversos setores da Defesa Social, bem como aumentar o policiamento em reas onde a crimina-lidade tem maior incidncia em funo da venda de drogas. Tambem dever ser criada a Coordenadoria de Homicdios.

    Curtir te entregaUm estudo da Universidade de Cambridge concluiu que o uso do curtir nos contedos da rede social revela informaes que muitos dos usu-rios gostariam de manter em segredo, como uso de drogas, orientao sexual ou tendncia poltica. A pesquisa analisou o comportamento de 56.466 membros do Facebook nos EUA e descobriu que, com ajuda de programas de computador, possvel deduzir com alta taxa de xito caractersticas sensveis da vida dos usurios. Foi possvel descobrir em 88% dos casos a orientao sexual dos indivduos, em 95% da raa, e a religio e a posio poltica com 88% de acerto.

    Curtir te entrega 2O Facebook lanou seu boto Curtir em 2009, e o smbolo do polegar em riste logo proliferou por toda Web. No ano passado a rede social in-formou que quase 2,7 bilhes de itens so curtidos todos os dias. Mas o que no passa de uma brincadeira divertida e um meio de expresso entre os internautas representa um rico mostrurio de dados prontos para ser explorados por diversas empresas sempre interessadas no comportamento dos consumidores. Com softwares de alta tecnologia esses comportamentos facilmente so detectados e aproveitados. E voc curtiu essa informao?

    Comisso cariocaCinco meses aps ter sido aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, somente esta semana que foi criada a Comisso da Verdade naquele estado. A princpio sero investigados os 164 casos de mortos e desaparecidos no Estado do Rio durante a ditadura militar, mas at mesmo este nmero precisa de confirmao, como explicou o presidente da Comisso, advogado Wadih Damous. Ele citou que casos emblemticos tambem sero devidamente investigados como a bomba que explodiu na sede da OAB em 1980 e o caso Riocentro de 1981.

    Consrcio do SulSeguindo a sugesto de que unidos os municpios ficam mais fortes e as despesas diminuem, onze municpios da regio Sul do estado resolveram formar um consrcio. A unio segue orientao do Governo federal para que as cidades possam buscar financiamentos e linhas de crdito que individualmente os municpios no estariam habilitados a pleitear, especialmente na rea de saneamento bsico, aterro sanitrio, mquinas e equipamentos. A unio foi batizada de Consrcio Intermuni-cipal do Sul do Estado de Alagoas Conisul.

    Consrcio do Sul 2O grupo de onze cidades formalizar a unio firmando um protocolo de intenes como determina a Lei de Consrcios Pblicos. Depois o protocolo ser ratificado pelo Legislativo de cada municpio participante e a partir da o Consrcio ser instalado oficialmente e poder iniciar o processo de operacionalizao. Fazem parte do Conisul os seguintes municpios: Jequi da Praia, Coruripe, Feliz Deserto, Penedo, Porto Real do Colgio, Junqueiro, Teotonio Vilela, Campo Alegre, Igreja Nova, So Brs e Piaabuu. O consrcio representa uma populao de 280 mil habitantes.

    O Ministrio da Educao realiza nesta segunda feira a Primeira We-bconferncia de acompanhamento da frequncia escolar dos alunos da rede pblica inseridos no Bolsa Famlia.

    A ao tem por objetivo auxiliar diretores escolares que devem enviar a frequncia dos alunos beneficiados pelo programa do governo federal. Para participar os diretores devem acessar, a partir das 15h o link: por-tal.mec.gov.br/secadi/transmisso.

    A Secretaria da Mulher, Cidadania e Direitos Humanos realiza nesta segunda, s 9h30, no Museu da Imagem e do Som (Misa), a Segunda Mostra de Cinema sobre Trfico de Pessoas.

    Na oportunidade, ser exibido o documentrio Cinderela, Lobos e um Prncipe Encantado, que tem como meta difundir a temtica, aprofun-dar a discusso e principalmente alertar as pessoas sobre o trfico de pessoas.

    BARTOLOMEU DRESCH bartolomeu_dresch@hotmail.com.br

    MACEI - DOMINGO, 17 DE MARO DE 2013POLTICA4 TRIBUNAINDEPENDENTE

    DIVULGAO

    Recursos escapam por alta burocracia exigida por rgos federais para liberar verbas

    RESTRIES

    Apenas oito municpios do Estado esto limpos no Cauc

    MARECHAL DEODORO

    Prefeito luta para impedir retorno Serasa dos municpios

    Para captar recursos federais, alm de ter bons gerentes municipais de Con-vnio (GMC), as prefeituras precisam estar bem longe da lista do Cadastro nico de Convnio (Cauc), mas a situao dos municpios ala-goanos bem complicada, apenas oito, dos 102, esto fora do Cauc.

    De acordo com um le-vantamento realizado pela Associao dos Municpios Alagoanos (AMA), em fe-vereiro deste ano, apenas Arapiraca, Branquinha, Delmiro Gouveia, Marechal

    Deodoro, Ouro Branco, Pa-ripueira, Quebrangulo e Vi-osa esto limpos e aptos para receber os recursos fe-derais.

    Estar com alguma res-trino no Cauc impede que os municpios recebam ver-bas federais, exceto recursos do PAC. Prefeitos alagoanos trabalham para tirar seus municpios do Cauc que tem 13 itens, que na maioria dos casos, foi uma herana dei-xada pela gesto anterior.

    O prefeito da Barra de So Miguel, Jos Medeiros Nicolau (PP), o Zezeco, j

    conseguiu diminuir para duas as pendncias no Cauc. J entramos com aes ju-diciais para tentar resolver essas pendncias. Espera-mos que em 20 dias consiga-mos tirar a Barra do Cauc, declarou.

    Rodrigo Valena (PMDB), prefeito de So Jos da Laje, disse que das oito pendn-cias, j conseguiu resolver duas. Ele tambm entrou na Justia para tentar san--las, que se referem falta de documentos, que no fo-ram apresentados por seu antecessor. (A.T.)

    Livre do Cauc e com uma boa equipe de traba-lho, Marechal Deodoro tem sido agraciada com vrios programas, os quais vem contribuindo para o desen-volvimento do municpio. O prefeito Cristiano Matheus (PMDB) diz que luta para que o municpio no tenha novamente restries.

    Fao de tudo para no deixar o municpio entrar no Cauc, mas no fcil, reve-lou o prefeito, acrescentan-do que at hoje, Marechal Deodoro paga R$ 400 mil de dbitos passados, para no

    entrar no Cauc.Cristiano Matheus con-

    tou que quando assumiu a prefeitura no seu primeiro mandato tinham nove restri-es, e que levou mais de um ano para tirar o municpio da Serasa dos municpios.

    Com mais de R$ 30 mi-lhes em projetos prontos para serem executados, Ma-rechal Deodoro hoje, uma das cidades livres de impedi-mentos para receber verbas da Unio. A gente sai na frente porque muitos muni-cpios do Brasil no tm pro-jetos prontos, declarou.

    Quando era deputado federal, Cristiano Matheus perdeu recurso de emendas que foram destinadas a v-rios municpios, dentre eles Marechal Deodoro por cau-sa das pendncias junto ao Cauc.

    Perdi 90% das emendas que destinei a Marechal De-odoro porque o municpio es-tava no Cauc, foi um esforo em vo, pois o dinheiro vol-tou, contou o prefeito, refe-rindo-se ao perodo de trs meses que ficou na Cmara Federal antes de assumir a prefeitura. (A.T.)

    ANDREZZA TAVARESREPRTER

    Com a arrecadao pequena, os munic-pios alagoanos depen-dem dos recursos federais para se desenvolver. Mas ser que as prefeituras es-to preparadas para buscar esses recursos? A coordena-dora de Apoio Institucional da Associao dos Munic-pios Alagoanos (AMA), Helena Virgnia Moreira, disse que sim, mas a buro-cracia excessiva atrapalha.

    De acordo com ela, as pre-feituras esto preocupadas em capacitar seus gerentes municipais de Convnios (GMC), que so os articula-dores da execuo dos proje-tos enviados aos ministrios com o intuito de buscar ver-bas para o desenvolvimento da cidade.

    Helena Virgnia contou que a burocracia exigida pe-los ministrios tm aumen-tado consideravelmente. Antes os municpios capta-vam mais recursos federais, mas de cinco anos para c, a situao comea a ficar mais complicada, explicou a coor-denadora de Apoio Institu-cional.

    Para ela, os recursos que os municpios tm perdido hoje, se devem mais buro-cracia execessiva o no de-senvolvimento dos projetos, como acontecia antes. Hoje a perda de recurso tm sido mnima, afirmou Helena Virgnia.

    Segundo ela, os GMCs es-to se preparando cada vez mais para buscar os recursos federais que desenvolvam os seus municpios. A arreca-dao dos municpios to pequena que mal d para manter a mquina pbli-ca, relatou a coordenadora, acrescentando que os muni-cpios alagoanos s crescem se forem ats de recursos fe-derais.

    Helena contou que nos municpios de pequeno porte, apenas um gerente bom o suficiente. Alm de ser uma pessoa de grande confiana do prefeito, o gerente muni-cipal de Convnio deve ser articulador e conhecer bem informtica, por exemplo.

    O Apoio Institucional uma iniciativa da AMA para dar suportes aos municpios, capacitando os gerentes mu-nicipais e todos os tcnicos que participam na elabora-o e execusso dos projetos e convnio com rgos fede-rais. A adeso do municpios grande.

    Nas reunies, h troca de informaes e o trabalho est sendo muito bom. Hoje, h uma interao maior en-tre os municpios, destacou helena Virgnia.

    Recursos para a Educa-o o foco da capacitao que ser realizada na prxi-ma semana.

  • Deputados negam dzimo partidrioReportagem perguntou sobre contribuio financeira por filiados comuns e parlamentares no souberam explicar

    ERIK MAIAREPRTER

    Entre as formas de cap-tao de recursos dos partidos esto o Fundo Especial de Assistncia Fi-nanceira aos Partidos Polti-cos, o Fundo Partidrio, e a contribuio par-tidria feita pelos filiados.

    Na Assembleia Legisla-tiva do Estado (ALE), con-tribuio partidria no um assunto de domnio dos parlamentares. Muitos nem sabem informar se em seus respectivos partidos a con-tribuio exigida, outros colaboram com a manuten-o mensal, mas alegam que no obrigatrio, e h ainda aqueles que no sabem se necessrio que o militante, ou seja, aquele que se engaja nas lutas, contribua.

    O deputado Joozinho Pereira (PSDB) disse des-conhecer a contribuio em nvel estadual mas acredita que isso acontea nacional-mente. Em nvel nacional eu acredito que exista, mas em nvel estadual, no. Mi-litante contribuir com par-tido? Acho que se isso acon-tecer uma coisa opcional, mas no uma coisa exigida. Em muitos partidos existem mesmo. Acredito que o mili-

    tante pode contribuir se qui-ser. Eu mesmo nunca contri-bui com meu partido, disse.

    Para Jeferson Morais, no Democratas acontece como em todos os partidos. Com isso o parlamentar quis di-zer que todos os filiados, com mandato, fazem uma contri-buio mensal. A reporta-gem da Tribuna Indepen-dente perguntou a Morais se h contribuio por parte dos partidrios comuns, aqueles no ocupam cargos eletivos, e ele afirmou no saber como funciona tal con-tribuio, e alegou que s po-deria responder por ele.

    J a deputada Flvia Cavalcante (PMDB) infor-mou desconhecer as regras de contribuio no prprio partido, e disse que apenas o senador Renan Calheiros, presidente do diretrio es-tadual e Ccero Cavalcante, presidente do diretrio mu-nicipal a qual ela faz parte, poderiam falar sobre o as-sunto.

    Isnaldo Bulhes (PDT) disse que desconhecia no estatuto a obrigatoriedade de contribuio pelos de-mais filiados. Dvida essa que s foi sanada aps a consulta do estatuto no site do partido, por meio do smartphone.

    ARQUIVO

    Joozinho desconhece contribuio e no paga manuteno mensal

    OPO OU OBRIGAO

    Dudu Hollanda o nico que contribuiEstatutos dos partidos,

    em sua grande maioria dis-ponibilizados nos sites, tem regras sobre a contribuio partidria. Em alguns uma obrigao do partidrio, em outros uma opo.

    O artigo 141, do estatuto do PSDB, disponibilizado em seu site, diz que os recursos financeiros do partido sero oriundos de contribuies dos filiados, membros dos rgos partidrios e titula-res de mandatos eletivos ou de funes na administra-

    o pblica. Alm disso, preconizado pelo partido as doaes de pessoas fsicas e jurdicas, observados os limi-tes mximos e as demais dis-posies da lei; recursos do fundo partidrio, na forma da lei; rendimentos dos ser-vios decorrentes de ativida-des partidrias; rendimentos de eventos organizados para obteno de fundos; outras contribuies, doaes ou re-cursos no vedados em lei.

    J no PDT, o artigo 74 do estatuto, diz que as con-

    tribuies so obrigatrias aos membros do Diretrio Nacional, Estaduais e Muni-cipais, no valor determinado pelos diretrios. Quanto aos parlamentares e ocupantes de cargos em comisso nos respectivos gabinetes e nos rgos diretores do Poder Legislativo, na proporo de 10% dos respectivos subs-dios e remuneraes brutas, superiores a quinze salrios mnimos e 5% nos de menor valor, com a excluso das contribuies previdenci-

    rias e do Imposto de Renda. Ainda segundo o estatuto

    do PDT, os titulares de man-dato executivo e dos ocupan-tes de cargos de confiana nos Poderes Executivos de-vem contribuir.

    Um dos poucos a falar de valores foi Dudu Hollan-da (PSD). Ele disse que seu diretrio estadual R$ 23 mil do nacional. Ns que temos mandato, contribumos com 5% do nosso salrio. Mas em nosso partido s colabora quem tem mandato. (E.M.)

    Meia transparncia

    A boa vontade expressa do vereador Chico (Hollanda) Filho em divulgar parte da folha de pagamento da Casa de Mrio Guimares por meio do Dirio Oficial do Municpio de Macei causou alvoroo ou melhor rebulio. Entretanto, Chico Filho apenas se reportou aos salrios dos vereadores e dos servidores efetivos, da o questionamen-to: por que os comissionados ficaram de fora da divulgao? O que se tem a esconder j que existiu a boa vontade na divulgao? Ser que foi um erro do departamento de Recursos Humanos ou o presidente seguiu orientao de sua assessoria jurdica em no divulgar tambm os comissionados? Percebe-se que na relao divulgada muitos sequer do expediente, seriam os chamados marajs ou fantasmas os quais o vereador Kelman Vieira teria se reportado em discurso na tribuna do parlamento-mirim. Nomes famosos, ou como se diz no interior: gente grande com seus altos salrios, vivendo de sombra e gua fresca. Enquanto isso na sala de justia...

    Trs anosAqui reportamo-nos ao sucesso do apresentador Elias Ferreira, coman-dante do programa Educativa em revista, que completou trs anos de sucesso na radiofonia alagoana.

    PadrinhoSem mandato e procura de espao, o ex-deputado Joo Caldas (PEN) tem abraado a causa para ajudar a fundar novas siglas, destaque para o Partido da Solidariedade e o PDN. No mesmo barco esto alguns prefeitos, e deputados estaduais insatisfeitos com suas representaes partidrias. Segundo JC a debandada ser igual a um tsunami.

