Edio n 160 - Agosto/2016

  • Published on
    09-Jan-2017

  • View
    213

  • Download
    0

Transcript

  • Pginas 6

    Uma inciativa misericordiosa de

    Deus

  • Editorial

    Expediente

    Informativo da Parquia So Paulo Apstolo

    Arquidiocese de SorocabaRua Piracicaba, 140 - Vila Trujillo

    Fone: (15) 3231-2997contato@saopauloapostolo.org.br

    Proco: Pe. Paulo Roberto Gonzales

    Jornalista Responsvel/Diagramao:Jssica da Cruz MTB 45.555

    Conselho Editorial: Gerusa Muraro | Jssica da Cruz

    Colaborao: Estela Migliorini | Maria Aparecida Soares Mendes

    Comercial: Atlio SbranaImpresso: NG Grfica

    Tiragem: 1000 exemplares

    Deus quis precisar de ns

    2

    N

    Santo do ms

    A

    29 de agosto

    Nossa Senhora Rainha

    ossa Senhora aquela que do Cu reina sobre as almas crists, a fim de que haja a salvao. Instituda pelo Papa Pio XII, celebramos nesse dia a Memria de Nossa Senhora Rainha, que visa lou-var o Filho, pois j dizia o Cardeal Sue-nens: Toda devoo a Maria termina em Jesus, tal como o rio que se lana ao mar. Paralela ao reconhecimento do Cristo Rei encontramos a realeza da Virgem a qual foi Assunta ao Cu. Me da Cabea, dos membros do Cor-po mstico e Me da Igreja; Nossa Se-nhora aquela que do Cu reina sobre as almas crists, a fim de que haja a salvao: impossvel que se perca quem se dirige com confiana a Maria e a quem Ela acolher (Santo Ansel-mo). Nossa Senhora Rainha, des-de a Encarnao do Filho de Deus, buscou participar dos Mistrios de sua vida como discpula, porm sem nunca renunciar sua maternidade di-vina, por isso o evangelista So Lucas a identifica entre os primeiros cristos: Maria, a me de Jesus (Atos 1,14). Diante desta doce realidade de se ter uma Rainha no Cu que influencia a Terra, podemos com toda a Igreja sau-d-la: Salve Rainha e repetir com o Papa Pio XII que instituiu e escreveu a Carta Encclica Ad Caeli Reginam ( Rainha do Cu): A Jesus por Maria. No h outro caminho. Nossa Senhora Rainha, rogai por ns!

    gosto considerado o Ms Vocacional, dedicado refle-xo sobre as vocaes em geral. Neste ms, costuma-se celebrar as diferentes vocaes por semana: Primeiro domingo: vocao sacer-dotal; Segundo domingo: vocao familiar, dos pais; Terceiro domin-go: vocao vida consagrada dos religiosos e das religiosas; Quarto domingo: vocao do laicato na Igreja, ministrios leigos e catequis-tas. Deus quis precisar de ns. Como em Jeremias 1,5 - Antes que no seio fosses formado, eu j te co-nhecia; antes do teu nascimento, eu j te havia consagrado - Deus espera de ns uma resposta a Seu chamado. esta a vocao de cada um. No ms dedicado por ex-celncia reflexo sobre o servio na Igreja, tomamos conscincia de

    que o Reino de Deus se faz pela pro-vidncia infinita do Pai, mas tambm com a participao de cada um de ns. Quando refletimos sobre a vocao, chegamos concluso de que o Senhor nos criou para um ob-jetivo especfico: todos ns somos chamados a participar, com nossos dons e talentos, na edificao do Reino. O mais profundo e tocante em tudo isso que, mesmo Deus no precisando de nossa ajuda, Ele quis precisar, quis contar conosco. Se formos sensveis em per-ceber esse desejo de Deus impos-svel sermos indiferentes. Viver a vocao consagrar a nossa vida a um ideal. A nossa re-alizao pessoal reside em entender qual a nossa vocao e agir de acordo com os ditames de Deus que fala ao nosso corao.