    PessoalmenteO vice-governador Thomaz Non recebeu uma carta de prprio punho do secretrio-geral da Presidncia da Repblica, Gilberto Carvalho. No documento o ministro de Dilma se reporta a Non como querido e dileto amigo. Quem no se agradou foi a tropa do PT, que mais uma vez se viu sem prestgio no Governo Federal.

    GolpeCorre nos bastidores, e o fato vai ganhando novas dimenses, eis que um grupo de vereadores de Macei ensaia um possvel impeachment do presidente Chico (Hollanda) Filho. Na ltima reunio os insatisfeitos somavam doze parlamentares.

    Frio Senador Biu de Lira (PP) sonha com a candidatura ao Governo de Alagoas, sabe ele que essa poder ser uma oportunidade nica, devido o avanar da idade. Entretanto para consolidar seu nome, Biu precisar seguir um dos caminhos: buscar o apoio de Teotonio ou romper com o Palcio Repblica dos Palmares. H quem diga com toda certeza que o segundo caminho o mais certo, e acontecer no incio de 2014.

    Tirando o focoSeguindo os conselhos de seus assessores, o governador Teotonio Vile-la (PSDB) vai tentar desnortear a polarizao que foi iniciada tendo ele e o senador Fernando Collor (PTB). Como ainda tem mais de um ano para campanha eleitoral, e evitar o desgaste se faz necessrio diante de todo projeto construdo, Teotonio vai informar que no disputar o Senado Federal, concluindo seu mandato.

    PesquisaCircula nos gabinetes da Casa de Tavares Bastos algumas pesquisas direcionadas para 2014. Os nomes mais jovens despontam como os mais lembrados na espontaneidade do eleitor, e os resultados passam a ter uma conotao de novas mexidas no xadrez.

    Descentralizao Ser inaugurada amanh (18), uma unidade de atendimento inicial da Defensoria Pblica no J do Shopping Ptio Macei. No local, haver inicialmente uma equipe de atendimento composta por um defensor pblico, dois estagirios um assessor; que atendero a populao de segunda a sexta-feira, de 13h s 17h.

    PblicoO pblico-alvo do atendimento ser a populao hipossuficiente do bair-ro Benedito Bentes que necessite entrar com alguma ao envolvendo direito de famlia, alm de retificao de registro, justificao de bito e expedio de alvars, dentre outros.

    CotidianoLININHO NOVAIS - contato@lininho.com

    MACEI - DOMINGO, 17 DE MARO DE 2013 POLTICA 5 TRIBUNAINDEPENDENTE

  • Opinio

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    OLVIA DE CSSIA

    RUI MARTINS

    JOO LYRA

    Jornalista

    Jornalista, escritor, ex-CBN e ex-Estado, exilado durante a ditadura. Colabora com o Expresso, de Lisboa, Correio do Brasil e agncia BrPress

    Deputado federal pelo PSD de Alagoas

    MACEI - DOMINGO, 17 DE MARO DE 2013OPINIAO6 TRIBUNAINDEPENDENTE

    Insero no mercadoOs ministrios do Trabalho e Em-prego (MTE), e do Desenvolvimen-to Social e Combate Fome firma-ram parceria para facilitar a insero no mercado de trabalho do pblico do Plano Brasil Sem Misria.

    A parceria vista como uma grande oportunidade de integrao do MTE com o Brasil Sem Misria. O desafio resga-tar a populao de baixa renda que saiu da misria e inserir no mercado de traba-lho, oferecendo oportunidade de emprego por meio do Sistema Nacional de Empre-go (Sine).

    A ao permitir a incluso da popu-lao mais pobre no mercado formal de trabalho, em especial os beneficirios do Programa Bolsa Famlia e os inscritos no Cadastro nico de Programas Sociais (Cadnico). A inscrio se dar por meio do Sistema MTE Mais Emprego. Para-lelamente, as agncias do Sine estaro captando vagas junto a empregadores para cruzamento do perfil dos trabalha-

    dores, objetivando o encaminhamento destes trabalhadores para entrevistas de emprego e colocao no mercado de tra-balho.

    O Termo de Cooperao firmado prev a descentralizao de crdito do MDS para o MTE, na ordem R$ 20 milhes que sero aplicados na revitalizao fsi-ca e estrutural de atendimento nas uni-dades do Sine.

    A intermediao de mo-de-obra rea-lizada pelo Sistema Nacional de Empre-go (Sine), sob coordenao e superviso do MTE e tem como uma de suas finali-dades auxiliar os trabalhadores na busca do emprego, promovendo aes de orien-tao e recolocao profissional.

    A rede do Sine composta por 1.620 unidades, financiada com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).. A expectativa que, com o fim da misria o governo federal possa ter uma boa economia financeira com o fim dos programas sociais.

    Tem horas que prefervel a gente calar diante de certas si-tuaes que se fazem presentes no nosso cotidiano. Mas chega aquele instante em que a gen-te explode e no suporta mais aquele aperto no peito.Nessas horas no conseguimos evitar aquela tristeza profunda e no h como deter as lgrimas que jorram por dentro e por fora, como se fossem uma tempestade a nos arrastar do nosso equil-brio, no meu caso j um tanto quanto imperfeito.

    E me pergunto nessas horas: como definir esse sentimento de saudade e solido se no sei exatamente se saudade de qu, ou solido diante de uma multi-do? Eu sei que tm pessoas me olhando de fora, me achando um pouco louca, mas quem normal hoje em dia?No sei o motivo especfico, a razo de tudo isso, a no ser definir como o somat-riode todos os acontecimentos de antes e de agora que vo se acu-mulando dentro da gente e que quando chegam num ponto, o nosso interior no suporta mais e se rebela.

    quando se d aquele rompi-mento de alguma coisa nas nos-sas entranhas, uma hecatombe nuclear que nos arrasta at a gente arrebentar de vez, para ressurgir das cinzas,tal qual a fnix, aquele pssaro da mito-logia grega que, quando morria, entrava em autocombusto e, passado algum tempo, renascia das cinzas. assim que s vezes eu me sinto. O certo que a so-ciedade moderna tem afastando as pessoas do convvio familiar, aquele contato direto que vai afastando a gente dos outros, aos poucos, sem explicao.

    Os pais e os filhos hoje em dia quase que no se renem mais em torno de uma grande mesa para conversar, trocar infor-maes e experincias como se fazia no passado. Eu tenho sau-dade disso, vivi muito isso l em casa, quando ramos crianas e adolescentes, em Unio dos Pal-mares. Gosto de conversar, de fazer amizades, de falar da vida, de contar minhas histrias, que s vezes podem parecer coisa de louca, de ouvir as histrias de vida dos outros, apesar de tam-

    bm gostar da minha solido in-terior para que eu possa refletir sobre o mundo e escrever sobre ele, sem ser interrompida.

    s vezes como se eu estivesse atravessando um deserto, viven-do dos meus prprios rascunhos. Tento combinar a impetuosida-de da juventude com a experin-cia de agora. Encanto-me com o frescor da juventude que j no atenho mais e dela procuro tirar ensinamentos.Muitas das vezes uma msica me transporta para outros tempos, outras galxias do nosso pensamento distante. A msica e a leitura tm esse poder de fazer com que a gente faa grandes viagens no tempo.

    s vezes em uma leitura de um autor estrangeiro me iden-tifico com uma cena ou com um dilogo que tenho a certeza que j escutei ou vivi, aquela sensa-o de dj vi, aquela expresso francesa que significa j vi esse filme antes.E nessas horas eu me ponho a pensar nas coin-cidncias da vida e nas voltas que o mundo vai dando. Eu no tenho definio para isso: o que ser?

    Remonta aos anos 50 do sculo passado a concesso indiscrimina-da de incentivos fiscais pelos esta-dos, com a finalidade de atrair in-vestimentos privados para os seus territrios. Nessa poca, vigorava o Imposto sobre Vendas e Con-signaes (IVC) que, a partir de 1965, deu lugar ao Imposto sobre Circulao de Mercadorias (ICM), alterado para Imposto sobre Cir-culao de Mercadorias e Servios (ICMS), com a promulgao da Constituio de 1988 (art. 155).

    A exacerbao dessa prtica (a concesso indiscriminada de incentivos) ganhou o nome de guerra fiscal, ainda hoje intensa-mente adotada pelos Estados que, segundo alguns, coloca em risco at os prprios princpios da uni-dade federativa. Isso porque, como em qualquer guerra da vida real, ganham sempre os estados mais ricos, mais organizados e mais poderosos politicamente, aprofun-dando as desigualdades regionais.Dessa forma, a guerra fiscal mostra-se extremamente prejudi-cial aos Estados mais pobres, cuja capacidade para contrabalanar o poder dos mais fortes, pratica-mente nula.

    Alm disso, os estados e munic-pios menos desenvolvidos tm que lutar contra outros fatores que influenciam as empresas em sua escolha pelo local mais vantajoso sua instalao como, por exemplo, a proximidade dos mercados de

    consumo, melhor malha de trans-portes e mo de obra qualificada. No se pode deixar de assinalar que o deferimento de incentivos fiscais indiscriminados correspon-de renncia de vultosas receitas, o que afasta os Estados mais po-bres da disputa.

    Diante da ilegalidade de que se revestem essas prticas, o gover-no federal resolveu agir, encami-nhando ao Congresso Nacional a Medida Provisria n 599, que visa unificao, em 5%, das alquotas nas operaes interestaduais rela-tivas ao ICMS.Em sua Exposio de Motivos, o ministro da Fazen-da acentua que a reduo das al-quotas interestaduais se afigura imprescindvel, em face do cenrio de guerra fiscal instaurado entre os Estados da Federao, os quais tm buscado atrair investimentos, mediante a concesso de benef-cios fiscais irregulares, em mat-ria de ICMS, sem a anuncia do CONFAZ.

    H muitos anos, expressivas correntes de economistas susten-tam a necessidade de uma severa interveno do governo nessa ma-tria, a fim de impedir o que classi-ficam de um jogo de soma negativa entre os entes federativos: todo mundo sozinho baixando sua arre-cadao, beneficiando as empresas atradas por essa poltica suicida. Para sanar esse procedimento pre-datrio das finanas estaduais (e at mesmo de muitos municpios),

    a MP cuida igualmente de insti-tuir o Fundo de Desenvolvimento Regional (FDR), com vistas a esta-belecer uma fonte de financiamen-to para a execuo de programas, projetos e aes de investimento e desenvolvimento produtivo, com potencial efeito multiplicador so-bre a regio e consequente dinami-zao de sua atividade produtiva. Essa medida visa a fortalecer a estrutura federativa, por meio de um novo modelo para o ICMS e o desenvolvimento regional.

    O FDR compensar as perdas de arrecadao, por ventura, re-gistradas, devendoconstituir-se com o aporte de recursos totais da ordem de 222 bilhes de reais, distribudos ao longo de 20 anos, por meio de emprstimos da Unio ao Fundo. Os estados e o Distrito Federal possuiro participaes nos recursos, que sero utilizados para financiar projetos de investi-mentos e desenvolvimento. O FDR , pois, o instrumento legal para a substituio dos atuais mecanis-mos usados pelos Estados para atrair investimento, tendo o ICMS como meio e moeda de troca de uma prtica irregular, preda-tria e absolutamente inaceitvel para os dias atuais.

    A unificao das alquotas do ICMS em 4% para muitos o ca-minho para extinguir de vez a guerra fiscal entre os estados, uma corrida louca que, h muitos anos, perdeu a sua razo de ser.

    Jorge Mario Bergoglio, argen-tino, filho de emigrante italiano, foi rapidamente escolhido pelos 115 cardeais como o sucessor de Bento XVI. E impressionou pela simplicidade e pela maneira no convencional com que se dirigiu aos fiis, postados diante da Bas-lica de Roma.

    Ao escolher o nome de Fran-cisco, estabeleceu uma ligao com Francisco de Assis, sacerdo-te catlico, no sculo XIII, conhe-cido pela sua identificao com os pobres, Bergoglio confirmou o seu lado mais visvel o de um cardeal prximo do povo, que vive como as pessoas comuns num apartamento, usando o transporte coletivo para se locomover. Con-tam ainda que, nos encontros dos cardeais em Roma, Bergoglio pre-feria sempre ir se sentar nos lti-mos lugares, sem querer se impor nas primeiras fileiras.

    Nisso, nessa vontade de iden-tificao com os fiis pobres, co-mentou um jornalista da televiso francesa, lembra a figura de Hel-der Cmara. Em termos doutrin-rios, ningum deve dele esperar aberturas ou pronunciamentos diferentes de Joo Paulo II ou de Bento XVI, no que se refere ho-mossexualidade, participao das mulheres no sacerdcio da Igreja, na questo dos anticoncep-cionais ou do aborto.

    Nem poderia ser diferente, pois os 115 cardeais eleitores, nome-ados pelos dois Papas, citados, faziam parte da corrente conser-vadora da Igreja. Mas sempre bom lembrar para que seu sorriso

    afvel e seu jeito de av bondoso no crie iluses. Em termos dog-mticos, tudo continuar como est, embora isso no seja, ao que nos parece, uma boa opo catli-ca para este mundo presente, pois refora a impresso de uma Igreja ultrapassada e fora da realidade atual.

    Enfim, existe um outro aspecto, ainda pouco falado mas j lembra-do nos noticirios sobre a eleio do novo Papa a da posio do cardeal Jorge Bergoglio durante os anos da ditadura argentina. Embora a Argentina continue sendo um pas quase totalmente catlico, houve uma grande parte dos fiis, que ainda se consideram catlicos mas no praticantes, de-cepcionados com a posio catlica sob os ditadores militares.

    Os militares torturaram e de-pois mataram cerca de 40 mil pes-soas, a pretexto de fazerem uma limpeza ideolgica na Argentina, sem que a Igreja catlica tomasse uma posio clara contra esses as-sassinatos, muito ao contrrio.

    E entre os que adotaram uma posio discreta, para alguns assi-milada a uma cumplicidade, esta-va o cardeal Jorge Bergoglio, hoje o Papa dos humildes, Francisco I, que logo ser conhecido como Papa Chico.

    Existe um episdio, envolvendo dois padres jesutas como Ber-goglio, que agiam nas favelas e bairros pobres argentinos, como adeptos que eram da Teologia da Libertao. Orlando Dorio e Fran-cisco Jalic, seus nomes, foram sequestrados pelos esquadres

    da morte dos militares, duran-te meses. Chocado pelos meses e tortura e priso, Jalic, depois de libertado, foi viver num mosteiro alemo sem manter mais contato com o mundo exterior.

    Orlando Drio, que tinha ido vi-ver no Uruguai, acusou Bergoglio de ter permitido que fosse preso e de no lhe ter dado proteo.

    Outro episdio envolveu a fam-lia De la Cuadra, ativa defensora dos direitos humanos, que, em 1977, teve cinco de seus membros sequestrados, s um deles tendo reaparecido. Ora, procurado para usar de sua influncia, Bergoglio se negou a ajudar a famlia e a localizar uma criana nascida de uma das mulheres, presa em final de gravidez e assassinada na pri-so. O beb foi entregue a uma fa-mlia importante, nica coisa que se soube.

    At que ponto o cardeal Bergo-glio foi responsvel nesses trs episdios ? Cerca de quarenta livros de denncias foram escri-tos na Argentina sobre o envolvi-mento da Igreja Catlica com os ditadores militares e sobre esses trs episdios envolvendo o carde-al Bergoglio. O prprio Bergoglio escreveu um livro negando essas suspeitas sobre ele levantadas.

    Bergoglio hoje Papa, represen-tante divino no mundo ocidental, e nas suas conversas com Deus ter provavelmente oportunidade de esclarecer seu comportamen-to, pois dizem que Deus tudo v e memoriza e que tudo que de mal feito, mais dia menos dia, ser revelado. Amem.

    Sem definio...

    Um basta guerra fiscal

    O passado do Papa argentino

    TRIBUNAINDEPENDENTE

  • 7 TRIBUNAINDEPENDENTE PUBLICIDADEMACEI - DOMINGO, 17 DE MARO DE 2013

  • 8 TRIBUNAINDEPENDENTEMACEI - DOMINGO 17 DE MARO DE 2013PUBLICIDADE

  • CIDADES 9 TRIBUNAINDEPENDENTE MACEI - DOMINGO, 17 DE MARO DE 2013

    Avenida da Paz a prxima Ponta VerdeConstrues em andamento na orla dessa regio demonstram interesse do setor imobilirio, que cresce gradativamente

    Obras essenciais trariam mais recursos para as regies

    ANA PAULA OMENAREPRTER

    A regio da Avenida da Paz, que abrange o bairro de Jaragu e Centro, comeou a mudar seu cenrio de alguns meses para c, e pouco a pouco vai sendo ocupada por empresrios do ramo da construo civil que tm interesse em continuar investindo na rea, hoje considerada como a segun-da Ponta Verde de Macei.

    Em cerca de um quilme-tro da regio, percorrido pela reportagem da Tribuna In-dependente, foi possvel identificar quatro grandes empreendimentos na orla da Praia da Avenida, entre salas comerciais e imveis residenciais. Um deles, o VC Beira Mar, anuncia que j est com 85% dos aparta-mentos vendidos.

    Para o corretor de im-veis Dennedy Costa, a ten-dncia haver uma superva-lorizao da regio, e quem

    tiver interesse em conseguir algum terreno ou imvel no local daqui a alguns anos no vai encontrar. A Praia da Avenida bem semelhan-te situao da rea nobre de hoje, como a Ponta Verde, Pajuara, Jatica. Antes dos prdios, ningum tinha inte-resse em morar ou investir no comrcio por l porque no era atrativo. Atualmen-te no se tem mais para onde crescer na regio. Vai acontecer a mesma coisa na Avenida e com a parte alta de Macei, por exemplo, opinou.

    Mais trs empreendimen-tos de construtoras distintas esto confirmados na rea: o Grand Vue empresarial com quatro pavimentos, da Contrato Engenharia; o Ter-ra Brasilis com uma torre composta por 17 pavimentos, da Marroquim Engenharia - e o Via Residence, da Pro-duo Engenharia, pelo pro-grama Minha Casa, Minha Vida.

    Um dos empreendimenos anunciados para a regio e outro recm-inaugurado mostram potencial da Avenida, que carece ainda de estrutura

    AJUDA MTUA

    Construo civil cobra aes do poder pblico antes de investir

    O representante da C-mara Brasileira da Inds-tria da Construo Civil (CBIC) em Alagoas, Marcos Holanda, ressaltou a impor-tncia de aes administra-tivas do poder pblico para que cinco ou seis negcios extremamente importan-tes para a construo civil de Alagoas mudem ainda mais o seu cenrio: a urba-nizao da orla do Litoral Norte de Macei, a soluo para o trnsito da Fernan-des Lima, a revitalizao da orla da Lagoa Munda, a urbanizao do Vale do Reginaldo e o combate s favelas.

    O importante para o de-senvolvimento criar meca-nismo que possibilite inves-timentos do poder privado. O empresrio precisa de um ambiente favorvel, esgoto,

    gua, vias, segurana. Uma infraestrutura que permita fazer o investimento, criar um colcho para o empre-srio, como no Plo de Ma-rechal, que foi dado oportu-nidade. Daqui a dez anos, o Brasil estar no ranking da quarta economia do mundo. Um prognstico futuro inte-ressante. Vem ai a Copa do Mundo, as Olimpadas de 2016, estruturao de por-tos e aeroportos, pontuou Marcos Holanda.

    Para ele, com os inves-timentos pblicos necess-rios, a orla da Avenida da Paz pode sim ser um grande bairro onde se concentrem grandes empreendimentos residenciais e empresarias. A Avenida j tem uma his-tria muito bonita e preci-so ser resgatada em termos de urbanizao, revitaliza-

    o e infratestrutura. Do ponto de vista ambiental, o que pode ser melhorado para atrair ainda mais in-vestidores a limpeza da praia. Creio que o turista que vem de um cruzeiro, que desce no Porto de Ma-cei e se depara com uma favela e uma lngua negra de um canal de esgoto no vai levar boas lembranas do local, avaliou.

    E acrescenta: Imagine se resolvessem o problema do Vale do Reginaldo e Sal-gadinho. A praia da Aveni-da linda, mas com os pro-blemas que ela tem como que se vai vender para os investidores? O saneamen-to bsico deve ser 100%, sobretudo na parte baixa de Macei. Para ter uma praia limpa preciso que se faa mais. (A.P.O.)

    ADAILSON CALHEIROS

    ADAILSON CALHEIROS

    ADAILSON CALHEIROS

    Poucas cidades tm a beleza de uma lagoa como a Munda, porm, margeada por favelas, ela perde valor

    Problemas como a poluio do Salgadinho precisam ser resolvidos

    ESPECULAO

    Retirada de favelas da praia e lagoa trariam valorizao

    EMPRESRIOS

    Infraestrutura determinante para atra-los

    Marcos Holanda, repre-sentante da Cmara Brasilei-ra da Indstria da Constru-o Civil (CBIC) em Alagoas, lembrou que a prefeitura de Macei est construindo mais de trs mil casas para que a populao de baixa renda saia das favelas criadas na capital alagoana. Ele ressalta que esse tipo de ao pode resul-tar na valorizao dos locais anteriormente favelizados. Estes imveis esto surgindo e so fundamentais para con-ter estas reas de habitao irregular. Invadem mangue-zais, morros, e quando chove vem outro problema para a cidade que so as invases em reas de risco. Os rgos pblicos precisam combater os grandes bolses que so as favelas, destacou.

    Para Holanda, o Vale do Reginaldo se tornou um pro-

    blema social, de modo que todos almejam uma soluo para o local. Ali seria a gran-de obra para o futuro, que no est muito longe de ocorrer, embora demande tempo.

    LAGOAA respeito da favela da

    orla lagunar, uma rea ex-celente so poucas as cida-des que tem uma rea mara-vilhosa daquela, s que tem de desocupar e ocupar, e, so-bretudo, que exista fiscaliza-o e uma cobrana de todos, com respeito e conscincia da sua cidade, cobrou.

    Segundo ele, tanto a Via Lagunar como o eixo virio do Vale do Reginaldo perpas-sam pela questo de obras habitacionais para solucio-nar a favelizao na cidade e a urbanizao para alavan-car a economia de Macei. (A.P.O.)

    De acordo com Paulo No-gueira, vice-presidente do Sin-dicato das Indstrias da Cons-truo de Alagoas (Sinduscon/AL), as construtoras esto procurando locais bem centra-lizados em Macei, porm onde tenha infraestrutura. A despo-luio do Riacho Salgadinho iria valorizar ainda mais a orla da Avenida da Paz, segundo ele, que lembra que a cidade de Ma-cei crescia para aquele lado, mas a poluio do Salgadinho afastou os empreendedores.

    Nogueira aponta que embo-ra a regio da Praia da Avenida no seja nobre, possvel que se torne rea de classe mdia pela sua localizao. Ele explica que o plano estratgico elaborado em 2000 j previa a regio como sendo de classe mdia.

    J em outras reas ricas em beleza natural, porm sem infraestrutura mnima, como a orla lagunar, ele no aposta.

    No aconteceu a revitali-zao da orla lagunar, ainda continua a ocupao ilegal, no h uma valorizao, os empre-srios no tm interesse por-que no tem infraestrutura. No Litoral Norte no tem sanea-mento e um agravante, falta a duplicao pelos congestiona-mentos nos finais de semana. Como pode ser visto, na Aveni-da Mrcio Canuto j tem mui-tos empreendimentos e o Esta-do tem de oferecer vias largas, saneamento, entre outros para o territrio evoluir ainda mais. L na orla lagunar era para ser nobre, mas h os impedimentos pela poluio da lagoa. Favelas no entorno, entre outros proble-mas, freiam os empreendedores do ramo da construo civil, detalhou o sindicalista.

    E finalizou dando o exem-plo do Maranho, onde em um bairro quase esquecido, o governador investiu e valori-zou significativamente o local. Tem de dar vida prpria para seus bairros, como a Caixa Econmica, por exemplo, que j foi inaugurada no Benedito Bentes. Evita que as pesso-as desam e cresa o fluxo de trnsito.

    Urbanizao do Vale do Reginaldo demanda sem data para acontecerUma das obras mais cobradas pelo setor da construo civil para a valori-zao da Praia da Avenida o Projeto Integrado de Urbanizao do Vale do Reginaldo, que contribuir com a despoluio do Riacho Salgadinho. A Secretaria Estadual de Infraestrutura (Seinfra) informou por meio de sua as-sessoria de comunicao que uma reunio foi realizada no incio deste ano para tratar da retomada do projeto, viabilizado conjuntamente pelos gover-nos federal, estadual e municipal. Na reunio foram discutidos, entre muitos pontos, as novas aes do Vale do Reginaldo, porm nada ficou definido, formalizando assim uma nova reunio ainda sem data para acontecer.

    Cidades

  • THALES PANTALEO ESPECIAL PARA A TRIBUNACOM EDITORIA DE CIDADES

    Dados publicados em fevereiro pelo Ins-tituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) alertam que o trimestre que inicia em maro e ter-mina em maio deste ano indica provvel ocorrncia de chuvas abaixo da faixa normal. A probabilidade dessa previso se confir-mar no perodo de 40% para quase toda a regio Nordeste. Contudo, a pre-viso tambm trabalha com a probabilidade de 35% de ocorrncia de chu-vas na categoria normal e 25% de probabilidade na categoria acima da normal.

    Ainda segundo o Inpe, o fenmeno El Nio apre-senta atualmente ca-ractersticas prximas neutralidade, porm, sua interferncia no Oceano Atlntico tropical gera uma condio desfavorvel para o regime de chuva da re-gio Nordeste do Brasil, principalmente o setor nor-te desta regio.

    PRODUOO Estado de Alagoas

    o maior produtor nacional de laranja lima e vem so-frendo bastante o efeito da

    MACEI - DOMINGO, 17 DE MARO DE 2013CIDADES10 TRIBUNAINDEPENDENTE

    ndice de chuvas deve continuar baixoPreviso do INPE que h 40% de probabilidade de chover abaixo da mdia durante este trimestre em toda a regio

    O municpio de Santa-na do Munda concentra a maior rea cultivada com laranja lima em Alagoas, responsvel por 90% da pro-duo estadual. Contudo, a sbita falta de chuvas tem preocupado o setor, pois a escassez hdrica vivenciada desde o final de 2011 tem comprometido o desenvolvi-mento das plantas e as futu-ras safras.

    Ainda cedo para estimar a queda na produtividade este ano, mas os produtores especulam que a produo ser menor do que nos anos anteriores.

    Os agricultores e especia-listas esperam que a partir deste ms de maro as pre-cipitaes sejam mais inten-sas e frequentes. Conforme dados da srie histrica de chuvas de Santana do Mun-da, disponibilizados pelo Instituto Nacional de Pes-quisas Espaciais (Inpe), os meses de abril, maio, junho e julho so os mais chuvosos com uma mdia mensal de 196 mm. Em contrapartida, nos meses de agosto a feve-reiro a mdia mensal de 63 mm.

    CORTESIA

    ADAILSON CALHEIROS

    ADAILSON CALHEIROS

    Produo de laranja, no Vale do Munda, um dos setores agrcolas afetados com estiagem prolongada

    Em Santana do Ipanema, Rio Ipanema seco reflexo das condies climticas que afetam o municpio

    Compra de alimento para animais tambm faz parte da proposta

    CONTINUAO DA ESTIAGEM

    Produtores de laranja temem o futuro

    BENEFCIO PARA AGRICULTORES

    MP 587 est perto de ser aprovada A Comisso Mista do

    Congresso Nacional desti-nada a analisar a Medida Provisria 587/2012 con-cluiu os trabalhos na se-mana passada com a apro-vao do relatrio sobre a proposta. A MP autoriza o pagamento de valor adicio-nal ao benefcio Garantia--Safra e amplia o Auxlio Emergencial Financeiro para os agricultores que so-frem com os efeitos da seca que afeta diversas regies do Brasil, em especial aos municpios situados na rea da Sudene.

    A nova medida aprovada autoriza que a Unio pague para cada famlia at R$ 560, em quatro parcelas, adicionais ao limite legal de R$ 700, relativo ao Benef-cio Garantia-Safra. Alm

    disso, a MP 587 amplia em at R$ 320, por famlia, o Auxlio Emergencial Finan-ceiro, atualmente limitado a R$ 400.

    Outro ponto importan-te, articulado pelo senador Jos Pimentel (PT/CE) com o relator da matria, depu-tado Raimundo Gomes de Matos (PSDB/CE), so os artigos que autorizam a Co-nab a comprar, a preo de mercado, milho em gros para a venda direta a pe-quenos criadores de aves, sunos, bovinos, caprinos e ovinos. O projeto eleva de 300 mil toneladas para 550 mil toneladas a quantidade de milho a ser adquirida.

    A Medida Provisria 587 segue para votao nos ple-nrios da Cmara dos Depu-tados e no Senado Federal.

    estiagem, que j dura mais de um ano. A regio do Vale do Munda forma o parque citrcola, composto pelos municpios de Branquinha, Ibateguara, So Jos da Laje, Unio dos Palmares e Santana do Munda. Esta

    esperado algo em torno de 119 mm de chuva para o ms de maro, contribuindo para a reduo dos drsticos

    regio demonstra claros sinais de reduo da pro-duo de laranja, morte de plantas e morte de mudas, causando grandes preju-zos aos produtores e eco-nomia de Alagoas.

    Outros setores da agri-

    efeitos da seca nessa regio. Entretanto, vale resaltar que o Nordeste passa por um perodo anormal de chu-

    cultura e pecuria do Es-tado, como a produo de feijo, de leite e at o tra-dicional setor canavieiro, tambm acumulam preju-zos e esto dependendo da atuao do poder pblico para manter a atividade.

    vas, podendo ter comporta-mento totalmente diferente dos dados da sria histria de precipitao.

  • CIDADES 11 TRIBUNAINDEPENDENTE MACEI - DOMINGO, 17 DE MARO DE 2013

    Mulheres e jovens mudam perfil do taxistaEm Macei, representao desses profissionais ainda pequena, porm cresce ano a ano, junto com a qualificao

    JEANN MARQUESCOLABORADOR

    Em Macei, a profis-so de taxista ainda liderada por ho-mens, numa faixa etria entre 40 e 60 anos, e sem curso superior. Mas o per-fil dessa profisso vem mu-dando, com o crescimento do nmero de mulheres e tambm de jovens, am-bos os sexos, nesta rea do mercado de trabalho.