    Que Ele nos fortalea para que tenhamos a disponibilidade e a coragem de dizer sim ao Seu pro-jeto, mesmo diante de nossas limi-taes, das nossas dificuldades, do nosso comodismo, dos nossos me-dos. Forte abrao!

    Pe. Paulo Gonzales

    (Texto extrado do Mensageiro de Santo Antonio)

  • 3

    Desejo e vontadePe. Paulo Roberto Gonzales

    Cateequse

    EParabns, catequistas!!!

    m nossa caminhada rumo ao objetivo, alm de coragem na ao, devemos levar em conta tambm o desejo e a vontade. Estes nunca de-vem estar separados. Separados, produzem efei-tos negativos. Juntos, ao invs, pos-suem um efeito multiplicador, uma fora nova e poderosa, a constncia, a perseverana, a determinao. Quem perseverante sem-pre vence, em qualquer lugar. Nos momentos difceis, a coragem com que iniciamos a luta, que nos fez dar o primeiro impulso, no poder fazer muita coisa se no for sustentada ao longo do tempo. Tudo acontece com o tem-po, e no aqui e agora. Querer tudo e logo prprio de crianas e tambm daqueles que ainda no entenderam a vida. A vida um caminho, um processo, um fluir, um percurso. Nunca devemos viv-la como se fosse constituda de pontos isolados ou de episdios sem nexo entre si. No possvel curar-se psi-quicamente ou chegar serenidade, felicidade, com uma varinha mgi-ca, com um milagre, subitamente. Quem quer atingir tudo isso apressadamente porque no quer sofrer, no quer viver. Pelo contrrio, desconfio das curas fceis. No du-ram. So sempre iluses. Do a im-presso de que estamos bem, mas diante do primeiro obstculo, da pri-

    meira dificuldade, do primeiro insu-cesso, vem uma recada. A serenidade psquica, o sentir-se bem por dentro, um ca-minho, uma viagem, nunca ser algo isolado e jamais provm do que est fora de ns. Por conseguinte, a cura deve ser procurada, desejada, ajustada, construda dia a dia; deve tornar-se um modo de viver, uma escolha, um estilo de vida. No h outro caminho. No existem atalhos. A serenidade psqui-ca no admite improvisaes. No existe uma plula de felicidade. O desejo importante, vital. Mas para mant-lo preciso cons-tncia e determinao. Sem cons-tncia, o desejo ficaria s, e logo se desfaria. A ao sustentada pela cons-tncia e pela determinao sempre cria algo de til. D-nos a sensao de estar vivendo, agindo.

    Equipe de catequistas de sbado, das 9h30 as 11h.

    Equipe de catequistas de tera-feira, das 18h as 19h30.

  • 4

    epois de ter visto na internet, que havia em outros pases e at em al-gumas cidades bra-sileiras, o empre-srio Edson Ribeiro comprou e instalou uma geladeira na calada, em frente a sua clnica na rua Professor Toledo, aqui mesmo no Tru-jillo. Nela, as pesso-as podem colocar alimentos prontos para o consumo e que estejam dentro do prazo de validade, para que aqueles que es-tiverem com sede ou fome, possam pegar para consumir na hora ou levar para suas casas. Todos que abraaram essa idia, passaram a evitar o desperdcio de alimentos em suas casas, enquanto praticam a solidariedade. Alguns at fazem doao de vrios marmitex todos os dias. H ainda alguns vizinhos que se tornaram guardies da geladeira solidria, como o caso da Sra. Isa-bel Garcia, bastante conhecida pelos

    membros da nossa Pastoral da Sade, pois levam comunho ela toda se-mana. Dona Isabelzinha e sua secretria cui-dam para que no falte agua e colabo-ram na limpeza da geladeira. Com a chegada do inverno, a ge-ladeira ganhou um irmo: o armrio solidrio. Se voc quer praticar a solidarie-dade, esse ato de amor ao prximo, doando roupas ou alimentos, v at a rua Professor Toledo, 1195 Trujillo e conhea esses dois aliados: a Geladei-ra e o Armrio Solidrios!