    Segundo a Superinten-dncia Municipal de Trans-portes e Trnsito de Macei (SMTT), em 2009, foram cadastradas 382 mulheres como taxistas, de um total de 5.082 profissionais que entraram para a categoria em Macei naquele ano. Ou seja, elas representaram 7,51% dos novos taxistas da capital alagoana. Com o passar dos anos, a repre-sentao feminina aumen-

    tou e, em 2013, elas j so 1.815 no total ou 8,5% da categoria com mais de 21 mil profissionais.

    O nmero de jovens que ingressaram como taxistas nos ltimos quatro anos, ou seja, mulheres e homens entre 18 e 25 anos de idade, tambm cresceu na capital, e ainda com mais fora. O total de taxistas jovens ca-dastrados em 2009 foi de apenas 26, mas no ano se-guinte o nmero j subiu para 63. Em 2013, eles j so 281, porm represen-tando apenas 1,3% da cate-goria.

    Esse novo perfil encon-trado nos txis se diferen-cia da grande maioria pelo grau de escolaridade. Mui-tos cursam ou j concluram algum curso superior, falam outros idiomas e fazem uso maior de novas tecnologias como GPS, mapas via inter-net e o smartphone. Mulheres representam quase 9% dos taxistas de Macei, enquanto jovens ainda so quase 2%, porm com crescimento bem elevado

    Germana Firmino ganhou credibilidade entre os clientes e hoje no precisa sair para procurar corrida

    Wagner dos Santos tem apenas 20 anos e taxista desde os 18

    Taxistas mais antigos e clientes tradicionais ainda so barreiras

    SANDRO LIMA

    SANDRO LIMA

    SANDRO LIMA

    SANDRO LIMA

    EM BUSCA DE QUALIFICAO

    Formada em turismo, ela j se prepara para a Copa

    A taxista Germana Fir-mino Silva, 42 anos, uma das pioneiras da mudana de perfil dos taxistas. Ela est h 21 anos nessa pro-fisso e procura enriquecer seus conhecimentos com cursos de aprimoramento e concluiu faculdade de turis-mo, com o objetivo de fazer a diferena nessa profisso. Atualmente, ela faz um curso virtual para receber os turistas durante a Copa de 2014.

    Sobre a escolha da profis-so, ela conta que decidiu se tornar taxista aps a morte do pai, que era fazen-deiro. De uma famlia de 18 irmos, ela a nica que se-guiu a profisso. Precisava trabalhar para me susten-

    tar, pois a herana deixada pelo meu pai no iria durar muito. Um amigo meu era taxista e, como eu sabia dirigir, tive a ideia de com-prar um carro e uma praa com a herana de meu pai, conta.

    Germana Silva diz que hoje, pela credibilidade que ganhou, espera o cliente li-gar para comear seu expe-diente de trabalho.

    Graas a Deus, hoje, te-nho o privilgio de no ter de procurar corrida. Con-quistei uma clientela fiel que me liga e assim vai sur-gindo uma corrida atrs da outra. No preciso disputar meu espao com ningum, seja homem ou mulher, conta ela.

    ALM DA RENTABILIDADE

    Flexibilidade de horrio atrai os jovens e estudantes para o setor

    CLIENTELA

    Idade e sexo desses profissionais ainda so alvo de preconceito

    O alto retorno financeiro um dos principais motivos que atraem para a profisso taxista. Em um ms, d para tirar de quatro a seis salrios mnimos. Todo dia, eu tenho dinheiro na mo, revela Wagner dos Santos, 20, taxista h dois anos. Ele escolheu a profisso por in-fluncia do pai taxista e para ajudar a famlia no sustento da casa.

    Outro motivo para atrair tantas pessoas para a profis-so a flexibilidade do hor-rio de trabalho. O profissio-nal que define sua prpria

    jornada. Wagner dos Santos trabalha durante o dia e es-tuda noite. Ele faz o curso de Cincias Contbeis.

    SO PAULOSegundo matria publica-

    da pela Folha de S.Paulo em fevereiro deste ano, as mu-lheres tambm so minoria por l, de acordo com o De-partamento de Transportes Pblicos do municpio, mas a entrada delas nesse mer-cado cresceu 162% nos l-timos cinco anos - chegou a 5.408 condutoras, ou 7% do total de taxistas ativos em So Paulo.

    Motoristas com menos de 40 anos so 31,2%, segundo dados de 2012 do Observat-rio do Turismo, da SPTuris (empresa de turismo na ci-dade).

    Para Ricardo Auriemma, presidente da Associao das Empresas de Txi de Frota do Municpio de So Paulo, a popularizao do GPS facilitou a entrada dos mais jovens. Antes, a pessoa tinha de ter conheci-mento maior de ruas. Hoje, com os mapas na internet, o smartphone e o GPS, ficou muito mais fcil.

    Esse novo perfil de ta-xistas - mulheres e jovens - tambm enfrenta situa-es de preconceitos e as-sdios, em maior grau as mulheres. Germana Silva diz que j foi assediada por um passageiro. Durante a corrida, ele colocou a mo na minha coxa e j ia em direo as minhas partes ntimas. Por sorte, naque-le momento, um colega de profisso ia passando pelo meu caminho, dei um si-nal que precisava de ajuda e ele me ajudou a tirar o passageiro do meu carro,

    conta ela, que depois dis-so, evita pegar passageiros desconhecidos de madruga-da.

    No incio da profisso, ela sofreu preconceito por par-te dos colegas homens. En-travam na minha frente para pegar os clientes. No me respeitavam por eu ser mulher, desabafa.

    J Wagner dos Santos re-vela que, por conta de sua idade, enfrentou, muitas vezes, situaes de descon-fiana dos passageiros que no acreditavam que ele tinha licena para dirigir

    at o momento em que ele mostrou a carteira de habi-litao. Uma vez, o esposo de uma passageira pergun-tou se eu era maior de ida-de. Respondi que sim e fiz a corrida para a esposa dele. Algum tempo depois, rece-bi uma ligao da empresa de txi que eu estava asso-ciado e soube que ele havia ligado para l, dizendo que eu teria dito ser menor de idade, relata ele.

    Para tentar se proteger da violncia, Wagner diz que noite prefere pegar clientes mulheres e idosos.

    CAPITAL

    Nas empresas, ainda falta o toque feminino

    Mesmo com o crescimen-to do nmero de mulheres como taxistas, elas ainda so minoria nesta profisso. Atualmente, elas represen-tavam apenas 8,5% do total de profissionais do txi.

    A reportagem da Tribu-na Independente conta-tou quatro grandes empre-sas de txi de Macei (Real Txi, Coopertxi, Chame Txi e Pontual Txi), para saber se haviam taxistas do sexo feminino associadas a essas empresas.

    Apenas na Coopertxi e Pontual Txi, h uma taxis-ta mulher em cada uma.

    Para Edenilton Selisdoro, diretor administrativo da Pontual Txi, localizada no bairro da Serraria, a razo para o nmero de mulhe-res nessa atividade no ser maior o fato de que em Alagoas no h mais con-cesso de registro de txi. E h uma proibio de transferncia da placa do carro do titular para outra pessoa, em caso de morte, explica ele.

    A Superintendncia Mu-nicipal de Transportes e Trnsito de Macei (SMTT) informou que, atualmente, h 21.163 taxistas cadas-trados somente na capital.

    Segundo Ubiraci Cor-reia, presidente do Sindica-to dos Taxistas de Alagoas (Sintaxi/AL), o motivo do crescimento do total de ta-xistas mulheres e jovens se deve ao fato de o permissio-nrio, pessoa que detm a concesso de txi, ter o di-reito de colocar mais duas pessoas como seu motorista auxiliar. Na maioria dos casos, so filhos, esposa ou algum outro parente do per-missionrio.

    S PARA ELASUm fato curioso aconte-

    ceu na cidade de Nova Dlhi, na ndia, demonstrando que as mulheres esto conquis-tando cada vez mais espao no mercado de trabalho e como taxistas tambm. Nes-sa mesma cidade, que ficou conhecida pela morte de uma estudante de fisioterapia, es-tuprada e agredida por um grupo de homens dentro de um nibus, caso que chocou o mundo todo, um grupo de oito mulheres abriu uma empresa de txi oferecendo servio ex-clusivamente para mulheres.

    Uma atitude ousada, em um pas onde a mulher sub-jugada, por no ter os mes-mos direitos que os homens, e a profisso de taxista li-derada por eles.

  • MACEI - DOMINGO, 17 DE MARO DE 2013CIDADES12 TRIBUNAINDEPENDENTE

    Casais que engordam juntos so felizesPesquisa de universidade mostra que casais que se dizem felizes ganham peso a cada ano que passam juntos

    Comeou a namorar e engordou? Fique tran-quilo, um bom sinal. Segundo pesquisa da Univer-sidade Southern Methodist, em relacionamentos felizes, os casais costumam engordar.

    Os pesquisadores conver-saram com 169 casais recm--casados sobre felicidade conjugal. E tambm apro-veitaram para pesar cada voluntrio. Nos quatro anos seguintes, a cada seis meses, eles repetiam o ritual: pesa-vam os participantes e per-guntavam sobre a vida do ca-sal. Cada vez que se diziam felizes, os casais apareciam mais gordinhos em mdia,

    o ndice de massa corporal deles aumentava 0.12 a cada seis meses.

    que eles costumam fa-zer mais refeies juntos. Segundo a pesquisa, quan-do casais jantam e almoam juntos, os dois costumam co-mer mais. Alm disso, quem considera pedir um divrcio tende a se preocupar mais com o peso. Por motivos b-vios, j que pensam na soltei-rice, melhor dar um trato no visual.

    Portanto, amigos, no se preocupem tanto assim com a balana. Ela s mostra como vocs formam um casal feliz.

    Urbanizao do Francs

    Do secretrio de comu-nicao de Marechal Deodoro, jornalista Carlos Roberts, recebemos a informao de que a empresa que venceu a licita-o para a reurba-nizao do Francs comeou a obra na quarta-feira, 13, J na ltima quinta-feira, dia 14, o prefeito Cristiano Matheus esteve vistoriando o incio dos trabalhos.

    Geografia com o IBGE!

    Governo Mdici. O exrcito no dava trgua queles que tinha na conta de comunistas e, por conseguinte, subversivos. Ai de quem fosse! Naqueles tempos de chumbo, Braslia mandou Alagoas, na maior moita, um certo coronel Cardoso, cuja fama era a de implacvel caador de comunistas. Ele podia at ser bom no meti, mas de geografia no manjava bulhufas. Cardoso baixou em Macei cheio de precaues, para no ser descoberto. Obedecendo a um plano estratgico bolado pelo finado SNI, hospedou-se no Parque Hotel, localizado na praa D. Pedro II, pegado com a Biblioteca Pblica e bem pertinho da Assemblia Legislativa. Em frente, a Catedral Metropoli-tana. No preciso dizer que a misso de Cardoso era secretissima. Temia, o oficial, que at no rgo onde servia pudesse haver algum comunista infiltrado, e a sua misso poderia ir pro belelu. Cardoso no confiava nem na prpria sombra. Acontece que o reprter Zito Cabral, que era um profissional muito bem informado, alm de competentssimo, descobriu a presena do coronel por estas bandas e o seu respectivo esconderijo. Viu a a grande oportunidade para um furo jornalstico nacional. Precisava cair em campo. O que ele fez, ento? Ligou para o dono do hotel: - Boa tarde, seu Euclydes! Aqui o Zito Cabral, do Jornal de Alagoas... - Como vai, Zito? - respondeu o hoteleiro. Zito prosseguiu: - Seu Euclydes gostaria de falar com o oficial do exrcito que est hospedado a no seu hotel, possvel? Segurssimo, ele deu uma de inocente: - Pra lhe ser sincero, Zito, o nico oficial do exrcito que eu conheo um dos meus filhos, que por sinal est servindo na Amaznia... E cortou o papo. Cabral no se deu por vencido. Ele era ousado e persistente. Aquele furo no haveria de perder, de jeito nenhum! Na maior cara de pau foi ao hotel e l, no se sabe como, conseguiu saber o nmero do apartamento que o oficial ocupava. De volta redao do jornal, ligou para o militar. Quem atendeu foi um tenente ajudante-de-ordens. Zito sapecou: - Aqui o reprter Zito Cabral. Quero falar com o coronel Cardoso! O tenente ficou embasbacado: - Como o senhor ficou sabendo que o coronel est hospedado neste hotel? Malandro, Cabral deu uma de misterioso: - Informe confidencial, tenente! Diga ao seu superior que eu gostaria de marcar uma entrevista com ele... - Um momento que eu vou consult-lo. O tenente fez a consulta, e deu o retorno, muito seco: - Senhor jornalista, o coronel ir receb-lo amanh de manh. Passar bem! No outro dia, bem cedinho, Zito Cabral estava no p da conversa. Sem mais delongas, deu incio entrevista: - Qual o motivo de sua visita a Alagoas, coronel? Cardoso tergiversou, desprezando a pergunta do jornalista. No foi prtico e nem objetivo: - muito difcil combater o comunismo aqui em Alagoas, meu caro! - Como assim, coronel? - A gente cerca esses subversivos em Palmeira dos Indios e o que acontece? - Sim... E o que acontece, coronel? - Eles fogem pela fronteira do Rio Grande do Norte! - Mas coronel, Alagoas no faz fronteira com o Rio Grande do Norte! O militar encerrou o papo: - Problema de geografia no comigo. com o IBGE!

    Entregou o carro e a mulher O malandro Sabino Loureno chegou pro amigo Aldinalvo Incio e deu o toque: - Bicho, preciso que voc me quebre um galho... - Qual? - Me empreste o seu carro.Tenho um negcio urgentssimo pra resolver. Depois voc vai ficar por dentro. E o Aldinalvo: - T legal. Mas v se no demora muito, porque ainda tenho que pegar a minha esposa no emprego... - Pode deixar que eu apanho! - Voc faz isso pra mim, meu? Brigado, viu? - Ora, o maior prazer! Sabino pegou a mulher do amigo e sumiu com ela, pra lugar incerto e no sabido... com carro e tudo! Hoje est fazendo cinco anos.

    No era muda! Pegaram o desocupado Sindulfo Vieira no maior flagra, fazendo sexo com uma mulher morta, num canavial perto de Novo Lino. O cara esta puxando o maior fogo. Dia seguinte, botaram na frente do delegado Antnio Rosalvo Cardoso, o indefectvel Mamo, que, antes de autu-lo pela prtica de necrofilia, deu-lhe o maior esbregue: - Tanta mulher dando sopa no mundo, e voc acha logo de fazer safadeza com uma falecida, seu pilantra! E o Sindulfo, perplexo: - Que falecida, doutor? T por fora! - Se faa de engraadinho no, cretino! Comigo voc se lasca! Voc foi flagrado trepando com uma defunta! - Eeeeuuu, doutor? Deus me livre! - Voc mesmo, seu degenerado! Aquela pobre mulher com quem voc estava transando estava morta! - Pelamordedeus, doutor... E aquela pecinha que tava comigo ontem noite, nas canas, era mesmo... Defunta? - No me venha dizer que no sabia, seu canalha! A infeliz j estava at fedendo! - Ah, doutor, eu juro que no sabia, pode crer! Eu pensei que ela era muda. Bem logo vi... - Viu o qu? - Eu tinha entrado nas canas pra fazer uma preciso, e encontrei ela deitada no cho. A, comecei a alis-la e como ela no reclamou, eu - zip! - comecei a tra-la numa boa! Biritado do jeito que eu tava, e seco por uma nega, no deu nem pra notar que ela tava morta!