    Geladeira solidriaUma ideia que est dando certo

    Grupo Vida Melhor em comunidade celebra 5 anos

    Pastoral do SurdosVisita da imagem de

    Nossa Senhora da Ponte Pastoral dos Surdos a ao da Igreja Catlica que tem como princpio e fundamento a prpria ao do Cristo relatada no evan-gelho de Marcos: Trouxe-ram-lhe um surdo pedindo que lhe impusesse as mos. Levando-o a parte, longe da multido, colocou-lhe os dedos nos ouvidos, cuspiu e lhe tocou a lngua com sa-liva. Levantou os olhos para o cu, suspirou e disse Ef-fata, que quer dizer: Abre-te. Imedia-tamente os ouvidos dele se abriram, soltou-lhe a lngua e ele comeou a falar perfeitamente (Mc 7,32-35). A mesma dignidade dada por Jesus agora assumida pela Igreja que recebe os surdos e surdas no seu pas-toreio e os conduz ao Cristo Caminho, Verdade e Vida. Na Pastoral dos Sur-

    A

    dos se revive e atualiza o milagre do effata. Cada dia mais se abrem no-vos coraes que escutam e aderem o Cristo, levando-o pelos sinais evange-lizadores das mos. Em nossa parquia, os encon-tros da Pastoral tiveram incio no l-timo dia 14 e esse grupo se revezar para intepretar as missas.

    Coral Sintonia do CCI nos abrilhantou com sua belas melodias, ale-grando a nossa tarde de comemorao dos 5 anos do Grupo Vida Melhor em Comunidade! Parabns!!

    OD

  • 5

    m agosto a Igre-ja celebra as vocaes: sacerdotal, diaconal, fa-miliar, religiosa, leiga e catequista. um ms vol-tado para a reflexo e a orao pelas vocaes e os ministrios, de forma a pedir a Deus para que todos os batizados se-jam fiis como apstolos leigos, como sacerdotes, como religiosos e religio-sas, para o bem do povo de Deus e de toda a hu-manidade (Joo Paulo II). Vocao um termo derivado do verbo vocare, que em latim sig-nifica chamar. Por isso ta-manha importncia dada ao tema. Porque vocao o incio de tudo. Em um sentido mais preciso, um chamado a partir da pessoa de Jesus, que nos convida a segui-Lo. Vo-cao, portanto, quer dizer que ante-rior a ns h um chamado, uma esco-lha pessoal que vem de Deus, a quem seguimos com total empenho, como afirma So Paulo na Carta aos Roma-nos: "Eu, Paulo, servo de Jesus Cristo, apstolo por vocao, escolhido para o Evangelho de Deus." (Rom 1, 1) O ms vocacional nos provo-ca a refletir a importncia da vocao, nos levando a descobrir nosso papel e nosso compromisso com a Igreja e a sociedade. A partir do momento em que tomamos conscincia, ela precisa nos levar ao, vivenciando no dia--a-dia o chamado que o Pai nos faz.Que a celebrao do ms vocacional

    nos traga as bnos do Pai para vi-vermos a nossa vocao, na certeza de que todas so importantes e indispen-sveis. Cada uma, na sua especificida-de, nos leva perfeio da caridade, que a essncia da vocao universal santidade. Institudo na 19 Assembleia Geral da CNBB, em 1981, o Ms Vo-cacional tem como objetivo cons-cientizar as comunidades da respon-sabilidade que elas compartilham no processo vocacional.

    7 de agosto vocao ministrio or-denado: diconos, padres e bispos; 14 de agosto vocao matrimonial; 21 de agosto vocao vida consa-grada; 28 de agosto vocao dos leigos.

    Agosto: O Ms das Vocaes Dia dos Padres

    Visita da imagem de Nossa Senhora de Schoenstatt

    E

    Homenagem aos Pais

  • 6

    Vida & Sade

    TUma inciativa misericordiosa de Deus

    Ano da Misericrdia

    Fibras

    A

    odo ano em Agosto, em nos-sas Igrejas, celebramos o Ms Voca-cional, com o objetivo principal de conscientizar as comunidades da res-ponsabilidade de participar no proces-so vocacional. Vocao um chamado, uma destinao e um futuro. Perguntar pela vocao de alguma coisa ou de algum perguntar a que est des-tinado e a qual futuro est chamado. Ela orienta-se eminentemente para um futuro. Deve realizar-se no presente, mas sempre com abertura para o futu-ro. A vocao a que o mundo est chamado sublime: Deus mesmo. A f crist afirma que o mundo no ca-minha para uma catstrofe csmica, mas para a sua plenitude. Ignoramos o tempo da consumao do univer-so. Passa certamente a figura deste mundo deformada pelo pecado, mas

    aprendemos que Deus prepara mora-da nova e nova terra para ns: o Reino de Deus, em que Deus ser tudo em todas as coisas. Se a Criao est vocaciona-da para Deus a fim de formar com Ele uma radical unidade, o homem cha-mado a ser totalmente ele mesmo, atualizando todas as potencialidades da sua natureza. chamado, tambm, a ser um com Deus. Na vocao do homem comunho com Deus, est o aspecto mais sublime da dignidade humana. Pois se o homem existe, porque Deus o criou por amor, e por amor no cessa de dar-lhe o ser. Deus quer que o homem participe de Sua vida divina. Para atingir a sua meta final, o homem deve se manter constan-temente em relao com a realidade que o cerca; deve responder s trs determinaes de sua vocao fun-

    damental terrestre, como lemos no captulo primeiro do livro do Gnesis : ser senhor da natureza, criando e or-ganizando a terra; ser irmo, no s vivendo, mas convivendo com seus semelhantes e com amor fraterno; ser filho, louvando, adorando e servindo a Deus. Portando, se vocao sempre um chamado pessoal de Deus, cada pessoa deve examinar a si mesmo e descobrir quais os carismas (aptides) que Deus lhe deu e como execut-las em benefcio do mundo e dos outros. Alguns recebem o carisma do sacer-dcio ministerial ordenado, servio de unidade e reconciliao dentro da comunidade dos fiis. Outros (os religiosos), pela vivncia dos votos evanglicos, so um sinal no mundo, testemunhando a presena de Deus na existncia humana. A maioria das pessoas escolhe viver o matrimnio cristo, smbolo do amor de Deus para com os homens no mundo presente. Lembremos que, a partir de Jesus Cristo, o sacerdcio uma di-menso de todo o cristo, uma tarefa sacerdotal a ser realizada por todos batizados: a reconciliao, a media-o e unio dos homens entre si e

    com Deus. Segundo o Conclio Vati-cano II, o fiel participa de toda riqueza de Jesus: servir, anunciar e santificar. Todo fiel responsvel pela misso da Igreja, pelo anncio atravs da pa-lavra e do exemplo, pela santificao do mundo, pelo culto, e pela harmonia entre os cristos. Jesus, cuja vida foi uma vida--para-os-outros, pregou a santidade de vida: Sede perfeitos, assim como Pai celeste perfeito. Os seguidores de Cristo so chamados pelo batismo a se tornarem verdadeiramente filhos de Deus, participantes da natureza di-vina, e realmente santos, a viverem como convm a santos. assim que todos os fiis cristos de qualquer estado so chamados plenitude da vida crist e perfeio da caridade. Por esta santidade se promove tam-bm na sociedade terrestre um mun-do mais humano e fraterno. (LG n,40). Apenas o santo um homem realizado e completamente libertado de si mesmo, para acolher em si, DEUS e a HUMANIDADE INTEIRA (Michel Quoist em construir o homem e o mundo)

    Jayme Rodrigues de Almeida Filho

    principal fun-o das ajudar no funcionamento mais rpido do organismo, famosas por seus be-nefcios ao trnsito intestinal. De origem vegetal, elas ainda au-xiliam na preveno e tratamento de doen-as cardiovasculares e diabetes; no controle do colesterol sangu-neo; e at mesmo na preveno e no combate obesidade. Podem ser de dois tipos: as solveis (se transformam em gel, permanecendo mais tempo no est-mago e dando uma sensao maior de saciedade) e as insolveis, que do textura firme a alguns alimentos, como o farelo de trigo, frutas, legu-mes e verduras. Estas ajudam o intes-tino a funcionar melhor, pois retm

    uma quantidade maior de gua. Se-gundo o departamento norte-ameri-cano de controle de alimentos e me-dicamentos, o FDA, o consumo ideal de fibras deve ser superior a 25g por dia.