    ALTON VILLANOVA ailton.villanova@gmail.com

    Recursos federaisO secretrio tambm infor-mou que a obra est orada em R$ 17 milhes e ser custeada pelo governo fede-ral. A prefeitura entrar com a contrapartida de R$ 2 mi-lhes que sero pagos com o dinheiro do IPTU do contri-buinte. Alm da reurbaniza-o do Francs, o convnio tambm prev recapeamento asfltico em algumas ruas da Massagueira.

    AceleradoSandra Moreira, moradora do Francs passava pelo local no momento da visita. Ela disse que uma obra de tamanha importncia e impacto econ-mico na vida dos comerciantes e demais empreendedores que vivem do turismo na regio, mostra que o ritmo de trabalho do prefeito em sua segunda gesto continuar acelerado. Mostra que ele no vai desa-nimar no segundo mandato, diz.

    ConquistaO prefeito Cristiano Matheus lembra que a verba uma conquis-ta conjunta com o senador Renan Calheiros e o deputado federal Renan Filho. E tambm uma reivindicao justa em que ir beneficiar no s a populao local, mas tambm os banhistas que visitam nossa praia e auxiliar para que os turistas levem uma imagem melhor do nosso principal carto postal, considera Cristiano.

    Combate s drogasA adoo de polticas pblicas e estratgias de combate s drogas sero debatidas em seminrio que ser realizado, nesta segunda-feira (18), no auditrio do Centro de Refe-rncia Integrado de Assistn-cia em Sade de Arapiraca (CRIA).O evento uma iniciativa da prefeitura de Arapiraca, por meio das secretarias munici-pais de Governo, Assistncia Social, Sade, Educao, Pol-ticas Pblicas Para as Mulhe-res, de Cultura e Turismo.

    SeminrioAno passado foi realizado o primeiro seminrio, que contou com a presena do professor universitrio e especialista de renome internacional Elisaldo Carlini, entre outras personalidades do municpio.De acordo com a secretria de Governo, Ccera Pinheiro, as atividades comeam a partir das 14h, com apresen-tao da sntese do trabalho do primeiro seminrio e con-solidao da Rede Municipal de Combate s Drogas.

    ResultadosCom base no modelo de Gover-nana Corporativa, alinhada aos eixos estratgicos da gesto mu-nicipal, tambm nesta segunda--feira (18), no Centro de Refe-rncia Integrado de Assistncia em Sade de Arapiraca (CRIA), ser realizado o seminrio de apresentao do plano de aes dos primeiros meses de gesto da prefeita Clia Rocha (PTB).

    ProgramaoA programao ser aberta pela manh com a sntese das oficinas realizadas nos dias 18 e 19 de janeiro; ponto de controle do plano de aes prioritrias, com diagnstico dos primeiros meses da gesto e fixao de metas e resultados para cada secretaria municipal de governo

    Desarmamento 1A informao est no site 7 Segundos: Depois de percorrer diver-sos bairros de Macei desde novembro do ano passado, quando foi lanado, o nibus do Desarmamento chega a Arapiraca na prxima segunda-feira (18), no primeiro ato resultado da parceria entre Secretaria de Estado de Promoo da Paz (Sepaz) e pre-feitura de Arapiraca para expandir as aes de cultura de paz e preveno da violncia no municpio. O posto de coleta itinerante ficar na cidade por trs semanas, estacionado na Praa Manoel Andr, no Centro, por trs da anti-ga igreja matriz da cidade, das 8h s 17h.

    Desarmamento 2A aproximao entre Sepaz e municpio foi tema de vrias reunies durante esta semana, a primeira delas na segunda--feira (11), quando o secretrio da Paz Jardel Aderico e a prefeita Clia Rocha discutiram a importncia das aes de cultura de paz e preveno social da violncia na segunda maior cidade do estado.

    ... Estamos adotando vrias aes nas reas da sade, educa-o, trnsito, entre outros setores, para melhorarmos cada vez mais a qualidade de vida das pessoas e, sobretudo, assegurar os seus direitos mais elementares, disse a prefeita, destacando as aes de cultura de paz para o fortalecimento e garantia da segurana da populao.

    ... Jardel Aderico destacou a importncia da interiorizao das aes da secretaria.

    A Sepaz busca fazer uma preveno social da violncia, educando crianas j na cultura de paz e com o acolhimento de dependentes qumicos, afastando-os do ambiente de trfi-co e violncia. A ida do nibus do Desarmamento a Arapiraca tambm infere nisso, pois arma de fogo no um instrumento de segurana. Elas so um perigo dentro de casa, causando tragdias por motivos banais.

    Motivo para os quilos a mais que casais jantam e almoam juntos

    DIVULGAO

    robertobaiabarros@hotmail.com

    CidadesemFocoROBERTO BAIA

  • Agricultoras de Taboquinha, em Arapiraca, produzem ainda bolos e pes de macaxeira com fcula processada

    A Associao de Mulheres Produtoras de Broas e Outros Produtos Alimen-tcios da Agricultura Familiar (Asprobroas), da comunidade Taboquinha, municpio de Ara-piraca, se destacou mais uma vez. Na ltima quarta-feira (13), elas receberam o prmio Mu-lheres Rurais que Produzem o Brasil Sustentvel, em Braslia. A associao foi criada com apoio do Instituto de Inovao para o Desenvolvimento Rural Susten-tvel de Alagoas (Emater).

    As agricultoras alagoanas ficaram entre as trinta experi-ncias inovadoras e sustentveis de grupos produtivos na premia-o, oferecida pela Secretaria de Polticas para as Mulheres da Presidncia da Repblica.

    Acompanhada pelos exten-sionistas da gerncia regional Agreste da Emater, as 24 asso-ciadas passaram por diversas

    oficinas, desde a importncia do associativismo, criao de um es-tatuto, at a fabricao e mani-pulao correta de bolos e outros produtos.

    De acordo com a extensionis-ta rural da Emater, Valdenice dos Santos, o trabalho na comu-nidade comeou h dois anos, com orientao em associativis-mo e suporte as atividades em geral.

    H cerca de um ano, aps diversas oficinas, formalizamos a associao e elas s cresceram. Antes essas mulheres trabalha-vam somente na roa e hoje con-seguem ter seu prprio dinhei-ro, contou a extensionista.

    Atualmente o grupo se de-dica ao processamento de broas (fcula/amido), bolos e pes de macaxeira e doce caseiro, alm do trabalho na agricultura, das tarefas domsticas, das reunies da associao e participao em

    eventos na comunidade e fora dela.

    Quase todas elas acessam as polticas pblicas e programas, tais como Aquisio de Alimen-tos e Alimentao Escolar, para comercializar seus produtos. S em janeiro e fevereiro de 2013, elas produziram 6.986,27 kg. de broa, bolo e doce, afirmou Val-denice dos Santos.

    Na oportunidade, o grupo destacou como um dos principais desafios a construo de uma co-zinha comunitria com equipa-mento adequado e um carro para transportar seus produtos, j que o processamento dos produtos manual e o local improvisado para produzir. O concurso teve a participao de grupos produ-tivos formais e informais de todo o pas. Foram 517 trabalhos da agricultura familiar, assentadas pela reforma agrria, quilombo-las, indgenas, entre outros.

    DIVULGAO

    Broas so carro chefe da associao de mulheres premiadas por praticar agricultura e manejo sustentvel

    Vestidos tm um toque de region alidade apreciado por turistas

    SEMINRIO

    Maiores especialistas em vendas

    Vender , sem dvida, uma das atividades mais importantes para a sustentao das empre-sas. Treinamentos sobre vendas so indispensveis para que os empreendedores possam se dar bem nesta rea. Para dar supor-te ao empresrio que deseja o sucesso nos negcios, no dia 28 de maro, a KLA Treinamentos traz para Macei o 1 Seminrio Como se tornar um campeo de vendas.

    Empresrios, diretores, ge-rentes, supervisores, lderes de vendas e vendedores em geral esto convidados a participar do evento. Temas relevantes da rea sero abordados como: moti-vao, estmulo de equipe, gesto de vendas, concorrncia, diferen-cial de mercado e estratgias em geral.

    Para tanto, a KLA Treina-mentos traz os maiores especia-listas em vendas do pas, reco-nhecidos internacionalmente. Os consultores Augusto Lucena, Marcelo Ortega, Carlos Hilsdorf e Joo Kepler iro tratar de as-suntos como o sucesso nas ven-das, o valor do vendedor, as es-tratgias de fidelizao e o perfil do novo consumidor digital, rea-lizando uma verdadeira imerso em vendas. O evento ser reali-zado das 15h s 22h, no Radisson Hotel Macei, localizado no bair-ro de Pajuara.

    TRADIO

    Estilista baiana cria vestidos com fitas do Bonfim

    Uma lembrana tradicio-nal de Salvador (BA), a fita do Senhor do Bonfim virou artigo de moda nas mos da estilista baiana Nea Santta-na, 27. Ela faz vestidos, cal-ados e acessrios utilizando as famosas fitas coloridas.

    A empreendedora apren-deu a costurar aos 12 anos com a me, que a levava frequentemente igreja. Ao ver os turistas amarrarem as fitas do Senhor do Bonfim no pulso e fazerem pedidos, Santtana comeou a pensar como unir esta tradio com o trabalho que sabia fazer.

    Queria trazer para o tu-rista um pouco da cultura baiana, mostrar que alm de amarrar as fitinhas no pul-so, tambm possvel vesti--las, afirma.

    As peas criadas pela es-tilista podem ser encontra-das em duas lojas revende-doras de seus produtos e no prprio ateli. Os vestidos so feitos sob medida. Em mdia, chegam a usar mais de 200 fitas e os mais sofisti-cados custam at R$ 700.

    Durante a Lavagem do Bonfim, festa popular re-ligiosa que ocorre todos os anos em janeiro, as vendas da empreendedora aumen-tam 80% por conta dos tu-ristas que visitam a capital baiana.

    uma das celebraes mais conhecidas do Estado porque h uma mistura de pblicos [principalmente adeptos do catolicismo e do candombl]. A fita do Se-nhor do Bonfim, junto com o berimbau, so os itens mais conhecidos da Bahia, decla-ra Santtana.

    Destino religiosoA estilista baiana per-

    cebeu uma oportunidade de negcio em um mercado ainda pouco explorado no Brasil: o turismo religioso. Segundo o Ministrio do Tu-rismo, em 2011 (os dados de 2012 no foram consolida-dos), 3,8 milhes de viagens domsticas tiveram como principal motivo a religio.

    Os destinos mais procu-rados do turismo religiosos no pas so: o Santurio de

    Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida (SP); Crio de Nazar, em Belm (PA); as romarias de Juazeiro do Norte (CE) e Nova Trento (SC); as cidades barrocas mineiras de Ouro Preto, Congonhas e Mariana; e Salvador (BA).

    De acordo com o diretor do Departamento de Estu-dos e Pesquisas do Minist-rio do Turismo, Jos Fran-cisco Salles Lopes, o turismo religioso gera oportunidades de negcio principalmente para restaurantes, bares, albergues, taxistas, lojas de artesanato e souvenires.

    Para lucrar com a pre-sena maior de turistas e fiis, Lopes diz que preciso conhecer a histria da cida-de e das comemoraes reli-giosas para tentar criar pro-dutos ou servios diferentes.

    Cada festa tem suas caractersticas. No geral, a grande massa de pblico para este tipo de turismo no de alta renda, por isso os preos devem ser acess-veis, afirma.

    MACEI - DOMINGO, 17 DE MARO DE 2013ECONOMIA14 TRIBUNAINDEPENDENTE

    Produtoras de broas recebem prmio em Braslia

    Planejamento simplificado prev ao de parceiros na produo alagoanaDentro da proposta feita pela Desenvolve, est incluso um planejamento e cronograma das aes sugeridas para cada rgo envolvido que, segundo discutido em reunio, tero apenas que direcionar suas atividades j em curso para o projeto. De incio ficou definido que a Desenvolve ser a responsvel pela elaborao dos estudos, a publicao das informaes, a criao de um crdito sob medida e a elaborao de um projeto-piloto de acesso ao mercado. O Sebrae ser o responsvel pela capacitao, consultorias e gesto dos negcios. A Emater e a Seagri sero as responsveis pelo auxlio e assistncia tcnica e acesso e distribuio de sementes e gros.

    EconomiaAlternativa importao de alimentosProposta da Desenvolve fruto de um diagnstico feito pelo Instituto de Desenvolvimento Rural e Abastecimento

    A Desenvolve Agncia de Fomento de Alago-as apresentou proposta para fortalecer a produo de alimentos no Estado e reduzir o nmero de produtos impor-tados de outras unidades da federao. A alternativa pro-posta fruto de um diagnsti-co realizado junto ao Instituto de Desenvolvimento Rural e Abastecimento de Alagoas (Ideral) e ser aprimorada com formao de um grupo de trabalho.

    O grupo de formado ir contar, alm da Desenvolve e do Ideral, com a participao das secretarias de Estado do Planejamento e do Desenvol-vimento Econmico (Seplan-de) e da Agricultura (Seagri), da Central de Abastecimento (Ceasa), do Instituto de Inova-o para o Desenvolvimento Rural Sustentvel de Alagoas (Emater) e do Sebrae Alagoas.

    Segundo o diretor de De-senvolvimento e Projetos da Desenvolve, Fbio Leo, a formao de um grupo de trabalho fundamental, pois une foras em prol do desen-volvimento da produo local. Comear um trabalho com aes isoladas no iria levar o projeto para frente, por isso estamos sugerindo a formao deste grupo para que as ati-vidades sejam executadas em

    conjunto, enfatizou.Durante o primeiro encon-

    tro do grupo, o diretor da De-senvolve apresentou as aes da Desenvolve, que foram elaboradas visando a orga-nizao da produo e da de-manda, e que podem servir de modelo para este novo projeto. Dentre elas, esto as aes do Programa de Fortalecimento da Agricultura Periurbana, no Litoral Norte, e o Projeto de Apoio s Feiras Livres de Macei.

    Para o superintendente de Fortalecimento da Agri-cultura Familiar da Seagri, Luciano Barros, o importante unificar projetos e ideias em comum objetivando a sis-tematizao do projeto com atividades em andamento, acelerando o processo de for-talecimento da produo.

    PRODUO E DEMANDAO diagnstico, elaborado

    pela Desenvolve com dados fornecidos pelo Ideral, apre-senta as estatsticas de co-mercializao de alimentos e produtos na Ceasa. Dentro do estudo, pode ser analisada a quantidade da produo local, a importao vinda de outros estados, bem como a demanda e variedade do mercado.