    Gerusa Helena Zorman MuraroNutricionista - CRN 3 - 10293

  • 7

    Resumo do ms de Julho

    AITrabalho integrado e

    reconhecido

    SocialArca

    niciando mais um semestre nesta jornada de construo e recons-truo da nossa comunidade, que sempre dinmica e gostaria de come-ar agradecendo os nossos queridos amigos de Amigos de Arca, aqueles que fielmente nos ajudam nos ba-zares, nas vendas dos pastis, na di-vulgao, nas rezas do tero, aqueles que ajudam na venda de convites para almoos, jantares, aqueles que trazem as roupas aqui na Casa, aqueles que contribuem como associados e aque-les que possibilitaram continuarmos as atividades agora no ms de julho, pois atenderam prontamente o nosso chamado. No ms de julho ainda tive-mos dois eventos muitos importantes que foi a nossa Festa Julina que contou com apoio dos voluntrios, amigos de Arca e envolvimento da Comunidade para fazer uma festa que mesmo em um dia chuvoso pode trazer muita alegria a todos que participaram. O segundo evento foi a Feijoada Bene-ficente em parceria com a equipe do Encontro de Casais com Cristo (ECC) no qual, mais uma vez ns pudemos contar com o apoio de casais da Igreja So Paulo Apstolo na venda de con-vites e tambm em todo preparo da feijoada. Estamos iniciando o ms de agosto com novas oportunidades abrindo-se novamente para Arca So-rocaba, fruto do trabalho que temos

    feito na cidade, e a forma como temos conduzido nos levou a participar este ano do Selo Social. Promovido pelo Instituto Aba-a, o Selo Social uma certificao concedida a empresas, rgos pbli-cos e entidades sociais que demons-trem compromisso social. Durante o perodo (fevereiro a agosto) que ocor-re os setores se mobilizam em aes em prol da comunidade por meio dos Objetivos de Desenvolvimento do Mi-lnio (ODM) definido pelas Organi-zao das Naes Unidas (ONU). E nos meses de maro at agora estive-mos envolvidos com atividades como: participar de reunies, eventos e for-maes relacionadas ao Selo Social; executar aes em favor das ODM; documentar os projetos investimentos e impactos sociais que tivemos duran-te o processo do Selo social. Agora mais do que participar do Selo Social e a alegria de ser uma das organizaes que ser certificada este ano, acredito que a oportuni-dade de sermos reconhecidos dentro deste amplo cenrio, e termos nosso trabalho valorizado porque est com-prometido com uma causa que hu-manitria. Porque sabemos que a Arca acima de tudo como nos coloca o nosso querido Jean Vanier uma Co-munidade de Paz.

    Evelin Ribeiro MelloResponsvel de Comunidade

    O Conselho de Administrao da Comunidade ARCA de Sorocaba agradece o apoio de todos os paroquianos da So Paulo Apstolo, que muito ajudam a manter as atividades em prol dos assistidos.

    Segue abaixo o balano financeiro da ARCA de Sorocaba no 2 trimestre de 2016 (abril a junho).

    Pastoral Social alm de fam-lias da comunidade, atendeu quatro entidades, entre elas Arca de Soroca-ba, Aliana da Misericrdia, Residn-cia Teraputica e Casa de Acolhimento Transitrio. No podemos nos esquecer que toda doao tem que ser realiza-da com o corao, portanto quando doamos, doamos o melhor: Alimen-tos com prazo de validade vigente, roupas, brinquedos e demais em boa condio de uso. Abaixo, a lista dos alimentos e produtos doados no ms de Julho.