    Os dados apontam que dentro da mdia total de sete mil toneladas de frutas comer

    cializadas no Ceasa, apenas 20% produzida dentro do es-tado e o restante vem de esta-dos vizinhos, principalmente de Pernambuco.

    De acordo com o tcnico do Ideral, Artur Csar Nogueira, as frutas que so advindas da importao de outros estados so acerola, pra, melancia e morango. Cerca de mais de 95% dessas frutas que so co-mercializadas na Ceasa so produzidas em outros esta-dos, destacou.

    J as hortalias folhosas, como acelga, repolho e couve flor, que so comercializadas em Alagoas, so produzidas, de acordo com o estudo, em outro estado, porm, as de produo local so em maior quantidade, como alface, espi-nafre e salsa.

    Para o diretor-presidente do Ideral, Helenildo Ribeiro Neto, este diagnstico ela-borado pela Desenvolve vai servir como um guia que vai dar um norte para as aes do grupo de trabalho. A Ceasa pode ser considerada o final da linha de comercializao, ento as aes devem ser vol-tadas, principalmente, para a organizao do comeo da produo e do escoamento dos produtos. Este trabalho elabo-rado pela Desenvolve vai auxi-liar exatamente nisso, disse. Frutas, verduras e legumes comercializados em Alagoas so produzidos em outros estados, em sua maioria

    MACEI - DOMINGO, 17 DE MARO DE 2013 ECONOMIA 13 TRIBUNAINDEPENDENTE

  • Agricultoras de Taboquinha, em Arapiraca, produzem ainda bolos e pes de macaxeira com fcula processada

    A Associao de Mulheres Produtoras de Broas e Outros Produtos Alimen-tcios da Agricultura Familiar (Asprobroas), da comunidade Taboquinha, municpio de Ara-piraca, se destacou mais uma vez. Na ltima quarta-feira (13), elas receberam o prmio Mu-lheres Rurais que Produzem o Brasil Sustentvel, em Braslia. A associao foi criada com apoio do Instituto de Inovao para o Desenvolvimento Rural Susten-tvel de Alagoas (Emater).

    As agricultoras alagoanas ficaram entre as trinta experi-ncias inovadoras e sustentveis de grupos produtivos na premia-o, oferecida pela Secretaria de Polticas para as Mulheres da Presidncia da Repblica.

    Acompanhada pelos exten-sionistas da gerncia regional Agreste da Emater, as 24 asso-ciadas passaram por diversas

    oficinas, desde a importncia do associativismo, criao de um es-tatuto, at a fabricao e mani-pulao correta de bolos e outros produtos.

    De acordo com a extensionis-ta rural da Emater, Valdenice dos Santos, o trabalho na comu-nidade comeou h dois anos, com orientao em associativis-mo e suporte as atividades em geral.

    H cerca de um ano, aps diversas oficinas, formalizamos a associao e elas s cresceram. Antes essas mulheres trabalha-vam somente na roa e hoje con-seguem ter seu prprio dinhei-ro, contou a extensionista.

    Atualmente o grupo se de-dica ao processamento de broas (fcula/amido), bolos e pes de macaxeira e doce caseiro, alm do trabalho na agricultura, das tarefas domsticas, das reunies da associao e participao em

    eventos na comunidade e fora dela.

    Quase todas elas acessam as polticas pblicas e programas, tais como Aquisio de Alimen-tos e Alimentao Escolar, para comercializar seus produtos. S em janeiro e fevereiro de 2013, elas produziram 6.986,27 kg. de broa, bolo e doce, afirmou Val-denice dos Santos.

    Na oportunidade, o grupo destacou como um dos principais desafios a construo de uma co-zinha comunitria com equipa-mento adequado e um carro para transportar seus produtos, j que o processamento dos produtos manual e o local improvisado para produzir. O concurso teve a participao de grupos produ-tivos formais e informais de todo o pas. Foram 517 trabalhos da agricultura familiar, assentadas pela reforma agrria, quilombo-las, indgenas, entre outros.

    DIVULGAO

    Broas so carro chefe da associao de mulheres premiadas por praticar agricultura e manejo sustentvel

    Vestidos tm um toque de region alidade apreciado por turistas

    SEMINRIO

    Maiores especialistas em vendas

    Vender , sem dvida, uma das atividades mais importantes para a sustentao das empre-sas. Treinamentos sobre vendas so indispensveis para que os empreendedores possam se dar bem nesta rea. Para dar supor-te ao empresrio que deseja o sucesso nos negcios, no dia 28 de maro, a KLA Treinamentos traz para Macei o 1 Seminrio Como se tornar um campeo de vendas.

    Empresrios, diretores, ge-rentes, supervisores, lderes de vendas e vendedores em geral esto convidados a participar do evento. Temas relevantes da rea sero abordados como: moti-vao, estmulo de equipe, gesto de vendas, concorrncia, diferen-cial de mercado e estratgias em geral.

    Para tanto, a KLA Treina-mentos traz os maiores especia-listas em vendas do pas, reco-nhecidos internacionalmente. Os consultores Augusto Lucena, Marcelo Ortega, Carlos Hilsdorf e Joo Kepler iro tratar de as-suntos como o sucesso nas ven-das, o valor do vendedor, as es-tratgias de fidelizao e o perfil do novo consumidor digital, rea-lizando uma verdadeira imerso em vendas. O evento ser reali-zado das 15h s 22h, no Radisson Hotel Macei, localizado no bair-ro de Pajuara.

    TRADIO

    Estilista baiana cria vestidos com fitas do Bonfim

    Uma lembrana tradicio-nal de Salvador (BA), a fita do Senhor do Bonfim virou artigo de moda nas mos da estilista baiana Nea Santta-na, 27. Ela faz vestidos, cal-ados e acessrios utilizando as famosas fitas coloridas.

    A empreendedora apren-deu a costurar aos 12 anos com a me, que a levava frequentemente igreja. Ao ver os turistas amarrarem as fitas do Senhor do Bonfim no pulso e fazerem pedidos, Santtana comeou a pensar como unir esta tradio com o trabalho que sabia fazer.

    Queria trazer para o tu-rista um pouco da cultura baiana, mostrar que alm de amarrar as fitinhas no pul-so, tambm possvel vesti--las, afirma.

    As peas criadas pela es-tilista podem ser encontra-das em duas lojas revende-doras de seus produtos e no prprio ateli. Os vestidos so feitos sob medida. Em mdia, chegam a usar mais de 200 fitas e os mais sofisti-cados custam at R$ 700.

    Durante a Lavagem do Bonfim, festa popular re-ligiosa que ocorre todos os anos em janeiro, as vendas da empreendedora aumen-tam 80% por conta dos tu-ristas que visitam a capital baiana.

    uma das celebraes mais conhecidas do Estado porque h uma mistura de pblicos [principalmente adeptos do catolicismo e do candombl]. A fita do Se-nhor do Bonfim, junto com o berimbau, so os itens mais conhecidos da Bahia, decla-ra Santtana.

    Destino religiosoA estilista baiana per-

    cebeu uma oportunidade de negcio em um mercado ainda pouco explorado no Brasil: o turismo religioso. Segundo o Ministrio do Tu-rismo, em 2011 (os dados de 2012 no foram consolida-dos), 3,8 milhes de viagens domsticas tiveram como principal motivo a religio.

    Os destinos mais procu-rados do turismo religiosos no pas so: o Santurio de

    Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida (SP); Crio de Nazar, em Belm (PA); as romarias de Juazeiro do Norte (CE) e Nova Trento (SC); as cidades barrocas mineiras de Ouro Preto, Congonhas e Mariana; e Salvador (BA).

    De acordo com o diretor do Departamento de Estu-dos e Pesquisas do Minist-rio do Turismo, Jos Fran-cisco Salles Lopes, o turismo religioso gera oportunidades de negcio principalmente para restaurantes, bares, albergues, taxistas, lojas de artesanato e souvenires.

    Para lucrar com a pre-sena maior de turistas e fiis, Lopes diz que preciso conhecer a histria da cida-de e das comemoraes reli-giosas para tentar criar pro-dutos ou servios diferentes.

    Cada festa tem suas caractersticas. No geral, a grande massa de pblico para este tipo de turismo no de alta renda, por isso os preos devem ser acess-veis, afirma.

    MACEI - DOMINGO, 17 DE MARO DE 2013ECONOMIA14 TRIBUNAINDEPENDENTE

    Produtoras de broas recebem prmio em Braslia

  • MACEI - DOMINGO, 17 DE MARO DE 2013ESPORTES16 TRIBUNAINDEPENDENTE

    EsportesCharles Hebert tem a misso de apitar o maior clssico do futebol de AlagoasCharles Hebert Cavalcante Ferreira e Mrio Srgio da Silva Bancilon foram para o sorteio de quem comandar o clssico CSA x CRB, hoje, s 17h, no Estdio Rei Pel, pela 3 rodada do hexagonal do Campe-onato Alagoano. E Charles Hebert foi o sorteado. Ele ser assistido por Pedro Jorge Santos e Carlos Jorge da Silva Titara. O 4o rbitro ser Denis Ribeiro Serafim. Estou muito tranquilo e tenho a confiana da comisso estadual. J comandei outros clssico e espero que os atletas procurem jogar futebol. O mrito do rbitro passar despercebido e esse ser meu foco, destacou Charles.

    Rivalidade e tradio: CSA encara o CRBClssico das multides chega a sua 489 edio e os times esto motivados para buscar os trs pontos no hexagonal

    Alvinegro precisa reverter placar de 2x1 sofrido em Arapiraca e todos esto muito confiantes em uma virada histrica

    CSA e CRB protago-nizaram 488 partidas na histria quase cen-tenria de confrontos entre os dois maiores clubes alago-anos. Foram 184 vitrias do CRB, 149 vitrias do CSA e 151 empates. O Galo mar-cou 612 gols e o Azulo 610. Neste domingos os rivais se encontram pelo hexagonal do Campeonato Alagoano, s 17h, no estdio Rei Pel.

    Ambos vivem uma fase de tranquilidade dentro de campo. A vitria vale a liderana da fase e os dois treinadores sabem da im-portncia da partida. Es-tamos trabalhando duran-te toda semana pensando neste jogo. uma situao particular que envolve emo-o, tradio e rivalidade. Um detalhe vai decidir, disse Beto Almeida do CSA. Queremos os trs pontos e no podemos entrar na pi-lha de torcedor. Dentro de campo so eles que resol-vem. Vamos com tudo nesse clssico, revelou Ademir Fonseca do CRB.

    O primeiro clssico foi disputado em 1916, no Cam-po da Praa Jonas Montene-gro, hoje Praa Centenrio, em Macei. Nesse confron-

    to, o CSA venceu por 1 a 0, gol de Aristides. O segundo confronto entre CSA e CRB s veio acontecer dois anos depois, e novamente com uma vitria azulina, desta vez, por 2 a 0.

    A maior vitria do cls-sico alagoano pertence ao CRB. A partida do dia 1o de outubro de 1939 ficou co-nhecida como o jogo da So-fia, quando o CRB venceu o rival por 6 a 0 na deciso do Campeonato Alagoano. Diz a histria que o jogador Arlindo (um dos destaques do CRB na partida) era adepto do jogo do bicho e criava uma cabra chamada Sofia. De vez em quando, ele cantava uma uma modi-nha com todos os bichos do jogo, e ao chegar na cabra, ele dava uma paradinha e relembrava o jogo. Arlindo (2), Duda Boco (2), Rama-lho e Cludio Rgis foram os aturoes dos gols da par-tida.

    Silva Co, ponta, ar-tilheiro dos Campeona-tos Alagoanos de 1968 (11 gols), 1972 (21 gols) e 1977 (16 gols) pelo CRB, mas que tambm jogou no CSA. Fez 62 gols na histria do maior confronto do estado. Marcos Antonio j vestiu a camisa do CSA, mas hoje regatianoKel voltou ao CSA aps passagem ano passado e est motivado

    DECISO

    ASA tenta superar o Campinense na final do Nordesto

    Alagoas se veste de pre-to e branco neste domingo para torcer pelo ASA na final da Copa do Nordes-te. A partida acontece no Estdio Amigo, em Cam-pina Grande, s 16h. Para o segundo jogo decisivo, o sistema defensivo alvine-gro estar desfalcado do zagueiro Tiago Gara, que est suspenso pelo 3o car-to amarelo. Quem volta ao time o meia Thallysson, que cumpriu suspenso na primeira partida realizada em Arapiraca.

    Para reverter o placar, o ASA se apega no bom re-trospecto fora de casa. Em cinco jogos fora de Arapi-raca, a equipe venceu trs partidas e perdeu duas.

    O ASA precisa vencer o Campinense por dois gols de diferena ou marcar pelo menos trs gols. Em caso de vitria por 2 a 1, o ttulo ser definido nas penalida-des. A equipe considerada titular deve formar com

    Gilson, Osmar, Fabiano, Edson Veneno e Chiquinho Baiano; Cal, Jorginho, Di-dira e Thalysson; Wander-son e Lo Gamalho.

    CAMPINENSEAps boa vitria, por 2 a

    1, fora de casa, na primeira partida da deciso o Cam-pinense promete dar as cartas na segunda partida em Campina Grande. Po-dendo perder por at 1 a 0, o Rubro-Negro entrar em campo neste domingo, s 16h, sem pensar na vanta-gem.

    Apesar da confiana, o clima no Campinense de respeito ao rival, j que o ASA provou que pode ser perigoso jogando fora de casa. Tanto nas quartas-de--final, como na semifinal, o ASA precisou decidir fora de casa depois de um resul-tado ruim no Coaracy da Mata. Nas oportunidades, o time de Arapiraca empatou sob seus domnios e venceu depois fora de casa

    ASCOM CRBASCOM CSA

    G1

    CSA CRBFlvio, Leandrinho, Cleberson, AdalbertoRogerinho; Robson Lima, Elyeser, Marielson e Kel(Alex Lima); EveraldoDiego Clementino.tcnico - Beto Almeida

    Galatto; Paulo Srgio, Marcus Vincius,Tiago GasparettoJoo Victor; Audlio, Johnnattan,Marco AntonioJairo; DenlsonSchwenck.Tcnico - Ademir Fonseca

    No primeiro jogo em Arapiraca, o ASA perdeu de 2x1 e agora tenta fazer histria e reverter o placar na casa do adversrio

  • DIVERSO&ARTE 1 TRIBUNAINDEPENDENTE

    Eles so talentos natos, can-tores e musicistas, vivem da msica, respiram sons, ouvem de tudo e exploram a cultura. Criativos, transitam entre o forr e o sertanejo raiz, a MPB, o rock, o coun-try, a msica latina e a ideologia do roa in roll. O adjetivo, que pode ser superlativo mas coerente, j que estamos falando do mercado alagoano, vai para a banda Mfio!, que, hoje, completa 12 anos de estrada. Para cel-ebrar a data, um show ser realizado na casa de eventos Maikai, na Jati-ca, e trar participaes especiais de vrios artistas locais.

    Quando foi criada, l atrs, ainda em 2001, a banda surgiu para home-nagear o forr autntico, tradicional-mente conhecido como p-de-serra. A inteno dos msicos deu certo e, at hoje, eles fazem o pblico manter vivo, na cabea, o ritmo mais conhe-cido pelos nordestinos. E a inteno continua sendo a de louvar sempre o que o forr tem de melhor. A principal inspirao? Luiz Gonzaga, claro! At os mais novos j sabem quem foi o rei do baio. Sabemos que muitas pesso-as no o viram com vida, mas, sabem

    SERVIOShow

    Com um estilo que preferem chamar roa in roll,

    banda Mfio completa 12 anos de carreira e

    comemora data em show, hoje, com artistas convidados

    Taylor Swift deixou de lado os recalques de antigos relaciona-mentos e se jogou em uma nova baladinha para gravar seu novo clipe. A cantora divulgou em seu canal oficial de vdeos a produo final da msica 22. Na letra da cano, que bem alegre, a loirinha chega a dizer: Vai ficar tudo bem, vamos continuar danando como se tivssemos 22 anos.Os ltimos hits de Taylor, referentes ao lbum RED, foram We Are Never Ever Getting Back Together e I Knew You Were Trouble, ambos sobre supostos ex-namorados.

    Parece que os filhos de Gretchen realmente puxaram a veia artstica da me. Depois de Thammy Miranda, que est no elenco de Salve Jorge, chegou a hora do filho da rainha do rebolado, Gabriel Miranda, se lanar como cantor. Com apenas 15 anos, Gabriel regravou o hit Conga la Conga, grande sucesso da me, e disse que sonha com a carreira de cantor. J nasci com o dom (risos), afirmou ele coluna Retratos da Vida, do jornal Extra. msica, explicou o rapaz, que tambm toca violo, guitarra, bateria e piano.

    Filho de Gretchen regrava Conga La Conga e diz querer seguir os passos da me

    Sem fossa, Taylor Swift lana clipe de msica 22

    MACEI - DOMINGO, 17 DE MARO DE 2013

    Show: Mfio! e convidadosLocal: Maikai MaceiQuando: hoje, a partir das 20h.

    COM FLEGO

    PARA MAIS

    do legado que ele deixou. O velho Lula um mito para o cancioneiro do Nordeste e, apesar de no estar mais entre ns h 24 anos, parece renascer toda vez que algum no mundo ensaia alguns de seus acordes em uma sanfo-na, afirmou Flvio Bernardes, empre-srio e vocalista da Mfio.

    O velho Lua foi o responsvel por mostrar ao restante do Pas o valor do povo nordestino. Foi ele o primeiro msico a cantar o Nordeste, a seca, as

    dificuldades vividas pelo povo do Se-mirido, e, claro, as belezas e peculia-ridades da nossa regio. Certamente a msica brasileira, em especial, a do Nordeste, no seria a mesma sem ele, completou Flavinho, como chamado carinhosamente pelos amigos e cole-gas de profisso.

    E as influncias da Mfio tambm vm de outros grandes nomes do forr raiz. Somos todos apaixonados pelo rit-mo p-de-serra e, exatamente por isso,

    criamos um repertrio que nos permite levar ao pblico poesias traduzidas em forma de cano. Tem sido assim desde o dia em que fundamos o grupo e o nos-so desejo que possamos nos manter sempre firme nesse mesmo caminho, contou Felipe Rezende, zabumbeiro da banda.

    Dominguinhos, Flvio Jos, Acioly Neto, Dorgival Dantas, Santana, Jorge de Altinho, Petrcio Amorim e Jacinto Silva so alguns dos nomes que tm msicas garantidas nos shows da Mfio!

    Quando subimos ao palco, como se um ritual estivesse comeando. As letras passam a ser cantadas e tocadas com a alma, medida que o acordeom chora, o tringulo chiguinlinga e a za-bumba bate os sons que parecem vir do corao. Entendo que a Mfio conseguiu se manter no cenrio alagoano exata-mente porque fazemos msica dessa forma, declarou Tarczio Viturino, o sanfoneiro.

  • DIVERSO&ARTE2 TRIBUNAINDEPENDENTE

    Vander Lee no DeodoroO cantor e compositor Vander Lee se apresenta em Macei, no dia 21 de maro. O show acontece no palco do Teatro Deodoro a partir das 21 horas. Como bom mineiro, comeou sua carreira em bares locais em meados da dcada de 1980, em 1987 j fazia shows com seu prprio repertrio. Suas canes variam desde o romntico, passando pelo samba at a balada e rock mineiro. Em suas letras, fala de acontecimentos da vida cotidiana, e sempre com um lado romntico, fala de amor. J gravou com grandes nome da MPB, como Zeca Baleiro, Elza Soares, Rita Ribeiro, Leila Pinheiro e Nando Reis. Comps a msica Estrela que foi gravada pela cantora Maria Bethnia. Teve ainda a cano Onde Deus possa me ouvir gravada por Gal Costa. Pontos de vendas: Cia. das Havaianas e no Teatro Deodoro. Mais informaes: (82) 3235.4280 e 9979.5959

    FALE CONOSCO - A Agenda um servio gratuito de orientao ao leitor. Os interessados em divulgar eventos, shows e exposies podem enviar material atravs do endereo: tiagenda@hotmail.com

    Capital A banda Capital Inicial faz show, no dia 19 de abril, s 22h, na casa de espetculos Mu-sique. A produo ainda no divulgou valores de ingressos, nem locais de venda. Mais o telefone de informao 3327-8700.

    MACEI - DOMINGO, 17 DE MARO DE 2013

    Stand-up ComedyUm dos melhores stand-up Comedy em atuao no Brasil, o comediante Paulinho Serra ir apresentar-se, no prximo dia 30, seu show Em pedaos. A apresentao acontecer no Teatro Gustavo Leite e con-tar com a partici-pao dos come-diantes alagoanos Ed Gama e Felipe Ruggeri. Ingressos: R$ 60 (inteira) R$ 30 (meia). Mais infor-maes: 3032-5210 ou 9601-2828.

    Maria GadA nova data do show da cantora Maria Gad 5 de abril, ainda na Musi-que. Ela faz o lanamento do show : Mais uma pgina. Simplesmente imperdvel para todos os amantes da boa msica. Ingressos - 1 lote: Pista - R$ 40 (meia entrada), mezanino - R$ 60 (meia entrada), cadeira indivi-dual (Frontstage) - R$ 80 e mesa (frontstage): para quatro pessoas - R$ 700 e para seis pessoas - R$ 1.000. Vendas ingressos individuais (pista, mezanino, cadeira): Forum (Ponta Verde), Chilli Beans (Macei Shopping), Folia Brasil (Gbarbosa Stella Maris) e Viva Alagoas (Macei Shopping). Mais informaes: 82.3327.8700 // 82.9306.9306 e Reservas de Mesa: 82.9653.6653

    Raimundos mais clssicos Os Raimundos esto rodando o Brasil com o show Clssicos do Vinil, Lav t novo. No show eles vo cantar msicas do Ultraje, da prpria banda, com clssicos do Roda Viva. Um show imperdvel. Macei far parte dessa gran-de turn, dia 23 de maro de 2013, na Vox Room. Preo: R$ 35 Pista, R$ 60 Fronts Stage e R$ 80 camarote open bar. Mais informaes: (82) 3032-0088.

    Milton Milton Nascimento vai se apresentar em Macei, no dia 6 de abril, s 21h, no Teatro Gustavo Leite. Legtimo representante do Clube da Esquina, Mil-ton apresenta seu show Uma Travessia. Os ingressos comearam a ser vendidos, no estande Sue Chamusca - Macei Shopping - Trreo. Os valores so os seguin-tes: Plateia A R$ 250 e R$ 125 (meia), Plateia B R$ 200 e R$ 100 (meia), Plateia C R$ 150 e R$ 75 (meia) e mezanino R$ 120 e R$ 60 (meia).

    Duas FacesA casa de shows Musique vai ser o palco da turn Duas Faces, que comemora os 40 anos de carreira da cantora Alcione. No dia 27 de abril, a vez de Alagoas receber seu espetculo, que j passou por lugares como Salvador, Recife, Belo Horizonte, So Lus, So Paulo, Mossor e Natal. O show fruto do projeto registrado em dois CDs/DVDs que foram lanados, oficialmen-te, durante a turn. A cantora comemora da maneira que mais

    gosta: cantando para os fs numa turn nacional, que teve incio no dia 15 de outubro e no tem data para terminar. Ingres-sos: R$ 100 (mezanino) / R$ 40 (pista) / R$ 960 (mesa para seis pessoas). Pontos de venda: Casa das Tintas (Farol e Ponta Verde). Vendas de mesas: Colcci (Macei Shopping). Vendas on-line: www.gaproducocoes.com. Realizao: GA Produes. Mais informaes: (82) 3032-5210 ou 9601-2828.

    Cinema marginal Acontecer, no prximo dia 22, a I Mostra Alagoana de cinema de garagem. O evento acontecer no museu da Imagem e do Som (Misa), que fica em Jara-gu, e est marcado para comear s 19h. Durante boa parte da noite sero projetados filmes feitos de maneira artesanal, por cineastas amadores. Quem desejar se inscrever poder obter informaes de como faz-lo no email: mostramarginal@hgotmail.com ou pelos telefones: 9102-4009 ou 8736-2810.

    Tchuplin A Companhia Nga Ful apre-senta hoje, s 17h, no Teatro do Sesi, a montagem teatral Tchuplin: o mistrio para salvar o ponto azul. Destinado ao pblico infantil, o espetculo tem direo de Ren Guerra e traz no elenco os experientes atores

    Rgis de Souza, Diva Gonalves, Alderir Souza e Daniel Dabasi. A pea fica em cartaz at o dia 24 de maro, sempre aos sbados e domin-gos, s 17h. Para mais informa-es, o contato o 9973-9923 e o 3336-2898.

  • DIVERSO&ARTE 3 TRIBUNAINDEPENDENTE MACEI - DOMINGO, 17 DE MARO DE 2013

    HORSCOPO

    TV TUDO Bate-rebate

    NA ALEMANHA

    Seleo de escritores que representar Brasil tem estilos variados

    um dos momentos mais difceis da or-ganizao dos pases convidados de honra da Feira do Livro de Frank-furt, costuma dizer Juer-gen Boos, o presidente do maior evento editorial do mundo. A seleo de autores levados pelo governo para representar o pas na feira sempre d margem a crticas -afinal, o time cuja obra, na teoria, o pas chancela como representa-tivo de sua produo.

    Nesta semana, o comit organizador da participa-o brasileira divulgou, em evento na Alemanha, os 70 escritores que viaja-ro a convite do Ministrio da Cultura para a Feira de Frankfurt, em outubro.

    uma seleo ampla, que inclui best-sellers (Paulo Coelho, Mauricio de Sousa), imortais (Joo Ubaldo Ribeiro, Ana Maria Machado), poetas celebrados pela crtica e com leitores restritos (Francisco Alvim, Alice Ruiz), historiadores (Jos Murilo de Carvalho, Lilia Schwarcz) e a nova gera-o (Daniel Galera, Michel Laub), entre outros (veja nesta pgina a lista com-pleta).

    perceptvel a inten-o de selecionar autores de todo o pas, de ambos os sexos e de estilos variados,

    embora, no geral, a cara do Brasil em Frankfurt seja a de um ficcionista homem de mais de 50 anos e morador do eixo Rio-So Paulo --reflexo, possvel dizer, da concentrao do mercado nacional na regio.

    Houve discordncias, claro, de autores que ficaram de fora, como Joo Silvrio Trevisan, Marce-lo Mirisola e Joo Paulo Cuenca -embora este lti-mo tenha elogiado a lista.

    A lista muito boa e estou feliz com o trabalho da FBN; meus dois roman-ces publicados na Alema-nha esto l graas a bolsa de traduo. S estranho a curadoria ter ignorado um autor com dois romances em alemo. Mas sei como complicado fazer uma lista, diz Cuenca.

    Tinha praticamente certeza de que no seria escolhido.

    No fao parte da lista de autores privilegiados brasileiros, afirma Trevi-san, que j foi traduzido para a Alemanha, Espa-nha e Inglaterra, um dos critrios para a seleo do comit. Esse tipo de lista privilegia quem est na mdia, quem da Companhia das Letras, dos grupos universitrios. Faz muito tempo que o valor da obra no significa nada.

    RIES - (21/3 a 19/4) Voc tende a se tornar mais instvel e com problemas em manter o foco em alguma coisa. importante evitar a tomada de decises neste perodo to vulnervel. Relaxe as tenses para retomar o ritmo. No amor, as energias da Lua aumentam sua percepo sobre as dificuldades do relacionamento afetivo. Empenhe-se em manter o romance em plena harmonia. Evite se desequilibrar ao menor sinal de crise.TOURO (20/4 a 20/5) Procure no estacionar seus pensamentos e sentimentos no passado para no enfatizar demais as questes do dia a dia. Esteja na presena das pes-soas que lhe so queridas.GMEOS (21/5 a 21/6) A che-gada da Lua no seu setor de crise ameniza suas inquietaes. Procure desfrutar de bons momentos na presena das pessoas queridas e abstrair a mente das dificuldades do dia a dia. No amor, empenhe-se em manter o romance constantemente renovado e com a paixo aflorada. Tenha ateno com as necessi-dades do relacionamento. Evite os desentendimentos e as discusses.CNCER (22/6 a 22/7) No faa tempestade em copo dgua diante das menores indisposies. Destine tempo para o descanso e para momentos de descontrao com os amigos.No amor, Enfrente as situaes difceis do romance com tranquilidade e pacincia. Conduza a relao com otimismo e dedicao.LEO (23/7 a 22/8) No dia de hoje procure no envolver-se em conflitos e desentendimentos com a pessoa amada. Dedique tempo e ateno ao bem-estar da vida amorosa. Encare o relacionamento com mais sinceridade e responsa-bilidade.VIRGEM (23/8 a 22/9) Procure manter a confiana e direcio-nar seus sentimentos para a rea sexual, que necessita de uma reno-vao. Tenha cuidado com atitudes autoritrias. No amor, aprenda a lidar melhor com as divergncias afetivas entre voc e seu amor. Cuide do relacionamento amoroso sem receios para poder aprovei-tar tudo de bom que ele tem a lhe oferecer.

    LIBRA (23/9 a 22/10) A tenso entre a Lua e seu signo lhe causa estresse e instabilidade, que au-mentam sua comoo. Procure pro-gramas que aliviem suas tenses e lhe faam relaxar. Os amigos podem ser timo aliados nesta fase.ESCORPIO (23/10 a 21/11) Desestabilidade emocional em questes relacionadas s suas as-sociaes no ambiente profissional. Procure no exagerar diante das divergncias. Encare-as de forma positiva, aproveitando a habilidade de cada um para uma atividade especfica. No amor, a passagem dos astros evidencia a necessidade de vivenciar situaes novas e inusitadas na relao amorosa. No permita que as situaes difceis do dia a dia lhe tirem do srio. Dedique tempo a quem voc ama!SAGITRIO (22/11 a 21/12) A passagem da Lua lhe sugere equil-brio emocional diante das situaes complicadas, ainda que as deman-das cotidianas lhe esgotem. Tenha considerao com o seu amor e com seu romance.CAPRICRNIO (22/12 a 19/1) A necessidade de satisfazer suas per-spectivas emocionais pode acarretar em conflitos no relacionamento com os amigos. Mantenha o equilbrio para no prejudicar a convivncia com os familiares. No amor, dia propcio para abandonar todo sen-timento de inquietao e fazer com que sua vida afetiva seja mais ativa e animada. Evite situaes conflitantes com seu amor. Valorize o relacionamento e a pessoa que ama.AQURIO (20/1 a 18/2) Aproveite o dia de hoje para mini-mizar as divergncias entre voc e a pessoa amada. Entregue-se ao romance e evite situaes compli-cadas. Aproxime-se mais do seu amor e leve a vida amorosa com tranquili-dade.PEIXES (19/2 a 20/3) -Procure manter suas finanas em equilbrio e evite os gastos em excesso. No amor, Bom momento para interagir mais no seu ambiente social e evitar o isolamento. Evite desentendi-mentos e procure demonstrar seus sentimentos com sinceridade.