    AlimentosAchocolatado - 02 unid/ Acar - 15kg/ Arroz - 50 kg/ Bolacha salgada - 01 pct/ Bolacha salg. - 01 pct/ Caf - 04 pct/ Ervilha - 04 lt/ Molho de to-mate - 05 unid / Farinha de mandioca - 07 pct/ Farinha de milho - 09 unid/ Farinha de trigo - 04 pct/ Feijo - 30 kg/ Fub - 07 pct/ Leite - 53 l/ Leite em p - 01 pct/ Macarro - 27 pct/

    Maionese - 01 unid/ Marrom Glac - 01 unid/ Milho - 01 lt/ Miojo - 02 unid/ Mistura para bolo - 01 unid/ leo - 11 l / Sal - 08 kg/ Pssego em calda - 01 lt/ Tempero - 01 unid.

    LimpezaMultilimpador - 01 unid.

    HigieneAbsorvente - 01pct/ Algodo - 02 unid/ Cotonete - 02 unid/ Fralda Geri-trica - 02pct/ Gel de cabelo - 01 unid/ Papel higinico - 12 rolos/ Sabonete - 04 unid.

    DiversosCobertor - 02 unid/ Roupas - 332 pe-as/ Sapatos - 16 pares/ Brinquedos - 15 ps/ Bazar - 21 ps/ Livros - 08 unid/ Bblia - 01 unid.

    As entidades assistidas precisam des-de alimentos, produtos de higiene pessoal e limpeza.

    Balano Trimestral

  • 8

    NDispa na Romaria a Aparecida

    o ltimo dia 15 de agosto, nossa comunidade jovem DISPA mar-cou forte presena na Romaria ao San-turio de Nossa Senhora Aparecida, cumprindo um dos preceitos que nos pede o Papa Francisco neste Ano da Misericrdia: A visita a um Santurio. Nossos jovens no mediram esforos para preencherem completamente um dos quatro nibus, ou seja, os 46 lu-gares que foram reservados a eles, se-guindo em Romaria para o Santurio da Me Maria. Marcada com muita alegria e devoo, a viagem seguiu aps re-cebermos a bno do Pe. Paulo, que com muito carinho se dirigiu ao ni-bus dos jovens, orou e abenoou a to-dos. Ao chegarmos em Apareci-da, os jovens puderam contemplar e vislumbrar a segunda maior Baslica do mundo, sendo superada apenas

    pela Baslica de So Pedro, em Roma. Estasiados com a grandeza e bele-za daquela gigantesca e maravilhosa arquitetura, passaram ali momentos inesquecveis, sendo que muitos dos participantes nunca haviam estado l. Um lanche comunitrio na "Casa do Po" com orao de agrade-cimento pela viagem e pelo alimento partilhado foi feito aps a chegada, sendo que cada jovem colaborou com um prato, sobrando lanche suficiente para a volta. Aps a refeio comunitria, aconteceu um tour pelo local. E com muita devoo visitamos a imagem de Nossa Senhora Aparecida, onde fizemos nossas oraes e depois nos posicionamos em frente a Porta Santa, onde aguardarmos as oraes e ben-os dos padres Paulo e Douglas. Em seguida, adentramos para a participa-o da Santa Missa.

    Seguiu-se conhecendo a loja das velas, a sala das velas, onde todos acende-ram as suas e fizeram oraes. Finali-zou-se com um passeio pelo shopping para as compras, almoo e preparao para o retorno. O dia foi curto para conhecer toda a beleza deste lugar to espiri-tualizado, to mgico e encantador. Pudemos sentir o amor da me Maria nos acolhendo e nos abraando! Agradecemos a Deus pela

    oportunidade de estarmos l, com muitos irmos da nossa parquia, pelo apoio e confiana de todos os pais e por tudo ter sido to abenoado, do incio ao fim. Nossa desafio agora o Tor-neio Bblico 2016! Sediaremos este evento maravilhoso nos dias 3, 4 e 11 de setembro e contamos com a ajuda de toda a comunidade!

    J. A. Macedo