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    IdealizadoQue se po-de tornar

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    (?) de Clu-bes, com-

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    Praa detaba

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    Astrid (?), apresenta-dora de

    Chegadase Partidas

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    (?)-Qaeda,guerrilha

    Rede, emingls

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    A S S E

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    O problema da obsesso

    Pelos milhes de reais de investimentos, em estdios no Rio, equipamentos e contrataes nesses ltimos anos, a Record j deveria ocupar tranquilamente a vice-liderana de audincia. Por tudo que se gastou, o segundo lugar teria que ser uma obrigao. Mas essa tranquilidade parece estar muito longe de se tornar realidade.Os seus principais executivos, portanto, ainda no podem se dar ao luxo de colocar a cabea no traves-seiro e simplesmente relaxar. Longe disso. O SBT permanece como pedra no sapato, mesmo sem grandes investimentos. Bem distncia, um executivo da Globo, chamado a se manifestar, d o seu diagnstico. Diz que o problema da Record a forma. O todo. De acordo com esse profissional, que pede para no ser identificado, a Record no tra-balha para ser grande. Trabalha para tentar der-rubar a lder, tentando copiar seu modelo nos mais diferentes setores. Uma obsesso. E a se verificam os vrios equvocos, entre eles a ltima Olimpada que, em termos de audincia, decepcionou bastante e, como resultado de tudo, provoca cortes de pes-soal at hoje.

    A empresa XYZ, de Nizan Guanaes, nos prximos dias ir se reunir com os atores de Carrossel para discutir o valor de contrato de cada um e outros detalhes do espetculo musical que deve estrear ainda este ano. O show ser apresentado apenas em locais que tenham estrutura para receber grande pblico. (Jean Paulo Cam-pos, Cirilo em Carrossel - SBT)

    Durante toda a semana foram realizadas diversas reunies sobre as mudanas no Caldei-ro do Huck. Vale lembrar que a equipe do programa agora conta com o reforo do diretor Hlio Vargas. Narcisa Tamborindeguy viajou. A sua conversa com a Record vai demorar um pouco. A escolha do novo reprter do CQC tambm no ser agora. O nome do escolhido, depois de devidamente aprovado pelas instncias superiores, ser anunciado dentro de trs semanas. Gabriela Spanic, a Usurpadora, desde quinta-feira no Brasil, parti-cipa hoje do Domingo Legal. A chuva atrapalhou demais, mas a equipe de Sangue Bom cumpriu praticamente todo roteiro de gravaes em So Paulo. Esta nova novela das 7, na Glo-bo, tem a sua estreia confirmada para abril. Tonny Belloto um dos con-vidados do Metrpolis, neste domingo, s 20h30, na Cultura. Est confirmada no Viva a estreia da srie As Noivas de Copacabana, dia 21. O elenco, alm do Miguel Fa-labella, tem Christiane Torloni, Patrcia Pillar, Tssia Camargo, Ana Beatriz Nogueira e Reginal-do Faria, entre outros.

    Previso A direo da Bandeirantes trabalha com a data de 9 de abril, uma tera-feira, para a estreia do reality Quem quer casar com meu filho?, com apresentao de Adriane Galisteu. O programa ir ao ar, do primeiro ao ltimo episdio, inteira-mente gravado.

    Vai mudar de novoEm funo do lanamento de Quem quer casar com meu filho?, a Bandeirantes vai ter que escolher um outro dia para a exibio de The Walking Dead. Alguma suges-to? Lembrando que o programa, sucesso da televiso americana, comeou a ser exibido pela emisso-ra s quartas-feiras, e foi parar nas teras, devido ao futebol.

    Tem uma explicao Amor vida, substituta de Salve Jorge, ter um hospital entre os seus principais cenrios, em que mdicos e enfermeiros lutam diaria-mente pela vida de seus pacientes.Da o ttulo, agora definitivo, que se justifica inteiramente.

    Alta temperaturaVez por outra, os jovens e apaixona-dos mdicos de Amor vida, fora do expediente iro se atracar dentro de elevadores, alm de outros locais. Uma coisa meio Greys Ana-tomy, que muita gente conhece.

    Muita cobrana -1Presso existe em todo lugar. Mas, em alguns programas de TV realiza-dos em So Paulo, o negcio est ultrapassando o limite do aceitvel. impressionante como algumas pessoas tm dificuldades em convi-ver com o prximo.

    Muita cobrana - 2 Seria interessante, por exemplo, que algum com melhor cabea na Rede TV! se dignasse a dar uma espiadinha no que acontece nos interiores do Sbado Total. O ambiente est horroroso. J saram duas produtoras, dois es-tagirios, e mais recentemente um reprter se deslocou para o Feira do Riso. Complicado isso, porque, no ar, tudo parece uma maravilha.

    Preocupao com issoO carioca Fernando Gabeira tem adotado um sotaque menos carre-gado frente do Capital Natural, programa que fala sobre sustentabi-lidade no Bandnews TV. O objetivo do controle um maior

    alcance da mensagem ali transmi-tida. Na prpria produtora, responsvel pelo programa, h uma fonoau-diloga especialista em atuao audiovisual.

    O sucesso delesSertanejos milionrios o tema de uma das prximas sries do Jornal da Band. J est em produo. O cotidiano das princi-pais duplas, como Zez e Luciano, Bruno e Marrone, Victor e Leo, alm dos que atacam sozinhos, ser acompanhado pelos reprte-res e cmeras do jornal.

    Um craqueFlor do Caribe, do Walther Negro, est no ar desde a ltima segunda-feira, mos-trando muita coisa boa.Entre elas, mais um grande trabalho do ator Srgio Mamberti.

    Cest finiOs direitos de transmisso do campeonato Mundial de Esportes Aquticos, que ser realizado em Barcelona, na Espanha, entre 19 de julho e 4 de agosto, no sistema aberto, pertencem Record. Resta saber, porm, se a emis-sora vai exibir ou repassar para a Record News. A segunda alternativa parece ser a mais vivel. Ento isso. Mas amanh tem mais. Tchau

  • DIVERSO&ARTE4 TRIBUNAINDEPENDENTEMACEI - DOMINGO, 17 DE MARO DE 2013

    Manoel e Mrcia Marques, um casal adjetivo, embarcam hoje para belssima viagem cujo roteiro passa por Portugal, Turquia e Dubai. Boa viagem, amigos!

    Gal Brando e sua petit, em momento de me para filha. Amor incondicional e estilo dividido desde o bero. Beijo nas duas!

    Silvio Mascarenhas e Gabriela Cabus formam um casal top em nossa sociedade que sempre merecer o nosso carinho especial. Aplausos para Gabriela Cabus pela profissional que quando falamos em cabelos e maquiagem

    FOTOS BY CHICO BRANDO

    Todas as correspondncias, como convites para esta coluna, e para Elenilson Gomes, devero ser enviadas para Av. Sandoval Arroxelas, 840,

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    Afogado de brigadeiro

    Beterraba

    O suco de beterraba pode ser a nova arma para combater a hipertenso. De acordo com estudo da Baker Heart and Diabetes Institute in Melbourne, na Austrlia, um copo dirio com 500 ml da bebida capaz de diminuir significativamente a presso arterial cerca de seis horas aps sua ingesto. Para os pesquisadores, o amplo consumo do suco de beterraba poderia evitar 10% das mortes por doenas cardiovasculares. Segundo a pesquisa, quanto maior a presso de quem ingere o suco, maior ser a queda percebida aps a ingesto da bebida. Para os cientistas, as caractersticas benficas do suco esto relacionadas concentrao de nitratos presentes na beterraba, cerca de 20 vezes mais elevada quando comparada a outros vegetais. O mecanismo de ao tem relao com as bactrias presentes na boca e no intestino, capazes de converter o nitrato presente na beterraba em xido ntrico, substncia que relaxa e dilata os vasos sanguneos, permitindo que o sangue flua com mais facilidade.

    Sabores

    Uma variedade de sabores todos os dias... Aproveite a vida com qualidade! Essa a proposta que as empresrias Elaine, Eliane e Zilma Tenrio trazem todos os dias com as delcias do Alecrim. O restaurante, um dos mais bacanas na regio da Ponta Verde, referncia quando o assunto qualidade, servio e ambiente. Um luxo!

    DiorFoi na Semana de Moda de Paris que a Dior apresentou sua coleo surrealista de tirar o flego. O casaco de l vermelho, as saias lpis e os vestidos geomtricos foram as peas que marcaram o desfile. Mas e a cereja do bolo? As bolsas com desenhos de sapatos, lindamente bordadas, que entram imediatamente para a lista de desejos.

    ArtsrioInspirada na exuberncia e na dramaticidade do estilo barroco, a Artsrio - marca alagoana de acessrios femininos feitos base da renda renascena - criou sua nova coleo para receber o Outono-Inverno 2013. Intitulada Sacra, a coleo faz uma viagem aos sculos XVI e XVII para trazer as principais caractersticas do estilo barroco. O cenrio escolhido para ser fotografado o editorial Sacra foi a igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceio, no municpio de Marechal Deodoro. A coleo Outono/Inverno est na vitrine desde sexta, nas lojas do Farol e Ponta Verde. Luxo total.

    Divulgao

    A Secretaria de Estado do Turismo, Secretaria Municipal de Promoo do Turismo de Macei e Associao Brasileira da Indstria de Hotis se uniram para divulgar as belezas de Alagoas. De 20 a 23 de maro, diversas aes de promoo sero realizadas em Aracaju, no Hotel Celi. Road shows, rodadas de negcios e workshops sero destinados a cerca de 80 agentes de viagens e operadores. Alagoas est promovendo as campanhas Alagoas: As praias da Copa e Macei: Capital do Rveillon, emplacadas no ano anterior pela Setur-AL.

    Andra e Moacira Cunha apresentando mais um modelo da nova coleo Outono/Inverno 2013 da conhecida griffe Daslu para a Maison Casa Moa, na Ponta Verde. Poder!

    M Fio!

    A banda alagoana M Fio! completa 12 anos de estrada no prximo domingo, dia 17. Para celebrar a data, um show ser realizado na casa de eventos Maikai, na Jatica, e trar participaes especiais de vrios artistas locais.

    19 na Pltanos

    Ednia Diniz, responsvel pelo sucesso da Pltanos, nos comunicando que na prxima tera, dia 19, a conhecida loja estar apresentando a nova coleo de bijuterias finas e exclusivas e semijias na consagrada Pltanos, localizada na Galeria Marques da Silva, na Ponta Verde. Ednia ir receber as convidadas a partis das 10h. As nossas amigas podero conferir as belssimas peas da nova coleo Outono/Inverno.

    Suna

    A empresria Suna dos Anjos, leia-se Suna Moda Ferminina e Suna Presentes, nos comunicando que retorna ao nosso convvio depois de ter garimpado peas lindas para as suas lojas. Bem vinda, amiga! Vale a pena conferir as peas que a super empresria trouxe para a

    Para as fashionistas descoladas: a parceria de sucesso entre a Kenzo e a Vans ganhou um novo captulo a tempo do Vero 2013 no Hemisfrio Norte. As marcas acabam de divulgar a mais nova coleo, desta vez com os modelos de tnis Vans Authentic e Slip-On: eles receberam as mesmas animal prints estilizadas (inspiradas na Tailndia) do desfile by Humberto Leon e Carol Lim. A linha desembarca em lojas selecionadas e no e-commerce da Kenzo, assim como algumas butiques Opening Ceremony e Lane Crawford no prximo dia 1o de abril.

    Fetiche

    Que mulher no sonha arrasar em cima dos saltos. Pensando nisso, a empresria Adryelle Oliveira trouxe para a sua Spatifilus os modelos mais desejados da prxima estao. So lindos sapatos e sandlias que seguem as tendncias de todas as passarelas internacionais. No deixe de conferir as novidades na loja que fica no 2o piso do Macei Shopping.

    YSL

    A Yves Saint-Laurent resolveu retornar Rive Gauche, regio de Paris na margem esquerda do Sena, onde a marca surgiu na dcada de 1960. O endereo escolhido foi o Htel de Snecterre, no nmero 24 da rue de lUniversit. Projetado pelo arquiteto Thomas Gobert em 1688, o prdio histrico ir receber o ateli de prt--porter da grife a partir de outubro. Porm, parte da criao da YSL continuar localizada em Los Angeles, onde o diretor criativo da marca, Hedi Slimane, mora. Tradicionalmente conhecida por concentrar bomios, artistas e intelectuais, a regio da Rive Gauche serviu de fonte de inspirao para Yves

    Saint Laurent no passado. O estilista, que morreu em 2008, batizou a sua coleo de 1966 com o nome da regio.

    Mais valiosa

    Sem surpresas, a Apple lidera a nova lista da revista Forbes com as marcas mais valiosas do mundo. Segundo a publicao, a maa da fabricante do iPhone tem um valor de mercado de US$ 87,1 bilhes, quase US$ 33 bilhes a mais do que o valor estimado para a segunda colocada na lista, a Microsoft, que vale US$ 54,7 bilhes. Completam o Top 10 a Coca-Cola (US$ 50,2 bilhes), IBM (US$ 48,5 bilhes), Google (US$ 37,6 bilhes), Intel (US$ 32,3 bilhes), McDonalds (US$ 37,4 bilhes), General Electric (US$ 33,7 bilhes), BMW (US$ 26,3 bilhes) e Cisco (US$ 26,3 bilhes). Os outros destaques so a Louis Vuitton (US$ 24,5 bilhes) na 17 posio e a Budweiser (US$ 18,6 bilhes), que pertence aos brasileiros Jorge Paulo Lemann, Marcel Hermann Telles e Carlos Alberto, da Veiga Sicupira, na 23 posio.

    Tornar simples o complicado fcil.

    Tornar o complicado simples, isto criatividade

    g

    Parceria

    MODO DE PREPARO PARA O BRIGADEIRO Leve o leite condensado, o chocolate em p e um pouco de leite para uma panela. Cozinhe em fogo brando, mexendo sempre, at alcanar o ponto de brigadeiro mole (antes do ponto de enrolar, como uma musse mais resistente). Reserve. PARA O GANACHE Pique 250 g de chocolate meio amargo e reserve. Leve ao fogo o creme de leite e ao ferver jogue o

    chocolate picado. Acrescente a manteiga aps o chocolate dissolver. Misture bem, deixe cozinhar at o ganache ficar um creme bem lisinho. Retire do fogo e deixe esfriar. PARA A MONTAGEM Numa taa transparente coloque duas colheres de sopa do brigadeiro. Sobre ele uma bola de sorvete e por cima a calda de ganache a gosto. Enfeite com chocolate granulado e um morango.